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	<title>o-auto-da-compadecida &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "o-auto-da-compadecida"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:16:30 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Na reta final...]]></title>
<link>http://projetogtu.wordpress.com/2009/11/03/na-reta-final/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeanpj</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mais fotos&#8230; mais de 4 mil, especificamente. Esse foi o resultado do nosso final de semana de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais fotos&#8230; mais de 4 mil, especificamente. Esse foi o resultado do nosso final de semana de trabalho há uma semana. Num “intensivão”, o Projeto GTU fotografou as peças “Lisístrata e a greve de sexo”, “O Inspetor Geral” e “O Auto da Compadecida”. Confira:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-88" title="foto lisistrata" src="http://projetogtu.wordpress.com/files/2009/11/foto-lisistrata.jpg" alt="foto lisistrata" width="420" height="158" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-89" title="foto auto da compadecida" src="http://projetogtu.wordpress.com/files/2009/11/foto-auto-da-compadecida.jpg" alt="foto auto da compadecida" width="420" height="246" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="foto o alienista" src="http://projetogtu.wordpress.com/files/2009/11/foto-o-alienista.jpg" alt="foto o alienista" width="420" height="194" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-91" title="foto inspetor geral" src="http://projetogtu.wordpress.com/files/2009/11/foto-inspetor-geral.jpg" alt="foto inspetor geral" width="420" height="202" /></p>
<p>Agora estamos na fase de produção do livro. Novo desafio: cores, enquadramentos, páginas&#8230; texto artístico ou poético? Fotos jornalísticas ou fotoarte? Além de um grande aprendizado, um trabalho empolgante.</p>
<p>Em breve novas fotos e, por hora, dá pra adiantar uma informação importante: o lançamento do livro, com apresentação da peça “O Inspetor Geral”, está agendado para o dia 15/12, em local e horário a serem divulgados aqui. Marque na agenda que a entrada é franca.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O auto da compadecida.  João Grilo vence o cangaço!]]></title>
<link>http://melnotacho.wordpress.com/2009/10/03/o-auto-da-compadecida-joao-grilo-vence-o-cangaco/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 02:41:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>zedec</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aí está a sagacidade do nordestino, sertanejo. João Grilo venceu o cangaço. No auto da Compadecida, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aí está a sagacidade do nordestino, sertanejo. João Grilo venceu o cangaço. No auto da Compadecida, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Auto da Compadecida]]></title>
<link>http://krfilmes.wordpress.com/2009/07/22/o-auto-da-compadecida/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:18:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>krfilmes</dc:creator>
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<description><![CDATA[CINEMA NACIONAL Sinopse: As aventuras de João Grilo (Matheus Natchergaele), um sertanejo pobre e men]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2380" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://www.megavideo.com/?v=M9VRDM1G"><img class="size-full wp-image-2380" title="O Auto da Compadecida" src="http://krfilmes.wordpress.com/files/2009/07/o-auto-da-compadecida.jpg" alt="CINEMA NACIONAL" width="200" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">CINEMA NACIONAL</p></div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong><strong>Sinopse:</strong> As aventuras de João Grilo (Matheus Natchergaele), um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó (Selton Mello), o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e atravessam por vários episódios enganando a todos da pequena cidade em que vivem.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sessão: Filmes que você não pode morrer sem ver. (parte 4) - Especial Cinema Nacional]]></title>
<link>http://lfkriador.wordpress.com/2009/07/13/sessao-filmes-que-voce-nao-pode-morrer-sem-ver-parte-4-especial-cinema-nacional/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 23:53:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>luisinho</dc:creator>
<guid>http://lfkriador.wordpress.com/2009/07/13/sessao-filmes-que-voce-nao-pode-morrer-sem-ver-parte-4-especial-cinema-nacional/</guid>
<description><![CDATA[Alguns me questionaram que só coloquei filmes do cinema internacional na lista, portanto colocarei d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alguns me questionaram que só coloquei filmes do cinema internacional na lista, portanto colocarei dois clássicos nacionais que considero MUITO bons.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-168" title="central-do-brasil-poster02" src="http://lfkriador.wordpress.com/files/2009/07/central-do-brasil-poster02.jpg?w=194" alt="central-do-brasil-poster02" width="194" height="300" /><em><strong>Central do Brasil</strong></em></p>
<p><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><em></em><em>Gênero:</em> Drama<br />
<em></em><em>Ano de Lançamento (Brasil): </em>1998<br />
<em></em> <em>Estúdio:</em> Videofilmes<br />
<em>Direção:</em> Walter                Salles<br />
<em></em></span></p>
<p><em>Central do brasil divide opiniões, muitos o consideram com um dos melhores filmes nacionais , se não o melhor, outros o consideram tão bons quanto todos os outros. Em minha opinião, sem dúvidas é o melhor filme nacional (não é atoa que foi indicado ao Oscar). É um filme realista e emocionante que conta com uma atuação extremamente extraordinária de Fernanda Montenegro (apesar de não gostar dela) e com uma comovente atuação de Vinícius de Oliveira que emociona o público do começo ao fim.<br />
O filme mistura as solidões de uma velha professora aposentada (Fernand montenegro) que escreve cartas numa estação de metro para arrecadar dinheiro para sobreviver e de uma garoto que é sozinho no mundo qu e está a procura do pai que nunca antes viu (Vinícius de Oliveira). Carentes e marginalizados, os dois descobrem ao decorrer da história a força da amizade durante os tropeços que cometem. O filme mostra também a realidade do país, mostra que o país não tem respeito ao idoso, ao professor, ao aposentado. Mostra um pais onde há menores nas ruas, analfabetizados, de propinas e policia. E com todos esses elementos se fez a &#8220;Central do Brasil&#8221; um filme que é muito maior do que parece.</em></p>
<p><em><img class="alignright size-medium wp-image-169" title="auto-da-compadecida-poster01" src="http://lfkriador.wordpress.com/files/2009/07/auto-da-compadecida-poster01.jpg?w=205" alt="auto-da-compadecida-poster01" width="205" height="300" /><strong>O Auto da Compadecida</strong></em></p>
<p><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><em></em><em>Gênero:</em> Comédia<br />
<em>Ano de Lançamento (Brasil): </em>2000<br />
<em>Estúdio:</em> Globo Filmes<br />
<em>Direção:</em> Guel                Arraes<br />
<em></em><br />
</span></p>
<p><em>Definitivamente uma obra-prima do cinema nacional, ao meu ver o segundo melhor filme. Até mesmo para quem acompanhou a série de 4 episódios na televisão, a adaptação ao cinema deve ser vista e revista muitas vezes, assim como eu fiz =D. É realmente perfeita, dos atores à direção, tudo se encaixa perfeitamente, o Elenco promove um show festival de risadas com Matheus Natchergaele, interpretando João Grilo, juntamente com Selton Melo, que interpreta Chicó.<br />
A história se passa no sertão da paraíba, onde são mostradas as aventuras de João Grilo, um sertanejo mentiroso e pobre que juntamente com Chicó, seu amigo que é o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia enganando o povo da pequena cidade aonde vivem.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prestigiando o local]]></title>
<link>http://usinacomunica.wordpress.com/2009/05/29/prestigiando-o-local/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 04:30:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>júlia rambo</dc:creator>
<guid>http://usinacomunica.wordpress.com/2009/05/29/prestigiando-o-local/</guid>
<description><![CDATA[Os últimos dois finais de semana foram diferentes. Além da ‘seção movie’ de sempre, uma peça teatral]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-674" title="ficheiro-julia" src="http://usinacomunica.wordpress.com/files/2009/03/ficheiro-julia.jpg" alt="ficheiro-julia" width="500" height="126" /></p>
<p>Os últimos dois finais de semana foram diferentes. Além da ‘seção movie’ de sempre, uma peça teatral em cada sábado. Na saída de uma delas, uma colega de curso me disse que estava muito orgulhosa pelo que tinha visto. Depois fiquei pensando e, é de se ter orgulho mesmo! Primeiro, o Grupo de Teatro da Unijuí apresentou “O Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna, arrancou risos e entusiasmo do público que prestigiava o grupo aquela noite. A apresentação teve como destaque os personagens principais da peça João Grilo e Chicó, que lembraram muito a aparência e a interpretação feitas por Matheus Nachtergaele e Selton Mello, no cinema. Desde 1998 levando arte ao público da região, o Grupo de Teatro da Unijuí trabalha com acadêmicos da universidade e todos os anos faz seleção para entrada de novos atores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1334" title="foto 2" src="http://usinacomunica.wordpress.com/files/2009/05/foto-2.jpg" alt="foto 2" width="500" height="199" /></p>
<p>Já na semana passada, os pais da orgulhosa colega Râmisa, Heitor Schmidt e Daisy da Silva, trouxeram à Ijuí, a peça “La Nonna”, do grupo de teatro Abrindo Brecha. Durante três dias na cidade, a peça que vem cativando público desde 1992 foi encenada por Heitor Schmidt (Nonna), Carlos Becker (Carmelo), Jéferson Fontana (Chichio), Daisy Barella da Silva (Maria), Bernadete Borges (Anyula), Maristela Marasca (Martinha) e João França (D. Francisco). Pra quem tiver a oportunidade de ver o potencial da “Nonna”, que come até cebola e alho crus, dou um conselho: não troque a cultura do nosso estado por outro programa. Vale muito à pena prestigiar esses grupos teatrais e, principalmente, essas peças. Da próxima vez, lembre-se: cultura local, muitas vezes, pode ser melhor que qualquer ator global!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1336" title="foto 1" src="http://usinacomunica.wordpress.com/files/2009/05/foto-1.jpg" alt="foto 1" width="500" height="190" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top! Cinema Nacional]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/2008/12/11/top-cinema-nacional/</link>
<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 20:47:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/2008/12/11/top-cinema-nacional/</guid>
<description><![CDATA[Aceitando a sugestão do Ekant (sugiram, sugiram, sugiram!), top 10 dos melhores filmes tupiniquins d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Aceitando a sugestão do Ekant (sugiram, sugiram, sugiram!), top 10 dos melhores filmes tupiniquins de sempre. Primeiro nos comentários vem aqui pra cima, participem!</p>
<p><strong>Top! do Leitor:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Caio Lucas</strong></p>
<p>Meu primeiro lugar é intocável! E Os Trapalhões devem (!) ser citados em um top desses.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img181.imageshack.us/img181/2122/pagadordn7.jpg" alt="" /></p>
<p>01. O Pagador de Promessas (Anselmo Duarte, 1960)<br />
02. Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha, 1964)<br />
03. Limite (Mário Peixoto, 1931)<br />
04. O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968)<br />
05. O Homem Que Copiava (Jorge Furtado, 2003)<br />
06. Vidas Secas (Nelson Pereira dos Santos, 1963)<br />
07. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)<br />
08. Central do Brasil (Walter Salles, 1998)<br />
09. Domésticas &#8211; O Filme (Fernando Meirelles/ Nando Olival, 2001)<br />
10. O Casamento dos Trapalhões (José Alvarenga Jr., 1988)</p>
<p><strong>Tops! da Equipe:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Thiago Macêdo Correia</strong></p>
<p>Rogério Sganzerla, bastaria ele.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img296.imageshack.us/img296/3695/mulhernu0.jpg" alt="" /></p>
<p>01. A Mulher de Todos (Rogério Sganzerla, 1969)<br />
02. Sem Essa, Aranha (Rogério Sganzerla, 1970)<br />
03. Bang Bang (Andrea Tonacci, 1971)<br />
04. LavourArcaica (Luiz Fernando Carvalho, 2001)<br />
05. O Céu de Suely (Karim Ainöuz, 2006)<br />
06. São Paulo S/A (Luiz Sérgio Person, 1965)<br />
07. Deus e o Diabo na Terra do Sol (Gláuber Rocha, 1964)<br />
08. Jogo de Cena (Eduardo Coutinho, 2007)<br />
09. O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968)<br />
10. O Signo do Caos (Rogério Sganzerla, 2003)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Daniel Dalpizzolo</strong></p>
<p>Rogério Sganzerla, bastaria ele.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img178.imageshack.us/img178/7750/aranhacd6.jpg" alt="" /></p>
<p>01. Sem Essa, Aranha! (Rogério Sganzerla, 1970)<br />
02. Bang Bang (Andrea Tonacci, 1970)<br />
03. A Mulher de Todos (Rogério Sganzerla, 1969)<br />
04. São Paulo S/A (Luis Sérgio Person, 1965)<br />
05. O Signo do Caos (Rogério Sganzerla, 2003)<br />
06. O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968)<br />
07. Meteorango Kid – Herói Intergalático (André Luiz Oliveira, 1969)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/12/06/ritual-dos-sadicos-jose-mojica-marins-1970/">Ritual dos Sádicos</a> (José Mojica Marins, 1970)<br />
09. Terra em Transe (Glauber Rocha, 1967)<br />
10. Copacabana Mon Amour (Rogério Sganzerla, 1970)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Cassius Abreu</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sofro do mesmo problema da maioria (poucos filmes, a maioria da atualidade); mas basta saber procurar para ver que o cinema nacional é maravilha, maravilha. Tentei fazer menção a tudo que gosto de maneira geral (curta, delírio, sertão), mas não tinha como não botar dois Glauber, dois Salles e dois Furtado. Menção honoríssima a Mazzaropi e <em>A Carrocinha</em>, que tive de cortar para encaixar os três &#8216;adicionais&#8217; (06-08-09), digamos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img178.imageshack.us/img178/8670/tropaym6.jpg" alt="" /></p>
<p>01. Tropa de Elite (José Padilha, 2007)<br />
02. O Bandido da Luz Vermelho (Rogério Sganzerla, 1968)<br />
03. Terra em Transe (Glauber Rocha, 1968)<br />
04. Ilha das Flores (Jorge Furtado, 1989)<br />
05. Central do Brasil (Walter Salles, 1998)<br />
06. Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha, 1964)<br />
07. Cinema, Aspirinas e Urubus (Marcelo Gomes, 2006)<br />
08. Saneamento Básico, o Filme (Jorge Furtado, 2007)<br />
09. Terra Estrangeira (Walter Salles e Daniela Thomas, 1995)<br />
10. O Homem Que Virou Suco (João Batista de Andrade, 1981)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Rodrigo Jordão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Não vejo muitos filmes nacionais hoje em dia, acho que por puro preconceito mesmo. Ainda não vi esses mais cultuados como &#8220;O Céu de Suely&#8221; e &#8220;Lavoura Arcaica&#8221;, por exemplo, mas vi alguns, como o irrepreensível &#8220;Cidade de Deus&#8221;, e o ótimo &#8220;O Homem do Ano&#8221;. Mas em compensação, vi a maioria dos filmes dos Trapalhões na Sessão da Tarde, muitos Mazzaropi, e quase todas aquelas pornochanchadas fedorentas exibidas pela extinta Tv Manchete quando criança/pre-adolescente. Uma delas, inclusive, foi a responsável por minha iniciação sexual (é a hora do pessoal do Multiplot! conhecer essa mítica história hahaha). Vendo pela primeira vez como era feito o velho in-out in-out, durante as cenas mais picantes do &#8220;intrigante&#8221; (pra não dizer outra coisa) &#8220;O Olho Mágico do Amor&#8221; (do qual só lembro que tratava-se da história de uma garota interpretada pela Carla Camurati que ficava espiando por um buraquinho, atrás de um quadro, as putarias que aconteciam no quarto do outro lado), fui instigado a, naquela noite, depois do filme, perfurar uma ursinha de pelúcia da minha irmã e&#8230; pimba! Assim conheci o prazer do orgasmo. O romance durou algumas semanas até eu pegar o brinquedo de baixo da minha cama e jogar no lixo devido ao seu odor e estado de conservação lastimáveis. E só por isso, claro, merece uma honrosa menção na 10ª colocação de meu top.</p>
<p style="text-align:justify;">Na 1ª colocação está um dos filmes que mais assisti na vida, e que possui uma das trilhas sonoras mais legais de todas (colocá-lo na 1ª colocação é também uma forma de fazer uma correção pela minha imensa cagada em deixar de citá-lo no Top Trilhas Sonoras), &#8220;Os Saltimbancos Trapalhões&#8221;, filme que aliás envelheceu bem. Revi a poucos anos atrás e achei muito bem feito, até, para o nível de filmes dos Trapalhões. Destaque também para o curioso &#8220;Marcelo Zona Sul&#8221;, onde um jovem Stepan Nercessian interpreta uma espécie de Ferris Bueller brasileiro, dos anos 60, e para o muito foda &#8220;Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver&#8221; de José Mojica Marins (ainda não vi nenhum outro dele).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img176.imageshack.us/img176/5273/saltimbancospq3.jpg" alt="" /></p>
<p>01. Os Saltimbancos Trapalhões (J. B. Tanko, 1981)<br />
02. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)<br />
03. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (José Mojica Marins, 1966)<br />
04. O Homem do Ano (José Henrique Fonseca, 2002)<br />
05. Marcelo Zona Sul (Xavier de Oliveira, 1970)<br />
06. Tristeza do Jeca (Amácio Mazzaropi, 1961)<br />
07. Central do Brasil (Walter Salles, 1998)<br />
08. O Homem Que Copiava (Jorge Furtado, 2003)<br />
09. Dois Filhos de Francisco (Breno Silveira, 2005)<br />
10. O Olho Mágico do Amor (José Antônio Garcia, Ícaro Martins, 1981)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Djonata Ramos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Não tenho muito conhecimento de cinema nacional, 90% dos filmes que vi são da década vigente, bem como os meus 10 favoritos. Essa falta de conhecimento se deve muito a um certo preconceito, aliado a má vontade e preguiça &#8211; aos poucos tenho dado maior espaço ao nosso cinema, e, até tenho gostado, principalmente pelo que Jorge Furtado escreve. e o Céu de Suely é das coisas mais lindas que já vi.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img296.imageshack.us/img296/8204/cudy6.jpg" alt="" /></p>
<p>01. O Céu de Suely (Karim Aïnouz, 2006)<br />
02. Tropa de Elite (José Padilha, 2007)<br />
03. O Homem Que Copiava (Jorge Furtado, 2002)<br />
04. Cão Sem Dono (Beto Brant e Renato Ciasca, 2007)<br />
05. O Auto da Compadecida (Guel Arraes, 2000)<br />
06. Cinema, Aspirinas e Urubus (Marcelo Gomes, 2005)<br />
07. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)<br />
08. Saneamento Básico (Jorge Furtado, 2007)<br />
09. Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanzky, 2000)<br />
10. Meu Tio Matou um Cara (Jorge Furtado, 2004)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Marcelo Dillenburg</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Admito que na juventude sofri do proverbial preconceito que nós, brazilians, parecemos nutrir contra nosso cinema. Muito em função disso, a maior parte dos filmes nacionais que conheço foram lançados nos últimos dez anos, desde que Central do Brasil renovou o interesse, aqui e lá fora, pelo cinema brasileiro. Ah, e um comentário elucidativo, minha lista tem um filme por diretor, mas é pura coincidência.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img176.imageshack.us/img176/7540/tropasopahb7.jpg" alt="" /></p>
<p>01. Tropa de Elite (José Padilha, 2008)<br />
02. Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, 1976)<br />
03. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)<br />
04. Redentor (Cláudio Torres, 2004)<br />
05. Central do Brasil (Walter Salles, 1998)<br />
06. O Homem que Copiava (Jorge Furtado, 2002)<br />
07. O Auto da Compadecida (Guel Arraes, 2000)<br />
08. A Máquina (João Falcão, 2005)<br />
09. Jogo de Cena (Eduardo Coutinho, 2007)<br />
10. Mutum (Sandra Kogut, 2007)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Adney Silva</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ao contrário do que muitos podem pensar, o cinema brasileiro tem toda uma história no cinema, inclusive com um equivalente a era de ouro de hollywood (a década de 50/60, com a Atlântida e suas chanchadas). Mas, por ironia do destino, apesar de termos as mais variadas obras por aqui temos no meu top um filme de terror feito de forma totalmente indepedente, financiada pela famosa Boca do Lixo no primeiro lugar. Para entender o porquê dela estar ocupando essa posição, basta ler a minha última resenha.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="border:black 2px solid;margin:2px;" src="http://img151.imageshack.us/img151/6052/ritualgv1.jpg" alt="" /></p>
<p>01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/12/06/ritual-dos-sadicos-jose-mojica-marins-1970/">Ritual dos Sádicos</a> (José Mojica Marins, 1970)<br />
02. Ilha das Flores (Jorge Furtado, 1988)<br />
03. Lavoura Arcaica (Luiz Fernando Carvalho, 2001)<br />
04. Os Saltimbancos Trapalhões (J.B. Tanko, 1981)<br />
05. O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (Gláuber Rocha, 1969)<br />
06. Asssim Era a Atlântida (Carlos Manga, 1974)<br />
07. Ônibus 174 (José Padilha, 2002)<br />
08. Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, 1976)<br />
09. Ed Mort (Alain Fresnot, 1997)<br />
10. O Homem Que Virou Suco (João Batista de Andrade, 1981)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entre nós e o malandro]]></title>
<link>http://modernatradicao.wordpress.com/2008/11/30/entre-nos-e-o-malandro/</link>
<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 13:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>dominionerd</dc:creator>
<guid>http://modernatradicao.wordpress.com/2008/11/30/entre-nos-e-o-malandro/</guid>
<description><![CDATA[Há algo de paradoxal na nossa relação com o malandro. Melhor dizendo, com as representações simbólic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Há algo de paradoxal na nossa relação com o malandro. Melhor dizendo, com as representações simbólicas do malandro. Enquanto que, naquilo que temerariamente (depois de Baudrillard) ainda podemos chamar de &#8220;mundo real&#8221;, essa figura é vista com certo receio, como um desvio da normalidade ditada pelas leis positivas e pela moral religiosa, na mídia, ela é indubitavelmente um fator agregador de identificação e aceitação (ou, contrariando tudo isso, talvez ele seja justamente bem aceito na mídia por o ser no &#8220;mundo real&#8221;?). Há quem diga que o malandro, além de ser uma espécie de tipo-ideal do brasileiro, é uma figura constante na cultura de massa do País, seja na literatura, telenovelas, quadrinhos etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenho em mente aqui, claro, João Grilo e Chicó. Os dois parecem encarnar em si as características mais típicas da malandragem &#8211; esse &#8220;modo de navegação social&#8221;, como diria Roberto da Matta, que consiste numa certa personalização das leis positivas e morais que regem oficialmente nossa sociedade. Leis estas impessoais e, por isso mesmo, insensíveis aos dramas e à moralidade que caracterizam nosso dia-a-dia. O malandro seria uma espécie de profissional do &#8220;jeitinho&#8221;, detentor da nobre arte de saber sobreviver nas situações mais difíceis.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele é quase a materialização do famoso dilema da sociedade brasileira: o fato de vivermos numa oscilação entre leis universais que consistem no esqueleto nacional, e situações onde cada qual se salva e se despacha como pode, utilizando para isso seu sistema de relações pessoais. A malandragem e o &#8220;jeitinho&#8221; são justamente modos de enfrentar essas contradições &#8211; e o ponto, aqui, é que aqueles que conseguem enfrentá-las, como os personagens acima, são inegavelmente encarados de maneira positiva.</p>
<p style="text-align:justify;">É esclarecedor lembrar do final d&#8217;O Auto da Compadecida, quando o cangaceiro é absolvido dos seus pecados e mandado para o céu. Ele, afinal, nada mais fez que buscar meios de sobreviver numa sociedade regida por leis cruéis. Virtude que também é enfatizada com relação a João Grilo. E que consiste justamente no fator que gera a identificação no espectador. O que nos leva a indagar: o quão revelador das nossas relações sociais é essa aceitação positiva do malandro?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mentira tem perna longa]]></title>
<link>http://portamalas.wordpress.com/2008/11/10/mentira-tem-perna-longa/</link>
<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 21:08:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>lmcolucci</dc:creator>
<guid>http://portamalas.wordpress.com/2008/11/10/mentira-tem-perna-longa/</guid>
<description><![CDATA[Fui um dos 1000 e poucos felizardos que assistiram à Aula-espetáculo promovida por Ariano Suassuna. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><a href="http://portamalas.files.wordpress.com/2008/11/ariano-exposicao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-69" title="ariano-exposicao" src="http://portamalas.wordpress.com/files/2008/11/ariano-exposicao.jpg" alt="ariano-exposicao" width="169" height="183" /></a>Fui um dos 1000 e poucos felizardos que assistiram à Aula-espetáculo promovida por Ariano Suassuna. Foi uma daquelas oportunidades únicas que só eventos como a Feira do Livro de Porto Alegre proporcionam.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O autor iniciou falando sobre sua identidade com o gaúcho Simões Lopes Neto: “Ambos gostamos de mentira, mas uma mentira boa. Aquela que não prejudica ninguém.”, advertiu. Ariano seguiu explorando o tema justificando que sua vida não tem nada de muito interessante, então ele inventa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Contou sobre o “cabra” que inspirou a criação do personagem Chicó de “O Auto da Compadecida” que todos nós conhecemos. Era um mentiroso conhecido que reunia muitos em sua volta para ouvir suas histórias. Entre este narrador nordestino e os ouvintes havia um pacto de &#8221;suspensão da descrença&#8221;.<span>  </span>Certo dia um forasteiro que ouvia os relatos pela primeira vez, curioso sobre a veracidade dos fatos incríveis que acabara de escutar, perguntou: “Isso tudo é verdade?”. Pronto, foi o que bastou para o constrangimento geral. Até então, ninguém havia inquirido o contador de histórias a este respeito. Naquele momento quebrara-se o pacto da estabelecido entre narrador e ouvintes. O visitante foi posto pra fora da roda sob a revolta dos convivas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Para ilustrar definitivamente o que ele tentava explicar, contou uma última história:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Dois amigos conversavam e um pediu ao outro que lhe contasse uma daquelas suas histórias extraordinárias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O segundo concordou e logo começou o relato:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">— Certo dia eu estava em alto-mar, ja era noite, quando notei que começara a entrar água no  barco. Como o volume d’água era grande a cabine encheu-se rapidamente antes que eu pudesse reagir a embarcação foi a pique. Já totalmente submerso tentei sair pela escotilha, mas era muito pequena e percebi que não conseguiria passar. Então peguei um pote de brilhantina que eu sempre carrego comigo, me despi e passei pelo corpo todo. Assim pude escorregar pela escotilha e ganhei a imensidão do oceano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Então, quando pensava que tudo estaria resolvido, me deparei com um imenso tubarão. Foi aí que puxei da faca que trazia na cintura e&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">— Péra, aí! Você não estava nu? Como poderia estar carregando uma faca na cintura?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">— O amigo veio aqui pra ouvir uma história ou pra discutir? <span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">— indignou-se o contador.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">É daí que vem a ficção.</span></p>
<p> </p>
<div><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;">Créditos: </span></span></div>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;">A imagem que ilustra esse post foi retirada da divulgação da Exposição “Ariano Suassuna 80 &#8211; A Terra, o Altar, o Sonho”</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Conheça os projetos de Ariano Suassuna, entre eles a Aula-Espetáculo, em </span></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="color:white;font-family:Arial;"><a href="http://www.arianosuassuna.com.br/"><span style="color:white;">http://www.arianosuassuna.com.br</span></a></span></p>
<p><a href="http://www.arianosuassuna.com.br/"></a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival do Rio 2008: Sucesso de Romance]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2008/10/09/festival-do-rio-2008-sucesso-de-romance/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 16:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2008/10/09/festival-do-rio-2008-sucesso-de-romance/</guid>
<description><![CDATA[De Silvana Arantes para a Folha: Em seu novo filme, &#8220;Romance&#8221;, o diretor Guel Arraes (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" width="120" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/09/festrio2008_logo_br.jpg" align="right">De Silvana Arantes para a Folha:</p>
<blockquote><p>Em seu novo filme, &#8220;Romance&#8221;, o diretor Guel Arraes (&#8220;O Auto da Compadecida&#8221;, &#8220;Lisbela e o Prisioneiro&#8221;) faz um ensaio sobre a representação dramatúrgica do amor, recheado de ironias aos cacoetes da TV e do cinema brasileiros.</p>
<p>Na primeira exibição pública do longa, anteontem, no Festival do Rio, a platéia riu mais do que o diretor gostaria. Antes da sessão, Arraes apresentara o filme como um romance com pitadas de comédia, distinguindo-o de seus trabalhos anteriores, que são comédias com pitadas de romance. &#8220;Se vocês rirem muito, vou ficar bastante preocupado&#8221;, disse ele.</p>
<p>(&#8230;) A platéia que lotou o Cine Palácio, no centro do Rio, para ver &#8220;Romance&#8221;, , riu ruidosamente de personagens como Orlando (Vladimir Brichta). Ele é um ator que ambiciona um papel num especial de TV a ser rodado no Nordeste, mas descobre que os testes serão restritos a não-atores da região &#8211;expediente que é voga no cinema nacional recente.</p>
<p>&#8220;Passei anos da minha vida me formando como ator e vou perder a melhor chance que tive até agora porque sou ator&#8221;, conclui Orlando, que decide, então, fingir-se de sertanejo, para se submeter ao teste.</p>
<p>A escalação de Orlando para o papel termina acrescentando mais um vértice à relação do casal de protagonistas, formado pela atriz Ana (Letícia Sabatella) e pelo ator e diretor Pedro (Wagner Moura). Os dois se apaixonam durante uma montagem teatral de &#8220;Tristão e Isolda&#8221;, matriz das narrativas do amor romântico.</p>
<p>O desempenho de Ana na peça chama a atenção de Danilo, diretor geral de uma emissora de TV cuja logomarca é prateada e esférica. Danilo é interpretado por José Wilker, com entonação, gestual e tiradas sarcásticas que remetem ao diretor Daniel Filho.</p></blockquote>
<p>Leia a matéria completa <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u454208.shtml">clicando aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por trás da coroa do imperador]]></title>
<link>http://modernatradicao.wordpress.com/2008/09/28/por-tras-da-coroa-do-imperador/</link>
<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:10:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>dominionerd</dc:creator>
<guid>http://modernatradicao.wordpress.com/2008/09/28/por-tras-da-coroa-do-imperador/</guid>
<description><![CDATA[Seria difícil começar este texto sem mencionar Cidade de Deus. Quando, em 2000, os cinemas brasileir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Seria difícil começar este texto sem mencionar Cidade de Deus. Quando, em 2000, os cinemas brasileiros foram invadidos pela vida &#8220;no morro&#8221;, acredito que poucos poderiam prever o efeito que ela teria na produção midiática nacional. Foi como se um baú há muito ignorado tivesse sido aberto, e todos quisessem conhecer seus segredos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Douglas Silva, o Acerola, interpretando Dadinho em Cidade de Deus (2000)" src="http://judao.com.br/blogs/cenabrasilis/files/2008/02/cidade-de-deus.jpg" alt="" width="458" height="241" /></p>
<p style="text-align:justify;">A sociedade brasileira parecia ávida por auto-representações que enfocassem (e me perdoem os termos um tanto gastos) a vida da periferia, dos excluídos, dos marginais. E foi atendida nesse desejo. De reportagens televisas e literárias a curtas-metragem premiados; de programas na TV a histórias em quadrinhos. Embora ainda seja cedo pra entendermos as causas por trás dessa fascinação pela <em>representação</em> do marginal (o marginal em si, que habita nas nossas seguranças do dia-a-dia, dificilmente causaria uma identificação tão grande) o que, por ora, podemos dizer com segurança, é que esse &#8220;filão midiático&#8221; teve um grande propulsor, mais até que em Cidade dos Deus, na minissérie Cidade dos Homens, que estreou no mesmo ano do filme.</p>
<p style="text-align:justify;">Vou me abster de falar aqui dos dados técnicos da minissérie (você pode vê-los na nossa página dedicada à série, clicando no menu ao lado ou <a href="http://modernatradicao.wordpress.com/cidade-dos-homens/">aqui</a>). O que nos interessa, de início, é o seu conteúdo, o que ele apresenta enquanto retrato-síntese da realidade brasileira. Nesse sentido, é significativo que seu primeiro episódio se chame &#8220;A coroa do imperador&#8221;. A premissa é simples: Acerola precisa de dinheiro para a excursão da escola a Petrópolis, onde eles veriam em exposição a coroa de D. João VI. Para conseguir a quantia necessária pra excursão, R$6,50, eles acabam se envolvendo com os traficantes do morro onde moram.</p>
<p style="text-align:justify;">Um traço que percorre todo o enredo desse episódio sintetiza, a meu ver, o objetivo da minissérie: o desejo de relatar, contar, representar uma <em>outra </em>história do Brasil. O que fica claro, na reação dos alunos a uma professora que descarrega quase automaticamente sobre eles um desfile de fatos e personalidades históricas (no caso específico, a fuga da corte portuguesa para o Brasil em 1808), é a distância construída entre a noção de brasilidade que aprendemos a considerar certa e oficial, e a vida cotidiana de boa parte dos brasileiros &#8211; ou, como poderia talvez dizer Guy Debord, da distância entre a História (com &#8220;h&#8221; maiúsculo) e a vida realmente vivida dos homens. Veja aqui trechos dessa cena &#8211; significativamente, a primeira da minissérie &#8211; e outras relacionadas:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://br.youtube.com/watch?v=jiGANLGWnbY"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jiGANLGWnbY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/jiGANLGWnbY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
</a></p>
<p style="text-align:justify;">Essa <em>tentativa </em>de contar uma outra história do Brasil é, para mim, um dos grandes trunfos da minissérie. E veja que destaco a palavra &#8220;tentativa&#8221;. São bem conhecidos os perigos de se tentar assumir a voz do <em>outro</em>, ainda mais quando esse <em>outro</em> é um marginalizado, sobre o qual se construíram exclusões e preconceitos históricos. Muitos talvez condenassem de imediato a tentativa por se tratar, afinal, da poderosa Rede Globo buscando aumentar seus pontos no Ibope (e sua receita publicitária, conseqüentemente) em cima da miséria dos outros. Não nego esse ponto. Entretanto, como tudo o mais, ele precisa ser complexificado: é preciso levar em conta, nessa análise, as tentativas da equipe de produção da minissérie em incluir os representados no processo de produção (‘‘A iniciativa da Globo é exclusivamente como exibidora&#8221;, <a href="http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20021013/sup_ctv_131002_20.htm">declarou</a> Guel Arraes) e o significado simbólico, para a comunidade representada, de <em>se ver e ser vista</em> em cadeia nacional. Deixo, por ora, o debate em aberto e sem conclusões &#8211; até porque não as tenho.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez seja essa aproximação com o cotidiano dos que vivem na favela (intensificada inclusive com cenas filmadas com câmera digital, aumentando a sensação de &#8220;realismo&#8221; da história &#8211; da qual você também pode conferir trechos no vídeo acima) que nos permita entrever melhor as singularidades da cultura brasileira &#8211; uma singularidade que não só remete ao caráter (também singular) da nossa modernidade, permeada por aspectos culturais tradicionalistas, mas que também consiste num fator de identificação social que, no mais das vezes, orienta a aceitação dos produtos midiáticos brasileiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Por enquanto, vamos chamar essa característica de <em>dubiedade moral</em>. Ou seja, nossa capacidade de transitar por universos de moralidade diversos, adotando valores e atitudes diferenciadas de acordo com a situação e os atores sociais com quem interagimos. Embora, como bem esclarece Roberto DaMatta no seu famoso estudo <em>A casa e a rua</em>, essa não seja uma característica exclusiva das sociedades &#8220;tradicionais&#8221; (o Brasil e a América Latina), ela consiste, nessas sociedades, num fator positivo, isto é, num fator capaz de agregar identificação e aceitação. A capacidade de <em>relacionar </em>essas esferas de significação social (que ele chama, metaforicamente, de <em>casa</em>, <em>rua</em> e <em>outro mundo</em>, cada qual demandando valores e atitudes especificas) seria o ponto central do nosso sistema, do nosso cotidiano.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://modernatradicao.files.wordpress.com/2008/09/imagem3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="Personagens dúbios da midia brasileira" src="http://modernatradicao.wordpress.com/files/2008/09/imagem3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="250" /></a>Narrativas e personagens que exprimem essa nossa dubiedade moral são tão abundantes que seria impossível listar todos. Poderíamos passar desde os romances de Jorge Amado (<em>Gabriela Cravo e Canela</em> e <em>Dona Flor e seus dois maridos</em>, significativamente), até Chicó e João Grilo, d&#8217;O Auto da Compadecida &#8211; sem esquecer, claro, o mais recente sucesso da internet brasileira: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=pN0BSePCQxo&#38;feature=related">Coxinha</a> e uma ambigüidade que não raro podemos encontrar facilmente nas pessoas com quem convivemos no dia-a-dia. A capacidade dessa dubiedade de gerar aceitação no mercado de consumo (ou seja, em nós) está comprovada no sucesso comercial desses exemplos.</p>
<p style="text-align:justify;">Acredito que tal dubiedade está manifestadamente presente em praticamente todos os momentos de Cidade dos Homens; e mais, é ela que mantém e constrói não só os personagens, mas a própria tensão da narrativa. Um exemplo, nesse primeiro episódio, pra mim é emblemático (infelizmente não encontrei a cena no Youtube): quando Acerola mente para o patrão da mãe, a fim de ganhar dinheiro para a excursão, sabemos que ele está errado em fazer isso, e podemos até reprovar internamente, mas amenizamos nosso julgamento ao vê-lo deixando uma parte do dinheiro para a mãe &#8211; e de novo, nosso julgamento pode se alterar, no momento em que ele pega parte desse dinheiro que havia deixado com a mãe, apenas para sair de ônibus com ar-condicionado. É essa ambigüidade, essa oscilação moral, que mantém, assim penso, presa nossa atenção e gera identificação.</p>
<p style="text-align:justify;">Apenas para efeito de comparação, nas minisséries pernambucanas da TV Jornal (<a href="http://modernatradicao.wordpress.com/santo-por-acaso/">aqui</a> e <a href="http://modernatradicao.wordpress.com/cruzamentos-urbanos/">aqui</a>) essa dubiedade praticamente inexiste. Todos os personagens, desde o início das narrativas, tem seus &#8220;lugares&#8221; marcados: são essencialmente &#8220;bons&#8221; ou &#8220;maus&#8221;. Mas delas falaremos em outro momento. Sem conclusões, por enquanto, o que podemos tirar daqui é um esboço de reflexão, aberta a quaisquer contestações. O debate, portanto, está lançado.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Aristeu Portela</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival do Rio 2008: Novos Diretores Brasileiros]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2008/09/25/festival-do-rio-2008-novos-diretores-brasileiros/</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 14:18:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2008/09/25/festival-do-rio-2008-novos-diretores-brasileiros/</guid>
<description><![CDATA[Do site do Jornal do Brasil: No Festival Rio 2008, este é um ano marcado pela estréia na direção de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/07/selton_mello.jpg" align="right">Do site do Jornal do Brasil:</p>
<blockquote><p>No Festival Rio 2008, este é um ano marcado pela estréia na direção de atores consagrados na televisão, e também conhecidos por um sólido trabalho no cinema, como Selton Mello, Matheus Nachtergaele e Malu Mader.</p>
<p>Selton dirige Feliz Natal, drama sobre um homem afastado da família mpor uma tragédia, que resolve reaparecer na festa de Natal. Ele disse estar ansioso: </p>
<p>- Já tenho diversas participações no Festival do Rio como ator, mas exibir um filme como diretor é completamente diferente. Estou muito curioso para ver como será a reação do público.</p>
<p>Matheus Nachtergaele estréia na direção com A Festa da Menina Morta, sobre uma comunidade ribeirinha do rio Amazonas, que celebra todo ano um ritual em função de uma menina desaparecida.</p>
<p>Curiosamente, Matheus e Selton, bem sucedidos tanto na TV quanto no cinema, estrelaram o sucesso O Auto da Compadecida, produção híbrida, exibida primeiro como série de TV e depois remontada para lançamento nos cinemas.</p>
<p>Já Malu Mader dirige, em parceria como Mini Kerti, Contratempo, um documentário que acompanha jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro, que são convidados para participar de um projeto social ligado à música.</p></blockquote>
<p>A matéria foi <a target="_blank" href="http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/09/25/e250916867.html">encontrada aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As 10 séries mais marcantes em minha vida]]></title>
<link>http://batatatransgenica.wordpress.com/2008/07/03/as-10-series-mais-marcantes-em-minha-vida/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:07:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>naomi</dc:creator>
<guid>http://batatatransgenica.wordpress.com/2008/07/03/as-10-series-mais-marcantes-em-minha-vida/</guid>
<description><![CDATA[Esta eu vi no blog Só Seriados de TV, da Simone Miletic, e, apesar de sofrer dos mesmos problemas qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esta eu vi no blog <a href="http://soseriadosdetv.wordpress.com/">Só Seriados de TV</a>, da Simone Miletic, e, apesar de sofrer dos mesmos problemas que o <a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/2008/06/26/os-novos-classicos/">Beck </a>na hora de elaborar listas, resolvi que valia a pena tentar mesmo se este post não contar pro <a href="http://blognatv.com/blog/2008/06/25/as-10-series-mais-marcantes-em-minha-vida/">concurso</a> do <a href="http://blognatv.com/blog/">Blog na TV</a>, que vai sortear exemplares do livro <a href="http://www.os10maisnaweb.com.br/">Os 10 Mais</a>, da Ediouro. Eis a minha lista pessoal de seriados marcantes em ordem quase cronológica.</p>
<p style="text-align:justify;"><a title="A famlia Cartwright" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/bonanza.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1273" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/bonanza.jpg?w=239" alt="" width="150" height="189" /></a>1. <a href="http://retrotv.uol.com.br/bonanza/index2.asp">Bonanza</a>: Meu pai é fã de faroeste, então nem é muita surpresa que o número um da lista seja uma série que eu assistia ao lado dele. <a href="http://www.bricabrac.com.br/bonanza_historia.htm">Bonanza </a>é um seriado eminentemente masculino [as mulheres morriam como moscas!], seus personagens principais são todos homens, o próprio tema é masculino, mas a moral é universal. O bem vence o mal, espanta o temporal; o azul, o amarelo, tudo é muito belo &#8211; ops, trilha errada! Estava em dúvida entre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bonanza">Bonanza </a>e Chaparral, que também assistia com meu pai, mas Bonanza venceu porque sempre tive uma queda por <em>Little Joe Cartwright</em> [o segundo da esquerda pra direita no alto, na foto ao lado].<span style="color:#808080;"><br />
V. e ouça a famosa música tema na abertura no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cTWB_ByQD4w">Youtube</a>.<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_High_Chaparral">Chaparral </a>é reprisado no canal TCM todos os dias às 11h e 21h e Bonanza na <a href="http://www.rbtv.com.br/">Rede Brasil</a>, apenas em São Paulo/Capital e ABC.<br />
<a href="http://www.submarino.com.br/dvds_searchresults.asp?Query=MixProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;WhichForm=frmSearch&#38;Search=bonanza&#38;SearchBy=palavra-chave&#38;franq=167772">DVDs</a> da série disponíveis no mercado brasileiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><!--more--><a title="A princesa e o cavaleiro, e Ching" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/safirianime.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1274" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/safirianime.jpg?w=200" alt="" width="140" height="195" /></a>2. <a href="http://www.memorychips.com.br/princesa.htm">A Princesa e O Cavaleiro</a> [Ribbon No Kishi]: De um faroeste masculino para um animê de princesa? Não exatamente! Este anime derivado do mangá de Osamu Tezuka é <em>shoujo</em> ["para meninas"], mas não imagine que se trata de uma historinha em que a princesa fica esperando seu cavaleiro, toda bonitinha e delicadinha. Se tem uma mensagem aqui é que a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Princesa_e_o_Cavaleiro">princesa </a>tem mais é que ir à luta, brigar por aquilo que acredita e que ela tem tanto valor quanto um menino. De certa forma, Tezuka antecipou uma situação que vimos acontecer no Japão recentemente: o rei e a rainha da Terra de Prata tiveram uma única filha, mas as leis do reino não permitem que uma mulher herde o trono. No animê eles tiveram que disfarçá-la de menino, no Japão real não teve jeito. Eu assistia toda tarde, quando era criança.<br />
<span style="color:#808080;">V. abertura original de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bb_8PJ4Wqjo">A Princesa e O Cavaleiro</a> [Princess Knight] no Youtube.<br />
<a href="http://www.emulinha.info/animes/00072.html">Links</a> para download dos episódios de A Princesa e O Cavaleiro no eMulinha.<br />
<a href="http://mangasjbc.uol.com.br/titulos/a-princesa-e-o-cavaleiro">Coleção</a> completa dos mangás na editora JBC.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a title="Ponch e  Baker" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/chips.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1275" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/chips.jpg?w=238" alt="" width="143" height="180" /></a>3. <a href="http://www.infantv.com.br/chips.htm">CHiP&#8217;s</a> [California Highway Patrol]: Eu tenho uma resma de séries na linha &#8220;dupla de detetives&#8221; ou &#8220;dupla de policiais&#8221; que assistia na pré-adolescência pra escolher; acontece que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chips">CHiP&#8217;s</a> eu não perdia o dia e ainda tinha uma queda pelo <em>Ponch </em>[Erik Estrada] &#8211; motivos mais do que suficientes, né? Era um seriado romântico. Não, não entenda mal, não digo romântico como novela, e sim no sentido mítico: policiais honestos, limpos, sem problemas com drogas ou corrupção, baluartes dos bons costumes e educação e que não faziam uso de violência. Nem uma menção a problemas internos, tampouco: só fui saber o que era a Corregedoria muito tempo depois, em outras séries. É pena que entre os atores a química não fosse tão boa assim: quando Larry Wilcox saiu depois de brigar com Erik Estrada só vi mais alguns episódios da série com Tom Reilly.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=g9FhD3faHRI">abertura </a>brasileira no Youtube.<br />
Boxes da <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=MixProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=1971889&#38;ST=TN21352788&#38;franq=167772">primeira </a>e <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=21352788&#38;ST=SF28262&#38;franq=167772">segunda </a>temporadas à venda no Brasil.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a title="A Familia Lawson" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/super-vicky.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1276" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/super-vicky.jpg?w=250" alt="" width="175" height="125" /></a>4. <a href="http://www.anos80.com.br/dummies/super_vicky.html">Super Vicky</a> [Small Wonder]: Tive que parar pra pensar no motivo d&#8217;eu gostar dessa série, que pulou na minha cabeça assim que resolvi encarar a tarefa. Eu costumava assistir a Sessão Comédia todos os dias, mas por que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Small_Wonder_%28TV_series%29">Super Vicky</a> marcou mais do que as outras séries do horário? Talvez pelo mesmo motivo pelo qual gosto tanto do MORTE de Terry Pratchett: ao emular atos e sentimentos humanos, ambos me fazem parar e questionar ações e reações cotidianas. Oh, e continuo achando a <em>Harriet </em>um mimo! Garota decidida, que sabe o que &#8211; ou melhor, <strong>quem </strong>ela quer e vai atrás!<br />
<span style="color:#808080;">V. episódio dublado &#8220;A mentira&#8221; no Youtube, partes <a href="http://www.youtube.com/watch?v=85AbqaFHXBw">um</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6gaOY2f-w6w">dois</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a title="Anjos da Lei" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/anjos-da-lei.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1277" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/anjos-da-lei.jpg?w=300" alt="" width="180" height="147" /></a>5. <a href="http://www.autobahn.com.br/dummies/anjos_da_lei.html">Anjos da Lei</a> [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/21_Jump_Street">21 Jump Street</a>]: OK, Johnny Depp renega este trabalho, eu não ligo. Apesar de retratar uma realidade que não era a minha, a série trabalhava com temas pesados para aquela faixa etária que era o público-alvo na época [16 a 20-e-poucos anos, final dos anos 80]: uso de drogas, violência, AIDS. Melhor ainda, falando de igual pra igual e não com condescendência, embora no fundo a lição de moral fosse bem evidente pra quem quisesse ver. Meus anjos preferidos eram <em>Penhall </em>e <em>Ioki</em>. É uma pena que não tenham lançado os <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=1055907&#38;ST=SR&#38;franq=167772">boxes </a>no Brasil ainda.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=covHe0Zb0TA">abertura </a>original e a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IM-Kr8n84t0">versão dois</a> no Youtube.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/barrados.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1278" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/barrados.jpg?w=260" alt="" width="146" height="157" /></a>6. <a href="http://www.minhaserie.com.br/serie/56-barrados-no-baile/">Barrados no Baile</a> [Beverly Hills, 90210]: Quando comentei com a Simone que Barrados decerto estaria na minha lista, ela respondeu que esta série deixou um gosto amargo no final. Bom, em mim não deixou &#8211; porque não assisti as últimas temporadas&#8230; Se não me engano nessa época eu estudava e trabalhava, o que me deixava pouco tempo livre, e também perdi o interesse depois da saída da Shannen Doherty já que a <em>Brenda </em>era minha personagem favorita. Lembro de ter visto alguns episódios com a Tiffani-Amber Thiessen e de ter gostado dela também. Eu gostava de qualquer um que chutasse o traseiro da <em>Kelly Taylor</em>, na verdade. Quanto ao novo <a href="http://dudenews.blogspot.com/2008/05/vdeo-promocional-do-spin-off-de-beverly.html">spin-off</a>, não me interessou nem um pouco ainda.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=74jNyRNPfw8&#38;feature=related">último momento</a> de Brenda e Dylan juntos no Youtube.<br />
BH, 90210 é reprisada no canal Sony de terça a sábado às 5h e de segunda a sexta às 7h.<br />
Boxes da <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=1955601&#38;franq=167772">primeira </a>e <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=MixProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=21312035&#38;ST=TN1955601">segunda </a>temporada à venda no Brasil.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Quem matou Laura Palmer?" href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/twinpeaks03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1279" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/twinpeaks03.jpg?w=187" alt="" width="150" height="240" /></a>7. <a href="http://www.geocities.com/NapaValley/1925/PMenu.html">Twin Peaks</a>: Três palavras &#8211; <a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/category/experiencias-oniricas/">Experiências Oníricas Esdrúxulas</a>. Não que eu não as tivesse antes, mas foi só depois de <a href="http://www.contracampo.com.br/41/twinpeaks.htm">Twin Peaks</a> que passei a prestar atenção. A série mostra o bizarro e o surreal sob a vida prosaica de uma cidade pequena na fronteira dos EUA com o Canadá. Eu fui uma das pessoas a sofrer a barbárie cometida pela Rede Globo, que começou a transmitir a série com pequenos cortes aqui e ali pra fazer naquela grade engessada que eles mantém há décadas até chegar ao ponto de juntar dois episódios em um, passar episódios fora de seqüência e finalmente parar de exibir sem mais nem menos. Eles bem que tentaram dizimar a série mas não adiantou: tem muito fã ainda do agente Cooper, da Audrey Horne, da Donna e do Dr. Hayward&#8230; Até hoje, quando vejo um dos atores em outro trabalho, associo-o a Twin Peaks.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7oDuGN6K3VQ">abertura original</a> com a clássica música-tema de Angelo Badalamenti no Yotube.<br />
Box da <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=253899&#38;ST=SR&#38;franq">primeira </a>e <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?ProdTypeId=6&#38;ProdId=1933454&#38;St=BL23668&#38;franq=167772">segunda</a> temporadas ou <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=21236224&#38;ST=SR&#38;franq=167772">Gold Box</a> à venda no Brasil.<br />
Livro <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=21910&#38;ST=SR&#38;franq=167772">O diário secreto de Laura Palmer.</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/compadecida.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1280" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/compadecida.jpg?w=204" alt="" width="143" height="210" /></a>8. <a href="http://cameraescura.com.br/auto_da_compadecida.htm">O Auto da Compadecida</a>: Se com Twin Peaks a Globo acertou na ferradura, nesta adaptação do livro de Ariano Suassuna foi no cravo. Essa série foi responsável por me reconciliar com a literatura &#8220;clássica&#8221; brasileira, porque tinha pegado asco dos livros obrigatórios pro vestibular. Alguns autores eu não posso ver até hoje! Mas a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_auto_da_compadecida_(miniss%C3%A9rie)">minissérie </a>tem cor e sabor, tem o realismo fantástico de que sou fã, tem personagens tão ricos e profundos que a gente acaba se apegando até ao mais desavergonhado. A música dos diálogos, o calor da iluminação, tudo torna O Auto da Compadecida uma série obrigatória.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=spcSDgqJlWc">trecho </a>&#8220;Chicó valente&#8221; no Youtube.<br />
O <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=293130&#38;ST=SR&#38;franq=167772">livro </a>de Ariano Suassuna foi o 18º da coleção <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u410119.shtml">Grandes Escritores Brasileiros</a> lançada pela Folha de SP.<br />
Os quatro episódios da minissérie foram reduzidos pela metade para virar <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=148402&#38;ST=SR&#38;franq=167772">filme</a>, mas melhor mesmo é a série: <a href="http://www.edonkers.org/forum/viewtopic.php?t=23286">link </a>no eDonkers para baixar a minissérie no formato .iso [4.4GB].<br />
</span><br />
<a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/csi.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1281" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/csi.jpg?w=300" alt="" width="150" height="150" /></a>9.<a href="http://www.csibrasil.net/"> CSI</a>: De certa forma, CSI me lembra muito Twin Peaks por causa do aspecto surreal de alguns crimes investigados e por causa da  similaridade da personalidade de  <em>Dale Cooper</em> e <em>Gil Grissom</em>, um pouco, errr&#8230; como direi? Quantos sinônimos existem para &#8220;bizarro&#8221;? É por isso que eu não me aflijo muito quando os outros atores saem da série, mas me desespero quando sai rumor dizendo que Willam Petersen quer desistir de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CSI:_Crime_Scene_Investigation">CSI</a>: é o personagem dele quem traz o estranhamento, que provoca o debate filosófico na série. Se não fosse ele, apenas o procedimento científico e de investigação não seria suficiente para tornar a série marcante. De certa forma, é isso o que está acontecendo nas temporadas mais recentes&#8230; assim como aconteceu na segunda temporada de Twin Peaks. Oh, e também torço para que Marg Helgeberg não saia: eu mais ou menos reconheço a qual temporada pertence determinado episódio dependendo do cabelo dela. Trabalho de CSI!<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=feY_idxRb64">colagem </a>com as aberturas de CSI no Youtube, até o começo da oitava temporada.<br />
V. <a href="http://epguides.com/CSI/">guia dos episódios</a> [em inglês].<br />
CSI é exibido pelos canais AXN e Record.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/roma.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1282" style="margin:3px;" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2008/07/roma.jpg?w=300" alt="" width="150" height="120" /></a>10. <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/piza/?title=roma_grandezas_e_pequenezas&#38;more=1&#38;c=1&#38;tb=1&#38;pb=1">Roma</a>: Aqui realmente bati cabeça. Estava na dúvida entre várias opções mas acabei ficando com Roma pelo mesmo motivo que escolhi O Auto da Compadecida: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rome_%28TV_series%29">Roma </a>me reconectou com a História. Passei horas seguidas acompanhando <em>Lucius Vorenus</em> e <em>Titus Pullo</em> durante o reinado de Julius Caesar e Marco Antonio e Octavius, boquiabrida com o capricho da produção, a trama cheia de intrigas e a música-tema da abertura, que posso ouvir em loop por horas a fio. Tem ação, tem romance, tem debate político, tem imersão na História, tem comédia, tem até drogas, séquisso e rock&#8217;n'roll! Assistir em DVD é ainda melhor porque tem uma opção para mostrar na tela alguns fatos reais referentes à cena que está sendo exbida. Obrigatória.<br />
<span style="color:#808080;">V. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=N1Q-PSWYwls">abertura</a> no Youtube.<br />
Box <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=21369620&#38;ST=SR&#38;franq=167772">completo</a> da <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=1752092&#38;ST=SR&#38;franq=167772">primeira </a>e <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=6&#38;ProdId=21263451&#38;ST=SR&#38;franq=167772">segunda </a>temporadas à venda no Brasil.</span></p>
<p>Taí, essas são as dez de hoje. Aproveite, caus que da próxima vez podem ser outras.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Auto da Compadecida (Ariano Suassuna)]]></title>
<link>http://icelular.wordpress.com/2008/02/19/auto-da-compadecida-ariano-suassuna/</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 03:42:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Korsakoff</dc:creator>
<guid>http://icelular.wordpress.com/2008/02/19/auto-da-compadecida-ariano-suassuna/</guid>
<description><![CDATA[Auto da Compadecida Ariano Suassuna Ano / Year: 2005 Editora / Publisher: Agir Linguagem / Language:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 align="center">Auto da Compadecida</h1>
<h3 align="center">Ariano Suassuna</h3>
<p align="center"><img src="http://i250.photobucket.com/albums/gg277/icelular/livros/lit-nac-inter/293130.jpg" alt="Auto da Compadecida Ariano Suassuna" /></p>
<p align="left"><strong>Ano / Year: </strong>2005<br />
<strong>Editora / Publisher:</strong> <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#38;lkout=1&#38;kw=Agir&#38;site_origem=4798129" title="Agir">Agir</a><br />
<strong>Linguagem /  Language:</strong> <img src="http://i250.photobucket.com/albums/gg277/icelular/br.png" alt="Livro em Português / Portuguese Book" height="11" width="16" /> Português<br />
<strong>Sinopse /  Synopsis:</strong>O Auto da Compadecida de Ariano Suassuna, consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular do cordel. Esta nova edição é revista pelo autor. O livro traz, ainda, o texto de apresentação de Braulio Tavares e deenhos e pinturas de Romero de Andrade Lima.</p>
<p align="left"><strong>Download: </strong><a href="http://p4ppl6r4mcz1na1awx2c8.usercash.com" title="Download de Auto da Compadecida( Ariano Suassuna )" target="_blank">Link</a></p>
<p align="left">Gostou do Livro? Prestigie o(a) autor(a) (<a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#38;lkout=1&#38;kw=Ariano+Suassuna&#38;site_origem=4798129" title="Pesquisar livros do Ariano Suassuna" target="_blank">Ariano Suassuna</a>) e compre a obra. Clique <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#38;lkout=1&#38;kw=Auto+da+Compadecida&#38;site_origem=4798129" title="Pesquisar preço do Auto da Compadecida (Ariano Suassuna)" target="_blank">aqui</a> e compare preços de <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#38;lkout=1&#38;kw=Auto+da+Compadecida&#38;site_origem=4798129" title="Pesquisar preco do Auto da Compadecida (Ariano Suassuna)" target="_blank">Auto da Compadecida</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Suassuna, sua sina]]></title>
<link>http://fazerescrito.wordpress.com/2007/07/26/suassuna-sua-sina/</link>
<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 22:00:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Hitzschky</dc:creator>
<guid>http://fazerescrito.wordpress.com/2007/07/26/suassuna-sua-sina/</guid>
<description><![CDATA[O paraibano Ariano Suassuna completou 80 anos no dia 16 de junho deste ano, e nada mais justo do que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.jblog.com.br/media/9/20070521-suassunar.gif" align="left" height="250" width="151" />O paraibano Ariano Suassuna completou 80 anos no dia 16 de junho deste ano, e nada mais justo do que mencioná-lo e destacar um trecho da sua obra mais conhecida, o Auto da Compadecida.</p>
<p>Ao contrário da maioria, pelo menos assim acredito, o primeiro contato que tive com a obra foi por meio do livro, e não da minissérie ou do filme. Qualquer que seja o caminho pelo qual se conheça a obra, a qualidade é indiscutível. Com muita crítica e bom humor, Suassuna traça o perfil do sofrido povo do sertão do nordeste e contribui para a formação de uma literatura brasileira com suas dezenas de peças para o teatro.</p>
<p>No trecho que segue, o personagem João Grilo acabara de morrer, e o fiel escudeiro Chicó lamenta a perda do amigo. Um dos raros momentos em que os risos dão lugar à reflexão pelas palavras de Chicó, a saber:</p>
<blockquote><p>João! João! Morreu! Ai meu Deus, morreu pobre de João Grilo! Tão amarelo, tão safado e morrer assim! Que é que eu faço no mundo sem João? João! João! Não tem mais jeito, João Grilo morreu. Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo morre. Que posso fazer agora? Somente seu enterro e rezar por sua alma.</p></blockquote>
<p align="right">Postado por Mateus Campos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
