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	<title>perigosos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "perigosos"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:24:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ravnos]]></title>
<link>http://covildelobos.wordpress.com/2009/11/17/ravnos/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:11:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>DieizoN</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se um clã pode ser conhecido por seu malicioso senso de humor negro, este clã é o Ravnos. Estes Cain]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://i468.photobucket.com/albums/rr47/dieizonidas/Ficanner.gif"><img class="aligncenter" src="http://i468.photobucket.com/albums/rr47/dieizonidas/Ficanner.gif" alt="" width="449" height="80" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://covildelobos.wordpress.com/files/2009/11/ravnos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-902" title="Ravnos" src="http://covildelobos.wordpress.com/files/2009/11/ravnos.jpg" alt="" width="449" height="271" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Se um clã pode ser conhecido por seu malicioso senso de humor negro, este clã é o Ravnos. Estes Cainitas são enganadores de primeira,tramando ilusões e mentiras em esquemas elaborados para afastar os tolos do caminho do que quer que os Ravnos estejam ambicionando — seja riqueza, sangue ou até mesmo a liberdade de suas vítimas. Como Mefistófeles, os Ravnos exercem seus negócios demoníacos com quem bem entendem e afligem os que não se capazes de pagar os custos sombrios. Apesar de muitos Ravnos verem a si mesmos como grandes trapaceiros, os truques geralmente benevolentes do Coiote e do Corvo não são bem o seu estilo. Na verdade, eles carregam a tradição de ilusão e farsa inerentes dos rakshasas e carniçais do Oriente Médio e da Ásia. Os Ravnos são seres perigosos para se barganhar. E mesmo assim, estes demônios vêm fazendo suas apostas e barganhas há muito tempo. Os Ravnos são essencialmente nómades e dão pouca importância a refúgios permanentes ou posições dentro da estrutura de poder estabelecida em uma cidade. Mesmo aqueles que escolheram uma cidade como suas casas tendem a estabelecer e abandonar refúgios conforme o humor que os atinge, tomando os refúgios que gostem e fazendo o que bem entendem, mudando-se quando entediados. Este hábito enfurece príncipes ao redor do mundo, que se ofendem com a desconsideração dos Ravnos pela Tradição da Hospitalidade. Poucos punem os violadores, contudo, por medo de atraírem a malícia do clã como um todo. Apesar do clã ter ligações antigas com os Ciganos, poucos Ravnos desfrutam da hospitalidade dos mortais. Talvez os Ciganos conheçam muito bem a natureza destes vampiros e sejam relutantes em oferecer amizade aos não-vivos. Talvez os próprios Ravnos tenham colocado em risco sua família mortal através de seus perigosos truques. Qualquer que seja a razão, os Ravnos normalmente não possuem aliados nos quais se apoiar. O seu charme pode conquistar companhias temporárias e a lealdade do clã pode atrair companheiros Ravnos ao seu lado em tempos de extrema necessidade, mas no fim das contas, a trilha destes vampiros é solitária. Naturalmente, os príncipes de muitas cidades são astutos ao garantirem o livre acesso desses pregadores de peças aos seus domínios. O excêntrico código de honra dos Ravnos é forte, mas raramente coincide com a definição do termo dos outros clãs. Os Ravnos podem quebrar sua palavra à vontade, a não ser que cuspam em suas palmas e validem o acordo com um aperto de mãos. Eles defenderão seu &#8220;bom nome&#8221; por tudo que ele vale — dependendo do que consideram calúnia. E eles normalmente tentarão defender seus companheiros de clã, e vice-versa; os Ravnos podem tirar vantagem uns dos outros, mas consideram isso privilégio dos membros do clã. Estranhos não têm esse mesmo direito. Talvez a coisa mais preocupante dos Ravnos como um clã seja o fato deles terem sobrevivido na Ásia durante tanto tempo, onde a maioria dos Membros é rapidamente caçada e devorada pêlos impiedosos Cataianos. Nenhum outro Cainita sabe exatamente como eles fazem isso — mas uma Possibilidade está emergindo. Rumores chegam até a Europa e à América falando de coisas antigas despertando, vampiros ancestrais remexendo a terra de milénios e lançando as Cortes Cainitas em desordem. Estes anciões Ravnos — se os rumores falam corretamente — demonstraram poderes místicos terríveis, incluindo um talento para ilusões tão poderoso que poderia afetar o mundo físico. Só o tempo dirá que papel estes emergentes &#8220;reis demónios&#8221; terão dentro da Jyhad.</p>
<p style="text-align:center;">Apelido: Enganadores</p>
<p style="text-align:center;">Seita: Os Ravnos vão onde quiserem e lidam com quem bem entenderem, danem-se as seitas. Os. anciões do clã, particularmente os sediados na Ásia, zombam da Camarilla e do Sabá como sendo, na melhor das hipóteses, clubes sociais temporários, Instituições vazias onde vampiros paranóicos podem se reunir e se assegurar de serem o topo da cadeia alimentar. Os mais jovens simplesmente rejeitam a ideia de entregarem a estranhos até mesmo a menor parcela de poder sobre eles. A maioria dos Ravnos vêem as promessas de liberdade do Sabá e as ofertas de proteção da Camarilla como nada mais do que doces iscas, e educadamente (ou não tão educadamente) as recusam.</p>
<p style="text-align:center;">Aparência: Muitos dos jovens Ravnos Ocidentais são descendentes de Ciganos, normalmente de compleições escuras, com cabelos e olhos ainda mais escuros. Um pouco mais raros são os de características asiáticas, africanas ou nórdicas e ainda mais raros são os que não possuem nem mesmo um traço do sangue Cigano. Na verdade, os Ravnos europeus nunca Abraçam gorgios (não-Ciganos). A porção oriental do clã é principalmente de sangue indiano, apesar de alguns membros estarem Abraçando homens e mulheres proeminentes de todas as etnias. Assim como seus primos Ocidentais, eles preferem roupas coloridas e vistosas, e gostam de praticar sua persuasão sobre os mortais.</p>
<p style="text-align:center;">Refugio: Os Ravnos são nómades por natureza; até mesmo suas crianças orientais sentem a vontade de viajar de tempos em tempos. Os membros do clã normalmente viajam em furgões ou jipes, abrigandose onde quer que possam. Aqueles com parentesco mortal, particularmente os Ciganos, frequentemente permanecem algum tempo com suas famílias. Mas quando os Membros locais se tomam muito curiosos, os Ravnos colocam novamente o pé na estrada.</p>
<p style="text-align:center;">Antecedentes: Estes vampiros nómades Abraçam poucas crianças, apesar do aumento do rebanho da humanidade. Os mais jovens Ravnos, contudo, são bastante indiscriminados ao gerar suas crianças e a última geração tem visto Ravnos de todas as culturas e etnias. Os Ravnos neófitos sem sangue indiano ou cigano normalmente demonstram uma imensa facilidade em levar vidas desregradas, cheias de troças e descaminhos.</p>
<p style="text-align:center;">Criação de Personagens: Os Ravnos normalmente possuem conceitos nómades e seus Comportamentos podem mudar conforme a situação em que se encontram. Eles preferem os Atributos Sociais, assim como os Talentos. Muitos deles têm altos níveis de Recursos, seja na forma de tesouros ancestrais ou do acúmulo de montes de objetos de arte e mercadorias roubadas.</p>
<p style="text-align:center;">Disciplinas do Clã: Anímalismo, Quimerismo, Fortitude</p>
<p style="text-align:center;">Fraquezas: Os Ravnos cederam aos seus vícios particulares na mesma medida em que se devotaram a eles. Cada Ravnos tem uma fraqueza por algum tipo de truque, travessura ou farsa, seja ela o jogo, a mentira, o roubo, a chantagem ou até mesmo assassinatos inteligentemente planejados. Quando a oportunidade de ceder a seus vícios surgir, os Ravnos têm que fazer uma jogada de Autocontrole (dificuldade 6) ou sucumbir à sua compulsão.</p>
<p style="text-align:center;">Organização: A maioria dos Ravnos não confia em ninguém, nem mesmo em seus próprios companheiros de clã, mas trabalham juntos quando necessário para realizar uma trapaça, roubo ou enfrentar um inimigo estrangeiro. Eles frequentemente fazem juras grandiosas de lealdade uns aos outros, apesar de nenhuma das partes esperar muito dos votos realizados. Os recentemente despertos anciões do clã, contudo, estão começando a contatar os Ravnos de vários continentes. Apesar da estrutura tipicamente caótica do clã ainda não ter sofrido mudanças concretas, pode ser somente uma questão de tempo antes da vontade dos Anciões se manifestar através dos jovens Ravnos.</p>
<p style="text-align:center;">Linhagens: Os Ravnos são divididos em linhagens familiares, imitando a linhagem familiar de seus parentes ciganos. Entre suas famílias estão os Phuri Dae, que frequentemente se concentram em Auspícios ao invés de Fortitude; os Urmen,-que clamam possuir o mais antigo dos sangues e se centram primariamente em Quimerismo; e os Vritra e Kalderash, que supostamente mantêm<br />
pactos sombrios com os imortais Cataianos.</p>
<p style="text-align:center;">Mote: Se eu tivesse roubado o sol, eu não o teria dado aos humanos para mante-los quentes. Eu. o teria afundado no oceano e começaria a comprar a alma dos mortais, vendendo fogo para eles.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Suspeita]]></title>
<link>http://chadecerebro.wordpress.com/2008/08/22/a-suspeita/</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 18:46:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>alanlupatini</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Do ônibus fui direto à Praça da Matriz. Aquele cheiro é único. Lembra a minha infância, tempo onde ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Do ônibus fui direto à Praça da Matriz. Aquele cheiro é único. Lembra a minha infância, tempo onde brinquei muito ali. Não sei descrever esse cheiro, mas provavelmente é umidade com plantas e urina de cães e humanos. Outra coisa usual era a escuridão da praça à noite. Tem ar de coisa proibida, de tráfico de drogas e assaltos. Nunca comprei drogas na vida ou fui assaltado ali, mas me ensinaram que lugares como aquele eram perigosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Fui diretamente a uma estátua de metal. Suspeitava completar meu objetivo ali. Olhei em torno dela. Nada. Olhei o vão que ela tem e não vi nada, mas a escuridão não me permitiu ver o interior todo. Tentei usar a luz do celular, mas não foi suficiente. Venci meu medo de encontrar um mendigo ou um rato raivoso e meti a cabeça no vão. Descuidado, bati-a contra a perna da estátua e me machuquei. Sobrevivi para perceber que ali dentro estava apenas um saco plástico vazio e uma poça d’água.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Não desisti; dei umas voltas pelos canteiros atento a algo provavelmente escondido sob as folhagens. Nada – mesmo se tivesse algo ali, provavelmente não veria por causa da penumbra. Andando pela praça acabei visualizando o monumento, minha segunda maior suspeita.<span>  </span>Caminhei na sua volta até que vi um “X” pintado em branco. Pensei que minha suspeita estava correta: meu objetivo só poderia estar ali. Subi o monumento e não vi nada. Dei mais umas duas voltas nele e desisti; alguém já deveria ter pegado a caixa que procurava. Dentro dela estava o meu objetivo real: um papel que diria para onde eu deveria ligar e informar um código que me daria uma câmera digital grátis.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Voltava pra casa quando um policial me barrou. Perguntou o que eu fazia ali. Rapidamente disse “nada”. Burrice. Todos os suspeitos culpados devem dizer isso também quando são indagados. O policial me revistou sem perguntar. Só perguntou para ver a minha mochila. Novamente quis saber o que eu fazia ali. Dessa vez tinha que convencê-lo. Expliquei o que procurava. Nessa hora deixei de ser suspeito. Ele disse em seguida que viu pessoas andando pelos canteiros procurando coisas, provavelmente também participavam da promoção <a href="http://www.encontreox.com.br/index.php" target="_blank">Encontre o X</a>. Disse-me também que eu podia continuar. “Muito obrigado”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Dei mais umas voltas na praça, fui à Catedral Metropolitana e nada. Alguém certamente foi mais veloz que eu e provavelmente não sentiu a desagradável sensação de ser suspeito. Todavia não posso culpar o policial. Um jovem usando roupas alternativas em tons de cinza, com cabelo rebelde e usando mochila mais rebelde ainda é muito suspeito, ainda mais dando voltas numa praça à noite.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[dia 29 - Alicia Keys e afins]]></title>
<link>http://mundopublico.wordpress.com/2008/03/20/dia-29-alicia-keys-e-afins/</link>
<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 23:17:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Jorge Carvalho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conclusão: 3 músicas é muito pouco tempo para fotografar um concerto, principalmente quando as 3 pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Conclusão: 3 músicas é muito pouco tempo para fotografar um concerto, principalmente quando as 3 primeiras músicas equivalem a 5 minutos.  Está ainda um gajo hipnotizado pela Alicia e a pensar em sacar da grande-angular e da máquina de filme quando, de repente, uma mão nos toca no ombro e diz: &#8220;Acabou-se o tempo&#8221;. Ora f*#$!-se!</p>
<p>Queixas à parte, foi muito fixe. Depois de fotografar, vi o resto do concerto da plateia e diga-se de passagem que foi porreirito mas só foi mesmo bom na recta final, que foi quando ela cantou as que eu gostava: &#8220;Fallin&#8217;&#8221;, &#8220;Karma&#8221; e &#8220;No One&#8221;. Valeu a pena a espera e até ver várias <i>pitas</i> à minha volta a desmaiar, a sentirem-se mal e inclusivé a serem levadas em braços e de cadeiras de rodas pelos bombeiros.</p>
<p>Ontem, no Pavilhão Atlântico.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31b.jpg" alt="blog31b.jpg" /></div>
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<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31d.jpg" alt="blog31d.jpg" /></div>
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<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31f.jpg" alt="blog31f.jpg" /></div>
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<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31g.jpg" alt="blog31g.jpg" /></div>
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<div style="text-align:center;"></div>
<p>Hoje houve uma vigília contra a extinção das raças de cães perigosas e pouco mais.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31h.jpg" alt="blog31h.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
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<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31i.jpg" alt="blog31i.jpg" /></div>
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<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://mundopublico.wordpress.com/files/2008/03/blog31j.jpg" alt="blog31j.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p>Amanhã  é feriado&#8230; para alguns. Fotografa-se uma coisa &#8220;engraçada&#8221; amanhã de manhã.</p>
<p>Comam muitas coelhinhas..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tolerância zero para cães perigosos]]></title>
<link>http://denuncianimal.wordpress.com/2008/03/04/tolerancia-zero-para-caes-potencialmente-perigosos/</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 00:25:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>adolfus</dc:creator>
<guid>http://denuncianimal.wordpress.com/2008/03/04/tolerancia-zero-para-caes-potencialmente-perigosos/</guid>
<description><![CDATA[O Município de Beja vai iniciar uma autêntica perseguição aos chamados “animais potencialmente perig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://denuncianimal.wordpress.com/files/2008/03/op-bishcolor-12-12-c.jpg" alt="op-bishcolor-12-12-c.jpg" height="319" width="462" /></p>
<div align="justify">O Município de Beja vai iniciar uma autêntica perseguição aos chamados “animais potencialmente perigosos,” falando mesmo em “tolerância zero”… Em Setúbal, irão adoptar medidas semelhantes, e em Santarém&#8230; chegam a cair no ridículo. De entre outras medidas, vão promover o visionamento de um filme em escolas ensinando às crianças que, se ajudarem um animal na rua, nomeadamente alimentando-o, mesmo que seja apenas um cachorro, esse animal irá depois crescer, tornar-se perigoso e poderá atacá-las. É lamentável que as próximas gerações continuem a ser educadas com tamanha ignorância, criando uma fobia generalizada em relação a estes e outros animais. Deixamos um recado às autoridades de Santarém: talvez seja melhor considerarem em deixar de dar comida também às crianças, porque elas crescem e podem tornar-se em potenciais assassinos, ladrões, violadores, e sabe-se lá que mais&#8230; Não descuramos do facto de que existem casos de ataques de cães a pessoas, causando-lhes ofensas à integridade física graves, mas também convém não esquecer que existem milhares destes animais que trabalham em prol do bem-estar humano. Estas raças de cães potencialmente perigosas, como é o caso dos Pit Bulls ou Rotweillers, trabalham como tantas outras raças, como cães polícia, ajudam pessoas com necessidades especiais, pessoas hospitalizadas, etc. Teremos nós o direito de os tratar todos como criminosos? O grande erro destes animais foi não saber escolher as suas amizades &#8211; querer ter logo como melhor amigo o Homem.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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