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	<title>mst &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mst/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mst"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 08:16:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[MST Lite]]></title>
<link>http://samurizabelin.wordpress.com/2009/11/27/mst-lite/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:36:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>samurizabelin</dc:creator>
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<description><![CDATA[Currently on the work bench is a second generation teleporter to compliment the already popular MST ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Currently on the work bench is a second generation teleporter to compliment the already popular MST system.</p>
<p>It&#8217;s main difference is it&#8217;s designed for smaller applications where only a few teleports are needed. There&#8217;s no delay time waiting for hubs to detect.. The menu of destinations is displayed instantly.</p>
<p>The system will work much the same as the MST2 system and work straight from the box. You just rez a hub, name it, and you&#8217;re ready to go.</p>
<p>Access to and from the teleporters is restrictable to owner, group or anyone, and although access lists are provided, it won&#8217;t be recommended to add more than a few names to them as it has a brutal impact on the system capacity.</p>
<p>It&#8217;s still early days, but i&#8217;m working hard to develop the best teleport system! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Criminalização dos movimentos sociais é política de Estado no RS, diz relatório]]></title>
<link>http://luizmullerpt.wordpress.com/2009/11/27/relatoriomovsocial/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:11:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>luizmullerpt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Do sitio da CUT A criminalização dos movimentos sociais é uma política de Estado no Rio Grande do Su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Do sitio da CUT</p>
<p>A criminalização dos movimentos sociais é uma política de Estado no Rio Grande do Sul. Esta é a principal conclusão do relatório final da Comissão Especial da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República que apurou denúncias de violência e desrespeito às garantias fundamentais do ser humano por parte do Ministério Público Estadual, decisões do Poder Judiciário gaúcho e ações da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O documento apresentado na manhã de quinta-feira, 26, no espaço do Fórum Democrático da Assembleia Legislativa, contém 28 recomendações para garantir o respeito aos direitos civis e às liberdades públicas, entre eles a criação do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, da Comissão Estadual de Mediação e Conflitos Agrários e a revogação da nota de instruções operacionais da Brigada Militar que regula a atuação em manifestações sindicais, de estudantes e de sem-terras.</p>
<p>&#8220;Estamos oferecendo este relatório como um instrumento para a única saída para este problema, que chama-se diálogo&#8221;, enfatizou o secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Rogério Sottili, que representou o ministro Paulo Vanucchi, que cancelou a visita ao estado em função de problemas familiares. &#8220;Cabe agora ao poder público estadual utilizar o documento como instrumento para corrigir as situações apontadas&#8221;, emendou o relator Fernando Matos.</p>
<p>O documento, apresentado para representantes do poder judiciário, Ministério Público, movimentos sociais e parlamentares, aponta o Rio Grande do Sul como o estado brasileiro mais violento contra os movimentos sociais. A constatação está amparada em documentos do seminário nacional do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que sistematizou informações sobre o tema. Os casos mais emblemáticos são o assassinato a sangue frio do sem-terra Elton Brum da Silva, ocorrido durante desocupação da Fazenda Southall em São Gabriel, os atos de humilhação, violência, repressão e tortura praticados pela BM contra sem-terras, o fechamento das escolas itinerantes que funcionavam junto aos acampamentos do MST e o pedido de extinção do MST, pleiteado pelo Ministério Público Estadual.</p>
<p>&#8220;Mais de 600 crianças estão sem aulas no estado por determinação do Ministério Público Estadual e da governadora Yeda Crusius&#8221;, reiterou o deputado Dionilso Marcon (PT), presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia. O parlamentar também confessou sentir-se envergonhado pelo fato de pessoas de outros estados terem que fazer a defesa dos Direitos Humanos no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Pela primeira vez, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana não foi recebido por um governante de Estado. Apesar de duas audiências agendadas antecipadamente, Yeda Crusius fechou as portas. Uma das mais importantes reuniões aconteceu com o secretário da Segurança Pública, Edson Goulart, e toda a cúpula da área e foi marcada pela tensão. Na ocasião, a Comissão Especial sublinhou que a segurança e os direitos humanos podem caminhar juntos. Antes, porém, o comando da BM se negou a dialogar como a Comissão Especial para tratar das ações policiais contra o MST, em Pedro Osório, onde mais de cem pessoas foram levadas à Delegacia de Polícia.</p>
<p>Criada em 12 de agosto de 2008, a Comissão Especial ouviu depoimentos de integrantes do MST, de sindicalistas e estudantes, deputados, autoridades, visitou acampamentos e assentamentos e esteve em Porto Alegre, Sarandi, Passo Fundo. Reuniu-se com a Federação dos Agricultores do Rio Grande do Sul (Farsul), Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Tribunal da Justiça do RS, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>Nesses encontros recebeu documentos e dossiês, comprovando que a ação repressiva da Brigada Militar se intensificou a partir de 2005 e que há recrudescimento da violência no campo, esgotamento da capacidade de negociação das autoridades e operações militares forçadas. Há também uma nota de instruções operacionais da Brigada Militar de número 006.1, de outubro de 2007, que &#8220;regula os procedimentos administrativos e operacionais&#8221; específicos para atuar junto a manifestações sindicais, estudantes e de sem-terra. Também preocupa os defensores de direitos humanos a identificação de lideranças e de entidades. Mesmo em caso de desocupação voluntária, a recomendação do governo é registrar e identificar as pessoas e até mesmo encaminha-las à Delegacia de Polícia para auto de prisão em flagrante delito.</p>
<p>O relatório critica o Ministério Público Estadual por pedir a extinção do MST e por utilizar relatórios sigilosos da BM em ações judiciais. Também contesta o Ministério Público Federal por denunciar lideranças com base na Lei de Segurança Nacional e o Poder Judiciário por proibir liberdade de atuação de sindicatos.</p>
<p>O documento constata ainda que a Farsul pressiona para que o Incra não identifique terras possíveis de desapropriação e se refere ao sobrepreço que os proprietários acrescentam ao valor do imóvel em negociação com o Instituto. Por sua vez, a procuradora-geral de Justiça, Simone Mariano da Rocha, recebeu os representantes na condição de Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e não de Comissão Especial, alegando não aceitar a &#8220;imposição&#8221; ao MPE de estar criminalizando setores da sociedade. A reunião não teve avanços.</p>
<p>CUT (www.cut.org.br)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Somos Tod@s Sem Terra]]></title>
<link>http://levantefavela.wordpress.com/2009/11/26/somos-tods-sem-terra/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:05:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>levantefavela</dc:creator>
<guid>http://levantefavela.wordpress.com/2009/11/26/somos-tods-sem-terra/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://levantefavela.wordpress.com/files/2009/11/cartaz-mst-ato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1216" title="Cartaz MST Ato" src="http://levantefavela.wordpress.com/files/2009/11/cartaz-mst-ato.jpg" alt="" width="500" height="707" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oficina de apresentação do 3º EIV-SP]]></title>
<link>http://blogdoces.wordpress.com/2009/11/26/oficina-de-apresentacao-do-3%c2%ba-eiv-sp/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:34:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>centrodosestudantes</dc:creator>
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<description><![CDATA[No próximo sábado, as 17:00, o CES montará a oficina do Estágio Interdisciplinar de Vivência em Área]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:medium;"> No próximo sábado, as 17:00, o CES montará a oficina do Estágio Interdisciplinar de Vivência em Áreas de Reforma Agrária e Atingidos por Barragens.</p>
<p>Convidamos a  todos  os interessandos em conhecer e/ou participar do Estágio de Vivência em Áreas de Reforma Agrária e Atingidas  por barragens do Estado de São Paulo, que acontecerá em janeiro/fevereiro  2010.</p>
<p>O EIV é uma ferramenta construída  conjuntamente pelo movimento estudantil e movimentos sociais populares, em que  estudantes de diversas localidades do estado de São Paulo, do Brasil e até de  outros países da América Latina se propõem a um exercício de formação e vivência  nas comunidades de movimentos sociais do campo.<br />
</p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O vale tudo do MST]]></title>
<link>http://gustavoinacio.wordpress.com/2009/11/26/o-vale-tudo-do-mst/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:47:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Inácio</dc:creator>
<guid>http://gustavoinacio.wordpress.com/2009/11/26/o-vale-tudo-do-mst/</guid>
<description><![CDATA[Vivemos num País onde o Estado de Direito é solenemente solapado pelos poderosos de plantão. Onde as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Vivemos num País onde o Estado de Direito é solenemente solapado pelos poderosos de plantão. Onde as leis favorecem bandidos e criminosos. Onde os direitos humanos tornaram-se mero instrumento e reduto para a marginália geral. E pior: somos o único País do mundo que financia seu próprio terrorismo. </span></span></p>
<p class="western" style="font-weight:normal;margin-bottom:0;"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Como gosta de repetir o presidente Lula em seus discursos, nunca antes na história deste País, o seu governo foi tão bondoso e generoso com o auto-intitulado Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras (MST). Um movimento que sob a bandeira da reforma agrária, promove o caos e a desgraça no campo, mas que possui fervorosos defensores, até mesmo, nas atitudes mais extremas e radicais. </span></span></p>
<p class="western" style="font-weight:normal;margin-bottom:0;"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Recentemente, um promotor gaúcho tentou pôr fim às ações truculentas do MST. Mas não conseguiu. Gilberto Thums, do Ministério Público Estadual, provocou uma onda de ódio pelo mundo. Recebeu e-mails de vários países condenando sua postura, foi chamado de Hitler, ameaçado de morte, e numa sessão da Assembleia Legislativa gaúcha, foi encurralado por um turba de sem terras que babavam de ódio, por ele propor acabar com as madraçais do MST, as chamadas escolas itinerantes, que instigam o ódio nas crianças.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><span style="font-weight:normal;">O MST é hoje uma organização criminosa e sem personalidade jurídica – portanto, inimputável, sob a ótica da lei. No entanto, como um movimento que não existe juridicamente no papel, tem conta no Banco do Brasil e consegue receber mais de R$ 115 milhões do Governo Federal? A resposta parece complexa, mas não é. Segundo reportagem de setembro da revista </span><em><span style="font-weight:normal;">Veja</span></em><span style="font-weight:normal;">, parte do dinheiro é repassado através de quatro entidades ligadas ao MST (Anca, Concrab, Cepatec e Itac), que depois o utiliza para pagar empresas de transporte, gráficas e editoras vinculadas a partidos políticos. É o mesmo dinheiro que financia invasões de propriedades privadas e produtivas, destruição de laboratórios de pesquisa e milhares de pés de laranja da fazenda Cutrale, maior empresa produtora e exportadora de suco de laranja do mundo.</span></span></span></p>
<p class="western" style="font-weight:normal;margin-bottom:0;"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Contudo, para alguns boçais isso é “normal”. É tudo pela reforma agrária. Por ela, vale tudo. Vale degolar Policial Militar, vale manter em cárcere privado e sob a mira de um revólver a família do fazendeiro, vale destruir mais de 10 mil pés de laranja, vale matar cães e atirá-los nos poços de água potável da propriedade, vale matar seguranças da fazenda. Pra essa gente, vale tudo.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tribunal Popular do Judiciário terá etapa estadual realizada em São Luís]]></title>
<link>http://tribunalpopulardojudiciario.wordpress.com/2009/11/25/tribunal-popular-do-judiciario-tera-etapa-estadual-realizada-em-sao-luis/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:40:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>zemaribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Terça-feira, 1º. de dezembro, ginásio do Colégio Dom Bosco (Renascença) receberá cerca de 3 mil cara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em>Terça-feira, 1º. de dezembro, ginásio do Colégio Dom Bosco (Renascença) receberá cerca de 3 mil caravaneiros vindos de todas as regiões do Maranhão.</em></strong></p>
<p>Após cinco caravanas regionais, realizadas nos municípios de Santa Quitéria, Imperatriz, Bacabal, Santa Inês e Presidente Dutra, visitando mais de 50 municípios, colhendo depoimentos (gravados em áudio e vídeo) e provas (documentos, cópias de processos, fotografias etc.) da violação de direitos pela ausência, omissão ou conivência do poder judiciário, a Cáritas Brasileira Regional Maranhão e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Regional Nordeste V, junto a um conjunto de organizações e entidades da sociedade civil realizam terça-feira, 1º. de dezembro, a partir das 7h30min (horário em que terá início o credenciamento das caravanas vindas de municípios do interior do estado), a etapa estadual do Tribunal Popular do Judiciário.</p>
<p>A plenária popular acontecerá no ginásio do Colégio Dom Bosco, no Renascença (ao lado do Bobs, em frente ao Tropical Shopping Center). O comitê organizador estima um público de aproximadamente 3 mil pessoas. “Esse processo teve início em junho, quando lançamos o Tribunal Popular do Judiciário no auditório da OAB. Ali ainda nem tínhamos a dimensão do que se tornaria esse grande e pleno exercício de mobilização social e de denúncia, e já conseguimos reunir 500 pessoas de todo o Maranhão. Após percorrer todos esses municípios e ter realizado todo esse trabalho, de ouvir o sofrimento das pessoas mais humildes, é natural percebermos o crescimento do interesse pela temática”, afirma Ricarte Almeida Santos, secretário executivo da Cáritas Brasileira Regional Maranhão.</p>
<p>Diversas entidades nacionais confirmaram presença na plenária estadual do Tribunal Popular do Judiciário: Instituto de Estudos Sócio-econômicos (INESC), a organização Justiça Global, Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH-PR), Secretariado Nacional da Cáritas Brasileira e o Fórum Nacional de Ouvidores de Segurança Pública. Também participarão as entidades membro do comitê organizador da ação: além de Cáritas e CNBB, estarão presentes representantes da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Associação de Saúde da Periferia do Maranhão (ASP/MA), Redes e Fóruns de Cidadania, Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra do Maranhão (MST/MA), Comissão Pastoral da Terra (CPT), e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA), além de outras entidades da sociedade civil maranhense.</p>
<p>Uma comissão de sistematização, formada por profissionais das entidades do comitê organizador do Tribunal Popular do Judiciário conseguiu registrar, de acordo com os depoimentos colhidos ao longo das caravanas regionais, 17 tipificações de falhas do poder judiciário em sua atuação no estado do Maranhão. De cada, serão apresentados cerca de três depoimentos previamente selecionados, na etapa final, terça-feira que vem. Advogados populares e a mesa de trabalhos irão se posicionar sobre os temas e depoimentos. A etapa estadual do Tribunal Popular do Judiciário será encerrada com a Marcha Por Justiça de Verdade, slogan do TPJ, que fará o percurso entre o Ginásio do Colégio Dom Bosco, local da atividade, até a Praça Pedro II, onde está localizada a sede do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em frente ao qual será realizado o ato de encerramento da atividade.</p>
<p>O comitê organizador da ação encaminhará a diversos órgãos nacionais e internacionais de controle do poder judiciário, toda a documentação levantada, além do trabalho de sistematização já iniciado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kevin Murphy speaks--on RiffTrax, MST3K Vol. XVI and a 'working monkey ass']]></title>
<link>http://farsider.wordpress.com/2009/11/25/kevin-murphy-speaks-on-rifftrax-mst3k-vol-xvi-and-a-working-monkey-ass/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>farsider</dc:creator>
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<description><![CDATA[Misties have known and loved him for two decades, from his earliest riffs and rants as space-faring,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Misties have known and loved him for two decades, from his earliest riffs and rants as space-faring, movie-bashing &#8216;bot Tom Servo to his Sci-Fi incarnation as smelly, hairy ape guy Professor Bobo to his more recent post-MST forays with the Film Crew and now RiffTrax.</p>
<p>He&#8217;s Kevin Murphy, of course, and I caught up with him recently to dish on the new <em>Mystery Science Theater 3000 Volume XVI</em> boxed set DVDs due Dec. 1 from Shout! Factory, among other things. You can join our visit below in the form of a Q and A between me, Bruce Westbrook, and Kevin. Enjoy!</p>
<p>B. So, Kevin, are you still living in Minneapolis (where <em>MST</em> was produced)?</p>
<p>K. Yes I am.</p>
<p>B. RiffTrax is based in San Diego. Ever do the RiffTrax tapings at home?</p>
<p>K. No, generally we travel. It’s just easier for us when we do the actual recording. And it’s a better product if we (along with Bill Corbett and Mike Nelson) can all sit together and play off each other. It’s just a lot more fun. It’s a great excuse to get together and play, too.</p>
<p>B. I&#8217;ve just screened the new MST DVD box set. Among the extras, the Turkey Day sketches are great to see again, and the new retrospective of the film <em>Santa Claus</em> is fantastic.</p>
<p>K. I know. I met the guy who put that together, and he did a heck of a job. He’s a huge fan of (<em>Santa Claus</em> director) K. Gordon Murray and really knows his stuff. And boy, what a film that thing is.</p>
<p>B. Hell plays a big role in this Santa movie, and it now occurs to me: Santa has the same letters as Satan. Scary!</p>
<p>K. I know. Something’s going on there. We’ve ruined Christmas for many people, I’m afraid.</p>
<p>B. You have some great lines in the retrospective, including: “Nobody wants to see a working monkey ass in the middle of a Santa Claus movie.” Was that off the top of your head?</p>
<p>K. Whenever we did anything in the theater it was generally very tightly scripted. Whenever I do an interview (as with that &#8212; shot in Minneapolis), it’s whatever comes out of my mouth. Sometimes it’s blather. Sometimes I drop a bomb and it’s nice.</p>
<p>B. Another great observation you made was: &#8220;Color so stark it’s like getting hit in the face by a clown.”</p>
<p>K. I remember we were watching the film and we had to stop because it was giving us headaches. The color was so bright.</p>
<p>B. But that was then, this is now, and now, via RiffTrax, you and Mike and Bill seem busier than ever  doing <em>MST</em>-style riffs.</p>
<p>K. We are, and it’s been great fun. We’ve been able to do not only films we could never have gotten our mitts on at <em>MST</em> &#8212; <em>Twilight</em> has turned out to be one of the most popular riffs we’ve ever done &#8212; but we also get to do shorts and we get to do some of the old chestnuts that we never did at <em>Mystery Science Theater</em>. And we’re still digging up some new old stuff, all the time. We’ve got another RiffTrax Live Nationwide show coming up on Dec. 16. It’s gonna be an all-shorts showcase for the evening, and it’s gonna be great fun.</p>
<p>B. That reminds me: Another thing you&#8217;ve ruined for me is riding a bicycle. That RiffTrax short of the kids on bicycles wearing ape masks was truly creepy.</p>
<p>K. Yes, it was <em>One Got Fat</em>, narrated by Edward Everett Horton and featuring a disturbing nightmare.</p>
<p>B. Whatever the case, the format of slinging barbs at the screen lives on.</p>
<p>K. Well, you know, people like to talk back to movies, and I’ve been encouraging people to do it for most of my adult life. Talk back to your culture, because otherwise it’s just gonna keep pounding you down. It’s sort of liberating for people to be able to have that sort of catharsis where they no longer have to feel that they’re being spoon-fed everything. They can actually fight back a little bit. Certainly, keep your mouth shut when you&#8217;re in the theater. No, pay to see us do it. We’re the professionals. And do it at home all you want.</p>
<p>B. But though the process lives on since <em>MST</em>&#8217;s run, I greatly miss some things, including Professor Bobo, your additional character for <em>MST</em>&#8217;s final three seasons.</p>
<p>K. Yes, but I don’t miss the makeup. That was hard. I had the first migraine of my life, wearing that makeup all day long, and then we did a photo shoot for four hours. I was in that makeup for 16 hours total, and went home and collapsed with a migraine. It sure was fun to do, but I don’t miss the makeup.</p>
<p>B. Well, Kevin, sometimes you have to suffer for your art.</p>
<p>K. Yes, and I agree that the Sci-Fi years were great. It was the most fun I had in the whole run of the series, because we really knew what we were doing. The whole group we’d put together was really tight as writers and enjoyed each other’s work. We were a very well oiled machine at that time. It was just sheer fun to do.</p>
<p>B. Did you ever grapple with burnout?</p>
<p>K. We were really smart about the way we’d schedule the thing. During our production cycle we’d do six weeks of work on, and a week off. And quite often we’d take two weeks at Christmas. We did have enough down time that people could recover and do other things in their lives. And that was really important for something with that long of a life.</p>
<p>B. Now RiffTrax is catching up. You&#8217;ve done upwards of 75 titles on RiffTrax, I believe.</p>
<p>K. Yes,and counting the shorts, we really have a lot of material available.</p>
<p>B. There were about 170-something <em>MST</em> movies, or episodes.</p>
<p>K. Yes, so we’re approaching about half the number of movies on RiffTrax that we did on <em>MST</em>. It makes me realize I&#8217;ve been spoending the last 20 years talking back to a TV set. But doing RiffTrax isn&#8217;t bad. We’re fortunate that the production part of it is much simpler than putting on a TV show. Even to assemble a (RiffTrax) DVD the way we’re doing, we don’t have much in–studio stuff. We’re really relying on the film to be the star of the thing and our riffing to be what people want to get with it.</p>
<p>B. What&#8217;s your mission, then, with RiffTrax?</p>
<p>K. We have concentrated on making sure these things are as funny as they can be, and picking the right films to do. We want to keep it interesting for ourselves and for our audience. And the beauty now is that we don’t have to look good or hurry up and wait. We can go to the studio, get right to the funny, and get out in time for a beer in the afternoon.</p>
<p>B. Is this basically a full-time gig?</p>
<p>K. It’s been full time recently. It’s been so dang successful it’s become my No. 1 occupation. There are always a couple of other things I work on. I do music whenever I can, but some of that has been with Mike and Bill for what we call the RiffTones. So I’ve kept my hand in music and learning about new music digital production, which is very rewarding. And I’ve been drafting my first attempt at a comic book. I don’t know when it’s coming out. I was thinking of writing a film and thought, &#8216;Well, the best way to visualize this first would be to find a really good comic book artist and have them put it down in comic book form,&#8217; and then that started taking a life of its own. We’ll see how that goes.</p>
<p>B. Since there are a finite number of MST episodes available for DVD, and many already are on DVD, and getting the DVD rights to films which are not public domain can be tricky, are we nearing the end of the line?</p>
<p>K. Well, the rights do get difficult for a lot of these films. But the folks at Shout! Factory have worked really hard to get these rights cleared and get these collections together. And they do a great job of packaging the things. It’s been fun to watch them come out.</p>
<p>Like any distributor, they (Shout! Factory) have relationships with a lot of other distributors &#8212; film distributors &#8211;so a lot of these things are in place. But it does take a lot of finesse and skill. Since <em>MST</em> became successful, a lot of the films’ original distributors are not going to offer the same deal as they did the first time around. So it does take some skill to do it. I’m glad it’s something I don’t have to do, because I’d have an ulcer by now if I did.</p>
<p>B. How has the <em>MST</em> fan base changed over the years?</p>
<p>K. It’s astonishing. When I do live shows or conventions or college appearances or film festivals, the audience is getting younger. I get approached by as many teenagers and college students as I do people my age. So I think that’s really cool. It’s sort of being passed down. The show has gone from being cool to being underground to being cool again.</p>
<p>B. &#8220;Keep circulating the tapes.&#8221;</p>
<p>K. Right.</p>
<p>B. So new <em>MST</em> fans have discovered it via DVD?</p>
<p>K. Many have, yes. Having them on DVD &#8212; and particularly the way Shout has put out these most recent collections &#8212; has really re-energized the whole thing. And having it available in ways that younger people are finding it in media helps, too. On NetFlix, online and on iTunes, those things are really helpful to get us to a younger audience.</p>
<p>B. So with new <em>MST</em> fans, and separate RiffTrax fans, you have different audiences that are merging?</p>
<p>K. Yes, the <em>MST</em> and RiffTrax audiences blend and merge. A lot of people came to RiffTrax first and then went on to <em>MST</em>, which I find really cool. It means we’ve accomplished what we wanted to, which was to do something fresh and new beyond <em>MST</em> and not try to recreate what we’d already done. Because <em>MST</em>’s been done. We wanted to riff, but we didn’t want to depend on that attachment to <em>MST</em>. And I think that’s happened.</p>
<p>B. Not that you&#8217;ve abandoned your creaky-old-movie <em>MST</em> roots by doing so many new and current films on RiffTrax, right?</p>
<p>K. Right. We did do <em>Plan 9 </em>and <em>Reefer Madness</em>, so there’s a little bit of that. And there’s an affection doing that, because those kinds of films in comparison are so fun and easy to do. It’s really great to go back to those and have some fun with them. It’s a way of saying to <em>MST</em> fans, &#8216;Yes, we can still do this stuff. We can still do old school.&#8217;</p>
<p>B. The new DVD set comes with a small model of your character, Tom Servo. What do you think of it?</p>
<p>K. I think it’s pretty cool. I think it turned out well. Some larger collectables were done awhile back, and I got sent one of those because it was my character, and it fell to pieces in a very short period of time. It was very fragile, and my nieces and nephews made quick work of it. I’m glad to have the smaller one.</p>
<p>B. How many Servos do you have lying around the house?</p>
<p>K. I have that new small one, and I have a small pewter Tom Servo. And that&#8217;s it. I never wanted to actually have a copy of the puppet at home, because that was just a little too freaky. That was work.</p>
<p>B. I visited Best Brains while you were in production, and I saw that you had several Servos on the premises.</p>
<p>K. Yes, we had a hero model, the most beat up, and various stunt Servos in various stages of disrepair. Sometimes we actually had to have two Servos when he appeared and disappeared quickly. We had Servos for flying on a wire above, Servos for blowing up because they were pre-wired. We had quite a few Servos around.</p>
<p>B. And, of course, Servos in drag. That had to be your creative influence, right?</p>
<p>K. Well, Servo was great for dressing up, because he could fit into an American girl’s skirt really well. I remember when we dressed him as a hillbilly grandma &#8212; as    Granny Clampett, in fact. It doesn&#8217;t get much better than that!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Receita de sucesso: saiba como Kátia Abreu e outros empreendedores venceram no mundo do agronegócio]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/11/25/receita-de-sucesso-saiba-como-katia-abreu-e-outros-empreendedores-venceram-no-mundo-do-agronegocio/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:13:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Golpe contra camponeses POR LEANDRO FORTES DA REVISTA CARTA CAPITAL Em dezembro passado, a senadora ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style="font-family:arial;"><a href="http://www.drrosinha.com.br/conteudo.phtml?id=347"><strong>Golpe contra camponeses</strong> </a><br />
POR LEANDRO FORTES<br />
DA REVISTA CARTA CAPITAL<br />
Em dezembro passado, a senadora Kátia Abreu, do DEM Tocantins, assumiu a presidência da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) com um discurso pretensamente modernizador. Previa uma nova inserção social dos produtores rurais por meio de “rupturas” no modo de se relacionar com o mercado, o consumidor, o governo e a economia global. Pretendia, segundo ela mesma, “remover os preconceitos” que teriam isolado os ruralistas do resto da sociedade brasileira e cravado neles a pecha de “protótipos do atraso”. Diante de uma audiência orgulhosa da primeira mulher a assumir o comando da CNA, Kátia concluiu: “Somos o que somos e não quem nos imaginam (sic)”. Foi efusivamente aplaudida. E tornou-se musa dos ruralistas.<br />
Talvez, em transe corporativo, a platéia não tenha percebido, mas a senadora parecia falar de si mesma. Aos 46 anos, Kátia Abreu é uma jovem liderança ruralista afeita à velha tradição dos antigos coronéis de terras, embora, justiça seja feita, não lhe pese nos ombros acusações de assassinatos e violências outras no trato das questões agrárias que lhes são tão caras. A principal arma da parlamentar é o discurso da legalidade normalmente válido apenas para justificar atos contra pequenos agricultores.<br />
Com a espada da lei nas mãos, e com a aquiescência de eminências do Poder Judiciário, ela tem se dedicado a investir sobre os trabalhadores sem-terra. Acusa-os de serem financiados ilegalmente para invadir terras Brasil afora. Ao mesmo tempo, pede uma intervenção federal no estado do Pará e acusa a governadora Ana Júlia Carepa de não cumprir os mandados de reintegração de posse expedidos pelo Judiciário local. O foco no Pará tem um objetivo que vai além da política. A senadora, ao partir para o ataque, advoga em causa própria.<br />
Foram ações do poder público que lhe garantiram praticamente de graça extensas e férteis terras do Cerrado de Tocantins. E mais: Kátia Abreu, beneficiária de um esquema investigado pelo Ministério Público Federal, conseguiu transformar terras produtivas em áreas onde nada se planta ou se cria. Tradução: na prática, a musa do agronegócio age com os acumuladores tradicionais de terras que atentam contra a modernização capitalista do setor rural brasileiro.<br />
De longe, no município tocantinense de Campos Lindos, a mais de 1,3 mil quilômetros dos carpetes azulados do Senado Federal, ao saber das intenções de Kátia Abreu, o agricultor Juarez Vieira Reis tentou materializar com palavras um conceito que, por falta de formação, não lhe veio à boca: contras-senso.<br />
Expulso em 2003 da terra onde vivia, graças a uma intervenção política e judicial capitaneada pela senadora do DEM, Reis rumina o nome da ruralista como quem masca capim danado. Ao falar de si mesmo, e quando pronuncia o nome Kátia Abreu, o camponês de 61 anos segue à risca o conselho literal da própria. Não é, nem de longe, quem ela imagina.<br />
Em 2002, Reis foi expulso das terras onde havia nascido em 1948. Foi despejado por conta de uma reforma agrária invertida, cuja beneficiária final foi, exatamente, a senadora. Classificada de &#8220;grilagem pública&#8221; pelo Ministério Público Federal do Tocantins, a tomada das terras de Reis ocorreu numa tarde de abril daquele ano, debaixo da mira das armas de quinze policiais militares sob as quais desfilaram, como num quadro de Portinari, o agricultor, a mulher Maria da Conceição, e dez filhos menores. Em um caminhão arranjado pela Justiça de Tocantins, o grupo foi despejado, juntamente com parte da mobília e sob um temporal amazônico, nas ruas de Campos Lindos. &#8220;Kátia Abreu tem um coração de serpente&#8221;, resmunga, voz embargada, o agricultor, ao relembrar o próprio desterro.<br />
Em junho de 2005, Reis reuniu dinheiro doado por vizinhos e amigos e foi de carona a Brasília a fim de fazer, pessoalmente, uma reclamação na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Na capital federal, alojou-se na casa de amigos, no miserável município goiano de Águas Lindas, e se alimentou de restos de almoço servido numa pensão da cidade.<br />
Aos técnicos da comissão apresentou documentos para provar que detinha a posse da terra em questão de 545 hectares, desde 1955, parte da fazenda Coqueiros, de propriedade da família, numa região conhecida como Serra do Centro. De acordo com a documentação apresentada pelo agricultor, uma ação de usucapião da fazenda havia sido ajuizada em agosto de 2000.<br />
Após esse ajuizamento, um vizinho de Reis, o também agricultor Antônio dos Santos, ofereceu-lhe para venda de uma área contígua de 62 hectares, sob sua posse havia onze anos, cuja propriedade ele alegava ser reconhecida pelo governo de Tocantins. O negócio foi realizado verbalmente por 25 mil reais como é costume na região até a preparação dos papéis. Ao estender a propriedade, Reis pretendia aumentar a produção de alimentos (arroz, feijão, milho, mandioca, melancia e abacaxi) de tal maneira de sair do regime de subsistência e poder vender o excedente.<br />
Ele não sabia, mas as engrenagens da máquina de triturar sua família haviam sido acionadas uns poucos anos antes, em 1996, por um decreto do então governador do Tocantins Siqueira Campos (PSDB). O ato do tucano, mítico criador do estado que governou por três mandatos, declarou de “utilidade pública”, por suposta improdutividade, um área de 105 mil hectares em Campos Lindos para fins de desapropriação. Protocolada pela comarca de Goiatins, município ao qual Campos Lindos foi ligado até 1989, a desapropriação das terras foi tão apressada que o juiz responsável pela decisão, Edimar de Paula, chegou à região em um avião fretado apenas para decretar o processo. O magistrado acolheu um valor de indenização irrisório (10 mil reais por hectare), a ser pago somente a 27 produtores da região.<br />
Do outro lado da cerca ficaram 80 famílias de pequenos agricultores. A maioria ocupava as terras a pelo menos 40 anos de forma “mansa e pacífica”, como classifica a legislação agrária, cujas posses foram convertidas em área de reserva legal, em regime de condomínio, sob o controle de grandes produtores de soja. Na prática, os posseiros de Campos Lindos passaram a viver como refugiados ilegais nessas reservas, torrões perdidos na paisagem de fauna e flora devastados de um Cerrado em franca extinção. Sobre as ruínas dessas famílias, o governador Siqueira Campos montou uma confraria de latifundiários alegremente formada por amigos e aliados. A esse movimento foi dado um nome: Projeto Agrícola de Campos Lindos.<br />
Em 1999, quatro felizardos foram contemplados com terras do projeto ao custo de pouco menos de 8 reais o hectare (10 mil metros quadrados), numa lista preparada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet). A federação teve o apoio da Companhia de Promoção Agrícola (Campo), entidade fundada em 1978, fruto do acordo entre consórcios que implantaram o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer) em parceria com o Banco do Brasil e com cooperativas de produtores.<br />
Escrúpulos às favas, os dirigentes de ambas as instituições se esbaldaram nas posses de Campos Lindos. À época, a presidente da Faet era ninguém menos que Kátia Abreu, então deputada federal pelo ex-PFL. No topo da lista, a parlamentar ficou com um lote de 1,2 mil hectares. O irmão dela, Luiz Alfredo Abreu, abocanhou uma área do mesmo tamanho. O presidente da Campo, Emiliano Botelho, também não foi esquecido: ficou com 1,7 mil hectares.<br />
Dessa forma, um ambiente de agricultura familiar mantido ao longo de quase meio século por um esquema de produção de alimentos de forma ecologicamente sustentável foi remarcado em glebas de latifúndio e entregue a dezenas de indivíduos ligados ao governador Siqueira Campos. Entre elas também figuraram Dejandir Dalpasquale, ex-ministro da Agricultura do governo Itamar Franco, Casildo Maldaner, ex-governador de Santa Catarina, e o brigadeiro Adyr da Silva, ex-presidente da Infraero. Sem falar numa trupe de políticos locais, entre os quais brilhou, acima de todos, a atual presidente da CNA.<br />
O resultado dessa política pode ser medido em números. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de soja em Campos Lindos cresceu de 9,3 mil toneladas, em 1999, para 127,4 mil toneladas em 2007. Um crescimento de 1.307% em apenas oito anos. O mesmo IBGE, contudo revela a face desastrosa desse modelo de desenvolvimento. No Mapa da Pobreza e Desiguldade, divulgado também em 2007, o município apareceu como o mais pobre do País. Segundo o IBGE, 84% da população vivia da pobreza, dos quais 62,4% em estado de indigência.<br />
No meio das terras presenteadas por Siqueira Campos a Kátia Abreu estava justamente o torrão de Reis, a fazenda Coqueiro. Mas, ao contrário dos demais posseiros empurrados para para as reservas do Cerrado, o agricultor não se deu por vencido. Tinha a favor dele documentos de propriedade, um deles datado de 6 de setembro de 1958 e originário da Secretaria da Fazenda de Goiás, antes da divisão do estado. O documento reconhece as terras da família em nome do pai, Mateus Reis, a partir dos recibos dos impostos territoriais de então. De posse dos papéis, o pequeno agricultor tentou barrar a desapropriação na Justiça. A hoje senadora partiu para a ofensiva.<br />
Em 11 de dezembro de 2002, Kátia Abreu entrou com uma ação de reintegração de posse em toda a área, inclusive dos 545 hectares onde Reis vivia havia cinco décadas. Ela ignorou a ação de usucapião em andamento, que dava respaldo legal à permanência dos Reis na terra. Para fundamentar o pedido de reintegração de posse, a então deputada alegou em juízo que Reis, nascido e criado no local, tinha a posse da fazenda Coqueiro por menos de um ano e um dia, providencial adequação ao critério usado na desapropriação.<br />
Para comprovar o fato, convocou testemunhas que moravam a mais de 800 quilômetros da área de litígio. Incrivelmente, a Justiça de Tocantins acatou os termos da ação e determinou que a expulsão da família de Reis da fazenda Coqueiro e dos 62 hectares recém-comprados. Ignorou, assim, que a maior parte das terras utilizada há 50 anos ou, no mínimo, há mais de dois anos, como ajuizava o documento referente ao processo de usucapião. Reis foi expulso sem direito a indenização por qualquer das benfeitorias construídas ao longo das cinco décadas de ocupação da terra, aí incluídos a casa onde vivia a família, cisternas plantações (mandioca, arroz e milho), árvores frutíferas, pastagens, galinhas, jumentos e porcos.<br />
A exemplo da Kátia Abreu, os demais agraciados com as terras tomadas dos agricultores assumiram o compromisso de transformar as terras produtivas em dois anos. O prazo serviu de álibi para um ação predatória dos novos produtores sobre o Cerrado e a instalação desordenada de empresas e grupos ligados ao mercado da soja. Até hoje a questão do licenciamento ambiental da área abrangida pelo Projeto Agrícola Campos Lindos não foi resolvida por órgãos ambientais locais. Mas nem isso a senadora fez..<br />
Signatário, com outros três colegas, de um pedido de intervenção federal no Tocantins em 2003, justamente por causa da distribuição de terras de Campos Lindos feita por Siqueira Campos a amigos e aliados, o procurador federal Alvaro Manzano ainda espera uma providência. “Houve uma inversão total do processo de reforma agrária. A desapropriação foi feita para agradar amigos do rei.”<br />
Há cinco meses, o agricultor Reis voltou à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele luta pra forçar o Tribunal de Justiça de Tocantins a julgar tanto a ação de usucapião de 2000 como o pedido de liminar impetrado há seis anos para garantir a volta da família, hoje acrescida de 23 netos, à fazenda Coqueiro. “Não tem força no mundo, moço, que faça essa Justiça andar”, reclama o agricultor. Ele atribuiu a lentidão à influência da senadora no Judiciário local. Procurada por Carta Capital, Kátia Abreu não respondeu ao pedido de entrevista.<br />
Quatro anos atrás, a família Reis conseguiu se alojar numa chácara de 42 hectares ocupada por um dos filhos há dez anos. Lá, quase vinte pessoas vivem amontoadas em uma casa de dois cômodos, feita de sapê e coberta de palha de babaçu em meio a porcos, galinhas e cachorros. No terreiro coberto da residência, infestado de moscas, as refeições são irregulares, assim como os ingredientes dos pratos, uma mistura aleatória de arroz, mandioca, pequi, abacaxi, feijão e farinha.<br />
Toda vez que um motor de carro é ouvido nas redondezas, todos se reúnem instintivamente nos fundos da casa, apavorados com a possibilidade de um novo despejo. Cercado de filhos e netos, Reis não consegue esconder os olhos marejados quando fala do próprio drama. “Fizeram carniça da gente. Mas não vou desistir até recuperar tudo de novo.”<br />
Em 19 de junho, um dia após a última visita de Reis à Câmara dos Deputados, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Luiz Couto (PT-PB), encaminhou um ofício endereçado ao Conselho Nacional de Justiça para denunciar a influência de Kátia Abreu na Justiça do Tocantins e pedir celeridade nos processos de Reis. O pedido somente agora entrou na pauta do CNJ, mas ainda não foi tomada nenhuma medida a respeito. Nos próximos dias, corregedor do conselho, Gilson Dipp, vai tornar público o relatório de uma inspeção realizada no Tribunal de Justiça do Tocantins, no qual será denunciada, entre outros males, a morosidade deliberada em casos cujos réus são figuras políticas proeminentes no estado.<br />
Há três meses, ao lado de uma irmão e um filho, Reis voltou à fazenda Coqueiro para averiguar o estado das terras depois da ocupação supostamente produtiva da senadora. Descobriu que nem um pé de soja &#8211; nem nada – havia sido plantado no lugar. “Desgraçaram minha vida e da minha família para deixar o mato tomar conta de tudo”, conta Reis.<br />
Com o auxílio de outros filhos, recolheu tijolos velhos da casa destruída pelos tratores da parlamentar do DEM e montou um barraco sem paredes, coberto de lona plástica e palha. Decidiu por uma retomada simbólica da terra, onde reiniciou um roçado de mandioca. Na chácara do filho, onde se mantém como chefe da família, ainda tem tempo para rir das pirraças de uma neta de apenas 4 anos. Quando zangada, a menina não hesita em disparar, sem dó nem piedade, na presença do avó: “Meu nome é Kátia Abreu”. </span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A grande imprensa continua na sua cruzada contra os movimentos sociais]]></title>
<link>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/11/21/a-grande-imprensa-continua-na-sua-cruzada-contra-os-movimentos-sociais/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:39:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Helena Tavares</dc:creator>
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<description><![CDATA[O editorialista do Estadão abandona o rigor Por Laercio Monteiro, no blog de Luís Nassif Observe o e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O editorialista do Estadão abandona o rigor Por Laercio Monteiro, no blog de Luís Nassif Observe o e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1 bilhão de famintos contra as Cutrales do mundo]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/21/1-bilhao-de-famintos-contra-as-cutrales-do-mundo/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:40:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[1 bilhão de famintos contra as Cutrales do mundo José Arbex Jr “Pela primeira vez na história, mais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[1 bilhão de famintos contra as Cutrales do mundo José Arbex Jr “Pela primeira vez na história, mais ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programa Projeto Popular sobre a criminalização do MST]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/20/4515/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:51:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Programa Projeto Popular desta sexta, 20 de novembro, traz debate sobre a criminalização do MST- TV ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Programa Projeto Popular desta sexta, 20 de novembro, traz debate sobre a criminalização do MST- TV ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[barracks D drawing]]></title>
<link>http://jayherron.wordpress.com/2009/11/20/barracks-d-drawing-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:54:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>jayherron</dc:creator>
<guid>http://jayherron.wordpress.com/2009/11/20/barracks-d-drawing-2/</guid>
<description><![CDATA[barracks D drawing Originally uploaded by jayfherron &nbsp; This is not easy to do. Trying to relate]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/jayfherron/302388142/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm1.static.flickr.com/101/302388142_7a3042f8a4_m.jpg" alt="" /></a></div>
<div><span style="font-size:.9em;margin-top:0;"><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/jayfherron/302388142/">barracks D drawing</a></span></div>
<div><span style="font-size:.9em;margin-top:0;">Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/jayfherron/">jayfherron</a></span></div>
<p><span style="font-size:.9em;margin-top:0;">
<p>&#160;</p>
<p></span>This is not easy to do. Trying to relate everything from the past 40 years into just a page of words-the right words&#8230;.and,to tell the things on your mind in just a few hours of just a few days-to relate the pain and describe the losses or explain the fears. No-none of it is easy.
<p>&#160;</p>
<p>I used to leave the visits with my former therapist (Charlotte-at the VA)<br />
and would feel like I was walking through mud about waist deep.The feeling came from the exhaustion from the work of telling my story&#8230;to the first person who ever wanted to listen. You have to understand carrying over 35 years of personal torment by yourself-to finally release it was the work and the results have been difficult but there.
<p>&#160;</p>
<p>I am tired like that today-I spent the past Tuesday and Wednesday telling my story again, being recorded and filmed, and learning some had not been recorded, so&#8230;telling my story again,being recorded and filmed. Today is Friday and my body is feeling better. Yesterday I could hardly move. Today I still feel worn-but I also feel power in what has just happened this past week.
<p>&#160;</p>
<p>I have never found trust in anybody in my life until I met Charlotte B. (my VA therapist) I know it took a while at first but the way she remembered such odd details about what I had began telling her showed me this was someone who cared-for real cared!
<p>&#160;</p>
<p>All of that has been broken somehow-as if it is a must in the usual way my life goes. An odd thing is as is all of the ways the road turns is-while visiting my Navy son in Pearl Harbor I learned of a woman who was doing an article for National Geographic. Her topic was &#8216;military sexual trauma&#8217; and how it effected woman veterans who have been traumatized. I telephoned her and asked &#8220;why just woman&#8221;?
<p>&#160;</p>
<p>Unfortunantly&#8230;the artcle went along the wayside because the magazine lost interest-but the journalist did not. She and her photographer friend have continued the project out of pocket&#8230;and out of pocket they traveled here to Florida and now I must say how proud I am to know these two ladies.
<p>&#160;</p>
<p>They came here and listened. They came here because they know wrong is being done and silence is there because so many are afraid to come forward.
<p>&#160;</p>
<p>I was raped in a detention barracks-and no one cared. I lived for 30 some odd years before anyone did. Feeling good about this person believing me I followed the suggestion that I deserve veterans disability for PTSD due to MST (military sexual trauma). Reporting the circumstances to the DVA (Division of Veterans Affairs) officer in my home county I was responded to with comments of bigotry and ignorance. I felt violated again-and by now knowing I am not the only veteran this has happened to&#8230;I began writing about my life as a veteran who has felt no honor and about the life I have had. Good or bad. It has not been all that good,but there are places!
<p>&#160;</p>
<p>I also began writing to anyone who could help make a change. I cannot tell you the feeling the body and soul of a rape survivor has-the shame and guilt that should not even be there-but is. And the filth&#8230;it is always there in memory. I wrote Congressman and woman-and Senators. To the best of my ability to find contact information. Some responded-Congresswoman Ginnie Brown-Waite was going to meet me and talk about changes for veterans rights&#8230;veterans of MST. She does not have a seat on the veterans committee any more-as it was conveyed by her office to me. Veterans civil rights are being covered up and a US Congresswoman says it is no longer her job?
<p>&#160;</p>
<p>I wrote Senator Bill Nelson from Florida. His Chief of Staff contacted me-we exchanged telephone calls a few times and a few emails&#8230;and then a few emails he had not responded to. And&#8230;no more contact with Senator Bill Nelson.
<p>&#160;</p>
<p>Two woman hear a persons story one day. That persons story was about MST and that persons account of how life living with the troubles PTSD (post traumatic stress disorder) that make the lives of us survivors miserable. I am in awe as to how that has become a personal project of these two-to me they are heros. Our Congress are elected to serve us. Our Senate is elected to serve us. MST survivors are not a &#8216;big interest&#8217;. We offer no cash return. We are not deserving of a parade or any recoginition&#8230;in fact-I think they&#8217;d rather us go away-we are not the returning troops they want to laude and salute. We are wounded-but expected to stay silent. We have not had service from these elected Congress persons and Senators like the service we VOLUNTEERED to do!&#8230;and to do for our country.
<p>&#160;</p>
<p>I ramble when I am tired. I am tired today-but this wave of fatigue is so worth it. The story of MILITARY SEXUAL TRAUMA must be told-the problems that come with it must be exposed&#8230;and all of it must be changed. It is wrong for a young man to grow up in a foreign country and all of his life to desire to be an American&#8230;he grows up and enlists in the US Marines-there the prejudice of others led to the attacks that changed his life. A young man giving of himself for countryman of a country not yet his because he hopes to earn his citizenship in exchange for volunteering to defend the country he wants so much to be a citizen of. And this is what he earns? I weep thinking of this mans story-it breaks my heart so.
<p>&#160;</p>
<p>I too wanted to serve. My draft card was returned the day I volunteered to enter the United States Navy&#8230;I wanted to do my duty and once in the Navy-I wanted to be there forever. Another form of prejudice ended that&#8230;a form of jealousy-perhaps it could be called brotherly hate. I never will be sure. Months after my enlistment I was discharged with an &#8216;honorable discharge&#8217;&#8230;except I&#8217;ve never felt any honor.
<p>&#160;</p>
<p>I am very thankful for these two ladies&#8230;Lynn and Ann. They weren&#8217;t elected-no one hired them&#8230;.they just heard one story of MST and from that one story came a seed-and that seed is growing into a vine that is soon going to grow into a tree-a solid solid hunk of timber,un-moveable-unable to ignore. The wind going through the leaves of this tree will be the voices of survivors and they will not be unheard-I know this.
<p>&#160;</p>
<p>I just have one last thing to say-I want to remember the lost on the USS IOWA and how the US Navy tried to cover up and twist truth to blame one man-one sailor who loved the Navy and was dishonored by them(the Navy claimed falsely that the sailor was &#8216;homosexual&#8217; and detonated a bomb to seek revenge for a jilted love-ALL FALSE)&#8230;. 47 men died at the fault of poorly maintained equipment.If they can try to cover up this&#8230;you know they will do it elsewhere!</p>
<p>The Navy acknowledged the explosion was an accident due to faulty equipment-but they NEVER apologized for falsely accussing the young sailor-he died in the explosion too.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professional Appreciation]]></title>
<link>http://osumaterials.wordpress.com/2009/11/19/professional-appreciation/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:50:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>mseadvisor</dc:creator>
<guid>http://osumaterials.wordpress.com/2009/11/19/professional-appreciation/</guid>
<description><![CDATA[Catching up the blog on activities going on in our department.  It&#8217;s been a busy month! OSU Ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Catching up the blog on activities going on in our department.  It&#8217;s been a busy month! OSU Ma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3º EIV São Paulo]]></title>
<link>http://blogdoces.wordpress.com/2009/11/18/3%c2%ba-eiv-sao-paulo/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:41:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>centrodosestudantes</dc:creator>
<guid>http://blogdoces.wordpress.com/2009/11/18/3%c2%ba-eiv-sao-paulo/</guid>
<description><![CDATA[3º EIV-SP em Áreas de Reforma Agrária e Atingidas por Barragens 10 de janeiro a 3 de fevereiro de 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blogdoces.wordpress.com/files/2009/11/cartaz-eiv-final-mesmo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2641" title="CARTAZ EIV - final mesmo" src="http://blogdoces.wordpress.com/files/2009/11/cartaz-eiv-final-mesmo.jpg" alt="" width="500" height="704" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>3º EIV-SP em Áreas de Reforma Agrária e Atingidas por Barragens<br />
10 de janeiro a 3 de fevereiro de 2010</strong></p>
<p>Olá, estudante!<br />
Temos o prazer de informá-lo que as inscrições para o<strong> </strong>3º Estágio Interdisciplinar de Vivência de São Paulo (EIV-SP) em Áreas de Reforma Agrária e Atingidas por Barragens estarão abertas entre os dias <strong>1º de novembro e 4 de dezembro de 2009</strong>.</p>
<p>O <strong>EIV</strong> é uma ferramenta construída conjuntamente pelo movimento estudantil e movimentos sociais populares, em que estudantes de diversas localidades do estado de São Paulo, do Brasil e até de outros países da América Latina se propõem a um exercício de formação e vivência nas comunidades de movimentos sociais do campo.</p>
<p>O Estágio de 2010 acontecerá <strong>entre os dias 10 de janeiro e 3 de fevereiro</strong><strong> de 2010</strong>, sendo estruturado em 3 etapas:<br />
<strong>1. Preparação:</strong> Nessa primeira fase (seis ou sete dias) os estagiários ficam no mesmo local e participam de espaços de formação política através de oficinas, seminários e grupos de discussão sobre economia política, questão agrária no Brasil, histórico e o papel atual dos movimentos sociais, etc.</p>
<p><strong>2. Vivência:</strong> Após a preparação, os estagiários se separam e vão para a convivência com as famílias organizadas nos movimentos camponeses (MST e MAB), em diversas localidades do estado de São Paulo, realizando junto a estas as atividades do dia-dia e conhecendo a realidade das pessoas e da organização dos movimentos sociais (cerca de 10 dias).<br />
<strong>3. Avaliação: </strong>Os estagiários voltam a se encontrar para compartilhar as experiências das vivências e avaliar o estágio como um todo (cinco a sete dias). Também são realizados nesta etapa mais espaços de formação e apontamentos da continuidade do trabalho iniciado no EIV.<br />
Para se inscrever, preencha ficha de inscrição anexa neste email e a envie para <strong><a href="mailto:eivsaopaulo@gmail.com" target="_blank">eivsaopaulo@gmail.com</a></strong>. Até o dia 8 de dezembro divulgaremos a primeira lista dos selecionados.</p>
<p>A preparação e a avaliação do Estágio acontecerão na <strong>Escola de Agroecologia Laudenor de Souza</strong>, do MST, em Itapeva.</p>
<p>Mais informações: <strong><a href="http://eivsp.wordpress.com/" target="_blank">http://eivsp.wordpress.com/</a></strong><br />
<span style="font-size:medium;"><br />
Entidades e coletivos interessados em oficinas do EIV-SP na região da Baixada Santista, entrar em contato em: <a href="mailto:rodrigovegano@gmail.com" target="_blank">rodrigovegano@gmail.com</a> e <a href="mailto:elenagalvanese@gmail.com" target="_blank">elenagalvanese@gmail.com</a>, ou acompanhar através de: <a href="http://www.blogdoces.org/" target="_blank">www.blogdoces.org</a> as oficinas marcadas nas universidades da região.</span></p>
<p style="text-align:center;"><em><em>&#8220;Quem não se movimenta não</em> sente as correntes que o prendem&#8221;</em> (Rosa Luxemburgo)</p>
<p>&#160;</p>
<p>Organização:</p>
<p>ABEF (Associação Brasileira dos Estudantes de Filosofia)<br />
ABEEF (Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal)<br />
CES (Centro dos Estudantes de Santos)<br />
Coletivo Universidade Popular – Campinas<br />
ENEBio (Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia)<br />
ExNEEF (Executiva Nacional dos Estudantes de Educação Física)<br />
ExNETO (Executiva Nacional dos Estudantes de Terapia Ocupacional)<br />
FEAB (Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil)<br />
MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens)<br />
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O MST, o STF e a função social da propriedade]]></title>
<link>http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/11/17/o-mst-o-stf-e-a-funcao-social-da-propriedade/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:28:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>universidadeparaquem</dc:creator>
<guid>http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/11/17/o-mst-o-stf-e-a-funcao-social-da-propriedade/</guid>
<description><![CDATA[Leia abaixo artigo do Procurador Federal e Coordenador-Geral Agrário da Procuradoria do Instituto Na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Leia abaixo artigo do Procurador Federal e Coordenador-Geral Agrário da Procuradoria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Bruno Rodrigues Arruda e Silva, publicado em <a href="http://www.mst.org.br/node/8592">http://www.mst.org.br/node/8592</a>, que contrapõe publicação da Folha de S. Paulo do dia 26 de outubro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os recentes episódios envolvendo conflitos fundiários e disputas por CPIs no Congresso Nacional conduzem os olhares da Nação para um problema jamais solucionado em nossa história: a aviltante concentração de terras nas mãos de tão poucas pessoas. O Censo do IBGE demonstrou que apenas 1% das propriedades ocupa 43% da área total de imóveis rurais no País. Um dado alarmante, que, no entanto, é convenientemente esquecido por aqueles que insistem em tratar os conflitos agrários como resultado da “ação baderneira do MST”, e não como conseqüência da maior concentração fundiária do planeta. As últimas tentativas de criminalização dos movimentos sociais e de desmoralização da reforma agrária representam claríssima reação à promessa do Governo Federal de finalmente cumprir, vejam só, a lei que determina a atualização periódica dos índices de produtividade agrícola, os quais estão ainda baseados em indicadores econômicos de 1975.<!--more--><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Em meio a tantos ataques destacamos o texto publicado na Folha de S. Paulo do dia 26 de outubro passado (Tendência/Debates: “O MST e o STF”) pelo Sr. Fábio de Oliveira Luchési, advogado que possui conhecida atuação representando proprietários rurais em desapropriações. O texto faz uma severa crítica ao STF, acusando seus ministros de condenar em público as ações do MST, mas de incentivar as ocupações de terras ao supostamente relativizarem a proibição de desapropriação de imóveis rurais objeto de ocupação coletiva motivada por conflitos agrários, insculpida no art. 2º, § 6º, da Lei n.º 8629/93.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Chama atenção porque foi escrito por um advogado que possui interesse direto na revisão de uma jurisprudência que é francamente prejudicial aos interesses de seus clientes. Os seus argumentos ostentam um pecado capital: tratam a legislação brasileira como se ainda estivéssemos em pleno século XIX sob influência do Código Napoleônico, no qual o Estado era concebido unicamente para proteger a propriedade privada. Esse modelo de Estado ruiu, superado que foi pela era dos direitos sociais. A propriedade foi relativizada pela idéia de que a mesma possui uma função social. Esse princípio não foi bandeira da doutrina comunista, mas fruto de pensadores que enxergaram que o capitalismo não poderia sobreviver se continuasse sustentando o absolutismo do direito de propriedade.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O autor esquece que a Constituição consagrou a dignidade da pessoa humana, e não a propriedade privada, como seu princípio fundamental. Omite que o direito de propriedade foi garantido pela Lei Maior, desde que cumpra sua função social (art. 5º, XXIII, CF). A função social integra o conteúdo do direito de propriedade e representa o fundamento jurídico de seu reconhecimento e garantia, nas palavras do constitucionalista José Afonso da Silva.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Seu descumprimento ocasiona a perda da propriedade para o Estado, mediante o pagamento em títulos públicos resgatáveis em até 20 anos. A CF/88 imunizou dessa modalidade de desapropriação apenas as pequenas e médias propriedades rurais, desde que seu proprietário não possua outra, e os imóveis produtivos que cumprem sua função social.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O Sr. Luchési sustenta que o STF deveria, de forma indistinta, aplicar a proibição de desapropriação aos imóveis objeto de ocupação coletiva, especificamente àqueles ocupados depois da vistoria do Incra. Ao incursionar por essa linha, o autor sustenta uma interpretação superada por uma jurisprudência reiterada pelo STF há quase dez anos. O entendimento do Tribunal é que a ocupação apta a impedir a desapropriação é aquela capaz de comprometer a classificação do imóvel como produtivo, de forma que o proprietário não venha a ser prejudicado por um fato que lhe foi estranho. É necessário demonstrar a relação de causa e efeito entre a ocupação e o estado de improdutividade. Por essa razão, uma ocupação desenvolvida em porção ínfima do imóvel, ou que tenha ocorrido somente após a vistoria do INCRA, não tem força para anular uma desapropriação.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Esse entendimento nada mais representa do que uma interpretação da lei à luz da Constituição, já que nenhuma norma se aplica de forma isolada. A aplicação literal do dispositivo citado representaria a criação de uma nova hipótese de imunidade não prevista na Carta Magna, sancionando toda uma classe social e penalizando os excluídos da propriedade rural que reivindicam a reforma agrária mediante um prêmio ao proprietário negligente. O proprietário seria beneficiado com a imunidade e sequer seria cobrado quanto ao cumprimento da função social. O cuidado do Supremo em analisar a questão sob essa óptica foi o de preservar a constitucionalidade do texto legal, compatibilizando o direito de propriedade com o dever do Estado de implementar a sua função social por meio da reforma agrária. O posicionamento do STF não envolve a defesa ou condenação dos movimentos sociais. Resulta, isto sim, da interpretação de um texto legal à luz dos valores, normas e princípios consagrados na Lei Fundamental.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para que a Constituição não se torne um latifúndio de palavras improdutivas, é necessário que os ministros do Supremo mantenham a preocupação de atualizar o conteúdo das normas legais de acordo com os princípios da Carta Maior. A jurisprudência criticada pelo Sr. Luchési, longe de incentivar o confronto, harmoniza os diferentes direitos fundamentais envolvidos nos conflitos agrários.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anchors Aweigh!]]></title>
<link>http://mst3.wordpress.com/2009/11/17/anchors-aweigh/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 07:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doc</dc:creator>
<guid>http://mst3.wordpress.com/2009/11/17/anchors-aweigh/</guid>
<description><![CDATA[Shortly after finishing high school, I decided to join the Navy and see the world. After numerous sc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Shortly after finishing high school, I decided to join the Navy and see the world. After numerous sc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ministério Público denuncia dois sem-terra por furto em fazenda paulista]]></title>
<link>http://tudosobredireito.wordpress.com/2009/11/16/ministerio-publico-denuncia-dois-sem-terra-por-furto-em-fazenda-paulista/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:52:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ariana Degelo</dc:creator>
<guid>http://tudosobredireito.wordpress.com/2009/11/16/ministerio-publico-denuncia-dois-sem-terra-por-furto-em-fazenda-paulista/</guid>
<description><![CDATA[da Folha Online O Ministério Público de São Paulo denunciou dois integrantes do MST (Movimento dos T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p>da <strong>Folha Online</strong></p>
</div>
<p>O Ministério Público de São Paulo denunciou dois integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) por furto qualificado.</p>
<p>Segundo a Promotoria, a ação dos sem-terra ocorreu durante ocupação na fazenda Santo Henrique, na divisa dos municípios de Iaras e Lençóis Paulista, em São Paulo. A área é de propriedade da Cutrale.</p>
<p>A Promotoria não informou o nome dos sem-terra denunciados. A reportagem não localizou nenhum representante do MST para comentar a iniciativa do Ministério Público.</p>
<p>A fazenda foi invadida no dia 28 de setembro por cerca de 250 famílias ligadas ao MST. Durante a ocupação, os sem-terra destruíram milhares de pés de laranja, destruíram equipamentos e depredaram as dependências da fazenda. O MST nega a destruição.</p>
<p>Os sem-terra deixaram a fazenda no dia 7 de outubro após negociação com a Polícia Militar, mas causaram prejuízos que totalizaram R$ 1,2 milhão, segundo a Cutrale.</p>
<p>O delegado de Borebi (SP), Jader Biazon, já abriu inquérito para apurar os responsáveis pelo vandalismo na fazenda e eles devem ser indiciados por formação de quadrilha, esbulho possessório, furto e dano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo: O MST é, sim, um caso de polícia]]></title>
<link>http://portoimagem.wordpress.com/2009/11/16/artigo-o-mst-e-sim-um-caso-de-policia/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:36:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilberto Simon</dc:creator>
<guid>http://portoimagem.wordpress.com/2009/11/16/artigo-o-mst-e-sim-um-caso-de-policia/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O ministro da Justiça, Tarso Genro, rotulou de tentativa de demonização as críticas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela invasão e derrubada de laranjais em uma propriedade no estado de São Paulo. Ele condenou &#8220;aqueles que entendem que os movimentos sociais são caso de polícia&#8221;.<br />
Nas democracias, cabe à polícia preservar a paz social e a obediência à lei, se preciso mediante o uso da força. Sir Richard Mayne (1796-1868), o primeiro chefe da polícia de Londres (1829), dizia que &#8220;o objetivo primeiro da uma polícia eficiente é a prevenção do crime; o segundo é a detenção e a punição dos criminosos&#8221;.<br />
Para sir Richard, a missão da polícia estaria cumprida quando esta assegurasse &#8220;a proteção da vida e da propriedade, a tranquilidade pública e a contenção do crime&#8221;. Por essa visão, ainda atualíssima, a ação do MST é, sim, um caso de polícia.<br />
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, entrou na discussão de forma precisa. &#8220;Não acredito que haja preocupação com a criminalização dos movimentos sociais. Agora, ato criminoso, praticado por qualquer pessoa, deve ser tratado como crime.&#8221; A invasão de propriedades &#8211; que o MST continuou a praticar &#8211; é crime inequívoco.<br />
O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, iniciada na Europa medieval, teve seu grande marco na Revolução Gloriosa inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade.<br />
Por essa época, as obsoletas instituições do feudalismo cederam lugar ao estado contemporâneo. A crescente complexidade da economia exigia a segurança que os barões feudais não podiam oferecer. As cidades, o novo centro econômico, precisavam de ordem. O uso da força requeria um poder central constituído.<br />
Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. A polícia, uma organização do estado, zela pelo cumprimento da lei.<br />
O estado se transformou, assim, no baluarte do direito de propriedade. A força é usada para defendê-lo, não para usurpá-lo. Essa nova realidade constituiu um dos elementos centrais da Revolução Industrial, com a qual a Inglaterra ascendeu à condição de maior potência econômica no século XIX.<br />
O marxismo entendeu tudo isso ao contrário. A propriedade seria a fonte de todos os males. Seu respectivo direito não era defensável, pois significava &#8220;roubo&#8221;. Era preciso abolir a propriedade privada. O comunismo, fundado nesse equívoco conceitual, provocou o maior desastre social do século XX.<br />
Alguns intelectuais emitiram manifesto em defesa do MST e com críticas à imprensa, talvez ainda influenciados pela utopia socialista. &#8220;A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja (foram 7 000!) como ato de vandalismo. Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça.&#8221;<br />
A Comissão Pastoral da Terra não deixou por menos. &#8220;Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem cobertura do poder público.&#8221; Mais: &#8220;Por que a imprensa não dá destaque à grilagem da Cutrale?&#8221;. Nessa onda de absurdos, houve quem atribuísse aos movimentos sociais o direito de desobedecer à lei.<br />
Manifestações de apoio à prática de atos criminosos do MST afrontam o estado de direito. Mesmo que as terras invadidas fossem griladas, a decisão de retomá-las teria de ser do Judiciário, não do MST. A violência, como dito, é monopólio do estado, não de uma organização que nem sequer existe formalmente.<br />
O direito de propriedade é garantido pela Constituição (art. 5º, inciso XXII). A lei atribui ao Ministério da Justiça a &#8220;defesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais&#8221;. Assim, a ofensa àquele direito, especialmente por meio violento, é um caso de polícia, ainda que o titular da Pasta o negue.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>MAILSON DA NÓBREGA</strong><br />
Ex-Ministro da Fazenda do Brasil (1987 &#8211; 1990)</p>
<p style="text-align:justify;">________________________</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Este artigo tem sua importância remetida ao fato de que o MST é um dos grandes entraves ao desenvolvimento econômico, em especial, agropecuário, do Rio Grande do Sul e outros estados.  </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Ao meu ver, eles devem ser considerados criminosos, pois não passam disso, travestidos de movimento social. Por diversas vezes membros deste movimento invadiram e quebraram instalações agroindustriais, prejudicando imensamente e colocando em risco investimentos importantíssimos e vitais para a economia do Estado. Gilberto Simon.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CDVDH de Açailândia demonstra-se surpreso e preocupado com rejeição das denúncias contra Marcelo Baldochi]]></title>
<link>http://tribunalpopulardojudiciario.wordpress.com/2009/11/16/cdvdh-de-acailandia-demonstra-se-surpreso-e-preocupado-com-rejeicao-das-denuncias-contra-marcelo-baldochi/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:31:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>zemaribeiro</dc:creator>
<guid>http://tribunalpopulardojudiciario.wordpress.com/2009/11/16/cdvdh-de-acailandia-demonstra-se-surpreso-e-preocupado-com-rejeicao-das-denuncias-contra-marcelo-baldochi/</guid>
<description><![CDATA[Tribunal de Justiça do Maranhão rejeitou denúncia contra juiz Marcelo Baldochi, acusado de trabalho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Tribunal de Justiça do Maranhão rejeitou denúncia contra juiz Marcelo Baldochi, acusado de trabalho escravo.</strong></em></p>
<p>O Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia (CDVDH) e outros movimentos que lutam pela erradicação do trabalho escravo receberam com surpresa e preocupação a rejeição da denúncia do Ministério Público em face do juiz de direito Marcelo Testa Baldochi pela prática de submeter trabalhadores à condição análoga a de escravo pelo Tribunal de Justiça do Maranhão.</p>
<p>Esta decisão, ainda que não seja definitiva, reforça um sentimento de descrédito para com o Poder Judiciário, e ainda um sentimento de impunidade, e regozija fazendeiros que insistem em manter essa prática, deixando trabalhadores mais vulneráveis e com receio de denunciar.</p>
<p>Neste tempo, felicitamos os votos a favor do recebimento da denúncia dos desembargadores José Joaquim Figueiredo dos Anjos, Benedito de Jesus Guimarães Belo, Paulo Sérgio Velten Pereira e Raimundo Nonato de Souza, demonstrando que não há unanimidade em torno da questão.</p>
<p>A fazenda Por do Sol, no município de Bom Jardim, do juiz Marcelo Baldochi, foi fiscalizada pelo Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo em setembro de 2007, quando 25 trabalhadores foram resgatados, inclusive um adolescente de 15 anos. As condições encontradas na fazenda eram de degradação e exploração humana, conforme relatou a coordenação da fiscalização: “o isolamento geográfico, a retenção de salários e a existência de dívida ilegal caracterizam a situação encontrada como trabalho escravo”.</p>
<p>Nos surpreende também que o procedimento que tramita na comarca de Bom Jardim (proc. 838/2007) em que o “braço direito” do juiz Marcelo Baldochi, conhecido como Zé Bembem, foi indiciado por porte ilegal de arma pela Polícia Federal por conta das armas encontradas na fazenda pela força tarefa que formava o Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo, não tenha sido até a presente data sequer oferecida denúncia pelo Ministério Público.</p>
<p>O juiz Marcelo Baldochi responde também à acusação de comandar pessoalmente uma ação truculenta de reintegração de posse e invasão de residências em um assentamento vizinho à fazenda, de acordo com relatos graves de dezenas de famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que ocupavam a fazenda. Há indícios de que a mesma tenha sido grilada, pois pertenceria à União. Após a ação de reintegração, o juiz, acompanhado de força policial, invadiu residências de outro assentamento vizinho alegando que os moradores dali apoiavam o MST.</p>
<p>De 1996 a 2009 mais de 36 mil trabalhadores já foram resgatados pelo Grupo Móvel, e mais de 179 empregadores constam da lista suja. Só no Maranhão são 34 escravistas e mais de 35 ações penais tramitam na Justiça Federal e Estadual do Maranhão. Diante de todos esses fatos o número de pessoas condenadas judicialmente hoje é insignificante diante da gravidade e extensão do crime que vem sendo praticado. A Justiça ainda não tem se posicionado de forma a apresentar condenações que tenham um caráter preventivo, que inibam a continuidade da prática do crime.</p>
<p>A decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão em rejeitar a denúncia contra o juiz Marcelo Baldochi mancha mais uma vez a imagem desta corte que deixa envergonhado cada maranhense quando protagonizam escândalos. O CDVDH/Açailândia reafirmou congratulações aos quatro desembargadores que corajosamente votaram pelo recebimento da denúncia, mantendo a esperança de que o Ministério Público, cumprindo seu dever constitucional, se utilize dos recursos dispostos na legislação vigente para reverter essa situação, garantindo o recebimento da denúncia, para que o processo tenha tramitação normal, os trabalhadores possam ser ouvidos e ao final se tenha uma sentença que possa contribuir na garantia de um nível de pacificação social no campo.</p>
<p>Veja depoimento de trabalhadores resgatados da fazenda Pôr do Sol <a title="Depoimentos de trabalhadores resgatados na Fazenda Por do Sol" href="http://www.youtube.com/watch?v=FATIlo3lO2U" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><em><strong>Com informações do CDVDH/Açailândia.</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O MST é, sim, um caso de polícia - Maílson da Nóbrega]]></title>
<link>http://beinbetter.wordpress.com/2009/11/15/o-mst-e-sim-um-caso-de-policia-mailson-de-nobrega/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:16:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Everth Queiroz Oliveira</dc:creator>
<guid>http://beinbetter.wordpress.com/2009/11/15/o-mst-e-sim-um-caso-de-policia-mailson-de-nobrega/</guid>
<description><![CDATA[[Quando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra derrubaram aqueles pés de laranja em propried]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">[<em>Quando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra derrubaram aqueles pés de laranja em propriedades de outrem, muitos políticos, movidos pelo maldito espírito marxista que parece não querer sair do meio da sociedade, defenderam o ato de vandalismo. Maílson da Nóbrega, em artigo para a revista </em>Veja <em>dessa semana, publicou um ótimo artigo deixando bem claro que <strong>o MST é, sim, um caso de polícia</strong>. A ênfase que se dá não é para menos. <span style="text-decoration:underline;">Quando será que o princípio da propriedade privada será devidamente respeitado nesse país?</span> A leitura é expressamente recomendada, especialmente para aqueles que não se conformam com a impunidade.</em>]</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <strong><a href="http://veja.abril.com.br/181109/mst-sim-caso-policia-p-086.shtml">Veja.com</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Maílson da Nóbrega</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" title="Mailson de Nobrega" src="http://www.gpadrao.com.br/ccmcc/components/com_joomgallery/img_originals/palestrantes_1/mailson_20090209_1732028039.jpg" alt="" width="256" height="329" />O ministro da Justiça, Tarso Genro, rotulou de tentativa de demonização as críticas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela invasão e derrubada de laranjais em uma propriedade no estado de São Paulo. Ele condenou “aqueles que entendem que os movimentos sociais são caso de polícia”.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas democracias, cabe à polícia preservar a paz social e a obediência à lei, se preciso mediante o uso da força. Sir Richard Mayne (1796-1868), o primeiro chefe da polícia de Londres (1829), dizia que “o objetivo primeiro da uma polícia eficiente é a prevenção do crime; o segundo é a detenção e a punição dos criminosos”.</p>
<p style="text-align:justify;">Para sir Richard, a missão da polícia estaria cumprida quando esta assegurasse “a proteção da vida e da propriedade, a tranquilidade pública e a contenção do crime”. Por essa visão, ainda atualíssima, a ação do MST é, sim, um caso de polícia.</p>
<p style="text-align:justify;">O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, entrou na discussão de forma precisa. “Não acredito que haja preocupação com a criminalização dos movimentos sociais. Agora, ato criminoso, praticado por qualquer pessoa, deve ser tratado como crime.” <strong>A invasão de propriedades &#8211; que o MST continuou a praticar &#8211; é crime inequívoco</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, iniciada na Europa medieval, teve seu grande marco na Revolução Gloriosa inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Por essa época, as obsoletas instituições do feudalismo cederam lugar ao estado contemporâneo. A crescente complexidade da economia exigia a segurança que os barões feudais não podiam oferecer. As cidades, o novo centro econômico, precisavam de ordem. O uso da força requeria um poder central constituído.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. A polícia, uma organização do estado, zela pelo cumprimento da lei.</p>
<p style="text-align:justify;">O estado se transformou, assim, no baluarte do direito de propriedade. A força é usada para defendê-lo, não para usurpá-lo. Essa nova realidade constituiu um dos elementos centrais da Revolução Industrial, com a qual a Inglaterra ascendeu à condição de maior potência econômica no século XIX.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">O marxismo entendeu tudo isso ao contrário. A propriedade seria a fonte de todos os males</span>. Seu respectivo direito não era defensável, pois significava “roubo”. Era preciso abolir a propriedade privada. <strong>O comunismo, fundado nesse equívoco conceitual, provocou o maior desastre social do século XX</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns intelectuais emitiram manifesto em defesa do MST e com críticas à imprensa, talvez ainda influenciados pela utopia socialista. “A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja (<em>foram 7 000!</em>) como ato de vandalismo. Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça.”</p>
<p style="text-align:justify;">A Comissão Pastoral da Terra não deixou por menos. “Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem cobertura do poder público.” Mais: “Por que a imprensa não dá destaque à grilagem da Cutrale?”. <span style="text-decoration:underline;">Nessa onda de absurdos, houve quem atribuísse aos movimentos sociais o direito de desobedecer à lei</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Manifestações de apoio à prática de atos criminosos do MST afrontam o estado de direito. Mesmo que as terras invadidas fossem griladas, a decisão de retomá-las teria de ser do Judiciário, não do MST. A violência, como dito, é monopólio do estado, não de uma organização que nem sequer existe formalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">O direito de propriedade é garantido pela Constituição (art. 5º, inciso XXII). A lei atribui ao Ministério da Justiça a “defesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais”. Assim, a ofensa àquele direito, especialmente por meio violento, <strong><span style="text-decoration:underline;">é um caso de polícia</span></strong>, ainda que o titular da Pasta o negue.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Maílson da Nóbrega </strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong>“Revista Veja”, <a href="http://veja.abril.com.br/181109/sumario.shtml">Edição 2139</a>, pg. 86</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rebuild of Evangelion 1.0, the Dub Review]]></title>
<link>http://awesomelyshitty.wordpress.com/2009/11/14/rebuild-of-evangelion-1-0-the-dub-review/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>brikhaus</dc:creator>
<guid>http://awesomelyshitty.wordpress.com/2009/11/14/rebuild-of-evangelion-1-0-the-dub-review/</guid>
<description><![CDATA[Delicious Eva-flavored Doritos In honor of the first Rebuild of Evangelion movie being released on D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><a href="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/doritos1.jpg"><img title="eva1" src="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/doritos1.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Delicious Eva-flavored Doritos</p></div>
<p>In honor of the first <em>Rebuild of Evangelion</em> movie being released on DVD in the U.S., I thought I&#8217;d post my thoughts of the dub. My dub review comes from a theatrical viewing of the dub a few months ago, and is not representative of the DVD. But they should be identical anyway.</p>
<p>First of all, I completely loathed the original <em>Evangelion</em> dub (and I hated the original movie dubs even more). It had one of the worst assembled casts of all time. Worse than the people in<em> &#8220;Manos: The Hands of Fate.&#8221;</em> Not to mention one of the shittiest directors, Matt Greenfield, ever. Basically, he just cast a bunch of his no-talent friends, and had them ham it up. The original dub is on par with what you&#8217;d find in a middle school drama class. It is fucking awful. A testament to why you should never watch a dub. And just in case any of you think I &#8220;hate all dubs,&#8221; let me explain something else. There are some anime dubs that I loved, and watch those shows exclusively in English (e.g. <em>Cowboy Bebop, Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, Outlaw Star,</em> and <em>Fullmetal Alchemist</em> &#8212; just to name a few). Anyway, my expectations for the <em>Rebuild of Evangelion</em> dub were extremely low. I was expecting a turd on celluloid. So, how did it hold up?</p>
<p><!--more--><em>Shinji</em> &#8211; Spike Spencer performed much better than he ever did in the TV series. It seems like he has grown quite a lot as an actor. His line delivery was spot on almost all of the time. He embodied the role quite well, and was very convincing. The only complaint I have is that his screams are somewhat comical, and when Eva-01 got blasted by Ramiel, his screams were so ridiculous they actually made me laugh out loud. I don&#8217;t think the other theater-goers were very happy with me.</p>
<p><em>Misato</em> &#8211; Allison Keith-Shipp did a good job, too. While I still think her acting can be a little weak, and her voice shrill, for the most part she was fine. She had the proper amount of gravity during dramatic scenes, and the right amount of lightheartedness in the fun scenes. She was probably the person I hated the most in the original dub, and I expected her to ruin the entire movie. Fortunately, she has improved a lot as an actor since her original performance in the TV series<em>.</em> Not bad, not bad at all.</p>
<p><em>Rei</em> &#8211; Her voice actress was excellent. She was able to be quiet and solemn, without sounding fake and hoarse like Amanda Winn-Lee (the original english Rei). She doesn&#8217;t have that many lines, but her delivery for all of them was perfect. Without a doubt, she was one of the highlights of the dub.</p>
<p style="text-align:left;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/Eva-ep05copy.jpg"><img class=" " title="eva2" src="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/Eva-ep05copy.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Rei getting her Rick James on.</p></div>
<p><em>Gendo</em> &#8211; Why is Crispin Freeman* not voicing this character? Gendo was all right, but not too memorable. He came off as more of a bastard than the previous dub actor, which is definitely a good thing. Still, there was something lacking in his performance. Maybe he came across as too emotionally involved, where Gendo should seem detached. Again, a good performance, but not amazing.     *Rumor has it that Robin Williams, a self-proclaimed <em>Evangelion</em> fan, also auditioned for the role of Gendo. While it might have been odd hearing a big star on an anime dub, I think he would have been much better than the person they went with. At least he would have sounded different than the actor who played Fuyutsuki.</p>
<p><em>Fuyutsuki</em> &#8211; He sounds too much like Gendo, and sometimes it can be hard to tell which character is speaking. I&#8217;m apathetic to his performance as he does not have much of a presence in this movie.</p>
<p><em>Ritsuko</em> &#8211; Sort of flat sounding. She had more of the detached voice that Gendo should have had. I think her actress, while good, could have been better. There&#8217;s just something about her voice that doesn&#8217;t quite fit the character.</p>
<p><em>Toji</em> &#8211; The best Toji so far. At first I didn&#8217;t like his voice, but it grew on me. By the end, I thought he fit the role well.</p>
<p><em>Kensuke</em> &#8211; I think that Greg Ayres did an awesome job. Even though he is omnipresent in anime these days, he did fine. His higher pitched, almost puberty-cracking voice was perfect for the role. He had the right amount of enthusiasm and nerdiness to make Kensuke memorable.</p>
<p><em>Keel</em> &#8211; Although he only shows up in Monolith form, his voice is menacing as hell. Great choice.</p>
<p><em>Kaworu</em> &#8211; He seemed all right, but his part was too brief to make any real judgment.</p>
<p><em>Bridge Bunnies</em> &#8211; They sort of just blend into the scenes, and nobody stood apart from the others.<br />
<a href="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/EvangelionPlate.jpg"><img class="aligncenter" title="eva3" src="http://i44.photobucket.com/albums/f40/BrikHaus81/EvangelionPlate.jpg" alt="Delicious Lilith meat." width="500" height="338" /></a><br />
While I don&#8217;t think this cast will ever surpass the original Japanese actors, Funimation did a damn good job. This time they had a real director instead of motherfucking Matt Greenfield, and that payed off in spades. Spike and Allison have had years to improve their skills, and with a competent director, were able to turn in great performances. Overall, the dub was good, and I can entertain the idea of watching it again in the future. While the original Japanese is still the best, this English dub is a vast improvement over the ADV dub.</p>
<p>And also, it rocked watching <em>Evangelion</em> in a movie theater, on the big screen.</p>
<p><strong>Verdict: Good</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Da série "Quem matou Elton Brum?": como se constrói o imaginário coletivo]]></title>
<link>http://radideologico.wordpress.com/2009/11/13/da-serie-quem-matou-elton-brum-como-se-constroi-o-imaginario-coletivo/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciusj</dc:creator>
<guid>http://radideologico.wordpress.com/2009/11/13/da-serie-quem-matou-elton-brum-como-se-constroi-o-imaginario-coletivo/</guid>
<description><![CDATA[É assim que os meios de comunicação de massa procuram reescrever a história: do Correio do Povo PM a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É assim que os meios de comunicação de massa procuram reescrever a história:</p>
<p>do Correio do Povo<br />
PM afirma que não atiraria em colono<br />
O policial militar Alexandre Curto dos Santos, 38 anos, declarou ontem que não atiraria contra o sem-terra Élton Brum da Silva, 44 anos, caso soubesse que sua arma estava com munição letal. Em entrevista exclusiva ao repórter Jimmy Azevedo, da Rádio Guaíba, o soldado da Brigada Militar relembrou os momentos que antecederam o disparo que resultou na morte da vítima, durante a operação de reintegração de posse da fazenda Southall, ocorrida no dia 21 de agosto passado em São Gabriel. O brigadiano, do 6º RPMon, com sede em Bagé, foi acusado de homicídio. &#8220;Se tivesse com uma arma com munição letal, não teria feito isto&#8221;, reafirmou.</p>
<p>O soldado Alexandre contou que visualizou o sem-terra junto de um colega seu que estava a cavalo. &#8220;Em um ato de reflexo, calculei que ele puxaria as rédeas do cavalo do meu colega para deitá-lo&#8221;, relembrou, ao falar sobre a reação que teve naquele exato momento.</p>
<p>O soldado atirou na &#8220;certeza que não causaria uma lesão letal&#8221;. O estampido diferente da arma, observou, chamou imediatamente sua atenção. &#8220;Vi que se tratava de cartucho letal e, a partir desse momento, não vi mais nada, fiquei completamente paralisado&#8221;, recordou Alexandre, acrescentando que ficou &#8220;em estado de choque&#8221;.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Aqui algumas informações que estamos coletando:<br />
- a cavalaria entrou pelos fundos do acampamento, Elton estava segurando a linha da frente, onde várias pessoas portavam escudos de compensado<br />
- ele caiu, se virou, houve o tiro<br />
- seu corpo ficou em área isolada, sob a lona preta por mais de hora, até que a situação fosse violentamente acalmada (sim!) pelos brigadianos e se tomasse providência de socorro<br />
- não foi possível a ninguém de fora acompanhar esta ação (nem as procuradoras, que só tiveram acesso ao local bem depois)<br />
- a primeira notícia que saiu, dada em primeira mão ao PRBS pela BM e prontamente publicada pelo seu veículo em internet, foi a de que Elton teria morrido de mau súbito<br />
- aqui abaixo, a contundência desse &#8220;mau súbito&#8221;: a ignorância, a intolerância e a desfaçatez</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
&#8220;Troca de arma teria sido acidental&#8221;, diz<br />
Sentindo-se abalado e encontrando-se em tratamento psicológico, o policial militar desabafou que &#8220;é uma coisa que tu não esquece&#8221;. Ele explicou que, em caso de confronto com assaltantes, sabe que a situação seria diferente e alguém poderia ser morto. Em uma reintegração de posse, o PM entende que o tipo de munição é outro. Ao repórter Jimmy Azevedo, o soldado declarou ainda que deduz que trocou de arma acidentalmente com um colega durante a viagem entre Bagé e São Gabriel. Atualmente, o PM exerce função administrativa e foi afastado do policiamento ostensivo.</p>
<p>- noooooooossa!!! Este remendo-arremedo chega a ser constrangedor&#8230;<br />
- &#8220;Atualmente, o PM exerce função administrativa e foi afastado do policiamento ostensivo.&#8221; &#8211; ele não deveria estar preso??? </p>
<p>por: <a href="http://almadageral.blogspot.com/2009/11/da-serie-quem-matou-elton-brum-como-se.html">http://almadageral.blogspot.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o Apagão, uma Luz!!!]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/12/sobre-o-apagao-uma-luz/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:00:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/12/sobre-o-apagao-uma-luz/</guid>
<description><![CDATA[Não deixem de ver, no Terra Magazine, fotos e recomendações de vídeo. Até que enfim, alguma observaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não deixem de ver, no Terra Magazine, fotos e recomendações de vídeo. Até que enfim, alguma observação sensata. Esta manhã postei minha indignação no Twitter, com os comentários da Band News FM Curitiba. A mulher quis dar uma de “especialista” e “revoltada”. A soma destas duas coisas foi algo bizarro e muito, mas muito chato. Jornalismo de oportunidade é fácil. Ainda bem que, em outros lugares, ainda tem muita opinião interessante. O Terra Magazine é um destes lugares.</p>
<p>Concordo: bem fez o Belchior!!!</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Depois do apagão, jornalistas viram especialistas em energia</strong></p>
<p>Claudio Leal</p>
<p>Fonte: Terra Magazine</p>
<p>E a mídia fez a luz. Crise iniciada, pencas de jornalistas brasileiros opinam, com fumos de quem retornou de um mestrado de verão, sobre o tema que comove, atiça e revolta os brasileiros: o blecaute que afetou 18 Estados a partir das 22h10 da terça-feira, 10 de novembro.</p>
<p>No conjunto de pitacos, há um brado descendente daquele zombado pelo cronista Rubem Braga: ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil. Troque saúva por apagão nas análises dos repentinos especialistas em energia elétrica, física, Itaipu, mudanças climáticas e ataques indígenas. As tendas estão armadas no bazar midiático.</p>
<p><strong>Um índio descerá&#8230;</strong></p>
<p>O físico e ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, é o entrevistado do &#8220;Bom Dia Brasil&#8221;, na Rede Globo, na manhã de 11 de novembro. Opiniões técnicas:</p>
<p>- Discordo do ministro (Edison Lobão). O sistema do Brasil é interligado há muito tempo. Ele reforçou sua interligação&#8230; Não tivemos um problema de energia, mas um problema elétrico &#8211; afirma Pinguelli.</p>
<p>Na bancada de jornalistas, o apresentador Renato Machado pede licença para uma pergunta de Alexandre Garcia, direto de Brasília.</p>
<p>De início, o comentarista avisa que conversou com alguém bem-informado, mas isso você já sabe desde o governo Figueiredo. Às palavras:</p>
<p>- Professor Pinguelli, na sexta-feira eu passei quase a tarde toda conversando com o presidente da Itaipu binacional, o Jorge Samek, e ele me explicava a tranquilidade dele quanto ao nível de água de Itaipu, que recebe afluentes, a bacia recebe afluentes de diversos regimes de chuvas. E aí restava então a transmissão, uma certa não fragilidade, mas uma incerteza sobre o que pode acontecer com a transmissão&#8230;</p>
<p>Garcia prossegue com índios e MST:</p>
<p>-&#8230; E aí professor a gente tem visto ameaças de índios, de MST a hidrelétricas, a torres de transmissão&#8230; O que é preciso fazer pra que a gente tenha segurança absoluta ou segurança absoluta não existe?</p>
<p>Confrontado com a ameaça indígena, Pinguelli responde:</p>
<p>- Não existe. Não existe. A segurança absoluta, na engenharia, não existe. Não se pode garantir 100% de nada.</p>
<p><strong>&#8220;Os climatologistas&#8221;</strong></p>
<p>No vídeo &#8220;Apagão e mudança climática&#8221;, postado em seu blog, a colunista de economia Miriam Leitão faz um alerta:</p>
<p>- A mudança climática vai colocar uma pressão muito maior sobre o sistema energético brasileiro. Então o Brasil tem que ter no seu horizonte, no horizonte do seu planejamento energético, tudo o que pode vir a acontecer com a mudança climática.</p>
<p>Miriam explica o que vem a ser o &#8220;estresse hídrico&#8221;:</p>
<p>- Os climatologistas estão nos dizendo o seguinte: os eventos climáticos extremos, ou seja, uma grande tempestade com raios, trovões e tal, ou uma seca, eles vão ficar mais frequentes&#8230; Agora, a gente vai ter mais o que os climatologistas chamam de &#8220;estresse hídrico&#8221;, ou seja, falta de água&#8230;</p>
<p><strong>&#8220;Fica até chato&#8221;</strong></p>
<p>O apagão se desdobra num velho confronto televisivo. A repórter Venina Nunes, da Record, ao vivo no programa &#8220;Hoje em dia&#8221;, invade a tenda da Globo para entrevistar o secretário de Minas e Energia, Márcio Zimmerman. Barrada pela assessoria de imprensa do ministério, Venina protesta contra a ociosidade do entrevistado, que aguarda a Globo por longos minutos.</p>
<p>- O secretário ainda está esperando&#8230; Ele disse que não pode falar com a gente por enquanto&#8230; Vamos esperar um pouquinho. E a gente continua aqui ao vivo, direto de Brasília&#8230;</p>
<p>- A gente sabe como é isso, é muito complicado&#8230; Nessas horas são vários jornalistas tentando ouvir &#8211; atenua o apresentador do &#8220;Hoje em Dia&#8221;, Celso Zucatelli.</p>
<p>Mas logo ele se incomoda com o desprezo:</p>
<p>- A gente tá vendo o secretário ali esperando pra dar a entrevista, enquanto o telespectador está esperando&#8230; O Brasil precisa dessa informação!</p>
<p>Zucatelli pede à repórter para insistir. Ela ultrapassa a linha global:</p>
<p>- Fica até chato, né? Porque é falta de ética tentar atrapalhar o trabalho dos outros, mas eles estão aqui impedindo&#8230; A repórter não deixa a gente passar&#8230; Secretário! O senhor já está esperando há um bom tempo&#8230; Com licença&#8230;</p>
<p>Quem é você? Era o assessor do ministério, irritado:</p>
<p>- Está tudo agendado, pra ele falar com a Globo antes e depois falar com vocês. Você saiu de seu link, veio até aqui, invadiu o link da Globo&#8230;</p>
<p>Venina revida, enquanto observa um plácido Zimmerman.</p>
<p>- A área é pública, o secretário está aqui desocupado&#8230;</p>
<p>A persistência da Record dá em nada. Zucatelli, resignado:</p>
<p>- Que pena. Isso vai contra a democratização da informação!</p>
<p><strong>Datena enfrenta Golias</strong></p>
<p>Na tarde do &#8220;Brasil Urgente&#8221;, da Bandeirantes, José Luiz Datena reprisou uma reportagem na hidrelétrica de Itaipu. Com um capacete vermelho, o jornalista detalha sua emoção:</p>
<p>- É como passear pelo organismo vivo do gigante Golias.</p>
<p>O tema de Indiana Jones vira fundo musical. Para não deixar dúvidas, a legenda explica:</p>
<p>- &#8220;Maior hidrelétrica do mundo vista por dentro&#8221;.</p>
<p>Datena pergunta ao funcionário:</p>
<p>- Fantasma tem aqui?</p>
<p>Imagens das dependências do &#8220;gigante Golias&#8221;. Na sala do comando centralizado, o veterano repórter vê uma fita amarela, que marca a fronteira Brasil-Paraguai.</p>
<p>- Estou com um pé no Brasil, outro no Paraguai.</p>
<p>E nasce a curiosidade arriscada:</p>
<p>- Onde tá a turbina?</p>
<p>- A turbina tá embaixo.</p>
<p>- Então vamos parar no Japão, pô!</p>
<p>Volta a música de Indiana Jones. Datena observa a grandiosidade das comportas de Itaipu e aponta, beirando a água:</p>
<p>- Olha o arco-íris&#8230;</p>
<p>Algumas comportas são, lentamente, fechadas. Uma definição.</p>
<p>- É como se fechassem as cataratas do Iguaçu&#8230; Vimos o fechamento das torneiras de Itaipu &#8211; narra.</p>
<p>Datena abraça Imperador, funcionário da hidrelétrica.</p>
<p>- Foi bonito mesmo! É como se fechasse uma torneira.</p>
<p><strong>&#8220;Tarso não é ministro do setor&#8221;</strong></p>
<p>Na casa de Lucia Hippolito &#8211; cientista política, historiadora e jornalista, especialista em eleições, partidos políticos e Estado brasileiro -, a luz voltou às 4h da quarta-feira, 11. Em seu comentário na rádio CBN, ela puxou o fio dos desdobramentos políticos.</p>
<p>- Esse é um episódio que a gente pode marcar por um problema de gestão. Acho que o presidente Lula tem razão. Não houve problema de falta de geração de energia. Nós conversamos hoje, Milton Jung e eu, com o diretor de Itaipu e ele dizia: o problema não foi esse, o problema foi que houve um bloqueio na saída da energia de Itaipu, então a usina desligou. O presidente tem razão&#8230;</p>
<p><strong>&#8220;Propalada qualidade&#8221;</strong></p>
<p>Pela manhã, Lucia Hippolito havia criticado as confusões do ministro Edison Lobão. Depois de apresentar detalhes técnicos, neste novo comentário ela analisa os impactos da crise elétrica sobre a candidatura de Dilma Rousseff (PT) à presidência:</p>
<p>- Quando você fala em gestão, todo mundo pensa logo na ministra Dilma. Ela foi ministra das Minas e Energia nos primeiros tempos do governo Lula&#8230; Esse é um problema que pode, sim, respingar nessa propalada qualidade de grande gestora da ministra&#8230;</p>
<p>Especializada em ciência política, ela critica o ministro Tarso Genro por também opinar numa área que não é a sua.</p>
<p>- Do ponto de vista político, você veja que o ministro da Justiça, Tarso Genro, que nem é o ministro do setor, mas já saiu em defesa, dizendo que a oposição estava querendo transformar um tropeço em  catástrofe&#8230; Acho que foi mais do que um tropeço, né Nonato? &#8211; opina outra vez Lucia Hippolito.</p>
<p><strong>Aula de inglês</strong></p>
<p>Como esperado, o apagão se partidarizou. Às 22h50 da quarta, os deputados Fernando Ferro (PT-PE) e José Carlos Aleluia (DEM-BA) vão aos berros no programa &#8220;Brasil em Debate&#8221;, da TV Câmara.</p>
<p>Aleluia se equilibra para defender o apagão do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1999, e o posterior racionamento em 2001. Ferro desenferruja os antigos ataques do PT.</p>
<p>- Racionamento não é apagão &#8211; defende o deputado baiano.</p>
<p>- Racionalizaram na tora! &#8211; bradou Ferro.</p>
<p>Estabelece-se um debate vernacular: o &#8220;apagão&#8221; deve ser chamado assim? Aleluia tem a resposta:</p>
<p>- Blecaute é em inglês. Em português é apagão.</p>
<p><strong>É Dilma</strong></p>
<p>Em conversa com Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, também do grupo Globo, procura colar Dilma Rousseff ao curto de Itaberá (SP).</p>
<p>- É evidente que a ministra Dilma Rousseff, tendo sido ministra das Minas e Energia e sendo a grande responsável pela área no governo, ela não fica imune às consequências políticas desse apagão. A questão agora é saber, no campo político, como é que a oposição e o governo vão conseguir explicar para a população o que aconteceu. Mas que no centro da questão está a capacidade de gestão da ministra Dilma Rousseff, está. Não há dúvida sobre isso.</p>
<p><strong>São raios e ventos</strong></p>
<p>À noite, após uma reunião com mais de 40 técnicos, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, transmite o diagnóstico oficial:</p>
<p>- Todos juntos chegaram à conclusão de que o que aconteceu foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá, em São Paulo. Houve uma concentração desses fenômenos atmosféricos ali. O que provocou um curto circuito nos 3 circuitos que levam a Itaberá, que vêm de Itaipu.</p>
<p>Em nova postagem, às 20h36, a colunista econômica Miriam Leitão não está satisfeita com as justificativas dos técnicos:</p>
<p>- A explicação é insuficiente. Aponta que houve o fenômeno meteorológico como causa, mas não explica por que o sistema foi tão incapaz de estancar a propagação do problema e por que se demorou tanto para religá-lo.</p>
<p>Bem fez o Belchior.</p>
<p>Terra Magazine</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Brasil é denunciado na Comissão Interamericana de Direitos Humanos por escravidão e prisões]]></title>
<link>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/11/11/brasil-e-denunciado-na-comissao-interamericana-de-direitos-humanos-por-escravidao-e-prisoes/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:38:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Helena Tavares</dc:creator>
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<description><![CDATA[A matéria é da Agência EFE Washington, 5 nov (EFE).- Várias organizações de defesa dos direitos huma]]></description>
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