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	<title>ocupacao-nazista &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ocupacao-nazista"</description>
	<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 16:50:49 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A Noviça Rebelde (The Sound of Music)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/11/25/a-novica-rebelde-the-sound-of-music/</link>
<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 05:36:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[A NOVIÇA REBELDE &#8211; O FILME E O MUSICAL Havia lágrimas no final do espetáculo &#8220;A Noviça R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#012702;"><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/sound-of-music.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1371" title="sound-of-music" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/sound-of-music.jpg" alt="sound-of-music" width="500" height="262" /></a></span></p>
<blockquote><p><span style="color:#012702;"><strong>A NOVIÇA REBELDE &#8211; O FILME E O MUSICAL</strong></span></p></blockquote>
<p><span style="color:#012702;">Havia lágrimas no final do espetáculo &#8220;A Noviça Rebelde&#8221; (The Sound of Music) de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho, tanto na platéia como parte do elenco. Não é para menos. A dupla sabe como fazer emocionar e se cerca do melhor em termos de produção e elenco. Ester Elias está perfeita na pele da noviça Maria Reiner transmitindo todo o vigor e alegria de viver da personagem que foi baseada em estória real publicada em 1949 e transformada num dos filmes mais famosos já feitos.</span></p>
<p><span style="color:#012702;">A verdadeira Maria Von Trapp não era tão doce quanto na arte e seus filhos não estão milionários porque ela vendeu os direitos do livro bem baratinho. Ela, que morreu nos anos 80, exigiu uma participação no filme, mas ganhou apenas uma breve aparição como figurante passante. No set, sua figura dominadora não era muito bem vinda, mas ela estava sempre por lá dando palpites que eram quase sempre ignorados.</span></p>
<p><span style="color:#012702;"><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/julie-andrrews-in-the-sound-of-music.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1374" title="julie-andrrews-in-the-sound-of-music" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/julie-andrrews-in-the-sound-of-music.jpg?w=300" alt="julie-andrrews-in-the-sound-of-music" width="300" height="250" /></a></span></p>
<p><span style="color:#012702;">Mas todo o glamour que se vê na tela é impossível de ser arranhado mesmo quando se sabe que Julie Andrews comeu muita lama e grama ao cair repetidamente tentando fazer a deslumbrante abertura rodopiando nos Alpes, mas sendo derrubada pelo helicóptero que filmava; ou quando Charmian Carr (Liesl) dança com o tornozelo machucado e enfaixado com o carteiro. Na versão atual, não dá para ver a atadura por conta dos milagres da tecnologia digital. Para completar, Christopher Plummer, o ator que faz o barão, detestava de verdade crianças e animais em cena, o que deve ter contribuído para o realismo das seqüências pai/filhos. Mas os pequenos atores eram terríveis mesmo. Aprontavam horrores no set e nos hotéis da Áustria. Vivem até hoje, mas ninguém ficou famoso. Os verdadeiros filhos de Maria fizeram bastante sucesso cantando nos EUA.</span></p>
<p><span style="color:#012702;"><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/a-novica-rebelde-teatro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1372" title="a-novica-rebelde-teatro" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/a-novica-rebelde-teatro.jpg?w=300" alt="a-novica-rebelde-teatro" width="300" height="191" /></a></span></p>
<p><span style="color:#012702;">Diria que a adaptação para os palcos brasileiros ainda é melhor do que a obra de Robert Wise porque seus personagens têm mais profundidade, as ações mais fluentes e bem resolvidas e as músicas mais bonitas e bem cantadas, além de um toque nacional que é sempre bem vindo. Faltam as belas locações de Salzburgo que não cabem no teatro, mas os cenários suntuosos e detalhistas compensam com direito a montanhas e céus com nuvens que se movem e tudo. É de tirar o fôlego e não fica a dever com as grandes produções do mundo. Soluções simples como a animação projetada sugerem com exatidão ilusões que vão de uma simples e rápida viagem de ônibus até outra ao redor do mundo.</span></p>
<p><span style="color:#012702;">As canções mais conhecidas não foram suprimidas. &#8220;O Som da Música&#8221;, &#8220;Dó-Ré-Mi&#8221;, &#8220;So-Long, Adeus&#8221;, &#8220;O pastorzinho&#8221; (The Lonely Goatherd) e &#8220;Sobe a Montanha&#8221; mantiveram o encanto e o significado mesmo traduzidas para o português. Questão de muita habilidade de quem lidou com as letras.</span></p>
<p><span style="color:#012702;">É reconfortante ver o teatro Casa Grande funcionando de novo com um espetáculo tão perfeito. Faz muito bem assistir. Inesquecível e brilhante.</span></p>
<p><span style="color:#012702;">Por: Carlos Henry.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#012702;"><strong>A Noviça Rebelde (The Sound of Music)</strong>. EUA. 1965. Direção:  Robert Wise. Elenco: Julie Andrews (Maria), Christopher Plummer (Capitão Von Trapp), Eleanor Parker (Baronesa Schraeder), Richard Haydn, Peggy Wood. Gênero: Biografia, Drama, Musical. Duração: 172 minutos.</span></p>
<p><span style="color:#012702;">Curiosidade: Fotos dos atores que interpretaram os <a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/12/as-criancas-de-novica-rebelde.jpg">filhos</a> do Barão. Durante o filme, e <a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/12/os-atores-mirins-novica-rebelde-40-anos-depois.jpg">40 anos</a> depois.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Herói por Acaso (Monsieur Batignole)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/16/heroi-por-acaso-monsieur-batignole/</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 12:29:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[O filme traz algo mágico. Não sei se conseguirei explicar. É que não parece que estamos vendo um fil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/08/monsieurbatignole.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-673" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/08/monsieurbatignole.jpg" alt="" width="440" height="310" /></a></p>
<p><span style="color:#006600;">O filme traz algo mágico. Não sei se conseguirei explicar. É que não parece que estamos vendo um filme. Parece que estamos ali, olhando as coisas acontecerem. Não se &#8220;percebe&#8221; a câmera. Fica a impressão que nós nos transformamos nela. Meio louco o que digo. Mas talvez por méritos da direção, como também dos atores parecerem pessoas comuns, de não estarem atuando&#8230; Que viagem a minha!</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Entrando na história do filme&#8230; No tempo que se passa: verão de 1942, sob uma ocupação  alemã, 2ª Guerra Mundial, em Paris. Embora, retrate uma página triste da História da Humanidade&#8230; Aqui, a troca de farpas entre franceses e alemães dão humor ao tema. É  muito divertido!</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Para quem ache os filmes franceses muito lentos, e por isso, os evita, irá perder bons filmes. Esse, inclusive. Num diálogo com sua filha, Batignole respondendo do porque se propôs aquela missão, diz algo assim: &#8220;<strong><em>Eu nunca tirei férias. Estou tirando-as agora!</em></strong>&#8221; E é esse o ritmo do filme. Sem a menor pressa seguimos, prazeirosamente, assistindo-o.</span></p>
<p><span style="color:#006600;">O título brasileiro, mesmo &#8220;contando&#8221; o filme, não nos tira o prazer que essa história nos dá. E quem seria esse herói? O dono de uma salsicharia que se sente responsável por um menino judeu; e que depois, também por duas primas dele. Por conta de sem querer, ter facilitado dos nazistas levarem os pais do menino.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;"> Os dois, o salsicheiro e o garoto, dão um show de interpretação! Há cenas que emocionam; outras que nos divertem. Uma, quando o menino conta que ele é médico; e ele se ver obrigado a cuidar de um alemão&#8230;Até que ele saiu bem&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#006600;">O tempero picante, fica nas trocas de farpas entre franceses e alemães.</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Um filme gostoso de ver e rever! Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#006600;"><strong>Herói por Acaso (Monsieur Batignole)</strong>. 2002. França. Direção e Roteiro: Gérard Jugnot. Elenco: Ticky Holgado, Elisabeth Commelin, Jules Sitruk, Gérard Jugnot, Hubert Saint-Macary, Michèle Garcia, Jean-Paul Rouve, Alexia Portal, Viollete Blanckaert. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 104 minutos. Classificação: 12 anos.</span></p>
<p><span style="color:#006600;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
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