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	<title>nova-escola &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/nova-escola/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "nova-escola"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 05:27:27 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[UBICACIÓ DE LA NOVA ESCOLA (Per Esteve García)]]></title>
<link>http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>escola coromines</dc:creator>
<guid>http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/</guid>
<description><![CDATA[A petició de la Pepi, l&#8217;Esteve Garcia, membre de la Comissió d&#8217;Infraestructures, ens ha ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>A petició de la Pepi, l&#8217;Esteve Garcia, membre de la <strong>Comissió d&#8217;Infraestructures</strong>, ens ha enviat un recull de les diapositives ja presentades a l&#8217;<strong>Assemblea de la Comunitat</strong>, amb els corresponents pros i contres, per tal de que pogueu meditar reposadament sobre el tema.</em></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1108" href="http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/coro_01/"></a></p>
<div id="attachment_1108" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-1108" href="http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/coro_01/"><img class="size-full wp-image-1108" title="coro_01" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2009/11/coro_01.jpg" alt="coro_01" width="500" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">DIAPOSITIVA 1</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p lang="es-ES"><span style="font-size:small;">La presentació situa l´escenari del projecte inicial de l´escola (1ª diapositiva) a l´emplaçament del carrer Pacheco, on ara hi ha les indústries que encara tenen activitat i que són, ara per ara, l´obstacle perquè el desenvolupament de l´Eix Herrera pugui tirar endevant, segons ens diu l´Ajuntament.</span></p>
<div id="attachment_1109" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-1109" href="http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/coro_02/"><img class="size-full wp-image-1109" title="coro_02" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2009/11/coro_02.jpg" alt="coro_02" width="500" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">DIAPOSITIVA 2</p></div>
<p style="text-align:center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p lang="es-ES">
<p lang="es-ES"><span style="font-size:small;">La segona diapositiva marca en un cuadrat vermell quin és l´emplaçament que proposa ara l´Ajuntament. Pertany al mateix sector del Pla Herrera. Per fer aquest canvi d´ubicació, s´ha de fer un conveni amb els propietaris del sector i una modificació que ha d´aprovar la Generalitat. Es mantindria la data d´inauguració pel curs 2013-2014, si no hi ha imprevistos. </span></p>
<div id="attachment_1090" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-1090" href="http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/novaescola_03/"><img class="size-full wp-image-1090" title="novaescola_03" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2009/11/novaescola_03.jpg" alt="novaescola_03" width="500" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">DIAPOSITIVA 3</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1091" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-1091" href="http://escolacoromines.wordpress.com/2009/11/04/ubicacio-de-la-nova-escola/novaescola_04/"><img class="size-full wp-image-1091" title="novaescola_04" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2009/11/novaescola_04.jpg" alt="novaescola_04" width="500" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">DIAPOSITIVA 4</p></div>
<p style="text-align:center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p lang="es-ES"><span style="font-size:small;">La tercera i cuarta diapositives són plànols del mateix sector però fets a escala, extrets de la pàgina web pública del Departament de Política Territorial de la Generalitat de Catalunya. </span></p>
<p lang="es-ES">
<p lang="es-ES"><span style="color:#ff0000;"><strong>Pros i contres de les dues propostes.</strong></span></p>
<p lang="es-ES"><span style="text-decoration:underline;"><strong>PROPOSTA INICIAL</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">En contra</span>.No té data d´inici clara.</p>
<p lang="es-ES"><span style="color:#ff0000;">A favor</span>. És un projecte de ciutat lligat a la biblioteca i clúster d´educació.</p>
<p lang="es-ES"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><strong>PROPOSTA ACTUAL</strong></span></span></p>
<p lang="es-ES"><span style="color:#ff0000;">En contra</span>. Perdem el vincle amb la biblioteca.<br />
Tenim un edifici de protecció oficial dins de l´illa.<br />
Perdem metres.</p>
<p lang="es-ES"><span style="color:#ff0000;">A favor</span>. Tenim data d´inici curs 2013-14.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professor Ciro também no twitter]]></title>
<link>http://guilhermefonseca.wordpress.com/2009/10/05/professor-ciro-esta-tambem-no-twitter/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:55:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
<guid>http://guilhermefonseca.wordpress.com/2009/10/05/professor-ciro-esta-tambem-no-twitter/</guid>
<description><![CDATA[O professor Ciro, atingido por balas de borracha durante a manifestação dos professores na ALEJ, dur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O professor Ciro, atingido por balas de borracha durante a manifestação dos professores na ALEJ, durante a votação de projeto de lei sobre o Projeto Nova Escola, além de criar um <a href="http://www.professorciro.blogspot.com/">blog</a>, agora está no twitter também. Para seguí-lo, acesse &#8211; <a href="http://twitter.com/claudiociro">http://twitter.com/claudiociro</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O novo Enem revoluciona o Ensino M&eacute;dio?]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/10/05/o-novo-enem-revoluciona-o-ensino-mdio/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:40:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/10/05/o-novo-enem-revoluciona-o-ensino-mdio/</guid>
<description><![CDATA[Escrito por João Luís de Almeida Machado 30-Set-2009 A grande mídia propaga aos ventos que o Novo En]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Escrito por João Luís de Almeida Machado </p>
<p>30-Set-2009 </p>
<p>A grande mídia propaga aos ventos que o Novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), criado para substituir os vestibulares e que nos primeiros dias de outubro fará sua estréia, constitui uma revolução. Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, nos diz sábio provérbio popular. Vamos com calma, é preciso cuidado com o andor que o santo é de barro, nos ensina outro dito comum entre a população. </p>
<p>Revoluções por decreto não existem. A própria compreensão do termo revolução, desgastado pelo tempo, é errônea, pois não se configura, com tais mudanças e reformas previstas com a adoção do Novo Enem, nem mesmo uma esperada virada de mesa na educação brasileira, quanto menos na sociedade, conforme preconizam os preceitos marxistas acerca de tal vocábulo. </p>
<p>É certo que a adoção deste novo modelo de avaliação dos saberes relativos ao Ensino Médio como elemento decisivo para o ingresso dos estudantes em universidades (públicas e particulares), com grande adesão já a partir deste ano, constitui inovação necessária, preconizada e esperada por muitos educadores, entre os quais me incluo. </p>
<p>Mas daí a pensar que automaticamente isso acarretará modificações estruturais nas escolas brasileiras, em especial nas redes públicas, é ir além do próprio sonho, saindo dos limites da sensatez e embarcando em autêntica utopia. </p>
<p>Superar a cultura estabelecida nas redes, de base conteudista e tradicionalista, exige muitas outras ações complementares, não apenas a adoção de exames de admissão às universidades com base em provas que exigem mais dos alunos. A forma de preparação desses alunos para esses exames e &#8211; em especial &#8211; para a vida demanda a revisão de todo um modo de pensar, agir e realizar em educação que tem décadas de existência no país. </p>
<p>O Novo Enem cria, por certo, demandas que não existiam. Obriga as escolas a repensar suas bases. Exige dos professores uma série de posturas que antes não lhes eram comuns, peculiares. Estipula a necessidade de leitura e atualização constante por parte dos estudantes (e, em contrapartida, pelos educadores com os quais estarão trabalhando). Propõe, através de suas questões, o desenvolvimento do raciocínio, da capacidade de se relacionar, da possibilidade de ir além da mera memorização de fórmulas e dados. </p>
<p>A interdisciplinaridade (ou ao menos a multidisciplinaridade) entra em cena. A necessidade de ir &#34;além dos muros da escola&#34; (título de uma excelente produção do cinema francês sobre educação, premiado em Cannes) com viagens, leituras, filmes, exposições, músicas, poesia, artes plásticas, navegação por sites com conteúdo inteligente e desafiador, entre outras ações, se torna premente e permanente. </p>
<p>É certo que tudo isso é grandioso se analisarmos a realidade e os problemas que envolvem o Ensino Médio público no país, sempre visto como &#34;preparação para o vestibular&#34;. As redes privadas, cientes do fato, já se mexem e, como é possível ler em matérias publicadas na mídia, pretendem implementar linha de ação que busque preparar o seu aluno para esta nova demanda. </p>
<p>Mas ainda assim, tendo essa perspectiva, muitas delas erram no alvo porque assumem essa nova &#34;atitude&#34; de olho nos resultados do Enem, sem ir além de forma proposital, ou seja, sem perceber que a formação ampla, crítica, cidadã, ética, multidisciplinar pretendida é que é o principal objetivo. Continuam preparando mais para uma prova do que para a vida, os relacionamentos, o trabalho, a felicidade. </p>
<p>Ir além da concepção vigente e entender que os saberes não são dissociados é outro desafio. Reunir os conhecimentos em grupos como Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza, Códigos e Linguagens (entre os quais se incluem as artes e a educação física) é mudança importante, que traz qualidade à educação. Será uma tarefa das mais árduas. Pensem como vai ser para as redes públicas se até as redes privadas, já conscientes da necessidade de mudança e em movimento quanto a isto, estão tentando acertar e continuam a cometer alguns erros de percurso. </p>
<p>A revolução do Novo Enem só tem sentido e efeito real se as alterações não se limitarem à aplicação desse novo elemento de avaliação. É preciso preparar os professores, equipar as escolas (laboratórios de ciência, bibliotecas, salas de informática, quadras), reformular os materiais didáticos existentes, repensar e aplicar novos currículos nos cursos de licenciatura que já prevejam esta nova forma de pensar o Ensino Médio, expandir os limites da escola com a proposição de ações externas (ida a cinemas, museus, shows, exposições, mostras). </p>
<p>Entre a prova que será aplicada no início do próximo mês de outubro e uma revolução no ensino médio brasileiro há anos-luz de distância que nenhum aparato tecnológico já criado pela humanidade permite percorrer em tão curto espaço de tempo. Tal realização demanda muitos outros elementos propulsores que, se ainda parecem ficção, dependem apenas de muito trabalho, estudo, planejamento e confiança para se tornarem realidade. </p>
<p>João Luís de Almeida Machado é editor do Portal Planeta Educação (<a href="http://www.planetaeducacao.com.br">www.planetaeducacao.com.br</a>), doutor em educação pela PUC-SP e autor do <b>livro &#34;Na Sala de Aula com a Sétima Arte &#8211; Aprendendo com o Cinema&#34; (Editora Intersubjetiva). </b></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não existe Educação neutra]]></title>
<link>http://blogdaformacao.wordpress.com/2009/10/05/nao-existe-educacao-neutra/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 00:00:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vitorino Seixas</dc:creator>
<guid>http://blogdaformacao.wordpress.com/2009/10/05/nao-existe-educacao-neutra/</guid>
<description><![CDATA[“Para Paulo Freire (1999) a escola tem uma função conservadora, já que reflete e reproduz injustiças]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“Para Paulo Freire (1999) a escola tem uma função conservadora, já que reflete e reproduz injustiças]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profissionais das escolas estaduais entraram em greve nesta terça-feira]]></title>
<link>http://guilhermefonseca.wordpress.com/2009/09/08/profissionais-das-escolas-estaduais-entraram-em-greve-nesta-terca-feira/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 20:15:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
<guid>http://guilhermefonseca.wordpress.com/2009/09/08/profissionais-das-escolas-estaduais-entraram-em-greve-nesta-terca-feira/</guid>
<description><![CDATA[Mobilização do SEPE na frente da ALERJ. Os profissionais das escolas estaduais entraram em greve nes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_7439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><img class="size-full wp-image-7439" title="Img0307" src="http://guilhermefonseca.wordpress.com/files/2009/09/img0307.jpg" alt="Img0307" width="510" height="382" /><p class="wp-caption-text">Mobilização do SEPE na frente da ALERJ. </p></div>
<p style="text-align:justify;">Os profissionais das escolas estaduais entraram em greve nesta terça-feira em defesa do plano de carreira e da incorporação imediata da gratificação do Nova Escola. Nas escadarias da Alerj, os profissionais acompanharam as discussões sobre a votação do projeto de lei 2474, do governador Sérgio Cabral, que altera o plano de carreira da educação estadual e propõe a incorporação da gratificação do Nova Escola em seis anos, o que os profissionais de educação não aceitam. Ao final da votação na Alerj, a categoria fará uma assembléia geral nas escadarias da Alerj para discutir o andamento das negociações e avaliar a continuidade da greve, que é por tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align:justify;">Na sexta-feira (dia 4/9), o Sepe participou de uma reunião com a líder do PMDB na Alerj, deputada Aparecida Gama. Também paritciparam do encontro o deputado Paulo Mello, Líder do governo e o secretário de Planejamento, Sérgio Ruy. Na reunião, foram abertas negociações, nas quais o Sepe reafirmou que a categoria não vai aceitar qualquer alteração no plano de carreira, além de reivindicar uma incorporação imediata da gratificação do Nova Escola.</p>
<p>FONTE:http://www.seperj.org.br/site/</p>
<p>Mais informações no Blog do Núcleo do SEPE em Porciúncula.</p>
<p>José Corsino Monteiro Júnior</p>
<p>(Diretor de Imprensa do SEPE Porciúncula)</p>
<div id="attachment_7440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><img class="size-full wp-image-7440" title="Img0308" src="http://guilhermefonseca.wordpress.com/files/2009/09/img0308.jpg" alt="Img0308" width="510" height="382" /><p class="wp-caption-text">Mobilização do SEPE na frente da ALERJ, hoje.</p></div>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rui Canário fala sobre como a escola deve transformar problemas em soluções]]></title>
<link>http://paulanadal.wordpress.com/2009/08/19/rui-canario-fala-sobre-como-a-escola-deve-transformar-problemas-em-solucoes/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 12:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulanadal</dc:creator>
<guid>http://paulanadal.wordpress.com/2009/08/19/rui-canario-fala-sobre-como-a-escola-deve-transformar-problemas-em-solucoes/</guid>
<description><![CDATA[(Entrevista publicada na revista Nova Escola Gestão Escolar, de junho de 2009) Para educador portugu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(Entrevista publicada na revista Nova Escola Gestão Escolar, de junho de 2009)</p>
<h2 style="font-size:18px;margin-bottom:24px;clear:both;font-weight:normal;line-height:23px;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif!important;">Para educador português, as dificuldades devem se transformar em ações educativas</h2>
<p>Por Paula Nadal</p>
<div style="float:left;margin:0 20px 15px 0;">
<div style="clear:both;"><img src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao-escolar/gestao02_use_crise_criar.jpg" alt="Foto: Alvaro Isidoro/Cityfiles" width="300" height="287" /></div>
<div style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-weight:bold;font-size:11px;color:#333333;line-height:15px;">
<p>RUI CANÁRIO  &#8220;Os principais recursos da Educação<br />
são as pessoas,  os saberes e as experiências<br />
mobilizadoras. Com isso, não há escolas pobres.&#8221;<br />
Foto: Alvaro Isidoro/Cityfiles</p></div>
</div>
<p>O fenômeno da globalização, tão conhecido no universo da Economia, também atinge a Educação. A velocidade das informações e dos transportes permite que os países troquem produtos, serviços e culturas. Contudo, nessa via aberta na qual tudo isso é intensamente compartilhado, também passam problemas e crises, como a do ensino, presente em vários países. &#8220;Independentemente das condições econômicas e sociais, a ineficiência da escola é geral no mundo todo e se traduz pelos altos níveis de analfabetismo funcional, pela proletarização do trabalho dos professores e pelo descaso crescente dos alunos em relação aos estudos e dos docentes quanto ao ensino&#8221;, afirma Rui Canário, doutor em Ciências da Educação e professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, onde faz pesquisas nas áreas de Sociologia e de formação de jovens e adultos.</p>
<p>Não raro, as consequências da crise, como o desinteresse de alunos e professores e a falta de condições ideais de trabalho, são apontadas como barreiras intransponíveis para ter um ensino de qualidade. Muitos profissionais da Educação se deixam abater por elas. Outros, ao contrário, usam as dificuldades como fonte para a busca de soluções. &#8220;Todas as escolas têm a possibilidade de atingir bons resultados, mesmo partindo de pontos diferentes e adversos. Isso porque elas, como qualquer sistema social, podem se autorregular.&#8221; A propriedade de gerir os recursos disponíveis para atingir os fins desejados teve origem no campo da Biologia, no estudo aprofundado dos sistemas vivos, e foi adaptada, nos anos 1960 e 70, para organizações sociais. Nesta entrevista a NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, Canário explica como essa capacidade pode ser usada na Educação.<br />
<strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong>Como uma teoria criada na Biologia pode ajudar a Educação?</strong> </span></strong><br />
</span></strong></span></strong><strong>RUI CANÁRIO</strong> O biólogo austríaco Ludwig von Bertalanffy (1901-1972) percebeu que os sistemas vivos conseguem &#8220;aprender&#8221; a administrar os recursos disponíveis para atingir os resultados pretendidos. Alguns exemplos: se uma pessoa perde a visão, com o tempo ela adquire maior acuidade auditiva. Outra que perca os movimentos da mão direita passa a fazer tudo com a esquerda. Sabemos hoje que determinadas lesões no cérebro humano são superáveis por uma nova reconfiguração das diferentes áreas ou pela ativação de zonas menos utilizadas. À capacidade de se autorregular foi dada o nome de equifinalidade. Bertalanffy não parou por aí e percebeu que essa propriedade também está presente nos sistemas sociais - inclusive na escola. Ou seja, é possível que cada uma encontre o próprio caminho desde que as diversidades e os possíveis problemas ou crises sejam usados como estímulo para criar soluções inovadoras.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">A ideia, então, é transformar problemas em ação e proposta educativas?</span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> Com certeza. Quer um exemplo? Muitos afirmam que o descaso dos alunos impede a escola de ser eficiente. Em vez de se conformar, que tal incentivar a criação de projetos que possam ser desenvolvidos pelos educandos, tratando-os como capazes de produzir e não como aprendizes que só têm a receber? É difícil não haver engajamento quando as pessoas se tornam sujeitos e atribuem um sentido positivo ao trabalho que realizam. O que parecia um obstáculo - a falta de envolvimento - virou um caminho para atingir os objetivos.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong>Muitos educadores apontam também o descaso das famílias e do próprio corpo docente.</strong></span></strong></span></strong> </span></strong><br />
<strong>CANÁRIO</strong> Eu mesmo participei de algumas iniciativas de intervenção em turmas das primeiras séries e um dos entraves era justamente o distanciamento dos atores das metas almejadas. E isso acontecia com os alunos, os familiares - que estavam completamente fora do processo de Educação dos filhos - e os professores, que se diziam desmotivados. Os elementos para lidar positivamente com públicos pouco comprometidos foram sintetizados em três aspectos: a implantação de uma Pedagogia que incentivou o estudante a se tornar produtor de saber, a elaboração de planos para aproximar as famílias, a comunidade e outras instituições da vida escolar e a adoção do trabalho participativo e em equipe para os docentes, permitindo a construção de práticas sobre as quais há uma reflexão permanente.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong>E quando o que emperra as ações é a falta de recursos?</strong></span></strong></span></strong></span></strong><br />
<strong>CANÁRIO</strong> Os principais recursos da Educação são as pessoas, os saberes e as experiências de mobilização. Com isso, não há escolas pobres. Citando o grande poeta da língua portuguesa Luís de Camões (1524-1580), &#8220;a necessidade aguça o engenho&#8221;. Sem fazer nenhuma apologia da pobreza, é das situações de necessidade que frequentemente surgem, em zonas marginalizadas e periféricas do sistema educativo, as formas mais criativas de identificar e produzir recursos e de construir soluções inovadoras. Em Portugal, isso ficou muito claro com a Escola da Ponte e no projeto das escolas rurais.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Quais as soluções encontradas pela Escola da Ponte e pelas escolas rurais portuguesas para transformar as necessidades em incentivo? </span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> No caso da Escola da Ponte, a organização democrática com a participação dos alunos permitiu que eles próprios fossem o recurso para superar os problemas de indisciplina. Já o projeto de intervenção nas pequenas escolas rurais começou para resolver um problema de isolamento dos professores. Rapidamente se percebeu que esse isolamento dizia respeito não apenas às escolas mas também às próprias comunidades. Assim as primeiras se transformaram em polos de animação comunitária, instituindo, por exemplo, processos de trabalho pedagógico que envolviam diretamente as crianças e os idosos dos povoados.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Então, para promover a escola e dar visibilidade a ela, o gestor precisa reconhecer a diversidade, ser inovador nas propostas e, ao mesmo tempo, otimizar a utilização de recursos? </span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> As escolas não são governáveis por controle remoto. Cada uma vive uma realidade única, e isso em diversos aspectos, a começar pela localização, o que faz com que elas atendam a públicos diferenciados. Os espaços e os equipamentos disponíveis variam muito e, claro, as equipes pedagógicas têm distintos perfis. Portanto, para bem cumprir suas funções, as escolas precisam desenvolver e utilizar da melhor maneira possível o potencial criativo do diretor, do coordenador pedagógico, do corpo docente e dos alunos para definir metas, identificar problemas e mobilizar recursos. Se todos juntos traçarem uma estratégia, ficará mais fácil construir uma identidade única e alcançar melhores resultados.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">É nesse sentido que se pode dizer que cada escola tem uma &#8220;cara&#8221;?</span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> Na verdade, é esse processo que fundamenta a pertinência de cada estabelecimento de ensino em orientar-se para um projeto educativo próprio, em que os professores se formam na ação, por meio de um desempenho profissional que cada vez é mais claro e valorizado pela própria equipe. É o que eu chamo de formação de professores centrada na escola. Para que isso seja concretizado, é essencial haver lideranças fortes, apoiadas no trabalho docente colaborativo. Essas ações ajudam também a reverter o quadro de proletarização do trabalho dos professores, tornando-os protagonistas de todo o processo de ensino.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><strong>De que maneira o gestor deve conduzir a construção de um projeto educacional e pedagógico específico para a escola que dirige?</strong> </span></strong></span></strong></span></strong><br />
<strong>CANÁRIO</strong> Ele deve tirar o máximo partido da diversidade do sistema escolar. Do ponto de vista social, cultural e étnico, os públicos escolares são cada vez mais heterogêneos, e isso não é somente inevitável como também desejável. Jamais se deve encarar isso como um obstáculo para que a escola tenha um bom desempenho. É a diversidade que permite a contextualização de práticas educativas - ação imprescindível para que cada um dos envolvidos encontre um sentido positivo para o exercício do trabalho intelectual de aprender. O princípio da equifinalidade - a autorregulação que definimos anteriormente e trouxemos para o campo da Educação - encara as diferenças entre as instituições como uma riqueza e uma fonte de inspiração para a busca de novos caminhos.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Como promover uma formação centrada na escola?<br />
</span></strong></span></span>CANÁRIO</strong> O ponto de partida é a realização de diagnósticos e a identificação de problemas para, com base nisso, tentar encontrar soluções, testá-las e avaliá-las. Parte-se do princípio de que a atividade dos professores tem uma dimensão coletiva, o que não é o mesmo que a soma das ações individuais. O oposto da formação centrada na escola é aquela basicamente teórica e desvinculada da sala de aula, em que o alvo é a capacitação individual de cada um com base nas lacunas que lhe são identificadas. Nessa perspectiva, a prática dos docentes e o funcionamento da instituição têm de ser modificados ao mesmo tempo. Quando o professor trabalha com projetos, ele promove mudanças em várias frentes, como na organização da turma e na maneira de ele próprio exercer sua função e na de os alunos participarem das aulas e das atividades.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Mas isso é possível quando existe um sistema educativo centralizado?<br />
</span></strong></span></span>CANÁRIO</strong> A organização escolar deve funcionar como mediadora entre a administração pública e os professores, isso porque cada uma constitui um sistema de ação coletiva, com culturas e contextos que interferem na ação dos educadores. Por isso, tem de haver uma apropriação e uma reconfiguração própria das orientações recebidas do exterior. É nesse sentido que a escola funciona, em termos organizacionais, como um filtro que estabelece uma mediação entre as orientações gerais vindas de cima e as práticas efetivas em sala de aula.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">A decisão sobre essas adaptações precisa ser feita coletivamente?<br />
</span></strong></span></span>CANÁRIO</strong> Com certeza e, quanto mais participação existir, melhor. A gestão não tem de forçosamente ser assegurada por apenas uma pessoa. Ela pode ser feita de forma colegiada. Em Portugal, logo após a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, os diretores dos estabelecimentos de ensino, até então nomeados pelo governo, foram substituídos por comissões eleitas pela comunidade dos educadores, instituindo assim um sistema participativo de autogestão. Para que a escola não funcione segundo uma lógica meramente bancária - expressão usada por Paulo Freire (1921-1997) -, é fundamental que ela seja permeada por princípios democráticos, em que os educandos aprendem sobre cidadania ao exercê-la. É a capacidade de mobilização que permite fazer de cada escola um projeto. E é isso que se espera de uma liderança.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Quais são as competências profissionais que precisam ser desenvolvidas pela equipe pedagógica e estimuladas pelos gestores?</span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> A formação dos professores certamente corresponde a um processo de socialização que se verifica no próprio exercício da profissão. Os docentes aprendem como trabalhar nas escolas, com base na experiência que tiveram como alunos e por meio de um processo de socialização com os pares. É importante que nas rotinas escolares sejam criados espaços que permitam realizar, de forma consciente, esse processo de aprendizagem. A ação das lideranças é decisiva para que cada escola se transforme numa organização qualificante para os profissionais que lá trabalham.</p>
<p><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong><span style="font-size:15px;line-height:20px;">Nesse contexto, é possível vislumbrar como poderia ser uma escola no futuro próximo? </span></strong></span><br />
</span>CANÁRIO</strong> O grande problema hoje não é só saber como será a escola do futuro, mas saber se há um futuro para a escola. O que vai acontecer não pode ser adivinhado, mas problematizado. Há várias perspectivas possíveis. A nossa capacidade de influenciar o que será daqui para diante depende do modo como agimos no presente. Muitas das críticas à escolarização, particularmente as que foram desenvolvidas pelo filósofo austríaco Ivan Illich (1926-2002), que defendia uma sociedade sem instituições oficiais de ensino, aparecem hoje como bastante realistas. Em muitos aspectos, a escola deixou de ser a solução para fazer parte do problema. Hoje, não é previsível haver um cenário de desescolarização, mas é possível verificar a crescente importância de outras modalidades educativas e de aprendizagem. A Educação transcende em muito as fronteiras da escola e o modelo ali desenvolvido só terá futuro se ele tornar-se poroso e deixar-se contaminar por diferentes formas educativas.</p>
<div id="box-doted" style="width:574px;margin-top:10px;margin-bottom:20px;clear:both;border:1px dotted #cd071e;padding:10px;">
<p><span style="font-size:18px;color:#cd071e;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif!important;">Quer saber mais?</span></p>
<p style="font-size:11px;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';line-height:15px;"><strong>BIBLIOGRAFIA</strong><br />
<strong>A Escola Tem Futuro? Das Promessas às Incertezas</strong>, Rui Canário, 160 págs., Ed. Artmed, <a style="color:#cd071e;" href="http://www.artmed.com.br/" target="_blank">www.artmed.com.br</a>, tel. 0800-703-3444, 40 reais<br />
<strong>O Que É a Escola? Um Olhar Sociológico</strong>, Rui Canário, 208 págs., Ed. Porto, <a style="color:#cd071e;" href="http://www.portoeditora.pt/" target="_blank">www.portoeditora.pt</a>,<br />
tel. 00 (351) 2-4099-023, 20,70 euros</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PLANETA SUSTENTÁVEL E NOVA ESCOLA PUBLICAM PLANOS DE AULA SOBRE ENERGIA E ÁGUA ]]></title>
<link>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/08/17/planeta-sustentavel-e-nova-escola-publicam-planos-de-aula-sobre-energia-e-agua/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:01:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticiasdobem</dc:creator>
<guid>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/08/17/planeta-sustentavel-e-nova-escola-publicam-planos-de-aula-sobre-energia-e-agua/</guid>
<description><![CDATA[National Geographic “O site Planeta Sustentável e a revista Nova Escola criaram uma parceria para pu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1717" title="aula" src="http://noticiasdobem.wordpress.com/files/2009/08/aula.png?w=300" alt="aula" width="300" height="178" /></p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/">National Geographic</a></p>
<p style="text-align:justify;">“O site <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/" target="_blank">Planeta Sustentável</a> e a revista <a href="http://revistaescola.abril.com.br/" target="_blank">Nova Escola</a> criaram uma parceria para publicar, na web, planos de aula com conteúdo sobre Água e Energia, dois dos temas mais discutidos em sala de aula. Os planos serão divulgados até novembro, baseando-se em conceitos de cidadania, consumo consciente e lixo.</p>
<p>As reportagens publicadas na revista e no site servem como indicação de leitura sobre os temas abordados. Pautada pelo grau de aprofundamento do assunto, a escolha dos planos está relacionada com a faixa etária dos alunos, contendo conteúdo simples e objetivo. Reunindo 870 temas educativos, os planos de aula da Nova Escola são utilizados por professores do Ensino Infantil, Fundamental e Médio. O Planeta Sustentável já sugeriu conteúdos de aula à revista. Para conferi-los acesse <a href="http://revistaescola.abril.com.br/planos-de-aula/" target="_blank">revistaescola.abril.com.br/planos-de-aula</a> &#8230;” <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/noticias/188760_noticias.shtml?MA" target="_blank">(Leia mais)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fazendo as Malas]]></title>
<link>http://coresepaginas.wordpress.com/2009/06/23/5-coisas-que-uma-pedagoga-leva-para-uma-viagem/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:08:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>alinecostta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me preparando para uma viagem internacional, deparei-me com a seguinte questão: Quais seriam os iten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me preparando para uma viagem internacional, deparei-me com a seguinte questão: Quais seriam os itens que poderiam acrescentar algo à minha experiência pedagógica durante esta viagem?</p>
<p>Então pensei em 5 itens indispensáveis para suportar as longas 9 horas de viagem até o aeroporto de Chicago.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-200" title="Revista Escola" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/06/revista-escola.jpg?w=112" alt="Revista Escola" width="102" height="137" /></p>
<p>1 &#8211; Uma boa revista sobre Educação, como a &#8220;Nova Escola&#8221; da Abril, uma revista que oferece um ótimo repertório de assuntos da atualidade que envolvem dicas, histórias e exemplos da prática pedagógica de educadores de diversas áreas. Ter uma revista em mãos pode ser um grande auxílio nos momentos de incomodo, sem conseguir dormir nem assistir filmes durante um vôo.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-201" title="Lollipop" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/06/lollipop.jpg?w=108" alt="Lollipop" width="108" height="150" />2 &#8211; Muitos pirulitos e doces! Em dias normais, na correria de nossas rotinas, quem tem tempo para chupar um pirulito até o final? Pois é, durante uma longa viagem há tempo de sobra! Um pirulito pode ser uma forma de trazer açúcar para o corpo, acalmando os nervos e aproveitando os diferentes sabores. Também recomendo outros doces como chocolates, bolinhos, balas e até chicletes, mas fique atenta à quantidade, os efeitos colaterais podem chegar mais rápido do que o esperado!</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-202" title="Cubo Magico" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/06/cubo-magico.jpg?w=150" alt="Cubo Magico" width="150" height="150" />3- Um cubo mágico. Existem manuais explicativos que nos mostram passo a passo como resolver um cubo mágico, mas quem tem tempo para isso no dia-a-dia? Essa é a hora, divirta-se e desenvolva o seu raciocínio lóigo-matemático &#8211; pegue seu manual e leve dentro da bolsa para momentos de distração!!</p>
<p><a href="http://www.montarcubomagico.com.br/">http://www.montarcubomagico.com.br/</a></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-205" title="Higiene" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/06/higiene1.jpg?w=150" alt="Higiene" width="150" height="150" />4- Um Kit Higiene &#8211; Para chegar tão linda, cheirosa, arrumada e elegante quanto quando saiu de casa, leve com você um kit com perfume, batom, desodorante, escova e pasta de dente, absorvente, gel higienizador de mãos, band-aids e tudo o que for preciso para se prevenir de situações que possam se tornar incomodas nesse processo!</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-206" title="Music" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/06/music.jpg?w=150" alt="Music" width="150" height="100" />5- E por fim, boa música! No Ipod, disc-man, walk-man, radinho ou qualquer eletrônico que toque música!!! Todas nós pedagogas que trabalham com a Educação Infantil, utilizamos a música em nossas rotinas todos os dias, nessa hora ainda mais, precisamos do auxilio da música para relaxar a mente e viajar com o corpo!</p>
<p>Com essas 5 coisas dentro de sua mala você esta pronta para viajar e relaxar, pensando como uma educadora que se diverte e cresce em seu tempo de descanso!</p>
<p>E você, vamos viajar?</p>
<p><a href="http://www.cvc.com.br">http://www.cvc.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um projeto para ensinar Cálculo Mental]]></title>
<link>http://paulanadal.wordpress.com/2009/06/23/um-projeto-para-ensinar-calculo-mental/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:45:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulanadal</dc:creator>
<guid>http://paulanadal.wordpress.com/2009/06/23/um-projeto-para-ensinar-calculo-mental/</guid>
<description><![CDATA[(Paula Nadal &#8211; Publicado na revista Nova Escola Gestão Escolar de junho de 2009) COMPARANDO SO]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(Paula Nadal &#8211; Publicado na revista Nova Escola Gestão Escolar de junho de 2009)</p>
<div style="float:left;margin:0 20px 15px 0;">
<div style="clear:both;"><img src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao-escolar/gestao_02_contas01.jpg" alt="COMPARANDO SOLUÇÕES Nos encontros de formação, a coordenadora pedagógica sistematiza as diferentes maneiras de fazer cálculos. Fotos Marcos Rosa" width="300" height="194" /></div>
<div style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-weight:bold;font-size:11px;color:#333333;line-height:15px;">COMPARANDO SOLUÇÕES  Nos encontros de formação,<br />
a coordenadora pedagógica sistematiza as diferentes<br />
maneiras de fazer cálculos. Fotos Marcos Rosa</div>
</div>
<p>No início de 2007, os alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental da EE Victor Civita, em Guarulhos, na Grande São Paulo, tinham dificuldades em Matemática: 20% deles não compreendiam as noções estipuladas como elementares para cada ano letivo. Para superar o problema, os professores receberam formação durante dois anos do programa Matemática É D+, desenvolvido pela Fundação Victor Civita. &#8220;Nos encontros quinzenais, todos os 14 professores tinham a chance de participar e aprender juntos&#8221;, lembra Elisete Luttzolff, professora coordenadora da escola.</p>
<p>Segundo Priscila Monteiro, formadora que coordenou o programa, muitos docentes se esquecem de um passo importante no dia-a-dia do trabalho e mostram às turmas como fazer contas sem antes explorar os caminhos do raciocínio matemático - provavelmente porque essa é a maneira como eles próprios aprenderam tanto na escola como na faculdade: &#8220;Os cálculos simples geralmente não são trabalhados em sala de aula e a ênfase é dada à conta armada, considerada uma das maneira mais rápida e eficiente de resolver problemas.&#8221; Porém, ao ter contato com fórmulas, o aluno começa a usá-las sem compreender o que está por trás do resultado. Ao iniciar a formação, o primeiro grande desafio de Priscila e Elisete foi mostrar que o pensamento matemático pode ser ensinado às crianças desde os primeiros anos de escolaridade e que a melhor maneira de introduzi-lo é pelo cálculo mental (leia a íntegra do projeto de formação abaixo).</p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:18px;">Repertório ampliado</span></p>
<p>Esse conteúdo só foi validado como estratégia escolar para a resolução de contas em meados dos anos 1960. Por seu caráter aparentemente pouco científico, nunca foi bem recebido pelos adeptos da maneira tradicional de ensinar, apesar de essa ser a maneira mais utilizada por todas as pessoas para resolver problemas matemáticos do cotidiano quando não têm lápis, papel ou calculadora à mão. É assim que se faz no momento de estimar quanto vai ser o gasto no supermercado ou quanto se vai receber de troco numa compra paga com dinheiro.</p>
<p>Priscila mostrou aos professores que fazer cálculo mental não é sinônimo de &#8220;chute&#8221; nem de soluções inexatas. &#8220;Esse trabalho tem como propósito fazer com que os alunos disponham de variados recursos e aprendam a selecionar a modalidade de resolução que lhes pareça mais adequada para cada caso (cálculo mental, algoritmo, calculadora) e os meios de controle sobre os recursos utilizados.&#8221; Para bem utilizá-lo, as crianças precisam dispor de um repertório memorizado de resultados de diversas operações.</p>
<div style="float:left;margin:0 20px 15px 0;">
<div style="clear:both;"><img src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao-escolar/gestao_02_contas02.jpg" alt="DISCUSSÃO EM DUPLA Professoras compartilham as soluções encontradas e aprendem as melhores formas de agir em sala de aula" width="210" height="252" /></div>
<div style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-weight:bold;font-size:11px;color:#333333;line-height:15px;">DISCUSSÃO EM DUPLA  Professoras<br />
compartilham as soluções<br />
encontradas e aprendem as<br />
melhores formas de agir em sala<br />
de aula</div>
</div>
<p>Enquanto a resolução algorítmica tradicional emprega sempre a mesma técnica para solucionar problemas, a mental propõe diferentes maneiras de pensar. Ao explicitá-las, os alunos compreendem as propriedades dos números e das operações, com foco nos meios para chegar ao resultado.</p>
<p>A formação de professores na EE Victor Civita terminou no fim de 2008 e Elisete continua compartilhando (agora com os professores novos) os conhecimentos adquiridos durante os dois anos de trabalho. Além de a escola ter apresentado uma melhora significativa nos índices de avaliação nacional e estadual, a equipe pedagógica comemora outra conquista: dos alunos da 2ª série (que tiveram por dois anos professores que participaram da formação), nenhum apresentou dificuldade de compreensão das noções previstas. E mais: 65% deles estão em níveis de conhecimento acima das expectativas. &#8220;Se trabalharmos com cálculo mental desde as séries iniciais, as crianças produzirão estratégias cada vez mais elaboradas e passarão a confiar nos próprios recursos para resolver os problemas. A riqueza do processo está justamente nos diferentes caminhos percorridos pelas crianças quando estimuladas a resolver por si mesmas as questões matemáticas&#8221;, destaca Elisete Luttzolff.</p>
<div id="box-solida" style="width:574px;margin-top:10px;margin-bottom:20px;clear:both;border:1px solid #b2b2b2;padding:10px;">
<p><span style="font-size:18px;color:#cd071e;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif!important;">Projeto de formação</span></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>OBJETIVO GERAL<br />
</strong></span></strong>Contribuir com a formação da equipe escolar, assegurando um espaço de análise e reflexão sobre o ensino e a aprendizagem da Matemática.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</strong></span></strong><br />
• Incluir o trabalho com cálculo mental como uma atividade de rotina em sala de aula.<br />
• Considerar como condições didáticas para a realização de cálculos a sistematização de um conjunto de resultados e a construção de procedimentos pessoais.<br />
• Compreender os conhecimentos envolvidos no processo do cálculo.<br />
• Distribuir os conteúdos ao longo do ano, garantindo a diversidade de propostas com um nível de complexidade cada vez maior.<br />
• Acompanhar o avanço das crianças com os instrumentos que já foram aprendidos.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>CONTEÚDOS</strong> </span></strong><br />
• Características do cálculo mental e as diferenças e semelhanças dessa estratégia em relação aos algoritmos convencionais.<br />
• Conhecimentos envolvidos no processo de cálculo mental.<br />
• Atividades permanentes e sequências didáticas.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>ANOS</strong> </span></strong>1º ao 5º.<br />
<strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>TEMPO</strong> </span></strong>Quatro meses.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>MATERIAL NECESSÁRIO</strong> </span></strong><br />
Sequências didáticas e coletâneas de atividades de cálculo mental, cadernos dos alunos, fichas de análise dos cadernos, pautas de observação de sala de aula, bibliografia sobre cálculo mental e cartolina.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>DESENVOLVIMENTO</strong> </span></strong><br />
<strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>1ª ETAPA Diagnóstico<br />
</strong></span></strong>Faça uma avaliação dos conteúdos ensinados em Matemática pelos professores de cada série. Para tanto, peça que cada um disponibilize dois cadernos de alunos com diferentes níveis de conhecimento. Construa uma ficha de análise das produções dos estudantes com as seguintes informações: identificação (nome do docente e dos alunos), lista de atividades propostas, conteúdos envolvidos e intervenções feitas pelo professor (se corrige o caderno e como corrige, por exemplo). Reserve um espaço para fazer comentários. Assim você terá um panorama da distribuição dos conteúdos entre as séries e vai saber se o cálculo mental é trabalhado e como.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>2ª ETAPA Preparação do coordenador<br />
</strong></span></strong>Antes do primeiro encontro, prepare-se estudando o texto Cálculo Mental na Escola Primária, de Cecília Parra, publicado no livro Didática da Matemática. Resolva alguns problemas usando cálculo mental e discuta as estratégias com um parceiro (o diretor ou outro coordenador).</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>3ª ETAPA Desmitificação do ensino</strong> </span></strong><br />
Na primeira fase do encontro de formação, proponha que os professores realizem, individualmente, algumas operações sem utilizar lápis e papel.<br />
Veja alguns exemplos:<br />
a) Em um dia, gastei 364 reais no supermercado. No outro, 528 reais. Quanto gastei no total?<br />
b) No almoxarifado da escola, há 77 caixas de lápis, com 32 lápis em cada uma. Quantos lápis há no almoxarifado?<br />
c) Calcule 4 x 53.<br />
d) Quanto é preciso tirar de 1.000 para obter 755?<br />
Anote em uma cartolina as formas de calcular e proponha que todos comparem as diferentes estratégias. Discuta com o grupo as propriedades do sistema de numeração e das operações utilizadas.<br />
Por exemplo: a multiplicação 4 x 53 pode ser resolvida pelo algoritmo convencional da multiplicação ou por procedimentos de cálculo mental: 4 x 50 + 4 x 3. Como o dobro de 53 é 106, 4 x 53 é o dobro de 106, isto é, 212. Após a discussão, os professores devem formular, coletivamente, uma definição para cálculo mental. Na segunda fase, organize uma reflexão em torno de alguns aspectos dessa proposta. Proponha que os professores pensem sobre as seguintes questões: o que as crianças podem aprender numa atividade como essa? Por que ela foi proposta primeiro de forma individual e depois coletiva? Qual a diferença de anotar as estratégias num cartaz e no quadro? A situação foi desafiante para todos os participantes? O que acontece quando variamos os números? Seria diferente iniciar a situação definindo o cálculo mental antes de todo esse processo? Espera-se que os docentes concluam que fazer a atividade individualmente, num primeiro momento, permite que cada um tenha tempo para acessar seus conhecimentos e construir um caminho próprio para só depois trocar com os colegas. Além disso, anotar num cartaz e deixá-lo exposto é importante para facilitar a retomada das anotações. Ao comparar as diferentes estratégias utilizadas, é possível observar que a sustentação do cálculo mental está no conjunto diversificado de estratégias disponibilizadas em função dos números em jogo.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>4ª ETAPA Organização de atividade permanente</strong> </span></strong><br />
Depois de refletir sobre o sentido do ensino desse conteúdo, é hora de discutir sobre contas fáceis e difíceis. Organize os professores em grupos por série.</p>
<p>Entregue a eles um conjunto de cálculos, como os formulados a seguir, e peça que debatam os motivos de alguns serem mais fáceis do que outros. Em seguida, os grupos devem expor os critérios por trás da seleção. Sugira que os professores levem uma proposta como essa para a sala de aula.</p>
<p><img src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao-escolar/gestao_02_contas03.gif" alt="cálculo mental" /></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>5ª ETAPA Banco de atividades<br />
</strong></span></strong>Para fazer cálculo mental, é preciso apoiar-se em resultados conhecidos ou que podem ser facilmente reconstruídos com base nos que já foram memorizados. Por isso, os professores precisam organizar o trabalho de sistematização de um conjunto de resultados para que os alunos construam progressivamente seu repertório de adições, subtrações, multiplicações e divisões – para usar quando necessário. Durante o projeto de formação, apresente ao grupo diferentes propostas de ampliação de repertório memorizado, como a soma de números redondos, o dobro, a metade e a tabuada. Uma alternativa é organizar uma pasta com diferentes sequências didáticas.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>6ª ETAPA Acompanhamento e documentação</strong></span></strong><br />
Com as atividades permanentes sendo realizadas em sala de aula, peça que os professores documentem os avanços da turma. Para acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem, eles devem anotar as falas dos alunos e suas justificativas durante o trabalho em grupo, além de escrever em cartazes as diferentes estratégias de cálculo utilizadas.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';font-size:14px;"><strong>AVALIAÇÃO</strong> </span></strong><br />
Para avaliar um projeto de formação, nada melhor do que verificar se os estudantes estão aprendendo. Retome os cadernos dos alunos e analise os registros das atividades de cálculo mental. Ao visitar as salas, observe os repertórios disponíveis na escola para a posterior discussão com os professores durante os encontros de formação. Observe as fichas e os cartazes para orientá-los periodicamente no encaminhamento das propostas e para acompanhar a progressão da aprendizagem de cada turma.</div>
<div id="box-doted" style="width:574px;margin-top:10px;margin-bottom:20px;clear:both;border:1px dotted #cd071e;padding:10px;">
<p><span style="font-size:18px;color:#cd071e;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif!important;">Quer saber mais?</span></p>
<p style="font-size:11px;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif, 'Trebuchet MS';line-height:15px;"><strong>CONTATO<br />
EE Victor Civita</strong>, R. Regiane, s/nº, 07180-190,  Guarulhos, SP, tel. (11) 2412-6959</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA<br />
Didática da Matemática,</strong> Cecília Parra e Irma Saiz  (orgs.), 258 págs., Ed. Artmed, <a style="color:#cd071e;" href="http://www.artmed.com.br/" target="_blank">www.artmed.com.br</a>,<br />
tel. 0800-703-3444, 48 reais</p>
<p><strong>INTERNET</strong><br />
Em <a style="color:#cd071e;" href="http://revistaescola.abril.com.br/fvc/matematica-d-mais.%20shtml" target="_blank">revistaescola.abril.com.br/fvc/matematica-d-mais. shtml,</a> os relatórios de formação do Projeto Matemática É D+<br />
Em <a style="color:#cd071e;" href="http://www.buenosaires.gov.ar/areas/educacion/curricula/docum/abstr/matemat/lnlmyln.htm" target="_blank">www.buenosaires.gov.ar/areas/educacion/curricula/docum/abstr/matemat/lnlmyln.htm</a>, projeto de cálculo mental desenvolvido pelo governo da província de Buenos Aires (em espanhol)</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Educação Estadual, os lobistas e a Editora Abril]]></title>
<link>http://tiagopereira.wordpress.com/2009/06/12/a-educacao-estadual-os-lobistas-e-a-editora-abril/</link>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:02:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Pereira</dc:creator>
<guid>http://tiagopereira.wordpress.com/2009/06/12/a-educacao-estadual-os-lobistas-e-a-editora-abril/</guid>
<description><![CDATA[Que a gestão dos “negócios” públicos e a gestão dos negócios privados são coisas completamente difer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin-bottom:0;" align="justify">Que a gestão dos “negócios” públicos e a gestão dos negócios privados são coisas completamente diferentes, deveria ser óbvio. Os objetivos e finalidades são quase diametralmente opostos. A primeira, a administração pública, tem como fim último a melhora na condição de vida da população como um todo, bem como a redução das desigualdades sociais. A segunda, a esfera privada, pauta sua atuação pelas necessidades e possibilidades do mercado. O objetivo final é claro: o lucro.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">O problema é quando esses dois mundos se tocam. As vultuosas receitas coordenadas pelos poderes executivos, em todas as esferas, suscita enorme interesse do capital privado. De tal cruzamento surge a prática do lobby. Inevitável nos dias de hoje. Contudo, o Estado dispõe de uma série de estratégias para conter os excessos em tais práticas. A principal delas é o processo licitatório, que, no momento da concessão ou contratação de serviços por parte do poder público privilegia a concorrência na busca por melhor qualidade aos mais baixos preços.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Tais princípios básicos da administração pública estão sendo claramente desrespeitados pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), entidade ligada a secretaria, firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra de 220 mil exemplares da revista Nova Escola. Não houve licitação. A justificativa para a ausência do processo licitatório é que o material teria certas especificidades que inviabilizariam a concorrência. Esquecem da existência de publicações como a Carta na Escola, Revista Educação e Revista Pátio, todas com propostas editoriais similares. O Ministério Público já deu encaminhamento para investigar o caso. Obviamente, parte da grande mídia se solidariza com a editora e nada noticia. No entanto, basta uma rápida procura na internet para ter acesso à maiores esclarecimentos. O Estadão também publicou noticias à respeito do caso nas últimas semanas.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">O que fica patente a partir de tal episódio é, primeiro, a destruição do mito que o governo Serra, bem como os demais governos tucanos, seriam partidários de práticas mais transparentes e eficazes na administração e aplicação de recursos públicos. Em segundo lugar, começa a ficar claro a teia de relações entre a cúpula tucana e o Grupo Abril. O privilégio à um grupo “aliado” é inegável. Contudo, tal aliança é forjada com dinheiro do contribuinte. Para a Abril, a situação talvez seja ainda mais grave. Que a Veja, título pertencente ao grupo citado, há muito não goza mais do respeito da sociedade como em períodos anteriores, já era sabido. No entanto, começa a vir à tona suas motivações políticas e financeiras, e no sentido inverso vai à pique sua credibilidade frente ao leitor. Por fim, antecipa-se a resposta de uma importante questão. Por que a Secretaria não investe em melhores salários e na formação de seus quadros responsáveis pela educação de nossos jovens? Uma das possíveis respostas parece ter sido dada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MP: ação contra FDE de São Paulo por assinaturas ilegais!]]></title>
<link>http://politicaetica.com/2009/06/05/mp-acao-contra-fde-de-sao-paulo-por-assinaturas-ilegais/</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 00:32:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
<guid>http://politicaetica.com/2009/06/05/mp-acao-contra-fde-de-sao-paulo-por-assinaturas-ilegais/</guid>
<description><![CDATA[Ministério Público entra com ação civil contra FDE da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ministério Público entra com ação civil contra FDE da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo por caso Nova Escola</p>
<p><a href="http://naotecalaseducador.blogspot.com/2009/06/mp-acao-contra-fde-de-sao-paulo-por.html">Do site Não te calas, educador!</a> &#8211; Dica do <strong>Tiago Mesquita</strong> do <a href="http://guaciara.wordpress.com/">O blog do Guaciara</a>, a quem agradeço</p>
<p>O Ministério Público de São Paulo propôs, em 26 de maio, ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.<br />
A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa.</p>
<p>Trata-se do desdobramento do Inquérito Civil Nº. 249/2009, que apura possíveis irregularidades na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do governo estadual firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra. Não houve licitação.</p>
<p><a href="http://naotecalaseducador.blogspot.com/2009/06/mp-acao-contra-fde-de-sao-paulo-por.html">Continua</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOVA ESCOLA TAMBÉM PARA APOSENTADOS]]></title>
<link>http://franco2008.wordpress.com/2009/05/19/nova-escola-tambem-para-aposentados/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 16:16:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>bjfranco</dc:creator>
<guid>http://franco2008.wordpress.com/2009/05/19/nova-escola-tambem-para-aposentados/</guid>
<description><![CDATA[Governo do Estado vai enviar projeto de lei à Alerj para que a gratificação da Educação engorde o pi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Governo do Estado vai enviar projeto de lei à Alerj para que a gratificação da Educação engorde o pi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Quilombo musical na zona leste de SP]]></title>
<link>http://revistaelementos.wordpress.com/2009/05/12/quilombonaleste/</link>
<pubDate>Tue, 12 May 2009 15:03:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gil</dc:creator>
<guid>http://revistaelementos.wordpress.com/2009/05/12/quilombonaleste/</guid>
<description><![CDATA[Um Quilombo musical na zona leste de SP No último post falei sobre a mix tape do Parteum e aproveite]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um Quilombo musical na zona leste de SP No último post falei sobre a mix tape do Parteum e aproveite]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mensal&atilde;o de Serra para Grupo Abril vira caso de pol&iacute;cia]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/04/27/mensalo-de-serra-para-grupo-abril-vira-caso-de-polcia/</link>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 02:35:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/04/27/mensalo-de-serra-para-grupo-abril-vira-caso-de-polcia/</guid>
<description><![CDATA[O Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigações para apurar corrupção no contrato de 220 mil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigações para apurar corrupção no contrato de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola, sem licitação, entre a Secretaria de Educação de São Paulo e a Fundação Victor Civita (do Grupo Abril).</p>
<p>O valor do contrato alcança R$ 3,7 milhões.    <br />Entre as irregularidades e dúvidas, constata-se:    <br />- A Secretaria da Educação desconsiderou a existência de outras publicações da área, beneficiando a editora Abril.</p>
<p>- O governo Serra não consultou os professores e passou para a fundação privada os endereços pessoais dos professores, sem qualquer comunicado ou pedido de autorização. Isso fere a constituição federal, pois dados cadastrais pessoais não podem ser repassados a terceiros sem autorização da pessoa.    <br />- Além disso, se a assinatura é para fins profissionais, porque não informar o endereço de trabalho do professor? O governo de São Paulo pagará horas de jornada extra ao professor pela leitura do material profissional em casa?</p>
<p>- Qual a prioridade deste material, neste valor, no contexto dos investimentos em educação, e diante de outras carências e pauta de reivindicação dos educadores?</p>
<p>O promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para ocaso, oficiou a FDE &#8211; órgão do governo estadual responsável pela contratação -, solicitando que esclareça os motivos da contratação. A diretora de projeto especiais da FDE foi intimada a prestar depoimento nos próximos dias.    <br />Faria também oficiou a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo) a informar se foi consultada sobre a escolha da Nova Escola &#8211; e se ocorreram reclamações por parte dos professores devido ao fornecimento de seus endereços particulares. </p>
<p>O promotor ainda notificou outras editoras que atuam no ramo educacional, consultando se teriam condições de participar do processo licitatório que sequer foi aberto.    </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Toda força para o líder]]></title>
<link>http://paulanadal.wordpress.com/2009/04/13/toda-forca-para-o-lider/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:08:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulanadal</dc:creator>
<guid>http://paulanadal.wordpress.com/2009/04/13/toda-forca-para-o-lider/</guid>
<description><![CDATA[  Para a educadora paranaense, somente uma escola bem dirigida obtém bons resultados Paula Nadal  HE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<h2>Para a educadora paranaense, somente uma escola bem dirigida obtém bons resultados</h2>
<p class="autor">Paula Nadal </p>
<div id="pagination_0">
<div id="cx-foto-vertical">
<div id="foto-vertical"><a class="thickbox" href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/toda-forca-lider-448526.shtml"><img src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao/gestao01_heloisa.jpg" alt="HELOÍSA LÜCK  “A escola deve ser uma comunidade de aprendizagem também em liderança, tendo em vista a natureza do trabalho educacional.” Foto: Marcelo Almeida" /></a></div>
<div id="legenda-foto-vertical"><strong>HELOÍSA LÜCK  “A escola deve ser uma comunidade de aprendizagem também em liderança, tendo em vista a natureza do trabalho educacional.”</strong> Foto: Marcelo Almeida</div>
</div>
<p> </p>
<p>A escola é uma organização que sempre precisou mostrar resultados – o aprendizado dos alunos. Porém nem sempre eles são positivos. Para evitar desperdício de esforços e fazer com que os objetivos sejam atingidos ano após ano, sabe-se que é necessária a presença de gestores que atuem como líderes, capazes de implementar ações direcionadas para esse foco. A concepção de que a liderança é primordial no trabalho escolar começou a tomar corpo na segunda metade da década de 1990, com a universalização do ensino público. A formação e a atuação de líderes, até então restritas aos ambientes empresariais, foram adotadas pela Educação e passaram a ser palavra de ordem para enfrentar os desafios. <br />
Na comunidade escolar, é recomendável que essa liderança seja exercida pelo diretor. Mas a educadora paranaense Heloísa Lück, diretora educacional do Centro de Desenvolvimento Humano Aplicado (Cedhap), em Curitiba, e consultora do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), vai além. Ela defende o estímulo à gestão compartilhada em diferentes âmbitos da organização escolar. Onde isso ocorre, diz ela, nasce um ambiente favorável ao trabalho educacional, que valoriza os diferentes talentos e faz com que todos compreendam seu papel na organização e assumam novas responsabilidades.</p>
<p>Doutora em Educação pela Universidade Columbia e pós-doutora em Pesquisa e Ensino Superior pela Universidade George Washington, ambas nos Estados Unidos, Heloísa falou a NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR sobre as ações necessárias para o exercício da liderança. Segundo ela, o primeiro passo é tornar claros os objetivos educacionais da escola. Só assim as expectativas dos profissionais com relação à Educação permanecem elevadas, contribuindo para a construção do que ela chama de “comunidade social de aprendizagem”. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Quando o conceito de liderança, antes restrito ao âmbito empresarial, migrou para a Educação?</strong> </span></strong><br />
<strong>HELOÍSA LÜCK</strong> Há algumas décadas, o ensino público era destinado a poucos e orientado por um sistema administrativo centralizador. Nesse modelo, a qualidade era garantida com mecanismos de controle e cobrança. A sociedade mudou e passou a exigir a Educação para todos. Com isso, o ser humano se tornou o elemento-chave no desenvolvimento das organizações educacionais, tanto como alvo do trabalho educativo como na condução de processos eficientes e bem-sucedidos. <br />
É nesse contexto que surgiu a necessidade de haver uma ou mais pessoas para dirigir as ações que encaminham a escola para a direção desejada. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Como diferenciar uma escola que conta com essas pessoas de outra que não tem?</strong> </span></strong><br />
<strong>HELOÍSA</strong> É fácil perceber isso. Onde não existe liderança, o ritmo de trabalho é frouxo e não há a mobilização para alcançar objetivos de aprendizagem e sociais satisfatórios. As decisões são orientadas basicamente pelo corporativismo e por interesses pessoais. Geralmente, são instituições cujos estudantes apresentam baixo desempenho. Além dessas características, há outras menos visíveis, mas que têm grande impacto. Uma estrutura de gestão debilitada contribui para a formação de pessoas indiferentes em relação à sociedade. É alarmante observar como os apelos destrutivos estão cada vez mais fortes, com os jovens se envolvendo em arruaças e gangues e usando drogas. Isso se dá pela absoluta falta de modelos. A escola deveria oferecê-los, pois é a primeira organização formal, depois da família, que as crianças conhecem. Sem a canalização de esforços para que a aprendizagem ocorra e haja melhoria e desenvolvimento contínuos, o ambiente escolar se torna deseducativo. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>É possível aprender a liderar?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> Com certeza. Existem indivíduos que despontam naturalmente para exercer esse papel e certamente o farão se o ambiente favorecer. Mas mesmo eles precisam de orientação para empregar essa habilidade e toda a energia em nome do bem coletivo. Trata-se de um exercício associado à consciência de responsabilidade social. Onde a gestão é democrática e participativa, há a oportunidade de desenvolver essa característica em diversos agentes. Somente governos e organizações autoritários e centralizadores não permitem isso. E a escola, é claro, não deve ser assim. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial">Quais são as principais características de um líder? <br />
</span>HELOÍSA</strong> Geralmente, é uma pessoa empreendedora, que se empenha em manter o entusiasmo da equipe e tem autocontrole e determinação, sem deixar de ser f lexível. É importante também que conheça os fundamentos da Educação e seus processos – pois é desse conhecimento que virá sua autoridade –, que compreenda o comportamento humano e seja ciente das motivações, dos interesses e das competências do grupo ao qual pertence. Ele também aceita os novos desafios com disponibilidade, o que influencia positivamente a equipe. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Que questões do cotidiano costumam assustar o gestor que é líder de sua comunidade?</strong> </span></strong><br />
<strong>HELOÍSA</strong> Os dirigentes que desenvolveram as competências de liderança nunca se deixam paralisar diante dos desafios. Os que não as têm, contudo, se sentem imobilizados diante de pessoas que resistem às mudanças, sobretudo aquelas que manifestam de forma mais veemente seu incômodo com situações que causam <br />
desconforto. Em vez de colocar energia em atividades burocráticas e administrativas, fazendo fracassar os propósitos de criação de uma comunidade de aprendizagem, cabe aos gestores – e a todos os educadores, na verdade – promover o entendimento de que as adversidades são inerentes ao processo educacional. O enfrentamento delas implica o desenvolvimento da compreensão sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o modo como o desempenho individual e coletivo afeta as ações da organização. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial">O diretor deve ser o principal orientador das diretrizes da escola? <br />
</span>HELOÍSA</strong> Sim. Mas, apesar disso, essa atuação não deve ser exclusividade dele. A escola precisa trabalhar para se tornar ela própria uma comunidade social de aprendizagem também no quesito liderança, tendo em vista que a natureza do trabalho educacional e os novos paradigmas organizacionais exigem essa habilidade. Para que isso aconteça, é primordial a atuação de inúmeras pessoas, mediante a prática da coliderança e da gestão compartilhada. Em vista disso, atuar como mentor do desenvolvimento de novas lideranças na escola é uma das habilidades fundamentais para um diretor eficiente. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Como funciona uma gestão escolar compartilhada?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> Podemos falar em níveis ou abrangências. Num primeiro nível, ela se circunscreve à equipe central, geralmente formada pelo diretor, o vice ou o assistente de direção, o coordenador ou o supervisor pedagógico e o orientador educacional. Nesse âmbito, é necessário praticar a coliderança, ou seja, uma liderança exercida em conjunto e com responsabilidade sobre os resultados da escola. Para isso, é importante haver um entendimento contínuo entre esses profissionais. Num sentido mais amplo, a gestão compartilhada envolve professores, alunos, funcionários e pais de alunos. É uma maneira mais aberta de dirigir a instituição. Para isso funcionar, é preciso que todos os envolvidos assumam e compartilhem responsabilidades nas múltiplas áreas de atuação da escola. Num contexto como esse, as pessoas têm liberdade de atuar e intervir e, por isso, se sentem à vontade para criar e propor soluções para os diversos problemas que surgem, sempre no intuito de atingir os objetivos da organização. Estimula-se assim a proatividade. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>O que é uma escola proativa?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> A proatividade corresponde a uma percepção de si próprio como agente capaz de iniciativas e, ao mesmo tempo, responsável pelo encaminhamento das condições vivenciadas. Uma escola pró-ativa é aquela que age com criatividade diante dos obstáculos, desenvolvendo projetos específicos para as comunidades em que atua, de modo a ir além da proposta sugerida pelas secretarias de Educação. O contrário da pró-atividade é a reatividade, que está associada à busca de justificativas para as limitações de nossas ações e de resultados ineficazes. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>A liderança também pode ser desenvolvida nos alunos?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> A liderança é inerente à dinâmica que envolve ensino e aprendizagem. Afinal, no jogo da Educação, os protagonistas são os estudantes. Além de oferecer ensino de qualidade, é obrigação da escola fazer com que eles se sintam parte integrante do processo educacional e participantes de uma comunidade de aprendizagem, o que só se consegue com uma metodologia participativa, sempre sob a orientação do professor. Os jovens sempre se mostram colaboradores extraordinários nas escolas em que lhes é dada essa oportunidade, podendo assumir papéis importantes inclusive na gestão e na manutenção do patrimônio escolar, nas relações da família com a escola e dessa com a comunidade. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>A equipe de gestão escolar, então, deve sempre ser orientada por princípios democráticos?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> A liderança pressupõe a aceitação das pessoas com relação a uma influência exercida. Ela corresponde, portanto, a uma prática que depende muito da democracia para ser bem-sucedida. O diretor que faz com que os professores cheguem às aulas no horário, pois do contrário sofrerão descontos, influencia o comportamento deles no âmbito administrativo. Contudo, no momento em que ele deixa de impor a pena, tudo volta à condição inicial. Já o gestor que leva a equipe a compreender como a pontualidade contribui para a melhoria do trabalho alcança resultados perenes, que são incorporados naturalmente. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Certamente, atitudes autoritárias não cabem em relações de trabalho assim estabelecidas.</strong> </span></strong><br />
<strong>HELOÍSA</strong> É importante destacar a diferença entre ter autoridade e ser autoritário. Todo profissional deve ter autoridade para o exercício de suas responsabilidades. E em nenhuma profissão ela é <br />
conseguida pelo cargo, mas pela competência. Já o autoritarismo é constituído pelo comando com base na posição ocupada pela pessoa que, não tendo a devida competência, determina e obriga o cumprimento de tarefas sem fazer com que os envolvidos compreendam adequadamente os processos e as implicações envolvidos na realização do trabalho. Quando identifica essa situação, a tendência da equipe é passar a agir sem comprometimento, gerando um ambiente de trabalho proforma, cujos resultados são sempre menos efetivos do que poderiam ser. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>O diretor pode ser avaliado por seus pares para saber se está fazendo uma boa gestão?</strong> </span></strong><br />
<strong>HELOÍSA</strong> Nenhuma ação desenvolvida na escola está isenta de avaliação, que é a base para a definição de planos de ação e de programas de formação em serviço. É importante destacar, no entanto, que não são as pessoas que são avaliadas, mas o desempenho delas, que é circunstancial e mutável. A liderança é situacional e, por isso, é essencial desenvolver instrumentos específicos para cada contexto a ser avaliado. Para que o processo se efetive, portanto, é interssante que as fichas de avaliação da liderança sejam preenchidas por todos os membros da comunidade escolar – professores, alunos, pais e demais funcionários. </p>
<p><strong><span class="Destaque-Arial"><strong>Como dirigir uma escola para que ela melhore continuamente?</strong></span></strong> <br />
<strong>HELOÍSA</strong> O segredo é nunca ficar satisfeito com o que já foi conseguido. A satisfação leva à acomodação, o que deixa o gestor impossibilitado de perceber perspectivas para alcançar novos patamares. É muito comum ouvir diretores dizendo, em cursos de formação, “isso eu já faço” ou “isso a minha escola já tem”. Fica evidente que, contente com a situação posta, vai ser difícil ele se mobilizar para qualquer mudança. É preciso ter cuidado, pois os processos educacionais são complexos e sempre há desdobramentos novos a desenvolver. Resultados e competências podem sempre melhorar.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova Escola Gestão Escolar]]></title>
<link>http://paulanadal.wordpress.com/2009/04/13/nova-escola-gestao-escolar/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:01:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulanadal</dc:creator>
<guid>http://paulanadal.wordpress.com/2009/04/13/nova-escola-gestao-escolar/</guid>
<description><![CDATA[  Capa da primeira edição de Nova Escola Gestão Escolar     Toda vez que eu escrevo para a Nova Esco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<div id="attachment_156" class="wp-caption aligncenter" style="width: 237px"><img class="size-medium wp-image-156" title="nova_escola_ge" src="http://paulanadal.wordpress.com/files/2009/04/nova_escola_ge.jpg?w=227" alt="Capa da primeira edição de Nova Escola Gestão Escolar" width="227" height="300" /><p class="wp-caption-text">Capa da primeira edição de Nova Escola Gestão Escolar</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Toda vez que eu escrevo para a Nova Escola sinto gosto de infância e um orgulho muito grande em poder colaborar para uma publicação que tanto influenciou minha formação. </p>
<p>Hoje chega às bancas de todo o país a revista bimestral Nova Escola Gestão Escolar, para a equipe diretiva (diretor, coordenadores pedagógicos e supervisores, especialmente). Dois textos meus foram publicados nesta primeira edição: uma entrevista com a educadora curitibana (juro que não puxei a sardinha para o estado natal) Heloísa Lück, e um projeto institucional muito bem sucedido em uma escola municipal de Santo André, que revolucionou os hábitos de leitura e escrita dos alunos e de toda a comunidade. Vale a pena conferir!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Menino, quer equilibrar um livro?]]></title>
<link>http://maisquelinguagem.wordpress.com/2009/04/02/menino-quer-equilibrar-um-livro/</link>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:26:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Talita</dc:creator>
<guid>http://maisquelinguagem.wordpress.com/2009/04/02/menino-quer-equilibrar-um-livro/</guid>
<description><![CDATA[De camiseta do São Paulo (sim, minha gente, nada de Timão), ele às 9h34 em ponto dessa quinta 2 de a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-200" title="72249369_1b84070753" src="http://maisquelinguagem.wordpress.com/files/2009/04/72249369_1b84070753.jpg?w=194" alt="72249369_1b84070753" width="194" height="300" /><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:EN-US; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:72.0pt 90.0pt 72.0pt 90.0pt; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span>De camiseta do São Paulo (sim, minha gente, nada de Timão), ele às 9h34 em ponto dessa quinta 2 de abril reluzia seis bolas de prata de mentira nas duas mãos – não muito maiores que as minhas. Os cinqüenta e três pêlos no bigode recém nascido ainda não davam o esperado ar de homem, másculo, senhor. Para sua frustação, faziam-no mais menino-adolescente ainda.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>As duas mãos, os dois olhos e as seis bolas de prata de mentira exercitavam acrobacias entre a inércia dos carros no semáforo da Vital. Bem, ali, ao lado da futura frustrada estação. “Se eu tivesse cinqüenta centavos, estivesse de carro e com os vidros abertos &#8230;”, pensei.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O jornalista da Revista Nova Escola (que também é um dos fundadores do Projeto Redigir da ECA), Rodrigo Ratier, tem carro com vidros abertos. Mas substituiu os centavos por livros, nessa sentença e ocasião. Em <a href="http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/221-retrato.shtml" target="_blank">matéria</a> na edição desse mês, ele conta que pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, divulgada ano passado, revelou que apenas 15% dos moradores de rua do Brasil nunca estudaram. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Para comprovar isso, Ratier narra a reação de um vendedor de balas de 20 anos ao saber que ao invés de dinheiro, ele daria um livro: </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><span>“- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.<br />
Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. </span><span>Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa (…)” </span></p>
<p class="MsoNormal">
</blockquote>
<p class="MsoNormal"><span>Não sei se o menino das bolas reluzentes de prata de mentira algum dia cruzou com Ratier. Só sei que hoje, após finalizar o espetáculo com um incrível rodopio de equilíbrio, guardou as seis na palma da mão e estendeu uma caixa com jeitão de cofrinho em papel de presente rosa-azul bebê. Deve ter ganhado uns sessenta centavos. Nenhum livro. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Quando eu tiver meu carro (e perder o medo do transito), vou parar todo dias as 9h34 em ponto ao lado da futura frustada estação. Para pagá-lo com um livro. </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Por enquanto, nenhuma ideia de qual. Você tem alguma sugestão?<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A nova escola pública é um hino ao velho fordismo]]></title>
<link>http://blogdaformacao.wordpress.com/2009/02/09/a-nova-escola-publica-e-um-hino-ao-velho-fordismo/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 00:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vitorino Seixas</dc:creator>
<guid>http://blogdaformacao.wordpress.com/2009/02/09/a-nova-escola-publica-e-um-hino-ao-velho-fordismo/</guid>
<description><![CDATA[A nova escola pública que está a emergir é uma farsa. Tornou-se um território deveras movediço, onde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A nova escola pública que está a emergir é uma farsa. Tornou-se um território deveras movediço, onde]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeiro dia de aula.]]></title>
<link>http://kirscheforvixens.wordpress.com/2009/02/04/primeiro-dia-de-aula/</link>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 23:33:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Schimerys Baal</dc:creator>
<guid>http://kirscheforvixens.wordpress.com/2009/02/04/primeiro-dia-de-aula/</guid>
<description><![CDATA[Nesta segunda feira foi o primeiro dia de aula do Josh na escola Brasil Novo.  Eu gostava da antiga ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Nesta segunda feira foi o primeiro dia de aula do Josh na escola Brasil Novo.  Eu gostava da antiga escola,  mas não gostava da diretora ela não parecia se importar muito com os pais. </em></p>
<p><em>Então segunda fomos deixar o Joshua as 12:30, as professoras dele ainda não haviam chegado e para não laga-lo logo no primeiro dia ficamos ate elas chegarem conversamos com a diretora o marido dela, e as duas professoras, todos são bons, prestativos bem educados e pelo visto realmente gostam do que fazem!</em></p>
<p><em>Pensam que ele chorou quando demos tchau? hahha. Ele virou as costas e continuou brincando com os coleguinhas! </em></p>
<p><em>Kew foi busca-lo, e a professora logo passou a ficha completa de como foi o dia do Josh, brincou dormiu, fez muita bagunça, na hora que os palhaços chegaram, correu estourou os baloes da decoração Oo. e uma menina já se engraçou com ele, quando kew viu a menina ja estava pulando nos braços do JK. abraçando e beijando e ele correndo para nao ser amassado, literalmente por ela, a menina e uma fofura, tem 1 ano e 8 meses mais baixinha que o Jk.  mas eles já estão se dando bem.</em></p>
<p><em>Na terça feira o Josh ja voltou com tarefinha, eu achei uma graça, quando deu 18:30 fomos todos ao supermercado comprar uma caixa de giz de cera para o JK. fazer a tarefa, pintar uma formiga!</em></p>
<p><em>Foto? Claro que tirei mas só irei postar no fim de semana, porque assim eu posso postar todas as obras de arte do pequeno!</em></p>
<p><em>Hoje graças não choveu e pude ir busca-lo junto com o Kewber.</em></p>
<p><em></em></p>
<p><em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["COROMINES 2011" AL PARLAMENT]]></title>
<link>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/12/01/coromines-2011-al-parlament/</link>
<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 22:55:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>escola coromines</dc:creator>
<guid>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/12/01/coromines-2011-al-parlament/</guid>
<description><![CDATA[El diumenge dia 30 de novembre, mestres i pares de l&#8217;escola vàrem anar a la manifestació en co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El diumenge dia 30 de novembre, mestres i pares de l&#8217;escola vàrem anar a la manifestació en contra de la LEC. Vàrem aprofitar per enfundar-nos els nostres barrets reivindicatius, per tal de que s&#8217;escoltés la nostra veu.</p>
<p> <img class="aligncenter size-full wp-image-340" title="000-coromines_al_parlament_1" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/12/000-coromines_al_parlament_1.jpg" alt="000-coromines_al_parlament_1" width="500" height="375" /></p>
<p><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/12/0-coromines_al_parlament_301.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-341" title="0-coromines_al_parlament_301" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/12/0-coromines_al_parlament_301.jpg" alt="0-coromines_al_parlament_301" width="500" height="375" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL COROMINES EN LA AUDIENCIA PÚBLICA (Por Inma García Altemir)]]></title>
<link>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/11/15/el-coromines-en-la-audiencia-publica-por-inma-garcia-altemir/</link>
<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 21:25:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>escola coromines</dc:creator>
<guid>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/11/15/el-coromines-en-la-audiencia-publica-por-inma-garcia-altemir/</guid>
<description><![CDATA[  El lunes 10 de noviembre a las 19 h. tuvo lugar la Audiencia Pública 2008 en la que se presentaba ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/dscf8185.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-293" title="dscf8185" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/dscf8185.jpg" alt="dscf8185" width="500" height="375" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">El lunes 10 de noviembre a las 19 h. tuvo lugar la Audiencia Pública 2008 en la que se presentaba el programa de actuación municipal y el presupuesto para el 2009. Los padres y madres de los alumnos del CEIP Joan Coromines decidimos asistir a dicha audiencia para plantear ante el equipo político y técnico del ayuntamiento de Mataró nuestro descontento y malestar por la demora en la construcción del nuevo colegio. A modo reivindicativo<span>  </span>decidimos acudir a dicha audiencia con un gorro cuyo eslogan era “L ´Escola<span>  </span>Coromines el 2011”, que fue lo que se nos prometió originalmente allá por el 2007. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">Yo, por motivos familiares llegué tarde a dicha audiencia y no sabía con lo que me iba a encontrar, si estaríamos muchos o pocos, con gorros o sin ellos y cual fue mi ilusión, al entrar y ver todo un grupo de personas afines al fondo de la sala con sus gorritos del Coromines, todos a una. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">Nada más llegar comenzó el turno de preguntas con cinco personas<span>  </span>en cada uno de ellos. Finalmente hubo tres turnos a lo largo de toda la audiencia pública. Uno de los nuestros, Isaac, participó en el primer turno en quinto lugar, tras una soporífera e interminable intervención de preguntas. Se le notaba algo nervioso pero expuso su pregunta clara y brevemente, lo cual creo que sirvió para despertar a los allí presente acostumbrados a oir largos discursos para plantear sus demandas. Ésta era la pregunta en cuestión:<span>          </span>“ ¿Por qué no se dedicaba una partida presupuestaria en la “ Llei de Barris” para la construcción de nuestro futuro colegio, cuando según lo que nos prometieron debería de aparecer ?”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">En el segundo turno no fuimos elegidos ya que había demasiadas personas y tuvimos que esperar un eterno paso del tiempo para que llegara la tercera ronda de preguntas. María , mamá del cole pero que venía en representación de otra asociación, nos hizo una breve presentación y anunció<span>  </span>la futura intervención que se iba a hacer sobre nuestro colegio. Ésto, hizo que se oyera nuestro colegio por partida doble en el<span>  </span>tercer y último turno. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">Remarcar que, en todo momento mantuvimos nuestros bonitos sombreros en nuestras orgullosas cabezas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/dscf8189.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="dscf8189" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/dscf8189.jpg" alt="dscf8189" width="500" height="375" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">Finalmente Jordi hizo nuestra segunda y última pregunta que englobó un remix de cuestiones. Expuso claramente la promesa de un edificio nuevo a partir de 2011 que aparece en la publicación de matrículas oficiales 2007 y 2008, que anualmente publica el Organismo Municipal d´educació (Figueretas), remarcó nuestro desacuerdo de estar divididos en dos edificios “transitoriamente” y la situación de incertidumbre en que se encuentra la construcción del nuevo edificio, dependiendo de loterías de promotores y futuras expropiaciones.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;">Las respuestas del equipo de gobierno fueron evasivas y como siempre barriendo para casa, pero creo que por lo menos conseguimos hacernos ver y notar, que el resto de asociones y vecinos de Mataró que allí estaban presentes, conocieran la situación en la que nos encontramos los alumnos, padres de alumnos y profesores del colegio Joan Coromines. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"><!--more--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/dscf8188.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="dscf8188" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/dscf8188.jpg" alt="dscf8188" width="375" height="500" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Helvetica;"><span style="font-size:small;"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/dscf8184.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-296" title="dscf8184" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/dscf8184.jpg" alt="dscf8184" width="500" height="375" /></a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESCOLES PREFABRICADES]]></title>
<link>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/11/07/escoles-prefabricades/</link>
<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 13:13:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>escola coromines</dc:creator>
<guid>http://escolacoromines.wordpress.com/2008/11/07/escoles-prefabricades/</guid>
<description><![CDATA[Durant la darrera assemblea, es va parlar d&#8217;una escola prefabricada, construïda a l&#8217;Hosp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Durant la darrera assemblea, es va parlar d&#8217;una escola prefabricada, construïda a l&#8217;Hospitalet en només 2 mesos. Per als que no coneguéssiu la notícia, la rescatem per al bloc juntament amb </em><a href="http://www.elperiodico.cat/default.asp?idpublicacio_PK=46&#38;idioma=CAT&#38;idtipusrecurs_PK=7&#38;idnoticia_PK=555562"><em>l&#8217;enllaç directe </em></a><em>al diari</em> El Periódico de Catalunya<em>.</em></p>
<div id="fuenteDeLaNoticia">JORDI CASABELLA<br />
BARCELONA</div>
<p>Els mals que comporta la inesperada arribada d&#8217;alumnes als centres escolars de la xarxa pública que estan plens a vessar obtenen un ràpid alleujament quan compten amb espai disponible per ubicar un nou edifici que convisqui amb l&#8217;existent. El CEIP Pep Ventura de l&#8217;Hospitalet de Llobregat n&#8217;és una viva mostra. A finals del mes d&#8217;abril es va redactar un projecte d&#8217;ampliació que doblava la seva capacitat; a primers del mes de juliol es van iniciar les obres de fonamentació, i el 15 de setembre l&#8217;alumnat va ocupar les noves estances. La Conselleria d&#8217;Educació aconseguia, per primera vegada, aixecar un edifici escolar en poc més de dos mesos.</p>
<div id="attachment_279" class="wp-caption alignnone" style="width: 260px"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/ceip-pep-ventura02.jpg"><img class="size-full wp-image-279" title="ceip-pep-ventura02" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/ceip-pep-ventura02.jpg" alt="CEIP  Pep Ventura" width="250" height="136" /></a><p class="wp-caption-text">CEIP Pep Ventura</p></div>
<p>SISTEMA DESMUNTABLE<br />
Altres poblacions de l&#8217;àrea metropolitana de Barcelona, com Santa Coloma de Gramenet, on la sobreocupació de les aules ha agreujat en les últimes setmanes el malestar del professorat, aspiren ara a beneficiar-se d&#8217;aquest sistema constructiu a base de mò- duls que s&#8217;acoblen per convertir-se en un edifici estable i que, si la situació ho requereix, és desmuntable.<br />
L&#8217;escola Pep Ventura, situada al barri de Collblanc-la Torrassa, en una de les zones on es concentra una quantitat més alta d&#8217;immigrants estrangers, disposa d&#8217;una nova línia (nou classes addicionals ) des que va començar el curs. Dels 230 alumnes, atesos per 18 mestres, que van finalitzar les classes al mes de juny, ha passat a comptar amb 365 nens a càrrec de 30 docents. Però la xifra de matriculats augmenta cada dia. Més de la meitat de les famílies procedeixen de l&#8217;estranger, preferentment de Llatinoamèrica.<br />
La clau per entendre aquest <em>miracle</em> constructiu, que els ha dotat d&#8217;11 noves aules que ocupen gairebé 1.000 metres quadrats i estan distribuïdes en tres plantes amb ascensor, a més a més d&#8217;un gimnàs d&#8217;estrena, consisteix en el pati de 7.500 metres quadrats del qual disposaven. Una escola veïna, el CEIP Màrius Torres, per exemple, ha hagut de basar en canvi la seva ampliació en l&#8217;enderrocament de l&#8217;edifici existent per poder construir-ne un de nou al seu lloc i, mentrestant, recórrer als habituals <em>barracons</em>.<br />
La directora del Pep Ventura, Montserrat Sancho, només veu avantatges en aquestes noves instal.lacions. &#8220;Les aules són àmplies, tenen molta llum, vénen equipades amb un sistema de ventilació innovador que renova l&#8217;aire periòdicament i un d&#8217;aïllament de la temperatura exterior&#8221;, va explicar abans que una visita d&#8217;aquest diari al flamant edifici permetés corroborar les seves paraules. Té un sol dubte, el mateix que potser frenarà Educació abans de formalitzar nous encàrrecs: ¿com envellirà?</p>
<div id="attachment_278" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://escolacoromines.files.wordpress.com/2008/11/ceip-pep-ventura01.jpg"><img class="size-full wp-image-278" title="ceip-pep-ventura01" src="http://escolacoromines.wordpress.com/files/2008/11/ceip-pep-ventura01.jpg" alt="CEIP Pep Ventura" width="250" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">CEIP Pep Ventura</p></div>
<div class="mceTemp">COMANDES INDUSTRIALITZADES<br />
La conselleria va començar fa uns quants anys a fer comandes de construccions industrialitzades amb garanties de qualitat per escurçar els temps d&#8217;edificació, però fins ara l&#8217;empresa subministradora no havia reduït mai els terminis fins a l&#8217;extrem d&#8217;invertir menys de cinc mesos entre el desenvolupament i l&#8217;execució del projecte.<br />
De fet, els responsables de l&#8217;ampliació del CEIP Pep Ventura, l&#8217;empresa asturiana Imasa-Modultec, va ser guardonada el 2007 pel Col·legi d&#8217;Aparelladors de Catalunya per l&#8217;innovador sistema usat per aixecar els 3.000 metres quadrats edificats del CEIP Garigot, de Castelldefels, on s&#8217;han utilitzat idèntiques tècniques constructives.<br />
Begoña López Ferrer, directora de contractació de Modultec, assegura que aquest tipus de construccions gaudeixen de les mateixes garanties que les convencionals i que no envelleixen pitjor que elles. Confessa que ara mateix no tenen més comandes de la Generalitat i que, encara que la producció de la seva empresa és limitada, són capaços d&#8217;atendre fins a una vintena d&#8217;encàrrecs anuals.<br />
Sancho, la directora del Pep Ventura, relata amb sorpresa com les aules van arribar a cavall de camions tràiler que van requerir l&#8217;adopció de talls i mesures excepcionals de trànsit. I com, a finals de juliol, quan se&#8217;n va anar de vacances, no donava crèdit a la promesa que, al tornar els nens a les aules, les obres haurien acabat. Tampoc oblida les gestions desesperades d&#8217;última hora per poder contractar una empresa que, en qüestió d&#8217;hores, portés a terme una &#8220;neteja d&#8217;impacte&#8221; de les instal·lacions i es fes càrrec de la mudança, de moure el nou i el vell mobiliari d&#8217;una banda a l&#8217;altra del centre.</div>
<p>EL COST DE L&#8217;OBRA Educació assenyala que ha invertit 1,8 milions d&#8217;euros en les obres. Erigir una escola d&#8217;una línia (nou aules) pel procediment tradicional costa 4 milions i 25 mesos, dels quals 18 s&#8217;inverteixen en el procés constructiu. Aparentment tot són, doncs, avantatges.<br />
L&#8217;alcalde de Santa Coloma de Gramenet, Bartomeu Muñoz, va anunciar dies enrere que tres centres públics de la població disposarien, al començament del curs vinent, d&#8217;una ampliació com la portada a terme al CEIP Pep Ventura de l&#8217;Hospitalet. No obstant, un portaveu d&#8217;Educació va afirmar ahir no tenir constància que s&#8217;hagi arribat a un compromís d&#8217;aquestes característiques.</p>
<p><em>Noticia publicada a El Periódico de Catalunya el 24 d&#8217;octubre de 2008.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulo Freire é o mentor da Escola 2.0]]></title>
<link>http://nepo.com.br/2008/10/23/paulo-freire-e-o-mentor-da-educacao-20/</link>
<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 11:36:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
<guid>http://nepo.com.br/2008/10/23/paulo-freire-e-o-mentor-da-educacao-20/</guid>
<description><![CDATA[Li, a partir da Sandra Alves da Cruz, a discussão sobre o resgate de Paulo Freire.  A polêmica foi p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Li, a partir da <a rel="external nofollow" href="http://adoteessaideia.blogspot.com/">Sandra Alves da Cruz</a>, a<a href="http://adoteessaideia.blogspot.com/2008/10/impresses-sobre-o-encontro-paulo-freire.html"> discussão sobre o resgate de Paulo Freire.</a> </p>
<p>A polêmica foi provocada por uma matéria na Veja sobre qualidade da Educação, na qual criticam os professores por gostarem de Che Guevara e citarem Paulo Freire. </p>
<p><img class="alignnone" title="Paulo Freire" src="http://www.uesb.br/ascom/noticias/imagens/Paulo%20Freire.jpg" alt="" width="123" height="123" /></p>
<p>O problema é: se quisermos começar a discussão sobre a Escola 2.0 seria ótimo reler Paulo Freire com um novo olhar.</p>
<p>É bem verdade, a meu ver, que não se pode ler Freire sem &#8220;dar um desconto&#8221; do em torno de sua visão política da época, o momento histórico, a radicalização do processo em que viveu.</p>
<p>Mas se você analisar, por exemplo, a Pedagogia do Oprimido, que encomendei na Estante Virtual há cerca de seis meses, quando procurava interlocutores para pensar uma nova forma de dar aulas, podemos encontrar ali a procura de um novo tipo de professor, de escola, de educação, que agora, se torna mais viável com a Web, daquilo que estamos pensando: a Escola 2.0.</p>
<p>No livro, o oprimido pode ter, e teve, uma leitura ao pé da letra, daquele que é explorado pelo capitalismo selvagem, mas nos permite hoje outra leitura mais ampla da condição perene de qualquer ser humano. </p>
<p>O oprimido, a meu ver, é todo aquele que recebe a carga de cultura, sem direito a voz,  para que se enquadre em determinados parâmetros sociais, sendo a escola ainda muito mais uma <em>formatadora de cérebros</em>, com seus currículos fechados, pouco intuitivos, não linkados entre si.</p>
<p>O que, aliás, é completamente incompatível com o futuro profissional que iremos precisar. E  vai contra as idéias das próprias empresas do que necessitam para o futuro.</p>
<p>Ou seja, meu palpilte que Paulo Freire, será relido por todo o mercado!</p>
<p>A pedagogia do oprimido pode ser aplicada assim como a procura de uma nova escola, da qual o aluno não está abaixo do professor, mas junto com este aprendendo e ensinando em um processo dialético, no qual ambas as partes se enriquecem, já que hoje a informação não está mais na gaveta, ou no livro, mas disponível em rede.</p>
<p>A diferença agora não é mais a passagem do conteúdo, mas como chegamos juntos a ele e o articulamos, colaboramos para poder fazer dele algo realmente interessante para cada um e o grupo. E que cada um consiga ter a sua voz.</p>
<p>A Web é Freiriana ao extremo, pois permite que &#8220;o sujeito se autoconfigurar responsavelmente&#8230;&#8221; possam &#8220;se re-existenciar criticamente as palavras de seu mundo, para, na oportunidade devida, saber dizer a sua palavra&#8221; (através de comentários, dos blogs, das comunidades em rede&#8230;)..&#8221;e não repetir palavras, mas a dizer sua palavra, criadora de cultura&#8221;.</p>
<p>A Escola 2.0, sim, passa por uma releitura de Paulo Freire, onde alunos e professores terão que rever o seu papel.</p>
<p>Depois falo mais sobre isso.</p>
<p>Revisei o artigo hoje 24/10/08.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova Escola - wap-site]]></title>
<link>http://fabiodefreitas.wordpress.com/2008/08/14/nova-escola-wapsite-da-revista/</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 17:28:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fábio de Freitas</dc:creator>
<guid>http://fabiodefreitas.wordpress.com/2008/08/14/nova-escola-wapsite-da-revista/</guid>
<description><![CDATA[Site da revista NOVA ESCOLA no celular.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://fabiodefreitas.files.wordpress.com/2008/08/18_wap_nova_escola_final.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-130" src="http://fabiodefreitas.wordpress.com/files/2008/08/18_wap_nova_escola_final.jpg" alt="" width="510" height="441" /></a></p>
<p>Site da revista NOVA ESCOLA no celular.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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