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	<title>music-hall &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/music-hall/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "music-hall"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:43:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Brendan Benson @  Music Mill]]></title>
<link>http://brendanbenson.wordpress.com/2009/11/22/brendan-benson-music-mill/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:36:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ElenaAnele</dc:creator>
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<description><![CDATA[Videos, not very good quality, from Benson&#8217;s gig yesterday ( November 21 2009) at Music Hall i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Videos, not very good quality, from Benson&#8217;s gig yesterday ( November 21 2009) at Music Hall in Indianapolis.</p>
<h2>Listen to her heart (Tom Petty cover)</h2>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ldBzXy5Bv38&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ldBzXy5Bv38&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Metarie</h2>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Xmj5vTgr2f0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Xmj5vTgr2f0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Good to me</h2>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0MZRVcrSt0A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/0MZRVcrSt0A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Folk Singer</h2>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XTOuAloLrhs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XTOuAloLrhs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>American girl together with Cory Chisel (Tom Petty cover)</h2>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/q7T7NWizebg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/q7T7NWizebg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CÉU no Music Hall]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/11/19/ceu-no-music-hall/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:57:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/11/19/ceu-no-music-hall/</guid>
<description><![CDATA[Cantora apresenta o show de lançamento do CD ‘Vagarosa’ No próximo dia 27 de novembro, sexta-feira, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>Cantora apresenta o show de lançamento do CD ‘Vagarosa’ </em></p>
<p style="text-align:left;">No próximo dia 27 de novembro, sexta-feira, a cantora e compositora Céu apresenta pela primeira vez em Belo Horizonte o seu novo show “Vagarosa”, no Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia). O projeto da turnê foi selecionado entre mais de 600 inscritos no Edital Nacional 2008 do programa Natura Musical. “Estamos entusiasmados com nossa parceria com a Céu. Uma cantora bem contemporânea que traz em sua musicalidade elementos universais, além de expressar a alma brasileira e muita feminilidade”, afirma Renata Sbardelini, gerente de marketing institucional da Natura.</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/11/ceu-3-credito-marcelo-gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-410" title="Céu 3 crédito Marcelo Gomes" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/11/ceu-3-credito-marcelo-gomes.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Céu - Foto de Marcelo Gomes</p></div>
<p>O show tem no repertório canções do CD homônimo, como &#8220;Cangote&#8221; (Céu), &#8220;Comadi&#8221; (Céu/Beto Villares) e &#8220;Sonâmbulo&#8221; (Céu/Serginho Machado/Bruno Buarque/DJ Marco/Lucas Martins/Guilherme Ribeiro). O roteiro também faz um passeio pelas músicas do primeiro CD &#8220;Céu&#8221;, de 2005, como &#8220;Roda&#8221; (Céu/Beto Vilares), &#8220;Malemolência&#8221; (Céu/Alec Haiat) e &#8220;Lenda&#8221; (Céu/Alec Haiat/Graziella Moretto).</p>
<p>No palco, Céu, que também é responsável pela direção musical, estará acompanhada pelos músicos Guilherme Ribeiro (guitarra, teclados e acordeon), Lucas Martins (baixo), Bruno Buarque (bateria) e o DJ Marco (MPC e pick up). O projeto de luz é de Fernanda Carvalho e o figurino de Milli Whitaker.</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_411" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/11/ceu-1-credito-marcelo-gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-411" title="Céu 1 crédito Marcelo Gomes" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/11/ceu-1-credito-marcelo-gomes.jpg?w=300" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Céu - Foto de Marcelo Gomes</p></div>
<p style="text-align:left;"><strong>Graveola (Show de abertura)</strong><br />
Surgido na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, em meados de 2004, o grupo emergiu das rodas de violão como um trio que se reunia informalmente para tocar um repertório tão diverso quanto eclético, em que se misturavam clássicos da grande música brasileira a fragmentos da cultura pop mais deslavada e corrompida. Interessados nesse processo de “liquificações sonoras”, os então estudantes de graduação Luiz Gabriel, Marcelo e José Luis começaram a se reunir com mais freqüência, intensificando a produção.</p>
<p style="text-align:left;">A partir daí um repertório próprio começa a ser esboçado, cheio de absorções irresponsáveis, dos mais variados gêneros: oscilam entre o lirismo e o deboche, das canções consagradas aos jingles televisivos. Nessa época, a falta de instrumentos comuns – e a falta de formação musical – os leva a incorporar utensílios domésticos e instrumentos de brinquedo como ferramenta sonora – o que acabou por lhes dar o subtítulo do grupo, o lixo polifônico, imagem a que dedicam constante divagação conceitual e reescrita, em seus verborrágicos releases e peças de divulgação.</p>
<p>Da continuidade e fertilidade desse processo, novos integrantes foram se juntando, o grupo foi crescendo, ganhando fôlego e reconhecimento. Em 2007, integraram a programação dos festivais de inverno de Ouro Preto e Diamantina, e tocaram na abertura do festival forumdoc.bh.2007 – em show nos jardins internos do Palácio das Artes, que contou com a inusitada participação da dupla (na verdade, um trio) Zé do Poço e Sarieiro. Já no ano de 2008, por meio de projeto aprovado no Fundo Municipal de Cultura de BH, entraram em estúdio para gravar seu primeiro disco. Hoje a banda conta com sete membros: Flora Lopes, Marcelo de Podestá, Luiz Gabriel Lopes, José Luis Braga, Yuri Vellasco, João Paulo Prazeres e Bruno de Oliveira.</p>
<p><strong>Natura Musical</strong><br />
É o programa de apoio à cultura brasileira da Natura com foco em música. Tem por missão estimular e difundir a música raiz-antena. A música que resulta do encontro de elementos tipicamente brasileiros com conceitos, ideias e sonoridades universais.</p>
<p>O programa beneficia projetos de diferentes estágios e processos da música brasileira. Até hoje, cerca de 115 projetos foram selecionados, atingindo as seguintes marcas: mais de 205 apresentações de artistas variados; 124 workshops, oficinas e palestras ministradas; 36 CDs e DVDs gravados; 6 livros produzidos; 5 projetos de pesquisa finalizados; além de festivais, exposições e seminários. Ao todo, 17 estados de todas as regiões do Brasil foram contemplados e mais de 200 mil pessoas beneficiadas.</p>
<p>Entre os patrocinados, destacam-se projetos de todo o Brasil, como a turnê e CD ‘Labiata’, do cantor Lenine; o site biográfico Caymmi Acervo Digital, portal que reúne acervo de 70 anos de carreira do músico Dorival Caymmi; o CD ‘Afrosambajazz’, dos músicos Mario Adnet e Philippe Baden Powell; além da parceria com a cantora Marisa Monte com turnê ‘Universo Particular’ e o filme O Mistério do Samba.</p>
<p><strong>Sobre a Natura</strong><br />
A Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e conta atualmente com 5.698 colaboradores. A empresa opera por meio da venda direta e contabiliza 850 mil consultoras e consultores no Brasil e no Exterior. A marca também está presente nos sete maiores mercados da América Latina: Argentina, Peru, Chile, México, Venezuela, Colômbia e México. Na França, em Paris, a corporação mantém a sua única loja mundial e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia.</p>
<p><strong>Music Hall – sexta-feira &#8211; Dia 27 de novembro </strong><br />
CÉU no lançamento do CD &#8220;Vagarosa&#8221;<br />
Show de abertura: Graveola<br />
Abertura da casa – 21 horas.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO)</strong></p>
<p>Preços: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)</p>
<p style="text-align:left;">Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p><strong>Venda de ingressos sem taxa de conveniência:</strong><br />
Bilheterias do Music Hall, de segunda a sábado, das 12h às 20h.<br />
Venda de ingressos com taxa de conveniência:<br />
Livraria Leitura BH Shopping<br />
Loja 27C no Shopping 5a Avenida<br />
site www.ingressorapido.com.br (consultar taxa pelo telefone 31 4003 1212)</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.</p>
<p>Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa BH<br />
CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907</strong></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Music hall]]></title>
<link>http://nazrem.wordpress.com/2009/11/16/music-hall/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:41:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>nazrem</dc:creator>
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<description><![CDATA[Carteles de espectaculos musicales y demas cosas relacionadas con la sociedad norte americana de pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Carteles de espectaculos musicales y demas cosas relacionadas con la sociedad norte americana de principios del siglo pasado.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.896730' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></span></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/2518665-music-posters">Music hall</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com?r=wp">vodpod</a></div>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Música - 15 anos de Da Lama ao Caos]]></title>
<link>http://seraquealguemvailer.wordpress.com/2009/11/15/musica-15-anos-de-da-lama-ao-caos/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:08:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>bussainchains</dc:creator>
<guid>http://seraquealguemvailer.wordpress.com/2009/11/15/musica-15-anos-de-da-lama-ao-caos/</guid>
<description><![CDATA[Foi por pouco, mas por muito pouco mesmo, que eu não fico de fora da festa de comemoração aos 15 ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://seraquealguemvailer.wordpress.com/files/2009/11/chico.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2998" title="chico" src="http://seraquealguemvailer.wordpress.com/files/2009/11/chico.jpg" alt="chico" width="400" height="400" /></a></p>
<p>Foi por pouco, mas por muito pouco mesmo, que eu não fico de fora da festa de comemoração aos 15 anos do lançamento do cd <strong>Da Lama Ao Caos. </strong>Não fosse o despretencioso comentário do ´Véi´, como quem sugere uma ingênua opção de lazer, o show teria passado incólume.</p>
<p>Em 1994, em Recife,  quando Chico Science reuniu a Nação Zumbi e lançou o seu primeiro CD, ninguém imaginava que a mistura de rock com maracatu iria ganhar o Brasil e fazer sucesso lá fora a ponto do disco, hoje, ser considerado um divisor de águas na música brasileira e, talvez, o último grande movimento musical, a exemplo da Tropicália, o Mangue-Bit.</p>
<p>Liderado por Chico Science e Fred 04 (do Mundo Livre SA) o movimento fez sucesso primeiro lá fora, depois no Brasil. E historicamente, Da Lama Ao Caos acabou sendo considerado o marco zero da empreitada.</p>
<p>O show (que já havia passado por BH ao celebrar os 10 anos, e eu perdi) consiste na execução total do CD, de cabo a rabo, e sendo a obra prima que é garante a insuperável qualidade do entretenimento da noite. Tivemos também as participações de <strong>Otto </strong>(sim, o marido da Alessandra Negrini) e do <strong>Fred 04</strong>.</p>
<p>O repertório da noite contou ainda com Manguetown, Cidadão do Mundo (do Afrociberdelia), Bossa Nostra e fechou com chave de ouro no primeiro clássico da era pós-Chico, Quando A Maré Encher.</p>
<p>Para mim, que acompanho a banda desde 96 e já assisti a mais de 10 apresentações do grupo, nenhuma música chegou a ser novidade mas é claro que o clima esquenta quando clássicos como B<em><strong>anditismo por Pura Maldade, A Cidade, Praieira, Maracatu de Tiro Certeiro </strong></em>(perfeita!), <em><strong>Computadores Fazem Arte, Samba Macosa, Risoflora, Coco Dub </strong></em>e aquela que da nome ao disco, <em><strong>Da Lama ao Caos, </strong></em>são tocadas. Ainda assim, a faixa que talvez tenha mais me emocionado foi uma que é originalmente instrumental e cantada no disco CSNZ (ao vivo) por Chico Science: <em><strong>Lixo do Mangue</strong></em> (aqui cantada por Gilmar Bola8)</p>
<p>Pois bem, enquanto a obra não for superada, seguimos celebrando o último momento genial da música brasileira, e que venham os 20 anos com a Nação a todo vapor hipnotizando e zumbiando a platéia sedenta por música boa.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/llmoLD0OaQU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/llmoLD0OaQU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Pout-Pourri no disco ao vivo CSNZ com a versão de Lixo do Mangue cantada por Gilmar Bola 8 no melhor momento da noite.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[What's your favorite colour, baby?]]></title>
<link>http://detudovairolar.wordpress.com/2009/11/05/whats-your-favorite-colour-baby/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:20:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>detudovairolar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando  ouvi falar da vinda do Living Colour ao Brasil, logo pensei que mais uma vez Beagá ficaria d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando  ouvi falar da vinda do Living Colour ao Brasil, logo pensei que mais uma vez Beagá ficaria de fora e eu, com água na boca. Mas às vezes a gente tem sorte!</p>
<p>A minha expectativa para o show era tão grande quanto foi a minha surpresa ao ver o pequeno tamanho do público naquele domingo de 18 de outubro de 2009 no Music Hall. Eu tinha imaginado que pelo menos metade dos músicos que tocam rock&#8217;n'roll nas bandas cover da cidade estaria lá!</p>
<p>O Bauxita abriu bem a noite. E tinha boa companhia: Leandro Ferrari na gaita, Daniel Canhas num violão e Toni Carvalho noutro.</p>
<p>O Leandro Ferrari voltou mais tarde para fazer com a gaita o que o Leo Gandelman fez com o saxofone em 1992 no Hollywood Rock:  um solo em &#8220;Elvis is dead&#8221; com o Living Colour. Banda que, por sinal, proporcionou-me um dos melhores momentos musicais deste ano.</p>
<p>As fotos do Bauxita estão <a title="music_hall_bauxita_18_10_2009" href="http://detudovairolar.multiply.com/photos/album/12/music_hall_bauxita_18_10_2009">aqui</a>; as do Living Colour, <a title="music_hall_living_colour_18_10_2009" href="http://detudovairolar.multiply.com/photos/album/13/music_hall_living_colour_18_10_2009">ali</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Elba Ramalho apresenta no Music Hall show acústico do novo CD “Balaio de Amor” ]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/28/elba-ramalho-apresenta-no-music-hall-show-acustico-do-novo-cd-%e2%80%9cbalaio-de-amor%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:09:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
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<description><![CDATA[Comemorando 30 anos de carreira, a cantora Elba Ramalho vem a BH apresentar seu álbum festivo, lança]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comemorando 30 anos de carreira, a cantora Elba Ramalho vem a BH apresentar seu álbum festivo, lançado em maio deste ano, que reúne baiões e xotes de compositores pós-Luiz Gonzaga. O show será no Music Hall (Av. do Contorno, 3239 &#8211; Santa Efigênia), dia 30 de outubro, sexta-feira, e terá abertura do grupo de forró mineiro “Trio Clandestino”.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-357" title="Elba Ramalho credito Renato Filho3" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/elba-ramalho-credito-renato-filho3.jpg?w=300" alt="Elba Ramalho credito Renato Filho3" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto de Renato Filho</p></div>
<p>Ao lançar em 1979, seu primeiro álbum “Ave de Prata”, Elba Ramalho ingressava pela porta da frente no cenário cultural brasileiro. O país estava diante de uma nova artista extremamente original e de performances incendiárias. Passadas três décadas, Elba alcançou muito mais que os horizontes do sertão. A intérprete de sucesso, com seis discos de platina e 13 de ouro acumulados, celebra sua trajetória com o disco “Balaio de Amor” (Biscoito Fino), uma ode ao Nordeste.</p>
<p>Elba define o CD como uma homenagem ao baião e ao xote que, assim como o samba, têm a essência na brasilidade. “São canções que sobreviverão porque fazem parte da tradição de um povo”, afirma. Além disso, acrescenta, são músicas românticas, relativamente simples, mas de uma poesia muita rica. “É um deleite para os ouvintes mais atentos. Um disco de amor, cheio de recados para quem gosta de dançar e que mostra uma alegria essencialmente nordestina. Tem muita sensibilidade”, define.</p>
<p>Em “Balaio de Amor”, Elba retoma uma das principais características de sua carreira: a aposta em talentosos compositores, principalmente da Paraíba e de Pernambuco. Foi a intérprete quem primeiro gravou uma canção de Lenine e ajudou a projetar Geraldo Azevedo, Belchior, Chico César, Lula Queiroga e outros. Produzido pelo compositor e músico Cezinha, o CD reúne uma canções, com belas melodias e letras poéticas, compostas por artistas que dificilmente rompem a barreira geográfica nordestina.</p>
<div id="attachment_358" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-358" title="Elba Ramalho credito Renato Filho5" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/elba-ramalho-credito-renato-filho5.jpg?w=300" alt="Elba Ramalho credito Renato Filho5" width="300" height="230" /><p class="wp-caption-text">Foto de Renato Filho</p></div>
<p>A cantora optou por selecionar músicas que soassem praticamente inéditas nas demais regiões do país. “Algumas delas são conhecidas pelos nordestinos e o povo acompanha as letras. Sempre fiz bem este trânsito do Nordeste com os outros cantos brasileiros, em meio a essa geografia imensa”.</p>
<p>De compositores já consagrados no eixo Centro-Sul do país, apenas duas faixas de Dominguinhos e uma de Nando Cordel. Do sanfoneiro, com quem já dividiu um álbum, registrou “Riso Cristalino”, parceria com Climério Ferreira, e “Ilusão Nada Demais”, com Fausto Nilo, que conta com o sax soprano de Leo Gandelman.</p>
<p>Parceiro de Dominguinhos em dois supersucessos de Elba Ramalho; “Gostoso Demais” e “De Volta pro meu Aconchego”, Nando Cordel contribui com “É só Você Querer”, gravada em duo com Cezinha, que já inclui a trilha sonora da novela Caras e Bocas, da Rede Globo. Com introdução lenta e dedilhada ao violão, a melódica composição conta com belo arranjo de cordas e samplers de cordas.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-359" title="Elba Ramalho credito Renato Filho4" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/elba-ramalho-credito-renato-filho4.jpg?w=200" alt="Elba Ramalho credito Renato Filho4" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto de Renato Filho</p></div>
<p>Os demais compositores que fecham as 14 faixas do CD são em grande parte responsáveis pela renovação do forró – hoje já tão diversificado em subgêneros, como o pé-de-serra, o de latada e o universitário mas sempre calcado no tripé: sanfona, triângulo e zabumba. A base sonora clássica, comandada por Cezinha, é reforçada pela banda formada basicamente por guitarra/violão (Marcos Arcanjo), bateria (Tostão Queiroga), percussão (Anjo Caldas), pad (Zé Américo) e contrabaixo/baixo acústico (Fofão).</p>
<p>As participações do maestro Spok no sax alto, que comanda a orquestra pernambucana que leva seu nome, assim como Nilsinho, da Trombonada e outros dois músicos no trompete e sax tenor são os responsáveis pelos naipes de metais injetados em “Não Lhe Solto Mais” (Antonio Barros/Ceceu), “Se Tu Quiser” (Xico Bezerra) e “Bebedouro”.</p>
<p>“Fuxico”, do compositor do sertão do Araripe, Flávio Leandro, já com oito CDs gravados, abre o disco como legítima representante do legado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Em “Um Baião Chamado Saudade”, da dupla pernambucana Petrônio Amorim e Rogério Rangel, a sanfona chorada abriga os versos que falam de amor. A canção “Recado”, por sua vez, de Cezinha e Fábio Simões, é considerada pela cantora como uma das mais bonitas do disco. O título do álbum foi pincelado da faixa “Oferendar” (Xico Bezerra) que lança o verso inspirador: “cantando um balaio de amor pra dar”.</p>
<p>No balaio de Elba, os forrós ganham as nuances da intérprete singular que nunca abandonou a veia de atriz, a mesma que no passado abriu o caminho para a cantora. É no canto que Elba transparece a experiência de quem já percorreu os mais diversos palcos e amadureceu a voz. “Há 30 anos, quando lancei ‘Ave de Prata’ a intérprete vibrante e de timbre marcante já estava lá, mas aprendi a explorar outras regiões vocais; o grave e o médio. A ansiedade da iniciante, que arriscava tudo, deu lugar para uma artista mais serena e dona da arte do seu ofício”, avalia, com satisfação.</p>
<p><strong>Music Hall – Sexta-feira &#8211; Dia 30 de outubro<br />
Elba Ramalho</strong><br />
Abertura: Trio Clandestino<br />
Abertura da casa – 22 horas.</p>
<p>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)</p>
<p><strong>Pista </strong><br />
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia)<br />
2º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)</p>
<p><strong>Mesa*</strong><br />
1º lote &#8211; R$ 50,00 (inteira)<br />
2º lote – R$ 60,00 (inteira)<br />
3º lote – R$ 70,00 (inteira)<br />
4º lote – R$ 80,00 (inteira)</p>
<p>* Valor Individual. Não há meia entrada para este setor.</p>
<p>Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p>Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.</p>
<p><strong>Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br<br />
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[19th October 2009 - Christmas entertainment auditions]]></title>
<link>http://nataliebeams.wordpress.com/2009/10/20/19th-october-2009-christmas-entertainment-auditions/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 19:38:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>nataliebeams</dc:creator>
<guid>http://nataliebeams.wordpress.com/2009/10/20/19th-october-2009-christmas-entertainment-auditions/</guid>
<description><![CDATA[I know&#8230;.. I can hear you shouting &#8220;it is ages until Christmas!&#8221; and &#8220;Christm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I know&#8230;.. I can hear you shouting &#8220;it is ages until Christmas!&#8221; and &#8220;Christmas, this early!&#8221; Well, this year we are getting organised (I know you have heard that somewhere before too!)</p>
<p>We held the auditions for the solo songs and verses for the Christmas show and also for the readings. We familiarised ourselves with the songs and perused the readings. We went through them one by one listening to everyone&#8217;s sterling efforts and finally the parts were awarded. I am not singing any solo&#8217;s, however I will have enough to do with reading a passage about the 12 days of Christmas and with participating in the choir pieces as well as the general numbers. There are lots of old favourites in the line-up and a few new, less well known songs. We only have three more rehearsals for this musical entertainment, however we will be getting all of the music on a CD to listen to and learn the tunes of, which helps enormously, especially when you have pantomime songs and lines to learn too!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Theater Magic again]]></title>
<link>http://bistrorivadavia.wordpress.com/2009/10/19/the-theater-magic-again/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Túlio  Rivadávia</dc:creator>
<guid>http://bistrorivadavia.wordpress.com/2009/10/19/the-theater-magic-again/</guid>
<description><![CDATA[Buenas! Sei que já foram muitos posts sobre o assunto, que já ficou um tanto quanto batido por aqui,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Buenas! Sei que já foram muitos posts sobre o assunto, que já ficou um tanto quanto batido por aqui, mas é impossível não comentar sobre, principalmente porque meu fim de semana foi rodeado por ele, e movimento bem o bistrô nos termos de pesquisas! Sim, mais uma vez O Teatro Mágico ganha espaço por aqui.</p>
<p>Fim de semana na capitar Berozonte, tudo antecipadamente programado&#8230;o alvo: show do Teatro Mágico no Music Hall. Meu querido frater e sua família se programaram todos para ir ao show, seu irmão mais novo é um prodígio no violão e um fã decretado da trupe do Anitelli. Como promessa é divida, prometi ao garoto que ele iria sim ao show e ainda tirar uma foto com o Fernando, ao frater em nome de nossa amizade e carinho com sua família também prometi o melhor lugar no show, e como bem sabem promessa é dívida!</p>
<p>Rumamos para BH, hospedei-me na casa da amiga e chegando por lá já tinha tarefas me esperando, dar um jeito em seu computador, e como um bom viciado em internet logo já deixei a máquina zerada, sem algum problema. Comprinhas no “Gadefur”, bobeiras na geladeira e prosas. A hora do show vai se aproximando e o frater me liga com uma noticias bem broxante, a melhor amiga de sua namorada tinha acabado de falecer em um acidente indo para sua cidade, climão. Segui para o Music Hall mais cedo para me colocar a disposição para ajudar em algo e rever os amigos da banda. Família postiça chegou e já os ajeitei na fila do camarote. Junto comigo ao show iria o ator Saulo Laranjeira, mas infelizmente ele não conseguiu chegar a tempo pois havia feito no mesmo dia um show em Sete Lagoas.</p>
<p>Espiada na passagem de som, prosas na porta da casa com o cumpadi Nenê dos Santos, como sempre e todo show tiro foto com algumas pessoas (não me pergunte por que). Até que o pessoal foi liberado para entrar, reservei uma mesa excelente, a primeira próxima ao palco e em frente ao bcasa lotada e show maravilhoso!! Ao fim do show o primo postiço tirando fotos com o pessoal, fui ao camarim dar um abraço no Fernando, muita conversa e risos e ai ele resolveu sair pra ver o pessoal lá fora.  Saímos juntos e intenção era pegar o pessoal de surpresa, nem adiantou pessoal todos nos viu passando por trás. Ficamos por lá enrolando, até quando já estava bem vazio ele pega um violão e começa o “Sarau da Madrugada”. Foi tudo muito bacana. Queria ainda cair na Mary, mas estava bem cansado.</p>
<div id="attachment_411" class="wp-caption alignleft" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-411" title="Sarau da Madrugada" src="http://bistrorivadavia.wordpress.com/files/2009/10/ogaaapxtxrezdlhhi-veylrts-tp5igreqvazkbhahdeht-xdrzzfslurg-5kgzxqs9ax0etwhilzr6i-u5zxy7nmp8am1t1unog1.jpg" alt="Fernando na primeira etapa do Sarau da Madrugada" width="420" height="315" /><p class="wp-caption-text">Fernando na primeira etapa do Sarau da Madrugada</p></div>
<p>Domingo tranqüilo com bastante sono, almoço com a família postiça no shopping, Mc Flury, conversa com o frater, a busca pelo ap ideal na cidade (projetos futuros, depois conto). E de volta ao lar doce lar&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roberta Sá apresenta novo show, “Pra se ter alegria”, no Music Hall]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/roberta-sa-apresenta-novo-show-%e2%80%9cpra-se-ter-alegria%e2%80%9d-no-music-hall/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:19:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/roberta-sa-apresenta-novo-show-%e2%80%9cpra-se-ter-alegria%e2%80%9d-no-music-hall/</guid>
<description><![CDATA[Roberta Sá - Foto de Flávio Colker A cantora Roberta Sá, destaque no novo cenário da Música Popular ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_334" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-334" title="Roberta Sa por Flávio Colker" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/roberta-sa-por-flavio-colker.jpg?w=300" alt="Roberta Sá - Foto de Flávio Colker" width="300" height="233" /><p class="wp-caption-text">Roberta Sá - Foto de Flávio Colker</p></div>
<p>A cantora Roberta Sá, destaque no novo cenário da Música Popular Brasileira, volta ao Music Hall (Av. do Contorno, 3239 &#8211; Santa Efigênia), dia 24 de outubro agora para apresentar seu primeiro trabalho gravado ao vivo: “Pra se ter alegria”. O CD e DVD foi lançado no país no final de agosto e é resultado do show produzido em abril, no Vivo Rio. O trabalho reúne músicas dos discos “Braseiro” (2005) e “Que Belo Estranho Dia pra se ter Alegria” (2007).</p>
<div id="attachment_335" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-medium wp-image-335" title="Roberta Sa 2 por Flávio Colker" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/roberta-sa-2-por-flavio-colker.jpg?w=219" alt="Roberta Sá - Foto de Flávio Colker" width="219" height="300" /><p class="wp-caption-text">Roberta Sá - Foto de Flávio Colker</p></div>
<p>No repertório, estão sucessos como “Alô Fevereiro”, “Interessa?”, “Janeiros”, “Mais Alguém” e “Eu sambo mesmo”, além de “Agora Sim”, parceria da cantora com Carlos Rennó e Pedro Luis. Roberta estará acompanhada pelos músicos Antonia Adnet (violão 7 cordas, vocais e percussão), Élcio Cafaro (bateria e percussão), Jovi Joviniano (percussão), Ronaldo Diamante (baixos acústico e elétrico e percussão), Rodrigo Campello (programações, violão 7 cordas, guitarra, cavaco e teclado). Tanto nos shows, como no DVD, a direção geral está a cargo do cantor e compositor Pedro Luís e da jornalista Bianca Ramoneda. O cenário é de Gringo Cardia e o figurino é de Isabela Capeto.</p>
<p><strong>Roberta Sá</strong><br />
Roberta Sá nasceu em 19 de dezembro de 1980, em Natal, Rio Grande do Norte. Aos nove anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Os dois endereços da cantora influenciaram sua orientação musical: o forró e o baião nordestino de um lado e o samba e a bossa nova de outro.</p>
<p>“Braseiro”, primeiro CD de Roberta Sá, lançado em 2004, foi um cartão de visita, uma declaração de intenções de uma cantora para a música brasileira. Já o segundo álbum, “Que belo estranho dia pra se ter alegria”, produzido por Rodrigo Campello, foi o mergulho da cantora, cada vez mais amadurecida, no agitado mar de seus contemporâneos, quer nos temas, quer nas formas, quer nos parceiros.</p>
<div id="attachment_336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-336" title="Roberta Sa 1 por Flávio Colker" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/roberta-sa-1-por-flavio-colker.jpg?w=300" alt="Roberta Sá - Foto de Flávio Colker" width="300" height="238" /><p class="wp-caption-text">Roberta Sá - Foto de Flávio Colker</p></div>
<p>No diálogo com a tradição da música brasileira, Roberta recupera antigos sambas e exerce uma de suas especialidades como cantora: emprestar sua juventude a velhos sambas buliçosos, como aquele que a tornou conhecida, “A vizinha do lado”, de Dorival Caymmi (canção que integrou a trilha sonora da novela “Celebridade, em 2003). Nos discos e nos shows há o frescor da voz de Roberta Sá e a busca não da modernidade pela modernidade ou da tradição pela tradição, mas do belo, da forma melhor de dizer aquelas melodias e palavras, das invenções e surpresas em cada canção.</p>
<p><strong>Relação das músicas do DVD “Pra se ter alegria” (2009) </strong><br />
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)<br />
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)<br />
3. Eu Sambo Mesmo (Janet de Almeida)<br />
4. Interessa? (Carvalhinho)<br />
5. A Vizinha do Lado (Dorival Caymmi)<br />
6. Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro)<br />
7. Casa Pré-Fabricada (Marcelo Camelo)<br />
8. Janeiros (Pedro Luís e Roberta Sá)<br />
9. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)<br />
10. Belo Estranho Dia de Amanhã (Lula Queiroga)<br />
11. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)<br />
12. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)<br />
13. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)<br />
14. Pelas Tabelas (Chico Buarque)<br />
15. Fogo e Gasolina (Pedro Luís e Carlos Rennó)<br />
16. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)<br />
17. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís<br />
18. Laranjeira (Roque Ferreira)<br />
19. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda<br />
20. No Braseiro (Pedro Luís)<br />
21. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2</p>
<p><strong>Relação das músicas do CD “Pra se ter alegria” (2009) </strong><br />
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)<br />
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)<br />
3. Interessa? (Carvalhinho)<br />
4. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)<br />
5. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)<br />
6. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)<br />
7. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)<br />
8. Pelas Tabelas (Chico Buarque)<br />
9. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)<br />
10. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís<br />
11. Laranjeira (Roque Ferreira)<br />
12. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda<br />
13. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2<br />
14. No Braseiro (Pedro Luís)</p>
<p><strong>“Encontros” (disponíveis para download no CD e em vídeo no DVD): </strong><br />
1. Mambembe (Chico Buarque). Participação Especial: Chico Buarque e Marcello Gonçalves<br />
2. Peito Vazio (Cartola / Elton Medeiros). Participação Especial: Ney Matogrosso e Trio 3. Madeira Brasil<br />
3. Eu Já Não Sei (Domingos Gonçalves / Carlos Gonçalves). Participação Especial: António Zambujo, Yamandú Costa e Ricardo Cruz<br />
4. Modinha (Tom Jobim / Vinícius de Moraes). Participação Especial: Yamandú Costa.</p>
<p><strong>Music Hall – Sábado &#8211; Dia 24 de outubro<br />
Roberta Sá</strong><br />
Original do Brasil – A Festa<br />
Encerramento: Zumberê e DJ Dread</p>
<p>Abertura da casa – 22 horas.</p>
<p><strong>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)</strong></p>
<p><strong>Pista </strong><br />
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia) &#8211; ESGOTADO<br />
2º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)</p>
<p><strong>Camarote </strong><br />
1º lote &#8211; R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)<br />
2º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)</p>
<p><strong>Mesa 1º Piso*</strong><br />
1º lote &#8211; R$ 70,00<br />
2º lote &#8211; R$ 80,00<br />
3º lote &#8211; R$ 90,00<br />
4º lote &#8211; R$ 100,00</p>
<p>* Valor Individual. Não há meia -entrada para este setor.</p>
<p>Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p>Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.<br />
<strong><br />
Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br<br />
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Living Colour faz show dia 18 de outubro no Music Hall]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/living-colour-faz-show-dia-9-de-outubro-no-music-hall/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:50:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/living-colour-faz-show-dia-9-de-outubro-no-music-hall/</guid>
<description><![CDATA[Grupo de Hard Rock passa por Belo Horizonte com nova turnê brasileira LivingColour - Foto de Bill Be]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>Grupo de Hard Rock passa por  Belo Horizonte com nova turnê brasileira</em></p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 369px"><img class="size-full wp-image-303" title="LivingColour 1 by Bill Bernstein" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/livingcolour-1-by-bill-bernstein.jpg" alt="LivingColour - Foto de Bill Bernstein" width="359" height="450" /><p class="wp-caption-text">LivingColour - Foto de Bill Bernstein</p></div>
<p>A banda norte americana de hard rock, Living Colour, sobe ao palco do Music Hall (Av. do Contorno, 3239 &#8211; Santa Efigênia), no dia 18 de outubro (domingo), para apresentar o novo show baseado na turnê The Chair In The Doorway. Canções como Burned Bridges, The Chair e Young Man, presentes no novo álbum, prometem animar o público. Além disso, Vernon Reid (guitarras); Corey Glover (vocais); William Calhoun (bateria) e Doug Wimbish (contrabaixo) também devem tocar alguns hits que marcaram o grupo nestes 25 anos de carreira, como Cult of Personality e Open Letter.</p>
<p>O Living Colour tem uma trajetória marcada mais pela preocupação com a qualidade e coerência artística do que com modismos comerciais. Mistura musical e racial, fusões ricas de ritmos e sons, que acabaram se transformando em sucesso de público e crítica.</p>
<p>O grupo veio pela primeira vez ao Brasil em 1992, para a terceira edição do Hollywood Rock. Apesar de não ser tratado pela organização do evento como a maior atração, roubou a cena com seu som contagiante e uma fez apresentação vibrante e barulhenta. O quarteto voltou mais algumas vezes ao país, como em 2004 e 2007.</p>
<p>Agora, a banda apresenta a turnê do novo e aguardado álbum de estúdio, The Chair In The Doorway, gravado após hiato de cinco anos. O lançamento mundial foi  nos Estados Unidos, dia 15 de setembro, e em seguida seguem as apresentações no Brasil. Além de Belo Horizonte, já estão confirmados shows em São Paulo (dia 15 de outubro) e Rio de Janeiro (16 de outubro).</p>
<p><strong>LIVING COLOUR </strong><br />
A banda surgiu na cena hard rock mundial em 1984. A formação original trazia Vernon Reid, guitarrista inglês radicado nos Estados Unidos, o baterista William Calhoun, o baixista Muzz Skillings e o vocalista Corey Glover.</p>
<p>Desde o início, o Living Colour veio para marcar presença no rock, seja com uma completa fusão de ritmos, seja revirando conceitos e pré-conceitos que dominavam o meio musical em uma época que bandas integradas somente por negros não tinham muito espaço e ficavam restritas ao cenário hip-hop. Mas de nada teria adiantado o discurso anti-segregação racial se não houvesse também uma boa fundamentação musical, o que ocorria no LC. Seus integrantes, músicos advindos do jazz, passeavam também por elementos do rock, funk, punk, rap, heavy metal e, com facilidade, ganharam fama nos principais clubes de Nova York.</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_304" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-304" title="LivingColour 2 by Bill Bernstein" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/livingcolour-2-by-bill-bernstein.jpg?w=300" alt="Living Colour - Foto de Bill Bernstein" width="300" height="239" /><p class="wp-caption-text">Living Colour - Foto de Bill Bernstein</p></div>
<p style="text-align:left;">A sorte também foi fundamental para a banda, que ganhou destaque após o músico Mick Jagger assistir apresentação em um dos clubes. O popstar, então, decidiu produzir a demo da banda, que logo chegou a Gravadora Epic. Mr. Jagger também participaria do álbum de estréia: Vivid (1988). Na turnê, o LC ficou responsável por abrir os shows dos Rolling Stones e logo a música Cult of Personality virou hit absoluto, dando a banda o Grammy 89 de “melhor performance de hard rock”. Na seqüência, o grupo lançou seu segundo álbum: Time´s Up. Como no primeiro, muita inspiração e ecletismo estavam presentes e resultaram em mais um Grammy.</p>
<p>No entanto, as mudanças causadas por opiniões divergentes também fazem parte da história da banda e em 1992 o baixista Skillings resolveu abandonar o LC, sendo substituído por Doug Wimbish, um dos pioneiros do contrabaixo no hip-hop.</p>
<p>Em 1993, mais um lançamento fonográfico: Stain, visto com o trabalho mais “pesado” do Living Colour e também de repercussão mais discreta. Em 1994, sem muitas explicações e às portas da gravação do quarto álbum, Vernon Reid, líder fundador da banda, deixa os parceiros, encerrando o primeiro ciclo do Living Colour, já que sem ele os outros integrantes não quiseram continuar.</p>
<p>Foram seis anos de separação em que os músicos se dedicaram a outras bandas e a trabalhos individuais. Até que em 2000 se juntaram para apresentações no CBGB, clube de Nova York onde tudo havia começado. Grande parte dos créditos pelo ressurgimento da banda é atribuída aos próprios fãs, sobretudo aos brasileiros com os quais o baterista Calhoun teve muito contato devido a suas viagens sucessivas ao país. CollideOscope, álbum de 2003, refletiu a nova fase, com a soma de elementos eletrônicos à sonoridade da banda (apesar do resultado final não ter agradado muito aos músicos).</p>
<p>Agora, o grupo apresenta o álbum “The chair in the doorway” com as seguintes faixas: Burned Bridges, The Chair, DecaDance, Young Man, Method, Behind The Sun, Bless Those, Hard Times, Taught Me, Out Of Mind e Not Tomorrow.</p>
<p><strong>PÁGINA DO LIVING COLOUR (MYSPACE):</strong><br />
http://www.myspace.com/livingcolourmusic</p>
<p><strong>Music Hall – Sexta-feira &#8211; Dia 18 de outubro </strong><br />
Living Colour</p>
<p>Abertura da casa – 22 horas.</p>
<p>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)</p>
<p><strong>Pista </strong><br />
1º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)<br />
2º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)</p>
<p><strong>Camarote </strong><br />
1º lote &#8211; R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)<br />
2º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$ 60,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 140,00 (inteira) / R$ 70,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia)</p>
<p style="text-align:left;">Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p>Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.</p>
<p>Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br<br />
<strong>Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907</strong></p>
<p style="text-align:center;"><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ELZA SOARES &amp; FAROFA CARIOCA APRESENTAM O SHOW “COMPULSIVOS E A PERIGOSA”, NO MUSIC HALL, EM BH]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/02/elza-soares-farofa-carioca-apresentam-o-show-%e2%80%9ccompulsivos-e-a-perigosa%e2%80%9d-no-music-hall-em-bh/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 14:32:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/02/elza-soares-farofa-carioca-apresentam-o-show-%e2%80%9ccompulsivos-e-a-perigosa%e2%80%9d-no-music-hall-em-bh/</guid>
<description><![CDATA[A grande diva da MPB, Elza Soares, sobe ao palco do Music Hall, em Belo Horizonte, no dia 2 de outub]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A grande diva da MPB, Elza Soares, sobe ao palco do Music Hall, em Belo Horizonte, no dia 2 de outubro (sexta-feira), ao lado de uma das mais empolgantes bandas cariocas surgidas nos anos 90: Farofa Carioca.</p>
<p>Na abertura da noite, a banda O Vento e os DJs do projeto SamBaCana Groove botam todo mundo pra sacolejar na pista, nesta 1ª. Calourada Unificada da UEE, a União Estadual dos Estudantes. O evento integra o projeto Skol Música nas Universidades, que já passou por várias cidades de Minas Gerais, levando os cantores Nando Reis e Lilian Nunes.</p>
<div id="attachment_298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-298" title="Elza Soares &#38; Farofa Carioca" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/elza-soares-farofa-carioca.jpg?w=300" alt="Elza Soares &#38; Farofa Carioca - Foto de Felipe Aragão" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Elza Soares &#38; Farofa Carioca - Foto de Felipe Aragão</p></div>
<p>A carreira de Elza Soares sempre foi pontuada pelo desejo de inovação constante, destacando-a como intérprete refinada e de técnica imbatível. “Eu estava fazendo um show em São Paulo há alguns anos quando fui abordada. Havia um comunicado de que alguns integrantes de uma banda chamada Farofa Carioca estavam com vontade de me conhecer. A partir daí, começamos a nos falar esporadicamente. Passei a conhecer o som deles, que é muito fiel à ‘carioquice’. Eles são uma esperança de renovação para toda uma geração que está surgindo. Uma mistura espetacular de sons. Fiquei super satisfeita com o convite para fazer a Europa com a galera. Lá eu percebi o quanto temos afinidades sonoras”, conta a cantora.</p>
<p><strong>Farofa Carioca</strong><br />
O Farofa acaba de completar 11 anos de formação e atualmente conta com Mário Broder no vocal, Sérgio Granha (baixo), Sandro Márcio (tantan), Valmir Ribeiro (cavaquinho), Welligton Coelho (percussão), Carlos Moura (trombone), além de ter sempre artistas convidados, como Caesar Barbosa (guitarra), Isaías Benedito (trompete), Aldo Rodrigues (bateria) e Ricardo Muralha (VJ).</p>
<div id="attachment_299" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-299" title="farofa_estudio02" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/farofa_estudio02.jpg?w=300" alt="Farofa Carioca - Foto de José Acefedo" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Farofa Carioca - Foto de José Acefedo</p></div>
<p>Para este show, o Farofa preparou juntamente com a cantora um repertório com canções do último CD da banda, intitulado “Tubo de ensaio”. Também vão ser interpretados sucessos da carreira de Elza Soares e outras canções como “Pare e pense”, tema inédito do grupo, “Minissaia”, “W/Brasil”, “Mas Que Nada”, “A Carne”, “Alô, Alô” e “Vou Apertar, Mas Não Vou Acender Agora”.</p>
<p>“O que este show tem de bacana é a honra de trabalhar com uma pessoa tão importante para a MPB, pois a vivência da Elza nos ajuda a trilhar e conceituar nossa música. A Elza é extremamente moderna e transgressora. Artistas assim nos tiram do lugar comum e nos levam a nos lançar nas diferenças e nas diversidades”, diz Sérgio.</p>
<p>“O mais especial deste projeto para mim é poder dividir o palco com essa entidade, que é a Elza Soares. Quando estamos juntos no palco, ela está sempre apontando o caminho para seguirmos juntos na interpretação. Eu olho para ela e enxergo um espelho para o meu futuro. Nós gostamos de dizer a mesma coisa. O Farofa com a Elza carrega uma preocupação, um bem estar e um desejo que tudo melhore para o nosso<br />
semelhante, por isso o nosso repertório é bem reflexivo e contestador”, completa o baixista.</p>
<p>“Nós do Farofa somos compulsivos por música, pelo desejo de inovação e pelo ser humano. Já Elza é perigosa, pela garra com a qual ela sobreviveu todos esses anos, sustentando uma belíssima carreira, além da vitalidade e brasilidade. Sempre contemporânea! Aguardem! Juntos faremos muito sons para vocês!”, diz Mário.</p>
<p><strong>O Vento</strong><br />
A história da banda começa em 2001. Com Richardson nos vocais e guitarra, André Melo na bateria, Mario Gonzaga no contrabaixo e Othon de Saboia nos teclados, as primeiras apresentações ocorreram principalmente na UFMG.</p>
<p>Desde então, a banda já gravou dois álbuns e se apresentou em diversas casas de show de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais. O grupo tem em seu repertório clássicos da MPB e do rock’n’roll. Neste show, serão apresentadas músicas de artistas como Jorge Ben Jor, Vinicius de Moraes e Tom Jobim, Zé Ramalho, Tim Maia e Titãs, além de Bob Dylan, BoB Marley e Beatles.</p>
<p><strong>Music Hall – Sexta-feira &#8211; Dia 02 de outubro </strong><br />
Elza Soares &#38; Farofa Carioca<br />
Abertura: O Vento + Djs SamBaCana Groove<br />
Abertura da casa: 22 horas.</p>
<p>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO)</p>
<p><strong>Pista</strong><br />
1º lote – R$ 30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)<br />
2º lote –R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia)<br />
3º lote -R$50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)<br />
4º lote -R$60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)</p>
<p><strong>Camarote</strong><br />
1º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$25,00 (meia)<br />
2° lote &#8211; R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia)<br />
3° lote &#8211; R$70,00 (inteira) / R$35,00 (meia)<br />
4° lote &#8211; R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)</p>
<p>Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p>Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212. (Consultar taxa de conveniência).</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.</p>
<p><strong>Outras informações &#8211; Telefone: 3461-4000 e www.musichallbh.com.br</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Music: RSNO ]]></title>
<link>http://thekiosque.com/2009/09/27/music-rsno/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 12:13:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>thekiosque</dc:creator>
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<description><![CDATA[Thursday 1 October | Music Hall | 7.30pm | £8.50-£19 (£5 for under 26s) The Royal Scottish National ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Thursday 1 October | Music Hall | 7.30pm | £8.50-£19 (£5 for under 26s) The Royal Scottish National ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comedy: Ennio Marchetto]]></title>
<link>http://thekiosque.com/2009/09/24/comedy-ennio-marchetto/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 08:23:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>thekiosque</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tuesday 29 September | Music Hall | 8pm | £16 This is a bit different to yer usual comedy night. Ita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tuesday 29 September | Music Hall | 8pm | £16 This is a bit different to yer usual comedy night. Ita]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jerry Lee Lewis em BH]]></title>
<link>http://desbloqueiomental.wordpress.com/2009/09/22/jerry-lee-lewis-em-bh/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:48:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>feliperene</dc:creator>
<guid>http://desbloqueiomental.wordpress.com/2009/09/22/jerry-lee-lewis-em-bh/</guid>
<description><![CDATA[Esse texto é de autoria da digníssma Ana Cecília Nogueira, conhecida também como Aninha ou até mesmo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Esse texto é de autoria da digníssma Ana Cecília Nogueira, conhecida também como Aninha ou até mesmo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jota Quest retorna a BH com a turnê "La Plata"]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/09/22/jota-quest-retorna-a-bh-com-a-turne-la-plata-2/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:33:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/09/22/jota-quest-retorna-a-bh-com-a-turne-la-plata-2/</guid>
<description><![CDATA[Apresentação única no Music Hall terá surpresas no repertório e interatividade total nos celulares e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>Apresentação única no Music Hall terá surpresas no repertório e interatividade total nos celulares e internet</em></p>
<p style="text-align:left;">Depois de mais de 100 apresentações por todo o Brasil e também nos EUA, os mineiros do Jota Quest voltam a Belo Horizonte divulgando o álbum “La Plata”. Para comemorar a onda de sucesso, a banda faz show pela primeira vez na casa de espetáculos Music Hall, na próxima sexta, dia 25 de setembro. A apresentação promete ser histórica, pois, além de repertório diferenciado, marca o lançamento de diversas ações envolvendo internet e telefonia móvel – transmissão ao vivo pela web, canal SMS e promoções via bluetooth.</p>
<p>Rogério Flausino (vocalista), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria), Marcio Buzelin (teclados) e Marco Túlio Lara (guitarra) prometem apresentar canções do “La Plata”, hits e alguns lados B, além de tocarem, pela primeira vez uma nova versão para um clássico do Roberto Carlos – a música será incluída no especial Roberto Carlos Rock Simphony, a ser gravado em 2010. &#8220;A idéia de tocar no Music Hall pintou principalmente por ser uma casa mais aconchegante e a gente poder ficar mais perto da galera. Isso faz uma falta danada”, comemora Rogério Flausino, destacando o clima intimista do evento.</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-259" title="Jota Quest por Weber Padua 2" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/jota-quest-por-weber-padua-2.jpg?w=300" alt="Jota Quest - Foto de Weber Padua " width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Jota Quest - Foto de Weber Padua </p></div>
<p style="text-align:left;">O Jota Quest segue colhendo os frutos do elogiado CD “La Plata”, lançado em outubro de 2008. Depois de emplacar os hits &#8220;La Plata“ e &#8220;Vem Andar Comigo&#8221;, o terceiro single do álbum, &#8220;Seis e Trinta&#8221;, já está em alta rotação nas rádios pop/rock e ganhou videoclipe, dirigido por Gringo Cardia. O primeiro álbum em espanhol do Jota Quest também está a caminho – deve ser lançado em abril na Argentina, pela Sony Music.</p>
<p><strong>Interatividade</strong><br />
A apresentação do dia 25, marca uma nova etapa na carreira do Jota Quest. Em parceria com a revista Ragga, o evento terá transmissão ao vivo pela web – tanto no site oficial da banda, (www.jotaquest.com.b), quanto pelo site da Ragga, dentro do portal UAI (WWW.uai.com.br). A banda aproveita a ocasião para lançar oficialmente o seu canal SMS, com notícias, agenda, promoções e dicas diárias. A interatividade não para por aí: durante o show, serão distribuídos autógrafos virtuais e imagens exclusivas para o público, que também participa de sorteios de brindes: tudo via Bluetooth, nos celulares. As atividades envolvendo telefonia móvel são desenvolvidas pela empresa mineira Aliás Mobile.</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_258" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-258" title="Jota Quest por Weber Padua 1" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/09/jota-quest-por-weber-padua-1.jpg?w=300" alt="Jota Quest - Foto de Weber Padua " width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Jota Quest - Foto de Weber Padua </p></div>
<p style="text-align:left;"><strong>Jota Quest SMS</strong><br />
Canal de notícias, dicas, promoções e informações sobre a banda, no celular. Para participar, deve-se enviar “Jota Quest” para 49810. Por enquanto, o serviço está disponível para as operadoras Claro, CTBC, Oi e Vivo. Valores entre R$ 0,10 e R$ 0,15.</p>
<p><strong>Aliás Mobile</strong><br />
A Aliás Mobile é a divisão de marketing digital especializada em dispositivos móveis da Aliás Comunicação. A empresa é pioneira na utilização de novas tecnologias que integram a internet ao celular e uma das líderes, no Brasil, de aplicativos voltados ao entretenimento através do iPhone, na iTunes Store. Entre os clientes estão a Rádio Mix FM de São Paulo, Grupo JB do Rio de Janeiro, banda Jota Quest, Universidade Estácio de Sá, Takenet e Vivo (Geração e publicação de canais de notícias).</p>
<p style="text-align:left;">Conheça mais em: <a href="www.aliasmobile.com.br" target="_blank">www.aliasmobile.com.br</a></p>
<p><strong>Music Hall – Sexta-feira &#8211; Dia 25 de setembro </strong><br />
Jota Quest – Turnê La Plata<br />
Abertura da casa – 22 horas.</p>
<p>Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)</p>
<p><strong>Pista </strong><br />
1º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$30,00 (meia) (ESGOTADO)<br />
2º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$60,00 (meia)</p>
<p><strong>Camarote*</strong><br />
1º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia) (ESGOTADO)<br />
2º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$60,00 (meia)<br />
3º lote – R$ 140,00 (inteira) / R$70,00 (meia)<br />
4º lote – R$ 160,00 (inteira) / R$80,00 (meia)</p>
<p>* Valor individual.</p>
<p>Classificação Etária: 18 anos.</p>
<p>Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212. (Consultar taxa de conveniência).</p>
<p>Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.</p>
<p><strong>Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e <a href="http://www.musichallbh.com.br" target="_blank">www.musichallbh.com.br</a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Teatro Mágico apresenta “O 2° ATO” no Music Hall, em BH]]></title>
<link>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/o-teatro-magico-apresenta-%e2%80%9co-2%c2%b0-ato%e2%80%9d-no-music-hall-em-bh/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 14:29:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdacl</dc:creator>
<guid>http://blogdacl.wordpress.com/2009/10/14/o-teatro-magico-apresenta-%e2%80%9co-2%c2%b0-ato%e2%80%9d-no-music-hall-em-bh/</guid>
<description><![CDATA[O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos A trupe do “O Teatro Mágico” volta a Belo Horizonte para a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><img class="size-full wp-image-320 " title="OTeatroMagico por Vinicius Campos 1" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/oteatromagico-por-vinicius-campos-1.jpg" alt="O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos" width="245" height="368" /><p class="wp-caption-text">O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos</p></div>
<p>A trupe do “O Teatro Mágico” volta a Belo Horizonte para apresentar o álbum &#8220;Segundo Ato&#8221; no dia 17 de outubro, sábado, no Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia). Na web brasileira, o disco já bateu recorde absoluto em relação a downloads, com mais de um milhão de transferências.</p>
<p>O espetáculo “O Teatro Mágico: Segundo Ato” se propõe a entrar mais a fundo nos debates que cercam as desigualdades sociais e as questões que rondam a pós-modernidade. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet e defendendo a bandeira da musica livre, o Teatro Mágico se apresenta com um perfil de questionamento e protesto.</p>
<p><strong>O Teatro Mágico </strong><br />
O grupo foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor. De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas &#8220;consagradas&#8221; não conseguiram ainda. O “boca a boca” e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, que faz com que “O Teatro Mágico” venha se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.</p>
<p>Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano. As canções são intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de clown (palhaço), que trazem a idéia do &#8220;personagem interno&#8221; escondido em cada pessoa.</p>
<p>Fernando Anitelli e trupe já estão na estrada há cerca de cinco anos. Ao longo deste caminho, o título do primeiro álbum, “O Teatro Mágico: Entrada para Raros”, acabou se transformando em algo maior do que o próprio sobrenome do músico e compositor. Hoje, Anitelli apresenta a companhia artística “Teatro Mágico” e leva para o palco não só um conceito de arte, mas também o debate em favor da música livre e da “pirataria saudável”.</p>
<p>Em 18 de Junho de 2008, três anos depois do lançamento de seu primeiro álbum, “O Teatro Mágico” fez o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, intitulado “O Teatro Mágico: Segundo Ato”.</p>
<p>As canções foram divulgadas previamente no site da Trama Virtual quebrando todos os recordes de downloads até então. Em menos de 48 horas, foram mais de 600 mil downloads. O primeiro cd da companhia artística, “Entrada para Raros”, já vendeu cerca de 130.000 cópias e o “Segundo Ato” já emplaca o número de 23.000 discos vendidos.</p>
<p><strong>O “Segundo Ato” </strong><br />
As composições escolhidas para o “Segundo Ato” colocam em debate o homem e a sociedade na qual vive. Para Anitelli, “no primeiro espetáculo, a trupe estava imersa num universo fantasioso onde cores e magia nos trazia a sensação de que tudo é possível. Havia um ‘quê’ de encantamento”.</p>
<p>Paralelamente, Anitelli explica que nesta nova fase, é como se a trupe chegasse à cidade e se deparasse com as questões urbanas, como o cotidiano dos cidadãos de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “O Mérito e o Monstro”.  “Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV da atualidade. Esta idéia está retratada na música ‘Xaneu N 5’, gravada com participação do cantor Zeca Baleiro”, conta.</p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-321 " title="Teatro Mágico 2 - Crédito Vinicius Campos" src="http://blogdacl.wordpress.com/files/2009/10/teatro-magico-2-credito-vinicius-campos.jpg?w=300" alt="Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos</p></div>
<p>No palco, os artistas circenses complementam o discurso feito pelas canções do “Segundo Ato” com números novos, como a corda indiana (aparelho de circo cuja imagem já nos remete a movimentos mais “ariscos”, que desafiam a força e o equilíbrio do homem no ar). Além disso, algumas poesias inéditas serão declamadas pelo próprio Anitelli e alguns textos do livro “O Teatro Mágico em Palavras” serão encenados pelo elenco.</p>
<p>Numa abordagem poética e lírica, a música “Pena” revela o sentimento do artista diante da matemática da arte, da luta diária entre “vender” ou “se vender” perante o sistema capitalista. E, dentro de todo esse universo de interrogações e subversões, Anitelli vai tecendo várias linhas de raciocínio e convida seu público a mergulhar no cerne das questões que levanta em cada canção.</p>
<p>Ao final do espetáculo, a trupe defende a igualdade e a busca racional por soluções pertinentes aos problemas da sociedade pós-moderna. E prega que a fé existente dentro de cada ser humano é a engrenagem maior para a superação dos limites internos e externos. Assim, Anitelli entoa “Sonho de Uma Flauta”, como se dissesse a seu público: “Sigamos em frente, lutemos, que tudo é possível de se realizar”.</p>
<p><strong>Music Hall – Sábado – 17 de Outubro de 2009<br />
O Teatro Mágico – “O Segundo Ato”</strong><br />
Abertura da casa: 22 horas.<br />
Show Teatro Mágico: a partir das 23h30.<br />
Classificação Etária: 16 anos.</p>
<p><strong>Ingressos </strong></p>
<p>(VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME DISPONIBILIDADE DOS LOTES):</p>
<p><strong>Pista</strong><br />
1º Lote R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)* &#8211; ESGOTADO<br />
2º Lote R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia-entrada)* &#8211; ESGOTADO<br />
3º Lote<br />
R$60,00 (inteira) /<br />
R$30,00 (meia-entrada)* &#8211; ESGOTADO</p>
<p><strong>Pista / Valores promocionais condicionados a entrega de 1Kg de alimento não perecível na portaria do evento (exceto sal e fubá)</strong><br />
1º Lote R$30,00 &#8211; ESGOTADO<br />
2º Lote R$35,00 &#8211; ESGOTADO<br />
3º Lote R$40,00</p>
<p><strong>Camarote</strong><br />
1º lote R$ 40,00 (inteira)** &#8211; ESGOTADO<br />
2º lote R$ 50,00 (inteira)**</p>
<p>*Salientamos que para os estudantes é necessário a apresentação da carteirinha no momento da entrada para o espetáculo; idosos e professores da rede pública também podem comprar ingressos tipo “meia”, com a obrigatoriedade da apresentação de documentação comprobatória na entrada das apresentações. Crianças até 5 anos NÃO pagam e acima de 6 anos pagam MEIA entrada.</p>
<p>** Não haverá meia-entrada no camarote.</p>
<p>Venda de Ingressos:<br />
Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas, Loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Mega Store BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212,</p>
<p><strong>Sorvetes Salada (apenas camarote):</strong><br />
Av. Professor Mário Werneck, 1331. Bairro: Buritis &#8211; Belo Horizonte/MG<br />
Av. Contorno, 6326, Loja 06/07. Bairro: Funcionários &#8211; Belo Horizonte/MG<br />
Av. Presidente Carlos Luz, 3001. Bairro: Caiçara &#8211; Belo Horizonte/MG<br />
Av. André Cavalcanti, 602. Bairro: Gutierrez &#8211; Belo Horizonte/MG<br />
www.sorvetesalada.com.br</p>
<p><strong>Outras informações &#8211; Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le "Variétés"]]></title>
<link>http://alinemarche.wordpress.com/2009/10/13/le-varietes/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:38:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>alinemarche</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ancien Music-hall inauguré en 1937, le Variétés était considéré comme l&#8217;un des bâtiment les pl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ancien Music-hall inauguré en 1937, le Variétés était considéré comme l&#8217;un des bâtiment les plus modernes techniquement de son époque et du continent. Il possédait notamment un toit ouvrant, un plateau de scène tournant, une fosse d&#8217;orchestre ascendante, un poste opérateur logé dans le faux plafond et une salle de projection. A cela s&#8217;ajoutait d&#8217;autres modernisations pour le confort du public comme la climatisation etc. Reconverti en 1961 en cinérama, il ferma définitivement ses portes en 1983. Depuis squatteurs et certainement quelques incendies et vols auront eu raison de cet ancien bijou architectural belge. Aujourd&#8217;hui il ne reste qu&#8217;une salle vidée de ses sièges, béton apparent, scène totalement affaissée, et de quelques salles sombres et humides digne d&#8217;un décor de film d&#8217;horreur. A l&#8217;intérieur restent les survivants de ces dégâts, quelques bobines de films, des affiches et tickets. Les machines ayant été certainement revendues ou volées&#8230;</p>
<p>Voici les deux premières photos, il y en aura peut-être une petite troisième de la salle, mais il faisait tellement sombre que c&#8217;était dur d&#8217;obtenir ce que je voulais et à vrai dire être face à ce lieux vidé de son identité ça me bloquait un peu.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2642/4007963293_d5feb7b01a_o.jpg" alt="" width="665" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2479/4009120498_0fe1c1a555_o.jpg" alt="" width="665" height="1000" /></p>
<p>Bizarre de voir comment les gens ont cette tendance a vite oublier et même souhaiter oublier ces lieux qui ont fait partie de leur Histoire de progrès, ça a une forme de négationnisme je trouve&#8230; Enfin je dis également ça en référence à un site que l&#8217;on m&#8217;a partagé ce matin qui consiste à voter pour &#8220;le bâtiment le plus laid de Belgique, pour rendre le pays soit disant plus beau&#8221;. Tout ça dans un but unique de marketting et de trouver de nouveaux clients&#8230;</p>
<p>Pour dénoncer cette aberration je vous propose donc d&#8217;aller sur le site et de voter pour l&#8217;adresse du siège social de cette société, peut-être cela les aidera-t-ils à leur ouvrir les yeux sur leur comportement stupide. L&#8217;adresse du site est celle-ci:</p>
<p><a title="http://www.lebatimentlepluslaid.be/" href="http://www.lebatimentlepluslaid.be/">http://www.lebatimentlepluslaid.be/</a> et il vous suffit de taper cette adresse: <strong>Brusselsesteenweg 220, 1785 Brussegem </strong>, ensuite de choisir <strong>&#8220;Jan Stallaert&#8221; le premier choix</strong>, celui qui a le plus grand nombre de voix afin de faire monter les votes et de faire réagir la société.<strong> </strong></p>
<p>En bonus et pour les dénoncer, pour faire leur pubs ils utilisent des vidéos où l&#8217;ont peut les voir détruire les forges de Clabecq, en disant que ces lieux n&#8217;ont aucune qualité architecturale est valeur. Peut-être oublient-ils la dimension historique mais aussi sociale que représentent ces lieux, qui étaient source de travail et d&#8217;économie pour le pays&#8230; Bref, vive l&#8217;imbécilité et le négationnisme capitaliste&#8230; Ce genre de comportement me dégoûte réellement. Pour ceux qui agiront, je les remercies.</p>
<p>voici la vidéo: <a title="http://www.lebatimentlepluslaid.be/pourquoi.html" href="http://www.lebatimentlepluslaid.be/pourquoi.html">http://www.lebatimentlepluslaid.be/pourquoi.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[The Muse; geen schaduw van the Verve of Anthony &amp; The Johnsons, laat staan van Ravel!]]></title>
<link>http://egobert.wordpress.com/2009/10/08/the-muse-geen-schaduw-van-the-verve-of-anthony-the-johnsons-laat-staan-van-ravel/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 06:28:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>egobert</dc:creator>
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<description><![CDATA[Het fijne van in oktober jarig zijn, is dat de avonden donker zijn. Tijd voor boeken, DVD’s en plate]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-434 alignright" title="ash" src="http://egobert.wordpress.com/files/2009/10/ash.jpg" alt="ash" width="124" height="106" />Het fijne van in oktober jarig zijn, is dat de avonden donker zijn. Tijd voor boeken, DVD’s en platen. Ik kreeg een enorme hoeveelheid boeken voor mijn verjaardag, weinig platen maar gelukkig veel geld. Ik vond dit wel grappig. Er staan ruim 500 platen in mijn kast. 200 popplaten, 200 klassieke, 50 jazzplaten en 50 albums Piaf, Sinatra, wereldmuziek, e.d., maar mensen associeren me kennelijk meer met boeken dan met muziek.<!--more--></p>
<p>Er staat altijd een plaat aan of de ipod met zijn meer dan 500 nummers. Ik heb vandaag het geld dus aangewend voor nieuwe CD’s. Ik zocht herfstavondmuziek. Rustige mooie tapijtjes, al dan niet vocaal, en iets spattends voor tijdens het koken. Want bij het koken moeten de meezingers aan. Muziek is altijd aanwezig in mijn leven, en ik blijf zoeken naar nieuwe dingen, die best heel oud mogen zijn.</p>
<p>Ik had ‘Absent friends’ van The Divine Comedy al gedownload, maar vandaag kocht ik de nieuwe Rufus Wainwright, een album van de wonderschoon zingende Anthony &#38; the Johnsons, de rock van Muse en twee klassieke chill-cd’s: één van Debussy en één van Ravel.</p>
<p>Ik deed het in de namiddag, kort voor zessen, in de verlaten straten van het centrum van Alphen; een dorp, zo in het grijs, zo onder de regen. Het doet me altijd denken aan Nunspeet waar ik 30 jaar geleden een paar jaar woonde. De platen kocht ik op dikke sokken. Die deed ik er speciaal voor aan. Ik had net de werkdag van me afgedoucht en dan vind ik het altijd zo heerlijk met schone voeten in dikke sokken.</p>
<p>Het zijn eigenaardige dingen waar je blij van wordt. Het minst verrassend was de CD van Muse. Een rijzende ster aan het firmament. ‘The resistance’ heet hun plaat. Het album bevat alle ingrediënten die mij zo mopperig over veel hedendaagse popmuziek maken. Herhaling op herhaling; alles is al een keer eerder gedaan.</p>
<p>De jongen van de platenwinkel had de plaat nog wel speciaal aanbevolen. Ik kan me voorstellen dat je het een goed album vindt wanneer je 20 bent. Maar Muse brengt, ofschoon de jongen van de platenwinkel het over een ‘heel eigen sound’ niets nieuws.</p>
<p>Je hoort er van alles in terug. Een teentje U2, een snufje Keane, wat geraspte 80’er en 90’er jaren kaas en tenslotte heel herkenbaar, Queen. Dat geven ze openlijk toe. Keurige jongens dus, zoals alle moderne rockhelden van huis uit fatsoenlijke welvaartskinderen zijn. <em>Suburban son-in-laws. </em></p>
<p>Nee, voor de vernieuwing moet je hier niet zijn. Dan kan je beter gaan buurten bij mensen die zichzelf trouw zijn, zoals Rufus Wainwright en Anthony van the Johnsons. Rustgevend en indringend. En voor het rauwe werk ben ik altijd dol op The Verve met de stoere Richard Ashcroft, die overigens ook aansprekende soloalbums maakte.</p>
<p>Het klassieke werk beantwoordde wel aan mijn verwachting. Met name de elegante Ravel imponeerde. Wat is het eigenlijk een zegen dat je tegenwoordig al die prachtige muziek maar in je huiskamer kunt beluisteren. En het kost bijna niets.</p>
<p>Ik was ook nog op zoek naar de nieuwe versie van ‘Stabat Mater’ van Pergolesi. Zat in het bonnenboekje van de meest recente editie van ‘Aangenaam klassiek’. Maar dat kan je in Alphen aan den Rijn niet kopen. Je moet er voor naar Haarlem, Den Haag of Amsterdam.</p>
<p>Het zegt iets over de ontwikkeling van de muzieksmaak in ons land dat Bach in kleine steden nergens meer te krijgen is, maar Jan Smit wel. Nou, eerst nog maar even een plaat draaien. Met de deur op een kier. Want het is niet koud, en de regen valt romantisch.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nu echt iets boeiends: Karim Eharruyen!]]></title>
<link>http://egobert.wordpress.com/2009/10/06/nu-echt-iets-boeiends-karim-eharruyen/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 06:21:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>egobert</dc:creator>
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<description><![CDATA[‘Zharbia’ heet de CD van Karim Eharruyen. Wie van Marokkaanse, Arabische en Andalusische muziek houd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-429 alignright" title="karim" src="http://egobert.wordpress.com/files/2009/10/karim.jpg" alt="karim" width="111" height="81" />‘Zharbia’ heet de CD van Karim Eharruyen. Wie van Marokkaanse, Arabische en Andalusische muziek houdt, kan deze CD bij de snaarinstrumentalist zelf bestellen. Je waant je in een theesalon in Granada of Marrakech wanneer je de plaat opzet. Ook al omdat er soms plotseling traditionele zigeuner-achtige muziek opduikt. Wie over de grenzen durft te kijken van de muziek, en verder durft te gaan dan de talloze lauwe en uitgekauwde songs die door de ether en in de huiskamers galmen, moet de CD echt zo snel mogelijk aanschaffen. Dat kan via de website van de Marokkaanse musicus, die overigens al 30 jaar in Nederland woont. Hier vindt u de link:  http://www.karimeharruyen.com <!--more--></p>
<p>Ik ontmoette Karim tijdens een van mijn optredens in Utrecht. Ik vroeg hem me te begeleiden op zijn snaarinstrument. Het werd, zoals Pom Wolff het noemde, ‘gewoon een mooi optreden’. Afgelopen zondag vroeg ik hem om op te treden in het theater van Het Klooster in Harderwijk. Alleen. En als begeleider van mij. En het kwam er ook nog van dat hij samenspeelde met een andere favoriet van me, Robin van Vliet (http://www.discogs.com/artist/Robin+van+Vliet), en dat gebeurde op een verrassend speelse en passende manier.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-430 alignright" title="robin" src="http://egobert.wordpress.com/files/2009/10/robin.jpg" alt="robin" width="64" height="96" />Het publiek luisterde geboeid. En dan hebben we het niet over een publiek van louter alto’s en cultuurminnaars. Er zaten rockliefhebbers en Jan Smit-fans tussen. Grappig was ook dat kleine kinderen het zo waardeerden. De 3- en 5-jarige dochter van een goede vriendin begonnen spontaan te dansen, en de jongste probeerde buikschuivend in de buurt van de musici te komen. Ook zij werden geraakt door de 1001 nachten-klank van Karim’s dromerige muziek, die zoals gezegd een merkwaardig goede &#8216;fusion&#8217; vormde met de toetsen van Robin van Vliet (zie afbeelding).</p>
<p>Op zijn site krijgt u trouwens een goede indruk van zijn werk. Karim bouwt zijn instrumenten zelf. Vooral de ud (spreek uit: oet) is een handelsmerk. Sinds kort moeten blogs betalen voor muziek die ze plaatsen. Dat ontneemt mij de mogelijkheid om fragmenten te laten horen. Maar wees gerust. U koopt geen gat in de zak. En nog slimmer is het wanneer u Karim gewoon eens een avond uitnodigt voor een optreden. De prijs is redelijk, en u geeft geen cent te veel uit.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jay Pritzker Pavilion]]></title>
<link>http://ianzubiri.wordpress.com/2009/10/03/jay-pritzker-pavilion/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 15:22:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>ianzubiri</dc:creator>
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<description><![CDATA[The Jay Pritzker Pavilion is home to the Grant Park Music Festival and other free concerts and event]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i356.photobucket.com/albums/oo7/ianzubiri/Chicago%20Millenium%20Park%202/IMG_1277_web.jpg" alt="Jay Pritzker Pavilion" width="500px" height="333px" /></p>
<p>The Jay Pritzker Pavilion is home to the Grant Park Music Festival and other free concerts and events. It was named in memory of Chicago business leader Jay Pritzker, who with his wife Cindy, established the Pritzker Architecture Prize in 1979.dth</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Champagne Charlie and the Problem of the Axe]]></title>
<link>http://melstingray.wordpress.com/2009/10/01/champagne-charlie-and-the-problem-of-the-axe/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 20:26:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melanie Venables</dc:creator>
<guid>http://melstingray.wordpress.com/2009/10/01/champagne-charlie-and-the-problem-of-the-axe/</guid>
<description><![CDATA[N Quentin Woolf I change the head of my axe; then, some time later, I change the haft. Is it still m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><strong><em>N Quentin Woolf</em></strong></p>
<p>I change the head of my axe; then, some time later, I change the haft. Is it still my axe? So the logic problem goes.</p>
<p>A friend mentioned in passing that she had assumed the trusteeship of a music hall. I felt sure I must have misheard her. A music hall, in the age of YouTube? It’s five streets away, she said.</p>
<p>Had I troubled to think about it at all, I suppose I’d have presumed music halls to have gone the way of bear-baiting, hoop-rolling and square tennis racquets. Against all the odds, though, here was a functioning specimen still operating in the East End. A cultural dinosaur, on the loose in Whitechapel. Without delay, I tooled down from my bolthole in Brick Lane to take a squint.</p>
<p><em>En route</em>, I summoned forth the sum of my music hall knowledge. Variety, right? Low-brow turns? But what was it, really, that one wouldn’t now find in a Huddersfield working men’s club, or, albeit with white tigers and a light show, any Saturday night in Vegas? I wasn’t sure. As a shared cultural experience, it seems to rest just beyond the furthest fringes of first-hand memory, at least among the oldest folk I know. I remember them reeling off the big variety show names – the Charlie Chesters, Arthur Ashes and Tommy Trinders (alliteration apparently being prerequisite for stardom, back in the day), but seem to have cinema for their main cultural jumping-off point; talkies, at that. If music hall figured at all for the baby-boomers, it’s never come up in conversation; rather, they report being shipped off to the pictures of a Saturday morning for an imbalanced diet of American cartoon, American Western and jolly British newsreel: the same menu served up by the Beeb on schoolnights in my day. Myself, I nursed a vague notion of music hall, which, when held up to the light, turned out to be nothing more than an agglomeration of contemporary notions: the stage comedian in <em>The Fast Show</em>, scenes from twenty-first century films about magicians – sources of dubious veracity, at best.</p>
<p>The trip, down back streets of Whitechapel, through gullies of dilapidated warehousing, ply-boarded shops and bleak tenement blocks, seemed ever less likely to culminate in finding a building built for mirth and amusement. An abattoir, yes; a bombsite, abandoned since the Blitz and now home to rat-filled furniture and the odd gangland corpse, maybe. But I’d gone the back way. The turning of a corner, and – presto – I found myself on a row of housing remarkable for its Georgian neatness, but for little else. This, according to my map, was where I’d find Wilton’s Music Hall. And so I did, behind a set of wooden double doors which were either stripped or rotting, and possibly both.</p>
<p>The initial impression was of having arrived, somehow, in a Wiltshire barn conversion. Stone flagging; exposed brick. A rustic wood staircase at the centre of the lobby cut up between low timber beams to what one instinctively felt would be a spacious, Habitat-furnished bedroom with a nice view of the Marlborough Downs. I actually had to glance back through the crack of the closing doors to convince myself I wasn’t the butt of another of those tiresome teleportation jokes. Inside, an owlish lady who didn’t know where anything was, and apologised profusely for it, handed out leaflets describing where things were. She’d lost her pen. Already, there was something reassuringly British about the place.</p>
<p>Much milling was going on here in Wiltshire, WI-cake-sale-fashion. Every member of the milling throng would have been just as congruous with a farmers’ market or a Constable exhibition; with a few exceptions, they belonged to the age group that has time to go poking around old buildings. Cream teas and cuke sandwiches were being dished up in an adjoining room.</p>
<p>There was, I soon noticed, something drastically wrong with the capaciousness of the place. (At this point it is unoriginal, but unavoidable, to name-check Doctor Who’s TARDIS, which seems to have the monopoly on the market for spatial paradox similies.) From the outside, Wilton’s appeared to be a knock-through of two modest terraced houses; internally, however, it just kept getting bigger, and contained several different areas, distinct from one another in theme, architecture, lighting – all rather Crystal Maze, to borrow another mass-entertainment metaphor.</p>
<p>I followed some of the millers from the Wiltshire Zone into something which the MazeMaster might have called the Greek Orthodox Zone. Gone were the lightnesses of wood and whitewash: now the space was vast and dark. I was in a hall, the music hall itself, but could easily have been persuaded that its function was liturgical, and it looked something like a temple – a temple at night. Barrel vaulting kept the roof up. Helical poles in gilt supported the gallery, where shadowy spectators could be made out, hunched over the balcony rail. In the dimness, a few discreet uplighters provided a facsimile of candlelight. The tone seemed distinctly vampiric. (Later, I learnt that my instincts were right: <em>Interview with a Vampire </em>was shot here.)</p>
<p>The place shares its general structure, if not its size, with Victorian town halls across the country: a three-sided tier over a pleb pit, with the stage up front. This, one hundred and fifty years ago, was where acts like Champagne Charlie, a top-hatted pretend-drunk who sang whilst swigging from a bottle of bubbly, would come to amuse Cockney folk. Now, not on the stage, but before it, a suited maestro at a grand was churning out Rachmaninov. His name was Viv McClean. Viv McClean’s bald head moved in the way that pianists’ heads move when they are consumed by the coitus of musical reproduction. Unlike Champagne Charlie, McClean exuded real class.</p>
<p>The seats weren’t fixed, I discovered, but scattered – in the heyday of vaudeville, this fact might have provided an effective means of quality control. According to the owl’s literature, interaction between stage and pit was a key feature of music hall, whether fundamental, as in the singalongs or mind-reading turns, unidirectional, as in much of the fast-talking stand-up, or critical, projectile foodstuffs being deflected by a thin scrim upstage. There was even at least one murder in the auditorium where I now sat: an audience-member, beaten to death by the singer he was heckling – surely a benchmark moment ‘breaking through the fourth wall’. I let myself sink into the music, while my eyes relaxed into the candlelit vermillions and golds of the frescos in the upper gallery.</p>
<p>The salvation of Wilton’s has been something of a cause celebre: so says the PR. The mission to renovate the music hall has outlived a number of its patrons: Betjeman, Milligan, Sellars. (The former of these reportedly ‘saved the place from the wrecker’s ball’, which conjures an intriguing, Arthur Dent-like image of the bard laid out like a bewaistcoated sleeping policeman as the JCBs advance.) Fundraising has been ongoing since the fifties, with no less than Charles Windsor, he who would reign, getting behind the campaign. And yet the future of Wilton’s has not been secured. The upper rooms remain so dangerous that members of the public are not permitted to venture in; upon inspection, I discovered that this was no mere health and safety neurosis. In the sealed-off rooms there are gaping holes in the floor, making for, I should have thought, an entertaining life-sized bagatelle.</p>
<p>It got me to wondering what Wilton’s champions would have created, when they finished restoring the place. The original 1859 design would no longer satisfy fire regulations, for one thing; it didn’t even satisfy them in 1880, which is why there was no further entertainment here until 1956. Would my friend the trustee keep updating the building, in perpetuity? Was the restoration actually renovation? It is a truism, I think, that the church roof is never finally fixed: the plywood thermometer in the churchyard will forever give a reading of just below tepid. London Bridge is always falling down. In <em>Affluenza</em>, Oliver James describes how, in consumption-driven capitalist states, everyone, irrespective of class or affluence, believes that happiness would be theirs if only they had one third more money. Perhaps we’ve succeeded in projecting our collective disease onto our churches, scout huts, theatres, those of our structures most imbued with the human spirit; maybe we’ve found a way to infect the very bricks and mortar with a will to attainment. Sick Building Syndrome indeed.</p>
<p>One thing is clear: the place is still here. It’s been converted to various uses, and spent far longer as a Methodist doss-house than it did as a music hall, but nevertheless, by a succession of hard-won miracles, the building has been kept standing. Wilton’s is the sole surviving specimen of its kind, a sort of museum of itself, a palimpsest through which we can glimpse another time, replete with shady characters and their low culture.</p>
<p>Because that’s what Wilton’s undoubtedly used to be: a glitzy escapist hang-out for the working classes. Now that both the glitz and the class it served have been snuffed out by time, there’s a danger, as with anything of age, to invest it with a sanctity it doesn’t necessarily deserve. We do it when we imagine de Sade or Villon to be in some way superior to Irvine Welsh or Belle de Jour; when we elevate the more salacious restoration comedies over the Carry On franchise. We do it with older people, who by tacit consensus seem to reclaim their virginity as they superannuate (see how we despise old men for retaining sex drive). As Wilton’s becomes a conference centre, a place of cream teas and tweedy patrons, host to classically-trained high-flyers like Viv McClean, it surely surrenders the spirit of Champagne Charlie and murders in the stalls. As its fibres are replaced, the building itself incrementally ceases to be the one to which Victorian crowds flocked, amid the grime of the Industrial Revolution. The axe-head has been changed, and now the haft.</p>
<p>So, can a music hall undergo so much change and still be itself?  In a word: yes. By defying classification, by the personal investments made in it by so many people, both those in the spotlight and those sitting in the dark, Wilton’s, by sheer feat of survival, is still itself. A transformed self, yes: a self which has somehow managed to outlive most of the components which originally made it function. But, sitting there in the dark, I felt the music hall cast its magic on me.</p>
<p><a href="http://www.wiltons.org.uk/">Wiltons Music Hall</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lazy Hazy Crazy]]></title>
<link>http://hugomontenegro.wordpress.com/2009/10/01/lazy-hazy-crazy/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 22:35:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugomontenegro</dc:creator>
<guid>http://hugomontenegro.wordpress.com/2009/10/01/lazy-hazy-crazy/</guid>
<description><![CDATA[Companies such as Rheingold Beer assumed regional sponsorship of the show Cole was a heavy smoker of]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1hKPIdMNnzQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1hKPIdMNnzQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<blockquote><p>Companies such as Rheingold Beer assumed regional sponsorship of the show</p>
<p>Cole was a heavy smoker of Kool menthol cigarettes. He believed smoking kept his voice low. (He would, in fact, smoke several cigarettes in quick succession before a recording for this very purpose.)</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Find Turntables For Sale Online]]></title>
<link>http://turntablesforsale.wordpress.com/2009/09/30/find-turntables-for-sale-online/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:23:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>turntablesforsale</dc:creator>
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<description><![CDATA[The websites that have turntables for sale also carry record players of all types and music delivery]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The websites that have <a href="http://turntablesforsale.org/">turntables for sale</a> also carry record players of all types and music delivery systems for CD, USB, digital, dual and DJ use. <img class="alignright" title="musichallturntables" src="http://turntablesforsale.wordpress.com/files/2009/09/musichallturntables.gif?w=300" alt="musichallturntables" width="300" height="142" />Whatever music you have, you can find the equipment on the Internet to play it for you. You can also find equipment to take music from one venue and record it on another one. You can burn CDs and record vinyl renditions onto an i-pod, or any number of music delivery systems. You just need the right equipment and the knowledge to use it.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chill with Rachmaninow]]></title>
<link>http://egobert.wordpress.com/2009/09/29/chill-with-rachmaninow/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:16:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>egobert</dc:creator>
<guid>http://egobert.wordpress.com/2009/09/29/chill-with-rachmaninow/</guid>
<description><![CDATA[Vandaag kwam de herfst het land in. Met van dat pokdalige grijze regenweer dat een winter lang op on]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-388 alignright" title="rachmaninow" src="http://egobert.wordpress.com/files/2009/09/rachmaninow.jpg" alt="rachmaninow" width="124" height="90" />Vandaag kwam de herfst het land in. Met van dat pokdalige grijze regenweer dat een winter lang op ons zal vallen. Tijd voor verstilling dus. Voor kaarsen, open haarden en het opfleuren van de binnenwereld. Nog maar een maand en ze zijn er weer, de zwarte kraters van het jaar zoals de dichter Achterberg ze noemde. Tijd voor klassieke muziek. Niet gelijk afhaken, nu. Ik weet dat klassieke muziek een stoffig imago heeft, muziek van oude trutten, maar blijf nog even bij me. Misschien komt er iets moois in je leven. Weet jij veel. <!--more--></p>
<p>De komende winter, ook nog eens een crisiswinter, kan een mooie periode zijn om eens kennis te maken met de muziek van Bach, Rachmaninow, Mozart en Schubert. Dat zou nu pas echt eens een verandering zijn voor de aan <em>slushy</em> popmuziek verslaafde 21e eeuwer. De hele zomer stapelde zich festival op festival, met de bekende rockdreunen die hele woonwijken, wat zeg ik: hele steden, gegijzeld hielden. Ik ben er eigenlijk al jaren op uitgekeken. Ik hoor nog maar zelden iets vernieuwends in de pop- en rockmuziek. Coco Rosie, Anthony and the Johnsons; de rest is allemaal al een keer gedaan.</p>
<p>Voor mensen die de stap naar klassieke muziek te groot vinden, of de muziek ontoegankelijk en dodelijk vervelend, is Hans Liberg weer aan het toeren. Ik zag hem vorige week in Alphen aan den Rijn en er viel weer veel te lachen.</p>
<p>Liberg liet zien dat de componisten allesbehalve truttig waren. Het waren de rocksterren van hun jaren, en ze leefden ook een beetje als de eerste generatie rocksterren, die als credo ‘sex, drugs and rock and roll’ hadden. De huidige, tweede en derde generatie rocksterren, doen daar ook aan mee, maar de rest van de samenleving ook, en ze zijn dan ook een soort grote gemeenste deler geworden en veel minder boeiend dan de eerste generatie. En dan de componisten die ook vaak door woeste belevingswerelden heen moesten reizen om de vervulling te vinden die mensen zoeken in hun leven.</p>
<p>Voor anderen, die al jaren eens wat meer over klassieke muziek willen weten, maar gewoon niet weten waar ze moeten beginnen, heeft het platenlabel Naxos een prachtige serie CD’s uitgebracht.</p>
<p>De serie heet ‘Chill with…’ en op elk hoesje is een bloem afgedrukt in een zee van wit. Ik beluisterde ‘Chill with Bach’, ‘Chill with Mozart’, ‘Chill with Rachmaninow’ en ‘Chill with Schubert’.  De uitvoeringen mogen er zijn, en de selectie van de muziek eveneens. Zelfs de ervaren muziekliefhebber zal er plezier aan beleven.</p>
<p>Maar als kennismakings-cd’s voldoen ze erg goed. Er zit bovendien een handig boekje bij iedere CD. Als je een mooi muziekfragment hoort, kan je opzoeken op welke Naxos-plaat het terug te vinden is; dit is handig omdat de fragmenten vaak komen uit grotere muziekstukken die vergelijkbare muziek vertegenwoordigen.</p>
<p>Vooral de Rachmaninow-<em>chill </em>mag er zijn. Misschien is dat wel een goede plaat om mee te beginnen. De muziek is toegankelijk en lijkt hier en daar op filmmuziek. Hoewel hij niet mijn favoriete componist is, scoort <em>Chill with Rachmaninow </em>voor mij de hoogste ogen.</p>
<p>Wat niet weg neemt dat de andere Naxos-chills er zeker ook mogen zijn. Prachtige introducties in prachtige muziek. Laat de herfst maar komen. Ik verdwijn in een onzichtbare hoek. Komt u mij bezoeken, dan vindt u alleen de muziek.</p>
<p>(Voor informatie <a href="http://www.naxos.com/">www.naxos.com</a> , bovenaan bij Keyword search ‘chill with’ intikken, en dan verschijnt er een lijst. De platen zijn ook te downloaden via i-tunes of te bestellen bij uw platenwinkel. Mocht u meer  willen weten.  dan googlet u gewoon op de componist en op de stukken die u hoort.)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rRTS-8xNbVg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/rRTS-8xNbVg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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