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	<title>passado &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/passado/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "passado"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:44:00 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Momento Emerson Feelings.]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/25/momento-emerson-feellings/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:50:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois dos post &#8216; Amo as pessoas da minha vida&#8217; e o post &#8216; 2010 promete&#8217;, ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois dos post &#8216; Amo as pessoas da minha vida&#8217; e o post &#8216; 2010 promete&#8217;, ho]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ab ore ad aurem [Da boca ao ouvido]]]></title>
<link>http://verticeredondo.wordpress.com/2009/11/24/ab-ore-ad-aurem-da-boca-ao-ouvido/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:38:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dê Cê ÉL</dc:creator>
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<description><![CDATA[Empós tempestades turbulentas e tormentosos naufrágios Emerges tu de novos Sóis, Mal-amanhada e jucu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Empós tempestades turbulentas e tormentosos naufrágios</p>
<p style="text-align:center;">Emerges tu de novos Sóis,</p>
<p style="text-align:center;">Mal-amanhada e jucunda governatriz,</p>
<p style="text-align:center;">Vieste das mais distantes oliveiras,</p>
<p style="text-align:center;">Para me elevar, iludir ou resfriar</p>
<p style="text-align:center;">Das formas mais permitidas e sorrateiras.</p>
<p style="text-align:center;">Quando me és visível, reduzo-me, fico fácil, pequeno,</p>
<p style="text-align:center;">Com&#8217;uma moléculazinha diatómica.</p>
<p style="text-align:center;">És &#8220;anti&#8221; este desporto que para ti eu sou</p>
<p style="text-align:center;">É, somos uma defeituosa narração que confirma o que não são regras.</p>
<p style="text-align:center;">Te esmijaças de riso</p>
<p style="text-align:center;">Quando sonhas com a forma como me espadeiras</p>
<p style="text-align:center;">Com essas vistas cortantes,</p>
<p style="text-align:center;">Que golpeiam um escudo meu que não se defende,</p>
<p style="text-align:center;">Por deleite.</p>
<p style="text-align:center;">Nesta nossa monarquia</p>
<p style="text-align:center;">De horas carniceiras de profanação de estereótipos,</p>
<p style="text-align:center;">Falo contigo e tu não estás se não corpo,</p>
<p style="text-align:center;">Como que alma fosse ninja à espera de fragilidades minhas,</p>
<p style="text-align:center;">Mas autenticas como minhas, as mãos que te tapam os olhos</p>
<p style="text-align:center;">Que tapados sinfonizam igual tua docilidade ao existires por ti mesma</p>
<p style="text-align:center;">Aguçando-me a ser melódico, quando finges não existir-me</p>
<p style="text-align:center;">Na distrofia deste coração,</p>
<p style="text-align:center;">Por falta da nutrição que são os teus sussuros em mim.</p>
<p style="text-align:center;">Oh Ruim Negridão ou Feiticeira graciosa</p>
<p style="text-align:center;">És-me droga, tabaco e álcool,</p>
<p style="text-align:center;">Dos dedos aos ombros</p>
<p style="text-align:center;">Da boca ao ouvido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Past recedes]]></title>
<link>http://vinnylinck.wordpress.com/2009/11/23/past-recedes/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:24:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinny</dc:creator>
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<description><![CDATA[Algumas vezes, fuçar no teu passado mostrará as decisões para teu futuro... Dá para ver o inchaço de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_165" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://vinnylinck.wordpress.com/files/2009/11/miguel-andrade2.jpg"><img class="size-full wp-image-165" title="(Foto: Miguel Andrade)" src="http://vinnylinck.wordpress.com/files/2009/11/miguel-andrade2.jpg" alt="" width="497" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas vezes, fuçar no teu passado mostrará as decisões para teu futuro...</p></div>
<p style="text-align:center;"><em>Dá para ver o inchaço de alegria?<br />
Dá para imaginar as lágrimas?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Dá, sim, meu amor.</em><br />
<em> Um copo de iogurte com &#8220;mal-me-queres&#8221;<br />
vale por todos os jardins do mundo.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cansei .]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/22/cansei/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um Alerta, se algum dia vocês gostaram de mim, tiveram o mínimo de consideração, segure a onda de vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um Alerta, se algum dia vocês gostaram de mim, tiveram o mínimo de consideração, segure a onda de vo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leve.]]></title>
<link>http://dumayisiro.wordpress.com/2009/11/22/leve/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:01:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dumay</dc:creator>
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<description><![CDATA[Arcadas de luz sempre foram de existência sutil. Limiar, diáfana, etérea e pueril lembrança de momen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Arcadas de luz sempre foram de existência sutil. Limiar, diáfana, etérea e pueril lembrança de momento pudico.  Rico, sorrio sempre na ponta da imensidão vasta dos toques termitentes, sem escapar a lágrima, nem o sorriso inocente. Não é o vento nem a beleza, é em verdade muitas vezes a tristeza inconseqüente, indolente e adocicada. Saudade.</p>
<p style="text-align:justify;">Domada vaidade. Enganada em princípios discordantes das tardes escaldantes, nunca dantes exploradas. Fadiga só de se tocar na palavra angustiante do fracasso entediante repetitivo no convívio daqueles que nunca alcançaram a vitória. Chora a glória dos pequenos sonhos partidos na solidão optativa, na solidão como ascensão [espiritual], na solidão da profissão de se injuriar tecnicamente. É como uma patente alternativa da catarse maldita e infecunda.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não se pode atingir alma, comenta a foto da menina emocionada com a tragédia dos revérberos dos raios, nas folhas decíduas das matas do consciente agudo e coletivo, absolutamente introspectivo. Leva pluma leve, voa e desliza sob esses campos sempiternos e inalcançáveis do gosto amargo da memória. Transborda a borda de um novo conhecido desalento. Lamento a sorte desses dias frugais, mas ainda assim lascivos e confusos do esperado acontecer. Mas não se decorrem assim os dias.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca se é como planejado – pensaram. O cruel é que não é falácia apresentada, ensaiada nos dramas frívolos do cotidiano mundano mortal. Mas é mesmo irracional pensar tão grande em uma chance assim tão pequenina, tão frágil sob palma desajeitada. Muda a alma com um sopro de cuidado e destreza. A delicadeza do triste lembrar nos palcos das páginas passadas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O passado]]></title>
<link>http://pinoquiocheirapo.wordpress.com/2009/11/22/o-passado/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 13:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pinoquiocheirapo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sonhei com o meu passado e com o dele. Misturado. Não lembro de detalhes e amo realmente essa minha ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sonhei com o meu passado e com o dele. Misturado. Não lembro de detalhes e amo realmente essa minha memória seletiva onírica. Só sei que não ornou. Não chegou a ser um pesadeeeeeeeeeeelo. Mas não ornou.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ignore.]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/21/ignore/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 02:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
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<description><![CDATA[cansei do arroz e feijão , cansei me contentar com esperânças mínimas, cansei do suficiente, cansei ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[cansei do arroz e feijão , cansei me contentar com esperânças mínimas, cansei do suficiente, cansei ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ERA UMA VEZ...]]></title>
<link>http://bomsensopontocom.wordpress.com/2009/11/21/era-uma-vez/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:23:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>bomsensopontocom</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Porque só depois que as pessoas morrem sempre aparece alguém querendo contar uma versão sua h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://bomsensopontocom.wordpress.com/files/2009/11/mediahp_inhighdef001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-29" title="reconstrução" src="http://bomsensopontocom.wordpress.com/files/2009/11/mediahp_inhighdef001.jpg?w=300" alt="" width="300" height="231" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">&#8220;Porque só depois que as pessoas morrem sempre  aparece alguém querendo contar uma versão sua história&#8221;?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;"><span style="color:#333333;">- Com certeza é porque quem se foi não pode se defender, nem desmentir qualquer fato, ou contestar</span>&#8230;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.gui e o assado.]]></title>
<link>http://raphaelgnipper.wordpress.com/2009/11/19/gui-e-o-assado/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:33:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>raphaelgnipper</dc:creator>
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<description><![CDATA[(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR) PAS-SA-DO ANIMEPRO! SOLETRANDO: P-A-S-SSADO!!!rsrsrsrs]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/assado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2018" title="assado" src="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/assado.jpg" alt="" width="460" height="318" /></a></p>
<p><strong>(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)</strong></p>
<p>PAS-SA-DO ANIMEPRO! SOLETRANDO: P-A-S-SSADO!!!rsrsrsrs</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recordacões...]]></title>
<link>http://aaadrien.wordpress.com/2009/11/19/recordacoes/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:08:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adrien Santos Coelho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recordações de um passado distante, perfeito&#8230; Momentos inesquecíveis e eternos&#8230; O sentim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recordações de um passado distante, perfeito&#8230; Momentos inesquecíveis e eternos&#8230; O sentimento mantém-se, apesar de o fim já ter sido a muito&#8230; Aquele momento, aquela conversa, aquela musica. Peço ao tempo para voltar atrás para poder reviver um dos momentos mais felizes e extraordinários da minha curta e efémera vida&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O melhor dos dois mundos]]></title>
<link>http://zornshapesthevoid.wordpress.com/2009/11/19/o-melhor-dos-dois-mundos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:52:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>phillipe</dc:creator>
<guid>http://zornshapesthevoid.wordpress.com/2009/11/19/o-melhor-dos-dois-mundos/</guid>
<description><![CDATA[A me lamentar por não mais ter uma pessoa ao dispor de meu amor, nunca cogitei a hipótese que estare]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A me lamentar por não mais ter uma pessoa ao dispor de meu amor, nunca cogitei a hipótese que estare]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[rappeler]]></title>
<link>http://bettyblue.wordpress.com/2009/11/19/rappeler/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>bettyblue</dc:creator>
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<description><![CDATA[novembro é o mês do revival?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>novembro é o mês do revival?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não, eu não sou masculina. ]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/18/nao-eu-nao-sou-masculina/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
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<description><![CDATA[Toda Garota, eu acho, pelo menos comigo foi assim&#8230; Teve a fase de querer vestir só casacos, ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Toda Garota, eu acho, pelo menos comigo foi assim&#8230; Teve a fase de querer vestir só casacos, ca]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todo homem é um idiota]]></title>
<link>http://odeaopreludio.wordpress.com/2009/11/18/todo-homem-e-um-idiota/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:50:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Tavares</dc:creator>
<guid>http://odeaopreludio.wordpress.com/2009/11/18/todo-homem-e-um-idiota/</guid>
<description><![CDATA[a verdade é que se você acredita nisso, talvez também seja um idiota.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>a verdade é que se você acredita nisso, talvez também seja um idiota.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reticências]]></title>
<link>http://vinnylinck.wordpress.com/2009/11/17/reticencias/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:59:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinny</dc:creator>
<guid>http://vinnylinck.wordpress.com/2009/11/17/reticencias/</guid>
<description><![CDATA[Gostaria de saber voar, para cair das estrelas direto para os teus braços... Carrego uma leveza quas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_143" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img class="size-full wp-image-143" title="(foto: Ricardo Tavares)" src="http://vinnylinck.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-tavares.jpg" alt="ricardo tavares" width="497" height="644" /><p class="wp-caption-text">Gostaria de saber voar, para cair das estrelas direto para os teus braços...</p></div>
<p style="text-align:center;"><em>Carrego uma leveza<br />
quase insuportável,<br />
que se estreita<br />
à medida que perco o ar.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Talvez seja esse o meu momento<br />
de reticências abreviadas.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Dois pontinhos em vez de três.<br />
Como quando éramos um só.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Learning part V:]]></title>
<link>http://carolvallu.wordpress.com/2009/11/17/learning-part-v/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:02:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol Vallu</dc:creator>
<guid>http://carolvallu.wordpress.com/2009/11/17/learning-part-v/</guid>
<description><![CDATA[Brincar de viver é parecido com tomar tabuada, basta errar umazinha pra já ter uma cara feia te olha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p id="msgcns!DE0975492E6710C1!310">
<div>Brincar de viver é parecido com tomar tabuada, basta errar umazinha pra já ter uma cara feia te olhando ou ganhar um chapeuzinho com orelhinhas de burro &#8230;</div>
<div>Ou melhor ainda, é como uma eterna aula de Português, sabe aquelas de &#8220;conjugação verbal&#8221;?! Então, tá duvidando? Vou te provar:</div>
<p>1-Quem foi que nunca colocou uma situação passada e encerrada como problema presente?</p>
<p>2-Quem nunca viveu de recordar se colocando no futuro?</p>
<div>3-Quem nunca fez uma conta de 1+1=3?</div>
<div>Ou ainda, que vive meio do presente, mas desejando um futuro mais que perfeito?</div>
<p>Hipoteses&#8230;possibilidades, questões&#8230;pensei demais e perdi uma chance. Ou não pensei e fiz errado&#8230; Sabe, certo e errado não existe e eu volto a repetir isso aqui! Existe sim, o que se faz e o que se deixa de fazer e basta!</p>
<div>E no fundo, no fundo é mesmo simples assim. Eu acho que agora entendo quando escuto falar sobre um monte de coisas de antes, que me sinto até capaz de ajudar os outros. Porque eu meio que aprendi e aceitei muita coisa, mas mais e melhor que isso, eu pude mudar muita coisa também que não me faziam mais sentido ou que simplesmente tomava muito o meu tempo. Mas isso levou tempo e eu queria que alguém tivesse me ajudado, mas tudo bem.</div>
<p>As vezes eu me recordo da frase: &#8220;ter um esqueleto guardado no armário&#8221; e cada dia que passa eu me convenço de que isso na minha vida não tem mais espaço! Pra seguir adiante a gente precisa terminar muitas coisas do passado. Aceitar muita coisa, não simplesmente só se conformar com elas, porque fazer isso é meio que só viver pela metade, entende?!</p>
<div>E eu não me contento com pouco, porque eu aprendi a deixar o passado no lugar dele, bem longe de mim. Eu aprendi que tudo pra mim não basta, que tudo ainda pode ser nada e é isso que me faz querer continuar e ser melhor e melhor: o querer sempre mais.</div>
<p>Eu sei, eu sei é facil depois que a gente aprende e a mesma regra não funciona pra todo mundo, além de que isso é só mais um grande clichê, mas a vida é um jogo vamos ter coragem pra admitir isso!</p>
<div>Todo dia alguém ganha, todo dia alguém perde e tudo são sempre escolhas e escolhas sempre serão feitas; senão pela gente por outros.</div>
<p>Podemos a partir de agora parar de pensar demais, de complicar demais, de teorizar demais&#8230; e simplesmente fazer?! Se der certo bem, senão, a gente tenta de novo, com outro alguém e até conseguir o que se busca, quando descobrir o que for. Porque a gente sabe que o que conta no final não é na verdade as oportunidades, mas sim, as escolhas. Uma vez que, a oportunidades somos nós quem fazemos (bem, eu acredito muito nisso&#8230;eu me forço a acreditar nisso!).</p>
<div>Eu perdi muita coisa, eu abri mão de tantas outras. Eu ganhei muito mais do que eu esperava e isso não é o final das contas, não pra mim e eu seguramente não me arrependo de nada!</div>
<div>Sabe, eu me dei conta de que tempo não foi feito pra ser disperdiçado, de que tudo tem o seu próprio tempo, de que o tempo foi feito pra ser dado de vez em quando, de que tudo importa mesmo sem fazer sentido&#8230;Engraçado né, tem coisas que a gente não estava preparado e mesmo assim isso não impediu de que elas acontecessem.</div>
<p>É obvio que as vezes o tempo simplesmente não espera pela gente, mas o que se esta vivendo é justamente aquilo que se dá conta porque senão não teria razão de ser realmente, não iria fazer sentido, concorda?!</p>
<div>Mesmo assim, por quê será que nós, todo mundo de um modo geral, gostamos tanto de complicar as coisas simples?</div>
<div>Bem, isso eu ainda não sei e também acho que nunca vou descobrir &#8211; Essas questões primárias são mais intrigantes do que parecem. Eu me assusto ainda com a incrível mania de hiperlativisar e hiperrelativisar todas as coisas que as pessoas tem. Inclusive até eu mesma de vez em quando, mas eu estou ficando melhor com isso também!</div>
<div>Ok tudo é relativo eu sei, e assim sempre será mas foda-se tente; vá viver, quebrar a cara é normal e ninguém morre de tentativa, ok se machuca as vezes, machuca alguém altro mas isso é normal! É isso que faz a gente crescer de verdade!</div>
<p>Ter sonhos é bom e dizem fazer bem, acho que por isso eu tenho escolhido fazer e acontecer. Ah, e já que não me importa muito qual vai ser o tamanho do tombo, já que vai machucar mesmo, então vamos apostar todas as fichas mas sem esquecer de guardar algumas pra, no caso de dar alguma coisa errado poder ainda voltar pra próxima rodada&#8230;</p>
<div>O aqui e o agora já passaram e eu estou indo com eles&#8230;</div>
<div>Você também vem?</div>
<p>Fui!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre uma quase parede]]></title>
<link>http://algumacoisaausente.wordpress.com/2009/11/17/sobre-uma-quase-parede/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:49:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>algumacoisaausente</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se tornar uma parede lhe parecia a coisa mais cabível e a atitude mais sensata a tomar. O fato de qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Se tornar uma parede lhe parecia a coisa mais cabível e a atitude mais sensata a tomar. O fato de que todos passavam por problemas na vida e que uma ou outra desilusão fazia com que pessoas felizes se tornassem mulheres-e-homens-de-quase-quarenta-anos-amargos lhe aterrorizava. E o fato de que os quarenta anos amargos estavam ficando cada vez mais jovens simplesmente lhe enlouquecia. Não suportava se imaginar como uma mulher de 30/40 anos frustrada em todos os sentidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Frustrada porque era sozinha, porque não conseguira emplacar sua carreira na música – tocava harpa e compunha letras sobre amores passados, aqueles que jamais tivera, aqueles que sequer chegara perto de ter. Também não conseguira ser escritora – não era suficientemente “louca” e desprendida para abandonar a realidade e se afundar em palavras que talvez resultariam em livros que começassem com a seguinte frase: “Mrs. Dalloway disse que ela mesma compraria as flores”. Frustrada também porque seu único filho, resultado de uma noite tórrida que teve durante uma bebedeira, era um playboy desses que faz jiu-jítsu e arruma confusão por onde passa. Frustrada porque as flores do pequeno jardim que plantara em seu micro apartamento de um quarto no centro antigo de Curitiba não cresciam. Frustrada porque o bolo de chocolate que preparou para receber seus amigos, os únicos e últimos que a visitavam uma vez ao ano, tinha desandado.</p>
<p style="text-align:justify;">Sim, vivia mergulhada nessas imagens e em outras ainda muito piores para uma garota bem sucedida no alto dos seus 25 anos. É que já com essa idade sentia que não conseguia sentir muita coisa, que pra ela era difícil admitir, por exemplo, que estava com medo ou que precisava chorar, assim como qualquer mulher chora sem saber realmente o motivo. Também já com seus 25 anos não acreditava mais em ninguém. E foi nessa época, assim perto do dia 15 de novembro, exatamente cinco dias antes de seu aniversário de 26 , anos que concluiu: não havia nada a fazer para se tornar uma parede. Ela já havia se tornado uma parede. Mas aquilo não a incomodava. Era melhor ser uma parede, que encara as coisas, que barra tudo, do que ser uma pessoa amarga, que rejeita a felicidade dos outros e se acha uma vítima do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma parede é muito melhor, ninguém precisa saber o que existe dentro dela. É assim, simples. Não precisa lidar com questões chatas, com desamores, com desemprego, com nada. Quando alguém viesse perguntar sobre a sua vida, sobre o seu passado, simplesmente poderia responder que estava tudo ok, com um sorriso de canto na boca quase que entregando o choro de anos preso ali naqueles lábios salgados. Ainda assim, estava tudo bem, não tinha nada! Ser uma parede é bastante razoável para alguém que sempre achou que sua vida e que certas coisas que aconteceram nela eram frescuras, coisas menores e sem importância. Nunca quis que essas coisas fossem motivo para que os outros sentissem pena, lhe favorecessem de alguma forma, nunca quis que essas coisas fossem motivo de nada. Embora soubesse que elas são os pilares dessa parede que existe agora.</p>
<p style="text-align:justify;">Ninguém precisava saber que sentia medo aos domingos. É comum odiar domingos, porque eles precedem o início da semana, ou seja, as segundas-feiras ainda mais odiáveis. Quando criança, lá por sete ou oito anos, também odiava os domingos, especialmente o horário em que o almoço se aproximava e que se estendia até o meio da tarde, mas não por causa da segunda. É que esse era o dia em que seu primo, de 2º ou 3º grau &#8211; não lembra ao certo, vinha para o almoço toda semana, rigorosamente. Era estranha a sensação, que começava a sentir já no sábado a noite quando ia se deitar. Por algum motivo, não suportava a presença dele. Ele não era bom da cabeça, diziam. Certa vez acordou batendo em sua mãe, pois sonhara que ele havia a prendido e estava prestes a fazer uma coisa terrível, ou até mesmo duas, ou três coisas terríveis. Caiu em lágrimas. De alguma forma, havia bloqueado aqueles momentos em sua memória porque tudo lhe parecia pior do que talvez fosse. Por tudo isso talvez não ficara triste, embora aterrorizada com a imagem, quando soube que ele morreu afogado. E não fora um afogamento comum, não havia água. Ele engolira um pedaço de pano e se matara.</p>
<p style="text-align:justify;">Também não queria que soubessem que quando adolescente, treze, talvez catorze anos parou de freqüentar uma academia, porque achara que o instrutor havia passado dos limites. Aquilo tudo não era uma simples avaliação física. Aquele cara com seus 24 anos era bom de conversa e depois de tudo pediu pra que ela não comentasse com ninguém, porque ele não costumava fazer avaliações físicas assim de graça. Obviamente ela não comentou.</p>
<p style="text-align:justify;">Então se resumia a isso. Com seus quase vinte e seis anos era uma parede pintada de preto com uns rabiscos em branco quase que invisíveis que, como se numa oração redentora, sussurravam: que seja doce, que seja doce, que seja doce e assim por diante&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Aquela menina...]]></title>
<link>http://kobaian.wordpress.com/2009/11/17/aquela-menina/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:08:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Zerbinatti</dc:creator>
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<description><![CDATA[De todas as amizades que perdi estes anos, a que eu mais sinto falta é daquela menina. Julia era o n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De todas as amizades que perdi estes anos, a que eu mais sinto falta é daquela menina. Julia era o nome dela.</p>
<p>Menina pois a diferença de idade entre nós se aproximava dos 10 anos. Eu, com 21/22. Ela, com 13/14.</p>
<p>Aquela menina&#8230; Tão doce, tão meiga e tão inteligente. Uma carcaça feliz para um esqueleto triste e deprimido. Não conseguia acreditar que aquele jeito alegre de encarar o dia a dia escondia uma angústia por viver uma vida longe do senso comum. E isso a incomodava: ser diferente, não ser como suas amigas adolescentes.</p>
<p>Ela já tinha escolhido seu caminho, e não escondia essa escolha. Mas não se abria com quem amava para acabar com as dúvidas e atenuar o sofrimento.</p>
<p>Tenho medo de descobrir o que pode ter acontecido.</p>
<p>Eu a enxergava como uma grande amiga, muito mais adulta do que tantas outras que conhecia.</p>
<p>Não esquecerei jamais quando ela me disse, numa conversa falada, tais palavras:<br />
<strong>&#8220;Você é o cara mais legal que eu conheço. Você é o cara mais importante pra mim. Você e meu pai.&#8221;</strong></p>
<p>Essas palavras hoje ecoam na minha memória.</p>
<p>Tenho saudades daquela menina.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Passado que nunca passa]]></title>
<link>http://pequenasdigressoes.wordpress.com/2009/11/13/passado-que-nunca-passa/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 01:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>alane virgínia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quem foi que disse que o passado ficou pra trás? Que passou, já era? Não, não. O passado nos acompan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem foi que disse que o passado ficou pra trás? Que passou, já era? Não, não. O passado nos acompanha onde quer que a gente vá. Ele vai nos fazer seguir um caminho ou outro, tomar uma decisão ou outra. É ele o grande responsável pelo que somos, talvez pelo que seremos, quem sabe? Mas ele está aqui, sempre ao nosso lado, sempre. Não dá para esquecê-lo, melhor é aprender a conviver com ele. Harmonicamente.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[bomba-relógio,]]></title>
<link>http://notrisk.wordpress.com/2009/11/13/bomba-relogio/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 23:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>wesbg</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nunca pensei que as coisas poderiam chegar a onde chegaram. Que as dificuldades esperariam para esto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca pensei que as coisas poderiam chegar a onde chegaram. Que as dificuldades esperariam para estourarem todas juntas, como uma estranha bomba-relógio. Tá sendo tão dificil aguentar, cada dia é como uma <em>guerra</em>, acontece que eu naõ tenho certeza por quanto mais tempo eu vou te força, aliás eu acho que <strong>já não tenho mais</strong>.<br />
Me conforta saber que faltam duas semanas pras aulas acabarem, e que vou ter o tempo que eu preciso em casa, no meu quarto <em>mofando</em>&#8230;<br />
Mais essas duas ultimas semanas tão desgastantes, e várias são as vezes que penso que não vou aguentar.<br />
Eu cansei de ser otimista, tudo parece tão errado, as pessoas parecem tão erradas, <em>eu</em> pareço tão errado&#8230;<br />
Saber sobre <strong><em>&#8216;L&#8217;</em></strong> me deixo realmente mal, não sei tá sendo dificil demais lidar com isso.<br />
Eu queria que tudo voltasse a <strong>7</strong> meses antes, quando as coisas ainda eram legais.<br />
Me dói pensar em <strong><em>&#8216;E&#8217;</em></strong> também, não acho que to sendo um amigo de verdade como deveria.<br />
Eu queria mesmo não desanimar, não agora.. Engraçado que <strong>24h</strong> atrás tudo tava tão bem, e agora eu só espero a hora de dormir. E queria não acordar por um tempo, pelo menos até que tudo tivesse<em> passado</em>.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/p48Azl7QUR4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/p48Azl7QUR4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Gratidão]]></title>
<link>http://slyeponto.wordpress.com/2009/11/13/gratidao/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:44:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sly.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agradecer com paciência pelo dia que passou Jogá-lo no esquecimento Junto com fotos velhas, meias fu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Agradecer com paciência pelo dia que passou<br />
Jogá-lo no esquecimento<br />
Junto com fotos velhas, meias furadas e antigos amores<br />
Agradecer porque se vive um dia mais<br />
Pensar em como aproveitar esse presente<br />
da melhor maneira que se possa</p>
<p>Acender um cigarro<br />
e rezar pra que ele não exploda seus pulmões de gozo<br />
ou de qualquer outra doença suja<br />
Agradecer porque se anda,<br />
pensa, vive<br />
e até porque se sofre</p>
<p>Humano cheio de limitações<br />
Agradecer porque se erra<br />
e se peca<br />
talvez por isso exista o bem, o bom<br />
porque existe o impossível, o inalcançável<br />
talvez por isso exista superação</p>
<p>Agradecer,<br />
porque depois do ontem<br />
e frente ao amanhã,<br />
atualmente<br />
é tudo que se pode fazer</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matrix nos anos 30]]></title>
<link>http://dsmonteiro.wordpress.com/2009/11/13/matrix-nos-anos-30/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dsmonteiro</dc:creator>
<guid>http://dsmonteiro.wordpress.com/2009/11/13/matrix-nos-anos-30/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hAu74d4fGt0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/hAu74d4fGt0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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