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	<title>paciente-ingles &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/paciente-ingles/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paciente-ingles"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 07:42:27 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Bósforos e protuberâncias]]></title>
<link>http://maufeitio.wordpress.com/2009/06/15/bosforos-e-protuberancias/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 17:28:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>[e]vil</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esporadicamente, o meu avatar sofre alterações e o pessoal não perde a oportunidade de se manifestar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JV4s7lqlj7U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JV4s7lqlj7U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Esporadicamente, o meu avatar sofre alterações e o pessoal não perde a oportunidade de se manifestar. Intriga-me a disparidade de opiniões, certamente influenciada pelas ligações que os ditos seres humanos mantêm comigo, mas também pelos seus estados de espírito e esperanças momentâneos.</p>
<p>Desta vez ocorreu-me premiar alguns dos comentários provocados pela última novidade. A platina será entregue ao simpático &#8220;Estás muito luzidia. Parece que tens a pele oleosa!&#8221;, proferido por uma amiga de longa data (perante esta afectuosa demonstração de carinho considero, agora, a hipótese de a destituir de tal cargo; ah, parece que é vitalício&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_confused.gif' alt=':-?' class='wp-smiley' />  ). A prata é relegada para o neutro &#8220;Preferia a anterior.&#8221;, que é como quem diz &#8220;Estás feia que nem um texugo!&#8221;. E, finalmente, o ouro é atribuído ao único indivíduo que conseguiu elogiar a fotografia (gabe-se a coragem e ousadia!), confessando apreciar a ligação entre o pescoço e o ombro (<em>vide</em> clavícula).</p>
<p>O comentário de ouro trouxe imediatamente à minha memória a recuperação de uma cena deliciosa de &#8220;<a title="The English Patient" href="http://www.imdb.com/title/tt0116209/" target="_blank">O Paciente Inglês</a>&#8220;, um filme recheado de sensualidade e subtilezas pecaminosas: o momento em que o Conde Almásy (Ralph Fiennes) reclama para si a pequena cavidade entre as clavículas da amante Katharine Clifton (Kristin Scott Thomas), designando-a Bósforo de Almásy.</p>
<p>Sabemos que certas protuberâncias da anatomia feminina provocam, nos elementos do sexo oposto, acaloradas reacções, comentários e discussões, sem esquecer o avultar de desejos coniventes com algumas das suas necessidades primárias. Embora as zonas mais apetecíveis consistam em massas voluptuosas de carne, vulgo mamas, rabo e coxas, existem determinadas constituições ósseas que fazem as delícias de apreciadores mais requintados. A saber: a clavícula e os dois ossos superiores da pélvis, os ilíacos, que os espécimes masculinos preferem bem delineados.</p>
<p>Lanço aqui um repto aos vis leitores do sector masculino&#8230; Apreciam os ditos ossinhos? Conseguem descrever o seu atractivo? Agradeço, desde já, os esclarecimentos dos simpáticos jovens que decidam participar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Muerte lenta]]></title>
<link>http://bichonario.net/2009/05/05/muerte-lenta/</link>
<pubDate>Wed, 06 May 2009 04:50:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sayil</dc:creator>
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<description><![CDATA[El cisne triste Almásy: Todas las noches, me arranco el corazón; pero al amanecer aparece donde esta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-611" title="Sasha" src="http://bichonario.wordpress.com/files/2009/05/sasha-muerte-lenta.jpg" alt="Sasha" width="377" height="480" /></em></p>
<p style="text-align:left;"><em><a href="http://bichonario.wordpress.com/files/2009/05/03-el-cisne-triste.mp3">El cisne triste</a></em><em></em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Almásy: </em><em>Todas las noches, me arranco el corazón;<br />
</em><em>pero al amanecer aparece donde estaba</em></p>
<p>Reconoce su error. Jugó con fuego y al fin se quemó. Bueno, en realidad la quemaron dos acciones; primero, la maldita tecnología que no sabe guardar un secreto y, segundo, lo que mató al gato y la desilusionó.</p>
<p>Un simple juego de palabras sensuales la hizo terminar en esa cueva. Esperaba que regresara a buscarla, pero no fue así. No hubo promesa, sólo un adiós y el ruido de una puerta que se cerró; que la dejó en el desierto. Dentro de la cueva tiene frío por la falta de sus brazos; afuera, el calor de los que se aman la quema.</p>
<p>Ella no rechaza la responsabilidad de sus acciones, acepta las consecuencias, pero, ¿Acaso debe sacrificar su libertad como persona, mujer y profesionista? Se pregunta. No, se contesta. Aunque eso signifique morir sola, con amor atrapado en su interior y sin el funeral junto al mar que deseaba. A las mujeres no se les perdonan los juegos, aunque sólo sean eso, simples juegos sin sexo.</p>
<p>Amó, fue amada. Ama, es rechazada. Acomoda el libro de Heródoto en su bolsa y, mientras la luz de la linterna se le acaba, sonríe falsamente al mundo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A hora de se despedir]]></title>
<link>http://cardiologistaruipeixoto.com.br/2009/02/10/a-hora-de-se-despedir/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 22:20:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>cardiologista rui peixoto</dc:creator>
<guid>http://cardiologistaruipeixoto.com.br/2009/02/10/a-hora-de-se-despedir/</guid>
<description><![CDATA[Em 1981, na inauguração da Sala Carlos Nobre no Restaurante Copacabana, nos deliciamos escutando ele]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Em 1981, na inauguração da Sala Carlos Nobre no Restaurante Copacabana, nos deliciamos escutando ele cantar uma musica que Lupicínio Rodrigues fez para ele: Zé ponte.<br />
Na musica Lupi dizia que, somente Nobre, com sua voz, com o seu humor, com todo o seu sentimento, poderia cantá-la. Nobre recebeu uma carta de Lupi, nunca abriu. Ela foi escrita 15 dias antes da morte de Lupicínio. Talvez seja este sentimento de perda irreversível, irreparável, que Nobre tinha sobre  as pessoas, que fez com que nunca abrisse esta carta. Em seu último livro “Divisadero” o escritor Michael Ondaatje, autor do premiado “Paciente Inglês&#8221;, Man Booker Prize de 1992 e Oscar do melhor filme em 1997, relata que a música “Um favor” de Lupicinio Rodrigues foi o que começou essencialmente este seu último romance. Ele lhe disse que havia uma música que ele não mais tocava. Era sobre uma mulher que se levantara da cama no meio da noite e o deixara. Ele encontrara provas de sua existência nas vilas ao norte, mas ela já se fora quando o boato de sua presença o alcançava. Seus dedos ásperos arrancavam o coração do violão. &#8220;Se algum de vocês a vir em suas jornadas – gritem-me, assobiem, ele cantava, e tornou-se hábito da platéia gritar e assobiar  em reposta a estes versos. Ele conhecia a própria reputação de timidez, mas agora consentia em revelar algo de suas cicatrizes aos amigos”. Escutei esta música em um bar na subida da Santo Antonio, e as pessoas estalavam seus dedos enquanto Lupicinio cantava. Entendi a simbologia deste gesto, através de um homem que nasceu no Sri Lanka e, após crescer na Inglaterra, radicou-se no Canadá. Iniciou sua vida literária como poeta.<br />
Cartas não lidas , músicas jamais tocadas, luto, o luto de preto fechado das minhas tias portuguesas, são sentimentos mais delicados da falta  que as pessoas fazem.</p>
<p style="text-align:justify;">A ciência com mapeamento cerebral, tenta explicar, que o nosso sentimento de perdas afetivas estariam ligadas a imagens gravadas no cérebro. O que sentimos é falta da presença, momentos de alegria e prazer que nos marcaram para sempre as pessoas que nos deixaram.<br />
Convivi com o Jornalista Candido Norberto no Hospital Conceição, uma doce figura falando sobre os males da saúde pública, mais respeitoso e cuidadoso como ninguém a falar de assunto tão controverso. Nos ajudou muito. Sua fama de grande jornalista e sua cultura. A população precisava ser informada que éramos o último reduto das classes menos favorecidas (termo que se usava na época). Mereceu todas as homenagens. Hora de se despedir, afeto que se encerra, quando falávamos sobre a morte. Nunca gostou. Não era uma boa reportagem.</p>
<blockquote><p><strong>Dr. Rui Peixoto<br />
Médico Cardiologista</strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Anthony Minghella se nos ha ido con su paciente...]]></title>
<link>http://sinaptico.wordpress.com/2008/03/18/anthony-minghella-se-nos-ha-ido-con-su-paciente/</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 18:14:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>javiherrero</dc:creator>
<guid>http://sinaptico.wordpress.com/2008/03/18/anthony-minghella-se-nos-ha-ido-con-su-paciente/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;inglés. Creo que es un buen momento para recordar su obra maestra, &#8220;El paciente inglés]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8230;inglés. Creo que es un buen momento para recordar su obra maestra, &#8220;El paciente inglés]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Muere el Paciente Inglés, Anthony Minghela]]></title>
<link>http://perroferozamarillo.wordpress.com/2008/03/18/muere-el-paciente-ingles-anthony-minghela/</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 17:52:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Perro Feroz Amarillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Anthony Minghella (Wight, Reino Unido, 6 de enero de 1954), ha fallecido hoy a los 54 años. Según in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Anthony Minghella (Wight, Reino Unido, 6 de enero de 1954), ha fallecido hoy a los 54 años. Según in]]></content:encoded>
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