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	<title>mutacoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mutacoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mutacoes"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:53:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[A mutação do "super bebé"]]></title>
<link>http://darwinismo.wordpress.com/2009/11/12/a-mutacao-do-super-bebe/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:13:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mats</dc:creator>
<guid>http://darwinismo.wordpress.com/2009/11/12/a-mutacao-do-super-bebe/</guid>
<description><![CDATA[Há alguns anos trás, as reportagens acerca dum &#8220;super bebé&#8221; alemão propagaram-se um pouc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">Há alguns anos trás, as reportagens acerca dum &#8220;super bebé&#8221; alemão propagaram-se um pouco por todo o mundo. <a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r1"><sup>1</sup></a> O bebé tinha na altura apenas 4 anos, mas as suas coxas possuíam já o dobro da massa muscular presente nas coxas doutros bebés da mesma idade.</div>
<p style="text-align:justify;">Ele era suficientemente forte para segurar 3 kgs com os braços esticados, coisa que é complicada para muitos adultos. A sua força é o resultado de uma mutação genética <span style="color:#999999;font-size:85%;">(uma erro de cópia nas &#8220;instruções&#8221; do ADN)</span> que lhe deram uma quantidade extra de massa muscular.</p>
<p style="text-align:justify;">A mãe do bebé, uma senhora musculada praticante de corridas de velocidades, tem uma cópia desta mutação, mas emparelhada com um gene normal. O irmão dela, bem como 3 outros membros familiares masculinos próximos dela, aparentam ter a mesma mutação uma vez que eles são, também, bastante fortes. Um deles trabalhava nas construções e era capaz de descarregar pedras pesadas com as suas próprias mãos.</p>
<p style="text-align:justify;">O bebé tem duas cópias deste gene, o outro proveniente sem dúvida do pai.<strong> </strong></p>
<h2 style="text-align:justify;">A evolução está finalmente provada?</h2>
<div style="text-align:justify;">Uma vez que o bebé está &#8220;maior e melhor&#8221; não será isto um exemplo da &#8220;evolução em acção&#8221;? Nem por isso.</div>
<p style="text-align:justify;">Como acontece sempre que a ciência investiga as supostas &#8220;evidências para a evolução&#8221;, esta mutação não serve de suporte para a teoria que afirma que as formas de vida são o resultado de forças não inteligentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">A Ciência Explica</span></p>
<p style="text-align:justify;">O crescimento muscular é normalmente controlado, e um dos &#8220;controladores&#8221; é uma proteína chamada <em>miostatina</em><span style="color:#990000;"> </span>ou factor 8 de crescimento e diferenciação <span style="color:#999999;font-size:85%;">(GDF-8)</span>. <a name="f2"></a>Esta mutação, por incrível que pareça,<span style="color:#990000;"> </span><span style="color:#990000;">danifica</span> o gene que produz a miostatina.<em> </em><a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r2"><sup>2</sup></a> Como resultado, a proteína miostatina não é formada normalmente e os músculos crescem de forma descontrolada.</p>
<p style="text-align:justify;">A evolução &#8220;bactéria-para-bebé&#8221; requer uma enorme quantidade de mutações que <span style="color:#990000;">incrementem a informação genética</span>, de forma a produzir <span style="color:#990000;">novas estruturas e novos enzimas </span>que não existiam previamente. Se tal estivesse a acontecer, seria de esperar nós observarmos imensas mutações que aumentassem a informação genética, mas até hoje os ateus foram incapazes de fornecer uma só.</p>
<p style="text-align:justify;">O que nós observamos, no entanto, são mutações que 1) ou são neutras ou 2) são causadoras de perda de informação genética.<em> </em><em></em><a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r3"><sup>3</sup></a> Todas estas mutações que a ciência observa estão perfeitamente de acordo com a Palavra de Deus, quando ela afirma que Deus criou o universo e toda a vida lá contida em 6 dias<span style="color:#999999;font-size:85%;"> (Êxodo 20:11)</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Convém ressalvar que a Bíblia não contradiz a posição que afirma que existam mutações benéficas,<span style="color:#990000;"> </span><span style="color:#990000;">isto é</span>, mutações que confiram ao portador alguma vantagem em relação aos demais. Mas em termos de informação genética, estas mutações caminham na direcção contrária à esperada pelos evolucionistas.</p>
<p style="text-align:justify;">A mutação do &#8220;super bebé&#8221;<span style="color:#990000;"> </span><span style="color:#990000;">não só</span><span style="color:#990000;"> </span>é mais uma na longa lista de mutações informaticamente negativas<span style="color:#999999;font-size:85%;"> (perda de informação) </span>que, no entanto, conferem ao portador uma vantagem, <span style="color:#990000;">como também</span> não explica como é que músculos e a miostatina evoluiriam originalmente. A perda progressiva de informação genética não só não é argumento contra o criacionismo, como também não é evidência a favor da evolução ateísta.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_onlP7SpGIHA/SvbpmGbc_0I/AAAAAAAABI8/NzoadVxnrlo/s1600-h/182+BlueCow-Miostatin1.jpg"><img style="width:174px;float:right;height:100px;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onlP7SpGIHA/SvbpmGbc_0I/AAAAAAAABI8/NzoadVxnrlo/s400/182+BlueCow-Miostatin1.jpg" border="0" alt="" /></a> Esta mutação não só foi observada em seres humanos, como também em alguns animais.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r4"><sup>4</sup></a> <a name="f5"></a>As vacas Piamontesas e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Nmkj5gq1cQU&#38;NR=1&#38;feature=fvwp">a vaca Azul Belga são extremamente musculadas</a> precisamente porque uma mutação causa a produção de uma proteína miostatina defeituosa.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r5"><sup>5</sup></a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Miostatin2.jpg">O mesmo se verifica em ratos</a>.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Conclusão</h2>
<div style="text-align:justify;">A questão levante-se se esta mutação será realmente benéfica a longo prazo uma vez que a mesma, na vaca Azul Belga, tem efeitos secundários. Por exemplo, a mutação reduz a fertilidade, e os médicos estão preocupados com os efeitos da mesma mutação no super bebé, <span style="color:#999999;font-size:85%;">(pode vir a sofrer de problemas de saúde relacionados com o coração)</span>.</div>
<p style="text-align:justify;">Se as formas de vida foram de facto criadas por Deus como diz a Bíblia, então será de esperar que a miostatina exista por uma razão. Remove-la do nosso sistema pode trazer uma vantagem a curto prazo, mas desvantagens a longo prazo.</p>
<p style="text-align:justify;">O ponto principal disto tudo é que esta mutação é uma que reduz informação genética. É o mesmo que as baratas que perdem a habilidade de voar numa ilha ventosa. Essa mutação embora benéfica é o efeito de perda de informação genética.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#r6"><sup>6</sup></a> Esta mutação não explica a origem das asas, nem como é que as baratas evoluíram, como tal, não é evidência contra o criacionismo nem evidência a favor da evolução.</p>
<p style="text-align:justify;">Mostrar como é que um sistema biológica funciona não é evidência contra a posição que afirma que o mesmo foi criado por Deus, do mesmo modo que mostrar como é que um carro funciona não é evidência em favor da posição que afirma que eles <span style="color:#990000;">não </span>foram projectados e construídos por engenheiros e mecânicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Funcionamento não explica origem.</p>
<hr /><span style="color:#666666;font-size:85%;"><span style="font-style:italic;">Referencias</span></p>
<p></span></p>
<ol class="notes" style="color:#666666;text-align:justify;">
<li><span style="font-size:85%;"><a name="r1"></a>Linda Johnson, Doctors discover genetic mutation that makes toddler super strong, <em>Anchorage Daily News</em>, 23 June 2004, . </span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><a name="r2"></a>Markus Schuelke, Kathryn R. Wagner, Leslie E. Stolz, Christoph Hübner, Thomas Riebel, Wolfgang Kömen, Thomas Braun, James F. Tobin, Ph.D., and Se-Jin Lee, Myostatin mutation associated with gross muscle hypertrophy in a child, <em>New England Journal of Medicine</em> <strong>350</strong>(26):2682–2688, 24 June 2004.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#f2">
<p></a></span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><a name="r3"></a><a href="http://creation.com/article/3499">Batten, D.</a>, <a href="http://creation.com/article/1586">The adaptation of bacteria to feeding on nylon waste</a>, <a href="http://creation.com/article/24"><em>TJ</em></a> <strong>17</strong>(3):3–5, 2003; R. Truman, The unsuitability of B-cell maturation as an analogy for neo-Darwinian Theory, , March 2002.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#f3">
<p></a></span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><a name="r4"></a>Anon., <a href="http://creation.com/article/769#cattle">Muscular cattle: a beneficial mutation?</a> <em>Creation</em> <strong>20</strong>(4):9, 1997.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#f4">
<p></a></span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><a name="r5"></a>J. Travis, Muscle-bound cattle reveal meaty mutation, <em>Science News</em> <strong>152</strong>(21):325, 22 November 1997.<a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#f5">
<p></a></span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"><a name="r6"></a><a href="http://creation.com/article/3497">Carl Wieland</a>, <a href="http://creation.com/article/599">Beetle Bloopers</a>, <em>Creation</em> <strong>19</strong>(3):30, 1997.</span><a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation#f6">
<p></a></span></li>
</ol>
<p style="font-style:italic;"><span style="font-size:85%;"><a href="http://creation.com/the-superbaby-mutation">Modificado a partir do original</a>.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A origem da nossa capacidade de falar poderá residir num único gene]]></title>
<link>http://biogilde.wordpress.com/2009/11/12/a-origem-da-nossa-capacidade-de-falar-podera-residir-num-unico-gene/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 09:11:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>biogilde</dc:creator>
<guid>http://biogilde.wordpress.com/2009/11/12/a-origem-da-nossa-capacidade-de-falar-podera-residir-num-unico-gene/</guid>
<description><![CDATA[Geneticamente, somos muito parecidos com os chimpanzés. Mas há pelo menos uma coisa que nos distingu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Geneticamente, somos muito parecidos com os chimpanzés. Mas há pelo menos uma coisa que nos distingu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mutações]]></title>
<link>http://sonaweb.wordpress.com/2009/10/16/mutacoes/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:45:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>pleubis</dc:creator>
<guid>http://sonaweb.wordpress.com/2009/10/16/mutacoes/</guid>
<description><![CDATA[Nome do Filme: Mutações Tamanho: 726 Mb Gênero: Terror Formato: AVI Idioma: Português/Inglês Ano de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-109 alignleft" title="Mutações" src="http://sonaweb.wordpress.com/files/2009/10/mutacoes.jpg" alt="Mutações" width="200" height="280" /></p>
<p style="text-align:center;">Nome do Filme: <strong>Mutações</strong></p>
<p style="text-align:center;">Tamanho: <strong>726 Mb</strong></p>
<p style="text-align:center;">Gênero: <strong>Terror</strong></p>
<p style="text-align:center;">Formato: <strong>AVI</strong></p>
<p style="text-align:center;">Idioma: <strong>Português/Inglês</strong></p>
<p style="text-align:center;">Ano de Lançamento: <strong>2009</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a title="Mutações" href="http://www.megaupload.com/?d=T22485XS" target="_blank">- Donwload Aqui -<strong> Megaupload</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"><a title="Mutações" href="http://www.2shared.com/file/8187748/11048a2e/MutacoesDVDRipDualAudiowwwtherebelsbizggsgabriel.html" target="_blank">- Download Aqui &#8211; <strong>2shared</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fichas de Apoio Teórico]]></title>
<link>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/13/fichas-de-apoio-teorico/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>BG</dc:creator>
<guid>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/13/fichas-de-apoio-teorico/</guid>
<description><![CDATA[Serve este post para partilhar duas fichas de apoio teórico, relacionadas com a síntese proteica e m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-168" title="Estudar" src="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/studying-main_full.jpg" alt="Estudar" width="288" height="215" />Serve este post para partilhar duas fichas de apoio teórico, relacionadas com a síntese proteica e mutações.</p>
<p>A sua consulta não invalida a informação teórica do manual adoptado, assim como de outras fontes de informação. Apresenta-se mais como uma pequena síntese de alguns conteúdos abordados nas aulas de Biologia/Geologia.</p>
<p>Podes obtê-las aqui: <a href="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/ficha_apoio_sintese_prt.pdf">Ficha_Apoio_Sintese_Proteica</a> / <a href="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/ficha_apoio_mutacoes1.doc">Ficha_Apoio_Mutacoes</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Internet em Horários Cada Vez Mais Nobre...Será O Fim da Televisão?]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/10/09/internet-em-horarios-cada-vez-mais-nobre-sera-o-fim-da-televisao/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 09:50:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/10/09/internet-em-horarios-cada-vez-mais-nobre-sera-o-fim-da-televisao/</guid>
<description><![CDATA[Internet Fonte: www.eupublicidade.wordpress.com Hoje trago, uma notícia sobre algo, que já tenho vin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_769" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-769" title="Internet" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/10/internet_5g.jpg" alt="Internet      Fonte: www.eupublicidade.wordpress.com" width="450" height="406" /><p class="wp-caption-text">Internet      Fonte: www.eupublicidade.wordpress.com</p></div>
<p><strong>Hoje trago, uma notícia sobre algo, que já tenho vindo aqui a falar, a mutação da nossa sociedade, e a transferência de pessoas da televisão para a Internet, como consequência destas mutações, passo a transcrever a notícia seguida do meu comentário:</strong></p>
<p><strong>«Internet: o que nos mantém acordados à noite?</strong></p>
<p>Um estudo sobre o comportamento online realizado pela empresa norte-americana, Arbor Networks, revela que o horário nobre na internet é bem mais tarde do que a maioria das pessoas pensa. Outra surpresa são os hábitos dos internautas noctívagos. Segundo os dados desta empresa, que realizou um dos maiores estudos sobre o tráfego na internet, o pico de “audiências” na web é às 23h00 e mantém-se relativamente elevado até às 03h00 da manhã. Não deixa de ser curioso relembrar que, nos primeiros tempos da internet acessível às massas, o horário nobre às 08h00, quando as pessoas chegavam ao trabalho.<br />
A análise da Arbor mostra o que é que os internautas gostam de fazer à noite. Uma das actividades preferidas são os jogos online, que dificilmente podem ser jogados durante o trabalho ou as aulas. Assim, tráfego para esta categoria cresce mais de 60% depois das 14h00 e atinge o pico entre as 20h00 e as 23h00. Já a conversação por mensagens instantâneas, que é muito constante durante o dia, apenas começa a cair por volta da meia-noite. No que diz respeito aos filmes &#8211; muitos deles para adultos -, o estudo revela que é por volta da meia-noite que uma maior afluência é registada.»</p>
<p><em>In: </em><em><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/26492-internet-o-que-nos-mantem-acordados--noite">http://www.ionline.pt/conteudo/26492-internet-o-que-nos-mantem-acordados&#8211;noite</a></em>, a 06 de Outubro de 2009, no Jornal I</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Devido às mutações que temos assistido na sociedade, nos diversos hábitos que vão sendo alterados de dia para dia, e estamos cada vez mais dependentes da Internet, e em na maior parte dos casos ainda bem.</p>
<p>Ainda não há muito tempo, vim aqui no meu blog, chamar à atenção para uma coisa engraçada, que era que a televisão estava a perder assistentes, para a Internet, o mesmo, fenómeno se passou há alguns anos, em que a rádio perder pessoas para a televisão.</p>
<p>Penso que a explosão da Internet, deve-se à falta de tempo, a que hoje levamos a vida, em que não temos horários fixos, mais concretamente, temos sim horários pessoais, e podemos não ter tempo para ver as notícias às 13H ou às 20H, e desta forma, podemos sempre ver um canal dedicado, ou então irmos consultando de uma forma fraseada ao longo do dia a Internet, para nos mantermos informados.</p>
<p>A televisão, como serviço de consumo, tem vindo a desiludir às novas gerações, pois passa programas que na sua essência, não dizem muito à gerações mais novas, e estas têm mais a fazer na Internet que na televisão, pois fazem parte das tão badaladas e conhecidas, redes sociais, e falam com os amigos pela internet, e ainda jogam on line, a Internet, derrubou muitas fronteiras, que físicas, quer psicológicas, pois consegue reunir os nossos amigos de uma forma efiicaz, rápida e barata, no nosso quarto, incrível não.</p>
<p>Penso que, à velocidade que as pessoas nos dias de hoje vivem, a televisão não satisfaz as necessidades actuais, pois as pessoas têm que estar on line, tem que ver blogs, tem que se divertir, falar e interagir com outras pessoas, e a televisão é mais estática, obrigamos a estar passivamente a assistir, e as pessoas hoje, em dia querem interagir umas com as outras, participar em actividades.</p>
<p>Eu pessoalmente, consigo passar sem ver televisão, mesmo muitos dias, mas não consigo prescindir do meu computador, e da internet, hoje em dia, penso que um computador sem acesso à internet, é me inútil, a não ser que seja dedicado a um objectivo especifico profissionalmente, não o uso para outra situação, eu habitualmente tenho acesso a 95% da informação pela Internet, raramente recorro à televisão, pois considero que os horários dos programas de informação são desenquadrados, e a programação das televisões mais generalistas, são muito para o entretenimento, no entanto, recorro geralmente a canais mais especializados em informação, mas tenho pena que estes só circulem por cabo, e não estejam disponíveis em sinal aberto, pelo menos o serviço publico, penso que deveria emitir nessa opção.</p>
<p>Penso que a televisão, atingiu o período de declínio, é um produto cansado, e que não consegue ter a interacção, o que faz com que seja, relegada para segundo plano, pois através da Internet, podemos ver televisão, sem termos um aparelho físico, a televisão, tende a ter cada vez mais canais mais especializados, e a dirigir-se a nichos de mercado, mas não dou 5 anos, para que a mesma, tenha uma quota de utilização inferior à Internet, nos ditos horários nobres, que cada vez, como acima já mencionei, são mais adaptadas ao estilo de vida de cada um de nós; tal como, aconteceu há uns anos com a rádio, vai acontecer o mesmo com a televisão, sendo que esta, é diferente da rádio, é que ainda nos dias de hoje, ouve-se muita rádio, essencialmente nos nossos automóveis, todos têm equipado com auto rádio de série, mas não vêm equipados com televisão de série, por ser um factor superior de distracção, face ao rádio.</p>
<p>Os directores de programas das televisões, têm neste momento, um grande desafio, é tentar que a sua estação seja a mais vista, e que seja, das ultimas a perder quota de audiência para a Internet, mas será inevitável, pois, é como qualquer produto, tem um ciclo, onde a maturidade da mesma, foi a partir do meio da década de 80 até meio da década em que estamos, agora estamos no declínio, temos a solução, ou se inova para um tipo de televisão mais interactiva em que vemos o que queremos, quando queremos, até porque os espectadores estão cada vez mais exigentes, ou então tentamos atrasar o declínio ao máximo.</p>
<p>Repare-se como as rádios ficaram mais interactivas, e até surgiram rádios mais especializadas, por exemplo, em notícias, e fazem serviços de que estão quase em cima do acontecimento, isto porque, é necessário para agarrar o ouvinte, senão era o fim das receitas publicitárias e consequentemente o fim da estação de rádio.</p>
<p>Como em tudo na vida, o Marketing está no ir de encontro à necessidade do cliente, e a televisão, tem que deixar de ser imperialista e se direccionar para os espectadores, e se adaptar a estes estilos de vida, cada vez mais abruptos, com horários cada vez mais diferenciados, como se pode provar, com a Internet, que é usada para o dito <em>lazer</em>, em horários cada vez mais tardios, o que prova que as vidas e os horários de cada um são cada vez mais dispares.</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Que pensa da Internet ser cada vez mais usada em detrimento da Televisão, e existam cada vez mais factores culturais e horários mais diferenciados?</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Variações: Ciência Recusa-se a Confirmar Darwin]]></title>
<link>http://darwinismo.wordpress.com/2009/10/01/variacoes-ciencia-recusa-se-a-confirmar-darwin/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 11:02:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mats</dc:creator>
<guid>http://darwinismo.wordpress.com/2009/10/01/variacoes-ciencia-recusa-se-a-confirmar-darwin/</guid>
<description><![CDATA[Rom 5:12 Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim, também,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"><em>Rom 5:12<br />
Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo,<br />
e pelo pecado a morte, assim, também,<br />
a morte passou a todos os homens,<br />
por isso que todos pecaram</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Há 150 anos atrás Charles Darwin publicou a sua proposição de que, não só todas as criaturas sobre a Terra tinham emergido naturalmente à partir de um ascendente comum, mas o mesmo se tinha verificado através de modificações graduais. Embora esta hipótese tenha rapidamente impregnado o pensamento Ocidental, evidências confirmadoras tem-se feito notar pela sua consistente ausência.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma nova reportagem sobre a &#8220;evolução em acção&#8221; também falha em confirmar o mecanismo evolutivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Num estudo recentemente publicado na <span style="font-style:italic;">Current Biology</span>, pesquisadores estudaram borboletas de museu (chamadas de &#8220;Great Eggflies &#8211; <em>Hypolimnas bolina</em>) coleccionadas durante um período de 130 anos nas ilhas Fiji.</p>
<p style="text-align:justify;">Eles observaram que as populações originais alternaram entre <span style="color:#990000;">1)</span> a predominância de fêmeas e <span style="color:#990000;">2)</span> a existência de um número equivalente entre machos e  fêmeas. Eles correlacionaram este fenómeno com a actividade da bactéria parasita <em>Wolbachia</em>, que infecta apenas os machos.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto a bactéria esteve activa, uma população continha 10 vezes mais fêmeas que machos. Quando a bactéria perdeu a sua habilidade de infectar, o numero de fêmeas e machos equivaleu-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas observações levaram os pesquisadores a concluir que este é um exemplo raro da capacidade de &#8220;<span style="color:#006600;">observarmos directamente a evolução num curto período de tempo</span>&#8220;<sup>1</sup>. No entanto, as modificações que aparentemente ocorreram nas populações destas borboletas eram &#8220;exemplos&#8221; evolutivamente inferiores ao que aconteceu ao tentilhão de Darwin ( ilhas Galápagos).</p>
<p style="text-align:justify;">Embora haja flutuação na dimensão do bico do tentilhão, <span style="text-decoration:underline;">e o mesmo continue a ser um tentilhão independentemente das variações que sofra</span>, Darwin usou estas aves como &#8220;exemplo&#8221; para a sua teoria. Do mesmo modo, embora haja variação no rácio entre fêmeas e machos, as borboletas não se transformaram em morcegos nem em colibris.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#990000;">Por mais modificações que elas tenham sofrido, não houve nada tenha acontecido que não esteja de acordo com o facto de Deus ter criado a biosfera em 6 dias, há cerca de 6000/7000 anos atrás</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, houve &#8220;evolução&#8221; apenas e só se o termo é aplicado a qualquer modificação que ocorra (quer seja subtil, flutuante, rápida ou imaginária). Por outras palavras, o tentilhão de Darwin e as modificações das borboletas acima referidas só são exemplos evolutivos se se define evolução como &#8220;<span style="color:#990000;">tudo o que acontece</span>&#8220;. Se é assim, então isto foi um &#8220;exemplo evolutivo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, como as acima mencionadas borboletas, bem como os parasitas que as dizimavam, continuam perfeitamente identificáveis como tais, a evolução no sentido darwiniano não foi observado. O que foi observado foram variações dentro do mesmo tipo básico. Os evolucionistas querem usar exemplos de variações (por sinal, não-controversas entre criacionistas e evolucionistas) como evidência para a sua fé de que a vida criou-se a si mesmo. Dito de outra forma, querem usar exemplos da mal-identificada <span style="font-style:italic;">&#8220;micro-evolução&#8221;</span> (que não é evolução nenhuma) como evidência para a <span style="font-style:italic;">&#8220;macro-evolução&#8221;</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente para os crentes darwinistas, a sua fé nas mutações “microevolutivas” contradiz o que cientistas não criacionistas têm o cuidado de afirmar:</p>
<div style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p align="justify"><span style="color:#009900;"><span style="color:#006600;">A questão central da conferência de Chicago era se os mecanismos salientes na microevolução podem ser extrapolados para explicar o fenómeno da macroevolução. <span style="font-weight:bold;">A resposta pode ser dada como um rotundo “Não”</span>.</span> <span style="color:#666666;font-size:85%;">(</span></span><span style="color:#666666;font-size:85%;"><span style="font-size:85%;">R. Lewin, “Evolutionary Theory Under Fire”, Science, vol. 210, 21 November, 1980, p. 883)</span></span></p>
</blockquote>
</div>
<p style="text-align:justify;">Como normalmente acontece com a ciência, estas observações estão em pleno acordo com a Palavra de Deus. Se ambos os organismos (tentilhões e borboletas) foram criadas por Deus tal como reportado na Bíblia, então variações entre tipos reprodutivos seria de esperar. Este cenário correctamente descreve as observações documentadas em relação às borboletas <span style="font-style:italic;">Great Eggflies</span>, a parasita <em>Wolbachia, </em>e o tentilhão.</p>
<p style="font-weight:bold;text-align:center;">Conclusão:</p>
<p style="text-align:justify;">Os diários pessoais de Darwin demonstram que a sua rejeição DO Criador baseou-se maioritariamente na presença do mal no mundo.  Uma das coisas que ele observou foi o parasitismo existente entre os artrópodes (parasitismo semelhante à bactéria existente na borboleta Great Eggfly). Daí ele provavelmente inferiu que como existe mal no mundo, então Deus não existe.</p>
<p style="text-align:justify;">O problema com o uso do &#8220;argumento do mal&#8221; contra a Bíblia é que ele <span style="color:#990000;">ou é feito na base de uma leitura incompleta da Bíblia</span> ou na rejeição da forma como Deus explica a existência do mal no mundo. O facto de <span style="font-style:italic;">actualmente </span>existirem<span style="font-style:italic;"> </span>deformações, parasitismo, mortes e outras coisas identificadas como &#8220;más&#8221;, não quer dizer que Deus tenha feito  o mundo <strong>tal qual ele é hoje</strong>. Os organismos que presentemente tem a capacidade de causar dano a outros (com o seu parasitismo) podem ter possuído outra função antes da Queda.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Deus criou o universo, Ele identificou como &#8220;<span style="color:#000099;">muito bom</span>&#8221; (Génesis 1:31), mas entre a criação original e o dia de hoje a Queda aconteceu entretanto. Os ateus normalmente ignoram este &#8220;pequeno&#8221; incidente como forma de poderem justificar o seu ateísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Longe de ser um argumento contra Deus, a existência do mal <span style="color:#990000;font-weight:bold;">não só</span> é o testemunho vivo da consequência do pecado, mas também é um argumento <span style="font-style:italic;">contra nós</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Do mesmo modo, as variações mínimas que se observam nas espécies não só não servem de argumento contra Deus,  como muito menos servem de argumento a favor da teoria que afirma que a biosfera é o resultado de forças não inteligentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A ciência continua a recusar-se a confirmar Darwin.</span> Porque será?</p>
<p style="font-size:xx-small;text-align:justify;"><strong><em>Referencias</em></strong></p>
<ol style="text-align:justify;">
<li style="font-size:xx-small;"><a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2009-09/cp-abf090309.php" target="_blank">A boy for every girl? Not even close</a>. Cell Press news release via EurekAlert!, September 10, 2009, reporting research published in Hornett, E. A. et al. Rapidly Shifting Sex Ratio across a Species Range. <em>Current Biology</em>. Published online September 10, 2009</li>
</ol>
<p style="font-size:xx-small;text-align:justify;"><strong><a style="font-style:italic;" href="http://www.icr.org/article/4970/"><span style="font-weight:normal;">Modificado à partir do original</span></a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Íris Tatuada]]></title>
<link>http://mesavisceral.wordpress.com/2009/09/04/iris-tatuada/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 02:54:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>os viscerais</dc:creator>
<guid>http://mesavisceral.wordpress.com/2009/09/04/iris-tatuada/</guid>
<description><![CDATA[Sentada de costas para a porta, as gotas de suor escorrem pela sua nuca. Mas nada refresca! Seu cabe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Sentada de costas para a porta, as gotas de suor escorrem pela sua nuca. Mas nada refresca! Seu cabelo curto agarra na testa. Os olhos estão injetados, as olheiras são visíveis e as rugas proeminentes. As unhas já estão carcomidas até o sabugo e mesmo assim Ela tamborila os dedos na mesa fria de mármore. E o barulho é abafado.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Tudo ao seu redor parece um enxame de abelhas.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Mas abaixe o som, coloque essa imagem muda. Seu planeta não tem tom.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Varias das abelhas passam ao seu redor, algumas chegam a pousar em sua pele, os acenos e sorrisos amarelos viram uma berrante imagem desfocada. Imagem em tons de vermelho, laranja&#8230; E claro, o amarelo! As listras pretas vem da roupa Dela e o cheiro que o corpo exala é feromônio. Que para todos ao redor se conjuga em mel.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Abaixe o som, ignore as abelhas, esqueça a profusão de cores, olhe para as mãos que param de tamborilar a mesa, pois os signos de procura, que Ela espalhou estão ficando cada vez mais fortes. Os olhos atentos se entretêm com camisas xadrezes, mochilas, barbas, cabelos.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Só que aquela fração de segundo congelada em imagens fragmentadas quebra o silencio. O som aumenta, deixando-A ao ponto de gritar, só que não há voz, Ela é muda, como todos os outros. Mas preste atenção, existi um compassado tic-tac-tic-tac do relógio na parede.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">E o crocodilo do </span><em><span style="color:#888888;">Peter Pan ressurgiu</span></em><span style="color:#888888;">! Tentando devorar-lhe a mão em gancho que Ela sempre estende. Outrora já lhe havia engolido o relógio biológico, o que será que faz ali?</span></p>
<p><span style="color:#888888;">O cabelo se agarra mais a testa, a roupa começa a umedecer. Os signos somem do alcance na presença do predador conjurado.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Ela volta a tamborilar os dedos, sua mão treme.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">O mundo sem som volta a reinar e seus sentidos aguçados transformam-se em sonar, para afastar os peixes, que em cardume começam a sufocá-la.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">As moedas são jogadas na mesa o giro e o som feitos são abafados pelo silêncio. E o dinheiro valsa feito bailarinas-níquel.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">O corredor costumeiro, que precede a saída é revelado. E não é mais um caminho apenas, é um jogo polonês de palavras e lembranças, eles gritam com chutes e socos:</span></p>
<p><em><span style="color:#888888;">- Volte para trás me procure de novo!</span></em><span style="color:#888888;"> – só que suas vozes são sinais. Ela não sabe essa língua.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">E como um corpo em queda livre ela caminha com o gosto de sangue na boca. As abelhas a seguem, mas os acenos e sorrisos param de despontar no horizonte. Os planetas nessa fração de segundo param, criando uma fileira de aberrações. O sol, ah o sol&#8230; Esse fica exposto no mesmo lugar, fazendo o ponteiro das horas se encontrarem no exato momento em que ninguém pode evidenciar se é o meio dia que ele marca aqui, ou a meia noite que ele marca lá.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Seus olhares injetados percebem essas mutações, mas ele é desviado de seu isolamento por uma palavra que pisca furiosa ignorando a lei de parar no tempo.</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><span style="color:#ff0000;"><strong>SAÍDA, SAÍDA, SÁIDA&#8230;</strong></span> Infinitamente essa palavra pisca, e o neon vermelho dela faz a palavra refletir ao contrário na sua pele-água: <strong><span style="color:#ff0000;">ADÍAS, ADÍAS, ADÍAS&#8230;</span></strong> Ela não consegue controlar o corpo, mesmo que algo dentro diga: NÃO SE RENDA! NÃO SE RENDA!</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Tudo treme. A roupa ensopada faz trincar os dentes, os olhos se disfocam a cabeça volta em direção a porta deixada para trás e o fantasma aparece e lhe estende a mão. A cabeça gira, com vontade própria para frente e a sombra esta lá. E ela, também lhe estende a mão.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Entrincheirada, Ela respira o ar e rasga os pulmões. A mão dela esta sobre a mão da sombra.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Escolha feita&#8230; O neon venceu.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">O fantasma se mescla aos signos e as abelhas, os planetas voltam a rotacionar, o ponteiro indica à hora correta.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">De costa para a porta, com suor escorrendo pela nuca Ela tamborila os dedos sobre a mesa de mármore, ela esta vigilante, os conhecidos e amigos cumprimentam, mas seu olhar procura. Nada é mais angustiante para Ela do que esperar seu delírio acabar.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reversão geomagnética e equilíbrio pontuado: uma possível relação?]]></title>
<link>http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2009/08/05/reversao-geomagnetica-e-equilibrio-pontuado-uma-possivel-relacao/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 17:21:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerardo Furtado</dc:creator>
<guid>http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2009/08/05/reversao-geomagnetica-e-equilibrio-pontuado-uma-possivel-relacao/</guid>
<description><![CDATA[Este artigo não é um “post” no sentido convencional: não é um ensaio sobre algum assunto já conhecid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este artigo não é um “post” no sentido convencional: não é um ensaio sobre algum assunto já conhecido, nem a análise de algum tema em biologia evolutiva. Na verdade, trata-se de uma idéia para pesquisa, provavelmente inexeqüível, que me veio à mente quando li um livro sobre Teoria do Caos. Costumo pensar em propostas de pesquisas em algumas áreas que nem são a minha; elaborar hipóteses é uma tarefa divertida. Como a maioria delas não podemos, por uma razão ou outra, testar, porque não divulgá-las, caso alguém se interesse em pesquisá-las? É o que pretendo fazer aqui. Esse “post”, portanto, é direcionado para quem trabalha nesta área de pesquisa. Já adianto, contudo, que a hipótese não se apresenta cientificamente rigorosa, e penso que é um trabalho muito complicado pô-la à prova.<!--more--></p>
<p>Indo ao que interessa, penso que todos os pesquisadores da área da biologia evolutiva estão suficientemente familiarizados com o conceito de equilíbrio pontuado, de Gould e Eldredge. Para os estudantes desconhecedores do conceito que acompanham este blog não ficarem perdidos, uma breve explicação: Segundo Gould e Eldredge, as mudanças evolutivas não se dão de forma lenta e uniforme, ao longo do tempo geológico. Ao contrário, teríamos momentos de “calmaria”, em que poucas modificações fenotípicas são observadas, intercalados com momentos de grande atividade de especiação, em que diversas alterações fenotípicas são acumuladas, e em que grupos bifurcam-se evolutivamente, nos conhecidos processos de cladogênese.</p>
<p>Antes de prosseguir, quero deixar claro que compreendo que o conceito de equilíbrio pontuado é bastante complexo, e envolve diversos fatores evolutivos, cujas inter-relações não podem ser alvo de um reducionismo tolo. Contudo, quero focar apenas na questão da variação genética e sua relação com o equilíbrio pontuado. (deixando claro, novamente, que o equilíbrio pontuado é uma proposta bem mais complexa, e não depende apenas de possíveis variações no padrão temporal das mutações genéticas)</p>
<p>Costumamos supor que as mutações gênicas, que sabidamente se dão ao acaso, ocorrem em certa taxa relativamente constante. Essa suposição é exatamente a base para a construção de relógios moleculares. Contudo, se pudermos inferir a ocorrência de variações nas taxas de mutação, ou seja, a ocorrência de períodos onde as variações são mais freqüentes e a ocorrência de períodos onde as variações são menos freqüentes, poderíamos ter uma série de dados que dariam suporte adicional à idéia do equilíbrio pontuado, principalmente porque minha conjectura supõe alterações nas taxas de mutação em escala global.</p>
<p>E de que forma poderíamos ter períodos de elevação nas taxas de mutações, intercalados com períodos onde tais taxas retornam ao patamar “normal”? A idéia me meio na leitura do “Dos ritmos ao caos”, de Bergé, Pomeau e Dubois-Gance. Trata-se de um agradável livro de divulgação científica sobre a teoria do caos, ou para os matemáticos, caos determinístico. Trata-se de uma área da física, ou da matemática, como queiram, que procura explicar o funcionamento e o desenrolar de sistemas complexos. No terceiro capítulo, os autores descrevem o comportamento caótico das reversões geomagnéticas.</p>
<div id="attachment_154" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/files/2009/08/campos.jpg?w=800" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-154" title="campos" src="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/files/2009/08/campos.jpg?w=300" alt="Alternâncias do sentido do campo magnético terrestre, deduzidas de medições realizadas em rochas constitutivas do fundo oceânico (Bergé, Pomeau e Dubois-Gance)" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Alternâncias do sentido do campo magnético terrestre, deduzidas de medições realizadas em rochas constitutivas do fundo oceânico (Bergé, Pomeau e Dubois-Gance)</p></div>
<p>De tempos em tempos, o campo magnético da terra se inverte. Esse processo é conhecido e, como afirmei anteriormente, não é regular, periódico; ao contrário, temos um fenômeno caótico. Perceba, pelo gráfico, que só nos últimos quatro milhões de anos (bem pouca coisa, menos de 10% da totalidade do cenozóico&#8230;) tivemos mais de 10 inversões. Se a bússola aponta para o norte ou para o sul não tem (para a biosfera) importância, pois o campo magnético bloqueia radiações (estou falando aqui de partículas com carga; não confundir com radiações eletromagnéticas, que não são afetadas por campos magnéticos) nocivas, altamente energéticas, oriundas do sol. Porém, durante os fenômenos de inversão, o campo magnético praticamente desaparece, e o planeta é bombardeado com uma grande quantidade de radiação energética.</p>
<p>Eis, enfim, minha proposta (louca&#8230;) de pesquisa: será possível associarmos esses eventos de reversão geomagnética a alterações conhecidas nas taxas de mutação? Será possível associarmos esses períodos a períodos onde há conhecidamente uma grande diversificação genética ou, se possível for do ponto de vista paleontológico, a uma grande diversificação fenotípica? Acho que essa pode ser uma linha de pesquisa interessante para termos dados adicionais sobre a pertinência ou não do equilíbrio pontuado.</p>
<p>A idéia é esta, se alguém se interessar em fazer um levantamento bibliográfico sobre o tema, fique à vontade. Não sei se tais pesquisas já foram feitas. Se não, suponho que a linha de pesquisa possa envolver as seguintes etapas:</p>
<ol>
<li>Determinar com exatidão (esses dados já são conhecidos) os momentos de reversão geomagnética</li>
<li>Procurar dados sobre taxas (supostas) de alterações genéticas (mutações) ou de alterações na velocidade de relógios moleculares.</li>
<li>Procurar, se possível, dados sobre concentrações de eventos de cladogênese nos registros paleontológicos.</li>
<li>Associar estatisticamente essas variações nas taxas de mutação e de cladogênese aos momentos de reversão geomagnética, ou a períodos logo posteriores a essas reversões.</li>
</ol>
<p>Uma das possíveis objeções para esta minha idéia maluca é que, quando postularam o equilíbrio pontuado, Gould e Eldredge pensaram em períodos de calmaria longos, com períodos de turbulência bem mais afastados uns dos outros: já as reversões geomagnéticas ocorrem, em média (nunca é demais lembrar que estamos tratando de um fenômeno caótico, portanto não-periódico), a cada 200 mil anos, o que é algo relativamente curto.</p>
<p>Se alguém souber que essas pesquisas já foram feitas, e que minha idéia não é nova, agradeço se postarem um comentário. Se acharem a idéia boba, agradeço se postarem também! Se ela for exeqüível, seria bom que alguém se interessasse em publicá-la.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Isabel...Pastel...Asa Cinza?]]></title>
<link>http://estrildidae.wordpress.com/2009/08/01/isabel-ou-pastel/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 18:55:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Domingues</dc:creator>
<guid>http://estrildidae.wordpress.com/2009/08/01/isabel-ou-pastel/</guid>
<description><![CDATA[A mutação evoluíu..confesso que me deixou extasiado. Além do prolongamento das penas lipocrómicas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A mutação evoluíu..confesso que me deixou extasiado. Além do prolongamento das penas lipocrómicas&#8230;este macho, em comparação com os outros &#8220;asas cinza&#8221;, é ainda mais claro&#8230;</p>
<p>Penso que lentamente começo a alcançar, o caminho que durante anos sonhei! Agora a questão é determinar a mutação&#8230;isabel ou pastel?</p>
<p>Neste momento disponho de 6 aves mutadas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-131" title="mutado" src="http://estrildidae.wordpress.com/files/2009/08/mutado1.jpg" alt="mutado" width="460" height="613" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Massaroca 75 - "A Radiação e Você"]]></title>
<link>http://massaroca.wordpress.com/2009/07/29/massaroca-75-a-radiacao-e-voce/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 02:35:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Massaroca</dc:creator>
<guid>http://massaroca.wordpress.com/2009/07/29/massaroca-75-a-radiacao-e-voce/</guid>
<description><![CDATA[Perceba que o da esquerda tá se protegendo pra não ser o próximo. Olá, amiguinhos! Esta semana, tere]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-646" title="3macacos" src="http://massaroca.wordpress.com/files/2009/07/untitled-1.jpg" alt="3macacos" width="450" height="307" /></p>
<p><em>Perceba que o da esquerda tá se protegendo pra não ser o próximo.</em></p>
<p><span>Olá, amiguinhos!</span></p>
<p><span>Esta semana, teremos para vocês um filme muito elucidativo e especial! Um filme sobre a radiação!</span></p>
<p><span>O quê é a radiação? Imagine uma força mágica que se esconde dentro de alguns elementos instáveis, capaz de matar e/ou transformar um ser humano! Aterrorizante, não é? Hahaha!<br />
</span></p>
<p><span>Não tenham medo, a radiação é acima de tudo sua amiga para sempre!</span></p>
<p>Não chorem, eu nem coloquei o filme ainda!</p>
<p><span>Rola projetor, dona Krabappel, vai, rápido!</span><span><br />
</span></p>
<p><span><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/yjWJg2gktKc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/yjWJg2gktKc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
<p><span>E também no <a href="http://enxame.tv/2009/07/30/massaroca-75/">http://enxame.tv</a></span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span>Todas as imagens desse vídeo, com exceção da inicial &#8211; obviamente &#8211; foram tiradas de filmes em domínio público, a esmagadora maioria deles disponível em <a href="http://archive.org">http://archive.org</a> , uma cornucópia de tesouros audiovisuais esquecidos. Gaste um pouco de tempo e você acha coisas divertidas e geniais.</span></p>
<p><span>E só pra não esquecer, mais uma vez o link do site do Adams, pra quem não conhece o trabalho dele como ilustrador e animador. Vá conhecer!<br />
</span></p>
<p><span><a href="http://www.adamscarvalho.com">http://www.adamscarvalho.com</a><br />
</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Evolução Que Nunca Foi]]></title>
<link>http://darwinismo.wordpress.com/2009/07/28/a-evolucao-que-nunca-foi/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:53:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mats</dc:creator>
<guid>http://darwinismo.wordpress.com/2009/07/28/a-evolucao-que-nunca-foi/</guid>
<description><![CDATA[Os evolucionistas continuam com a sua ginástica semântica como forma de esconder os limites naturais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">Os evolucionistas continuam com a sua ginástica semântica como forma de esconder os limites naturais das forças impessoais.</div>
<p style="text-align:justify;">O ponto fulcral da discussão científica entre a teoria da evolução e a teoria do design inteligente é se as forças da natureza têm ou não a capacidade de (por si só) gerar o nível de complexidade que observamos no mundo biológico. Os evolucionistas dizem que sim, mas até a data têm sido totalmente incapazes de mostrar a tal força não-inteligente capaz de gerar, por exemplo, <span style="color:#990000;">uma única célula humana</span> (levando em conta que o corpo humano tem milhões e milhões de células, sendo <span style="color:#990000;">cada uma</span> mais complexa que <span style="color:#990000;">qualquer</span> objecto feito por seres humanos).</p>
<p style="text-align:justify;">A teoria do design inteligente, por seu lado, infere uma Causa Inteligente por trás do bio-design devido <strong>1)</strong> aos limites observados das capacidades das forças naturais e <strong>2)</strong> a estrutura <em>tipo-máquina</em> das formas de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Juntando estas duas observações (e muitas outras), é mais lógico aceitar-se a posição que infere design consciente do que aceitar a alternativa, a evolução impessoal (&#8220;mutações aleatórias + milhões de anos + selecção natural&#8221;).</p>
<p style="text-align:justify;">Os evolucionistas estão bem cientes dos limites biológicos, e como tal tratam de obfuscar e reinterpretar conceitos como forma de esconder a falta de base empírica para a sua teoria. Um dos exemplos para esse facto <a href="http://www.newscientist.com/article/dn17514-evolution-machine-speeds-up-search-for-better-bugs.html?DCMP=OTC-rss&#38;nsref=online-news">é reportado aqui</a>, onde um dos evolucionistas afirma que &#8220;<span style="color:#006600;">provavelmente é necessário dar uma mãozinha à evolução</span>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto é puro engano. O propósito da teoria da evolução é o de &#8220;mostrar&#8221; como as forças da natureza <strong>por si só</strong> (sem intervenção inteligente) conseguem gerar os sistemas e sub-sistemas presentes na biosfera. Se os cientistas têm que &#8220;dar uma mãozinha&#8221;, então já não é um processo não-inteligente uma vez que os cientistas (seres inteligentes) estão a condicionar o processo. Se há actividade inteligente, então <strong>já não é evolução</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O artigo supra citado elucidava as experiências de pesquisadores na <em>Harvard Medical School</em> usando computadores como forma de causar &#8220;evolução rápida&#8221;. Ou seja, eles usam computadores programados por seres inteligentes, em laboratórios sob condições controladas, tendo um objectivo em vista, e de alguma forma misteriosa (conhecida só pelos nossos amigos evolucionistas) estas experiências são supostas evidências de que a natureza pode por si só fazer aquilo que seres inteligentes conseguem fazer. Faz todo o sentido, não faz? Só se fores um ateu evolucionista, porque para o resto do mundo não faz sentido nenhum.</p>
<p style="text-align:justify;">Como é que eles podem chamar a esse processo de &#8220;evolução&#8221;, quando eles investiram 20 anos e milhões de dólares numa técnica de sequência genética rápida chamada de <em>MAGE</em> (&#8220;<span style="color:#333333;">multiplex automated genome engineering&#8221;</span>)? Como é que um processo onde há engenharia, design, visão, planeamento serve de evidência para a teoria da evolução, se, segundo os ateus, a teoria da evolução <strong>não é</strong> um processo inteligente, consciente ou com capacidade de prevêr o futuro?</p>
<p style="text-align:justify;">Provavelmente os evolucionistas usam o termo &#8220;evolução&#8221; porque as experiências mencionadas em cima envolveram mutações e selecção. Mas isto é enganador mais uma vez porque os selectores destas experiências são seres humanos que têm um fim em vista. Supostamente, na natureza não havia um fim em vista; as coisas apenas foram acontecendo aleatoriamente, e a selecção natural foi filtrando as mutações boas e eliminando as menos boas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão: </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os ateus continuam com os seus jogos semânticos, e não creio que os mesmos terminem tão cedo. Eles fazem esta reinterpretação de conceitos porque eles não têm evidências para as mitológicas capacidades criativas das forças da natureza.</p>
<p style="text-align:justify;">O Dr Philip Johnson, um dos fundadores da teoria científica do design inteligente, afirmou que uma das formas através da qual nós podemos vêr que os evolucionistas sabem que não têm fundamento científico, não vem tanto daquilo que os criacionistas ou os cientistas defensores do DI (Design Inteligente) afirmam, mas sim a forma como os ateus defendem a teoria da evolução. <strong>Quem tem evidências do seu lado não precisa de fazer este tipo de jogos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O cristão, por seu lado, pode alegremente usar as mais recentes descobertas científicas ao nível da Biologia porque elas vão confirmar aquilo que Deus falou na Biblia. Aquilo que se pode observar está em <strong>pleno acordo</strong> com a Palavra de Deus, e portanto não há necessidade de perverter o sentido contextual do Livro de Génesis a favor de mitos ateus.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000099;">&#8220;A Tua Palavra é Verdade&#8221; &#8211; João 17:17</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fossilização gênica e os peixes de cavernas]]></title>
<link>http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2009/07/09/a-fossilizacao-genica-e-os-peixes-de-cavernas/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 18:00:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerardo Furtado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando comecei a ensinar biologia, o que já faz relativamente um bom tempo, estava despreparado (com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando comecei a ensinar biologia, o que já faz relativamente um bom tempo, estava despreparado (como muitos de nós&#8230;) para uma série de questionamentos, e desconhecia boa parte do que sei hoje a respeito do corpo teórico da biologia evolutiva. Mea culpa. Esse despreparo me fez tomar certos caminhos em sala de aula que hoje, certamente, não tomaria; o tema deste artigo é um exemplo disso. Naquela época, como ainda hoje, os livros didáticos forneciam quase sempre os mesmos exemplos e as mesmas analogias nos capítulos sobre evolução: o pescoço das girafas, as patas anteriores de tetrápodos, o apêndice cecal, os olhos dos peixes cavernícolas etc&#8230; isso não só é maçante como, em algumas ocasiões (o pescoço das girafas&#8230;), incorreto. Lembro-me de estar numa turma de segundo grau (ainda se chamava assim) falando de transmissão de caracteres adquiridos e da história da biologia evolutiva no século XIX quando um aluno me perguntou algo mais ou menos assim: “Se os peixes das cavernas descendem de ancestrais com olhos, e se seus olhos não são mais usados, deveríamos encontrar na população peixes com olhos, pois não há pressão seletiva para a perda dos olhos”. Logicamente, o aluno não se expressou exatamente com estas palavras, mas essa era a idéia central do seu questionamento: porque os peixes cavernícolas não têm olhos, se não há transmissão de caracteres adquiridos?<!--more--></p>
<p>Naquela época, tentei tomar um caminho seletivo: expliquei que a formação de um olho é um processo embrionariamente complexo e dispendioso do ponto de vista energético; assim, variantes que simplesmente não desenvolvessem os olhos teriam uma vantagem seletiva sobre as variantes que desenvolviam os olhos, passando portanto a sobrepujá-las. Trata-se de uma explicação adequada, não tão absurda do ponto de vista evolutivo, a não ser por um fato: é incorreta e desnecessária.</p>
<p>A idéia que defenderei aqui é bem mais simples, apesar de sua defesa requerer um embasamento matemático bem mais poderoso do que a maioria dos professores de biologia (nostra culpa) possui. Dada a complexidade informacional dos genes, que em alguns casos chega a milhões de pares de bases, a sequência “correta”, ou em outras palavra o alelo funcional, deve ser continuamente mantida pelo processo seletivo, e não o contrário. Ou seja, quando um produto protéico não é mais necessário, o gene que o codifica rapidamente entra em erosão, chegando a desaparecer completamente. Essa é a fossilização gênica.</p>
<p>Um livro que trata desse processo de forma brilhante e bastante acessível é “The making of the fittest”, de Sean Carroll (WW Norton &#38; Company, 2006). Creio que ainda não há tradução; portanto, o link que pus na figura vai para a Amazon.</p>
<div id="attachment_113" class="wp-caption alignnone" style="width: 209px"><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0393061639/ref=dp_proddesc_2?ie=UTF8&#38;n=283155" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-113" title="seancarroll" src="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/files/2009/07/seancarroll1.jpg?w=199" alt="The making of the fittest" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Versão de capa dura do livro de Sean Carroll</p></div>
<p>Para se compreender adequadamente o conceito de fossilização gênica, é interessante ter em mente o conceito de entropia. Pense numa sequência gênica como uma informação, ou seja, um conjunto de dados que fazem sentido. Matematicamente, sendo S o número de elementos distintos da sequência (que, no caso do DNA, são quatro: adenina, guanina, citosina e timina) e n o comprimento da sequência, o número de combinações possíveis é S<sup>n</sup> (S elevado a n). Por exemplo, para uma sequência gênica de 5000 pares de bases (o que não é muita coisa), o número de combinações é 4<sup>5000</sup>. E o que o conceito de entropia tem a ver com isso? Imagine, para efeito de simplificação, que apenas uma sequência gênica é a “correta”, ou seja, é capaz de produzir a proteína de interesse corretamente. É claro que há muitas modificações na sequência gênica que ou não alteram o aminoácido ou, mesmo o alterando, não alteram a ação da proteína produzida; mas imaginemos aqui que apenas uma sequência é a correta. Ora, todas as outras sequências são incorretas, “recessivas”, ou seja, incapazes de produzir a proteína de interesse. Então, se temos um só estado “correto”, organizado do ponto de vista físico, e um conjunto de todos os outros estados, todos “incorretos”, desorganizados, a entropia crescente logicamente favorece o surgimento de variantes “incorretas” do gene, de alelos não-funcionais.</p>
<p>A explicação biológica mais simples é que uma dada proteína, e por conseqüência uma dada sequência gênica, deve ser constantemente “monitorada” pelo processo seletivo. Variantes “incorretas” da sequência gênica surgem constantemente, por diversos tipos de mecanismos mutacionais. Se seus portadores não produzem aquela proteína de interesse, seu ajustamento (fitness) é menor, e seletivamente aquelas variantes “incorretas” têm sua frequência reduzida na população. Ou seja, a grande freqüência de variantes “corretas” deve-se a um processo seletivo constante e incansável.</p>
<p>Ora, e o que acontece quando uma proteína não é mais funcional, ou seja, não é mais necessária? Simplesmente não há mais seleção (em relação ao produto protéico&#8230;), e as variantes mutantes começam a proliferar. O que S. Carroll nos mostra em seu livro é que, dado o número de gerações e a complexidade do material genético, isso ocorre em muito menos tempo do que nós costumamos imaginar. Assim, se não há uma pressão seletiva para manter uma determinada sequência gênica, ela rapidamente degenera, e, somando-se a isso tudo o processo de deriva, sua forma “normal” acaba por desaparecer completamente (sua frequência p=0).</p>
<p>No caso dos peixes das cavernas, portanto, a explicação torna-se bem mais adequada: quando essas populações passaram a não mais necessitar dos olhos, os genes para os produtos protéicos relacionados à formação ou funcionamento dos olhos passaram a erodir rapidamente. Deixemos aqui as coisas bem claras: as mutações ocorrem em todas as regiões do material genético, nas mesmas taxas, tanto nos genes utilizados como nos genes não mais utilizados. Porém, para estes últimos, a seleção não mais varre, não mais elimina os alelos não-funcionais. Esses alelos passam a se acumular cada vez mais, o alelo “normal” vai desaparecendo, até que, em bem pouco tempo, esses genes relacionados aos olhos não produzem mais suas proteínas &#8220;normais&#8221;, não são mais funcionais, e desta maneira fossilizam. Os peixes cavernícolas são cegos não porque a falta dos olhos seja uma vantagem, e sim porque a presença dos olhos é um estado organizado, que deve ser continuamente defendido e protegido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nova mutação de Bico de lacre/ New mutation of common waxbills]]></title>
<link>http://estrildidae.wordpress.com/2009/07/07/nova-mutacao-de-bico-de-lacre/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 22:07:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Domingues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ainda não há 100% de certezas em relação à  mutação em estudo, no entanto não se tratam apenas de me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ainda não há 100% de certezas em relação à  mutação em estudo, no entanto não se tratam apenas de meras penas lipocrómicas aleatórias nas asas das aves, uma vez que apresentam uma relação simétrica nas mesmas e&#8230; o mais importante é que esta variação não se manifestou apenas numa só ave, mas em várias, como poderão ver nas fotos apresentadas.</p>
<p>Até ao momento suspeita-se de ser uma variação da mutação Pastel: asa cinza.</p>
<p><strong>Nota:</strong> Os exemplares apresentados são juvenis de 2009.</p>
<p><strong>English </strong><strong> </strong><span> </span></p>
<p><span>Still no 100% certainty about the changes in study, however it is not just some white random feathers on the wings of birds, since they present a symmetrical relationship in the same &#8230; and the most important is that this variation isn´t in  only a single bird, but in several, as you can see in the photos submitted.</span></p>
<p><span><span style="direction:ltr;text-align:left;"> </span> So far it is suspected to be a variation of the mutation Pastel: grey wing.</span></p>
<p><span><strong>Note:</strong> The examples are juveniles of 2009.</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-70" title="estrildidae2" src="http://estrildidae.wordpress.com/files/2009/07/estrildidae2.jpg" alt="estrildidae2" width="460" height="613" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-74" title="estrildidae1" src="http://estrildidae.wordpress.com/files/2009/07/estrildidae1.jpg" alt="estrildidae1" width="460" height="613" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-75" title="Mutados2 copy" src="http://estrildidae.wordpress.com/files/2009/07/mutados2-copy.jpg" alt="Mutados2 copy" width="460" height="613" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mutações, Seleção Natural e Evolução]]></title>
<link>http://quiprona.wordpress.com/2009/07/05/mutacoes-selecao-natural-e-evolucao/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 14:54:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Notícia veiculada na edição deste domingo (05/06/09) no jornal Folha de S. Paulo relata investigação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Notícia veiculada na edição deste domingo (05/06/09) no jornal Folha de S. Paulo relata investigação]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/189/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:22:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
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<description><![CDATA[uma das coisas de que eu mais gosto em minha profissão, e acho saudável, é que a pessoa constantemen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>uma das coisas de que eu mais gosto em minha profissão, e acho saudável, é que a pessoa constantemente tem de se partir em mil pedacinhos. as feridas não têm <strong>chance</strong> de inflamar.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.196]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/188/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:21:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
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<description><![CDATA[a colaboração entre um diretor e um ator, quando boa, é extremamente intensa e, com muita frequência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>a colaboração entre um diretor e um ator, quando boa, é extremamente intensa e, com muita frequência, há nela um toque de agressão — em geral, da parte do ator. se você recebe ordens, o dia inteiro, de um diretor — de caminhar, ficar de pé e falar, olhar de certa maneira, agora almoçar e agora terminar por hoje (mesmo que tudo parta de um gênio) —, há ocasiões em que você pensa: só dando um tiro nesse sujeito. quero ser livre, me sentir livre. eu o detesto.<br />
então a gente deixa a raiva escapar em <strong>pequenas nuvens de vapor</strong> e todos sabem que isso nada significa.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.195]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/187/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
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<description><![CDATA[essa é minha sorte, como atriz. (&#8230;) também me vejo como uma desavergonhada e ávida coletora de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>essa é minha sorte, como atriz.<br />
(&#8230;)<br />
também me vejo como uma desavergonhada e <strong>ávida coletora</strong> de sorrisos e lágrimas, emoções e expressões, tanto meus quanto aqueles que observo nos outros. para usar, mais tarde, em meu trabalho.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.192]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/186/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:19:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/186/</guid>
<description><![CDATA[nora é solitária. quando a campainha da porta toca, ela diz: &#8220;nunca é para mim&#8221;. &gt;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>nora é solitária. quando a campainha da porta toca, ela diz: &#8220;<strong>nunca</strong> é para mim&#8221;.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.185]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/185/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:18:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/185/</guid>
<description><![CDATA[o famoso Herói do Cinema leva-me para jantar. ele traz uma árvore enorme, coberta de prata artificia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>o famoso Herói do Cinema leva-me para jantar. ele traz uma árvore enorme, coberta de prata artificial e pérolas de imitação. infelizmente, ele é parecido com meu primeiro amor e, quando isso acontece, luzes vermelhas de perigo se acendem dentro de mim. é muito difícil, na América, quando essas luzes começam a piscar — porque os homens americanos dizem &#8220;eu te amo&#8221; como se fosse parte obrigatória da conversa.<br />
e quando o homem é um dos Famosos, não se pode, simplesmente, dar risada; porque eles têm <strong>egos supersensíveis</strong> e acham que seus melhores desempenhos são com os olhos cor de violeta semicerrados sobre um copo de vinho, sussurrando frases dos filmes em que trabalharam.<br />
no dia seguinte, todos os jornais proclamam que o famoso Herói do Cinema e eu somos amantes.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.142/143]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/184/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:15:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/2009/07/04/184/</guid>
<description><![CDATA[parei de aceitar convites de pessoas para quem as mulheres são apenas um apêndice do homem, e eu nad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>parei de aceitar convites de pessoas para quem as mulheres são apenas um apêndice do homem, e eu nada sou, por ser solteira. mas não fico mais irritada com isso; essas reuniões onde meu sexo não é considerado de igual valor ao do homem, prefiro dispensar.<br />
a mulher tem as mesmas necessidades e desejos do homem.<br />
precisamos de amor e queremos dá-lo.<br />
se, pelo menos, todos aceitassem que não existe diferença entre nós, no tocante aos <strong>valores</strong> humanos. não importa o sexo. não importa a vida que escolhemos viver.</p>
<p><em>&#62;&#62; mutações – ullmann, l. [p.141]</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
