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	<title>pesquisa-academica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/pesquisa-academica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pesquisa-academica"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:39:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A interatividade como processo em elaboração (e debate!)]]></title>
<link>http://representantedoleitor.wordpress.com/2009/11/07/a-interatividade-como-processo-em-elaboracao-e-debate/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 23:40:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Professor</dc:creator>
<guid>http://representantedoleitor.wordpress.com/2009/11/07/a-interatividade-como-processo-em-elaboracao-e-debate/</guid>
<description><![CDATA[Em função de reprogramação na agenda das apresentações do VII Encontro Paranaense de Pesquisa em Jor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Em função de reprogramação na agenda das apresentações do VII Encontro Paranaense de Pesquisa em Jornalismo e da necessidade de coordenar uma mesa de discussões, não consegui atualizar os comentários ontem. Em compensação, houve oportunidade de maior acompanhamento das pesquisas e mapeamento de discussões afins à proposta do Portal Comunitário. Listo alguns pontos de interesse.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">1 &#8211; A apresentação da professora Cintia Xavier sobre o próprio Portal, como uma das coordenadoras deste projeto de extensão, destacou procedimentos para melhorar a interatividade com os interlocutores &#8211; que podemos aí traduzir por internautas, comunidades, entidades e produtores de informação. Um dos aspectos destacados foi a implementação de &#8216;processos web&#8217;, como as galerias de foto. A professora informou que futuramente a ideia é que os leitores possam publicar também suas fotos. Outra iniciativa em discussão é a formação de agentes comunitários de comunicação, capazes de melhorar as trocas entre Portal e comunidades. Interessante a percepção de que a interatividade não pode se restringir a comentários de leitores, da mesma maneira que não é uma característica inata ou presente em função da tecnologia, mas depende de acionamentos e usos específicos. Em suma, existem processos outros de retorno sobre a produção, estimulados, evidentemente, por ações (direcionadas) dos produtores e do formato (como a narrativa ou a estrutura das reportagens).</p>
<p style="text-align:justify;">2 &#8211; Outro produto de mídia digital feito em Ponta Grossa que teve a experiência de criação e desenvolvimento relatada foi o site <a href="http://www.netesporteclube.com.br/" target="_blank">Net Esporte Clube</a>, que atua desde o início do ano. Uma das preocupações era como utilizar os dados e indicadores de acesso para uma aproximação do cardápio informativo (ritmo de atualizações, recursos, temas, abrangência) às demandas da área desportiva e do público leitor.</p>
<p style="text-align:justify;">3 - Ainda na área de jornalismo digital, foram apresentadas pesquisas que estudam ou pretendem investigar as características dos blogs da Gazeta do Povo (e a capacidade do usuário contribuir com a informação), as interferências da digitalização nas orientações produtivas de TV e os níveis de participação na web 2.0.</p>
<p style="text-align:justify;">4 - Foi, no entanto, o relato de uma proposta de pesquisa em outra área, a de Folkcomunicação, que permitiu traçar paralelos instigantes com o Portal. O estudo, ainda em fase inicial, pretende catalogar manifestações e expressões simbólicas da cultura popular nos Campos Gerais, nos termos da folkcomunicação de Luiz Beltrão. Certamente não é um fenômeno completamente estranho  aos olhos dos repórteres quando botam o pé na rua, vão aos bairros, pegam ônibus e conversam com um bocado de gente. No entanto, essas expressões verbais/comportamentais/comunicacionais típicas da cultura popular nem sempre ganham o estatuto de pauta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portal no Encontro Paranaense de Pesquisa em Jornalismo]]></title>
<link>http://representantedoleitor.wordpress.com/2009/11/06/portal-no-encontro-paranaense-de-pesquisa-em-jornalismo/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:42:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Professor</dc:creator>
<guid>http://representantedoleitor.wordpress.com/2009/11/06/portal-no-encontro-paranaense-de-pesquisa-em-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[O Portal Comunitário entra em discussão ao longo do dia aqui na Cesumar, em Maringá, no VII Encontro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O Portal Comunitário entra em discussão ao longo do dia aqui na Cesumar, em Maringá, no VII Encontro Paranaense de Pesquisa em Jornalismo. A ideia de registrar a proposta e os desafios do projeto em artigos permite ampliar o leque de interlocutores e de eventuais colaborações, no mínimo, para seu aperfeiçoamento.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Cabe ressaltar, portanto, a iniciativa de estudantes e professores nesse sentido. Principalmente porque os modelos de jornalismo na web dependem, fortemente, das categorias e dos conhecimentos gerados a partir de experimentos. O ombudsman faz novas atualizações durante o dia, diretamente do evento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Solicitação de cópias à distância]]></title>
<link>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/21/solicitacao-de-copias-a-distancia/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 01:29:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliofflch</dc:creator>
<guid>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/21/solicitacao-de-copias-a-distancia/</guid>
<description><![CDATA[Pesquisadores e estudantes que precisam de materiais bibliográficos para a elaboração de um trabalho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pesquisadores e estudantes que precisam de materiais bibliográficos para a elaboração de um trabalho acadêmico provavelmente já se depararam com este obstáculo: o acesso ao documento. Muitas vezes você encontra uma referência a uma tese ou artigo que se encaixaria perfeitamente no seu projeto, mas percebe que o material não está digitalizado e, o que é pior, está numa instituição a centenas de quilômetros de onde você está. Se você não tiver disponibilidade de tempo ou dinheiro para pagar pela passagem de ida e volta, provavelmente irá desistir daquele item tão importante para a sua pesquisa&#8230;</p>
<p>Para estas pessoas, existe um serviço disponível na maior parte das bibliotecas universitárias do Brasil: o Programa de Comutação Bibliográfica, mais comumente chamado de<a href="http://comut.ibict.br/comut/do/locale?op=changeLocaleToPortuguese" target="_blank"> <strong>Comut</strong></a>. O Comut é um programa coordenado pelo Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia (IBICT), e tem o objetivo de facilitar a troca de documentos bibliográficos entre as bibliotecas cadastradas. Por ele você pode pedir cópias de artigos, trabalhos de evento, trechos de livro e até mesmo o texto integral de dissertações e teses ainda não disponíveis em meio digital.</p>
<p>Para fazer uso deste serviço, você não precisa nem mesmo estar cadastrado numa biblioteca: basta fazer seu registro no site <a href="http://">http://comut.ibict.br/comut/do/locale?op=changeLocaleToPortuguese</a> escolhendo a opção &#8220;Pessoa Física&#8221;. Depois é só preencher seus dados pessoais e fazer a solicitação do item desejado, indicando a biblioteca onde está localizado o material (você pode consultar quais bibliotecas fazem parte do sistema no link acima) e o intervalo de páginas que lhe interessa.</p>
<p>Para concluir a solicitação, você precisa também adquirir alguns bônus, que  são a forma de pagamento do serviço. Cada bônus custa R$1,82 para pessoas físicas (R$2,20 para pessoa jurídica), e o dinheiro  é administrado diretamente pelo sistema, sem interferência alguma das bibliotecas ou do serviço de correio. Para adquirir bônus, você pode usar um cartão de crédito ou pagamento em boleto bancário.</p>
<p>A grande vantagem deste serviço, no entanto, não está no preço, mas na facilidade de acesso: é possível solicitar documentos de qualquer ponto do Brasil ou mesmo do exterior, no conforto do seu lar ou a partir da biblioteca em que você está cadastrado. Talvez agora acesso já não seja um obstáculo tão grande à sua pesquisa&#8230;</p>
<p><strong>Obs: </strong>se você for cadastrado em nossa biblioteca e tiver dúvidas sobre onde localizar determinado material, nós podemos fazer a solicitação por você (os custos são os mesmos já informados acima). No entanto, para facilitar o pedido, faça seu registro no Comut, mesmo que pretenda fazer sua solicitação pela biblioteca.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cientistas em rede: compartilhando informação acadêmica]]></title>
<link>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/13/cientistas-em-rede-compartilhando-informacao-academica/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 14:04:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliofflch</dc:creator>
<guid>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/13/cientistas-em-rede-compartilhando-informacao-academica/</guid>
<description><![CDATA[É possível combinar as características das redes sociais da Internet, como Orkut e Facebook, com pes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É possível combinar as características das redes sociais da Internet, como Orkut e Facebook, com pesquisa científica? Alguns programas vem provando que sim.</p>
<p>Embora as redes científicas não sejam uma coisa nova (termos como <em>gatekeepers </em>ou &#8220;colégios invisíveis&#8221; já fazem parte da literatura sobre comunicação científica há bastante tempo), o fato de existirem sites específicos para o compartilhamento de informação acadêmica aponta para uma tentativa de reforçar os laços de cooperação entre pares. Por meio desses sites, os próprios autores podem divulgar seus trabalhos, inclusive os que ainda não passaram pelo longo processo de aprovação de um periódico científico. Também significa que algumas editoras acadêmicas encontraram nessas redes um caminho para divulgar seus próprios serviços.</p>
<p>É o caso, por exemplo, da <a href="http://ssrn.com/" target="_blank"><strong>Social Science Research Network</strong></a>. O site é administrado pela Social Science Eletronic Publishing, Inc., e tem como objetivo encorajar os leitores a compartilhar informações diretamente com outros usuários que tenham tópicos de pesquisa semelhantes. A rede é focada na área de Ciências Sociais, e por meio dela autores podem divulgar seus artigos, optando por postar os resumos de seus trabalhos (atualmente o banco de resumos possui cerca de 250.100 registros) ou mesmo incluir o trabalho completo na biblioteca eletrônica da rede (já são cerca de 206.000).</p>
<p>O princípio de compartilhamento também fica claro em redes como a <a href="http://www.sermo.com/" target="_blank"><strong>Sermo</strong></a>, voltada para a área médica. Trata-se de uma rede direcionada não apenas a dividir informação acadêmica, como também divulgar outras informações relevantes a profissionais da área, como oportunidades de trabalho, dados sobre remédios e legislação médica. A ferramenta mistura elementos de blogs (é possível fazer postagens relacionadas a diversos assuntos da área médica) e microblogs, já que também é possível acompanhar postagens em tempo real.</p>
<p>Há também outras redes interessantes e de domínio geral. Uma delas é a <strong><a href="https://www.researchgate.net/" target="_blank">Research Gate Scientific Network</a></strong>, que permite a conexão com colegas de pesquisa, possibilitando ao pesquisador criar sua própria rede. Também permite ferramentas de colaboração, como postagens sobre um determinado tópico e comentários sobre artigos. De acordo com a própria rede, a intenção é divulgar informação científica tendo como princípio a &#8220;Ciência 2.0&#8243;, uma junção da comunicação científica tradicional com ferramentas de Web 2.0 como blogs e outras redes sociais.</p>
<p>A <strong><a href="http://network.nature.com/" target="_blank">NatureNetwork</a></strong> (o nome indica tratar-se de uma rede administrada pela revista Nature) e a <strong><a href="http://www.citeulike.org/" target="_blank">CiteULike</a></strong> (patrocinada pela editora Springer) também se baseiam no mesmo princípio: conectar-se com outros pesquisadores, discutir tópicos comuns de pesquisa, explorar o que já foi publicado ou está prestes a ser divulgado e fazer pesquisas sobre assuntos de interesse, formando uma biblioteca particular que pode ser compartilhada com outros usuários.</p>
<p>Mais do que sites de compartilhamento, portanto, as redes científicas também possibilitam formas alternativas de buscar material bibliográfico interessante, já previamente avaliado por aqueles que investigam assuntos relacionados. Colaborar, afinal, tornou-se a principal forma de construir conhecimento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parque tecnológico pode contribuir com o desenvolvimento ]]></title>
<link>http://socialiris.wordpress.com/2009/09/22/parque-tecnologico-pode-contribuir-com-o-desenvolvimento/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:09:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Instituto Social Íris</dc:creator>
<guid>http://socialiris.wordpress.com/2009/09/22/parque-tecnologico-pode-contribuir-com-o-desenvolvimento/</guid>
<description><![CDATA[Em audiência, especialistas apontam a importância de iniciativas que articulem empreendimentos empre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em audiência, especialistas apontam a importância de iniciativas que articulem empreendimentos empre]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Metodologia da pesquisa para TCC / Fapa]]></title>
<link>http://cicloacademico.com/2009/09/02/metodologia-da-pesquisa-para-tcc-fapa/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:46:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Scherer</dc:creator>
<guid>http://cicloacademico.com/2009/09/02/metodologia-da-pesquisa-para-tcc-fapa/</guid>
<description><![CDATA[Metodologia da pesquisa para TCC / Fapa Profº Me Victor Gomes &#8211; FAPA Orientar os alunos para f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Metodologia da pesquisa para TCC / Fapa</strong></p>
<p>Profº Me Victor Gomes &#8211; FAPA</p>
<p>Orientar os alunos para formatação de Pré-Projeto e TCC dentro das normas e<br />
metodologia de pesquisa adequadas.</p>
<p>Curso de Extensão<br />
Curso: Administração Luis Carlos Schenider<br />
Inscrição<br />
Período: 15 de junho de<br />
2009 a 18 de setembro de<br />
2009 Local: Prédio 4, Protocolo da FAPA.<br />
Horário: 14h as 17h<br />
18h as 21h30mim<br />
Cronograma<br />
Dia<br />
26/09 Estrutura do projeto de pesquisa e do trabalho de conclusão, formulação do problema de<br />
investigação.<br />
Profº Me Victor Gomes &#8211; FAPA<br />
03/10 Fundamentos teóricos e metodológicos da análise, e formalização do texto científico<br />
(aspectos das Normas da ABNT)</p>
<p>Mais infos:<br />
E-mail: extensao@fapa.com.br                         Telefone: (51) 3382.82.82<br />
FACULDADE PORTO-ALEGRENSE<br />
Av. Manoel Elias, 2001 – Morro Santana &#8211; CEP 91240-261 &#8211; Porto Alegre &#8211; RS</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando ela some, está aprontando alguma...]]></title>
<link>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/08/24/quando-ela-some-esta-aprontando-alguma/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:53:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/08/24/quando-ela-some-esta-aprontando-alguma/</guid>
<description><![CDATA[Queridos amigos, o sumiço dos últimos dias justifica-se em nome de ampliar meus conhecimentos e assi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Queridos amigos, o sumiço dos últimos dias justifica-se em nome de ampliar meus conhecimentos e assi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monografia, como fazer?]]></title>
<link>http://respirefisio.wordpress.com/2009/07/02/monografia-como-faco/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 10:41:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>belfisio</dc:creator>
<guid>http://respirefisio.wordpress.com/2009/07/02/monografia-como-faco/</guid>
<description><![CDATA[  Dúvidas de como elaborar o Trabalho de conclusão de curso? As normas da ABNT estão te fazendo arra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Dúvidas de como elaborar o Trabalho de conclusão de curso? As normas da ABNT estão te fazendo arra]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Função de produção]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/01/funcao-de-producao/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 09:30:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/01/funcao-de-producao/</guid>
<description><![CDATA[Dois artigos aceitos para congressos. Um nacional, outro no exterior. Lá vamos nós&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dois artigos aceitos para congressos. Um nacional, outro no exterior. Lá vamos nós&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iniciando...]]></title>
<link>http://gpeeufrj.wordpress.com/2009/06/28/iniciando/</link>
<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 21:25:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>gpeeufrj</dc:creator>
<guid>http://gpeeufrj.wordpress.com/2009/06/28/iniciando/</guid>
<description><![CDATA[Apresentação O Grupo de Pesquisa sobre Ética na Educação (GPEE) foi fundado em 2003 por professores ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Apresentação</p>
<p>O Grupo de Pesquisa sobre Ética na Educação (GPEE) foi fundado em 2003 por professores pesquisadores da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e se acha registrado no Diretório dos Grupos de pesquisa do CNPq.</p>
<p>Na medida em que um grupo de pesquisas é um espaço plural caracterizado pela livre circulação de idéias, nossos trabalhos investigativos se desenvolvem a partir de abordagens teórico-metodológicas diferenciadas que buscam somar e não dividir esforços no sentido de pensar e oferecer alternativas para enfrentar os desafios éticos da atualidade. Nessa perspectiva, três grandes referenciais balizam nossas pesquisas.</p>
<p>Os estudos desenvolvidos pelo professor Renato José de Oliveira, coordenador do grupo, têm como suporte a Teoria da argumentação ou Nova retórica desenvolvida na metade do século passado por Chaim Perelman e Lucie Olbrechts-Tyteca. Esta possibilitou renovar a visão acerca da questões argumentativo-teóricas, passando o discurso a ter outra importância no pensamento filosófico. A retórica &#8211; antes tratada como lógica de segunda categoria ou linguagem charlatã &#8211; passa a ser vista como negociação de distâncias entre sujeitos que apresentam argumentos e razões. Em vista disso, deixa de ser vista somente como disputa entre interlocutores. Quem fala ou escreve (orador) apresenta teses a um auditório que as recebe e avalia.</p>
<p>Na obra intitulada Tratado da Argumentação, Perelman e Olbrechts-Tyteca, inauguraram essa nova perspectiva acerca da retórica, nela aparecendo tipificações de argumentos, figuras de linguagem (que passam a ser vistas como elementos argumentativos e não somente como apetrechos estilísticos), lugares (topoi) que se caracterizam como premissas de ordem geral que fundamentam os diferentes argumentos e demais elementos cruciais para a análise de qualquer discurso. Os autores, por sua vez, se colocaram como defensores de uma ética construída e mantida pela negociação entre indivíduos em um determinado contexto, uma ética argumentativa.</p>
<p>O professor Renato investigou a influência dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) sobre o tratamento dado à ética por projetos político-pedagógicos de escolas de Ensino Fundamental situadas no município do Rio de Janeiro e, atualmente, investiga que valores éticos/morais estão presentes na visão de mundo de alunos das séries terminais do Ensino Fundamental, tendo também como referência escolas localizadas na mesma cidade.</p>
<p>A professora Maria Judith Sucupira da Costa Lins, vice-coordenadora do grupo, trabalha a partir das contribuições de Alasdair McIntyre, filósofo escocês radicado nos Estados Unidos que desenvolve pesquisas sobre a ética ligada à filosofia e à sociologia, com origem nos estudos de Aristóteles, mas construindo uma teoria original. Preocupado com o fazer filosófico inserido no contexto social, MacIntyre denuncia a desordem moral existente nas sociedades e analisa as possíveis causas que teriam sua raiz no Emotivismo. Suas pesquisas apontam para as virtudes como possibilidade da vivência ética. A publicação de sua obra “Depois da Virtude” (1981) foi considerada um divisor de águas nos estudos sobre ética e moral. MacIntyre discute as principais idéias ao longo da história da ética procurando entender a contribuição de cada uma das grandes teorias e os principais motivos do fracasso destes modelos.</p>
<p>As pesquisas desenvolvidas pela professora Maria Judith são diretamente voltadas para a educação nas instituições escolares e tiveram como público alvo os professores de ensino médio que trabalham na formação de professores das primeiras séries do Ensino Fundamental, a indagação sobre a maturidade ética de adolescentes e a comparação de diferentes experiências curriculares nas primeiras séries do Ensino Fundamental.</p>
<p>Buscando compreender as relações entre ética e estética, a Professora Monique Andries Nogueira, chefe do Departamento de Didática da Faculdade de Educação da UFRJ, desenvolve suas pesquisas com base em Theodor W. Adorno. Para este pensador, que foi exilado nos Estados Unidos, a indústria cultural encarnava uma ideologia de massificação, de “standardização” da população, ditando seus gostos. O próprio gosto, aliás, deixaria de ser algo construído a partir da absorção do produto cultural pelo indivíduo, algo internalizado primeiramente, para se tornar algo coletivo e exterior, movendo a massa para direções pré-estabelecidas e convertendo-a em verdadeira &#8220;massa de modelar&#8221;, além de promover a comercialização exacerbada da arte, deixando-a vazia esteticamente. A música da atualidade ou a música de sucesso era para Adorno o maior exemplo desse vazio estético, configurando-se em mercadoria a ser vendida/consumida como um enlatado.</p>
<p>A crítica de Adorno mostra, portanto, como a indústria cultural &#8220;aluga&#8221; a felicidade do infeliz homem moderno, a felicidade fugaz que necessita apenas de casca e não de recheio. O filósofo aponta, ainda, o próprio esvaziamento do termo estética, o qual passa a ser mais utilizado como sinônimo de beleza superficial, como roupagem das produções e não mais como o conjunto desde a criação à exposição da cultura, da arte.</p>
<p>A professora Daniela Patti do Amaral, vinculada ao Departamento de Administração Educacional da Faculdade de Educação da UFRJ, investiga questões ligadas à formação de professores e aos projetos de lei, apresentados por parlamentares no âmbito do Congresso Nacional, que versem sobre ética, cidadania e ensino religioso na educação escolar. Suas análises também têm como referência teórico-metodológica a Teoria da Argumentação de Perelman e Olbrechts-Tyteca.</p>
<p>Os demais membros do grupo são alunos do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UFRJ, egressos dele ou pesquisadores convidados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TWITTER CHARTS]]></title>
<link>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/06/11/twitter-charts/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 18:04:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiguportfolio</dc:creator>
<guid>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/06/11/twitter-charts/</guid>
<description><![CDATA[O Twitter Charts é uma ferramenta para mapemaneto do Twitter.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/06/twitter_chats.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-728" title="twitter_chats" src="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/06/twitter_chats.png" alt="twitter_chats" width="450" height="281" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.xefer.com/twitter/" target="_blank">Twitter Charts</a> é uma ferramenta para mapemaneto do Twitter.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TWITTER (Links)]]></title>
<link>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/06/11/twitter-links/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 13:33:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiguportfolio</dc:creator>
<guid>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/06/11/twitter-links/</guid>
<description><![CDATA[Alguns links de referências para o estudo do Twitter e das Redes Sociais na Internet: http://www.net]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/06/twitter2.jpg"><img class="size-full wp-image-714 aligncenter" title="twitter" src="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/06/twitter2.jpg" alt="twitter" width="167" height="44" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Alguns links de referências para o estudo do Twitter e das Redes Sociais na Internet:</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.netlingo.com/dictionary/s.php" target="_blank">http://www.netlingo.com/dictionary/s.php</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html" target="_blank">http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.htm</a>l</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.compos.org.br/data/biblioteca_1016.pdf" target="_blank">http://www.compos.org.br/data/biblioteca_1016.pdf</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://ebiquity.umbc.edu/_file_directory_/papers/369.pdf" target="_blank">http://ebiquity.umbc.edu/_file_directory_/papers/369.pdf</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://ella.slis.indiana.edu/~herring/honeycutt.herring.2009.pdf" target="_blank">http://ella.slis.indiana.edu/~herring/honeycutt.herring.2009.pdf</a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que a língua inglesa é importante?]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/04/20/por-que-a-lingua-inglesa-e-importante/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 12:32:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/04/20/por-que-a-lingua-inglesa-e-importante/</guid>
<description><![CDATA[Muitos alunos reclamam da dificuldade de se ler em inglês. Pois bem, uma língua estrangeira é simple]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Muitos alunos reclamam da dificuldade de se ler em inglês. Pois bem, uma língua estrangeira é simplesmente uma língua. Contudo, veja só esta minha breve história. Há um minuto atrás estava lendo o excelente &#8220;Uma Senhora Toma Chá&#8230;&#8221; que já citei aqui <a href="http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/02/24/uma-senhora-toma-cha/">antes</a>. Deparei-me com o famoso Kolmogorov (famoso para qualquer um que já tenha sofrido com um estudo intermediário de Estatística). Resolvi ler um pouco sobre o famoso gênio russo. </p>
<p>O que você faria? Provavelmente o que eu fiz: foi à Wikipedia. Agora, veja a diferença de qualidade e quantidade nos verbetes em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrei_Nikolaevich_Kolmogorov">português</a> e em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andrey_Kolmogorov">inglês</a>. Em qual deles você aprende mais?</p>
<p>Obviamente, o problema não é só da língua. O problema é a falta de leitura (e a falta de livros em nossa língua) dos brasileiros e correligionários lusitanos de todos os continentes em relação a um simples americano médio. Por isto minhas buscas por material útil para ampliar meu conhecimento geralmente converge para os <em>sites</em> de língua inglesa. </p>
<p>Não se trata, como dizem alguns parvos, de <em>imperialismo. </em>É pura questão de prática: ou eu aprendo menos e fico estagnado, ou aprendo mais e me desenvolvo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA["Brasileiro é tudo burro mesmo" ou "Como educar?"]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/03/23/brasileiro-e-tudo-burro-mesmo-ou-como-educar/</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 13:08:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[O capital humano anda mal apreendido no Brasil. Em outra matéria, só para assinantes, você ainda pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/03/23/ger-1.93.7.20080323.1.1.xml" target="_blank">O capital humano</a> anda mal apreendido no Brasil. Em outra matéria, só para assinantes, você ainda poderia ler que os nossos iluminados especialistas em educação não gostavam de avaliações objetivas &#8211; dos resultados de suas próprias propostas &#8211; embora achassem bacana as escolas terem que cumprir critérios objetivos.</p>
<p>A discussão sobre isto não deveria parar aqui. Aliás, eu ainda gostaria de ver uma avaliação imparcial do sistema de ensino brasileiro. Não que eu ache o trabalho de gente muito boa suspeito, mas é difícil acreditar que um pesquisador que recebe uma bolsa do governo avaliará de maneira ruim uma política do mesmo governo. É como naquela história do pesquisador que vê um gráfico (de alguma variável resultante de políticas do governo) no tempo em evolução crescente durante mil anos. Aí no último ano, a variável estaciona ou cai um pouco e o pesquisador diz que mudou a tendência da série porque&#8230;ele foi pago pelo governo.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Associação Brasileira de Orientação Profissional]]></title>
<link>http://andremeller.wordpress.com/2008/03/09/associacao-brasileira-de-orientacao-profissional/</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 19:05:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Meller</dc:creator>
<guid>http://andremeller.wordpress.com/2008/03/09/associacao-brasileira-de-orientacao-profissional/</guid>
<description><![CDATA[Para quem trabalha ou pesquisa o tema da orientação profissional, esse site tem informações gerais, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para quem trabalha ou pesquisa o tema da orientação profissional, <a href="http://www.abopbrasil.org.br/" title="Associação Brasileira de Orientação Profissional" target="_blank">esse site</a> tem informações gerais, textos científicos, divulgação de eventos etc. A ABOP (Associação Brasileira de Oriemtação Profissional) reune profissionais envolvidos nessa temática. No site também há como localizar orientadores profissionais em todas as regiões do Brasil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Economia da Morte: a organização industrial do mercado de funerais]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/10/25/economia-da-morte-a-organizacao-industrial-do-mercado-de-funerais/</link>
<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 12:20:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/10/25/economia-da-morte-a-organizacao-industrial-do-mercado-de-funerais/</guid>
<description><![CDATA[Dan Sutter tem um artigo interessante sobre o mercado de funerais nos EUA. Como funciona este mercad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dan Sutter tem um artigo interessante sobre o <a href="http://www.mercatus.org/repository/docLib/20060518_Dan_Sutter_Caskets_May_2006_FWPTW.pdf" target="_blank">mercado de funerais nos EUA</a>. Como funciona este mercado no Brasil? Eis aí uma pergunta que nunca vi respondida. Nunca vi um único estudante de Economia me questionar sobre isto. Qual é a estrutura de mercado do lado da oferta? E as regulações governamentais? Demanda?</p>
<p>Uma rápida olhada pelo IPCA no <a href="http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/listabl.asp?z=t&#38;o=1&#38;i=P&#38;c=2938" target="_blank">SIDRA</a> não me indicou uma única variável relacionada aos enterros. Por que? Alguém sabe onde se encontram dados a respeito? O máximo que achei foi <a href="http://www.funerariaonline.com.br/" target="_blank">isto</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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