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	<title>ontologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ontologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ontologia"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 02:07:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Ontológia]]></title>
<link>http://seotippek.wordpress.com/2009/11/30/ontologia/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 07:09:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>seotippek</dc:creator>
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<description><![CDATA[Az ontológia célja az információ és a tudás megosztásának és újrafelhasználásának támogatása; a léte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Az ontológia célja az információ és a tudás megosztásának és újrafelhasználásának támogatása; a léte]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Filosofia e "filosofias"]]></title>
<link>http://sumateologica.wordpress.com/2009/11/17/filosofia-e-filosofias/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>sumateologica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Escrito por Renan Santos Fica, assim, claríssima a superioridade da filosofia aristotélico-tomista d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Escrito por Renan Santos Fica, assim, claríssima a superioridade da filosofia aristotélico-tomista d]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Linguagens de Ontologias: OIL]]></title>
<link>http://vanessaputrique.wordpress.com/2009/11/09/linguagens-de-ontologias-oil/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:20:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa P.G.</dc:creator>
<guid>http://vanessaputrique.wordpress.com/2009/11/09/linguagens-de-ontologias-oil/</guid>
<description><![CDATA[Ano de realização: 2008  /  3° Período do curso Nome da disciplina: Taxonomia e Ontologia do Conheci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Ano de realização: </strong>2008  /  3° Período do curso</p>
<p><strong>Nome da disciplina: </strong>Taxonomia e Ontologia do Conhecimento</p>
<p><strong>Professor orientador: </strong>Dr. Mauro José Belli<strong></strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Apresentação e Escopo</strong></span></p>
<p>A disponibilidade e o acesso às informações são fatores que requerem preparo, competências e conhecimentos dos seres humanos para que possam entender a atual conjuntura em que estão inseridos.</p>
<p>O volume e o acesso às informações disponíveis atualmente são uns dos principais contextos que justificam a importância e a utilidade das ontologias. Pois, promove um entendimento comum e compartilhado sobre um domínio, que pode ser comunicado entre pessoas e sistemas de aplicação.</p>
<p>Nesse contexto insere-se a ontologia, quem vem com o propósito de organizar e categorizar dados. No entanto, há a necessidade de estabelecer padrões para compartilhamentos desses dados, que podem ser feitos através da utilização de linguagens e ferramentas, sendo assim, apresenta-se a linguagem OIL e sua aplicação.</p>
<p>Computadores estão limitados a transmitir e apresentar informação na Web, mas não podem nos ajudar no processamento da informação, tendo isso como base, a visão da Web semântica procura fazer com que a informação possa ser entendida tanto por máquinas como por seres humanos, sem a necessidade de haver mudanças no tipo de linguagem tanto para um como para outro.</p>
<p>A linguagem OIL foi desenvolvida para tornar as informações presentes na Web com grau de significado e de semântica para a máquina, desta forma, representando a informação com significado e semântica de uma maneira acessível a maquina.</p>
<p>Sendo que a aplicação desta linguagem é realizada principalmente em sistemas de busca, e-commerce e Gestão do Conhecimento.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Considerações e o profissional de Gestão da Informação</strong></span></p>
<p>O aperfeiçoamento e a inovação das tecnologias voltadas para a Web foram conseqüências da evolução da Internet, e impulsionaram um aumento de funções de execução através da Internet. Entretanto, esta não podendo suprir tais necessidades, recorreu a investimentos e estudos em novas tecnologias para garantir a interação, a contribuição e a integração entre usuários e a internet.</p>
<p>Outras tecnologias associadas foram desenvolvidas para tornar as aplicações Web mais interativas e eficientes e novos conceitos de Web possibilitaram inúmeros tipos de aplicações.</p>
<p>Periodicamente, novos padrões e novas bibliotecas de funções surgem para facilitar a utilização de tais recursos, sendo nesse contexto que se insere a aplicação das linguagens e ferramentas de ontologias.</p>
<p>Atualmente, a informática e o advento da internet tornaram-se fonte de recursos informacionais, e para tanto, cabe a necessidade de estudar paralelamente o funcionamento da categorização e de ferramentas que intensificam e ajudam a estruturação das informações nesse meio de comunicação tão utilizado e ressaltado, principalmente para o Gestor da Informação. Verificando, assim, a essencial noção sobre o funcionamento da informática e em específico de programação de computadores, visto que é uma das bases do curso.</p>
<p><strong>Equipe de realização:</strong> André Vinicius Garlet Lauschner; Natália Padilha Moratelli; Vanessa Putrique Gonçalves;  Vanessa Viol Moretti</p>
<p><strong>***Todos os autores estão cientes desta publicação.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PENSAMIENTO ONTOLOGICO]]></title>
<link>http://coachingcel.wordpress.com/2009/11/09/pensamiento-ontologico/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 14:28:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>coachingcel</dc:creator>
<guid>http://coachingcel.wordpress.com/2009/11/09/pensamiento-ontologico/</guid>
<description><![CDATA[Desde el coaching ontológico, es esencial para desarrollo del proceso conversacional, la comprensión]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde el coaching ontológico, es esencial para desarrollo del proceso conversacional, la comprensión del pensamiento ontológico, que reflexiona acerca de  dos enfoques básicos: una concepción específica de lo que significa ser humano y por lo tanto un proceso para darle un verdadero sentido a la vida.<br />
Creemos que el estudio del pensamiento ontológico es esencial en la práctica del coaching. Si nuestro cometido es acompañar al coachee en su proceso reflexivo respecto de los  cuestionamientos de vida  que más  le inquietan y que en un momento estarán relacionados  fundamentalmente con: su historia y sentido de vida. En este sentido, el coach tiene la necesidad de contar con distinciones filosóficas que le ayuden a clarificar el camino que busca el coachee.<br />
¿Cuáles son los antecedentes filosóficos de coaching ontológico?<br />
¿Cómo se sustenta la práctica del coaching desde la ontología del lenguaje?<br />
¿Cuáles son las distinciones más importantes del pensamiento ontológico?</p>
<p>Martín Malváez<br />
Máster Coach</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DBpedia Mobile - Internet do Futuro]]></title>
<link>http://matheusfoureaux.wordpress.com/2009/11/04/dbpedia-mobile-internet-do-futuro/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:51:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Matheus Foureaux</dc:creator>
<guid>http://matheusfoureaux.wordpress.com/2009/11/04/dbpedia-mobile-internet-do-futuro/</guid>
<description><![CDATA[DBpedia é uma integração de diversos serviços na internet, mas com uma função especial: Qualidade na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><big><font face="trebuchet"><span style="color:rgb(51,51,51);"><img style="max-width:800px;" src="http://matheusfoureaux.files.wordpress.com/2009/11/dbpedia_logo.png?w=120&#038;h=74" height="74" width="120" /><br /></span></font></big><big><font face="trebuchet"><span style="color:rgb(51,51,51);"><strong>DBpedia</strong> é uma integração de diversos serviços na internet, mas com uma função especial: Qualidade nas informações. Ele vem crescendo muito e agora para celular.<br /><img style="max-width:800px;" src="www.dbpedia.org" /></span><br /><span style="color:rgb(51,51,51);">DBpedia Mobile ficou em 2o. Lugar no Sematic Web Challenges de 2008.</span></p>
<p><span style="color:rgb(51,51,51);">Veja um vídeo produzido por Daniel Zaidan.<br />Conteúdo: Matheus Foureaux e Fernando Zaidan.</span></p>
<p><span style="color:rgb(51,51,51);">Vídeo produzido para disciplina de Sistemas de Gestão de Conteúdo e Tecnologia de Redes Sociais da UFMG.<br />Professor: Marcello Bax</span></p>
<p><span style="color:rgb(51,51,51);">Categoria:  Ciência e tecnologia<br />Palavras-chave: DBpedia,  Semantic Web,  Ontology, Web Semântica,  DBpedia Mobile,  UFMG,  Ciência da Informação. </span></p>
<p><span style="color:rgb(51,51,51);"><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.3828063' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /> </span></span><br /></font></big>
<div style="font-size:10px;"><big><font face="trebuchet"><span style="color:rgb(51,51,51);"> more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/2457360-dbpedia-mobile-internet-do-futuro?pod=matheusfoureaux">DBpedia Mobile &#8211; Internet do Futuro</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com?r=wp">vodpod</a></span></font></big></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=d1e1201d-9c79-83f3-8159-a977b474fb56" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Topincs 3.5: presentazione dell'ontologia e traduzioni semplici]]></title>
<link>http://culturalheritage.wordpress.com/2009/11/04/topincs-3-5-presentazione-dellontologia-e-traduzioni-semplici/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:02:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>shaitan</dc:creator>
<guid>http://culturalheritage.wordpress.com/2009/11/04/topincs-3-5-presentazione-dellontologia-e-traduzioni-semplici/</guid>
<description><![CDATA[Robert Cerny, proprio nelle vicinanze del convegno TMRA 2009, ha sfornato una nuova versione di Topi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Robert Cerny, proprio nelle vicinanze del convegno TMRA 2009, ha sfornato una nuova versione di Topi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do que É (E de como)]]></title>
<link>http://ressentimento.wordpress.com/2009/10/27/do-que-e-e-de-como/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:36:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>ressentimento</dc:creator>
<guid>http://ressentimento.wordpress.com/2009/10/27/do-que-e-e-de-como/</guid>
<description><![CDATA[(Publicado originalmente em Despojos à 06/08/2007 por ressentimento) Assim se vai: querendo; Assim s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(Publicado originalmente em Despojos à 06/08/2007 por ressentimento)<br />
<em><br />
Assim se vai:<br />
querendo;<br />
Assim se cai:<br />
sedento<br />
no que demais<br />
(por menos)<br />
o fel se faz<br />
tão bento.</p>
<p>Por si se trai<br />
o valor,<br />
a mãe, o pai;<br />
o avô.<br />
Vontade traz<br />
o ardor<br />
de procurar<br />
amor.</p>
<p>E a dor que dói<br />
no peito<br />
silenciosa<br />
e nua<br />
joga o cantar<br />
na rua<br />
atrás de amor-<br />
perfeito.</p>
<p>O mal-me-quer<br />
me beija,<br />
bebe o sabor,<br />
devolve a<br />
casca sem gosto<br />
ao vento<br />
enquanto a alma<br />
dorme…</p>
<p>Tem por demais<br />
alento<br />
a vida tão<br />
diversa<br />
que por demais<br />
perversa<br />
ri do meu so-<br />
frimento.</p>
<p>Indiferença<br />
cega<br />
tinge essa tela<br />
humana;<br />
mancha os lençois<br />
na cama<br />
por desenhar<br />
sem régua.</p>
<p>E pra afogar<br />
a mágoa<br />
doce ilusão<br />
se bebe<br />
pro leme estar<br />
entregue<br />
ao proceder<br />
das águas.</p>
<p>O nausear<br />
aponta<br />
que a verdade<br />
mostra<br />
tudo o que ninguém<br />
gosta<br />
no refletir<br />
da onda.</p>
<p>Quem quer mudar<br />
o mundo com<br />
todo esse fogo<br />
aceso<br />
faz demonstrar<br />
profundo<br />
desconhecer<br />
si mesmo.</p>
<p>Toda essa dor<br />
é base<br />
onde se assenta<br />
o tudo.<br />
Mesmo chorar<br />
é fútil<br />
Antes ter vindo<br />
mudo.</p>
<p>Com vista nessa<br />
cena<br />
de um proceder<br />
tão tolo<br />
volto-me à minha<br />
parte:<br />
alimentar de<br />
arte.</p>
<p>E o fato contgin-<br />
gente<br />
onde a Vontade<br />
escolhe<br />
deixa estar bem,<br />
pois olhe:<br />
Isso é de toda<br />
gente!</em></p>
<p>Vítor Costa, setembro de 2005.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SPINOZIANA III. Tener comercio: Spinoza y los modos del intercambio - Maxime Rovere (2007)]]></title>
<link>http://colaboratorio1.wordpress.com/2009/10/23/spinoziana-iii-tener-comercio-spinoza-y-los-modos-del-intercambio-maxime-rovere-2007/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 14:39:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>colaboratorio1</dc:creator>
<guid>http://colaboratorio1.wordpress.com/2009/10/23/spinoziana-iii-tener-comercio-spinoza-y-los-modos-del-intercambio-maxime-rovere-2007/</guid>
<description><![CDATA[Visit Multitud DESCARGA EL TEXTO EN FORMATO PDF   Traducción del francés: Diego L. Sanromán. Resumen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-557" title="spinoza03" src="http://colaboratorio1.wordpress.com/files/2009/10/spinoza03.jpg" alt="spinoza03" width="450" height="584" /></p>
<p style="text-align:center;">
<a href="http://multitud.ning.com">Visit <em>Multitud</em></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.mediafire.com/?10d4mtmjmia">DESCARGA EL TEXTO EN FORMATO PDF</a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Traducción del francés: Diego L. Sanromán.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Resumen: Spinoza no elaboró un gran pensamiento sobre el comercio, pero lo practicó activamente. El presente artículo mide el impacto de dicha práctica sobre su filosofía política, tomando en consideración el modo en que la historia de las ideas se articula con la historia del autor e investigando cómo la elaboración de una metafísica del comercio le lleva a evacuar los negocios de su antropología.</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">“[…] <em>en esta gran ciudad en que me encuentro, no habiendo hombre alguno, salvo yo, que no se dedique a los negocios, cada cual se halla tan atento a su provecho que bien podría yo permanecer aquí toda mi vida sin ser jamás visto por nadie. Me paseo todos los días entre la confusión de este gran pueblo, con tanta libertad y relajo como podríais hacerlo vos por vuestras alamedas, y no considero a los hombres que veo de manera distinta a como haría con los árboles que se hallan en vuestros bosques o a los animales que en ellos pacen</em>”. (1)</p>
<p style="text-align:justify;">Cuando Descartes habla de Ámsterdam, es para maravillarse de que haya tantos comerciantes. Lo que le maravilla de los comerciantes es que no son ni filósofos ni teólogos; no son, a sus ojos, más que una multitud sin unidad, en la que cada cual se preocupa de sus propios asuntos. En la medida en que la actividad filosófica no afecte a sus beneficios, no representan ninguna amenaza para el pensador. De esta completa alteridad entre los comerciantes y el filósofo puede, pues, nacer una suerte de idilio en negativo, un amor en ausencia en el que los unos y los otros gocen de esa libertad que se reconocen en una recíproca indiferencia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora bien, es en este medio de una inocencia tan bucólica en el que nace Spinoza un año más tarde, de un padre al que Descartes pudo haberse encontrado por la calle: un comerciante que, a partir de 1620, se dedica a la importación de frutos secos y de cítricos de España y Portugal, de aceite de Argelia, de pipas y de otras mercancías. Se sabe que el propio Spinoza dirigirá el negocio entre la muerte de su padre en 1654 y su excomunión de la comunidad judía en 1656. Durante dos años, pues, la sociedad Bento y Gabriel Espinoza fue dirigida por un futuro filósofo y, a la recíproca, se puede decir que el <em>Tratado teológico-político</em> y la <em>Ética</em> fueron escritos por un antiguo comerciante.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué cambia todo esto? A primera vista, no demasiado: en ninguna de las obras de Spinoza puede encontrarse una teoría del comercio, de suerte que uno tiene la impresión de que, a pesar de un breve intervalo biográfico, Spinoza es un filósofo tan ajeno a las cuestiones comerciales como Descartes, y que su contribución a la historia del pensamiento económico consiste sobre todo en haber recogido algunos restos del naufragio del pensamiento de Hobbes. Pero, primera sospecha, el intervalo biográfico, de ser tal, se prolonga de forma sorprendente, puesto que, enseguida (a partir de 1661, es decir, cinco años después de haber dejado las especias) Spinoza es conocido como un hábil fabricante de lentes, de microscopios y de telescopios. No es el único que se ocupa del pulimiento de cristales ópticos: se trata de una actividad científica [savante] que comparte en particular con el físico Christian Huygens y con Johann Hudde, burgomaestre de Ámsterdam. Pero Spinoza, al contrario que ellos, también los vende. Por otro lado, rechaza la ayuda financiera de sus amigos, se lamenta en 1663 por tener que dar clases particulares, declina en 1673 el puesto que se le ofrece en la Academia de Heidelberg: el filósofo no está en venta, precisamente porque el vendedor es él.</p>
<p style="text-align:justify;">Un segundo punto nos incita a no minimizar el papel del comercio a ojos de Spinoza: en el <em>Tratado teológico-político</em>, cuyo objetivo es demostrar que la libertad de filosofar es compatible con la piedad y la paz pública, que incluso es deseable para alcanzarlas, llegado el momento de concluir, Spinoza pone Ámsterdam como ejemplo; y del mismo modo que Descartes, lo que muestra de Ámsterdam son los comerciantes, y del mismo modo que Descartes, lo que muestra de ellos es, de nuevo, su indiferencia:</p>
<p style="text-align:justify;">“[…] para conceder un préstamo a alguien, se preocupan solamente por saber si es rico o pobre, si obra habitualmente de buena fe o de forma fraudulenta. Por lo demás, la religión o la secta no les interesa en absoluto […]” (2)</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que aparece como una mercantil indiferencia desde un punto de vista individual, se convierte en libertad política a escala de la comunidad: la imagen ya no presenta, como en Descartes, a cada cual a la búsqueda de su provecho, sino a todos liberados de una tutela inútil. A partir de entonces, el mundo de los comerciantes cambia de aspecto; ya no constituye solamente un medio natural para el filósofo, sino que provee el ejemplo de un espacio político que Spinoza tiene como propósito extender a todo el mundo. Que “todos los hombres vivan en la concordia cualesquiera sean su nación y su secta” es, sin duda, el deseo que orienta el <em>Tratado teológico-político</em>, pero lo que resulta impresionante es que, al término de la argumentación, la frase describe efectivamente lo que pasa en Ámsterdam, o al menos el modo en el que se tratan los negocios en la ciudad. La hipérbole, puesto que da a esta última el aspecto de un mundo perfecto, incita cuando menos a preguntarse sobre el estatuto arquetípico del comportamiento del comerciante para Spinoza.</p>
<p style="text-align:justify;">Y ciertamente, se puede sospechar con razón que  un pensador, para el cual “cuanto más se esfuerza cada uno por buscar lo que le es útil […] más está dotado de virtud” (3), de alguna manera, haya importado a la filosofía lo que hay de más comercial en el comerciante: a saber, el deseo de realizar intercambios y de sacar provecho de ellos. Al remontarse hasta los principios del obrar humano para deducir sus reglas, ¿no habría deducido Spinoza el deseo fundamental de un cierto comercio, que implicaría, como el otro, cálculo de intereses, obligaciones, garantías, etc.? No está claro que el comerciante pueda ser citado siempre como ejemplo; pero se puede intentar seguir la huella de cierto concepto de intercambio, y especialmente de intercambio fructífero, en toda la filosofía de Spinoza, y hasta el corazón de la <em>Ética</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, si bien el modelo del comercio se encuentra muy presente en dicha filosofía, casi nunca lo está bajo la forma de un objeto del discurso. En consecuencia, una investigación sobre las relaciones entre el filósofo y el comerciante en Spinoza no podría articularse más que en torno a la ausencia, cuando no la desaparición, de la cuestión económica propiamente dicha. Si bien su filosofía debe mucho al comercio, si tal vez puede plantearse como una manera de comerciar –sin mantener, sin embargo, el carácter fundamental de la relación comercial-, es necesario distinguir también lo que depende de la conceptualización filosófica y, en particular, de la historia de las ideas. Se nos habrá de permitir, pues, que mezclemos los métodos con el fin de determinar lo que la una debe a las otras. Puesto que hemos visto a Spinoza en la escuela de los comerciantes, podemos afrontar ahora las razones de la supresión teórica de lo económico en provecho de modalidades de intercambio enteramente replanteadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1. La escuela de los comerciantes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El contexto histórico que constituye Ámsterdam en el siglo XVII es excepcional: la ciudad goza de una prosperidad que hace de ella un polo de atracción comercial sin equivalentes, “el milagro del mundo […], la auténtica Babilonia […], la tienda del Universo” (4). Uno ya no sabe a quién elegir, entre los observadores contemporáneos, para que cante las alabanzas de la Ámsterdam del Siglo de Oro, cuyos ecos se prolongan hasta los texto de los historiadores de hoy. Uno de los principales incentivos del fulgurante crecimiento que llevó la ciudad a la cumbre de su gloria es la función de depósito del comercio internacional que le fue atribuida tras la caída de Anvers (1585). Los barcos provenientes del Báltico traen trigo, madera, cáñamo, alquitrán, que enseguida son enviados hacia el sur; en el otro sentido, la sal llega desde Francia, y se envasan arenques, que después salen hacia el norte. Esto supone, por otro lado, una flota considerable: hacia 1670, la República dispone de entre 14000 y 15000 navíos, es decir, cinco veces más que Gran Bretaña. La plata fluye desde España. En suma, Ámsterdam es una ciudad muy rica, excepcionalmente rica, y esta riqueza se basa en el comercio. No resulta, sin embargo, inútil precisar que la empresa del padre de Spinoza es modesta y que sus finanzas disminuyen a partir de 1640 (lo sabemos en particular por sus contribuciones a la congregación Talmud Torah), de forma que el filósofo hereda sobre todo pagos atrasados. Pero también hereda el espíritu que preside las dos instituciones que son el soporte de la prosperidad de Ámsterdam: la Bolsa (creada en 1607) y el Banco (fundado en 1609).</p>
<p style="text-align:justify;">El Banco de Ámsterdam, fundado para regular la circulación monetaria y las operaciones de cambio, permitía evitar el transporte de fondos en metálico en las relaciones comerciales más o menos cercanas. En cuanto a la Bolsa, constituía un lugar único en el que vendedores y compradores podían encontrarse evitando los inconvenientes de la calle, el mercado o el almacén. Se trata, en suma, de dos innovaciones fundamentales en la evolución del aspecto concreto de los negocios: el Banco inaugura relaciones de dinero sin dinero (transacciones financieras sin moneda), la Bolsa el comercio de mercancías sin mercancías (negociaciones desvinculadas de los stocks). Se trata, sobre todo, de espacios en los que se encuentra lo que, en la misma época, es imposible casi en cualquier otro lugar y que van a proveer a la filosofía política de Spinoza de algunos de sus caballos de batalla: el carácter no confesional, la igualdad de estatus y la unión de los intereses.</p>
<p style="text-align:justify;">En la Bolsa, lugar de encuentro internacional, es comprensible que hubiese resultado difícil realizar segregaciones religiosas sin obstaculizar directamente el funcionamiento de los negocios; en ella están presentes, pues, según un contemporáneo de nombre von Zesen, “neerlandeses, alemanes, polacos, húngaros, suizos, franceses, españoles, rusos, persas, turcos”,  e incluso “hindúes y gentes de nacionalidad fuera de lo común” (5). En cuanto a la Banca, las condiciones de inscripción se reducen a una cifra: 300 florines para la apertura de una cuenta. No se requiere ninguna condición confesional.</p>
<p style="text-align:justify;">La igualdad de estatus se deriva necesariamente de lo anterior: ya no se es sino vendedor, comprador o portador. El lugar ocupado por un individuo en la red de intercambios prima sobre lo que éste represente en cualquier otro lugar y, en último término, suspende, como por ensalmo, toda consideración al margen de lo financiero o lo comercial. Esto resulta aún más destacado en el Banco que en la Bolsa, debido al secreto bancario: el anonimato asegura la eliminación de las determinaciones exteriores a la institución. No es que desaparezca toda jerarquía; pero el sistema bancario sustituye las normas teológicas y políticas por un criterio de evaluación inmanente (la importancia de la cuenta).</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente, el Banco, en la medida en que asegura para todos la seguridad de las finanzas de cada uno, ofrece un sorprendente ejemplo de unión de los intereses particulares. Y si bien la Bolsa no opera la misma unión, sí resulta evidente que es el lugar en el que la oferta encuentra la demanda: se trata, en consecuencia, menos de una fusión que de una convergencia de intereses.</p>
<p style="text-align:justify;">Hay aquí un conjunto de características que constituyen etapas importantes en la historia de las ideas y de las que Spinoza, antes incluso de extraer lecciones, va a beneficiarse directamente. Mientras es todavía un comerciante miembro de la comunidad judía, su actividad tiene lugar en las instituciones donde se organiza la prosperidad de Ámsterdam. Así, el extraño pasaje del <em>Tratado teológico-político</em> en el que una propuesta de resonancias utópicas se presenta como ya cumplida –al menos localmente- se encuentra en simetría con la experiencia del comerciante que se convierte en filósofo: el Spinoza comerciante puede experimentar la desvinculación de los asuntos comerciales de lo teológico; pero el Spinoza pensador deberá reclamarla para las especulaciones filosóficas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora bien, es precisamente la Bolsa la que, en su evolución intelectual, desempeña el papel más importante, pues es aquí, por las relaciones que mantiene debido a su comercio, donde se topa en primer lugar con una cierta relación con lo religioso, y más tarde con la propia filosofía. No debe considerarse, pues, de manera difusa y como estructural la influencia sobre Spinoza de las ideas implicadas en el funcionamiento de las instituciones de Ámsterdam. Es preciso que señalemos qué singulares determinaciones se ejercieron sobre este hombre singular; no resulta, pues, indiferente para nuestro propósito el conocer los nombres de los que son, en efecto, los vectores de tales ideas en el caso de Spinoza.</p>
<p style="text-align:justify;">También Jarig Jellesz era negociante en especias y frutos secos; en el momento –incierto- de su encuentro con Spinoza, forma parte del círculo de los Colegiantes, que reúne a hombres que rechazan todo dogma teológico, todo ritual religioso, en provecho de una experiencia interior de Dios. Entre ellos, Spinoza encuentra a sus amigos íntimos, Peter Balling (otro comerciante), Simon de Vries (también comerciante) y el impresor Jan Rieuwertsz, que publicará el <em>Tratado teológico-político</em> y las <em>Opera</em> <em>póstuma</em>. Es posible que Van den Enden, que pronto acoge a Spinoza en su escuela y le inicia en el latín y en la filosofía cartesiana, le fuese presentado por su mediación. Falta la información para seguir en detalle el movimiento que lleva al comerciante judío, por su relación con los comerciantes, a convertirse en amigo de estos hombres versados, por otro lado, en las cosas del espíritu y después a querer liberarse él mismo de toda confesión (la excomunión es proclamada en 1656), y más tarde del comercio, para consagrarse al estudio. Aparte del papel ejemplar que pudo desempeñar Jarig Jellesz, que había renunciado a los negocios a partir de 1653, parece necesario distinguir, como grados, la tolerancia y la indiferencia con respecto a los signos. Desde antes de su excomunión, Spinoza pudo experimentar la tolerancia religiosa en el seno de las instituciones comerciales. Pero sus amigos no sólo pertenecen por su profesión al espacio de tolerancia que constituye la Bolsa: les anima una íntima indiferencia ante los signos exteriores de la religión. En suma, debido a su condición de comerciantes, no tienen costumbre de discriminar a los hombres según sus creencias; y debido a que son miembros de la secta de los Colegiantes, se sirven de su libertad para abstenerse de adherirse a una iglesia cualquiera (6). Realizan así de entrada lo que Spinoza, en el <em>Tratado teológico-político</em>, va a proponer extender a la sociedad entera: un espacio de intercambios externo a lo religioso.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué ocurre, entonces, en el pensamiento de Spinoza, con el propio comercio? ¿Cuál es su lugar, puesto que se trata de la cuna de la teoría laica de lo político desarrollada en el <em>Tratado teológico-político</em>? Conforme a la letra del texto, de los más reducidos: ya lo hemos visto, Spinoza no evoca el ejemplo de Ámsterdam más que al final del tratado. Su propósito es, entonces, demostrar que la libertad de juzgar “es la única que puede impedir que los hombres se perjudiquen los unos a los otros, incluso si difieren en sus opiniones”.</p>
<p style="text-align:justify;">La fuerza del ejemplo –o de lo que Spinoza presenta como tal- puede explicitarse como sigue: los hombres de Ámsterdam difieren en su religión, y a este respecto podrían enfrentarse los unos a los otros. No es el caso, puesto que su preocupación primera es recuperar el dinero prestado y ganar sus causas, y la religión resulta, en cuanto a esto, irrelevante. Al contrario, al permitir a los hombres decir lo que piensan, se les permite precisamente pensar en otra cosa (distinta de lo que los enfrenta). Así, en lugar de crispar sus diferencias, hacen fructificar sus relaciones, llevando la prosperidad a los Países Bajos, “esta república tan floreciente” y la gloria a Ámsterdam, “esta ciudad tan prestigiosa”.</p>
<p style="text-align:justify;">Es muy significativo que, en el momento de ilustrar la libertad <em>política</em> de decir lo que se piensa, Spinoza tome como ejemplo el hecho de que las convicciones <em>religiosas</em> no intervienen en las relaciones de dinero. Se debe a que la libertad que el texto se propone defender es, en primer lugar, una libertad ilimitada de filosofar. Para las opiniones directamente políticas, el mismo capítulo admite la necesidad de un límite: hay, desde luego, discursos sediciosos. Y lo que es más, si Spinoza no toma el ejemplo de opiniones de este tipo, es porque, para él, el comercio no es en modo alguno exterior al campo político. En último término, el mismo hecho de comerciar supone una participación activa en la vida del Estado. Considerada en términos absolutos, dicha actividad constituye, si  se quiere, una suerte de opinión performativa que da testimonio de la lealtad del comerciante con respecto al soberano. El ejemplo hace así carambola: la libertad no solamente es propicia al comercio, el comercio también es propicio al Estado; luego la libertad es propicia al Estado.</p>
<p style="text-align:justify;">En la época en la que escribe el <em>Tratado teológico-político</em>, lo esencial para Spinoza se encuentra en el desplazamiento de lo teológico: el espíritu de los comerciantes es el lugar en el que aquel se produce, pues éstos separan las creencias religiosas de sus prácticas comerciales. No solamente se puede, sino que resulta deseable no referirse a dogmas cuando se trata de tales prácticas. Pero queda por precisar la situación política del comercio, algo que Spinoza hará parcialmente en el Tratado político:</p>
<p style="text-align:justify;">“Tiene a otro bajo su potestad, quien lo tiene preso o quien le quitó sus armas […], o quien le infundió miedo o lo vinculó a él mediante favores […]” (7).</p>
<p style="text-align:justify;">Es menos el comercio en cuanto tal que la relación dineraria la que Spinoza introduce, en primer lugar, en su teoría política, inscribiéndola de entrada en una relación de fuerza –o de poder-. Ahora bien, entre los cuatro medios de que dispone un hombre para ejercer poder sobre otro, la continuación del texto aísla amenazas y favores. El dinero es uno de los dos medios de prodigar favores; el otro es la gloria. La relación dineraria se inscribe así en lo que podría llamarse el trabajo político del afecto. Forma parte de lo que permite hacer emerger el poder político a partir de los poderes de cada uno, sin contrato, por el simple efecto de la esperanza y el temor. Conviene señalar, aunque ya volveremos más adelante sobre esto, que a partir de esta consideración Spinoza se prohíbe toda anticipación sobre la economía política; al concebir la constitución de lo político a partir de los afectos, no contempla más que una psicología, cuya fuerza está en considerar que la situación de lo político no es la propia de una trascendencia con respecto a los intereses de cada uno, sino que, por el contrario, se inscribe en el meollo de estos últimos. Ahora bien, tal inscripción queda precisamente asegurada por el dinero. Si se hace de tal manera que la salud de la ciudad aproveche de forma consciente a sus miembros, y en primer lugar a sus dirigentes, se obtiene una congruencia de intereses que hace que nazca el espacio político.</p>
<p style="text-align:justify;">Así, del mismo modo que la actividad del comerciante puede concebirse como una opinión performativa, también, a la inversa, puede verse en ella un favor concedido a aquél por la ciudad: pues es el soberano el que da al ciudadano el marco para ejercer su comercio con total seguridad. De esta manera, la reversibilidad de las relaciones valida la congruencia entre los intereses del comerciante, que comercia en una relación participativa con la ciudad, y de la vida de la ciudad, que se realiza mediante la acción de un individuo singular bajo la forma de una empresa singular. A partir de ese momento, el esfuerzo del soberano debe consistir en hacer perceptible para los ciudadanos dicha identidad de intereses, es decir, en obrar de tal manera que cada uno, al perseguir su propio interés, participe en el interés de todos. Para cada régimen político, Spinoza considera, pues, un funcionamiento económico que responde a este propósito: implicar a los actores de la vida política en los intereses del Estado. En una monarquía:</p>
<p style="text-align:justify;">“Otro elemento que desempeña un importante papel en favor de la paz y la concordia, es que ningún ciudadano posea bienes inmuebles […]. De ahí que los peligros derivados de la guerra son casi iguales para todos. En efecto, el afán de lucro hará que todos se dediquen al comercio […]” (8).</p>
<p style="text-align:justify;">El comercio tiene una fuerza de unión política tanto más palpable cuanto que establece intercambios frágiles, inmediatamente solidarios con el estado de paz. Desde el momento en que se haga comerciantes a todos los ciudadanos, todos tendrán interés en la paz, no sólo colectiva, sino también individualmente. Así, la conciliación de lo individual y lo colectivo reposa sobre un principio de congruencia entre paz y comercio: la paz, concebida como interés colectivo, es condición del comercio, concebido como interés individual. Al implicar a los ciudadanos en el uno, se les comunica el deseo por el otro: a través del comercio, entran en la política.</p>
<p style="text-align:justify;">El mismo principio se aplica al régimen aristocrático:</p>
<p style="text-align:justify;">“Las ganancias de los senadores deben ser tales que les resulte más ventajosa la paz que la guerra. Por eso se les asignará la centésima o la quincuagésima parte de las mercancías que se exportan del Estado a otras regiones” (9).</p>
<p style="text-align:justify;">Como vemos, Spinoza da un sentido muy literal a la idea de que el político está interesado en el comercio: institucionaliza los sobornos. El político es un interesado, sin más: en ausencia de contrato, es siempre el deseo –o dicho de otro modo, los afectos- el que estructura el campo político. Así, del mismo modo que el comercio, en el <em>Tratado teológico-político</em> servía como ejemplo de la emancipación respecto de la teología, en el <em>Tratado político</em> es el lugar en el que se percibe una segunda ruptura. Spinoza, en efecto, ha terminado de redactar su <em>Ética</em>, tomando definitivamente distancias con respecto a la moral. El <em>Tratado político</em> puede, pues, profundizar en la emancipación iniciada con el <em>Tratado</em> <em>teológico</em>-<em>político</em>: el principio de la inmanencia de los principios, proposición fundamental de la filosofía de Spinoza, conduce a una política sin otro fundamento que el interés de cada uno, el único en cuyo interior puede concebirse el interés de todos. En un campo político cuyo objetivo es constituir una estructura colectiva fundada sobre fuerzas individuales, el comercio interviene, pues, como término medio: la cópula que sella la realidad de los intercambios, así como su polivalencia (negocio privado y público a la misma vez).</p>
<p style="text-align:justify;">Falta, sin embargo, un eslabón en este dispositivo. ¿Cómo fundamentar las reglas del buen comercio? ¿Cómo hacer para que el comercio, que Spinoza vincula tan íntimamente a la paz, no sea en sí mismo una forma de guerra? Para cumplir con tal tarea prescriptita, la teología, como ya sabemos, queda excluida. La moral ya no es nada. La política no es, en sí misma, más que un efecto del afecto. De esta manera, el contexto teórico de la filosofía de Spinoza determina considerables modificaciones en el acercamiento al comercio como problema filosófico. La tarea que incumbe al filósofo cambia de sentido: ya no consiste en concebir cómo adaptar el comercio a imperativos exteriores a él mismo, sino en cómo adaptarlo a lo que resulta directamente del deseo que le sirve de fundamento. Ya no se trata, pues, como en la tradición filosófica que va de Aristóteles a Santo Tomás, de confrontar el comercio con el problema de la equidad, ni de buscar la justicia en la correspondencia entre distintas escalas de valores. Ya no se trata de pensar un comercio justo, sino un comercio libre.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. La desaparición de lo económico</strong></p>
<p style="text-align:justify;">“Se llama <em>libre</em> a aquella cosa que existe en virtud de la sola necesidad de su naturaleza […]” (10).</p>
<p style="text-align:justify;">Puesto que la libertad según Spinoza se concibe por referencia a una naturaleza, la cuestión del comercio libre podría enunciarse así: ¿de qué naturaleza es preciso deducir los modos de una libertad en el comercio? La respuesta de Spinoza a esta pregunta está muy lejos de ser clara, pues no aparece explícita en ningún lugar. ¿Quiere decir esto que, sencillamente, no se la planteó? Se trata, más bien, de que su respuesta implica dos aspectos: las relaciones entre comerciantes son en primer lugar, para Spinoza, el arquetipo de la libertad en el sentido de la independencia con respecto al poder teológico. Dicho de otro modo, la figura del comerciante tiene, para empezar, un alcance polémico; en la lucha del <em>Tratado teológico-político</em> contra el dominio de las autoridades teológicas y políticas sobre el pensamiento, dicha figura interviene como un arma, el argumento <em>de</em> <em>facto</em> según el cual la sociedad funciona tanto mejor cuanto menos se mezcla la religión. Se comprende así que Spinoza descuide preguntarse por los límites que han de imponerse a la libertad de comerciar, pues no utiliza esta última más que para dar apoyo a sus reivindicaciones de filósofo. A fin de cuentas, la libertad que reconoce en las relaciones económicas es por completo negativa; no tiene sentido más que por oposición a un poder que está desconectado de ellas y del que, en consecuencia, se trataría de liberar al campo filosófico. El comercio no interviene más que para apoyar a la filosofía en su reivindicación libertaria. En cuanto a lo que el filósofo piensa del comercio… Como pensador político, se diría que, en el <em>Tratado</em> <em>político</em>, más bien amplia sus derechos, puesto que son los de la fuerza. El dinero como fuerza siempre tendrá razón: pertenece, pues, al soberano hacerla suya (lo que no significa desposeer de ella al ciudadano).</p>
<p style="text-align:justify;">El comercio aparece así libre por definición, si bien negativamente. Pero esto no es todavía más que la mitad del problema: queda por determinar si el sistema de Spinoza permite concebir una libertad positiva en términos de comercio. Ahora bien, es precisamente en el momento en el que se consideran las cosas bajo este ángulo cuando desaparece la figura de los comerciantes. Desde la perspectiva de una libertad concebida positivamente, los intercambios comerciales se eclipsan. En la <em>Ética</em>, ya ni siquiera se plantea la cuestión: hay algo que los ha reemplazado. Y curiosamente, si los negocios mercantiles ocupan entonces un lugar muy marginal, es en virtud del lugar central que ocupa cierto concepto de <em>comercio</em>, casi enteramente vaciado de su sentido de actividad mercantil en beneficio de una acepción más vasta. En el latín del siglo XVII, la palabra <em>commercium</em> puede, en efecto, designar el negocio –y, por metonimia, el derecho, el lugar o la mercancía del negocio-, pero Spinoza y sus contemporáneos lo usan para designar toda relación, todo trato recíproco, todo contacto (entre los hombres, comercio de amistad o epistolar, o entre las cosas). El propio Spinoza da la definición de lo que entiende por este término: “Tener comercio con otras cosas es ser producido por ellas o producirlas” (11).</p>
<p style="text-align:justify;">Es de destacar que Spinoza no define el comercio como intercambio, sino como relación de producción; lo cual, incluso para un contemporáneo, constituye una notable inflexión de sentido. Desde este momento, se perfila una nueva perspectiva. Es, como veremos, de la naturaleza del <em>commercium</em> de donde se deducen las razones que explican la reducción del negocio al mínimo, no solamente como objeto de reflexión para Spinoza, sino incluso como parte de la actividad humana de la que la <em>Ética</em> pretende establecer las leyes naturales. Así, de la misma manera en que hemos podido observar cómo la figura del comerciante permitía desunir los campos de la acción falsamente entremezclados, ahora se trata de comprender cómo la libertad se desvincula a su vez de dicha figura. Se trata de recorrer el camino que lleva a la conclusión que el laconismo de los textos impone, a saber, que en definitiva el hombre libre se abstiene cuanto puede de hacer negocios, por la simple razón de que se ocupa exclusivamente de “tener comercio”.</p>
<p style="text-align:justify;">Considerado en su acepción metafísica, el comercio según Spinoza designa una relación que concierne a todas las cosas singulares, y es otro nombre de una ley general conforme a la cual:</p>
<p style="text-align:justify;">“[…] ninguna cosa que es finita y tiene una existencia determinada, puede existir, ni ser determinada a obrar, si no es determinada a existir y obrar por otra causa, que es también  finita y tiene una existencia determinada […]” (12).</p>
<p style="text-align:justify;">Si el comercio consiste en producir y / o ser producido, él es, en efecto, el implicado en la concatenación infinita que vincula la existencia y las operaciones de las cosas singulares. Está, pues, en juego una cierta figura de la causalidad como relación de producción, y tal relación no es en modo alguno específica del hombre. Sin embargo, en la medida en que el hombre es parte implicada, es posible descubrir, a partir de su propia constitución, lo que significa específicamente para él este comercio universal:</p>
<p style="text-align:justify;">“El cuerpo humano necesita, para conservarse, de muchísimos otros cuerpos, y es como si éstos lo regenerasen continuamente” (13).</p>
<p style="text-align:justify;">Es decir que no se trata solamente de una causalidad genética o, más bien, que la génesis del cuerpo humano no cesa nunca. La relación causal que mantenemos con las cosas no es algo superado, y si cesásemos de ser causados, cesaríamos inmediatamente de ser. De este modo, esa génesis permanente o regeneración es la necesidad que sella la unión fundamental de los dos conceptos, el hombre y tener comercio:</p>
<p style="text-align:justify;">“[…] nosotros no podemos prescindir de todo lo que nos es externo, para conservar nuestro ser, y que no podemos vivir sin tener algún comercio (<em>nullum commercium</em> […] <em>habemus</em>) con las cosas que están fuera de nosotros […]” (14).</p>
<p style="text-align:justify;">Conservar el propio ser, pues, no es proteger algo ya adquirido. En suma, no se conserva el propio ser, tan sólo se hacen esfuerzos por conservarlo; y el resultado no es jamás la conservación, el resultado es que uno lo regenera, que lo recrea, o más exactamente, que él mismo se recrea teniendo comercio con las cosas exteriores. Se abandona así la concepción de un <em>ser</em> fijo, delimitado, concepción que afirma la escisión entre un interior y un exterior, en provecho de un <em>tener</em> que consiste precisamente en cruzar de forma permanente dicha frontera: nuestro ser consiste en tener comercio.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero el exterior no es, por supuesto, más que un tener comercio infinito. Lo que se dice del hombre puede decirse, en definitiva, de todo: todo ser es un proceso productivo que atraviesa los límites de las cosas, que es paso de la causa al efecto, del exterior al interior y recíprocamente. No hay nada que no sea una etapa entre las causas y los efectos: “Vivimos en un cambio continuo” (15). De este modo, en el <em>Tratado de la reforma del entendimiento</em>, Spinoza puede describir cómo el espíritu, al pensar la relación entre las cosas, entra él mismo en relación con ellas y se convierte en parte implicada en la relación que las cosas mantienen entre sí:</p>
<p style="text-align:justify;">“[…] aquellas cosas que tienen comercio con otras, como sucede con todas las que existen en la Naturaleza, serán entendidas, y sus esencias objetivas tendrán ese mismo comercio unas con otras […]” (16).</p>
<p style="text-align:justify;">Algo que explicita un enunciado más simple: “[…] cuantas más cosas ha llegado a conocer la mente, mejor comprende también sus propias fuerzas y el orden de la Naturaleza […]” (17). Es decir que el hombre es hombre precisamente a medida que se integra en ese comercio general que es el tejido mismo de la Naturaleza. Desde este punto de vista, no hay especificidad alguna en el comercio humano: forma parte del tener comercio universal. Se llega así a una situación en la que, en el funcionamiento general de las cosas de la Naturaleza, se emplaza determinado concepto de comercio que designa las relaciones que existen entre las cosas o, más exactamente, que designa a las cosas en términos de relaciones. A partir de aquí, ya no queda sino deducir las reglas del comercio humano de ese comercio metafísico, como si este último fuese la idea misma de comercio… Situación extrañamente platónica. Se puede pone el acento a voluntad en este juego de ecos, pues uno de los aspectos de la respuesta de Spinoza consiste en hacer del conocimiento el modo supremo de dicho intercambio; ya que comprender el comercio de las cosas es, en sí mismo, entrar en comercio con ellas. Pero necesitamos considerar hasta qué punto un concepto semejante aclara directamente el lugar del negocio, que es un lugar vacío, en la filosofía de Spinoza.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué es lo que, en el tener comercio de las cosas de la naturaleza, puede ofrecer un canon para el tener comercio del hombre que evacua casi enteramente el aspecto económico? En una carta a Oldenburg, Spinoza indica lo que es dicho patrón:</p>
<p style="text-align:justify;">“Todos los cuerpos están rodeados por otros, y determinados los unos por los otros a existir y a obrar de forma precisa y determinada, y siempre al servicio de una misma relación entre movimiento y reposo en todos ellos a la vez, es decir, en todo el universo. Se sigue de aquí que todo cuerpo, en tanto que existe modificado según un cierto modo, debe considerarse como parte del universo entero, convenir con el todo y estar en cohesión con el resto de los cuerpos” (18).</p>
<p style="text-align:justify;">El texto articula tres conceptos: parte, conveniencia, cohesión. Se trata, para Spinoza, de explicar a su corresponsal en qué sentido el hombre es una parte de la Naturaleza y participa en las relaciones que la constituyen. Al comienzo del razonamiento reconocemos la ley de causalidad propia de las cosas singulares, es decir, del tener comercio. Los conceptos que intervienen a continuación se sitúan directamente en su horizonte. Tejen un razonamiento del cual uno de los tres emerge como criterio susceptible de un uso ético, y es por medio de este concepto por el que la actividad mercantil se ve condenada a un lugar ancilar.</p>
<p style="text-align:justify;">La secuencia conceptual de la carta es la siguiente: toda cosa singular es una parte de un todo mayor; ahora bien, para que un todo exista, es preciso algo común a las cosas que lo componen. La existencia de esa característica común es lo que define al todo, y la conveniencia designa esto: no otra cosa que el hecho de que los elementos comparten una característica común (sin asumir el punto de vista del todo). En cuanto a la cohesión, es el esfuerzo que hacen los elementos para perseverar en su conveniencia o, dicho de otro modo, para asegurar la compatibilidad de sus naturalezas.</p>
<p style="text-align:justify;">En suma, lo que es central es la conveniencia: ella es la que define a las partes como elementos de un todo; ella es la que determina el esfuerzo de cohesión; dicho de otro modo, ella es el principio que permite a las cosas singulares determinarse a existir y a obrar las unas a las otras. De suerte que, en definitiva, el meollo del tener comercio es la conveniencia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora ya disponemos de aquello que constituye el canon del comercio: el comercio más perfecto es aquel que se establece entre cosas que convienen perfectamente. Esto significa que, entre las relaciones que le es necesario mantener con las cosas de la naturaleza, el hombre privilegia aquellas que se establecen con las cosas que más le convienen. Con aquello que más nos conviene, tendremos mucho comercio; con lo menos nos conviene, el menor comercio posible.</p>
<p style="text-align:justify;">Esto es relativamente sencillo, pero no necesariamente fácil. Para el comercio de las cosas de la naturaleza, Spinoza fía en el afecto de Alegría; pues, “¿por qué saciar el hambre y la sed va a ser más decente que desechar la melancolía?” (19). Lo que constituye un primer punto. Pero, según el criterio de conveniencia, “nada puede concordar mejor con la naturaleza de una cosa que los demás individuos de su especie” (20). Así, no hay mejor compañía para un ser humano que otro ser humano. Es ahora cuando es preciso reconocer que, entre todas las relaciones posibles, las que hacen referencia al negocio no dependen de aquello que descansa en la conveniencia. La demostración es sencilla: el deseo que preside este tipo de intercambios lleva al enfrentamiento, no a causa de los hombres, sino de las cosas por medio de las cuales se produce tal relación. “Si nos imaginamos que alguien disfruta con alguna cosa que uno solo puede poseer, nos esforzaremos por lograr que ya no la posea” (21). La naturaleza humana tal como se elabora en la <em>Ética</em> es una estructura de intercambios; ahora bien, la fuerza de cohesión que define dicha estructura es puesta en cuestión en el momento en el que un objeto de deseo le es arrebatado. De forma que, si la fuerza de dicho deseo supera a la fuerza de cohesión, entramos en lo que Spinoza designa, en términos psicológicos, como pasión o, dicho de otro modo, coacción de las fuerzas exteriores. No sólo el interés de cada uno está entonces disociado del interés común, sino que incluso el individuo se encuentra disociado de su propio interés. La comunidad humana queda entonces anegada por la fuerza de los objetos de deseo. Es el fin de la concordia: “En la medida en que los hombres están sujetos a las pasiones, no puede decirse que concuerden en naturaleza” (22). Es, pues, no tanto el comerciante cuanto la mercancía la que simboliza, a ojos de Spinoza, la pasión misma. Puesto que, cada cosa del mundo y cada operación humana son los vectores de valores inmanentes, el camino del “tener comercio”, que permite a un hombre ponerse en relación con todos los hombres y con la Naturaleza, se separa del camino del comercio, mediante el cual los hombres se intercambian dinero y mercancías. En suma, el primero es aquel por el que se concibe la libertad en cuya búsqueda habíamos salido; por el segundo, no podría concebirse más que la servidumbre.</p>
<p style="text-align:justify;">Es entonces cuando aparece una tentación que Spinoza va a desechar: la de retirarse del comercio humano, que aparece en su obra bajo dos figuras. El retiro del eremita, retiro total, es inmediatamente recusado como una aberración. Pues el eremita, por su aislamiento, deja de ser un hombre para convertirse en una bestia salvaje (23); por otro lado, no se trata más que de una figura imaginaria e irrealizable, pues un hombre solo no podría jamás garantizar su propia existencia (24). Otra figura marginal y muy extraña: la ociosidad. En una sola palabra, la ociosidad es un semi-comercio: se disfruta de lo que los hombres producen, pero uno mismo no produce nada. Una disposición que implica, en cierto modo, una estafa, sobre la que Spinoza carga a propósito las tintas: “Porque los hombres que tienen mucho ocio, suelen maquinar crímenes” (25).</p>
<p style="text-align:justify;">Curiosa aserción, pero crucial si se quiere comprender qué lugar ha de asignarse a las actividades lucrativas. Pues está claro con esto que tal lugar no puede quedar vacío. En efecto, desde el momento en que el trabajo y el intercambio de sus productos constituyen la trama misma de la sociedad, la ociosidad, extracción fuera de esta red de intercambios, es una situación apolítica que suscita una separación que ya es ruptura. La consecuencia no es más que un efecto teórico de perseverancia, dado que la ociosidad es ya –casi- un crimen, o digamos un robo. Recíprocamente, esto significa que el Estado debe garantizar que una situación semejante de ociosidad no sea posible: la reversibilidad observada en el caso del comerciante virtuoso opera aquí, de la misma manera, para el ocioso vicioso. No es al hombre, sino al círculo –o dicho de otro modo, a la relación entre el Estado y el individuo-, al que se le puede adjudicar tal calificativo. Si la ociosidad inclina al pensamiento hacia el crimen, es porque se trata en primer lugar de una dolorosa exclusión de los dispositivos sociales.</p>
<p style="text-align:justify;">Al retiro filosófico, que es en suma el sueño de la independencia, Spinoza va a oponer, pues, la regla de la autonomía. Al contrario que la independencia, la autonomía se adquiere mediante la propia implicación en las relaciones. En particular, la autonomía financiera supone asumir la dependencia del hombre en tanto que animal social y, en consecuencia, realizar un trabajo y, gracias a él, ganar dinero. De este modo, el artesanado científico de Spinoza toma el aspecto de un compromiso personal en la red de comercio por la que circula el poder, con el cual intercambia lo justo para asegurar su libertad. Los imperativos elementales, conforme a los cuales es necesario tener dinero para subvenir a las propias necesidades, se convierten en Spinoza en la marca política de pertenencia del individuo a la comunidad y, a la vez, en el método ético mediante el cual se adquiere la libertad; lo que el pequeño comercio personal del filósofo que vende lentes ilustra incluso en sus restricciones: “Buscar el dinero […] tan sólo en cuanto es suficiente para conservar la vida y la salud y para imitar las costumbres ciudadanas que no se oponen a nuestro objetivo” (26). Así, la estructura metafísica del tener comercio desemboca en un retroceso hasta su mínima expresión del comercio económico. Se deja lugar en la vida del hombre libre a la actividad de comerciante; pero es el lugar mínimo de la supervivencia. El hombre que vive bajo la guía de la razón es financieramente autónomo, pero en tanto le sea posible, mantiene fuera de sí la dependencia material con respecto a la sociedad en provecho de una implicación derivada: la que consiste en pensar y en compartir –aunque discretamente- sus frutos. Es algo un poco más árido de lo que esperábamos, pero es que Spinoza se sitúa en una tradición del retiro directamente antigua. Es, pues, libre el comercio que se limita a las necesidades vitales.</p>
<p style="text-align:justify;">Se puede lamentar el hecho de que, a pesar de su deuda con respecto a las estructuras económicas de Ámsterdam, Spinoza no haya intentando pensar directamente la amplitud de los cambios ligados a dichas estructuras (las letras de cambio, las acciones). Su pensamiento se refiere a conceptos que no integran las nuevas modalidades de comercio: en un pasaje de la <em>Ética</em> en el que evoca el dinero, es en cierto modo como filósofo antiguo que observa que “el dinero ha llegado a ser un compendio de todas las cosas” (27), y sentimos la presencia de Aristóteles en las líneas siguientes, en las que condena a “aquellos que buscan el dinero, no por indigencia ni para subvenir a sus necesidades, sino porque han aprendido las artes del lucro, de las que están enormemente orgullosos”: todos los conceptos están retomados, casi textualmente, de <em>Política</em>, I, 9.</p>
<p style="text-align:justify;">Si Spinoza no tiene un pensamiento económico, es porque su perspectiva es humanista o, si se quiere, naturalista: concibe las cosas a partir de la naturaleza humana y con el solo fin de permitir que ésta se realice. Además, si bien la novedad de su propuesta depende de su ambición científica y de su método matemático, lo cierto es que no anuncia en absoluto ese acercamiento más global a los fenómenos humanos tal como van a elaborarlo los siglos posteriores. Lo que Spinoza puede aportar a una meditación de este tipo es un modelo psicológico, que se dota de los medios para comprender los fenómenos a gran escala como reacciones afectivas, precisamente porque no remite los afectos a un sujeto afectado, sino que, de entrada, se trata de una disposición estructural de fuerzas. A partir de aquí, ya no se podría denunciar en su pensamiento ese error del antropomorfismo que consiste en concebir la sociedad como un solo hombre: es, por el contrario, cada hombre el que Spinoza concibe como una sociedad.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre Descartes y Spinoza, la diferencia del estatus concedido al comerciante es, sin duda, el lugar de enfrentamiento de grandes tradiciones: el espíritu aristocrático y el espíritu burgués, el espíritu católico y el espíritu protestante, pero quizá también, según los términos de Nietzsche, el <em>pathos</em> <em>de la distancia</em>, propio del filósofo que no quiere tener nada en común con el comerciante, pronto reemplazado por la consideración a su identidad y su dependencia: ambas expresan poderes.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">NOTAS</p>
<p style="text-align:justify;">(1) Descartes, Carta a Balzac del 5 de mayo de 1631, <em>Oeuvres philosophiques</em>, t. I, Ed. F. Alquié, Paris, Garnier, 1963, p. 292<br />
(2) Spinoza, <em>Tratado teológico-político</em>, Cap. XX, 15. [Tomo la traducción de los textos de Spinoza de las ediciones de Alianza Editorial; sólo en algún caso he realizado alguna pequeña variación].<br />
(3) Spinoza, <em>Ética</em>, IV, 20.<br />
(4) Boussigault, <em>La Guide universelle de tous les Pays-Bas ou les Dix-Sept Provinces</em> [sic], Paris, 1673, p. 171, citado por Henri Méchoulan, <em>Amsterdam au temps de Spinoza</em>, Paris, PUF, 1990, p. 44.<br />
(5) Citado por Violet Barbour, <em>Capitalism in Amsterdam in the Seventeenth Century</em>, Baltimore, John Hopskins, 1950, p. 57<br />
(6) En este contexto, sólo falta la influencia del médico Juan de Prado sobre el joven Baruch para, mediante su rechazo de la comunidad judía, encender la chispa que llevará a Spinoza fuera de la sinagoga. Ver en particular I. S. Révah, “<em>Aux origines de la ruptura spinozienne</em>”, <em>Des marranes à Spinoza</em>, textos reunidos por H. Méchoulan, P.-F. Moreau y C. L. Wilke, Paris, Vrin, 1995.<br />
(7) Spinoza, <em>Tratado</em> <em>político</em>, Cap. II, 10.<br />
(8) Ibíd., Cap. VII, 8.<br />
(9) Ibíd., Cap. VIII, 31.<br />
(10) <em>Ética</em>, I, definición VII.<br />
(11) Spinoza, <em>Tratado de la reforma del entendimiento</em>, nota al fragmento 41.<br />
(12) <em>Ética</em>, I, 28.<br />
(13) Ibíd., II, Postulado IV, después de la proposición 13.<br />
(14) Ibíd., IV, 18, escolio.<br />
(15) Ibíd., V, 39.<br />
(16) <em>Tratado de la reforma del entendimiento</em>, 41.<br />
(17) Ibíd., 40.<br />
(18) Spinoza, Carta XXXII a Oldenburg.<br />
(19) <em>Ética</em>, IV, 45, escolio.<br />
(20) Ibíd., IV, Apéndice, Cap. 9.<br />
(21) Ibíd., II, 32.<br />
(22) Ibíd., IV, 32.<br />
(23) Ibíd., IV, 35, escolio.<br />
(24) <em>Tratado político</em>, II, 6.<br />
(25) Ibíd., VII, 20.<br />
(26) <em>Tratado de la reforma del entendimiento</em>, 17.<br />
(27) <em>Ética</em>, IV, Apéndice, Cap. 28.</p>
<p style="text-align:justify;"> ORIGINAL EN FRANCÉS EN <a href="http://asterion.revues.org/document908.html">ASTÉRION</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto de ontologia para sistemas de informação empresariais: delineando uma metodologia para desenvolver ontologias na área de telecomunicações  ]]></title>
<link>http://infobci.wordpress.com/2009/10/22/projeto-de-ontologia-para-sistemas-de-informacao-empresariais-delineando-uma-metodologia-para-desenvolver-ontologias-na-area-de-telecomunicacoes/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:44:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>L.Inafuko</dc:creator>
<guid>http://infobci.wordpress.com/2009/10/22/projeto-de-ontologia-para-sistemas-de-informacao-empresariais-delineando-uma-metodologia-para-desenvolver-ontologias-na-area-de-telecomunicacoes/</guid>
<description><![CDATA[RODRIGUEZ BARQUÍN, Beatriz Ainhize; PINTO, Adilson Luiz; MOREIRO GONZÁLEZ, José Antonio; BARROSO, Yo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&#38;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&#38;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&#38;rft.genre=article&#38;rft.atitle=Projeto+de+ontologia+para+sistemas+de+informa%C3%A7%C3%A3o+empresariais%3A+delineando+uma+metodologia+para+desenvolver+ontologias+na+%C3%A1rea+de+telecomunica%C3%A7%C3%B5es&#38;rft.title=Brazilian+Journal+of+Information+Science&#38;rft.stitle=Brazilian+Journal+of+Information+Science&#38;rft.date=2008&#38;rft.volume=2&#38;rft.issue=2&#38;rft.spage=17&#38;rft.epage=34&#38;rft.aulast=RODRIGUEZ+BARQU%C3%8DN&#38;rft.aufirst=Beatriz+Ainhize&#38;rft.au=Beatriz+Ainhize+RODRIGUEZ+BARQU%C3%8DN&#38;rft.au=Adilson+Luiz+Pinto&#38;rft.au=Jos%C3%A9+Antonio+Moreiro+Gonz%C3%A1lez&#38;rft.au=Yolanda+Barroso"> RODRIGUEZ BARQUÍN, Beatriz Ainhize; PINTO, Adilson Luiz; MOREIRO GONZÁLEZ, José Antonio; BARROSO, Yolanda. Projeto de ontologia para sistemas de informação empresariais: delineando uma metodologia para desenvolver ontologias na área de telecomunicações. <strong>Brazilian Journal of Information Science, </strong>Marília, v. 2, n. 2, p. 17-34, jul./dez. 2008. Disponível em: &#60;<a href="http://www.bjis.unesp.br/pt/include/getdoc.php?id=113&#38;article=25&#38;mode=pdf">http://www.bjis.unesp.br/pt/include/getdoc.php?id=113&#38;article=25&#38;mode=pdf</a>&#62;. Acesso em: 22 out. 2009.<br />
</span><br />
<strong>Resumo</strong><br />
Os requisitos informativos para sistemas de informação, mais precisamente sistemas de informação corporativos, podem ser encontrados por meio de ontologias. A Web Semântica usa esta ferramenta para solucionar problemas que surgem por causa da abundância de informação, proporcionando fácil troca de dados e informações, bem como aprimorando as condições para a recuperação da informação.</p>
<p><strong>Palavras-Chave: </strong>Ontologia; Sistemas de Informação Empresariais; Metodologia; Intercambio de Dados e Informação; Web Semântica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ontologias e Unified Modeling Language: uma abordagem para representação de domínios de conhecimento]]></title>
<link>http://infobci.wordpress.com/2009/10/15/ontologias-e-unified-modeling-language-uma-abordagem-para-representacao-de-dominios-de-conhecimento/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 16:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Andretta</dc:creator>
<guid>http://infobci.wordpress.com/2009/10/15/ontologias-e-unified-modeling-language-uma-abordagem-para-representacao-de-dominios-de-conhecimento/</guid>
<description><![CDATA[SILVA, Daniela Lucas da; DEMARQUES, Eliana Antonia; SOUZA, Renato Rocha Souza; LIMA, Gercina Ângela ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>SILVA, Daniela Lucas da; DEMARQUES, Eliana Antonia; SOUZA, Renato Rocha Souza; LIMA, Gercina Ângela Borén de Oliveira. Ontologias e Unified Modeling Language: uma abordagem para representação de domínios de conhecimento.<strong> Datagramazero</strong>, Rio de Janeiro, v. 10, n. 5, set./out., 2009. Disponível em: &#60; <a href="http://dgz.org.br/out09/Art_05.htm">http://dgz.org.br/out09/Art_05.htm</a> &#62;. Acesso em: 13 out. 2009</p>
<p><strong>Resumo</strong>:<br />
Este artigo destaca o uso da <em>Unified Modeling Language</em>, UML na especificação de modelos baseados em ontologias na representação de domínios de conhecimento, enfatizando a importância da semântica e do tratamento da linguagem padronizada para que o conhecimento do domínio possa ser organizado e compartilhado. Finalmente, este artigo tem como objetivo estabelecer uma conexão entre as temáticas: modelagem orientada a objetos e ontologias.<br />
<strong>Palavras Chaves</strong>: Modelagem; Modelos de representação de conhecimento; Ontologias; Semântica; <em>Unified Modeling Language</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alle radici del terrore]]></title>
<link>http://faberex.wordpress.com/2009/10/13/alle-radici-del-terrore/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>faberex</dc:creator>
<guid>http://faberex.wordpress.com/2009/10/13/alle-radici-del-terrore/</guid>
<description><![CDATA[Le offensive propagandistiche di disinformazione scatenate dalla “libera stampa” d’occidente a propo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-2121" title="taxi" src="http://faberex.wordpress.com/files/2009/10/taxi.jpg" alt="taxi" width="500" height="500" /></p>
<p>Le offensive propagandistiche di disinformazione scatenate dalla “libera stampa” d’occidente a proposito del cosiddetto “pericolo terroristico” vanno ormai imperversando da anni a scadenze regolari,simili a pestilenze cicliche , a vere e proprie calamità naturali ,l’ultima in ordine di tempo…”fresca…fresca “ vedi ieri a milano.</p>
<p>E’ sintomatico a questo riguardo il fatto che , dopo lunghe pause di silenzio , all’improvviso senza cause apparenti che non si riconducano ad eventi la cui mera strumentalità appare affatto evidente a una considerazione obiettiva, i mezzi di informazione si scatenano all’unisono in ecessi di isteria collettiva che ben poco hanno di spontaneo , data la loro ampiezza , coerenza, e regolarità. Questi furori vengono riversati su di una opinione pubblica che viene indotta a sentirsi minacciata da alcunché di indefinito e di indefinibile, e viene pertanto addestrata , per una sorta di riflesso condizionato , ad associare tra loro immagini e rappresentazioni disparate e per lo più incompatibili , togliendo loro ogni intelligibilità. La quasi generale mancanza di discernimento di un tipo d’uomo quale l’occidentale moderno, intellettualmente spento e spiritualmente esaurito , non fa che aggravare gli effetti , a dir poco devastanti , di azione siffatta.</p>
<p> <!--more--></p>
<p><strong>I meccanismi emotivi</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quel che può essere interessante a questo riguardo , e’ in primo luogo una disamina dei meccanismi emotivi inevitabilmente associati ad una simile evocazione , che ben lungi dall’esaurirsi in un mera fenomenologia d’ordine psichico, consenta piuttosto di definire nel profondo la direzione dell’efficacia sostanziale ,il fine ultimo e recondito che contraddistingue e qualifica ontologicamente iniziative di tal sorta.</p>
<p>E’ d’altra parte che quanto si riferisce al terrorismo può applicarsi indifferentemente ad un ambito assai più vasto. Non si tratta tanto di un fenomeno , o di un gruppo particolare di fenomeni , e della loro qualificazione , quanto piuttosto di un genere ben definito , ovverosia dell’insieme di tutto quello che , o di fatto o per principio risulta incompatibile con quel disordine costituito , con quel caos dal sembiante ordinato con cui in definitiva si identifica nella sua sostanza la modernità occidentale. E’ cosi che ad ognuno di questi fenomeni , ad ognuna di queste realtà vengono ripetitivamente associati uno o più caratteri negativi, destinati a squalificarli agli occhi dei più in ragione dell’ambito in essi indotto dalla passività di una reazione meramente emozionale. Ci si trova dunque al cospetto da un lato a tutto un ambito di realtà non omologabili alla modernità occidentale con le sue pretese di globalizzazione , e dall’altro a tutto un insieme di connotazioni assolutamente negative che finiscono per col definire, associandosi alle realtà suddette, un vero e proprio universo del male , mostruosità immaginaria , frutto dell’aberrazione di intelletti debilitati o deviati.</p>
<p> </p>
<p><strong>Terrorismo = Islam ?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Una di queste connotazioni  negative e’ appunto il terrorismo. Va da sé <strong>che io non intendo</strong> mettere in discussione la negatività di siffatto carattere di per se stesso , quanto <strong>invece la licealità dell’associazione sudetta .</strong>Ora, uno dei soggetti a cui le connotazioni negative, e nella fattispecie quella terroristica, vengono di preferenza attribuite , e’indubbiamente l’ Islam ,appunto nella sua pienezza di realtà tradizionale.</p>
<p>D’altra parte risulta ovvio ,che considerazioni simili possono essere addotte a proposito di tutti i mondi tradizionali : basti pensare alle facezie e alle calunnie che vengono volgarmente propinate a proposito di tutte quelle culture o civiltà non omologabili al sistema imperante, è una vera e propria demonizzazione riservata anche allo stesso passato storico /politico etnico/sociale del passato tradizionale europeo stesso.</p>
<p>Senza nessuna distinzione a colori , movimenti, ideologie ……..tutto ciò che non e’ chino al pensiero dominante va demonizzato con disprezzo. Riprendiamo il discorso , daun punto di vista psicologico ,soggettivo, l’evocazione dello spettro del terrorismo , in virtù di quello che è il contenuto proprio ad una rappresentazione siffatta , suscita inevitabilmente reazioni di ostilità e di rigetto , che sotto questo riguardo <strong>sono pienamente giustificate. </strong>Sotto il profilo oggettivo, queste reazioni istintive , necessarie in ragione del del contenuto della suddeta rappresentazione , vengono riferite arbitrariamente all’insieme delle realtà di cui si è detto poc’anzi, delle reatà tradizionali , tra le quali l’Islam assume un rilievo primario. Queste reazioni vengono rafforzate dal fatto che surrettiziamente , per via indiretta , in ragione della comunanza degli attributi negativi , ad un mondo che non e’ e non vuole essere come quello imposto dal libero mercato,viene associato tutto un dominio di effetualità autenticamente , indiscutibilmente aberranti, quale ad esempio la criminalità organizzata. Queste , nella loro ovvietà negativa, non soltanto contribuiscono a rafforzare l’impatto emotivo dell’associazione sudetta , ma finiscono con l’assumere una funzione ed un rilievo strumentali e devianti , quasi che, avendo assunto per tal via un rango pari a quello del mondo della tradizione, possono per ciò stesso, in virtù di questa grossa menzogna , costituire anch’esse un’alternativa alle magagne della modernità , venendo inevitabilmente riguardate come tali da intelletti deboli o deviati.</p>
<p> </p>
<p><strong>Terrorismo non è “ guerra santa”</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Che dire dunque degli atti di violenza e di terrore correntemente attribuiti all’ Islam da parte occidentale ed obbiettivamente documentati? Non mi riferisco qui a pure e semplici invenzioni , giacche do per scontato di cosa sia capace l’occidente ,  o meglio la sua parte egemone. E do anche per scontato il dato di fatto dell’incomprensione, del fatto “naturale” in un simile contesto. La circostanza a cui intendo fare riferimento eè quella dell’effetivo verificarsi in ambito islamico di atti terroristici. Penso che buona parte di chi leggerà da per scontato che simili atti , nulla abbiamo a che vedere con l’universo tradizionale islamico, e con la stessa liceità e necessità della lotta armata orientata in senso trascendente , con la cosi detta “guerra santa “ Ciò <strong>non toglie che il moltiplicarsi di episodi di ferocia pur a, privi di ogni plausibile giustificazione</strong> ,oltre a non potersi ridurre <strong>nella sua totalità a semplice invenzione propagandistica</strong> , debbano indurci ad una <strong>ulteriore riflessione</strong>. Il fatto e’ che, chi tende ad un controllo globale , tende sempre di più ad insinuarsi nel campo avversario . Questa penetrazione ha due diversi aspetti.Il primo e’ quello più grossolano ed esteriore di una azione condotta direttamente dai suoi agenti provocatori .E’ questo indubitabilmente il caso degli squadroni della morte dell’attuale regime algerino , vera e propria cosca sanguinaria al servizio dell’occidente , i cui misfatti vengono attribuiti ai cosiddetti “fondamentalisti islamici” tra gli ipocriti contorcimenti sentimentali di tutte le anime belle dell’umanitarismo nostrano , che non esitano a sproloquiare di stragi di infedeli e di altre amenità simili. Il caso invece che più mi interessa e che non necessariamente e’ il più ipotetico è quello di una infiltrazione interna, di ordine sottile, di psichismi atti a provocare vere e proprie deviazioni , o cedimenti interiori , o passi falsi  dalle conseguenze fatali. Si tratta di una azione compiuta a livelli differenti, che persegue i suoi risultati per una via indiretta ma perciò stesso con maggiore efficacia , e che non necessariamente ha origine da  individualità reali del nostro mondo, ma può anche avere a che fare con una sorta di attrazione meccanica nei confronti dei bassifondi ontologici dell’ambiente umano e cosmico, la cui efficacia tende, in assenza di adeguate contromisure , a divenir irresistibile, naturale nella sua innaturabilità , in periodo di decadenza spirituale ed ottenebramento intellettuale.In ogni caso ,l’azione dell’ambiente esterno ha una sua indubbia importanza sotto il riguardo della predisposizione  di atmosfere pscichiche legate non tanto ad una azione di propaganda palese , quanto piuttosto ad effetti subliminali. E non è in ogni caso da escludersi l’esistenza, a vari livelli , di vere e proprie centrali, di individualità intelligenti capaci di tirare</p>
<p> le fila della trama, venendo cosi incontro a quella che tende sempre di più a configurarsi come una tendenza pressoché naturale.</p>
<p>Io ritengo che sia questo, d’ordine interiore , il pericolo più grande. Si tratta del tentativo di trasformare individui che agiscono in buona fede in agenti della sovversione , e nella fattispecie in veri  epropri terroristi. II discorso vale s ia per i singoli che per interi gruppi o comunità . E si tratta in ogni caso di un sovvertimento dell’ordine delle cause finali. Tutto questo è evidente nei suddetti episodi di terrorismo , per fittizzi o reale che siano: al di là di tutte le convulsioni isteriche sui pericoli dell’integralismo e del fanatismo religioso , quel che viene perseguito in questi casi sono obiettivi meramente militari , sociali,politici, privi in definitiva di ogni prospettiva trascendente , avulsi da ogni articolazione e gerarchizzazione metafisica e tradizionale. E’ d’altra parte chiaro che il sistema imperante quand’anche che non sia direttamente causa di questi rivolgimenti , si apur sempre pronto a favorirli in ogni modo, e ad approfittare quando ne venga il momento : è cosi che i due aspetti , interno e esterno , manifestano tutta la loro complementarietà ed unità indissolubile <strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Definiendo la Web Semántica]]></title>
<link>http://omniumpotentior.wordpress.com/2009/10/08/definiendo-la-web-semantica/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 21:58:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Death Master</dc:creator>
<guid>http://omniumpotentior.wordpress.com/2009/10/08/definiendo-la-web-semantica/</guid>
<description><![CDATA[Things that happen ontomagically Escuchado en el congreso de la semana pasada&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong><em>Things that happen ontomagically</em></strong></p></blockquote>
<p align="right">Escuchado en el congreso de la semana pasada&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONTOLOGY - WHAT THERE "REALLY" IS]]></title>
<link>http://semcp.wordpress.com/2009/10/06/ontology-what-there-really-is/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:42:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>semcp</dc:creator>
<guid>http://semcp.wordpress.com/2009/10/06/ontology-what-there-really-is/</guid>
<description><![CDATA[ONTOLOGY &#8211; WHAT THERE &#8220;REALLY&#8221; IS anotações do curso de Daniel N. Robinson (The Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ONTOLOGY &#8211; WHAT THERE &#8220;REALLY&#8221; IS anotações do curso de Daniel N. Robinson (The Te]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ONTOLOGÍA DEL LENGUAJE]]></title>
<link>http://ahamgangama.wordpress.com/2009/09/23/ontologia/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 04:39:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ganga Ma</dc:creator>
<guid>http://ahamgangama.wordpress.com/2009/09/23/ontologia/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;No sabemos cómo son las cosas, Sólo sabemos cómo las observamos o cómo las interpretamos. Viv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;No sabemos cómo son las cosas, Sólo sabemos cómo las observamos o cómo las interpretamos. Viv]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atividade e Passividade]]></title>
<link>http://ressentimento.wordpress.com/2009/09/19/o-ativo-e-o-passivo-em-sartre/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 18:55:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ressentimento</dc:creator>
<guid>http://ressentimento.wordpress.com/2009/09/19/o-ativo-e-o-passivo-em-sartre/</guid>
<description><![CDATA[Para o pensador francês Jean-Paul Sartre, atividade e passividade são categorias que só fazem sentid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Para o pensador francês Jean-Paul Sartre, atividade e passividade são categorias que só fazem sentido dentro do mundo humano. A natureza, por assim dizer, está para além/aquém da atividade e da passividade. É o olhar humano que determina e interpreta um fenômeno como ativo ou passivo. Em si mesma, a dimensão das aparências possui uma unidade de fundamento transfenomenal e os fenômenos só travam relações efetivas entre si em um nível bastante superficial, este sim ao alcance da inteligência humana. Assim, se um raio cai sobre uma árvore, é a consciência humana que determina qual elemento deste evento é ativo e qual é passivo. Em si mesmos, tanto o raio quanto a árvore encerram uma transfenomenalidade semelhante. Nem ativa, nem passiva.<br />
Contudo, no reino humano, a passividade torna-se problemática. A consciência, núcleo da própria condição humana, é atividade pura. Assim sendo, a passividade seria uma forma de atividade da consciência? A ontologia fenomenológica de Sartre parece autorizar essa perspectiva, haja visto que passividade é só ausência e negação da atividade, e a negação exige sempre &#8220;um fundo de ser&#8221; sobre a qual possa se depositar.<br />
Vejamos uma passagem extremamente ilustrativa de O Ser e o Nada:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Mas que é passividade? Sou passivo quando recebo uma modificação da qual não sou a origem &#8211; quer dizer, não sou o fundamento nem o criador. Assim, meu ser sustenta uma maneira de ser da qual não é a fonte. Só que, para sustentá-la, é necessário que eu exista, e, por isso, minha existência se situa sempre para além da passividade. &#8220;Suportar passivamente&#8221;, por exemplo, é uma conduta que tenho e compromete minha liberdade tanto quanto o &#8220;rejeitar resolutamente&#8221;. Se hei de ser para sempre &#8220;aquele-que-foi-ofendido&#8221;, é preciso que eu persevere em meu ser, quer dizer, assuma eu mesma minha existência. Mas, por isso, retomo de certo modo, por minha conta, e assumo minha ofensa, deixando de ser passivo em relação a ela. Daí a alternativa: ou bem não sou passivo em meu ser, e então me converto em fundamento das minhas afecções, mesmo que não tenham se originado em mim &#8211; ou sou afetado de passividade até em minha existência mesmo, meu ser é um ser recebido, e então tudo desaba no nada. Assim, a passividade é fenômeno duplamente relativo: relativo à tividade daquele que atua e à existência daquele que padece. Isso presume que a passividade não diga respeito ao ser do existente passivo: é relação de um ser a outro ser e não de um ser ao nada.&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">(Em primeiro lugar, tangencio o assunto para louvar meu querido sapo vesgo pela excelente fórmula atraves da qual ele ilustra a conduta do ressentimento. Trata-se da sustentação da condição de ser &#8220;aquele-que-foi-ofendido&#8221;. Em outras palavras, a reposição constante e consciente dos pensamentos ou sentimentos que outrora causaram desagrado.)<br />
Voltando a questão da relação entre passividade e atividade, parece que Sartre quer dizer sim que a passividade repousa sobre um fundo necessário de atividade. É impossível que &#8220;meu ser&#8221; seja recebido, justamente pela presença entrópica da consciência no cerne da condição humana. Nenhum ser pode se instalar sobre a consciência, exceto aquele que a consciência assume.<br />
Não compreendo bem o que Sartre quer dizer com &#8220;minhas afecções que não se originaram em mim&#8221;. Porque se as afecções exigem manutenção consciente &#8211; não existem como pedras que lá permanecerão caso as esqueçamos &#8211; são plena responsabilidade da atividade da consciência. Mas tenho um palpite sobre o sentido dessa frase: de fato, é possível que a contingência do mundo acabe produzindo uma afecção ou um estado, pois não é absurdo que uma pessoa se surpreenda diante de uma situação e seja afetada por ela. Mas isso só é possível porque o solo sobre o qual essa afecção floresce foi perfeitamente arado dentro de um Projeto Existencial individual e &#8211; por que não? &#8211; pessoal. Se uma situação faz com que eu me ressinta e não produz essa afecção em outrem, é porque preparei o solo para o ressentimento, fiz-me ressentido. Assim, a afecção pode ser semeada em meu solo. Mas apenas porque eu o preparei.<br />
Quanto a passividade não dizer respeito ao &#8220;existente passivo&#8221;, aqui é preciso definir os termos e o objeto do discurso do filósofo francês. &#8220;Existente passivo&#8221; não se refere à qualquer tipo de conduta humana, mas justamente àquilo que existe e perdura por si, &#8220;na natureza&#8221;. Em certo sentido, o filósofo quer apenas dizer que as coisas não são passivas nem ativas em si mesmas até o olhar humano pôr em relevo um aspecto de atividade ou passividade, conforme seu interesse.<br />
Acho genial o truque ontológico de Sartre, e acho que é uma das portas através das quais podemos nos acostumar à um dos lugares mais comuns e necessários da filosofia contemporânea: a exigência da precedência do ser sobre o nada. Sartre analisa essa questão no início de <em>O Ser e o Nada</em>, e mostra como supostamente outros pensadores (como Hegel) se equivocaram ao equiparar o ser e o nada em termos ontológicos. O nada exige o ser sobre o qual será &#8220;nada de ser&#8221;. Assim, a passividade é uma forma de atividade. Eis a lição: não se sofre nada passivamente no mundo humano. O sofrimento é ativamente sustentado pelo espírito.<br />
É evidente que questões se depreendem necessariamente dessa conclusão: e quando a contingência do mundo faz com que sejamos vítimas do acaso? Quando a violência gratuita, por exemplo, nos atinge? O quanto temos de atividade e responsabilidade em uma agressão da qual somos vítimas?<br />
Essas questões exigem uma nova reflexão e, consequentemente, uma nova postagem futura.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tirinha Filosófica!]]></title>
<link>http://mortosk8.wordpress.com/2009/09/17/tirinha-filosofica/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:38:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>mortosk8</dc:creator>
<guid>http://mortosk8.wordpress.com/2009/09/17/tirinha-filosofica/</guid>
<description><![CDATA[(1) Primeiro Post no âmbito da Filosofia. &#8220;A palavra é de prata, e o silencio é de ouro&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">(1) Primeiro Post no âmbito da Filosofia.</span></h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Mais um dia Comun" src="http://www.ateus.net/humor/cartoons/imagens/filosofia_e_pratica.gif" alt="" width="266" height="594" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>&#8220;A palavra é de prata, e o silencio é de ouro&#8221;</strong></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fúria de Pedro Bertolino]]></title>
<link>http://ressentimento.wordpress.com/2009/09/13/a-furia-de-pedro-bertolino/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ressentimento</dc:creator>
<guid>http://ressentimento.wordpress.com/2009/09/13/a-furia-de-pedro-bertolino/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A melhor obra é aquela que a gente gostou mais de ler&#8221;. Nos dias em que ler sobre Jean-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>&#8220;A melhor obra é aquela que a gente gostou mais de ler&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos dias em que ler sobre Jean-Paul Sartre era unir o útil ao agradável, fucei a rede atrás de material sobre o pensador francês. O You Tube, por incrível que pareça, pode eventualmente ser uma fonte interessante de material. Láe ncontrei links para entrevistas e documentários onde o autor aparecia ainda vivo &#8211; o que é raro para um filósofo metafísico da tradição ocidental, visto que sua grande maioria teve o azar (ou a sorte) de nascer em tempos onde tais registros eram impossíveis.<br />
Em uma dessas andanças virtuais, me deparei com uma entrevista excelente que, além de contribuir um pouco com minha formação, proporcionou boas risadas.<br />
Pedro Bertolino é um intelectual brasileiro nascido em 1940 que, dentre outras coisas, é também um estudioso da obra de Sartre. No You tube, podemos encontrar uma entrevista de Bertolino à TV Cultura, para o programa Prosa e Verso, no ano de 2003. O professor Bertolino é entrevistado por Fábio Lopes e Simone Schmidt e a entrevista, superficial como qualquer entrevista televisiva (mesmo em uma emissora intelectualizada como a TV Cultura), sobrevoa uma série de temas relacionados à Jean-Paul Sartre.<br />
A expressão de Bertolino durante a entrevista é quase completamente a mesma: a de alguém que há mil anos responde perguntas tolas e tem de explicar repetida e inutilmente as mesmas coisas que serão incompreendidas em cada nova ocasião.<br />
É verdade que o professor Pedro Bertolino é efusivo e extenso em suas respostas, mas é preferível (e divertidíssimo) vê-lo corrigindo os impaupérios das perguntas como a que faz Simone Schidt no segundo bloco. Reparem, tentando não rir, a querela sobre a obra de Simone de Beauvoir: discretamente a entrevistadora e o professor discutem se Simone trouxe o feminismo &#8220;para dentro&#8221; do existencialismo ou este &#8220;para dentro&#8221; do feminismo.<br />
A indignação honesta com que o professor Bertolino separa &#8220;bate-papo de vernissage&#8221; e discussão filosófica é comovente e aqueles breves segundos deveriam ser repetidos uma vez por dia para os jovens estudantes da coisa filosófica.<br />
O ponto mais alto da entrevista, seu término, se inicia quando Fábio Lopes menciona &#8220;os adágios que se atribuem à Sartre&#8221;, e menciona a famosa frase do personagem da peça Entre Quatro Paredes: &#8220;o inferno são os outros&#8221;. A partir daí, Bertolino será brutal em sua distinção do joio e do trigo e suas palavras não poupam sequer meu querido Gerd Bornheim, porta heideggeriana através da qual eu gosto de transitar pela obra de Sartre.<br />
Contei toda a entrevista. Mas de qualquer modo, isso não tira o sabor de assisti-la. Para qualquer um que flerte com a vida intelectual, a forma com que Pedro Bertolino defende a enxovalhada obra do filósofo francês é comovente e inspiradora. Espero que caso eu trilhe o caminho da vida intelectual, tenha forças para um dia ter a envergadura e o temperamento necessários para defender de forma tão enfática a obra de um pensador.</p>
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</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ser]]></title>
<link>http://ressentimento.wordpress.com/2009/09/10/ser/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 21:46:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>ressentimento</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;O ser é simplesmente a condição de todo desvelar: é ser-para-desvelar, e não ser desvelado. Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>&#8220;O ser é simplesmente a condição de todo desvelar: é ser-para-desvelar, e não ser desvelado. Que significa então essa ultrapassagem ao ontológico de que fala Heidegger? Com toda certeza, posso transcender esta mesa ou cadeira para seu ser e perguntar sobre o ser-mesa ou o ser-cadeira. Mas, neste instante, desvio os olhos do fenômeno mesa para fixar o fenômeno-ser, que já não é condição de todo desvelar &#8211; mas sim ele mesmo desvelado, aparição, e, como tal, necessita por sua vez de um ser com base no qual possa desvelar-se.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Em <em>O Ser e o Nada</em>, de Jean-Paul Sartre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trinacriablog - 8 (e ultimo). Physis kai techne]]></title>
<link>http://mariodomina.wordpress.com/2009/09/07/trinacriablog-8-e-ultimo-physis-kai-techne/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 21:18:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>md</dc:creator>
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<description><![CDATA[Con la circolarità tipica del pensiero, concludo questa parentesi siciliana con un post che doveva i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Con la circolarità tipica del pensiero, concludo questa parentesi siciliana con un post che doveva in realtà stare all&#8217;inizio, dato che è sorto un mese fa dalle acque che circondano l&#8217;isola, subito dopo il mio arrivo in Sicilia. Del resto non c&#8217;è inizio, non c&#8217;è fine, se non attraverso segni e convenzioni che spezzettano il mondo e ce lo rendono fruibile.<br />
Siccome avrei potuto intitolarlo anche “natura <em>ovvero</em> tecnica”, un po&#8217; come succede per il <em>sive</em> spinozista, potrebbe anche servire a riprendere il filo dei discorsi lasciati in sospeso, a connettere il prima con il dopo – anche se quel <em>vacuum</em> del mezzo è solo illusorio, se è vero che i pensieri e le questioni aperte sono sempre le medesime e agiscono sottotraccia, senza mai concedere un&#8217;effettiva tregua. Forse, soltanto il respiro riesce talvolta a farsi più largo e disteso, e questo è sempre un bene. Del resto ero “a casa” nella mia isola, sono “a casa” anche qui, per quanto costretto nel flusso angusto della quotidianità. Cercherò allora di far mio il motto filosofico-nostalgico di Novalis provando a trovarmi dappertutto come a casa – ma perché, in ultima analisi, la mia vera casa è dappertutto.<br />
Ad ogni modo ben ritrovati, amiche e amici della Botte!<br />
Si ricomincia ancora una volta a filosofare&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;"><a href="http://mariodomina.wordpress.com/files/2009/09/torreciavole1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3312" title="Torreciavole" src="http://mariodomina.wordpress.com/files/2009/09/torreciavole1.jpg?w=300" alt="Torreciavole" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:right;"><!--more-->“La natura non sta necessariamente dalla parte del più forte.<br />
La natura sta dalla parte della specie che sa far valere un<br />
vantaggio tecnologico sull&#8217;altra. Ossia noi&#8230; per il momento.”<br />
(Roy Lewis, <em>Il più grande uomo scimmia del Pleistocene</em>)</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;"><!--more-->Mi reco talvolta nell&#8217;ora del tramonto lungo la costa saracena, punteggiata dalle torri cinquecentesche poste a difesa dagli attacchi dei pirati barbareschi e della potenza turco-ottomana. Alle spalle i primi monti della catena dei Nebrodi e di fronte i profili celesti delle isole Eolie, in bilico tra il visibile e l&#8217;invisibile; da una parte l&#8217;odore forte della macchia mediterranea con il prevalere nel periodo estivo di quello dei fichi sfatti, dall&#8217;altra l&#8217;incedere salmastro del mare mentre il sole vi si tuffa dentro dopo una giornata di fuoco agostano &#8211; è uno spettacolo tra i più belli che possano capitare, a quell&#8217;ora e in quel punto preciso dell&#8217;isola, al chilometro 93 o giù di lì della statale 113, la Sicula settentrionale.<br />
La bellezza, la natura, la poesia, nella loro immediata spontaneità, senza ombra di dubbio. Forse persino la loro convergente unità.</p>
<p>L&#8217;altra sera, però, è sorto un pensiero diverso dal solito: ho pensato che è profondamente sbagliato contrapporre la &#8220;<strong>natura</strong>&#8221; (concetto che ho sempre teso a criticare, per la sua funzione più ideologica e contrappositiva che denotativa) alla sfera umana – specie nei termini di “<strong>cultura</strong>” o, ancor meglio, di “<strong>tecnica</strong>”. Come se noi e le nostre possibilità fossero <em>toto genere</em> diversi. Gli umani sono in realtà <em>insieme</em> natura, cultura e tecnica – ma la stessa natura altro non è, in fondo, che tecnica e cultura. E&#8217; solo la nostra mania classificatoria (binaria e dicotomica) a farci intendere diviso ciò che è indiviso: la natura è quantomai tecnica, con buona pace di tutti i tecnoapocalittici novecenteschi. Il dna è tecnica, la propagazione delle specie è tecnica, i venti e i terremoti sono tecniche, tutta la morfologia naturale è invasa di tecnicismo. I meccanismi della duplicazione e della ripetizione sono tecniche naturali. La chimica degli elementi funziona benissimo senza il nostro intervento. Dunque: che cosa ci fa ritenere di essere <em>altro </em><span style="font-style:normal;">rispetto alla </span><em>physis, </em><span style="font-style:normal;">all&#8217;essere per come è organizzato? Quel sovrappiù di intelligenza che sfrutta le tecniche naturali per potenziarle indefinitamente? Beh, ma se è così è soltanto una questione di </span><strong>quantità</strong><span style="font-style:normal;">, non certo di </span><strong>qualità</strong><em>: </em><span style="font-style:normal;">si tratta solo di gradi di potenza aggiunti. Si tratta di capire se lungo questa scala c&#8217;è un elemento che ci fa davvero fare un salto qualitativo – se, per esempio, le tecniche di intervento sulle nostre basi biologiche potranno essere o no questo </span><em>big bounce</em><span style="font-style:normal;">.</span><br />
Ma se anche così fosse, si tratterebbe comunque di una possibilità insita nella base materiale (cioè naturale, sostanziale, fisica&#8230; si può chiamare come si vuole) che ci sostiene e di cui siamo parte intrascendibile (nel senso che non può essere trascesa, così come non possiamo esserlo noi: pura reciproca <strong>immanenza</strong>!).<br />
Insomma: la nostra ombra si può allungare fin che si vuole, la nostra corda può tendere al limite estremo, ma il cordone ombelicale che ci lega alla <strong>materia</strong> resta inscindibile. E tutte le possibilità che ci sono date sono scritte con lettere ed elementi dell&#8217;alfabeto materiale di cui siamo fatti. Sono tecniche naturali. Siamo tecnici in quanto siamo materia, e materici in quanto siamo tecnica. Tutto il resto sono fole metafisiche.<br />
Anche se, a ben vedere, la stessa metafisica, in quanto pensiero che è linguaggio, altro non è che&#8230; tecnica! Per quanto si voglia <em>&#8220;meta&#8221;</em> &#8211; al di là &#8211; anch&#8217;essa non può sfuggire al suo medesimo destino immanente e materiale.</p>
<p style="margin-bottom:0;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[onicopalpidi - paraboloide]]></title>
<link>http://lemmarioenciclopedico.wordpress.com/2009/09/06/onicopalpidi-paraboloide/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:05:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniobon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Onicopàlpidi,onicopalpidi, onimia,_onimia, ònimo,_onimo, ònio,_onio, onìrico,onirico, onirismo,oniri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Onicopàlpidi,onicopalpidi, onimia,_onimia, ònimo,_onimo, ònio,_onio, onìrico,onirico, onirismo,onirismo, oniro-,oniro_, oniròide,oniroide, onirologìa,onirologia, oniromanzìa,oniromanzia, Onìscidi,oniscidi, Oniscoidèi,oniscoidei, Oniscomòrfi,oniscomorfi, onlap,onlap, on line,on_line, onni-,onni_, Onnian,onnian, onnicomprensivo,onnicomprensivo, onnidirezionale,onnidirezionale, onninaménte,onninamente, onnipossènte,onnipossente, onnipotènte,onnipotente, onnipotènza,onnipotenza, onnipresènte,onnipresente, onnipresènza,onnipresenza, onnisciènte,onnisciente, onnisciènza,onniscienza, onniveggènte,onniveggente, onniveggènza,onniveggenza, onnìvoro,onnivoro, Onobrychis,onobrychis, onomanzìa,onomanzia, onomasiologìa,onomasiologia, onomasiològico,onomasiologico, onomasiòlogo,onomasiologo, onomàstica,onomastica, onomàstico,onomastico, onomàtica,onomatica, onomatopèa,onomatopea, onomatopèico,onomatopeico, onònide,ononide, Ononis,ononis, Onopordon,onopordon, onoràbile,onorabile, onorabilità,onorabilita, onoranza,onoranza, onorare,onorare, onoràrio (aggettivo),onorario1, onoràrio (sostantivo),onorario2, onorato,onorato, onóre,onore, onorévole,onorevole, onorevolézza,onorevolezza, onorificènza,onorificenza, onorìfico,onorifico, Onotragus,onotragus, ónta,onta, ontano,ontano, ónte,_onte, on the road,on_the_road, òntico,ontico, onto-,onto_, ontogènesi,ontogenesi, ontogenètico,ontogenetico, ontologìa,ontologia, ontològico,ontologico, ontologismo,ontologismo, ontologista,ontologista, ontóso,ontoso, Onùfidi,onufidi, onusto,onusto, Onychodactylus,onychodactylus, Onychogalea,onychogalea, oo-,oo_, O/O,oo, oocinète,oocinete, oocisti,oocisti, oogamìa,oogamia, oogònio,oogonio, oolite,oolite, Oomicèti,oomiceti, oosfèra,oosfera, oospòra,oospora, oostegite,oostegite, ootèca,ooteca, oozòide od oozoòide,oozoide_od_oozooide, opacìmetro,opacimetro, opacità,opacita, opacizzante,opacizzante, opacizzare,opacizzare, opaco,opaco, opale,opale, opalescènte,opalescente, opalescènza,opalescenza, opalina,opalina, Opalina,opalina_1, Opalinati,opalinati, Opalìnidi,opalinidi, opalino,opalino, opanka,opanka, op-art,op_art, ope,_ope, O.P.E.P.,o_p_e_p_, òpera,opera, opéra-ballet,opera_ballet, òpera buffa,opera_buffa, opéra-comique,opera_comique, operae libertorum,operae_libertorum, operae servorum,operae_servorum, operàio,operaio, operaismo,operaismo, operando,operando, opera omnia,opera_omnia, operare,operare, operating costs,operating_costs, operativo,operativo, operato,operato, operatóre,operatore, operatòrio,operatorio, operazionale,operazionale, operazionalismo od operazionismo,operazionalismo_od_operazionismo, operazióne,operazione, opercolato,opercolato, opèrcolo,opercolo, operétta,operetta, operettista,operettista, operettìstico,operettistico, operista,operista, operìstico,operistico, operóne,operone, operosità,operosita, operóso,operoso, Ophioglossum,ophioglossum, Ophiostoma,ophiostoma, Ophryoglena,ophryoglena, Ophryoscolex,ophryoscolex, Ophrys,ophrys, opia,_opia, opifìcio,opificio, Opiliònidi,opilionidi, opimo,opimo, opinàbile,opinabile, opinare,opinare, opinio communis doctorum,opinio_communis_doctorum, opinio iuris,opinio_iuris, opinion leader,opinion_leader, opinióne,opinione, opinionista,opinionista, opinion maker,opinion_maker, Opistandri,opistandri, opisthaptor,opisthaptor, opisthocranion,opisthocranion, opìstion,opistion, opisto-,opisto_, Opistobranchi,opistobranchi, opistocèle o opistocèlico,opistocele_o_opistocelico, Opistocèli,opistoceli, Opistocòmidi,opistocomidi, opistòdomo,opistodomo, opistòglifo,opistoglifo, opistògrafo,opistografo, Opistòmi,opistomi, Opistopròttidi,opistoprottidi, opistopròtto dalla suòla,opistoprotto_dalla_suola, Opistòrchidi,opistorchidi, opistosòma,opistosoma, Opistospermòfori,opistospermofori, Opistotèli,opistoteli, opistòtono,opistotono, óp là,op_la, oplita,oplita, Oplocàridi,oplocaridi, Oplonemertini,oplonemertini, opopànaco,opopanaco, opòssum,opossum, opoterapìa,opoterapia, opoteràpico,opoterapico, oppiàceo,oppiaceo, oppiare,oppiare, oppiato,oppiato, oppilare,oppilare, òppio (botanica),oppio1, òppio (sostantivo),oppio2, oppiòide,oppioide, oppiòmane,oppiomane, oppiomanìa,oppiomania, opponènte,opponente, oppórre,opporre, opportunismo,opportunismo, opportunista,opportunista, opportunìstico,opportunistico, opportunità,opportunita, opportuno,opportuno, oppositività,oppositivita, oppositóre,oppositore, opposizióne,opposizione, oppósto,opposto, oppressióne,oppressione, oppressivo,oppressivo, opprèsso,oppresso, oppressóre,oppressore, opprìmere,opprimere, oppugnare,oppugnare, oppure,oppureyy, opri\f7~c\f0~nina,opricnina, opsia,_opsia, opsina,opsina, opsiùria,opsiuria, opsonina,opsonina, optare,optare, optimates,optimates, optimum,optimum, optional,optional, opto-,opto_, optoelettrònica,optoelettronica, optometrìa,optometria, optomètrico,optometrico, optometrista,optometrista, opulènto,opulento, opulènza,opulenza, Opuntia,opuntia, opus,opus, opùscolo,opuscolo, opzionale,opzionale, opzióne,opzione, óra (sostantivo),ora1, óra (avverbio),ora2, òra,orayy, oracolare,oracolare, oracoleggiare,oracoleggiare, oràcolo,oracolo, oracula vivae vocis,oracula_vivae_vocis, ora et labora,ora_et_labora, òrafo,orafo, orale,orale, oralità,oralita, orangisti,orangisti, orango,orango, orang-utàn,orang_utan, orare,orare, oràrio,orario, orata,orata, oratóre,oratore, oratòria,oratoria, oratoriale,oratoriale, oratoriano,oratoriano, oratòrio (aggettivo),oratorio1, oratòrio (sostantivo),oratorio2, oraziano,oraziano, orazióne,orazione, Órba,orba, orbace,orbace, orbare,orbare, òrbe,orbe, orbèllo,orbello, orbène,orbene, orbettino,orbettino, orbicolare,orbicolare, Orbiculoidea,orbiculoidea, Orbiniìdi,orbiniidi, òrbita,orbita, orbitale,orbitale, orbitare,orbitare, orbitàrio,orbitario, Orbitoidàcei,orbitoidacei, Orbitolinidee,orbitolinidee, Orbitoliti,orbitoliti, orbitosfenòide,orbitosfenoide, òrbo,orbo, òrca,orca, órca,orca_1, orceina,orceina, orcèlla,orcella, orchéssa,orchessa, orchèstica,orchestica, orchèstico,orchestico, orchèstra,orchestra, orchestrale,orchestrale, orchestrare,orchestrare, orchestrazióne,orchestrazione, orchestrina,orchestrina, orchèstrion,orchestrion, orchétto marino,orchetto_marino, orchi-,orchi_, Orchidàcee,orchidacee, orchidèa,orchidea, orchidopessìa,orchidopessia, orchiectomìa,orchiectomia, orchiepididimite,orchiepididimite, Orchis,orchis, orchite,orchite, orciàio,orciaio, orcinòlo,orcinolo, òrcio,orcio, orciòlo,orciolo, orciprenalina,orciprenalina, òrco od órco,orco_od_orco, òrco marino,orco_marino, ordàlia,ordalia, ordàlico,ordalico, ordeina,ordeina, ordenina,ordenina, ordigno,ordigno, ordinale,ordinale, ordinalità,ordinalita, ordinaménto,ordinamento, ordinanza,ordinanza, ordinare,ordinare, ordinariato,ordinariato, ordinàrio,ordinario, ordinata,ordinata1 ordinata2, ordinatario,ordinatario, ordinativo,ordinativo, ordinato,ordinato, ordinatóre,ordinatore, ordinatòrio,ordinatorio, ordinazióne,ordinazione, órdine,ordine, ordire,ordire, ordito,ordito, orditóio,orditoio, orditóre,orditore, orditura,orditura, ordo iudiciorum privatorum et publicorum,ordo_iudiciorum_privatorum_et_publicorum, ordo magistratuum,ordo_magistratuum, ordonezite,ordonezite, Ordoviciano,ordoviciano, öre,ore, Oreaster,oreaster, orécchia,orecchia, orécchia d’órso,orecchia_dorso, orecchiante,orecchiante, orecchiare,orecchiare, orecchiétta,orecchietta, orecchino,orecchino, orécchio,orecchio, orécchio d’àsino,orecchio_dasino, orécchio di Giuda,orecchio_di_giuda, orecchióne,orecchione, orecchionièra,orecchioniera, orecchiuto,orecchiuto, Orectolòbidi,orectolobidi, oréfice,orefice, oreficerìa,oreficeria, orèmus,oremus, Oreopitecine,oreopitecine, Oreopithecus,oreopithecus, oressizzante,oressizzante, orezzare,orezzare, orfanatròfio,orfanatrofio, òrfano,orfano, orfanotròfio,orfanotrofio, orfenadrina,orfenadrina, òrfico,orfico, orfismo,orfismo, organare,organare, organàrio,organario, organaro,organaro, orgàndis,organdis, organèllo,organello, organétto,organetto, orgànica,organica, organicare,organicare, organicazióne,organicazione, organicismo,organicismo, organicità,organicita, orgànico,organico, organigramma,organigramma, organino,organino, organismo,organismo, organista,organista, organìstico,organistico, organìstrum,organistrum, organite od organito,organite_od_organito, organizzare,organizzare, organizzativo,organizzativo, organizzatóre,organizzatore, organizzazióne,organizzazione, òrgano,organo, organoalogenato,organoalogenato, organofosfòrico,organofosforico, organogènesi,organogenesi, organògeno,organogeno, organolèttico,organolettico, organologìa,organologia, organòlogo,organologo, organometàllico,organometallico, organopatìa,organopatia, organoterapìa,organoterapia, organotropismo,organotropismo, orgànulo,organulo, organum,organum, organza,organza, organzino,organzino, orgasmo,orgasmo, orgeóni,orgeoni, òrgia,orgia, orgiasta,orgiasta, orgiàstico,orgiastico, orgóglio,orgoglio, orgoglióso,orgoglioso, orgònico,orgonico, òribi,oribi, oricalco,oricalco, òrice,orice, oricèllo,oricello, orientale,orientale, orientaleggiante,orientaleggiante, orientalismo,orientalismo, orientalista,orientalista, orientalìstica,orientalistica, orientalìstico,orientalistico, orientalizzante,orientalizzante, orientalizzare,orientalizzare, orientaménto,orientamento, orientare,orientare, orientativo,orientativo, orientato,orientato, orientazióne,orientazione, oriènte,oriente, orienteering,orienteering, orientite,orientite, orifiamma,orifiamma, orifìzio od orifìcio,orifizio_od_orificio, origami,origami, orìgano,origano, origenista,origenista, originale,originale, originalità,originalita, originare,originare, originàrio,originario, orìgine,origine, origliare,origliare, origlière,origliere, orinale,orinale, orinare o urinare,orinare_o_urinare, orinatóio,orinatoio, Oriòlidi,oriolidi, oriòlo (sostantivo),oriolo1, oriòlo (zoologia),oriolo2, Orionidi,orionidi, orittèropo,oritteropo, oriundo,oriundo, orizzontale,orizzontale, orizzontaménto,orizzontamento, orizzontare,orizzontare, orizzónte,orizzonte, orlare,orlare, orlato,orlato, orlatóre,orlatore, orlatura,orlatura, orléans,orleans, orlétto,orletto, órlo,orlo, òrlon,orlon, Orlov (petrografia),orlov, órma,orma, ormài od oramài,ormai_od_oramai, ormare,ormare, ormeggiare,ormeggiare1 ormeggiare2, orméggio,ormeggio, ormisino,ormisino, ormogònio,ormogonio, ormonale,ormonale, ormóne,ormone, ormònico,ormonico, ormonoresistenza,ormonoresistenza, ormonoterapìa,ormonoterapia, ornamentale,ornamentale, ornamentazióne,ornamentazione, ornaménto,ornamento, ornare,ornare, ornatista,ornatista, ornato (aggettivo),ornato1, ornato (sostantivo),ornato2, ornatóre,ornatore, orneblènda,orneblenda, ornièllo od ornèllo,orniello_od_ornello, Ornithogalum,ornithogalum, ornitina,ornitina, Ornitischi,ornitischi, ornito-,ornito_, ornitoaliante,ornitoaliante, ornitòfilo,ornitofilo, ornitògamo,ornitogamo, ornitologìa,ornitologia, ornitològico,ornitologico, ornitòlogo,ornitologo, ornitomanzìa,ornitomanzia, Ornitòpodi,ornitopodi, ornitorinco,ornitorinco, ornitùrico,orniturico, órno,orno, oro-,oro_1 oro_2, òro,oro, Orobancàcee,orobancacee, Orobanche,orobanche, orocinètica,orocinetica, oroclino,oroclino, oroclinotatèsi,oroclinotatesi, orofaringe,orofaringe, oròfilo,orofilo, orògene,orogene, orogènesi,orogenesi, orogenètico,orogenetico, orografìa,orografia, orogràfico,orografico, orologerìa,orologeria, orologiàio,orologiaio, orologièro,orologiero, orològio,orologio, oróngo,orongo, orònimo,oronimo, oroscopìa,oroscopia, oroscòpico,oroscopico, oròscopo,oroscopo, orotatèsi,orotatesi, oròtico,orotico, òroton,oroton, orpellare,orpellare, orpèllo,orpello, orpiménto,orpimento, orrèndo,orrendo, orrìbile,orribile, òrrido,orrido, orripilante,orripilante, orripilazióne,orripilazione, orróre,orrore, orroróso,orroroso, órsa,orsa, orsacchiòtto,orsacchiotto, orsàggine,orsaggine, orsétto,orsetto, orsino,orsino, órso,orso, Orstein,orstein, orsù,orsuyy, ortàggio,ortaggio, ortàglia,ortaglia, ortaq od ortoq,ortaq_od_ortoq, ortatòria,ortatoria, ortènse,ortense, ortènsia,ortensia, òrthicon,orthicon, ortica,ortica, orticàio,orticaio, orticària,orticaria, orticino,orticino, òrtico,ortico, ortìcolo,orticolo, orticoltóre od orticultóre,orticoltore_od_orticultore, orticoltura od orticultura,orticoltura_od_orticultura, Ortidi,ortidi, ortivo,ortivo1 ortivo2, orto-,orto_, òrto (botanica),orto1, òrto (astronomia),orto2, ortoanfibolo,ortoanfibolo, ortobòrico,ortoborico, ortocefalìa,ortocefalia, ortocèntro,ortocentro, Ortoceràtidi,ortoceratidi, ortoclàsio,ortoclasio, ortocoanita,ortocoanita, ortocromàtico,ortocromatico, ortodòntico,ortodontico, ortodonzìa,ortodonzia, ortodossìa,ortodossia, ortodòsso,ortodosso, ortodromìa od ortodròmia,ortodromia_od_ortodromia, ortodròmico,ortodromico, ortoepìa,ortoepia, ortoèpico,ortoepico, ortofonìa,ortofonia, ortofònico,ortofonico, ortofòrmio,ortoformio, ortofòto,ortofoto, ortofotocarta,ortofotocarta, ortofruttìcolo,ortofrutticolo, ortofrutticoltóre,ortofrutticoltore, ortofrutticoltura,ortofrutticoltura, ortogènesi,ortogenesi, ortogenètico,ortogenetico, ortognatismo,ortognatismo, ortògnato od ortognato,ortognato_od_ortognato, ortogonale,ortogonale, ortogonalità,ortogonalita, ortografìa,ortografia, ortogràfico,ortografico, ortoiconoscòpio,ortoiconoscopio, ortolano,ortolano, ortomagmàtico,ortomagmatico, Ortonèttidi,ortonettidi, ortonormale,ortonormale, ortopancromàtico,ortopancromatico, ortopedìa,ortopedia, ortopèdico,ortopedico, ortopnèa,ortopnea, ortopositrònio,ortopositronio, ortoproiettóre,ortoproiettore, ortoproiezióne,ortoproiezione, ortopsichiatrìa,ortopsichiatria, Ortòrafi,ortorafi, ortorifrangènte,ortorifrangente, ortorómbico,ortorombico, ortoscopìa,ortoscopia, ortoscòpico,ortoscopico, ortòse,ortose, ortoselezione,ortoselezione, ortosferoscòpio,ortosferoscopio, ortosimpàtico,ortosimpatico, ortostàtico,ortostatico, ortòstato,ortostato, ortòstico,ortostico, ortotòno,ortotono, ortotropismo,ortotropismo, ortòtropo,ortotropo, Ortòtteri,ortotteri, ortòttico,ortottico, orvièto,orvieto, Oryza,oryza, Oryzomys,oryzomys, Oryzorictes,oryzorictes, òrza,orza, orzaiòlo,orzaiolo, orzare,orzare, orzata,orzata orzata_1, orzato,orzato, orzièro,orziero, òrzo,orzo, ôs,os, osammina,osammina, osamminidasi,osamminidasi, osanna,osanna, osannare,osannare, osare,osare, Osbornictis,osbornictis, oscenità,oscenita, oscèno,osceno, oscillante,oscillante, oscillare,oscillare, oscillatóre,oscillatore, Oscillatoria,oscillatoria, oscillatòrio,oscillatorio, oscillazióne,oscillazione, oscillo,oscillo, oscillòfono,oscillofono, oscillografìa,oscillografia, oscillògrafo,oscillografo, oscillogramma,oscillogramma, oscillòmetro,oscillometro, oscilloscòpio,oscilloscopio, oscitante,oscitante, oscitanza,oscitanza, oscnòdo,oscnodo, òsco,osco, òsco-umbro,osco_umbro, osculare,osculare, osculatóre,osculatore, osculazióne,osculazione, òsculo,osculo, oscuraménto,oscuramento, oscurantismo,oscurantismo, oscurantista,oscurantista, oscurantìstico,oscurantistico, oscurare,oscurare, oscurità,oscurita, oscuro,oscuro, osèlla,osella, osfràdio,osfradio, òsi,_osi, OSI,osi, oside,oside, òsio od -òso,_osio_od__oso, osmànico,osmanico, Osmanli,osmanli, osmanto,osmanto, Osmèridi,osmeridi, Osmia,osmia, osmidròsi,osmidrosi, òsmio,osmio, osmirìdio,osmiridio, osmite,osmite, osmoconformista,osmoconformista, osmoregolatóre,osmoregolatore, osmoregolazióne,osmoregolazione, osmòsi,osmosi, osmotassìa,osmotassia, osmòtico,osmotico, Osmunda,osmunda, Osmundàcee,osmundacee, óso,_oso_1, òso,oso, òsol,osol, ospedale,ospedale, ospedalière,ospedaliere, ospedalièro,ospedaliero, ospedalismo,ospedalismo, ospedalizzare,ospedalizzare, ospitale,ospitale1, ospitalità,ospitalita, ospitante,ospitante, ospitare,ospitare, òspite,ospite, ospìzio,ospizio, ospodarato,ospodarato, ospodaro o gospodaro,ospodaro_o_gospodaro, ossalacètico,ossalacetico, ossalato,ossalato, ossàlico,ossalico, Ossalidàcee,ossalidacee, ossal-succìnico,ossal_succinico, ossalùria,ossaluria, ossame,ossame, ossàrio,ossario, ossatura,ossatura, ossazòlo,ossazolo, ossecrare,ossecrare, òsseo,osseo, ossequènte,ossequente, ossequiare,ossequiare, ossèquio,ossequio, ossequiosità,ossequiosita, ossequióso,ossequioso, osservàbile,osservabile, osservante,osservante, osservanza,osservanza, osservare,osservare, osservatóre,osservatore, osservatòrio,osservatorio, osservazióne,osservazione, ossessionare,ossessionare, ossessióne,ossessione, ossessivo,ossessivo, ossèsso,ossesso, ossèto,osseto, ossi-,ossi_, ossìa,ossiayy, ossiacetilènico,ossiacetilenico, ossiàcido,ossiacido, ossianésco,ossianesco, ossiànico,ossianico, ossibiotina,ossibiotina, ossichetóne,ossichetone, #NOME?,8_ossichinolina, ossicino,ossicino, ossìcolo o ossìculo,ossicolo_o_ossiculo, ossidàbile,ossidabile, ossidante,ossidante, ossidare,ossidare, ossidazióne,ossidazione, ossidiana,ossidiana, ossidimetrìa,ossidimetria, ossidionale,ossidionale, òssido,ossido, òssidoreduttasi,ossidoreduttasi, ossidoriduzióne,ossidoriduzione, ossidrilasi,ossidrilasi, ossidrile,ossidrile, ossiemoglobina,ossiemoglobina, ossificare,ossificare, ossificazióne,ossificazione, ossìfraga,ossifraga, ossigenare,ossigenare, ossigenatóre,ossigenatore, ossigenazióne,ossigenazione, ossìgeno,ossigeno, ossigenoterapìa,ossigenoterapia, ossima,ossima, ossimetrìa,ossimetria, ossimòro od ossìmoro,ossimoro_od_ossimoro, ossiprolina,ossiprolina, ossitetraciclina,ossitetraciclina, ossitiamina,ossitiamina, ossitòcico,ossitocico, ossitocina,ossitocina, ossìtono,ossitono, ossitremorina,ossitremorina, ossiurìasi,ossiuriasi, ossiuro,ossiuro, òsso,osso, ossoàcido,ossoacido, ossobuco od òsso buco,ossobuco_od_osso_buco, Óssola o Val d’Óssola,ossola_o_val_dossola, ossònio,ossonio, ossosìntesi,ossosintesi, ossuto,ossuto, òsta,osta, ostacolare,ostacolare, ostacolista,ostacolista, ostàcolo,ostacolo, ostàggio,ostaggio, ostare,ostare, ostativo,ostativo, òste (sostantivo),oste1, òste (militaria),oste2, osteggiare,osteggiare, osteite,osteite, Osteitti,osteitti, ostèllo,ostello, ostensióne,ostensione, ostensivo,ostensivo, ostensóre,ostensore, ostensòrio,ostensorio, ostentare,ostentare, ostentazióne,ostentazione, osteo-,osteo_, osteoartrite,osteoartrite, osteoartropatìa,osteoartropatia, osteoartròsi,osteoartrosi, osteoblasto,osteoblasto, osteocita,osteocita, osteoclasìa,osteoclasia, osteoclasta,osteoclasta, osteoclastòma,osteoclastoma, osteocondrite,osteocondrite, osteocondrodistrofìa,osteocondrodistrofia, osteocondròsi,osteocondrosi, osteodèsi,osteodesi, osteodisplasìa,osteodisplasia, osteodistrofìa,osteodistrofia, osteofita,osteofita, osteofitòsi,osteofitosi, osteogènesi,osteogenesi, Osteoglòssidi,osteoglossidi, osteolèmo,osteolemo, Osteolepis,osteolepis, osteolisi,osteolisi, osteologìa,osteologia, osteològico,osteologico, osteòma,osteoma, osteomalacìa,osteomalacia, osteometrìa,osteometria, osteomielite,osteomielite, osteóne,osteone, osteonecròsi,osteonecrosi, osteopatìa,osteopatia, osteoperiostite,osteoperiostite, osteopetròsi,osteopetrosi, osteoporòsi,osteoporosi, osteosarcòma,osteosarcoma, osteoscleròsi od osteosclèrosi,osteosclerosi_od_osteosclerosi, osteòsi,osteosi, osteosìntesi,osteosintesi, Osteòstraci,osteostraci, osteotomìa,osteotomia, osterìa,osteria, osterìggio,osteriggio, ostéssa,ostessa, ostètrica,ostetrica, ostetrìcia,ostetricia, ostètrico,ostetrico, òstia,ostia, ostiaco,ostiaco, ostiariato,ostiariato, ostiàrio,ostiario, òstico,ostico, ostile,ostile, ostilità,ostilita, ostinarsi,ostinarsi, ostinatézza,ostinatezza, ostinato,ostinato, ostinazióne,ostinazione, ostino,ostino, òstio,ostio, ostracióne,ostracione, Ostraciònidi,ostracionidi, ostracismo,ostracismo, ostracizzare,ostracizzare, òstraco,ostraco, Ostracodèrmi,ostracodermi, Ostracòdi,ostracodi, òstrega,ostrega, òstrica,ostrica, ostricàio,ostricaio, ostrichèlla,ostrichella, ostrichière,ostrichiere, ostricoltóre,ostricoltore, ostricoltura,ostricoltura, òstro,ostro1 ostro2, ostrogòtico,ostrogotico, ostrogòto,ostrogoto, ostruire,ostruire, ostruzióne,ostruzione, ostruzionismo,ostruzionismo, ostruzionista,ostruzionista, ostruzionìstico,ostruzionistico, Ostrya,ostrya, Osyris,osyris, otalgìa,otalgia, otarda,otarda, otària,otaria, Otàridi,otaridi, otavite,otavite, òtico,otico, Otìdidi,otididi, Otiorrhynchus,otiorrhynchus, otite,otite, Otìtidi,otitidi, oto- od -oto,oto__od__oto, otocióne,otocione, otocisti,otocisti, otoematòma,otoematoma, otogibanashi,otogibanashi, otogi-z\f4~o\f0~shi,otogi_zoshi, otoiatra,otoiatra, otoiatrìa,otoiatria, otoiàtrico,otoiatrico, otolite,otolite, otològico,otologico, otorinolaringoiatra,otorinolaringoiatra, otorinolaringoiatrìa,otorinolaringoiatria, otorragìa,otorragia, otorrèa,otorrea, otoscleròsi od otosclèrosi,otosclerosi_od_otosclerosi, otoscopìa,otoscopia, otoscòpio,otoscopio, ototossicità,ototossicita, ótre,otre, otricolare,otricolare, otrìcolo o utrìcolo,otricolo_o_utricolo, otta-,otta_, òtta,otta, ottacòrdo,ottacordo, ottaedrite,ottaedrite, ottaèdro,ottaedro, ottagonale,ottagonale, ottàgono,ottagono, ottale,ottale, ottano,ottano, ottanta,ottanta, ottantanòve,ottantanove, ottante,ottante, Ottante,ottante_1, ottantènne,ottantenne, ottantèsimo,ottantesimo, ottantìgrado,ottantigrado, ottantina,ottantina, ottativo,ottativo, ottava,ottava, ottavàrio,ottavario, ottavino,ottavino, ottavo,ottavo, ottemperanza,ottemperanza, ottemperare,ottemperare, ottenebrare,ottenebrare, ottenére,ottenere, ottènne,ottenne, ottentòtto,ottentotto, ottétto,ottetto, òttica,ottica, òttico,ottico, ottimale,ottimale, ottimare,ottimare, ottimate,ottimate, ottìmetro,ottimetro, ottimismo,ottimismo, ottimista,ottimista, ottimìstico,ottimistico, ottimizzare,ottimizzare, ottimizzazióne,ottimizzazione, òttimo,ottimo, òtto,otto, Ottobrànchii,ottobranchii, ottobrata,ottobrata, ottóbre,ottobre, ottobrino,ottobrino, ottocentésco,ottocentesco, ottocentèsimo,ottocentesimo, ottocentista,ottocentista, ottocènto,ottocento, ottocifre,ottocifre, Ottocoralli,ottocoralli, ottodramma od octodramma,ottodramma_od_octodramma, ottomana,ottomana, ottomano,ottomano, ottomila,ottomila, ottonàio,ottonaio, ottonare,ottonare, ottonàrio,ottonario, ottonatura,ottonatura, ottóne,ottone, ottoniano,ottoniano, Ottòpodi,ottopodi, ottòtipo,ottotipo, ottrelite,ottrelite, ottriare od otriare,ottriare_od_otriare, ottuagenàrio,ottuagenario, ottùndere,ottundere, ottuplicare,ottuplicare, òttuplo,ottuplo, otturare,otturare, otturato,otturato, otturatóre,otturatore, otturatòrio,otturatorio, otturazióne,otturazione, ottusàngolo,ottusangolo, ottusità,ottusita, ottuso,ottuso, ourèbia,ourebia, ousía,ousia, out,out, outboard,outboard, outbreeding,outbreeding, outcome,outcome, output,output, outrigger,outrigger, outsider,outsider, ovàia,ovaia, ovàio,ovaio, ovaiòlo,ovaiolo, ovalare,ovalare, ovale,ovale, ovalizzare,ovalizzare, ovalizzazióne,ovalizzazione, ovalocitòsi,ovalocitosi, ovalòide,ovaloide, ovante,ovante, ovàrico,ovarico, ovariectomìa,ovariectomia, ovàrio,ovario, ovarìolo,ovariolo, ovariotestis,ovariotestis, ovariotomìa,ovariotomia, ovarite,ovarite, ovarosalpingectomìa,ovarosalpingectomia, ovatta,ovatta, ovattare,ovattare, ovazióne,ovazione, óve,oveyy, over,over, overboost,overboost, overdose,overdose, overdrive,overdrive, overflow,overflow, overite,overite, overlap,overlap, overlay,overlay, oversize,oversize, òvest,ovest, ovicèlla,ovicella, ovideposiziòne,ovideposizione, ovidótto od ovidutto,ovidotto_od_ovidutto, ovifórme,oviforme, ovile,ovile, ovino,ovino, oviparità,oviparita, ovìparo,oviparo, ovisacco,ovisacco, ovo-,ovo_, ovocita od ovocito,ovocita_od_ovocito, ovodeposiziòne,ovodeposizione, ovogamìa,ovogamia, ovogènesi,ovogenesi, ovogònio od oogònio,ovogonio_od_oogonio, ovoidale,ovoidale, ovòide,ovoide, ovolàccio,ovolaccio, ovolàio,ovolaio, ovolina,ovolina, òvolo,ovolo, ovopositóre,ovopositore, ovovìa,ovovia, ovoviviparità,ovoviviparita, ovovivìparo,ovoviviparo, ovulare,ovulare, ovulazióne,ovulazione, òvulo,ovulo, ovùnque,ovunqueyy, ovvéro,ovveroyy, ovviare,ovviare, ovvietà,ovvieta, òvvio,ovvio, Oweniìdi,oweniidi, oxacillina,oxacillina, Oxalis,oxalis, oxford,oxford, oxfordiano,oxfordiano, Oximonàdidi,oximonadidi, Oxirinchi,oxirinchi, Oxistòmati,oxistomati, oxoniènse,oxoniense, ox-tail soup,ox_tail_soup, \f4~o\f0~-yoroi,o_yoroi, oz,oz, òzalid,ozalid, ozelòt,ozelot, ozèna,ozena, oziare,oziare, ozieggiare,ozieggiare, òzio,ozio, oziorinco,oziorinco, oziosità,oziosita, ozióso,ozioso, ozocerite,ozocerite, ozonizzatóre,ozonizzatore, ozòno,ozono, ozonosfèra,ozonosfera, ozonuro,ozonuro, p,pyy, pa,pa, pa’,pa_4, paca,paca, pacarana,pacarana, pacare,pacare, pacatézza,pacatezza, pacato,pacato, pacca,pacca, pacchétto,pacchetto, pàcchia,pacchia, pacchianata,pacchianata, pacchianerìa,pacchianeria, pacchiano,pacchiano, pacchiare,pacchiare, pacciamatura,pacciamatura, pacciame,pacciame, pacco,pacco, paccottìglia,paccottiglia, pace,pace, pace-maker,pace_maker, pacfòng,pacfong, pachi-,pachi_, pachidèrma,pachiderma, pachidermìa,pachidermia, pachidèrmico,pachidermico, pachimeninge,pachimeninge, pachimeningite,pachimeningite, pachiodónte,pachiodonte, Pachiodónti,pachiodonti, pachistano o pakistano,pachistano_o_pakistano, pachitène,pachitene, pachnolite,pachnolite, pacière,paciere, pacificare,pacificare, pacificatóre,pacificatore, pacificazióne,pacificazione, pacìfico,pacifico, pacifismo,pacifismo, pacifista,pacifista, pacioccóne,pacioccone, pacióso,pacioso, paciulì,paciuli, pack,pack, package,package, packer,packer, packfong,packfong, packing,packing, pacta sunt servanda,pacta_sunt_servanda, pactum,pactum, pada,pada, padanità,padanita, padano,padano, padaùk o padùk,padauk_o_paduk, padda,padda, paddle-tennis,paddle_tennis, paddock,paddock, padèlla,padella, padellata,padellata, padellina,padellina, p-àdico,p_adico, padiglióne,padiglione, padiscià,padiscia, pado,pado, padovanèlla,padovanella, padovano,padovano, padre,padre, padreggiare,padreggiare, Padre nòstro,padre_nostro, padretèrno,padreterno, padrino,padrino, padronale,padronale, padronanza,padronanza, padronato,padronato, padróne,padrone, padroneggiare,padroneggiare, padronésco,padronesco, padùk,paduk, padule,padule, Paederus,paederus, paella,paella, paesàggio,paesaggio, paesaggista,paesaggista, paesaggìstico,paesaggistico, paesanismo,paesanismo, paesano,paesano, paése,paese, paesista,paesista, paesìstico,paesistico, paf,paf, PAF,paf_1, paffuto,paffuto, paga,paga, pagadébito,pagadebito, pagàia,pagaia, pagaménto,pagamento, paganeggiare,paganeggiare, paganèllo,paganello, paganésimo,paganesimo, paganizzare,paganizzare, pagano,pagano, pagare,pagare, pagatóre,pagatore, pageant,pageant, pagèlla,pagella, pàggio,paggio, pagherò,paghero, pàgina,pagina, paginazióne,paginazione, paging,paging, paginóne,paginone, pàglia,paglia, pagliaccésco,pagliaccesco, pagliaccétto,pagliaccetto, pagliacciata,pagliacciata, pagliàccio,pagliaccio, pagliàio,pagliaio, pagliarésco,pagliaresco, pagliaròlo,pagliarolo, pagliata,pagliata, paglierìccio,pagliericcio, paglierino,paglierino, pagliétta,paglietta, pagliétto,paglietto, paglino,paglino, pagliolàia,pagliolaia, pagliolato,pagliolato, pagliòlo,pagliolo, paglióne,paglione, pagliuzza,pagliuzza, pagnòtta,pagnotta, pago,pago1 pago2 pago3, pagòda,pagoda, pagodite,pagodite, pagro,pagro, Paguma,paguma, paguro,paguro, Paguroidèi,paguroidei, pah\f4~a\f0~ri,pahari, pàhlavi,pahlavi, pahoehoe,pahoehoe, paigeite,paigeite, paillard,paillard, paillette,paillette, pailou,pailou, paino,paino, pàio,paio, paiolata,paiolata, paiòlo,paiolo, paisà,paisa, pala,pala1 pala2 pala3, paladinésco,paladinesco, paladino,paladino, Palaeoctopus,palaeoctopus, Palaeophonus,palaeophonus, palafitta,palafitta, palafittare,palafittare, palafittìcolo,palafitticolo, palafrenière o palafrenièro,palafreniere_o_palafreniero, palafréno,palafreno, palagonite,palagonite, palàia,palaia, palàico,palaico, palamedèa,palamedea, palaménto,palamento, palamidóne,palamidone, palamita,palamita, palàmite o palàmito,palamite_o_palamito, palanca (sostantivo),palanca1, palanca (moneta),palanca2, palancata,palancata, palanchino,palanchino1 palanchino2, palanco,palanco, palàncola,palancola, palancolata,palancolata, palàndara,palandara, palandra,palandra, palandrana,palandrana, palàngaro,palangaro, Palaquium,palaquium, palare,palare1 palare2, palata,palata, palatale,palatale, palatalizzare,palatalizzare, palatalizzazióne,palatalizzazione, palàtico,palatico, palatinato,palatinato, palatino,palatino1 palatino2 palatino3 palatino4, palato (anatomia e altro),palato1, palato (araldica),palato2, palatoalveolare,palatoalveolare, palatometrìa,palatometria, palatoquadrato,palatoquadrato, palatoschisi,palatoschisi, palatrice,palatrice, palatura,palatura, palazzina,palazzina, palazzinaro,palazzinaro, palazzo,palazzo, palchettista,palchettista, palchétto,palchetto, palco,palco, palcoscènico,palcoscenico, pàlea,palea, Paleacantocèfali,paleacantocefali, paleàceo,paleaceo, Paleàntropi,paleantropi, paleàrtico,paleartico, paleggiare,paleggiare, paléggio,paleggio, palèlla,palella, paleo-,paleo_, palèo (giochi),paleo1, palèo (botanica),paleo2, paleoambiènte,paleoambiente, paleoantropologìa,paleoantropologia, paleoasiàtico,paleoasiatico, paleobiogeografìa,paleobiogeografia, paleobiologìa,paleobiologia, paleobotànica,paleobotanica, paleocarso,paleocarso, Paleocène,paleocene, paleocerebellum,paleocerebellum, Paleochìnidi,paleochinidi, paleocitologìa,paleocitologia, paleoclima,paleoclima, paleoclimàtico,paleoclimatico, paleoclimatologìa,paleoclimatologia, paleocorrènte,paleocorrente, paleocristiano,paleocristiano, Paleodittiòpteri,paleodittiopteri, Paleodónti,paleodonti, Paleoechinòidi,paleoechinoidi, paleoecologìa,paleoecologia, paleoencèfalo,paleoencefalo, paleoendemismo,paleoendemismo, Paleoeterodònti,paleoeterodonti, Paleoeuropèi o Paleoeuropidi,paleoeuropei_o_paleoeuropidi, Paleògene,paleogene, paleogènico,paleogenico, paleogeografìa,paleogeografia, paleogeogràfico,paleogeografico, paleogeològico,paleogeologico, paleografìa,paleografia, paleogràfico,paleografico, paleògrafo,paleografo, paleoicnite,paleoicnite, paleoicnologìa,paleoicnologia, paleoistologìa,paleoistologia, Paleolìtico,paleolitico, paleolitològico,paleolitologico, paleomagnetismo,paleomagnetismo, Paleonemertini,paleonemertini, Paleoniscifórmi,paleonisciformi, paleontologìa,paleontologia, paleontològico,paleontologico, paleontòlogo,paleontologo, palèo odoróso,paleo_odoroso, paleopàllio,paleopallio, Paleopeltoidèi,paleopeltoidei, Paleopitècidi,paleopitecidi, paleopsicologìa,paleopsicologia, Paleosiberiani,paleosiberiani, paleosiberiano,paleosiberiano, paleoslavo,paleoslavo, paleosòma,paleosoma, paleostruttura,paleostruttura, paleosuco,paleosuco, paleosuòlo,paleosuolo, Paleotassodónti,paleotassodonti, paleotemperato,paleotemperato, paleotemperatura,paleotemperatura, paleotettònica,paleotettonica, paleotettònico,paleotettonico, paleotropicale,paleotropicale, paleotròpico,paleotropico, paleovulcànico,paleovulcanico, paleovulcanismo,paleovulcanismo, Paleozòico,paleozoico, paleozoologìa,paleozoologia, palermitano,palermitano, palesare,palesare, palése,palese, palestinése,palestinese, palèstra,palestra, palèstrico,palestrico, paletnologìa o paleoetnologìa,paletnologia_o_paleoetnologia, paletnològico,paletnologico, paletnòlogo,paletnologo, paletot,paletot, palétta,paletta, palettare,palettare, palettata,palettata, palettatura,palettatura, palétto,paletto, paletuvière,paletuviere, p\f4~a\f0~li,pali, palicinesìa,palicinesia, palificare,palificare, palificata,palificata, palificazióne,palificazione, paligrafìa,paligrafia, palilalìa,palilalia, palimbacchìo,palimbacchio, palin-,palin_, palina,palina, palìndromo,palindromo, palingènesi,palingenesi, palingenètico,palingenetico, palinodìa,palinodia, palinogramma,palinogramma, palinologìa,palinologia, palinsèsto,palinsesto, palinspàstico,palinspastico, Palinuri,palinuri, pàlio,palio, paliopsìa,paliopsia, paliòtto,paliotto, palischérmo,palischermo, palissandro,palissandro, palissonare,palissonare, palissonatrice,palissonatrice, palissonatura,palissonatura, palissóne,palissone, Paliurus,paliurus, palizzata,palizzata, palla,palla1 palla2, pallacanèstro,pallacanestro, pallacòrda,pallacorda, palladiana,palladiana, palladianésimo,palladianesimo, palladiano,palladiano, palla di néve,palla_di_neve, pallàdio (sostantivo),palladio1, pallàdio (aggettivo),palladio2, pallàdio (chimica),palladio3, pallàio,pallaio, pallamàglio,pallamaglio, pallamano,pallamano, pallamuro,pallamuro, pallanuotista o pallanotista,pallanuotista_o_pallanotista, pallanuòto,pallanuoto, pallasite,pallasite, pallata,pallata, palla vibrata,palla_vibrata, pallavolista,pallavolista, pallavólo,pallavolo, palleggiare,palleggiare, palléggio,palleggio, pallènte,pallente, pallestesìa,pallestesia, pallet,pallet, pallettizzare,pallettizzare, palliare,palliare, palliata,palliata, palliativo,palliativo, pallidézza,pallidezza, pallidìccio,pallidiccio, pàllido,pallido, pallina,pallina, pallinatura,pallinatura, pallino,pallino, pàllio,pallio, pall-mall,pall_mall, pallonàio,pallonaio, pallonata,pallonata, palloncino,palloncino, pallóne,pallone, pallóne a bracciale,pallone_a_bracciale, pallóne elàstico,pallone_elastico, pallonétto,pallonetto, pallóre,pallore, pallottini,pallottini, pallòttola,pallottola, pallottolière,pallottoliere, palma (anatomia e altro),palma1, palma (botanica e altro),palma2, Palmàcee,palmacee, palmare,palmare, palmàrio,palmario, palmaròsa,palmarosa, palmata,palmata, palmatìfido,palmatifido, palmatinèrvio,palmatinervio, palmato,palmato, palmatocompòsto,palmatocomposto, palmatofésso,palmatofesso, palmatolobato,palmatolobato, palmatopartito,palmatopartito, palmatòria,palmatoria, palmatosétto,palmatosetto, palmatura,palmatura, Palme,palme, palmèlla (biologia),palmella1, palmèlla (conceria),palmella2, Palmellacee,palmellacee, palménto,palmento, pàlmer,palmer, palmer,palmer_1, palméto,palmeto, palmétta,palmetta, palmière,palmiere, palminèrvio,palminervio, palmìpede,palmipede, palmisti,palmisti, pàlmite,palmite, palmìtico,palmitico, palmitolèico,palmitoleico, palmìzio,palmizio, palmo,palmo, pàlmola,palmola, palmóne,palmone, palm top,palm_top, palo,palo, palòlo,palolo, palómba o palombèlla,palomba_o_palombella, palombàccio,palombaccio, palómbo,palombo, palomino,palomino, palóne,palone, palòrcio,palorcio, palpàbile,palpabile, palpare,palpare, Palpatòri,palpatori, palpazióne,palpazione, pàlpebra,palpebra, palpebrale,palpebrale, palpeggiare,palpeggiare, palpìfero,palpifero, Palpìgradi,palpigradi, palpitante,palpitante, palpitare,palpitare, palpitazióne,palpitazione, pàlpito,palpito, palpo,palpo, palpóne (avverbio),palpone1, palpóne (sostantivo),palpone2, paltò,palto, paltoncino,paltoncino, paltonière,paltoniere, paludaménto,paludamento, paludare,paludare, paludato,paludato, palude,palude, Paludicèlla,paludicella, Paludìcoli,paludicoli, paludismo,paludismo, paludóso,paludoso, paludrina,paludrina, palustre,palustre, palvesàrio,palvesario, pam,pam, P.A.M. (antidoto),p_a_m__1, P.A.M. (telecomunicazioni),p_a_m__2, P.A.M.B.A.,p_a_m_b_a_, pamèla,pamela, pampa,pampa, pàmpana,pampana, pampèro,pampero, pamphlet,pamphlet, pampìneo,pampineo, pampinìfero,pampinifero, pàmpino,pampino, pampinóso,pampinoso, pan-,pan_, pan (meteorologia),pan, pan (arte),pan_1, panàccia,panaccia, pànace,panace, panacèa,panacea, panache,panache, panafricanismo,panafricanismo, panafricano,panafricano, panàgia o panàghia,panagia_o_panaghia, panalgèbrico,panalgebrico, pànama,panama, panamènse,panamense, panamericanismo,panamericanismo, panamericano,panamericano, panarabismo,panarabismo, panàrabo,panarabo, panare,panare, panàrio,panario, panarterite,panarterite, panartrite,panartrite, panasiàtico,panasiatico, panata,panata, panatenàico,panatenaico, Panatenèe,panatenee, panàtica,panatica, panattièra,panattiera, Panax,panax, panca,panca, pancàccia,pancaccia, pancàccio,pancaccio, pancake,pancake, pancale,pancale, Pancàridi,pancaridi, pancarrè,pancarre, pancata,pancata, pancétta,pancetta, Panchax,panchax, panchétta,panchetta, panchina,panchina, pància,pancia, panciafichismo,panciafichismo, panciafichista,panciafichista, panciata,panciata, pancièra o pancèra,panciera_o_pancera, panciòlle,panciolle, pancióne,pancione, panciòtto,panciotto, pancitopenìa,pancitopenia, panciuto,panciuto, panconcèllo,panconcello, pancóne,pancone, pancosmismo,pancosmismo, pancòtto,pancotto, pancràtico,pancratico, Pancratium,pancratium, pancraziaste,pancraziaste, pancràzio,pancrazio, pàncreas,pancreas, pancreatectomìa,pancreatectomia, pancreàtico,pancreatico, pancreaticodigiunostomìa,pancreaticodigiunostomia, pancreaticoduodenale,pancreaticoduodenale, pancreatina,pancreatina, pancreatite,pancreatite, pancreatografìa,pancreatografia, pancreozimina,pancreozimina, pancristiano,pancristiano, pancromàtico,pancromatico, panda,panda, Pandanàcee,pandanacee, pandano,pandano, pandemìa,pandemia, pandèmio,pandemio, pandemònio,pandemonio, pàndere,pandere, pandètte,pandette, pandettìstica,pandettistica, pan di miglio,pan_di_miglio, Pandiònidi,pandionidi, pa\f3~nd\f0~it,pandit, pandólce,pandolce, Pandorina,pandorina, pandòro,pandoro, pandura o pandòra,pandura_o_pandora, pane (gastronomia),pane1, pane (tecnica),pane2, pane dei mòrti,pane_dei_morti, panegìrico,panegirico, panegirista,panegirista, panel,panel, panellènico,panellenico, panellenismo,panellenismo, panèllo,panello, panencefalite,panencefalite, panenteismo,panenteismo, panettàio,panettaio, panettatrice,panettatrice, panetterìa,panetteria, panettière,panettiere, panétto,panetto, panettóne,panettone, paneuropèo,paneuropeo, panfìlico,panfilico, pànfilo,panfilo, panfòrte,panforte, pangàsio,pangasio, pangènesi,pangenesi, pangeometrìa,pangeometria, pangermanista,pangermanista, pangiallo,pangiallo, Pangium,pangium, pangolino,pangolino, pània,pania, paniàccio,paniaccio, panicastrèlla,panicastrella, panicato,panicato, pànico,panico, panico,panico_1, panicolato,panicolato, panicuòcolo,panicuocolo, panidiomòrfo,panidiomorfo, panier,panier, panièra,paniera, panieràio,panieraio, panière,paniere, panierino,panierino, panificare,panificare, panificazióne,panificazione, panifìcio,panificio, panifòrte,paniforte, paninaro,paninaro, panino,panino, paninotèca,paninoteca, panióne,panione, panìscia,paniscia, panislàmico,panislamico, panislamismo,panislamismo, panismo,panismo, paniuzza,paniuzza, panizzare,panizzare, panku\f7~s\f0~,pankus, panleucopenìa,panleucopenia, panlògico,panlogico, panlogismo,panlogismo, panmetodismo,panmetodismo, panmissìa,panmissia, panna (alimentazione),panna1, panna (marina),panna2, panna (sostantivo),panna3, pannaròla,pannarola, pannaróne o panneróne,pannarone_o_pannerone, panne,panne, panneggiare,panneggiare, pannéggio,panneggio, pannèllo,pannello, pannicèllo,pannicello, pannicolite,pannicolite, pannìcolo,pannicolo, pannina,pannina, panno,panno, pannòcchia,pannocchia, pannocchina,pannocchina, pànnofix,pannofix, pannolano,pannolano, pannolino,pannolino1 pannolino2, pannònico,pannonico, panoftalmite,panoftalmite, panòplia,panoplia, panorama,panorama, panoràmica,panoramica, panoramicità,panoramicita, panoràmico,panoramico, Panorpati,panorpati, panporcino,panporcino, panpsichismo o pampsichismo,panpsichismo_o_pampsichismo, pansè,panse, pansessualismo,pansessualismo, pansindacalismo,pansindacalismo, pansofìa,pansofia, panspermìa,panspermia, pantagruèlico,pantagruelico, pantàl,pantal, Pantalassa,pantalassa, pantalèra,pantalera, pantalonàia,pantalonaia, pantalonata,pantalonata, pantaloncini,pantaloncini, pantalóne,pantalone1, pantana,pantana, pantano,pantano, pantanóso,pantanoso, panteismo,panteismo, panteista,panteista, panteìstico,panteistico, pantelismo,pantelismo, pantellerite,pantellerite, pantèra,pantera1, panterino,panterino, pantèrna,panterna, pàntheon o pànteon,pantheon_o_panteon, Panthera,panthera, Pantholops,pantholops, panto-,panto_, pantoclastìa,pantoclastia, pantocratóre,pantocratore, Pantodónti,pantodonti, Pantodóntidi,pantodontidi, pantofobìa,pantofobia, pantòfola,pantofola, pantofolàio,pantofolaio, pantofolerìa,pantofoleria, pantografista,pantografista, pantògrafo,pantografo, pantomima,pantomima, pantomìmico,pantomimico, pantomimo,pantomimo, pantonalità,pantonalita, Pantòpodi,pantopodi, pantoteina,pantoteina, pantotènico,pantotenico, Pantotèri,pantoteri, pantun,pantun, panunto,panunto, panurgo,panurgo, panvitalismo,panvitalismo, panxenomòrfo,panxenomorfo, panzana,panzana, panzanèlla,panzanella, panzaròtto o panzeròtto,panzarotto_o_panzerotto, panzóne,panzone, paolini,paolini, paolino (aggettivo),paolino1, paolino (sostantivo),paolino2, paolòtto,paolotto, paonazzo,paonazzo, papa,papa, papà,papa_1, papa Angèlico,papa_angelico, papàbile,papabile, papàia,papaia, papaina,papaina, papale,papale, papalina,papalina, papalino,papalino, paparazzo,paparazzo, papasso,papasso, papato,papato, Papaveràcee,papaveracee, papavèrico,papaverico, papaverina,papaverina, papàvero,papavero, pape,pape, papelera,papelera, pàpera,papera, paperina,paperina, pàpero,papero, papésco,papesco, papéssa,papessa, papiaménto,papiamento, papier collé,papier_colle, papier mâché,papier_mache, papigliòtto,papigliotto, Papilionàcee,papilionacee, papilionàceo,papilionaceo, Papiliònidi,papilionidi, papilla,papilla, papillare,papillare, papillòma,papilloma, papillomatòsi,papillomatosi, papillon,papillon, papillosfinterotomìa,papillosfinterotomia, papino,papino, Papio,papio, papiràceo,papiraceo, papiro,papiro, papirografìa,papirografia, papirologìa,papirologia, papirològico,papirologico, papiròlogo,papirologo, papismo,papismo, papista,papista, Papovavirus,papovavirus, pappa,pappa, pappacéci,pappaceci, pappafico,pappafico, pappagallerìa,pappagalleria, pappagallésco,pappagallesco, pappagallino ondulato,pappagallino_ondulato, pappagallismo,pappagallismo, pappagallo,pappagallo, pappagòrgia,pappagorgia, pappardèlla,pappardella, pappare,pappare, pappata,pappata, pappataci,pappataci, pappatòria,pappatoria, pappina,pappina, pappo (botanica),pappo1, pappo (sostantivo),pappo2, pappóne,pappone, pàprica,paprica, papuano,papuano, pàpula,papula, para-,para_, para (gomma),para, para (moneta),para_1, parà (paracadutista),para_2, parà (movimento nativista),para_3, parabànico,parabanico, parabasale,parabasale, parabèllum,parabellum, parabiòsi,parabiosi, paràbola (algebra e altro),parabola1, paràbola (letteratura),parabola2, parabolano,parabolano, parabòlico,parabolico, parabolòide,paraboloide,</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo sobre a estrutura definitória para desenvolvimento de ontologias]]></title>
<link>http://infobci.wordpress.com/2009/09/01/estudo-sobre-a-estrutura-definitoria-para-desenvolvimento-de-ontologias/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 21:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>L.Inafuko</dc:creator>
<guid>http://infobci.wordpress.com/2009/09/01/estudo-sobre-a-estrutura-definitoria-para-desenvolvimento-de-ontologias/</guid>
<description><![CDATA[CAFÉ, Lígia; MENDES, Fernanda. Estudo sobre a estrutura definitória para desenvolvimento de ontologi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CAFÉ, Lígia; MENDES, Fernanda. Estudo sobre a estrutura definitória para desenvolvimento de ontologias. <strong>Inf. &#38; Soc.:</strong>Est., João Pessoa, v.19, n.2, p. 71-80, maio/ago. 2009. Disponível em: &#60;<a href="http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3152/3026" target="_blank">http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3152/3026</a>&#62;. Acesso em: 01 set. 09.</p>
<p><strong>Resumo: </strong>Investiga-se a identificação da tipologia de relacionamentos semânticos existentes no domínio de Análise do Ciclo de Vida de Produtos (ACV) do Projeto de Inventário do Ciclo de Vida para a Competitividade Ambiental da Indústria Brasileira, gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia (IBICT). Para tanto, constrói-se uma estrutura definitória com base na metodologia para desenvolvimento de ontologia descrita por Bräscher (2007) e nas orientações descritas por Uschold (1996) e Uschold e King (1995) e Uschold et al. (1996). Testa-se a validade desta estrutura por meio da aplicação do método experimental num corpus formado por 231 termos pertencentes a este domínio com o intuito de contribuir para o desenvolvimento de ontologias, bem como glossários e dicionários especializados. Pela adoção da estrutura em questão, é possível identificar a categoria, tipo, definição, fonte, propriedade, nota, sinônimo, exemplo e termo limite dos termos coletados. Observou-se na pesquisa, que a estrutura segue um padrão de classificação bastante flexível, podendo ser aplicada a qualquer área do conhecimento. Conclui-se que a estrutura definitória contempla a complexidade das relações semânticas envolvidas na conceitualização, sendo a mesma válida para a construção de ontologias.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> Estrutura definitória, Análise do ciclo de vida (ACV), Ontologia, Web semântica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ontologiczna wiewióra 2]]></title>
<link>http://cofeeshop.wordpress.com/2009/08/31/ontologiczna-wiewiora-2/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 21:35:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Przemo</dc:creator>
<guid>http://cofeeshop.wordpress.com/2009/08/31/ontologiczna-wiewiora-2/</guid>
<description><![CDATA[2. Ontologia rekurencyjna (pomysł): Byt jest Nie chałbym się tutaj wgłębiać w jakikolwiek starożytny]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>2. Ontologia rekurencyjna (pomysł): Byt jest</p>
<p>Nie chałbym się tutaj wgłębiać w jakikolwiek starożytny system filozoficzny. Byłoby to ciekawe ale jedynie w sensie historycznym. Chciałbym tylko przytoczyć sławną wypowiedź Parmenidesa &#8211; <strong>Byt jest a niebytu nie ma</strong>. Spostrzeżenie to odnosi się dosłownie do wszystkiego, między innymi dlatego jest takie ciekawe. Nie chcę nawet pisać o filozofii, raczej zamierzam wydłubać dosyć oczywisty opis relacji międzyludzkich i uczuć. Niechcący (jaaasne, że z premedytacją), u Ewelinki, napomknąłem o tym, że światem jako całością &#8211; jego istnieniem rządzi pewien system (schemat, zasada&#8230;), ów system znajduje odzwierciedlenie w mniejszych bytach &#8211; w istocie ludzkiej, w organizmach żywych w ogóle, nawet w zjawiskach niematerialnych.</p>
<p>Już teraz mówię, że to spostrzeżenie może mieć pewne luki (ale tylko pozornie). Właściwie mamy do czynienia z teorią prostą i dosyć oczywistą. Dlatego nie traktujmy tego jak pracę filozoficzną, raczej jako prosty przykład zagadnień związanych z ontologią i metafizyką.</p>
<p>Post Ewel dotyczył macierzyństwa, rodziny, dorosłości, czegoś tak pięknego jak potomstwo. Ja zaś ostatnio zauważyłem, że miłość, lub fascynacja drugą osobą troszeczkę zmienia myślenie człowieka. Tzn z obserwacji moich bliskich, przyjaciół, także siebie samego wywnioskowałem, że kiedy będąc pod czyimś urokiem doświadczamy sytuacji ekstremalnych &#8211; często oczekujemy rzeczy nielogicznych,  na dłuższa metę wręcz złych. Oczekujemy, że byt niezależny zmieni swoją strukturę i właściwości w sposób nienaturalny (chcemy szybko przeskoczyć naturalny schemat rozwoju).</p>
<p>Relacja międzyludzka to takie ciekawe coś, co pojawia się samoistnie i większość ludzi nawet nie zdaje sobie sprawy z tego jak szybko pojawiają się najprostsze relacje. Wystarczy do tego jeden człowiek, świadom swego istnienia. Aby dłużej nie męczyć &#8211; lecę z przykładem&#8230;</p>
<p><strong>Człowiek&#8230; jest</strong>. Siedzi w swoim małym mieszkaniu, jest sam. Ma świadomość własnego istnienia (upraszczam sytuację, zakładam, że nie rozważa niektórych zagadnień filozoficznych). Wie, że jest, wie kim jest, zna swoje cechy. Sprecyzujmy &#8211; jest młodym przystojnym, inteligentnym mężczyzną. Wyspał się, zjadł śniadanie, ma wolny dzień, więc poczytał książkę, teraz mu się nudzi. Nazwijmy go: X.</p>
<p><strong>X&#8230; jest</strong>. Wyszedł na spacer do parku, usiadł na ławce, obserwuje otoczenie. Jest wczesny poranek, mgła (doooobra no, może w nocy jadł śniadanie). Widzi postać we mgle, zaledwie zarys. Wie, że to inny człowiek. Człowieka we mgle nazwijmy Y. Y też zbiera doświadczenia. Widzi coś na ławce, nie widzi przez mgłę ale nauczony życiowym doświadczeniem zdaje sobie sprawę, że na ławce siedzi człowiek. X i Y mają pewność. zachodzi już bardziej skomplikowana relacja: Dwa byty będace ludźmi są świadome własnego istnienia w danym czasie i miejscu, zdają sobie też sprawę z istnienia innego bytu, który już w pewien sposób interpretują &#8211; inny byt jest człowiekiem.</p>
<p><strong>X i Y&#8230; są</strong>. Zbliżają się do siebie a mgła przestaje być problemem. Oboje otrzymują masę informacji.<br />
<strong>X</strong>: Y jest kobietą, ładną.<br />
<strong>Y</strong>: X jest facetem, przystojnym.<br />
Być może któreś się uśmiecha a druga osoba uznaje to za dowód na to, że ktoś jest sympatyczny. Świadomość współistnienia w znacznym stopniu się rozwinęła. Może nie teraz tylko za jakiś czas (na potrzeby przykładu zakładam, ze kiedyś na pewno), świadomość zmieni się w znajomość. Ta zaś dzięki kulturze osobistej i empatii osiągnie swój maksymalny wymiar i być może zmieni się w przyjaźń.</p>
<p>Ileż zjawisk musi zajść by przyjaźń osiągnęła wymiar maksymalny, by relacja międzyludzka przeistoczyła się ze świadomości w miłość? Oczywiście dla tych ludzi milość nie jest wcale końcem rozwoju ich relacji. Jednak teraz możemy odejść od tematu. Miłość emocjonalna -&#62; miłość fizyczna i&#8230;</p>
<p><strong>Z&#8230; jest</strong>. Fasolka lub groszek, który stanie się mądrym starcem.</p>
<p>Odwieczne pytanie o arche, pierwszy początek.<br />
Ateista za arche uzna energię/wibrację, teista powie, że przed wibracją była myśl.</p>
<p>Biblia nieco upraszcza sprawę ale to jest oczywiste, że nauka nie wyklucza religii ani też religia nauki.</p>
<p>Poza zasięgiem naszej wiedzy jest to czy istniała myśl a jeżeli tak to jak zmieniła się w wibrację. Są pewne teorie na temat tego jak wibracja wpłynęła na zaistnienie big bangu, czyli wielkiego wybuchu. Pfff, nie jestem fizykiem. Coś jebnęło, materia, antymateria, wszechświat, planety, warunki do życia, tlen, woda, bakteria, ryba, żaba, jaszczurka, myszka, kotek, małpka, policjant.</p>
<p>Jakiś określony system rozwoju rządzi Tobą, mną, wszystkimi bytami materialnymi, niematerialnymi (miłość, piękno, talent) i światem.</p>
<p>Kiedyś miałem normalny telefon komórkowy to mogłem dzwonić i smsy wysyłać, dziś robię zdjęcia, kręcę filmy, surfuję w sieci, oglądam tv, sprawdzam GPSy, wysylam EMSy, MMSy, MNMsy, SSmany. Pierdoły/głupoty a zasada rozwoju świata znajduje odzwierciedlenie w każdym jego elemencie.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La existencia misma]]></title>
<link>http://danielstack.wordpress.com/2009/08/27/la-existencia-misma/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 07:40:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielstack</dc:creator>
<guid>http://danielstack.wordpress.com/2009/08/27/la-existencia-misma/</guid>
<description><![CDATA[La sola noción de límites, en tanto desde la individualidad no se comprende el conjunto total univer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La sola noción de límites, en tanto desde la individualidad no se comprende el conjunto total univer]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II Seminário de Pesquisa em Ontologia no Brasil - 21 e 22 de Setembro de 2009, Rio de Janeiro]]></title>
<link>http://biblioteconomiaufal.wordpress.com/2009/08/24/ii-seminario-de-pesquisa-em-ontologia-no-brasil-21-e-22-de-setembro-de-2009-rio-de-janeiro/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 22:37:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>biblioteconomiaufal</dc:creator>
<guid>http://biblioteconomiaufal.wordpress.com/2009/08/24/ii-seminario-de-pesquisa-em-ontologia-no-brasil-21-e-22-de-setembro-de-2009-rio-de-janeiro/</guid>
<description><![CDATA[Fonte da imagem: http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/literatura.jpg http://ontobra.comp.ime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">
<div id="attachment_245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wp-content/uploads/literatura.jpg"><img class="size-medium wp-image-245" title="Pena e papel" src="http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wp-content/uploads/literatura-300x240.jpg" alt="Fonte da imagem: http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/literatura.jpg" width="300" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte da imagem: http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/literatura.jpg</p></div>
<p style="text-align:right;"><a href="http://ontobra.comp.ime.eb.br/index.html">http://ontobra.comp.ime.eb.br/index.html</a></p>
<p>O II Seminário de Pesquisa em Ontologia no Brasil é um encontro científico para discutir as ações de pesquisa que abordam o tema Ontologia, que vem ganhando relevância crescente com o surgimento da Web Semântica. Assim, o objetivo deste evento é reunir a comunidade de pesquisadores que investigam este tema no Brasil. A pesquisa em Ontologia é reconhecida em todo o mundo como um tema eminentemente interdisciplinar, no qual convergem áreas tão distintas como Ciência da Computação, Ciência da Informação, Filosofia, Inteligência Artificial, Lingüística.</p>
<p>A primeira edição deste Seminário, coordenada por grupo de pesquisadores de Ciência da Informação, propôs discutir o estado da arte da área no Brasil, possibilitando assim identificar grupos, projetos de pesquisa e mecanismos de cooperação científica. Para esta edição foi feito um amplo levantamento, e verificou-se que esta temática já agrega estudiosos oriundos de diversos estados brasileiros, que vieram participar do primeiro Seminário. Entretanto, concluiu-se que ainda não há uma integração desejável entre esses pesquisadores, configurando-se assim a necessidade de continuidade de eventos como este. Em especial, neste segundo evento, espera-se discutir uma agenda de trabalho, delineando diretrizes e prioridades em relação ao desenvolvimento de ontologias no Brasil.</p>
<p>A exemplo da primeira edição, pretende-se também convidar pesquisadores de renome, e consolidar o caráter interdisciplinar e de formação de comunidades em torno do tema Ontologia. Além disso, através de um novo formato de submissão, pretende-se organizar apresentações por grupo de pesquisa e não individualmente, visando uma divulgação do conjunto de trabalhos de cada grupo e uma maior visibilidade desses grupos.</p>
<p><a href="http://ontobra.comp.ime.eb.br/index.html">http://ontobra.comp.ime.eb.br/index.html</a></p>
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