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	<title>paises-emergentes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/paises-emergentes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paises-emergentes"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 21:17:09 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[China, la nueva oportunidad de futuro.]]></title>
<link>http://ladeteam.wordpress.com/2009/11/25/china-la-nueva-opcion-para-el-futuro/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:51:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>ladeteam</dc:creator>
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<description><![CDATA[En las últimas predicciones para el próximo año, Deutsche Bank señala que los países emergentes será]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En las últimas predicciones para el próximo año, <a title="DB" href="http://www.db.com/index_e.htm" target="_blank">Deutsche Bank</a> señala que los países emergentes serán líderes en el crecimiento global (su crecimiento representará el 50% del crecimiento mundial) debido a la dinámica demanda de las economías domésticas. De esta forma, la gran mayoría de los países, tanto desarrollados como en vías de desarrollo, se beneficiarán del crecimiento de China, que tendrá un aumento del PIB en 2010 del 9%.</p>
<p>Algunas de nuestras mayores empresas, han percibido estos síntomas de crecimiento en la economía de este país asiático. A continuación, expondremos algunos de estas empresas que han apostado fuerte en esta nueva y exótica oportunidad:</p>
<p><a title="Telefónica" href="http://www.telefonica.es/on/" target="_blank"><strong>Telefónica</strong></a> anunció a principios de septiembre el acuerdo de intercambio de acciones con la operadora <a title="China Unicom" href="http://www.chinaunicom.com.hk/en/home/default.html" target="_blank">China Unicom</a>. De esta forma, la empresa española elevará su participación en la compañía china del 5,38% al 8,06%. Así, ambas compañías reforzarán su liderazgo y aumentarán su base de clientes a cerca de los 550 millones en todo el mundo.</p>
<p><a title="BBVA" href="https://www.bbva.es/TLBS/tlbs/jsp/esp/home/index.jsp" target="_blank"><strong>BBVA</strong></a> está preparada para ejercer en un futuro cercano una opción de 1.100 millones de euros para aumentar su participación en <a title="China Citic Bank" href="http://www.ecitic.com/bank/investorrelation/index_en.html" target="_blank">China Citic Bank</a> al 15%. Hace tres años, BBVA realizó su inversión inicial en este grupo, y ha mantenido constante su capacidad para destinar capital a operaciones en el extranjero, siendo en la actualidad el banco español líder en el dinámico mercado asiático.</p>
<p>El banco español también ha ayudado a la entidad de créditos china, la séptima mayor del país por número de activos, a modernizar su marco de gestión del riesgo y la ha asesorado en la implementación de acuerdos globales como <a title="Basilea II" href="http://www.monografias.com/trabajos57/tratado-basilea/tratado-basilea.shtml" target="_blank">Basilea II</a>. BBVA ha recurrido a una agresiva política de contrataciones en Asia este año para mejorar su plantilla de banca corporativa, ha ampliado su número de productos estructurados y está creando un grupo de asesoramiento en fusiones y adquisiciones regionales.</p>
<p>Vemos como las más grandes y sólidas empresas españolas intentan aprovechar estas nuevas oportunidades del mercado realizando inversiones en China, un país cuyo dinamismo veremos convertido en un enorme crecimiento en los próximos años.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La construcción mundial volverá a despegar en 2011 'pilotada' por los países emergentes | elmundo.es]]></title>
<link>http://blog.darioalvarez.net/2009/11/12/la-construccion-mundial-volvera-a-despegar-en-2011-pilotada-por-los-paises-emergentes-elmundo-es/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:20:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>arquitecturas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Obreros trabajando en una construcción de un edificio en Yakarta, Indonesia | Efe INFORME DE LAS CON]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Obreros trabajando en una construcción de un edificio en Yakarta, Indonesia | Efe INFORME DE LAS CON]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O IDH do Brasil está crescendo]]></title>
<link>http://icommercepage.wordpress.com/2009/10/08/o-idh-do-brasil-esta-crescendo/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 07:04:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>icommercepage</dc:creator>
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<description><![CDATA[idh brasileiro O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, divulgou essa semana, cinc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_971" class="wp-caption aligncenter" style="width: 397px"><img class="size-full wp-image-971" title="idh" src="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/10/brasil1.jpg" alt="idh brasileiro" width="387" height="255" /><p class="wp-caption-text">idh brasileiro</p></div>
<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, divulgou essa semana, cinco de outubro de 2009, o resultado da pesquisa anual do IDH, Ínndice de Desenvolvimento Humano. Esse índice tem como base três fatores: Longevidade (espectativa de vida), educação e renda.</p>
<p>A má notícia é que o Brasil caiu duas posições, a boa é que o fato de dois países, novos nessa nova lista, terem ultrapassado o Brasil, além de outros fatores, como o tamanho do Brasil em relação a outros menores, como principados, e o fato de dados desatualizados, em relação ao IBGE, mostram que o Brasil se manteve na mesma posição de antes. Resumindo: O Brasil manteve, relativamente, sua posição do ano anterior, nada mudou.</p>
<p>Por outro lado, o Brasil deixou de liderar a BRIC, bloco de países em franco desenvolvimento, onde além do Brasil, estão a China, India e Rússia. O Brasil foi ultrapassado pela Russia, famosa por suas grandes revoluções sociais.</p>
<p>O Brasil está entre os 75 países mais desenvolvidos, de acordo com o seu IDH, antes estava entre os 70, na lista de 182 países, membros da ONU.</p>
<p>A avaliação obedece uma escala que vai de 0 a 1, segundo a ordem:</p>
<p>0 a 0,499 = Baixo</p>
<p>0,500 a 0,799 = Médio</p>
<p>0,800 a 1 = Alto</p>
<p>O Brasil subiu para 0,813, contra 0,807 no ano anterior, apesar de aumentado sua pontuação, perdeu cinco posições, devido aos motivos relacionados acima.</p>
<p>O único país da BRIC a ficar à frente do Brasil foi Rússia, que está entre os 71 países da lista. Republica Dominicana e Granada também foram beneficiadas pelas atualizações dos dados ficando a frente do Brasil, apesar de terem ficado atrás na prévia. Foram beneficiadas pela atualização.</p>
<p>Em relação aos outros países da BRIC, países que exploram a mão-de-obra barata, a China ficou entre os 92 e a Índia entre os 134 da lista.</p>
<p>O IDH foi criado pelo paquistanês Mahbud Ul Haq e vem sendo usado pela ONU desde 1.993.</p>
<p>Bem abaixo do Brail, a Índia com 0,612, ficom na categoria IDH médio. A China, também na categora IDH médio, ficou com 0,772.</p>
<p>Lembrando que dos mais de cerca de 200 países do mundo, apenas os 182 países membros da ONU são classificados segundo o IDH.</p>
<p>Os três pontos de referências para o IDH são avaliados da seguinte forma:</p>
<p>Longevidade = Onde é avaliada a expectativa média de vida de pessoas de determinado país.</p>
<p>Educação = Onde é avaliada a alfabetização e escolaridade.</p>
<p>Log10PIBpc = Onde é considerado o logarítimo decimal do PIB per capta.</p>
<p>O IDH maior são observados, todo ano, nas latitudes maiores, onde o clima é mais frio, como já observamos em outros artigos do icommercepage/made in blog.</p>
<p>O IDH é um pouco menor nesses casos para Rússia e outros países do bloco comunista, além de Argentina, Chile e Uruguai, países mais frios da América Latina, com PIB baixo mas com longevidade e educação maior.</p>
<p>O IDH intermediário é observado, principalmente, na América Latina, Norte da África, Oriente Médio, China, Ásia Central, Irã, países localizados entre o clima mais frio e clima equatorial.</p>
<p>O IDH menor está em climas mais quentes, onde a vida é relativamente mais fácil por um lado, custo de vida, e pior por outro, climas secos e terras áridas. África, Índia.</p>
<p>Mesmo assim, há excessões.</p>
<p>Entre os países de língua portuguesa, Portugal é o país que mais se desenvolveu, em relação ao IDH, talvez influenciado pelo clima e localização.</p>
<p>Apesar de o Brasil estar entre os países de IDH alto, continua sendo um país com baixa distribuição de renda, segundo o IBGE (PNAD) Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.</p>
<p>Segundo esse índice, de 2.001 a 2004, os vinte por cento mais pobres cresceram cinco por cento, enquanto os vinte por cento mais ricos perderam um por cento de suas riquezas.</p>
<p>Fonte: Wikipedia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio 2016: o mundo definitivamente aposta no Brasil]]></title>
<link>http://blog.oquederevier.com/2009/10/02/rio-2016-o-mundo-definitivamente-aposta-no-brasil/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 20:44:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelopcarvalho</dc:creator>
<guid>http://blog.oquederevier.com/2009/10/02/rio-2016-o-mundo-definitivamente-aposta-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[O Rio de Janeiro levou as Olimpíadas de 2016. Ganhou de Chicago (Estados Unidos, maior economia do m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Rio de Janeiro levou as Olimpíadas de 2016. Ganhou de Chicago (Estados Unidos, maior economia do mundo), Tóquio (Japão, segunda maior economia do mundo) e Madri (Espanha, nona no ranking).</p>
<p>A escolha das sedes olímpicas vai muito além do fato esportivo em si, tanto que os líderes dos quatro países estavam presentes, buscando sensibilizar os membros do COI para suas candidaturas. Como um cheque em branco, o país escolhido recebe um enorme voto de confiança para realizar o principal evento esportivo (e cultural) mundial.  Se esse cheque vai para países desenvolvidos, que já realizaram outras Olimpíadas, esse cheque em branco tem pouco risco de apresentar surpresas; dá-lo, porém, a um país emergente, a uma cidade carregada de problemas e sem a infra-estrutura adequada, ou é uma irresponsabilidade coletiva dos membros do COI, ou é a prova definitiva de que o mundo está vendo o Brasil de outra forma, ainda que muitos de nós não tenhamos a mesma visão. Prefiro apostar na segunda hipótese. Já tinha, inclusive, escrito sobre isso: <a href="http://blog.oquederevier.com/2009/06/21/o-brasil-ja-e-visto-como-potencia/">O Brasil já é visto como potência</a>.</p>
<p>A escolha do Rio como sede das Olimpíadas é parte de um processo de diluição do poder econômico e político entre novos atores. Pequim 2008 também foi parte desse processo em que o mundo reconhece cada vez mais que o crescimento econômico virá da periferia e não do centro do capitalismo, como de costume. É a era dos BRICs, e o Brasil é central nesse processo, constituindo-se em um pivô regional relevante e estratégico em diversas variáveis que serão fundamentais no tabuleiro de forças do futuro, principalmente na questão ambiental e na produção de alimentos. Alguns países emergentes mudaram de status no cenário mundial: a percepção de risco diminuiu; suas moedas se valorizaram frente ao dólar e mesmo frente a outras moedas fortes; passaram a ser ouvidos em assuntos mais estratégicos.</p>
<p>Claro que há o outro lado da moeda, e que não pode ser ignorado. Os investimentos serão significativos (porque não investir em educação, saúde, segurança?); há sempre a suspeita de desvio de verbas, a farra com o dinheiro público; haverá uso demagógico dessa conquista; o Brasil não é uma potência olímpica; as obras se tornarão elefantes brancos após os Jogos, e por aí vai.</p>
<p>Tudo isso pode ser verdade, ou não. Cabe ao Brasil mostrar que pode dar conta do recado e que esse reconhecimento mundial é justo e acertado. Estaremos nos holofotes, afinal o Rio venceu “na marra”: pode ter um bom projeto, mas está tudo ainda por fazer. Em que pese o carisma do Lula, o trabalho do COB e o fato do Brasil estar na moda, o fato é que recebemos um enorme voto de confiança.</p>
<p>Nesse sentido, terá de haver transparência na prestação de contas e a imprensa terá um papel fundamental nisso. Terá de haver investimentos para amenizar os problemas crônicos da cidade. Será necessário fazer investimentos no esporte de base para não fazermos um papel secundário nos Jogos.</p>
<p>Uma coisa é clara: a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 é a prova evidente de que o Brasil é a bola da vez, ou uma delas. O cavalo está passando arreado e é a nossa chance de aproveitar. Talvez tenha chegado a vez do eterno país do futuro virar do presente.</p>
<p>Mas, alto lá. Até agora, pelo menos no que se refere aos Jogos Olímpicos, o marketing foi bem feito; mas o trabalho só começou. É preciso entregar o prometido. As expectativas são altas e agora vem a hora da verdade. Se a lição de casa for feita, Rio 2016 terá um saldo positivo para o país, podendo significar o carimbo de “aprovado” em nosso passaporte para o futuro. Se não&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-807" title="rio2016" src="http://marcelopcarvalho.wordpress.com/files/2009/10/rio2016.jpg" alt="rio2016" width="214" height="111" /></p>
<p>Obs: O <a href="http://http://www.canchallena.com/1181612">La Nación, da Argentina, falou a mesma coisa que eu</a> &#8211; destaco o trecho final:</p>
<p><em>&#8220;Lejos de leerse como un hecho aislado, la obsesión que el gobierno brasileño mostró por los Juegos Olímpicos debe interpretarse como una actitud de un país que aún con su compleja problemática social, actúa como potencia y pretende que así sea percibida en el campo internacional. No faltará la oportunidad: en el 2014 y 2016 el mundo tendrá sus ojos puestos en Brasil&#8221;.</em>  </p>
<p>PS: No Twitter – se o Lula fosse bom mesmo, traria para o Brasil as Olimpíadas de Inverno. São Roque 2018!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FDC lança programa dirigido aos países emergentes]]></title>
<link>http://abrhnacional.org/2009/10/02/fdc-lanca-programa-dirigido-aos-paises-emergentes/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 20:15:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>epressblog</dc:creator>
<guid>http://abrhnacional.org/2009/10/02/fdc-lanca-programa-dirigido-aos-paises-emergentes/</guid>
<description><![CDATA[A Fundação Dom Cabral, juntamente com a Moscow School of Management – Skolkovo (Russia), a Indian Sc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/cidades/imagens/brics2.jpg" alt="" width="144" height="110" />A Fundação Dom Cabral, juntamente com a Moscow School of Management – Skolkovo (Russia), a Indian School of Business – ISB (Índia) e a Fundan University (China), lançaram o programa de educação executiva BRICs on BRICs – Harnessing Growth in New Realities, visando auxiliar empresas multinacionais dos países emergentes a lidar com o desafio de alcançar o crescimento lucrativo sustentável.</p>
<p>O programa é dirigido a executivos de empresas de países desenvolvidos que buscam novos mercados e de países emergentes que buscam desenvolver negócios em outras economias. A proposta da iniciativa é levar os participantes para os 4 países que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), para que conheçam as oportunidades e dificuldades para se fazer negócio nesses países.</p>
<p>Para mais informações, acesse o site do programa, clicando <a href="http://www.fdc.org.br/pt/programasabertos/bric/Paginas/default.aspx" target="_blank">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sigamos el ejemplo]]></title>
<link>http://recreandotec.wordpress.com/2009/09/30/sigamos-el-ejemplo/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 05:40:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>recreandotec</dc:creator>
<guid>http://recreandotec.wordpress.com/2009/09/30/sigamos-el-ejemplo/</guid>
<description><![CDATA[Otras naciones emergentes de Latinoamérica están trabajando por mejorar, ¡aprendamos de ellos!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ChkzksyD7ck&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ChkzksyD7ck&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Otras naciones emergentes de Latinoamérica están trabajando por mejorar, ¡aprendamos de ellos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dominar o mundo]]></title>
<link>http://nanossaagenda.wordpress.com/2009/09/05/dominar-o-mundo/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 01:35:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>margaridavaqueirolopes</dc:creator>
<guid>http://nanossaagenda.wordpress.com/2009/09/05/dominar-o-mundo/</guid>
<description><![CDATA[Durante anos achámos que dominávamos o mundo. Aliás, dominávamos. Éramos assim, castanhos, azuis, ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Durante anos achámos que dominávamos o mundo. Aliás, dominávamos. Éramos assim, castanhos, azuis, verdes. Rodeados de mar ou de terra. Ou de ambos. Uns maiores, outros mais pequenos, mas com algumas características comuns: todos éramos fortes, sadios, e cheios de sabedoria para podermos mandar. É claro que nem sempre concordámos. Muitas vezes entrámos em conflitos perfeitamente disparatados. Mas talvez fosse só porque precisávamos &#8211; ou quereríamos? &#8211; um pouco de agitação.  Não saía muito da linha do <em>Ah, eu tenho mais praias dos que tu!, </em>dizia um. <em>Ah é?, tudo bem. Mas eu tenho os monumentos mais bonitos</em>. Havia ainda o típico <em>Sim, mas quem tem a melhor oferta cultural sou eu</em>.</p>
<p>Enfim, todas estas pequenas discussões motivaram sempre alegres discussões que iam animando o panorama mundial. Até ao dia em que tudo mudou e parece que os astros se conjuraram contra nós. Não terão sido os astros. Terão mais sido os líderes, estamos em crer. Bom, algo aconteceu. E nós deixámos de brigar por coisas tão inócuas quanto o número de pradarias que cada um tem, ou de museus, ou de rios ou o que quer que seja.</p>
<p>Agora, nós todos estamos, novamente, unidos por um motivo maior. Resolver aquilo que nós mesmos acabámos por provocar. Nós não. Nós não provocamos nada. Somos só o terreno em que se mexem aqueles que mandam e que acham que conseguem mudar o mundo consoante as suas ambições, ao invés de entenderem que é o mundo que manda nas nossas possibilidade.</p>
<p>Bom, a verdade é esta. Deixámos de ser o grupo mais importante do mundo. Agora é tempo de deixar entrar alguns gigantes que sempre nos atemorizaram mas que parecem ser a a nossa única solução. Agora é tempo de abrir novos mundos ao mundo, novamente. Para que daqui a uns tempos a única preocupação volte a ser a quantidade de verde que cada um tem nos seus campos. E de flores, porque não?</p>
<p><strong>Entrada na Nossa Agenda a propósito da notícia:</strong></p>
<h1>Los ministros de Economía del G-20 apuestan por mantener las medidas anticrisis</h1>
<h3>Controlar los sueldos de los banqueros y dar una mayor voz a los países emergentes serán prioritarios.- El director del FMI, Dominique Strauss-Kahn, dice que se ve &#8220;el final del túnel&#8221;</h3>
<p>Fonte: El País</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/ministros/Economia/G-20/apuestan/mantener/medidas/anticrisis/elpepueco/20090905elpepueco_1/Tes">http://www.elpais.com/articulo/economia/ministros/Economia/G-20/apuestan/mantener/medidas/anticrisis/elpepueco/20090905elpepueco_1/Tes</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil: bom para investimentos estrangeiros]]></title>
<link>http://winneton.wordpress.com/2009/08/11/brasil-bom-para-investimentos-estrangeiros/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:25:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Winneton</dc:creator>
<guid>http://winneton.wordpress.com/2009/08/11/brasil-bom-para-investimentos-estrangeiros/</guid>
<description><![CDATA[Um novo relatório da Unctad, &#8220;braço&#8221; das Nações Unidas que analisa o comércio exterior e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-178" title="Unctad-vert" src="http://winneton.wordpress.com/files/2009/08/unctad-vert.jpg?w=173" alt="Unctad-vert" width="173" height="300" />Um novo relatório da Unctad, &#8220;braço&#8221; das Nações Unidas que analisa o comércio exterior e o desenvolvimento, mostrou que o Brasil é o quarto destino preferido no mundo para o investimento estrangeiro direto de grandes empresas este ano, e continuará assim até 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil aparece atrás somente de China, Estados Unidos e Índia na lista, mas à frente da Rússia e do Reino Unido. Embora o &#8220;top five&#8221; entre os principais destinos de investimento inclua os mesmos países da última edição, o Brasil melhorou de posição em relação à sondagem de 2008, ao superar a Rússia e passar da quinta para a quarta colocação entre as economias mais atraentes para investimentos externos. China, Estados Unidos e Índia, nessa ordem, lideram o ranking.</p>
<p style="text-align:justify;">A liderança na preferência das múltis é a China, com 56%, seguida pelos Estados Unidos (48%). A quebra de empresas americanas atrairá investidores até de países emergentes, por causa do baixo preço. O mercado interno, a desvalorização do dólar e a perspectiva de que o país saia da crise antes da Europa e do Japão também contribuem para atrair investimentos. A terceira posição entre os principais destinos é da Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa foi feita sob o pano de fundo de uma drástica redução nos investimentos globais no começo do ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Na pesquisa deste ano, 85% das 241 empresas ouvidas pela agência da ONU afirmaram que a desaceleração da economia mundial teve impacto negativo em seus planos de investimento. No ano passado, a porcentagem fora de 40%.</p>
<p style="text-align:justify;">Comparando com o mesmo período de 2008, no primeiro trimestre o fluxo de investimento estrangeiro direto caiu 54%, enquanto o montante de fusões e aquisições teve queda de 77%, afirma a Unctad.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo os dados da Unctad, os países do grupo do emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) continuam entre as prioridades dos investidores por conta &#8220;do considerável crescimento de seu mercado, do acesso à mão de obra barata e, em alguns casos, a recursos naturais&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, de uma maneira geral, essas nações vêm atraindo mais investimentos. Em 2008, de acordo com o relatório, a alta no Brasil foi de 30,3%, para um total de US$ 45,1 bilhões. Na Índia, o crescimento do investimento estrangeiro direto total foi de 85,1% no ano passado, para US$ 46,5 bilhões.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa ouviu mais de 240 multinacionais. Dessas, 50% planejam investir em 2011 mais do que investiram em 2008 &#8211; no caso das asiáticas, o porcentual chega a 57% e no das americanas, a 71%. Esse resultado indica que o processo de internacionalização será retomado, ainda que forma mais lenta.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra diferença: o padrão mudará e haverá preferência cada vez maior pelos países emergentes. Segundo a Unctad, a crise deu &#8220;novo ímpeto&#8221; a essa tendência. Os países ricos continuarão a atrair investimentos, mas crescerá o papel dos emergentes nas estratégias das multinacionais.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil também é o quarto destino preferido das empresas europeias, superando Rússia e Reino Unido, e das japonesas. Entre as americanas, o Brasil é o quinto, acima dos próprios Estados Unidos. Mas é o sexto no caso dos investimentos asiáticos (excluindo o Japão)</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa apontou que o principal atração dos investimentos é o tamanho do mercado, seguido do crescimento econômico. Incentivos fiscais são só o 13º motivo. No caso do Brasil, 20% das empresas indicaram que são atraídas pelo tamanho do mercado e 19%, pela perspectiva de crescimento. Ineficiência do governo e infraestrutura são os pontos fracos.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil, ainda em 2009, está sendo beneficiado por um comportamento estável dos investimentos no setor agrícola. &#8220;O Brasil tem amplos recursos naturais, um mercado doméstico que cresce e tem mostrado que poderá sair da crise com certo conforto&#8221;, disse James Zhan, autor do levantamento. Para ele, os setores manufatureiro, de mineração e agrícola devem receber o maior volume de investimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">O levantamento não significa que o Brasil receberá maior volume de investimentos que os países ricos, mas um número maior de empresa vê o País como um destino mais atraente que, por exemplo, todos os países da Europa Ocidental.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre janeiro e maio deste ano, os investimentos no País chegaram a US$ 11,2 bilhões. O volume foi o segundo maior da década nesse período. A perspectiva para 2009 é de US$ 25 bilhões, segundo levantamento com o mercado financeiro feito pelo Banco Central.</p>
<p style="text-align:justify;">O valor é inferior ao recorde de US$ 45 bilhões em 2008. Mas, se a projeção para 2009 se confirmar, o volume será o sexto maior desde 1947 e o quarto mais importante da década. &#8220;O Brasil caminha bem, um crescimento deve ocorrer e o País desenvolve novas indústrias ,como de etanol e mineração&#8221;, comentou Zhan.</p>
<p style="text-align:justify;">No restante do mundo, a Unctad apurou que os investimentos caíram 54% no primeiro trimestre do ano. As aquisições e fusões recuaram 77%, com queda de 50% nos emergentes. Se a tendência dos investimentos em geral for mantida, a projeção para 2009 é que a queda será de quase 50% na comparação com 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">América Latina em alta<br />
Depois da Ásia Ocidental, a América Latina aparece como a segunda região a ser mais procurada por grandes empresas internacionais, &#8220;apesar das limitadas perspectivas de crescimento do PIB&#8221;. Entre os 30 países que terão mais prioridade para receber investimento estrangeiro entre 2009 e 2011, quatro são da América Latina: Brasil, México, Chile e Peru.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo revela que grandes multinacionais foram &#8220;duramente atingidas&#8221; pela crise econômica. No levantamento do ano passado, 40% das empresas disseram ter sido afetadas pela crise. Neste ano, a quantidade de companhias que reclamaram da desaceleração da economia chegou a 85%.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o ambiente de negócios mais instável, 58% das empresas afirmam que foram obrigadas a reduzir investimentos diretos internacionais neste ano. A expectativa entre os grandes empresários é que haja um início de recuperação no próximo ano e uma retomada mais intensa a partir de 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o diretor da divisão de Investimentos e Empresas da Unctad, James Zhan, o atrativo dos Estados Unidos está no fato de que &#8220;há ativos disponíveis e baratos&#8221;. Em relação ao Brasil, Zhan afirmou que o país &#8220;soube manter-se firme durante os primeiros embates da crise e, além disso, conta com novos nichos de mercado como os biocombustíveis&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Em geral, os países desenvolvidos, especialmente a Europa Ocidental, serão os mais afetados pela contração dos investimentos, enquanto, os países em desenvolvimento, principalmente a Ásia, serão os mais atrativos. Se isto ocorrer, os mais afetados seriam os países desenvolvidos, que sofreriam uma queda de 60%, as economias em transição, 40%, e as nações em desenvolvimento, 25%.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se não é dele, não é meu...]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/07/30/se-nao-e-dele-nao-e-meu/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 22:56:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Houston, we have a problem!&#8221;. Bons eram os tempos que os problemas eram &#8220;nossos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Houston, we have a problem!&#8221;. Bons eram os tempos que os problemas eram &#8220;nossos&#8221;. Que líder!</p>
<p>Parabéns molusco. Vá brincar com o Bob Esponja.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h3>&#8220;Não é problema meu&#8221;, diz Lula sobre crise do Senado.</h3>
<p>Presidente diz que não cabe a ele decidir permanência de Sarney na Casa. &#8220;Eu não votei para eleger Sarney presidente do Senado&#8221;, afirmou em SP.</p>
<p>Fonte: G1/Globo.com / Gazeta do Povo Online</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (30), que não cabe a ele decidir sobre a permanência do presidente do Senado, José Sarney, no cargo.</p>
<p>“<strong>Não é problema meu</strong>. Eu não votei para eleger Sarney presidente do Senado, nem votei no Sarney no Maranhão, nem votei no Temer, nem votei no Arthur Virgílio. Votei nos senadores de São Paulo. Quem tem que decidir se ele continua presidente do Senado é o Senado, não sou eu&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>O presidente concedeu coletiva à imprensa após o Seminário Empresarial Brasil-Chile, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). No evento, ele defendeu aliança comercial entre países emergentes.</p>
<p>O presidente Lula pediu que o Senado tome providências em relação à crise na Casa para não paralisar votações importantes.</p>
<p>“O Executivo depende muito das ações do Senado e não o Senado do Executivo. Todo mundo sabe que a paralisia do Congresso pode trazer problemas. Espero que agora com a cabeça fresca, depois de dez dias de férias, eles se reúnam como adultos que são, todos com mais de 35 anos, e se decidam a normalizar a situação do Senado.”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresas latinas en la escena global]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/07/03/empresas-latinas-en-la-escena-global/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 12:32:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafaela Laurencini</dc:creator>
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<description><![CDATA[Espanha &#8211; El País &#8211; 03/07/2009 Desde la alimentación hasta la energía, pasando por la te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Espanha &#8211; El País &#8211; 03/07/2009 Desde la alimentación hasta la energía, pasando por la te]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gripe porcina (AH1N1) atacar&aacute; principalmente a pa&iacute;ses del hemisferio sur...?]]></title>
<link>http://aquevedo.wordpress.com/2009/05/22/gripe-porcina-ah1n1-oms-teme-que-paises-del-hemisferio-sur-sean-los-mas-afectados/</link>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 21:52:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Aquevedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[OMS advierte que influenza H1N1 podría empeorar (ver información más abajo…) El virus de la gripe po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[OMS advierte que influenza H1N1 podría empeorar (ver información más abajo…) El virus de la gripe po]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La crisis se aleja del Imperio Chino]]></title>
<link>http://meridianochina.wordpress.com/2009/04/14/la-crisis-se-aleja-del-imperio-chino/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 19:08:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>produccionumh06</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rosa Ferrer Mientras que en el resto del mundo se extendía la crisis, muchos pensaban que los países]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rosaferrerproduccionumh06.wordpress.com/" target="_blank">Rosa Ferrer</a></p>
<p>Mientras que en el resto del mundo se extendía la crisis, muchos pensaban <img class="alignright" title="Wen Jiabao" src="http://farm4.static.flickr.com/3413/3441840837_0b89433055_m.jpg" alt="" width="189" height="240" />que <strong>los países emergentes como China o Japón se consideraban como los &#8220;superhéroes&#8221; ya que, eran los únicos que podían sacar de la desaceleración económica al resto del mundo</strong>. Evidentemente, éstas suposiciones encontraban defensores y detractores. Pues bien, el asunto comienza a cobrar vida.</p>
<p>La noticia saltaba en el medio digital <a href="http://www.soitu.es/soitu/2009/04/13/infovideos/1239622410_345141.html" target="_blank">soitu.es</a>. Según el <a href="http://www.cincodias.com/articulo/economia/China-anuncia-plan-economico-crecer-2009/20090305cdscdseco_1/cdseco/" target="_blank"><strong>plan económico</strong> </a>adoptado en noviembre pasado, durante el primer trimestre del año la <strong>economía china está mostrando los primeros síntomas de recuperación</strong>. Así lo ha confirmao el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wen_Jiabao" target="_blank">Primer Ministro chino Wen Jiabao </a>en un entrevista con el <a href="http://www.chinadaily.com.cn/" target="_blank">diario oficila China Daily</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De onde vem e para onde vão 1,1 trilhão de dólares do G20]]></title>
<link>http://economiaclara.wordpress.com/2009/04/05/de-onde-vem-e-para-onde-vao-11-trilhao-de-dolares-do-g20/</link>
<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 22:45:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Seabra</dc:creator>
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<description><![CDATA[A decisão mais concreta da cúpula do G20, na última semana, é destinar 1,1 trilhão de dólares ao est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-106" title="Logo G20" src="http://economiaclara.wordpress.com/files/2009/04/logog20new1.gif" alt="Logo G20" width="122" height="69" />A decisão mais concreta da cúpula do G20, na última semana, é destinar 1,1 trilhão de dólares ao estímulo da economia mundial. Ainda não está detalhado de que países virá e para quais irá todo esse dinheiro. No<a href="http://www.g20.org/Documents/g20_communique_020409.pdf"> documento final da cúpula</a>, assinado pelos vinte países responsáveis por quase 90% da produção mundial, encontram-se linhas gerais sobre a origem e o destino desses recursos, que se dividem em três grupos:</p>
<ul>
<li>A capacidade de empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI) será triplicada e ficará em<strong> 750 bilhões de dólares</strong>. O dinheiro deve ser usado para apoiar o crescimento de países emergentes e em desenvolvimento, ajudando a financiar gastos contra-cíclicos, recapitalizar bancos, investir em infra-estrutura, financiar o comércio, apoiar o Balanço de Pagamentos, rolar a dívida e fazer gastos sociais. O primeiro da fila já é o México, que pede uma linha de crédito de 47 bilhões de dólares. A novidade desses empréstimos é que eles se enquadram em uma nova modalidade: Linha de Crédito Flexível. Isso significa que serão reduzidas as tradicionais condições impostas pelo fundo para emprestar o dinheiro, que incluíam, por exemplo, políticas monetária e fiscal mais austeras. Isso alivia a imagem do FMI como prejudicial à soberania dos países. </li>
<li>Aumento em pelo menos <strong>100 bilhões de dólares </strong>nos empréstimos oferecidos pelos bancos de desenvolvimento multilateral, que inclui o Banco Mundial e outras instituições regionais. O destino deverá ser países de baixa renda.</li>
<li>O próprio FMI vai criar outros <strong>250 bilhões de dólares</strong>, por meio da emissão de Direitos Especiais de Saque. Eles são como uma moeda, que tem o valor determinado pela cotação de quatro outras: euro, yene japonês, libra britânica e dólar. O país que pega esses ativos emprestados tem em mãos uma espécie de direito àquele valor nas moedas usadas pelos membros do FMI. O destino de 100 desses 250 bilhões de dólares já está definido: países emergentes e em desenvolvimento.</li>
</ul>
<p>A maior parte da capacidade que o FMI tem de emprestar é dada pelas cotas dos 185 países participantes. Elas são baseadas no tamanho do país em relação à economia mundial. Assim se define seu relacionamento com o fundo: o máximo que pode emprestar ou pegar emprestado e ainda seu direito a votos nas decisões. Está nos compromissos do G20 atualizar essas cotas, para se adaptar à crescente influência dos países emergentes. O presidente Lula já anunciou que pretende colaborar com os compromissos firmados na reunião por meio de empréstimos ao FMI, que, segundo ele, deverão ser destinados a países pobres, sobretudo da América Latina.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Socialização das Perdas]]></title>
<link>http://frankherles.wordpress.com/2009/03/28/a-socializacao-das-perdas/</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 19:11:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>frankherles</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;O homem esquece mais facilmente a morte do pai do que a perda do patrimônio.&#8221; &#8211; M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;O homem esquece mais facilmente a morte do pai do que a perda do patrimônio.&#8221; &#8211; M]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La crisis global inversa]]></title>
<link>http://gonzo22.wordpress.com/2009/03/19/la-crisis-global-inversa/</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:18:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gonzalo Sagnier</dc:creator>
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<description><![CDATA[tren descarrilado Hace días que me debato con una idea a la que no logro sacar punta. Es evidente qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[tren descarrilado Hace días que me debato con una idea a la que no logro sacar punta. Es evidente qu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falta de crédito ameaça emergentes, diz Bird]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/03/09/falta-de-credito-ameaca-emergentes-diz-bird/</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:27:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
<guid>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/03/09/falta-de-credito-ameaca-emergentes-diz-bird/</guid>
<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Países em desenvolvimento podem ter déficit de financiamento de at]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Países em desenvolvimento podem ter déficit de financiamento de at]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Banco Mundial alerta de una grave crisis de financiación en los países emergentes]]></title>
<link>http://economialdia.wordpress.com/2009/03/08/el-banco-mundial-alerta-de-una-grave-crisis-de-financiacion-en-los-paises-emergentes/</link>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 23:04:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diseño de páginas web</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los flujos de comercio globales registrarán su mayor caída en 80 años, los países asiáticos serán lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los flujos de comercio globales registrarán su mayor caída en 80 años, los países asiáticos serán lo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La crisis del neoliberalismo]]></title>
<link>http://bienser.wordpress.com/2009/02/05/4/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 06:02:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>bienser</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quienes escriben sobre la crisis económica que ha afectado a los países más desarrollados en los últ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;">Quienes escriben sobre la crisis económica que ha afectado a los países más desarrollados en los últimos meses, que amenaza lanzar su coletazo sobre las débiles economías de los países emergentes, enfatizan sobre los efectos que está causando en la generación de empleo y en el sostenimiento financiero de los sectores más afectados por la crisis. Especulan y dan recetas además, sobre las medidas de salvamento que deben tomar los países para rescatar la economía de la recesión, mientras pasan de agache sobre el verdadero sentido de la crisis: la erosión del fundamentalismo neoliberal, que como teoría había subrogado cualquier intento de equilibrio entre la fuerzas sociales y las fuerzas del mercado desde los aportes de las ciencias sociales.</span></span></span> </p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;">Tal modelo que solo ahora viene a cobrar sus víctimas dentro de las economías que se beneficiaron de él por varias décadas, ya había dejado sus consecuencias en otros ámbitos como los países latinoamericanos, que fueron utilizados como conejillos de indias por los tesistas de Harvard para poner en práctica sus proyectos de grado, como políticas de estado, dejando su secuela de víctimas, en los que perdieron su empleo, sus pequeños capitales, sus pequeñas granjas productivas,  su capacidad adquisitiva. Tal impacto no afectó, en ese momento, a quienes se lucraron de dichas políticas y se apropiaron de las tierras de los desplazados para construir complejos agroindustriales &#8220;competitivos&#8221; en Colombia, El Salvador, México o Guatemala. Pero ahora que su capital especulativo, también fue pasto para la voracidad de los grandes buitres financieros, también se sienten víctimas del proceso, y quieren barajar de nuevo, con otras reglas, en las que el Estado, ese Estado que pretendían debilitar y hacer a un lado, para que no interviniera en sus negocios, ahora si debe tomar cartas en el asunto para sacarlos de la crisis.  </span></span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;">Cuando se hace el balance de las consecuencias de la crisis se culpa a los economistas que pusieron en práctica ese modelo. Pero se deja de percibir la filosofía que constituye el fondo escénico de esta tragedia anunciada. Pero como pasa con todos los fundamentalismos, incluido el socialismo, los profetas estaban demasiado ocupados en exaltar su doctrina para percibir las potenciales consecuencias que podía acarrear la falta de controles externos al modelo. Porque la libertad de mercado exigía subrogar todos los otros derechos y todos los otros sistemas de regulación, incluido el jurídico.</span></span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;">El principio de que el mercado se autorregulaba en su proceso inatajable de ocupar todos los espacios, estaba en contravía de la noción lockiana de contrato social que le había dado origen a la idea democracia como la concebimos. Sin embargo, se enmarcaba mejor en otra noción precontractual, que desde su origen no podía ser germinal, no podía ser fructífera a pesar de que su autor lo planteara, la noción hobbesiano de la tendencia natural a la agresión como fuente de la sociedad organizada. Por muchos años se creía que los países latinoamericanos no avanzaban precisamente por dejar que el desorden social invadiera los espacios de la vida impidiendo los consensos necesarios para que las instituciones funcionaran. La filósofa española Adela Cortina, lo expresaba de un mejor modo diciendo que nuestros principios eran kantianos, nuestras constituciones eran rawlsianas y la nuestra realidad era hobbesiana. Los países desarrollados habían, aparentemente, superado ese hobbesianismo característico de nuestra barbarie. Y eso es lo que les autorizaba certificar y desertificar otros países. Pero cuando la inmanente racionalidad que de modo natural debe regular el mercado no funciona, ello tiende a demostrar que el mercado es tan racional como los apetitos de quienes se lucran de él, y tan regulado como los límites de sus ambiciones. De allí que en medio de este auge de la desregulación, se hubiera presentado el fenómeno del surgimiento de &#8220;pirámides&#8221; financieras de todo tipo, que buscaban el enriquecimiento desaforado en pocos días, violando todas las reglas de la economía y de la ley. O la quiebra de las empresas que se quedaron sin demanda para sus productos. La concentración del capital en la producción de alto valor agregado (tecnología) se orientaba a un segmento muy pequeño de la población (léase elite vinculada a dichas empresas) el cual para mantener activa su capacidad de demanda tenía de desmejorar las condiciones de vida de la mayoría. Esa mayoría, que es uno de los pilares de la economía tuvo que entregar sus casas y sus vehículos por la imposibilidad de pagarlos, por lo cual toda la economía acabo resentida. Todo lo cual demuestra que no es posible la regulación sin el consenso, y de eso se trata la democracia.</span></span></span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;"><br />
</span></span></span><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="ES"><span style="font-family:&#34;" lang="ES"><span style="color:#999999;">En ese sentido los chinos han salido airosos, y a pesar de la recesión en todo el planeta, todavía pueden seguir creciendo en los próximos años un 4 ó 5%, porque están combinando la libertad del mercado con una necesaria regulación del estado, que es lo poco que les queda de la sociedad comunista del pasado, regulación que obliga a bajar los costos de producción, lo cual ha favorecido que la demanda de bienes sea masiva. Puede que la calidad no sea alta, pero ya están alcanzando los estándares internacionales, y no se debe olvidar que en muchos casos (como en la ropa) el 90% del precio, está constituido por la marca y los chinos afortunadamente no han caído en esas veleidades.<br />
No se debe olvidar pues que detrás del fracaso de los estudiantes aventajados de Harvard, que dominaban las juntas directivas de las empresas que quiebran, caen por tierra las marchitas presencias de Reagan y Margaret Tatcher que impulsaron las políticas de estado neoliberales desde la década de los 80 y los ideólogos de la escuela de Chicago: Friedman, Hayek y el reencauchado Fukuyama, que trata de salvar el pellejo a la sombra de nuevo presidente norteamericano, talvez porque quiere alargar un poco más el final de su historia.<br />
</span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Copenhague 2009 o la clave de nuestro futuro]]></title>
<link>http://juanjogabina.com/2008/12/21/copenhague-2009-o-la-clave-de-nuestro-futuro/</link>
<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 06:00:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juanjo Gabiña</dc:creator>
<guid>http://juanjogabina.com/2008/12/21/copenhague-2009-o-la-clave-de-nuestro-futuro/</guid>
<description><![CDATA[El año 2009 va a ser un año decisivo. Sobre todo, cuando, tras irrumpir una peligrosa tregua en la l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El año 2009 va a ser un año decisivo. Sobre todo, cuando, tras irrumpir una peligrosa tregua en la l]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GM e Chrysler Receberão US$ 17,5 bilhões: Crise dos Ícones e Emergência dos Emergentes]]></title>
<link>http://datamundi.wordpress.com/2008/12/19/gm-e-chrysler-receberao-us-175-bilhoes-crise-dos-icones-ou-a-emergencia-dos-emergentes/</link>
<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 19:17:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>datamundi</dc:creator>
<guid>http://datamundi.wordpress.com/2008/12/19/gm-e-chrysler-receberao-us-175-bilhoes-crise-dos-icones-ou-a-emergencia-dos-emergentes/</guid>
<description><![CDATA[Nesta sexta-feira 19 de dezembro o presidente dos EUA, George W. Bush, anuncia que emprestará US$ 17]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta sexta-feira 19 de dezembro o presidente dos EUA, George W. Bush, anuncia que emprestará US$ 17,5 bilhões para as montadoras GM e Chrysler, a fim de &#8220;evitar um colapso da indústria automobilística americana&#8221;. Este anúncio ocorre uma semana após o Senado vetar o pacote de ajuda às montadoras de Detroit. Os recursos serão retirados do pacote anti-crise de US$ 700 bilhões, aprovado pelo Congresso americano e em princípio destinado ao setor financeiro.</p>
<p>Este episódio é mais um indício das mudanças na economia política internacional que se prenunciam, e aponta para alguns aspectos interessantes: (1) A intervenção estatal voltou à moda, e pelo visto voltou para ficar. Assistimos nos últimos meses uma espécie de keinesianismo pós-globalização. E o mais interessante é que ele surge no epicentro irradiador do laissez-faire globalizado. O próprio presidente americano reconhece que &#8220;se deixássemos o livre mercado seguir seu próprio curso agora, ele levaria à desordem, falência e liquidação das montadoras&#8221;. (2) A crise, que começou com o escândalo dos subprimes e tornou-se uma crise financeira global, está caminhando para uma &#8220;crise dos ícones&#8221;. Depois da Ford vender a Jaguar e a Land Rover, dois símbolos da indústria automotiva britânica, à indiana Tata Motors, agora assistimos à queda da tríade de Detroit (Ford, Chrysler e GM).  (3) A crise americana ocorre concomitantemente com a &#8220;emergência dos emergentes&#8221;. Após a Primeira Crise do Petróleo, em 1973, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decide quadruplicar o preço desta matéria prima, gerando uma crise mundial nas balanças comerciais de países importadores de óleo bruto, o então presidente da França, Giscard d&#8217;Estaing, propõe a criação do G7, órgão que reunia as economias mais desenvolvidas do mundo (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá), com o objetivo de deliberar sobre questões econômicas e políticas em nível global. Após o colapso da União Soviética, a Rússia é convidada a participar do Grupo, tornando-se então G8. Na verdade, o G8 é uma espécie de órgão deliberativo global, em que poucos decidem por muitos. A reunião do G20, que agrega os principais países desenvolvidos e em desenvolvimento, ocorrida no dia 11 de novembro de 2008 em São Paulo, e no dia 15 do mesmo mês em Washington, com a finalidade de discutir soluções para a crise financeira, é um marco simbólico das mudanças pelas quais passa a economia internacional. Vivemos uma época de transição. Os países emergentes já ocupam um lugar relevante, seja do ponto de vista político, seja do ponto de vista econômico. A reunião do G20 foi uma espécie de formalização deste fato. A &#8220;governança global&#8221;  não pode mais prescindir dos países em desenvolvimento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desenvolvimento sinônimo de Evolução...?]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2008/12/13/desenvolvidos-y-desarrollados/</link>
<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 01:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
<guid>http://presentepravoce.wordpress.com/2008/12/13/desenvolvidos-y-desarrollados/</guid>
<description><![CDATA[Nos ultimos anos a Espanha tem experimentado um desenvolvimento surpreendente, mas a evolução dos re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nos ultimos anos a Espanha tem experimentado um desenvolvimento surpreendente, mas a evolução dos re]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A pesar de la crisis, el Cambio Climático preocupa y mucho]]></title>
<link>http://juanjogabina.com/2008/11/30/a-pesar-de-la-crisis-el-cambio-climatico-preocupa-y-mucho/</link>
<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 09:00:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juanjo Gabiña</dc:creator>
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<description><![CDATA[Según una encuesta promovida, a nivel mundial, por el banco HSBC y que versa sobre el Cambio Climáti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Según una encuesta promovida, a nivel mundial, por el banco HSBC y que versa sobre el Cambio Climáti]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Você e Seu Dinheiro: O "bê-á-bá" da crise norte-americana]]></title>
<link>http://criacaodesitesbrasil.wordpress.com/2008/11/28/voce-e-seu-dinheiro-o-be-a-ba-da-crise-norte-americana/</link>
<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 13:54:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>temacosta</dc:creator>
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<description><![CDATA[A crise que assola os mercados mundiais tem urna raiz comum: o mercado de hipotecas dos Estados Unid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A crise que assola os mercados mundiais tem urna raiz comum: o mercado de hipotecas dos Estados Unid]]></content:encoded>
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