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	<title>para-gostar-de-ler &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/para-gostar-de-ler/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "para-gostar-de-ler"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 15:19:48 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[SOLIDÕES INÚTEIS]]></title>
<link>http://perolasemtripas.wordpress.com/2009/08/26/solidoes-inuteis/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 10:56:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bel Keppler</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há homens e mulheres que não aguentam conviver. Apaixonam-se, às vezes casam ou se juntam, mas logo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há homens e mulheres que não aguentam conviver. Apaixonam-se, às vezes casam ou se juntam, mas logo se sentem sufocados. Alegam que falta liberdade, privacidade, silêncio. Algo, que não é apenas a variedade da vida sexual, estaria sendo impedido pelo parceiro (ou pela parceira). Outros conseguem conviver durante anos ou para sempre, mas com a sensação constante de que estão sendo limitados, constrangidos. Ou seja, com a idéia ressentida de que, se o consorte (parceiro) não estivesse junto, a vida vingaria como nunca.</p>
<p>Essa atitude, entre lamento e reivindicação, é quase sempre presente quando um dos parceiros tem (ou imagina ter) uma vocação artística. O pior é que isso acontece hoje com frequência crescente. Não me estranha: numa cultura que valoriza o indivíduo, espera-se de cada um que se faça ouvir e reconhecer pelo que tem de mais singular. Um dos grandes imperativos da época diz que é preciso expressar-se. E acreditamos automaticamente que, se pudéssemos procurar fundo nas nossas tripas, encontraríamos pérolas.</p>
<p>Eu sou advogada, mas, lá no fundo, sou poeta ou romancista. Eu sou engenheiro, mas, lá no fundo, sou viajante como Amyr Klink. Eu sou bancário, mas, no fundo, sou músico e cantor. Eu sou médica, mas, no fundo, sou dançarina. O vínculo social tenta nos definir, mas a criatividade nos resgatará. Valorizamos o indivíduo em suas expressões mais singulares. Portanto as relações sociais nos parecem sempre suspeitas: será que elas não ameaçam a expressão de nossa subjetividade, única e original? É apesar dos outros, imaginamos, que é possível ser &#8220;nós mesmos&#8221; e produzir algo de valor. Muitos acabam pensando que, se eles não seguem sua vocação, é por causa do parceiro ou do casal.</p>
<p>&#8220;Não posso deixar de trabalhar e, à noite, quando volto para casa, não dá. Precisaria de solidão para tocar, escrever, pensar, treinar. Estou cansado, as crianças pedem atenção e não há como não conversar. &#8221; Em suma, as necessidades da vida em família seriam responsáveis por nossas falências expressivas. Às vezes, o parceiro que se considera inibido pelo casal impõe uma condição: &#8220;Quero tempo, quero um espaço que seja só meu&#8221;. E o outro (ou outra), generosamente, aceita e encoraja: &#8220;Claro, vamos alugar um pequeno escritório para você tocar, escrever, pensar e ficar tranquilo (tranquila) à noite e nos fins de semana. Ou, então, vamos usar a poupança, e você fica um ano sem trabalhar, mas não aqui; na casa de praia dos tios, lá, sem ninguém&#8221;.</p>
<p>Surpresa e mistério: quando a reivindicação é satisfeita, em regra, ocorre um imprevisto. Na maioria dos casos, o sujeito, aliviado dos deveres da conjugalidade e das responsabilidades sociais, sozinho no lugar e com o tempo que pediu a Deus, livre e desembaraçado, não faz nada. Salvo, talvez, lamentar a época em que, para dedicar-se a sua paixão, ele roubava horas ao sono, aos filhos e às obrigações familiares do fim de semana. O tempo e o espaço reservados transformam-se na caricatura do pior vácuo da adolescência: televisão, chat de computador, navegações a esmo na internet, infindáveis jogos de paciência.</p>
<p>Em suma, uma preguiça que beira e anuncia a depressão. &#8220;Agora que poderia, não sei o que acontece, não saio da cama.&#8221; Resumindo: achava que o outro me impedia de realizar meus sonhos. Mas, uma vez livre de sua presença, constato que, sem ele (ou ela), mal consigo me mexer, perco a vontade.</p>
<p>Descubro assim que: 1) o outro não era minha distração, mas talvez fosse minha motivação, 2) o tempo e o espaço que eu exigia, longe dele ou dela, eram, de fato, tempo e espaço para não fazer nada. Em suma, quando um parceiro pede para ficar sozinho e, assim, dar livre curso a suas veias criativas, expressivas ou meditativas, seu pedido, embora sincero, alveja quase sempre um ócio avacalhado.</p>
<p>Na maioria dos casos, o outro que queremos eliminar não é o carrasco de nossas aspirações, mas o penoso lembrete dessas aspirações. Como assim? É simples e banal. Um casal serve (também) para isto: o outro é encarregado de encarnar nossas próprias exigências, sobretudo as mais frustrantes. Por exemplo, José se queixa da obsessão de Maria com a ordem nos armários. Qual importância? Só dá briga porque José, de fato, adora ordem e sonha com fileiras perfeitas de meias, cuecas, sapatos e camisas, mas sua vontade morre na praia. Maria torna-se assim a representante do desejo frustrado de José, ou seja, o lembrete de um encargo (fazer ordem nos armários) que é o próprio desejo dele, mas que ele não consegue cumprir -irritante, não é?</p>
<p>O mesmo mecanismo vale para obrigações maiores e mais cansativas: se Maria ama e, portanto, idealiza um pouco José, ela certamente quer que ele siga seus anseios artísticos. Consequência: quando José procura a solidão &#8220;para perseguir melhor sua vocação&#8221;, muitas vezes, ele não tenta evitar a diversão do barulho das crianças, do papo e da transa compulsória com Maria. Ao contrário, ele pode estar fugindo de um amor que é incômodo porque lhe lembra seu próprio desejo. (Contardo Calligaris)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma homenagem à literatura infanto-juvenil]]></title>
<link>http://imaginaconteudo.wordpress.com/2009/07/06/uma-homenagem-a-literatura-infanto-juvenil/</link>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:18:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>imaginaconteudo</dc:creator>
<guid>http://imaginaconteudo.wordpress.com/2009/07/06/uma-homenagem-a-literatura-infanto-juvenil/</guid>
<description><![CDATA[Mistérios misteriosos. Pássaros cósmicos. Raptos. Aventuras policiais. Romance. Dramas urbanos. Corr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-381" title="francisco_marins_misterio_morros_dourados" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/francisco_marins_misterio_morros_dourados3.jpg?w=201" alt="francisco_marins_misterio_morros_dourados" width="201" height="300" /></p>
<p>Mistérios misteriosos. Pássaros cósmicos. Raptos. Aventuras policiais. Romance. Dramas urbanos. Corridas espaciais. Cidades perdidas. Cada história é uma estímulo à imaginação e à compreensão de outros mundos. Ainda mais em cabeças jovens e sonhadoras&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-382" title="ofelia_narbal_fontes_gigante_botas" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/ofelia_narbal_fontes_gigante_botas2.jpg?w=198" alt="ofelia_narbal_fontes_gigante_botas" width="198" height="300" /></p>
<p>Este post foi inspirado pelo <strong><a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/livros-delinquencia-e-a-colecao-vaga-lume" target="_blank">excelente artigo</a></strong> publicado no <strong>Overmundo</strong> pelo soteropolitano <a href="http://cozinhadocao.blogspot.com" target="_blank"><strong>Gustavo Rios</strong></a>.</p>
<p><a href="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/marcos_rey_rapto_garoto_ouro.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-686" title="marcos_rey_rapto_garoto_ouro" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/marcos_rey_rapto_garoto_ouro.jpeg" alt="" width="201" height="300" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>&#8220;O Mistério do Cinco Estrelas&#8221;</strong>, do <strong>Marcos Rey</strong>, foi o primeiro livro que li na minha vida. Estava na 1ª série, com 7 anos. Curti tanto a aventura policial que a li 8 vezes. Na sequência! Infelizmente, não tenho mais este livro. <strong>&#8220;O Rapto do Garoto&#8221;</strong> é a sequência do <strong>&#8220;Mistério dos Cinco Estrelas&#8221;</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-368" title="lucia_machado_almeida_xisto_passaro_cosmico" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/lucia_machado_almeida_xisto_passaro_cosmico1.jpg?w=198" alt="lucia_machado_almeida_xisto_passaro_cosmico" width="198" height="300" /></p>
<p>Dias desses, antes de emprestar para o meu filho, reli o fantástico <strong>&#8220;Spharion&#8221;</strong>, da <strong>Lúcia Machado de Almeida</strong>, já citado aqui. Aliás, ela é autora de ótimos livros policiais e de fantasia como as aventuras de <strong>&#8220;Xisto&#8221;</strong>, <strong>&#8220;O Escaravelho do Diabo&#8221;</strong> e <strong>&#8220;O Caso da Borboleta Atíria&#8221;</strong>. Aliás,  <strong>&#8220;Spharion&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Xisto&#8221;</strong> são livros que merecem virar filme ou animação. Hipervisuais e cheios de ação.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-369" title="lucia_machado_almeida_xisto_espaco" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/lucia_machado_almeida_xisto_espaco1.jpg?w=199" alt="lucia_machado_almeida_xisto_espaco" width="199" height="300" /></p>
<p>Posso afirmar que a coleção <strong>Vaga-Lume</strong>, da editora <strong><a href="http://www.atica.com.br/" target="_blank">Ática</a></strong>, foi fundamental para a minha formação como leitor e como futuro roteirista. Muito disso foi estímulo de minha mãe, Lilia, professora de língua portuguesa.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-370" title="monteiro_lobato_os_doze_trabalhos_hercules" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/monteiro_lobato_os_doze_trabalhos_hercules1.jpg?w=221" alt="monteiro_lobato_os_doze_trabalhos_hercules" width="221" height="300" /></p>
<p>Depois disto, enveredei por <strong>Monteiro Lobato</strong> com os clássicos <strong>&#8220;Os Doze Trabalhos de Hércules&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Reinações de Narizinho&#8221;</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="isa_silveira_leal_elas_liam_romances_policiais" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/isa_silveira_leal_elas_liam_romances_policiais1.jpg?w=200" alt="isa_silveira_leal_elas_liam_romances_policiais" width="200" height="300" /></p>
<p>Outra coleção bacana foi a<strong> &#8220;Jovens do Mundo Todo&#8221;</strong>, da <strong>editora Brasiliense</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-372" title="cristovao_tezza_gran_circo_americas" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/cristovao_tezza_gran_circo_americas1.jpg?w=198" alt="cristovao_tezza_gran_circo_americas" width="198" height="300" /></p>
<p>Tem livros bacanas como<strong> &#8220;Elas Liam Romances Policiais&#8221;</strong> e <strong>&#8220;O Rastro&#8221;</strong>, da <strong>Isa Silveira Leal</strong>, <strong>&#8220;Gran Circo das Américas&#8221;</strong>, do <strong>Cristóvão Tezza</strong>, <strong>&#8220;A Montanha Partida&#8221;</strong>, da <strong>Odette de Barros Mott</strong> e outros autores fantásticos.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-373" title="colecao_para_gostar_de_ler_03" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/colecao_para_gostar_de_ler_031.jpg?w=200" alt="colecao_para_gostar_de_ler_03" width="200" height="300" /></p>
<p>E a coleção <strong>&#8220;Para Gostar de Ler&#8221;</strong>? Outra iniciativa da <strong>Ática</strong> que reunia feras como <strong>Clarice Lispector</strong>, <strong>Lygia Fagundes Telles</strong>, <strong>Machado de Assis</strong>,<strong> Moacyr Scliar</strong>, <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>, <strong>Rubem Braga</strong>, <strong>Fernando Sabino</strong>, <strong>Erico Verissimo</strong>, <strong>Orígenes Lessa</strong>, <strong>Guimarães Rosa</strong> e outros.</p>
<p>Vale citar as coleções <strong>&#8220;Sete Contos: Setencantos&#8221;</strong>, da <strong>editora FTD</strong>, e a <strong>&#8220;Terramarear&#8221;</strong>, da <strong>Companhia Editora Nacional</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-374" title="colecao_setecontos" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/colecao_setecontos1.jpg?w=206" alt="colecao_setecontos" width="206" height="299" /></p>
<p>Um dos livros desta última coleção citada, <strong>&#8220;A Cidade Sepultada&#8221;</strong>, de <strong>Jesus de Aragón</strong>, é traduzido por (olha ele aí de novo) <strong>Rubem Braga</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-375" title="jesus_de_aragon_cidade_sepultada" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/jesus_de_aragon_cidade_sepultada1.jpg?w=202" alt="jesus_de_aragon_cidade_sepultada" width="202" height="300" /></p>
<p>Bueno, isto tudo me levou a ler autores estrangeiros. <strong>&#8220;Caninos Brancos&#8221;</strong>, de <strong>Jack London</strong>, <strong>&#8220;A Ilha do Tesouro&#8221;,</strong> de <strong>Robert Louis Stevenson</strong> e, é claro, o maravilhoso <strong>Júlio Verne</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-376" title="robert_louis_stevenson_a_ilha_do_tesouro" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/robert_louis_stevenson_a_ilha_do_tesouro1.jpg?w=178" alt="robert_louis_stevenson_a_ilha_do_tesouro" width="178" height="300" /></p>
<p>Vale a pena citar a coleção <strong>&#8220;Edição Maravilhosa em Cores&#8221;</strong>, da <strong>editora Brasil-América</strong> que adaptou para a HQ vários livros do Júlio Verme. Esta coleçao me fez enveredar de vez para o universo das história em quadrinhos. Mas isto já é outra história. Coloco aqui só um tira-gosto.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-378" title="julioverne_20000leguas" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/julioverne_20000leguas2.jpg?w=232" alt="julioverne_20000leguas" width="232" height="300" /></p>
<p>A literatura infanto-juvenil nos proporciona verdadeira viagens.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-379" title="wilson_rocha_passageiros_futuro" src="http://imaginaconteudo.wordpress.com/files/2009/07/wilson_rocha_passageiros_futuro1.jpg?w=194" alt="wilson_rocha_passageiros_futuro" width="194" height="300" /></p>
<p>Espero que o espírito da infância e da adolescência permaneça entranhado em nossas vidas.</p>
<p><em>(Este texto é uma republicação de um post originalmente escrito em 2007 em um blog já extinto).</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desligue a TV e vá ler um livro!]]></title>
<link>http://babaluecalifornia.wordpress.com/2009/04/17/desligue-a-tv-e-va-ler-um-livro/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 18:42:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>babaluecalifornia</dc:creator>
<guid>http://babaluecalifornia.wordpress.com/2009/04/17/desligue-a-tv-e-va-ler-um-livro/</guid>
<description><![CDATA[Já deu pra perceber o quanto a gente assistia TV na infância, mas ela não é assunto de mais um post.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já deu pra perceber o quanto a gente assistia TV na infância, mas ela não é assunto de mais um post. Se eu não estivesse na frente da televisão nem no quintal jogando bola, eu só podia estar num lugar: a biblioteca! Eu gostava de me esconder por ali e passar um tempo viajando com os livros.</p>
<p>Diferente dos programas de TV, que tem duração e exibição certas, os livros podem ter sido publicados há muito tempo e continuarem sendo lidos por crianças de várias gerações, desde que estejam disponíveis para elas de alguma forma (livrarias, sebos, bibliotecas). Exemplo disso é a coleção Vaga-Lume, lançado em 1972 e que fez parte da minha infância e de tantos outros, da minha geração e de anteriores. Se a literatura tem esse caráter atemporal, fica difícil dizer quais são foram os livros “da moda” nos anos 90. De qualquer forma, destaquei quatro coleções importantes que fizeram parte da minha infância:</p>
<p><img class="size-full wp-image-79 alignleft" title="salve1" src="http://babaluecalifornia.wordpress.com/files/2009/04/salve1.jpg" alt="salve1" width="143" height="176" /></p>
<p><strong>Coleção Salve-se Quem Puder (vários autores):</strong> São livros de aventura em que as crianças devem ajudar os personagens a encontrar as pistas. Demais! Não me lembro exatamente como é essa interação, mas sei que ao longo do texto há pistas sobre o mistério que está sendo investigado, que serão desvendadas até o final.</p>
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<p><img class="alignleft size-medium wp-image-78" title="escaravelho" src="http://babaluecalifornia.wordpress.com/files/2009/04/escaravelho.jpg?w=198" alt="escaravelho" width="140" height="173" /> <strong>Coleção Vaga-Lume (vários autores):</strong> Tem história de fantasia, aventura, policial, amor&#8230; Aqui não há um tema só.</p>
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<p><strong></strong> </p>
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<p><strong><img class="size-medium wp-image-82 alignleft" title="pedrobandeira" src="http://babaluecalifornia.wordpress.com/files/2009/04/pedrobandeira.jpg?w=215" alt="pedrobandeira" width="150" height="176" />Coleção Os Karas (Pedro Bandeira):</strong> São cinco títulos que contam as aventuras de cinco adolescentes que moram em São Paulo e estudam num colégio inventado pelo autor. A Droga da Obediência, Pântano de Sangue, Anjo da Morte, A Droga do Amor, Droga de Americana. Pedro Bandeira ainda escreveu outros títulos infanto-juvenis.</p>
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<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="paragostar1" src="http://babaluecalifornia.wordpress.com/files/2009/04/paragostar1.jpg?w=192" alt="paragostar1" width="144" height="186" />Para gostar de ler (vários autores):</strong> Essa coleção nos convidada a conhecer grandes escritores. Os volumes apresentavam, geralmente, textos de vários autores divididos por temas. Fácil de ler e de gostar.</p>
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<p><strong><img class="size-medium wp-image-81 alignleft" title="a-hora-do-amor" src="http://babaluecalifornia.wordpress.com/files/2009/04/a-hora-do-amor.jpg?w=216" alt="a-hora-do-amor" width="134" height="171" /></strong></p>
<p><strong>Beto e Lúcia Helena (Álvaro Cardoso Gomes):</strong> Os livros contam a história do casal da infância até a fase adulta. O autor da coleção é de Americana, onde morei por 10 anos. O enredo se passa por lá, é legal pra quem mora ou conhece a cidade, mas a coleção é muito mais que isso. A trama envolve o público infanto-juvenil, que se identifica com a experiência do gostar de alguém, do primeiro amor. Os títulos são: A Hora do Amor, Diário de Lúcia Helena, A Hora da Luta e História Final.</p>
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<p><em>* O título do post “Desligue a TV e vá ler um livro” foi inspirado numa vinheta de sucesso da MTV. Ela foi veiculada em 2004.</em></p>
<p><strong><em>Daniella Cornachione</em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ascensão lenta, mas consistente]]></title>
<link>http://peufrj.wordpress.com/2009/01/02/ascensao-lenta-mas-consistente/</link>
<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:41:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Produção Editorial</dc:creator>
<guid>http://peufrj.wordpress.com/2009/01/02/ascensao-lenta-mas-consistente/</guid>
<description><![CDATA[1. O Brasil é um país de poucos leitores, que em geral refutam os grandes autores e compram livros d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">1. O Brasil é um país de poucos leitores, que em geral refutam os grandes autores e compram livros de baixa qualidade. E a nova geração, que foge da leitura e prefere diversões eletrônicas, ameaça a sobrevivência do mercado editorial.</p>
<p style="text-align:justify;">2. O Brasil é um país de poucos, mas cada vez mais numerosos, leitores. Gêneros como auto-ajuda, educação financeira e literatura de entretenimento colaboram para essa popularização. E a nova geração, estimulada pelo fenômeno “Harry Potter”, lê mais que a de seus pais.</p>
<p style="text-align:justify;">Avaliações feitas por empresários do mercado editorial costumam se alternar entre as duas descrições acima. Em geral, os livreiros mais antigos, donos de tradicionais lojas de rua, defendem a primeira opção. Executivos que comandam grandes editoras ou redes de livrarias, com forte presença em shoppings, são partidários da segunda. Ao menos em relação ao número de leitores e às vendas de livros, os números dão mais razão à alternativa otimista.</p>
<p style="text-align:justify;">É verdade que menos de 30 milhões de brasileiros são considerados leitores ativos – e mesmo esses lêem, em média, menos de quatro livros por ano, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL). Mas o número de exemplares vendidos têm crescido. “É um movimento bastante gradual, mas todas as pesquisas mostram que tem crescido o número de leitores, e o número de livros que cada um lê por ano”, diz Flávia Ghisi, professora do Provar/FIA.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2007, as vendas da indústria editorial cresceram 6% sobre o ano anterior, com uma boa notícia: as vendas ao consumidor final subiram 8,2%, bem mais que o avanço de 3% das encomendas do governo – que ainda responde por quase 40% do volume vendido e 24% dos pouco mais de R$ 3 bilhões faturados pelas editoras do país.</p>
<p style="text-align:justify;">“É evidente que o mercado incorporou novos leitores quando um livro como ‘A cabana’ [de William P. Young] lidera por meses a lista de mais vendidos. Isso seria impensável na década passada. Há dez anos, um livro vender 100 mil exemplares no Brasil era extraordinário. Hoje o teto é bem mais alto, e não é raro vermos obras vendendo 1 milhão de unidades”, diz a diretora editorial da Record, Luciana Villas-Boas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nova geração</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 2007, a produção de livros de literatura infantil e juvenil cresceu quase 15% e superou a produção de literatura adulta, segundo a CBL – dois anos antes, a edição de livros para adultos era 11% maior. Com 23,3 milhões de exemplares produzidos no ano passado, o gênero infanto-juvenil ficou atrás apenas dos livros religiosos (25,4 milhões) e das obras de educação básica (213 milhões). Dados que colocam em xeque a idéia de que a nova geração não se interessa por leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">“Os jovens de hoje lêem muito mais que seus pais. Coleções como a ‘Vaga-Lume’ e a ‘Para Gostar de Ler’ fizeram uma revolução nas escolas. A minha geração, por outro lado, foi punida pela escola, que nos obrigava a ler livros áridos logo de início”, diz Marcos Pedri, diretor comercial da Livrarias Curitiba. Para Flávia Ghisi, do Provar/FIA, é a combinação entre popularização do livro e aumento do interesse do público jovem que vai garantir a expansão do mercado em 2009. (FJ)</p>
<p><span style="color:#888888;">Fonte:  Gazeta do Povo</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E tudo mudou]]></title>
<link>http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/2008/09/18/e-tudo-mudou/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 00:13:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escola Ensino Médio</dc:creator>
<guid>http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/2008/09/18/e-tudo-mudou/</guid>
<description><![CDATA[Elaborado por: Vilson gomes &#8211; 1º Ano B De Luis Fernando Veríssimo E tudo mudou&#8230; O rouge ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Elaborado por: Vilson gomes &#8211; 1º Ano B</em></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } 		H3.western { font-family: "DejaVu Sans", sans-serif } 		H4 { margin-bottom: 0.21cm } 		H5 { margin-bottom: 0.21cm } 		H5.western { font-size: 10pt } 		H5.cjk { font-size: 10pt } 		H5.ctl { font-size: 10pt } 		H6 { margin-bottom: 0.21cm } 		H6.western { font-size: 7pt } 		H6.cjk { font-size: 7pt } 		H6.ctl { font-size: 7pt } --></p>
<h6 class="western">De <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.pensador.info/autor/Luis_Fernando_Verissimo/"><span><span style="text-decoration:none;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-family:Arial Black;"><span style="color:#000000;">Luis Fernando Veríssimo</span></span></span></span></span></a></span></h6>
<p><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.pensador.info/autor/Luis_Fernando_Verissimo/"></a></span></p>
<p>E tudo mudou&#8230;</p>
<h3><span style="font-family:Arial Black;"><span style="font-size:small;">O rouge virou blush<br />
O pó-de-arroz virou pó-compacto<br />
O brilho virou gloss</p>
<p>O rímel virou máscara incolor<br />
A Lycra virou stretch<br />
Anabela virou plataforma<br />
O corpete virou porta-seios<br />
Que virou sutiã<br />
Que virou lib<br />
Que virou silicone</p>
<p>A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento<br />
A escova virou chapinha<br />
&#8220;Problemas de moça&#8221; viraram TPM<br />
Confete virou MM</p>
<p>A crise de nervos virou estresse<br />
A chita virou viscose.<br />
A purpurina virou gliter<br />
A brilhantina virou mousse</p>
<p>Os halteres viraram bomba<br />
A ergométrica virou spinning<br />
A tanga virou fio dental<br />
E o fio dental virou anti-séptico bucal</p>
<p>Ninguém mais vê&#8230;</p>
<p>Ping-Pong virou Babaloo<br />
O a-la-carte virou self-service</p>
<p>A tristeza, depressão<br />
O espaguete virou Miojo pronto<br />
A paquera virou pegação<br />
A gafieira virou dança de salão</p>
<p>O que era praça virou shopping<br />
A areia virou ringue<br />
A caneta virou teclado<br />
O long play virou CD</p>
<p>A fita de vídeo é DVD<br />
O CD já é MP3<br />
É um filho onde éramos seis<br />
O álbum de fotos agora é mostrado por email</p>
<p>O namoro agora é virtual<br />
A cantada virou torpedo<br />
E do &#8220;não&#8221; não se tem medo<br />
O break virou street</p>
<p>O samba, pagode<br />
O carnaval de rua virou Sapucaí<br />
O folclore brasileiro, halloween<br />
O piano agora é teclado, também</p>
<p>O forró de sanfona ficou eletrônico<br />
Fortificante não é mais Biotônico<br />
Bicicleta virou Bis<br />
Polícia e ladrão virou counter strike</p>
<p>Folhetins são novelas de TV<br />
Fauna e flora a desaparecer<br />
Lobato virou Paulo Coelho<br />
Caetano virou um chato</p>
<p>Chico sumiu da FM e TV<br />
Baby se converteu<br />
RPM desapareceu<br />
Elis ressuscitou em Maria Rita?<br />
Gal virou fênix<br />
Raul e Renato,<br />
Cássia e Cazuza,<br />
Lennon e Elvis,<br />
Todos anjos<br />
Agora só tocam lira&#8230;</p>
<p>A AIDS virou gripe<br />
A bala antes encontrada agora é perdida<br />
A violência está coisa maldita!</p>
<p>A maconha é calmante<br />
O professor é agora o facilitador<br />
As lições já não importam mais<br />
A guerra superou a paz<br />
E a sociedade ficou incapaz&#8230;</p>
<p>&#8230; De tudo.</p>
<p>Inclusive de notar essas diferenças.</p>
<p></span></span></h3>
<p class="western" style="text-align:right;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial Black;"><span style="font-size:small;">&#8220;<span style="color:#003366;">Bom na minha opinião, essa crônica é bem humorada e bem interessante, porque ela nos repassa palavras que antigamente as pessoas mais velhas falavam, como por exemplo: antes era &#8220;fita de vídeo&#8221; e agora é &#8220;DVD&#8221;, que a &#8220;tanga&#8221; agora é &#8220;fio dental&#8221;, antes era &#8220;Anabela&#8221; e agora é &#8220;plataforma&#8221;, entre outras palavras. Não estamos vendo diferenças  entre o passado e o presente, é que apenas as pessoas estão fazendo modificações entre os  nomes das coisas. Através disso questionamos e pensamos no futuro. Será que irá continuar tudo assim, tudo “quase” igual?</span>&#8220;</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial Black;"><span style="font-size:small;">E você, o que achou dessa crônica? Deixe o seu comentário!</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-decoration:none;" align="justify">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poemas e Pensamentos ]]></title>
<link>http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/2008/06/25/poemas-e-pensamentos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:51:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escola Ensino Médio</dc:creator>
<guid>http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/2008/06/25/poemas-e-pensamentos/</guid>
<description><![CDATA[Mário Quintana SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em cas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="western" style="margin-top:0.7cm;margin-bottom:0;line-height:100%;" align="center"><a href="http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/files/2008/06/mquintana1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108" src="http://barroquinhaensinomedio.wordpress.com/files/2008/06/mquintana1.jpg" alt="" /></a></p>
<p class="western" style="margin-top:0.7cm;margin-bottom:0;line-height:100%;" align="center"><strong><span style="font-style:normal;"><span style="font-size:large;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="color:#000080;">Mário Quintana</span></span></span></span></strong></p>
<p class="western" style="margin-top:0.7cm;margin-bottom:0;line-height:100%;" align="center">
<p class="western" style="margin-top:0.7cm;margin-bottom:0;line-height:100%;" align="center"><strong><span style="font-style:normal;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-family:Flubber;"><span style="color:#800000;">SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS</span></span></span></span></strong></p>
<p class="western" style="font-style:normal;" align="left"><span style="color:#800000;"> </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.<br />
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo&#8230;<br />
Quando se vê, já é 6ªfeira&#8230;<br />
Quando se vê, passaram 60 anos&#8230;<br />
Agora, é tarde demais para ser reprovado&#8230;<br />
E se me dessem &#8211; um dia &#8211; uma outra oportunidade,<br />
eu nem olhava o relógio.<br />
seguia sempre, sempre em frente &#8230;<br />
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.</span></span></h2>
<p class="western" align="center">______________________________________________________________</p>
<p><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;"> </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">AMIZADE</span></span></span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">Quando o silêncio a dois não se torna incômodo.</span></span></span></h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">______________________________________________________</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">AMOR</span></span></span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">Quando o silêncio a dois se torna cômodo.</span></span></span></h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">______________________________________________________</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;"><strong>O PIOR</strong> </span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.</span></span></span></h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">______________________________________________________</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">FANTASMA</span></span></span></strong></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">Pobre-diabo marginal entre dois mundos. Não usa sapatos.</span></span></span></h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">_____________________________________________________</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">O AMIGO</span></span></span></strong></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">Amigo é aquela criatura que escuta todas as nossas coisas sem aquela cara que parece estar dizendo: &#8211; E eu com isso!</span></span></span></h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:medium;">____________________________________________________________</span></span></span></p>
<p class="western" align="center"><strong><span style="font-size:large;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="color:#800000;">O LUAR</span></span></span></strong><span><span style="font-size:large;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="color:#800000;"> </span></span></span></span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;">O luar,<br />
é a luz do Sol que está sonhando</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">O tempo não pára!<br />
A saudade é que faz as coisas pararem no tempo&#8230;</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">&#8230;os verdadeiros versos não são para embalar,<br />
mas para abalar&#8230;</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">A grande tristeza dos rios é não poderem levar a tua imagem&#8230;</span></span></h2>
<p class="western" align="center">____________________________________________________________</p>
<p class="western" align="center"><strong><span style="font-size:medium;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="color:#800000;">O AUTO-RETRATO</span></span></span></strong></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">No retrato que me faço<br />
- traço a traço -<br />
às vezes me pinto nuvem,<br />
às vezes me pinto árvore&#8230; </span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">às vezes me pinto coisas<br />
de que nem há mais lembrança&#8230;<br />
ou coisas que não existem<br />
mas que um dia existirão&#8230;</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">e, desta lida, em que busco<br />
- pouco a pouco -<br />
minha eterna semelhança,</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Zapf Chancery,cursive;"><span style="font-size:medium;">no final, que restará?<br />
Um desenho de criança&#8230;<br />
Corrigido por um louco!</span></span></h2>
<p class="western" align="right"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><br />
</span></span></em></p>
<p class="western" align="center">
<p><!-- 	 	 --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando a busca mora na filosofia]]></title>
<link>http://buscanaweb.wordpress.com/2007/02/16/quando-a-busca-mora-na-filosofia/</link>
<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 19:07:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Max Fabiano</dc:creator>
<guid>http://buscanaweb.wordpress.com/2007/02/16/quando-a-busca-mora-na-filosofia/</guid>
<description><![CDATA[- &#8220;Se uma árvore cai na floresta, e ninguém bloga a respeito, isso faz alguma diferença?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="bookmark" href="http://blaugh.com/2007/02/13/if-a-blog-falls"><img width="447" src="http://blaugh.com/cartoons/070213_if_a_tree_falls.gif" alt="If a Blog Falls" height="250" class="comic" /></a></p>
<p>- &#8220;Se uma árvore cai na floresta, e ninguém bloga a respeito, isso faz alguma diferença?&#8221;</p>
<p>:.: Sei não, mas quando vi essa charge achei que tinha muito a ver com busca na Web. Por um lado, porque demonstra a força dos blogs, e por extensão da internet. Por outro, cá pra nós, porque pode revelar na verdade uma baita pretensão.</p>
<p>:.: De qualquer forma, o que não é dito pelo chargista é que a inspiração para o cartoon vem de um dito filosófico do irlandês <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Berkeley">George Berkeley</a>: &#8220;to be is to be perceived&#8221; (ser é ser percebido). Diz ele que &#8220;“If a tree falls in the forest and no one is there to hear it, does it make a sound?” (Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém lá pra ouvir, isso faz algum barulho?)</p>
<p>:.: A frase é uma das 11 escolhidas pelo <a target="_blank" href="http://www.neatorama.com/">neatorama</a> como as <a target="_blank" href="http://www.neatorama.com/2007/02/06/11-most-important-philosophical-quotations/">melhores citações filosóficas de todos os tempos</a>.</p>
<p>:.: E já que estamos refletindo sobre as grandes questões da existência humana, algumas dicas de busca sobre filosofia:</p>
<blockquote><p><a href="http://www.consciencia.org/argos.shtml">Argos</a>: serviço que indexou o conteúdo de alguns sites listados no <a href="http://www.consciencia.org/links">Diretório de Links de Filosofia</a>. Funciona como uma busca específica de filosofia em sites selecionados, com conteúdo em português.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.lechuza.org/">Lechuza</a>: mecanismo de busca especializado em filosofia. Em espanhol.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.sobresites.com/filosofia/index.htm">Sobresites de Filosofia</a>: pra quem não conhece, o <a target="_blank" href="http://www.sobresites.com/">Sobresites</a> é uma reunião de guias especializados em diversas áreas, geralmente escritos por quem entende dos assuntos. Tem de hinduísmo a video-games. O <a target="_blank" href="http://www.sobresites.com/filosofia/index.htm">guia de Filosofia </a>vale a visita. Foi editado por Luiz Fontenelle.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em busca do Natal perdido e do Papai Noel encontrado]]></title>
<link>http://buscanaweb.wordpress.com/2006/12/24/em-busca-do-natal-perdido-e-do-papai-noel-encontrado/</link>
<pubDate>Sun, 24 Dec 2006 14:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Max Fabiano</dc:creator>
<guid>http://buscanaweb.wordpress.com/2006/12/24/em-busca-do-natal-perdido-e-do-papai-noel-encontrado/</guid>
<description><![CDATA[:.: Para minha filha, o Natal deste ano não vai ser igual ao do que passou. Um fato, no finalzinho, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/santaclaus.jpg" title="santaclaus.jpg"></a><a href="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/santaradar.jpg" title="santaradar.jpg"></a><a href="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/677331_santas_hat.jpg" title="677331_santas_hat.jpg"><img align="left" src="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/677331_santas_hat.miniatura.jpg" alt="677331_santas_hat.jpg" /></a>:.: Para minha filha, o Natal deste ano não vai ser igual ao do que passou. Um fato, no finalzinho, já quando o ano se despedia, o transformou em um marco. Uma amiguinha afirmou, com toda a autoridade, e argumentação convincente, que Papai Noel não existe.</p>
<p>:.: Vi nos olhos dela o desapontamento, e eu mesmo me perguntei se isso abalaria a confiança dela em nós. Se havia mentido a esse respeito - poderia ela concluir - o que mais eu estaria escondendo?</p>
<p>:.: Duas semanas atrás,<a target="_blank" href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061206095703AArfimT"> no Yahoo Answers, uma tal Nana se angustiava </a>com situação semelhante. Perguntava: &#8220;É certo falarmos para uma criança que Papai Noel não existe?&#8221; E explicava: &#8220;minha prima de 5 anos não acredita em Papai Noel, pois minha tia acha uma bobeira incentivar essa &#8220;mentira&#8221; as crianças, mas ela não estaria tirando o direito da criança fantasiar? &#8220;</p>
<p>:.: Enquanto escrevo esse texto, a Nana &#8211; a quem sou grato por levantar a questão &#8211; já obteve 417 respostas. A escolhida como melhor foi a de uma tal Lady Fall: &#8220;se a mãe dela quer que a filha não tenha fantasias, ela vai crescer uma pessoa amarga e sem lembranças de como era divertido ser criança. As minhas melhores lembranças são quando eu era criança e acreditava nessas coisas.&#8221; Pronto, vou votar na Lady Fall também. Ela me deixou mais tranquilo. </p>
<p>:.: Mas vamos adiante. Talvez possamos &#8220;googlar&#8221; a questão. Uma busca com os termos <a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=quando+crian%C3%A7a+descobre+papai+noel+n%C3%A3o+existe&#38;sourceid=ie7&#38;rls=com.microsoft:en-US&#38;ie=utf8&#38;oe=utf8">&#8220;quando criança descobre papai noel não existe&#8221;</a> retorna 17.100 respostas. Tem uma<a target="_blank" href="http://www.geocities.com/lourdes_mimura/osdireitos/dacrianca.html"> página que fala sobre os direitos da criança </a>e inclui entre eles &#8220;sofrer quando descobre que Papai Noel não existe&#8221;. Mas foi mesmo a primeira da lista que chamou a minha atenção.</p>
<p>:.: É de um <a href="http://www.lugarnenhum.com/blog/?cat=2">blog, Lugar Nenhum</a>, que vou destacar:</p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Tem uma hora que toda criança descobre que Papai Noel não existe. Ainda que os pais tentem prolongar ao máximo isso, é uma das primeiras coisas que crianças espertas sacam na escola, entre os amiguinhos.<br />
Internet uma ova, a escola é nossa primeira experiência com as maravilhas de uma rede de informação, a coisa toda é Peer-to-peer: Alguém descobre a verdade e querendo ou não, a informação acaba vazando e se espalha rapidamente entre sussurros, muppy e bisnaguinhas de pão: Papai Noel não existe. É tudo armação dos pais pra obrigar a gente a se comportar. ( mesmo antes da internet já fervilhavam as teorias conspiratórias de dominação global )&#8221;</p></blockquote>
<p>:.: O autor, que assina apenas &#8220;Mário&#8221;, segue avaliando as reações de cada um diante da revelação. Ele conta que, no caso dele, continuou fingindo que acreditava em Papai Noel porque achava &#8220;muita crueldade&#8221; acabar com a ilusão dos pais. Embora soubesse que os pais iriam descobrir algum dia. &#8220;Isso é crescer&#8221;, afirma. É, acho que preciso crescer.</p>
<p> :.: O problema é que está mesmo cada vez mais difícil manter o mistério, quando qualquer criança tem à disposição contra-provas poderosas, na internet. Onde se escreve o que se quer, e muitas vezes se lê o que não se deve.</p>
<p><a href="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/santaradar.jpg" title="santaradar.jpg"><img align="left" src="http://buscanaweb.wordpress.com/files/2006/12/santaradar.jpg" alt="santaradar.jpg" /></a>:.: Mas o Google, com sua &#8220;boa intenção de fazer sempre o bem&#8221;, está do nosso lado. O Google Earth tem um radar para localizar o Papai Noel. A informação oficial é de que está rastreando os passos do bom velhinho a cada dez segundos. Se você ainda não acredita em Papai Noel, está aí a prova que faltava. Com assinatura da Nasa, e tudo. Quer saber onde está o Papai Noel neste momento? Basta <a target="_blank" href="http://earth.google.com/santa/">fazer o download da versão 4.0 do Earth e do programinha do Google Santa Tracker</a>. Só não tente convencer a minha filha. Vai ser preciso primeiro convencer a amiguinha dela.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
