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	<title>musica-digital &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/musica-digital/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "musica-digital"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 13:52:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sobre as mudanças na mundo da música]]></title>
<link>http://heavymetaldosenhor.wordpress.com/2009/11/23/825/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:23:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Heavy Metal do Senhor!</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Leonardo Werneck está trabalhando no seu TCC e parte dele é sobre &#8220;bandas que não estão lanç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O <strong>Leonardo Werneck</strong> está trabalhando no seu TCC e parte dele é sobre &#8220;bandas que não estão lançando mais seus albuns em formatos fisicos&#8221;.  Abaixo vão algumas das respostas da entrevista realizada com o <a href="http://www.clubsilencio.com.br" target="_blank">Club Silêncio</a>, que sintetizam bem o que pensamos:</p>
<p><strong>Por que vocês escolheram lançar seus 2 álbuns apenas virtualmente, em mp3?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Marcius</strong>: Porque essa é a nova realidade do &#8220;mercado fonográfico&#8221;. O advento do MP3, o surgimento de players como o iPod e a enlouquecida troca de arquivos pela internet alterou radical e definitivamente a forma como se consome, se vende, se divulga e se cria música. Na nossa opinião, não faz mais o menor sentido juntar os trocados pra gravar um CD e vender 15 cópias pra parentes e amigos, quando a divulgação do trabalho pela internet, pelos canais corretos, pode fazer com que seu trabalho seja ouvido por milhares e até milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pop</strong>: Já estamos na &#8220;estrada&#8221; do rock alternativo há algum tempo. Sabemos que um álbum físico só iria nos fazer gastar dinheiro com as poucas cópias que conseguíssemos vender. Além do que, estamos muito acostumados a ouvir música pela internet, e acreditamos que as pessoas em geral também têm buscado esse caminho para se abastecer de novidades. Dessa maneira, nossa música tem um alcance muito maior e, com os custos menores, podemos nos dar ao luxo de não cobrar nada por ela.</p>
<p><strong>O próximo trabalho também será lançado dessa forma? Se sim, é pela mesma razão?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>M</strong>: Exatamente. Outra tendência que estamos seguindo é a de lançar EPs, ou seja, &#8220;álbuns&#8221; com seis ou sete músicas. Nesses tempos acelerados, é mais interessante lançar dois trabalhos com seis músicas no ano do que lançar apenas um trabalho de 12 músicas.</p>
<p><strong>Spot</strong>: É sem sombra de dúvidas a melhor forma de fazer nossa música chegar o mais longe possível</p>
<p><strong>Vocês acham que CDs e vinis se tornaram irrelevantes para bandas novas?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>M</strong>: Sim e não. Para a imensa maioria das pessoas (nós, inclusive), basta ter as músicas no iPod. Mas sempre haverá os fetichistas que querem ter o CD físico. Sempre haverá o maluco que continua achando que o som do vinil é mais &#8220;orgânico&#8221;, ou algo que o valha. Nós achamos que o que importa é a música; a mídia em que ela é transportada (CD, vinil, pendrive, HD de computador) é absolutamente irrelevante.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>P</strong>: Acho que depende. É legal ter um trabalho gráfico bonito e palpável e muita gente ainda gosta do ritual de se ouvir um disco de vinil. Não acho tolice uma banda querer ter um objeto concreto de sua produção. E os fãs também podem se interessar por essa peça.</p>
<p><strong>Vocês acham que no fututro as bandas (de qq tamanho) viverão apenas de shows? O que vai acontecer com as gravadoras?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>S: </strong>Não acho que a venda de músicas vá acabar, ou seja, que as gravadoras vão acabar que as bandas vão se manter apenas com shows. Pelo contrário, imagino que 20 anos no futuro as bandas poderão até mesmo ganhar mais dinheiro, visto que poderão vender diretamente ao público suas músicas. As gravadoras por sua vez podem trabalhar em aumentar os canais de distribuição digital, venda de catálogos antigos, o que também pode garantir sua sobrevivência.</p>
<p><strong>Como recuperar o dinheiro investido nas gravações e na compra e<br />
manutenção de instrumentos?</strong></p>
<p><strong>M</strong>: Nos prostituindo. Brincadeira, fazendo shows.</p>
<p><strong>As chances de cobrar cachê e viver de musica são maiores ou menores que há alguns anos?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>M</strong>: São menores, pois a competição está aumentando, os lugares legais pra se tocar estão diminuindo e a quantidade de música de qualidade disponível gratuitamente (legalmente ou não) faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de meter a mão no bolso pra gastar dinheiro com música.</p>
<p><strong>Vocês têm alguma expectativa de viver de musica, ficarem famosos, ou apenas de divertirem e tocarem porque gostam?</strong></p>
<p><strong>M</strong>: Ficar famoso nunca foi prioridade (ok, já foi sim), mas acho que &#8220;superamos&#8221; isso. Hoje, tocamos pelo prazer de fazer algo bem feito. A qualidade das músicas é a prioridade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>S</strong>: Acredito que viver de música esteja mesmo cada dia mais difícil, mesmo para as bandas que buscam se encaixar nos moldes do que costuma fazer sucesso. O objetivo do Club Silêncio é fazer música de qualidade, interessante, bem produzida e fazer essa música chegar nas pessoas que se interessam por esse tipo de som. O que vier daí é lucro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DIGITALIZARSE O MORIR EN EL INTENTO]]></title>
<link>http://emusica.wordpress.com/2009/11/19/digitalizarse-o-morir-en-el-intento/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>TALIA</dc:creator>
<guid>http://emusica.wordpress.com/2009/11/19/digitalizarse-o-morir-en-el-intento/</guid>
<description><![CDATA[Si observamos las cifras que ofrece Promusicae sobre el Primer Semestre del mercado discográfico pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cdn-write.demandstudios.com/upload//6000/400/20/4/16424.jpg"><img alt="" src="http://cdn-write.demandstudios.com/upload//6000/400/20/4/16424.jpg" border="0" /></a>
<div align="justify">Si observamos las cifras que ofrece <a href="http://www.promusica.es/">Promusicae</a> sobre el Primer Semestre del mercado discográfico podemos observar un descenso de las ventas totales del mercado físico de un 35,14% respecto al año 2007.</p>
<p>En cuanto a las cifras de las <strong>ventas digitales</strong>, las ventas de música para móvil han descendido un 37,42% respecto al año anterior mientras que las ventas online han supuesto un incremento del 68,61%. Aún así las ventas de <strong>música para móviles</strong> siguen suponiendo una parte muy importante del mercado digital concretamente el 53,67% de las ventas. A pesar de todo esto el <strong>mercado online</strong> hoy por hoy ha sido incapaz de contrarrestar el descenso de las ventas del mercado físico suponiendo en general un descenso de las ventas de música del 30,50% respecto al 2007.</p>
<p>Se espera que el en 2012 los<strong><em> nuevos soportes</em></strong> supongan un 57% del mercado frente al 10% del año 2007.</p>
<p><strong><em>Algunos datos relevantes:</em></strong></p>
<p>- Los <strong>ingresos por música</strong> en directo han aumentado de 144 millones de € en 2005 a 150 en 2006, 6millones de € más en tan solo un año.<br />- Se ha producido un <strong>Boom en la música latina</strong> en España su presencia es muy significativa dentro de la música nacional. Como dato importante destacar que en el año 2007 la música latina ocupaba 32 de los 50 discos más vendidos. (La música en castellano se ha convertido en parte muy importante del mercado Español y está casi en su totalidad controlada por multinacionales extranjeras)<br />- <strong>Transformación hacia lo digital</strong><br />- Sector música 2003: 457 millones de € ; 2007: 284 millones de €<br />- A pesar de todas estas cifras el consumo de música en España ha aumentado pero los hábitos de los consumidores son diferentes. <strong>Internet y móvil</strong> suponen el 60% del consumo pero tan sólo un 9,5% de los ingresos.<br />- El consumo de <strong>descarga móvil</strong> supone un 82% del mercado digital en España, unos 22 millones de € al año.<br />- Oportunidades para el sector: Distribución de internet/ móvil; promoción a través de redes sociales</p>
<p>Con la<strong> distribución digital</strong> se ahorra dinero en envíos físicos, devoluciones, problemas de situación de la mercancía dentro de la tienda, stands y se ahorra en fabricación de soportes (no rotura de stocks).</p>
<p>Los nuevos <strong>canales de distribución</strong> como el móvil, canal online de pago, etc&#8230; deberían amortiguar la caída de ingresos a corto y medio plazo, pero de momento eso solo lo han conseguido Japón, país que ha amortiguado las ventas físicas con las digitales (de los 13.800 millones de yenes perdidos en el mercado físico se contrarrestaron 15.076 con el digital en el 2006).</p>
<p>En España durante el 2007 cayó un 22,7% la venta de música lo que redujo la facturación en 83 millones de €. Las ventas físicas cayeron un 25,7% mientras que las ventas digitales aumentaron un 24,7% hasta los 27 millones de €, aún no hemos compensado la caída de las ventas físicas ( y lo que nos queda&#8230;).</p>
<p>Según datos de promusicae los ingresos por música digital ya suponen el 9,6% del total del mercado de venta de música. Se estima que en 2012 la música en nuevos soportes llegue a representar en torno al 57% del mercado, frente al 10% del 2007.</p>
<p>Tendremos que seguir apoyándonos en la música en directo para conseguir medios ya que según <a href="http://www.sgae.es/"><strong>SGAE</strong></a> los derechos generados por música en vivo siguen creciendo. Los concierto en vivo suponen un peso considerable en los ingresos del sector.</p>
<p>Mientras las ventas de música bajan, el consumo de música sube, el consumo de <strong>música “gratis”</strong> hemos de entender, aunque es un concepto de “gratis” con una definición diferente a la que podamos encontrar en el diccionario de la RAE sería algo así como <strong>“cógela y corre”..</strong> </div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No "sacar" é que está o ganho... Para a indústria]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/11/05/no-sacar-e-que-esta-o-ganho-para-a-industria/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:31:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/11/05/no-sacar-e-que-esta-o-ganho-para-a-industria/</guid>
<description><![CDATA[Via Executive Digest (03.11.09) &#8220;É verdade, pelo menos no contexto musical britânico, e de aco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><em>Via Executive Digest (03.11.09)</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;É verdade, pelo menos no contexto musical britânico, e de acordo com um estudo da Ipsos Mori  encomendado pelo Demos  sobre os hábitos musicais dos consumidores britânicos. Os resultados demonstram que os jovens e adultos que afirmam fazer downloads ilegais são os que mais dinheiro gastam em música. Este estudo, com um universo de análise de 1008 indivíduos de idade compreendida entre os 16 e os 50 anos, realizado ao longo do último ano, aponta, ainda, que perto de uma em cada dez pessoas admite fazer downloads ilegais. Todavia, cada oito em dez inquiridos desse grupo afirma comprar música em CD, vinil e MP3, no correspondente a cerca de 85 euros por mês. Um valor que representa uma diferença superior a 36 euros relativamente aos inquiridos que afirmam não fazerem downloads ilegais&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O que só prova que, afinal, como muitos músicos afirmam, os sites de download de música não são seus inimigos, mas sim, da indústria musical, a braços com a maior crise de sempre: a reconfirguração dos hábitos de consumo, da distribuição e da própria comercialização da música tem deixado as principais editoras numa situação delicada, com um futuro incerto. Contudo, contrariamente à atitude contra-corrente que têm demonstrado, para conter uma dinâmica por si só incontrolável (como se fosse possível contermos o fluxo de água de uma barragem com fissuras cada vez maiores), a indústria deveria reconhecer, nas redes, um aliado para desenvolver uma nova conceptualização da indústria e no seu modelo de negócio, como prova a notícia, relativa ao consumo associado às descargas de música. Afinal, sacam muito, mas compram mais do que os não o fazem&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Obrigada <a href="http://marketingiscsp.wordpress.com" target="_blank">Raquel Ribeiro</a>, pelo encaminhamento da notícia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Online Video is killing the Video Star?..]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/11/04/online-video-is-killing-the-video-star/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:32:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/11/04/online-video-is-killing-the-video-star/</guid>
<description><![CDATA[O Y da passada semana abordou a temática (Nunca se viu tanta música em Portugal), embora sob o prism]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O Y da passada semana abordou a temática (<a href="http://ipsilon.publico.pt/musica/texto.aspx?id=244010" target="_blank">Nunca se viu tanta música em Portugal</a>), embora sob o prisma da produção de videoclips em Portugal, revelando que, embora os orçamentos sejam mais reduzidos, estejam quase ausentes da programação de televisão (mesmo os canais musicais que os substituem por reality shows) e as editoras não tenham orçamento para este investimento, a dinâmica instalou-se, em virtude das ideias e das ferramentas digitais que permitem produzir a baixo custo. Haja uma (boa) ideia e quem a desenvolva. O que se segue é uma difusão em rede, através do You Tube ou serviços semelhantes, a par das redes sociais que os transformaram, como escreve o Y, em &#8220;objecto artístico, por si&#8221;. Este, nunca mais ficará na gaveta, como poderia acontecer até à massificação das câmaras digitais ou do You Tube para a sua exposição.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa lógica semelhante, o livro editado por David Buckingham/Rebekah Willet <a href="http://www.amazon.com/Video-Cultures-Technology-Everyday-Creativity/dp/0230221866" target="_blank">&#8220;Video cultures &#8211; media technology and everyday creativity&#8221;</a> compila trabalhos que comprovam a mesma ideia, acrescentando o crescente interesse dos operadores de media no &#8220;user generated content&#8221; e no trabalho dos &#8220;citizen journalists&#8221;. Avançam ainda perspectivas contrárias, que nos indicam tratar-se apenas de uma tendência no aumento da produção caseira para visionamento familiar ou entre uma rede de amigos e conhecidos, negando a democratização dos media e o desenvolvimento de uma cultura de participação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grátis]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/10/02/gratis/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:07:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/10/02/gratis/</guid>
<description><![CDATA[From BBC News Spotify offers PC music downloads The music streaming service Spotify has announced th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>From BBC News</p>
<p><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8285252.stm" target="_blank">Spotify offers PC music downloads</a></p>
<p><em>The music streaming service Spotify has announced that it will allow users to download music to their computers.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apple: Sab&iacute;as que&hellip;]]></title>
<link>http://adictech.wordpress.com/2009/10/01/did-you-know/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>itzcoatl</dc:creator>
<guid>http://adictech.wordpress.com/2009/10/01/did-you-know/</guid>
<description><![CDATA[Apple es el número uno en ventas de música digital en el mundo, con 70% del mercado en sus manos?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><font size="5"><a href="http://adictech.files.wordpress.com/2009/10/ipodclassic.jpg"><img title="ipod-classic" style="border-right:0;border-top:0;display:inline;margin-left:0;border-left:0;margin-right:0;border-bottom:0;" height="151" alt="ipod-classic" src="http://adictech.files.wordpress.com/2009/10/ipodclassic_thumb.jpg?w=131&#038;h=151" width="131" align="left" border="0" /></a>Apple es el número uno en ventas de música digital en el mundo, con 70% del mercado en sus manos?</font></strong></p>
<p><strong><font size="5"></font></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos conteúdos, novas sonoridades, uma nova exploração da rede]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/09/25/novos-conteudos-novas-sonoridades-uma-nova-exploracao-da-rede/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:24:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/09/25/novos-conteudos-novas-sonoridades-uma-nova-exploracao-da-rede/</guid>
<description><![CDATA[Nasceu uum novo operador de media digital, promovido por antigos profissionais da Media Capital, que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Nasceu uum novo operador de media digital, promovido por antigos profissionais da Media Capital, que irá operar em plataformas digitais e móveis. Com uma oferta gobal, irá produzir e difundir conteúdos, especialmente streaming áudio e vídeo. Assente numa lógica de partilha e interactividade, propõe webradio, webtv e canal vídeo online. O projecto está ainda em desenvolvimento, mas já está online:  http://www.waymedia.pt/</p>
<p style="text-align:justify;">Mais notícias no <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2009/09/25/carlos-marques-lanca-waymedia/" target="_blank">M&#38;P</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Declaração de intenções: fui convidada para consultora do projecto</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gerações e os media online]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/09/15/geracoes-e-os-media-online-2/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:55:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/09/15/geracoes-e-os-media-online-2/</guid>
<description><![CDATA[O estudo &#8220;Gerações e os Media Online&#8221;, desenvolvido a propósito da conferência &#8220;Me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O estudo &#8220;Gerações e os Media Online&#8221;, desenvolvido a propósito da conferência &#8220;Media + Generations&#8221;, organizada pela Universidade Católica de Milão comprovou algumas diferenças de comportamento entre gerações, desvendando igualmente novas pistas para posterior investigação.</p>
<p style="text-align:justify;">Os resultados permitem definir padrões de consumo entre as três gerações em análise, da mesma forma que estabelecem tendências para a rádio, ao nível da programação e estratégia online.</p>
<p style="text-align:justify;">Baby Boomers (45 a 63 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">Geração X (33 a 44 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">Geração Y (18 a 32 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">Há diferenças concretas na forma como os indivíduos destas três gerações utilizam os meios online e, acima de tudo, ao nível do consumo mediático, hábitos e rotinas na rede. A integração em redes sociais é elevada, muito embora isso não tenha necessariamente de representar uma efectiva participação ou actualização constante do perfil. O consumo de música é diferenciado, com variáveis claras entre escalões etários, bem como entre Portugal e outros países da Europa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficaram provadas as seguintes premissas:</p>
<p style="text-align:justify;">A internet tem um papel muito importante no consumo mediático na sociedade contemporânea;</p>
<p style="text-align:justify;">Os media online contribuem para a definição da identidade entre gerações;</p>
<p style="text-align:justify;">As gerações relacionam-se de forma diferente e fazem um consumo diferenciado dos meios online;</p>
<p style="text-align:justify;">A geração Y é a que apresenta uma relação mais próxima com a Internet, usando os meios online como forma de socialização e interacção.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo combina métodos de pesquisa qualitativa e quantitativa, baseado num questionário online, com perguntas abertas e fechadas. Recorre a uma amostra bola de neve, usando os respondentes para recrutar novos inquiridos.</p>
<p style="text-align:justify;">A geração Y concentrou a maior percentagem de respostas.</p>
<p style="text-align:justify;">A televisão, os sites de imprensa e a rádio são os meios mais utilizados para os respondentes se manterem actualizados. A maioria concorda com a influência dos media nas suas escolhas culturais. O consumo de música é uma actividade online muito relevante. Há quem esteja absolutamente satisfeito com a estação de rádio que elegeu como favorita. Por outro lado, há também quem afirme já não ouvir rádio. Esta continua, ainda assim, a ser uma companhia para a maior parte dos inquiridos e os resultados demonstram discrepâncias entre os resultados do Bareme rádio, a selecção das estações no auto-rádio, a estação favorita e aquela que mais ouvem quando estão a conduzir.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo incluia também dados cuja análise pode ser combinada entre gerações, escalões etários, sexo, localização ou rendimentos. Destacam-se os seguintes:</p>
<p style="text-align:justify;">. Fonte de influência dos conteúdos na rádio e na web nas escolhas culturais</p>
<p style="text-align:justify;">. Análise dos conteúdos mais importantes na rádio</p>
<p style="text-align:justify;">. Descrição das razões para escolher uma estação como a sua favorita</p>
<p style="text-align:justify;">. Sugestões de mudança na sua estação de rádio preferida</p>
<p style="text-align:justify;">. Relação entre a rádio, a música e a identidade pessoal</p>
<p style="text-align:justify;">. Descrição da relação individual com os media online</p>
<p style="text-align:justify;">. Tempo de navegação e participação em redes sociais</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[T.E.D. Conference: ¿Matan las escuelas la creatividad? ]]></title>
<link>http://baudio.wordpress.com/2009/09/11/t-e-d-conference-%c2%bfmatan-las-escuelas-la-creatividad/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 05:59:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>baudio</dc:creator>
<guid>http://baudio.wordpress.com/2009/09/11/t-e-d-conference-%c2%bfmatan-las-escuelas-la-creatividad/</guid>
<description><![CDATA[TED (Tecnología, Entretenimiento, Diseño) es una conferencia anual que define su misión como &#8220;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><em>TED</em></strong><em> (</em><strong><em>Tecnología, Entretenimiento, Diseño</em></strong><em>) es una conferencia anual que define su misión como &#8220;ideas que vale la pena difundir&#8221; (&#8220;ideas worth spreading&#8221;). Las charlas, también llamadas </em><strong><em>TED Talks</em></strong><em>, cubren un amplio espectro de temas que incluyen ciencias, arte y diseño, política, educación, cultura, negocios, asuntos globales, tecnología y desarrollo, y entretenimiento</em>. (Wikipedia).</p>
<p style="text-align:justify;">Versión subtitulada en español del vídeo <strong>&#8220;Do schools kill creativity?&#8221;</strong> donde Sir Ken Robinson, en las <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED Conferences (Technology, Entertainment, Design)</a> plantea cómo la educación impartida en las escuelas merma la creatividad.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1rYVMMkmJJI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1rYVMMkmJJI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6OkKRf4HrUA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6OkKRf4HrUA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>La conferencia TED fue fundada por </em><a style="text-decoration:none;color:#cc2200;background-image:none;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:initial initial;" title="Richard Saul Wurman (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Richard_Saul_Wurman&#38;action=edit&#38;redlink=1"><em>Richard Saul Wurman</em></a><em> y Harry Marks en 1984, y se lleva a cabo anualmente desde 1990. Después de la conferencia de 2002, Wurman cedió los derechos de la conferencia a </em><a style="text-decoration:none;color:#cc2200;background-image:none;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:initial initial;" title="Chris Anderson (TED) (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Chris_Anderson_(TED)&#38;action=edit&#38;redlink=1"><em>Chris Anderson</em></a><em>, quien es ahora el anfitrión de la misma. La conferencia es propiedad de The Sapling Foundation,</em><sup><a style="text-decoration:none;color:#002bb8;background-image:none;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:initial initial;" href="http://es.wikipedia.org/wiki/TED#cite_note-4"><em>5</em></a></sup><em> fundación sin ánimo de lucro de Anderson, dedicada a &#8220;potenciar el poder de las ideas para cambiar el mundo&#8221;.</em></p>
<p>Fuente:<a style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:12px;background-image:initial;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:transparent;color:#0033cc;text-decoration:none;font-weight:bold;background-position:initial initial;border:0 initial initial;margin:0;padding:0;" href="http://www.youtube.com/user/cxocommunity">cxocommunity</a></p>
<p>Links:<a href="http://www.ted.com/translate/languages/spa">www.ted.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos de Agosto]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/09/04/fragmentos-de-agosto/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 16:01:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/09/04/fragmentos-de-agosto/</guid>
<description><![CDATA[Notícias que que foram ficando em stand by&#8230; Há milhares de razões para um telemóvel não ser só]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Notícias que que foram ficando em stand by&#8230;</em></p>
<p><span id="ctl00_ctl00_ContentPlaceHolder1_NewsDetail_newsTitle"><strong>Há milhares de razões para um telemóvel não ser só um telemóvel</strong>, Público &#124;<a href="http://jornal.publico.clix.pt/noticia/26-08-2009/ha-milhares-de-razoes-para-um-telemovel-nao-ser-so-um-telemovel-17648304.htm" target="_blank">Ler</a>&#124;</span></p>
<p><strong>Twitter CEO Dismisses Claims That Social Networking &#8216;Dehumanises&#8217;,</strong> Social Networking Watch &#124;<a href="http://www.socialnetworkingwatch.com/2009/08/twitter-ceo-dismisses-claims-that-social-networking-dehumanises.html" target="_self">Ler</a>&#124;</p>
<p><strong>Estratégia da NPR pode ser exemplo?</strong>, Atrium &#124;<a href="http://atrium.wordpress.com/2009/07/29/estrategia-da-npr-pode-ser-exemplo/" target="_blank">Ler</a>&#124;</p>
<p><strong>PS promete revisão da Lei da Rádio na próxima legislatura,</strong> Meios &#38; Publicidade &#124;<a href="http://jornal.publico.clix.pt/noticia/26-08-2009/ha-milhares-de-razoes-para-um-telemovel-nao-ser-so-um-telemovel-17648304.htm" target="_blank">Ler</a>&#124;</p>
<h1 style="font-size:14px;color:#434343;font-weight:bold;margin:0 0 .25em;padding:0;">Marshall McLuhan&#8217;s view on the &#8220;social media expert&#8221;<span style="font-weight:normal;">, Trends in the living Networks &#124;<a href="http://rossdawsonblog.com/weblog/archives/2009/08/marshall_mcluha_1.html" target="_blank">Ler</a>&#124;</span></h1>
<p><strong>The Impact of Free Legal Download</strong><span style="font-weight:normal;">, Suite 101 &#124;<a href="http://music-trends.suite101.com/article.cfm/the_impact_of_free_legal_downloads" target="_blank">Ler</a>&#124;</span></p>
<p><span style="font-weight:normal;"><strong>O Blogger nasceu há uma década</strong></span><span style="font-weight:normal;">, Diário de Notícias &#124;<a href="http://dn.sapo.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1343220&#38;seccao=media" target="_blank">Ler</a>&#124;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas para grava&ccedil;&atilde;o de Discos Independentes]]></title>
<link>http://maikon.wordpress.com/2009/08/29/dicas-para-gravao-de-discos-independentes/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 06:06:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maikon Richardson</dc:creator>
<guid>http://maikon.wordpress.com/2009/08/29/dicas-para-gravao-de-discos-independentes/</guid>
<description><![CDATA[Toda música gravada necessita de um “ISRC”. O ISRC é a identidade de uma música. É a comprovação leg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Toda música gravada necessita de um “ISRC”. O ISRC é a identidade de uma música. É a comprovação legal dos músicos participantes da gravação, do arranjador, bem como do produtor fonográfico, para efeito de pagamento de direitos conexos.   <br />Para a instalação do programa, o produtor fonográfico deverá entrar em contato com a Associação ou Sociedade Autoral à qual é filiado, que ela própria se encarregará de instalar o novo programa.</p>
<p><strong>Numeração de Obras Fonográficas</strong>    <br />Em 19 de dezembro de 2002 foi assinado o Decreto que regulamenta a Lei sobre numeração de fonogramas, que entra em vigor em 22 de abril de 2003.</p>
<p><strong>Atenção:</strong>    <br /><em>Se você não tirar o ISRC, você não terá como receber os direitos conexos de suas gravações. Existe ainda a possibilidade de rádios e lojas não aceitarem seu CD, pois o ISRC é obrigatório. Seu CD ficará ilegal.     <br />Várias músicas pertencem a editoras. Ao gravar um CD com músicas de outros compositores, você deverá se informar a respeito. Caso a música pertença a alguma editora, você deverá entrar em contato com a editora responsável, a fim de negociar a liberação da música. Normalmente, será cobrada uma taxa para tal liberação. Essa taxa corresponderá ao pagamento de direitos autorais, e será variável de acordo com a tiragem de seu trabalho.</em></p>
<p><em><strong>Fique Atento:       <br /></strong>A utilização de uma música sem a devida autorização é ilegal.      <br />Ao elaborar o encarte de seu CD, você deverá ficar atento aos créditos obrigatórios. É obrigatório constar além do nome dos autores, a editora da música (caso não seja editado, costuma-se imprimir “direto ao autor”), e seu ISRC.      <br />Se em seu CD houver a participação especial de algum artista que tenha contrato de exclusividade com algum selo ou gravadora, você deverá pedir previamente autorização para a gravadora de seu artista convidado, e negociar a participação. Provavelmente será cobrado um royaltie para o artista. Não se esqueça de mencionar no encarte a gravadora de seu convidado. </em></p>
<p><em>Fonte Alô Musica</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vivaldi num clique]]></title>
<link>http://flaviormoura.wordpress.com/2009/08/07/vivaldi-num-clique/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 15:32:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Carolina Arantes</dc:creator>
<guid>http://flaviormoura.wordpress.com/2009/08/07/vivaldi-num-clique/</guid>
<description><![CDATA[Alex Ross publicou um artigo na última New Yorker sobre sua experiência com a música erudita no form]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alex Ross publicou um <a href="http://www.newyorker.com/arts/critics/musical/2009/08/10/090810crmu_music_ross" target="_blank">artigo</a> na última <em>New Yorker</em> sobre sua experiência com a música erudita no formato digital. Atualmente, são vários os selos de música clássica cujas lojas virtuais disponibilizam downloads de gravações antigas em diversos formatos para compra. É possível escolher entre arquivos de mp3 de alta qualidade, arquivos com qualidade de cd e até aqueles de qualidade superior à do cd. Andrew Rose, um especialista em áudio que dirige a loja <a href="http://www.pristineclassical.com/" target="_blank">Pristine Classical</a>, desenvolveu técnicas de reequalização de gravações antigas a partir de outras mais recentes com o mesmo repertório, utilizadas por Rose como parâmetros. Ross surpreendeu-se com o resultado: os chiados desaparecem, o baixo ganha corpo. Em suma, a nova gravação recupera a sensação do ambiente da sala de concerto.</p>
<p>Como bom apreciador de música clássica, entretanto, Ross olha com certa desconfiança para o que é considerado um aprimoramento das gravações.  A “limpeza” é positiva? Por que é preferível ouvirmos concertos antigos com a impressão de que tivessem sido realizados recentemente? Além destas questões, há um efeito psicológico intrínseco a esse mercado virtual: as múltiplas opções de download geram insatisfação. Assim que um download é feito, a expectativa pelo próximo faz com que a apreciação do primeiro seja parcial.</p>
<p>Em tempo, pondera Ross,  é sempre possível recorrer aos bons e velhos discos preferidos, confortavelmente dispostos ao lado do som estéreo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cotonete  (15.07.09) - nova versão]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/07/24/cotonete-2/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 10:23:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/07/24/cotonete-2/</guid>
<description><![CDATA[Nova imagem. Novo perfil. Nova interacção. O Cotonete renovou-se para seguir as tendências, aproxima]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="padding-right:5px;text-align:justify;">Nova imagem. Novo perfil. Nova interacção. O Cotonete renovou-se para seguir as tendências, aproximando-se mais do posicionamento de outros sites de com serviços semelhantes.</p>
<p style="padding-right:5px;text-align:justify;">O novo layout permite a personalização ao nível da imagem, de acordo com os gostos ou o estado de espírito. &#8220;É giro&#8221;. Foi a expressão à qual vários recorreram quando questionados sobre esta funcionalidade. Utilidade? Nenhuma. Interesse? Pouco. Mas marca a diferença para a grande maioria dos sites e pode aproximar do Cotonete os utilizadores que têm, desta forma, um visual adequado ao estilo de música que mais gostam. </p>
<p style="padding-right:5px;text-align:justify;">O Cotonete tem novas secções e aposta na interactividade. Ao nível das rádios, não sendo novidade, analisamos um dos canais com um funcionamento semelhante ao de outros sites de música: em &#8220;Artistas &#38; CO&#8221;, escolhe-se um artista e escutamos música deste e de artistas relacionados (<a href="http://cotonete.clix.pt/artistas/home.aspx?id=1617" target="_blank">Exemplo</a>). Depois de ouvirmos a primeira música do artista escolhido, surgem então os relacionados (como em qualquer outro serviço desta natureza), sendo possível ir passando cada um deles (ao contrário do que acontece em outros sites, que nos &#8220;obrigam&#8221; a escutar algumas músicas, só permitindo o skip de X em X temas). A relação entre artista escolhido e outros é razoável. Como fazem também outros serviços, depois da primeira música do artista escolhido, só relacionados. A não ser que façamos stop e reiniciemos a escuta. O que está errado neste tipo de algoritmo, uma vez que se presume que, tendo escolhido o artista X é porque temos vontade de O escutar, intercalado com outros, com proximidade de estilo ou melodia. E não apenas, os outros&#8230; O que acontece na maioria dos casos, prende-se não tanto com um mau funcionamento do sistema de selecção dos artistas, mas antes com questões legais que impossibilitam a apresentação de rádios  de um só artista, ou rádios em que a música de um só artista passe de forma consecutiva.  Considerando a Lei, o critério variedade e a relação entre géneros e estilos, canais como &#8220;Artistas &#38; CO&#8221; tendem a ser canais de artistas relacionados, com maior proximidade nos artistas que tocam do que quando se escolhe apenas uma rádio de um determinado género musical.</p>
<p style="padding-right:5px;text-align:justify;">É algo novo no site, que não existia anteriormente, aumentando a variedade da oferta, numa altura em que sites desta natureza já permitem partilhar as escutas que os utilizadores fazem no computador, criando listas partilháveis, paralelamente à oferta do site (<a href="http://tunein.finetune.com/index.php" target="_blank">Tune In &#8211; Finetune</a>). por outro lado, a selecção de blogues é igualmente interessante, contudo, permite apenas a leitura, contrariamente ao que outros serviços fazem, que recolhem e listam a música que passa em blogs (<a href="http://tunein.finetune.com/index.php" target="_blank">The Hype Machine</a>). Não será certamente esse o objectivo do Cotonete. Contudo, estando na web, não está apenas a concorrer com a oferta nacional, ou seja, nenhuma, estando num contexto global em que a língua é também importante. Neste sentido, um serviço de tradução automática associado também poderia ser uma mais valia, ampliando a abrangência do Cotonete para além da comunidade que fala português. </p>
<p style="padding-right:5px;text-align:justify;">Para utilizadores não registados, as rádios VIP podem ser partilhadas (share this), contudo as pessoais (dos utilizadores), apenas podem ser enviadas por e-mail aos amigos (e-mail com sugestão e hiperligação para escutar). Os DJ sets são também partilháveis (share this, <a href="http://twitter.com/TwittingNetFM" target="_blank">Exemplo</a>), apresentando igualmente ícones do Twitter e RSS Feed, não para postar o que estamos a escutar, mas para subscrever os tweets ou feeds do Cotonete.</p>
<p style="padding-right:5px;text-align:justify;">No que respeita à comunidade, continua a falha no envio do e-mail para confirmar o registo. Já várias vezes o NetFM se tentou registar, mas sem sucesso. Este relaciona-se quer com aspectos relacionados com o utilizador, a rede e os próprios servidores. Invariavelmente, a mensagem de confirmação é barrada pelos filtros de spam, facto para o qual o próprio serviço chama a atenção durante o registo. Por outro lado,  a disponibilidade das redes ou dos servidores externos ao Cotonete também contribuem para a demora no envio deste e-mail de confirmação que, no caso do NetFM, chegou um dia depois do registo, ao contrário das mensagens desta natureza que na maiora das vezes entram na caixa de correio poucos minutos depois do registo.</p>
<p style="padding-right:5px;">Post in progress, decorrente da utilização do Cotonete e aberto a comentários/ideias/sugestões.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Walkman... 30 anos depois...]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/07/01/walkman-30-anos-depois/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:29:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/07/01/walkman-30-anos-depois/</guid>
<description><![CDATA[30 anos depois, a experiência de um jovem de 13 anos, contada na primeira pessoa (Magazine, BBC News]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">30 anos depois, a experiência de um jovem de 13 anos, contada na primeira pessoa (<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/magazine/8117619.stm" target="_blank">Magazine, BBC News</a>).</p>
<p style="text-align:justify;">Durante uma semana, abandonou o seu leitor áudio digital e fez-se acompanhar do walkman que era do seu pai&#8230; A surpresa daqueles com quem interagiu não o demoveu e, ao fim de três dias, descobriu que a cassete tinha dois lados. Depois, percebeu que o selector &#8220;metal&#8221; não dizia respeito a um género, mas ao tipo de cassete. Finalmente, fez uso do fast-forward para imitar o random do leitor áudio digital e percebeu que&#8230; a cassete ficou inutilizada ao fim de pouco tempo!</p>
<p style="text-align:justify;">Scott Campbell, conta a experiência e avalia os dois aparelhos:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>When I wore it walking down the street or going into shops, I got strange looks, a mixture of surprise and curiosity, that made me a little embarrassed. (&#8230;) I mistook the metal/normal switch on the Walkman for a genre-specific equaliser, but later I discovered that it was in fact used to switch between two different types of cassette. (&#8230;) I told my dad about my clever idea. His words of warning brought home the difference between the portable music players of today, which don&#8217;t have moving parts, and the mechanical playback of old. In his words, &#8220;Walkmans eat tapes&#8221;. So my clumsy clicking could have ended up ruining my favourite tape, leaving me music-less for the rest of the day&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Prós e Contras</strong></p>
<p style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:100%;text-align:justify;margin:0;padding:0 0 10px;"><em>&#8220;When playing, it is clearly evident that the music sounds significantly different than when played on an MP3 player, mainly because of the hissy backtrack and odd warbly noises on the Walkman. (&#8230;)</em></p>
<p style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:100%;text-align:justify;margin:0;padding:0 0 10px;"><em>The warbling is probably because of the horrifically short battery life; it is nearly completely dead within three hours of firing it up. Not long after the music warbled into life, it abruptly ended. (&#8230;)</em></p>
<p style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:100%;text-align:justify;margin:0;padding:0 0 10px;"><em>The Walkman actually has two headphone sockets, labelled A and B, meaning the little music that I have, I can share with friends&#8221;. </em></p>
<p style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:100%;text-align:justify;margin:0;padding:0 0 10px;"> </p>
<p style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:100%;text-align:justify;margin:0;padding:0 0 10px;">No <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389522&#38;idCanal=4870" target="_blank">Público</a> de hoje, a referência aos 3o anos do walkman desvenda um pouco da sua história e do marketing de que foi alvo para atingir a popularidade que durante anos lhe reconheecemos. A sua implementação não foi tão fácil quanto a Sony previra e, por essa razão, <em> &#8221;Como forma de campanha, a Sony ofereceu Walkmans a celebridades para que estas o usassem. Os funcionários das lojas também tinham Walkmans e incentivavam os clientes a experimentá-los. E os próprios funcionários da Sony passeavam-se pelas ruas japonesas com um Walkman. A empresa teve ainda de combater a má imagem associada aos grandes auscultadores (que, mais tarde, chegaram a ser moda)&#8221;</em>.  Na verdade, o aforismo &#8220;primeiro estranha-se. Depois entranha-se&#8221; (Fernando Pessoa) aplica-se também ao caso do walkman, aparelho de grande sucesso e popularidade ao longo das décadas de 1980 e mesmo, 1990, abrindo espaço para a fácil apropriação  dos pequenos, ágeis e multi-funcionais leitores áudio digitais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ RADIO FUTURA]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/29/radio-futura/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 15:05:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/29/radio-futura/</guid>
<description><![CDATA[FuturePlaces 2009 presents RADIO FUTURA, The official FuturePlaces radio station broadcasting live d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://futureplaces.org" target="_blank">FuturePlaces 2009</a> presents</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://colab.ic2.utexas.edu/futureplaces/2009/06/enter-radiofutura/" target="_blank">RADIO FUTURA</a>, The official FuturePlaces radio station broadcasting live during FuturePlaces 2009 digital media festival.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>October 14-17, 2009 Porto, Portugal </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em> A joint venture between Future Places and Rádio Zero. </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://colab.ic2.utexas.edu/futureplaces/radio-futura/" target="_blank">CALL</a></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">We are now accepting submissions for Radio Futura, a special one-week radio broadcast during FuturePlaces 2009. FuturePlaces 2009 is an international digital media festival focusing on the potential of digital media to change local cultures and societies. It does so by exploring digital culture in its many forms: from concerts to exhibitions and competitions, from workshops to parties, from conferences  to film screenings.</p>
<p style="text-align:justify;">During the festival, Radio Futura will be broadcasting a mix of live  event coverage and studio programs. We want your participation by  submitting proposals for programs to be broadcast during the festival.</p>
<p style="text-align:justify;">You can submit any kind of program,  as long as it is connected to radio digital culture and/or local cultures in any way.</p>
<p style="text-align:justify;">SONGS. RANTS. FIELD RECORDINGS. SOUND POETRY. MUSIC. EXPERIMENTAL. HOT TOPICS. PURE WEIRDNESS.</p>
<p style="text-align:justify;">Preference is given to proposals of live programs, using webstream or at (if you&#8217;re around at the time) Radio Futura studio, but pre-recorder programs are also welcomed.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SUBMIT YOUR PROPOSALS TO</strong>: radiofutura2009 @ gmail.com</p>
<p style="text-align:justify;">Deadline for submitting your proposals is : August 15, 2009</p>
<p style="text-align:justify;">Proposals should be either a short statement of the idea to be developed  in the radio program, or an audio file of a draft program.  (MP3 or OGG is preferred at this stage, because it is light!).</p>
<p style="text-align:justify;">You can find out more on the <a href="http://futureplaces.org" target="_blank">Future Places digital media festival </a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Napster: 10 anos depois]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/29/napster-10-anos-depois/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 10:34:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/29/napster-10-anos-depois/</guid>
<description><![CDATA[O arrependimento. O reconhecimento da incapacidade para analisar o seu potencial. Geoff Taylor (chie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O arrependimento. O reconhecimento da incapacidade para analisar o seu potencial.</p>
<p style="text-align:justify;">Geoff Taylor (chief executive of the BPI) apresenta a sua reflexão na <a href="http://news.bbc.co.uk/" target="_blank">BBC News</a></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Mr Taylor expressed &#8220;regret&#8221; that the music industry did not move faster to work out how to use the net to promote and sell records&#8221;. &#124;<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8120552.stm" target="_blank">Ler</a>&#124;</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;But until Napster, hardly anyone understood the tsunami that would be unleashed by combining the ability to copy digitally with the power of the internet to connect all the computers on the planet. Napster understood the internet&#8217;s potential for decentralised music distribution, and offered it to consumers in a way that was simple to understand and use&#8221;. &#124;<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8120320.stm" target="_blank">Ler</a>&#124;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de música/ rádio]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/25/sites-de-musica-radio/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:12:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/25/sites-de-musica-radio/</guid>
<description><![CDATA[Como fazer a diferença entre o streaming de música, a rádio online e a webradio? Do ponto de vista d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Como fazer a diferença entre o streaming de música, a rádio online e a webradio?</p>
<p style="text-align:justify;">Do ponto de vista do utilizador, reina a indefinição. Será relevante para o utilizador a definição concreta do serviço que está a utilizar ou serão mais importantes as suas funcionalidades, aplicações e serviços?</p>
<p style="text-align:justify;">Considerando os sites desta natureza mais populares, que são também alguns aparentemente indefinidos, talvez a definição são seja o aspecto mais importante e sim aquilo que lhe é permitido fazer que realmente conta. E o que mais utiliza nestes sites?</p>
<p style="text-align:justify;">Se nos sites de rádio a funcionalidade mais utilizada é a escuta online, depreende-se que o streaming de música será a funcionalidade mais apetecível para os utilizadores. Da mesma forma, esta é a funcionalidade com maior destaque na generalidade destes sites, permitindo a construção de listas de música personalizadas.</p>
<p style="text-align:justify;">&#124;Continua&#124;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Beyond Broadcast Conference 2009 (wrap up)]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/25/beyond-broadcast-conference-2009-wrap-up/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:05:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/25/beyond-broadcast-conference-2009-wrap-up/</guid>
<description><![CDATA[Since 2004, the conference Beyond Broadcast explores the evolution of participatory digital public m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Since 2004, the conference Beyond Broadcast explores the evolution of participatory digital public media. This year&#8217;s theme was <strong>Mapping Public Media</strong>: How are media makers using online mapping and visualization tools to tell stories and engage communities? What can those same tools tell us about changes in the public media landscape?</p>
<p style="text-align:justify;">It was all about Local/Global: Public Service Media in the Global Context and Community Media.</p>
<p style="text-align:justify;">Resumos e sessões, <a href="http://bb2009.uscannenberg.org/index.php" target="_blank">aqui</a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Afinal (II)...]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/24/afinal-ii/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:18:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/24/afinal-ii/</guid>
<description><![CDATA[O iPhone até é bom para a indústria radiofónica, diz James Cridland: It lets your listeners hear you]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O iPhone até é bom para a indústria radiofónica, diz <a href="http://james.cridland.net/" target="_blank">James Cridland</a>:</p>
<p><em>It lets your listeners hear your station</em></p>
<p><em>It lets you hear your audience</em></p>
<p>Texto completo <a href="http://james.cridland.net/blog/why-iphone-v3-0-is-good-for-radio/" target="_blank">aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seth Godin sobre a indústria musical]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2009/06/18/seth-godin-sobre-a-industria-musical/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 10:03:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2009/06/18/seth-godin-sobre-a-industria-musical/</guid>
<description><![CDATA[Bestselling author, entrepreneur and agent of change Seth Godin speaks out on the here, now and tomo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Bestselling author, entrepreneur and agent of change Seth Godin speaks out on the here, now and tomorrow of the Record Industry</p>
<p style="text-align:justify;">Cortesia da Inside Radio, um podcast com Seth Godin que fala sobre a indústria musical. Uma entrevista gravada na 40th Annual Country Radio Seminar em Nashville (E.U.A.). Revela, com base nas suas ideias sobre tribos, como músicos e editoras podem ganhar mais dinheiro (ou voltar a ganhar dinheiro&#8230;), como conseguir promover-se através dos fans e como o passa-palavra pode ser importante.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ouvir <a href="http://ftp.wrlt.com/production/mbr/podcast/2009/mbrSethGodin.mp3" target="_blank">aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bits y Atomos]]></title>
<link>http://baudio.wordpress.com/2009/06/08/bits-y-atomos/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 04:50:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>baudio</dc:creator>
<guid>http://baudio.wordpress.com/2009/06/08/bits-y-atomos/</guid>
<description><![CDATA[“Hace poco tiempo visite  la oficina central de uno de los principales fabricantes de circuitos inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#ffcc00;">“Hace poco tiempo visite  la oficina central de uno de los principales fabricantes de circuitos integrados de los estados Unidos de America. Mientras firmaba el registro de visitantes, me preguntaron si llevaba el ordenador portátil.<br />
-Naturalmente- Respondí.<br />
La recepcionista me pregunto el modelo, el número de serie y su valor.<br />
-Aproximadamente, entre uno y dos millones de dólares-dije.<br />
-Oh, eso es imposible, señor – contesto ella -. Déjeme verlo.<br />
Le enseñe mi viejo powerbook y ella cálculo que valía 2000 dólares. Apunto la cantidad y me permitieron entrar al edificio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffcc00;">La cuestión en que mientras los átomos no valían tanto, los bits no tenían precio”.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">La alusión se encuentra referida al impacto de las Tecnologías Digitales (Bits) en nuestra era. El cambio de las economias, las sociedades y la cultura tradicional (basada en Atomos, Materia, Elementos Físicos  o Tangibles) hacia la Sociedad de la Información (Bits).</p>
<p>Nicholas Negroponte<br />
Capitulo 1 del libro “Ser Digital”. Bits y Atomos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fly by music, uma nova forma de escutar música]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2009/06/03/fly-by-music-uma-nova-forma-de-escutar-musica-digital/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:28:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>charles cadé</dc:creator>
<guid>http://charlescade.com.br/2009/06/03/fly-by-music-uma-nova-forma-de-escutar-musica-digital/</guid>
<description><![CDATA[Fly by music é um serviço que busca criar um novo modelo de receita para músicos e gravadoras lucrar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fly by music é um serviço que busca criar um novo modelo de receita para músicos e gravadoras lucrar]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Musica con Guitarra Clásica]]></title>
<link>http://pionerosblog.wordpress.com/2009/07/22/musica-con-guitarra-clasica/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 02:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>pionerosblog</dc:creator>
<guid>http://pionerosblog.wordpress.com/2009/07/22/musica-con-guitarra-clasica/</guid>
<description><![CDATA[Bueno en este espacio vamos a comentar acerca de los diversos estilos de musica para Guitarra, vamos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JmidbfrmCWI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JmidbfrmCWI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span>Bueno en este espacio vamos a comentar acerca de los diversos estilos de musica para Guitarra, vamos a iniciar con la pieza musical del célebre Brazileño Hector Villa Lobos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
