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	<title>passagem-do-ano &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/passagem-do-ano/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "passagem-do-ano"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:26:30 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[2009 Chegou, vamos celebrar!]]></title>
<link>http://friends2.wordpress.com/2009/01/02/2009-chegou-vamos-celebrar/</link>
<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 05:09:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>friends2</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta época do ano é a altura onde se pratica a comemoração mais importante para muita gente, a pass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nesta época do ano é a altura onde se pratica a comemoração mais importante para muita gente, a pass]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[AS BOAS-VINDAS AO ANO NOVO]]></title>
<link>http://lombadamadeira.wordpress.com/2009/01/01/as-boas-vindas-ao-ano-novo/</link>
<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 21:10:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>(VM)</dc:creator>
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<description><![CDATA[2009 no Pinhal do General e&#8230; A festa de Ano Novo da família foi em casa da Liliana e do Fernan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1659" title="abobora2" src="http://lombadamadeira.wordpress.com/files/2009/01/abobora2.jpg?w=300" alt="A D. Abóbora que tanto sucesso fez" width="300" height="199" /></dt>
</dl>
</h2>
<p><strong>2009 no Pinhal do General e&#8230;</strong></p>
<p><em><strong>A festa de Ano Novo da família foi em casa da Liliana e do Fernando e ficará para sempre assinalada pelo grandioso espectáculo de fogo de artifício que varreu as nuvens do céu e pintou o Pinhal do General de mil e uma cores. No mínimo!&#8230;</strong></em></p>
<p>A varanda do Bruno e o plasma foram considerados os locais mais espectaculares para uma visão global da passagem do Ano.</p>
<p>No momento em que soaram as doze badaladas surgiram de todos os lados, janelas e varandas, uma verdadeira sinfonia de sons, cores e, sobretudo, uma perfeita utilização de tampas e panelas. Até o Guilherme, com apenas três meses de escola a sério, se destacou no primeiro grande concerto do ano proporcionado pela família.</p>
<p>Claro que na festa não faltaram as tradicionais iguarias. Mas, desta vez, com uma grande novidade: nos doces, sobremesas, assados e grelhados o Fernando superou todas as expectativas e apresentou um verdadeiro manjar com criatividade e imaginação (cujo expoente máximo foi a D. Abóbora cheia de salada de frutas) e, sobretudo, em quantidade que dava para uma semana sem dieta.</p>
<p>Parte importante da festa foi dedicada aos tempos idos em que não havia vídeos, DVD e outras modernices. Havia, isso sim, um projector de slides que um grande professor, outrora possuidor de grande pêra autoritária, de vez em quando encravava.</p>
<p>De qualquer maneira, apesar da falta de brio profissional do operador, foi possível descobrir o passado de algumas das mais importantes elementos da família a começar por Liliana nos tempos em que ainda andava com o dedinho na boca e os meninos e meninas da nova geração já todos muito espertinhos.</p>

<h3 class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1663" title="fogo-fnc1" src="http://lombadamadeira.wordpress.com/files/2009/01/fogo-fnc1.jpg?w=300" alt="O espectacular fogo do Funchal - no plasma" width="300" height="199" /> </p>
</dt>
</dl>
</h3>
<p><span style="text-decoration:underline;"> </span><strong>&#8230;.no Funchal/Livramento</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong></strong></span><em><strong>No Funchal tudo foi diferente. A Mãe e Avelino e Lizete tiveram recepção à altura do acontecimento em casa de Teresa e Manuel e o vizinho da frente meia hora antes do minuto zero já fazia estalar no céu os petardos do costume.</strong></em></p>
<p>Na varanda em meia-lua, em frente da grande janela em vidro que ilumina toda a casa com a luz do Funchal, Teresa colocou cadeirinhas do século XVIII, com almofadinhas a condizer, e sentou toda a família com a devida antecedência.</p>
<p>Foi tanta a trabalheira que até se esqueceram dos telemóveis&#8230; Mas, claro, foram 15 minutos de fogo derretido sobre o Funchal para ficar na memória de todos.   Resumindo o Funchal começou 2009 a ganhar e até o céu ficou limpo como se fosse um dia de Verão, segundo a versão da Teresa toda eufórica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A TIA TERESA ACTRIZ]]></title>
<link>http://lombadamadeira.wordpress.com/2008/12/26/a-tia-teresa-actriz/</link>
<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 12:58:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>(VM)</dc:creator>
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<description><![CDATA[&quot;Lapinha&quot; - presépio tradicional na ilha da Medeira No Funchal a festa foi mais à moda ant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1575" class="wp-caption alignleft" style="width: 205px"><img class="size-full wp-image-1575" title="032" src="http://lombadamadeira.wordpress.com/files/2008/12/032.jpg" alt="&#34;Lapinha&#34; - presépio tradicional na ilha da Medeira" width="195" height="209" /><p class="wp-caption-text">&#34;Lapinha&#34; - presépio tradicional na ilha da Medeira</p></div>
<p>No Funchal a festa foi mais à moda antiga. A mãe passou o Natal em casa de Teresa e a festa meteu Missa cantada, romaria organizada a preceito e muitos doces.</p>
<p>A grande novidade foi a espectacular participação de Teresa na representação do Nascimento do Menino de Jesus no papel de Nossa Senhora. Tudo correu na perfeição até porque o menino mamou antes da Missa e, por isso, nem chorou. Um êxito a merecer a atenção dos &#8220;espertos&#8221; na matéria e, certamente, uma candidatura a próximas iniciativas.</p>
<p>O Tio Manuel Ferreirinha fez de pastor e cantou tanto que ficou com a voz rouca. Avelino andou encantado com tanta festa.</p>
<p>Agora ficamos à espera das notícias sobre a passagem do ano&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1638" title="fogo_artificio3" src="http://lombadamadeira.wordpress.com/files/2008/12/fogo_artificio3.jpg?w=300" alt="fogo_artificio3" width="300" height="240" /></p>
<blockquote><p><em><strong>Lapinha</strong>. É com este termo que na Madeira se designam os «presépios», que desde séculos tão generalizados estão entre nós. Julgamo-lo uma palavra peculiar deste arquipélago. Deve ser o diminutivo de «lapa» com o significado de furna, gruta ou cavidade aberta em um rochedo, por analogia ou semelhança com o local do nascimento do Divino Redentor. É possível que em outros tempos conservassem essa analogia ou semelhança, mas, ao presente e na generalidade, as «lapinhas» madeirenses são armadas sôbre uma mesa, tendo como centro uma pequena escada de poucos decímetros de altura, de três lanços contíguos, e no topo da qual se coloca a imagem do Menino Jesus. Em todos os degraus da escada e em torno dela estão dispostos os «pastores» e vários objectos de ornato, por vezes bem estranhos e sem próxima afinidade com o resto do presépio. Em obediência às condições do meio, terão algumas características próprias, como sejam as ornamentações com os ramos do arbusto «alegra-campo» e dos fetos «cabrinhas», que lhes imprimem uma feição pitoresca e alegre. Terão uma certa originalidade os chamados «pastores», isto é, pequenas figuras de barro de grosseiro fabrico local, que quási sempre não representam pastores ou zagais mas indivíduos das várias camadas sociais.</em></p>
<p><em>Ainda são muito vulgares as «lapinhas» com as chamadas «rochinhas», consistindo estas no simulacro de um pequeno trecho de terreno muito acidentado, feito de «socas» de canavieira e que geralmente conserva na base uma pequena «furna» representando o presépio em minúsculas figuras de barro.</em></p>
<p><em>Existiam, mas hoje são já muito raras, estas mesmas «rochas», talhadas em maiores proporções e em que se viam igrejas, estradas, pequenas povoações etc., embora sem grande harmonia no conjunto, mas oferecendo um certo e original pitoresco. Vid. «Natal».</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</em></p>
<p><em><strong>Natal</strong>. As festas do Natal duram na Madeira desde o dia em que se comemora o nascimento de Jesus até o dia de Reis, havendo durante êste tempo muitos folguedos, descantes e outras manifestações de regozijo, que poetizam esta bela quadra do ano. As refeições são melhoradas, e rara é a casa onde não aparecem a carne-de-vinho-e-alhos e os bolos de mel, assim como outras iguarias que são desconhecidas durante o resto do ano. Os templos enchem-se de povo por ocasião da missa do galo, em que a imagem do Deus-Menino é muitas vezes dada a beijar, e para completar as festas e solenidades do Natal, há ainda os presépios ou lapinhas, alguns deles verdadeiramente notaveis pela riqueza e variedade de seus adornos. Não há muitos anos, era uso nalgumas freguesias da Madeira «pensar» a imagem do Deus-Menino na noite do Natal, isto é levá-la e vesti-la sôbre um estrado colocado dentro da igreja, sendo êste serviço prestado sempre por uma rapariga, mas tal uso cremos que desapareceu, assim como um outro que consistia em oferecer ao mesmo Deus-Menino na referida noite, varias produçcões da terra. Rapazes e raparigas, vestidos com trajos antigos, conduziam piedosamente ao templo as suas ofertas, anunciando em seus cantares, por vezes muito harmoniosos, a quem eram destinadas as mesmas ofertas.</em></p>
<p><em>O velho habito de consagrar todo o dia de Natal à vida e festas recatadas da familia tende a desaparecer, e as ruas da cidade, desertas outrora naquele dia, apresentam-se hoje quasi tão movimentadas como na primeira, segunda e terceira oitavas. É, no entretanto, durante estes três dias, que o povo continua a santificar não obstante ter sido dispensado disso pela Igreja, que principalmente se realizam as visitas e os cumprimentos de boas festas, os quais entre o povo rude são acompanhados quasi sempre de abundantes libações, descantes e outros folguedos, que se estendem até horas mortas da noite. Desde a vespera do Natal até á Epifania, estrugem por toda a parte as bombas e busca-pés, com grave risco não só dos transeuntes, mas também daqueles que os atiram, muitos dos quais tem sido vitimas das suas loucuras e imprudencias.</em></p>
<p><em>O habito não muito antigo, de despedir o ano velho e receber ao ano novo com toda a especie de fogos de artificio, é aquêle que mais chama a atenção dos forasteiros, sendo na verdade um espectaculo imponente e belo o que oferece a cidade do Funchal e seus suburbios ao avizinhar-se a hora da meia noite do dia 31 de Dezembro, quando por tôda a parte se acendem os fosforos de côres e sobem aos ares os milhares de foguetes e granadas com que os madeirenses festejam a passagem dum para outro ano, na esperança de que aquêle que principia lhes traga tôdas as venturas que lhes negou o que vai sumir-se na voragem dos tempos. A noite de 31 de Dezembro é muito animada no Funchal, sendo a cidade percorrida por grandes ranchos que se dirigem para varios pontos dos arredores, ao som de machetes e violas, para daí contemplarem os festejos da meia noite.</em></p>
<p><em>É no dia 7 de Janeiro, após os Reis, que se desmancham as lapinhas e tudo volta á normalidade, mas algumas pessoas conservam os presepios armados até o dia 15, festa de Santo Amaro, que é, na opinião de alguns, quando devem ser dadas por findas as manifestações de regozijo do Natal, tanto do agrado do bom povo madeirense.</em></p>
<p><em>Vid. </em><em>Lapinha.</em></p>
<p><em>Fernando Augusto da Silva, </em><em>Elucidario Madeirense , vol. II, Funchal, 1965, pp.211, 406-407</em></p>
<p>in<a href="http://www.ceha-madeira.net/natal/natal3.html" target="_blank"> http://www.ceha-madeira.net/</a></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mil Reveillons - "Só Trabalhando"]]></title>
<link>http://cudelontra.wordpress.com/2008/01/01/mil-reveillons-so-trabalhando/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 22:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Matos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Resolvi abrir espaço para algumas histórias interessantes que chegaram aos meus ouvidos neste último]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Resolvi abrir espaço para algumas histórias interessantes que chegaram aos meus ouvidos neste último Reveillon. Data de muita festa e alegria, também é marcada pelas maiores cagadas e fatos de peculiaridade imensa, como o que meu irmão, que passou o dia 31 em Macaé, norte fluminense, me narrou.</p>
<p>Macaé era uma pequena cidade entre a capital fluminense e a cidade de Campos de Goytacazes, a qual experimentou desenfreado crescimento nos últimos anos. Isto porque, na verdade, grande parte das jazidas de petróleo da Bacia de Campos ficam no litoral do município de Macaé, e outras no município de Carapebus, adjacente e que já foi pertencente ao primeiro.</p>
<p>Cidade pouco turística em termos de praias, possui dois bons balneários &#8211; a praia dos Cavaleiros e a praia do Pecado. A cidade cresceu imensamente com o dinheiro do petróleo e, mesmo não sendo um paraíso turístico, conta com grande infra-estrutura hoteleira. Mas a criminalidade cresceu junto com a cidade, como não poderia deixar de ser.</p>
<p>Bem, estava meu irmão jantando em um desses restaurantes na beira da praia, na avenida que margeia a costa. Sentado tranquilamente ao lado do parapeito que dava para a rua, conversava com sua namorada e comia camarão tranquilamente.</p>
<p>Súbito, um vendedor aparece ao lado, na rua, oferecendo algumas cestas de vime e coisas do gênero. O cara era chato pra caralho. Meu irmão precisou dizer que não queria merda nenhuma umas dez vezes, mas então o cara se foi. Ofereceu para mais meia dúzia de pessoas que jantavam e uma ou duas compraram as bostas das cestas.</p>
<p>Dez minutos se passaram, então um homem de colete abordou o ambulante. Era um fiscal da prefeitura, chamando o cara para &#8220;conversar&#8221;. Pelo que meu irmão pôde ouvir, o fiscal já havia alertado o ambulante sobre a proibição de se comercializar mercadorias sem licença no local. O vendedor fez escândalo, brigou e fez birra. Aí então o homem de colete chamou mais três, arrancando a mochila com do cara e jogando dentro de uma perua.</p>
<p>Imediatamente apareceu uma revoada de pessoas da turma do &#8220;deixa disso&#8221;. &#8220;Não, o cara tá só trabalhando, merrmão&#8221;; &#8220;deixa o menino vender, não tá roubando ninguém&#8221;; &#8220;vocês querem bater no menino que eu vi&#8221;; etc.</p>
<p>Foram duas horas de vai-e-vém. Ao final, o cara da prefeitura, o fiscal, deu uma multa pro camelô, levou a mochila e o dispensou. &#8220;Pagando a multa devolvemos as coisas&#8221;. O cara já sabia, correu o risco. Mas as pessoas o defendiam como se fosse um cão abandonado. Um senhor chegou a dar 15 reais pro vendedor, a troco de nada.</p>
<p>O tempo passou e foi ficando tarde. O camelô deu uma última rodada e foi embora. Meu irmão ficou irritado com o casal da mesa de trás, que abriu a carteira e deu uma nota de dez para o ambulante.</p>
<p>O casal fechou a conta e foi embora. Meu irmão tomou um café, pagou e foi embora cinco minutos depois. Indo em direção ao carro, deparou com o senhor da mesa de trás &#8211; a mulher em prantos e o sujeito com cara de apavorado e nervoso ao mesmo tempo. Ele abordou meu irmão: &#8220;desculpe, amigo, você pode me dar uma carona até meu hotel, roubaram meu carro&#8221;. Meu irmão perguntou se tinha sido roubo ou assalto. O sujeito disse que o vendedor ambulante, assim que eles saíram do restaurante, os abordou com uma arma, e levou carro, carteira e bolsa.</p>
<p>Meu irmão deu uma risada de canto de boca, olhou o cara e disse: &#8220;fazer o quê? O cara estava só trabalhando&#8221;. Entrou no carro, ligou o motor e foi embora, deixando o casal com cara de merda na calçada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sugestões para a passagem do ano #2 - Madeira Dance Event]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/2007/12/26/sugestoes-para-a-passagem-do-ano-2-madeira-dance-event/</link>
<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 11:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/2007/12/26/sugestoes-para-a-passagem-do-ano-2-madeira-dance-event/</guid>
<description><![CDATA[VER OUTRAS SUGESTÕES AQUI NESTA PÁGINA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><img border="0" src="http://farm3.static.flickr.com/2419/2128966240_d659b708b7_o.jpg" height="720" /></p>
<p align="center"><img border="0" src="http://farm3.static.flickr.com/2224/2128966346_aac1c60bfe_o.jpg" height="720" /></p>
<p align="center"><em><strong><a target="_blank" href="http://programadefestas.wordpress.com/sugestoes-para-a-passagem-do-ano/">VER OUTRAS SUGESTÕES AQUI NESTA PÁGINA</a></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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