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	<title>paisagem &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/paisagem/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paisagem"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 14:56:13 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Amor Perfeito]]></title>
<link>http://guimo.wordpress.com/2009/12/22/amor-perfeito/</link>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:40:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guimo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amor Perfeito, originally uploaded by Guimo.. Smile, love is beautiful =)]]></description>
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<title><![CDATA[Composition]]></title>
<link>http://guimo.wordpress.com/2009/12/12/composition/</link>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:42:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guimo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Composition, originally uploaded by Guimo.. This is my another shot in Sandefjord, Norway. Beautiful]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Composition, originally uploaded by Guimo.. This is my another shot in Sandefjord, Norway. Beautiful]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Manifesto horizontalista]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/12/08/manifesto-horizontalista/</link>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 12:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://christianrocha.wordpress.com/2009/12/08/manifesto-horizontalista/</guid>
<description><![CDATA[Um apartamento ou a cabine de um dirigível? Santos acabou. Desconheço os detalhes políticos e burocr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img257.imageshack.us/img257/2853/5143089594020477894foto.jpg" alt="edificio"><br />
<em><font size="1">Um apartamento ou a cabine de um dirigível?</font></em></p>
<p>Santos acabou. Desconheço os detalhes políticos e burocráticos que causaram isso. O que sei é que há alguns anos políticos aprovaram a ampliação do gabarito dos edifícios nesta cidade e que antes havia prédios de no máximo 8 ou 9 andares e hoje há vários edifícios com mais de 20 andares surgindo como perebas no rosto de um adolescente.</p>
<p>(A imprecisão dos números deve-se ao fato de que a vertigem não me permite terminar a contagem: quando passo do décimo andar, o olhar se afasta definitivamente do chão e vem o desequilíbrio. Desisto de contar e de alimentar qualquer tipo de revolta diante de algo que é infinitamente mais sólido do que eu &#8212; sim, os arranha-céus continuarão ali quando eu já tiver ido.)</p>
<p>As obras são vistas como progresso. Os prédios são considerados mais bonitos porque são esguios. <a href="http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0230f.htm">Sério</a>. </p>
<p>Eu me pergunto como essa gente consegue viver sem sol. O bolor logo os expulsará de seus apartamentos, pouco importa a quantidade de lazer que haja ao redor, pouco importa o preço por metro quadrado. Se o bolor não o fizer, os carros os impedirão de chegar aos imóveis. Simplesmente não há como imaginar uma boa cidade que subitamente abre as comportas para a duplicação da população sem considerar a impossibilidade de ampliar sua malha viária &#8212; para citar apenas um item óbvio. É a coprofagia como lema urbanístico, só pode ser.</p>
<p>Quem se atreve a falar sobre isso como eu me atrevo acaba tendo três destinos diferentes em função de seu status social.</p>
<p><!--more-->Se o sujeito é profissional da área, seu destino será o limbo. Ele será considerado um pária pelo simples motivo de se manifestar contra aquilo que sustenta a sua profissão e a de seus colegas &#8212; e será tratado como tal. A obrigação de construir é pesada demais e seus defensores não perdoam quem a contraria.</p>
<p>Se o sujeito é um político, com algum poder de transformar seu manifesto em ação, seu destino será a rotulação depreciativa, o que, na mente de seus detratores, é suficiente para invalidar seu manifesto. &#8220;É um ambientalista&#8221;, &#8220;é um defensor da natureza&#8221; ou &#8220;é do Greenpeace&#8221; são algumas das opções possíveis. Eu não dou a menor importância para o movimento ambientalista, para a defesa xiita da natureza e muito menos para o Greenpeace, mas tenho especial antipatia por quem combate idéias colando post-its nelas.</p>
<p>Se o sujeito é um cidadão comum, seu destino será a poesia ou algo parecido com isso. Todos o considerarão um romântico, alguém que não tem a menor noção do que é a realidade. Dirão a ele que a realidade determina que as coisas sejam assim, afinal, as pessoas precisam morar e Santos, oras, é um lugar com pouco espaço. Invariavelmente, essas explicações serão seguidas de sugestões para que o sujeito escreva sobre isso ou mande e-mails para o seu vereador, que é uma forma de mantê-lo (o autor dos e-mails, não o vereador, que nunca lê esses e-mails) calmo e ocupado &#8212; isto é, um estado de irritação socialmente aceitável, como a do sujeito que sente a gastrite diante dos telejornais e, no máximo, chupa um Pepsamar.</p>
<p>O meu destino tem sido uma mescla do primeiro e do terceiro, porque eu já fui arquiteto e hoje sou cidadão comum (arquitetos não são cidadãos comuns) que, diante dos arranha-céus não passa de um simples observador nauseado.</p>
<p>Não tenho a menor intenção de comover os empresários do setor. Conheço a classe dos arquitetos e não alimento esperanças em relação a ela &#8212; embora alguns indivíduos possam ser excepcionais. Investidores, espero que nem leiam isto. Proprietários, só me interessam aqueles que também são moradores, isto é, que têm uma relação com seus imóveis que ultrapassam os números e os logradouros &#8212; lembrem-se de que estou falando de uma cidade e de moradias, não do apartamento luxuoso de três quartos e com três vagas na garagem, a três quadras da praia.</p>
<p>Minha intenção com estas linhas é convidar os moradores de Santos &#8212; e de todas as cidades que passam por um processo de verticalização parecido com o desta cidade &#8212; a <b>ver a cidade em que vivem</b>. Ver é diferente de observar. Quem observa vê os edifícios, aqueles em construção e aqueles que já estão prontos, vê as ruas e a grande quantidade de carros, vê muitas pessoas nas lojas, nos mercados, mas não vê o conjunto, não vê a cidade que resulta da soma de todas essas partes &#8212; e, o que é mais sério, não vê as ligações entre todas essas partes e como cada parte é causa e conseqüência da outra. </p>
<p>Como disse o <a href="http://www.architecture.blogger.com.br/2009_11_01_archive.html#40752705">Alberto</a>, &#8220;o verdadeiro cliente de qualquer projeto de arquitetura é todo mundo&#8221;. Todo o problema está no fato da maioria dos arquitetos projetar como se isso não fosse verdade, como se fosse possível projetar, construir e vender imóveis exatamente como eles são expostos nos stands de vendas. Todos os novos empreendimentos são colocados à venda como se fossem jóias isoladas no vazio urbano, que às vezes nem mesmo urbano é, como se não existissem vizinhos e uma avenida movimentada à frente, como se a escola dos filhos fosse logo ali, como se não fosse necessário usar o carro para comprar pão fresco e como se o condomínio (a maioria é vertical, no caso de Santos) fosse de fato &#8220;um santuário de bem-estar&#8221; (expressão usada no anúncio de um condomínio santista). Mas esses edifícios não são isolados, obviamente, e logo virá a falta de sol nos cômodos úmidos e minúsculos, a vizinhança que insiste em dar festas até alta madrugada, a vista para outro prédio, o roubo de vagas no estacionamento, a altíssima taxa de condomínio, o sistema de segurança, o acabamento ruim. Enfim, descobre-se depois que a localização privilegiada, o requinte e a sofisticação do empreendimento ficaram nos panfletos e nos stands e que, afinal, aquele é só mais um prédio, apesar do preço pago por ele.</p>
<p>Mesmo que esse éden publicitário existisse e os prédios realmente pudessem ter à disposição sítios ideais, livres de vizinhança, com céu azul e sol pleno o dia todo e próximos dos serviços essenciais, cedo ou tarde esse privilégio acabaria. É sensato imaginar que o êxito de um determinado empreendimento será seguido da realização de mais empreendimentos do mesmo tipo e, claro, isso afetará a qualidade do conjunto &#8212; a cidade. Para encontrar um exemplo simples, basta olhar para a Avenida Paulista e lembrar que houve um tempo em que todas as construções ali presentes eram mansões rodeadas de verde &#8212; <a href="http://christianrocha.wordpress.com/2007/10/05/edificio-santa-catarina/">algo bem diferente do que vemos hoje</a>. </p>
<p>Voltando ao caso de Santos, não se trata apenas de uma questão de estética urbana. A cidade não fica apenas feia, a cidade fica realmente ruim. Ventos canalizados por gigantescos paredões, ruas e cômodos sem sol, habitantes que vivem uma coabitação forçada e acabam por se esquecer o que é ter um quintal, uma roseira, um pé de goiaba. Não quero soar romântico &#8212; embora esteja consciente dos riscos de ser interpretado assim &#8212; e não se trata apenas de experiências estéticas ou sinestésicas; aos que torcem o nariz para manifestos desse tipo, lembro que expressões desse tipo trazem em si questões práticas muito evidentes e importantes. Ter ou não ter a experiência de colher uma fruta no pé ou de poder sentir o cheiro de terra molhada altera o indivíduo. &#8220;Um santuário de bem-estar&#8221; não é, definitivamente, um 2-quartos-sala-cozinha-banheiro no 18º andar de um prédio onde moram mais 300 pessoas e de onde você só consegue ir para algum lugar se for de carro &#8212; sem falar no inferno que aquilo foi para os vizinhos nos dois anos que construção levou. Bem-estar <em>my ass</em>.</p>
<p>Eu realmente não me importo muito se corretores imobiliários querem continuar vendendo apartamentos ruins ou se arquitetos querem continuar se lixando para o resto da cidade, do bairro ou da quadra. Eu me importo com a mentira. A idéia de que a intensificação da verticalização será uma bênção para Santos é no mínimo boçal; pior do que isso é afirmar que um imóvel miúdo num edifício de 22 andares é tudo que uma pessoa pode desejar para si e para sua família em termos de qualidade de vida. Santos ainda tem casas e é uma cidade relativamente segura para quem não deseja viver numa colméia, para quem ainda tem algum apreço pelo pé no chão, por um vida realmente terrena. O problema é que hoje todos têm as cabeças e os bolsos nas nuvens.</p>
<p>.</p>
<p><a href="http://blogdelancamentos.lopes.com.br/2009/01/imveis-imperdveis-enseada-das-orqudeas.html"><font size="1">link da imagem</font></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Defesa de tese]]></title>
<link>http://geografiahumanista.wordpress.com/2009/11/29/defesa-de-tese/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:19:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>geografiahumanista</dc:creator>
<guid>http://geografiahumanista.wordpress.com/2009/11/29/defesa-de-tese/</guid>
<description><![CDATA[Defesa de tese de doutorado do programa de Pós-graduação em Geografia da Unesp de Rio Claro Título: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Defesa de tese de doutorado do programa de Pós-graduação em Geografia da Unesp de Rio Claro</p>
<p><strong>Título: </strong>Na beleza do lugar, o rio das Contas indo&#8230; ao mar</p>
<p><strong>Autora: </strong>Rita Jaqueline Nogueira Chiapetti</p>
<p><strong>Orientadora:</strong> Profa. Dra. Lívia de Oliveira</p>
<p><strong>Banca examinadora: </strong>Profa. Dra Lúcia Helena Batista Gratão, Prof. Dr Werther Holzer, Profa. Dra. Lurdes Bertol Rocha, Profa. Dra. Lucy Marion Calderini Philadelpho Machado</p>
<p><strong>Data:</strong> 07 de dezembro de 2009</p>
<p><strong>Local:</strong> Auditório da pós graduação da Geografia, Unesp-Rio Claro</p>
<p><strong>Horário:</strong> 14:00 hs</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudante de Engenharia chega para estudar em Harvard-USA com sua primeira câmera fotográfica.]]></title>
<link>http://momentofotografico.wordpress.com/2009/11/28/estudante-de-engenharia-chega-para-estudar-em-harvard-usa-com-sua-primeira-camera-fotografica/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:57:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>John Kirchhofer</dc:creator>
<guid>http://momentofotografico.wordpress.com/2009/11/28/estudante-de-engenharia-chega-para-estudar-em-harvard-usa-com-sua-primeira-camera-fotografica/</guid>
<description><![CDATA[Estudantes brasileiros chegam para estudar em Harvard-USA - 1971 E no princípio era tudo um sonho. O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_11" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://momentofotografico.wordpress.com/files/2009/11/grupo-da-aui-19711.jpg"><img class="size-large wp-image-11" title="Grupo-da-AUI-1971" src="http://momentofotografico.wordpress.com/files/2009/11/grupo-da-aui-19711.jpg?w=1024" alt="Grupo de estudantes brasileiros chegam para estudar em Harvard-USA em 1921" width="500" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes brasileiros chegam para estudar em Harvard-USA - 1971</p></div>
<p><strong>E no princípio era tudo um sonho.</strong></p>
<p>O sonho de um estudante, no terceiro ano de engenharia, indo cursar um seminário sobre &#8220;Desenvolvimento Econômico&#8221; da universalmente famosa Universidade de Harvard. Era a viagem dos sonhos de milhares de estudantes brasileiros que participaram do processo de seleção. Dos cerca de 8.000 inscrito, alí estavam os 80 estudantes classificados para a turma de 1971. Turma que seria a última do programa de intercâmbio da antiga <a title="AUI" href="http://www.aui.org.br" target="_blank">Associação Universitária Interamericana &#8211; AUI</a>.</p>
<p>O ano era 1971. Faziam dois anos da realização de Woodstock. Os Beatles ainda eram os maiores do Rock. Nós &#8220;eramos os garotos que amavam os Beatles e os Rolling Stones&#8221;. O uso da maconha era um culto. Comprimidos de LSD eram vendidos nas escuras praças de Cambridge, MA. Muita cerveja rolou nos alojamentos de Harvard naquele verão. Assistir a apresentação do Creedance Clearwater Revival no Boston Stadium, foi a glória.</p>
<p>Mas o que tudo isto tem a ver com a fotografia? Bem, já ia me esquecendo. Naquele ano, eu comprara a minha primeira câmera 35mm. Uma velha Yashica. Um luxo que pouquíssimos colegas tinha. Eu a portava orgulhosamente pendurada no pescoço. Agora é fácil me identificar no grupo dos 80, não pela aparencia, mas pela única câmera que aparece na foto. Meu sonho era eternizar os momentos de visitação à Masshussets, Cambridge, Boston, Washington e New York, que conheceria em minha primeira passagem pelos USA.</p>
<p>Minha frustação. Não me lembro de ter jogado fora, mas não encontro mais minhas primeiras fotos em preto e branco.</p>
<p>O fato é que, a partir dali, começava uma paixão. A paixão por um hobby. Um hobby muito caro na época. Mas um hobby que nunca abandonei. De lá para cá, muito frequentemente ou espaçadamente, eu sempre fotografei. Cheguei a ter um laboratório de revelação PB em meu apto.</p>
<p>Eu não imaginava, que após me &#8220;aposentar&#8221; da engenharia, do comércio, da publicidade, do marketing, da consultoria política, das funções públicas, eu me reapresentaria para fotografar profissionalmente. Eu não sonhava que pudesse me realizar tanto, com tão pequenos cliques. Não passava pela minha cabeça que, nas fotos que fiz de meus filhos ainda pequenos, eu encontraria inspiração para fotografar minhas netas e neto.</p>
<p>Após o casamento dos filhos, minha habilidosa e completa de qualidades viria a se consagrar como uma grande estilista/costureira de vestidos de noiva. Urgindo da necessidade de produzir anúncios seus, para serem publicados em revistas especializadas em casamentos, o hobby ganhou novos desenhos. Fui comprando novamente, agora digitais, câmeras amadoras de qualidade para fotografar as noivas que minha esposa Stella Fischer vestia. O conhecimento adquirido com o antigo hobby começou a me atiçar até que comprei uma câmera Nikon D40. Dalí para uma D80 foi um pulo. Logo sentia necessidade de um modêlo mais profissional. Comprava, no início de 2008, uma Nikon D300. Estava dado o salto para um novo mundo.</p>
<p>Com minha nova D300, as fotos, restritas a poses de noivas e seus vestidos, começaram a ganhar novos ângulos, novas cores, novos estilos de fotografar. Renascia em mim, o fotógrafo adormecido desde a juventude.</p>
<p>Em março deste ano, já realizando alguns trabalhos profissionalmente, decido e lanço um web site que leva o mesmo nome deste Blog no endereço <a title="Site Momento Fotográfico" href="http://www.momentofotografico.com" target="_blank">www.momentofotografico.com</a>. No começo o acesso é muito pequeno. Mas com poucos meses o site começa aparecer nas primeiras páginas de pesquisa do Google. Desde então começo a não só fotografar como a criar álbuns no estilo fotolivro.</p>
<p>Em julho deste ano, após ser contatado através do web site, sou contratado para fotografar o casamento da atriz global Sthefany Brito com o jogador do Milan Alexandre Pato. O resultado é maravilhoso. Junto com um assistente/estagiário, Thiago Martini, fazemos mais de 4 mil fotos do casal, após 12 horas de fotografia. Sou o único fotógrafo a ser chamando para fazer um &#8220;making of&#8221; do casal, no Hotel Copacabana Palace, na véspera do casamento.</p>
<p>Hoje, acho que há muita coisa a ser dita sobre fotografia, casamento, inspiração, criatividade, qualidade, técnica, tecnologia, e por que não, sobre psicologia e filosofia, da fotografia à vida. Afinal, foi por ter lido vários livros sobre psicologia que venci o concurso que me levou a Harvad.</p>
<p>Sobre filosofia &#8230; Bem, filosofia é a ciência das causas primeiras. Se você não compreende as causas como vai saber com chegar aos efeitos?</p>
<p>Então, este blog também vai ter sempre um pouco de filosofia. Sobre qualquer assunto que tenha haver com gente e fotografia.</p>
<p>Enfim, aqui vamos nós entrando no universo dos blogs.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do dia]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/frase-do-dia-15/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 22:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/frase-do-dia-15/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.&#8221; Provérbio chinês]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_D59d1UkiYUY/SCYtnog6j0I/AAAAAAAAAPc/hxMuEMyMzBg/s400/flor_de_lotus_imagelarge.jpg" title="flor" class="aligncenter" width="355" height="400" /></p>
<p>&#8220;Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.&#8221;</p>
<p>Provérbio chinês</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[paisagem]]></title>
<link>http://tcapute.wordpress.com/2009/11/27/paisagem/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:40:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Capute</dc:creator>
<guid>http://tcapute.wordpress.com/2009/11/27/paisagem/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://tcapute.wordpress.com/files/2009/11/2609697233_e2520e8af4_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-130" title="paisagem" src="http://tcapute.wordpress.com/files/2009/11/2609697233_e2520e8af4_o.jpg" alt="" width="497" height="331" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perfume da região do Douro inunda capital francesa]]></title>
<link>http://hoffice.wordpress.com/2009/11/26/perfume-da-regiao-do-douro-inunda-capital-francesa/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:56:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>hoffice</dc:creator>
<guid>http://hoffice.wordpress.com/2009/11/26/perfume-da-regiao-do-douro-inunda-capital-francesa/</guid>
<description><![CDATA[Levar o Douro ao Mundo passou ontem por uma acção de promoção na embaixada portuguesa em Paris. Fran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Levar o Douro ao Mundo passou ontem por uma acção de promoção na embaixada portuguesa em Paris. França é só o alvo número um. O objectivo é cativar turistas no mercado externo, num contexto de turismo de qualidade.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Cerca de 85% da procura do Douro é interna. Daí que a margem de crescimento no mercado externo seja considerável&#8221;, sublinha Ricardo Magalhães, chefe da <a href="http://www.ccr-norte.pt/regnorte/pdtvd_2007_2013.pdf" target="_blank">Estrutura de Missão do Douro</a>. Paris é apenas a primeira paragem de um périplo mundial promotor da região duriense. A iniciativa &#8220;O Douro no Mundo&#8221; integra-se no projecto Douro Vivo, parte integrante do Plano de Desenvolvimento Turístico da região. Tendo como palco a embaixada portuguesa em Paris, a Fundação Museu do Douro promoveu, ontem, uma acção de marketing claramente &#8220;below the line&#8221;, isto é, dirigiu-se não directamente aos potenciais compradores, mas antes aos operadores turísticos e comunicação social residentes. Agostinho Ribeiro, membro do conselho de administração do <a href="http://www.museudodouro.pt/" target="_blank">Museu do Douro</a>, reconhece que o Douro tem tido algumas dificuldades de afirmação, desde logo pelo facto de a promoção estar ainda muita ligada ao vinho do Porto. &#8220;Queremos aliar a promoção da qualidade do vinho da mais antiga região demarcada do Mundo e explorar o potencial do Douro para o turismo qualidade&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A quebra de 14% na navegação turística e de recreio no rio Douro, ao longo do primeiro semestre, foi apenas um sinal dos tempos de crise, mas os responsáveis pela promoção da região mantêm a confiança no futuro. &#8220;Alguns projectos desaceleraram, mais concretamente quatro unidades de quatro estrelas, de tipologias diferentes, que tinham arrancado com o licenciamento. Entre Miranda do Douro e Mesão Frio, há só 3300 camas distribuídas por 24 concelhos. Mas mantemos a meta dos 500 mil dormidas anuais até 2013 (duplicação relativamente ao desempenho actual), apesar de ambiciosa&#8221;, afirma Ricardo Magalhães, crente nos primeiros sinais de retoma da economia.</p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, a National Geographic Society classificou a região duriense em sétimo lugar, entre 133, na sua lista de destinos turísticos sustentáveis. O Alto Douro Vinhateiro e o Vale do Côa são património da Humanidade. O ADN duriense foi finalmente sequenciado: a aposta tem de ser no turismo cultural. O embaixador Seixas da Costa sublinha a importância da &#8220;abertura&#8221; das quintas do Douro, oferecendo agora ao turista equipamentos hoteleiros de qualidade. Note-se que tanto o Norte como o Douro têm em França um dos principais mercados emissores de turistas e, além disso, quase metade (49,1%) dos turistas franceses que procuram o Norte de Portugal fazem-no por motivos culturais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte</strong> <a href="http://jn.sapo.pt/" target="_blank">JN</a></p>
<p><span style="width:425px;display:block;margin:0 auto;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.900810' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' />
<p>&#160;</p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CDD 26.11.2009]]></title>
<link>http://curiosusest.wordpress.com/2009/11/26/cdd-26-11-2009/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kiko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quem nunca viu a famosa imagem de fundo do Windows XP? Muitos até têm em seus computadores. Nunca qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img687.imageshack.us/img687/2332/fondopantallawindows.jpg" alt="Windows XP" /></p>
<p>Quem nunca viu a famosa imagem de fundo do Windows XP? Muitos até têm em seus computadores.<br />
Nunca quiseram saber sobre a história desta foto? Uma fotografia conhecida em todo o mundo graças à Microsoft.<br />
O autor desta foto é Charles O´Rear, que trabalhou durante décadas para publicações como a National Geographic, mostrando a qualidade do seu trabalho.<br />
A imagem que dá as boas vindas ao Windows, chamada Bliss (alegria ou felicidade) foi feita por O&#8217;Rear em 1995, tomando uma serena colina do Vale de Napa. Felizmente, a colina que mostra esse precioso tapete de grama verde, estava nessa plenitude graças a um pequeno desastre. Esses montes são geralmente cobertos com videiras, mas na primeira metade da década de noventa uma praga da filoxera forçou a eliminar grande parte dos vinhedos, mudando temporariamente a paisagem ao ser plantada com grama.<br />
Essa situação temporária foi uma bênção para O&#8217;Rear, que tirou a fotografia com sua câmera em um dia, quando viajando em uma estrada próxima.<br />
Atualmente, uma vez terminada a crise nos vinhedos do Vale de Napa, as uvas voltaram para a terra e a paisagem idílica que foi fotografada em 95 tem um aspecto muito diferente, que na realidade, é pouco atraente como papel de parede.</p>
<p style="text-align:center;">. ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ .</p>
<p>Quién nunca vio la famosa imagen de fondo de Windows XP? Incluso muchos la tienen en sus computadoras.<br />
Nunca se preguntaron sobre la historia de esta imagen? Una fotografía conocida en todo el mundo gracias a Microsoft.<br />
El autor de dicha fotografía es Charles O´Rear, quien ha trabajado durante décadas para publicaciones como National Geographic, donde se aprecia la calidad de su trabajo.<br />
La imagen que daba la bienvenida a Windows, titulada Bliss (gozo o felicidad) fue realizada por O´Rear en 1995 tomando como objetivo una suave colina del Valle de Napa. Por suerte, la colina que muestra ese precioso continúo de pasto verde, se encontraba en plenitud gracias a un pequeño desastre. Esas colinas suelen estar cubiertas de vides, pero en la primera mitad de los noventa una plaga de filoxera obligó a eliminar gran parte de las cepas, cambiando el paisaje temporalmente al ser plantado de pasto.<br />
Esa situación temporal fue toda una bendición para O´Rear, que tomó la fotografía con su cámara un día en que circulaba por una carretera cercana.<br />
Actualmente, pasada la crisis en los viñedos del Valle de Napa, las uvas han vuelto a las tierras y el idílico paisaje que fuera fotografiado en el 95 cuenta con un aspecto muy diferente, en realidad resulta poco atractivo como fondo de pantalla.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img687.imageshack.us/img687/6159/fondopantallawindowsver.jpg" alt="Windows XP - Today" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Modelo Feminina]]></title>
<link>http://cardineseta.wordpress.com/2009/11/25/modelo-feminina/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:41:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>cardines</dc:creator>
<guid>http://cardineseta.wordpress.com/2009/11/25/modelo-feminina/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/recortada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-154" title="recortada" src="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/recortada.jpg" alt="" width="720" height="389" /></a><a href="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/img776.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-155" title="brancaFeminina" src="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/img776.png" alt="" width="700" height="933" /></a><a href="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/verdecorreta.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-157" title="verdeCorreta" src="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/verdecorreta.png" alt="" width="700" height="875" /></a></p>
<p><a href="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/recortada21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-159" title="recortada2" src="http://cardineseta.wordpress.com/files/2009/11/recortada21.jpg" alt="" width="700" height="822" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma mancha na paisagem da cidade]]></title>
<link>http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/2009/11/25/uma-mancha-na-paisagem-da-cidade/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:15:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>paposobrearquiteturaematibaia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Manifesto aqui minha indignação com a arquitetura puramente comercial, que visa o máximo lucro e não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Manifesto aqui minha indignação com a arquitetura puramente comercial, que visa o máximo lucro e não considera o conforto nem o bem estar dos moradores e do seu entorno.</p>
<p>Esse edifício que está sendo construído no bairro do Alvinópolis exemplifica muito bem esse descaso com a nossa paisagem. Trata-se de um prédio que está grudado no prédio ao lado, que já existia no local. A outra lateral dele possui uma enorme empena cega, que é o nome dessa parede sem abertura alguma na lateral. E sem recuo lateral algum, ou seja, essa parede está grudada no muro do vizinho.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/files/2009/11/blog1.jpg"><img class="size-full wp-image-57 aligncenter" title="monstro" src="http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/files/2009/11/blog1.jpg" alt="" width="450" height="249" /></a></p>
<p>Isso jamais poderia ter sido construído na capital paulista, porque lá existe uma legislação forte que exige o respeito aos recuos mínimos laterais, calculados de forma a garantir aos moradores a aeração e ventilação necessárias para uma habitação com um bom nível de salubridade, conforto térmico, baixo nível de ruídos, e etc.</p>
<p>Mas mesmo sem uma legislação em Atibaia que poderia proteger nossa paisagem, uma pequena dose de bom senso já seria suficiente para evitar essas atrocidades.</p>
<p>A casa ao lado desse prédio provavelmente sofreu uma desvalorização imediata. Perdeu qualquer vista que poderia ter, teve sua ventilação prejudicada, e principalmente sua insolação, uma vez que esse prédio vai fazer sombra absoluta no terreno até o meio dia&#8230;</p>
<p>Quanto aos moradores do edifício, sofrerão uma ausencia de insolação e aeração nas aberturas voltadas para o interior do terreno, o que dificulta a ventilação cruzada nos apartamentos, sem falar que as janelas estarão voltadas umas para as outras, o que está longe de ser uma solução confortável e muito menos ideal.</p>
<p><a href="http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/files/2009/11/blog2.jpg"></a><a href="http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/files/2009/11/blog2_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-65" title="monstro2" src="http://paposobrearquiteturaematibaia.wordpress.com/files/2009/11/blog2_2.jpg" alt="" width="450" height="292" /></a> Não preciso e vou me poupar de entrar no aspecto estético da questão, porque cada um pode fazer sua própria análise e interpretação e ter sua própria opinião sobre essa cor &#8220;salmão anos 80&#8243; com faixas brancas, será que para &#8220;ornar&#8221; com a construção ao lado ou é marca registrada da construtora?</p>
<p>Não quero ofender os futuros moradores deste edifício. Sei que o sonho da casa própria, principalmente dentro de um condomínio seguro e bem localizado pesa na hora de tomar a decisão de que imóvel comprar.</p>
<p>E também sei que o valor do imóvel se torna mais acessível justamente por aproveitar o terreno e construir mais unidades para ratear o valor da construção.</p>
<p>No entanto, é a ganância, o egoísmo e o descaso com o espaço público e a falta de respeito aos outros que levam alguns a colocar essas manchas na paisagem da nossa querida Atibaia.</p>
<p>*O novo Código de Urbanismo e Meio Ambiente (CURMA) de Atibaia, que entrou em vigor em dezembro de 2008, estabelece regras de recuos mínimos e outras exigências para aprovação de construções edilícias a partir de 2009. Como essa construção foi aprovada antes do código, nada pode ser feito, mas vamos torcer para que com ele as novas construções respeitem a cidade e seus habitantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Balneário Camboriú]]></title>
<link>http://ricardoribasfoto.wordpress.com/2009/11/23/balneario-camboriu/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:04:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Ribas</dc:creator>
<guid>http://ricardoribasfoto.wordpress.com/2009/11/23/balneario-camboriu/</guid>
<description><![CDATA[Balneário Camboriú is one of the most popular travel destinations on the coast of the state of Santa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><a title="Balneário Camboriú Images" href="http://www.photoshelter.com/c/ricardoribas/gallery/Brazil-Balneario-Camboriu/G0000Zw5Egf_zvPE/" target="_blank">Balneário Camboriú</a></em></strong> is one of the most popular travel destinations on the coast of the state of Santa Catarina, south of Brazil. Known for its nightlife, big buildings and the Central Beach, just next to downtown, <strong><em><a title="Balneário Camboriú Images" href="http://www.photoshelter.com/c/ricardoribas/gallery/Brazil-Balneario-Camboriu/G0000Zw5Egf_zvPE/" target="_blank">Balneário Camboriú</a></em></strong> has many other tourist attractions.</p>
<p>The beaches outside the city are some of the most beautiful of the state, like Praia das Laranjeiras, Estaleiro, Estaleirinho and Taquaras. There is a high hill called Morro do Careca, from where you can have a great view of the town and arounds. There is a great variety of hotels, restaurants and bars, all of this making <strong><em><a title="Balneário Camboriú Images" href="http://www.photoshelter.com/c/ricardoribas/gallery/Brazil-Balneario-Camboriu/G0000Zw5Egf_zvPE/" target="_blank">Balneário Camboriú</a></em></strong> an excellent choice for the summer season that is approaching.</p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0038.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-712" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0038.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="509" height="339" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/060415_balneario_camboriu_0001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-713" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/060415_balneario_camboriu_0001.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="425" height="631" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0099.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-714" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0099.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="510" height="340" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0136.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-715" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0136.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="509" height="339" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0221.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-716" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0221.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="509" height="339" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0247.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-717" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0247.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="509" height="339" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0187.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-720" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0187.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="425" height="638" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0264.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-721" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0264.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="425" height="638" /></a></p>
<p><a href="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0268.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-722" title="©Ricardo Ribas" src="http://ricardoribasfoto.wordpress.com/files/2009/11/080610_-balneario_camboriu_0268.jpg" alt="©Ricardo Ribas" width="510" height="340" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obra de arte no céu]]></title>
<link>http://compostura.wordpress.com/2009/11/23/obra-de-arte-no-ceu-2/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:10:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>compostura</dc:creator>
<guid>http://compostura.wordpress.com/2009/11/23/obra-de-arte-no-ceu-2/</guid>
<description><![CDATA[Pôr do sol visto da Rod Darly Santos Por Simone Patrocínio Voltando pra casa dia desses não tive com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em></p>
<div id="attachment_506" class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><a href="http://compostura.wordpress.com/files/2009/11/dsc010334.jpg"><img class="size-full wp-image-506" src="http://compostura.wordpress.com/files/2009/11/dsc010334-e1258978170197.jpg" alt="" width="496" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr do sol visto da Rod Darly Santos</p></div>
<p></em></strong></p>
<p><strong><em>Por Simone Patrocínio</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Voltando pra casa dia desses não tive como não registrar o céu visto da Rodovia Darly Santos. O céu chamou a atenção de muita gente. E como o trecho vive engarrafado, deu pra todo mundo admirar com calma o espetáculo. Era realmente impressionante. Parecia que o céu era um quadro recém pintado. O desconforto do calor e do trânsito não conseguiram tirar o brilho do pôr do sol.  Fica aí um registro dessa obra de arte perfeita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carpe Diem/VPadin]]></title>
<link>http://vpadin.wordpress.com/2009/11/20/carpe-diemvpadin/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>vpadin</dc:creator>
<guid>http://vpadin.wordpress.com/2009/11/20/carpe-diemvpadin/</guid>
<description><![CDATA[A novidade CHEGOU!!!! Olha o que uma ótima parceria pode criar. VPadin e The Sketchbook is on the Ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A novidade CHEGOU!!!!</p>
<p>Olha o que uma ótima parceria pode criar.</p>
<p>VPadin e <a href="http://www.thesketchbookisonthetable.blogspot.com/" target="_blank">The Sketchbook is on the Table</a> criaram os novos Carpe Diem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-886" title="Carpe Diem - VPadin" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050338.jpg" alt="" width="450" height="230" /></p>
<p>Ficha técnica:</p>
<p>Caderno para anotações.</p>
<p>Tamanho: 11 x 15cm</p>
<p>Folhas – 60 – papel reciclado – 75g</p>
<p>Tipos: 4 capas diferentes com a arte de VPadin</p>
<p><a href="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050345.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-887" title="Carpe Diem - galos em cores" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050345.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>foto- Carpe Diem  &#8211; Galos em cores de VPadin com caneta simples.</p>
<p>Valores:</p>
<p>          1 caderno R$55,00 (na compra de 2  ou mais cadernos  &#8211; R$50,00 unidade)</p>
<p>          1 conjunto simples (caderno + caneta de uma cor) – R$58,00</p>
<p>          2 ou mais conjuntos simples – R$53,00 unidade</p>
<p>         <a href="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050346.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-889" title="Carpe Diem - montanha de doces" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050346.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>  foto &#8211; Carpe Diem  - Montanha de doces de VPadin com caneta simples.   </p>
<p>       <a href="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050347.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-890" title="Carpe Diem - flor no lago verde" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050347.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>foto &#8211; Carpe Diem  - Flor no lago verde de VPadin com caneta simples. </p>
<p><a href="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050348.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-891" title="Carpe Diem - rendado" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050348.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>  foto &#8211; Carpe Diem  -Rendado de VPadin com caneta simples.  </p>
<p>          1 conjunto 4 cores (caderno + caneta 4 cores bic) &#8211; R$61,00</p>
<p>          2 ou mais conjuntos 4 cores – R$56,00 unidade</p>
<p><a href="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050357.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-892" title="Carpe Diem - variados e bic 4cores" src="http://vpadin.wordpress.com/files/2009/11/p1050357.jpg" alt="" width="450" height="600" /></a></p>
<p>  foto &#8211; Carpe Diem  -todos os tipos com caneta 4 cores da bic (corpo azul -cores vermelho, azul escuro, verde escuro, preto //corpo verde -cores rosa, azul claro, verde claro e roxo).           </p>
<p>Acréscimo de canetas no conjunto: caneta de uma cor R$3,00 unidade</p>
<p>caneta 4 cores da bic R$6,00 unidade]</p>
<p>(não inclui o valor do sedex, custo do sedex será cobrado)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival UM | Paisagem...]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/festival-um-paisagem/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:14:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/festival-um-paisagem/</guid>
<description><![CDATA[O Festival UM gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <a href="http://www.1um1.net/">Festival UM</a> gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de <strong>Paisagem</strong>.</p>
<p><a href="http://www.polarproduce.org/people.php?no=2">Teresa Dillon</a>, directora do festival, fala-nos de paisagem como a presença humana no mundo, a nossa panorâmica, de qualquer ponto de vista. Deste modo, a paisagem torna-se num processo construtivo, no qual o mundo é mediado através da experiência humana.</p>
<p>O Festival decorreu durante quatro dias (de 12 a 15 de Novembro) compreendendo <a href="http://www.1um1.net/programme/talks/">conversas</a> (com Carsten Stabenow, Terike Haapoja, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand, Prof. Jussi Angesleva, Unsworn Industries), <a href="http://www.1um1.net/programme/workshops/">workshops</a> (<em>Construir o Próprio Interface Musical</em> por membros da Fundação <a href="http://www.steim.org/steim/">STEIM</a>; <em>Maneiras de ver computacionais</em> com Prof. <a href="http://angesleva.iki.fi/">Jussi Angesleva</a>; <em>Megaphonebooth Lisboa</em> com <a href="http://www.unsworn.org/">Unsworn Industries</a>), <a href="http://www.1um1.net/programme/performances/">concertos/performances</a> e ainda uma <a href="http://www.1um1.net/?page_id=17">exposição</a> que se estenderá até dia 27.</p>
<p>Os trabalhos seleccionados e/ou abordados ao longo do festival (tanto os workshops, como as conversas e ainda a própria exposição) exploram (de modos diversos), pois, o conceito de <strong>Paisagem</strong>, tendo em conta a nossa percepção, e o modo como esta nos permite estabelecer e processar as nossas relações e experiências com o mundo exterior.</p>
<p>Será conferido um enfoque às duas primeiras conversas ocorridas, de modo a poder demonstrar, recorrendo a exemplos concretos, os modos (diversos) como a noção de paisagem foi aqui explorada.</p>
<p><em>Paisagem como processo construtivo da realidade, da experiência.<br />
</em>Foi deste modo que o designer <a href="http://www.staalplaat.org/site/about/">Carsten Stabenow</a> iniciou a primeira conversa no âmbito deste festival.<br />
O assunto foi abordado de modo a permitir o entendimento de como este processo modela a nossa percepção, constituindo um diálogo entre <strong>nós</strong> e o <strong>espaço</strong>.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/q5c_m83vTJY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/q5c_m83vTJY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O espaço torna-se, então, no próprio concerto, assim como o nosso acto de respiração natural. Neste caso, a campainha é o som natural da bicicleta<br />
(que é o instrumento). O som programa, assim, o espaço (compondo a paisagem através dos seus elementos sonoros).</p>
<p>Deste modo, é possível reter a ideia de que se compreender-mos os sons citadinos é possível transformá-los em instrumentos; dependendo, somente, do modo como estes nos são apresentados / contextualizados.<br />
Trata-se, pois, de uma reconfiguração do espaço e de uma construção social do som. Se as pessoas entenderem os sons, a sua percepção dos mesmos será alterada, construindo assim uma paisagem (com a informação que lhes é fornecida através dos mesmos e da sua subjectividade).</p>
<p>A segunda conversa inicia-se com a abordagem do tema de <strong>Levitação acústica</strong> e visualização de ondas sonoras, através da luz com <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Evelina Domnitch</a>, <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Dmitry Gelfand</a>. Este é um projecto que emerge da arte e da ciência, visando alterar as nossas perspectivas sobre o som e as suas frequências, oscilando entre os processos que já se encontram na natureza e os que são de índole humana.</p>
<p><a href="http://mediafragments.wordpress.com/files/2009/11/conversa2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-131" title="conversa" src="http://mediafragments.wordpress.com/files/2009/11/conversa2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<h6><span style="color:#888888;">Da esquerda para a direita: Teresa Dillon, Evelina Domnitch, Dmitry Gelfand e Terike Haapoja</span></h6>
<p>O conceito de <strong>Landscape</strong> (paisagem) surge aqui como <strong>Brainscape</strong> (“tunning the brain), ou seja, o modo como os fenómenos são percepcionados, e como estes, por conseguinte, nos modificam, numa união entre arte e ciência, proporcionando  um aumento de consciência e conhecimento sensorial.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/neM41SVV97A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/neM41SVV97A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h6><span style="color:#888888;">Camera Lucida, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand</span></h6>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/">Terike Haapoja</a>  culmina a conversa com as situações onde humanos e não humanos interagem, através de dispositivos sensoriais, ou seja, as relações entre homem-natureza (e espaço) através da utilização dos novos media, que, por sua vez, constroem a paisagem.</p>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/"><em>Community</em>, vídeo</a></p>
<p>Através deste exemplo é possível mostrar, um pouco da diversidade na exploração do tema subjacente à edição deste ano do festival.</p>
<p>Desde instalações interactivas (presentes na exposição ou abordadas nas conversas), vídeos e esclarecimentos através de debates e workshops (por exemplo, além das conversas referidas anteriormente, o modo como os computadores nos permitem / auxiliam a ver o mundo de outras formas através do workshop de Jussi Angesleva), o <strong>Festival Um</strong> permitiu então a abordagem a novas e diversificadas noções de paisagem, pelo modo como nos relacionamos e interagimos com o espaço e o som e os seus fenómenos (quer sejam estes  naturais ou humanos – pela nossa percepção.</p>
<p>Juliana Duque, Edna Silveira</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotos de um final de semana de folga]]></title>
<link>http://adrianojalmeida.wordpress.com/2009/11/19/fotos-de-um-final-de-semana-de-folga/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 08:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriano J Almeida</dc:creator>
<guid>http://adrianojalmeida.wordpress.com/2009/11/19/fotos-de-um-final-de-semana-de-folga/</guid>
<description><![CDATA[Sábado sem nenhum compromisso, peguei a câmera logo cedo e sai pra fotografar. Queria ir numa barrag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sábado sem nenhum compromisso, peguei a câmera logo cedo e sai pra fotografar. Queria ir numa barragem que tem em Juatuba, mas como tinha muito tempo que não ia lá acabei meio perdido, tomei um tombo, bati meu braço e quase não consegui fazer fotos. Aqui tem algumas e no meu <a title="FLICKR" href="http://www.flickr.com/adriano_almeida" target="_blank"><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:none;"><strong>Flick</strong></span></span><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:none;"><strong>r</strong></span></span></a><span style="color:#ff00ff;"> </span>tem mais.</p>
<p><a title="DSC_6382 por Adriano J. Almeida, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/adriano_almeida/4106715845/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2585/4106715845_38dee07c04.jpg" alt="DSC_6382" width="335" height="500" /></a></p>
<p><a title="DSC_6371 por Adriano J. Almeida, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/adriano_almeida/4106713443/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2773/4106713443_d8f45d58ce.jpg" alt="DSC_6371" width="500" height="335" /></a></p>
<p><a title="DSC_6356 por Adriano J. Almeida, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/adriano_almeida/4106698995/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2551/4106698995_1a30fe6348.jpg" alt="DSC_6356" width="500" height="335" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foto paisagem]]></title>
<link>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-5/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:08:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>morosphotos</dc:creator>
<guid>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-5/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-4.jpg"><img src="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-4.jpg?w=300" alt="" title="paisagens (4)" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-1047" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foto paisagem]]></title>
<link>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-4/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:05:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>morosphotos</dc:creator>
<guid>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-4/</guid>
<description><![CDATA[Foto tirada de pessoas andando de jipe e a garça olhando o horizonte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-31.jpg"><img src="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-31.jpg?w=300" alt="" title="paisagens (3)" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-1044" /></a></p>
<p>Foto tirada de pessoas andando de jipe e a garça olhando o horizonte</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foto do rio]]></title>
<link>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-do-rio/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:58:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>morosphotos</dc:creator>
<guid>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-do-rio/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-2.jpg"><img src="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens-2.jpg?w=300" alt="" title="paisagens (2)" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-1039" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foto paisagem]]></title>
<link>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-3/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:53:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>morosphotos</dc:creator>
<guid>http://morosphotos.wordpress.com/2009/11/19/foto-paisagem-3/</guid>
<description><![CDATA[Foto tirada de uma camionete no rio para tirar o barco da água,no Clube Água Nova em São Manuel-SP]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens.jpg"><img src="http://morosphotos.wordpress.com/files/2009/11/paisagens.jpg?w=300" alt="" title="paisagens" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-1036" /></a></p>
<p>Foto tirada de uma camionete no rio para tirar o barco da água,no Clube Água Nova em São Manuel-SP</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Que Nome você Daria III?]]></title>
<link>http://grafarte.wordpress.com/2009/11/17/que-nome-voce-daria-iii/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:58:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotoxis</dc:creator>
<guid>http://grafarte.wordpress.com/2009/11/17/que-nome-voce-daria-iii/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://grafarte.wordpress.com/files/2009/11/bia-graf-38.jpg"><img src="http://grafarte.wordpress.com/files/2009/11/bia-graf-38.jpg" alt="" title="bia graf 38" width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-403" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carl Warner]]></title>
<link>http://orfadaofelia.wordpress.com/2009/11/17/carl-warner/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 19:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula R.</dc:creator>
<guid>http://orfadaofelia.wordpress.com/2009/11/17/carl-warner/</guid>
<description><![CDATA[Seria Carl Warner um Arcimboldo do século XXI? Além de seu trabalho convencional, o fotógrafo londri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/carl_warner1.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1430" title="carl_warner" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/carl_warner1.jpg?w=128" alt="" width="128" height="150" /></a>Seria Carl Warner um <a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/2009/06/03/giuseppe-arcimboldo/" target="_blank">Arcimboldo</a> do século XXI? Além de seu trabalho convencional, o fotógrafo<a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/carl_warner.jpg"></a> londrino dedica parte de seu tempo criando retratos e paisagens com alimentos. Provavelmente foi ele mesmo que criou o termo <em>foodscape</em> <em>(food + landscape)</em> com o qual designa suas obras deste gênero.</p>
<p>Segundo <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1380678-5602,00.html" target="_blank">matéria do G1</a>, sua última obra, a “London Skyline”, utiliza 26 tipos de frutas, legumes, verduras e pães para retratar os principais pontos turísticos da capital inglesa. Warner contou com a ajuda de cinco profissionais para montar a maquete em três semanas. A paisagem teria sido encomendada pelo canal de TV Good Food. Faz sentido.</p>
<p><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/london_skyline.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1427" title="london_skyline" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/london_skyline.jpg" alt="" width="400" height="200" /></a><br />
<strong>London skyline</strong></p>
<p>Para que os alimentos não murchem, as fotos são feitas por etapas e ordenadas no computador. Selecionei alguns exemplos para colocar aqui, mas fiquei super em dúvida de quais escolher. Vale a pena dar uma olhada no site do fotógrafo para vê-las em tamanho maior e poder notar todos os detalhes. Procurem, por exemplo, a “Cabbage Sea”, que reproduz um mar revolto com repolhos roxos. Adorei.</p>
<p>No site, também é possível comprar pôsteres das obras em tamanhos variados. Só que o preço é em libras.</p>
<p>&#62; Conheça o site do fotógrafo: <a href="http://www.carlwarner.com/" target="_blank">http://www.carlwarner.com/</a></p>
<p><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/tuscan_landscape.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1432" title="tuscan_landscape" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/tuscan_landscape.jpg" alt="" width="400" height="281" /></a><br />
<strong>Paisagem toscana</strong> (<em>Tuscan landscape</em>) – Representação da região da Itália com árvores de salsinha, pinheiros de pimentão, muro de feijões e castelo de queijo.</p>
<p><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/salmon_sea.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1433" title="salmon_sea" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/salmon_sea.jpg" alt="" width="400" height="242" /></a><br />
<strong>Mar salmão</strong> (<em>Salmon sea</em>) &#8211; Pôr-do-sol num mar de sashimi de salmão com rochas na praia feitas de batatas e pães.</p>
<p><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/gondola_warner.jpg"></a><a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/gondola_warner1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1438" title="gondola_warner" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/gondola_warner1.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a> <a href="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/balloon_warner2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1435" title="balloon_warner2" src="http://orfadaofelia.wordpress.com/files/2009/11/balloon_warner2.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a><br />
As obras <strong>Gôndola</strong> (esq.) e a outra que não descobri o nome (dir.) trazem balões feitos de raviólis e bananas, com montanhas de torradas e sorvete, respectivamente.</p>
<p>(<strong>Fotos:</strong> reprodução do site oficial)</p>
<p><strong>:. Matéria do G1 enviada pela amiga Elaine</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olhares&hellip;]]></title>
<link>http://acasadomago.wordpress.com/2009/11/17/olhares/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:55:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>engmarco</dc:creator>
<guid>http://acasadomago.wordpress.com/2009/11/17/olhares/</guid>
<description><![CDATA[Saímos para um passeio com o Patrick na semana passada e acabamos numa praça aqui perto de casa. A L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/11/coisasdoblog070.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="coisas do blog 070" border="0" alt="coisas do blog 070" src="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/11/coisasdoblog070_thumb.jpg?w=418&#038;h=318" width="418" height="318" /></a></p>
<p>Saímos para um passeio com o Patrick na semana passada e acabamos numa praça aqui perto de casa. A Lapa como de costume tem muitas praças e algumas delas apresentam algumas curiosidades.</p>
<p>Embora esteja completamente abandonada, o lugar nos apresentou uma energia deliciosa. A <a href="http://teoriasimpossiveis.wordpress.com" target="_blank"><strong>Lu</strong></a>, como de costume correu para abraçar uma árvore, enquanto o Patrick correu para fazer xixi em todas elas (rs).</p>
<p>No centro dessa praça tem uma árvore e curiosamente tem uma simbologia solar por ali. Parte de mim ao pisar ali desejou que a praça continuasse assim: abandonada. Pode parecer bobagem minha dizer isso, mas é que a prefeitura tem feito manutenção nas praças e descaracterizando totalmente os lugares…</p>
<p>Grande abraço   <br /><a href="http://acasadomagoart.wordpress.com" target="_blank"><strong>Marco Antonio</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival UM 2009 | Paisagem...]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/17/festival-um-2009-paisagem/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
<guid>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/17/festival-um-2009-paisagem/</guid>
<description><![CDATA[O Festival UM gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <a href="http://www.1um1.net/">Festival UM</a> gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de <strong>Paisagem</strong>.</p>
<p><a href="http://www.polarproduce.org/people.php?no=2">Teresa Dillon</a>, directora do festival, fala-nos de paisagem como a presença humana no mundo, a nossa panorâmica, de qualquer ponto de vista. Deste modo, a paisagem torna-se num processo construtivo, no qual o mundo é mediado através da experiência humana.</p>
<p>O Festival decorreu durante quatro dias (de 12 a 15 de Novembro) compreendendo <a href="http://www.1um1.net/programme/talks/">conversas</a> (com Carsten Stabenow, Terike Haapoja, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand, Prof. Jussi Angesleva, Unsworn Industries), <a href="http://www.1um1.net/programme/workshops/">workshops</a> (<em>Construir o Próprio Interface Musical</em> por membros da Fundação <a href="http://www.steim.org/steim/">STEIM</a>; <em>Maneiras de ver computacionais</em> com Prof. <a href="http://angesleva.iki.fi/">Jussi Angesleva</a>; <em>Megaphonebooth Lisboa</em> com <a href="http://www.unsworn.org/">Unsworn Industries</a>), <a href="http://www.1um1.net/programme/performances/">concertos/performances</a> e ainda uma <a href="http://www.1um1.net/?page_id=17">exposição</a> que se estenderá até dia 27.</br><br />
Os trabalhos seleccionados e/ou abordados ao longo do festival (tanto os workshops, como as conversas e ainda a própria exposição) exploram (de modos diversos), pois, o conceito de <strong>Paisagem</strong>, tendo em conta a nossa percepção, e o modo como esta nos permite estabelecer e processar as nossas relações e experiências com<br />
 </br>o mundo exterior.</br><br />
Será conferido um enfoque às duas primeiras conversas ocorridas, de modo a poder demonstrar, recorrendo a exemplos concretos, os modos (diversos) como a noção de paisagem foi aqui explorada.</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Paisagem como processo construtivo da realidade, da experiência.</em></p>
<p>Foi deste modo que o designer <a href="http://www.staalplaat.org/site/about/">Carsten Stabenow</a> iniciou a primeira conversa no âmbito deste festival.</br><br />
O assunto foi abordado de modo a permitir o entendimento de como este processo modela a nossa percepção, constituindo um diálogo entre <strong>nós</strong> e o <strong>espaço</strong>.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/q5c_m83vTJY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/q5c_m83vTJY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;"><em>FletsBel Concert</em>, Staalplaat Sound System</span></p>
<p>&#160;</p>
<p>O espaço torna-se, então, no próprio concerto, assim como o nosso acto de respiração natural. Neste caso, a campainha é o som natural da bicicleta<br /> (que é o instrumento). O som programa, assim, o espaço (compondo a paisagem através dos seus elementos sonoros).</p>
<p>Deste modo, é possível reter a ideia de que se compreender-mos os sons citadinos é possível transformá-los em instrumentos; dependendo, somente, do modo como estes nos são apresentados / contextualizados.<br />
Trata-se, pois, de uma reconfiguração do espaço e de uma construção social do som. Se as pessoas entenderem os sons, a sua percepção dos mesmos será alterada, construindo assim uma paisagem (com a informação que lhes é fornecida através dos mesmos e da sua subjectividade). </p>
<p>&#160;</p>
<p>A segunda conversa inicia-se com a abordagem do tema de <strong>Levitação acústica</strong> e visualização de ondas sonoras, através da luz com <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Evelina Domnitch</a>, <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Dmitry Gelfand</a>. Este é um projecto que emerge da arte e da ciência, visando alterar as nossas perspectivas sobre o som e as suas frequências, oscilando entre os processos que já se encontram na natureza e os que são de índole humana.</p>
<p><a href="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/conversa.jpg"><img src="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/conversa.jpg" alt="" title="conversa" width="500" height="333" class="alignnone size-full wp-image-277" /></a><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">Da esquerda para a direita: Teresa Dillon, Evelina Domnitch, Dmitry Gelfand e Terike Haapoja </span></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conceito de <strong>Landscape</strong> (paisagem) surge aqui como <strong>Brainscape</strong> (&#8220;tunning the brain), ou seja, o modo como os fenómenos são percepcionados, e como estes, por conseguinte, nos modificam, numa união entre arte e ciência, proporcionando  um aumento de consciência e conhecimento sensorial.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/neM41SVV97A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/neM41SVV97A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;"><em>Camera Lucida</em>, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand </span></p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/">Terike Haapoja</a>  culmina a conversa com as situações onde humanos e não humanos interagem, através de dispositivos sensoriais, ou seja, as relações entre homem-natureza (e espaço) através da utilização dos novos media, que, por sua vez, constroem a paisagem.</p>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/"><em>Community</em>, vídeo</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Através deste exemplo é possível mostrar, um pouco da diversidade na exploração do tema subjacente à edição deste ano do festival.</br><br />
Desde instalações interactivas (presentes na exposição ou abordadas nas conversas), vídeos e esclarecimentos através de debates e workshops (por exemplo, além das conversas referidas anteriormente, o modo como os computadores nos permitem / auxiliam a ver o mundo de outras formas através do workshop de Jussi Angesleva), o <strong>Festival Um</strong> permitiu então a abordagem a novas e diversificadas noções de paisagem, pelo modo como nos relacionamos e interagimos com o espaço e o som e os seus fenómenos (quer sejam estes  naturais ou humanos &#8211; pela nossa percepção.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Juliana Duque, Edna Silveira</p>
<div><span style="font-family:Helvetica, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, fantasy;font-size:small;"><br />
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Composição 1/2]]></title>
<link>http://adrianagpm.wordpress.com/2009/11/16/composicao-12/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:10:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>adrianagpm</dc:creator>
<guid>http://adrianagpm.wordpress.com/2009/11/16/composicao-12/</guid>
<description><![CDATA[linha linha mancha Trabalho realizado no curso profissional de fotografia no IPF, para a cadeira de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-555" title="_DSC9298" src="http://adrianagpm.wordpress.com/files/2009/11/dsc9298.jpg" alt="_DSC9298" width="500" height="333" /></p>
<p>linha</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-539" title="_DSC8976" src="http://adrianagpm.wordpress.com/files/2009/11/dsc8976.jpg" alt="_DSC8976" width="334" height="500" />linha</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-540" title="_DSC9174" src="http://adrianagpm.wordpress.com/files/2009/11/dsc9174.jpg" alt="_DSC9174" width="335" height="500" />mancha</p>
<p>Trabalho realizado no curso profissional de fotografia no IPF, para a cadeira de Composição da Professora Luísa Baeta</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
