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	<title>paises-ricos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/paises-ricos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paises-ricos"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 03:12:03 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[El mundo rechaza el capitalismo]]></title>
<link>http://centrodecapitalismo.wordpress.com/2009/11/11/el-mundo-rechaza-el-capitalismo/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:06:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
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<description><![CDATA[En los últimos días la BBC publicó una artículo que criticaba el capitalismo, analizaba brevemente l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En los últimos días la BBC publicó una artículo que criticaba el capitalismo, analizaba brevemente l]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Brasil sobe seis posições de acordo com o G20.]]></title>
<link>http://icommercepage.wordpress.com/2009/10/10/brasil-sobe-seis-posicoes-de-acordo-com-o-g20/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 07:17:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>icommercepage</dc:creator>
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<description><![CDATA[países importantes De certo modo. parce que as panelinhas de países ricos está com os dias contados,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_983" class="wp-caption aligncenter" style="width: 368px"><img class="size-full wp-image-983" title="G20" src="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/10/g20.jpg" alt="países importantes" width="358" height="358" /><p class="wp-caption-text">países importantes</p></div>
<p>De certo modo. parce que as panelinhas de países ricos está com os dias contados, ou quase.</p>
<p>Devido ao avanço de informações, o que torna quase impossível maracutaias, como as que víamos no passado, há ainda vários ìndices a serem alcançados pelos países para que se consiga, de fato, atingir status específico em determinada categoria.</p>
<p>A mais importante categoria, avaliada recentemente, onde o Brasil se destacou bastante, foi relacionado a resistência a crise, onde além de ser o primeiro país a ser contemplado como grau de investimento, ainda teve o fato de o país ser o primeiro a sair oficialmente dos efeitos da crise.</p>
<p>O fato é bom, por um lado, onde fica claro a blindagem da economia, além de algumas cracterísticas da economia brasileira, onde sempre esteve em dificuldades, devido a corrupção, e sempre estará em algum tipode crise, por outro lado, a mão-de-obra barata, exploração do trabalho infantil, situações onde toda a família trabalha, sem nenhum tipo vantagem por isso.</p>
<p>O Brasil também está em relativa estabilidade, quando o assunto é o IDH, qualidade de vida.</p>
<p>De um modo geral, há muitos índices, como risco de investimento,  e outros, as maiores economias atraem países do mundo inteiro, com interesses estratégicos, para o presente ou futuro. Por causa desse interesse, desses vários ìndices, os diferentes perfis culturais, finalmente o mundo esta perdendo as fronteiras, se globalizando e obrigando os países a se ajustar aos novos tempos, sob o risco de ficar totalmente isolado do resto do mundo.</p>
<p>Recentemente, surgiram boatos de que o G8 está definitivamente terminado, o antigo G7 formado pelas maiores potências mais a Rússia, por interesses, influências de grandes corporações multinacionais, forçou as grandes potências a consolidar definitivamente o G20.</p>
<p>Nitidamente oportuna, a decisão foi além dos oito países, mais a BRIc, países em desenvolvimento que ha´muito vinham se firmando, inclusive em acordos comerciais e financeiros, contando com nomes renomados da economia mundial.</p>
<p>Para quem acha que há muita desigualdade no Brasil, é bom saber que o G20 abocanha praticamente 90 por cento de todas as riquezas do mundo, sobrando muito pouco para o resto do mundo. Para sobreviver, os países menores tem que se agrupar com pelo menos uma das vinte maiores potências, sob risco de ter seu território invadido por países que querem cobrir pequenos rombos de seus orçamentos, invadindo pequenos países.</p>
<p>Nessas invasões, as comunicações são cortadas, abandonam-se os Direitos Humanos, realizando todo tipo de experiência que seria impossível por vias convencionais.</p>
<p>Na última reunião do G20, o Brasil ficou na posição de número 34, enter as economias, mas por ser emergente, passou a integrar o grupo dos vinte, não por ser um dos vinte, mas por haver interesse para o futuro.</p>
<p>O bloco europeu também foi representado, assim, todos os membros do bloco do Euro teve um representante na reunião.</p>
<p>Por ser ligado a interesses, o Fórum Econômico ganhou uma versão antagônica, o Fórum Social, que mostra que nem só de dinheiro se faz o mundo, além de mostrar os perigos dessa globalização.</p>
<p>Entre os principais problemas, destacados pela análise do brasil, estão os impostos, como se a gente não soubesse, há um movimento do governo para formalizar os empreendedores informais, como eles estão no limite, foi necessário esquecer essa carga absurda de impostos. Evidentemente, o Governo está pensando no futuro.</p>
<p>Os altos impostos criam a coruupção, a sonegação, os crimes, e transformam o Brasil nessa panela de pressão que nós conhecemos, chegando ao ridículo da polícia correr dos bandidos.</p>
<p>A economia do Brasil tem se destacado tanto, que até um jornal português, da área de economia esta se instalando no Brasil, antes disso, a BBC era um trabalho muito conhecido por aqui, na área de jornalismo.</p>
<p>Essa tendência de informação, deverá aumentar, daqui para frende, ou seja, Sarney pode amordaçar a boca do Estado de São Paulo, mas fora do Brasi, as notícias correrão. Se bem que Sarney nunca foi muito bem visto lá fora, desde o calote da dívida em seu Governo.</p>
<p>Proibir O Estado de São Paulo de emitir sua opinião, mostra onde estão os problemas no Brasil.</p>
<p>Na internet, alguns seviços que são internacionais, não podem ser sensurados, mas acontece de alguns blogs terem o ip bloqueados para determinadas regiões, amordaçando a boca do blogueiro. Fora isso, o Brasil continua crescendo.</p>
<p>Ao atingir a posição de número 34, o Brasil subiu 6 posições, em relação ao último fórum Econômico Mundial.</p>
<p>Artigos relacionados ao crescimento do Brasil.</p>
<p><a href="http://icommercepage.wordpress.com/2009/09/26/ranking-dos-paises-com-mais-resistencia-a-crise/">http://icommercepage.wordpress.com/2009/09/26/ranking-dos-paises-com-mais-resistencia-a-crise/</a></p>
<p><a href="http://icommercepage.wordpress.com/2009/10/08/o-idh-do-brasil-esta-crescendo/">http://icommercepage.wordpress.com/2009/10/08/o-idh-do-brasil-esta-crescendo/</a></p>
<p>Veja Os vinte países da lista do grupo G20.</p>
<p>África do Sul<br />
Alemanha<br />
Arábia Saudita<br />
Argentina<br />
Austrália<br />
Brasil<br />
Canadá<br />
China<br />
Coreia do Sul<br />
Estados Unidos<br />
França<br />
Índia<br />
Indonésia<br />
Itália<br />
Japão<br />
México<br />
Reino Unido<br />
Rússia<br />
Turquia<br />
União Europeia</p>
<p>By Jânio</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UE acusa China de defender 'direito humano de poluir']]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/07/ue-acusa-china-de-defender-direito-humano-de-poluir/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:32:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helen Schossler</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tailândia &#8211; Estadão &#8211; 07/10/2009 O principal enviado da China às negociações para a muda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tailândia &#8211; Estadão &#8211; 07/10/2009 O principal enviado da China às negociações para a muda]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Países ricos tentam matar Protocolo de Kyoto, diz China]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/06/paises-ricos-tentam-matar-protocolo-de-kyoto-diz-china/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:26:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helen Schossler</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tailândia &#8211; Reuters &#8211; 05/10/2009 A China e um dirigente do G77 acusaram na segunda-feira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tailândia &#8211; Reuters &#8211; 05/10/2009 A China e um dirigente do G77 acusaram na segunda-feira]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La hipocresia del desarrollo]]></title>
<link>http://nidolupino.wordpress.com/2009/10/05/la-hipocresia-del-desarrollo/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 23:20:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>nidolupino</dc:creator>
<guid>http://nidolupino.wordpress.com/2009/10/05/la-hipocresia-del-desarrollo/</guid>
<description><![CDATA[Hola nidolupienses vuelvo con mas tribulaciones que internet entero leera algun dia, mientras espero]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-63" title="Paises" src="http://nidolupino.wordpress.com/files/2009/06/030210-europa-usa.jpg" alt="Paises" width="495" height="374" /></p>
<p>Hola nidolupienses vuelvo con mas tribulaciones que internet entero leera algun dia, mientras espero a que mi cerebro encuentre y encaje las palabras que se ajusten a lo que quiero comunicar os voy a contar una cosilla, ¡En pleno siglo XX aun existen cinco continentes llenos de paises y gente! en lo que llamamos planeta se pueden advertir claramente la diferencia de poder que existen entre unos paises y otros y si nos ponemos tontos, incluyo a algunas corporaciones mas ricas incluso que varios paises juntos.</p>
<p><em>Para poner sintonia al lector pondre un copy paste muy requetexulon de la primera pagina que me salga del guglel de los paises mas ricos</em></p>
<p>1. EEUU, 10.950 billones de dólares</p>
<p>2. Japón, 4.300 billones de dólares</p>
<div><a href="http://www.elreloj.com/nkads/click.php?id=139" target="_blank"> <ins><ins></ins></ins></a></div>
<p>3. Alemania, 2.400 billones de dólares</p>
<p>4. Gran Bretaña, 1.790 billones de dólares</p>
<p>5. Francia, 1.760 billones de dólares</p>
<p>6. Italia, 1.470 billones de dólares</p>
<p>8. Canadá, 856.520 millones de dólares</p>
<p>9. España, 838.650 millones de dólares</p>
<p>10. México, 626.080 millones de dólares</p>
<p>11. Corea del Sur, 605.330 millones de dólares</p>
<p>12. India, 600.640 millones de dólares</p>
<p>13. Australia, 522.380 millones de dólares</p>
<p>14. Holanda, 511.50 millones de dólares</p>
<p>15. Brasil, 492.340 millones de dólares</p>
<p>16. Rusia, 432.860 millones de dólares</p>
<p>17. Suiza, 320.120 millones de dólares</p>
<p>18. Bélgica, 301.900 millones de dólares</p>
<p>19. Suecia, 301.610 millones de dólares</p>
<p>20. Austria, 253.130 millones de dólares</p>
<p>Estos datos corresponden al estudio que hizo el el padre BANCO MUNDIAL en el 2003, estan desactualizados lo se, pero para lo que voy a contar no necesito que sean recientes ademas que segun el topico que se cumple los ricos mas ricos y los pobres&#8230;.esos ya no son pobres sino lo siguiente.</p>
<p>Me siento orgulloso de ser ciudadano del noveno pais mas rico del mundo, gracias al desarrollo dispongo de los accesorios necesarios para hacer mi estilo de vida occidental menos pecaminosa de lo que es, tengo coche, portatil, cama ortopedica, ipod, cigarrillos, variados productos azucarados, ropa de moda, desodorante y una variada gama de crecepelos a mi libre disposicion. ¿Aunque mirando por el otro lado mi vida no esta mas llena de objetos que sutilmente entorpecen mi aprendizaje y adaptabilidad en el mundo donde me hallo?</p>
<p>Gracias al desarrollo se que coche quiero, uno de 100.000 euros minimo, pero no se cual escoger entre toda la gama que se adecua a mi bolsillo, no se si me servira mejor el de 1000 o el de 3000 euros, pero se que lo quiero rojo sangre y con equipo de sonido que quiebre el duro asfalto, no importa si corre mucho siempre podre ponerle unos tapacubos reflectantes que me hagan sentir que circulo a 300 km/h.</p>
<p>Tambien se que quiero un trabajo de 60.000 euros anuales, pero no se que trabajo me permitira cobrar lo maximo posible ( 1000-1500 euros ) y pueda trabajar lo menos posible, eso si, de vacaciones quiero irme a las bahamas pero mejor me voy al camping que me sale barato quizas si algun dia me toca un sorteo de la once pueda irme de vacaciones, o comprarme unos tapacubos nuevos pa joder al vecino y su nueva furgoneta.</p>
<p>Y asi hasta un largo ecetera, normalmente sabemos el producto mas caro que ansiamos dado que dentro de la sociedad estipulada por el capitalismo es simbolo de poder, liderazgo, vanguardista y diferenciativo, el preciado objeto que ansiamos que nos ofrecen grandes empresas gracias a grandes maquinas de marketing promovidas por un agresivo enfoque en la conducta hacia la ostentacion de poder que reina en nuestro amado sistema. Lo ansiamos en nuestro fuero interno porque es dificil conseguirlo y eso le hace preciado pero incluso su distinguida rareza nace en una fabrica lo cual en esferas de alto poder economico es comun.</p>
<p>Como es logico existen sucedaneos que alimentan nuestro ego consumista pero la porcion de satisfaccion que produce brilla por su ausencia una vez lucido un par de veces, lo cual manda un mensaje a nuestro ego ¿lo adivinas? comprar otro cachibache que nos vuelva a saciar fugazmente.</p>
<p>La verdad es que esto se puede extrapolar sencillamente a cualquier producto que puedas encontrar en tu ciudad, siempre en cualquier categoria existen un par de referencias standard que su precio economico se diferencia notablemente y una gran cantidad de genero mas barato, eso se crea para crear distincion ni mas ni menos, ni de lejos con lo que yo se del sistema me guio por el precio para determinar su calidad, es simplemente estupido y absurdo como la vida misma.</p>
<p>Pese a que esto no es del todo bueno porque no se dan cuenta de que el enfoque de su conciencia solo se fija en la distincion del producto y eso le hace ser narcisista en cierta manera con el resto de los habitantes del planeta, sin darse cuenta estamos en una guerra por quien lleva el producto menos asequible del mercado.</p>
<p>Es bueno porque por otro lado nos hemos convertido en los mejores maestros de lo que sociedades mas humildes economicamente azotadas por la corrupcion y por los paises mas poderosos, no deberian de convertirse en lo mismo que en paises &#8220;democratizados&#8221; ya que con el tiempo su huella historica solo servira para lanzar unas pegatinas muy simpaticas con la bandera de su nacion, para emplazar la hosteleria en su ciudad de origen bajo el pretexto del transfondo historico y por ende perder su identidad.</p>
<p>En mi pais hace mucho se perdio y se alude al eufemismo de que la cultura se transforma cosa con la que estoy completamente de acuerdo, ¿ pero no resulta extraño que la cultura actual sea diferenciarte a traves del dinero en casi todas las regiones del planeta ? a mi me atemoriza pensar que en un futuro tener mucho dinero sea sinonimo de persona culta, ahora mismo anda cerca del liston denominandose &#8220;tio listo&#8221; de listo a culto hay una delgada linea yo aviso xD.</p>
<p>Yo pienso que desarrollo es mejorar y perfeccionar algo y como no crear comodidades en la vida pero tambien desarrollar la sabiduria  y ahora se muestra base de mastercard&#8230;&#8230;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los bebés que nacen hoy vivirán 100 años]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/10/02/los-bebes-que-nacen-hoy-viviran-100-anos/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 01:49:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
<guid>http://mymanuel.wordpress.com/2009/10/02/los-bebes-que-nacen-hoy-viviran-100-anos/</guid>
<description><![CDATA[Más de la mitad de los bebés que nacen hoy en los países ricos del mundo vivirán cien años, afirman ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Más de la mitad de los bebés que nacen hoy en los países ricos del mundo vivirán cien años, afirman ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expectativa de vida]]></title>
<link>http://peregrinomutante.wordpress.com/2009/10/02/expectativa-de-vida/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 14:44:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://peregrinomutante.wordpress.com/2009/10/02/expectativa-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Bebês nascidos em países ricos viverão até os cem anos Não adianta, mizifio, você já nasceu. E no Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/bebes-nascidos-em-paises-ricos-viverao-ate-os-100-anos-20091002.html">Bebês nascidos em países ricos viverão até os cem anos</a></p>
<p>Não adianta, mizifio, você já nasceu. E no Brasil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BBC-Brasil: 'Governos dos países ricos são culpados pela crise', diz Lula]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/09/14/bbc-brasil-governos-dos-paises-ricos-sao-culpados-pela-crise-diz-lula/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:39:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Laís  Niman</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/09/14/bbc-brasil-governos-dos-paises-ricos-sao-culpados-pela-crise-diz-lula/</guid>
<description><![CDATA[  O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou duramente os &#8220;países ricos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><span style="color:#ff0000;">O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou duramente os &#8220;países ricos&#8221;, o G-8 e outros organismos internacionais, e responsabilizou os governos de países desenvolvidos pela crise econômica mundial.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">&#8220;Os governos dos países ricos são os culpados (pela crise) por que não cuidaram da regulamentação do mercado&#8221;, disse o presidente, em entrevista exclusiva à BBC sobre o colapso do sistema financeiro global.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Lula se posicionou como uma espécie de porta-voz informal dos países em desenvolvimento desde o começo da crise. Ele vem defendendo o que acredita ser os interesses dos pobres em lugares como América Latina, África e Ásia, pedindo mudanças no sistema financeiro global.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Na entrevista com a BBC, Lula afirmou que os governos dos países ricos &#8220;sabiam como dar palpite em tudo sobre a economia dos países em desenvolvimento. Agora, quando a dor de barriga aconteceu com eles, eles não sabiam como agir&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Suas críticas também foram dirigidas a instituições econômicas internacionais: &#8220;O FMI não tinha solução, não tinha certeza e não tinha resposta. O Banco Mundial não tinha solução, não tinha certeza e não tinha resposta. E os governos também não tinham!”</span></p>
<p><strong>&#8220;Banqueiros de olhos azuis&#8221;</strong></p>
<p>O presidente Lula também insistiu em afirmar que a crise foi criada por banqueiros brancos de olhos azuis no mundo rico. A expressão causou polêmica quando o líder brasileiro a pronunciou pela primeira vez, em março deste ano, ao lado de Gordon Brown, durante visita do primeiro-ministro britânico a Brasília.</p>
<p>Àquela época, Lula foi criticado por ter usado a expressão, considerada por muitos como inapropriada, quase racista. Durante essa entrevista, gravada para a série especial &#8220;The Love of Money&#8221;, da BBC 2, o presidente disse que não se arrependia, e voltou a falar da mesma forma.</p>
<p>&#8220;Aquilo que eu queria dizer está mais forte hoje do que estava na época. O que eu quis dizer era que não eram os índios ou os negros que deveriam pagar a conta (pela crise), mas sim os responsáveis pela crise, que eram os banqueiros de olhos azuis. E que não jogassem a culpa em cima dos pobres do mundo, como sempre acontece quando tem uma crise econômica&#8221;, disse Lula.</p>
<p>O presidente, entretanto, parece muito confiante em que os líderes do G-20 (o grupo das 20 maiores economias do mundo) consigam encontrar soluções para a crise, se continuarem a trabalhar juntos.</p>
<p>Eles se encontrarão novamente para discutir a crise em Pittsburgh, nos EUA, nos dias 24 e 25 de setembro, e o Brasil espera influenciar o debate, pedindo a consolidação do grupo e mais mudanças no sistema financeiro.</p>
<p>Lula defendeu o grupo, afirmando que o G-20 está se tornando um fórum extremamente importante para debater e encontrar soluções para a economia. Ele também argumenta, entretanto, que o grupo deve ampliar seus objetivos e começar a discutir e implementar políticas para acelerar o desenvolvimento de países pobres.</p>
<p>&#8220;Espero que não seja um fórum apenas para resolver o problema da crise. Os pobres do mundo, os emergentes do mundo são chamados apenas para resolver o problema da crise e, quando a crise terminar, acaba-se com o G-20 e volta ao G-8&#8243;.</p>
<p>De acordo com o presidente brasileiro, o G-8 não tem credibilidade para lidar com os novos desafios da economia global.</p>
<p>&#8220;O problema é que o G-8 é um clube fechado. Do ponto de vista da discussão da crise econômica, acho que o G-8 não tem legitimidade&#8221;, disse ele. Leia abaixo a entrevista do presidente Lula à BBC.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Dia 15 de setembro de 2008. O banco de investimentos Lehman Brothers quebra. O senhor pode me contar como foi informado da quebra? Como o senhor recebeu a notícia? Qual foi o impacto dela?</strong></p>
<p><strong>Presidente Luiz Inácio Lula da Silva -</strong> A notícia foi dada com muito destaque em todos os meios de comunicação do Brasil. Lembro que no dia seguinte fizemos uma reunião com o Ministério da Fazenda e o Banco Central para discutir os efeitos da quebra do Lehman Brothers. E, na verdade, o que constatamos é que a quebra do Lehman Brothers era apenas o resultado de um modelo econômico que estava falindo, de um modelo baseado na especulação financeira, que tinha dado sinais muito fortes (de fragilidade) um ano antes. Lembro que estava no Panamá quando saíram as primeiras notícias do <em>subprime</em>, dos títulos imobiliários americanos, eu estava numa reunião empresarial. Alguns empresários ficaram preocupados, alguns brasileiros, e comecei a brincar, perguntando se alguns deles tinham dinheiro aplicado no <em>subprime</em>. A partir dali fazíamos reuniões mensais (de avaliação da crise do <em>subprime</em>) no Brasil, até que quebrou o Lehman Brothers. Aí acho que chegamos ao ápice da crise porque, com a quebra do Lehman Brothers, a sequência natural foi a extinção do crédito internacional. Acabou o crédito para todo mundo, sumiram os dólares que estavam passeando pelo mundo. Diziam que havia trilhões e trilhões de dólares atravessando o oceano e, de repente, desapareceram esses dólares. Não tinha mais crédito no mundo e isso teve, inclusive no Brasil, efeitos muito desastrosos.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Especificamente no dia ou no dia seguinte, com quem o senhor conversou? Em que momento o senhor entrou em contato com os Estados Unidos, por exemplo? Quem é que lhe deu a notícia?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> Na verdade não entrei em contato com os EUA porque havia contatos do ministro da Fazenda brasileiro com o ministro americano, do presidente do Banco Central brasileiro com o do Banco Central americano. Minha conversa era diretamente com o pessoal da área econômica brasileira. Começamos a sentir problemas mais sérios, como a falta de crédito. Empresas como Petrobras, Vale do Rio Doce, tinham problemas de tomar dinheiro lá fora. Nossos exportadores começaram a ter problemas e problemas. Antes fazíamos uma avaliação de que a crise chegaria no Brasil com um efeito muito pequeno. Não apenas economistas do governo, mas economistas da oposição. Todo mundo dizia que por conta do <em>subprime</em> a crise seria muito pequena no Brasil. Até que quebra o Lehman Brothers. O que aconteceu? Tivemos em setembro, outubro, novembro e dezembro muito pânico junto ao empresariado brasileiro, aos meios de comunicação. Acho que houve um exagero de setores empresariais brasileiros. Como a indústria automobilística, que deu férias coletivas no final do ano, ficou praticamente um mês sem produzir para desovar o estoque. (Isso) causou um impacto muito grande no PIB industrial, coisa que não precisaria ter causado. Alguns empresários que estavam com projetos de investimentos já aprovados pelo BNDES pararam para ver o que estava acontecendo. E aí todo mundo começou a ficar com medo. Fui à TV no dia 22 de dezembro convocar o povo a comprar, porque dizia-se que se o povo comprasse, fizesse dívida e ficasse desempregado, não teria como pagar. Eu fui dizer que se ele não comprasse poderia perder o emprego, porque a economia ficaria atrofiada. O dado concreto é que no comércio varejista continuamos crescendo. Ninguém reclamou. O povo continuou consumindo e o Estado continuou fazendo seus investimentos, ou seja, a crise se deu exatamente na iniciativa privada, no sistema financeiro, no crédito internacional. Porque também os bancos brasileiros não estavam subordinados à especulação como estava a economia internacional. Porque nós temos uma regulamentação em que o sistema financeiro só pode alavancar até 10 vezes seu patrimônio líquido, quando no exterior você poderia especular 30 vezes, 35 vezes.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Voltando um pouco, presidente, em que momento exatamente o senhor se deu conta de que crise poderia bater forte no Brasil?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> O momento mais duro foi quando vi a Petrobras ir à Caixa Econômica tomar dinheiro emprestado, competindo com pequenos empresários. E por que a Petrobras foi à Caixa Econômica? Porque não tinha crédito fora (do Brasil). Agora imagine você, uma empresa como a Petrobras, com valor patrimonial de mais de US$ 200 bilhões, não conseguir empréstimo no exterior é porque a coisa estava realmente muito ruim. Bem, depois disso, eu acredito que tomamos algumas decisões importantes. É importante lembrar que havíamos criado o PAC em 2007. Não se falava em crise quando adotamos o maior programa de investimentos em obras de infraestrutura já feito no Brasil. Eram US$ 304 bilhões previstos até 2010 na área de infraestrutura, na área de saneamento básico, na área de habitação. Quando a crise se aprofundou, começamos a tomar medidas anticíclicas, que permitiram que a economia brasileira fosse analisada como a que tinha entrado por último na crise, e que poderia sair primeiro da crise. E isso nos deixou mais otimistas. Alguns setores empresariais começaram a fazer mais investimentos. Em reuniões com o BNDES provoquei meu amigo Luciano Coutinho (presidente do banco) para que chamasse os empresários que tinham investimentos financiados pelo BNDESa começar a tocar as obras. Em todas as obras de infraestrutura, acordamos para que as empresas contratassem dois ou três turnos, para que a gente pudesse gerar os empregos que a economia precisava. E penso que isso conseguiu estabilizar. No primeiro semestre de 2009, por exemplo, a indústria automobilística vendeu mais que no mesmo período de 2008. Porque nós demos incentivos. Abrimos mão de determinados tributos para fomentar a linha branca, geladeira, máquina, fogões, carros, material de construção civil. Lançamos um programa muito grande de construção, de um milhão de casas, para incentivar a construção civil. Tudo isso permitiu que nós, sem abrir mão de nenhum centavo na política social, sem abrir mão de um centavo no PAC, criássemos mais políticas de investimento para enfrentar a crise. Porque nós também entendíamos que era uma crise diferente. Não era uma crise de contenção ou de ajuste fiscal, era uma crise de investimento. Era uma crise na qual o Estado deveria aparecer como sujeito da história. O Estado precisava fazer aquilo que a iniciativa privada não conseguia fazer. E, graças a Deus, nós conseguimos dar passos importantes.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Na sua opinião, quais foram os fatores que levaram a essa crise?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> Acho que a primeira coisa foi a falta de regulamentação do sistema financeiro. Quando você tinha crise na Ásia, na Rússia, no Brasil ou no México, eram crises de países em desenvolvimento. As pessoas não davam muita importância, exigiam que os países fizessem ajustes fiscais muito fortes, a economia ficava atrofiada, até falamos de década perdida. No fundo foram duas décadas perdidas na América do Sul. Essa crise acontece quando todos os países da América do Sul, da América Latina, vivem um momento excepcional de crescimento. E a especulação, bancada pelos países ricos, é que levou a essa crise. Não havia nenhuma regulamentação no sistema financeiro. O que justificou o preço da soja e de outras commodities subirem de forma astronômica, sem nenhum critério, a não ser a especulação financeira? As pessoas estavam fugindo do <em>subprime</em> e entraram no mercado futuro de commodities. Quando os preços das commodities começam a voltar à normalidade, começa a especulação imobiliária nos Estados Unidos. E, depois disso, começamos a saber que os bancos não tinham a menor regulamentação. Acho que foi uma lição de vida para todo mundo. O sistema financeiro não pode deixar de ter regulamentação. E o Estado não pode deixar de ter um papel importante, de indutor e regulador da economia dos países. Aquela tese do Consenso de Washington de que o Estado tem que ser mínimo, de que o Estado não pode nada, de que o Estado atrapalha e de que o mercado podia tudo acabou! Acabou porque, quando o sistema financeiro quebrou, quem era o paizão que tinha que ajudar? Era o Estado. Foi o Estado americano que teve que colocar dinheiro, o Estado brasileiro que teve que colocar dinheiro, o Estado alemão que teve que colocar dinheiro. Penso que agora as pessoas estão percebendo que o Estado tem um papel extraordinário no equilíbrio das relações econômicas internas e externas.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Essas foram as causas. Quem são os responsáveis por isso?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> São os governos. Os governos, que não cuidaram da regulamentação.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Que governos especificamente?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> Veja, não tem uma pessoa. É um sistema. Não era possível que os bancos continuassem ganhando dinheiro sem produzir uma caneta, uma folha de papel, um sapato. Apenas especulando, especulando. Era o papel A que passava para a mão do banqueiro B, depois o papel C passava para mão do B, ou seja, o mesmo papel fazia muita gente ganhar dinheiro sem produzir uma peça qualquer.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Sim a culpa é dos governos. Mas de todos os governos? Ou dos governos dos países ricos?</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> Acho que nesse caso é dos países ricos. Por quê? Porque acreditaram durante décadas que o mercado por si só resolveria todos os problemas. Aí quando o mercado se mostrou frágil, incompetente, aí os Estados começaram a perceber que tinham que agir. E agir fortemente. E no Brasil nós não vacilamos. No Brasil nós tomamos as medidas que tínhamos que tomar para permitir que a economia se recuperasse mais rapidamente. Os países ricos são os mais culpados porque sabiam dar palpite em tudo sobre a economia dos países em desenvolvimento. Agora, quando a dor de barriga aconteceu com eles, eles não sabiam como agir. O FMI não tinha solução, não tinha certeza e não tinha resposta. O Banco Mundial não tinha solução, não tinha certeza e não tinha resposta. E os governos também não tinham! Daí a importância das decisões que foram tomadas, de articular o G-20. O G-8 já não resolvia mais o problema da crise econômica, até porque eram os países do G-8 que tinham a maior responsabilidade pela crise financeira. E eles sabiam que a irracionalidade do sistema financeiro deles ia causar prejuízos mais fortes nos países mais pobres, sobretudo nos países da África, e aí se criou o G-20, que, acho, começou a encaminhar soluções importantes para o problema da crise econômica.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Do seu ponto de vista, o Brasil fez toda a lição de casa, estava num grande momento, ia explodir e acontece a crise. Como o senhor pessoalmente se sentiu quando percebeu que, apesar de ter feito toda a lição de casa&#8230;<br />
</strong><br />
<strong>Lula </strong>- Essa é uma coisa muito engraçada porque, no mês de junho (de 2008), fizemos uma reunião da equipe econômica e da coordenação de governo, nós estávamos preocupados com o excesso de crescimento do Brasil. Ou seja, estávamos com um olho na inflação e, ao mesmo tempo, com um olho no alto consumo brasileiro. A indústria automobilística estava vendendo muito, o povo estava comprando muito, e eu sei que me foi feita a sugestão de que a gente começasse a fazer um pouco de contenção no consumo. E eu dizia que a gente não poderia fazer contenção no consumo, porque se a gente aumentasse o preço do carro, diminuísse a quantidade de prestações, criasse o IOF, a gente ia dar injeção na veia para desativar a economia brasileira, e eu não queria. E aí veio a crise, sabe, desativou por conta própria. Eu diria um pouco porque ela foi muito forte e um pouco porque muitos empresários brasileiros ficaram com medo. Essa é a verdade. Nós tivemos 50% ou 60% de crise e nós tivemos 40% de pânico. Muitas pessoas agiram de forma precipitada no enfrentamento da crise, sobretudo os investidores. E no governo nos resolvemos, então, tomar as medidas que tínhamos que tomar.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Mas como o senhor se sentiu, pessoalmente, quando o senhor percebeu&#8230;<br />
</strong><br />
<strong>Lula &#8211; </strong>Eu me senti decepcionado. Porque depois de 20 anos sem crescimento econômico, depois de o Brasil fazer tudo o que tinha que fazer, depois de a gente estabilizar a economia brasileira, depois de a gente controlar a inflação, depois de a gente lançar um programa de desenvolvimento&#8230; Não apenas o Brasil mas toda a América do Sul e América Latina vinham vivendo um momento de ouro. As economias cresciam acima de 5% em todos os países e, de repente, nós, que passamos a vida inteira sofrendo a amargura da instabilidade, quando estávamos estáveis, o mundo rico, que parecia estável, estava instável. Houve uma mudança de comportamento nas crises e foi muito decepcionante para países da América do Sul, países africanos, da América Latina, porque nós estamos sendo vítimas da irresponsabilidade dos países ricos.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Vamos então para o G-20, um assunto que o senhor já tocou. Antes da reunião do G-20, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Gordon Brown, visitou o Brasil, numa preparação para o G-20. E, ao lado dele, o senhor deu aquela famosa declaração de que a responsabilidade da crise é dos banqueiros brancos de olhos azuis. O que o senhor queria dizer com aquela frase, dita ao lado do primeiro-ministro da Grã-Bretanha?</strong></p>
<p><strong>Lula &#8211; </strong>Aquilo que eu queria dizer está mais forte hoje do que estava na época. Porque o que é que tem acontecido na Europa? Muitos países, para resolver o problema da crise, estão dificultando a vida dos imigrantes. Ou seja, os pobres do mundo que trabalham no mundo rico são as primeiras vítimas da crise econômica. Tem muita gente que faz até campanha, dizendo que é preciso diminuir a migração para que sobre emprego para os europeus em detrimento aos pobres do mundo que estão aqui (na Europa). O que eu quis dizer era que não eram os índios ou os negros que deveriam pagar a conta mas sim os responsáveis pela crise, que eram os banqueiros de olhos azuis. Ou seja, não eram os índios, não eram os negros, sabe, não eram os asiáticos que estavam aqui, não era povo pobre do mundo árabe. Eram os ricos que tinham sido responsáveis pela crise. E que não jogassem a culpa em cima dos pobres do mundo, como sempre acontece quando tem uma crise econômica.</p>
<p><strong>BBC &#8211; Tinha algum significado especial o senhor falar aquela frase ao lado do primeiro-ministro Gordon Brown? O tom da pergunta é porque na Grã-Bretanha isso foi interpretado como um sinal de fraqueza do Gordon Brown. Ele vai visitar o mundo e encontra um líder de uma grande nação criticando os países ricos. Ele não tem olhos azuis, mas é branco e tido como um dos responsáveis pela crise&#8230;</strong></p>
<p><strong>Lula -</strong> Eu jamais teria a intenção de ofender o Gordon Brown, por quem tenho um profundo respeito. Foi um homem que, enquanto ministro da Economia do Reino Unido defendeu o Brasil e foi solidário com meu governo desde o momento em que tomei posse. Eu jamais teria interesse em fazer qualquer ofensa ao Gordon Brown. O que eu fiz foi uma relação entre os pobres do mundo, que iriam ser vítimas da crise, e os ricos do mundo, que causaram a crise.</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/09/090911_lula_entrevista_video.shtml" target="_blank">ASSISTA AO VÍDEO!</a></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Fonte: BBC-Brasil</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Postado por Lais Niman</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Developing World's Energy Needs Set Stage for Fight]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/09/09/developing-worlds-energy-needs-set-stage-for-fight/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 21:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raby Khalil</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/09/09/developing-worlds-energy-needs-set-stage-for-fight/</guid>
<description><![CDATA[USA &#8211; By Emily Wax Washington Post Foreign Service NOIDA, India, Tuesday, September 8, 2009 At]]></description>
<content:encoded><![CDATA[USA &#8211; By Emily Wax Washington Post Foreign Service NOIDA, India, Tuesday, September 8, 2009 At]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Actitud]]></title>
<link>http://paletadelimon.wordpress.com/2009/08/25/actitud/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 03:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>paletadelimon</dc:creator>
<guid>http://paletadelimon.wordpress.com/2009/08/25/actitud/</guid>
<description><![CDATA[Hoy me dieron una mala noticia que me bajó los ánimos hasta el suelo (pasa por hacer castillos en el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy me dieron una mala noticia que me bajó los ánimos hasta el suelo (pasa por hacer castillos en el aire).</p>
<p>Bueno, la cosa es que&#8230;  ¿a quién no le pasa?&#8230; hay días buenos y hay unos más o menos y hoy no fue el mejor para mí.</p>
<p>Por eso algo para animar. Recibí la semana pasada uno de esos correos <em>&#8220;forward&#8221; </em>de una presentación en Power Point, que nada más abres por abrir, pero lo raro de este correo es que como buena <strong>excepción </strong>a la regla valió la pena, ahí les va.</p>
<h3 style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1070" title="up" src="http://paletadelimon.wordpress.com/files/2009/08/jme04.jpg" alt="up" width="400" height="329" /><span style="color:#000000;">TODO es cuestión de <span style="color:#ff0000;"><strong>ACTITUD</strong></span></span></h3>
<p>¿Cuál es la <strong>diferencia</strong> entre los <strong>países pobres</strong> y los <strong>países ricos</strong>?</p>
<p>¿Será la <em>antigüedad</em>?</p>
<p><strong>No</strong>. Tenemos por un lado a <strong>India</strong> y a <strong>Egipto</strong> que son los países más antiguos pero también de los más <strong>pobres</strong> y por otro lado a <strong>Nueva Zelanda</strong> y a <strong>Australia</strong> que son de los más &#8220;nuevos&#8221; pero<strong> desarrollados</strong> y<strong> ricos</strong>.</p>
<p>¿Serán los <em>recursos naturales</em>?</p>
<p><strong>No</strong>. Por ejemplo, <strong>Japón</strong> con un territorio muy pequeño que no tiene la capacidad de tener actividad agrícola y ganadera y aún así es la <strong>segunda potencia económica mundial</strong>.</p>
<p>O <strong>Suiza</strong>, sin océanos pero con una de las <strong>mayores flotas</strong> náuticas del mundo. No tiene cacao pero sí el <strong>mejor chocolate</strong> del mundo. Cría ovejas y cultiva solo 4 meses al año porque en los restantes 9 meses es invierno.</p>
<p>¿Será el <em>origen racial</em>?</p>
<p><strong>No.</strong> Podemos ver como los inmigrantes de <strong>países latinoamericanos</strong> son la <strong>fuerza productiva</strong> de <strong>EUA</strong> y <strong>Canadá</strong>.</p>
<p>Entonces&#8230; ¿Cuál es la diferencia?</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">La <span style="color:#ff0000;"><strong>ACTITUD</strong></span> de las personas hace la DIFERENCIA</span></h3>
<h3 style="text-align:center;"></h3>
<p>La mayoría de los ciudadanos de los países ricos cumple por lo general con las siguientes<strong> reglas</strong>:</p>
<ol>
<li>Lo <em>ético</em> como principio básico</li>
<li>El <em>orden</em> y la <em>limpieza</em></li>
<li>La <em>integridad</em></li>
<li>La <em>puntualidad</em></li>
<li>La <em>responsabilidad</em></li>
<li>El <em>deseo de superación</em></li>
<li>El <em>respeto</em> a las <em>leyes </em>y los <em>reglamentos</em></li>
<li>El <em>respeto</em> por el <em>derecho</em> de los <em>demás</em></li>
<li>El <em>amor</em> por el <em>trabajo</em></li>
<li>El <em>esfuerzo</em> por la <em>economía</em> y el <em>acometimiento</em></li>
</ol>
<p>En los países pobres muy poca gente sigue estas reglas en su vida diaria.</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">TODO es cuestión de <span style="color:#ff0000;"><strong>ACTITUD</strong></span></span></h3>
<p>Crédito a quien crédito merece, la compañía que hizo la presentación es <a href="http://consultinggroupsa.com.ar/" target="_blank">ésta</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Compartir costos" del cambio climático]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/07/23/compartir-costos-del-cambio-climatico/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 17:40:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
<guid>http://mymanuel.wordpress.com/2009/07/23/compartir-costos-del-cambio-climatico/</guid>
<description><![CDATA[Para De Boer, la cifra de US$10.000 millones es lo &quot;mínimo&quot; que el mundo desarrollado pued]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Para De Boer, la cifra de US$10.000 millones es lo &quot;mínimo&quot; que el mundo desarrollado pued]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAÍSES RICOS MUDAM G8 PARA INCLUIR EMERGENTES]]></title>
<link>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/2009/07/11/paises-ricos-mudam-g8-para-incluir-emergentes/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 21:55:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Carlos dos Santos</dc:creator>
<guid>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/2009/07/11/paises-ricos-mudam-g8-para-incluir-emergentes/</guid>
<description><![CDATA[PAÍSES RICOS MUDAM G8 PARA INCLUIR EMERGENTES Fonte (acesso em 11/07/2009): http://clippingmp.planej]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">PAÍSES RICOS MUDAM G8 PARA INCLUIR EMERGENTES<br />
Fonte (acesso em 11/07/2009):</p>
<p>http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/7/11/paises-ricos-mudam-g8-para-incluir-emergentes</p>
<p>G14 entra em cena nas cúpulas globais</p>
<p>Autor(es): CLÓVIS ROSSI ENVIADO ESPECIAL A ÁQUILA<br />
Folha de S. Paulo &#8211; 11/07/2009</p>
<p>A cúpula do G8 com economias emergentes terminou com uma espécie de declaração de morte do grupo de países ricos por seu presidente de turno e anfitrião, a Itália, relata Clóvis Rossi. Em seu lugar nasce outro fórum, hoje chamado G14, que pode ser etapa transitória para uma entidade ainda mais ampla. Na fala do premiê italiano, Silvio Berlusconi, o G8 &#8220;não é mais idôneo&#8221;.</p>
<p>Representantes dos países mais ricos concluem que G8 não é &#8220;idôneo&#8221; e que diálogo ampliado com emergentes passa a ser &#8220;parceria estável&#8221;</p>
<p>A anunciada morte do G8 acabou sendo sacramentada ontem pelo país que é o presidente de turno do grupo, a Itália, ao mesmo tempo em que se emitia o atestado de nascimento do sucessor, um certo G14, que, no entanto, é apenas uma etapa rumo ao que um centro de estudos norte-americano prefere chamar de Gx.<br />
O G8 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Rússia) não é idôneo, decretou Silvio Berlusconi, o premiê italiano. Nada que outros líderes de países-membros, como a alemã Angela Merkel e a ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, já não tivessem dito antes.<br />
Como se esperava pouco ou nada da cúpula do G8 de Áquila, o atestado de óbito acaba sendo significativo porque começa a mudar a governança global.<br />
Muda para G14 (o G8 mais Brasil, Índia, China, África do Sul, México e Egito, incluído neste ano no grupo chamado G5, a convite da Itália. Uma vez dentro, ninguém mais tira, o que eleva o número do novo G para 14).</p>
<p>[.........]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encontro do G-8]]></title>
<link>http://thirinhas.wordpress.com/2009/07/09/encontro-do-g-8/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 21:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>robmaia</dc:creator>
<guid>http://thirinhas.wordpress.com/2009/07/09/encontro-do-g-8/</guid>
<description><![CDATA[Série: Momentos Especiais / Episódio 6 &#8211; Encontro do G-8. [Obs.: se copiar, não altere a image]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-313" title="Episódio 6 - Encontro do G-8." src="http://thirinhas.wordpress.com/files/2009/07/episodio-6-encontro-do-g-8.jpg" alt="Episódio 6 - Encontro do G-8." width="700" height="317" /></p>
<p style="text-align:center;">Série: Momentos Especiais / Episódio 6 &#8211; Encontro do G-8.</p>
<p style="text-align:center;">[<span style="color:#000080;">Obs.: se copiar, não altere a imagem ou o texto; coloque um 'link' ou 'backlink' para esta página.</span>]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Brics e a Crise]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/19/os-brics-e-a-crise/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/19/os-brics-e-a-crise/</guid>
<description><![CDATA[Nunca duvide do poder daqueles que &#8220;correm por fora&#8221;. Falando sério, se não tivéssemos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca duvide do poder daqueles que &#8220;correm por fora&#8221;. Falando sério, se não tivéssemos caído em meio ao &#8220;alarme mundial&#8221; estaríamos em situação bem melhor. Está na hora de o brasileiro acreditar em si mesmo e em seu país.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Brics se recuperam antes de países ricos, diz &#8216;Economist&#8217;</strong></p>
<p>Os grandes países emergentes, mais precisamente os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), já demontram sinais de recuperação econômica enquanto os países ricos permanecem em recessão, afirma uma reportagem publicada na revista britânica Economist, que chega às bancas nesta sexta-feira.</p>
<p>A reportagem analisa a cúpula dos Brics, realizada no início da semana em Iekaterimburgo, na Rússia. Para a revista, o evento reflete a crescente autoconfiança desses países.</p>
<p>“Os maiores mercados emergentes estão se recuperando rapidamente e começando a acreditar que a recessão pode marcar mais um momento da mudança global que vê o Ocidente perdendo poder econômico”, diz o texto.</p>
<p>A revista lembra que a China e a Índia tiveram desempenho econômico melhor do que o esperado no primeiro trimestre. No Brasil, apesar da pequena queda no período, o crescimento é maior do que a média da América Latina &#8220;e a maioria dos economistas acredita que o crescimento vai retornar aos níveis de antes da crise já no ano que vem&#8221;, diz a Economist.</p>
<p>A Rússia, cuja economia encolheu 9,5% no primeiro trimestre, derrubada pela queda no preço do petróleo, seria a única exceção do grupo.</p>
<p><strong>Descolamento</strong><br />
Para a Economist, a teoria do &#8220;descolamento&#8221; -segundo a qual, por crescer a um ritmo diferente, os países emergentes estariam mais protegidos da crise financeira global que as grandes economias- pode, afinal, ter sentido.</p>
<p>&#8220;Quando este estudo (que explicava o descolamento) veio à tona em meados de 2008, a queda na economia mundial pareceu torná-lo instantaneamente obsoleto. Mas a enormidade do desaquecimento pode, temporariamente, ter escondido tendências mais profundas que agora voltam a se mostrar, passado o choque inicial&#8221;, afirma a análise.</p>
<p>&#8220;Quase 60% de todo o crescimento econômico mundial entre 2000 e 2008 ocorreu nos países em desenvolvimento; metade só nos países do Bric&#8221;, afirma a Economist.</p>
<p>Se o padrão de crescimento se confirmar, diz a reportagem, é uma boa notícia, pois significaria que quase metade da economia mundial estaria se recuperando. Os benefícios da recuperação dos Brics também seriam sentidos por outros países em desenvolvimento.</p>
<p>Mas, diz a revista, a recuperação de China, Índia e Brasil não pode compensar o estado medonho do resto da economia mundial.</p>
<p>&#8220;Enquanto os três gigantes se recuperam, os países em desenvolvimento, como um todo, são vistos em recessão. Os gigantes parecem estar se descolando não apenas do Ocidente, mas também de seus irmãos emergentes menores.&#8221;</p>
<p>A explicação, segundo a Economist, é que os países do grupo dependem menos das exportações do que outros emergentes. No caso brasileiro, as exportações correspondem a menos de 15% do PIB.</p>
<p>&#8220;Os Brics foram cautelosos em liberar seus sistemas financeiros, então, foram menos afetados pelo ataque cardíaco financeiro ocidental do que a Europa do Leste, por exemplo. E suas recuperações foram impulsionadas pelos governos, que relaxaram dramaticamente sua política monetária e aumentaram os gastos estatais.&#8221;</p>
<p>Outra explicação para o sucesso dos Brics em meio aos emergentes seria seu tamanho, já que esses países podem recorrer ao seu mercado doméstico na falta de um mercado estrangeiro.</p>
<p><strong>Inchaço do setor público</strong></p>
<p>Um grande desafio, segundo o texto, seria garantir que os planos de estímulo dos governos se espalhem por todos os setores.</p>
<p>Se os Brics não puderem usar as exportações para escapar da recessão, a expansão do governo é a principal alternativa para a queda atualmente enfrentada por outros grandes exportadores, diz a revista.</p>
<p>&#8220;A experiência no Ocidente foi de que o setor público se expandiu incansavelmente até chegar a 40% ou 50% do PIB.&#8221;</p>
<p>Mas, para os autores, esse tema ainda é um ponto de interrogação. &#8220;Não está claro até que ponto, a longo prazo, os Brics serão afetados pelo aumento do governo e de empresas estatais. Mas este aumento provavelmente é inevitável.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula: 'Desemprego não é culpa dos imigrantes pobres']]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/06/15/lula-desemprego-nao-e-culpa-dos-imigrantes-pobres/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 17:20:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/06/15/lula-desemprego-nao-e-culpa-dos-imigrantes-pobres/</guid>
<description><![CDATA[Genebra &#8211; BBC &#8211; 15/06/09. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Genebra &#8211; BBC &#8211; 15/06/09. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos que o povo espalha]]></title>
<link>http://blogdaelisa.wordpress.com/2009/05/11/mitos-que-o-povo-espalha/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 11:29:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisa Lucena Martins</dc:creator>
<guid>http://blogdaelisa.wordpress.com/2009/05/11/mitos-que-o-povo-espalha/</guid>
<description><![CDATA[Mais um texto do Paulo Roberto de Almeida no Ordem Livre. Depois de falar sobre &#8220;O mito do neo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um <a href="http://www.ordemlivre.org/textos/587/">texto</a> do Paulo Roberto de Almeida no Ordem Livre.</p>
<p>Depois de falar sobre &#8220;<a href="http://www.ordemlivre.org/textos/512/">O mito do neoliberalismo</a>&#8221; e &#8220;<a href="O mito do Consenso de Washington">O mito do Consenso de Washington</a>&#8220;, dessa vez ele fala sobre &#8220;<a href="http://www.ordemlivre.org/textos/528/">O mito do complô dos países ricos contra o desenvolvimento dos países pobres</a>&#8220;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bill Gates: la crisis Durara 4 Años ]]></title>
<link>http://ahorradores.wordpress.com/2009/02/11/bill-gates-la-crisis-durara-4-anos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 02:21:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>mundodeideas</dc:creator>
<guid>http://ahorradores.wordpress.com/2009/02/11/bill-gates-la-crisis-durara-4-anos/</guid>
<description><![CDATA[Image via CrunchBase Como sabemos la crisis que vivimos actualmente se debe a la desconfianza, que s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="zemanta-img" style="display:block;margin:1em;">
<div>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.crunchbase.com/person/bill-gates"><img title="Image representing Bill Gates as depicted in C..." src="http://www.crunchbase.com/assets/images/resized/0001/7609/17609v1-max-450x450.jpg" alt="Image representing Bill Gates as depicted in C..." width="200" height="285" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd zemanta-img-attribution">Image via <a href="http://www.crunchbase.com">CrunchBase</a></dd>
</dl>
</div>
</div>
<p>Como sabemos la crisis que vivimos actualmente se debe a la desconfianza, que se tiene ante la situación actual cuando una persona habla de la economia de forma negativa esta se refleja casi de inmediato en la bolsa. sabiendo esto <a class="zem_slink" title="Bill Gates" rel="homepage" href="http://www.microsoft.com/presspass/exec/billg/default.mspx">Bill Gates</a> (fundador de Microsoft) hizo un comentario un tanto arriesgado en el foro Economico Mundial anticipando que esta crisis durar otros 4 años.</p>
<p>Pero algo bueno quedo de esto pues tambien llamo a los paises ricos a ayudar con financiamientos a los paises menos afortunados.</p>
<p>Le recuerdo que todos este tipo de comentarios nos afectan y usted debe estar preparado antes esta crisis.</p>
<p><strong>Otros Articulos Interesantes:</strong></p>
<p><a href="http://ahorradores.wordpress.com/wp-admin/post.php?action=edit&#38;post=214">Software de contabilidad Domestica Gratis</a></p>
<p><a href="http://ahorradores.wordpress.com/wp-admin/post.php?action=edit&#38;post=207">Obama y su plan economico</a></p>
<p><a href="http://tuvendes.wordpress.com"><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="tu-vendes_small" src="http://ahorradores.wordpress.com/files/2009/01/tu-vendes_small.jpg" alt="tu-vendes_small" width="323" height="86" /></a></p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/zemified_c.png?x-id=c25e6939-6fcf-4ff0-8e6a-722048f30a17" alt="Enhanced by Zemanta" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BRASIL PODE ACIONAR OMC PELO PROTECIONISMO]]></title>
<link>http://futurofoca.wordpress.com/2009/02/08/brasil-podeacionar-omc-pelo-protecionismo/</link>
<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 20:11:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>FÁBIO SIEBRA</dc:creator>
<guid>http://futurofoca.wordpress.com/2009/02/08/brasil-podeacionar-omc-pelo-protecionismo/</guid>
<description><![CDATA[O governo brasileiro pode acionar na segunda-feira a Organização Mundial do Comércio (OMC) para que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O governo brasileiro pode acionar na segunda-feira a Organização Mundial do Comércio (OMC) para que a entidade passe a monitorar o impacto dos pacotes lançados para proteger as indústrias dos países ricos frente à crise, segundo reportagem publicada neste domingo (8) no jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>A OMC vai se reunir nesta segunda-feira pela primeira vez para avaliar as consequências da crise econômica no comércio internacional. O governo teme que as operações de socorro, incluindo as do presidente americano, Barack Obama, que está para ser votado, irradie pelo mundo uma nova onda de ações de cunho protecionista e nacionalista.</p>
<p> </p>
<p class="materia-intertitulo"><strong>Escalada</strong></p>
<p>&#8220;Há uma escalada progressiva do protecionismo e esse cenário pode piorar, se nada for feito&#8221;, afirmou o embaixador do Brasil na OMC, Roberto Azevedo.</p>
<p> </p>
<p>O Brasil vai afirmar que o uso de tarifas alfandegárias, a medida protecionista mais comum, é apenas a arma dos países pobres. Os ricos usam seus orçamentos bilionários para ajudar as suas empresas e é nesse campo que a OMC deveria ficar atenta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imigrantes, go home!]]></title>
<link>http://rogeriojordao.wordpress.com/2008/12/12/imigrantes-go-home/</link>
<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:51:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriojordao</dc:creator>
<guid>http://rogeriojordao.wordpress.com/2008/12/12/imigrantes-go-home/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Celopes Em tempos de crise econômica a vida fica difícil para (quase) todos, mas uma categoria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-319" title="286473313_7a9dfefff9_m" src="http://rogeriojordao.wordpress.com/files/2008/12/286473313_7a9dfefff9_m.jpg" alt="286473313_7a9dfefff9_m" width="240" height="192" /></p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/people/celopes/">Celopes</a></p>
<p>Em tempos de crise econômica a vida fica difícil para (quase) todos, mas uma categoria em especial sente o problema mais na pele: a dos imigrantes em países ricos.</p>
<p>Uma <a href="http://www.transatlantictrends.org/trends/index.cfm?id=184">pesquisa recente </a>do German Marshall Fund of the United States mostrou que 50% dos americanos acreditam que os imigrantes são mais parte “do problema”, do que “da solução”; já entre europeus (Inglaterra, Itália, Alemanha, Polônia, França e Holanda) este índice é de 47%.</p>
<p>Europeus (87%) e americanos (77%) acham que o ideal é que o candidato a imigrante tenha, para entrar no país, uma oferta de emprego; saber falar a língua também é critério importante para 87% dos europeus e 89% dos americanos.</p>
<p>O clima não tá legal&#8230;nos anos 1960, quando países ricos como a Inglaterra precisavam de mão de obra barata (para serviços de lixeiro, varredor de rua, etc), a receptividade era outra.</p>
<p><a href="http://www.transatlantictrends.org/trends/index.cfm?id=184"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feliz Navidad]]></title>
<link>http://lagranhoguera.wordpress.com/2008/12/11/feliz-navidad/</link>
<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 00:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>EL HEREJE</dc:creator>
<guid>http://lagranhoguera.wordpress.com/2008/12/11/feliz-navidad/</guid>
<description><![CDATA[Nene, si te portas mal vendrá Papá Noel y te llevará Impresionante cartel anónimo hallado en http://]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_521" class="wp-caption aligncenter" style="width: 760px"><a href="http://lagranhoguera.wordpress.com/files/2008/12/vi2008-12-11-feliz-navidad.jpg"><img src="http://lagranhoguera.wordpress.com/files/2008/12/vi2008-12-11-feliz-navidad.jpg" alt="//www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/9171" title="vi2008-12-11-feliz-navidad" width="750" height="1007" class="size-full wp-image-521" /></a><p class="wp-caption-text">Nene, si te portas mal vendrá Papá Noel y te llevará</p></div>
<p><a href="http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/9171">Impresionante cartel anónimo hallado en http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/9171<a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Declaración conjunta de Amnistía Internacional, Intermón Oxfam y Greenpeace ante la crisis económica]]></title>
<link>http://sadaendigital.wordpress.com/2008/12/05/declaracion-conjunta-de-amnistia-internacional-intermon-oxfam-y-greenpeace-ante-la-crisis-economica/</link>
<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 05:44:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadadigital</dc:creator>
<guid>http://sadaendigital.wordpress.com/2008/12/05/declaracion-conjunta-de-amnistia-internacional-intermon-oxfam-y-greenpeace-ante-la-crisis-economica/</guid>
<description><![CDATA[Desde hace unas semanas, los ciudadanos del mundo somos testigos de los esfuerzos de los Gobiernos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde hace unas semanas, los ciudadanos del mundo somos testigos de los esfuerzos de los Gobiernos d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conferencia de la ONU para la Financiación del Desarrollo en Doha: una oportunidad perdida]]></title>
<link>http://unbohemioburguesenmadrid.wordpress.com/2008/12/04/conferencia-de-la-onu-para-la-financiacion-del-desarrollo-en-doha-una-oportunidad-perdida/</link>
<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 00:01:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabrielcruise</dc:creator>
<guid>http://unbohemioburguesenmadrid.wordpress.com/2008/12/04/conferencia-de-la-onu-para-la-financiacion-del-desarrollo-en-doha-una-oportunidad-perdida/</guid>
<description><![CDATA[Finaliza la Conferencia de la ONU para la Financiación del Desarrollo en Doha La Conferencia de la O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://unbohemioburguesenmadrid.files.wordpress.com/2008/12/doha2.jpg"><br />
</a></p>
<p><strong>Finaliza la Conferencia de la ONU para la Financiación del Desarrollo en Doha</strong></p>
<p>La Conferencia de la ONU para la Financiación del Desarrollo que se estuvo celebrando desde el pasado fin de semana en Doha ha finalizado y a juicio de varias ONG entre ellas, la Plataforma Acción por la Salud Global culmina como &#8220;una gran oportunidad perdida&#8221; y &#8220;un gran fracaso&#8221;.  El motivo por el cual han expresado su gran decepción es el hecho de que la Conferencia de Naciones Unidas sobre Financiación para el Desarrollo sólo haya &#8220;alcanzado acuerdos en pequeños asuntos relativos a cuestiones técnicas sobre los recursos financieros, en vez de comprometerse a aumentar los fondos que se necesitan para cubrir las prioridades del desarrollo.&#8221;</p>
<p>Según señala Frazer Goodwin de la Alianza Europea de Salud Pública y miembro de Acción por la Salud Global, una de las organizaciones que componen esta plataforma, &#8220;Los donantes se tienen que implicar mucho más en los procesos de seguimiento y mantener sus compromisos de financiación si quieren cambiar esta situación&#8221; de lo contrario cualquier accion esta encaminada al fracaso.  Como ya señalaba hace unos días, el programa de la Conferencia se ha caracterizadó por la ausencia de los principales lideres mundiales y por delegaciones de bajo perfil.  Al final, el único jefe de gobierno que asistió a la Conferencia fue Nicolás Sarkozy en calidad de presidente de turno de la Unión Europea.  El presidente francés asistió a la sesión inaugural para exponer sobre el compromiso europeo sobre ayuda, pero se marchó ese mismo día y no participó en ninguna de las negociaciones posteriores.</p>
<p>En opinión de las ONG, esa falta de compromiso de los países más ricos hacia los más pobres y desfavorecidos se refleja en la versión final del documento que contiene las conclusiones de la conferencia. Consideran que &#8221; el resultado de esta Conferencia no es un mensaje potente hacia los más vulnerables de este mundo, ni tampoco es un plan de acción integral para financiar sus necesidades más esenciales como el acceso universal a atención sanitaria&#8221;.</p>
<p><strong>Una oportunidad perdida</strong></p>
<p>Esta conferencia, señalan, &#8220;también se han dejado a un lado otros acuerdos internacionales relacionados con la misma, como los de Accra y la Cumbre sobre Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM) en Nueva York&#8221;. A su juicio, las respuestas a las crisis financiera, alimentaria, energética y climática no deberían oscurecer los enormes esfuerzos que se necesitan para cumplir los ODM. &#8220;Es una tragedia que millones de personas mueran cada año por enfermedades curables y por sistemas de salud que funcionan mal&#8221;.</p>
<p>Según Catherine Giboin, de Médicos del Mundo-Francia y miembro de Acción por la Salud Global &#8220;en Doha se ha perdido un momento histórico para conseguir cambios importantes. Las necesidades esenciales de la gente se deben poner en el centro de la financiación para el desarrollo.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amorim diz que buraco da crise apareceu na “primeira classe”]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2008/12/02/amorim-diz-que-buraco-da-crise-apareceu-na-%e2%80%9cprimeira-classe%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 03:31:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
<guid>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2008/12/02/amorim-diz-que-buraco-da-crise-apareceu-na-%e2%80%9cprimeira-classe%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirmou que a ajuda ao desenvolvimento n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirmou que a ajuda ao desenvolvimento não deve ser vista apenas como uma obrigação moral, mas também como a &#8220;resposta correta para manter a economia funcionando&#8221; no atual contexto de crise.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Amorim fez essa declaração na Conferência Internacional sobre Financiamento para Desenvolvimento das Nações Unidas, realizada em Doha.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">&#8220;É verdade que todos estamos no mesmo barco e que o barco ainda corre o risco de afundar, mas desta vez o buraco apareceu na primeira classe&#8221;, afirmou.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por isso, o chanceler brasileiro disse que os países desenvolvidos devem ser os responsáveis por restaurar o crescimento da economia global e de diminuir o impacto da crise nas nações em desenvolvimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Amorim também citou a recente cúpula de chefes de Estado e de governo do G-20 (que reúne os países mais ricos e as principais economias emergentes), realizada em 15 de novembro em Washington.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A respeito desse encontro, o chanceler brasileiro destacou a determinação do grupo em &#8220;trabalhar junto para refundar o sistema financeiro&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Amorim disse ainda que as Nações Unidas &#8220;podem e deveriam contribuir para esse debate&#8221; e destacou que a ONU continua sendo &#8220;o fórum mais democrático e representativo, o único que pode dar legitimidade ao processo de reforma&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O chanceler também defendeu profundas mudanças nos organismos internacionais e ressaltou o crescente consenso em torno de uma nova arquitetura financeira que leve em consideração o peso e a influência dos países em desenvolvimento na tomada de decisões.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Com agências</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[China pede mais cooperação de países ricos sobre mudança climática]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2008/10/30/china-pede-mais-cooperacao-de-paises-ricos-sobre-mudanca-climatica/</link>
<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 03:54:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
<guid>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2008/10/30/china-pede-mais-cooperacao-de-paises-ricos-sobre-mudanca-climatica/</guid>
<description><![CDATA[Um livro branco (de diretrizes), publicado pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado chinê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Um livro branco (de diretrizes), publicado pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado chinês, afirma que os países ricos devem gastar, pelo menos, 0,7% de seu Produto Interno Bruto (PIB) para ajudar aqueles “em vias de desenvolvimento” a enfrentar o problema da mudança climática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A diretriz foi dada hoje pelo subdiretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Xie Zhenhua, ao explicar o conteúdo do livro branco, intitulado &#8220;Políticas e ações da China para lutar contra a mudança climática&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">&#8220;Mas até agora suas despesas estão muito abaixo desse nível&#8221;, destacou Xie.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">&#8220;Por sua vez, as nações em desenvolvimento devem adotar de forma ativa medidas para se adaptarem à mudança climática, reduzir as emissões de gases poluentes ao nível mínimo e cumprir suas responsabilidades ao enfrentar este fenômeno&#8221;, afirmou. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">&#8220;As nações ricas devem assumir uma maior responsabilidade na luta contra a mudança climática, já que suas emissões de gases do efeito estufa entre 1950 e 2000 representaram 77% do total mundial&#8221;, disse Xie.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">&#8220;De acordo com nossos dados, as emissões totais da China alcançaram atualmente quase o mesmo nível que as dos Estados Unidos, mas devemos estudar o assunto desde um ponto de vista equitativo e histórico&#8221;, disse. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">As declarações ocorrem por ocasião da realização em 7 e 8 de novembro, em Pequim, de uma cúpula sobre mudança climática organizada pela China e a ONU.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La crisis en el proceso histórico ]]></title>
<link>http://vicentvercher.wordpress.com/2008/10/18/la-crisis-en-el-proceso-historico/</link>
<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 11:47:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vicent Vercher Garrigós</dc:creator>
<guid>http://vicentvercher.wordpress.com/2008/10/18/la-crisis-en-el-proceso-historico/</guid>
<description><![CDATA[ARTÍCULOS DE OPINIÓN JESÚS PICHEL MARTÍN 18/10/2008 Vaca multicolor  Los procesos históricos nunca s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://vicentvercher.files.wordpress.com/2008/10/globo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5956" title="globo" src="http://vicentvercher.wordpress.com/files/2008/10/globo.jpg" alt="" width="405" height="472" /></a></strong></p>
<p><strong>ARTÍCULOS DE OPINIÓN</strong></p>
<div id="cabecera_opinion">
<ul>
<li><img class="opinionimage" src="http://www.elplural.com/imagen.php?imagen=/media/0000013000/0000013125.jpg&#38;an=38" border="0" alt="" /></li>
<li>
<h1>JESÚS PICHEL MARTÍN</h1>
<h2>18/10/2008</h2>
</li>
</ul>
</div>
<p>Vaca multicolor</p>
<div id="contenido_noticia">
<div class="layout0-headline">
<p class="antetitulo4"> Los procesos históricos nunca son simples ni en su realización ni, mucho menos, en su conocimiento, interpretación, comprensión y explicación. Si la lejanía en el tiempo dificulta captar en rigor el pulso vital (el imaginario, el sistema de categorías comunes) de quienes vivieron el acontecimiento, la cercanía impide conseguir la perspectiva suficiente para seleccionar con precisión qué acontecimientos son los relevantes. Pero, aún así, no es ni inútil ni vacío el esfuerzo por entender un proceso tan cercano que todavía está en marcha.</p>
</div>
<div class="layout-lead-noticia">&#60;!&#8211;</div>
<p class="textocuerpo">Así que, con la presbicia inevitable, intentemos enmarcar y comprender la actual crisis financiera y económica mundial en el proceso histórico (o, al menos, en “un” proceso histórico) fijándonos no en las causas económicas que la han motivado (que sin duda existen y son reales), sino en los acontecimientos históricos en los que puede encuadrarse. Y, de entre todos los posibles, deteniéndonos en dos que parecen de mayor peso e influencia: la caída del sistema comunista de la antigua U.R.S.S., en 1991, y la llamada Globalización (o mundialización).</p>
<p>La caída del muro de Berlín en noviembre de 1989 fue la antesala del colapso de la Unión Soviética y de la caída de su sistema económico comunista y estatalista. Pero no sólo eso. Con ella cayó el equilibrio que desde el final de la segunda guerra mundial se conoció como “guerra fría”, que dividía el mundo en dos mundos económicos (ideológicos, políticos, estratégicos, etc.) enfrentados: la U.R.S.S. comunista (que repudiaba la propiedad privada) y los EE.UU. capitalistas (que se fundamentaba –y se fundamenta- precisamente en la propiedad privada).</p>
<p>Esa misma división se evidenciaba en Europa, frontera física de ambos sistemas y centro geoestratégico de la confrontación de sistemas, si bien la parte occidental se organizaba en un sistema mixto, liberal a la vez que socialdemócrata, que mantenía ambos tipos de propiedad (la privada y la pública).</p>
<p>Supuso esa caída, en definitiva, la hegemonía del sistema capitalista y, consecuentemente, una cierta euforia ideológica plasmada en etiquetas simbólicas (“el fin de la historia”, “el pensamiento único”, etc.); un cierto sentimiento de inmunidad por la imposibilidad de “contagio”: la evidencia del fracaso comunista evitaría la tentación de proponerlo o asumirlo como sistema; y algunas dosis de arrogancia para hacer un “liberalismo sin complejos” (esa “derecha sin complejos” que el Partido Popular vino defendiendo, por ejemplo). Mientras, la Europa del este, incluida la propia Rusia, se convertía rápidamente al sistema capitalista y la del oeste ponía en entredicho su propio sistema mixto revisando el alcance y las bondades del llamado “Estado del Bienestar” (y valgan como ejemplos tanto el gobierno conservador de la Sra. Thatcher como la “tercera vía” del gobierno laborista de Blair, aunque no sólo ellos).</p>
<p>La Globalización, entendida como la mundialización de las relaciones productivas, financieras, culturales y de comunicación de información y de transporte, ha convertido el mundo, según la expresión de síntesis al uso, en “aldea global” donde las coordenadas espaciotemporales se difuminan: da igual dónde ocurra el acontecimiento, porque ocurre para todos a la vez (o, como dice la CNN: “está pasando; lo estás viendo”).</p>
<p>El mundo global es un mundo “deslocalizado”, el mundo de los “no-lugares” (en feliz expresión de Marc Augé), el mundo del mercado continuo. Pero, a la vez, es el mundo de la “brecha tecnológica” que distancia aún más a las sociedades ricas y tecnológicamente avanzadas de las pobres y tecnológicamente rudimentarias, y el mundo de los movimientos migratorios masivos (impulsados por la pobreza y por la facilidad de la comunicación).</p>
<p>En el mundo global deslocalizado ya no hay centro (o lo hay cada vez menos). Si Europa dejó de ser el centro geopolítico con la caída del comunismo, la globalización implicaría aparentemente la imposibilidad de volver a serlo.</p>
<p>La crisis financiera y económica que estamos viviendo no sabemos cómo ni cuándo acabará, ni si se llevará por delante el sistema capitalista que se ha practicado durante los últimos veinte años. Pero, si al análisis anterior no es disparatado, es posible extraer algunas conclusiones.</p>
<p>La primera es que ya sabemos qué pasa cuando los Estados se organizan casi exclusivamente según criterios económicos (sean comunistas o capitalistas): que se colapsan (en algún caso hasta caer por completo); que la desregulación de los mercados (financieros y de mercancías) puede aportar riqueza, pero que sus acciones “sin complejos” (ni filtros, ni intervenciones) pueden causar tanto daño o más para todos que beneficios para quienes las ejecutan; que, llegada la crisis, los propios Estados capitalistas, saltándose las reglas del propio sistema económico, tienen que salir al paso e intervenir (sea avalando, comprando activos o nacionalizando bancos).</p>
<p>La segunda es que los criterios económicos (del tipo que sean) no son los únicos adecuados para organizar las relaciones ni intra ni internacionales; que los Estados pueden ser ordenados según otros principios y valores.</p>
<p>Y la tercera, que más que una conclusión es un deseo, es que Europa puede, en este último sentido, desempeñar un papel fundamental, “central”, reivindicando para el mundo que viene los valores que están en sus orígenes: la libertad y la igualdad en dignidad y derechos de los seres humanos.</p>
<p>(No saben cuánto me molesta saber que me voy a perder cómo explicarán esta crisis dentro de cincuenta años).</p>
<p><em>Jesús Pichel es Profesor de Filosofía</em></div>
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