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	<title>paulo-machado-de-carvalho &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paulo-machado-de-carvalho"</description>
	<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 06:37:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[estádio Paulo Machado de Carvalho - Pacaembú]]></title>
<link>http://leandrokanno.wordpress.com/2009/06/04/estadio-paulo-machado-de-carvalho-pacaembu/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 23:48:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandrokanno</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-141" title="gua_210037st" src="http://leandrokanno.wordpress.com/files/2009/06/gua_210037st.jpg" alt="gua_210037st" width="800" height="539" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA["Causos" do futebol...]]></title>
<link>http://rafaelsugiyama.wordpress.com/2009/03/08/causos-do-futebol/</link>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 11:39:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafaelsugiyama</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conta meu avô que há uns 50 anos atrás havia um jogador muito habilidoso, driblador e veloz que joga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Conta meu avô que há uns 50 anos atrás havia um jogador muito habilidoso, driblador e veloz que jogava no Clube de Regatas Vasco da Gama. O nome dele era Mário.</p>
<p>Mário encantava a torcida do Vasco com jogadas de efeito e gols bonitos. Todo jogo era uma alegria vê-lo jogar.</p>
<p>Num belo dia porém, Mário teve uma discussão terrível com o presidente do Vasco. E Mário, orgulhoso e já furioso com o presidente, resolveu abandonar o clube e ir tentar a sorte em um outro time. Mal sabia ele o que lhe esperava.</p>
<p>Mário veio para São Paulo e não demorou muito para arrumar um time para desfilar seu talento.</p>
<p>O Corinthians o abrigou. Quem passou a ficar encantada então foi a torcida do Corinthians e não mais a do Vasco. Mário encaixou muito bem. Repetia no Corinthians as mesmas boas atuações que o caracterizaram no Vasco.</p>
<p>Então veio o destino. E quis o destino que Corinthians e Vasco jogassem entre si no Paulo Machado de Carvalho, o nosso Pacaembu. O Corinthians do Mário iria enfrentar o Vasco, time que Mário teve que abandonar por divergência de idéias com o então presidente vascaíno.</p>
<p>Até aí, tudo normal. Mas uma coisa anormal tinha que acontecer com este jogador anormal, que era o Mário, em campo.</p>
<p>Diz meu avô que o jogo foi muito bom. Porém, a melhor parte foi o que eu relato a seguir de acordo com as palavras do meu avô:</p>
<p>&#8220;Meu filho, eu nunca tinha visto isso na vida. O Mário, lá pelo segundo tempo, pegou a bola na intermediária da defesa. Foi carregando a bola, passou o meio campo, driblou todo mundo e, quase na frente do gol, sentou na bola. Isso foi muito comentado na época. Eu nunca me esqueci.&#8221;.</p>
<p>Mário, naquele momento, havia humilhado o seu ex-time. Talvez essa não era a intenção. A intenção era mostrar para o presidente vascaíno o erro que havia cometido ao deixá-lo abandonar o time.</p>
<p>Meu avô não se lembra de mais nenhum fato marcante desse jogo. Só dessa jogada do Mário.</p>
<p>Pena que hoje não temos um jogador assim. Que é capaz de ensinar os dirigentes através da bola.</p>
<p>Não me perguntem do nome completo do Mário. Eu mesmo fui procurar informações do Mário ou daquele jogo no Google. Não encontrei nada&#8230; Mas é a vida&#8230; Muitos outros Mários existiram. Ninguém se lembra deles. Devo dizer que algumas pessoas se lembram deles. Meu avô é um deles. Quando meu avô não existir mais, aí sim ninguém se lembrará mais de Mários da vida.</p>
<p>Cair no esquecimento parece ser o destino daqueles jogadores que são corretos e craques, mas não políticos.</p>
<p>E assim caminha a humanidade&#8230;</p>
<p>É isso!</p>
<p>Saudações Alviverdes!</p>
<p>Alguns toques:</p>
<p>- Hoje acontece o clássico paulista de maior emoção. Corinthians e Palmeiras se enfrentam para colocar em campo a rivalidade fora dele. O jogo promete. Espero que o Luxa e o Mano não entrem com time defensivos, que nem eu tenho lido que ocorrerá. O jogo bonito é aquele jogado para frente, aquele que o Mário jogava.</p>
<p>- Parece que o Santos está lançando outro Robinho. Que partida desse Neymar, hein? Puxa vida! Parece que vamos voltar a ter alegria ao assistir os jogos dos Santos.</p>
<p>- Impressionante tem sido o início do Vagner Mancini como treinador do Santos. 5 jogos, 4 vitórias e um empate. Excelente retrospecto.</p>
<p>- E parece que os quatro grandes de São Paulo se classificarão para as semi finais do Paulisteca. Nenhuma surpresa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["1958 - O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil"]]></title>
<link>http://futpopclube.wordpress.com/2009/03/03/1958-o-ano-em-que-o-mundo-descobriu-o-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 11:01:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Ricardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já saiu em DVD o filme sobre a 1ª Copa do Mundo que a Seleção conquistou &#8220;Você sabia?&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_484" class="wp-caption alignleft" style="width: 325px"><img class="size-full wp-image-484" title="19585" src="http://futpopclube.wordpress.com/files/2009/03/19585.jpg" alt="Já saiu em DVD o filme sobre a 1ª Copa do Mundo que a Seleção conquistou" width="315" height="448" /><p class="wp-caption-text">Já saiu em DVD o filme sobre a 1ª Copa do Mundo que a Seleção conquistou</p></div>
<p>&#8220;Você sabia?&#8221;&#8230; O lateral-direito <strong>Djalma Santos</strong>, bicampeão do mundo pela Seleção &#8211; que chegou bem aos 80 anos, no último sábado &#8211; só jogou uma partida na Copa de 1958 (o são-paulino <strong>De Sordi</strong> sentiu uma contusão antes da final, contra os suecos, donos da casa). Djalma, então atleta da Portuguesa (jogaria ainda no Palmeiras e Atlético Paranaense), teria que marcar o ótimo ponta sueco Skoglund. Entrou e deu conta do recado tão bem que acabou escolhido para a seleção da Copa. Essa é uma das histórias contadas no documentário<a href="http://www.copa58.com.br/"> &#8220;1958 &#8211; O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil&#8221;</a>, de José Carlos Asbeg, que estreou nos cinemas no ano passado (cinquentenário da conquista) e já saiu em DVD. O filme usa usa cenas oficiais da Copa, cedidas pela Fifa, e ouve depoimentos dos campeões mundiais Djalma, <strong>Nílton Santos</strong>, D<strong>ino Sani, Moacir, Zito, Mazzola, Zagallo e Pepe</strong>, mais o preparador Paulo Amaral. <strong>Didi</strong>, em material de arquivo. Estão no filme  suecos, vice-campeões, como os que marcaram na final, Simonsson e Liedholm (o dele foi um golaço). Franceses, como Just Fontaine, artilheiro recordista, e russos. Jornalistas como Luiz Mendes, Paulo Planet Buarque (que fala a frase que dá título ao filme) e João Máximo. Peraí, não ouviu <strong>Pelé</strong>? Essa foi uma crítica feita ao filme de Asbeg. Mas quer saber? Pelé já teve um filme inteiro pra ele. E é bom ouvir um pouco mais os outros monstros da bola. Todos salientam a importância para a conquista da Taça do Mundo não só de Pelé, mas de campeões que não estão mais entre nós: <strong>Garrincha</strong>, <strong>Vavá</strong> e o vice da CBD, <strong>Paulo Machado de Carvalho</strong>, que chefiou a delegação. A produção é cuidadosa, no acabamento de artes, nos cenários de entrevistas, na qualidade das imagens, no uso de históricas gravações de rádio em cima das cenas dos jogos -  vozes de locutores esportivos clássicos como Pedro Luiz, Edson Leite e Jorge Cury (a seca narração do gol de Gigghia que deu a Copa de 50 ao Uruguai, em pleno <em>Maracanazzo</em>). O que ficou um pouco confuso foi amarrar o filme todo em torno da decisão &#8211; os 5&#215;2 contra a Suécia. E no meio desse momento glorioso ir contando a história: as tristes lembranças de 1950, a folha seca de Didi que classificou o Brasil pra Copa 58 e a campanha vitoriosa na Suécia. CLIQUE AQUI<!--more--></p>
<ul>
<li>Na estreia, em Udevalla, o Brasil goleou a Áustria. 2 de Mazzola (então do Palmeiras) e um de Nílton Santos (a vida toda Botafogo).</li>
<li>Em Gotemburgo, o Brasil empatou com a Inglaterra. 0&#215;0. Os mais experientes do elenco convenceram o treinador Vicente Feola a escalar Pelé (Santos), Garrincha (Bota) e Zito (Santos) no próximo jogo, contra a URSS.</li>
<li>No começo do jogo, Garrincha já atormentava os soviéticos. O Brasil fez  2&#215;0 na URSS do mítico goleiro Yashin. Dois gols de Vavá (jogador do Vasco).</li>
<li>Nas quartas-de-final, o Brasil sofreu para furar a retranca do País de Gales, que eliminara a Hungria, vice em 54. Pepe brinca no filme de Asbeg: &#8220;Eram 10 atrás e um recuado&#8221;. Pelé fez o único gol, aliás, golaço, que o &#8220;Rei&#8221; considera o mais importante de sua carreira. E classificou a Seleção para a semifinal. Mazzola ainda acertou uma bicicleta, mas o juiz anulou o tento.</li>
<li>Semifinal em Estocolmo, contra a França, de Fontaine e Kopa &#8211; o jogo mais difícil, diz no filme o volante Zito. A artilharia francesa foi a primeira a marcar em Gilmar (goleiro do Corinthians) na Copa. E duas vezes. Mas com um de Vavá, um golão de Didi (outro cracaço do Botafogo) e 3 de Pelé, o Brasil deu show e se  garantiu em mais uma final. Os franceses reclamam até hoje que um jogador (Jonquet) se machucou seriamente. Naquele tempo, não havia substituição. O chororô é livre&#8230;</li>
<li>29 de junho de 1958. O Brasil decide a Copa contra a Suécia, que atropelara mexicanos, húngaros, soviéticos e eliminara os alemães ocidentais, então campeões mundiais. O filme conta a história da camisa azul, &#8220;como o manto de Nossa Senhora Aparecida&#8221;, comprada no varejo de Estocolmo. Os suecos saem na frente. Golão de Liedholm logo aos 3 minutos. O fantasma de 1950 assombra. Qual o quê? O líder Didi (considerado o melhor do Mundial) pega a bola na rede e motiva o jovem escrete. Na nova saída, aciona Garrincha, que quase empata. &#8220;Na rede pelo lado de fora&#8221;. Jogada do ponta das pernas tortas, mais um gol de Vavá, o &#8220;Peito-de-Aço&#8221;. Pelé faz um golaço, mais um, e Zagallo fecha a conta. Simonsson ainda desconta. 5&#215;2. O capitão Bellini (então Vasco) ergue a Taça do Mundo. Acabava o tal do &#8220;complexo de vira-latas&#8221;, diagnosticado por Nelson Rodrigues, um torcedor fanático &#8211; do Flu e do bom futebol.</li>
<li>Vale a pena ter &#8220;1958&#8230;&#8221;, o filme, de José Carlos Asbeg, para ver e rever essa grande conquista. É quase uma versão caseira de um Museu do Futebol se ele só tratasse da Copa da Suécia.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rolé do bozo Parte I]]></title>
<link>http://viniciussantoro.wordpress.com/2008/11/18/role-do-bozo-parte-i/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 11:50:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinicius Santoro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você já reparou que tem algumas vezes que não deveríamos ter saído de casa? Esse final de semana eu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-131" title="Rolé do Bozo Parte 1" src="http://www.tatudoerrado.com/wp-content/uploads/2008/11/post_role-do-bozo1.jpg" alt="" width="500" height="118" /><br />
Você já reparou que tem algumas vezes que não deveríamos ter saído de casa?<br />
Esse final de semana eu fiz o digno “role do bozo”.</p>
<p><strong>Parte 1</strong></p>
<p>Saindo de casa, fui &#8230;</p>
<p style="text-align:right;"><a title="Rolé do bozo Parte I" href="http://www.tatudoerrado.com/2008/11/role-do-bozo-parte-i/">Continue lendo »</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mais uma história sobre a Copa de 1958]]></title>
<link>http://bolanomundo.wordpress.com/2008/06/30/mais-uma-historia-sobre-a-copa-de-1958/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>bolanomundo</dc:creator>
<guid>http://bolanomundo.wordpress.com/2008/06/30/mais-uma-historia-sobre-a-copa-de-1958/</guid>
<description><![CDATA[Por Pedro Rodriguez Não é minha especialidade a seleção Canarinha, confesso. Mas esses dias, com ess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por <strong>Pedro Rodriguez</strong></p>
<p>Não é minha especialidade a seleção Canarinha, confesso. Mas esses dias, com essa avalanche de informações e regates históricos do famoso título brasileiro de 1958, acabei ouvindo uma história bem interessante e curiosa. Parte da fonte foi o próprio <strong>Cássio Brandão</strong> e parte eu ouvi no programa <strong>Fanáticos por Futebol</strong> do Marcelo Duarte, na Rádio Bandeirantes.</p>
<p>Quando chegou à final da Copa contra a Suécia, a seleção passou por um sorteio para ver quem jogaria com a camisa amarela. E o Brasil perdeu. O complicado é que o Brasil <strong>só tinha camisas amarelas</strong>.</p>
<p>Nesse momento, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação brasileira e homem que tinha a obsessão de evitar que os fracassos de 1950 e 1954 voltassem a assolar os brazucas, teria que tomar uma decisão. Com qual camisa jogaria a Seleção Brasileira? As opções eram: <strong>o branco</strong>, que além de confundir as transmissões P&#38;B com a camisa amarela sueca, era a grande imagem daquela final contra o Uruguai em 1950; e finalmente <strong>o verde</strong> ou o <strong>azul</strong>.</p>
<p>Paulo Machado de Carvalho, devoto de Nossa Senhora Aparecida, após muito pensar, decidiu e comunicou aos jogadores: &#8211; Jogaremos de AZUL. É a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida!</p>
<p>Foi o que precisava para terminar de convencer o grupo de jogadores supersticiosos (Zagallo era um deles) que temiam um novo fracasso por não jogar com a amarelinha.</p>
<p>Compraram o pano azul e confeccionaram as camisas. E os números? Desenharam e cortaram os números no tecido das camisas amarelas que estavam reservadas para a final e costuraram na camisa azul predestinada. O pacote estava completo. Tinham as camisas da cor do manto da Padroeira do Brasil e na dúvida, um pedacinho da camisa amarela nas costas de cada jogador.</p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TV esvazia estádios na VI Copa do Mundo]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/2008/06/22/tv-esvazia-estadios-na-copa-do-mundo/</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 04:07:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/2008/06/22/tv-esvazia-estadios-na-copa-do-mundo/</guid>
<description><![CDATA[Oitenta e nove mil e setecentas pessoas apenas pagaram ingressos para assistir aos quatro jogos disp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oitenta e nove mil e setecentas pessoas apenas pagaram ingressos para assistir aos quatro jogos disputados quinta-feira na Suécia, nas quartas-de-final do Campeonato do Mundo. O jogo Suécia X União Soviética (31.000) e Brasil X País de Gales (25.923) foram os que atraíram maior público, e as cifras, agora reveladas, decepcionam os organizadores, que não contavam com esta falta de interesse do público sueco por jogos de tal importância. O número total de pagantes nos 28 jogos já disputados é de apenas 662.373 &#8211; 30% menos do que o esperado.</p>
<p>Os entendidos culpam a televisão e o cinema pelo que vem correndo. No dia do jogo em Gotemburgo, onde jogariam Brasil X Gales, foram muitos os torcedores que procuraram se desfazer dos ingressos previamente adquiridos ou reservados ao ser divulgada a notícia de que a televisão sueca transmitiria, para todo o país, o jogo Suécia X Rússia. Em Estocolmo, o tempo frio e a falta de conforto no estádio contribuíram para que os espectadores preferissem ver o jogo de casa, deixando de pagar os custosos bilhetes. A televisão está pagando a alto preço o direito de transmitir as partidas, mas, mesmo assim, não transmitirá o jogo Suécia X Alemanha, forçando os torcedores suecos a ir ao estádio. Em compensação o jogo Brasil X França será televisionado para toda a Europa. Como a tecnologia ainda não nos permite receber essas transmissões televisivas, aqui no Brasil continuaremos a acompanhar os jogos da seleção pelo rádio.</p>
<p><em>Matéria de 21/6/1958 e publicada na coluna</em> <em>&#8220;Há 50 anos&#8221;</em> <em>de 21/6/2008 do jornal </em><strong><a href="http://www.oglobo.com.br" target="_blank">O Globo</a></strong>. Para saber mais sobre a Copa da Suécia, leia o livro &#8220;O Marechal da Vitória&#8221;, de Tom Cardoso e Roberto Rockmann (ed. Girafa) e saiba mais sobre o chefe daquela gloriosa delegação: Paulo Machado de Carvalho (que também foi o fundador da TV Record).</p>
<p>Leia também o artigo, aqui do <strong>Televisionado</strong>, <a href="http://televisionado.wordpress.com/2008/03/02/silvio-luiz-record-globo-band-bandeirantes-rede-tv-brasileira-almanaque-da-tv-futebol-sbt/" target="_blank">&#8220;Olho no Lance! Futebol na TV brasileira: criatividade dentro e fora de campo&#8221;</a>, que fala sobre a história do futebol na nossa televisão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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