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	<title>peneira &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/peneira/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "peneira"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:26:59 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Torta cremosa de arroz]]></title>
<link>http://casafast.wordpress.com/2009/11/24/torta-cremosa-de-arroz/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>casafast</dc:creator>
<guid>http://casafast.wordpress.com/2009/11/24/torta-cremosa-de-arroz/</guid>
<description><![CDATA[Ingredientes: 1 xícara (chá) de arroz 2 colheres (sopa) de óleo 1 cebola média picada 2 dentes de al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span><strong><span style="text-decoration:underline;">Ingredientes:</span></strong></span></p>
<p><span>1 xícara (chá) de arroz<br />
2 colheres (sopa) de óleo<br />
1 cebola média picada<br />
2 dentes de alho amassados<br />
3 xícaras (chá) de leite<br />
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado<br />
2 cenouras médias cortadas em pedaços pequenos<br />
1 ovo batido<br />
4 colheres (sopa) de salsinha<br />
sal a gosto<br />
</span><br />
<span><strong><span style="text-decoration:underline;"> Modo de Preparo:</span></strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong><br />
<span>Lave o arroz, coloque-o sobre uma peneira e deixe escorrer. Aqueça o óleo em uma panela grande e junte a cebola e o alho. Frite, mexendo de vez em quando, por 3 minutos, ou até ficar levemente dourado. Adicione o arroz e refogue, mexendo sem parar, por 4 minutos, ou até ficar brilhante. Junte o leite, o sal e misture. Cozinhe, mexendo de vez em quando, e assim que ferver, reduza o fogo e tampe parcialmente a panela. Cozinhe por mais 35 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire e misture 3 colheres (sopa) de queijo ralado. Disponha o arroz em um refratário com 20 cm de diâmetro e reserve. Cobertura: coloque as cenouras em uma panela, cubra com água e coloque o sal. Leve ao fogo por 20 minutos, ou até a cenoura ficar macia. Retire do fogo, escorra a água e transfira a cenoura para uma tigela. Amasse-a com um garfo e misture o ovo e a salsinha. Distribua sobre o arroz e salpique o queijo ralado restante. Leve ao forno médio por 20 minutos ou até gratinar. Retire do forno e sirva bem quente. </span></p>
<p><span> Fonte: Revista Água na Boca</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogador bom tem que saber cuspir!]]></title>
<link>http://raphaelferreira10.wordpress.com/2009/09/16/jogador-bom-tem-que-saber-cuspir/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 01:03:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta foi a frase do meu tio no treino de sábado quando fui jogar com o maior resfriado do mundo e o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-medium wp-image-225" title="SDC10283" src="http://raphaelferreira10.wordpress.com/files/2009/09/sdc10283.jpg?w=300" alt="SDC10283" width="300" height="225" />Esta foi a frase do meu tio no treino de sábado quando fui jogar com o maior resfriado do mundo e o peito cheio! Tem razão ele. Em campo de futebol tem que ser macho! Tava difícil mas dei o melhor de mim e olha que não ficou mal, não. Dê uma olhada nas fotos!</p>
<p>Outra coisa que é bom a galera se antenar é que no próximo domingo tem peneira no Corinthians.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-224" title="SDC10268" src="http://raphaelferreira10.wordpress.com/files/2009/09/sdc10268.jpg?w=300" alt="SDC10268" width="160" height="120" /></p>
<p>Entra lá no site e veja o que precisa fazer para aparecer e tentar sua sorte.</p>
<p>Existem peneiras pagas e outras que não são pagas. Esta não é. A gente leva mais fé quando é assim. No entanto, o que manda mesmo é entender o que está rolando no time. Por que estão fazendo esta peneira agora? Estão precisando mais de sub15 ou sub18? Que critérios usam para decidir? Quem está analisando os jogadores?</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-227" title="SDC10295" src="http://raphaelferreira10.wordpress.com/files/2009/09/sdc10295.jpg?w=300" alt="SDC10295" width="300" height="225" />Outra coisa, entre para arrebentar de cara. Pode ser que em 5 minutos eles mudem todo mundo e você não teve sua chance. Reze aí pro seu anjo e entre firme mesmo. É o que eu vou fazer. E se não der certo, tento outra vez, em outro lugar, porque sonho é sonho. A gente tem mais é que continuar tentando, com determinação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Três Peneiras de Sócrates]]></title>
<link>http://coachingsp.wordpress.com/2009/09/01/as-tres-peneiras-de-socrates/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 12:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Douglas Ferreira</dc:creator>
<guid>http://coachingsp.wordpress.com/2009/09/01/as-tres-peneiras-de-socrates/</guid>
<description><![CDATA[Certa vez, um homem chegou até Sócrates e disse: -Escuta, tenho que contar-te algo importante a resp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Certa vez, um homem chegou até Sócrates e disse:</p>
<p>-Escuta, tenho que contar-te algo importante a respeito de teu amigo!</p>
<p>-Espere um pouco, interrompeu o sábio, fizeste passar aquilo que me queres contar pelas três peneiras?</p>
<p>-Que três peneiras?</p>
<p>-Então, escuta bem! A primeira é a peneira da VERDADE. Estás convicto de que tudo o que queres dizer-me é verdade?</p>
<p>-Não exatamente, somente o ouvi dos outros.</p>
<p>-Mas, então, certamente o fizeste passar pela segunda peneira? Trata-se da peneira da BONDADE. O homem ficou ruborizado e respondeu:</p>
<p>-Devo confessar que não.</p>
<p>-E pensaste na terceira peneira? Vendo se me seria útil o que queres falar-me a respeito do meu amigo? Seria esta a peneira da UTILIDADE.</p>
<p>-Útil? Na verdade, não.</p>
<p>-Vês? &#8211; disse-lhe o sábio &#8211; Se aquilo que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que guardes somente para si.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dos motivos para desistir da filosofia, parte 1.234,12]]></title>
<link>http://fabriciopontin.wordpress.com/2009/08/27/dos-motivos-para-desistir-da-filosofia-parte-1-23412/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 06:31:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
<guid>http://fabriciopontin.wordpress.com/2009/08/27/dos-motivos-para-desistir-da-filosofia-parte-1-23412/</guid>
<description><![CDATA[Com a palavra, o maior filósofo de todos os tempos: É já grande e necessária prova de inteligência o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com a palavra, o maior filósofo de todos os tempos:</p>
<blockquote><p>É já grande e necessária prova de inteligência ou perspicácia saber o que se deve perguntar de modo racional. Pois que se a pergunta é em si disparatada e exige respostas desnecessárias tem o inconveniente, além de envergonhar quem a formula, de por vezes ainda suscitar no incauto ouvinte respostas absurdas, apresentando assim o ridículo espetáculo de duas pessoas, das quais (como os antigos diziam) uma ordenha o bode I enquanto outra apara com uma peneira. [KrV B82-83 A58]</p></blockquote>
<p>Ordenha o bode. Enquanto. Outra. Apara. Com uma. Peneira.</p>
<p>Peneira.</p>
<p>Bode.</p>
<p>Ordenha.</p>
<p>&#8230;</p>
<p><a href="http://fabriciopontin.wordpress.com/files/2009/08/hastdu.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1937" title="hastdu" src="http://fabriciopontin.wordpress.com/files/2009/08/hastdu.jpg" alt="hastdu" width="460" height="653" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sanduíche de macaron recheado de morango, mascarpone, baunilha e mel de trufas]]></title>
<link>http://casafast.wordpress.com/2009/07/31/sanduiche-de-macaron-recheado-de-morango-mascarpone-baunilha-e-mel-de-trufas/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:08:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>casafast</dc:creator>
<guid>http://casafast.wordpress.com/2009/07/31/sanduiche-de-macaron-recheado-de-morango-mascarpone-baunilha-e-mel-de-trufas/</guid>
<description><![CDATA[Ingredientes Massa 1 e ½ xícara (chá) de açúcar de confeiteiro impalpável ¾ xícara (chá) de farinha ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table style="text-align:center;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="585">
<tbody>
<tr><span> </span></tr>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/arquivos/2121/comidinhas1.jpg" alt="" width="230" height="188" /></p>
</tbody>
</table>
<table style="height:1096px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="543">
<tbody>
<tr>
<td width="260" align="left" valign="top">
<h2>Ingredientes</h2>
<p><strong><em>Massa</em></strong><br />
1 e ½ xícara (chá) de açúcar  de confeiteiro impalpável<br />
¾ xícara (chá) de farinha de  amêndoas<br />
2 e ½ clara de ovos</p>
<p>Corante rosa</p>
<p><strong><em>Creme de baunilha, mascarpone<br />
e mel de trufas</em></strong><br />
500ml de creme de leite<br />
2 favas de baunilha<br />
100g de gema de ovo (3 gemas)<br />
125g de açúcar<br />
1 folha de gelatina<br />
400g de mascarpone<br />
10 a 15 g  de mel de trufas</p>
<p><a name="ingredientes"> </a> <a name="ingredientes"> </a><a name="ingredientes"><strong><em>Geléia de morango</em></strong><br />
250g de morango fresco<br />
40g de açúcar</a><a name="ingredientes"> 25g de suco de limão<br />
5g de gelatina sem sabor </a></p>
<p><a name="ingredientes"> </a><a name="ingredientes"> </a></p>
<p><a name="ingredientes"></a></td>
<td width="20" align="left" valign="top"></td>
<td width="260" align="left" valign="top">
<h2>Modo de preparo</h2>
<p align="left"><strong><em>Massa</em></strong><br />
Peneire 1 e ¼ xícara de açúcar de confeiteiro e a farinha de amêndoas. Reserve. Bata as claras na batedeira em velocidade média por 2 minutos ou até ficarem em ponto de neve.</p>
<p align="left">
<p align="left">Acrescente o restante de açúcar de confeiteiro e o corante. Bata por mais 2 minutos e depois passe para velocidade alta e bata por mais 2 minutos. Misture com as mãos as claras em neve com a mistura de farinha e açúcar até obter uma pasta homogênea e consistente.</p>
<p align="left">
<p align="left">Usando um saco de confeiteiro de bico redondo, faça bolas de aproximadamente 8 centímetros de diâmetro em uma assadeira forrada com papel-manteiga. Deixe descansar até criar uma fina película. Asse em forno baixo por cerca de 10 minutos. Retire do forno e deixe esfriar. Reserve.</p>
<p align="left">
<p><strong><em>Creme de baunilha, mascarpone<br />
e mel de trufas</em></strong><br />
Ferva a mistura de leite e creme de leite. Bata as gemas e o açúcar. Despeje um pouco do creme quente nesta mistura, incorpore-os e adicione ao restante na panela. Deixe engrossar em fogo baixo.</p>
<p>Coloque o creme em uma vasilha e acrescente a folha de gelatina já hidratada. Mexa bem e espere esfriar. Guarde na geladeira coberto com filme plástico até engrossar.</p>
<p>Depois desse processo, bata na batedeira cerca de 700g desse creme de baunilha até que fique leve e macio. Separadamente, bata também o mascarpone. Junte os dois cremes batidos. Acrescente o mel de trufas e bata em velocidade média por 2 minutos. Mantenha na geladeira até a hora de usar.</p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"><strong><em>Geléia de morango</em></strong><br />
Hidrate a gelatina em água fria. Bata no liquidificador os morangos frescos com um pouco do açúcar. Aqueça levemente essa mistura com o restante do açúcar. Adicione o suco de limão e a gelatina hidratada.</a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"> </a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo">Despeje em uma assadeira pequena forrada com papel filme no fundo. A espessura deve ser de 3 centímetros. Leve à geladeira para endurecer. Na sequência, utilize um cortador com o diâmetro um pouco menor que o tamanho do macaron. Faça isso com a borda de um copo. Corte a geléia em círculos e mantenha-os na geladeira até a hora de usar.</a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"> </a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"><strong><em>Montagem</em></strong></a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo">Coloque o creme de baunilha, mascarpone e mel em um saco de confeiteiro de bico redondo. No lado liso do macaron, espalhe um pouco do creme.</a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"> </a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo">Coloque os discos de geléia de morango no centro e posicione em toda a lateral restante no macaron morangos frescos cortados em metades pequenas e iguais.</a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo"> </a></p>
<p><a name="modo"> </a><a name="modo">Preencha o centro com o creme de baunilha e feche com o outro macarron,  como se fosse um sanduíche. Decore com pétala de rosa.</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do dia: paliativo]]></title>
<link>http://aquimesmo.wordpress.com/2009/07/03/frase-do-dia-paliativo/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:39:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiasley</dc:creator>
<guid>http://aquimesmo.wordpress.com/2009/07/03/frase-do-dia-paliativo/</guid>
<description><![CDATA[Essa é outra das muitas pérolas (como esta) proferidas por FM: &#8220;Não adianta tampar o sol com a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Essa é outra das muitas pérolas <a href="http://aquimesmo.wordpress.com/2009/06/26/fm/" target="_blank">(como esta)</a> proferidas por FM:</p>
<p>&#8220;Não adianta tampar o sol com a tampa da panela.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gilmar, Barbosa ou Crise (do judiciário)? Quem ganhará o próximo round...]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/04/24/gilmar-barbosa-ou-crise-do-judiciario-quem-ganhara-o-proximo-round/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 15:32:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/04/24/gilmar-barbosa-ou-crise-do-judiciario-quem-ganhara-o-proximo-round/</guid>
<description><![CDATA[Interessante. A palavra crise virou moeda de troca. E cara. Afinal: é ou não é uma crise? Estou em c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Interessante. A palavra crise virou moeda de troca. E cara. Afinal: é ou não é uma crise?</p>
<p>Estou em crise. Acho que é isso.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;">Tapando a crise com a peneira</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por Luciano Martins Costa em 24/4/2009</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Comentário para o programa radiofônico do <em>OI</em>, 24/4/2009</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>Fonte: Observatório da Imprensa</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os jornais engrossam o esforço para minimizar as conseqüências do grotesco bate-boca protagonizado na quarta-feira (22/4) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o ministro do STF Joaquim Barbosa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A imprensa tenta esclarecer as divergências que democratizam o plenário da corte suprema, traçando os perfis dos magistrados, suas origens e tendências políticas, mas dá amplo espaço para declarações segundo as quais não há uma crise no STF.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É como se o Brasil oficial, aquele que preenche a agenda política e alimenta o noticiário com suas declarações e querelas, pretendesse criar um limite para o que o público pode ou não pode saber sobre os bastidores dos poderes da República.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Acontece que o episódio foi transmitido pela TV Justiça, ao vivo, e, capturado por internautas, está disponível para quem queira assistir. Mas recomenda-se tirar as crianças da frente do computador. O espetáculo não homenageia as instituições democráticas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>O Globo</em>, que ultimamente tem aplicado certo humor de gosto duvidoso sobre temas de alta gravidade, saiu para o lado da galhofa. O texto em questão, que ocupa uma página inteira, compara a discussão entre os magistrados a uma briga de rua. Mas, no meio da blague, o autor do texto observa que a referência de Barbosa a supostos &#8220;capangas&#8221; de Gilmar Mendes produz &#8220;uma boa linha investigativa&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Está aí, de fato, uma pauta que atiça a curiosidade dos leitores. Mas será que os jornais vão se interessar?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Maior apoio</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E o que há por trás do desentendimento entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, personagem corriqueira na mídia, e o ministro que se notabilizou por aceitar a denúncia contra os acusados do escândalo chamado de mensalão? Segundo revelam os jornais, além de desentendimentos pessoais de longa data, entre os quais despontam certas referências étnicas, os dois magistrados sustentam no plenário pesadas divergências de fundo doutrinário.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O ministro Joaquim Barbosa, primeiro e único representante de afrodescendentes a chegar ao Supremo Tribunal, defende a atuação agressiva da Polícia Federal e do Ministério Público nos crimes de colarinho branco. O presidente da corte, ministro Gilmar Mendes, manifesta-se publicamente contra o que chama de abusos nas investigações, e tem tomado decisões controversas em pedidos de habeas corpus de réus de grande repercussão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Discretamente, a imprensa pende em favor de Gilmar Mendes, mas Joaquim Barbosa parece contar com maior apoio do público.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A crise que a imprensa tenta abafar não deixa de existir se sair do noticiário.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Xa saiu o Kalakia 30]]></title>
<link>http://kalaikiacultura.wordpress.com/2009/03/13/xa-saiu-o-kalakia-30/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 11:20:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>kalaikiacultura</dc:creator>
<guid>http://kalaikiacultura.wordpress.com/2009/03/13/xa-saiu-o-kalakia-30/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://issuu.com/apeneira/docs/kalaikia_30"><img class="size-full wp-image-262 aligncenter" title="kalaikia_30b" src="http://kalaikiacultura.wordpress.com/files/2009/03/kalaikia_30b.gif" alt="kalaikia_30b" width="420" height="565" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas Vidas]]></title>
<link>http://vandosquebrados.wordpress.com/2009/01/12/duas-vidas/</link>
<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:02:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ragas</dc:creator>
<guid>http://vandosquebrados.wordpress.com/2009/01/12/duas-vidas/</guid>
<description><![CDATA[Agradeço de antemão ao  grande Aimone pela belíssima sugestão para esse conto. Patrício era mais um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Agradeço de antemão ao  grande Aimone pela belíssima sugestão para esse conto.</p>
<p>Patrício era mais um imigrante brasileiro a tentar ganhar a vida fora do país. Escolheu como local de refúgio a paradisíaca Califórnia, mais especificamente, o Boulevard de Santa Mônica. A cidade era uma delícia, beirava o gelado Oceano Pacífico, e era sempre invadida por inúmeros turistas que vinham atraídos pelas belezas naturais, e suas avenidas repletas de bares e restaurantes, e em um desses, mais especificamente o &#8220;Bon Vouyage&#8221;, trabalhava nosso conterrâneo brasileiro.</p>
<p>A vida lá era dura, a praia pouco frequentara desde que chegara há 6 meses, pois passava a maior parte do tempo trabalhando como garçon no Bon Vouyage, sempre buscando formas e maneiras de trabalhar o máximo de horas possível por semana &#8211; afinal lá o salário era de U$ 10,50 por hora &#8211; e quanto mais trabalhasse menos tempo tinha para gastar o seu suado dinheirinho. Em um bom mês, com muitas horas trabalhadas, conseguia faturar quase U$ 3.000,00, perto de R$ 7.000,00, quase dez vezes o que ganharia fazendo o mesmo serviço aqui no Brasil, mas bem menos do que receberia caso seu sonho de ser jogador de futebol profissional tivesse se realizado.</p>
<p>O sonho ainda era bem vivo em sua cabeça, afinal fazia apenas alguns anos que abrira mão dele, após um pênalti perdido na final da Copa São Paulo de Juniores em 2002. O erro causou a perda do título, além de estampá-lo nas capas de jornais e programas esportivos, já que o erro havia sido consequência de um humilhante escorregão que o fizera chutar a bola com a força e habilidade de uma criança de 3 anos de idade. Fora nesse momento, que perdera a esperança de se tornar um jogador de futebol bem sucedido. Sem contar que, logo depois, um amigo que havia embarcado na aventura de morar e trabalhar fora do país, voltara à sua cidade em ótima situação financeira &#8211; claro que se comparado aos amigos de infância &#8211; e apoiou Patrício na decisão de abandonar o futebol e perseguir aquela realidade mais palpável.</p>
<p>Os pensamentos e lembranças do garçon foram interrompidos por um súbito ronco de motor que assemelhava-se aos rujidos de um leão faminto. Na porta do restaurante, um homem descia de sua moto envenenada, vestindo uma belíssima jaqueta de couro e óculos escuros de grife famosa. Não chegava a ser muito bonito, mas Patrício achava que seu estilo devia chamar a atenção de muitas mulheres. O homem entrou no restaurante sem causar alarde, e apesar da chegada triunfal, ninguém além dele pareceu curioso ou interessado em observá-lo caminhar até uma das mesas vazias. Se estivesse no Brasil acharia a postura daquelas pessoas muito estranha, mas nos EUA todos pareciam mesmo mais reservados, cuidando de suas próprias vidas.</p>
<p>O homem aproximou-se de Patrício, sentando na mesa bem à sua frente:</p>
<p>- Você que atende essa mesa aqui?</p>
<p>- Sim Senhor</p>
<p>- Da onde você é? &#8211; perguntou o homem percebendo o sotaque carregado do garçon.</p>
<p>- Brasil, senhor.</p>
<p>- Não acredito! &#8211; exclamou o homem mudando do inglês para o português &#8211; Que maravilha é ver um conterrâneo por essas bandas.</p>
<p>O homem já falava um português mais arranhado, infiltrando palavras em inglês no meio de sentenças em português, coisa comum para aqueles que ousam morar fora do país. Antes que Patrício pudesse continuar sua análise, o homem prosseguiu:</p>
<p>- Cara, Qual seu nome? &#8211; ouviu a resposta prontamente &#8211; Então, Patrício, o que te traz aqui para Califórnia? Conte-me tua história.</p>
<p>Fazia tempo que o garçon não encontrava alguém tão simpático como o cliente à sua frente. Sem pensar duas vezes contou como havia seguido os passos de um amigo, e que pensava em passar alguns anos nos EUA antes de voltar para o Brasil, e como sentia falta das pessoas, da família e daquela comida caseira&#8230;</p>
<p>- Nem me fale, Patrício! &#8211; interrompeu o cliente &#8211; A comida  do Brasil é imbatível mesmo. Um arroz com feijão; uma farofinha; um bife acebolado com batata frita&#8230; hummm&#8230; que delícia! Mas, por outro lado, aqui eu tenho muito mais facilidade em manter meu peso, afinal não como junk food (macdonald´s, burguer king) e poucos restaurantes brasileiros conseguem trazer o mesmo tempero para os pratos servidos aqui, então acabo comendo bastante salada e frango grelhado, o que pra mim é ótimo por causa da profissão.</p>
<p>- E o que o senhor faz? &#8211; perguntou Patrício ainda acanhado e em tom respeitoso.</p>
<p>- Ô Patrício, que isso, rapaz? Senhor tá no céu, pô! Cara, eu faço a única coisa que um brasileiro pode fazer pra ganhar dinheiro fora do Brasil se não for rico de berço: Sou jogador de futebol.</p>
<p>Os olhos de Patrício se arregalaram. Primeiro surpreso, pois a moto e roupa que ele usava indicava que era um jogador bem sucedido, e, ainda assim, ele nunca ouvira falar desse jogador antes. Se bem que agora começava a acompanhar a MLS (Major League Soccer) &#8211; o campeonato de futebol nacional &#8211; e não conhecia nenhuma das equipes da competição. Paulo &#8211; ou Paul The Tractor, como era conhecido nos EUA &#8211; integrava a equipe do sul da califórnia chamada San Diego Rockets há pelo menos 6 anos. A interessante conversa estendeu-se por vários minutos, adentrando os mais minuciosos detalhes, com Paulo, ou melhor, Paul The Tractor, inclusive, revelando os U$ 2.000.000,00 anuais que recebia entre salários e contratos esportivos. Essa intimidade quase que automática, apesar de estranha, era comum entre pessoas de um mesmo país que se conheciam em outro lugar do mundo. Não demoraria muito para Paul começar a falar até mesmo de sua vida sexual. Patrício ficou tão envolvido pela conversa que nem percebeu o momento em que se sentou na mesa de Paulo, enquanto outros clientes aguardavam seus pedidos.</p>
<p>O homem da jaqueta de couro continuou contando sua história de vida &#8211; que se assemelhava em muito à história dele próprio - e Patrício passou a observar que aquele rapaz tinha feições muito parecidas com as suas. O nariz era mais afinado, o cabelo mais liso, um pouco mais musculoso, a pele mais bem tratada, isso sem dúvida, mas debaixo de tudo aquilo, era como se ele parecesse ser seu irmão mais velho. Até que o homem começou a relatar as dificuldades no início de carreira e como havia passado um momento humilhante alguns anos atrás ao escorregar em um pênalti decisivo, e coisas do tipo. Patrício olhou espantado para o homem, o rosto pálido como a neve deixando claro que algo o atordoara por completo. Aquele estranho homem na sua frente vivia o seu sonho, possuía sua moto preferida, ganhava dinheiro como jogador profissional de futebol e ainda tinha vivido um passado exatamente igual ao seu, além de ter o mesmo nome, já que fora batizado Paulo Patrício Nogueira. Então, o jogador de futebol, percebendo a desconfiança no rosto do outro, abriu um leve sorriso e disse:</p>
<p>- Não fique confuso, meu caro amigo. Eu nada mais sou do que seu futuro, caso você não tivesse desistido tão fácil do seu sonho. Você abandonou tudo ao primeiro obstáculo, e o mais engraçado, é que isso criou muito mais obstáculos em sua vida, e todos eles muito mais difíceis de ser transpostos. - O garçon continuava branco como um fantasma, totalmente paralisado &#8211; Patrício, na vida, nós somos aquilo que escolhemos, nada mais, nada menos.</p>
<p>Subitamente, uma mão vinda de trás encostou em seu ombro, fazendo com que se assustasse causando-lhe soluços. Ao olhar para trás, viu Mr. Smith, o dono do restaurante, e mais uma dúzia de clientes observando-o curiosos. &#8220;Você está bem?&#8221; perguntou o senhor de idade, sem que Patrício entendesse o porque. Pensou em desculpar-se por estar proseando com um cliente em horário de serviço, mas antes que o fizesse percebeu que estava sentado sozinho na mesa do restaurante. Não havia ninguém por lá. Olhou para a frente do estabelecimento e não conseguiu ver a imponente moto antes estacionada à frente. Mas como isso era possível? Seria inviável que o rapaz tivesse saído sem que notasse o ronco daquele motor. Estava ficando louco, só podia ser isso. Conversando sozinho, sentado em uma mesa, durante o expediente&#8230; só podia ser sinal de que a loucura começava  a vencer a batalha contra a sanidade. Queria ser um jogador de futebol, e no final, nem um bom garçon conseguiria ser.</p>
<p>Seguiu os conselhos de seu patrão e recolheu suas coisas para ir embora mais cedo. Ao sair, dirigiu-se até o local onde a moto supostamente ficara estacionada. No chão, uma nítida marca de pneu o deixou intrigado, e ao lado dela, um pequeno flyer preto com letras garrafais em vermelho:</p>
<p><em>SAN DIEGO ROCKETS TRY-OUTS / SECOND AND LAST CHANCE / THIS WEEKEND FROM 9 TO 5.</em></p>
<p>(PENEIRA NO SAN DIEGO ROCKETS/ SEGUNDA E ÚLTIMA CHANCE/ ESSE FINAL DE SEMANA DAS 9 ÀS 17)</p>
<p>A esperança voltou em forma de um leve sorriso e fez os olhos marejarem em um intenso brilho. Então, Patrício saiu correndo para casa. Correu muito, como aquele que foge do fim do mundo, ou, como alguém que persegue um novo futuro.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O meu Natal]]></title>
<link>http://paulooliveira.wordpress.com/2008/12/01/o-meu-natal/</link>
<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 14:25:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>LD&amp;DA Paulo Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bom, conforme prometido, aqui vão algumas fotos do que estou preparando para o Natal aqui em casa. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bom, conforme prometido, aqui vão algumas fotos do que estou preparando para o Natal aqui em casa. A]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[REPORTAGENS REMASTERIZADAS 04 - O SONHO DE SER ROMÁRIO]]></title>
<link>http://avidaeaobra.wordpress.com/2008/10/13/reportagens-remasterizadas-04-o-sonho-de-ser-romario/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 02:19:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestortipajr</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa matéria é uma das raras matérias esportivas que fiz. O legal foi a forma que o texto foi tratad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Essa matéria é uma das raras matérias esportivas que fiz. O legal foi a forma que o texto foi tratado. Fala sobre o sonho de jovens que decidiram tentar a vida no futebol. Isso foi em 2001. QUem sabe um deles não está pelos gramados do mundo hoje?</p>
<p><strong>O sonho de ser Romário</strong></p>
<p>Oito e meia da manhã do dia 13 de março. Cerca de 52 garotos entre 15 e 20 anos vão passar por um teste, talvez o mais fundamental de uma curta vida. Alguns estão quietos, outros conversam com os pais, que vão dar uma força. Um que outro ajeita o material. Logo chega uma Kombi. Dela descem um grupo de homens, que chamam os meninos para uma roda. Vai começar ali o grande vestibular&#8230; da bola.</p>
<p>Chuteiras de marca se misturam com as ralas. O gel no topete de alguns copia a nova moda entre os jogadores de futebol. A caneleira é um acessório à parte. Tem quem ainda copia o estilo Renato Portaluppi, com as meias baixas. Mas o jeito Ronaldinho é o mais visto no grupo, com direito ao brinquinho. O que não pode é estar sem camiseta. “Põe a camisa guri”, grita o treinador. A disciplina vem desde cedo.                                                                      </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2008/10/peneira05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-886" title="peneira05" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2008/10/peneira05.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p>O cenário é o campo de treinamentos do Grêmio, no Bairro Cristal. De um lado, está o Jóquei Clube. Do outro, o rio Guaíba. O sol começa timidamente a aparecer, aos poucos, entre as nuvens que estavam se inclinando para um dia nublado. Começa a ficar quente. Os rapazes, ansiosos, esperam a hora de o treinador rolar a bola, para que eles possam mostrar que podem ser, Ronaldinhos, Rivaldos ou Romários.</p>
<p>Vinte e dois deles são chamados. Começa um pequeno alongamento, pois todos os detalhes são importantes para o teste. Os coletes azuis e brancos são distribuídos. Os times se separam e começa o jogo, o mais importante da vida deles até o momento.</p>
<p>O desentrosamento entre os jogadores é notável. Erros de passe, bolas perdidas e entradas fortes são visíveis aos olhos do balé da pelota. Aos poucos, o ritmo vai se acertando, através de um palavreado bastante conhecido dos boleiros. “Toca aqui, toca aqui negão!”, “Vai meu lateral, vai, sobe!”, “Ô, alemão! Toca no meio, no meio”.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2008/10/peneira06.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-887" title="peneira06" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2008/10/peneira06.jpg" alt="" width="300" height="185" /></a></p>
<p>São garotos sem nome, sem identidade. Ali eles são o “Zagueiro”, o “Lateral”, o “Atacante”. Estilosos, procuram copiar os jeitos dos ídolos dentro de campo. Aprendem vendo eles na TV e copiam, como se na verdade estivessem seguindo um manual. A maneira de passar, de chutar, de cabecear.</p>
<p><em>“Faz o gol, filho”</em></p>
<p>Do lado de fora tem quem grite como se estivesse dentro do campo. São os pais, que os acompanham na peneira. Antigamente, era uma vergonha para eles verem os filhos querendo jogar futebol. Hoje, com os salários astronômicos dos grandes craques, é quase uma obrigação tentar a carreira de jogador.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2008/10/peneira03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-888" title="peneira03" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2008/10/peneira03.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Atentos, não perdem uma jogada de suas “crianças”. Se possível, indica o que fazer. “Filho, vem cobrar o escanteio que é para ti”, “Aparece que a bola é tua, filho”. Os pais geralmente encaram os filhos como craques, o melhor em campo. Já as mães, geralmente, mal sabem o que acontece em campo. “Meu filho é aquele ali, mas eu nem sei em que posição ele joga”, confessa uma mãe para a outra.</p>
<p>Comentários são o que não faltam. Inclusive sobre outros garotos. “O Zagueiro, o Zagueiro ali tá jogando bem”. “Pois é, os caras não tiraram ele, acho que ele vai ser selecionado”.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2008/10/peneira07.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-889" title="peneira07" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2008/10/peneira07.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><em>Os caminhos do craque</em></p>
<p>O Grêmio realiza cerca de 32 peneiras por ano, entre os meses de março e novembro. Segundo José Flor da Silva Filho, o Alzir, a peneira é a primeira etapa. Eles têm dois dias de treinamento para serem avaliados. Quando algum se destaca, ele é encaminhado para treinar com um grupo aspirante, onde fica 30 dias em desenvolvimento. Depois de dois meses de trabalho, ele passa por um teste dentro da categoria amadora correspondente. Um exemplo que passou por todo esse caminho é o meio-campo do Grêmio, Paulo César Tinga.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2008/10/peneira01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-890" title="peneira01" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2008/10/peneira01.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p>Dos 52 garotos, apenas um foi chamado para uma conversa com o treinador William Leite, o Pocho. Ele mesmo, o Zagueiro, que os pais comentavam tanto. “Esteja lá no Grêmio amanhã a uma e meia da tarde”, diz Pocho. É um que ainda vive o sonho de se tornar um Tinga, um Ronaldinho, um Romário, um Rivaldo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[deixem opiniões, comentários e dúvidas sobre nosso volei...]]></title>
<link>http://voleibrasil.wordpress.com/2008/07/10/deixem-opinioes-comentarios-e-duvidas-sobre-nosso-volei/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 18:43:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogyesortes</dc:creator>
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<description><![CDATA[a historia do volei, a história do volei, ana paula, andebol, as regras do volei, atenas, atletas do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>a historia do volei, a história do volei, ana paula, andebol, as regras do volei, atenas, atletas do volei, atletismo, aula de volei, aulas de volei, banespa, basquete, basquetebol, bernardinho, bola de volei, bola volei, bolas de volei, campeonato de volei, cbv, confederação brasileira de volei, copa america de volei, cuba volei, escola de volei, escolas de volei, escolinha de volei, esporte, esporte volei, esportes, federação brasileira de volei, federação de volei, finasa, fotos de volei, fotos do volei, fotos volei, fundamentos do volei, futebol, futebol de salão, futsal, giba, giba volei, grand prix de volei, handbol, handebol, historia do volei, historia do volei de praia, historia volei, historico do volei, história do volei, história do vôlei, histórico do volei, jaqueline do volei, jaqueline volei, jogador de volei, jogadoras de volei, jogadores de volei, jogar volei, jogo, jogo de volei, jogo de vôlei, jogo volei, jogos, jogos de volei, jogos de vôlei, jogos volei, leila do volei, leila volei, liga de volei, liga mundial, liga mundial de volei, liga mundial de volei 2007, liga mundial de volei masculino, liga mundial de volei masculino 2007, liga mundial de vôlei, liga mundial volei, mari volei, marianne steinbrecher, medidas da quadra de volei, melhor do volei, meninas do volei, mini volei, mundial de volei, natação, o que é volei, o volei, olimpiadas, olimpíadas, origem do volei, pan 2007 volei, pan americano volei, peneira, planeta volei, principais regras do volei, quadra de volei, quadra de vôlei, quadra volei, quadras de volei, rede de volei, regras basicas do volei, regras de volei, regras do, regras do volei, regras do volei bol, regras do volei de praia, regras do volei de quadra, regras do vôlei, regras oficiais, regras volei, rexona, ricardinho do volei, ricardinho volei, ricardinho vôlei, selecao brasileira de volei, seleçao brasileira de volei, seleçao de volei, seleçao masculina de volei, seleção brasileira, seleção brasileira de volei, seleção brasileira de volei feminino, seleção brasileira de volei masculino, seleção brasileira de vôlei, seleção brasileira volei, seleção de volei, seleção de vôlei, seleção feminina de volei, seleção masculina de volei, seleção masculina de vôlei, seleção volei, sobre o volei, sobre volei, superliga de volei, suzano, time de volei, times de volei, tudo sobre o volei, tudo sobre volei, tênis, unisul, virna, volei, volei 2007, volei ao vivo, volei ball, volei bol, volei boll, volei bool, volei brasil, volei brasileiro, volei de areia, volei de praia, volei de praia feminino, volei de praia no pan, volei de praia pan, volei do brasil, volei do pan, volei femenino, volei feminino, volei feminino brasil, volei feminino no pan, volei feminino pan, volei masculino, volei masculino 2007, volei masculino brasil, volei masculino no pan, volei masculino pan, volei no brasil, volei no pan, volei no pan 2007, volei no pan americano, volei no panamericano, volei online, volei pan, volei praia, volei rio, volei sentado, volley, volêi, volêi de praia, vôlei, vôlei brasil, vôlei de praia, vôlei feminino, vôlei masculino, vôlei no pan, vôlei pan, www volei</p>
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<title><![CDATA[Cha com Bolachas]]></title>
<link>http://1valanagringa.wordpress.com/2007/10/23/cha-com-bolachas/</link>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 19:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Américo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nos dias de chuva pessoas como eu que trabalham ao tempo ficam em casa. Hoje eh um dia desses. Pense]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nos dias de chuva pessoas como eu que trabalham ao tempo ficam em casa. Hoje eh um dia desses. Pense]]></content:encoded>
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