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	<title>niponico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/niponico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "niponico"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 05:14:18 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Japão: Desenvolvimento Pós-Guerra]]></title>
<link>http://ciberverso.wordpress.com/2009/10/14/japao-desenvolvimento-pos-guerra/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:07:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clio Museu de Cultura Material</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Desenvolvimento da Economia Japonesa apartir da 2ª Guerra Mundial é um resumo do panorama econômic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Desenvolvimento da Economia Japonesa apartir da 2ª Guerra Mundial é um resumo do panorama econômic]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Maquilagem: Geisha]]></title>
<link>http://ciberverso.wordpress.com/2009/10/13/maquiagem-geisha/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 22:59:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clio Museu de Cultura Material</dc:creator>
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<description><![CDATA[Videoaula demonstrativa de como fazer uma Geisha para vestuário temático Japonês, Dramaturgia ou vis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Videoaula demonstrativa de como fazer uma Geisha para vestuário temático Japonês, Dramaturgia ou vis]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Semana da Cultura POP Japonesa - fotografias]]></title>
<link>http://obrer.wordpress.com/2009/08/21/semana-da-cultura-pop-japonesa/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 17:04:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe Obrer</dc:creator>
<guid>http://obrer.wordpress.com/2009/08/21/semana-da-cultura-pop-japonesa/</guid>
<description><![CDATA[Para ver álbum no Flickr, clique aqui. (Ao abrir a página, clique em slideshow caso queira ver as fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'>
<p>Para ver álbum no Flickr, <a href="http://www.flickr.com/photos/obrer/sets/72157622102919212/">clique aqui</a>. (Ao abrir a página, clique em <em>slideshow</em> caso queira ver as fotografias em sequência)</p>
<p>A comunidade de descendentes de japoneses em Santa Catarina não é numericamente expressiva. Por isso mesmo, talvez, careça de maior visibilidade na comparação com os nipo-paranaenses ou nipo-paulistas. </p>
<p>Para mudar essa situação aconteceu ao longo desta semana, na UFSC, a <a href="http://www.nipocatarinense.org.br/nipocatarinense/index.php/semana-pop.html">Semana Cultural POP Japonesa</a>, coordenada pela <a href="http://www.nipocatarinense.org.br/nipocatarinense/">Associação Nipo-Catarinense</a>. </p>
<p>O evento teve desde forja de espada até cerimônia do chá, passando por animes, cosplay, pokémon, hello-kitty e lutas medievais. Hoje ainda dá tempo de conferir a exposição de bonecos japoneses, instalação de origami, roupas tradicionais, bonsais e apresentação musical.</p>
<p>Abaixo, a programação de hoje, 21 de agosto, penúltimo dia:</p>
<p><!--more--></p>
<p>Exposição: &#8220;Hinamatsuri e Dia das Crianças&#8221; &#8220;Armaduras, Arcos e Elmos&#8221;, &#8220;Cosplay&#8221; (ao longo de todo o dia)</p>
<p>Local: Hall da Reitoria</p>
<p>Apresentação &#8220;Violão&#8221; com Igor Ishikawa<br />
Horário: Das 14h às 14h30<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
<p>Qi Gong (Chi Kung) com Grupo Wulin<br />
Horário: Das 14h às 15h30<br />
Local: Frente à Reitoria</p>
<p>Palestra “A Neurociência e os jogos cognitivos” com Prof. Dr. Emilio Takase<br />
Horário: Das 15h às 16h30<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
<p>Workshop GÔ com Matheus Wendt<br />
Horário: Das 16h30 às 18h<br />
Local: Sala Harry Laus – Biblioteca</p>
<p>Palestra &#8220;Produção de Animação&#8221; com Edson Quint Jr. e Alex de Freitas<br />
Horário: Das 16h45 às 17h15<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
<p>Palestra “Jovem Japonês de Hoje” com Ryodo Fukuhara (com intérprete)<br />
Horário: Das 17h30 às 18h30<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
<p>Workshop &#8220;Mangá&#8221; com Paulo F. Crocomo<br />
taxa de R$10,00<br />
Horário: Das 18h30 às 20h<br />
Local: Sala Harry Laus – Biblioteca</p>
<p>Demonstração Aikidô com Academia Catarinense de Aikido &#8211; Prof. Carlos A. Grisalt<br />
Horário: Das 19h às 19h30<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
<p>Palestra &#8220;Mitos e Lendas dos Guerreiros Japoneses&#8221; com Anderson Tsukiyama<br />
Horário: Das 20h às 21h30<br />
Local: Auditório da Reitoria</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ah, os orientais...]]></title>
<link>http://aafffff.wordpress.com/2009/08/07/ah-os-orientais/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 18:10:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>leoavesani</dc:creator>
<guid>http://aafffff.wordpress.com/2009/08/07/ah-os-orientais/</guid>
<description><![CDATA[Uma verdade absoluta do universo é que os orientais conseguem ser bizarros como ninguém. Saca só:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma verdade absoluta do universo é que os orientais conseguem ser bizarros como ninguém. Saca só:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pbscYVGp7lo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pbscYVGp7lo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Japoneses me matam]]></title>
<link>http://desaventurasnamorosas.wordpress.com/2009/07/23/japoneses-me-matam/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 19:08:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Desaventuras Namorosas</dc:creator>
<guid>http://desaventurasnamorosas.wordpress.com/2009/07/23/japoneses-me-matam/</guid>
<description><![CDATA[Eu comi comida japonesa a semana toda. Juro por Deus. Segunda-feira eu fui com a querida. Terça eu f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-909" title="Sushi" src="http://desaventurasnamorosas.wordpress.com/files/2009/07/sushi.jpg" alt="Sushi" width="450" height="414" />Eu comi comida japonesa a semana toda. Juro por Deus.</p>
<p>Segunda-feira eu fui com a <a href="http://detdumpouco.blogspot.com" target="_blank">querida</a>. Terça eu fui com a minha irmã. Ontem eu fui para fazer um agrado ao O Jornalista. Aí hoje ele me chama novamente para almoçar. Por mais que tente resistir, eu acabo aceitando. A companhia dele é boa e me faz rir horrores. Fomos em turma, inclusive a namorada dele, o que tornou tudo mais agradável na medida do possível.</p>
<p>Agora eu to até aqui (imaginem a mãozinha passando por cima da cabeça) de japonês de todo o tipo.</p>
<p>Menos da minha amiga Japa-Cor-de-Jambo. Ela é hour councours. De resto, quero distância. Especialmente daqueles que gostam de filézinho de salmão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do picadinho ao cardápio exótico]]></title>
<link>http://davidarioch.wordpress.com/2009/06/17/do-picadinho-ao-cardapio-exotico/</link>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 17:23:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>David</dc:creator>
<guid>http://davidarioch.wordpress.com/2009/06/17/do-picadinho-ao-cardapio-exotico/</guid>
<description><![CDATA[Bar e Restaurante Toyokawa atravessa gerações e se consolida como um dos pontos mais tradicionais da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Bar e Restaurante Toyokawa atravessa gerações e se consolida como um dos pontos mais tradicionais da cidade</em></p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_975" class="wp-caption alignright" style="width: 458px"><em><em><img class="size-full wp-image-975" title="Bar do Kengo" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/06/bar-do-kengo.jpg" alt="Primeiro bar da família Toyokawa" width="448" height="334" /></em></em><p class="wp-caption-text">Primeiro bar da família Toyokawa</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>Há 60 anos, quando Paranavaí ainda era distrito de Mandaguari, e o principal meio de transporte eram as charretes, a família Toyokawa fundou um bar que se tornaria um dos pontos mais tradicionais da cidade.</p>
<p>Em 1949, o Bar São Paulo, que se tornaria Bar e Restaurante Toyokawa, entrou em operação quando veículos de tração animal eram os únicos aptos a circular pelo solo arenoso de Paranavaí. “Em frente ao estabelecimento, tínhamos um ponto de charrete. Havia um areião que você nem imagina”, conta o proprietário Kengo Toyokawa.</p>
<p>À época, os moradores da zona rural se satisfaziam em ir até o bar para relaxar após um dia de trabalho. O estabelecimento era tão atrativo que se tornou um salão de festas. ”Eram realizadas comemorações de nascimento, casamento e aniversário. Tudo era feito no bar”, frisa o empresário.</p>
<p>Yoneiti e Shitsue Toyokawa, pais de Kengo, preparavam pratinhos com 100, 200 gramas de carne para os convidados se deliciarem com pequenas fatias de pão. Os fregueses adoravam. A alegria dos moradores do campo era ir até o bar comer sardinha em lata e carne picadinha, segundo Kengo Toyokawa que ainda acrescenta: “O picadinho foi o pontapé inicial na tradição do bar e restaurante familiar”.</p>
<div id="attachment_978" class="wp-caption alignright" style="width: 402px"><img class="size-full wp-image-978" title="bar do kengo 2" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/06/bar-do-kengo-2.jpg" alt="No início, bar já era familiar" width="392" height="307" /><p class="wp-caption-text">No início, bar já era familiar</p></div>
<p>Dos oito filhos do casal, Paulo Toyokawa resolveu dar continuidade ao legado, inclusive incluiu novas iguarias no cardápio. Mas, em 1990, resolveu deixar o bar. Kengo, que morava em São Paulo, retornou a cidade e assumiu o negócio. “Eu estava cansado de mexer com tanta papelada numa seguradora. A gente fazia relatórios manualmente, não tinha computador”, conta.</p>
<p>Alguns anos depois de Kengo tomar a frente do estabelecimento o cardápio que contava com 10 iguarias teve um aumento de 500%. “Aumentei para 50 aperitivos. Sempre fiz triagem para o pessoal não enjoar”, afirma. Atento ao gosto da clientela, se três fregueses não gostam de algo no menu, o empresário o descarta.</p>
<p>Atualmente o Bar do Kengo é conhecido pelo cardápio exótico, a oferta de iguarias dificilmente encontradas em outros lugares, como jacaré, coelho e rã frita. “Antes, eu servia testículos de peru. Alguns diziam que peru nem tinha testículo. Então eu ia lá no fundo pegar o testículo para mostrar a eles”, conta, às gargalhadas, Kengo.</p>
<p>A surpresa com o aperitivo se deve ao fato de apenas dois estabelecimentos o receberem na época. “Fizeram uma pesquisa sobre isso. Só havia um fornecedor de testículos de peru no Brasil. Só eu e outro cara o recebíamos”, declara. Questionado sobre as lembranças desde que começou a dirigir o bar, Kengo Toyokawa brinca: “Só lembro que já matei muita gente de cirrose”.</p>
<p><strong>“Bar do kengo” atrai fregueses de outros países<br />
</strong></p>
<p>Mas não são apenas os moradores de Paranavaí que apreciam o ambiente e o cardápio do Bar e Restaurante Toyokawa. “Tive fregueses da Espanha que elogiaram bastante. Já fui parabenizado por clientes de Lynchburg, Tennessee (EUA), onde é fabricado o Whisky Jack Daniels”, diz, orgulhoso, Kengo Toyokawa.</p>
<p>O cardápio que reúne mais de 50 pratos atrai até fregueses de São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo Toyokawa, viajantes, que representam 70% da freguesia do estabelecimento, ficam surpresos com a qualidade do bar. Às vezes, agrada tanto que surgem convites. “Um freguês falou pra eu montar uma filial onde ele mora. Não penso em abrir franquia, mas posso vender o know-how”, destaca.</p>
<p>Kengo dá todas dicas, repassa fornecedores e monta a cozinha. “Mas Tem de ser um bar em que a família vai trabalhar. Nada de contratar pessoas de fora”, assinala. Também é necessário que a cidade tenha pelo menos 70 mil habitantes, porque os produtos precisam ser comprados em grande quantidade. “Busco peixe lá perto de Floraí e o fornecedor não me vende menos de 70 kg de pacu”, exemplifica o empresário.</p>
<p>De acordo com Kengo, o atendimento precisa oferecer um diferencial. “Não vou dizer que aqui é tudo 100%, existem algumas falhas, mas fazemos tudo que está ao nosso alcance”, avalia o empresário que já conquistou o paladar de Maguila, Ari Toledo, Ricardo Chab e muitos outros.</p>
<p><strong>Kengo enfrentou problemas no antigo ponto</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para o empresário Kengo Toyokawa, não há ponto melhor para o Bar e Restaurante Toyokawa do que o atual. Segundo ele, o antigo era bastante movimentado, cerca de 150 pessoas passavam pelo bar a cada noite, mas com a grande movimentação surgiram também os problemas.</p>
<p>“O cara ocupava determinada mesa e quando íamos até lá, ele estava quase na metade da outra esquina. Saía sem pagar”, lamenta Kengo. Havia 40 meses no bar e a situação era difícil porque o controle da freguesia era feito manualmente.</p>
<p>Nessa época, o estabelecimento ficou conhecido como “bar de homens”, porque era mais freqüentado pela classe masculina. “Aqui já houve uma mudança bem gostosa. A freguesia é formada por famílias e universitários; gente bonita, no geral”, relata.</p>
<p>O Bar e Restaurante Toyokawa está no mesmo ponto desde 2000 e todos os méritos são do proprietário. “Aprendi a preparar muitos pratos asiáticos. Além disso, sempre vou onde estão ensinando pratos exóticos, adoro aprender, não importa a distância”, reitera Kengo que mantém uma ala vip no estabelecimento. A área é destinada a confraternizações e também pessoas que preferem privacidade.</p>
<p><strong>Curiosidade</strong></p>
<p>O empresário Kengo Toyokawa já vendeu 350 caixas de cerveja por mês, uma marca que lhe rendeu uma viagem, como gratificação do distribuidor, a Copa do Mundo de 1998, na França.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[J-Rocker {Próprio}]]></title>
<link>http://clauamaralportifolio.wordpress.com/2009/05/22/j-rocker-proprio/</link>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 13:56:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clau Amaral</dc:creator>
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<description><![CDATA[Trabalho feito em 2009. Feito a lápis, finalizado com caneta naquim e colorido com lápis de cor e ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Trabalho feito em 2009. Feito a lápis, finalizado com caneta naquim e colorido com lápis de cor e canetas hidrocor.</p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_86" class="wp-caption aligncenter" style="width: 226px"><a href="http://clauamaralportifolio.wordpress.com/2009/05/22/j-rocker-proprio/"><img class="size-medium wp-image-86" title="J-Rocker" src="http://clauamaralportifolio.wordpress.com/files/2009/05/j-rocker.jpg?w=216" alt="J-Rocker" width="216" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">J-Rocker</p></div>
<p>Para comentar sobre este trabalho clique sobre a imagem.</p>
<p>Para ver em tamanho original clique <a href="http://clauamaralportifolio.wordpress.com/files/2009/05/j-rocker.jpg" target="_blank">AQUI</a>.</p>
<p style="text-align:right;">=D</p>
<p style="text-align:right;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exposição de luminárias-esculturas japonesas]]></title>
<link>http://pequenopolis.wordpress.com/2009/04/08/exposicao-de-luminarias-esculturas-japonesas/</link>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 00:57:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianacarneiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Feriado batendo aí na porta, hora de ir planejando atividades para fazer junto com os pimpolhos. Uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Feriado batendo aí na porta, hora de ir planejando atividades para fazer junto com os pimpolhos. Uma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Go Jaspion!]]></title>
<link>http://paaulooo.wordpress.com/2009/03/20/go-jaspion/</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 20:06:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>pauloo22</dc:creator>
<guid>http://paaulooo.wordpress.com/2009/03/20/go-jaspion/</guid>
<description><![CDATA[Aproveitando a onda nipônica que, além de matar baleias, alegra nossos corações e desafia nosso mioj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aproveitando a onda nipônica que, além de matar baleias, alegra nossos corações e desafia nosso miojo central com animações com roteiro inteligente (sim, isso existe), disponho de armas indefectíveis de bizarrices garantidas: <strong>Jaspion </strong>e <strong>Jiban</strong>.</p>
<p>Prá quem não conhece (ora, faz favor, leitor baká), esses foram astros do desenho japonês, muito conhecidos em todo o mundo. Mais informações com nosso melhor amigo, <a href="http://www.google.com.br/">Google.</a> Na seleção abaixo, as famosas musicas tema foram traduzidas bem de perto por fãs de intenções discutíveis.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/QLrabsx4U40&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/QLrabsx4U40&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JJ6WIoJSQLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JJ6WIoJSQLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/udaFtXNrryc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/udaFtXNrryc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>Post podre, mais não pensei em nada melhor.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arigatô – Uma homenagem aos Imigrantes Japoneses]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/2008/08/14/arigato-%e2%80%93-uma-homenagem-aos-imigrantes-japoneses/</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 13:04:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/2008/08/14/arigato-%e2%80%93-uma-homenagem-aos-imigrantes-japoneses/</guid>
<description><![CDATA[Arigatô – Uma homenagem aos Imigrantes Japoneses Editora JBC lança livro bilíngüe que narra a saga d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana,Helvetica,_sans;color:#333333;font-size:x-small;"></p>
<h3 style="text-align:center;">Arigatô – Uma homenagem aos Imigrantes Japoneses</h3>
<div style="text-align:center;"><img src="http://jbchost.com.br/livrosjbc/img/capa_arigato_g.jpg" alt="" /></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;">Editora JBC lança livro bilíngüe que narra a saga dos Imigrantes Japoneses em solo Brasileiro. </span></div>
<p>Escrito em japonês e português, a obra, de autoria dos jornalistas Jhony Arai e Cesar Hirasaki, narra a trajetória dos imigrantes nipônicos desde a chegada do primeiro navio japonês, o Kasato Maru, em 1908.</p>
<p>Da dura vida nas fazendas de café, os primeiros trabalhos nas cidades, as dificuldades com o idioma, o clima e a alimentação, até a consolidação da comunidade nipo-brasileira, o livro traça um panorama completo para se entender a história da imigração japonesa no Brasil.</p>
<p>Arigatô aborda também a migração dos nipo-brasileiros ao Japão, a formação da comunidade brasileira no arquipélago e seus reflexos no Japão e no Brasil e mostra as influências culturais japonesas na sociedade brasileira, uma herança de tradições que são o orgulho dos seus 1,5 milhão de descendentes.</p>
<p>Ilustrado com fotos históricas, o livro possui ainda um glossário de palavras japonesas. Assim, mesmo quem não possui ascendência nipônica poderá conhecer e se emocionar nessa viagem a um momento único na história do Brasil.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As visitas do príncipe Naruhito e uns haicais sobre o inverno no Sul do Brasil]]></title>
<link>http://trevodotalvez.wordpress.com/2008/06/19/as-visitas-do-principe-naruhito-e-uns-haicais-sobre-o-inverno-no-sul-do-brasil/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 19:55:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
<guid>http://trevodotalvez.wordpress.com/2008/06/19/as-visitas-do-principe-naruhito-e-uns-haicais-sobre-o-inverno-no-sul-do-brasil/</guid>
<description><![CDATA[ Repórter da Folha de Londrina, participei da cobertura jornalística da visita do príncipe Naruhito ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"> <span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Repórter da <strong>Folha de Londrina</strong>, participei da cobertura jornalística da visita do príncipe Naruhito Denka ao Paraná, em 1982, especificamente a duas das quatro cidades onde esteve no dia 10 de outubro: Rolândia e Londrina. Faço este registro a propósito da sua presença no Brasil, desta vez para participar das comemorações do centenário da imigração japonesa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Meu objetivo principal neste momento é publicar neste <strong>Trevo do Talvez</strong>, conforme disse que o faria, alguns haicais relacionados diretamente ao Inverno brasileiro, que geologicamente estará de volta a partir desta sexta-feira, 20, e que escrevi ao longo dos anos que morei no Sul do país, especialmente no Paraná.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Tendo como pretexto a presença entre nós de Sua Alteza Imperial e como forma de louvar o elevado grau de civilidade do povo nipônico, decidi anteceder a publicação dos haicais da reprodução do relato de um incidente citado em vários jornais do Japão, conforme fui informado por integrantes de uma comissão encarregada de ir à sede do jornal onde eu trabalhava no dia seguinte à publicação da reportagem sobre a visita dele ao Paraná para apresentar um pedido formal de desculpas.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Eis: </span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>“O almoço como sacrifício</strong></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>Os organizadores da visita do príncipe Naruhito Denka, especialmente os responsáveis pelo almoço que lhe foi oferecido na sede da Associação dos Funcionários Públicos Municipais em Londrina, esqueceram de incluir repórteres, fotógrafos e cinegrafistas encarregados da cobertura jornalística da visita do nobre japonês a Londrina e Rolândia entre pessoas que costuma fazer refeições em ambientes dignos.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>Ambiente digno não significa necessariamente o mesmo ambiente considerado digno de abrigar um nobre durante um almoço; nem os repórteres, fotógrafos e cinegrafistas esperavam, ou sequer julgaram-se no direito de tal atenção. O que se lamenta, e se lamenta profundamente, é que tenham sido convidados nestes termos:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>“Se desejarem comer alguma coisa podem se dirigir à sala ao lado da cozinha”.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>A sala indicada não estava preparada para receber qualquer pessoa para fazer uma refeição de uma maneira que possa ser classificada de digna. Tratava-se precisamente da sala de jogos da associação e foi ali que aqueles que não puderem suportar a fome tiveram que “comer” as “coisas” que lhes foram mal servidas, se é que se pode dizer que foram servidas. De pé ou sentados sobre mesas de sinuca, muitos se submeteram ao se pode classificar de “sacrifício de almoçar”. Outros preferiram o sacrifício efetivo de ficar com fome até a partida do príncipe, quando, num lugar realmente digno, comeram um sanduíche.”</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">E agora os haicais:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">Céu cinza.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">Pintando o Inverno,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">um Ipê cor-de-rosa.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><a href="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2008/06/sombrinhas-31.jpg"><img class="size-full wp-image-155 aligncenter" src="http://trevodotalvez.wordpress.com/files/2008/06/sombrinhas-31.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">Imóvel, a névoa do Inverno envolve tudo;</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">impressionista, a luz do pôr-do-sol porto-alegrense</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">pinta à la Monet ao longo do Guayba.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;">Vestidas de rosa,</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;">Azaléias avisam:</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;">O Inverno voltou.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">Maltrapilho,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">mancando,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">magro,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">imundo,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">um curativo branco cobre a orelha direita.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">Sob chuva e frio,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:14pt;">passa um retrato vivo de Van Gogh.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">Uma tarde cinza;</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">uma Borboleta amarela e preta</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">beija uma Azaléia rosa.</span></em></strong><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;">Rush de carro e gente;</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;">o olhar foge, sobe e pega</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;">no roxo do Jacarandá.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">Em forma de chuva,</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">as Sibipirunas se despem;</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;">metade do Inverno passou.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><em><span style="font-size:14pt;">Cinamomos floridos,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><em><span style="font-size:14pt;">Curitiba molhada&#8230;</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><em><span style="font-size:14pt;">Dê uma olhada!</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JapoNEUSINHA]]></title>
<link>http://oficinadiabo.wordpress.com/2008/06/02/japoneusinha/</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 13:03:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>oficinadiabo</dc:creator>
<guid>http://oficinadiabo.wordpress.com/2008/06/02/japoneusinha/</guid>
<description><![CDATA[Vamos comemorar os 100 anos da Imigração Japonesa ao Brasil! Quando eu falo isso, não estou tirando ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vamos comemorar os 100 anos da Imigração Japonesa ao Brasil!</p>
<p>Quando eu falo isso, não estou tirando sarrinho, pois quem me conhece, sabe que eu amo muito a comunidade nipônica, da minha manga japonesa no meu braço ao meu Blake que me encarcera!</p>
<p>Mas o que me chamou a atenção foi a série de matérias sobre isso no fim de semana.</p>
<p>Lendo a Veja, vi que o Maurício de Souza já tinha criado uma personagem nipônica há tempos,  a <a href="http://bp0.blogger.com/_rAI1TcX6R10/R7S3PculzsI/AAAAAAAAKTI/zEGm4KxHFLI/s1600-h/neusinhasakai.jpg">Neusinha</a>.</p>
<p>Além do trocadalho que coloquei no título, o curious é que ela era namorada do Pelézinho, gentemmm!</p>
<p>Adoro a criatividade do Maurício, essa coisa Macunaíma Macarrônica. Acho que agora entendo porque quando pequena eu queria trabalhar com ele&#8230;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://bp0.blogger.com/_rAI1TcX6R10/R7S3PculzsI/AAAAAAAAKTI/zEGm4KxHFLI/s1600-h/neusinhasakai.jpg" alt="neusinha maur�cio de souza" width="1" height="1" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assalto Nipônico]]></title>
<link>http://humorvip.wordpress.com/2008/02/27/assalto-niponico/</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 10:59:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Pereira</dc:creator>
<guid>http://humorvip.wordpress.com/2008/02/27/assalto-niponico/</guid>
<description><![CDATA[A polícia está dando a maior batida por conta de um assalto ocorrido no banco, quando param uma Komb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A polícia está dando a maior batida por conta de um assalto ocorrido no<br />
banco, quando param uma Kombi cheia de japoneses.<br />
- Desce todo mundo! &#8211; ordena o policial. &#8211; Mãos na cabeça!<br />
Eles obedecem em silêncio.<br />
- Agora um por um, vai falando o nome &#8211; torna o policial.<br />
E eles:<br />
- Sartamo Obanko.<br />
- Matamo Okasha.<br />
- Kontiro Nosako.<br />
- Katamo Osnique.<br />
- Saimo Koreno.<br />
- Fugimo Nakombi.<br />
- Osguarda Pararo.<br />
- Tomamo Noku.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[THEME AND SUBJECT SUGGESTION TO ESSAYS - JAPANESE NO STYLE THEATRE]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/2008/01/15/theme-and-subject-suggestion-to-essays-japanese-no-style-theatre/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 00:33:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.wordpress.com/2008/01/15/theme-and-subject-suggestion-to-essays-japanese-no-style-theatre/</guid>
<description><![CDATA[The goddess Ame No Uzumê started to dance in front of a cavern and caused the laughter and the joy o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">The goddess Ame No Uzumê started to dance in front of a cavern and caused the laughter and the joy of the Gods, with the consequent exit of Amaterasu (goddess of the light and the Sun), that illuminated the atmosphere again, since she hid of the violence of her brother, Suzanoo.</p>
<p align="justify">That&#8217;s how the Nô theater has its myth of foundation.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">This article is powered by <a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="Alpha Monografia and Research">Alpha Monografia and Research</a></p>
<p align="justify">Before receiving western influences, the Japanese theater in general took elements from Asian cultures, like Hindu and Chinese.</p>
<p align="justify">Another difference of the traditional theater in Japan, is that there isn&#8217;t a strong separation between scenic art, dance, song and instruments. The art is not bulkhead, the actor dominates all the languages [song, dance and music] harmoniously.</p>
<p align="justify">Nô style was sponsored by the shogunate at the 14<sup>th</sup> century and is the theater of the masks, medieval, with shintoist influence and zen Buddhist.</p>
<p align="justify">It works the subject of the overcoming of illusion, essential to buddhism and was practiced only by men.</p>
<p align="justify">Nô works great subjects and speaks of the daily quotidian only with metaphors for greater questions.</p>
<p align="justify">Already the sort kabuki, is more colorful and popular. It originated itself with Okuni, that got dressed man, around 1.500. She was the responsible for tooking the dance from the elite to the people, according to the myth of foundation of this modality of theater.</p>
<p align="justify">In kabuki, the actors became stars and was the first form of scenic art at least self-sustainable in Japan.</p>
<p align="justify">In Brazil, western country with the greater number of japanese immigrants, a sort interpreted like an arm of the Kabuki, nihon buyo counts on groups of honors in São Paulo.</p>
<p align="justify">Another emphasized style is bunraku, the theater of dolls. According to investigator Darci Kusano, author of the book &#8220;Bunraku and Kabuki: One Sighted Baroque &#8220;, each doll is manipulated by three people, something exclusive of the style.</p>
<p align="justify">Kyogen is another emphasized style. Humorous sort, works quotidian also, prosaic matters, does not make use of masks and usually appears in intervals of nô, that has dramatic subjects, according to Kusano.</p>
<p align="justify">Feel free to visit our other websites:</p>
<p align="justify"><a href="http://www.monografiaalpha.com.br/">http://www.monografiaac.com.br</a> &#8211; Monografia AC</p>
<p align="justify"><a href="http://www.monografiaad.com.br/">http://www.monografiaad.com.br</a> &#8211; AD Monografia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SUGERENCIA DE TEMAS DE MONOGRAFIAS - EL TEATRO NIPONICO NO]]></title>
<link>http://sumonografiacda.wordpress.com/2008/01/15/sugerencia-de-tems-de-monografias-el-teatro-niponico-no/</link>
<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 18:17:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://sumonografiacda.wordpress.com/2008/01/15/sugerencia-de-tems-de-monografias-el-teatro-niponico-no/</guid>
<description><![CDATA[La diosa Ame No Uzumê resolvió bailar frente a una caverna y provocó la risa y la alegría de los dio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">La diosa Ame No Uzumê resolvió bailar frente a una caverna y provocó la risa y la alegría de los dioses, con la consecuente salida de Amaterasu (diosa de la luz y del Sol), que iluminó nuevamente el ambiente, ya que ella se escondía de la violencia de su hermano Suzanoo. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">De esta forma, el teatro Nô tiene su mito de fundación. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Antes de recibir las influencias occidentales, el teatro japonés en general tomó elementos de culturas asiáticas, como la hindú y la china. </span></p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Este artículo fué desarrollado por el <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="Equipo de Monografia AC">equipo de Monografia AC</a></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Otra diferencia del teatro tradicional en Japón, es que no hay una separación fuerte entre el arte escénico, la danza, el canto y los instrumentos. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">El arte no es compartimentada, el actor domina todos los lenguajes [canto, danza y música] armoniosamente. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">El género Nô fue patrocinado por el shogunato el siglo 14 y es el teatro de las máscaras, medieval, con influencia sintoísta y zen budista. Él trabaja el tema de la superación de la ilusión, esencial al budismo y era practicado sólo por hombres. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">El Nô trabaja grandes temas y habla del cotidiano sólo como metáforas para cuestiones mayores. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Ya el género kabuki, es más colorido y popular. Él se originó con Okuni, que se vestía de hombre, alrededor de 1.500. Fue ella quien llevó la danza de la élite al pueblo, según el mito de fundación de esta modalidad de teatro. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">En el kabuki, los actores se hicieron estrellas y fue la primera forma de arte escénico auto-sustentable al menos en Japón. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">En Brasil, país occidental con el mayor número de inmigrantes nipónicos, un género interpretado como un brazo del Kabuki, el nihon buyo cuenta con grupos de destaque en São Paulo. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Otro género de destaque es el bunraku, el teatro de muñecos. Según la investigadora Darci Kusano, autora del libro &#8220;Bunraku y Kabuki: Una Visada Barroca&#8221;, cada muñeco es manipulado por tres personas, algo exclusivo del estilo. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">El kyogen es otro género de destaque. Género cómico, trabaja termas cotidianos, prosaicos, no hace uso de máscaras y suele aparecer en intervalos del nô, que posee temas dramáticos, según Kusano.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Conozca también:</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="Alpha Monografia y Trabajos">Alpha Monografia y Trabajos</a></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="AD Pesquisa em Monografia Pronta">AD Pesquisa em Monografia Pronta</a> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Brasil que fala kawaii]]></title>
<link>http://sejogabrasil.wordpress.com/2008/01/07/o-brasil-que-fala-kawaii/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 02:40:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>braunebastos</dc:creator>
<guid>http://sejogabrasil.wordpress.com/2008/01/07/o-brasil-que-fala-kawaii/</guid>
<description><![CDATA[O quarto da estudante Renata Travasso, 15 anos, já diz tudo. As paredes são cobertas de pôsteres de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O quarto da estudante Renata Travasso, 15 anos, já diz tudo. As paredes são cobertas de pôsteres de famosos animes japoneses. Em uma estante no canto, uma coleção de mangás colecionados ao longo de dois anos, que ela calculou ter um valor aproximado de R$1.800,00. A escrivaninha é coberta de CDs que juntam uma enorme quantidade de dados relacionados à cultura nipônica, desde animes até shows de bandas japonesas. Ao abrir seu guarda-roupa, praticamente todas as blusas tinham algum detalhe relacionado ao Japão; algumas com ideogramas, algumas com desenhos e outras simplesmente com o nome de sua loja preferida: Japan Society.            O quarto de Renata é provavelmente bastante parecido com o de centenas, milhares de brasileiros. E, como ela, esse grande número de fãs da cultura japonesa começou com os desenhos. A estudante tinha apenas 11 anos quando assistiu ao seu primeiro anime e leu seus primeiros mangás, e não fazia idéia de que aquilo iniciaria uma cadeia de &#8220;vícios&#8221; e uma paixão que duraria anos. Ninguém imagina, mas é sempre assim que começa. A partir das animações, segundo Renata, uma coisa vai atraindo a outra. &#8220;É impossível gostar de apenas um aspecto da cultura do Japão. Com os animes você começa a ouvir a música da abertura do anime, aí conhece o artista, depois acaba conhecendo outro artista que faz o mesmo estilo. Então, você acaba conhecendo tudo, naturalmente. No meu caso, acabei tomando interesse em conhecer a língua também. Quero saber mais do que só sugoi (legal) ou kawaii (bonitinho), que todo fã sabe. É meio frustrante você ouvir a música ou assistir a algo sem saber o que estão dizendo e depender da legenda ou da dublagem.&#8221;</p>
<p>Renata diz que não é muito fácil, por aqui, ser um dos chamados Otakus &#8211; no Brasil, esse termo denomina os fãs de animes e mangás. Fica mais difícil fazer amigos, pois é complicado encontrar alguém que compartilhe dos mesmos interesses. Por isso, ela mantém algumas amizades no colégio, mas busca também na internet. Foi assim que acabou conhecendo o paulista Guilherme Teruya, 18 anos. Assim como a recifense Renata, Guilherme idolatra a cultura do Japão. Há uma grande diferença entre os dois, porém: enquanto para a recifense isso é um desafio, para o paulistano a cultura japonesa é algo que faz parte do seu cotidiano.</p>
<p>Já dá para perceber pelo sobrenome que Guilherme é descendente de japoneses. A descendência vem por parte de seu pai, Gilberto Teruya, que desde que o filho era pequeno o manteve ligado à cultura de seus ancestrais. &#8220;Sempre tive contato com a cultura tradicional (religião, costumes, música Enka, comida), desde pequeno. Isso apenas me levou em direção ao conhecimento da cultura pop japonesa, pela qual hoje sou fascinado&#8221;, diz o estudante. O Brasil possui hoje a maior comunidade japonesa fora do Japão, concentrada no estado de São Paulo. Dos cerca de 1,5 milhão de japoneses e descendentes que residem no Brasil, estima-se que 326 mil vivam na capital paulista. Desses, apenas 12% são nascidos no Japão (issei), sendo o resto de filhos (nissei), netos (sansei) e bisnetos (yonsei) nascidos em terras brasileiras. Eles se encontram, principalmente, no bairro da Liberdade, na região central da cidade de São Paulo. A descendência e o fato de morar em um local onde influências japonesas estão sempre presentes tornam tudo mais fácil para Guilherme. Não há nada de estranho em um jovem paulista que se interessa pelo Japão. &#8220;Nunca sofri preconceito. Já que a família toda do meu pai é de procedência nipônica, eles acham muito bom esse meu interesse. A parte da minha mãe também acha isso muito interessante, apesar de que às vezes assumem que algumas coisas são muito estranhas, principalmente quando se trata de bandas musicais&#8221;. Na capital Pernambucana, no entanto, a coisa é bem diferente.</p>
<p>Em Recife, a cultura japonesa parece ser difundida às escondidas. Se você olhar ao redor, será difícil encontrar mais que duas ou três pessoas que a apreciem intensamente como Renata. Ela diz já ter sofrido preconceito por isso. &#8220;Meus pais achavam engraçado e estranho e reclamavam quando eu ficava ouvindo músicas japonesas e assistindo a animes. O pior é na música. As pessoas geralmente zombam do idioma, do jeito meio anasalado com que alguns deles cantam. Além disso, sofro mais preconceito por causa das bandas que gosto, que são do estilo Visual-kei, que envolve muita androginia e roupas exageradas. Outra coisa são as boybands, que aqui são coisa do passado; já passou a era &#8216;Backstreet Boys&#8217;. Mas na Ásia, ainda existem muitas boybands que fazem muito sucesso! E as pessoas aqui acham isso tosco&#8221;. Apesar de tudo, Renata tenta ver o lado positivo das coisas: por gostar de algo que a fez sofrer preconceito, ela diz ter passado a não ter preconceito com outras culturas. Após se abrir para uma cultura tão particular quanto a japonesa, as pessoas passam a receber melhor outras culturas alternativas.</p>
<p>Apesar de os recifenses encontrarem tantos problemas para aceitar a cultura nipônica, não são poucos os que admiram ou que, pelo menos, tem alguma curiosidade em relação ao tema. Uma prova disso é a Feira Japonesa, que ocorre anualmente no último domingo de novembro, no Recife Antigo, e que reúne cerca de 40 mil pessoas , todas interessadas em aprender e se conectar um pouco mais com o mundo oriental. Há diversos stands que oferecem todo o tipo de produtos japoneses, de comida a peças decorativas. Mas os que ficam lotados mesmo não são os que apresentam a cultura tradicional japonesa, mas sim aqueles que mostram cultura pop: a música, a moda, os mangás, os jogos e os animes. Para comprovar a popularidade deste último, basta parar para contar quanto animes de sucesso já passaram pela TV brasileira. Não há brasileiro que não tenha ouvido falar em nomes como Cavaleiros do Zodíaco, Pokémon, Dragon Ball ou Sailor Moon.</p>
<p>O que mais fascina aqueles que admiram a cultura japonesa é a originalidade. Apesar de o Japão possuir uma longa história, permaneceu por mil e quinhentos anos quase intocado devido à sua localização geográfica. As poucas influências culturais externas, vindas de outras nações orientais, fizeram com que crenças e hábitos locais evoluíssem para manifestações culturais muito particulares, bem diferentes das que conhecemos. Isso acabou implantando no Japão um tipo de cultura pop bastante distinto. Esse choque cultural é o que agrada (ou às vezes assusta) aos ocidentais, assim como disse a pernambucana Renata, &#8220;Acho tudo muito original, diferente. O Japão me fascinou&#8221;. Já o paulista Guilherme tenta resumir o que exatamente faz da cultura pop japonesa um tema tão atrativo, &#8220;Os japoneses são bem extrovertidos e dá a impressão de que &#8216;não têm vergonha do ridículo&#8217;! Isso faz com que sua arte seja mais espontânea, refletindo em suas criações&#8221;. Realmente, não se vê muitos japoneses copiando o estilo europeu ou americano. O que eles geralmente fazem é adotar certas influências estrangeiras e aproveitar suas próprias tradições, misturando-as. Tornaram-se peritos em transformar as diferenças culturais, que poderiam ser fator de afastamento entre o Japão e outras nações, em seu principal atrativo.</p>
<p>Mas há um problema que permeia a vida de qualquer fã brasileiro da cultura pop japonesa, tanto pernambucanos quanto paulistas: a dificuldade de acesso aos produtos. Apesar de sua crescente popularidade por aqui, o mercado brasileiro vende apenas DVDs de pouquíssimos animes, ignorando músicas e muitos filmes. Produções japonesas famosas como o filme &#8220;O Chamado&#8221; ( Ringu, 1998) apenas ganharam as telas dos cinemas no Brasil ao ganharem uma adaptação americana (The Ring, 2002). A Viagem de Chihiro, do conceituado cineasta Hayao Miyazaki, já ganhou até Oscar. Ainda assim, não se torna campeão de bilheterias por aqui. &#8220;A culpa não é dos cinemas. É que os brasileiros, em sua maioria, ainda não aprenderam a aceitar diferentes culturas, e um filme japonês, mesmo que interessante, não teria a estrondosa bilheteria de um filme dos Estados Unidos&#8221;, desabafa Renata. Quanto à música, não há CDs japoneses sendo vendidos no Brasil, apesar de o Japão já possuir hoje a segunda maior indústria de música pop do mundo, logo atrás dos Estados Unidos. Isso dificulta a vida para aqueles que são fãs, como Renata e Guilherme, que geralmente têm que desembolsar mais de 70 reais para importá-los. &#8220;O mercado aqui é bastante restrito para qualquer outra música que não faça sucesso nos EUA. O inverso não ocorre. Vários artistas brasileiros fazem sucesso no Japão e vão pra lá direto fazer shows&#8221;. Quem confirma o que Renata diz é a estudante japonesa Hitomi Yada, 18 anos . &#8220;Há muitas coisas brasileiras que são famosas no Japão. Claro, tem aqueles que todo mundo já sabe: samba, que é o mais popular, futebol, Bossa Nova e capoeira.&#8221;. Mas Hitomi também conhece, por exemplo, Marisa Monte, que fez show esse ano em Tóquio e, no fim, foi aplaudida por 15 minutos. Além dela, artistas como Ivete Sangalo e Pitty, que também se apresentou no Japão esse ano, são conhecidas por lá. Enquanto isso, no Brasil, ainda não houve sequer um show de um grande artista japonês. A esperança dos fãs é que tudo mude em 2008, durante a celebração do centenário de imigração japonesa, onde possivelmente a cantora pop Namie Amuro, bastante popular no Japão, se apresentará em São Paulo.</p>
<p>Aos poucos, a imagem tradicional do Japão de samurais e katanas, kimonos de seda, geishas, bonsais, templos e cerejeiras florescendo, foi dando lugar a uma imagem mais atual, ainda ligada a esses aspectos antigos, mas, de certa forma, mais ocidentalizada e moderna. A estética dos olhos grandes e cabelos espetados, que, na verdade, nada tem a ver com a realidade física dos japoneses, foi se tornando familiar; comer com palitinhos não parece mais um hábito bizarro; encontra-se cada vez mais ideogramas escritos em roupas e acessórios; é em Tóquio que os grandes profissionais da moda vão buscar inspiração; a culinária japonesa se encontra em toda parte, não apenas nos numerosos restaurantes japoneses, e fascina tanto aos &#8220;leigos&#8221; quanto aos grandes chefs de cozinha. É uma cultura tão tradicional e, ao mesmo tempo, tão moderna, que impressiona. E foram os animes o principal fator para a popularização da cultura pop japonesa (e até da tradicional mesmo) nos últimos anos. A partir deles, o ocidente pôde se interessar pelo pequeno, porém grandioso, Japão. O que falta agora é que o brasileiro vá mais além da mera curiosidade e passe a, de fato, aceitar a cultura pop oriental. Só assim a minoria de nipomaníacos, como Renata e Guilherme, se dará por satisfeita.</p>
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