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	<title>ortografia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ortografia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ortografia"</description>
	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:03:42 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Novo Acordo Ortográfico]]></title>
<link>http://revistalusofonia.wordpress.com/2009/11/24/novo-acordo-ortografico/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:31:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Alves das Neves</dc:creator>
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<description><![CDATA[Língua Portuguesa Pedro Silva (*) Ao contrário do que muitos saberão, a discussão para um acordo ort]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><strong>Língua Portuguesa</strong></address>
<p>Pedro Silva (*)</p>
<p>Ao contrário do que muitos saberão, a discussão para um acordo ortográfico que unificasse a vertente idiomática dos vários países de língua oficial portuguesa é assaz antiga. Um longo caminho percorrido que, ao que parece, terá agora obtido o consenso. Vejamos como tal foi possível.</p>
<p>O Acordo<br />
Apesar de todo o mediatismo que a crise económica tem tido, a par da profusão de notícias que igualmente abordam as mais diversas competições desportivas, a cultura tem sido, recentemente, também alvo do interesse da comunicação social. Na realidade, não se trata do lançamento de mais um best-seller nem tampouco o outorgar do Prémio Nobel da Literatura. Curiosamente, todo o alarido surge em redor de um Tratado Internacional. Estranho? Nem por isso. Trata-se do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e, efectivamente, irá afectar directamente o quotidiano de mais de 200 milhões de pessoas mais ou menos o universo de falantes desta maravilhosa língua que une países em todo o globo.<br />
Como poucas vezes acontece, este novo acordo teve o condão de despertar interesse dos mais diversos quadrantes, desde a política à vida universitária, assim como desde o comum cidadão ao intelectual. Para alguns está em causa a preservação da tradição linguística, ao passo que, do lado de lá da barricada, encontram-se os que defendem de forma acérrima que, para evitar que o português se torne uma língua defunta é crucial que se modernize.<br />
Mas concentremo-nos nos pontos principais, de modo a que possamos tirar as nossas próprias ilações. Basicamente, este Acordo Ortogrfico pode ser definido como um tratado que tem em vista a unificação da língua falada, e escrita, nos diversos países onde o português é o idioma oficial, a saber: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Prncipe e Timor-Leste (neste caso, apenas em 2004, após ter obtido a independência).<br />
A assinatura deste acordo teve lugar em Lisboa, a 16 de Dezembro de 1990, numa reunião alargada que teve a presença dos países acima citados, excepto o caso de Timor pelas razões políticas conhecidas de todos.<br />
Estava em causa, primordialmente, a unificação das duas grandes vertentes da língua portuguesa, no caso em concreto aquela utilizada por Portugal e pelos Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e a outra existente no Brasil. A ideia era uma aproximação ao que Espanha e a América Hispânica haviam feito, isto é, tornar possível a existência de uma só escrita unificada.<br />
No primeiro estudo ao assunto, datado de 1990, de uma lista de 110 mil palavras, apenas 1,6% seriam alteradas em Portugal e PALOP, sendo que no Brasil tal percentagem baixava para apenas 0,5. Porém, mais recentemente, em 2008, uma análise mais alargada, no caso em concreto a 135 mil palavras, efectuada pelo ?Instituto de Linguística Teórica e Computacional de Lisboa?, já se falava em 4% de alteraçes no global.<br />
Como se vê, pese embora a participação activa de linguistas, académicos, jornalistas, tradutores, escritores ou professores, entre tantos outros, não existe consenso quanto a este tratado da língua portuguesa, havendo quem aponte várias falhas e alguma ambiguidade na feitura do próprio texto do acordo.</p>
<p>Precedentes<br />
Por mais incrível que tal facto possa parecer podemos remontar a gnese deste novo acordo ortográfico a um período temporalmente tão longínquo quanto o início do século XX, mais concretamente o ano de 1911 quando, seguindo-se à implantação da República no nosso país, se fez grandes mudanças a todos os níveis, incluindo a parte escrita. A partir desse momento, a ortografia nacional mudou radicalmente, deixando-se para trás a redacço de palavras como lyrio, Thomar ou ortographia para passarmos a lírio, Tomar e ortografia. Deste modo, libertava-se a grafia da sua íntima ligação que tinha por base os étimos latino e grego. A esta remodelação chamou-se ?Reforma Ortográfica de 1911?.<br />
Por seu turno o Brasil prosseguiu utilizando a escrita antiga, o que levou, nos anos seguintes, a tentativas ? sempre frustradas ? de entendimento entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras, no tocante a uma reunificação linguística. Após a impossibilidade de um acordo em 1931, o ano de 1940 marca uma primeira decisão em Portugal, a que veio a suceder-se, no Brasil algo similar três anos depois. Como tal, Portugal ratificou o ?Acordo Ortográfico de 1945?. Porém, no país-irmão tal não sucede tendo em conta o chumbo que o Congresso Nacional Brasileiro deu ao diploma, optando ao invés pelo ?Formulário Ortográfico de 1943?.<br />
Porém, e como a desunião linguística prosseguia, novas tentativas tiveram lugar, tal como o acordo alcançado em 1971 (Brasil) e 1973 (Portugal), no qual se suprimiram os acentos gráficos responsáveis por uma elevada percentagem das diferenças linguísticas (por exemplo, a palavra somente perdia o acento que envergara até ento).<br />
Mas a ambição não havia sido satisfeita na sua plenitude e ocorreram duas novas tentativas, que falharam redondamente. A de 1975 no teve seguimento devido à convulsão política e social relacionado com o período do pós-25 de Abril de 1974, ao passo que a proposta de 1986 foi rejeitada por elementos dos dois países devido à supressão de acentuação gráficas nas palavras esdrúxulas.<br />
Por aqui podemos facilmente perceber as dificuldades inerentes a qualquer mudança na ortografia da língua portuguesa, pelo que a consequncia foi a manutenção das múltiplas diferenças. Apenas em 1988, o ?Anteprojecto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa? pareceu dar novo alento ao processo de unificação e, de certo modo, foi a antecâmara do acordo que teve lugar dois anos depois.<br />
Reunidos na Academia das Ciências de Lisboa, entre 6 e 12 de Outubro de 1990, estiveram os vários países falantes do português, chegando-se a um acordo há muito ansiado. Uma cláusula em particular, do texto final, levantava porém algumas dúvidas. No artigo 3º previa-se a entrada do novo acordo ortográfico a 1 de Janeiro de 1994. No entanto, o facto de apenas três países o terem ratificado ? no caso, Portugal (1991), Brasil (1995) e Cabo Verde tal intenção foi novamente adiada.<br />
Oito anos após o acordo, nova reunião, desta feita na cidade da Praia (Cabo Verde), de onde surgiu um ?Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa?, o qual prescindia de uma data concreta para a sua entrada em vigor. No entanto, e apesar desta crucial alteração, apenas três países o ratificaram ? exactamente os mesmos que o haviam feito anteriormente.<br />
Quiçá provocado pelo arrastamento deste processo negocial, o próximo encontro, que teve lugar em Julho de 2004, terminou com uma nova indicação: desta vez seria necessária apenas a ratificaão de três membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para que o acordo fosse uma realidade. Num texto conhecido como ?Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa?, de realçar ainda a adesão de Timor-Leste.<br />
Estava aberto o caminho para que as mudanças ortográficas se efectivassem. E é aqui que se reacende a polémica, havendo quem defendesse que tal era incorrecto, pois a obrigatoriedade, de todos os países signatários o ratificarem, era total, ao passo que outra visão teórica acreditava que o acordo não possuía nenhuma incorrecção na sua feitura.<br />
Ora, atendendo que o Brasil o ratifica logo em Outubro de 2004, secundado por Cabo Verde em Abril de 2005 e São Tomé e Príncipe a 17 de Novembro de 2006, pensar-se-ia que não tardaria até que a sua aplicação sucedesse. Porém, de forma unânime entendeu-se que não faria sentido avançar-se para algo envolvendo a língua portuguesa sem a ratificação de Portugal.<br />
Como tal, a 16 de Maio de 2008,  a Assembleia da República nacional ratificou este ?Segundo Protocolo Modificativo?, possibilitando então um consenso mais generalizado (refira-se que também Angola dava, ao mesmo tempo, os primeiros passos no sentido de prepara-se para a entrada em vigor no novo acordo). O tal passo final para a entrada em vigor do tratado acontece a 15 de Novembro de 1008, após uma reunião com a presença dos chefes de estado e do governo dos PALOP.<br />
Logo em Março de 2009, a Academia Brasileira de Letras publicou o Vocabulário da Língua Portuguesa? (VOLP), com 381 mil entradas, algo considerado fundamental enquanto texto explicativo. Em Portugal, enquanto se aguarda por igual fonte de informação a publicar, provavelmente, pela Academia das Ciências de Lisboa, algumas editoras vão dando à estampa pequenas obras de pesquisa relativamente a este novo acordo ortográfico.</p>
<p>As alterações mais importantes<br />
Apesar das 21 bases ortográficas que constam do texto do acordo, existem algumas que, pela sua frequência de utilização, se tornam mais relevantes para o dia-a-dia de todos nós. Vejamos então algumas dessas mudanças que surgirão com o novo acordo.<br />
Em primeiro lugar, o alfabeto passa de 23 para 26 letras, incluindo W, K e Y (ainda que de uso restringido a abreviaturas e palavras de origem estrangeira e seus derivados). Em segundo lugar, os meses do ano e os pontos cardeais passam a ser redigidos em letras minúsculas. Para além disso, poder-se-á usar maiúsculas ou minúsculas nos títulos de livros, excepto na primeira palavra que terá de ser escrita obrigatoriamente com letra maiúscula. O mesmo sucede nas expressões de tratamento, nos nomes de sítios públicos (como ?praça da república?) e nos nomes de disciplinas científicas.<br />
Em quarto lugar, e apesar da distinção entre ch e x, mantém-se a diferença nas palavras que a tradição consignou, como champô e xampô. Outro aspecto relevante é a supressão do trema, excepto em nomes próprios e seus derivados. Entre as excepões mais importantes encontram-se palavras que mantêm dupla grafia (como caráter e carácter) ou dupla acentuação (económico/econômico). Um sétimo aspecto a ressalvar é a supressão de acentos gráficos em palavras como pára ou pêlo. Já no Brasil, termos como abençoo ou ideia deixam se ser acentuados.<br />
No que diz respeito à hifenização, as mudanças tambm são notórias. Este mantém-se nas seguintes situações: nos compostos, locuções e encadeamentos vocabulares, assim como quando o segundo elemento da frase começa por H, quando tem a mesma primeira letra ou quando o falso prefixo termina com M e o segundo elemento começa por M ou N. Alguns exemplos são: anti-higiénico, hiper-resistente ou circum-navegação. O hífen é ainda suprimido em expressões como hei-de ou hás-de, dado que neste caso ali a preposição funciona como mero elemento de ligação ao infinitivo com que se forma a perífrase verbal. Por último, o hífen desaparece quanto o pseudo-prefixo termina em vogal R ou S, em que dobra a consoante. Exemplo: antirreligioso.<br />
Em suma, algumas mudanças serão: óptimo que passa a ótimo; Egipto tornado em Egito e fim-de-semana transformado em fim de semana. Porém, facto/fato e génio/gênio continuaram a ter dupla grafia.</p>
<p>Prós e Contras<br />
Tendo em conta as duas visões opostas, quanto ao acordo, conheçamos os seus principais argumentos. Aqueles que defendem a nova ortografia acreditam piamente que esta unificação de 98% do léxico é essencial para evitar a deriva actual. Crêem ainda na diminuição de custos das edições em ambos os países que agora se tornam unívocas. Procuram, com o acordo, evitar a fragmentaço de um idioma que na realidade é comum, a par de uma aproximaão da oralidade à escrita e, consequentemente, à necessária evolução da língua.<br />
Para além disso deixa de haver necessidade de textos duplicados nos documentos oficiais. Julga-se que um aumento de circulação de livros poderá ser uma realidade, tal como a utilização de um vocabulário técnico-científico comum, o que permitirá maiores parcerias entre institutos académicos e científicos em geral.<br />
A juntar a todos estes argumentos, os defensores da aplicação do novo acordo informam a necessidade, para organizações internacionais onde o português é língua de trabalho, de uma uniformidade da grafia, ao passo que Portugal e Brasil poderão dar, em conjunto, um novo impulso à difusão da língua portuguesa a nível mundial e, obviamente, ao seu fortalecimento junto dos PALOP.<br />
Em suma, acreditam que esta modernização era, acima de tudo, uma inevitabilidade, tal como sucedeu com outras línguas, como a espanhola, a francesa ou mesmo o árabe.<br />
Já no tocante aos que estão contra a aplicação do novo acordo ortográfico, apoiam-se nos seguintes fundamentos: antes de mais, a proposta, nos seus moldes actuais, é insuficiente para atingir os seus reais propósitos, atendendo ao grande número de excepções à regra. Defendem tratar-se de uma evolução contranatura da língua. Frisam ainda da não necessidade de tal facto pois, ao longo dos anos, o entendimento linguístico entre Portugal e Brasil havia sido perfeito. Na vertente económica, frisam que os custos a suportar serão tremendos, incluindo a confecção de novos dicionários, gramáticas e livros escolares, para além da forosa reaprendizagem da nova grafia por milhões de pessoas e do necessário reajustamento dos livros das editoras. Apontam ainda que o inglês, apesar de não ser unificado, continua a  ser a língua internacional usada prioritariamente.</p>
<p>Ponto da situação<br />
Em termos gerais, o novo acordo ortográfico já se encontra em vigor em países como Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, pelo facto de terem sido signatários do tratado. No Brasil, inclusivamente, pretende-se que os livros didácticos de 2010 contenham todas as mudanças ortográficas estipuladas, com uma adaptaço plena, no máximo, até 2012. Órgãos de comunicaão social como a ?Folha de São Paulo? ou O Estado de São Paulo? já se encontram totalmente adaptados à nova grafia.<br />
Já em Portugal, a polémica continua. Apesar de prevista a entrada em vigor do novo acordo para finais de 2007, só em Maio de 2008 o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva se empenhou na prossecução do estipulado, ratificando, então, o protocolo a 21 de Julho de 2008, e prevendo a adaptação, em Portugal, ao novo acordo num prazo de seis anos.<br />
Apesar das divergências, entre as quais destacaríamos a petião online intitulada ?Manifesto em Defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico? ? a qual obteve enorme adesão ? o certo é que alguns órgãos de comunicação social já se encontram a utilizar a nova grafia, no caso o jornal desportivo ?Record?, o diário regional conimbricense ?Despertar? e o matutino ?Correio da Manhã? (neste último caso, porém, de forma gradual).<br />
Recentemente, o Ministro de Cultura, José António Pinto Ribeiro, desejou que a aplicação do acordo fosse uma realidade, em termos oficiais (assim como em todos os meios de comunicação social) já a partir de 1 de Janeiro de 2010, sendo que nas escolas tal sucederá após o ano lectivo de 2010-2011.<br />
Apesar de faltar, ainda, a edição de um Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, entre Portugal e Brasil o que deverá ocorrer antes do final do presente ano ? o certo é que já poucos terão dúvidas quanto à inevitabilidade, a curto prazo, destas mudanças linguísticas.</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>(*) Escritor português </em><em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ortografía (b/v, g/j)]]></title>
<link>http://2ciclo.wordpress.com/2009/11/23/ortografia-bv-gj/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luz Marina</dc:creator>
<guid>http://2ciclo.wordpress.com/2009/11/23/ortografia-bv-gj/</guid>
<description><![CDATA[Francisco García-Pozuelo Díaz y Juana Rello Serrano. Proyecto de actividades JClic para trabajar la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://clic.xtec.cat/db/jclicApplet.jsp?project=http://clic.xtec.cat/projects/ortogra2/jclic/ortogra2.jclic.zip&#38;lang=es&#38;title=Ortograf%C3%ADa+para+4%C2%BA+EP"><img class="aligncenter size-medium wp-image-111" title="ortjclic" src="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/ortjclic.jpg?w=300" alt="" width="300" height="175" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Francisco García-Pozuelo Díaz y Juana Rello Serrano.</p>
<p style="text-align:center;">
<p>Proyecto de actividades JClic para trabajar la ortografía de la lengua castellana. Tiene 4 partes:</p>
<ul>
<li>Verbos acabados en -bir y -vir.</li>
<li>Palabras que comienzan con bus-, bur-, bu-.</li>
<li>Verbos acabados en -ger y -gir.</li>
<li>Repaso.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ortografía]]></title>
<link>http://2ciclo.wordpress.com/2009/11/23/ortografia/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:07:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luz Marina</dc:creator>
<guid>http://2ciclo.wordpress.com/2009/11/23/ortografia/</guid>
<description><![CDATA[CNICE. MEC Si  quieres practicar, realiza ejercicios sobre el uso del acento ortográfico o sobre un ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://concurso.cnice.mec.es/cnice2006/material100/index.htm"><img class="aligncenter size-medium wp-image-102" title="cnice" src="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/cnice.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a>CNICE. MEC</p>
<p>Si  quieres practicar, realiza ejercicios sobre el uso del acento ortográfico o sobre un grupo de letras en particular.<br />
Si cometes algún error consulta la norma relacionada que aparecerá en la parte superior derecha de la pantalla e intenta corregirlo.</p>
<p><a href="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/guia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-104" title="Guía" src="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/guia.jpg" alt="" width="28" height="29" /></a> <span style="color:#0000ff;"><strong>Si necesitas ayuda pulsa este símbolo cuando lo veas, te llevará a  la GUÍA DEL ALUMNO.</strong></span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Pantalla de ejercicios.</strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;">Estas indicaciones te serán útiles.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/pantalla-de-ejercicios.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-105" title="pantalla de ejercicios" src="http://2ciclo.wordpress.com/files/2009/11/pantalla-de-ejercicios.jpg?w=282" alt="" width="385" height="409" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Solo o sólo? ¿La Real Academia Española o la Academia Mexicana de la Lengua?]]></title>
<link>http://petrusprofesor.wordpress.com/2009/11/23/%c2%bfsolo-o-solo-%c2%bfla-real-academia-espanola-o-la-academia-mexicana-de-la-lengua/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:58:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Petrus Angelorum</dc:creator>
<guid>http://petrusprofesor.wordpress.com/2009/11/23/%c2%bfsolo-o-solo-%c2%bfla-real-academia-espanola-o-la-academia-mexicana-de-la-lengua/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; La Real Academia Española (RAE) ha propuesto que el acento diacrítico que ponemos en sólo cua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>La Real Academia Española (RAE) ha propuesto que el acento diacrítico que ponemos en <em>sólo</em> cuando significa <em>únicamente</em>, para distinguirlo del <em>solo</em> que quiere decir <em>no acompañado</em>, se suprima. Y que lo mismo se haga en los demostrativos sustantivos. El argumento básico es que el contexto es suficiente para entender el significado de estas palabras, diferente según sea su función gramatical.</p>
<p>La Academia Mexicana de la Lengua (AML) se opone a esta modificación, pues considera que los casos de posible confusión son abundantes y que debe protegerse la claridad de lo que se escribe ante todos los hablantes de la lengua, aun aquellos que tienen una menor preparación gramatical.</p>
<p><em>Justa</em> presenta aquí los documentos que han intercambiado las dos academias, y que se han hecho llegar a todas las demás academias del español.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>Respuesta a la consulta enviada por el equipo de “Español al día”, de la RAE</strong></p>
<p><strong>En torno a la modificación de la regla ortográfica sobre el uso del acento diacrítico en el </strong><em><strong>sólo</strong></em><strong> adverbial y en los demostrativos sustantivos</strong></p>
<p>La propuesta del equipo de “Español al día”, coordinado por el académico don Salvador Gutiérrez Ordóñez, para la nueva edición de la <em>Ortografía</em>, remitida por la RAE, aduce los siguientes seis puntos, para la<em> supresión definitiva de la tilde diacrítica</em> <em>en el</em> solo <em>adverbial y los pronombres demostrativos:</em></p>
<p>*****</p>
<p><strong>I. Uso del diacrítico para la distinción entre homógrafos tónicos y átonos</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE señala:</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">La tilde diacrítica tiene como función en el sistema acentual del español distinguir entre homógrafos tónicos y átonos</span> [En éste y en los casos siguientes, el subrayado es de la Comisión de Consultas]. Así, se escriben con tilde diacrítica ciertas palabras tónicas que coinciden en su forma con palabras átonas de distinto significado y categoría gramatical (<em>dé</em>, forma del verbo <em>dar</em>, frente a <em>de</em>, preposición; <em>él</em>, pronombre personal, frente a <em>el</em>, artículo, etc.). La oposición tonicidad/atonicidad es, pues, un requisito básico para la aplicación de la tilde diacrítica. Esa oposición no se produce en el caso de <em>solo</em> y los demostrativos, ya que estas palabras son categorialmente tónicas en todas sus funciones (como adjetivos determinativos o como pronombres, en el caso de los demostrativos; como adverbio o adjetivo, en el caso de <em>solo</em>).</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. Referencias bibliográficas:</p>
<p>Al respecto, la <em>Ortografía de la lengua española</em>, en su edición de 1999 señala:</p>
<p>La tilde diacrítica es aquella que permite distinguir, por lo general, palabras pertenecientes a diferentes categorías gramaticales, que tienen, sin embargo, idéntica forma.</p>
<p>Por su parte, el <em>Diccionario panhispánico de dudas</em> apunta:</p>
<p>Se llama tilde diacrítica al acento gráfico que permite distinguir palabras con idéntica forma, pero que pertenecen a categorías gramaticales diferentes. En general, llevan tilde diacrítica las formas tónicas (las que se pronuncian con acento prosódico o de intensidad) y no la llevan las formas átonas (las que carecen de acento prosódico o de intensidad dentro de la cadena hablada).</p>
<p>2. Como se observa, el primer elemento señalado en ambos textos para el uso de la tilde diacrítica es que las palabras con idéntica forma pertenezcan a categorías gramaticales diferentes.</p>
<p>2.1. Los demostrativos han sido clasificados en las gramáticas del español como pronombres, debido a que históricamente están emparentados con los pronombres personales y constituyen un paradigma cerrado como éstos. De acuerdo con su funcionamiento y sus propiedades combinatorias, los demostrativos pueden ejercer las funciones propias del sustantivo o del adjetivo. Por lo tanto, sintácticamente, pertenecen a categorías gramaticales distintas.</p>
<p>Los demostrativos adjetivos son dependientes del núcleo al que preceden y, por su funcionamiento, delinean el sintagma nominal al identificarlo y situarlo dentro del contexto de la enunciación: <em>esta casa</em>;<em> este libro</em>; <em>aquel niño</em>.</p>
<p>Los demostrativos sustantivos son por sí solos el núcleo del sintagma nominal, pues no necesitan apoyarse en un elemento adyacente. Por su funcionamiento, identifican y ubican una determinada entidad en el contexto: <em>éste es mi padre</em>; <em>quiero ésta</em>; <em>he visto a aquél</em>.</p>
<p>2.2. En cuanto a la palabra <em>solo</em>, ésta puede ser un adjetivo o un adverbio.</p>
<p>2.3. Se trata de dos categorías gramaticales, como se puede consultar en el <em>Esbozo de una nueva gramática de la lengua española</em>, publicado por la Real Academia Española (1973/1999:§1.8.3.):</p>
<p>Determinados monosílabos, prosódicamente acentuados, los escribimos con tilde para diferenciarlos de homófonos suyos, también prosódicamente acentuados, que pertenecen a otra categoría o subcategoría gramatical. Así, los demostrativos sustantivos <em>éste, ése, aquél</em>, y sus femeninos y plurales, suelen escribirse con tilde, frente a los demostrativos adjetivos <em>este </em>(<em>libro</em>), <em>esa</em> (<em>mujer</em>), etc. Las formas neutras de estos pronombres, que tienen exclusivamente categoría de pronombres sustantivos, se escriben siempre sin tilde. Igualmente se suele escribir con tilde el adverbio <em>sólo</em> (= solamente), frente al adjetivo <em>solo</em>”.43</p>
<p>[43 El uso de la tilde es potestativo en los dos casos (<em>éste, ése</em>, etc., y <em>sólo</em>). Es lícito prescindir de ella cuando no existe riesgo de anfibología (regla 16.ª y 18.ª de las <em>Nuevas normas de prosodia y ortografía</em>, que entraron en vigor el 1.º de enero de 1959).]</p>
<p>De acuerdo con lo expuesto, la primera condición señalada por la bibliografía de ‘diferencia categorial’ para el uso de la tilde diacrítica se cumple, tanto en el caso de los demostrativos, como en el <em>sólo</em> adverbial.</p>
<p>La primera consideración de la RAE: “La tilde diacrítica tiene como función en el sistema acentual del español distinguir entre homógrafos tónicos y átonos”, es el segundo elemento a considerar, no el primero.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>II. Oposición tonicidad/atonicidad para la aplicación del diacrítico</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE indica:</strong></p>
<p>Así, se escriben con tilde diacrítica ciertas palabras tónicas que coinciden en su forma con palabras átonas de distinto significado y categoría gramatical (<em>dé</em>, forma del verbo <em>dar</em>, frente a <em>de</em>, preposición; <em>él</em>, pronombre personal, frente a <em>el</em>, artículo, etc.). <span style="text-decoration:underline;">La oposición tonicidad/atonicidad es, pues, requisito básico para la aplicación de la tilde diacrítica</span>.</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. La oposición tonicidad/atonicidad no se considera el criterio básico para el uso de la tilde. Ninguno de los dos textos de referencia citados arriba la consideran así. Por otro lado, hay casos excepcionales de homógrafos en los que tal oposición no es determinante para el uso o ausencia de la tilde diacrítica:</p>
<p>El <em>Diccionario panhispánico de dudas</em> expone las siguientes consideraciones:</p>
<p>“Hay algunas excepciones, como es el caso de los nombres de las letras<em> te</em> y <em>de</em> y los de las notas musicales <em>mi </em>y <em>si</em>, que, siendo palabras tónicas, no llevan tilde (al igual que las respectivas formas átonas: la preposición <em>de</em>, el pronombre personal <em>te</em>, el adjetivo posesivo <em>mi</em> y la conjunción <em>si</em>); o la palabra <em>más</em>, que aunque tiende a pronunciarse átona cuando se usa con valor de adición o suma (<em>dos más dos son cuatro</em>) se escribe con tilde.”</p>
<p><strong><em>aún/aun</em></strong>. Este adverbio oscila en su pronunciación entre el hiato [a - ún] y el diptongo [aun], dependiendo de diferentes factores: su valor semántico, su situación dentro del enunciado, la mayor o menor rapidez o énfasis con que se emita, el origen geográfico del hablante, etc. Dado que no es posible establecer una correspondencia unívoca entre los usos de esta palabra y sus formas monosílaba (con diptongo) o bisílaba (con hiato), es preferible considerarla un caso más de tilde diacrítica.</p>
<p>1.1. Según se observa, las formas tónicas te y de (nombres de letra), así como <em>mi</em> y <em>si</em> (notas musicales) no llevan tilde, aún cuando existen las respectivas formas átonas. Como es sabido, el uso de tilde se ha reservado a las formas tónicas correspondientes a <em>té</em> (‘planta o infusión’); <em>dé</em> (del verbo <em>dar</em>); <em>mí</em> (pronombre personal); <em>sí</em> (adverbio de afirmación).</p>
<p>1.2. Del mismo modo, la palabra <em>más</em> se escribe con tilde, cuando tiene valor de adición, aun cuando su pronunciación sea átona. El uso de la tilde en el adverbio <em>aún</em>, con valor de <em>todavía</em>, no se justifica ni por la categoría gramatical, ni por la oposición tónico/átono con el homófono también adverbial <em>aun</em>, sino por la oposición de significado.</p>
<p>1.3. Prosódicamente, los demostrativos sustantivos tienen un carácter tónico más elevado que los dependientes de un núcleo nominal. Esta diferenciación se advierte también en el <em>sólo</em> adverbial, frente al <em>solo</em> adjetival.</p>
<p>En conclusión: a) La tilde de los pronombres demostrativos podría considerarse un caso más dentro de las excepciones, aun cuando su carácter sea tónico y seguir justificándose en términos de categoría gramatical. b) Prosódicamente, tanto los demostrativos sustantivos, como el <em>sólo</em> adverbial tienen una tonicidad más enfática que los demostrativos adjetivos y el <em>solo</em> adjetivo.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>III. El contexto elimina la ambigüedad</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE anota:</strong></p>
<p>Se da, además, la circunstancia de que los enunciados en los que este riesgo de anfibología es real son escasos y bastante rebuscados. <span style="text-decoration:underline;">En la mayoría de las ocasiones se desambiguan sin problemas por el contexto o haciendo uso de diversos recursos, como la puntuación</span> (en el ejemplo que se aducía en la Ortografía de 1959-74, la ambigüedad desaparece puntuando bien el enunciado: <em>Los niños eligieron a su gusto: estos, pasteles; aquellos, bombones</em>), <span style="text-decoration:underline;">el empleo de alternativas </span>(<em>solamente, únicamente</em>, en el caso del <em>solo</em> adverbial) <span style="text-decoration:underline;">o simplemente utilizando el orden natural de los elementos de la oración en español </span>(resulta antinatural y rebuscado el ejemplo de enunciado ambiguo de la <em>OLE99: Dijo que ésta mañana vendrá</em> –frente a <em>Dijo que esta mañana vendrá</em>- puesto que la manera natural de expresar el primer enunciado sería <em>Dijo que esta vendrá mañana</em> o <em>Dijo que mañana vendrá esta</em>).</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. En efecto, en la mayoría de los casos, el contexto o la puntuación permiten eliminar la ambigüedad y las anfibologías, así como precisar el significado de buena parte de las palabras de la lengua. Sin embargo, bajo este argumento podrían omitirse los acentos también de los monosílabos y, prácticamente, de todas las palabras homófonas de la lengua española, pues el contexto permite a los hablantes distinguir el significado de, por ejemplo, <em>el</em> artículo y <em>él</em> pronombre personal; <em>tu</em> posesivo y <em>tú</em> pronombre personal: <strong><em>el</em></strong><em> hombre está corriendo, <strong>el</strong> está corriendo; <strong>tu</strong> casa es grande, <strong>tu</strong> eres grande</em>.</p>
<p>2. En cuanto al orden <em>natural</em> de las lenguas, debe recordarse que los hablantes tienen la posibilidad de emplear distintas colocaciones de las palabras en la oración, según la intención comunicativa. De modo que, pese a considerar ciertos ejemplos antinaturales y rebuscados, lo cierto es que son una posibilidad de la lengua española.</p>
<p>3. Por otra parte, cabe recordar que a formas distintas les corresponden significados distintos. Si bien las formas <em>sólo, solamente</em> y <em>únicamente</em> pueden resultar equivalentes en ciertos contextos, la diferencia entre ellas puede encontrarse en la semántica, la pragmática, por mencionar algunos aspectos, y sus usos pueden estar determinados por factores estilísticos, sociales, dialectales, etcétera. El propio <em>Diccionario de la lengua española</em> proporciona las siguientes definiciones: <strong>solo<sup>2</sup></strong> o <strong>sólo</strong>. 1. adv. m. Únicamente, solamente; <strong>solamente</strong>. 1. adv. m. De un solo modo, en una sola cosa, o sin otra cosa; <strong>únicamente</strong>. 1. adv. m. Sola o precisamente.</p>
<p>Por lo tanto, si bien el contexto sirve en ocasiones para eliminar la ambigüedad no es un argumento sólido para eliminar el uso de diacríticos. De ser así, podrían eliminarse otros acentos diacríticos. Por otra parte, la variación en el orden de las palabras y el amplio inventario de posibilidades léxicas enriquecen la lengua y potencian su versatilidad expresiva.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>IV. Mantener el diacrítico es una cuestión de tradición e inercia</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE apunta:</strong></p>
<p>Así pues, la resistencia a prescindir de la tilde en el <em>solo</em> adverbial y en los pronombres demostrativos responde más a una cuestión de <span style="text-decoration:underline;">tradición e inercia que a una verdadera necesidad de los que escriben español</span>.</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. Conviene hacer patente, como se menciona en la <em>Ortografía de la lengua española</em>, que muchos son los críticos que acuden a las Academias «con mejor intención que acierto, pidiendo u ofreciendo radicales soluciones a los problemas ortográficos o cebándose con fáciles diatribas en el sistema establecido. Entre estas personas bienintencionadas ni siquiera han faltado académicos que hayan presentado propuestas simplificadoras en los congresos de la Asociación de Academias. A todos estos entusiastas, debería recordárseles que ya Nebrija, su más antiguo e ilustre predecesor, quien recuperó para nuestra lengua el principio de Quintiliano, según el cual se debe escribir como se pronuncia, no olvidó en ningún caso que el propio calagurritano había hecho una salvedad: <em>nisi quod consuetudo obtinuerit</em>, y advirtió que “en aquello que es como ley consentida por todos es cosa dura hacer novedad”».</p>
<p>2. Los juicios que regulan hoy el uso de la ortografía del español responden a diversos aspectos etimológicos, de pronunciación, de uso, entre otros, y han sido adoptados por consenso implícito entre los miembros de la comunidad hispanohablante, de modo que responden a una cuestión de tradición.</p>
<p>En conclusión, la tradición ha sido el criterio básico para la formulación y establecimiento de las reglas ortográficas.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>V. En las obras académicas se escriben sin tilde estas palabras</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE anota:</strong></p>
<p>Postular la opción contraria, la de tildar siempre de forma sistemática el <em>solo</em> adverbial y los pronombres demostrativos, resultaría una vuelta atrás difícil de justificar, ya que en <span style="text-decoration:underline;">las obras académicas se escriben sistemáticamente sin tilde estas palabras desde hace ya mucho tiempo</span>.</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. Es falsa la afirmación de que en las obras académicas se escriben sistemáticamente sin tilde estas palabras desde hace ya mucho tiempo. Muestra de la vigencia del uso de la tilde diacrítica en <em>sólo</em> y los demostrativos sustantivos son las ediciones conmemorativas del IV centenario de <em>Don Quijote de la Mancha</em> y del 40 aniversario de <em>Cien años de soledad</em>, ambas publicadas por la Asociación de Academias de la Lengua Española, en el 2004 y el 2007, respectivamente, en las que se encuentran, entre otros, los ejemplos siguientes:</p>
<p>Mario Vargas Llosa, en su texto “Una novela para el siglo xxi”, escribe: «de los caballeros andantes, que recorrían el mundo socorriendo a los débiles, desfaciendo tuertos y haciendo reinar una justicia para los seres del común que de otro modo <em>éstos </em>jamás alcanzarían» (pág. xiii).</p>
<p>Francisco Ayala, en “La invención del ‘Quijote’”, apunta: «No <em>sólo</em> don Quijote y Sancho, sino todas las grandes figuras producidas por la poesía –y, junto a ellas otras ficciones efímeras, fruto de artes menores–, gozan de semejante sustantividad» (pág. xxix).</p>
<p>Claudio Guillén, en “Algunas literariedades de <em>Cien años de soledad</em>”, anota: «La aventura tiene lugar ahora mismo, y llegado a ese punto el lector <em>sólo</em> conoce lo acontecido con anterioridad, que es un fragmento del conjunto por conocer» (pág. ci).</p>
<p>El uso de tilde diacrítica de los ejemplos citados no se justifica en términos de anfibología, sino de tradición ortográfica. Y son muestra de que no todas las obras de la RAE tienen como uso sistemático la supresión de ella.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>VI. Argumentos para la supresión de la tilde basados en autoridades</strong></p>
<p><strong>El documento remitido por la RAE sostiene:</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Además, esta solución ha sido ya defendida y aplicada en su escritura por muchos autores y ortógrafos</span>. A modo de ejemplo citaremos lo que a propósito de<em> solo</em> dice Manuel Seco en su <span style="text-decoration:underline;">Diccionario de dudas y dificultades de la lengua</span>: «En realidad, la ambigüedad no tiene por qué presentarse nunca, porque el contexto la resuelve en cada caso de la misma manera que resuelve habitualmente las restantes ambigüedades posibles del habla. Por consiguiente, al ser potestativo el uso de la tilde en el adverbio <em>solo</em>, lo más recomendable es atenerse a la norma general de no ponerla». Y uno de los autores que más ha escrito sobre ortografía del español, Martínez de Sousa, también defiende la supresión definitiva como la solución más adecuada.</p>
<p><strong>Consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>1. El uso de tilde diacrítica en los pronombres demostrativos y la palabra <em>solo</em> no puede justificarse a partir de dos autoridades en el tema de ortografía, pues existen varios académicos, escritores, lingüistas, intelectuales destacados, etcétera, que mantienen su uso y que pueden considerarse igualmente acreditados.</p>
<p>2. En cuanto a la consideración de Manuel Seco en torno a que el contexto resuelve las ambigüedades, remitimos al apartado III (<em>supra</em>).</p>
<p>3. Consideramos que los argumentos para la conservación o supresión de la tilde diacrítica en los pronombres demostrativos y la palabra <em>solo</em> deben darse en torno al uso y funcionamiento de la lengua española.</p>
<p>*****</p>
<p><strong>Otras consideraciones de la Comisión de Consultas de la AML:</strong></p>
<p>Mantener las irregularidades en la lengua, en este caso la acentuación de los demostrativos sustantivos y el adverbio <em>sólo </em>da individualidad a la palabra. Asimismo, el control de irregularidades trae consigo prestigio lingüístico.</p>
<p>Desde un punto de vista didáctico, consideramos que el mantenimiento de la regla ortográfica del acento diacrítico en el adverbio <em>sólo</em> y en los pronombres demostrativos es una herramienta que, junto con las grafías, por ejemplo, permite entender que dos palabras pueden tener igual forma pero distinta función o significado. En este sentido, la tilde es una marca clara y un recurso para la enseñanza de la lengua y de las distintas funciones gramaticales.</p>
<p>La Academia Mexicana de la Lengua propone que para evitar la confusión histórica en el uso de la tilde diacrítica en el adverbio <em>sólo</em> y en los demostrativos sustantivos su empleo deje de ser potestativo y sea prescriptivo.</p>
<p>*****</p>
<p>Felipe Garrido, “¿Solo o sólo? ¿La Real Academia Española o la Academia Mexicana de la Lengua?”, en <em>Justa, de lector a lector</em>, número 7, noviembre de 2009, en <a href="http://www.justa.com.mx/?p=16841">http://www.justa.com.mx/?p=16841</a> y <a href="http://www.justa.com.mx/?p=16845">http://www.justa.com.mx/?p=16845</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pérolas Linguísticas 1]]></title>
<link>http://wirna.wordpress.com/2009/11/23/perolas-linguisticas-1/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:32:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wirna Campos Cardoso</dc:creator>
<guid>http://wirna.wordpress.com/2009/11/23/perolas-linguisticas-1/</guid>
<description><![CDATA[Depois que pesquisadores decidiram colocar câmeras digitais nos celulares e inventaram a internet a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois que pesquisadores decidiram colocar câmeras digitais nos celulares e inventaram a internet a comunicação se expandiu permitindo que qualquer um possa testemunhar acontecimentos, obtendo provas (fotos) e publicando-as em seus blogs. Não vou fugir à regra; portanto, inauguro hoje a Seção (numa publicação, local reservado a determinada matéria ou assunto) &#8220;Pérolas Linguísticas&#8221;, destinada ao flagrante de &#8220;assassinatos&#8221; de nossa língua materna.</p>
<p style="text-align:justify;">A captura da imagem abaixo foi feita no ônibus &#8220;Sacramenta Presidente Vargas &#8211; Via Bernal do Couto&#8221;, a pessoa que afixou esta placa pretendia informar aos usuários do transporte coletivo que a referida porta é destinada somente aos portadores de necessidades especiais, e que os demais deveriam descer pela porta <strong>traSeira</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://wirna.wordpress.com/files/2009/11/111120090031.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-662" title="Pérolas Linguísticas 1" src="http://wirna.wordpress.com/files/2009/11/111120090031.jpg?w=1024" alt="" width="387" height="290" /></a><a href="http://wirna.wordpress.com/files/2009/11/11112009003.jpg"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una traducción muy "savia"]]></title>
<link>http://pifiasygazapos.wordpress.com/2009/11/23/una-traduccion-muy-savia/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:05:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Khaspah</dc:creator>
<guid>http://pifiasygazapos.wordpress.com/2009/11/23/una-traduccion-muy-savia/</guid>
<description><![CDATA[Como ya dije aquí, para traducir un libro no basta sólo con saber el idioma original. Otro problema ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como ya dije <a href="http://pifiasygazapos.wordpress.com/2008/12/05/prever-proveer-pata-en-los-ojos/">aquí</a>, para traducir un libro no basta sólo con saber el idioma original. Otro problema editorial actual, tanto en el caso de los libros como en el de los periódicos, es que ha desaparecido la figura del corrector. Mucha gente confía demasiado en el corrector automático de los programas de edición y tratamiento de textos. Pero a dichos correctores les falta (hoy por hoy) una cosa: inteligencia.</p>
<p>El caso que presento a continuación es una buena muestra de ello. Está extraído de <em>El Juego de Ender</em>, de Orson Scott Card, primer libro de la que quizá sea la segunda mejor saga de ciencia ficción después de la <em>Fundación</em> de Isaac Asimov.</p>
<p><a href="http://pifiasygazapos.wordpress.com/files/2009/11/sabia.jpg"></p>
<div id="attachment_510" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://pifiasygazapos.wordpress.com/files/2009/11/sabia1.jpg"><img class="size-full wp-image-510" title="sabia" src="http://pifiasygazapos.wordpress.com/files/2009/11/sabia1.jpg" alt="" width="400" height="46" /></a><p class="wp-caption-text">sabia vs. savia</p></div>
<p></a>Efectivamente, cualquier corrector automático considerará que <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&#38;LEMA=sabia">sabia</a> es una palabra correcta, aunque en este caso es una burrada como la copa de un pino, ya que estamos hablando de la <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&#38;LEMA=sabia">savia</a> de una planta.</p>
<p>Del mismo modo, los correctores automáticos no distinguen el contexto de una frase para diferenciar entre baca y vaca,  basto y vasto, y tantas otras&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enlaces Educativos]]></title>
<link>http://cuadernobibliotecariojuvenil.wordpress.com/2009/11/21/enlaces-educativos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 07:59:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eugenio</dc:creator>
<guid>http://cuadernobibliotecariojuvenil.wordpress.com/2009/11/21/enlaces-educativos/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://recursostic-cole.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1029" title="http://recursostic-cole.blogspot.com/" src="http://cuadernobibliotecariojuvenil.wordpress.com/files/2009/11/dibujo3.jpg" alt="" width="500" height="103" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNA TILDE, HIZO GANAR AL CANTÓN LOJA EN EL NOVENO CONCURSO PROVINCIAL DE ORTOGRAFÍA]]></title>
<link>http://marcogutierrez.wordpress.com/2009/11/20/una-tilde-hizo-ganar-al-canton-loja-en-el-noveno-concurso-provincial-de-ortografia/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:28:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcogutierrez</dc:creator>
<guid>http://marcogutierrez.wordpress.com/2009/11/20/una-tilde-hizo-ganar-al-canton-loja-en-el-noveno-concurso-provincial-de-ortografia/</guid>
<description><![CDATA[Al parecer mi amigo Juan Carlos Santín me hizo caso en la sugerencia del título de la noticia que se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Al parecer mi amigo Juan Carlos Santín me hizo caso en la sugerencia del título de la noticia que se]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercicios de ortografía]]></title>
<link>http://ticsnocaxado.wordpress.com/2009/11/20/exercicios-ortografia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:41:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Olga</dc:creator>
<guid>http://ticsnocaxado.wordpress.com/2009/11/20/exercicios-ortografia/</guid>
<description><![CDATA[Esta aplicación inclúe exercicios de ortografía en Lingua Castelá de varios tipos: dende completar p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esta aplicación inclúe exercicios de ortografía en Lingua Castelá de varios tipos: dende completar palabras soltas a traballar con textos completos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>A súa autora é Cristina Solís Díaz.</em></p>
<p>Entrar en <a title="Ortografía" href="http://concurso.cnice.mec.es/cnice2006/material100/index.htm" target="_blank">Exercicios de Ortografía </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Problema ortográfico]]></title>
<link>http://lizmendes.wordpress.com/2009/11/20/problema-ortografico/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:16:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Liz Mendes.</dc:creator>
<guid>http://lizmendes.wordpress.com/2009/11/20/problema-ortografico/</guid>
<description><![CDATA[Almoço da empresa, comemoração de um ano. Funcionários e &#8220;anexos&#8221; se dividiam em quatro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Almoço da empresa, comemoração de um ano. Funcionários e &#8220;anexos&#8221; se dividiam em quatro mesas. Assim como as conversas se dividiam e se somavam, à medida que os assuntos se tornavam mais abrangentes e os tons de voz aumentavam, conseguindo atingir a todos. Vez ou outra a conversa se voltava totalmente aos pequenos grupinhos de quatro pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nosso &#8220;grupinho&#8221; consistia em duas estágiarias e dois anexos (ou, como preferiram ser chamados: &#8220;os dois .pdf&#8221; . E, que fique claro, PDF e não FDP.) e nossos assuntos circulavam por diversos ambientes: faculdade, amenidades, histórias que ainda não haviam sido comentadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre chopps e doses de vodka com Coca-Cola, passaram-se quase duas agradáveis horas. Depois de comer e comer e comer e beber chega aquele momento em que todos estão curtindo uma preguicinha-de-barriga-cheia e olhando para o nada de um modo meio letárgico.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos anexos se levanta para fumar um cigarro do lado de fora do restaurante e passa brincando com uma das estágiarias. Esta, olha para o lado de fora para vê-lo e se depara com um anúncio do supermercado em frente ao restaurante: &#8220;Chuchu/ Beringela Kg&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Berinjela não é com J?&#8221;, ela pergunta. Eis que seu &#8220;grupinho&#8221; responde &#8220;Não, é com G.&#8221;. &#8220;Mas eu tinha certeza de que era com J&#8230;&#8221;. O anexo, então, se pronuncia: &#8220;Acho que&#8230; não sei. Tô confuso agora.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Resolvem então consultar outra pessoa. &#8220;Chefe, berinjela é com G ou com J?&#8221;. A chefe, inteligente e entendida responde &#8220;Com J. Não. Com G. Ah, fiquei confusa! Peraí!&#8221; Ela, por sua vez, pergunta à seu pai, o Grande Chefe. &#8220;É com J,&#8221; responde ele, &#8220;senão ficaria beringela (pronunciando como gueto)&#8221;. A chefe então retruca dizendo que para tal, ficaria faltando o U.</p>
<p style="text-align:justify;">A discussão agora faz parte de todos os níveis da mesa. Anexos, funcionários e agregados, todos se metem na confusão da berinjela. No meio da bagunça, surge a ideia brilhante, ligar para a única estagiaria que estava na empresa, trabalhando (e, que fique claro, por escolha própria).</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós estamos com uma dúvida aqui: Berinjela, se escreve com G ou com J?&#8221;. Sem entender, ela pergunta pede que repitam a dúvida. Pesquisa no Google, acha um dicionário e dá o veredito: &#8220;Berinjela é com J. Em Portugal, parece que é com G.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Sanadas as dúvidas, terminadas as ligações, já podíamos levantar de nossas cadeiras e retomar as vidas. O mistério da berinjela estava solucionado e o mundo podia voltar a girar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Costo del gueno"]]></title>
<link>http://enunlugardelared.wordpress.com/2009/11/20/costo-del-gueno/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 07:00:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javier</dc:creator>
<guid>http://enunlugardelared.wordpress.com/2009/11/20/costo-del-gueno/</guid>
<description><![CDATA[Este engendro (aparecido en prensa hace varios años [El Periódico 24-04-07] y con el que su creador ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://enunlugardelared.wordpress.com/files/2009/11/costo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3959" title="COSTO" src="http://enunlugardelared.wordpress.com/files/2009/11/costo.jpg" alt="COSTO" width="485" height="569" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Este <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=engendro">engendro</a> (aparecido en prensa hace varios años [<a href="http://www.elperiodico.com/default.asp?idpublicacio_PK=46&#38;idioma=CAS&#38;idnoticia_PK=399425&#38;idseccio_PK=1022">El Periódico 24-04-07</a>] y con el que su creador pretendía publicitar las &#8220;bondades&#8221; de su producto entre los alumnos-as de un instituto de Badalona) puede considerarse, hasta nuevos <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=hallazgo">hallazgos</a>, como uno de los mayores atentados <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=perpetrar">perpetrados</a> contra la lengua castellana que han visto nuestros ojos. Es una recopilación de:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>a) Faltas de ortografía: </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*ha</span> (cuando es preposición no se escribe con &#8220;h&#8221;: <span style="color:#008000;">a</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*chabale</span> (se escribe con &#8220;v&#8221;: <span style="color:#008000;">chavales</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*bentana</span> (se escribe con &#8220;v&#8221;: <span style="color:#008000;">ventana</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*sílvar</span> (se escribe con &#8220;b&#8221;: <span style="color:#008000;">silbar</span> y no lleva tilde ya que es una palabra aguda que no termina ni en consonante &#8220;-n&#8221; ni en &#8220;-s&#8221;);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*mí</span> (sólo lleva tilde si se trata de un pronombre personal y no cuando se trata de un determinante posesivo como en este caso);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*calídas</span> (en realidad, <span style="color:#008000;">calidad</span>; debe terminar en &#8220;-d&#8221; y no lleva tilde porque es una palabra aguda terminada en consonante que no es ni &#8220;-n&#8221; ni &#8220;-s&#8221;);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*venír</span> (no lleva tilde porque es una palabra aguda terminada en consonante que no es ni &#8220;-n&#8221; ni &#8220;-s&#8221;);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*atensíon</span> (en realidad, <span style="color:#008000;">atención</span>; tiene que llevar tilde en la &#8220;o&#8221; porque es una palabra aguda terminada en consonante &#8220;-n&#8221; y, además, escribirse con &#8220;c&#8221;);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*bíen</span> (en realidad, <span style="color:#008000;">bien</span>; es una palabra <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=monos%C3%ADlabo">monosílaba </a>que no lleva tilde porque no está dentro del grupo palabras que llevan <a href="http://www.reglasdeortografia.com/acentodiacritico01.html">tilde diacrítica</a>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<span style="color:#ff0000;">*detras</span> (lleva tilde ya que se trata de una palabra aguda terminada en vocal: <span style="color:#008000;">detrás</span>).<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>b) Rasgos <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=dialecto">dialectales</a> que llevan a cometer faltas de ortografía:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=sesear">Seseo</a>: <span style="color:#ff0000;">*atensíon</span> (<span style="color:#008000;">atención</span>), <span style="color:#ff0000;">*calídas</span> (<span style="color:#008000;">calidad</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=aspiraci%C3%B3n">Aspiración</a> de &#8220;<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/S">s</a>&#8221; en posición <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=implosivo">implosiva</a>: <span style="color:#ff0000;">*chabale</span> (<span style="color:#008000;">chavales</span>),<span style="color:#ff0000;">*rollao</span> (<span style="color:#008000;">enrollados</span>), <span style="color:#ff0000;">*lo menore</span> (<span style="color:#008000;">los menores</span>), <span style="color:#ff0000;">*lo banco</span> (<span style="color:#008000;">los bancos</span>), <span style="color:#ff0000;">*podei</span> (<span style="color:#008000;">podéis</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Pérdida de &#8220;d&#8221; <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=intervoc%C3%A1lico">intervocálica</a>: <span style="color:#ff0000;">*rollao</span> (<span style="color:#008000;">enrollados</span>); <span style="color:#ff0000;">*lao</span> (<span style="color:#008000;">lado</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Igualación de &#8220;l&#8221; y &#8220;r&#8221; en posición implosiva: <span style="color:#ff0000;">*sargo</span> (<span style="color:#008000;">salgo</span>).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>c) <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Vulgarismo">Vulgarismos</a>:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=pr%C3%B3tesis">Prótesis</a> de &#8220;a&#8221;: <span style="color:#ff0000;">*asentarse</span> (<span style="color:#008000;">sentarse</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=af%C3%A9resis">Aféresis</a> de &#8220;e&#8221;: <span style="color:#ff0000;">*uros</span> (<span style="color:#008000;">euros</span>);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-<a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=ap%C3%B3cope">Apócope</a> de &#8220;r&#8221;: <span style="color:#ff0000;">*po</span> (<span style="color:#008000;">por</span>);<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Pérdida de <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=s%C3%ADlaba">sílabas</a> iniciales: <span style="color:#ff0000;">*rollao</span> (<span style="color:#008000;">enrollados</span>), <span style="color:#ff0000;">*ta</span> (<span style="color:#008000;">está</span>), <span style="color:#ff0000;">*títuto</span> (<span style="color:#008000;">instituto</span>);<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Pérdida de sílabas finales: <span style="color:#ff0000;">*na</span> (<span style="color:#008000;">nada</span>);<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Confusiones entre consonantes <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=bilabial">bilabiales</a> (&#8220;b&#8221; y &#8220;g&#8221;): <span style="color:#ff0000;">*gueno-a</span> (<span style="color:#008000;">bueno-a</span>).<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>d) <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=morfosintaxis">Morfosintaxis</a>:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Empleo del <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=infinitivo">infinitivo</a> en vez del <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltObtenerHtml?LEMA=modo&#38;SUPIND=0&#38;CAREXT=10000&#38;NEDIC=No#modo_imperativo.">imperativo</a>: <span style="color:#ff0000;">*esperar</span> (<span style="color:#008000;">esperad</span>).<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>e) Léxico de <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&#38;TIPO_BUS=3&#38;LEMA=german%C3%ADa">germanía</a>: <span style="color:#ff0000;">costo</span>, <span style="color:#ff0000;">rollao</span>.<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acentuación. Hiatos.]]></title>
<link>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/acentuacion-hiatos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:53:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>lenguanorba</dc:creator>
<guid>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/acentuacion-hiatos/</guid>
<description><![CDATA[HIATOS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lenguanorba.wordpress.com/files/2009/11/hiatos.pdf">HIATOS</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acentuación. Diptongos y triptongos.]]></title>
<link>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/acentuacion-diptongos-y-triptongos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:50:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>lenguanorba</dc:creator>
<guid>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/acentuacion-diptongos-y-triptongos/</guid>
<description><![CDATA[DIPTONGOS Y TRIPTONGOS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lenguanorba.wordpress.com/files/2009/11/diptongos-y-triptongos.pdf">DIPTONGOS Y TRIPTONGOS</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Normas generales de acentuación. Ejercicios.]]></title>
<link>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/normas-generales-de-acentuacion-ejercicios/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:05:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>lenguanorba</dc:creator>
<guid>http://lenguanorba.wordpress.com/2009/11/19/normas-generales-de-acentuacion-ejercicios/</guid>
<description><![CDATA[NORMAS GENERALES DE ACENTUACIÓN. EJERCICIOS.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lenguanorba.wordpress.com/files/2009/11/acentuacion.pdf">NORMAS GENERALES DE ACENTUACIÓN. EJERCICIOS.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dica: Divisão Silábica]]></title>
<link>http://profjosenilton.wordpress.com/2009/11/19/dica-divisao-silabica/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:15:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>profjosenilton</dc:creator>
<guid>http://profjosenilton.wordpress.com/2009/11/19/dica-divisao-silabica/</guid>
<description><![CDATA[1. Não se separam os ditongos e tritongos 2. Não se separam as letras dos grupos ch, lh, nh, gu e qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>1. Não se separam os ditongos e tritongos</p>
<p>2. Não se separam as letras dos grupos ch, lh, nh, gu e qu.</p>
<p>3. Não se separa a consoante inicial de uma palavra quando ela vem seguida de outra consoante.</p>
<p>4. Separam-se as vogais que compõem um hiato.</p>
<p>5. Separam-se as letras dos grupos rr, ss, cç, sç   e   xc.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uso de b y v]]></title>
<link>http://un10enlengua.wordpress.com/2009/11/19/uso-de-b-y-v/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 07:00:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paco García</dc:creator>
<guid>http://un10enlengua.wordpress.com/2009/11/19/uso-de-b-y-v/</guid>
<description><![CDATA[En la columna de la derecha de este blog, en el apartado Obras de consulta, tienes un enlace a la Or]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-30" title="Letras de madera" src="http://un10enlengua.wordpress.com/files/2009/11/letras-de-madeira.jpg" alt="Letras de madera" width="448" height="336" /></p>
<p style="text-align:justify;">En la columna de la derecha de este blog, en el apartado <em>Obras de consulta</em>, tienes un enlace a la <em>Ortografía de la Lengua Española</em> de la Real Academia.</p>
<p style="text-align:justify;">Repasa las notas orientadoras sobre el uso de la <em>b </em>y la <em>v </em>(páginas 6 y 7) y a continuación realiza las actividades.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#008000;">ACTIVIDADES</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">1. Escribe en tu cuaderno las siguientes palabras añadiendo la <em>b</em> o la <em>v </em>cuando falten:</p>
<p style="text-align:justify;">a_eriguar / contri_ir / her_ir / _í_ora / a_atir / omní_oro / cla_e /</p>
<p style="text-align:justify;">_icéfalo / a_ersión / esta_ais / estu_e / í_amos / _ulgar / _utaca /</p>
<p style="text-align:justify;">ama_ilidad / ci_ilización / nausea_unda / ad_er_io / tu_iere / _en</p>
<p style="text-align:justify;">2. Escribe palabras con los prefijos <em>bi-, bis-, sub-</em> a partir de los siguientes términos: <em>abuelo, acuático, campeón, centenario, nieto, consciente, mensual, polar, rayar, focal, mundo, desarrollo</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Haz lo mismo con los prefijos <em>vice-, viz-, vi- </em>a partir de los términos siguientes: <em>presidente, secretario, rector, conde, cónsul, rey, decano, canciller</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">4. Completa los siguientes sintagmas con adjetivos derivados de las palabras destacadas en rojo:</p>
<p style="text-align:justify;">a) Un recuerdo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que no se puede <span style="color:#ff0000;">borrar</span>).</p>
<p style="text-align:justify;">b) Un jersey &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que <span style="color:#ff0000;">llama </span>la atención).</p>
<p style="text-align:justify;">c) Un vecino &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que hace <span style="color:#ff0000;">amigos </span>con facilidad).</p>
<p style="text-align:justify;">d) Un niño &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que <span style="color:#ff0000;">vaga </span>por las calles).</p>
<p style="text-align:justify;">e) La parte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que se <span style="color:#ff0000;">ve</span>).</p>
<p style="text-align:justify;">e) Un olor &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. (que causa <span style="color:#ff0000;">desagrado</span>).</p>
<p style="text-align:justify;">5. Conjuga el pretérito perfecto simple y el pretérito imperfecto de indicativo del verbo <em>estar</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">6. Algunas palabras homófonas (suenan igual, aunque se escriban con algunas letras distintas) se diferencian en la escritura por la b o por la v. Explica la diferencia de significado entre las siguientes palabras. Escribe luego una frase con cada una de ellas:</p>
<p style="text-align:justify;">a) baca / vaca</p>
<p style="text-align:justify;">b) bacilo / vacilo</p>
<p style="text-align:justify;">c) baya / vaya</p>
<p style="text-align:justify;">d) bello / vello</p>
<p style="text-align:justify;">e) botar / votar</p>
<p style="text-align:justify;">f) cabo / cavo</p>
<p style="text-align:justify;">g) hierba / hierva</p>
<p style="text-align:justify;">h) rebelarse / revelar</p>
<p style="text-align:justify;">i) sabia / savia</p>
<p style="text-align:justify;">j) tubo / tuvo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acordo Ortográfico - parte 2]]></title>
<link>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/18/acordo-ortografico-parte-2/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:09:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wilson Fabiano</dc:creator>
<guid>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/18/acordo-ortografico-parte-2/</guid>
<description><![CDATA[Seguindo com nosso estudo sobre as novas regras de ortografia, vamos a mais uma parte. Mudanças na r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#333333;">Seguindo com nosso estudo sobre as novas regras de ortografia, vamos a mais uma parte.</span></h3>
<p><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<h2><span style="color:#ff0000;">Mudanças na regra de acentuação</span></h2>
<h3><span style="color:#333333;">1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos <span style="color:#ff0000;">éi</span> e <span style="color:#ff0000;">ói</span> das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).<br />
</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como era:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">alcalóide<br />
alcatéia<br />
andróide<br />
apóia (verbo apoiar)<br />
apóio (verbo apoiar)<br />
asteróide<br />
bóia<br />
celulóide<br />
clarabóia<br />
colméia<br />
Coréia<br />
debilóide<br />
epopéia<br />
estóico<br />
estréia<br />
estréio (verbo estrear)<br />
geléia<br />
heróico<br />
idéia<br />
jibóia<br />
jóia<br />
odisséia<br />
paranóia<br />
paranóico<br />
platéia<br />
tramóia</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como fica:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">alcaloide<br />
alcateia<br />
androide<br />
apoia (verbo apoiar)<br />
apoio (verbo apoiar)<br />
asteroide<br />
boia<br />
celuloide<br />
claraboia<br />
colmeia<br />
Coreia<br />
debiloide<br />
epopeia<br />
estoico<br />
estreia<br />
estreio (verbo estrear)<br />
geleia<br />
heroico<br />
ideia<br />
jiboia<br />
joia<br />
odisseia<br />
paranoia<br />
paranoico<br />
plateia<br />
tramoia</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><em><span style="color:#ff0000;">Atenção:</span></em> essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em <span style="color:#ff0000;">éis</span>, <span style="color:#ff0000;">éu</span>, <span style="color:#ff0000;">éus</span>, <span style="color:#ff0000;">ói</span>, <span style="color:#ff0000;">óis</span>. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.</span></h3>
<p><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<h3><span style="color:#333333;">2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no <span style="color:#ff0000;">i</span> e no <span style="color:#ff0000;">u</span> tônicos quando vierem depois de um ditongo.<br />
</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como era:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">baiúca<br />
bocaiúva<br />
cauíla<br />
feiúra</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como fica:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">baiuca<br />
bocaiuva<br />
cauila<br />
feiura</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><em><span style="color:#ff0000;">Atenção:</span></em> se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.</span></h3>
<p><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<h3><span style="color:#333333;">3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em <span style="color:#ff0000;">êem</span> e <span style="color:#ff0000;">ôo</span>(<span style="color:#ff0000;">s</span>).<br />
</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como era:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">abençôo<br />
crêem (verbo crer)<br />
dêem (verbo dar)<br />
dôo (verbo doar)<br />
enjôo<br />
lêem (verbo ler)<br />
magôo (verbo magoar)<br />
perdôo (verbo perdoar)<br />
povôo (verbo povoar)<br />
vêem (verbo ver)<br />
vôos<br />
zôo</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Como fica:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">abençoo<br />
creem (verbo crer)<br />
deem (verbo dar)<br />
doo (verbo doar)<br />
enjoo<br />
leem (verbo ler)<br />
magoo (verbo magoar)<br />
perdoo (verbo perdoar)<br />
povoo (verbo povoar)<br />
veem (verbo ver)<br />
voos<br />
zoo<br />
</span></h3>
<h3></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">Ainda tem mais, esperem pelos próximos!</span><br />
</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[X ou CH]]></title>
<link>http://vimoraes.wordpress.com/2009/11/18/x-ou-ch/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:49:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>vimoraes</dc:creator>
<guid>http://vimoraes.wordpress.com/2009/11/18/x-ou-ch/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;X&#8221; ou &#8220;ch&#8221;? A questão parece das mais simples, mas, ainda assim, vez ou out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;X&#8221; ou &#8220;ch&#8221;? A questão parece das mais simples, mas, ainda assim, vez ou outra, ocorrem alguns &#8220;escorregões&#8221;. É bem verdade que as regras ortográficas de emprego do &#8220;x&#8221; ou do &#8220;ch&#8221;, além de terem exceções, não são suficientes para explicar todos os casos.</p>
<p>Sabemos, por exemplo, que, depois das sílabas &#8220;en-&#8221; e &#8220;me-&#8221;, aparece o &#8220;x&#8221;, não o dígrafo &#8220;ch&#8221;- pelo menos, na maior parte dos casos (enxada, enxame, enxoval, enxovia, mexilhão, mexer, mexerica etc.). &#8220;Encher&#8221;, &#8220;enchente&#8221;, &#8220;enchiqueirar&#8221;, &#8220;mecha&#8221; são exceções.</p>
<p>No decorrer da história da língua, na passagem do latim ao português, as sequências &#8220;pl&#8221; e &#8220;fl&#8221;, por exemplo, em alguns casos, transformaram-se em &#8220;ch&#8221; (<em>plumbum</em> &#8211; chumbo, <em>pluvia</em> &#8211; chuva, <em>plenus</em> &#8211; cheio, <em>planus</em> &#8211; chão, <em>flamma</em> &#8211; chama, <em>flagrare</em> &#8211; cheirar etc.).</p>
<p>Há casos, entretanto, em que é a influência de outras línguas modernas que traz o &#8220;ch&#8221; ao português. Do inglês &#8220;check&#8221;, por exemplo, vem a palavra &#8220;cheque&#8221; &#8211; e desta o verbo &#8220;checar&#8221;. E aqui um parêntese: de influência árabe, é a palavra &#8220;xeque&#8221;, que aparece em &#8220;xeque-mate&#8221; e na expressão &#8220;pôr em xeque&#8221;.</p>
<p>De volta ao inglês, encontramos &#8220;pitch&#8221;, que é o nome de certa resina de cor negra e consistência pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Em português, &#8220;pitch&#8221; assumiu a forma &#8220;piche&#8221;. De &#8220;piche&#8221;, &#8220;pichador&#8221; &#8211; com &#8220;ch&#8221;, não com &#8220;x&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/ult2781u1080.jhtm">http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/ult2781u1080.jhtm</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Visitate Trapani la città delle "aqcue bianche"]]></title>
<link>http://diarioelettorale.wordpress.com/2009/11/17/visitate-trapani-la-citta-delle-aqcue-bianche/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:01:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>diarioelettorale</dc:creator>
<guid>http://diarioelettorale.wordpress.com/2009/11/17/visitate-trapani-la-citta-delle-aqcue-bianche/</guid>
<description><![CDATA[e dell&#8217;ortografia creativa. grazie a Etymologiae]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>e dell&#8217;ortografia creativa.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://diarioelettorale.wordpress.com/files/2009/11/tombino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1964" title="Trapani - tombino delle acque bianche" src="http://diarioelettorale.wordpress.com/files/2009/11/tombino.jpg" alt="" width="604" height="453" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">grazie a <a href="http://chronica-maiora.blogspot.com/2009/09/ortografia-creativa.html">Etymologiae</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[5a sessió: 13/11/09]]></title>
<link>http://cursavinyo.wordpress.com/2009/11/16/5a-sessio-131009/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:39:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>glomelich</dc:creator>
<guid>http://cursavinyo.wordpress.com/2009/11/16/5a-sessio-131009/</guid>
<description><![CDATA[Aquí teniu l&#8217;acta de l&#8217;Oriol. Acabada de sortir del forn. Amb comentaris i tot! (cada di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aquí teniu l&#8217;acta de l&#8217;Oriol. Acabada de sortir del forn. Amb comentaris i tot! (cada di]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Punto y coma separados por un guión]]></title>
<link>http://blogterias.wordpress.com/2009/11/15/punto-y-coma-separados-por-un-guion/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:51:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Xavier</dc:creator>
<guid>http://blogterias.wordpress.com/2009/11/15/punto-y-coma-separados-por-un-guion/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-130" title="punto y coma" src="http://blogterias.wordpress.com/files/2009/11/punto-y-ccoma.jpg" alt="punto y coma" width="292" height="292" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El uso de: z, c, q, k]]></title>
<link>http://xavise.wordpress.com/2009/11/15/el-uso-de-z-c-q-k/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:50:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>xavise</dc:creator>
<guid>http://xavise.wordpress.com/2009/11/15/el-uso-de-z-c-q-k/</guid>
<description><![CDATA[Puedes practicar el uso de las normas de escritura de las siguientes letras: z, c, q, y k. Indicado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Puedes practicar el uso de las <a title="ortografia" href="http://www.educa.madrid.org/binary/851/files985/ejerczkq_n2/pres_n2_czkq.htm" target="_blank">normas de escritura de las siguientes letras: z, c, q, y k</a>. Indicado para el segundo ciclo de Primaria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25- ¿Con acento o sin acento?]]></title>
<link>http://muchaclase.es/2009/11/15/25-%c2%bfcon-acento-o-sin-acento/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
<guid>http://muchaclase.es/2009/11/15/25-%c2%bfcon-acento-o-sin-acento/</guid>
<description><![CDATA[LAS TILDES O ACENTOS son para muchas personas (nativos y no nativos) un quebradero de cabeza. Pero n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#ff0000;">LAS TILDES O ACENTOS</span></strong> son para muchas personas (nativos y no nativos) un <strong>quebradero de cabeza</strong>.</p>
<p>Pero no hay razón para volverse loco con las tildes, porque afortunadamente, el español tiene unas <strong>reglas</strong> muy claras en este aspecto.</p>
<p>Consulta <a href="http://juegosdepalabras.com/tilde.htm" target="_blank">aquí</a> esas reglas y dinos por qué <a href="http://www.chemamadoz.com/gallery1.htm" target="_blank">Chema Madoz</a> &#8220;clavó&#8221; esa tilde tan rotunda en esta conocida fotografía:</p>
<p><a href="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/tu-chema-madoz.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-613" title="Tú, CHEMA MADOZ" src="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/tu-chema-madoz.jpg?w=261" alt="Tú, CHEMA MADOZ" width="298" height="339" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acordo Ortográfico - parte 1]]></title>
<link>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/13/acordo-ortografico-parte-1/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 20:58:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wilson Fabiano</dc:creator>
<guid>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/13/acordo-ortografico-parte-1/</guid>
<description><![CDATA[Sei que muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto ao que mudou em nossa Língua Portuguesa e foi pensan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#333333;">Sei que muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto ao que mudou em nossa <span style="color:#0000ff;">Língua Portuguesa</span> e foi pensando nisso que andei pesquisando e achei algumas coisas que serão de muita utilidade, principalmente pra quem faz provas em concursos, pois isso cai muito nelas.<br />
Não estou me preocupando em colocar a teoria nem tão pouco mostrar as fontes em que achei, o que importa aqui não são os créditos e sim a ajuda que darei a várias pessoas.</span></h3>
<h2 style="text-align:center;"></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;">Mudanças no alfabeto</span></h2>
<h3><span style="color:#333333;">O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras <span style="color:#ff0000;">K</span>, <span style="color:#ff0000;">W</span> e <span style="color:#ff0000;">Y</span>. O alfabeto completo agora é:</span></h3>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z</strong></span></h2>
<h3><span style="color:#333333;">As letras <span style="color:#ff0000;">K</span>, <span style="color:#ff0000;">W</span> e <span style="color:#ff0000;">Y</span> na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações, por exemplo:</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (kilômetro), kg (kilograma), w (watt);</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, kafka, kafkiano.</span></h3>
<h3></h3>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;">Trema</span></h2>
<h3><span style="color:#333333;">Não se usa mais o trema (<span style="color:#ff0000;">¨</span>), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Como era:</span></span><br />
agüentar<br />
argüir<br />
bilíngüe<br />
cinqüenta<br />
delinqüente<br />
eloqüente<br />
ensangüentado<br />
eqüestre<br />
freqüente<br />
lingüeta<br />
lingüiça<br />
qüinqüênio<br />
sagüi<br />
seqüência<br />
seqüestro<br />
tranqüilo</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Como fica:</span></span><br />
aguentar<br />
arguir<br />
bilíngue<br />
cinquenta<br />
delinquente<br />
eloquente<br />
ensanguentado<br />
equestre<br />
frequente<br />
lingueta<br />
linguiça<br />
quinquênio<br />
sagui<br />
sequência<br />
sequestro<br />
tranquilo</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><span style="color:#ff0000;"><em>Atenção:</em></span> o trema aparece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas, exemplos: Müller, mülleriano.</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><br />
</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">No próximo post irei colocar as mudanças nas regras de acentuação, fiquem ligados! Até mais!!!<br />
</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;"><br />
</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
