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	<title>neomodernismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/neomodernismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "neomodernismo"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 06:03:24 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O Positivismo e a Razão]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/08/30/o-positivismo-e-a-razao/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 18:20:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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<description><![CDATA[Chamo a vossa atenção para este texto que vale a pena ler. Contudo, não deixaria de fazer ressaltar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Chamo a vossa atenção para <a href="http://mos-maiorum.blogspot.com/2009/08/sintese-que-falta-fazer.html">este texto</a> que vale a pena ler. Contudo, não deixaria de fazer ressaltar algumas ideias do texto com as quais não estou em total acordo:<br />
<!--more--><br />
<b>A questão da síntese entre o tradicionalismo e o racionalismo ― entendido este como “racionalismo empírico” ou Positivismo </b></p>
<p>Diz o autor do texto que não existe uma síntese entre o essencialismo e o positivismo (porque na minha opinião, ambas as correntes são racionais; não existe um monopólio da razão por parte do empirismo). Contudo, <span style="background:yellow;" />os caminhos</span> para essa síntese já existem racionalmente definidos. O problema é que o positivismo se afirmou como um mito social de tal forma que gerou “impedâncias” no espírito crítico da comunidade científica e se transformou em dogma para a sociedade em geral. Enquanto que durante o essencialismo tínhamos um clero de sotaina, com o positivismo passamos a ter um novo clero de bata branca.</p>
<p>Os <span style="background:yellow;" />caminhos</span> para a síntese existem, nomeadamente, através da Física quântica. Porém, a ciência faz-se hoje “cada uma para seu lado”. Por exemplo, a biologia ignora ostensiva e totalmente as conclusões da mecânica quântica sobre o comportamento da “função ondulatória quântica” e sobre a “sobreposição da matéria”. O que está a acontecer hoje é muito parecido com o que aconteceu no tempo de Galileu, mas em sinal contrário: existe uma pequena comunidade científica que alerta para uma nova realidade que faz a síntese do essencialismo e do positivismo, mas não só a sociedade em geral está totalmente alheada dessa nova realidade sintética e se mantém fincada no mito social positivista transformado em dogma, como os poderes seculares (economia e a política que controlam os me®dia) e o novo clero (as ciências “cada uma para seu lado”) fazem de conta que essa realidade não existe, em função de interesses particulares óbvios.</p>
<p>As relações promíscuas entre o Poder (economia e política) e a comunidade científica (novo clero) transformam as conclusões da quântica em tabu.</p>
<p>Portanto, o <span style="background:yellow;" />caminho</span> ― não digo que essa síntese exista já hoje no seu estado completo ― para essa síntese existe já, ou seja, existem sinais claros e comprovados pela lógica do formalismo matemático de que essa síntese é perfeitamente plausível e racional. </p>
<p><b>A questão do romantismo <em>versus </em>positivismo</b></p>
<p>Quando se fala em romantismo, Rousseau é incontornável. E depois temos toda uma série de “filhos de Rousseau” (para não dizer outra coisa) que se manifestaram pela utopia como o centro da realidade. A realização da utopia exigia uma metanóia (uma conversão à causa ou a um ideal) que dissociava necessariamente o ser humano da sua realidade natural. A metanóia utópica é uma <i>Ersatz</i> da conversão religiosa clássica, mas desta feita em termos gnósticos da “construção do paraíso na terra” e com o recurso ao profetismo do “futuro inexoravelmente certo” ― porém, com a desvantagem de ser desprovida de razão intrínseca.<br />
Quando Voltaire dizia que Rousseau “andava de gatas”, aludiu à sua irracionalidade e com toda a razão: Voltaire tinha a razão conhecida do seu tempo que o sustentava, enquanto que Rousseau se apoiou na subjectividade pura para sustentar a sua ideologia ― porque não podemos dizer, honestamente, que Rousseau tivesse sido um filósofo mas antes um ideólogo no sentido iluminista. </p>
<p>Por último, podemos facilmente constatar que o essencialismo escolástico era muito mais racional do que se pode pensar à luz do positivismo, e claramente incomparavelmente mais racional do que o romantismo. O argumento ontológico, o cosmológico, e todo armazém da escolástica é mais racional do que o ilogismo sentimental oriundo de Rousseau.  Pelo menos, os argumentos escolásticos são honestos: alguns foram já validados e provaram; outros são considerados inválidos à luz do conhecimento actual, mas o caminho para prová-los continua em aberto. Mas a “teologia do coração” de Rousseau desiste de argumentos, e não pode ser, por isso, refutada porque não pretende demonstrar seja o que for. A única razão dada pelo romantismo é que nos permite condescender com sonhos agradáveis, ucronias e utopias de um inexorável paraíso na terra: é a razão sem valor. Comparar S. Tomás de Aquino com Rousseau ou Nietzsche é insultuoso para o santo.</p>
<p><b>A questão da liberdade individual</b></p>
<p>Numa <a href="http://espectivas.wordpress.com/2009/08/30/portugal-resumo-de-200-anos-de-vergonha-iv/">série de postais falei da ucronia</a>, que é também filha de Rousseau. A utopia de Tomás Moro, assim como a ucronia de Renouvier, tinham intenções pedagógicas porque ambos sabiam que o <i>determinismo histórico</i> não existe ― como é hoje comprovado pela quântica: existem apenas possibilidades que se podem realizar ou não. Contudo, Rousseau leva a utopia pateticamente a sério. Por isso, não podemos dizer que Rousseau fosse anti-iluminista porque o Iluminismo se baseou no conhecimento gnóstico, e a ideologia de Rousseau é claramente gnóstica. A diferença entre Voltaire e Rousseau é a de que o primeiro acreditava na força libertadora da ciência como condição para a construção do paraíso na terra, enquanto o segundo acreditava que o paraíso na terra se construía através de do conhecimento esotérico e da construção de uma sociedade fortemente controlada e condicionada na sua liberdade por uma elite, através do conceito de “vontade geral” (que não é a “vontade de todos”). </p>
<p>Não podemos culpar a tecnologia pela  metanóia (dissociação psicológica em relação à realidade natural) gnóstica contemporânea. Não é a Internet  que tem culpa, mas sim o espírito gnóstico que se instalou e que através dele muita gente vive uma utopia individual e subjectiva (realidade individual desfasada da realidade objectiva). Trata-se de uma doença mental que tem mais a ver com <i>Zeitgeist</i> do que com a tecnologia. Seria como se culpássemos o MacDonald&#8217;s por termos uma população obesa, seria retirar ao ser humano a faculdade da vontade e da razão. O que podemos dizer é que a tecnologia é utilizada pela política correcta para disseminar a metanóia gnóstica a tanta gente quanto possível, o que é coisa diferente. </p>
<p>O que o autor diz é: “eu sou inteligente e racional, e considero a maioria irracional, de forma a que a liberdade individual deve ser restringida”. Esta é uma visão de Nietzsche que seguiu Rousseau. É uma visão gnóstica que está na origem do problema e não consta da sua solução.  </p>
<p>O gnosticismo positivista é um facto: está aí para toda a gente ver, e não devemos cair no erro de combater o gnosticismo com o gnosticismo; cairíamos num circulo vicioso de irracionalidade que cria mais irracionalidade. Sendo eu da direita política, há quem me considere “moderado”; mas quem diz que eu sou “moderado” é incoerente porque faz do radicalismo gnóstico a essência da própria Razão ―  que se pretende total e não parcial ―, ou seja, assimila o gnosticismo para combater o gnosticismo. Seria como se eu assumisse o marxismo para combater o marxismo: um perfeito absurdo. </p>
<p>O gnosticismo deturpou o conceito de liberdade que nos chegou da escolástica cristã. Quando o gnosticismo <span style="background:yellow;" />atribui à consciência individual a sede do acto livre</span>, isto é, a causa da liberdade, pretendeu justificar o libertinismo utilitarista e iluminista (Stuart Mill) ou a repressão totalitária da liberdade individual (Rousseau, Nietzsche, Marx). O gnosticismo, sendo radical e irracional na sua essência, cai invariavelmente num dos extremos. </p>
<p>Da mesma forma que o acto de ver (visão) não pode ser a causa do funcionamento do olho, a liberdade não pode ser causada pelo acto livre. Um fenómeno não pode ter como causa o seu próprio efeito. A consciência é apenas o instrumento através do qual a liberdade se expressa obedecendo à  “selecção da vontade” (ver S. Tomás de Aquino). </p>
<p>A partir do momento em que a consciência não é a sede da liberdade, mas antes é-o a vontade selectiva, a repressão exógena da vontade individual, em relação a uma pessoa adulta e idónea, torna-se tão irracional como o conceito de acto livre com sede na consciência, porque essa repressão parte do mesmo princípio irracional para se afirmar. </p>
<p>A única forma de corrigir o acto livre que não se identifique com a “vontade selectiva racional” é utilizando os instrumentos da razão e da lógica, isto é, da <span style="background:yellow;" />educação integral do ser humano</span>. Qualquer correcção da vontade individual que não se escore na razão e na lógica acaba sempre por gerar ainda mais irracionalidade. Para isso, é preciso, antes de mais nada, identificar o gnosticismo em todos os seus componentes ideológicos, e depois combater racionalmente as contradições gnósticas. É esta a verdadeira função das elites culturais esclarecidas, e não o de contribuir para um ciclo perpétuo do “eterno retorno” nietzscheano da irracionalidade que subjuga o ser humano. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Neomodernismo]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/07/o-neomodernismo/</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 09:35:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Neomodernismo é a teoria que diz que o relativismo (de valores, cultural, etc.) e a igualdade, são]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Neomodernismo é a teoria que diz que o <strong>relativismo</strong> (de valores, cultural, etc.) e a <strong>igualdade</strong>, são contraditórios, ou seja, é uma teoria que atravessa a garganta do Bloco de Esquerda.<br />
<!--more--><br />
<div id="attachment_2184" class="wp-caption alignright" style="width: 93px"><img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/carlos-escude.jpg" alt="Carlos Escudé" width="83" height="100" class="size-full wp-image-2184" /><p class="wp-caption-text">Carlos Escudé</p></div>Um dos principais propagandistas do Neomodernismo é o Sr. Carlos Escudé cujos escritos poderão consultar na Internet.</p>
<p>Em termos gerais e simplistas podemos dizer que o “Fim-da- História” de Karl Marx marca o Modernismo; o Existencialismo marca o pós-modernismo que terminou com o “Fim-da- História”  do neoliberal Fukuyama.</p>
<p>Com o pós-modernismo apareceu o relativismo dos valores escorado numa forma decadente do marxismo económico ― o marxismo cultural ― que caracterizaram a esquerda dos anos 60, e principalmente dos anos 70 e 80, mas também dos anos 90 do século XX.</p>
<p>Com o relativismo, surgiu o multiculturalismo, que é a crença de que todas as culturas são “iguais ao litro”; para o multiculturalismo, é tão boa uma cultura que respeita os direitos humanos como outra que não respeita, porque segundo o multiculturalismo (de origem marxista cultural), a culpa de uma cultura não respeitar os direitos humanos é sempre de uma outra cultura qualquer, estabelecendo sempre um nexo irracional de causa e efeito. O multiculturalismo introduziu na lógica da avaliação cultural a vitimização histórica herdada da luta de classes do marxismo antropológico. </p>
<p>Portanto, o Neomodernismo refuta o relativismo de valores e é adversário dos <a href="http://espectivas.wordpress.com/2009/03/05/o-desconstrutivismo-de-derrida/">Desconstrutivismo</a> (Derrida &#38; Cia Lda). A desconstrução da linguagem é criticada pelos neomodernistas. </p>
<p>Sob o ponto de vista ético-moral, o Neomodernismo defende uma solução de compromisso entre a contemporaneidade e alguns dos valores coevos da sociedade. </p>
<p>O Neomodernismo é distinto do Neoliberalismo, desde logo porque o Neomodernismo defende a igualdade de <strong>direitos essenciais</strong> entre os seres humanos, enquanto que o Neoliberalismo é uma teoria pós-moderna que, como tal, se baseia na ideia nietzscheana da “Vontade de Poder” (nem que seja à custa do desgraçado). Sendo o Neoliberalismo parte do pós-modernismo, está em antagonismo com o Neomodernismo que se baseia na “Vontade da Verdade” (estes pequenos clichés ajudam a entender a coisa).</p>
<p>O Neomodernismo não é absolutamente defensor de um Estado laico, desde que a teocracia seja votada livremente pelo povo e não imposta pela força. Contudo, o Neomodernismo retoma o “choque de civilizações” de Huntington e critica ferozmente as teocracias islâmicas totalitárias, na forma e na essência (segregação da mulher, exclusivismo religioso, etc.)</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[DIÁLOGO DO TEMPO E DO ESPAÇO]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/12/30/dialogo-do-tempo-e-do-espaco/</link>
<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 02:24:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[DIÁLOGO DO TEMPO E DO ESPAÇO © De João Batista do Lago Eu que não mais estou aqui Aqui estou para ag]]></description>
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<title><![CDATA[ABSTRATO HUMANO]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/12/15/abstrato-humano/</link>
<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 05:23:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[ABSTRATO HUMANO De João Batista do Lago Ausente desta minha presença Essente! Vulgo capítulo de um e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ABSTRATO HUMANO De João Batista do Lago Ausente desta minha presença Essente! Vulgo capítulo de um e]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[ROSA NEGRA]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/12/10/rosa-negra/</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 08:00:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[ROSA NEGRA © by João Batista do Lago Da senzala - a grande casa! – exala o cheiro de almas que agora]]></description>
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<title><![CDATA[MENINAS]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/26/menina/</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 06:43:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[MENINAS © by João Batista do Lago Quanta saudade tenho daqueles tempos de criança daquelas meninas d]]></description>
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<title><![CDATA[HISTÓRIA DE POETA]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/25/historia-de-poeta/</link>
<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 07:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[HISTÓRIA DE POETA © by João Batista do Lago O velho poeta descia a serra pontiaguda Tão ligeiro como]]></description>
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<title><![CDATA[NUVENS]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/22/nuvens/</link>
<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 02:05:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[NUVENS © by João Batista do Lago Do universo do meu quarto Vejo o infinito universo! Lá ao longe as ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[NUVENS © by João Batista do Lago Do universo do meu quarto Vejo o infinito universo! Lá ao longe as ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Câmara rejeita convenção coletiva para comércio no domingo]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2007/11/20/camara-rejeita-convencao-coletiva-para-comercio-no-domingo/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 22:52:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tempo real &#8211; 20/11/2007 20h13 &nbsp; O Plenário rejeitou, por 234 votos a 197 e 5 abstenções, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tempo real &#8211; 20/11/2007 20h13 &nbsp; O Plenário rejeitou, por 234 votos a 197 e 5 abstenções, ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Audiência discute estudo da história afro-brasileira]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2007/11/20/audiencia-discute-estudo-da-historia-afro-brasileira/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 12:22:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje &#8211; 20/11/2007 09h27 &nbsp; A Comissão de Educação e Cultura realiza audiência pública hoje]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje &#8211; 20/11/2007 09h27 &nbsp; A Comissão de Educação e Cultura realiza audiência pública hoje]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Dia da Consciência Negra lembra violência contra mulher]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2007/11/20/dia-da-consciencia-negra-lembra-violencia-contra-mulher/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 12:18:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje &#8211; 20/11/2007 09h25 &nbsp; O Dia da Consciência Negra, comemorado hoje, será celebrado com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje &#8211; 20/11/2007 09h25 &nbsp; O Dia da Consciência Negra, comemorado hoje, será celebrado com]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ministra fala de políticas de igualdade racial e das ações para Quilombolas]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2007/11/20/ministra-fala-de-politicas-de-igualdade-racial-e-das-acoes-para-quilombolas/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 11:25:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Festejado há 36 anos em todo o País, 20 de novembro é consagrado como data de sensibilização naciona]]></description>
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<title><![CDATA[O QUE QUIS DIZER JUAN CARLOS COM: ¿POR QUE NO TE CALLAS?]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2007/11/18/o-que-quis-dizer-juan-carlos-com-%c2%bfpor-que-no-te-callas/</link>
<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 13:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O QUE QUIS DIZER JUAN CARLOS COM: ¿POR QUE NO TE CALLAS? © by João Batista do Lago * Quando o Rei Ju]]></description>
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<title><![CDATA[FANTASIAS]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/16/fantasias/</link>
<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 01:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[FANTASIAS (Para uma amiga) © by João Batista do Lago Ó fantasias que escondem minh&#8217;alma pura, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[FANTASIAS (Para uma amiga) © by João Batista do Lago Ó fantasias que escondem minh&#8217;alma pura, ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[MANHÃS DE CURITIBA]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/13/manhas-de-curitiba/</link>
<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 01:26:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[MANHÃS DE CURITIBA © by João Batista do Lago Eternas são as manhãs de Curitiba Quando frias esquenta]]></description>
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<title><![CDATA[CORO]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/11/06/coro/</link>
<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 02:12:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[O CORO (ou Os filhos de Lisárbukus) © by João Batista do Lago Nas terras de Lisárbukus A Humanidade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O CORO (ou Os filhos de Lisárbukus) © by João Batista do Lago Nas terras de Lisárbukus A Humanidade ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[EUNOMIA]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/10/25/eunomia/</link>
<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 08:39:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[EUNOMIA © by João Batista do Lago Não sou filho, Apenas &#8211; e só –, da Idiotia. Mas sou filho, A]]></description>
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<title><![CDATA[ODE A SÃO LUIS]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/10/21/ode-a-sao-luis/</link>
<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 01:31:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[  ODE A SÃO LUIS © by João Batista do Lago Ó tu, leito-mãe dos Tupinambás Reina dos mares do Sul, so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  ODE A SÃO LUIS © by João Batista do Lago Ó tu, leito-mãe dos Tupinambás Reina dos mares do Sul, so]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[ECCE HOMO©]]></title>
<link>http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/10/19/ecce-homo%c2%a9/</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 03:05:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopoetadobrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[ECCE HOMO© (Para Marconi Caldas e Nauro Machado – cânones da poesia maranhense) &nbsp; Ecce Homo esc]]></description>
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