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	<title>neurose &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/neurose/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "neurose"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:23:04 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Defenestrando a histeria: a volta da moderação nos posts]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/30/defenestrando-a-histeria-a-volta-da-moderacao-nos-posts/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:21:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
<guid>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/30/defenestrando-a-histeria-a-volta-da-moderacao-nos-posts/</guid>
<description><![CDATA[Pois é, a festa acabou. Eis que o bando de neo ateus não soube aproveitar praticamente um mês que fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2174" title="histeria" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/11/histeria.jpg" alt="" width="150" height="152" /></p>
<p>Pois é, a festa acabou.</p>
<p>Eis que o bando de neo ateus não soube aproveitar praticamente um mês que foi permitido sem censura nos posts. Não conseguiram postar um argumento sequer e ainda deram o maior papelão! Shame on all of you!</p>
<p>Foi só um show de chilique, veadagem, histeria, neurose, e encheção de saco dos outros comentaristas.</p>
<p>Por esse motivo, se neo ateu maluco, comunista militante e gayzista histérico quiser dar chiliques, que procure outro blog, pois neste não será mais possível.</p>
<p>A moderação aos posts volta, de maneira definitiva.</p>
<p>Estou estudando novas alternativas, como alguns foristas pré-cadastrados, cujas mensagens não passariam por moderação. O que aliviará o meu trabalho como moderador.</p>
<p>Antes disso, por enquanto, eu peço paciência, pois algumas mensagens poderão ser aprovadas apenas ao final do dia, mas todas aquelas que tenham argumentação (mesmo contrária), serão aprovadas.</p>
<p>Ofensas, chiliques e histerias neo ateístas não mais serão aprovados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hydration Power]]></title>
<link>http://soshopaholic.wordpress.com/2009/11/20/hydration-power/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:05:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>fegalves</dc:creator>
<guid>http://soshopaholic.wordpress.com/2009/11/20/hydration-power/</guid>
<description><![CDATA[[Os títulos americanizados desse blog estão cada vez piores!] . Cabelo cacheado precisa basicamente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>[Os títulos </em>americanizados <em>desse blog estão cada vez piores!]</em></p>
<p><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff00ff;">Cabelo cacheado precisa basicamente de duas coisas pra viver: água e creme</span></strong>. A verdade é essa. E quando o creme para de dar resultado, a gente já sabe que a secura dominou e é hora de hidratar (mas se você é uma pessoa regrada ou uma celebridade dando entrevista pra NOVA, vai dizer que faz hidratação toda semana. Tá bom.). E se você usar um produto baum, amigan, vai sentir a diferença na hora!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2167" title="08-11-09_1056" src="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1056.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>Desespero do cabelo seco.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;"> </span><a href="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1438.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2185" title="08-11-09_1438" src="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1438.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>Pós o Shampoo Herbal Essences (também gosto dos Cioccolato, da Alfaparf e o da Granado de Castanha do Brasil)<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">Ponto importante: <strong>eu não lavo os cabelos todos os dias</strong>. As pessoas que tem cabelo liso ou oleoso acham um absurdo, mas ado, a-ado, cada um no seu quadrado, eu não preciso dizer se tomo ou não banho, néam (nosso amigo Rob não toma banho e ainda amamos ele), então.<strong> Lavo o cabelo umas duas, no máááááximo 3 vezes por semana</strong>, isso quando está calor ou eu estou malhando. Mas deixa eu explicar pq: o cabelo crespo é mais seco por uma questão puramente física, já que <strong>a oleosidade natural da raiz tem que percorrer um caminho meeega</strong><strong> para chegar às pontas</strong>. Esses cachos tem mais curvas que qualquer pista de Formula 1, amigo do esporte! Então pode perguntar pra qualquer crespa e ela dirá <em>aaaai, mas meu cabelo é ressecado dimaaais.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Mas voltando.<span style="color:#ff00ff;"><strong> O ideal-na-vida-de-alguém-muito-regrado seria fazer uma rápida hidratação toda vez que se lava o cabelo</strong></span>. Sério! Por um período da minha vida, logo que tirei as tranças e comecei a usar o black, segui essa regra religiosamente, hidratando o cabelo 2 vezes por semana. Nossa, que diferença que fez!! Mas vale lembrar que nesse caso você não deve usar produtos do tipo <em>carga de queratina, </em>ou seu cabelo ganhará um aspecto plastificado horroroso. <span style="color:#ff00ff;"><strong>Use ampolinhas de hidratação e máscaras comuns, ou aqueles sachês de hidratação em casa</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/sachets.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2187" title="sachets" src="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/sachets.jpg" alt="" width="400" height="298" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Bem, depois de lavar, eu <strong>não enrolo o cabelo numa toalha feito um turbante, pois quebra os fios</strong>. O que eu aprendi com a cabelereira é que devemos apenas enrolar a toalha, mas sem torcê-la. Fica mais ou menos assim:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1829.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2188" title="08-11-09_1829" src="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1829.jpg?w=768" alt="" width="491" height="655" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>Coisa linda djiDeus.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">Depois é hora de encher de creme. Mas calma! A<strong><span style="color:#ff00ff;"> ideia aqui é massagear bem cada mecha</span></strong>, e não afogar o cabelo. Leve um tempinho puxando e repuxando cada mecha. Depois é só prender (eu não uso touca térmica nem plástica) e aguardar. Eu fico às vezes a tarde toda com o creme na cabeça, mas a cabelereira já disse que isso é péssimo, e devemos seguir o tempo recomendado na embalagem meeeixmo, ou o efeito é contrário.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1713.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2189" title="08-11-09_1713" src="http://soshopaholic.wordpress.com/files/2009/11/08-11-09_1713.jpg?w=768" alt="" width="614" height="819" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Eu tenho usado o creme de hidratação ultra-power lá do<a href="http://www.belezanatural.com.br/"> salão que frequento</a>, mas uma dica que eu dou é usar o bom e velho <em>Arovit, </em>encontrado em farmácias em pequenas ampolas de vidro que custam menos de R$2. <strong><span style="color:#ff00ff;">Muitas vezes eu passo o <em>Arovit </em>depois de lavar o cabelo e antes de colocar o leave in</span></strong>, e saio por aí. O <em>Arovit </em>é um concentradão de vitamina A, que faz um bem danado para o cabelo. Há quem tome cápsulas e tal, mas isso eu nunca tentei.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas meninas também usam o <em><span style="color:#ff00ff;">Bepantol</span> </em>(Solução, nada de pomada, pelamooor), mas eu só usei uma vez e não vi muita diferença. Mas talvez eu experimente de novo (na verdade fiquei meio com um pé atrás pq tive uma alergia ao <em>Bepantol </em>pomada e fiquei com a boca da Angelina Jolie por um dia), talvez não. O Bulle de Beauté tem um<a href="http://bulledebeaute.wordpress.com/2008/10/09/bepantol-nos-cabelos/"> post ótimo </a>com dicas de uso do <em>Bepantol.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff00ff;">Eu não dispenso as hidratações em Salão, mas acho que elas são superestimadas</span></strong>. Muuuuitas vezes eu já saí do Salão pior do que entrei, meu povo. Isso pq muitos cabelereiros metem o pente e acabam com os meus cachos (explico: <strong>evito ao máximo usar pente no cabelo</strong>. Desembaraço com as mãos no chuveiro e na hora de passar o creme. Isso pq com pente, por mais largo que seja, meu cabelo perde a forma e os cachinhos parecem mais frágeis.), e usam produtos inapropriados. Por isso, pense bem antes de gastar 1884675 reais em uma hidratação Swhafudeskwy da vida, às vezes ela simplesmente não foi feita pra você (<strong>meus cabelos, por exemplo, odeiam o Kérastase amarelinho, que todo mundo a-ma</strong>!).</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff00ff;">E vocês, meninas, o que usam pra hidratar os cabelos?</span></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En verder?]]></title>
<link>http://egoecho.wordpress.com/2009/11/16/en-verder/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:47:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>egoecho</dc:creator>
<guid>http://egoecho.wordpress.com/2009/11/16/en-verder/</guid>
<description><![CDATA[Klopt, ben ik met je eens. Een flink leesvoertje is hier al tijden niet meer verschenen. Genoeg te z]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Klopt, ben ik met je eens. Een flink leesvoertje is hier al tijden niet meer verschenen. Genoeg te zien en beleven als het gaat om vage video&#8217;s en toffe berichten over EP&#8217;tjes enzo&#8230; Maar verder? Geen rauwe gedichten, geen levensvisionaire updates, geen bloemen en zoals dat dan gaat: geen bezoek. Een die-hard daargelaten.</p>
<p>Hoe moet dat dan verder hier? Is dit het? Begonnen in 2007 met dagelijkse en soms zelfs meerdere posts op een dag? Het ging als een tierelier, jazeker. Het ging uiteindelijk tegen me werken. De keuze om met de billen bloot het internet op te gaan. Ik ging mezelf vervelen, werd moe van mijn geschrijf. Maar het meest moe werd ik van mijn dwangneurose om dagelijks te schrijven. Ik moest, ik moet&#8230; Ik heb gemoeten. Een <em>Moest</em>uin van zenuwtrekjes.</p>
<p>Dus dit is het? Hier houdt het op?<br />
Welnee.<br />
Ik ga (blijf) hier gewoon doen wat ik doe en deed.<br />
En ik heb zo mijn fases.<br />
Dan weer bezeten van videoclips, dan weer een foto, een loze one-liner, een vet gedicht, letterlijk vertaalde teksten, een lulverhaal&#8230; Of wat dan ook. En dan weer een hele tijd niks.</p>
<p>Ik heb het al vaker geschreven. Ik moet niets moeten. Ik moet al zoveel wat ik eigenlijk niet moet, maar toch moet. En dat vergt moed. Vaak genoeg in ieder geval.<br />
Je hebt geen idee van de kluizenaar die in mij schuilt.<br />
De schim achter de ramen, de dromer en zijn bedrog.</p>
<p>Het vreemde is dat ik al heel lang iets wil schrijven. Precies hier, op deze plek.<br />
Er zijn al heel wat ideeën de revue gepasseerd. En toch deed ik er niets mee.<br />
Gek eigenlijk. Nog gekker is dat ik het nu dus toch doe. Alsof ik verantwoording moet afleggen. Terwijl dat helemaal niet hoeft. Misschien is dat wel precies waarom het nu wel zover is, dat ik nu wel de moeite neem om weer eens wat van me te laten horen op deze plek. En dan in de zin van <em>persoonlijk verhaal</em> (hoewel: stukken over The Weak And The Strong en aanverwante onderwerpen&#8230; Die zijn net zo persoonlijk&#8230; Maar goed, you snapt what I mean!).</p>
<p>Ik heb mijn eigen verwachting geschept. Mezelf vastgepind op iets waar ik niet op vast te pinnen ben.<br />
(&#8220;Mag ik dan wel uw pincode? Ja, pleurt lekker op!&#8221;)</p>
<p>Oké, ik dwaal af. Wat kun je hier dus nog verwachten? Geen idee, maar in ieder geval <em>iets</em>. Dat kan dus van alles zijn.<br />
In ieder geval altijd een ego van mijn echo&#8230; Huh? Een echo van mijn ego, bedoel ik? Ja, dat ook.</p>
<p>Echoput.<br />
Dumpplek.<br />
Vuilnishoop.<br />
Goddeloze vuilspuiterij.<br />
Actualiteitenbimbo.<br />
RSS-voederbak.<br />
NLP-junkie.<br />
2012-vliegengezwam.<br />
NVVE-goeroe.<br />
Drionisatievlek.<br />
Complottheoriserende minkukels.<br />
Twitter-mania.<br />
Hyveshyperhysterie.</p>
<p>Ha, Great Open Dump!</p>
<p>Ik dwaal af&#8230;<br />
Whatever.<br />
Fijne dagen en tot later.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sessão 34 ( Beleza Interior)]]></title>
<link>http://seuneurose.wordpress.com/2009/11/09/sessao-34-beleza-interior/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:13:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anderson de Souza</dc:creator>
<guid>http://seuneurose.wordpress.com/2009/11/09/sessao-34-beleza-interior/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-201" title="sessão novembro2" src="http://seuneurose.wordpress.com/files/2009/11/sessao-novembro22.jpg" alt="sessão novembro2" width="450" height="442" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Magia à Perfeição]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/11/05/da-magia-a-perfeicao/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:44:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://vindarr.wordpress.com/2009/11/05/da-magia-a-perfeicao/</guid>
<description><![CDATA[Existem pessoas que são doentes pela perfeição. Existem pessoas que admitem que todos deviam fazer o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Existem pessoas que são doentes pela perfeição. Existem pessoas que admitem que todos deviam fazer o]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sessão 33]]></title>
<link>http://seuneurose.wordpress.com/2009/11/05/sessao-33/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:47:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anderson de Souza</dc:creator>
<guid>http://seuneurose.wordpress.com/2009/11/05/sessao-33/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-193" title="sessão novembro1" src="http://seuneurose.wordpress.com/files/2009/11/sessao-novembro11.jpg" alt="sessão novembro1" width="450" height="461" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuide-se!]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/02/cuide-se/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 05:08:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/02/cuide-se/</guid>
<description><![CDATA[Eu sempre me afasto dos nervosos. Procuro ter a delicadeza de nunca ligar-me a pessoas grosseiras, f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1664" title="Liberdade" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/09/liberdade.jpg" alt="Liberdade" width="150" height="143" />Eu sempre me afasto dos nervosos. Procuro ter a delicadeza de nunca ligar-me a pessoas grosseiras, falsas, insensíveis. Fujo dos enfurecidos. Desvio-me dos ciumentos radicais. Detesto autoritários. Quero distância absoluta de estressados e neuróticos. Não concedo aos ditadores sequer minha presença temporária, nem permito aos brutos que suponham ser possível invadir os meus momentos de amor — que são todos.</p>
<p style="text-align:justify;">Jamais negocio a minha própria liberdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Até porque, se eu não for delicado comigo mesmo, se eu não for responsável por mim, se eu não respeitar profundamente os meus desejos — estarei compactuando com esses algozes peçonhentos. Aliás, se eu não me cuidasse desde pequenino, esses desgraçados de aluguel já teriam estragado a minha inocência, e sufocado para sempre o meu espírito poético.</p>
<p style="text-align:justify;">Espero que você também se cuide!</p>
<p style="text-align:justify;">By Edson Marques.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zitat eines Psychologen]]></title>
<link>http://norberthilden.wordpress.com/2009/09/14/zitat-eines-psychologen/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:22:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>norberthilden</dc:creator>
<guid>http://norberthilden.wordpress.com/2009/09/14/zitat-eines-psychologen/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://norberthilden.wordpress.com/files/2009/09/anregungen1_700.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9" title="Über die Seele" src="http://norberthilden.wordpress.com/files/2009/09/anregungen1_700.jpg" alt="Über die Seele" width="500" height="374" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ik heb er een hard hoofd in]]></title>
<link>http://creatiefmetquirk.wordpress.com/2009/09/11/ik-heb-er-een-hard-hoofd-in/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 17:47:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>creatiefmetquirk</dc:creator>
<guid>http://creatiefmetquirk.wordpress.com/2009/09/11/ik-heb-er-een-hard-hoofd-in/</guid>
<description><![CDATA[Nu wilde ik eigenlijk een hele gezichtjes-op-Vlieland-post maken. Ik was er al helemaal op ingesteld]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nu wilde ik eigenlijk een hele gezichtjes-op-Vlieland-post maken. Ik was er al helemaal op ingesteld om alle gezichtjes daar te spotten en vast te leggen. Maar er waren er geen! Of misschien was ik gewoon te ontspannen en lieten mijn neuroses me even met rust, dat kan ook. Hoe dan ook, ik heb alleen dit exemplaar. En dat is wel een beetje voor gevorderden. Of mensen die <a href="http://www.bol.com/nl/p/boeken/de-elfen/666771968/index.html">dit boek</a> in huis hebben.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1759" title="DSC01583" src="http://creatiefmetquirk.wordpress.com/files/2009/09/dsc01583.jpg?w=300" alt="DSC01583" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ik ga volgende keer gewoon een nieuwe poging doen hoor. Heb ik meteen een goeie smoes om terug te gaan. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquizofrenia]]></title>
<link>http://psicopauta.wordpress.com/2009/09/04/esquizofrenia/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopauta</dc:creator>
<guid>http://psicopauta.wordpress.com/2009/09/04/esquizofrenia/</guid>
<description><![CDATA[Tarso, um substantivo próprio que dá nome a um personagem da novela da Globo Caminho das Índias, est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tarso, um substantivo próprio que dá nome a um personagem da novela da Globo Caminho das Índias, est]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Auszug aus dem Gedankengang einer "Verrückten" :)]]></title>
<link>http://schnien12.wordpress.com/2009/08/19/auszug-aus-dem-gedankengang-einer-verruckten/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 17:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Schnien</dc:creator>
<guid>http://schnien12.wordpress.com/2009/08/19/auszug-aus-dem-gedankengang-einer-verruckten/</guid>
<description><![CDATA[Ich &#8220;leide&#8221; seit April an psychosomatischen Erkrankungen mit daraus hervorrufenden Angst]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ich &#8220;leide&#8221; seit April an psychosomatischen Erkrankungen mit daraus hervorrufenden Angstzuständen, aufgrund nicht mitbekommener psychischer Überlastung.<br />
Man kann es simpel auch <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Burnout-Syndrom" target="_blank">BurnOutSyndrom</a> nennen was aber ein zu oberflächlicher Begriff wäre, denn bei jedem ist es unterschiedlich ausgeprägt mit unterschiedlichen Symptomen.</p>
<p>Betroffene werden in der Regel als sehr interessante, kontrollverrückte, bzw. <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Neurose" target="_blank">neurotische</a> und intelligente Menschen bezeichnet.<br />
Interessant passt ja ganz gut, denn psychos sind immer interessant. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
Aber intelligent&#8230; *grübel*<br />
Ich finde es nicht gerade intelligent sich <acronym title="Krankheiten einzureden"><a href="http://www.netdoktor.de/Krankheiten/Hypochondrie/" target="_blank">Hypochondrisch</a> zu benehmen</acronym> und zu jedem erdenklichen Arzt zu rennen, der einem dann mit tausend Untersuchungen bestätigt, dass man kerngesund ist, anstatt einfach sein Leben zu genießen.<br />
Nöööö, warum auch. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
Man könnte ja&#8230; dies und das haben.. oder vielleicht auch das&#8230; evtl. auch das&#8230; OMG ich werde sterben&#8230; usw.<br />
Und während man so in sich hineinhört und seine aktuellen Körperfunktionen im Kopf durchgeht, ist man auch schon wieder auf igendwelchen Internetseiten und studiert jede gerade in Frage kommende Krankheit.<br />
Letztendlich ist man doch intelligent, weil man sich bald besser auskennt als jeder Arzt und Pharmazeutiker. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' /> </p>
<p><!--more--></p>
<p>Naja, jetzt werden sich sicherlich die Nicht-Betroffenen denken: <strong>Wie kommt man überhaupt auf den Gedanken man könnte sterben oder eine totbringende Krankheit haben, wenn man doch aber kerngesund ist! Und warum tut man sich das alles an?</strong><br />
Ganz einfach: Weil man eben verrückt ist. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ich kann mal ein aktuelles Beispiel bringen:<br />
Eine Kollegin erzählte mir vor einigen Wochen, dass sie Schmerzen in der Wade hatte und eine Thrombose festgestellt wurde. &#8211;&#62; In meinem Kopf kreisen sofort mögliche Symptome.<br />
Dann erzählt sie mir, dass sie gar nicht nachvollziehn kann, wie die entstehen konnte, sie wäre in letzter Zeit nur auf den Beinen und rauchen tut sie auch nicht. &#8211;&#62; Ich errechne im Kopf meine persönliche Thrombosegefährdung mit natürlich schlechtem Ergebnis.<br />
Danach horche ich in mich hinein&#8230;entdecke nichts dergleichen und bin &#8220;erstmal&#8221; beruhigt. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Einige Wochen später bekomme ich plötzlich so ein Ziehen in der re. Wade. Meine Aufmerksamkeit wird darauf gelenkt. Dieses ganz natürlichen Signal aus dem Körper wird jetzt negativ interpretiert.</p>
<p>Sofort fällt mir die Thrombose wieder ein! Ich durchstöbere das Internet nach möglichen anderen Ursachen, bleibe aber immer bei Thrombose hängen, was mich verunsichert. Solche Gedanken führen unweigerlich zu einer Verstärkung der Aufmerksamkeit auf das aktuelle Symptom. Auch andere Veränderungen werden plötzlich bemerkt und als Bestätigung für die drohende Krankheit gesehen. Dadurch mache ich mir selbst Stress und alle anderen Möglichkeiten werden nun völlig ignoriert&#8230;.DAS IST ES, GENAU DAS HABE ICH!<br />
Man besorgt sich <strong>schnell</strong> einen Arzttermin und wird mit jedem Tag immer nervöser, beobachtet gaaaanz genau jedes Ziepen und Ziehen, was alles nur noch verschlimmert.<br />
Und letztendlich sitzt man beim Venenarzt und geht wieder mit dem Ergebnis, dass man kerngesund ist.<br />
Tja, was soll ich dazu sagen&#8230;<br />
Es ist sehr anstrengend und ich hasse diese Tage, wenn ich mir wieder irgendwas einbilde. An solchen Tagen bin ich gereizt, unmotiviert, unkonzentriert und unruhig &#8211;&#62; also ziemlich daneben. Aber die Häufigkeit des In-Sich-Hineinhorchens wird bedeuend geringer.<br />
Juchuuu  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte final)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/sites-de-relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-final/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 23:06:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Queridos leitores, o que eu tenho a dizer é que, felizmente, eu só encontrei duas das garotas citada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Queridos leitores, o que eu tenho a dizer é que, felizmente, eu só encontrei duas das garotas citadas nos casos acima (nos Casos 7 e 9).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Se eu encontrasse mais alguma delas, aí a decepção seria ainda maior&#8230; em outras palavras, Deus sabe o que faz.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Bem, uma das conclusões que se pode tirar é que eu aprendi a lição. Eu sou obrigado a reconhecer que, em boa parte, o erro foi meu, devido à minha carência afetiva (eu passei anos só estudando para concursos, até ser, finalmente, aprovado em um&#8230; nesse meio tempo, eu não tinha UM ÚNICO AMIGO, o que me trouxe prejuízos, sendo a excessiva carência o principal deles. Em outras palavras, eu não tinha vida social alguma). Além do mais, eu tinha pouca experiência no tocante a amizades/relacionamentos.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além do mais, eu também me deixava levar pelas aparências&#8230; antigamente, eu criticava as garotas que me descartavam por não achar minha foto atraente, eu as achava vazias por se basear apenas na minha foto&#8230; só que eu fazia o mesmo, ou seja, procurava as fotos mais &#8220;bonitinhas&#8221; e &#8220;interessantes&#8221;&#8230; seria até uma certa hipocrisia da minha parte criticar tais garotas, embora elas tenham extrapolado o direito delas de se sentirem atraídas por quem elas quisessem, ao terem sido descortesas e mal-educadas (ninguém é obrigado a se sentir atraído por ninguém&#8230; só que, ao menos, todos temos direito a ser tratados com cortesia e educação; eu, ao menos, quando eu dispensava alguma garota por não achá-la interessante, eu tentava ser o mais educado possível. Contudo, nem todo mundo é igual).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Levando apenas a beleza em conta, é claro que eu acabava escolhendo as pessoas erradas para conversar&#8230; foi por isso que, em parte, eu assumi a responsabilidade por meus insucessos.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, eu estava utilizando o meio errado para a consecução dos meus objetivos (sites de relacionamento,  francamente, não são os melhores lugares para conhecer uma companhia; é uma chance em um milhão. E ainda cometi outro erro crasso: quando eu começava a teclar com alguém, eu já a via como uma potencial namorada, colocando a carroça na frente dos bois.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Contudo, a minha busca não foi de todo malfadada, eu ainda consegui conhecer pessoas interessantes, ainda que pouquíssimas).</p>
<p style="margin-bottom:0;">E eu hei de reconhecer que, além de um tanto crítico, eu tenho um gênio um pouco forte; em outras palavras, EU AINDA TENHO MUITO A APRENDER, essa foi a principal lição que eu aprendi com isso tudo.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Com efeito, eu jamais voltaria a me associar a qualquer site de relacionamento (seja o &#8220;Site A&#8221;, &#8220;Site B&#8221; ou qualquer outro site), uma vez que eu já não tenho mais interesse nisso, além dos dissabores que eu tive, por mim anteriormente citados; na época, eu me desgastei após (e durante) essas experiências acima expostas (desgaste físico e emocional, o que até chegou a prejudicar meu rendimento no trabalho).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Felizmente, eu já superei, em grande parte, tais desgastes&#8230; mas eu já não estou mais disposto a ser alvo de brincadeiras, ainda mais que eu levo as coisas muito a sério, não estando muito aberto a certos tipos de gracinha (para ser sincero: abertura nenhuma, uma vez que, para mim, sentimentos são coisa seríssima), tais como brincar de &#8220;faz-de-conta&#8221; ou de &#8220;ator&#8221;(isto é, ficar atrás de um perfil fictício encarnando outra pessoa, especialmente com uma aparência diversa da real, usando uma foto de uma pessoa mais atraente como se fosse a foto real).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Lugar de criança, além disso, é no playground, e não na Net, brincando de &#8220;par perfeito&#8221;&#8230; se bem que, na maioria dos casos, eu não lidei com meras crianças: lidei com &#8220;pessoas&#8221; com sérios problemas mentais, que necessitam de imediato tratamento (eu, honestamente, duvido que algum psiquiatra aceitasse tratar alguma dessas garotas citadas nos casos de 1 a 9, exatamente as piores, visto que elas são CASOS PERDIDOS, SEM SOLUÇÃO! Nem lobotomia, nem tratamento de choque, nem internação, nem mesmo uma surra resolveriam o problema&#8230; mas não vou citar aqui o tratamento que elas realmente merecem, em respeito a vocês, caros leitores.)</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso alguém queira encarnar papéis, que faça um curso de Artes Cênicas ou jogue RPGs, e não fique em sites de relacionamento, jogando com os sentimentos das pessoas).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Nota: eu não tenho nada contra quem é ator, cursa Artes Cênicas ou gosta de RPGs, muito pelo contrário; eu apenas fiz tais citações porque tais cursos/jogos são mais apropriados para quem gosta de atuar. Sem ofensa <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Ainda no tocante aos joguinhos, nem uma criancinha de dois anos de idade acharia graça, de tão infantis, ridículos e sem sentido que eles são&#8230; sem contar que amor e joguinhos não se combinam de maneira alguma.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Todavia, eu não estou desencorajando ninguém a se inscrever em sites de relacionamento; o que eu acabei de expor é apenas minha opinião pessoal, que pode não ser a mesma de vocês; afinal de contas, nem todo mundo tem o mesmo ponto de vista, tampouco as mesmas experiências de vida, não é verdade???</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu ainda tentei começar uma nova fase em minhas &#8220;aventuras&#8221; na Net, mas utilizando uma nova ferramenta, pela qual eu conseguia o MSN das minhas potenciais &#8220;amigas virtuais&#8221;: o Orkut.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Todavia, eu tive outros insucessos:</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Algumas garotas me aceitaram como amigo, e depois me removeram (ou sequer me aceitaram);</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Uma delas me deixava pendurado no MSN, como se eu fosse um otário, com desculpas esfarrapadas (tais como: &#8220;Meu pai vai usar o computador agora, e depois eu volto&#8221;, blá, blá, blá&#8230;);</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Outra me bloqueou no MSN, sem motivo algum, e eu mandei-lhe um scrap perguntando o porquê de tal atitude. Como resposta, ela afirmou ter tomado tal atitude por causa do namorado dela, e ainda &#8220;queria ser minha amiga&#8221;&#8230; AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, é claro que eu nem dei resposta a tão ridículo pedido. A pessoa &#8220;morde e depois quer assoprar&#8221;, ou seja, me bloqueia e depois quer ser minha amiga?!? Ela só poderia estar brincando com a minha cara&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Assim, eu não terei mais experiências como essas na Net, visto que eu estou cansado e enjoado de &#8220;amizades virtuais&#8221;. Com efeito, sempre que eu adicionava alguém no MSN, eu já tinha intenção de, no futuro, conhecê-la pessoalmente, quando era uma pessoa da mesma cidade que eu.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Chega de pessoas inventando desculpas para não marcar encontros, não querendo me conhecer&#8230; se bem que eu não faria mesmo questão de conhecê-las, afinal, EU NÃO TENHO PACIÊNCIA NEM TEMPO A PERDER COM QUEM GOSTA DE DAR DESCULPAS E VIR COM ESQUIVAS E MAIS ESQUIVAS, QUANDO EU FAÇO UM CONVITE. SE A PESSOA NÃO QUISER ME CONHECER, QUE SEJA SINCERA, SEM RODEIOS, AÍ EU NÃO FORÇO MAIS A BARRA, NÃO INSISTO MAIS EM QUERER CONHECÊ-LA. Eu valorizo muito a sinceridade, daí a minha repulsa a essas esquivas e escusas infantis.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu só faço questão de ser amigo de quem quiser me conhecer pessoalmente, pois amizade virtual não é amizade, a meu ver&#8230; porém, quem não o quiser, eu não vou perder meu tempo correndo atrás; modéstia à parte, essas pessoas deixarão de conhecer uma grande pessoa, um bom, fiel e leal companheiro, dentre outras qualidades (mas vale ressaltar que eu não sou perfeito, também tenho os meus defeitos).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Mas, se ninguém quiser me conhecer pessoalmente, isso não me é o mínimo problema&#8230; afinal, tenho coisas mais importantes para me preocupar.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Quando eu vou passear, na maioria esmagadora das vezes, eu vou sozinho, por falta de uma companhia que me seja interessante; eu, felizmente, já não sou mais aquele bobão carente que vivia na Net, procurando &#8220;amizades&#8221;.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além do mais, antes só do que mal-acompanhado&#8230; não encarem isso como uma lamúria, uma súplica; é a minha realidade. No meu caso, é difícil encontrar uma companhia interessante para um passeio (não que eu não queira, muito pelo contrário; o problema é que eu não encontro, mas eu não sofro com isso, já estou acostumado).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Apesar dessas dificuldades, eu estou em uma nova fase: como eu &#8220;nasci&#8221; socialmente, eu estou buscando amigos reais, chega de teclar para lá e para cá&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Especialmente porque um relacionamento virtual tem uma importante desvantagem se comparado a um real: a falta de toque, isto é, uma tela de computador é muito fria.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Em vez de olhar para outra pessoa, olha-se para uma tela estática. Só que, para algumas pessoas, isso termina sendo uma vantagem, por não estarem se expondo&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Vale ressaltar, também, a questão da segurança, especialmente no tocante às mulheres, que são mais vulneráveis, uma vez que elas têm mais probabilidade de serem vítimas de algum maníaco (lembrem-se do lobo com uma pele de cordeiro!!!).</p>
<p style="margin-bottom:0;">É por essa razão que um pouco de prudência nunca vai mal, muito pelo contrário, NEM SONHEM EM DAR SEU NÚMERO DE TELEFONE, TAMPOUCO ENDEREÇO, PARA QUALQUER UM COM QUEM VOCÊS CONVERSEM NA NET!!! É aconselhável ter um pouco de critério, tendo em vista a infinidade de estórias contadas por pessoas, especialmente mulheres, que são vítimas de algum maníaco (que infelizmente não é virtual&#8230; É BEM REAL!!!).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Um grande abraço.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte 6)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/sites-de-relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-6/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 23:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caros leitores, agora eu vou fazer uma menção especial a duas garotas que eu conheci, uma vez que el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Caros leitores, agora eu vou fazer uma menção especial a duas garotas que eu conheci, uma vez que elas não me trouxeram aborrecimento ou dor de cabeça. Eu poderia qualificar um desses casos como casos de sucesso, embora eu também faça uma auto-análise crítica sobre meu comportamento (afinal, eu também cometi alguns erros) e, quanto ao outro, foi um quase-sucesso (vocês entenderão o porquê em seguida).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 10: Eu passei algum tempo conversando com Paula (cerca de um mês), até que ela tomou a iniciativa de marcar um encontro. Eu fiquei hesitante, uma vez que eu já quebrei muito a cara&#8230; mesmo assim, eu aceitei o convite dela, e fui encontrá-la&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Pelo menos, esse encontro foi muito bem-sucedido (infelizmente, foi o único encontro de sucesso até agora)&#8230; foi bem-sucedido porque eu conheci uma pessoa que parecia ser equilibrada, além de madura.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Observação: não houve erro, ao menos eu acho que fiz tudo certo nesse encontro&#8230; eu não fui afoito, tampouco criando expectativas. Muito pelo contrário, eu já fui desconfiado, pronto para levar outro &#8220;bolo&#8221; (vide caso 4) ou encontrar uma pessoa problemática (vide caso 9), além de &#8220;vacinado&#8221;&#8230; mas, felizmente, deu tudo certo.</p>
<p style="margin-bottom:0;">A chave foi a minha atitude: eu tive muita CALMA e PRUDÊNCIA,  com outra mentalidade: fui pensando em conhecer uma AMIGA, não uma NAMORADA, sem toda aquela carência que me era característica(e, em consequência, a ansiedade).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Foi um encontro que, embora breve, foi, de certa forma, marcante. Eu saí um pouco de casa, e conheci Paula, uma pessoa interessante (foi uma pena que não houve uma grande simpatia entre a gente a ponto de marcarmos outros encontros&#8230; mas, mesmo assim, valeu a pena).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 11: Eu achei que Maria seria apenas mais uma dentre essas garotas com quem eu conversei&#8230; mas, pouco a pouco, eu fui percebendo que eu estava enganado! Afinal, nossa &#8220;amizade&#8221; virtual havia batido todos os recordes&#8230; foram quase 2 anos de MSN!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, poucos foram os períodos em que não nos falamos por muito tempo.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Essa tinha tudo para ser uma ótima e frutífera amizade&#8230; porque Maria me deu uma grande ajuda, por exemplo quando eu conversei com uma garota (vide Caso 5), que me deixou quase deprimido&#8230; minutos depois, Maria apareceu no MSN (eu não tinha percebido que ela entrou online, de tão decepcionado e chateado que eu estava) e me chamou. Ela se mostrou disposta a me ajudar, não só me escutando (só de me escutar, já me foi uma grande ajuda), como também compartilhando as experiências que ela teve na NET (que também foram desagradáveis, por sinal).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Assim, nós fomos ficando mais próximos&#8230; eu percebi que Maria não era uma garota qualquer lá do &#8220;Site A&#8221;&#8230; e eu fui começando, pouco a pouco, a confiar cada vez mais nela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além do mais, ela me prestou uma grande ajuda quando eu montei esse blog (tanto as sugestões quanto as críticas dela me foram úteis).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Infelizmente, essa &#8220;amizade&#8221; não durou por mais tempo&#8230; mas eu sou grato a Maria por tudo o que ela me fez, pela ajuda que ela me prestou.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: eu jamais deveria ter sido tão precipitado, no início (uma vez, eu estava carente, procurando uma pessoa para sair em um fim de semana, e liguei 4 ou 5 vezes para o telefone de Maria, tentando chamá-la, até que eu consegui&#8230; mas não saí com ela, o que me foi até bom, visto que eu poderia ter colocado uma amizade que poderia ser promissora a perder por ter sido tão afoito. Afinal, ainda não era hora de nos conhecermos&#8230;)</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: o mesmo que no Caso 10 (agir com mais calma e sabedoria).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Agora, eu gostaria de fazer menção a outro caso que, embora não tenha sido um sucesso (eu fiquei decepcionado), não pode ser enquadrado nos casos acima citados (de 1 a 9; a despeito da decepção, não me foi uma dor de cabeça, mas sim apenas mais uma garota problemática, fracassada);</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 12: Roberta, desde as primeiras conversas, me pareceu ser bastante simpática, além de brincalhona e sarcástica (exatamente como eu). Isso já foi suficiente para me cativar.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Conversamos muito, e até &#8220;brigamos&#8221; algumas vezes&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Nós tínhamos horas e horas de diversão&#8230; mas infelizmente nós já não nos falamos mais há um bom tempo, além de termos ficado por longos períodos sem nos falar, por algumas vezes.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: também ter sido afoito com Roberta (vide Caso 4), e demonstrado uma certa ansiedade. Além disso, eu também já fui, assim como outras garotas, com a intenção de marcar logo um encontro.</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: justo o que eu faria em outros casos: desencanar um pouco. Não ir com muita sede ao pote, querendo logo número de celular&#8230; se tiver que acontecer um encontro, vai acontecer naturalmente.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Atitude correta: Após alguns meses de conversa, eu fui ficando mais calmo&#8230; eu parei de tentar forçar a barra. Volta e meia, eu tentava pedir o celular da Roberta, mas de forma correta (com indiretas), além de não insistir tanto.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Uma vez, eu consegui esse número, e liguei para ela. Eu fiquei estarrecido, pois ela não foi muito simpática ao telefone, mas ao menos eu agi corretamente, ao encerrar a conversa (tanto no telefone quanto no MSN), não gosto de ser inconveniente.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Algum tempo depois, eu mandei a Roberta um e-mail (eu já não fui agressivo, como no Caso 6; muito pelo contrário, eu fui educado, embora um tanto direto, incisivo), demonstrando o quão chateado eu fiquei com a atitude dela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Aparentemente, tudo se acertou (nós nos acertamos de forma civilizada, com e-mails educados e sinceros), embora eu praticamente já não mantenha mais contato com ela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Todavia, a mágoa continuou, e eu quis que Roberta sentisse isso&#8230; Eu o fiz por meio de outro e-mail, o qual continha o endereço desse blog. Eu esperava uma resposta agressiva da parte dela, só que ela foi, novamente, educada, e eu vou aceitar o pedido de desculpas dela, fazendo um esforço para não guardar mais ressentimento algum, embora eu já não tenha mais vontade de conhecê-la pessoalmente (já que, aparentemente, ela não quer encontrar ninguém, eu não vou forçar a barra; além disso, não há clima algum para um encontro, não tenho tempo nem disposição para me encontrar com uma perdedora paranoica que, além do mais, tem gostos diferentes dos meus). Eu fiquei feliz (e espantado) com a sinceridade dela e vou levar isso em conta (mesmo assim, eu não consegui engolir essa atitude dela; assumo que não sou muito tolerante, mas fazer o quê? Já estou cheio de pessoas problemáticas&#8230; não sou psicólogo nem psiquiatra para tratar desse tipo de gente).</p>
<p style="margin-bottom:0;">É por isso que esse caso não pode ser enquadrado dentre os casos de 1 a 9, embora também não tenha sido bem-sucedido: por causa desse inusitado desfecho (ao contrário de muitas pessoas inscritas em sites como o &#8220;Site A&#8221;, Roberta me surpreendeu por ter me pedido desculpas; eu não esperava que ela fosse tão educada comigo, surpreendi-me positivamente).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte 5)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/sites-de-relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-5/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 22:54:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caso 9: Esse caso foi o mais complicado de todos, visto que era a garota mais &#8220;romântica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 9: Esse caso foi o mais complicado de todos, visto que era a garota mais &#8220;romântica&#8221;, mais &#8220;agradável&#8221;, a &#8220;melhor&#8221; dentre as que eu estou citando: Cornélia, outra garota com quem eu conversei, me pareceu ser uma pessoa espetacular e educada, embora, à primeira vista, ela não tivesse me parecido uma pessoa agradável, atraente (eu vou assumir, caros leitores, que eu sempre me deixei guiar, ao menos até certo ponto, pela beleza física de alguém; esse era, e é, um defeito meu, o qual eu estou tentando corrigir).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Mesmo assim, eu quis dar uma chance à Cornélia, não terminando o primeiro encontro de forma abrupta.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Contudo, logo no dia seguinte eu já percebi com quem eu iria lidar, já estava começando a perceber o atoleiro em que eu me meti: embora eu mal conhecesse Cornélia, eu comecei a receber mensagens (SMS) no meu celular, além de ela ter me ligado.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Obs.: Eu gosto de receber atenção, desde que seja de uma pessoa que eu já conheça há algum tempo e, também, de alguém com quem eu simpatize.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu saí algumas outras vezes com Cornélia, e lhe disse, num português alto e claro, que não queria nada, mas ela não entendia. Eu até pensei em me distanciar dela, porque eu estava me sentindo sufocado, mas eu achei melhor contar a verdade, mandando-lhe um e-mail, contendo, também, um desabafo (eu quis desabafar porque eu pensei que ela fosse minha amiga&#8230; ledo engano).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Só que, além de Cornélia não ter me compreendido, ela me mandou um e-mail cheio de palavras &#8220;carinhosas&#8221;, &#8220;gentis&#8221; e &#8220;amigas&#8221;, além de deturpar tudo o que eu tentava dizer a ela, e eu estava tentando escrever em português&#8230; só que eu, após algumas mensagens &#8220;românticas&#8221; dela, já não sabia mais que raios de língua ela falava, visto que os e-mails dela, além de ininteligíveis (estavam escritos em latim suíno, idioma que eu não entendo&#8230;), continham uma compreensão errônea do que eu tentava dizer a ela&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Essa foi a gota d&#8217;água, pois eu já estava ESGOTADO, ela ficava me cobrando por que cargas d&#8217;água eu não respondia os e-mails dela (ela me escrevia todo dia), como se eu fosse namorado dela (aaaaaaaaffff!).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu fui perdendo a paciência, até que Cornélia me ligou um dia, no meu trabalho, com um tom de voz um tanto agressivo, e eu &#8220;me declarei&#8221;: falei o que eu realmente estava pensando a respeito dela, e a despachei devidamente, chegando a bater o telefone no gancho, cada vez que eu encerrava uma ligação dela naquele dia (foram três, ao todo).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Dessa maneira, Cornélia passou a achar que eu comecei a odiá-la&#8230; não era bem assim, eu apenas gostaria de &#8220;elogiá-la&#8221;, com todas as palavras &#8220;doces&#8221; existentes na língua portuguesa (e até em outras línguas), de fazer-lhe uns &#8220;cafunés&#8221;  com um taco de beisebol e, se ainda me sobrasse energia, de também fazer-lhe carinho, dando-lhe umas lapadas de cinto, bem como puxar os &#8220;lindos&#8221; e oxigenados cabelos dela&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Brincadeiras à parte, que fique claro que eu não gosto de sentir ódio por alguém, muito pelo contrário&#8230; só que ela, agindo de forma controladora, possessiva e intolerante, acabou mexendo com feridas minhas que ainda estavam abertas, até me sendo um gatilho para alguns traumas que eu ainda tinha (mas hoje, graças a Deus, já estou conseguindo superar boa parte dessas feridas; vamos parar por aqui, para não fugirmos ao escopo desse artigo).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Para completar, quase um mês depois, Cornélia me mandou um e-mail perguntando: &#8220;Ainda me odeia ou já esqueceu?&#8221;&#8230; AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA&#8230; é claro que eu nem respondi, pois, além da resposta ser óbvia, eu não queria mais o mínimo de conversa com ela, tampouco vê-la, nem mesmo pintada de ouro ou incrustada de diamantes.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Afinal, Cornélia foi tão &#8220;madura&#8221; quanto uma criancinha de dois anos de idade, não aceitando frustrações, reagindo com pirraça e choradeira&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Felizmente, ela me deixou em paz, mas outra coisa dura foi a intolerância por parte de algumas pessoas para quem eu fui contar esse caso, dando a razão a essa garota, dando &#8220;conselhos&#8221; (como sair com ela assim mesmo, contra a minha vontade), até mesmo tomando as dores dela!!!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Mas eu nem deveria me preocupar com essas pessoas, afinal, ninguém tem nada a ver com minha vida afetiva&#8230; não seria bom se cada um cuidasse de sua própria vida, em vez de querer &#8220;analisar&#8221; os problemas alheios, dando cada palpite estapafúrdio, cada um mais ridículo que o outro???</p>
<p style="margin-bottom:0;">Com efeito, eu até cheguei a discutir com algumas pessoas, para defender o meu ponto de vista&#8230; Não que eu seja dono da verdade; muito pelo contrário, as pessoas têm o pleno direito de exporem suas opiniões, mas eu acho que, nesse caso, sem querer ser arrogante, eu estava com a razão (só por ter agido de forma desequilibrada, infantil e estúpida, Cornélia já havia perdido a razão, se é que ela tinha alguma).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: para começar, eu chamei Cornélia para sair mais vezes, além de ter sido educado quando ela me bombardeou com aqueles SMS (mensagens para o meu celular). Como eu falei, à primeira vista, eu não tinha sentido uma grande simpatia por ela, não houve &#8220;química&#8221; alguma entre a gente.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, eu fui extremamente inocente e ingênuo ao contar-lhe alguns segredos, além de ter-lhe demonstrado a minha extrema carência afetiva; eu pensei que Cornélia fosse uma pessoa boa e compreensiva. A meu ver, ela se aproveitou disso para tentar me controlar, só que, no final, ela acabou sendo bem mais prejudicada do que eu com tal atitude.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu também não deveria ter sido tão compreensivo, ao perceber que Cornélia também era muito carente e, também, um tanto desequilibrada (por exemplo, certa vez, ela me mandou uma mensagem, que dizia o seguinte: &#8220;Eu posso não ser tão bonita, mas eu tenho caráter&#8221;&#8230; eu não entendi o que ela quis dizer&#8230; se ela tinha mesmo caráter, então eu era sobrinho de um macaco&#8230;).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Para piorar a situação, como eu havia dito logo acima, por eu ter agido como uma &#8220;menininha inocente&#8221;, Cornélia achou que eu era mais um trouxa, um mané, um matuto, e começou a querer mostrar as &#8220;garras&#8221;, tentando dar uma de controladora para cima de mim, além de demonstrar uma clara intolerância ao meu jeito de ser&#8230; mesmo assim, eu continuei sendo educado com ela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: Eu cortaria o mal pela raiz, ou seja, eu ainda daria uma chance à Cornélia (pelo menos, eu não encerraria o primeiro encontro de forma abrupta, ao me decepcionar com ela; eu até tentaria conhecê-la), só que eu jamais voltaria a sair com ela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, eu ignoraria as mensagens dela, bem como seria frio e formal se ela me ligasse (eu não iria ser mal-educado, é claro, mas também não iria ser uma &#8220;mocinha&#8221;, como eu fui). Dessa forma, ela não me teria sido tão inconveniente e importuna, o que me seria um aborrecimento a menos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte 4)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/sites-de-relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-4/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 22:52:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caso 7: Ao sair com Florinda, eu corri alguns riscos: eu fui parar em um lugar barra-pesada, para me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 7: Ao sair com Florinda, eu corri alguns riscos: eu fui parar em um lugar barra-pesada, para me decepcionar em seguida. O encontro já não começou bem&#8230; a gente se desencontrou, uma vez que, onde nós marcamos, haviam duas lanchonetes da mesma rede; além disso, como Florinda era um &#8220;gênio&#8221;, dotada de um &#8220;altíssimo quociente intelectual&#8221;, ela acabou me mandando justamente para a lanchonete errada!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Sem contar que ela usava a última palavra em vestuário, bem na moda, além de ter um hálito tão agradável quanto o de uma onça&#8230; minha nossa, que felina beldade! Que ótima aparência, era uma verdadeira dama&#8230; de tão maltrapilha que estava!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ademais, que &#8220;lindo&#8221;&#8230; ela ainda levou a tiracolo os dois benditos irmãozinhos dela (que ficaram em uma esquina próxima a nós, esperando-a&#8230;) e,  além de se vestir como uma &#8220;dama&#8221;, ainda era &#8220;refinada&#8221;, um &#8220;exemplo&#8221; em educação: sequer olhava para a minha cara!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: vide Caso 4 (extrema ansiedade, decorrente de uma grande carência afetiva). Essa ansiedade fez com que eu fosse muito afoito (eu acessei o &#8220;Site A&#8221; em um domingo de manhã, e foi a primeira vez que eu conversei com Florinda; já fomos marcando para nos encontrar no mesmo domingo, à tarde&#8230;). Além do mais, eu fui criando muita expectativa em cima dela (vide Caso 5, sobre expectativas frustradas), e o resultado foi óbvio&#8230; eu fiquei muito desapontado. Também, quem manda eu ser tão afoito??? Todo mundo que é apressado acaba comendo cru, isso até uma criancinha de 1 ano de idade sabe!!!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Sem contar os riscos que eu corri, ao ir a um local barra-pesada para encontrar Florinda&#8230; eu tive até sorte, embora eu ainda não consiga entender como eu saí vivo de lá, ainda mais saindo ileso!</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: se eu agisse como eu ajo hoje, esse encontro simplesmente não teria acontecido, eu não seria tão &#8220;inteligente&#8221;, tão &#8220;prudente&#8221; para fazer tamanha burrada!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 8: Eu conversei com Celina, que se mostrou muito interessada, e até tomou a iniciativa; só que ela me convidou para ir à casa dela pegá-la, mas ela queria levar uma companhia &#8220;agradável&#8221;: a priminha dela!!! É claro que eu não aceitei, afinal, seria um encontro a DOIS, e não a três.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu também não gostei nem um pouquinho quando Celina perguntou a minha religião, o que não é uma pergunta muito apropriada a ser feita a quem a gente mal conhece. Afinal, o que raios isso interessava a ela, ao menos naquele momento? Um pouquinho de discernimento não faz mal a ninguém&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Só que eu deveria ter respondido o seguinte: &#8220;Eu sou devoto do grande e magnânimo Baba Rama Nana e, toda sexta-feira à noite, eu faço um &#8220;sacrifício&#8221; a ele, com oferendas como torradas queimadas e creme de barbear&#8230; hehehe&#8230;&#8221;.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu tentei ligar para Celina durante a semana, só que ela não se mostrou disponível, cada dia vindo com uma &#8220;justificativa&#8221; diferente, cada uma mais esfarrapada que a outra&#8230; se ela nunca estava disponível, então por que raios ela me convidou para sair?!?</p>
<p style="margin-bottom:0;">Das duas uma, ou ela tinha algum problema mental (que deixariam até Freud com os cabelos em pé, que nem ele conseguiria explicar&#8230; ) ou ela estava querendo fazer algum joguinho idiota e sem sentido.</p>
<p style="margin-bottom:0;">A gota d&#8217;água foi no fim da semana, quando o celular dela estava desligado (ela estava inacessível) e, quando eu consegui falar com ela, ela, com uma clara expressão de desinteresse e indiferença, simplesmente disse que deixou o celular desligado. Eu fiquei um tanto pasmo&#8230; isso foi uma piada, uma brincadeira ou o quê? Se foi uma brincadeira, eu achei muito &#8220;engraçado&#8221;, eu &#8220;morri de rir&#8221;&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Assim, eu falei para Celina que, se ela ainda quisesse sair comigo, que me ligasse, que eu não ia mais ligar para ela&#8230; mas ela não ligou, que peninha&#8230; no fundo, ela me fez até um favor. Afinal, eu não tinha tempo, tampouco paciência, para lidar com garotas &#8220;especiais&#8221;, &#8220;maduras&#8221; e &#8220;adultas&#8221; como essa&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: mais uma vez, eu fui ansioso e afoito (vide Caso 4), além de tolerante demais.</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: se Celina me viesse com duas desculpas consecutivas, eu seria direto e até um pouco ríspido.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu diria para ela: &#8220;Desculpe-me a franqueza, mas se você nunca está disponível, então por que você me chamou para sair??? Faz o seguinte: você tem o número do meu celular. Quando você puder e, também, quiser sair, você me liga, beleza? Até mais.&#8221;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Afinal, eu não sou palhaço nem matuto, embora as pessoas ainda insistam em me ver como tal.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Atitude correta: na primeira vez que Celina me chamou para sair, ela me sugeriu buscá-la à noite&#8230; até que não teria problema, se eu a conhecesse, só que eu nunca a havia visto na vida&#8230; seria uma aventura extremamente arriscada, uma espécie de &#8220;roleta russa&#8221;. Ao menos, não caí nessa cilada, marcando o encontro para um outro dia (que, felizmente, não aconteceu&#8230; em vez de um amigo e, até mesmo, um potencial namorado, Celina ver-me-ia somente como mais um amiguinho para brincar de pique-esconde, pique-lata e até de Barbie, dentre outras atividades &#8220;interessantes&#8221; e &#8220;instrutivas&#8221; para pessoas adultas).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte 3)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-3/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 22:50:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caso 5: eu conversei com Laura, no MSN, por dois dias: no primeiro dia, a conversa até que foi agrad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 5: eu conversei com Laura, no MSN, por dois dias: no primeiro dia, a conversa até que foi agradável, ela parecia ser educada e agradável; no segundo dia, porém, a conversa não durou muito, já que ela viu a minha foto!!! Para ser mais claro, quando eu mandei a minha imagem pela webcam, Laura disse &#8220;saí para o lanche; volto já&#8221;, mas eu voltei para o &#8220;Site A&#8221; e, adivinhem só&#8230; ela estava lá, online!!! E, quando eu falei com Laura (esse site, além dos e-mails, também permitia que a gente falasse com uma pessoa, se ela estivesse online)&#8230; ela me deu uma &#8220;justificativa plausível&#8221;: &#8220;estou fazendo uma pesquisa para a minha tia, eu vou voltar logo para o MSN&#8221;&#8230; Que bonitinho, é claro e óbvio que essa &#8220;pesquisa&#8221; consistia em procurar outros manés bonitos, sarados, bem como desprezar, ignorar quem não correspondia ao bendito padrão de beleza dela.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Contudo, felizmente, ela não só não voltou naquele dia como nunca mais&#8230; com tais atitudes baixas, cruéis e desprezíveis (dentre outros termos &#8220;carinhosos&#8221; e &#8220;meigos&#8221;), &#8220;gatas&#8221;, &#8220;rainhas&#8221; como essa nunca foram, não são e jamais serão dignas de dirigir uma única palavra a mim.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além do mais, ela fez um favor a ela mesma, visto que eu seria ainda mais &#8220;gentil&#8221;, &#8220;carinhoso&#8221; e &#8220;romântico&#8221; do que ela foi comigo:  como  &#8220;agradecimento&#8221; por  tais &#8220;nobres atitudes&#8221;, pela &#8220;fineza&#8221;, &#8220;carinho&#8221; e &#8220;educação&#8221;, eu iria fazer com que ela  pagasse por isso tudo, acrescido do máximo possível de  juros e, também, de correção monetária!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Vou parar por aqui, eu já estou ficando &#8220;emocionado&#8221;&#8230; o mundo acabou e não me avisaram (hehehehe)!!!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: ter corrido atrás de uma pessoa que, pelas atitudes acima citadas, não demonstrou ter sensibilidade, tampouco escrúpulos.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu não deveria ter agido como um cachorrinho carente (por exemplo, quando Laura entrou online, na segunda vez que eu falei com ela, eu quase que imediatamente a chamei).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, eu também não deveria ter criado muitas expectativas, afinal, brincadeiras, ironias e sarcasmos à parte, eu saí extremamente decepcionado, além de ter quase ficado deprimido por conta disso (eu não estou fazendo um dramalhão, como muitos poderiam pensar; eu fiquei extremamente chateado, e não acho um defeito ser sensível, como eu sou; muito pelo contrário, eu acho uma virtude), eu não deveria ter levado isso muito a sério.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Reconheço que, em grande parte, a culpa foi minha, pois eu me deixei levar apenas por uma foto que Laura colocou no perfil&#8230; depois eu percebi que, além de essa &#8220;pessoa&#8221; não ser bonita, ela não valia nada, pelas atitudes dela, bem como pelas fotos dela (além da foto que ela postou no perfil, na qual ela parecia uma verdadeira Lolita, ainda tem as fotos do Orkut dela&#8230; ), não passava (não passa, e jamais vai passar) de uma VIL E RELES BONEQUINHA DE CARNE!!!</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: eu não seria tão ansioso, tampouco demonstraria tamanha carência afetiva. Antes de contatar uma pessoa, eu não me guiaria apenas pela foto, como também pelo que ela colocou no perfil (muitas pessoas poderiam achar que eu as contatei apenas porque eu achei a foto delas interessante e, naturalmente e compreensivelmente, poderiam começar a agir na defensiva).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 6: Eu comecei a conversar com Geralda pelo &#8220;Site A&#8221;, e ela parecia ter os mesmos interesses que eu (ela também gostava de apreciar um pôr-do-sol, bem como uma noite estrelada, por exemplo). A primeira conversa foi excelente, e tudo estava se encaminhando bem.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Contudo, Geralda começou a ignorar alguns e-mails meus (ela propôs que nós saíssemos, e eu aprovei a sugestão. Eu perguntei se ela não se importava de eu perguntar pelo número do celular dela). Um dia, a gente conversou novamente, e Geralda pareceu estar extremamente arredia, além de ser um pouco rude: ela disse &#8220;Mas que fique claro que vai ser extremamente sem compromisso.&#8221;, além de ter praticamente fechado o MSN na minha cara, quando ela teve de sair, ela praticamente não se despediu.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Minha nossa&#8230; que garota &#8220;refinada&#8221; e &#8220;educada&#8221; essa aí!</p>
<p style="margin-bottom:0;">O sangue subiu à minha cabeça quase que imediatamente, e eu mandei um e-mail rude e agressivo, eu fui tão rude com Geralda quanto ela foi comigo (foi &#8220;olho por olho, dente por dente&#8221;, à la Talião&#8230; hehe)&#8230; Curiosamente, ela me respondeu, e me disse estar &#8220;muito magoada comigo&#8221;, disse que &#8220;não iria mais me chatear&#8221;, dentre outras coisas&#8230; para ela, eu era o vilão da estória&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: eu reconheço que eu fui muito agressivo com Geralda&#8230; além de carente, eu já estava revoltado e esgotado, de tanto encontrar pessoas rudes e grossas online; em outras palavras, eu acabei descontando todo o meu ressentimento e insatisfação nessa garota, o que foi uma atitude extremamente estúpida, infantil e destemperada da minha parte. Além do mais, eu não deveria ter pedido desculpas a ela depois, foi outra grande mancada minha, pois ela merecia ouvir algumas verdades (embora, em um primeiro momento, eu devesse ter sido um pouco mais ponderado, mais assertivo).</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: o mesmo que eu fiz (mandar um e-mail à Geralda), só que de uma forma bem menos agressiva. Eu seria direto, mas sem ser tão grosseiro como eu fui, eu mediria minhas palavras. Afinal, todos nós temos nossas mágoas e frustrações, além de decepções (por vezes, severas), só que nós não temos o direito de projetá-las em quem não merece ser alvo de nossa raiva, em quem nunca teve nada a ver com nossos problemas (Geralda projetou algumas decepções dela em mim, o que eu achei extremamente injusto; daí a minha atitude rude e estúpida. Afinal, nem eu nem ninguém somos válvula de escape de outras pessoas).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relacionamentos virtuais - minhas experiências (parte 2)]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-parte-2/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 22:39:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caso 1: Algumas &#8220;princesas&#8221; que eu conheci tomaram atitudes muito parecidas: eu falei co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">Caso 1: Algumas &#8220;princesas&#8221; que eu conheci tomaram atitudes muito parecidas: eu falei com algumas delas por meio do &#8220;Site A&#8221;, que permitia um bate-papo com uma pessoa, se ela estivesse online. Eu pedi o MSN delas e, em seguida, fomos conversar (ou teclar) no Messenger, já que esse era um programa muito mais apropriado para um bate-papo. Eu fui mandar minha foto para elas e, logo depois, elas reagiram de forma extremamente &#8220;carinhosa&#8221; e &#8220;gentil&#8221;, me deixando pendurado no Messenger, ao sair de repente, e, também, apagando o meu MSN da lista de contatos delas.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: Ter ficado tão chateado, e não colocado foto alguma no perfil; além disso, eu estava procurando por reles ninfetinhas (17, 18 anos), que mal sabem o que é a vida, cuja vã e insípida &#8220;filosofia de vida&#8221; envolve basicamente ler &#8220;obras-primas&#8221; literárias como a Capricho, Atrevida e Todateen.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Em adição, tais &#8220;musas&#8221; só querem um &#8220;galã&#8221;, um &#8220;Apolo&#8221; que saiba beijar bem, que tenha um par de olhinhos claros; o que conta é que ele seja uma &#8220;gracinha&#8221;, enfim, um trouxa rico, atlético e sarado, para, em vez de algo produtivo, que possa ser chamado de relacionamento, apenas brincar de amarelinha, de Barbie, de pique-esconde com elas&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ou elas são meras ratas de boate ou de micarê, vivendo atrás dos trios elétricos, pulando feito cabritinhas (ou &#8220;dançando&#8221;, segundo elas) e beijando 10, 11, 12, até 20 &#8220;gatinhos&#8221;&#8230; Minha nossa, até há lágrimas escorrendo dos meus olhos, de tão emocionado que eu estou só de imaginar tão &#8220;romântica&#8221; cena, isso &#8220;tocou profundamente&#8221; meu coração!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ironicamente, eu até agradeço a elas por terem me bloqueado no MSN, foi um imenso favor que elas me fizeram, visto que elas provaram não ter maturidade alguma (para dizer a verdade, elas mal sabem o que significa a palavra maturidade&#8230; eu vou parar por aqui, a &#8220;emoção&#8221;, conforme eu falei, até está deixando minha voz &#8220;embargada&#8221;).</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: colocaria o máximo possível de fotos no meu perfil, uma vez que, se uma garota não me achasse atraente o suficiente , ela sequer conversaria comigo, sequer tomaria meu tempo (e o dela)&#8230; seria melhor do que me deixar pendurado no MSN.</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">Caso 2: Outras garotas chegaram a ser ríspidas quando eu até fui tentar falar com elas; só que, em resposta, eu lhes mandei e-mails igualmente &#8220;carinhosos&#8221; e &#8220;românticos&#8221;, como &#8220;agradecimento&#8221; por tão &#8220;gentil&#8221; atitude.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Algumas me responderam (de uma forma cínica, como era de se esperar) ou sequer me mandaram resposta, visto que elas eram tão &#8220;inteligentes&#8221; que sequer tiveram capacidade de compreender o que eu havia escrito, se é que elas eram capazes de, ao menos, ler (que bonitinho&#8230; conheci algumas &#8220;princesas&#8221; analfabetas! Se eu conseguisse sair com algumas delas, além de eu ter que aguentar os coices delas, eu ainda teria que ensiná-las a ler, se é que elas tivessem capacidade para isso! afff&#8230;)</p>
<p style="margin-bottom:0;">Observação: Eu fui grosso na medida certa, se eu fosse muito educado ou muito grosso, essas garotas apenas dariam risadas (ou relinchariam) da minha resposta). Foi um desabafo, eu não queria mais ficar acumulando raiva&#8230; eu aprendi a responder na mesma moeda. Mas o melhor é não perder muito tempo com &#8220;pessoas&#8221; que não sabem falar com gente, que acham que estão se dirigindo a animais (afinal, o que se pode esperar de uma manada de mulas pulguentas?).</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 3: Márcia, após quase 2 horas conversando, me disse ter TRÊS FILHOS!!! E ainda queria sair comigo, até me empurrando o número do celular dela&#8230; Honestamente, se isso foi uma piada, eu achei &#8220;muito engraçado&#8221;&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: ter passado muito tempo conversando. Além do mais, Márcia parecia estar um tanto desesperada, além de parecer ser um tanto atirada, a julgar por algumas atitudes dela (por exemplo, eu falei com ela sobre dar uma volta, e ela falou &#8220;Me leva???&#8221;&#8230; eu achei meio estranho; além do mais, como eu falei acima, Márcia queria o número do meu celular a todo custo, além de me dar o número do celular dela sem que eu pedisse&#8230;).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu também cometi o erro de ter ligado minha webcam, e de agir de forma ingênua e inocente, fazendo algumas coisas que Márcia pedia, tal como filmar meu quarto com a webcam e dar um sorriso, por exemplo (vale ressaltar que eu sou um pouco fechado, e não costumo sorrir com frequência). Em suma, ela queria um trouxa para ser pai dos filhos dela&#8230; só que eu não caí nessa!!!</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: Eu não daria tanta abertura para esse tipo de pessoa. Contudo, eu faria algumas coisas certas como as que eu fiz: terminar a conversa, apesar de ela ter durado tempo demais, e nem pensar em dar número de celular para tais garotas&#8230; a não ser que eu quisesse ter um aborrecimento. Afinal, eu fui burro, mas nem tanto.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Obs.: Que fique claro que o problema não foi ela ter três, quatro, cinco ou mais filhos, mas sim a atitude dela, de tentar me fazer de bobo.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Caso 4: eu tentei sair com Juliana, com a qual eu consegui manter contato telefônico. Ela afirmou ter uma agenda ocupada, mas surgiu uma oportunidade. Eu liguei conforme combinado, mas ela estava em uma cidade do interior, &#8220;um pouco&#8221; distante daqui, sem sequer me avisar&#8230;eu já fui logo percebendo o grande &#8220;caráter&#8221; que ela tinha (ou a falta dele), para agir dessa maneira.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Tudo bem, eu deixei para lá, mas aí é que eu cometi um erro CRASSO: eu liguei para Juliana novamente, dando-lhe uma segunda chance (aaaafff!), e eu marquei com ela, em um shopping distante da minha casa.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Contudo, ela sequer mostrou as caras, e eu fiquei &#8220;alegre&#8221;, &#8220;apaixonado&#8221; e &#8220;radiante&#8221; com tal atitude&#8230; no dia seguinte, eu até iria ligar para ela, para lhe dizer algumas &#8220;palavras de amor&#8221;, &#8220;agradecer&#8221; a ela por tal atitude (para isso, eu até havia impresso um site com todos os palavrões da língua portuguesa, visto que eu só me lembrava de cerca de uma dúzia dessas palavras &#8220;doces&#8221;&#8230; hehehe).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Um colega meu, para quem eu contei esse caso, me convenceu a desistir, pois isso não levaria a nada.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Embora eu tenha tido vontade de ser um pouquinho agressivo com ela (&#8220;agressivamente carinhoso&#8221; ou &#8220;carinhosamente agressivo&#8221;&#8230; isso não importa) , de fazer-lhe uns &#8220;carinhos&#8221;, para que ela aprendesse a me respeitar, eu acabei vendo que foi até um favor dela, pois ela era &#8220;bonita&#8221;, com um sorriso &#8220;encantador&#8221;, era linda como um cavalo mostrando os dentes (pena que eu não posso postar essa foto aqui, pois o assunto desse blog não é terror, visto que ela era tão linda quanto o Canhoto, só faltando os chifrinhos&#8230; mesmo falando por telefone, eu já estava sentindo um cheirinho de enxofre&#8230; hehe).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Erro: O principal erro foi a minha extrema ansiedade, decorrente da minha grande carência afetiva, na época. Eu me iludi, achei que Juliana era educada, espetacular.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Aí eu insisti em sair com ela, mesmo ela tendo viajado sem me avisar (a gente tinha marcado de sair). Eu a chamei novamente, justamente em um momento em que eu estava desesperado, carente, procurando por uma companhia (eu estava extremamente vulnerável), embora eu não tenha gostado nem um pouco da voz dela; era uma voz muito &#8220;agradável&#8221;, bem como a risada (ela ria, ou tentava rir, como uma madame rouca&#8230; que fofura!).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além do mais, eu gastei combustível para levar um bolo, um perdido&#8230; bem-feito, ninguém me mandou dar uma de retardado!</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que eu faria hoje: Eu teria logo desistido da Juliana; para dizer a verdade, eu mal a teria chamado para sair, pelos motivos expostos acima (uma voz e uma risada &#8220;agradáveis&#8221;).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, brincadeiras à parte, eu procuraria controlar minha carência afetiva, o que não seria difícil, tendo em vista que tal sentimento já não está mais tão forte, bem como a ansiedade, que já não me afeta mais tanto quanto antigamente&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Atitude correta: não reagir de forma agressiva à falta de respeito de certas pessoas, agressividade é justamente o que &#8220;pessoas&#8221; sem escrúpulos procuram&#8230; se eu fosse agressivo, seria capaz até de &#8220;pessoas&#8221; como a Juliana até rirem (ou relincharem&#8230; hehe) da minha cara&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relacionamentos virtuais - minhas experiências (introdução)  ]]></title>
<link>http://leonepnt.wordpress.com/2009/08/09/relacionamentos-virtuais-minhas-experiencias-introducao/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 22:36:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonepnt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá caros leitores, certamente vocês conhecem um tipo de site que está se tornando mais popular a ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">Olá caros leitores, certamente vocês conhecem um tipo de site que está se tornando mais popular a cada dia que passa: os sites de relacionamentos virtuais.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Muitas pessoas se inscrevem em tais sites por uma gama de motivos:</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Por curiosidade;</p>
<p style="margin-bottom:0;">- À procura de um parceiro para uma noite de sexo;</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Em busca de um(a) namorado(a) o(a) qual, até mesmo, poderá ser um futuro marido (ou futura esposa;</p>
<p style="margin-bottom:0;">- Simplesmente um(a) amigo(a) (embora amizade seja o objetivo menos comum em tais sites).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Na maioria dos casos, porém, há pessoas que veem nesses sites a esperança de encontrar alguém que acabe com a solidão delas pessoas, fazendo-as felizes, dado que elas já estão emocionalmente machucadas, feridas após terem terminado um traumático relacionamento.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Honestamente, caros leitores, eu acho que esta não seria uma boa solução, embora seja a única, dependendo da pessoa (algumas mal têm uma vida social, quanto mais amigos reais), já que, se os relacionamentos reais não são fáceis, os virtuais também não o são.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Além disso, não é muito comum conseguir transformar algum relacionamento virtual em real, seja amizade ou até um possível namoro, tendo em vista, também, que quem procura algum site de relacionamentos virtuais já ficou, ou está, com um pouco de medo de contatos sociais, e até mesmo neurótico, graças a experiências ruins.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Tais traumas levam a uma consequência deletéria, além da desconfiança e dos problemas emocionais: levam algumas pessoas a adotar um comportamento anti-social, se esquivando das pessoas, impedindo que alguém que pode ser um bom amigo (e, quem sabe, até uma possível alma gêmea) aproxime-se delas.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Esse comportamento é bastante prejudicial porque quem o adota termina isolado, por despertar a antipatia de quem convive com elas. Comigo, infelizmente, é assim, queridos leitores: eu assumo que não sou tolerante com tais pessoas porque eu mesmo tive diversas más experiências, algumas até um tanto traumáticas. A diferença, contudo, é que eu não me tornei anti-social; em muitos casos, eu dei uma chance a quem quisesse me conhecer pessoalmente (a não ser que tal pessoa tivesse demonstrado, já nos contatos virtuais, ser bastante problemática).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Se eu não quisesse conhecer alguém pessoalmente, eu seria direto, sincero, e sempre esperei o mesmo das outras pessoas. Eu nunca tive tempo e nem paciência para vir com palhaçadas, como brincadeirinhas idiotas, esquivinhas estúpidas ou desculpinhas esfarrapadas; é por isso que eu sempre me ofendi com tais criancices.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ninguém é obrigado a conhecer, encontrar ninguém; isso é um direito que assiste a todo mundo. O problema, todavia, é que é sempre comum encontrar alguém que extrapole tal direito, frequentemente maltratando seu “parceiro” virtual.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Outro problema sério dos relacionamentos virtuais é que, atrás de uma tela, as pessoas perdem a inibição, mostrando as &#8220;garras&#8221;, mostrando quem elas realmente são. Inclusive na indelicadeza e falta de tato, na maioria dos casos.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Há quem pense que as pessoas não são obrigadas a serem delicadas com a gente, não têm a obrigação de nos tratar com educação e cortesia&#8230; eu respeito tal opinião, mas não concordo de maneira alguma, por um simples motivo: se a sociedade se julga no direito de me fazer cobranças que, na maioria das vezes, são ridículas e sem nexo (por exemplo, as pessoas vivem me perguntando &#8220;onde está a namorada&#8221;, blá, blá, blá&#8230;), então eu também me reservo no direito de exigir uma contrapartida&#8230; que seria, no meu caso, o direito de ser tratado com educação, delicadeza e cortesia, além de respeito.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Porém, não podemos mudar as pessoas, só elas mesmas podem se mudar, ainda assim se elas assim o quiserem. Tudo o que podemos fazer, caros leitores, é nos afastar de tais indivíduos.</p>
<p style="margin-bottom:0;">O que torna isso tudo paradoxal é que, pelo que eu saiba, os sites de relacionamento pressupõem uma relação com respeito, carinho e amor.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Infelizmente, o mais comum é encontrarmos o contrário: como é fácil se “esconder” atrás de um perfil, que nada mais é do que uma fantasia (ou seja, dentro de uma fantasia de cordeiro se esconde um lobo&#8230; vocês entenderam o que isso quer dizer), muitos associados desses sites acham que isso tudo é uma grande brincadeira, sem levar em conta os sentimentos de outras pessoas que levam esses sites a sério (justamente o meu caso!).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Há muito mais histórias tristes do que felizes, para não dizer trágicas. Em outras palavras, esse mundo virtual é repleto de mentiras, já que, por exemplo, é muito comum que se minta, ao se colocar uma foto que é irreal, sem contar o perfil, que pode ser exatamente o oposto da realidade.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Eu mesmo já passei por algumas experiências, as quais eu contarei a seguir, em uma série de artigos (ou casos). Além dos casos, eu vou analisar meu comportamento em cada uma delas, de forma crítica, uma vez que eu também cometi vários erros, por vezes crassos. Eu conheci essas garotas que serão mencionadas nesses artigos por meio do ParPerfeito, um dos mais conhecidos sites de relacionamento (vamos chamá-lo, daqui em diante, de &#8220;Site A&#8221;).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Observação: os nomes que serão citados nos casos a seguir são fictícios.</p>
<p style="margin-bottom:0;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Freud e Jung e a teoria das neuroses.]]></title>
<link>http://celiabrandao.wordpress.com/2009/10/30/freud-e-jung-e-a-teoria-das-neuroses/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:36:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>celiabrandao</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em 1910 se dá o segundo Congresso Internacional de psicanálise em Nuremberg. Jung assume por indicaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em 1910 se dá o segundo Congresso Internacional de psicanálise em Nuremberg. Jung assume por indicação de Freud a presidência da Associação Internacional de Psicanálise.</p>
<p>Em 1911 houve o terceiro Congresso Internacional de Psicanálise em Weimar e Jung escreve a primeira parte de “Metamorfoses e Símbolos da Libido.”</p>
<p>Em 1912 profere nove conferências sobre a teoria psicanalítica na Fordham University (NY). Estas conferências foram compiladas e publicadas em 1913 no volume quatro das obras completas de Jung.  Nessa época enviou a Freud a segunda parte de “Metamorfoses e Símbolos da Libido”.</p>
<p>Estabeleceu então, intensa relação com Freud até 1913 quando começaram a discutir sobre suas divergências quanto ao conceito de libido.</p>
<p>Sobre a teoria da libido, o diálogo entre Freud e Jung resgatado na correspondência entre os dois psicanalistas, atesta a tensão gerada pela divergência.</p>
<p>Essa correspondência se divide entre um periodo inical de entusiasmo, e um periodo onde começam as dúvidas como na carta, cujo trecho relato a seguir.</p>
<p>Diz Jung:</p>
<p>“&#8230;. Gostaria de pedir-lhe um esclarecimento: O senhor considera a sexualidade a mãe de todos os sentimentos? A sexualidade não é para o senhor apenas um componente da personalidade (ainda que o mais importante) e, nesse caso, o complexo sexual não seria o mais importante e o mais frequente componente no quadro clínico da histeria? Não há sintomas histéricos que, embora codeterminados pelo complexo sexual, são condicionados predominantemente por uma sublimação ou por um complexo não sexual( profissão, emprego, etc)? Decerto em minha pouca experiência, vi apenas complexos sexuais e o direi explicitamente em Amsterdam. Cordiais saudações. Sinceramente, Jung.” Carta 39 J 19/8/1907</p>
<p>Responde Freud:</p>
<p>“…No tocante à sua pergunta , nem numa resma desse papel caberia resposta. Não que meu saber seja tanto: as possibilidades igualmente válidas é que são muitas. Não acredito por ora que alguém acerte ao dizer que a sexualidade é a mãe de todos os sentimentos. Sabemos como o poeta, de duas fontes instintuais. A sexualidade é uma delas. Um sentimento parece ser a percepção íntima de uma catexia instintual. Indubitàvelmente há sentimentos que brotam de uma combinação das duas fontes[......]É simplesmente como uma necessidade teórica que encaro ( por ora) o papel dos complexos sexuais na histeria; e não deduzo isso da frequência e intensidade dos mesmo. Acho que ainda não se pode ter provas. Não é conclusivo o fato de vermos pessoas vitimadas pelo trabalho, etc., pois o componente sexual no homem homossexual) é facilmente demonstrável na análise. Sei que nalgum ponto encontramos o conflito entre catexia do ego e catexia objetal, mas observação direta clinica nem mesmo posso especular.</p>
<p>Estou tão desligado de tudo que nem sequer sei a data do Congresso de Amsterdam. Mas espero, antes disso, ter noticias suas. Ficarei aqui até 10 de setembro. Cordialmente Dr Freud. ”Carta 40 F 27/8/1907</p>
<p>Freud refere- se aqui aos chamados instintos de conservação, à fome , especificamente. Para Freud nessa época, haviam duas fontes instintuais: os instintos sexuais e os de conservação. Mais tarde irá rever sua teoria das pulsões no artigo de 1920 “Mais além do princípio do prazer .”</p>
<p>O poeta citado por Freud é Schiller:</p>
<p>“ Enquanto ninguém o mundo</p>
<p>Constrói em filosofia</p>
<p>A força que impera e manda</p>
<p>É um duplo de amor e fome.”</p>
<p>Em outra carta diz Jung:</p>
<p>…”Tentei assentar o simbólico numa base psicogenética, ou seja , mostrar que na fantasia individual o primum movens, o conflito individual- matéria ou forma como se prefira- é mítico ou mitològicamente típico. 175J 30/1/1910</p>
<p>Para Jung não há uma pulsão primordial na motivação humana.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise Psicológica do Dinheiro]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/20/analise-psicologica-do-dinheiro/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/20/analise-psicologica-do-dinheiro/</guid>
<description><![CDATA[Se somos obrigados a buscar, gostar e lutar por um valor coletivo chamado dinheiro seria interessant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1344" title="Money Tree" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/10/money-tree1.jpg" alt="Money Tree" width="496" height="561" /></p>
<p style="text-align:justify;">Se somos obrigados a buscar, gostar e lutar por um valor coletivo chamado dinheiro seria interessante que o fizéssemos com um toque profundamente pessoal e singular de criatividade e prazer, pois só desta forma nosso complexo de inferioridade e incerteza seriam debelados, nos devolvendo a certeza de que nosso lugar jamais será eterno, mas que fomos capazes de expor todo o nosso potencial, sendo o ápice que podemos alcançar como seres humanos.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por <a href="http://antonioaraujo_1.tripod.com/" target="_blank">Antonio Carlos Alves de Araújo</a> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Discutir as implicações psíquicas e sociais de todo o simbolismo e mitologia do dinheiro é tarefa fundamental para um projeto sério da psicologia social. O tema ainda é um verdadeiro tabu, sendo que apenas encontramos escassas obras que tentam dar um sentido moral para a questão. Psicologicamente o dinheiro é sentido como a alavanca de um sonho que gostaríamos de efetuar, assim sendo, seu caráter é totalmente futurista, contribuindo para o incremento do poder do tempo sobre o prazer do indivíduo, ressecando por completo a vitalidade da pessoa, que sempre só pode existir no presente. Já está mais do que na hora de percebermos que o dinheiro é o confidente mais preciso de nossa alma e espelha todas as partes não resolvidas de nossa personalidade; sendo uma espécie de terapeuta que conhece as entranhas de um ser humano, porém, é o mais passivo e omisso em relação a uma atitude de resolução. Um dos instrumentos de aferição da saúde psíquica é exatamente a relação da pessoa com o dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos se queixam que precisam gastar compulsivamente, não percebendo que tal ato mascara uma culpa inconsciente não apenas por talvez ter acesso ao dinheiro, mas que historicamente sofreram de um complexo de inferioridade que lhes diz a todo o instante que não são merecedores de determinado prazer, devendo se livrar o mais rápido possível do instrumento que causa a satisfação. Outros reclamam da extrema cautela em gastar, estando presos não apenas num complexo de segurança, mas também espelham sua profunda miséria psíquica na retenção de uma espécie de &#8220;totem&#8221; instituído pela pessoa. O dinheiro para estas pessoas é algo sacralizado que mesmo o obtendo, jamais poderão se livrar de seu sentimento de carência pessoal. O leitor já chegou a conclusão óbvia de que o dinheiro ou poder cobrem ilusoriamente todas as carências pessoais, pois a pessoa que o detém será objeto do comentário, cobiça e interesse dos demais. Mas neste ponto outra questão fundamental se coloca: Por quanto tempo seguramos o interesse por algo? Este sem dúvida alguma é o drama de uma era consumista. Todos almejam no plano pessoal o que o sistema econômico tenta impor diariamente; a necessidade infinita de consumo. É justamente por esse motivo que a figura do traficante de drogas no plano ideológico causa tanta repulsa, pois independentemente do malefício que o mesmo traz à saúde publica, não deixa de espelhar fielmente o que o sistema almeja, o consumo incessante de um produto. O dinheiro paralelamente tenta compensar esta ilusão da eternidade, sendo que o medo da morte que nunca foi tão grande na história da humanidade como em nossos dias encontra um escapismo elegante na sensação de se possuir.</p>
<p style="text-align:justify;">Principalmente as culturas orientais enfatizaram que a grande contradição humana é à procura da satisfação do desejo que jamais pode ser realizada, pois o mesmo é por si só o objeto de conflito. Se algo cobiçado é alcançado vira coisa amorfa e desprovido de paixão pessoal. Por outro lado é infantil determinada atitude de desapego de objeto material, apenas para se provar a superação da ambição. Se a solução fosse a simples procura de um guru, quase toda a população mundial deveria se mudar para determinado templo no HIMALAIA. Com o enfraquecimento do poder político da igreja no final da idade média, o centro da preocupação humana migrou da idéia de como alcançar o &#8220;paraíso&#8221; para a satisfação de se possuir dinheiro; ambos tem como função o entorpecimento da angústia em relação à morte. A antiga contabilidade das boas ações que teve seu apogeu nas indulgências vendidas pela igreja foi facilmente substituída pelo imediatismo da contabilidade material do dinheiro, que transportou o indivíduo para uma sensação de vencer ao menos temporariamente o horror da morte e abandono. As religiões têm sua sobrevivência no resquício da culpa ou medo de uma punição posterior, que o indivíduo não sabe qual será. Apenas o &#8220;mistério&#8221; as mantém vivas na cabeça materialista do homem contemporâneo, e assim como na psicologia, a entidade deus apenas é lembrada na profunda crise e desespero, sendo que o trato diário pela melhora do íntimo humano é totalmente negligenciado.</p>
<p style="text-align:justify;">O dinheiro como toda espécie de totem ou entidade erigida tem como função básica a sua manutenção e sobrevivência por si só, não interessando a análise social e moral de seu impacto. Há uma escala da progressão em relação ao dinheiro, e quanto maior o peso de fatores inconscientes, maior será o grau de neurose que aflige o indivíduo. Exemplificando, o dinheiro serve para: sobrevivência, necessidade de abrigo e alimentação, educação, lazer e diversão, ou: competição, compensação de uma auto imagem negativa, exibicionismo, compensação de um arraigado complexo de inferioridade. A contradição no exposto acima é a de que o dinheiro deveria servir para algo extremamente concreto, mas basta um olhar mais apurado para descobrirmos que a cada dia o mesmo serve aos aspectos de nosso imaginário. O medo e pânico do desemprego, que é um câncer mundial das economias, apenas reforçam o conceito de que ganhar dinheiro é sinônimo de estar vivo. Nenhuma outra emoção ou desejo seja: amor, fé ou paixão conseguiu centralizar por completo a preocupação do homem contemporâneo, e repito que isto se dá não apenas por um fator de sobrevivência. Talvez a compulsão pelas drogas chegue perto do anseio citado, embora a mesma também não deixe de ser um subproduto do dinheiro. As próprias religiões se curvaram a entidade do dinheiro ao acatarem sem muitas delongas a questão do dízimo em seus trabalhos eclesiásticos.</p>
<p style="text-align:justify;">FREUD analisou o desenvolvimento psíquico do dinheiro. Chegou a conclusão que a primeira experiência psicológica de valor para uma criança era o treino do toalete. Assim sendo, as fezes tinham uma conotação de apego para a criança, sendo que a mesma ainda fantasiava inconscientemente que os bebês nasciam através da defecação. Embora tal aparato seja um tanto complicado de ser aceito pelo leigo, o fato é que tal assertiva tem o seu mérito na questão do desenvolvimento do processo mental de retenção e acúmulo. Analisar eficientemente o processo histórico que leva um ser humano à incapacidade de dividir seria uma das coisas mais nobres que a psicologia poderia efetuar. O dinheiro fornece a sensação de se poder viver constantemente em um &#8220;mito&#8221;, retocando uma auto imagem sempre negativa como disse anteriormente. O problema também afeta aquelas pessoas que já possuem o dinheiro e gostariam que as vissem sem uma imagem já pré-estabelecida pelos demais, fato quase que impossível. CARL GUSTAV JUNG estabeleceu a noção dos opostos no inconsciente. Para qualquer ação ou emoção corresponderia uma força similar no sentido contrário, como o famoso empuxo de Arquimedes.</p>
<p style="text-align:justify;">A noção de riqueza ou miséria nada tem a ver com o dinheiro para o inconsciente humano, e buscar nossa categoria social no plano mental seria a chave para uma análise mais profunda de nossa alma. Não que toda pessoa que possua o dinheiro seja um miserável emocionalmente, mas perceber que nossa mente reproduz o sistema vigente de estratificações sociais é no mínimo fugir da ignorância pessoal. Qual é o equilíbrio em relação ao dinheiro? Acumular gananciosamente fazendo da mesquinhez a distração diária para nossa mente? Permitir ser explorado pelas pessoas que culpam e invejam quem possui o dinheiro? Gastar ou reter compulsivamente, se enchendo de dívidas, ou a sensação de reconforto ao ver o extrato bancário? Acreditar que o dinheiro pode ajudar alguém que desconhecemos se em outras instâncias seja merecedor de apoio? Todas estas perguntas todos se fazem quase que diariamente possuindo ou não dinheiro. O centro da questão é se o mesmo representa o instrumento para algo que desejamos, ou a revanche contra o que sentimos que perdemos e jamais iremos recuperar, mas mesmo assim alimentamos constantemente dita ilusão.</p>
<p style="text-align:justify;">A verdade sempre reside na simplicidade, embora todos gostem da ostentação em todos os planos na tentativa de se obter destaque pessoal. Se cada um se permitisse algum tempo para a reflexão, não seria difícil perceber que tendo ou não, o dinheiro acarreta um profundo &#8220;stress&#8221; nos dias atuais, pelo simples fato de que sua busca ou posse se tornou uma profissão paralela perante qualquer atividade profissional que exerçamos. Qualquer um pode contabilizar que possui dois empregos ao esmiuçar o raciocínio citado, sendo que o dinheiro não serve apenas no âmbito material, mas principalmente no fator comparativo, que é a base para o indivíduo formar sua estima pessoal, e embora isto traga danos irreversíveis a personalidade, o fato é que há muito as coisas se orientam desta forma. Que prova pessoal de honestidade daríamos se houvesse a admissão de que é muito mais simples a preocupação com o dinheiro, poder, autoridade, política dentre outras, do que lidar com o histórico emocional íntimo sempre em dívida. Já colecionei mais de uma centena de casos de pessoas extremamente bem sucedidas financeiramente, que abortaram o processo terapêutico pelo simples questionamento de sua impossibilidade de abraçarem ou trocarem algum tipo de carinho com os pais ou parceiros. É extremamente errôneo o projeto de psicologia vigente, quando se omite da denúncia das mais puras necessidades humanas insatisfeitas. O papel do psicólogo sempre deveria ser de confronto e estímulo em relação à importância do percebido e não efetuado pelo paciente.</p>
<p style="text-align:justify;">Os históricos movimentos socialistas tentaram ingenuamente imputar um freio forçado no processo da cobiça e posse material. Não cabe aqui uma análise ou crítica deste tipo de movimento social, mas a percepção de que todos os processos econômicos possuem seu correlato no psiquismo. O próprio conceito marxista da &#8220;mais valia&#8221; (a soma do custo da produção mais à exploração da mão de obra pelo capital para gerar lucro) está totalmente presente nas relações sociais. Observando muitos casais na dinâmica do relacionamento, me deparo diariamente com tal conceito; um ou ambos tentando explorar ao máximo a afetividade do outro sem nenhuma contrapartida, se obtendo uma espécie de lucro no plano emocional, que não deixa de ser a raiz da timidez, que pode ser caracterizada como uma tentativa consciente de subtrair do outro algum tipo de vantagem sem que a pessoa se exponha ou participe ativamente. O tímido assim como o capitalista almeja apenas gerir suas vantagens ou lucros, jamais compartilhar. Apenas deixo claro para o entendimento do leitor que a timidez não é vista pela psicologia como o que corriqueiramente se coloca acerca do retraimento, vergonha ou medo; sendo que estas emoções estão presentes numa pessoa que podemos chamar de introvertida. A timidez em essência é um estado mórbido de egoísmo e tentativa constante de não trocar no âmbito emocional, sendo a queixa diária de um dos parceiros que o outro apesar da convivência ainda é um total &#8220;enigma&#8221;, acumulando uma energia do ambiente, assim como na &#8220;mais valia&#8221; marxista. Se alguém deseja realmente ser um revolucionário deverá rever sua metodologia, pois muito poucos têm uma vocação para a liderança, embora todos sintam a exploração em todos os níveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Desta forma o começo para uma autêntica e saudável transformação é a denúncia e pontuação de comportamentos diários de egoísmo e abuso em relação ao outro, pois tal tarefa pode ser cumprida por todos. Uma revolução só é verdadeira quando há uma função ativa para toda a comunidade, sendo que nos dias de hoje isto se traduz pela explanação da insatisfação pessoal, pois é a única coisa que ainda pode ser compartilhada por todos os participantes; do contrário apenas teremos a troca do poder, coisa mais do que conhecida por todas as pessoas. O dinheiro é um fator constante de tensão dentro de determinados relacionamentos. O que mais incomoda não é a posse em si do mesmo, mas a consciência do parceiro de que o outro compartilha segredos, confidências e cuidados apenas com algo inanimado, deixando a pessoa real ao seu lado com um profundo déficit de confiança e valor. A entidade &#8220;dinheiro&#8221; reclama uma importância única e exclusiva do ponto de vista psíquico, não permitindo a entrada de mais de uma pessoa. A armadilha maior sempre será o tipo de sentimento negativo desenvolvido perante o detentor do valor, chegando ao pensamento nefasto da &#8220;prostituição&#8221;, por achar que o outro deve pagar por um companheirismo ou sexualidade. Neste ponto as coisas fogem plenamente do controle, acarretando uma somatória de várias sensações incômodas e negativas perante o parceiro. A tônica será uma acirrada disputa e mágoa internalizada, pois a sensação de que o outro desfruta de algo que não será dividido apenas reforça um abismo intransponível na relação. O fato em si é a renegação no decorrer dos tempos que o dinheiro sempre foi algo que gerou o medo, seja para quem o possui ou não; então é ponto notório de que muitos poucos saberão como lidar com o mesmo; aliás, não existe instrução econômica em todos os setores da escola de nossa sociedade, e o dinheiro e seus simbolismos são encarados como um tipo de sociedade secreta onde uns poucos têm acesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Algo que possui um valor universal em vários aspectos (sobrevivência, poder, status) terá uma marca pessoal de cada um em relação ao símbolo, como na religião. Quando falamos de algo que abrange toda a coletividade devemos pensar em uma estrutura que fornece segurança material e psicológica, ou algo que desestrutura todo o psiquismo e comportamentos diários. Nos tempos de outrora a posse material era extremamente concreta, sendo aferida pelo acúmulo de terras. Embora as propriedades ainda consistam na riqueza de alguém, o dinheiro no último século alcançou um valor simbólico para a personalidade como nunca antes visto no decorrer das relações sociais; o ponto não é mais a contabilidade da quantidade, mas o quanto de projeção pessoal e narcisista pode se colocar com o auxílio do instrumento dinheiro, e juntamente com o poder e a beleza formam o triunvirato cobiçado pelo mais íntimo de um ser humano. Estas três últimas esferas revelam toda a real e verdadeira natureza da pessoa, embora muitas vezes sejam usadas no intuito de camuflar o que realmente somos. Não podemos mais negar tais questões por pretextos de desapego de ordem religiosa ou moral, e sim questionarmos o que nos tornamos ao entrar em contato com todos os processos acima descritos; se ainda sobrou alguma parte desejante que seja realmente genuína de nosso ser, ou apenas foi moldada pelos valores vigentes. É claro que o desejo não deixa de ser também um fator que se forma no âmbito social, mas quanto nos restou do mesmo como disse acima, sem contaminação da inveja ou competição?</p>
<p style="text-align:justify;">O dinheiro é a fronteira final para a resposta do que verdadeiramente estamos buscando, e como manejamos a busca do prazer pessoal, que está intrinsecamente ligado à outra pessoa. Satisfação é acúmulo, apego, segurança ou a divisão de algo de valor que possuímos com alguém sem que a esfera do medo esteja presente? Nosso inconformismo com a morte só é aplacado com uma posse maior perante determinada parcela do coletivo? Comparar e se sentir superior é realmente nosso conforto? Em quais áreas temos dificuldade de doação? Questionar tais questões podem nos conduzir a essência da importância do dinheiro em nossas vidas; do contrário, apenas seguiremos o dogma de termos família ou filhos para a perpetuação de nosso sucesso econômico. O fato é que a vida desde que somos crianças, nos revela o quanto somos ínfimos e insignificantes perante quase todos os processos sociais e a própria natureza. A ilusão do poder ou destaque pessoal passa a agir como fator compensatório numa personalidade que vê &#8220;tudo grande&#8221; no externo e &#8220;tudo pequeno&#8221; no interno. O dinheiro então é uma espécie de convite ou passe para que se diminua a humilhação de tal realidade sentida. Somos &#8220;atacados&#8221; diariamente, e passamos a correr por algo que nos proteja ao menos temporariamente de nosso sofrimento pessoal perante necessidades criadas pelo âmbito social. Se somos obrigados a buscar, gostar e lutar por um valor coletivo chamado dinheiro seria interessante que o fizéssemos com um toque profundamente pessoal e singular de criatividade e prazer, pois só desta forma nosso complexo de inferioridade e incerteza seriam debelados, nos devolvendo a certeza de que nosso lugar jamais será eterno, mas que fomos capazes de expor todo o nosso potencial, sendo o ápice que podemos alcançar como seres humanos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Diabo Veste Prada por Melhor Neurose]]></title>
<link>http://osindicados.wordpress.com/2009/10/19/o-diabo-veste-prada-por-melhor-neurose/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:02:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tati</dc:creator>
<guid>http://osindicados.wordpress.com/2009/10/19/o-diabo-veste-prada-por-melhor-neurose/</guid>
<description><![CDATA[No Dia Intercional do Regime, nada como se inspirar em uma pessoa decidida, como a Emily: I&#8217;m ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-945" title="18660141" src="http://osindicados.wordpress.com/files/2009/10/18660141.jpg" alt="18660141" width="361" height="270" /></p>
<p>No <strong>Dia Intercional do Regime</strong>, nada como se inspirar em uma pessoa decidida, como a Emily:</p>
<p><em><strong>I&#8217;m just one stomach flu away from my goal weight.</strong></em></p>
<p>PS1: Vocês sabiam que a <a href="http://emily-blunt.org/" target="_blank">Emily Blunt</a> já namorou o fofo do <a href="http://www.caras.com.br/secoes/noticias/noticias/7994/" target="_blank">Michael Bublé</a>? Agora ela está noiva do <a href="http://www.people.com/people/john_krasinski">John Krasinski</a>, co-star do <a href="http://www.stevecarell.net/" target="_blank">Steve Carell</a> no <a href="http://www.nbc.com/The_Office/" target="_blank">The Office</a>.  </p>
<p>PS2: Mais Emily Blunt em <a href="http://www.sunshinecleaning-themovie.com/" target="_blank">Sunshine Cleaning</a>, já indicado <a href="http://osindicados.wordpress.com/2009/07/18/alan-arkin-por-melhor-avo/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>PS3: Quer ver o trailer de <a href="http://microsites2.foxinternational.com/br/odiabovesteprada/" target="_blank">O Diabo Veste Prada</a>?</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zicgut4gpwU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zicgut4gpwU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>PS4: E&#8230;that&#8217;s all!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/OGca9MnPMlU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/OGca9MnPMlU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A não-violência.]]></title>
<link>http://abacatedogoverno.wordpress.com/2009/10/16/a-nao-violencia/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 06:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>abacatedogoverno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Meu arquétipo é sólido e não estou disposto a aceitar outro papel. Talvez por isso os tempos moderno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Meu arquétipo é sólido e não estou disposto a aceitar outro papel. Talvez por isso os tempos modernos me dão calafrios. Enxergo alguém, olho reto para dentro de seus olhos e não enxergo ninguém. Todos tão bem escondidos dentro de si mesmos, dentro de suas casas, distanciados por países, tecnologias&#8230; Não enxergo o óbvio nem o sublime. Não há corpo nem alma. Levo uma pedrada, olho para trás e o inimigo pode ser qualquer um. Mais um trajando o uniforme de todos e de ninguém.<br />
Tenho vontade de gritar, de bater, de matar. Mas não sei quem. O mundo vem ficando cada vez mais complicado. Inimigos me fazem neurótico. Quem é o inimigo? Quem sou eu?<br />
Eu sou aquele que mantém a integridade física sacrificando a sanidade mental. Cada dia que se passa e que não faço nada minha alma morre um pouco mais. Dignidade, integridade&#8230; Meus inimigos indecorosos se acovardam.<br />
Ou quem sabe meus inimigos estejam tão perdidos quanto eu. Não saibam aonde me encontrar. Quem sabe hoje de manhã eu não vá trabalhar, ou se for, crave uma caneta no coração de meu chefe. Estou cansado de gritar com algum cliente ou de quebrar pratos em minha casa. Quem sabe eu simplesmente quebre o pescoço de qualquer um que atravessar minha frente.<br />
Mostrem-se inimigos. Vocês já sabem aonde me encontrar. Não me deixem matar inocentes, travestindo violência que não mecerem. Mirem a mim e puxem o gatilho. Já estou mirando para todas cabeças.</p>
<p>&#8220;Quem é o inimigo? Quem é você?&#8221; (Soldados &#8211; Legião Urbana)<br />
&#8220;A violência travestida faz seu trottoir.&#8221; (Engenheiros do Hawaii)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Mafia della Musica - Vol.1: Good Bye Red Octopus]]></title>
<link>http://klauskarlbauer.wordpress.com/2009/10/01/la-mafia-della-musica-vol-1-good-bye-red-octopus/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 12:35:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Klaus Karlbauer</dc:creator>
<guid>http://klauskarlbauer.wordpress.com/2009/10/01/la-mafia-della-musica-vol-1-good-bye-red-octopus/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Johnny, Jimi, Billy, Tommy, Miles&#8230; schaut&#8217;s nit oba und dreht&#8217;s euch vor al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://picasaweb.google.com/KlausKarlbauer/LaMafiaDellaMusica#"><img src="http://klauskarlbauer.wordpress.com/files/2009/10/mafia.jpg" alt="mafia" title="mafia" width="500" height="375" class="alignnone size-full wp-image-646" /><br />
</a><br />
<em>&#8220;Johnny, Jimi, Billy, Tommy, Miles&#8230; schaut&#8217;s nit oba und dreht&#8217;s euch vor allem nicht allzu schnell im Grab um, die alten Knochen werden&#8217;s euch danken&#8221;</em></p>
<p>Gestern schloss der Plattenladen Red Octopus in der Wiener Josefstadt für immer seine Gitter. Einer der letzten Läden mit Expertise und persönlicher Betreuung. Ich muss gestehen, ich bin selbst kein großer Plattenkäufer und schon gar kein CD-Käufer (mehr). Was mich jedoch besonders traurig stimmt ist, das es keine Pumuckl-MCs mehr zu kaufen gibt, die ich immer für und mit meinen Kindern im Octopus gekauft habe. Ich befürchte auch, dass das Portal verschwinden könnte. Ich rufe hiermit die Wiener Kulturpolitik auf, zumindest dieses Portal zu erhalten. Ich denk mir auch, man sollte derartige Betriebe subventionieren als notwendiges Element im breiten Angebots-Spektrum einer Kulturhauptstadt.<br />
Es lebe iTunes &#38; assoziierte Kryptoneurotiker</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/KlausKarlbauer/LaMafiaDellaMusica#">Fotostrecke</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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