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	<title>nunes-correia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "nunes-correia"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:40:45 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ministro do Ambiente devolve lince à Malcata]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2009/07/11/ministro-do-ambiente-devolve-lince-a-malcata/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 08:37:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>leitaobatista</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presidente da Câmara de Penamacor, Domingos Torrão, anunciou que o Ministro do Ambiente virá a Pen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O presidente da Câmara de Penamacor, Domingos Torrão, anunciou que o Ministro do Ambiente virá a Pen]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ministro do Ambiente «secou» Lei dos Poços]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2009/06/22/ministro-do-ambiente-%c2%abseca%c2%bb-lei-dos-pocos/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 22:14:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
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<description><![CDATA[Afinal os portugueses fizeram uma interpretação incorrecta da polemicamente famosa «Lei dos Poços». ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Afinal os portugueses fizeram uma interpretação incorrecta da polemicamente famosa «Lei dos Poços». ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Lince na Malcata depende dos coelhos]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2009/06/02/lince-na-malcata-depende-dos-coelhos/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:13:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
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<description><![CDATA[O ministro do Ambiente, Nunes Correia, admitiu em declarações ao jornal «Reconquista» que a Reserva ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O ministro do Ambiente, Nunes Correia, admitiu em declarações ao jornal «Reconquista» que a Reserva ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Nunes Correia precisa de três anos para tornar REN mais clara]]></title>
<link>http://novascidadesinvisiveis.wordpress.com/2008/09/10/nunes-correia-precisa-de-tres-anos-para-tornar-ren-mais-clara/</link>
<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:06:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Dumas</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território deu recentemente uma entrevista ao Jornal de N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território deu recentemente uma entrevista ao <em>Jornal de Negócios</em>, que versou basicamente sobre o novo diploma que aprovou o regime jurídico da Reserva Ecológica Nacional (REN), o Decreto-Lei n.º 166/2008, que veio revogar o anterior Decreto-Lei n.º 93/90.</p>
<p>Segundo o ministro Nunes Correia, o novo regime apresenta uma maior clarificação acerca do que é REN e porque é que uma parcela de terreno é assim classificada, sabendo-se que existem agora orientações definidas a nível nacional.</p>
<p>Recorde-se que o anterior diploma previa também que fossem emitidas em diploma próprio quais os usos e acções compatíveis com a REN. Esse diploma apenas foi publicado 15 anos depois, sendo que este impasse administrativo levou a que a REN fosse encarada com certa hostilidade por partes dos proprietários que se viam impedidos de desenvolver os seus propósitos.</p>
<p>Nunes Correia garante que a partir de agora e dentro de três anos, tempo que o ministro prevê que deva levar o período de transição, a Reserva Ecológica Nacional estará muito melhor fundamentada. Está garantida, ainda na opinião do ministro, uma mais eficaz articulação entre os vários níveis de governação, assumindo as CCDR’s uma papel central no acompanhamento do trabalho das autarquias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Um ingrato]]></title>
<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/07/17/um-ingrato/</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 16:10:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>vascocampilho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em declarações à Lusa, o ministro do Ambiente afirmou: &#8220;Eu não falo de taxas de juro, acho que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Em declarações à Lusa, o ministro do Ambiente afirmou: <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/369676" target="_blank">&#8220;Eu não falo de taxas de juro, acho que o Banco de Portugal não tem na sua missão pronunciar-se sobre o mix energético&#8221;.</a> Um ingrato, este Nunes Correia. Afinal Vítor Constâncio só estava a <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1335739&#38;idCanal=23" target="_blank">tentar ajudar&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De novo, Energia Nuclear em Portugal]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/07/17/de-novo-energia-nuclear-em-portugal/</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 09:17:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em discussão. O aumento do preço do petróleo e de outros combustíveis dá o mote para um novo debate ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Em discussão. O aumento do preço do petróleo e de outros combustíveis dá o mote para um novo debate sobre o nuclear. As declarações do governador do Banco de Portugal deram um impulso.</p>
<p style="text-align:left;">Mas o momento político também ajuda. Nuclear: sim ou não? A velha questão voltou a estar na ordem do dia.</p>
<p>As declarações do Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, quando, a terça-feira, apresentou as previsões da instituição para a economia portuguesa, deram um impulso à discussão. Mas o preço do petróleo é a raio que dá força a este debate, com alguns políticos e empresários a defenderem o nuclear como a solução para s problema da dependência petrolífera do país e outros a dizerem que ao é por aí que passa o futuro do sector energético português. Contudo, os custos das emissões de CO2 que o sector electroprodutor está a pagar também não é alheio a tudo isto.</p>
<p>E o momento político em Portugal também ajuda. <strong>Pedro Sampaio Nunes, o responsável da Energia Nuclear de Portugal &#8211; a empresa criada, há cerca de três anos, pelo empresário Patrick Monteiro </strong>de Barros para desenvolver o projecto de uma central nuclear no País &#8211; diz que não tem dúvidas que aquele vai ser um assunto a debater na campanha eleitoral das próximas legislativas a realizar em 2009. Na sua opinião, as declarações de Vitor Constâncio são também um sinal de uma certa mudança de atitude face a este assunto dentro do próprio Partido Socialista (PS).</p>
<p> </p>
<p>Na realidade, ainda no início deste mês, a propósito da &#8220;crise&#8221; dos combustíveis, o PS sugeriu, na comissão de Assuntos Económicos da Assembleia da República, que os deputados visitassem no próximo ano parlamentar a central nuclear de Almaraz, em Espanha, e que visitassem outras unidades de produção de energia renovável. Vítor Constâncio falou da necessidade de se estudar a alternativa do nuclear como uma, entre outras, que poderá contribuir para a redução da dependência de Portugal, um problema que está a criar sérias consequências para a economia nacional. E as reacções não se fizeram esperar. Desde logo, o Governo, pela voz de Pedro Silva Pereira, Ministro da Presidência, esclareceu, que tal como o primeiro-ministro, José Sócrates,tem vindo a dizer, este assunto não faz parte da agenda do Executivo, pelo menos até ao final da legislatura. Mas o socialista João Soares acrescentou que esta deve ser uma alternativa a estudar.</p>
<p>Quem não reagiu bem foram os ambientalistas. E um dos responsáveis pela elaboração do programa do Governo para a Energia, Oliveira Fernandes, prefere pensar que Vítor Constâncio só fez &#8220;aquelas afirmações por lapso&#8221;.</p>
<p><strong>Não é só em Portugal que o nuclear está a ser discutido. </strong>Também a nível internacional a questão tem merecido a atenção de vários responsáveis do sector energético, entre os quais o director executivo da Agência Internacional para a Energia que disse, recentemente, que são precisas mais 32 centrais nucleares no mundo para se reduzir a dependência do petróleo.</p>
<p>(Diário de Notícias – Quinta-feira. 17 de Julho de 2008)</p>
<div class="snap_preview">
<h4><span style="color:#ff6600;">Central Nuclear de &#8220;Patrick&#8221; &#8211; Objectivo : Central nuclear para Portugal está prevista há 3 anos</span></h4>
<p>Em 2005, o empresário Patrick Monteiro de Barros apresentou um projecto para a construção de uma central nuclear no país, com uma potência instalada de 16OO mega-watts, a construir em sete anos.<br />
Um investimento, na altura de 3,5 mil milhões de euros. Mas que, segundo as contas mais recentes da empresa criada para o desenvolver, a Energia Nuclear de Portugal, já subiu para 4 mil milhões de euros .”</p>
<p>Porque entretanto tudo aumentou, incluindo o aço”, explicou ao DN Pedro Sampaio Nunes, o homem que fala em nome da sociedade anónima criada para o efeito.</p>
<p>O projecto, que visava ainda a recuperação das minas de urânio da Urgeiriça, permitia, segundo os seus promotores, a criação de 3OO postos de trabalho directos.</p>
<p>Na fase de construção, envolveria cerca de 3 OOO trabalhadores, explicou Pedro Sampaio Nunes. “A intenção de construir a central mantém-se e o projecto continua a ser actualizado”, assegurou aquele responsável, adiantando que a empresa já tem várias localizações estudadas, para a central, mas não as quer revelar. Agora, conclui, a central tem ainda mais condições para ser rentável.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">O que é uma central nuclear? Como Funciona?</span></strong><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fjgdgAhOzXQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/fjgdgAhOzXQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span>&#60;/</p>
<h4><span style="color:#ff6600;"><strong>Não é só em Portugal que o debate sobre o nuclear está latente.</strong></span></h4>
<p>Segundo dados coligidos pela World Nuclear Association (WNA), há neste momento onze países em vários continentes que não têm qualquer central nuclear em laboração ou construção &#8211; ou sequer decidida a nível político &#8211; mas nos quais existem projectos de viabilização futura deste género de energia. O rol dos que pretendem aderir ao nuclear civil (para produção de energia eléctrica) vai desde o Irão ao Egipto, passando pela, Indonésia, Tailândia ou Vietname. Bangladesh, Bielorrúsia e Turquia são os restantes. Portugal, até ver, não faz parte das estatísticas da WNA. Israel e Coreia do Norte são os restantes países citados pela WNA como não fazendo uso da sua capacidade nuclear para produzir electricidade. A maior parte dos países que já tem centrais produtoras de energia nuclear quer construir mais. As excepções à regra são a Espanha &#8211; que está a desactivar paulatinamente a sua rede de centrais &#8211; a Holanda e a Suécia. De resto, dos 30 países que actualmente têm centrais nucleares em funcionamento, 17 programou já a construção de uma ou várias. Nesta núcleo estão a França, Finlândia, Suíça, Eslováquia,Ucrânia, Roménia, Bulgária e Rússia, só para falar dos europeus. A eles se juntam Brasil, Argentina, Canadá, Estados Unidos, índia, Japão, Coreia do Sul, China e Paquistão.</p>
<p style="text-align:left;">Nos últimos três anos, apenas três países a nível mundial decidiram desactivar algumas das suas centrais. Trata-se da Espanha, Suécia e China.<br />
No entanto, neste último caso, as que deixaram de produzir foram substituídas por outras centrais mais modernas. Actualmente, existem no Mundo 13 novos projectos para produzir mais eficazmente energia nuclear.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Centrais nucleares em funcionamento na Europa</strong></span></p>
<h2 style="text-align:left;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/mapa-das-centrais1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/mapa-das-centrais1.jpg" alt="" width="449" height="366" /></a></h2>
</div>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Duas Opiniões - Energia Nuclear? Talvez&#8230;</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff9900;">Nuclear? Sim Obrigado!</span></strong></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/a-favor1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-290" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/a-favor1.jpg" alt="" width="450" height="313" /></a></p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Nuclear? Não Obrigado!</strong></span></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/nuclear_preview.jpg"></a><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/contra1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-291" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/contra1.jpg" alt="" width="450" height="291" /></a></p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Um icon dos anos 80!!!</strong></span></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/nuclear_preview.jpg"><img class="size-full wp-image-292" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/nuclear_preview.jpg" alt="" width="226" height="240" /></a></p>
<p> </p>
<h3>Problemas do Nuclear &#8211; Resíduos. Notícia do jornal &#8220;Expresso&#8221; de 26/7/08</h3>
<div><span style="font-size:small;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/tricastin.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-488" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/tricastin.gif?w=228" alt="" width="228" height="300" /></a>Uma boa dose de revolta e um enorme desespero. Os habitantes das aldeias e vilas à volta do sítio nuclear de Tricastin, na parte sul do vale do rio Ródano, transmitem estes sentimentos. Desalentados, os agricultores dos arredores da pequena cidade de Bolène, a 2 km de Tricastin, praguejam contra &#8220;o- monstro&#8221;, a central de tratamento de resíduos nucleares, produtora de poluição e de más notícias que ameaçam arruinar a região.</span></div>
<div><span style="font-size:small;"> </span></div>
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<p><span style="font-size:small;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/france20-20centrale20nucleaire20du20tricastin.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-487" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/france20-20centrale20nucleaire20du20tricastin.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Central Nuclear de Tricastin</p>
<p> </p>
<p>Duas fugas &#8220;acidentais&#8221; de produtos radioactivos este mês — a ultima, esta quarta-feira, contaminou &#8220;ligeiramente&#8221;, segundo as autoridades, pelo menos 100 funcionários internos e externos da fábrica — levaram os mais fleumáticos a evocar uma &#8220;série negra&#8221;.</p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/france-cote-dazur-provencev3_19522.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-489" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/france-cote-dazur-provencev3_19522.gif" alt="" width="275" height="359" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Vale do Ródano &#8211; França</p>
<div><span style="font-size:small;">Muitos habitantes da região lançam impropérios contra tudo e contra todos e falam ao Expresso com lágrimas nos olhos.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">Já foi confirmado que os lençóis freáticos estão infectados desde há vinte anos, devido aos resíduos de uma antiga fábrica militar de enriquecimento de urânio, igualmente instalada em Tricastin. &#8220;Andámos com os nossos filhos, estes anos todos, a beber e a lavar-nos com água de um poço contaminado!&#8221;, exclama Sylvie Eymard, proprietária agrícola.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">Os viticultores, os produtores de frutas e legumes e os proprietários de restaurantes e hotéis estão ameaçados de falência. &#8220;Porque a água estava conspurcada com urânio e foi proibida a rega durante um certo tempo. As cenouras, cebolas, manjericão, coentros e batatas estão enfezados&#8221;, diz Mareei Bernard, um dos 60 grandes empresários agrícolas atingidos pela poluição nuclear: &#8220;De qualquer modo, depois do que aconteceu, quem é que vai querer comprar os nossos produtos?&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">Devido à má imagem de toda a região, a cooperativa produtora do &#8220;Coteaux du Tricastin&#8221; (vinho de região demarcada) vai pedir a mudança do nome do conhecido néctar. Em Bolène (que tem 14 mil habitantes) os hotéis e os restaurantes não têm clientes. &#8220;Os turistas desapareceram!&#8221;, exclama o senhor Teixeira, bragançano e emigrante em França há 40 anos. Teixeira é dono de um pequeno café-restaurante na berma de uma estrada perto de Boléne e de Lapalud, outra das localidades que recebeu uma notificação de alerta à poluição nuclear&#8221;. O emigrante diz que as pessoas deixaram de beber água da torneira. &#8220;Os supermercados entraram em ruptura e aqui no café até o gelo para o Pastis (célebre bebida anisada, de Marselha) é feito com água mineral&#8221;, informa.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">Tal como muitos outros agricultores da região, Sylvie não tem água da companhia em casa. Chegou a lavar a louça com água engarrafada nos dias que se seguiram ao primeiro alerta — na madrugada de dia 8, quando a central lançou 74 kg de urânio, devido a uma avaria, para os rios Gaffière e Lauzon. Entretanto, a câmara de Bolène instalou-lhe à porta uma barrica com água para uso doméstico.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">As autoridades locais tentam desdramatizar a situação, dizendo que se encontra infectada apenas uma pequena zona, nas margens daqueles dois afluentes do Ródano. Mas a câmara de Bolène não afasta a hipótese de apresentar queixa em tribunal contra a Socrati (grupo Areva) que gere a central de Tricastin. &#8220;A manutenção da fábrica apresenta deficiências porque a direcção foi reduzindo ao longo dos anos os tempos e a capacida-de da manutenção&#8221;, diz uma sindicalista do sítio de Tricastin.</span></div>
<div><span style="font-size:small;">Sylvie Eymard já apresentou queixa em tribunal. Os seus poços — possui quatro na propriedade — estão todos contaminados e a ser controlados</span></div>
<p><span style="font-size:small;">diariamente. &#8220;As taxas de poluição variam diariamente, mas onde ela é sempre mais elevada e acima das taxas mínimas definidas pela lei é no depósito, certamente porque ficaram aí resíduos ao longo dos anos&#8221;, explica.</p>
<p>Jean, um francês de 8o anos de idade, que pretende instalar-se com a mulher na aprazível Cote d&#8217;Azur, dizia, nesta quarta-feira, no café do senhor Teixeira: &#8220;Tinha dois casais interessados na compra da minha casa em Bolène mas as pessoas quando ouviram as notícias, telefonaram a dizer que desistiam&#8221;.</p>
<div><span style="font-size:small;"> </span></div>
<div><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;"></p>
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<p></span></span></p>
<p style="text-align:right;"> <span style="font-size:x-small;">Daniel Ribeiro, jornal o &#8220;Expresso&#8221;, 26 de Julho de 2008</span></p>
<h2 style="text-align:left;">Ainda no Expresso</h2>
<h2 class="stTit">&#8220;Nuclear, não obrigado&#8221;, diz Nunes Correia</h2>
<h5 class="stPosTit"><!-- begin st_tag_intro -->O nuclear não é uma opção para o ministro do Ambiente. Nunes Correia considera também que as organizações ambientalistas estão aquém das expectativas. A discussão sobre a opção nuclear não está na agenda do Governo. O ministro do Ambiente tem sérias reservas sobre essa opção e diz que a aposta nas energias renováveis e o uso racional de energia são o caminho que Portugal vai seguir. Como síntese da sua posição permite o antigo slogan: &#8220;Nuclear, não obrigado&#8221;.<!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p -->&#8220;O meu ministério tem sérias reservas sobre a opção pelo nuclear. E julgamos que a discussão está deslocada no tempo&#8221;, afirma Nunes Correia.<!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p -->&#8220;A aposta nas renováveis e no uso eficiente da energia projectam-se num horizonte de, pelo menos 20 anos&#8221;, salientando que Portugal é rico em fontes de energia renovável como eólica, solar (térmica e foto-voltaica), geotérmica e biomassa.</h5>
<h5><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p -->&#8220;Além dos problemas ambientais que não estão resolvidos, embora reconheça que a tecnologia não é a mesma de há 30 anos, a questão essencial é o destino final dos resíduos radioactivos&#8221;, afirmou. &#8220;Está longe de estar resolvida. O que se faz é &#8216;varrê-los&#8217; para as profundidades da terra e do mar, mas sabemos que ficarão activos durante milhões de anos&#8221;, acrescentou.</h5>
<h5><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lyRSXIpGM2o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lyRSXIpGM2o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></h5>
<h5><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p -->Salienta também os custos escondidos apresentados pelos defensores do nuclear em matéria de ligação à rede eléctrica e desmantelamento das centrais.</h5>
<div><span style="font-size:x-small;"><!-- end st_tag_p --></span></div>
<p><span style="font-size:x-small;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
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<p><span style="font-size:x-small;"> </p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A culpa é de todos!]]></title>
<link>http://kldt1208.wordpress.com/2008/02/19/a-culpa-e-de-todos/</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 13:33:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kl@ndestino</dc:creator>
<guid>http://kldt1208.wordpress.com/2008/02/19/a-culpa-e-de-todos/</guid>
<description><![CDATA[É lamentável assistir à troca de acusações entre o ministro do Ambiente e os autarcas dos municípios]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">É lamentável assistir à troca de acusações entre o ministro do Ambiente e os autarcas dos municípios afectados pelas cheias. Cada qual &#8220;sacode a água do capote&#8221; à sua maneira, não querendo assumir responsabilidades. Pois, mas a culpa é de todos! É culpa do sr. ministro porque tem desempenhado o papel que lhe convêm, consoante as circunstâncias. Que vai do ser mais invisível, despercebido, ignorante até ao mais funesto, à frente do ministério que tutela. É culpa dos autarcas porque todos os anos se repetem as cheias, são fenómenos que ainda não se podem controlar, mas que convêm prevenir a tempo. É a política do desleixo e da falta de planeamento! Parece que de um ano para outro já se esqueçeram dos estragos e prejuízos que resultam das inundações&#8230; ou então são mesmo muito burros, pois repetem sistematicamente os mesmos erros&#8230; </p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O "amigo" do Ambiente]]></title>
<link>http://kldt1208.wordpress.com/2008/02/06/o-amigo-do-ambiente/</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 12:27:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kl@ndestino</dc:creator>
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<description><![CDATA[O ministro Nunes Correia é tudo, menos amigo do ambiente. É daqueles ministros que pouco sobressaem,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O ministro Nunes Correia é tudo, menos amigo do ambiente. É daqueles ministros que pouco sobressaem, mas se estivermos atentos, reparamos que tem tido atitudes pouco dignificantes em relação ao Ministério que tutela. Seria daqueles ministros, aquando da recente remodelação governamental, que era muito bem dispensado! Vejamos, nada faz para se opôr à co-incineração do Outão, em plena Serra da Arrábida e um dos mais belos paraísos de Portugal. Se não forem os municípios de Setúbal, Sesimbra e Palmela a tentarem impedir (pela via judicial) que a serra seja &#8220;descascada&#8221; e para que se possam travar os efeitos negativos que a co-incineração tem para o impacto ambiental daquela zona, não sei o que seria da Arrábida! Mais recentemente, veio em diversos meios de comunicação social que agora se quer construir uma barragem no Tua. Um paredão com mais de 100 metros de altura que irá inundar mais de mil hectares de terrenos, alguns agrícolas, com vinhas e olivais. Para além de condenar a linha ferroviária do Tua (única na Europa), que já merecia o título de Património Mundial. Recorde-se ainda, que esta linha sofreu obras devido ao grave acidente que ali ocorreu, e, se o projecto da barragem for por diante, os milhares ou milhões de euros que ali foram gastos nas obras, vão pelo cano abaixo&#8230; </p>
<p>Ainda hoje no jornal <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1318723">Público</a>, vem a notícia de que o Governo se prepara para retirar 744 hectares da REN na Comporta, para o Grupo Espírito Santo poder construir um megaempreendimento turístico de 12.500 hectares junto à costa atlântica.</p>
<p>Isto tudo lhe passa ao lado, ou se não lhe passa, remete-se para um cómodo silêncio&#8230; </p>
<p>Infelizmente, este ministro Nunes Correia irá ficar na História&#8230; pela medíocridade do seu empenho em prol do Ambiente!</p>
</div>]]></content:encoded>
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