<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>oscar-2008 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/oscar-2008/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "oscar-2008"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 02:12:05 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Klass - The Class]]></title>
<link>http://moviesense.wordpress.com/2009/08/29/klass-the-class/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 00:15:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
<guid>http://moviesense.wordpress.com/2009/08/29/klass-the-class/</guid>
<description><![CDATA[Chacinas de jovens estudantes provocadas por colegas de escola foram tema de milhares de reportagens]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-1967" href="http://moviesense.wordpress.com/2009/08/29/klass-the-class/klass1/"><img class="alignnone size-full wp-image-1967" title="klass1" src="http://moviesense.wordpress.com/files/2009/08/klass1.jpg" alt="klass1" width="650" height="930" /></a></p>
<p>Chacinas de jovens estudantes provocadas por colegas de escola foram tema de milhares de reportagens mundo afora e de alguns filmes. Os mais conhecidos talvez sejam <a href="http://www.michaelmoore.com/books-films/bowlingforcolumbine/">Bowling for Columbine</a> e <a href="http://www.newline.com/properties/elephant.html">Elephant</a>, dirigidos por <a href="http://www.michaelmoore.com/">Michael Moore</a> e <a href="http://www.myspace.com/gusvansant">Gus Van Sant</a>, respectivamente. <a href="http://www.imdb.com/title/tt0988108/">Klass</a> vem se juntar a eles ao reconstruir o drama pessoal de dois garotos que passam por diversos maltratos, físicos e psicológicos, protagonizados por colegas de classe. Com uma direção e uma edição muito boas, Klass reune uma série de histórias reais para criar uma chacina que poderia ter acontecido em diversas escolas de qualquer país. Tecnicamente, o filme é perfeito, especialmente planejado para cair no gosto de seu público-alvo &#8211; jovem, essencialmente. O problema é que Klass pode render um tipo de justificativa para os fatos que me parece perigosa. Por isso mesmo, é preciso entender o que o diretor quis dizer com esta produção e, assim, deixar-se levar apenas em parte pelos sentimentos que esta história provoca &#8211; o restante tem que ser analizado de forma crítica.</p>
<p><strong>A HISTÓRIA: </strong>Joosep (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2596976/">Pärt Uusberg</a>) é o típico adolescente que virou piada da turma. Inteligente, tímido, sensível e considerado &#8220;estranho&#8221; pelos demais, Joosep é visto como o saco de pancadas perfeito pelo valentão Anders (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2596491/">Lauri Pedaja</a>). Liderados por eles, os garotos &#8211; e a maioria das meninas &#8211; da turma de Joosep fazem com que ele seja vítima, diariamente, de sessões de tortura física e psicológica. A situação piora quando Kaspar (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2424610/">Vallo Kirs</a>), um dos garotos que sempre marcou posição contra Joosep, muda sua conduta e passa a apoiar o garoto. Sentindo sua liderança ameaçada, Anders lidera os demais para intensificar as humilhações contra Joosep e, agora, também focando suas ações contra Kaspar.</p>
<p><strong>VOLTANDO À CRÍTICA </strong>(SPOILER &#8211; aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Klass): A primeira característica positiva deste filme fica evidente logo em seus primeiros minutos. Klass prima, do início até o final, por uma edição criativa e veloz. Mérito do editor <a href="http://www.imdb.com/name/nm1315997/">Tambet Tasuja</a>. Mas para que o editor conseguisse um bom material para trabalhar, antes foi necessário o trabalho primoroso do diretor e roteirista <a href="http://www.imdb.com/name/nm0704664/">Ilmar Raag</a>, atualmente o principal nome do cinema produzido na <a href="http://www.visitestonia.com/">Estônia</a>. Inspirado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001885/">Lars von Trier</a> e influenciado por diretores tão diferentes quanto <a href="http://www.ingmarbergman.se/">Ingmar Bergman</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000631/">Ridley Scott</a>, Raag escreveu um roteiro que buscasse trazer realismo para as histórias sobre crimes que envolvessem escolares. A intenção do realizador foi evitar o &#8220;politicamente correto&#8221; e revelar, assim, as motivações reais de jovens que resolvem responder à violência com ações ainda piores.</p>
<p>Acredito que Klass caia como uma luva no gosto do público jovem. Primeiro, pelo que eu já comentei: a edição competente, criativa e veloz. Depois, pela trilha sonora que mistura percussão, música eletrônica e que imprime um tom ainda mais acelerado ao filme. Mérito do trio formado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm2602845/">Martin Kallasvee</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm2601579/">Paul Oja</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm2598466/">Timo Steiner</a> que, com essa trilha sonora, acabam sendo fundamentais na função de intensificar a marcação do ritmo da produção articulado pelo roteiro e pela edição. Mas sem dúvida o trabalho dos atores e as linhas da história escrita por Raag devem conquistar o público. Realistas, eles convencem e nos conduzem emocionalmente até o desfecho previsível &#8211; mas, ainda assim, impactante.</p>
<p>Dividido em sete partes, carregadas por conceitos e que revelam os sete dias decisivos para a história dos personagens, Klass mostra até que ponto pode chegar a crueldade e a covardia de adolescentes que se sentem intocáveis. É a velha história de &#8220;o que você faria se não se sentisse protegido por um grupo&#8221;? Sabemos, seja pelos absurdos cometidos por alguns grupos de torcedores de futebol, seja por atos covardes praticados por skinheads, neonazistas e companhia, que muitas pessoas ganham coragem para praticar ações ultrajantes quando sentem-se protegidas por um coletivo. Lamentável. Pois Klass trata deste tema, mas de vários outros.</p>
<p>Trata, por exemplo, da falta de comunicação efetiva entre o &#8220;mundo&#8221; de diretores, professores e pais e o &#8220;mundo&#8221; de jovens e adolescentes. Na história criada por Ilmar Raag, a preocupação da escola e dos familiares dos jovens protagonistas nunca chega a lugar algum. Parece inócua, vazia. No caso da escola em que estudam Kaspar e Joosep, chega a ser absurda a conduta de sua diretora (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0585122/">Kaie Mihkelson</a>). Ela simplesmente aceita a versão do melhor aluno da turma, Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2594049/">Mikk Mägi</a>), que acusa Kaspar de perseguir Joosep. No lugar de investigar a fundo o que estava acontecendo naquela classe e, assim, possivelmente evitar o pior, a diretora acaba ameaçando o único garoto que tentava impedir que os absurdos contra Joosep continuassem. Outra professora também ajuda no processo de ridicularizar o saco de pancadas da turma &#8211; quando questiona sua postura &#8220;contra o consumismo&#8221;, por exemplo.</p>
<p>As famílias dos garotos também não conseguem saber de verdade o que está acontecendo. A avó (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0845293/">Leila Säälik</a>) de Kaspar realmente se interessa pelo garoto mas, ainda assim, não consegue manter algum diálogo frutífero com o rapaz. Ainda que a relação deles seja menos explorada do que a dos pais de Joosep com ele, é possível perceber como a avó se distancia do neto quando, por exemplo, desestimula ele a manter um relacionamento com Thea (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2594643/">Paula Solvak</a>). A tentativa dela de proibir Kaspar de sair de casa ou namorar, evidentemente, acaba sendo um tiro no pé &#8211; como a maioria das proibições puras e simples, sem convencimento ou argumentação. Por parte de Joosep, a situação é ainda mais complicada, porque ele se sente um peixe fora d&#8217;água na escola e em casa.</p>
<p>A mãe (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2598003/">Tiina Rebane</a>) de Joosep parece ser a única a perceber que seu filho é diferente, especial, sensível. O pai (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0695224/">Margus Prangel</a>), um brucutu que, na escola, deveria seguir os passos de Anders, não entende o filho. Pelo contrário. Ele torna a pressão sobre o garoto pior quando o incentiva a revidar &#8211; o que, evidentemente, vai contra a sua natureza. Joosep, provavelmente, vê o exemplo do pai e tenta, com todas as forças, se distanciar dele o mais longe possível. O problema é que a mãe do garoto, como praticamente todas as mulheres que se casaram com um valentão, não consegue ter voz suficiente para apoiar o filho. E Klass sugere, desde o princípio, que Joosep tem na casa do pai a oportunidade perfeita de se armar para a previsível vingança.</p>
<p>Falta de comunicação e de ensinar princípios para aquela garotada e, no caso da escola, de responsabilidade sobre o que está acontecendo com aquele grupo de jovens no ambiente escolar resulta no viveiro perfeito para os absurdos que acabam ocorrendo. O diretor Ilmar Raag não alivia ao mostrar, de forma gradativa, como a vida de Joosep e Kaspar vai se transformando em um inferno. A tensão cresce pouco a pouco até chegarmos ao final&#8230; e neste processo, justamente, reside o perigo (e a oportunidade) deste filme. (SPOILER &#8211; não leia se você não assistiu a Klass). Raag cria um clima de indignação tão grande entre os espectadores que, no momento em que os protagonistas passam a atirar a esmo na lanchonete escolar, praticamente estamos torcendo por eles. A impressão é que seus atos são justificados. E, claro está, que eles não são. O perigo do filme é que muitas pessoas podem assistí-lo, vivenciar a indignação que os atos contra Joosep e Kaspar provocam e não fazerem a crítica necessária sobre o que viram. Por isso, atenção.</p>
<p><strong>NOTA: </strong>9,3.</p>
<p><strong>OBS DE PÉ DE PÁGINA:</strong> Até buscar mais informações sobre Klass, eu tinha dúvidas sobre a questão dele ser &#8220;baseado em fatos reais&#8221;. Inicialmente pensei que esta produção estava inspirada em uma chacina concreta, como o caso dos filmes de Michael Moore e Gus Van Sant haviam se baseado nas mortes em Columbine. Mas não. Conforme o diretor e roteirista Ilmar Raag esclarece <a href="http://efilmcritic.com/feature.php?feature=2370">nesta entrevista</a> (em inglês), ele escreveu o argumento original de Klass e, depois, passou uma temporada conversando com 15 estudantes entre 15 e 18 anos para conhecer suas histórias reais no ambiente escolar. E foi assim, através da vivência destes jovens, que Raag construiu a sua história.</p>
<p>Segundo o diretor, ele e a equipe de produção do filme realizaram duas oficinas com esse grupo de jovens em um local remoto da Estônia. &#8220;Eu disse para cada um deles: &#8216;Talvez você não entrará para o filme mas, por favor, me conte histórias reais de sua escola&#8217;&#8221;, comenta Raag que acrescenta, ainda, que cada jovem pegou o roteiro e, basicamente, preencheu os espaços em branco com estas histórias reais. Depois do texto finalizado, o diretor escolheu um grupo de atores jovens e que não eram profissionais para atuar no filme. Durante um mês, aproximadamente, eles ensaiaram as cenas do roteiro. Mas as filmagens propriamente ditas foram feitas em apenas 12 dias. Tudo por causa do baixo orçamento do projeto &#8211; que teria custado US$ 120 mil. A verdade é que o filme tem uma grande qualidade, levando em conta o seu baixíssimo orçamento &#8211; mais uma prova de que o cinema não depende apenas de grana.</p>
<p>Para o diretor, o tempo curto que eles tiveram para filmar foi o maior problema da produção. &#8220;Ter apenas 12 dias para filmar significa que, com esta velocidade de trabalho, você não tem tempo para pensar no set (de filmagens). Você apenas executa um plano traçado anteriormente. Então temos um par de cenas que sofre com esta velocidade acelerada&#8221;, avalia Raag. Ainda assim, os jovens atores escalados para esta produção surpreenderam ao realizador que, admite, chegou a chorar com alguns momentos de suas interpretações.</p>
<p>A verdade é que todos os atores que aparecem em cena, sejam eles jovens ou adultos, fazem um trabalho competente e que convence. Mas ainda que todos estejam muito bem, Vallo Kirs e Pärt Uusberg (mais o primeiro que o segundo) roubam a cena. Além deles e dos outros já citados, vale citar os nomes de Riina Ries, que interpreta a Riina, uma das garotas que se diverte com as humilhações impostas a Joosep e que promove, em sua casa, uma festa que termina em confusão; Joonas Paas, que interpreta a Toomas, o braço direito de Anders; e os outros que fazem parte do grupo deles, como é o caso de Kadi Metsla, Triin Tenso, Virgo Ernits, Karl Sakrits, entre outros.</p>
<p>Uma questão levantada por Klass é um bocado assustadora: até que ponto o levante de Kaspar contra os seus colegas de classe ajudou ou prejudicou a Joosep? Aí está um ponto de reflexão importante do filme. Afinal, não basta reagir contra as injustiças e os absurdos. É preciso saber como fazer isso sem que tudo seja colocado a perder. A verdade é que as soluções estão mais próximas de uma ação racional do que de uma ação passional. Eis um belo ensinamento de Klass. (SPOILER &#8211; não leia se você não assistiu ao filme). Como o roteiro sugere, lá pelas tantas, Joosep tinha armas em casa mas nunca tinha pensado em utilizá-las -  até que Kaspar joga esta idéia para ele. Tudo o que Joosep queria era terminar os seus estudos e sair de perto daquela gente que lhe fazia mal. Mas a covardia e a violência de seus colegas contra ele e Kaspar chegaram a tal ponto que, motivado pela idéia do &#8220;amigo&#8221;, ele resolveu atuar. A dura verdade é que sem os &#8220;atos heróicos&#8221; de Kaspar, dificilmente esta história teria chegado tão longe.</p>
<p>Algo que incomoda neste filme é que as tais &#8220;brincadeiras&#8221; com Joosep vão perdendo o rumo de uma maneira absurda, até chegarem ao ponto das piores práticas de tortura e violência. Se o grupo de estudantes tivesse 10 anos de idade ou menos, até poderíamos discutir sobre a falta de educação ou aconselhamento de pais e professores. Mas, francamente, tendo a idade que eles tinham &#8211; de aproximadamente 16 anos, em média -, seus atos devem ser classificados como criminosos. Nada mais, nada menos. Anders e companhia eram delinquentes socialmente aceitos.</p>
<p>Gostei do trecho da entrevista anteriormente citada em que Ilmar Raag comenta sobre os filmes que abordam a violência no ambiente estudantil. (SPOILER &#8211; não leia se você não assistiu ao filme). &#8220;Você não pode (ou não deveria) fazer um filme sobre a violência sem tentar, honestamente, explicar as razões desta violência. Então, Klass é a história na qual você praticamente pode pensar que os garotos que atiram em seus colegas são os mocinhos e as vítimas infelizes (desta história). E quando isso acontece o filme faz pensar sobre a manipulação mais uma vez&#8221;. Genial, não?</p>
<p>Além da entrevista para Jason Whyte comentada, destaco <a href="http://independentfilms.suite101.com/article.cfm/vallo_kirs_in_the_class_klass_2007_film_review">este texto</a> (também em inglês) sobre o filme.</p>
<p>A qualidade das imagens de Klass devem muito ao trabalho do diretor de fotografia <a href="http://www.kjnfilms.com/">Kristjan-Jaak Nuudi</a>.</p>
<p>Em sua trajetória, Klass recebeu quatro prêmios &#8211; dois no <a href="http://www.kviff.com/">Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary</a> e dois no <a href="http://www.wff.pl/">Festival Internacional de Cinema de Warsaw</a>. O filme ainda foi indicado como o representante da Estônia na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no <a href="http://www.oscar.com/">Oscar</a> 2008.</p>
<p>Com o sucesso deste filme foi anunciada uma série para a televisão que, originalmente, deveria ir ao ar no outono de 2009.</p>
<p>Klass conseguiu a nota 8,2 na avaliação dos usuários do site <a href="http://www.imdb.com/">IMDb</a>.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO: </strong>Um dos filmes mais realista sobre crimes praticados em escolas por alguns de seus estudantes. Bem dirigido e com uma edição impecável, Klass foi planejado para agradar especialmente ao público jovem. Klass é protagonizado por um grupo de atores não-profissionais que surpreende e embalado por uma trilha sonora envolvente. Depois de apresentar o argumento de seu novo filme para uma turma de 15 adolescentes, o diretor e roteirista estoniano Ilmar Raag conseguiu, destes jovens, histórias reais sobre acossos, torturas e diferentes formas de violência física e psicológica praticados no ambiente escolar. Com este material o diretor nos conta uma história com a qual é impossível ficar indiferente. Espero, honestamente, que Klass consiga o objetivo de seu idealizador, que é o de criar debate sobre esse tipo de violência nas escolas, na busca por soluções para o problema e, ainda, que o filme provoque uma reflexão sobre o poder do cinema e das demais mídias em manipular emoções e ideologias.</p>
<p><strong>SUGESTÕES DE LEITORES:</strong> Cheguei até esta produção superinteressante &#8211; melhor que Elephant, de Gus Van Sant, por exemplo &#8211; através da sugestão do Rodrigo, querido leitor deste blog, que indicou o filme em março deste ano. Grande Rodrigo!! Muito boa a tua dica, hein? Gostei muito do filme. Ele realmente nos provoca indignação e desconforto, em um primeiro momento e, depois, reflexão. Hoje mesmo a imprensa brasileira divulgou o caso de uma adolescente que foi espancada por duas colegas em Brasília. A menina foi agredida de forma covarde por duas garotas &#8211; uma parece que a segurava enquanto a outra batia na vítima &#8211; porque, tempos atrás, teria defendido uma colega. Que absurdo! E a verdade é que diariamente parte da garotada resolve cair para este lado que considero criminoso. Então, mais do que nunca, um filme como Klass deveria ser visto e debatido &#8211; inclusive em salas de aula. Obrigada, mais uma vez, Rodrigo, por esta dica. E volte aqui mais vezes &#8211; andas sumido!</p>
<p><strong>P.S.:</strong> E só para registrar: hoje o Crítica (non)sense da 7Arte completa 2 anos de vida! Viva!!! Queria agradecer a todos vocês que fazem deste blog um espaço dinâmico e de troca de idéias. Com este texto de Klass, chego a 201 críticas neste período. Vida longa ao CND7A!! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escucha: "King Rat" de Modest Mouse, el último trabajo de Heath Ledger]]></title>
<link>http://marioenrique.wordpress.com/2009/08/16/escucha-king-rat-de-modest-mouse-el-ultimo-trabajo-de-heath-ledger/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 04:22:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario Enrique Sánchez</dc:creator>
<guid>http://marioenrique.wordpress.com/2009/08/16/escucha-king-rat-de-modest-mouse-el-ultimo-trabajo-de-heath-ledger/</guid>
<description><![CDATA[  Ganador de un Oscar póstumo por su interpretación de The Joker en The Dark Knight (2008); el falle]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qlk8ZbjEXWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qlk8ZbjEXWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<p style="text-align:left;">Ganador de un Oscar póstumo por su interpretación de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Jrt2xoy5UHo" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">The Joker en The Dark Knight</span></a></em> (2008); el fallecido Heath Ledger había trabajado meses anteriores a su muerte en un cortometraje animado, el cual fue estrenado en <em>MySpace.com</em> recientemente, añade <em><a href="http://www.chron.com/disp/story.mpl/ent/celebrities/6559966.html" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">TheHoustonChronicle.com</span></a></em>.</p>
<p style="text-align:left;">El video dirigido por Ledger se uso para el <a href="http://www.modestmouse.com/" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">grupo<em> indie</em> Modest Mouse</span></a> y su canción &#8220;King Rat&#8221;, donde Heath fungió como director de este corto de cinco minutos.  El actor intentó plasmar un mensaje de conciencia social sobre la caza desmedida de ballenas, publica <em><a href="http://www.eonline.com/uberblog/b137557_heath_ledger_finally_makes_modest.html" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">EOnline.com</span></a></em>.  </p>
<p style="text-align:left;">La muerte inesperada de Ledger provocó que el audiovisual quedara inconcluso, sin embargo, eso no imposibilitó que se concluyera el trabajo. El video será vendido en iTunes Store a partir del próximo siete de agosto y sus ganancias serán destinadas <em><a href="http://www.seashepherd.org/" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">Sea Shepherd Conservation Society</span></a></em>, organización encargada de preservar la vida marina, dio a conocer la <em><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/8183282.stm" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">BBC</span></a></em>.</p>
<p style="text-align:left;">Esta no es la primera vez que el desaparecido actor australiano dirigió un clip musical, anteriormente lo hizo en dos ocasiones con el rapero N´Fa, indica <em><a href="http://www.dailytelegraph.com.au/news/sunday-telegraph/nfa-working-on-ledger-tribute/story-e6frewt9-1111118308283" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">TheDailyTelegraph.com.au</span></a></em>.</p>
<p> <strong><em>Relacionadas:<br />
</em></strong><a title="Escucha: El coro PS22 transforma éxitos musicales en melodías escolares" rel="bookmark" href="http://marioenrique.wordpress.com/2009/08/16/escucha-el-coro-ps22-transforma-exitos-musicales-en-melodias-escolares/"><strong><em><span style="color:#ff6600;">Escucha: El coro PS22 transforma éxitos musicales en melodías escolares</span></em></strong></a><br />
<a title="Escucha: For Orchestra convierte música pop en clásica" rel="bookmark" href="http://marioenrique.wordpress.com/2009/08/14/escucha-for-orchestra-convierte-musica-pop-en-clasica/"><strong><em><span style="color:#ff6600;">Escucha: For Orchestra convierte música pop en clásica</span></em></strong></a></p>
<p><a href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://static.addtoany.com/buttons/share_save_171_16.png" border="0" alt="" width="171" height="16" /></a><br />
<a class="a2a_dd" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkname=Arquetipo&#38;linkurl=www.marioenrique.wordpress.com"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milk vs Frost/Nixon]]></title>
<link>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/06/03/milk-vs-frostnixon/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:22:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Albanese</dc:creator>
<guid>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/06/03/milk-vs-frostnixon/</guid>
<description><![CDATA[“L&#8217;epoca di George Bush, piena di ansie e frustrazioni, ha generato molte storie dark, sull]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/frost-nixon-loc-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1253" title="Frost Nixon loc 2" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/frost-nixon-loc-2.jpg" alt="" width="460" height="657" /></a></em></p>
<p><em>“L&#8217;epoca di George Bush, piena di ansie e frustrazioni, ha generato molte storie dark, sull&#8217;oppressione, su che cosa succede quando le regole della democrazia vengono meno.”</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Ron Howard, 2008</em></p>
<p><em> </em><em>“Se una pallottola dovesse entrarmi nel cervello, possa questa infrangere le porte della repressione dietro le quali si nascondono i gay nel Paese.”</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Harvey Milk, 1978</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Part of me believes in anonymous art. I got that from a writer named Jamake Highwater, who wrote about painting before the Renaissance. The way people related to art in, say, ancient Greece. How it was about the community for the community and not the self-expression of the artist. I thought of &#8216;Good Will Hunting&#8217; and &#8216;Finding Forrester&#8217; as doing it for the people, and wanted to speak without the hindrance of my own style. I&#8217;m not sure if that&#8217;s possible, but it was my rationale.”</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Gus Van Sant</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ancora una volta il cinema americano sembra essere il più pronto a riflettere sulle profonde trasformazioni della realtà odierna, sulla politica ed i suoi mutamenti, sul ruolo culturale dei mass-media.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">La rappresentazione degli uomini politici è quasi sempre influenzata dalla mitologia dell&#8217;eroe solitario, anche nel suo risvolto negativo, ma la capacità di raccontare il presente attraverso alcune figure chiave è una qualità che affascina e rende forse un po&#8217; invidiosi noi europei, per lo più incapaci persino di formulare qualche domanda sul nostro recente passato.</p>
<p style="text-align:justify;">Gus Van Sant e Ron Howard hanno scelto, per i loro ultimi film, due uomini  lontanissimi: l&#8217;ex presidente al tramonto, raccontato da <em>Frost/Nixon</em> è stato una delle figure più controverse della politica conservatrice dello scorso secolo; Harvey Milk era invece un politico locale di San Francisco, la cui carriera fu tragicamente interrotta dopo essere stato eletto, primo omosessuale dichiarato, alla carica di consigliere comunale.</p>
<p style="text-align:justify;">Altrettanto distanti per sensibilità, cultura cinematografica, stile e temi, i due registi sono entrambi impegnati su un terreno non propriamente usuale.</p>
<p style="text-align:justify;">Ron Howard, qui alla sua opera più matura, affronta il politico Nixon nell&#8217;ultima sua ribalta, prima dell&#8217;oblio.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1255       aligncenter" title="Frost Nixon 1" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/frost-nixon-1.jpg" alt="" width="460" height="306" /></p>
<p style="text-align:justify;">La serie di interviste concesse allo showman David Frost, rappresentarono il tentativo estremo di restituire senso ad una vita intera, vissuta nel segno della politica.</p>
<p style="text-align:justify;">Ed in fondo Nixon cercava un avversario degno a cui consegnare se non una confessione, almeno un&#8217;ammissione di responsabilità.</p>
<p style="text-align:justify;">All&#8217;inizio l&#8217;esito appare scontato: il vecchio leone capace di risorgere da mille sconfitte, contro un inesperto e superficiale entertainer.</p>
<p style="text-align:justify;">Raccontare l&#8217;incontro casuale tra due outsiders, la trattativa per rendere possibile le interviste e la loro preparazione, poteva essere un tema difficilmente avvincente.</p>
<p style="text-align:justify;">Eppure Howard è stato capace di dare vita alla commedia di Peter Morgan, attraverso i codici della <em>detection</em>, mescolando lo stile dell&#8217;inchiesta documentaristica, con i ritmi del thriller politico.</p>
<p style="text-align:justify;">Il parallelo tra i due personaggi, entrambi in fondo inadeguati, apparentemente pieni di debolezze è messo in scena come un lungo duello, che comincia con le trattative economiche, per poi proseguire con lo spazio da dedicare ai singoli temi nel corso dell&#8217;intervista, quindi con le sessioni di registrazioni ed una telefonata notturna dal sapore shakespeariano, nella quale Nixon <em>invoca un avversario degno del suo calibro. Invoca, in fondo, la mano che gli somministri una bella morte</em>.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn1">[1]</a></p>
<p style="text-align:justify;">Howard si affida a due attori in stato di grazia, gli stessi che hanno interpretato la pièce di Morgan, a teatro.</p>
<p style="text-align:justify;">Il Nixon di Frank Langella è perfetto e diabolico, nella sua ricerca di un’ultima ribalta, eppure è come se fosse fin dall&#8217;inizio consapevole dell&#8217;inevitabilità della propria sconfitta.</p>
<p style="text-align:justify;">Il Frost di Michael Sheen è un personaggio sfuggente, ambiguo, abile a vendere se stesso, ma capace di recuperare una professionalità inaspettata, a confronto con l&#8217;insuperabile Tricky Dick.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/frost-nixon-4.jpg"><img class="size-full wp-image-1258 aligncenter" title="Frost Nixon 4" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/frost-nixon-4.jpg" alt="" width="460" height="688" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">I comprimari sono tutti splendidamente indovinati, dal fedele assistente di Nixon, interpretato da Kevin Bacon, ai collaboratori di Frost, su cui spiccano il bravissimo Oliver Platt ed il tormentato radical, interpretato da Sam Rockwell.</p>
<p style="text-align:justify;">Howard riesce a rendere incalzante e significativa una conversazione di trent&#8217;anni fa, grazie ad uno stile controllato e al montaggio alternato dei piani, riuscendo ad illuminare, ancora una volta, il rapporto straordinariamente complesso tra la comunicazione politica e la sua rappresentazione televisiva.</p>
<p style="text-align:justify;">E&#8217; il sistema della società dello spettacolo che finisce per trionfare, quello che aveva scommesso su Nixon nel 1968 e quello che è stato prontissimo ad abbandonarlo, dopo il Watergate, pur di preservare lo <em>status quo: il film si conclude con una vittoria della verità sulla menzogna, ma priva di qualunque soddisfazione, sottotono, in un&#8217;atmosfera di intelligente e lucida amarezza.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn2"><strong>[2]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Così come nella monumentale opera di Oliver Stone, la figura di Nixon viene tratteggiata con un segno più complesso rispetto alle semplificazioni degli anni &#8216;70.</p>
<p style="text-align:justify;">Le capacità di analisi e le aperture in politica estera appaiono ancora oggi assai significative, soprattutto se osserviamo Nixon con in mente l&#8217;ultimo presidente repubblicano, George W. Bush.</p>
<p style="text-align:justify;">Le qualità politiche, l&#8217;intelligenza, le capacità strategiche di Nixon sembrano ancora più evidenti, a confronto con l&#8217;inettitudine colpevole del suo successore, chiuso nelle sue  tetragone verità di fede e nelle sue fantasiose e terribili teorie sulla guerra preventiva, le torture dei prigionieri e le limitazioni alla libertà personale, degne dello Stranamore kubrickiano.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo sguardo compassionevole di Howard non esclude però le <em>responsabilità dirette, non esclude la consapevolezza, non esclude il peso specifico della menzogna&#8230; non è la stampa che vince, ma il sistema spregiudicato dei Nixon, anche al di là dei Nixon, sulla pelle dei Nixon.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn3"><strong>[3]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Howard, di solito regista di opere al più tradizionalmente conformiste e politicamente corrette, probabilmente grazie al copione di Peter Morgan, appare qui particolarmente ispirato, soprattutto nella volontà di raccontare due personalità controverse, eppure ricche di umanità ed inaspettata ironia, come nella scena dei mocassini italiani, regalati da Frost ad un Nixon, tenacemente attaccato alle sue scarpe inglesi.</p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong>Frost/Nixon &#8211; Il duello ***</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-loc-11.jpg"><img class="size-full wp-image-1254 aligncenter" title="Milk loc 1" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-loc-11.jpg" alt="" width="459" height="655" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Diversamente, l&#8217;ultimo Van Sant, osannato dalla critica americana, cerca di stemperare il suo stile sperimentale, ripercorrendo gli ultimi 10 anni di vita del politico Harvey Milk, nella San Francisco degli anni &#8216;70.</p>
<p style="text-align:justify;">La filmografia di Van Sant si è divisa, sinora, abbastanza nettamente tra le sue opere indipendenti, potentemente visionarie e radicalmente controcorrente, e le incursioni <em>mainstream</em>, caratterizzate da uno stile piano, al servizio della sceneggiatura e degli attori, che hanno portato per lo più a film complessivamente mediocri come <em>Will Hunting</em> e <em>Scoprendo Forrester </em>ed all&#8217;incomprensibile ricalco/fotocopia di <em>Psycho.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Dopo un quartetto di film straordinari, avvolti in un aura di struggente lirismo, caratterizzati da uno stile impressionistico e dominati dall&#8217;uso di un sonoro fortemente evocativo &#8211; incorniciati dalla Palma d&#8217;Oro di <em>Elephant </em>e dal suo capolavoro più compiuto, <em>Paranoid Park</em> &#8211; la  profonda riflessione di Van Sant sulla gioventù e la condizione adolescenziale, contrapposta a quella razionale e adulta, cede il passo ad un&#8217;opera di spirito civile, pensata per andare incontro al pubblico più ampio possibile.</p>
<p style="text-align:justify;">I film di Gus Van Sant hanno spesso raccontato personaggi omosessuali, soprattutto all&#8217;inizio, ma queste non sono mai state opere militanti, votate all&#8217;affermazione di un&#8217;identità o alla rivendicazione di diritti.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Milk</em> appare quindi come una piccola novità nella sua filmografia, essendo invece la rappresentazione della lotta per l&#8217;affermazione di un politico dichiaratamente omosessuale.</p>
<p style="text-align:justify;">Il film procede come un lungo flashback, a partire dal racconto che Milk stesso decide di incidere su un registratore, negli ultimi giorni di vita, temendo per la sua incolumità.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-5.jpg"><img class="size-full wp-image-1256 aligncenter" title="Milk 5" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-5.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Il film comincia a New York nel 1970, dove il protagonista incontrata Scott Smith, divenuto suo compagno per molti anni e con cui decide di trasferirsi a San Francisco.</p>
<p style="text-align:justify;">Stabilitosi a Castro Street nel 1972, dove apre un negozio di fotografia, Milk comincia la sua battaglia nel quartiere, per l&#8217;affermazione dei diritti dei gay e per la sua stessa possibilità di rappresentare non solo quei diritti, ma l&#8217;intera comunità, in consiglio comunale.</p>
<p style="text-align:justify;">I ripetuti fallimenti iniziali, si trasformano, attraverso la vittoria del 1977 &#8211; quando Milk viene eletto <em>supervisor</em> della città di San Francisco &#8211; nel trionfo contro la <em>Proposition 6</em>, che voleva bandire gli insegnanti gay dalle scuole pubbliche.</p>
<p style="text-align:justify;">Milk capisce che la politica è fatta di alleanze, compromessi, apparenza: si taglia i capelli e la barba, smette i jeans e le t-shirt, per un abbigliamento formale.</p>
<p style="text-align:justify;">Van Sant fa la stessa cosa, applicando al suo cinema visionario e sperimentale la tattica di Milk: <em>è necessario togliersi i tacchi a spillo se si vogliono vincere alcune battaglie, bisogna indossare un habitus apparentemente normale. Non respingente. Non dichiaratamente diverso.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn4"><strong>[4]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Qui il modo minore di Van Sant è giustificato almeno dagli intenti divulgativi dell&#8217;operazione culturale: l&#8217;ennesimo angelo caduto della sua filmografia, meritava una rappresentazione diversa.</p>
<p style="text-align:justify;">Non è solo il tentativo di creare un opera per il grande pubblico, ma è la volontà di far arrivare il messaggio di Harvey Milk alla platea più vasta possibile, mutuandone la strategia politica.</p>
<p style="text-align:justify;">E non importa se il film cede ogni tanto alla retorica, se usa la musica di Puccini come l&#8217;ennesimo stereotipo omosessuale e se in alcuni passaggi ci avviciniamo al santino agiografico, perchè in fondo è quello che Van Sant si proponeva di fare con <em>Milk</em>, riuscendoci peraltro pienamente, se si considerano l&#8217;unanime riscontro critico, il buon successo di pubblico, le otto candidature all&#8217;oscar ed i premi vinti da Sean Penn e dallo sceneggiatore Dustin Lance Black.</p>
<p style="text-align:justify;">Tra gli attori, tutti piuttosto ispirati, dobbiamo almeno ricordare il Dan White di Josh Brolin, imbolsito, sessista, represso: un&#8217;altra magnifica interpretazione per l&#8217;attore texano, che si sta ritagliando uno spazio del tutto originale tra i caratteristi del nuovo millennio.</p>
<p style="text-align:justify;">La scelta di un icona eterosessuale come Sean Penn, per la parte di Harvey Milk, può sembrare azzardata, solo a chi non riconosca la versatilità e la generosità dell&#8217;interprete.</p>
<p style="text-align:justify;">Eppure il Van Sant che amiamo non è certo quello di Castro Street: è quello che posa il suo sguardo nei licei della provincia di Elephant, nella casa in mezzo ai boschi di Last Days, negli studi televisivi di Da morire, nelle strade di Drugstore cowboy e certamente sulle piste improvvisate dagli skater del Paranoid Park.</p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong>Milk ***</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1257 aligncenter" title="Milk 2" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/milk-2.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a> </p>
<hr size="1" /><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref1">[1]</a>    T.A., Frost/Nixon – Il duello, Duellanti n.49</p>
<p><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref2">[2]</a>    Anton Giulio Mancino, Il cinema Obamericano, Cineforum n.482</p>
<p><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref3">[3]</a>    Anton Giulio Mancino, Il cinema Obamericano, Cineforum n.482</p>
<p><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref4">[4]</a>    Gianni Canova, E lucean le stelle&#8230;, Duellanti n.49</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paseo a 400 metros de altura entre las Torres Gemelas]]></title>
<link>http://loincognito.wordpress.com/2009/04/17/paseo-a-400-metros-de-altura-entre-las-torres-gemelas/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 15:11:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>loincognito</dc:creator>
<guid>http://loincognito.wordpress.com/2009/04/17/paseo-a-400-metros-de-altura-entre-las-torres-gemelas/</guid>
<description><![CDATA[  El 7 de Agosto de 1.974 el funambulista Philippe Petit, paseó suspendido en un cable de acero entr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VAQm514JiVA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/VAQm514JiVA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<p>El 7 de Agosto de 1.974 el funambulista Philippe Petit, paseó suspendido en un cable de acero entre las  torres del World Trade Center de Nueva York durante casi una hora y a más de 400 metros de altura. Poco tiempo después sería detenido por la policía e ingresado en un centro psiquiátrico. </p>
<p><!--more--></p>
<p>La película Man on Wire, ganadora del Óscar 2008 al mejor documental, nos narra aquella insensata hazaña que ha cobrado más valor, debido a los tristes acontecimentos que años más tarde ocurrieron en esos rascacielos actualmente desaparecidos. </p>
<p>La película trata sobre el paseo que Philippe Petit realizó en 1974 entre la Torres gemelas de Nueva York y está basada en el libro de Petit, &#8220;<em>To Reach the Clouds</em>&#8220;, recientemente reeditado con el nombre de &#8220;<em>Man on Wire</em>&#8220;. La película presenta momentos de la preparación del evento y muestra fotografías del paseo, así como la reconstrucción de los hechos (con el actor Paul McGill en el papel de Petit) y entrevistas actuales a los participantes.</p>
<p>La película participó en la sección de documentales internacionales del Festival de Cine de Sundance 2008, donde ganó el Gran Premio del Jurado y el Premio de la Audiencia al mejor documental. En febrero de 2009, la película ganó el BAFTA a la mejor película británica, el Independent Spirit Awards y el Oscar al mejor documental largo.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.elperiodico.com/" target="_blank">El Periódico de Catalunya</a> y <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Portada" target="_blank">Wikipedia</a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema: ranking das bilheterias no Brasil]]></title>
<link>http://fotoenoticia.wordpress.com/2009/03/10/cinema-ranking-das-bilheterias-no-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 22:22:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>purapavulagem</dc:creator>
<guid>http://fotoenoticia.wordpress.com/2009/03/10/cinema-ranking-das-bilheterias-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Cena de Quem Quer Ser um Milionário? No Brasil o maior vencedor do Oscar 2008, o filme &#8220;Quem q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cena de Quem Quer Ser um Milionário? No Brasil o maior vencedor do Oscar 2008, o filme &#8220;Quem q]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema: os recordistas das bilheterias brasileiras, na semana]]></title>
<link>http://fotoenoticia.wordpress.com/2009/03/10/cinema-os-recordistas-das-bilheterias-na-semana/</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>purapavulagem</dc:creator>
<guid>http://fotoenoticia.wordpress.com/2009/03/10/cinema-os-recordistas-das-bilheterias-na-semana/</guid>
<description><![CDATA[Os atores-mirins Azharudin Usman e Rubina Ali posam para fotos ao lado do diretor Danny Boyle, de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Os atores-mirins Azharudin Usman e Rubina Ali posam para fotos ao lado do diretor Danny Boyle, de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Man on wire]]></title>
<link>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/03/10/man-on-wire/</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 17:54:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Albanese</dc:creator>
<guid>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/03/10/man-on-wire/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;My story is a fairy tale” “Non è il voler conquistare l&#8217;universo, più semplicemente è l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-1.jpg"></a><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-loc-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1274 aligncenter" title="Man on wire LOC 2" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-loc-2.jpg" alt="" width="460" height="679" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;My story is a fairy tale”</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>“Non è il voler conquistare l&#8217;universo, più semplicemente è la bramosia di un poeta, in cerca dei più bei palcoscenici del mondo”</em></p>
<p style="text-align:right;"> Philippe Petit, 2008</p>
<p style="text-align:justify;"> “<em>Every day was a work of art for him</em>”</p>
<p style="text-align:right;"> Anne Alix, 2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Man on wire</em>, fresco vincitore del premio oscar, quale miglior documentario dell&#8217;anno, è il sesto film di James Marsh, regista inglese con un&#8217;esperienza nel lungometraggio di finzione, grazie a <em>The King</em>.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Nato come opera televisiva, prodotta da BBC e Discovery, a partire dalle memorie di Philippe Petit, <em>To reach the clouds</em>,  il film è stato presentato in anteprima al Sundance Film Festival, riscuotendo unanimi consensi ed aggiudicandosi sia il premio del pubblico, sia quello della giuria.</p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;anima cinematografia del progetto di Marsh è evidente: il racconto dei protagonisti ad oltre trent&#8217;anni di distanza dai fatti, si mescola con alcune ricostruzioni di <em>fiction</em> e con straordinarie immagini d&#8217;epoca, che alternano un poetico bianco e nero, ai colori tipici degli anni &#8216;70.</p>
<p style="text-align:justify;">Le musiche di Nyman e Satie accompagnano magnificamente il racconto del protagonista.</p>
<p style="text-align:justify;">Il regista organizza la storia di Petit e dei suoi amici e complici, come se si trattasse di un <em>heist</em> movie: la scalata al World Trade Center e la passeggiata su una fune, tesa tra le due torri, è ricreata con grande sapienza drammatica.</p>
<p style="text-align:justify;">Il film comincia la mattina di quel 7 agosto 1974, quando il gruppo dei francesi, accompagnato da due improvvisati complici americani, si avvia nei sotterranei delle due torri, per tentare quello che è stato chiamato “<em>the artistic  crime of the century</em>”.</p>
<p style="text-align:justify;">La tensione, il rischio di venire scoperti, l&#8217;incertezza dell&#8217;esito e la fatica immane, compiuta per tendere il cavo tra i 40 metri, che separano i due grattacieli è raccontata da Marsh in un crescendo drammatico molto coinvolgente.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-3.jpg"><img class="size-full wp-image-1275 aligncenter" title="Man on wire 3" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-3.jpg" alt="" width="460" height="305" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Contemporaneamente il film ci trasporta negli anni in cui un giovanissimo Petit si esercita all&#8217;impresa della sua vita.</p>
<p style="text-align:justify;">Con gli amici di sempre e la fidanzata di allora, Anne Alix, comincia la sua avventura di funambolo dei cieli a Notre Dame, nel 1971, e poi a Sydney sull&#8217;Harbour Bridge nel 1973.</p>
<p style="text-align:justify;">La sua straordinaria abilità sulla fune ha del miracoloso, eppure Petit sembra danzare su di essa in stato ipnotico, senza fare alcuna fatica: ci cammina, si inginocchia, si sdraia persino.</p>
<p style="text-align:justify;">Ma il suo sogno si chiama World Trade Center: non è neppure stato completato, quando Petit, allora diciassettenne, vede su un giornale una foto pubblicitaria, che lo ritrae nello skyline newyorkese.</p>
<p style="text-align:justify;">Quell&#8217;immagine è sufficiente per dare corpo ad un&#8217;ossessione apparentemente folle, eppure grandiosa.</p>
<p style="text-align:justify;">La torre nord viene completata nel 1970 e quella sud solo nel 1973.</p>
<p style="text-align:justify;">Petit trascorre giorni, mesi interi all&#8217;interno della struttura, studiando ogni minimo dettaglio, costruendo una miniatura del tetto delle due torri e studiando il modo di poter tendere un cavo tra le due estremità.</p>
<p style="text-align:justify;">Con i suoi compagni d&#8217;avventura ricrea nella campagna francese le condizioni proibitive di tale passeggiata: il vento, la distanza esatta tra le torri, il modo con cui posizionare il cavo principale e quelli laterali, per tenerlo teso.</p>
<p style="text-align:justify;">Momenti di bellezza <em>truffautiana</em> si alternano a prove e discussioni, perchè ogni cosa deve essere perfetta ad oltre quattrocento metri d&#8217;altezza.</p>
<p style="text-align:justify;">Petit racconta se stesso con graziosa passione e le sue immagini d&#8217;epoca, mentre si allena e prepara il colpo del secolo, hanno un fascino del tutto singolare.</p>
<p style="text-align:justify;">Erano anni difficili e turbolenti quelli di Petit, ma anche profondamente ingenui: è bastato chiedere all&#8217;addetto agli ascensori del WTC di essere condotti sul tetto delle torri, per vedersi trasportare al 101° piano, senza indugio e con tutta la voluminosa attrezzatura necessaria al colpo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-4.jpg"><img class="size-full wp-image-1276 aligncenter" title="man on wire 4" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-4.jpg" alt="" width="460" height="357" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;insofferenza del protagonista alle regole ed alle leggi si manifesta non attraverso movimenti collettivi o prese di posizioni politiche, ma con atti di guerriglia artistica di straordinaria bellezza, nei quali la sua stessa vita è a rischio, per il desiderio di stupire, di creare qualcosa di unico ed irripetibile.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando è catturato dalla polizia e poi rilasciato, i giornalisti continuano a chiedere a Petit il perchè di quella traversata suicida.</p>
<p style="text-align:justify;">Ma non c&#8217;è un vero motivo: <em>at the time president Nixon was resigning, so it was more than a performance, it was a daring breath of fresh air.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Tutto qui.</p>
<p style="text-align:justify;">Come sempre succede per le opere d&#8217;arte, le risposte sono tanto evidenti, quanto profondamente misteriose.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo stesso presidente del World Trade Center, Guy Tozzoli, userà la traversata di Philippe, come straordinario veicolo pubblicitario.</p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;impresa finirà sulle prime pagine di tutti i giornali del mondo, garantendo ai nuovi grattacieli ed al funambolo francese gloria imperitura.</p>
<p style="text-align:justify;">Eppure qualcosa si rompe definitivamente quella mattina del 7 agosto 1974: dopo la sua impresa più grande, Petit chiude la sua esaltante stagione di acrobata sul filo.</p>
<p style="text-align:justify;">Persino i suoi rapporti con la fidanzata di allora e gli amici si deteriorano.</p>
<p style="text-align:justify;">Quella straordinaria avventura è per tutti irripetibile: l&#8217;unicità del gesto e la sua grandiosa e fortunata riuscita rimangono senza seguito.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1277 aligncenter" title="Man on wire 2" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-2.jpg" alt="" width="460" height="313" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Marsh ed i suoi personaggi raccontano, con sincera commozione e nostalgia, la fine di quel momento di estasi collettiva: l&#8217;ossessione di Petit ha finito per travolgere le vite di tutti.</p>
<p style="text-align:justify;">Philippe si è sempre rifiutato di commercializzare le proprie imprese e continua a vivere secondo l&#8217;idea che l&#8217;esistenza va vissuta <em>on the edge</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Marsh, intelligentemente, non allude mai all&#8217;11 settembre: per l&#8217;ora e mezza del documentario, le torri sono ancora in piedi, solidissime, verticali, anzi il film ci mostra le lunghe fasi della loro costruzione, che accompagnano la nascita dell&#8217;ossessione di Petit.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Man on wire</em> deve il suo titolo ad una frase, scritta nel rapporto di polizia del 1974.</p>
<p style="text-align:justify;">Il film di Marsh non è solo un racconto di libertà, di sfida alla natura ed alle leggi degli uomini, ma è un meraviglioso atto d&#8217;amore per quelle torri: adorate, idolatrate, desiderate, sino alla prova più estrema.</p>
<p style="text-align:justify;">Non c&#8217;è dubbio che il gesto bellissimo di Petit ha contribuito ad accrescerne il mito ed a farle entrare nel cuore dei newyorkesi.</p>
<p style="text-align:justify;">La bravura di Marsh è quella di ricreare la magia di quel folle miracolo, attraverso le testimonianze umanissime dei partecipanti: la bellezza estetica si unisce alla tensione drammatica ed alle emozione fortissime di quei 45 indimenticabili minuti, sospesi tra le nuvole.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-11.jpg"><img class="size-full wp-image-1279 aligncenter" title="Man on wire 1" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/man-on-wire-11.jpg" alt="" width="460" height="347" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Across the Universe]]></title>
<link>http://moviesense.wordpress.com/2009/03/07/across-the-universe/</link>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 16:05:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
<guid>http://moviesense.wordpress.com/2009/03/07/across-the-universe/</guid>
<description><![CDATA[Na época em que Across the Universe foi lançado, como uma boa mortal que vive neste planeta, eu ouvi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-1261" href="http://moviesense.wordpress.com/2009/03/07/across-the-universe/acrosstheuniverse4/"><img class="alignnone size-full wp-image-1261" title="acrosstheuniverse4" src="http://moviesense.wordpress.com/files/2009/03/acrosstheuniverse4.jpg" alt="acrosstheuniverse4" width="670" height="920" /></a></p>
<p>Na época em que <a href="http://www.sonypictures.com/homevideo/acrosstheuniverse/">Across the Universe</a> foi lançado, como uma boa mortal que vive neste planeta, eu ouvi falar de todo o burburinho sobre esta &#8220;linda história de amor basada na obra dos <a href="http://www.thebeatles.com/">The Beatles</a>&#8220;. Mas, como muitos filmes que vou deixando para depois, ele ficou para trás. Resolvi resgatá-lo para honrar meu desafio de assistir a todos os filmes indicados por leitores deste blog. E gostei do que eu vi. Claro que o melhor do filme, não há dúvida, é a sua trilha sonora. E a sacada do roteiro em &#8220;ligar&#8221; as várias canções dos The Beatles para contar uma história de amor. No mais, Across the Universe tem alguns momentos dispensáveis e um roteiro um bocado previsível, o que não desmerece o filme, claro. </p>
<p><strong>A HISTÓRIA:</strong> Jude (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0836343/">Jim Sturgess</a>) é um rapaz típico do suburbano de <a href="http://www.visitliverpool.com/">Liverpool</a>. Sem espaço para dedicar-se a sua vocação de artista plástico e designer, ele trabalha, como praticamente todos os homens da região, em uma fábrica naval. Mas ele sonha em viajar para a América em busca de um futuro melhor e do pai que nunca chegou a conhecer. Chegando na Universidade de Princeton, Jude encontra o pai, o professor West Hover (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0167024/">Robert Clohessy</a>) e se torna amigo muito próximo do aloprado Max Carrigan (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1725848/">Joe Anderson</a>). Quando viaja com Max para a casa da família, onde passa o Dia da Ação de Graças, Jude conhece Lucy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0939697/">Evan Rachel Wood</a>), de quem ele se apaixona &#8211; deixando na Inglaterra sua mãe e uma namorada.</p>
<p><strong>VOLTANDO À CRÍTICA</strong> (SPOILER &#8211; aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Across the Universe): O início do filme me fez lembrar demais os clipes de <a href="http://www.jamesblunt.com/">James Blunt</a>, do <a href="http://www.coldplay.com/">Coldplay</a> ou de outro alguém do gênero. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Me desculpem os superfãs do filme, mas foi inevitável fazer esse paralelo um tanto satírico. Bem, mas fora o início de Across the Universe, o restante do filme me pareceu menos &#8220;clipe&#8221; feito para a <a href="http://www.mtv.com/">MTV</a>. Ainda que se trate de um musical, ele não me pareceu uma sequencia de clipes de vídeo &#8211; como alguns &#8220;musicais&#8221; modernos parecem ser. </p>
<p>Existe inteligência no roteiro. Ainda que, não vou mentir, tudo que você vai assistindo é esperado, em maior ou menor medida. Mas acho que ninguém também estava esperando algo muito surpreendente, não é mesmo? O grande, grande mérito do filme é mesmo a idéia de costurar as músicas dos The Beatles para contar uma história. A idéia partiu da diretora, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0853380/">Julie Taymor</a>, junto dos roteiristas <a href="http://www.imdb.com/name/nm0166074/">Dick Clement</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0478588/">Ian La Frenais</a>. Eles conseguiram, além de fazer dita costura, resgatar boa parte da &#8220;alma&#8221; da banda inglesa mais famosa de todos os tempos. Então no filme estão temas como o amor, a luta contra a guerra, a contracultura &#8211; pensamento libertário com direito a &#8220;liberação&#8221; da mente através de alucinógenos, a aposta pela arte e o berço ligado ao &#8220;operariado&#8221; inglês, e por aí vai.</p>
<p>Gostei muito da direção de Julie Taymor, conhecida antes por seu excelente trabalho em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120679/">Frida</a>. Depois de Across the Universe, onde ela comprova mais uma vez talento no uso da câmera e de efeitos especiais para dar um toque mais &#8220;artístico&#8221; ao seu trabalho, devemos esperar para este ano seu novo trabalho: <a href="http://www.imdb.com/title/tt1274300/">The Tempest</a> (do qual falo mais na sessão seguinte deste post). Acredito que apenas ela e o diretor <a href="http://www.bazmark.com/">Baz Luhrmann</a> &#8211; de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0203009/">Moulin Rouge!</a> &#8211; poderiam conseguir aliar de forma tão precisa o lado &#8220;comercial&#8221; e artístico de uma produção, garimpando um musical de forma com que ele não se torne chato, garantindo um bom ritmo de narrativa com câmeras ágeis ou belas tomadas de plano que valorizam paisagens, personagens e os ambientes em que eles estão imersos. </p>
<p>Falando em Baz Luhrmann, outra referência impossível de lembrar ao assistir a Across the Universe é o filme <a href="http://www.romeoandjuliet.com/">Romeu + Juliet</a>, uma releitura que o diretor australiano fez de uma das obras principais de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare">Shakespeare</a> com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000132/">Claire Danes</a> e <a href="http://www.leonardodicaprio.com/">Leonardo DiCaprio</a> como protagonistas. Para mim foi inevitável relembrar do ritmo daquele filme e da &#8220;história de amor&#8221; vivida pelos dois de uma forma &#8220;modernete&#8221; ao assistir o casal principal de Across the Universe. Com isso não quero dizer que um seja cópia ou inspirado no outro, afirmo apenas que é impossível não lembrar de outras referências &#8220;pop&#8221;. Afinal, Across the Universe é muito, muito pop.</p>
<p>Mas algumas coisas no filme eu achei estranhas&#8230; certo que a história se passa no final dos anos 60 e início dos 70, quando a contracultura estava em sua maior fase, junto com a liberação feminina, mas então alguém pode me explicar porque a coitada da Prudence (interpretada pela <a href="http://www.imdb.com/name/nm1410258/">T. V. Carpio</a>) não conseguiu se dar bem no filme? Bem, até que lá pelas tantas ela aparentemente tinha conseguido uma &#8220;companheira&#8221;, mas não rolou nenhum beijo no filme ou qualquer coisa do gênero. Isso até me lembra as novelas da <a href="http://redeglobo.globo.com/">Globo</a>. hehehehehehehehehe. Mas fora a piada, para um filme que mostra um bocado de &#8220;viagens lisérgicas&#8221; e do lema &#8220;paz &#38; amor&#8221; comunitário &#8211; explorado pela &#8220;comunidade&#8221; formada ao redor da cantora Sadie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2085629/">Dana Fuchs</a>) -, eu acho que podia ter rolado uma liberação para a Prudence. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fora isso, achei um bocado viagem aquela sequência do espetáculo do Mr. Kite (<a href="http://www.eddieizzard.com/">Eddie Izzard</a>). Certo que os bonecos do circo são bacanas e tal, mas achei uma parte chatinha. Também achei desnecessária a sequencia dos soldados nos leitos da enfermagem &#8211; exceto pela seringa com uma &#8220;dançarina&#8221; dentro que me lembrou as aberturas de <a href="http://almanaquevirtual.uol.com.br/almanaque.php?id=5380">James Bond</a>. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Mas sei lá, eu teria cortado fora estas duas sequencias. Para mim, nem uma, nem outra, acrescentou nada para o filme. </p>
<p>Por outro lado, poderiam ter valorizado mais a parte &#8220;artística&#8221; do nosso herói &#8211; gostei muito das sequências em que ele se tranca no quarto para criar com um bocado de &#8220;raiva&#8221; depois que Lucy chega em casa, tarde da noite, acompanhada do &#8220;vilão&#8221; da história, o revolucionário que se mostra bem mais radical em certa parte do filme &#8211; como praticamente todos os revolucionários que ainda não aprenderam que não é com violência que se ganha guerra alguma. Ou poderiam ter dedicado mais tempo mostrando a contracultura da época ou a idéia de &#8220;faça amor, não faça guerra&#8221;. Mas ok, o filme é o que é. E ele não deixa de ser uma bela diversão, disso não há dúvida. </p>
<p>Por mais que ele seja bem ruinzinho como ator, mas gostei do <a href="http://www.imdb.com/name/nm0095104/">Bono Vox</a> como Dr. Robert. Esta é a parte mais psicodélica do filme &#8211; bem bacana. Um outro trecho do qual gostei muito &#8211; e que me fez lembrar Frida &#8211; foi aquele em que quatro dos personagens principais de Across the Universe cantam para fazer Prudence sair do banheiro e se animar um pouco. A verdade é que fora os dois momentos que eu citei como desnecessários, todos os outros desta história foram muito bem planejados e executados. Mérito da diretora e, devo citar, um belíssimo trabalho do diretor de fotografia <a href="http://www.imdb.com/name/nm0216632/">Bruno Delbonnel</a> e da edição de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0095089/">Françoise Bonnot</a>. Estes três nomes, mais a excelente trilha sonora de <a href="http://goldenthal.filmmusic.com/main.html">Elliot Goldenthal</a> merecem aplausos. </p>
<p>No final das contas, é um filme divertido e um tanto &#8220;ousado&#8221; para os padrões de romancezinhos-que-ganham-as-telas-em-Hollywood, com direito a posicionamento contra guerras e contracultura &#8211; o que não traz exatamente algo de inédito, mas pelo preserva algumas das características dos The Beatles, no qual o filme é inspirado. Mas, sem dúvida alguma, a melhor coisa de Across the Universe é essa &#8220;viagem&#8221; por parte da trilha sonora dos garotos mais famosos de Liverpool. Vale por isso e pela &#8220;química&#8221; dos atores principais.</p>
<p><strong>NOTA:</strong> 8.</p>
<p><strong>OBS DE PÉ DE PÁGINA: </strong>A escolha dos atores do núcleo central do filme foi bastante acertada. Afinal, quem melhor que Dana Fuchs poderia encarnar uma cantora descaradamente inspirada em Janis Joplin que recebe no filme o nome de Sadie? Não vejo ninguém melhor que ela para o papel. Gostei muito também de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2028439/">Martin Luther</a> como Jo-Jo, o guitarrista talentoso que é &#8220;deixado&#8221; para trás pelo sonho de fama da namorada e que depois vê a garota se dando conta da furada em que se meteu. Merecem ainda menções os atores <a href="http://www.imdb.com/name/nm0048414/">Dylan Baker</a> como o pai de Lucy; <a href="http://www.lindaemond.com/">Linda Emond</a> como a mãe da heroína; <a href="http://www.imdb.com/name/nm0410347/">Bill Irwin</a> em uma superponta como o tio Teddy (que apelido mais infame, mas tudo bem); e <a href="http://www.myspace.com/jamesurbaniak">James Urbaniak</a> como o empresário que acaba &#8220;conquistando&#8221; Sadie. Falando neste último, acheu um bocado &#8220;simplista&#8221; o encanto e o desencanto da cantora com a fama&#8230; me pareceu muito artificial. E sobre pontas, devo citar <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000161/">Salma Hayek</a> fazendo uma superponta na sequencia em que Max está delirando em um leito de enfermaria após participar da <a href="http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/guerra-vietna.htm">Guerra do Vietnã</a>.</p>
<p>Na parte técnica do filme, merecem ser mencionados <a href="http://www.imdb.com/name/nm0938717/">Albert Wolsky</a>, responsável pelo figurino do filme &#8211; um trabalho bastante cuidadoso; <a href="http://www.imdb.com/name/nm0003236/">Peter Rogness</a> pela direção de arte do filme e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0160168/">Ellen Christiansen</a> pela decoração dos sets. Três profissionais que fizeram bem o seu trabalho.</p>
<p>Lembro que na época em que Across the Universe foi lançado, ele conseguiu um bom resultado de crítica e nas bilheterias. Um feito a mais no currículo de Julie Taymor, que além de Frida, foi responsável por diversos musicais da <a href="http://www.broadway.com/">Broadway</a>, incluindo o premiado <a href="http://www.lionking.org/musical/">O Rei Leão</a>. </p>
<p>Para quem adorou a trilha sonora, além de Bono Vox, ela tem a participação mais que especial de <a href="http://www.cocker.com/">Joe Cocker</a> na música Como Together (que me fez lembrar de The Doors pelo &#8220;clima&#8221; das imagens) e, para surpresa de muita gente &#8211; inclusive minha -, boa parte das outras canções são mesmo interpretadas pelos atores que aparecem na telona. Impressionante! Os atores até ganharam um conceito melhor depois que eu soube disso. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  E fiquei impressionada também com o fato &#8211; isso se é fato&#8230; pelo menos é o que os produtores do filme divulgaram &#8211; de que 90% das canções foram gravadas no estúdio, sem precisar que os intérpretes fizessem o trabalho depois em estúdio. Incrível, realmente, porque a qualidade da trilha sonora é muito, muito boa.</p>
<p>Para quem gostou da trilha sonora, eis a lista de músicas que fazem parte do filme: Girl (interpretada por Jim Sturgess), Helter Skelter (por Dana Fuchs), Hold Me Tight (por Sturgess, Evan Rachel Wood e <a href="http://www.imdb.com/name/nm1597101/">Lisa Hogg</a>), All My Loving (por Sturgess), I Want to Hold Your Hand (por T. V. Carpio), With a Little Help from My Friends (Joe Anderson, Sturgess e o grupo Dorm Buddies), It Won&#8217;t Be Long (por Wood), I&#8217;ve Just Seen a Face (por Sturgess), Let It Be (por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0940528/">Carol Woods</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm2255884/">Timmy Mitchum</a>),  Come Together (por Joe Cocker e Martin Luther), Why Don&#8217;t We Do It In The Road (por Fuchs), If I Fell (por Wood), I Want You (She&#8217;s So Heavy, por Joe Anderson), Dear Prudence (por Fuchs, Sturgess, Wood e Anderson), Flying, Blue Jay Way e I Am The Walrus (as três por Elliot Goldenthal e o grupo <a href="http://www.thesecretmachines.com/">The Secret Machines</a>), Being for the Benefit of Mr. Kite (por Eddie Izzard), Because (por Carpio, Wood, Sturgess, Anderson, Fuchs e Luther), Something (por Sturgess), Oh Darling (por Fuchs e Luther), Strawberry Fields Forever e Revolution (ambas por Sturgess),  While My Guitar Gently Weeps (por Luther), Happiness Is a Warm Gun (por Anderson), Blackbird (por Wood), Hey Jude (por Anderson), Don&#8217;t Let Me Down (por Fuchs), All You Need Is Love (por Sturgess e Fuchs), Lucy in the Sky with Diamonds (por Bono Vox), A Day in the Life (por <a href="http://www.jeffbeck.com/">Jeff Beck</a>), Across the Universe (por Sturgess) e She Loves You (por Anderson).</p>
<p>Como eu ia comentando antes, para este ano está previsto o lançamento de um novo filme da diretora Julie Taymor. The Tempest, atualmente em fase de pós-produção, conta no elenco com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005023/">Djimon Hounsou</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000545/">Helen Mirren</a>, <a href="http://www.alancumming.com/">Alan Cumming</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000547/">Alfred Molina</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0177933/">Chris Cooper</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000657/">David Strathaim</a>, entre outros. O filme é nada mais, nada menos, que uma releitura da peça de William Shakespeare The Tempest (conhecida em português por A Tempestade/A Comédia dos Erros), uma comédia bastante típica e conceituada do maior ator inglês de todos os tempos. Para as pessoas que gostam de obras fielmente adaptadas, a diretora já começou fazendo uma mudança radical na história original&#8230; transformou o personagem central, Próspero, em mulher. Então, em seu filme, temos a Próspera (Helen Mirren, ótima atriz), como a figura muito poderosa que acaba sendo isolada em uma ilha, junto com a filha Miranda (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0428065/">Felicity Jones</a>), após ser vítima de uma traição política. Ariel, figura-chave na história de Shakespeare, é interpretado no filme por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0924210/">Ben Whishaw</a>; enquanto que Djimon Hounsou interpreta a Caliban, um escravo de Próspera que é uma figura forte e &#8220;disforme&#8221;. Shakespeare sempre merece ser adaptado, mas é esperar para ver o que sairá da cabeça da diretora.</p>
<p>Na avaliação dos usuários do site <a href="http://www.imdb.com/">IMDb</a>, Across the Universe mereceu a nota 7,6. Os críticos, por sua vez, foram mais &#8220;duros&#8221; com o filme&#8230; bem, na verdade, houve quase um equilíbrio nas opiniões das pessoas que tem textos publicados no site <a href="http://www.rottentomatoes.com/">Rotten Tomatoes</a>: 78 críticas foram positivas para o filme e 66, negativas. </p>
<p>Pessoalmente, tenho uma curiosidade sobre o que os fãnáticos dos The Beatles acharam do filme. Se um de vocês ler esta crítica, por favor, fale nos comentários o que acharam de Across the Universe.</p>
<p>Em sua trajetória, este filme ganhou um prêmio apenas e foi indicado a outros oito &#8211; incluindo uma indicação para melhor figurino no <a href="http://www.oscar.com/">Oscar</a> do ano passado (ele perdeu para <a href="http://www.elizabeththegoldenage.net/">Elizabeth: The Golden Age</a>). O único prêmio que ele recebeu foi para o diretor de fotografia Bruno Delbonnel no <a href="http://www.pluscamerimage.pl/">Camerimage</a>.</p>
<p>Na questão de bilheteria, o filme foi relativamente bem. Conseguiu pouco mais de US$ 24,3 milhões nos Estados Unidos. Podia ter faturado mais &#8211; especialmente porque ele deve ter saído caro -, mas não está mal para uma produção sem &#8220;estrelas&#8221; no elenco.</p>
<p>Esqueci de falar antes&#8230; Evan Rachel Wood estrelou, no mesmo ano que este Across the Universe, ao já comentado neste blog <a href="http://www.lifebeforehereyes.com/">The Life Before Her Eyes</a> (que é bem interessantezinho, diga-se). Depois, ela participou do também comentado <a href="http://www.thewrestlermovie.com/index.html">The Wrestler</a>, como a filha do personagem principal vivido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000620/">Mickey Rourke</a>, e neste ano vai aparecer no novo filme de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000095/">Woody Allen</a>. Nada mal, hein? <a href="http://www.imdb.com/title/tt1178663/">Whatever Works</a>, escrito e dirigido por Allen, foi finalizado e tem estréia prevista no <a href="http://www.tribecafilm.com/festival/">Festival de Cinema de Tribeca</a> em abril. No filme, Wood interpreta Melodie. No elenco, ainda estão <a href="http://www.imdb.com/name/nm0165101/">Patricia Clarkson</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0147147/">Henry Cavill</a>, entre outros. Jim Sturgess, por sua vez, estrelou em 2008 o filme <a href="http://www.sonypictures.com/homevideo/theotherboleyngirl/">The Other Boleyn Girl</a> &#8211; comentado neste blog, onde o ator faz um belo trabalho. Depois, estrelou <a href="http://www.sonypictures.com/homevideo/21/">21</a> &#8211; que eu ainda não assisti, mas que está minha &#8220;listinha&#8221; para ser visto &#8211; e <a href="http://www.imdb.com/title/tt1097643/">Fifty Dead Men Walking</a>. Este ano ele poderá ser visto em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0924129/">Crossing Over</a> (com a brasileira <a href="http://www.imdb.com/name/nm0103797/">Alice Braga</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000148/">Harrison Ford</a>) e em <a href="http://www.imdb.com/title/tt1220214/">Heartless</a>. </p>
<p><strong>CONCLUSÃO:</strong> Um filme no melhor estilo &#8220;paz e amor&#8221; ou &#8220;faça amor, não faça guerra&#8221; que retoma uma parte importante das canções da banda inglesa The Beatles para contar uma história de amor e de uma época. Para quem sempre pensou em &#8220;falar o que estava sentindo através de músicas que adora&#8221;, este é o melhor exemplo de que isso é possível. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Bem feito e com um elenco que surpreende pelo talento dramatúrgico e, especialmente, vocal, este é daqueles filmes para assistir sem culpa &#8211; e também sem grandes expectativas. Ninguém vai achar algum grande &#8220;sentido&#8221; em Across the Universe, e nem algum questionamento importante. O filme é, na melhor concepção possível, um belo entretenimento. </p>
<p><strong>SUGESTÃO DE LEITORES: </strong>Across the Universe foi sugerido, há muito, muito tempo atrás, pelo estimado leitor Zeus. Que, aliás, anda bastante sumido&#8230; Pois finalmente, Zeus, assisti a esse filme. Como você e os demais leitores deste blog podem perceber, pouco a pouco vou indo atrás de todos os filmes sugeridos por aqui. Em seguida, me espera outro filme alemão&#8230; e vamos que vamos!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[And the Oscars Went To…]]></title>
<link>http://ashishesque.wordpress.com/2009/02/26/and-the-oscars-went-to%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 15:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ashish</dc:creator>
<guid>http://ashishesque.wordpress.com/2009/02/26/and-the-oscars-went-to%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[…where they were supposed to. Sans a drop of excitement? Yea. How come? I think you’d remember. Reme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ashishesque.wordpress.com/files/2009/02/1-25-20094-01-07pm1.png"><img src="http://ashishesque.wordpress.com/files/2009/02/1-25-20094-01-07pm1.png?w=300" alt="" border="0" /></a>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span><span class="Apple-style-span" style="font-size:small;">…where they were supposed to. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span><span class="Apple-style-span" style="font-size:small;">Sans a drop of excitement? Yea. How come? I think you’d remember. Remember? What? Remember how confidently I betted <a href="http://ashishesque.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">here</a> for seven Oscars (editing the Achieving in Film Editing Oscar out!). Oh yes. But, did you get any of them right? <a href="http://www.oscars.org/awards/81academyawards/nominees.html">Of course</a>! The Academy has officially put check marks in front of those seven bullets. And checking that information would be like counterchecking what’s come true! Oho, that&#8217;s a job well done. Congratulations! Thank you. Btw, let us congratulate all the Oscar winners! Congratulate Now Everywhere Slumdog Millionaire! Jai ho!</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Into the Wild: uma biografia rumo ao coração do homem]]></title>
<link>http://cinemacc.wordpress.com/2009/02/26/into-the-wild-uma-biografia-rumo-ao-coracao-do-homem/</link>
<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 03:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinemacc</dc:creator>
<guid>http://cinemacc.wordpress.com/2009/02/26/into-the-wild-uma-biografia-rumo-ao-coracao-do-homem/</guid>
<description><![CDATA[Into the Wild (Na Natureza Selvagem, EUA, 2007) Direção: Sean Penn. Roteiro: Sean Penn. Fotografia: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-183" title="into_the_wild" src="http://cinemacc.wordpress.com/files/2009/02/into_the_wild.jpg" alt="into_the_wild" width="315" height="464" /></p>
<p><strong>Into the Wild</strong> (<em>Na Natureza Selvagem</em>, EUA, 2007) Direção: Sean Penn. Roteiro: Sean Penn. Fotografia: Eric Gautier. Música: Michael Brook, Kaki King, Eddie Vedder. Elenco: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Catherine Keener, Vince Vaughn, Kristen Stewart, Hal Holbrook.</p>
<p>2 Indicações <strong>Academy Awards®</strong>: Ator Coadjuvante (Hal Holbrook); Edição.</p>
<p>2 Indicações <strong>Golden Globes®</strong>: Trilha Sonora; Canção &#8211; &#8216;Guaranteed&#8217;, por Eddie Vedder.</p>
<p>1 Indicação <strong>César®</strong>: Filme Estrangeiro.</p>
<p> </p>
<p>Hoje resolvi escrever um pouco de um grande filme de 2007: <strong>Na Natureza Selvagem</strong>. Em seu melhor trabalho na direção, Sean Penn torna emocionante a trajetória real de Christopher McCandless da vida normal até a maior aventura de sua vida no Alasca, em busca de liberdade e de auto-conhecimento.</p>
<p>Penn divide a obra é dividida em cinco capítulos que procuram dar conta da experiência realizada por McCandless que, mesmo pertencendo a uma família de classe média-alta norte-americana, resolveu abandonar tudo e seguir sua natureza.</p>
<p>O diretor, que também escreve o roteiro baseado no livro homônimo de Jon Krakauer, valoriza o embate &#8220;profundeza da natureza selvagem&#8221; versus &#8220;auto-conhecimento&#8221;, marcando aspectos apontados pelo aventureiro em seu diário. Isso também é destacado pelos títulos e conteúdos dos capítulos:</p>
<p>Em <em>Meu próprio nascimento</em>, ele cria uma alcunha para si &#8211; Alexander Supertramp (inspirado na banda de mesmo nome), e percorre o Arizona e a Carolina do Norte, em 1990; <em>Adolescência</em> mostra sua trajetória por Dakota do Sul, local em que trabalha na fazenda de um homem que fortalece seu senso de liberdade, ao mesmo tempo que tem narrada a sua história por sua irmã; no capítulo <em>Adulto</em>, McCandless encontra caminhos de travessias rumo ao sentido de sua maturidade evidenciada  alegoricamente pelos trilhos do trem; <em>Família</em> trata do seu encontro com <em>hippies</em> pelos quais adquire um sentido de afeto, não encontrado na sua família de sangue; e, por fim, <em>Lição de Sabedoria</em>, Chris encontra Ron Fred, um veterano de guerra solitário, que, de maneira tocante, afeiçoa-se familiarmente pelo jovem.</p>
<p>Ao longo desses capítulos, que funcionam como<em> flashbacks</em>, são mostradas as cenas no Alasca: a sua vida junto à natureza, as belas paisagens, o encontro de Chris frente a tudo que é selvagem, e o seu cotidiano no <em>Magic Bus</em>.</p>
<p>O roteiro é excelente e muitas das reflexões do aventureiro são escritas na tela, proporcionando um visual bastante pessoal de sua história. Algumas frases são tão simples que se tornam clássicas por serem justamente o que muito de nós pensamos no cotidiano. Por exemplo, quando Chris fala &#8220;sem relógio, nem contas, nem nada, somente ali, nas montanhas com o rio, o céu, ali, na natureza selvagem&#8221;, ou quando as imagens traduzem uma simples fala da narradora: &#8220;Chris não queria ser encontrado&#8221;. Penn acerta em cheio!</p>
<p>As canções compostas por Eddie Vedder são brilhantes, e acertam em cheio as vivências de Chris, revelando a maturidade do personagem rumo ao universo desconhecido. As músicas &#8216;Guaranteed&#8217; e &#8216;No Ceiling&#8217; são poemas que expõem a verve inspirada de Vedder (que segue mais os seus &#8216;padrinhos&#8217; musicais Bob Dylan e Neil Young). Mais do que a trilha desse longa, as composições mostram o despojamento e a maturidade do cantor do Pearl Jam. Vale a pena conferir o disco, no filme e no dia-a-dia porque temos uma belíssima obra de arte sonora.</p>
<p>Enfim, <strong>Na Natureza Selvagem</strong> é cinema para reflexão sem cair em simplificações e sem pieguices comuns como culpar o capitalismo ou o ambiente familiar deteriorado do protagonista, porque para Chris sua justificativa era seu eu. E é essa busca, a  sua grande aventura: a natureza selvagem que é o próprio coração do homem.</p>
<p>Assim, reflita sobre tua natureza, e um até breve!</p>
<p>Macc Avaliação: 9,5</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/2LAuzT_x8Ek&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/2LAuzT_x8Ek&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The millionaire]]></title>
<link>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/02/22/the-millionaire/</link>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 18:08:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Albanese</dc:creator>
<guid>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/02/22/the-millionaire/</guid>
<description><![CDATA[ “Conosco le risposte”. &#8220;E’ una commedia, ma è anche, a tratti, un dramma terribile. Ci sono m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/slumdog-loc.jpg"><img class="size-full wp-image-1293 aligncenter" title="Slumdog LOC" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/slumdog-loc.jpg" alt="" width="460" height="680" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> “<em>Conosco le risposte</em>”.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;E’ una commedia, ma è anche, a tratti, un dramma terribile. Ci sono momenti di grande dolore e di grande pathos. E’ una favola e come tutte le favole che si rispettino, continue momenti di forte inquietudine e di orrore. C’è una grande mescolanza di cose, in grado di farti ridere o piangere o spaventare.”</em></p>
<p style="text-align:right;"> Danny Boyle, 2008</p>
<p style="text-align:justify;">Jamal Malik, giovane diciottenne, con il tasca un assegno da 10 milioni di rupie, viene interrogato e torturato dalla polizia di Mumbai, che vuole scoprire come un analfabeta, che lavora in un call center, portando il tè ai colleghi, sia riuscito a guadagnarsi il diritto di rispondere all’ultima domanda di “Who wants to be a millionaire?”.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Il perfido conduttore della trasmissione vuole vederci chiaro e teme un imbroglio: prima della ripresa della trasmissione, che porterebbe Jamal a raddoppiare la sua vincita, sbancando il montepremi, lo affida alla polizia locale, che è altrettanto sospettosa e tratta Jamal come un pericoloso terrorista islamico: <em>waterboarding</em>, scariche elettriche e interrogatori serrati.</p>
<p style="text-align:justify;">Perché Jamal “<em>conosce le risposte</em>”?</p>
<p style="text-align:justify;">E’ questo l’incipit di <em>Slumdog Millionaire</em>, l’ottavo film di Danny Boyle, discontinuo regista inglese, affermatosi con il successo di <em>Piccoli omicidi tra amici</em> e <em>Trainspotting</em> nella prima metà degli anni ’90 e poi passato a dirigere opere di genere, sempre differenti, tra cui gli interessantissimi <em>28 giorni</em> dopo e <em>Sunshine</em> ed i più deboli <em>The beach</em> e <em>Una vita meno ordinaria</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Difficile ricostruire un percorso autoriale per Boyle, le cui costanti appaiono prevalentemente stilistiche: il montaggio frenetico, la fotografia brillante di Anthony Dodd Mantle, una regia capace di invenzioni visive surreali e folgoranti ed una certa consapevole superficialità.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/slumdog-1.jpg"><img class="size-full wp-image-1294 aligncenter" title="Slumdog 1" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/slumdog-1.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Non è un caso che molti dei suoi protagonisti vivano la loro vita correndo, sempre in fuga: non fa eccezione Jamal che continua a scappare, bambino, ragazzo e poi adulto, per quasi tutto il film.</p>
<p style="text-align:justify;">Fugge dai fondamentalisti anti-islamici, dai carcerieri senza scrupoli di un orfanotrofio da incubo, scappa dalla polizia e dal fratello violento.</p>
<p style="text-align:justify;">Correndo però, Jamal finisce per perdere l’unica persona a cui davvero sia affezionato: Latika, una bambina rimasta orfana come Jamal e il fratello Salim e che ha condiviso con loro il vagabondaggio tra i rifiuti e la prigionia nell’orfanotrofio-lager.</p>
<p style="text-align:justify;">Purtroppo Latika non riesca a fuggire con i due fratelli e Jamal continuerà a cercarla, per poi perderla, lungo tutti i suoi primi diciotto anni.</p>
<p style="text-align:justify;">La sua stessa partecipazione allo show televisivo è solo un modo per mettersi in contatto con la ragazza, che ha sempre desiderato.</p>
<p style="text-align:justify;">Non è tanto importante vincere o perdere, quanto farsi riconoscere da Latika, tentare ancora una volta di sottrarla ad un destino fatto di sfruttamento e infelicità.</p>
<p style="text-align:justify;">Il film di Boyle spezza la narrazione in tanti frammenti: per ogni domanda a cui Jamal ha risposto, ci racconta un momento della sua vita, che è stato determinante per conoscere la risposta esatta.</p>
<p style="text-align:justify;">Tutta la conoscenza del protagonista viene dalla sua esperienza di strada.</p>
<p style="text-align:justify;">Jamal ripercorre così la sua infanzia: dall’assassinio della madre, all’autografo di un famoso attore di Bollywood, dalle truffe al Taj Mahal, ai palazzi della nuova Mumbai, cresciuta sulle vecchie baracche di lamiera.</p>
<p style="text-align:justify;">I flashback, sapientemente orchestrati da Boyle, in parallelo all’interrogatorio della polizia ed alle domande dello show televisivo, mantengono alta la tensione di questo racconto dall’innegabile sapore dickensiano: lotte violente tra indù e mussulmani, bimbi sperduti nelle mani di uomini senza scrupoli, ragazzi costretti a mendicare e ad imbrogliare, educati alla violenza come unica arma di riscatto sociale.</p>
<p style="text-align:justify;">In un paese pieno di contrasti e contraddizioni, di colori accesi e baraccopoli squallide, di ricchezze sfrenate e violenze disumane, spezie e luci bollywoodiane, Jamal sembra non curarsi troppo degli eventi, convinto che l’ineluttabilità del suo legame con Latika sia più forte di ogni separazione.</p>
<p style="text-align:justify;">E’ bellissimo il modo in cui Boyle racconta questa continua rincorsa tra i due protagonisti: c’è sempre qualcosa che si frappone fra di loro.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/02/slumdog-3.jpg"><img class="size-full wp-image-1296 aligncenter" title="Slumdog 3" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/02/slumdog-3.jpg" alt="" width="460" height="258" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">E l’ostacolo è sempre rappresentato visivamente: all’inizio, quando si conoscono, è la pioggia battente, che oscura la figura della piccola bambina, poi è una porta, attraverso il cui spiraglio Jamal riconosce la ragazza, divenuta una danzatrice a pagamento, poi sono le sbarre di un cancello nella casa del ricco boss della malavita e quindi un vetro smerigliato, che confonde lo sguardo e la figura.</p>
<p style="text-align:justify;">Sono infine i treni e le persone, che affollano la stazione, a frapporsi fra i due: ogni volta un ostacolo ed ogni volta lo sguardo innocente di Jamal riscopre la sua amata, come se fosse la prima volta.</p>
<p style="text-align:justify;">La riconosce tra la folla, la cerca spesso inutilmente, la salva infine dalla violenza.</p>
<p style="text-align:justify;">Perché è scritto: perché il destino guida il fato nel ricongiungere ancora una volta, come in una favola a lieto fine, i due protagonisti.</p>
<p style="text-align:justify;">Naturalmente la loro provvisoria felicità ha un prezzo.</p>
<p style="text-align:justify;">E’ il prezzo delle torture, dei tradimenti anche tra fratelli, del sangue, dell’imbroglio e della morte.</p>
<p style="text-align:justify;">La commedia nera di Boyle può sembrare infine felice, stemperata in quel balletto finale sui titoli di coda in cui tutti i personaggi danzano sulle note composte da A.R.Rahman, uno dei più famosi musicisti indiani.</p>
<p style="text-align:justify;">Il racconto di formazione del piccolo Jamal, scritto da Simon Beaufoy, da un romanzo di Vikas Swarup, <em>uninsistently make the case that the most useful intelligence, in all its forms, comes from life experience.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">La macchina da presa si trova perfettamente a proprio agio nel caos indiano, insegue i personaggi con la loro stessa ansia e velocità: fugge con loro, si riposa e poi riparte.</p>
<p style="text-align:justify;">Il montaggio alternato e l’uso sapiente del flashback nella costruzione drammatica, facilitano la naturale identificazione con il protagonista.</p>
<p style="text-align:justify;">Boyle lo sa benissimo e non si preoccupa della verosimiglianza del racconto, quanto dello stile, che prende presto il sopravvento, in questa favola sulla forza del destino e del desiderio, vecchia come il cinema, ma ancora perfettamente funzionante.</p>
<p style="text-align:justify;">Il regista, non del tutto alieno da una certa calcolata furbizia, ha fatto del realismo magico una parte fondamentale del racconto, in cui la speranza non compromette mai l’integrità dei personaggi.</p>
<p style="text-align:justify;">Boyle mette in scena la storia di Jamal e Latika <em>in the jazziest way possible, breaking things up into numerous then and now sections and making the dark elements much darker than would have benn the case in Hollywood’s prime. The Warner brothers… would have loved this story.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn2"><strong>[2]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">E naturalmente non solo loro: come ha scritto Roger Ebert, <em>a movie is about how it tells itself. [Slumdog Millionaire] is one of those miraculous entertainments that achieves its immediate goals and keeps climbing toward a higher summit</em>.<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftn3">[3]</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/02/slumdog-5.jpg"><img class="size-full wp-image-1297 aligncenter" title="Slumdog 5" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/02/slumdog-5.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<hr size="1" /><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref1">[1]</a> Todd McCarthy, Slumdog Millionaire, Variety, 13.11.2008</p>
<p><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref2">[2]</a> Kenneth Turan, Slumdog Millionaire, Los Angeles Times, 12.11.2008</p>
<p><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235d-syntaxhighlighter2.3.3#_ftnref3">[3]</a> Roger Ebert, Slumdog Millionaire, Chicago Sun-Times, 11.11.2008</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Завершилось голосование за номинантов на премию «Оскар»]]></title>
<link>http://creativizm.wordpress.com/2009/02/22/%d0%b7%d0%b0%d0%b2%d0%b5%d1%80%d1%88%d0%b8%d0%bb%d0%be%d1%81%d1%8c-%d0%b3%d0%be%d0%bb%d0%be%d1%81%d0%be%d0%b2%d0%b0%d0%bd%d0%b8%d0%b5-%d0%b7%d0%b0-%d0%bd%d0%be%d0%bc%d0%b8%d0%bd%d0%b0%d0%bd%d1%82/</link>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 11:01:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>vladkulkovsergeevich</dc:creator>
<guid>http://creativizm.wordpress.com/2009/02/22/%d0%b7%d0%b0%d0%b2%d0%b5%d1%80%d1%88%d0%b8%d0%bb%d0%be%d1%81%d1%8c-%d0%b3%d0%be%d0%bb%d0%be%d1%81%d0%be%d0%b2%d0%b0%d0%bd%d0%b8%d0%b5-%d0%b7%d0%b0-%d0%bd%d0%be%d0%bc%d0%b8%d0%bd%d0%b0%d0%bd%d1%82/</guid>
<description><![CDATA[Члены Американской киноакадемии закончили голосование за номинантов на премию «Оскар» за 2009 год. 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img src="http://pics.kinokadr.ru/photoes/2008/02/25/oscar/0.jpg" alt="" /></p>
<p>Члены Американской киноакадемии закончили голосование за номинантов на премию «Оскар» за 2009 год. 17 февраля все заполненные членами Киноакадемии бюллетени для голосования были переданы оргкомитетом «Оскара» аудиторской компании PricewaterhouseCoopers, сообщает Лента.ру со ссылкой на AFP.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Теперь аудиторам предстоит вручную обработать бюллетени и подсчитать поданные за номинантов голоса. Имена победителей будут помещены в конверты, которые откроют 22 февраля на сцене киноцентра Kodak в Лос-Анджелесе, где пройдет торжественная церемония вручения премии «Оскар».</p>
<p>По традиции, аудиторы PricewaterhouseCoopers на время обработки бюллетеней удаляются в засекреченное место и не контактируют с внешним миром. Изготавливаются два набора конвертов с именами победителей, которые доставляются к месту проведения торжественной церемонии разными маршрутами.</p>
<p>В 2009 году принять участие в выборе обладателей премии могли 5810 членов Киноакадемии. Вести 81-ю церемонию вручения премии «Оскар» будет австралийский актёр Хью Джекман.</p>
<p>Напоминаем также, что в оскаровскую ночь «Кинокадр» будет вести традиционный онлайн-комментарий церемонии вручения премий американской киноакадемии.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar 2008: Le nomination e i miei pronostici]]></title>
<link>http://missfeelgood.wordpress.com/2009/02/21/oscar-2008-le-nomination-e-i-miei-pronostici/</link>
<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 12:40:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>missfeelgood</dc:creator>
<guid>http://missfeelgood.wordpress.com/2009/02/21/oscar-2008-le-nomination-e-i-miei-pronostici/</guid>
<description><![CDATA[Evviva, siamo a meno 1 dalla per me attesissima notte degli oscar! Quest&#8217;anno più degli altri ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><strong>Evviva, siamo a meno 1 dalla per me attesissima notte degli oscar! </strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Quest&#8217;anno più degli altri anni mi sono appassionata a questo evento per via dei meravigliosi film, dei grandissimi registi e dei dotatissimi attori candidati a ricevere la luccicantissima statuetta del caro marito Oscar. </span><span style="color:#000000;">Ebbene, mi piacerebbe condividere con voi, mie affezionati 25 lettori, le nomination di quest&#8217;anno, e, perchè no, scommettere su chi vincerà o chi rimarrà deluso.</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><em>Ecco le nomination delle principali categorie, con le mie preferenze e previsioni:</em></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior film:</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> The Reader</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Il curioso caso di Benjamin Button</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Frost/Nixon: il duello</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Milk</span></p>
<p><span style="color:#000000;">The Millionaire</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Opinioni:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">The Reader, essendo uscito in questi giorni in Italia, non l&#8217;ho ancora visto, per cui non saprei com&#8217;è. Frost/Nixon mi sembra sicuramente ben fatto, e interessante, anche se non penso che Ron riuscirà ad aggiudicarsi l&#8217;Oscar, visto lo scarso interesse per la trama in un momento in cui l&#8217;America sembra voler accantonare il tema delle truffe politiche (tema invece SCOTTANTE in Italia&#8230;..). </span><span style="color:#000000;">Millionaire è stato sicuramente una rivelazione, ma temo che farà la fine di Juno l&#8217;anno scorso&#8230; Film sicuramente splendido, si era giudicato solo un Oscar (meritatissimo) per la miglior sceneggiatura originale&#8230; Staremo a vedere&#8230; </span><span style="color:#000000;">In definitiva, io credo che il ballottaggio sarà tra Milk e Benjamin Button. L&#8217;amore per Davd Fincher e per le storie impossibili mi fa tifare Benjami Button, senza ombra di dubbio</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior Regia: </span></p>
<p><span style="color:#000000;">David Fincher per Il Curioso Caso di Benjamin Button</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ron Howard per Frost/Nixon il duello</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Gus Van Sant per Milk</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Stephen Daldry per The Reader</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Danny Boyle per The Millionaire</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Opinioni</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Solo un nome ed un cognome: David Fincher. Non solo per questo capolavoro, ma per tutti gli altri che l&#8217;hanno preceduto! </span></p>
<p> </p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior Attore Protagonista</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Richard Jenkins per l&#8217;Ospite Inatteso</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Brad Pitt per Il Curioso Caso di Benjamin Button</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Frank Langella per Frost/Nixon</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mickey Rourke per The Wrestler</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sean Penn per Milk</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Opinioni:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Adoro Sean Penn, e di certo vincerà lui, ma secondo me, quest&#8221;anno, l&#8217;Oscar se lo merita Brad&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior Attrice Protagonista</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Angelina Jolie per Changeling</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Kate Winslet per The Reader</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Melissa Leo per Frozen River</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Meryl Streep per Il dubbio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Anne Hathaway per Il matrimonio di Rachel</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color:#000000;">Opinioni:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Di certo sarebbe meritatissimo un oscar per meryl Streep, la donna più candidata della storia alla statuetta, sia per la freschezza con cui ha recitato in Mamma mia sia per l&#8217;austerità trasmessa con Il dubbio. </span><span style="color:#000000;">Tifo però per Angelina perchè l&#8217;ho rivalutata moltissimo, e mi piacerebbe davvero che regalasse una statuetta allo Zio Clint per un film strappalacrime ma di certo intenso.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior Attore non protagonista </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Josh Brolin per Milk</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Robert Downey Jr per Tropic Thunder</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Michael Shannon per Revolutionary Road</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Philip Seymour Hoffman per Il dubbio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Heath Ledger per Il Cavaliere Oscuro</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Opinioni:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ritengo che questa sia la categoria più combattuta di questa edizione. Tanto si è detto e tanto si dirà delle candidatura di Heath Ledger, per cui mi sembra giusto, senza troppi giri di parole, dire la mia. Heath è stato sicuramente un attore straordinario, a mio avviso il miglior Joker mai interpretato, nonostante si trovasse jack Nicholson come secondo termine di paragone. Di certo, se fosse stato in vita, sarebbe stato il vincitore dell&#8217;Oscar, del mio, quantomeno. </span><span style="color:#000000;">Il fatto è che la morte non è trascurabile. Sarebbe piaciuto tantissimo anche a me se avesse vinto&#8230; Però ormai lui non c&#8217;è più, e rimane solo una stella al suo posto. </span><span style="color:#000000;">Stella che secondo me avrebbe dovuto essere onorata con un Oscar alla memoria, come a significare &#8220;Heath, ci ricordiamo di te, e della tua passione, della tua bravura, e della ua interpretazione&#8221;. Ritengo l&#8217;Oscar alla memoria più importante e dignitoso di un Oscar tradizionale, dato forse anche per farsi vedere addolorati per una morte che tutto sommato non li tange più di tanto. </span><span style="color:#000000;">Tutti gli attori secondo me sono degli ottimi candidati. Si vedrà!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Miglior Attrice non protagonista</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Amy Adams per Il dubbio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Viola Davis per Il dubbio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Penélope Cruz per Vicky Cristina Barcelona</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Marisa Tomei per The Wrestler</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Taraji P. Henson per il Curioso Caso di Benjamin Button</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">Opinioni:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Non avendo visto Il dubbio, non so bene cosa dire delle due attrici di questo film. Sicuramente Penelope ha dato una grandissima prova di recitazione nel film di Woody, film per altro non tra i migliori del genio Allen. Bravissima e amorevole anche la Henson, che ha saputo commuovere ed al tempo stesso far sorridere&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Queste le principali categorie e candidature&#8230;</strong></span><span style="color:#000000;"><strong>Che dire, aspetto con ansia la prossima notte, nell&#8217;attesa di conoscere i vincitori di questa edizione!!</strong> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il curioso caso di Benjamin Button]]></title>
<link>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/02/15/il-curioso-caso-di-benjamin-button/</link>
<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 17:55:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Albanese</dc:creator>
<guid>http://stanzedicinema.wordpress.com/2009/02/15/il-curioso-caso-di-benjamin-button/</guid>
<description><![CDATA[“My mother was diagnosed with cancer just approximately the same time I started writing [the script]]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-1.jpg"></a><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-loc-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1283 aligncenter" title="Benjamin Button LOC 2" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-loc-2.jpg" alt="" width="460" height="690" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>“My mother was diagnosed with cancer just approximately the same time I started writing [the script] and she died not long afterwards. And then my dad died a couple years after that, but I was still working on it. In other words, it probably made me &#8211; unfortunately &#8211; a better writer. You have to deal with your feelings while you&#8217;re doing things but I think you do that anyway, whether or not there are tragedies. I think good writing comes out of it even if you&#8217;re not writing about [the tragedy], per se.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>I think this might be my most personal movie. It&#8217;s about as close as you can get to me.”</em></p>
<p style="text-align:right;">Eric Roth, 2008<em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;</em><em>I thought of [Benjamin] as an extraordinary man in very ordinary circumstances. I don&#8217;t know how much an audience can relate to a guy who&#8217;s aging backwards that ends up looking like Brad Pitt. My whole thing from the beginning has been that it&#8217;s not high concept</em><em>.”</em></p>
<p style="text-align:right;">David Fincher, 2008</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Francis Scott Fitzgerald scrisse, nel 1922, il racconto intitolato The curious case of Benjamin Button, su un uomo la cui vita scorreva miracolosamente al contrario, dalla precoce vecchiaia sino alla fatale infanzia, era stato ispirato da una riflessione di Mark Twain, secondo cui era un peccato che la parte migliore della vita fosse concentrata nei primi inconsapevoli anni e non in quelli della maturità, quando le esperienze e la saggezza avrebbero consentito di goderne appieno.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">L’espediente narrativo di Fitzgerald è ripreso dalla sceneggiatura di Eric Roth, che ha però ambizioni del tutto differenti, nel costruire un racconto dalle proporzioni epiche sulla perdita e l’abbandono.</p>
<p style="text-align:justify;">David Fincher poteva sembrare poco adatto a mettere in scena una storia così malinconica, eppure la sua forza ed il suo talento purissimo hanno evitato che il film scivolasse verso un romanticismo di maniera.</p>
<p style="text-align:justify;">The curious case of Benjamin Button comincia nel presente, a New Orleans, in una sala d’ospedale, dove un’anziana donna in fin di vita, Daisy, chiede alla figlia Caroline di leggerle le pagine di un diario ricevuto molti anni prima e rimasto chiuso, sino a quel momento.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-9.jpg"><img class="size-full wp-image-1287 aligncenter" title="Benjamin Button 9" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-9.jpg" alt="" width="460" height="308" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Fuori, l’uragano Katrina minaccia di travolgere tutto, ma saranno le vite di Daisy e Caroline a venire sconvolte dalla lettura di quelle pagine.</p>
<p style="text-align:justify;">Il diario racconta la storia di Benjamin Button, nato a New Orleans, con l’apparenza rugosa e le malattie tipiche di un anziano di circa ottant’anni, la sera dell’armistizio, che pose fine alla Grande Guerra.</p>
<p style="text-align:justify;">La madre morirà nel darlo alla luce ed il padre, impaurito al solo vederlo, lo  abbandonerà sulle scale di un ospizio, dove viene trovato ed adottato dalla giovane governante Queenie.</p>
<p style="text-align:justify;">Nonostante la profezia di un medico, che riteneva imminente la morte del piccolo, Benjamin avrà invece l’opportunità di crescere in una condizione straordinaria.</p>
<p style="text-align:justify;">Mentre le persone anziane dell’ospizio, pian piano abbandoneranno la vita terrena, Benjamin diventerà ogni giorno più giovane, comincerà a camminare, a suonare il pianoforte ed a leggere.</p>
<p style="text-align:justify;">Dodici anni dopo la sua nascita, all’età apparente di 70 anni, l’incontro con Daisy &#8211; una bambina dai capelli rossi, passata a trovare la nonna, ospite della casa di riposo di Queenie &#8211; cambierà la sua vita per sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Abbandonata New Orleans, per imbarcarsi su una nave da rimorchio, scoprirà le gioie dell’alcool e delle donne in una casa di piacere e si innamorerà della moglie di un diplomatico inglese a Murmansk.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo scoppio della Seconda Guerra Mondiale lo vedrà partecipare agli scontri, proprio sul rimorchiatore, in una sequenza di straordinario impatto visivo e prodigiosa originalità.</p>
<p style="text-align:justify;">Ritornato sano e salvo a New Orleans, apparentemente ringiovanito cinquantenne, in realtà neppure trentenne, incontrerà nuovamente Daisy, solo per perderla ancora, in una continua rincorsa tra la Louisiana, New York e Parigi, dove la giovane ragazza si esibisce come ballerina di danza classica.</p>
<p style="text-align:justify;">Ci vorranno ancora molti anni ed un drammatico incidente, raccontato da Fincher con un’iperbole narrativa di rara bellezza, perché Benjamin e Daisy possano superare le onde di un destino, che li vuole perennemente fuori sincrono.</p>
<p style="text-align:justify;">Si incontreranno nell’età di mezzo, vivranno momenti felici e spensierati, avranno una figlia e divideranno un appartamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Ma la felicità spensierata delle corse in moto e dei momenti di intimità durerà poco.</p>
<p style="text-align:justify;">Le responsabilità di essere padre e marito si scontreranno con l’ineluttabilità del destino Benjamin, un adulto nel corpo di un ragazzino.</p>
<p style="text-align:justify;">Raccontare di più sarebbe un peccato.</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-5.jpg"><img class="size-full wp-image-1284 aligncenter" title="Benjamin button 5" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-5.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">David Fincher, al suo settimo lungometraggio, ha realizzato probabilmente il suo film più forte e sincero.</p>
<p style="text-align:justify;">La capacità straordinaria con cui giustappone elementi magici e realismo, lo avvicinano ai grandi sudamericani, da Borges a Garcia Marquez.</p>
<p style="text-align:justify;">L’uso intensivo degli effetti speciali computerizzati, raramente è stato così sapiente e adeguato.</p>
<p style="text-align:justify;">Un film di una bellezza triste, che rintocca come quell’orologio che si vede all’inizio, perfettamente decorato, ma che funziona al contrario, nel vano tentativo di riportare in vita i figli perduti nelle trincee della Marne.</p>
<p style="text-align:justify;">Benjamin è interpretato da Brad Pitt, dall’inizio sin quasi all’ultima scena, in un arco temporale, che neppure il Welles di Quarto potere aveva osato interpretare.</p>
<p style="text-align:justify;">Naturalmente gli effetti digitali ed il make-up hanno reso possibile questa sfida titanica, ma il trionfo di Fincher non è puramente tecnico: risiede invece nella capacità di mantenere, nel corso delle quasi tre ore di durata, un grande equilibrio narrativo.</p>
<p style="text-align:justify;">I rari detrattori del film hanno lamentato un certa freddezza di fondo e l’incapacità di identificarsi pienamente con il personaggio di Benjamin.</p>
<p style="text-align:justify;">A me sembra che entrambi gli elementi valorizzino il percorso coraggioso intrapreso da Roth e da Fincher, insieme a Brad Pitt.</p>
<p style="text-align:justify;">La scelta di fare del personaggio di Daisy il cuore emozionale del film è evidente sin dalle prime scene.</p>
<p style="text-align:justify;">E’ lei che ci trasporta nella storia di Benjamin ed è lei che nell’ultima parte del film si fa carico della sua eredità morale.</p>
<p style="text-align:justify;">Roth ha fatto del protagonista un altro personaggio guidato dalla particolarità della propria condizione umana e Fincher ha evitato che il sentimentalismo ed un troppo forte coinvolgimento storico rovinassero la sua affascinante parabola.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto all’interpretazione di Brad Pitt, è vero che l’attore ultimamente sembra più interessato alle sfumature dell’apparenza, che alle dinamiche espressive, ma è in fondo la condizione particolarissima di Benjamin ad imporlo, in questo film: un personaggio che è contemporaneamente saggio ed innocente, anziano ed inesperto, giovane e meditativo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1286   aligncenter" title="Benjamin Button 1" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-11.jpg" alt="" width="460" height="308" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Even though Mr.Pitt’s coolness is a perfectly defensible approach to this character, his elusiveness, from film to the next, is starting to look more defensive than daring. His recent performances have been devoted mainly to the study of his own magnetism… but he will only be a great one if he risks breaking himself open on screen…<a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Ma forse la verità è che il mistero di Benjamin Button, il segreto di una vita tanto straordinaria, rimane inaccessibile.</p>
<p style="text-align:justify;">Non ci sono facili scorciatoie drammatiche e neppure spiegazioni semplicistiche.</p>
<p style="text-align:justify;">Ed allora l’interpretazione in chiaroscuro di Pitt si incarica di rappresentare tutta l’ambiguità e la tragica malinconia di un uomo che non è mai a suo agio nei suoi panni, di un personaggio destinato a perdere precocemente le persone care e ad abbandonare la propria famiglia, prima di diventare un bambino senescente.</p>
<p style="text-align:justify;">Al regista di Zodiac, Fight Club e Seven interessano evidentemente i labirinti, quelli formali e quelli narrativi, non le facili vie d’uscita drammaturgiche.</p>
<p style="text-align:justify;">Audace, grandioso racconto sulla dolorosa accettazione della perdita, come parte integrante dell’esperienza affettiva, The curious case of Benjamin Button è un prodigio di interpretazioni e contributi tecnici.</p>
<p style="text-align:justify;">Cate Blanchett è il centro emotivo del film ed il suo respiro profondo: la sua performance è come sempre entusiasmante, per capacità mimetica e forza interpretativa.</p>
<p style="text-align:justify;">Taraji P. Henson nella parte di Queenie e Tilda Swinton in quella di Elizabeth sono altrettanto preziose e donano ai loro personaggi un’umanità sincera ed appassionata.</p>
<p style="text-align:justify;">La fotografia digitale di Claudio Miranda &#8211; alla sua prima prova importante come direttore &#8211; utilizza spesso una notevole profondità di campo, che valorizza il lavoro dello scenografo Donald Graham Burt ed unisce sapientemente le elaborazioni della post-produzione con le performance degli attori, utilizzando dominati legate ai colori della terra, che donano al film la sua aura magica.</p>
<p style="text-align:justify;">La colonna sonora di Alexandre Desplat è straordinariamente evocativa e segna sapientemente il passaggio degli anni, in una storia che si articola lungo l’intero arco del XX secolo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ma la sfida di Fincher e Roth è vinta soprattutto nell’eccezionalità di un racconto che parla di sentimenti assoluti, che segnano l’esperienza comune.</p>
<p style="text-align:justify;">L’espediente narrativo e gli struggenti ‘brevi incontri’ tra Benjamin e Daisy, servono a rendere universale questa malinconica meditazione sulla mortalità, sul passaggio inesorabile del tempo e sulla dolcezza effimera dell’amore, appena prima che l’uragano Katrina, in procinto di abbattersi sull’ospedale di New Orleans, dove giace l’anziana Daisy, travolga per sempre il ricordo di un amore impossibile e del curioso caso di Benjamin Button.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-3.jpg"><img class="size-full wp-image-1288 aligncenter" title="Benjamin button 3" src="http://stanzedicinema.wordpress.com/files/2009/11/benjamin-button-3.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a></p>
<hr size="1" /><a href="http://stanzedicinema.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> A.O.Scott, It’s the age of a child who grows from a man, New York Times, 25.12.2008</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[hoje eu tive um sonho estranho...num trem...]]></title>
<link>http://zamziboom.wordpress.com/2009/02/04/hoje-eu-tive-um-sonho-estranhonum-trem/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:40:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>juju</dc:creator>
<guid>http://zamziboom.wordpress.com/2009/02/04/hoje-eu-tive-um-sonho-estranhonum-trem/</guid>
<description><![CDATA[uma estranha                 viagem &#8230; um trem que parte de 1930 e chega &#8230;onde ???       ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1>uma estranha</h1>
<h1><span style="color:#ff99cc;">                <span style="color:#ff00ff;">viagem &#8230;</span></span></h1>
<p><strong>um trem que parte de 1930 e chega &#8230;onde ???</strong></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VDUG71JU8SE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/VDUG71JU8SE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p><strong>na noite seguinte&#8230;.a estória-sonho continua.</strong></p>
<p><strong>como vai acabar isso ???</strong></p>
<p> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nN5hda1WzPQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/nN5hda1WzPQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p><span class="description"><span style="color:#ff00ff;">MADAME TUTLI &#8211; PUTLI              </span></span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><span class="description">OSCAR 2008 </span><span class="description"> NOMINATED FILM </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[hoje eu tive um sonho estranho...num trem...]]></title>
<link>http://juliana96.wordpress.com/2009/02/04/hoje-eu-tive-um-sonho-estranhonum-trem/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:40:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>juju</dc:creator>
<guid>http://juliana96.wordpress.com/2009/02/04/hoje-eu-tive-um-sonho-estranhonum-trem/</guid>
<description><![CDATA[uma estranha                 viagem &#8230; um trem que parte de 1930 e chega &#8230;onde ???     na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[uma estranha                 viagem &#8230; um trem que parte de 1930 e chega &#8230;onde ???     na]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Slumdog Millionaire]]></title>
<link>http://nounoutz.wordpress.com/2009/01/27/slumdog-millionaire/</link>
<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 12:17:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>osukka</dc:creator>
<guid>http://nounoutz.wordpress.com/2009/01/27/slumdog-millionaire/</guid>
<description><![CDATA[Fara doar si poate ati auzit de acest film care a facut rapid inconjorul lumii. Recent a fost nomina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fara doar si poate ati auzit de acest film care a facut rapid inconjorul lumii. Recent a fost nominalizat si la Oscar devenind unul dintre filmele anului 2008. Categoria in care se incadreaza filmul este Crime / Drama / Romance, el oferindu-ne o poveste incredibila a unui tanar baiat orfan care a trait toata viata in cartierele sarace din Mumbay.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-14" title="Slumdog Millionaire poster" src="http://nounoutz.wordpress.com/files/2009/01/2968978540_b3a8f207bc.jpg" alt="Slumdog Millionaire poster" width="338" height="500" /></p>
<p>Fiind pe cale sa devina castigatorul concursului indian &#8220;Cine vrea sa devina milionar&#8221;, al carui premiu este de 20 milioane de rupii, el este arestat si acuzat ca triseaza la joc. Dorind sa isi dovedeasca nevinovatia el incepe sa le spuna anchetatorilor povestea vietii lui intr-unul dintre cartierele cele mai sarace din India, dezvaluind astfel cum si in ce imprejurari a ajuns sa cunoasca raspunsurile la intrebarile din joc. El povesteste despre viata din cartier, despre gasti, despre Latika, fata de care a fost indragostit si pe care a pierdut-o, fiecare capitol din viata lui fiind o sursa de indicii care l-au ajutat sa raspunda corect la intrebarile din joc.<br />
<a href="http://www.mediafire.com/?ynweyuzwddd"><br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indians Love Pointless Protests Too!]]></title>
<link>http://theundernews.com/2009/01/25/indians-love-pointless-protests-too/</link>
<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 21:09:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>undernews</dc:creator>
<guid>http://theundernews.com/2009/01/25/indians-love-pointless-protests-too/</guid>
<description><![CDATA[In another example of the Americanification of foreign values, Mumbai slum residents have been spott]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>In another example of the Americanification of foreign values, Mumbai slum residents have been spotted protesting the new film, &#8220;Slumdog Millionaire.&#8221;  The protesters were keen to offer such biting criticism of the film&#8217;s title as, &#8220;I am poor, but don&#8217;t call me slumdog.&#8221;</p>
<p>Of course, UnderNews has no problem with humans expressing their views through protest (this is an important albeit highly annoying part of being a free human), but it seems that protests as trivial as the title of a film seem to be a very American thing.</p>
<p><em>So Dear India,</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><em>Hollywood is happy to make a rags-to-riches story both inspired by and acted out by your people. Americans will be happy to gain a new appreciation for slum life, and maybe to glimpse &#8220;the other side&#8221; whether it be of the globe, or of the poverty line, which we all soon will live under with you. We understand that the American life might seem glamorous, but please, </em><em>please, don&#8217;t take after us. We&#8217;re the kind of people who chain themselves up to trees in order to prevent schools from being built. We&#8217;re the kind of people who abandon their 17 year old kids at orphanages. We can&#8217;t make up our minds about abortion, gays, or religion, and we have the highest percentage of creationists in the world.</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><em>So please India,</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><em>Protests slums, protest poverty,</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><em>But leave protesting movie titles to Americans who have nothing better to do except eat.</em></p>
<p><em>UnderNews</em></p>
<p><em></em></p>
<h3 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><em></em><em><img class="size-full wp-image-318" title="60653695" src="http://undernews.wordpress.com/files/2009/01/60653695.jpeg" alt="Pointless Protest" width="500" height="375" /></em> </dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em></em><em>Pointless Protest</em> </dd>
</dl>
</h3>
<p><em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Oscar al mejor largometraje de animación es para ...]]></title>
<link>http://jordialonso.wordpress.com/2009/01/24/el-oscar-al-mejor-largometraje-de-animacion-es-para/</link>
<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 23:16:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>jalonso</dc:creator>
<guid>http://jordialonso.wordpress.com/2009/01/24/el-oscar-al-mejor-largometraje-de-animacion-es-para/</guid>
<description><![CDATA[Hoy me ha llegado un email de un amigo, con una reflexión muy interesante sobre las películas candid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy me ha llegado un email de un amigo, con una reflexión muy interesante sobre las películas candidatas al Oscar de de mejor largometraje de animación, que son:</p>
<ul>
<li>Wall-e de Pixar</li>
<li>Kung Fu Panda de DreamWorks</li>
<li>Bolt de Walt Disney</li>
</ul>
<p>Parece que tendría que ganar <em>Wall-e</em> de calle, pero, ¿para quién es mejor?<br />
Lo que está claro es que para los niños, la que tiene que ganar de calle es <em>Bolt</em>.<br />
La explicación que dan: en <em>Kung-Fu Panda</em> el bueno es un oso panda gordinflón, en <em>Wall-e</em> es un robot muy simpático, pero es que en <em>Bolt</em> hay un perrito genial, y la niña es ¡<strong>Miley Cyrus</strong> (o sea Hannah Montana)!<br />
Técnicamente las tres son un prodigio técnico y artístico, así que la decisión está en el punto de vista desde el que se quiere dar el premio. A mi de <em>Wall-e</em> me chirría un poco la parte de la nave espacial con los humanos, pero la parte inicial de la película en la Tierra es de lo mejor que se ha hecho nunca.<br />
<em>Kung-Fu Panda</em> tiene mucho de clásico de animación, con pocos puntos débiles (quizás los topicazos del guión y diálogos sean lo peor), pero hay secuencias realmente memorables (la fuga del malvado de su reclusión es la que me viene a la cabeza).<br />
<em>Bolt</em> tiene en su haber que se ha hecho desde el principio pensando en exhibición 3D y además se ha hecho de forma excelente. El ritmo de la película es trepidante, y la evolución del personaje central (Bolt), cómo aprende de la vida dura, el papel de educador de la gata de ojos verdes y por encima de todos el hámster, que es para mi el mejor personaje que se ha hecho en los últimos años, dan a este largometraje de Disney muchos puntos a favor.<br />
Creo que con la cabeza deberíamos votar a <em>Wall-e</em>, pero con el corazón sin duda el voto sería para <em>Bolt</em>. Veremos cuál será el ganador en unos pocos días. ¿Quieres opinar? ¡Da tu opinión respondiendo a este artículo!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar 2008/2009: Depoimentos dos indicados]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/23/oscar-20082009-depoimentos-dos-indicados/</link>
<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 14:20:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/23/oscar-20082009-depoimentos-dos-indicados/</guid>
<description><![CDATA[Taraji Henson, indicada ao Oscar de Melhor Atriz CoadjuvanteDo Globo Online: Alguns atores e atrizes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><div id="attachment_8320" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://cinemagia.files.wordpress.com/2009/01/taraji_henson.jpg"><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/taraji_henson.jpg" alt="Taraji Henson, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante" title="taraji_henson" width="180" class="size-full wp-image-8320" /></a><p class="wp-caption-text">Taraji Henson, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante</p></div>Do Globo Online:</p>
<blockquote><p>Alguns atores e atrizes indicados ao Oscar na manhã desta quinta-feira reagiram com uma saraivada de adjetivos à notícia de que podem levar a estatueta para casa. Estrela do filme com 13 indicações, &#8220;O curioso caso de Benjamin Button&#8221;, Brad Pitt afirmou que era &#8220;uma grande honra para o filme&#8221;. E acrescentou: Estou especialmente feliz por David Fincher [diretor], porque sem ele não haveria Benjamin Button,&#8221; disse ele, indicado pela última vez em 1996 por &#8220;Os 12 macacos&#8221;.</p>
<p>Angelina Jolie, indicada por &#8220;A troca&#8221;, disse que era &#8220;um privilégio acima de qualquer expectativa&#8221;. &#8220;Foi um ano excepcional para os atores e estou honrada de estar na companhia deste elenco cuja performance merece este reconhecimento,&#8221; disse ela e acrescentou que trabalhar sob a direção de Clint Eastwood era uma &#8220;recompensa a ser guardada para o resto da vida&#8221;.</p>
<p>A revista &#8220;People&#8221; ouviu outros indicados. Anne Hathaway, indicada como melhor atriz por &#8220;Noivas em guerra&#8221; se disse honrada por estar na companhia de &#8220;mulheres admiráveis&#8221;. E acrescentou: &#8220;Estava com meus pais e meu cachorro e todos comemoramos muito, embora eu suspeite que meu cachorro não tivesse a mínima idéia do que estava acontecendo. É um grande dia para ser uma atriz.&#8221;</p>
<p><!--more [Leia mais depoimentos clicando aqui] -->Marisa Tomei, indicada como coadjuvante por &#8220;O lutador,&#8221; foi diplomática ao elogiar primeiro a indicação de Mickey Rourke, protagonista do longa, para depois cair no deslumbre: &#8220;Estou honrada em ser indicada para um filme do qual me orgulho e de ser indicada com este maravilhoso e talentoso grupo de mulheres. Foi uma honra trabalhar com Darren (Aronofsky, o diretor] e o restante do elenco e da equipe,&#8221; disse ela.</p>
<p>Viola Davis, indicada como coadjuvante por &#8220;A dúvida&#8221;, contou que esperou o anúncio das indicações muito tensa. Eu estava ao lado do meu marido e do meu assessor de imprensa, eles com taças de champanhe nas mãos e eu agarrada ao meu marido. Quando sai a indicação eu gritei como nunca. Senti como se meu maior sonho se tornasse realidade,&#8221; contou. Taraji Henson, indicada a atriz coadjuvante por &#8220;O curioso caso de Benjamin Button&#8221; contou que estava no maior sono embalado a Pinot Noir quando o telefone tocou às cinco e meia da manhã e ela já acordou comemorando. &#8220;Eu espero que meu trabalho alcance, comova e inspire as pessoas. Não entro nessa de prêmios, é apenas a cobertura do bolo (risos) mas, ao mesmo tempo, é a maior honraria para o que faço nesta indústria. Não tem jeito, pelo resto de minha carreira serei conhecida como atriz indicada ao Oscar,&#8221; disse ela.</p>
<p>Kate Winslet, melhor atriz por &#8220;O leitor&#8221; se disse &#8220;extremamente feliz e honrada&#8221; pela indicação pelo papel de Hanna Schmitz, que chamou de &#8220;um dos maiores desafios com que já foi abençoada&#8221;.</p></blockquote>
<p>A matéria foi <a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/22/atores-atrizes-comemoram-as-indicacoes-ao-oscar-754098525.asp">encontrada aqui</a>. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar 2008/2009: Resumo das Indicações]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/22/oscar-20082009-resumo-das-indicacoes/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 14:47:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/22/oscar-20082009-resumo-das-indicacoes/</guid>
<description><![CDATA[Se eu não tiver errado as contas&#8230; OSCAR 2008/2009, por número de indicações (exceto documentár]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/oscarnom.jpg" alt="oscarnom" title="oscarnom" width="100" class="alignright size-full wp-image-8261" />Se eu não tiver errado as contas&#8230;</p>
<p><strong>OSCAR 2008/2009, por número de indicações<br />
(exceto documentários e curtas):</strong></p>
<blockquote><p>- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/21/resenhas-o-curioso-caso-de-benjamin-button/">O Curioso Caso de Benjamin Button</a>&#8221; = 13<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; = 10<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/07/20/resenhas-batman-o-cavaleiro-das-trevas/">Batman, O Cavaleiro das Trevas</a>&#8221; = 8<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; = 8<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/07/02/resenhas-wall-e/">WALL-E</a>&#8221; = 6<br />
- &#8220;Dúvida&#8221; = 5<br />
- &#8220;Frost/Nixon&#8221; = 5<br />
- &#8220;O Leitor&#8221; = 5<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/11/resenhas-a-troca/">A Troca</a>&#8221; = 3<br />
- &#8220;Foi Apenas um Sonho&#8221; = 3<br />
- &#8220;A Duquesa&#8221; = 2<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/05/02/homem-de-ferro/">Homem de Ferro</a>&#8221; = 2<br />
- &#8220;O Lutador&#8221; = 2<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/08/26/resenhas-o-procurado/">O Procurado</a>&#8221; = 2<br />
- &#8220;Rio Congelado&#8221; = 2<br />
- &#8220;Austrália&#8221; = 1<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/09/resenhas-bolt-supercao/">Bolt &#8211; Supercão</a>&#8221; = 1<br />
- &#8220;Defiance&#8221; = 1<br />
- &#8220;Departures&#8221;, Japão = 1<br />
- &#8220;Der Baader Meinhof Komplex&#8221;, Alemanha = 1<br />
- &#8220;Entre les Murs&#8221; = 1<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/09/10/resenhas-hellboy-2-o-exercito-dourado/">Hellboy II &#8211; O Exército Dourado</a>&#8221; = 1<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/07/07/resenha-kung-fu-panda/">Kung Fu Panda</a>&#8221; = 1<br />
- &#8220;Na Mira do Chefe&#8221; = 1<br />
- &#8220;O Casamento de Rachel&#8221; = 1<br />
- &#8220;Revanche&#8221;, Áustria = 1<br />
- &#8220;Simplesmente Feliz&#8221; = 1<br />
- &#8220;The Visitor&#8221; = 1<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/09/01/resenhas-trovao-tropical/">Trovão Tropical</a>&#8221; = 1<br />
- &#8220;Valsa com Bashir&#8221; = 1<br />
- &#8220;<a href="http://cinemagia.wordpress.com/2008/11/19/resenhas-vicky-cristina-barcelona/">Vicky Cristina Barcelona</a>&#8221; = 1</p></blockquote>
<p>Veja a lista completa de indicados <a href="http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/22/oscar-20082009-indicados/">clicando aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar 2008/2009: Indicados]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/22/oscar-20082009-indicados/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 13:58:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2009/01/22/oscar-20082009-indicados/</guid>
<description><![CDATA[Abaixo, a lista de indicados para a cerimônia de 2009 do Oscar: Melhor Filme: - &#8220;O Curioso Cas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Abaixo, a lista de indicados para a cerimônia de 2009 do Oscar:</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/benjamin_button_cartaz.jpg" alt="benjamin_button_cartaz" title="benjamin_button_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8235" /><strong>Melhor Filme:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (de David Fincher)<br />
- &#8220;Frost/Nixon&#8221; (de Ron Howard)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (de Gus Van Sant)<br />
- &#8220;O Leitor&#8221; (de Stephen Daldry)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (de Danny Boyle)</p>
<p><strong>Melhor Diretor:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (David Fincher)<br />
- &#8220;Frost/Nixon&#8221; (Ron Howard)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (Gus Van Sant)<br />
- &#8220;O Leitor&#8221; (Stephen Daldry)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (Danny Boyle)</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/a_troca_cartaz.jpg" alt="a_troca_cartaz" title="a_troca_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8057" /><strong>Melhor Atriz:</strong></p>
<p>- Anne Hathaway (&#8220;O Casamento de Rachel&#8221;)<br />
- Angelina Jolie (&#8220;A Troca&#8221;)<br />
- Melissa Leo (&#8220;Rio Congelado&#8221;)<br />
- Meryl Streep (&#8220;Dúvida&#8221;)<br />
- Kate Winslet (&#8220;O Leitor&#8221;)</p>
<p><strong>Melhor Ator:</strong></p>
<p>- Richard Jenkins (&#8220;The Visitor&#8221;)<br />
- Frank Langella (&#8220;Frost/Nixon&#8221;)<br />
- Sean Penn (&#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221;)<br />
- Brad Pitt (&#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221;)<br />
- Mickey Rourke (&#8220;O Lutador&#8221;)</p>
<p><!--more [Veja a lista completa clicando aqui] --><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/11/vicky_cristina_barcelona_cartaz.jpg" alt="vicky_cristina_barcelona_cartaz" title="vicky_cristina_barcelona_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-6576" /><strong>Melhor Atriz Coadjuvante:</strong></p>
<p>- Amy Adams (&#8220;Dúvida&#8221;)<br />
- Penélope Cruz (&#8220;Vicky Cristina Barcelona&#8221;)<br />
- Viola Davis (&#8220;Dúvida&#8221;)<br />
- Taraji P. Henson (&#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221;)<br />
- Marisa Tomei (&#8220;O Lutador&#8221;)</p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante:</strong></p>
<p>- Josh Brolin (&#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221;)<br />
- Robert Downey Jr. (&#8220;Trovão Tropical&#8221;)<br />
- Philip Seymour Hoffman (&#8220;Dúvida&#8221;)<br />
- Heath Ledger (&#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221;)<br />
- Michael Shannon (&#8220;Foi Apenas um Sonho&#8221;)</p>
<p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/07/walle_cartaz.jpg" align="right" width="110"><strong>Melhor Roteiro Original:</strong></p>
<p>- &#8220;Rio Congelado&#8221; (Courtney Hunt)<br />
- &#8220;Simplesmente Feliz&#8221; (Mike Leigh)<br />
- &#8220;Na Mira do Chefe&#8221; (Martin McDonagh)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (Dustin Lance Black)<br />
- &#8220;WALL-E&#8221; (Andrew Stanton e Jim Reardon)</p>
<p><strong>Melhor Roteiro Adaptado:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Eric Roth)<br />
- &#8220;Dúvida&#8221; (John Patrick Shanley)<br />
- &#8220;Frost/Nixon&#8221; (Peter Morgan)<br />
- &#8220;O Leitor&#8221; (David Hare)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (Simon Beaufoy)</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/valsa_com_bashir_cartaz.jpg" alt="valsa_com_bashir_cartaz" title="valsa_com_bashir_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8269" /><strong>Melhor Filme Estrangeiro:</strong></p>
<p>- &#8220;Der Baader Meinhof Komplex&#8221; (&#8220;The Baader Meinhof Complex&#8221;), Alemanha (Uli Edel)<br />
- &#8220;Entre les Murs&#8221; (&#8220;The Class&#8221;), França (Laurent Cantet)<br />
- &#8220;Okuribito&#8221; (&#8220;Departures&#8221;), Japão (Yojiro Takita)<br />
- &#8220;Revanche&#8221;, Áustria (Götz Spielmann)<br />
- &#8220;Valsa com Bashir&#8221;, Israel (Ari Folman)</p>
<p><strong>Melhor Filme de Animação:</strong></p>
<p>- &#8220;Bolt &#8211; Supercão&#8221; (Byron Howard e Chris Williams)<br />
- &#8220;Kung Fu Panda&#8221; (Mark Osborne e John Stevenson)<br />
- &#8220;WALL-E&#8221; (Andrew Stanton)</p>
<p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/07/the_dark_knight_cartaz.jpg" align="right" width="110"><strong>Melhor Edição (Montagem):</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Kirk Baxter e Angus Wall)<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221; (Lee Smith)<br />
- &#8220;Frost/Nixon&#8221; (Daniel P. Hill e Mike Hill)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (Elliot Graham e Gus Van Sant)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (Chris Dickens)</p>
<p><strong>Melhor Fotografia:</strong></p>
<p>- &#8220;A Troca&#8221; (Tom Stern)<br />
- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Claudio Miranda)<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221; (Wally Pfister)<br />
- &#8220;O Leitor&#8221; (Chris Menges e Roger Deakins)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (Anthony Dod Mantle)</p>
<p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/07/hellboy_2_cartaz.jpg" align="right" width="110"><strong>Melhor Maquiagem:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221;<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221;<br />
- &#8220;Hellboy II &#8211; O Exército Dourado&#8221;</p>
<p><strong>Melhor Direção de Arte:</strong></p>
<p>- &#8220;A Troca&#8221; (James Murakami e Gary Fettis)<br />
- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Donald Graham Burt e Victor J. Zolfo)<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221; (Nathan Crowley e Peter Lando)<br />
- &#8220;A Duquesa&#8221;<br />
- &#8220;Foi Apenas um Sonho&#8221; (Kristi Zea e Debra Schutt)</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/a_duquesa_cartaz.jpg" alt="a_duquesa_cartaz" title="a_duquesa_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8287" /><strong>Melhor Figurino:</strong></p>
<p>- &#8220;Austrália&#8221; (Catherine Martin)<br />
- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Jacqueline West)<br />
- &#8220;A Duquesa&#8221; (Michael O’Connor)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (Danny Glicker)<br />
- &#8220;Foi Apenas um Sonho&#8221; (Albert Wolsky)</p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221; (Alexandre Desplat)<br />
- &#8220;Defiance&#8221; (James Newton Howard)<br />
- &#8220;Milk &#8211; A Voz da Igualdade&#8221; (Danny Elfman)<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221; (A.R. Rahman)<br />
- &#8220;WALL-E&#8221; (Thomas Newman)</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/australia_cartaz.jpg" alt="australia_cartaz" title="australia_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8288" /><strong>Melhor Canção Original:</strong></p>
<p>- &#8220;Down to Earth&#8221;, de &#8220;WALL-E&#8221;<br />
- &#8220;Jai Ho&#8221;, de &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221;<br />
- &#8220;O Saya&#8221;, de &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221;</p>
<p><strong>Melhor Efeitos Visuais:</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221;<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221;<br />
- &#8220;Homem de Ferro&#8221;</p>
<p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/08/o_procurado_cartaz.jpg" align="right" width="110"><strong>Melhor Som (Sound Mixing):</strong></p>
<p>- &#8220;O Curioso Caso de Benjamin Button&#8221;<br />
- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221;<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221;<br />
- &#8220;WALL-E&#8221;<br />
- &#8220;O Procurado&#8221;</p>
<p><strong>Melhor Edição de Som (Sound Editing):</strong></p>
<p>- &#8220;Batman, O Cavaleiro das Trevas&#8221;<br />
- &#8220;Homem de Ferro&#8221;<br />
- &#8220;Quem Quer Ser um Milionário?&#8221;<br />
- &#8220;WALL-E&#8221;<br />
- &#8220;O Procurado&#8221;</p>
<p><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/05/cartaz_homem_de_ferro.jpg" alt="" align="right" width="110" /><strong>Melhor Documentário:</strong></p>
<p>- &#8220;The Betrayal&#8221;<br />
- &#8220;Encounters at the End of The World&#8221;<br />
- &#8220;The Garden&#8221;<br />
- &#8220;Man On Wire&#8221;<br />
- &#8220;Trouble the Water&#8221;</p>
<p><strong>Melhor Documentário, curta-metragem:</strong></p>
<p>- &#8220;The Conscience of Nhem En&#8221;<br />
- &#8220;The Final Inch&#8221;<br />
- &#8220;Smile Pinki&#8221;<br />
- &#8220;The Witness &#8211; From The Balcony of Room 306&#8243;</p>
<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/01/frozen_river_cartaz.jpg" alt="frozen_river_cartaz" title="frozen_river_cartaz" width="110" class="alignright size-full wp-image-8292" /><strong>Melhor Curta de Animação:</strong></p>
<p>- &#8220;Auf Der Strecke&#8221; (&#8220;On The Line&#8221;)<br />
- &#8220;Manon on the Asphalt&#8221;<br />
- &#8220;New Boy&#8221;<br />
- &#8220;The Pig&#8221;<br />
- &#8220;Spielzeugland&#8221; (&#8220;Toyland&#8221;)</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem:</strong></p>
<p>- &#8220;La Maison en Petits Cubes&#8221;<br />
- &#8220;Lavatory &#8211; Lovestory&#8221;<br />
- &#8220;Oktapodi&#8221;<br />
- &#8220;Presto&#8221;<br />
- &#8220;This Way Up&#8221;</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.oscar.com/nominees/">site oficial</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
