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	<title>nossa-cidade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/nossa-cidade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "nossa-cidade"</description>
	<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 22:55:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Avenida Central de Jaguaruana]]></title>
<link>http://einfantiljaguaruana.wordpress.com/2009/06/29/avenida-central-de-jaguaruana/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:11:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>einfantiljaguaruana</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="SantAnna" src="http://2.bp.blogspot.com/_-_y-vzytKHU/SEPp_n9uM-I/AAAAAAAAAB4/ZQPqAy_EOQM/s320/Jaguaruana2.jpg" alt="" width="320" height="227" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Curiosidades]]></title>
<link>http://pereiropaic.wordpress.com/2009/06/29/9/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:43:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>gryce</dc:creator>
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<description><![CDATA[O sismógrafo de Pereiro, Ceará Iran Ferreira Machado Nos idos de 1969, lá pelas bandas de Pereiro, s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Artistik;font-size:large;">O sismógrafo de Pereiro, Ceará</span></span></strong></p>
<p align="right"><span style="font-family:Verdana;font-size:small;">Iran Ferreira Machado</span></p>
<hr /><span style="font-family:Verdana;font-size:medium;">Nos idos de 1969, lá pelas bandas de Pereiro, sul do Ceará, a terra tremeu. Não só tremeu, como deixou as suas marcas indeléveis em casas, rachaduras pelo chão na zona rural e pavor entre seus habitantes.<br />
Acionado pelas autoridades competentes, o Departamento Nacional da Produção Mineral, então sediado no Rio de Janeiro, enviou uma equipe de três geólogos ao local para averiguar os prejuízos e recomendar providências.<!--more--><br />
Chegando de jipe à cidade, já tarde da noite, os &#8220;três mosqueteiros&#8221; buscaram uma humilde pensão para a sua estada durante os dias de vistoria.<br />
A primeira pessoa a prestar depoimento, ainda naquela noite, foi exatamente a proprietária da pensão, muito preocupada com as perdas e danos que poderiam decorrer de tão inusitado fenômeno geotectônico. A grande surpresa foi o seu relato de que um papagaio de estimação vinha oferecendo os seus serviços como sismógrafo improvisado, porém eficaz. De índole perquiridora ou até científica, a dona da pensão já estava elaborando uma espécie de escala Richter para uso doméstico.<br />
A escala funcionava mais ou menos assim, de acordo com os resultados da última semana, registrados numa planilha pela diligente pesquisadora:<br />
1 &#8211; Papagaio ligeiramente nervoso, caminhando pensativo para a esquerda e para a direita, sem cessar.<br />
2 &#8211; Idêntico ao anterior, porém a ave já ensaia algumas decolagens.<br />
3 &#8211; Papagaio demonstra forte nervosismo e tenta em vão romper a corrente para fugir do epicentro.<br />
4 &#8211; Idêntico ao anterior, porém acompanhado de gritos histéricos ou expressões ininteligíveis ultrapassando 100 decibéis.<br />
5 &#8211; Papagaio alvoroçado acorda com seus gritos todos os hóspedes e empregados do estabelecimento hoteleiro, manifestando um grau máximo de pânico, capaz de contagiar seres humanos e animais domésticos.<br />
As intensidades de número 6 até 9 não foram definidas quanto ao comportamento da ave, em virtude do simples fato de que Pereiro não se encontra sobre os Andes ou em qualquer outra área sujeita à tectônica das placas.<br />
Todavia, a proprietária se julgou bastante orgulhosa de, ao dispensar o uso de equipamentos sofisticados, com suas baterias, fios e relés, prestar uma valiosa contribuição às pequenas comunidades do Nordeste e de outras regiões desse imenso Brasil.</span></p>
<hr />http://www.unb.br/ig/causos/sismogra.htm</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um pouco da Terra da Rede]]></title>
<link>http://einfantiljaguaruana.wordpress.com/2009/06/29/um-pouco-da-terra-da-rede/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:37:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>einfantiljaguaruana</dc:creator>
<guid>http://einfantiljaguaruana.wordpress.com/2009/06/29/um-pouco-da-terra-da-rede/</guid>
<description><![CDATA[HISTÓRICO Data da Criação: 04/09/1865. Instalação: 04/03/1866. Toponímia: Onça Preta. Variação Topon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>HISTÓRICO<br />
Data da Criação: 04/09/1865.<br />
Instalação: 04/03/1866.<br />
Toponímia: Onça Preta.<br />
Variação Toponímica: União.<br />
Desmembrado de Acaraú.<br />
Padroeira: Nossa Senhora de Sant’Ana.<br />
Dia: 26/07.</p>
<p>História: Chamou-se primitivamente, Catinga do Góes, União e finalmente o nome atual. Suas origens remontam às primeiras décadas da segunda metade do Século XVIII, quando em 1771, D. Feliciana Soares da Costa, viúva de Simão de Góes, doou terras para construir a primitiva capela. Com essa doação, além da capela, geraram-se em torno de sua liderança precedentes gregários dos quais se formaria o Município de Jaguaruana.</p>
<p>Evolução Política: Durante cerca de setenta anos, são escassas as referências sobre a evolução desse reduto, o que, entretanto, não exclui o seu crescimento que o colocaria em estágio de progresso. Com o advento da Lei Geral de 1830, que autoriza a criação de Distritos de Paz na Província, a povoação de Catinga de Góes figura no elenco das que seriam contempladas. Como forma de dar cumprimento ao disposto contido na Lei Geral, tem-se como instrumento de execução a Lei de 3 de dezembro de 1832, originária da Câmara Municipal do Aracati, ficando a instalação na dependência de autorização governamental. Essa autorização, no entanto, deixaria de ser expedida, considerando para tanto estar curada a capela da povoação, conforme se deduz de Ofício Presidencial datado de 23 de janeiro de 1833.<!--more--><!--more--><!--more--></p>
<p>GEOGRAFIA<br />
Área: 746,4km².<br />
Área(% em relação ao Estado): 0,66.<br />
Altitude: 20m.<br />
Latitude: 4°50’.<br />
Longitude: 37°476’.<br />
Mesorregião: Jaguaribe.<br />
Microrregião: Baixo Jaguaribe.<br />
Limites: Norte: Itaiçaba; Sul: Russas e Quixeré; Leste: Rio Grande do Norte; Oeste: Palhano e Russas.<br />
Distritos:   Giqui, Borges e São José.<br />
Acidentes Geográficos: Rio Jaguaribe, Campo Grande e Palhano, Riacho Aribu, Serras do Apodi e Dantas, Lagoas dos Bestas e Vermelha.<br />
Recursos Hídricos: Pluviometria (a média anual é de 780mm).</p>
<p>Fonte: http://wikimapia.org/1081803/pt/Jaguaruana-Cear%C3%A1-Brasil</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conhecendo Pereiro]]></title>
<link>http://pereiropaic.wordpress.com/2009/06/29/conhecendo-pereiro/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:30:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>gryce</dc:creator>
<guid>http://pereiropaic.wordpress.com/2009/06/29/conhecendo-pereiro/</guid>
<description><![CDATA[Pereiro é um município brasileiro do estado do Ceará. Localiza-se a uma latitude 06º02&#8242;30]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Pereiro</strong> <span style="color:#000000;">é um <span style="color:#000000;"><a title="Município" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio">município</a> <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a> do <a class="mw-redirect" title="Estados do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_do_Brasil">estado</a> do <a title="Ceará" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1">Ceará</a>. Localiza-se a uma <a title="Latitude" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latitude">latitude</a> 06º02&#8242;30&#8243; sul e a uma <a title="Longitude" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Longitude">longitude</a></span></span> 38º27&#8242;35&#8243; oeste, estando a uma altitude de 560 metros.</p>
<h2><span style="color:#000000;"><span class="mw-headline">História<!--more--></span></span></h2>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;">Data da Criação: <a class="mw-redirect" title="21 de Outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_Outubro">21 de Outubro</a> de <a title="1842" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1842">1842</a>. Instalação: <a class="mw-redirect" title="22 de Outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_Outubro">22 de Outubro</a> de <a title="1842" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1842">1842</a>.</span> Toponímia: Há duas versões: uma é homenagem ao seu fundador Manoel Pereiro e a outra pela quantidade de árvores do mesmo nome. Variação Toponímica: São Cosme e São Damião.Desmembrado de Icó. Padroeiro: Cosme e Damião. Dia : 27/09. Arquitetura Antiga: Capela de São Vincente, Casarão do Trigueiro, Correios, Mercado João Gabriel, Casa de Farinha e Engenho. História: Suas origens remontam ao Século XVIII, quando o fazendeiro Manuel Pereira, acossado pela necessidade de fugir dos rigores da grande seca de 1777, transferiu-se de Russas, conduzindo família e rebanhos para as regiões emergenciais da bonançosa Serra dos Icós. Desse emergencial gregamento, nasceria o arraial que em breve seria crismado no nome de Santos Cosme e Damião. Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de Vila provém da Lei nº 242, de 21 de outubro de 1842, tendo sede o lugar denominado Santos Cosmes e Damião. Suprimida na forma do Dec-Lei nº 1.156, de 4 de dezembro de 1933. Sua elevação à categoria de Município, fundamenta-se no Dec-Lei nº 448, de 20 de dezembro de 1938. Igreja: As primeiras manifestações de apoio eclesial datam do ano de 1777, quando o fazendeiro Manuel Pereira, doou patrimônio e edificou a primitiva capela, tendo como padroeiros Santos Cosmes e Damião.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Não obstante já estar ereta a capela, recebeu, no ano de 1799, o reforço de fé e entusiasmo religioso, quando segundo a praxe, Frei Vidal da Penha ergueu defronte do nicho o seu tradicional cruzeiro. A Freguesia, mantendo como padroeiros os sócios-irmãos de fé e martirológico, criou-se conforme Decreto de 11 de outubro de 1831, na Regência do Vigário Capitular de Pernambuco, D. João da Purificação Marques Perdigão. Consta como seu primeiro pároco o vigário-encomendado Antônio Camelo Valeur.</span></p>
<p>Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pereiro_(Cear%C3%A1)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cubatão está unida na limpeza do Mangue, foram quase 3t.]]></title>
<link>http://marciarosa.wordpress.com/2009/06/08/cubatao-esta-unida-na-limpeza-do-mangue-foram-quase-3t/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 12:13:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcia Rosa</dc:creator>
<guid>http://marciarosa.wordpress.com/2009/06/08/cubatao-esta-unida-na-limpeza-do-mangue-foram-quase-3t/</guid>
<description><![CDATA[Saiu na Imprensa : Cubatão está unida na limpeza do Mangue, foram quase 3t. Mutirão envolveu cerca d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%">
<tbody>
<tr>
<td><span><a href="http://www.marciarosa.com.br/noticias/index.php?storytopic=9">Saiu na Imprensa</a> : <a title="Mutirão envolveu cerc..." href="http://www.marciarosa.com.br/noticias/article.php?storyid=1108">Cubatão está unida na limpeza do Mangue, foram quase 3t.</a></span></td>
</tr>
<tr>
<td><span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<h2 style="text-align:center;"><strong>Mutirão envolveu cerca de 150 moradores da Vila Esperança, Ilhabela e Sítio Novo. </strong></h2>
<p><strong>Trabalho é de conscientização<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Moradores da região da Vila Esperança, Ilha bela e Sítio Novo, em Cubatão, participaram ontem de ação comunitária, em comemoração do Dia da Conscientização Ambiental. Cerca de 150 pessoas formaram grupos voluntários ­ com apoio da Prefeitura e de empresas contratadas pela Usiminas ­ que ajudaram a remover cerca de sete toneladas de lixo do mangue do Rio Paranhos (até as 12 horas a estimativa é de que tinham recolhido três toneladas).</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Um doutor na arte da educação, Professor Madeira - Nossa Gente de Cubatão]]></title>
<link>http://marciarosa.wordpress.com/2009/06/07/professor-madeira-nossa-gente-de-cubatao/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 19:03:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcia Rosa</dc:creator>
<guid>http://marciarosa.wordpress.com/2009/06/07/professor-madeira-nossa-gente-de-cubatao/</guid>
<description><![CDATA[Nossa Gente de Cubatão : Um doutor na arte da educação, Professor Madeira &#8211; Nossa Gente de Cub]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%">
<tbody>
<tr>
<td><span><a href="http://www.marciarosa.com.br/noticias/index.php?storytopic=31">Nossa Gente de Cubatão</a> : <a title="Sr. José Fabiano Made..." href="http://www.marciarosa.com.br/noticias/article.php?storyid=1102">Um doutor na arte da educação, Professor Madeira &#8211; Nossa Gente de Cubatão</a></span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<h2><strong>Sr. </strong><strong>José Fabiano Madeira, mais conhecido por todos como Professor Madeira.</strong></h2>
<h2><img style="border:2px solid #000000;margin-left:2px;margin-right:2px;float:left;" title="Professor José Fabiano Madeira" src="http://cubatao.jornalbaixadasantista.com.br/imgs_materias/c9264.jpg" alt="Professor José Fabiano Madeira" /></h2>
<p style="text-align:justify;">Quem chega à sede da Secretaria de Educação no Paço Municipal e vê um simpático senhor atendendo as pessoas em uma singela salinha próxima à gerência da Secretaria pode não reconhecer, mas está diante de uma referência nacional em educação – José Fabiano Madeira, mas conhecido por todos como Professor Madeira.</p>
<p><strong>Nascido em Cubatão em 1950</strong>, sua avó Maria Liberata foi a primeira parteira diplomada da Cidade. Por meio de suas mãos, vieram ao mundo filhos das tradicionais famílias cubatenses Couto, Torres, Terras, Cunha, da Guarda e Ruivo.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todo Carnaval tem seu Fim?]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/02/14/todo-carnaval-tem-seu-fim/</link>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 13:45:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/02/14/todo-carnaval-tem-seu-fim/</guid>
<description><![CDATA[Não. Indefinidamente, não! Para alguns “chicleteiros” de plantão, o carnaval dura o ano todo. O que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--> Não. Indefinidamente, não! Para alguns “chicleteiros” de plantão, o carnaval dura o ano todo. O que há na cabeça de uma pessoa que só fala de carnaval e carnaval “fora de época”?! Aliás, o que vem a ser um carnaval fora de época?! Se já tiram quatro dias no ano para tal comemoração. Como já disse certa vez, nada contra o carnaval e quem gosta dele, eu até gosto, mas tem gente que “extravasa”&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Eu até acho que esse ano vou sair para dar uma voltinha no bloco dos sujos da minha cidade. E mais, ver as esbeltas dançarinas com seu rebolado fenomenal nos carros alegóricos de dois metros de altura&#8230; Não vou mentir, acho engraçado demais os bêbados dançando no meio da avenida&#8230; Acho mais hilário ainda as criancinhas – pequenos demônios – que sujam qualquer um que passarem no seu caminho.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Eu até já me meti por dentro do submundo carnavalesco, e por incrível que pareça, gostei! Mas é aquele tipo de coisa que não tenho saco de fazer todo ano&#8230; Indiferente de algumas pessoas que preferem vestir um abada o resto do ano, pra gritarem, ou pensarem que estão gritando: Eu fui pro bloco! Seus otários!</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Nesse ano estamos até dando apoios para alguns blocos dos sujos, tanto aqui em Parnaíba como estamos dando apoio também para um bloco carnavalesco de Tutóia &#8211; MA. Então, aproveitando o espaço: Se você tem um bloco, mas está sem arte para o abada ou até mesmo artes para os preparativos finais, fale conosco. A Arte da Prolixidade apóia estas idéias.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">. Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[It's The End Of The World As We Know It ]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/01/16/its-the-end-of-the-world-as-we-know-it/</link>
<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 15:36:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/01/16/its-the-end-of-the-world-as-we-know-it/</guid>
<description><![CDATA[(And I Feel Fine!) Sempre duvidamos da capacidade de Deus &#8211; se existir, claro &#8211; da natur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">(And I Feel Fine!)</h2>
<p style="text-align:left;">
<p>Sempre duvidamos da capacidade de Deus &#8211; se existir, claro &#8211; da natureza, e principalmente da capacidade do homem em destruir todo o habitat que ele tem ao seu dispor. Não sei se é pior ver a guerra que está ocorrendo, os desastres naturais ou o mundo em plena destruição.</p>
<p>E sabe de uma coisa?! Todos parecem não se importar com isso! Eu me sinto bem, sob uma leve garoa escrevo agora. Gosto desse clima ameno que está caindo na minha cidade. Gosto da chuva, gosto do frio, gosto do calor humano.</p>
<p>Que venha mais chuva, veremos se ela lava de verdade tudo de ruim que se passa nas nossas vidas e nos dá uma nova chance de redenção.</p>
<p>Mas agora parem as máquinas que <strong>vou falar sério!</strong></p>
<p>Vai começar a época das chuvas, ou famoso: verão chuvoso. Brevemente vai voltar a ter alagamentos. Várias e várias famílias vão perder tudo, detalhe que algumas não têm nada e dizem que perderam tudo. Não entendo.</p>
<p>Não entendo também por que desde cedo a defesa civil da cidade, se é que tem defesa civil, não toma logo providência e cria um plano de assistência pra essas famílias. O que acho mais repugnante são os abrigos onde alojam as famílias, casarões antigos, jogados as traças, são agora, o lar de várias e várias famílias parnaibanas.</p>
<p>Triste ver várias crianças perdendo seu futuro por causa da água que cai do céu. Da água que deveria nos dar uma nova fonte. E tudo isso sem ter explicação, sempre os pobres sofrem com as condições a eles impostas&#8230; Enquanto isso, os barões assistem as gotículas de camarote.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cGqroT1FZ5Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cGqroT1FZ5Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Concha Acústica.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/04/17/concha-acustica/</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:40:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/04/17/concha-acustica/</guid>
<description><![CDATA[Já que citei tal nome no texto passado, por que não escrever um texto para a mesma? Nossa tão saudos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal">Já que citei tal nome no texto passado, por que não escrever um texto para a mesma? Nossa tão saudosa Concha Acústica de Parnaíba&#8230; Foram muitos seus momentos gloriosos, até nos nossos filmes ela tem uma participação pra lá de especial, dêem uma olhada no vídeo abaixo, não me recordo em que metragem, só sei que ela aparece.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://br.youtube.com/watch?v=eS3S2OhrkT8"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eS3S2OhrkT8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/eS3S2OhrkT8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Por muitos e muitos anos, os folguedos foram realizados nela, como é uma grande área que ela tem, a parte do palco, supostamente, era usada para shows e apresentações artística, e por trás, onde se encontra uma quadra de esportes, e uma bela praça &#8211; onde se encontra também a Unidade Escolar Galhanoni – era usada para as apresentações das Quadrilhas e Bumba-meu-Boi.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Quem visitou algum folguedo, ou algum evento que sempre tinha, com certeza já presenciou, ou já ouviu boatos das grandes “Brigas de gangues” que tinham no local. Era incrível, falava em evento na Concha Acústica, se falava em briga. Os marginais deviam se preparar e esperar ansiosamente um<span> </span>evento do tipo, para poder preparar um verdadeiro arsenal de facas, facão, pás, pedras &#38; afins.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Era marcado o encontro, sempre era a galera da G.D.C. (Galera da Concha), contra a galera ou do Bairro São José, Ou da famosa Lagoinha, ou do Bairro Piauí, ou de qualquer outra periferia Parnaibana. A Polícia, com seu enorme aparato, sempre aparecia, mas acho que eles achavam era bonito a cena do pessoal se flagelando&#8230; Era pau, era pedra, era o fim do caminho, era resto de toco, um pouco sozinho&#8230; E os policiais assistindo tudo de camarote&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Hoje em dia a Concha Acústica, espaço tão bom, com um ótimo palco, e como o nome já diz, com uma ótima acústica, vive abandonada servindo de moradia para a nostalgia de suas épocas de ouro&#8230; De vez em nunca que os membros de Igrejas Cristãs realizam missas lá, mas termina aí.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parnaíba Alagada 2.0]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/04/08/parnaiba-alagada-20/</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 18:57:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/04/08/parnaiba-alagada-20/</guid>
<description><![CDATA[E X T R A ! E X T R A ! Parnaíba com vários pontos de alagamentos. Dois grandes reporteres, Ícaro Ut]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E X T R A !</p>
<p>E X T R A !</p>
<p>Parnaíba com vários pontos de alagamentos.</p>
<p>Dois grandes reporteres, Ícaro Uther e Hyago Pinheiro foram conferir de perto a situação que está passando nossa cidade, com o alto nível do Rio Parnaíba.</p>
<p>Várias partes da Cidade já estão alagadas, com várias familias que estão sem moradia e se abrigam neste momento em vários alojamentos cediddos pela prefeitura.</p>
<p>Confiram algumas fotos do Porto das Barcas.</p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/Foto-0002-1.jpg" alt="" width="487" height="365" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/Foto-0003.jpg" alt="" width="487" height="364" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/Foto-0005.jpg" alt="" width="488" height="365" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/Foto-0007.jpg" alt="" width="492" height="369" /></p>
<p>Muito grave a situação do Porto das Barcas.</p>
<p>É com mais seriedade que vinhemos aqui pedir para vocês que doem para as famílias necessitadas. Roupas, Alimentos, Agasalhos, Cordas etc. Vários pontos de coleta estão espalhados pela cidade, se informem.</p>
<p>. Post by: Ícaro Uther, Hyago Pinheiro</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Mercado da 40.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/03/17/o-mercado-da-40/</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:01:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de 99 anos para ajeitarem o asfalto de Parnaíba, eis que surge o Mercado da 40. Um dia depois]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de 99 anos para ajeitarem o asfalto de Parnaíba, eis que surge o Mercado da 40.</p>
<p>Um dia depois da prova resolvi da umas voltas pela cidade e adivinha onde eu fui parar?</p>
<p>No Super Ultra Hiper Mega Mercado da 40! Isso caros leitores, não tinha ninguem ainda na bela Praça Santo Antonio dai fui eu e mais dois chegados meus do meu colégio, detalhe: eles conheciam mais gente lá do que vereador em tempo de eleição.</p>
<p>Voltando ao mercado o mesmo está de primeira qualidade ,tem até avisos em Inglês mais qual é o gringo que vai querer comprar frutas em vez de tá no Delta ou em alguma Praia?! É, isso é meio irônico, mas tudo bem. Ah! ainda tem um rapaz lá que se parece com o Silvio Santos do Pânico com a dentadura (é lógico), quem quiser também pode ir lá conferir, ou será mais uma da prefeitura de Parnaíba para enganar turistas pra visitar o local?</p>
<p>. Texto escrito por: Henrique Alemão</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Noite no Cabaré.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/02/17/uma-noite-no-cabare/</link>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 16:19:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sim, caros leitores, uma aventura digna dos Heróis Parnaibanos. Parece até nome de filme, ou de Show]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sim, caros leitores, uma aventura digna dos Heróis Parnaibanos. Parece até nome de filme, ou de Show de Humor. Vou lhes relatar aqui, o que aconteceu nessa libidinosa madrugada de Sábado para domingo.</p>
<p>Melanoma, Cabelo de Pipoquinha, Alemão, &#8220;Diz&#8221;, TheMente, PsycoBoy, Beto e New Punk, participaram da maravilhosa noite.</p>
<p>Começou com uma festinha particular, regada de algumas bebidas e detalhe para as vinte coxinhas. Todo mundo alegre, na varanda, jogando conversa fora. Alguns assistindo filme pornô no quarto. Alguns outros batendo a cabeça contra a parede. E ainda tiveram alguns outros que estavam tentando, inutilmente, fazer algo para saciar a fome.</p>
<p>Bom, voltando, no momento em que estavam todos muito felizes, surge a magnífica idéia de irmos passear num dos mais prolixos recintos da nossa cidade: Os Cabarés.</p>
<p>Idéia tola, nunca ninguém ia pensar nisso. Todo mundo gritou!</p>
<p>E lá fomos nós, ao infinito e além. Após alguns minutos de viagem, até o tão famigerado Bairro Piauí, chegamos ao &#8220;Chamego Drink&#8217;s&#8221;. Só pelo nome vocês devem imaginar como é o ambiente. Mal descemos do carro, nossos amigos Cabelo de Pipoquinha e TheMente, já fizeram amizade com algumas moças que estavam na porta do recinto. Adentrando no mesmo, uma tal de &#8220;Juice Box&#8221; gigante em um canto, tocando os clássicos do Brega, Forró e Sertanejo.</p>
<p>Sentamos em uma mesa, tivemos que esperar quase quinze minutos para arranjarem nossas cadeiras. Detalhe nesse primeiro ponto da nossa aventura para o dialogo de TheMente com uma senhorita do recinto:</p>
<p>- Meu Anjo, você é um caminhão de Laranja Doce.</p>
<p>- Meu amor, Você é um caminhão com trinta ventiladores no meio do deserto.</p>
<p>Ainda descobrimos que duas das mulheres que estavam lá, não eram mulheres.</p>
<p>Após esse dialogo, e vendo a carência de mulheres naquele local, resolvemos ir para outro ponto. O tão famoso &#8220;Vem que é bom&#8221;.</p>
<p>Chegamos lá, fomos recepcionados por duas senhoritas, uma com uns &#8220;seios&#8221; bem fartos, que um dos nossos companheiros ficou &#8220;xonado&#8221; pelos &#8220;seios&#8221;. E outros dois dos nossos companheiros quiseram &#8220;fofar&#8221; a outra senhorita. Não foram dois minutos de conversa para que o nosso primeiro amigo, já estivesse com as mãos nos &#8220;seios&#8221; da senhorita. Claro, tive que conferir também, pareciam aquelas gelatinas de promoção de supermercado.</p>
<p>Sentamos em uma mesa grande, uma loira banguela sentou ao meu lado, e comecei a puxar assunto. Detalhe para o dialogo.</p>
<p>- Cadê as outras meninas que trabalham aqui?</p>
<p>- Elas devem ta por aí, é que o movimento daqui começou desde manhã.</p>
<p>- Quer dizer que hoje foi bom, né?</p>
<p>- Foi sim, mas vocês tão atrás de que?</p>
<p>- Eu estou vendo aqui, que mulher pra oito rapazes vai ser difícil de achar. (Vide detalhe: A mão boba dela querendo passar pelo meu ***).</p>
<p>- Que nada, aqui agente trabalha até com quatro de uma vez.</p>
<p>Estranho, não?</p>
<p>Voltando. Enquanto alguns marcavam esquema, outros estavam tendo uma seção de psicanálise com uma das senhoritas. Seção muito boa pelo visto. Pena que tivemos que ser postos pra fora devido sermos de menor, e a polícia podia bater lá. Ficou apenas no recinto, o Cabelo de Pipoquinha, e o Alemão, que foram fazer serviço em uma das moças. E nós ficamos lá fora esperando. Lindo.</p>
<p>Após essa mirabolante aventura, ainda fomos a outro ponto, mas só fizemos uma pequena visita. E nunca achei tão bom, finalmente, chegar em casa.</p>
<p>. Texto escrito por: Poetas do Agreste</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parnaíba Alagada²]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/02/01/parnaiba-alagada%c2%b2/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 16:54:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cidade Linda, toda enfeitada esperando o Carnaval, mas aí vem a chuva e estraga tudo. Lindo pra noss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cidade Linda, toda enfeitada esperando o Carnaval, mas aí vem a chuva e estraga tudo.</p>
<p>Lindo pra nossa cidade essa cena:</p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/menineq-0005.jpg" alt="1" height="314" width="419" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/menineq-0008.jpg" alt="2" height="313" width="419" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/menineq-0002.jpg" alt="3" height="314" width="419" /></p>
<p><img src="http://i236.photobucket.com/albums/ff154/icar0/menineq-0003.jpg" alt="4" height="316" width="422" /></p>
<p>Lindo, né? Esse Carnaval promete!</p>
<p>. Fotos by: Raphael Pinto</p>
<p>. Post by: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Parnaíba Alagada.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/31/parnaiba-alagada/</link>
<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 17:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já passou do meio dia e desde trezentas e trinta e duas horas atrás está chovendo muito em Phb City.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já passou do meio dia e desde trezentas e trinta e duas horas atrás está chovendo muito em Phb City.  Acho que é tanta chuva que nem as Little Red Tiamat Dragons conseguem sobrevoar a cidade.</p>
<p>Aqui a minha rua ta parecendo uma piscina, já dei a idéia pra mamãe pegar uma canoa e botar uma plaqueta nela: Faz-se frete.</p>
<p>Uma hora dessas acho que não existe nem mais Bairro São José, Nem Areinha. Acho que até a Beira Rio ta alagada. Mas agora eu entro em uma contradição com ricos e pobres.</p>
<p>Certa vez eu ouvi uma pessoa de renda relativamente baixa me contando que não tinha nada. E agora vi na TV a mesma pessoa dando uma entrevista dizendo que por causa da chuva perdeu tudo. Que diabos é isso? Se tiver nada, como pode perder tudo?</p>
<p>Pobre é uma desgraça mesmo. Lá se vem meu humor-negro. Quando está na época sem chuvas, diz que a seca acabou com tudo e destruiu tudo. Quando vem a chuva, diz que destrói tudo também, se decidam logo.</p>
<p>. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sarau das Meninas (Parte 1)]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/30/sarau-das-meninas-parte-1/</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 01:51:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ante ontem, dia 27 de janeiro, dia que o blog completou duas semanas, aconteceu o Sarau das Meninas.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ante ontem, dia 27 de janeiro, dia que o blog completou duas semanas, aconteceu o Sarau das Meninas.</p>
<p>Eu, Icaro e Hyago, fomos ate lá, para nos distrairmos um pouco, ate porque era o meu ultimo dia de férias e como não tínhamos saído no sábado decidimos sair no domingo.</p>
<p>Ao chegarmos lá, por volta das oito horas, porque tínhamos que ajeitar a bateria e a caixa de som, não imaginávamos que ia ser tão bom.</p>
<p>Às nove horas, começa o 1º Sarau das Meninas.</p>
<p>Uma das atrações do Sarau foram os drinks exóticos. O Flamejante foi o mais pedido da noite, não foi Icaro?</p>
<p>Bem, voltando ao Sarau, Isaac Mendes é o 1º a se apresentar. Ele começou a tocar sozinho, mas logo em seguida, chamou o Icaro para lhe acompanhar na bateria. Isaac tem um repertorio muito bom, incluindo musicas de sua autoria, que na minha opinião e na do Icaro também, são as melhores. Postaremos algumas letras em breve.</p>
<p>Também teve a participação do grande Daniel, vocalista da banda Afro Raiz, fazendo um reggae pra galera.</p>
<p>Em seguida, algumas pessoas recitaram poesias, entre elas o poeta Diogo Ramalho, que futuramente fará uma parceria com a gente para postarmos aqui algumas das mesmas.</p>
<p>Também teve a presença do Dj Nitrox, que pra quem não sabe, é o nosso amigo Solano &#8220;Huck&#8221;.</p>
<p>Enquanto ele deixava o som rolar, acontecia a apresentação com malabaris. Eu e o Icaro nos aventuramos a fazer, mas é melhor nem comentar.</p>
<p>Ainda houve a participação de outras pessoas, que fizeram um som pra galera relaxar um pouco, entre elas o Fabio, integrante da banda Metafísica, que voltará a ativa em breve.</p>
<p>Continua postamente na visão do Ícaro sobre o evento.</p>
<p>. Texto escrito por: Victor Monteiro</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Breve resumo sobre o Carnaval.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/29/breve-resumo-sobre-o-carnaval/</link>
<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 17:24:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
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<description><![CDATA[Carnaval, apologia ao consumo de álcool, ao consumo de músicas ruins, ao sexo frágil e sem proteção,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Carnaval, apologia ao consumo de álcool, ao consumo de músicas ruins, ao sexo frágil e sem proteção, ao sexo!</p>
<p>Sinceramente, eu não gosto de carnaval, odeio &#8220;blocos&#8221;, odeio axé. Mas gosto sim da bagunça, da putaria, de ficar num momento bom com a galera.</p>
<p>E adivinhem a coisa que me da mais ódio no carnaval. Vê tais figuras desfilando com um abadá o ano todo. Rapaz&#8230; Que você foi pro bloco, nós sabemos, mas você foi, e mais um milhão de pessoas também foram, não precisa sair o tempo todo com abada pra dizer que foi pra carnaval.</p>
<p>Carnaval bom é em Luis Correia, aqui em Parnaíba, você vai pra avenida vê as escolas de samba, terrível, terrível. Só é &#8220;boca pode&#8221; em cima daqueles carros alegóricos &#8211; tais carros que são os mesmos todo ano &#8211; jurando que estão sambando. Até eu sambo melhor que elas. Outra coisa ruim é a desorganização que é total. Que aqui nada começa no horário, nós sabemos, mas com um atraso daqueles, também é demais.</p>
<p>Por isso que sou mais ficar em casa esperando chegar a &#8220;hora do rush&#8221; pra sair com a galera pra um lugar mais tranqüilo, do que ficar em meio a badernas.</p>
<p>Carnaval de Parnaíba, breve resumo de sua decadência.</p>
<p>. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Doidos de Pedra.]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/28/doidos-de-pedra/</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 15:34:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/28/doidos-de-pedra/</guid>
<description><![CDATA[Ultrapassado, Complexado. Tal Terra degenerativa. Tal vasta terra que com uma simples chuvinha se al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ultrapassado, Complexado. Tal Terra degenerativa. Tal vasta terra que com uma simples chuvinha se alaga. A terra sem leis. A terra dos mendigos sentados na beira da calçada.</p>
<p>Ontem uma cena me chamou atenção. Estávamos sentados em frente à casa de nossa digníssima amiga Yasmin, mais conhecida por ser muito semelhante à Alanis Morissete. Quando, podemos dizer, de passagem, dois senhores, que já aparentavam lá seus cinqüenta e poucos anos. Um puxando uma bacia com uma garrafa de água mineral em cima, e o outro apontando e rindo. Doidos de pedra os cara. Eu não agüentei e tive que ter um singelo dialogo com os mesmos:</p>
<p>- Seu moço, é um carrinho é?</p>
<p>- É sim, estou levando uma &#8220;carrada&#8221; nele.</p>
<p>- Ok, ok, e aí cabem quantas pessoas?</p>
<p>E o outro doido só apontando pro tal carro e rindo. Foi uma cena tão engraçada, que até hoje ela não sai da minha cabeça. E quando eu o vi, só me lembrei do cara da &#8220;Praça é Nossa&#8221; que entrava em cena puxando uma caixinha de fósforo pensando que era um cachorrinho. Já aqui em Parnaíba, o cara puxa uma bacia pensando que é uma carroça.</p>
<p>Parnaíba, breve resumo de sua decadência.</p>
<p>. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chove, Chuva!²]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/21/chove-chuva%c2%b2/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 15:42:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2008/01/21/chove-chuva%c2%b2/</guid>
<description><![CDATA[Pois é galerinha do mal, Agora é minha vez de falar sobre o grande problema que são as chuvas que ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois é galerinha do mal,</p>
<p>Agora é minha vez de falar sobre o grande problema que são as chuvas que caem em Parnaíba City.</p>
<p>Mas é toda vez que chove, toda vez mesmo, falta luz, a cidade alaga, e aparece sabe Deus de onde um mal cheiro dos infernos.</p>
<p>Acho que vou montar é uma barraquinha alí do lado do Balão da Guarita alugando bote salva-vidas e algumas pequenas canoas, por que quem passa por alí sabe o mal jeito que fica aquele balão. Ou seria melhor chamar de lagoa?</p>
<p>E na Avenida São Sebastião? Nossa mãe, coitado do povo que mora por alí no Bairro de Fátima. Graças a Deus o Bairro São José não alaga mais,  aliás, tem ponto que ainda alaga, mas não como antigamente.</p>
<p>Aqui na minha rua, formam uns rios na beirada da calçada, que é uma verdadeira corredeira de lixo.</p>
<p>Poxa, o que custa criar  aqueles escoamentos pra água, pelo menos em alguns pontos principais, mas não, a água tem que ficar alojada é na porta das nossas casas. Paia viu?</p>
<p>. Texto escrito por: Ícaro Uther</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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