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	<title>pdsb &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pdsb"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 06:09:49 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Formation obligatoire : PDSB ]]></title>
<link>http://residencevanier.wordpress.com/2009/04/30/290/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 16:29:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>La direction</dc:creator>
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<description><![CDATA[Toute l’équipe de la Résidence Vanier suit actuellement une formation obligatoire qui s’intitule : «]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="txtc40b14"><img class="alignleft size-full wp-image-292" title="pdsb1" src="http://residencevanier.wordpress.com/files/2009/04/pdsb1.jpg" alt="pdsb1" width="104" height="82" /></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="txtc40b14">Toute l’équipe de la Résidence Vanier suit actuellement une <strong>formation obligatoire</strong> qui s’intitule : « <strong>Les principes</strong></span><strong> pour le déplacement sécuritaire des bénéficiaires</strong> » plus connue sous le nom de <strong>PDSB</strong>.</div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Il s’agit d’une formation de haute qualité en prévention des accidents causés par les efforts de déplacement et d&#8217;assistance à des personnes en perte d&#8217;autonomie. Une formation pratique axée sur des principes de sécurité et qui <strong>exploite la communication, l&#8217;information et la stratégie</strong> plutôt que la force physique.</div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De manière générale, la formation permet d&#8217;apprendre des techniques de déplacement de bénéficiaires en toute sécurité, autant pour le/la préposé(e) que pour la personne déplacée. Ce n&#8217;est pas parce qu&#8217;un(e) bénéficiaire est semi-autonome, que la personne ne peut plus s&#8217;aider aux déplacements. Elle demande parfoit un simple geste d&#8217;accompagnement pour réaliser ce déplacement : se lever, se coucher, s&#8217;asseoir,&#8230;</div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Cette formation est depuis peu reconnue par le Bureau de l&#8217;Ordre professionnel de la physiothérapie du Québec, comme étant indispensable pour pouvoir exercer toute activité dans une résidence offrant des services aux personnes âgées.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Com o pé no tubo - EDITORIAL]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/2008/05/27/com-o-pe-no-tubo-editorial/</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 23:42:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.wordpress.com/2008/05/27/com-o-pe-no-tubo-editorial/</guid>
<description><![CDATA[24 de abril &#8211; Estadão O apoio do PMDB à candidatura do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>24 de abril &#8211; Estadão</strong></p>
<p>O apoio do PMDB à candidatura do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi anunciado, mas não se pode dizer que esteja sacramentado.</p>
<p>Há tantas implicações numa aliança como essa, há tantas variantes nacionais, regionais, partidárias, presentes e futuras envolvidas, que é difícil acreditar em definições imutáveis tomadas dois meses antes do fim do prazo fatal: junho.</p>
<p>Por enquanto, de certo o que existe é um movimento que vai mexer na armação da disputa municipal mais importante do País.</p>
<p>Por exemplo: nem bem o acordo foi anunciado, o grupo do prefeito correu para fazer declarações públicas de apreço à manutenção da aliança entre tucanos e democratas.</p>
<p>Demonstrações de amizade a Geraldo Alckmin como não se ouviu nos últimos meses. Isso ao mesmo tempo em que se dava publicidade a um acerto cujo primeiro efeito é retirar oxigênio da candidatura de Alckmin.</p>
<p>Claro, pois se Kassab que já tem a máquina municipal e conta com a sustentação extra-oficial da administração estadual ainda ganha o tempo de televisão do PMDB e mais o simbolismo do apoio do maior partido da coligação do presidente Luiz Inácio da Silva, o que sobra para Geraldo Alckmin?</p>
<p>Parte da estrutura do PSDB, o apoio de lideranças tucanas fora de São Paulo (de influência zero sobre o eleitorado paulista) e os índices das pesquisas que, de resto, já foram mais substanciais.</p>
<p>Ao &#8220;pisar no tubo&#8221; do ex-governador, seus adversários devem ter um objetivo. O único à vista seria levá-lo a aceitar uma conversa sobre desistência da disputa municipal para aguardar a vez de concorrer ao governo do Estado em 2010.</p>
<p>É de se aguardar a reação do cardinalato tucano que trabalha a distância em prol de Alckmin. Certamente haverá e obviamente produzirá algum efeito.</p>
<p>Do lado do PT, que era tido como o interlocutor preferencial de Orestes Quércia, também houve gritaria e invocações de respeito à coligação federal.</p>
<p>Haverá, portanto, reações, ofertas de toda sorte e tentativas de mudar o quadro. Ao interromper as conversações, Quércia deve ter um objetivo.</p>
<p>O mais vistoso no horizonte é a valorização do passe diante do PT, que resiste em entregar uma vaga ao Senado porque a primazia é de Aloizio Mercadante, enquanto o DEM abre de bom grado mão da vez até então reservada a Guilherme Afif Domingos.</p>
<p>A despeito das novidades dos próximos capítulos, tal acerto, se confirmado, não pode ser visto como uma aliança entre o PMDB e o DEM. Não resulta de acordo com o PSDB nem indica abalo na coligação nacional PT-PMDB.</p>
<p>Diz respeito à conjugação de interesses de Orestes Quércia e José Serra, com a importante contribuição, em retrospectiva, de Marta Suplicy e sua inesquecível (para Quércia) participação no programa Roda Viva, em 2004.</p>
<p>Na entrevista, a então prefeita disse que o PMDB não era &#8220;confiável&#8221; como parceiro.</p>
<p>E não é mesmo. Mas, como diz um ex-adversário do PT, hoje ministro de Lula: &#8220;Os outros podem nos achar de quinta, mas precisam saber que temos o direito de discordar.&#8221;</p>
<p><strong>Enfim</strong></p>
<p>&#8220;Alguns movimentos sociais atuam na fronteira da legalidade, o que exige firmeza das autoridades constituídas&#8221;, disse no discurso de posse o novo presidente do Supremo, Gilmar Mendes, ao lado do presidente Lula, que de olhos baixos estava, de olhos baixos ficou.</p>
<p><strong>Aos fatos</strong></p>
<p>Tal como já fizera Lula ao saudar a derrota presidencial de 1989, porque, confessou, não estava &#8220;preparado&#8221; para governar o Brasil, Ciro Gomes comemorou o fato de não ter sido eleito em 2002. &#8220;Não estava maduro.&#8221;</p>
<p>Compreende-se que o intuito da autocrítica sobre as imperfeições do passado seja o de reforçar o primor dos atributos do presente.</p>
<p>Mas não deve soar bem aos eleitores de ambos nas referidas eleições a revelação de que foram vítimas de assumida propaganda enganosa.</p>
<p>Tal como fez o presidente Lula recentemente em visita a Pernambuco, redesenhando a história da ascensão e queda de Severino Cavalcanti, Ciro Gomes revisou o episódio apresentando Severino como o cerne de um &#8220;golpe&#8221; em marcha contra Lula.</p>
<p>Segundo Ciro, a oposição planejava usar o então presidente da Câmara para dar curso a um pedido de impeachment, desistindo apenas quando Severino aderiu ao governo.</p>
<p>É possível que Lula e Ciro tenham seus motivos para tentar conferir a Severino Cavalcanti um papel histórico que ele não teve. Mas, quaisquer que sejam, não têm o condão de alterar a realidade: Severino subiu no vácuo da divisão do PT e caiu por corrupção comprovada.</p>
<p>Quanto ao impeachment, a decisão de não apresentar o pedido foi tomada numa reunião dos partidos de oposição na segunda-feira seguinte ao depoimento de Duda Mendonça na CPI dos Correios, quando o publicitário confessou ter recebido recursos de caixa 2 para fazer a campanha presidencial de 2002.</p>
</div>]]></content:encoded>
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