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	<title>pesquisa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/pesquisa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pesquisa"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 12:12:08 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Cervejas brasileiras são todas muito parecidas]]></title>
<link>http://gastrossexual.wordpress.com/2009/12/16/cervejas-brasileiras-sao-todas-muito-parecidas/</link>
<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 01:52:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fábio Ricardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Calma, não sou eu quem está dizendo pois eu nunca falaria uma coisa dessas. Mas é um estudo/teste in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Calma, não sou eu quem está dizendo pois eu nunca falaria uma coisa dessas. Mas é um estudo/teste interessante feito pela <strong>Associação PRO TESTE de Consumidores</strong>. Na edição deste mês da revista que a associação envia ao associados (eu incluso), fizeram um teste com <strong>24 cervejas</strong> do tipo <em>Pilsen </em>e descobriram que elas são muito mais parecidas do que a gente pensa.</p>
<div><img src="http://www.nutricaoemfoco.com.br/NetManager/imagens/upload/cerveja.jpg" alt="Cervejas brasileiras: pode continuar bebendo a sua sem medo. O que vale é o gosto pessoal." width="355" height="214" /></div>
<p>De acordo com a revista, as cervejas em latinha foram mais bem recebidas pelos degustadores do que as long neck, o que me causou estranheza. Mas a impressão geral é de que “<em>as cervejas pilsen no mercado brasileiro são muito parecidas</em>“, sendo que foram analisados: Rotulagem, Espuma, Amargura, Riqueza dos ingredientes, Volume de ar, Sódio e Análise sensorial (degustação).</p>
<p>A marca que ficou em primeiro lugar na classificação geral foi a <strong>Heineken</strong>, seguida de perto pela Nova Schin e pela Bohemia. As piores posições ficaram com Itaipava e Crystal.</p>
<p>Ainda assim, as diferenças entre todas as concorrentes foram minúsculas. O engraçado é que a Heineken, apesar de ser a cerveja com melhores ingredientes de todas as testadas, é uma das que ficou pior posicionada na degustação, onde os entrevistados tomavam apenas a cerveja, sem saber a qual marca ela pertencia.</p>
<p>Mas a grande conclusão a que a pesquisa chega é que cada um pode seguir bebendo sua cerveja preferida sem medo. Nenhuma fere a qualidade esperada por elas. Cerveja, no Brasil, é mesmo uma questão de gosto.</p>
<p>Quem quiser conhecer mais da PRO TESTE, o site é <a title="PRO TESTE" href="http://www.proteste.org.br/" target="_blank">esse daqui.</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Microcinema [versão provisória disponibilizada]]]></title>
<link>http://bambozzi.wordpress.com/2009/12/12/microcinema/</link>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 16:09:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>bambozzi</dc:creator>
<guid>http://bambozzi.wordpress.com/2009/12/12/microcinema/</guid>
<description><![CDATA[Publico aqui, em caráter provisório, uma versão para download do projeto de livro Microcinema em for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Publico aqui, em caráter provisório, uma versão para download do projeto de livro Microcinema em for]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O argumento da linguagem privada nas Investigações Filosóficas]]></title>
<link>http://distropia.wordpress.com/2009/12/09/o-argumento-da-linguagem-privada-nas-investigacoes-filosoficas/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:06:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcosfanton</dc:creator>
<guid>http://distropia.wordpress.com/2009/12/09/o-argumento-da-linguagem-privada-nas-investigacoes-filosoficas/</guid>
<description><![CDATA[Marcos Fanton Uma das dificuldades que temos com os textos de Wittgenstein parece ser a de encontrar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><strong>Marcos Fanton</strong></p>
<p>Uma das dificuldades que temos com os textos de Wittgenstein parece ser a de encontrarmos um modo de acesso a seu modo de filosofar, uma vez que sua obra não oferece nenhuma introdução ou prolegômenos no sentido tradicional do termo. Pelo contrário, o filósofo austríaco constrói, na maioria de seus textos, <em>observações filosóficas </em>[<em>philosophischen Bemerkungen</em>], aforismos. Com esta preocupação, irei expor, em um primeiro momento, a concepção da filosofia de Wittgenstein, e, mesmo sendo de caráter bastante breve e geral, tal apresentação tem a intenção, principalmente, de esclarecer a linha de interpretação da filosofia de Wittgenstein que estou tomando. Após isso, analisarei o assim chamado “argumento da linguagem privada” (ALP).</p>
<p>[1] Nos diversos parágrafos das <em>Investigações Filosóficas, </em>podemos encontrar, basicamente, dois usos da palavra ‘filosofia’: [1] ‘filosofia’ significa a investigação da “essência da realidade” ou, também, da “incomparável essência da linguagem” (§89 e §97), que seria um conhecimento “mais profundo” do que o das ciências. Tal concepção de filosofia tem, evidentemente, um caráter pejorativo, uma vez que, para Wittgenstein, ela surge a partir da má-compreensão de nossa linguagem cotidiana, dando, nesse caso, uma importância maior (“sublime”) a determinadas palavras ou a algo supostamente extra-linguístico. Com isso, a filosofia procura elaborar uma fundamentação da linguagem ou do conhecimento em “super-conceitos” [<em>Überbegriffen</em><em><span style="font-style:normal;">]</span><span style="font-style:normal;"> ou a partir da experiência ou das sensações subjetivas (<em>sense-data</em>). [2] Como contraposição a este conceito, Wittgenstein formula um novo modo de filosofar, cuja “essência da investigação” trata de compreender algo que “já está diante de nossos olhos”, isto é, que já sempre compreendemos (§89). Filosofar, nesse novo sentido, significa uma investigação gramatical (§90), isto é, a descrição do uso que fazemos de nossa linguagem cotidiana, das expressões lingüísticas (§120 e 124). Assim, a filosofia de Wittgenstein adquire, basicamente, duas tarefas principais, que estão interconectadas: [1] uma “tarefa terapêutica”, na qual procuramos mostrar como determinados usos de expressões ou enunciados são aparentemente filosóficos e, na verdade, revelam-se sem sentido ou “metafísicos” (§116 e 464).  Portanto, aqui, a filosofia é comparada a uma terapia da linguagem, que pretende demonstrar que problemas filosóficos surgem da má-compreensão de nossa linguagem cotidiana (§109, 111). [2] uma “tarefa descritiva ou analítica”, que significaria a tentativa de tornar as expressões lingüísticas e os enunciados mais exatos a partir da clarificação dos seus diversos modos de uso e a partir de analogias e comparações com expressões <em>familiares</em>. O objetivo é, portanto, dar um panorama do atual funcionamento de nossa linguagem (ver Hacker-Backer: </span>Wittgenstein: An analytical comentary on the Philosophycal Investigantions: </em><em>meaning and understanding; </em>Hacker: <em>Wittgenstein&#8217;s place in the twentieth-century analytic philosophy; </em>Kenny: <em>Wittgenstein</em>).</p>
<p>[2] Feita esta breve introdução, gostaria de passar ao tópico do “argumento da linguagem privada”, que é considerado um dos mais discutidos das <em>Investigações filosóficas </em>e já recebeu uma quantidade enorme de interpretações, que diferem até mesmo sobre a exata localização do referido argumento. Como exemplo, temos Kripke e Fogelin, cuja tese inovadora defende que o ALP localiza-se já no §202 e antecedentes. No entanto, seguirei a interpretação de Kenny, Hacker-Backer e Tugendhat, que tomam o §243 e seguintes como o correto sobre o ALP. Como veremos, irei me ater mais à “tarefa terapêutica” de Wittgenstein do que à “tarefa analítica”.</p>
<p>No §243, Wittgenstein contrapõe dois tipos de linguagem: a primeira é um monólogo, em que partimos da constatação de que todo ser humano pode falar consigo mesmo e, com isso, pode realizar diversas práticas, como encorajar-se, dar-se ordens, obedecer, reclamar, etc. Isto, segundo Wittgenstein, é perfeitamente aceitável. Porém, pergunta Wittgenstein, a seguir: “poderíamos imaginar uma linguagem na qual a pessoa pudesse escrever ou dar expressão vocal à sua experiência interior para seu uso privado? Quer dizer, as palavras dessa linguagem poderiam se referir, exclusivamente, às sensações imediatas e privadas do falante, sem que outra pessoa pudesse compreender? Questiona-se, assim, a possibilidade de uma linguagem ostensiva privada.</p>
<p>No parágrafo seguinte (§244), o filósofo irá afirmar que a pergunta anterior (pela referência entre palavras e as sensações) é a mesma que a pergunta pelo modo como aprendemos o significado do nome de nossas próprias sensações. Com isso, Wittgenstein transforma uma questão tradicionalmente epistemológica, sobre o conhecimento de nossas sensações, em uma questão semântica, sobre o modo de uso das expressões lingüísticas de sensações (TUGENDHAT, <em>Autoconsciência e autodeterminação</em>).</p>
<p>A solução de Wittgenstein para tal questão é a seguinte: não aprendemos o nome das sensações a partir de uma analogia privada do treinamento do uso de outras palavras, por mera ostensão. Nós aprendemos novos comportamentos para nossas sensações. Wittgenstein dá o exemplo de uma criança que, ao chorar ou gritar de dor, é ensinada a substituir tais “expressões naturais” por expressões lingüísticas, como “Ai!”, “Ui!”, “Tenho dor de barriga.”, etc. Contudo, ele adverte: a expressão “Ui!” ou “tenho dor” não designa a sensação, isto é, não há nada “mais profundo” por trás de tais expressões. Elas são <em>novos comportamentos </em>de dor, isto é, elas <em>substituem </em>as “expressões naturais” (neste ponto, encontramos a diferença da noção behavorista). Portanto, é através do aprendizado que conectamos palavras às sensações, o que remeteria a um exercício do uso da palavra e, assim, à possibilidade de erros e acertos.</p>
<p>Para Anthony Kenny (<em>Wittgenstein</em>, Blackwell, 2006), o núcleo do ALP encontra-se no §258. Ali, Wittgenstein supõe a construção de um diário da ocorrência de determinada sensação. Para tanto, continua, devemos associar à sensação o sinal ‘S’ e escrevê-lo em um calendário toda vez que tivermos tal sensação. Aqui, porém, [i] o aprendizado ostensivo é proibido, já que não posso apontar para a sensação (não no sentido cotidiano de “apontar”) e [ii] a definição do sinal “S” não pode ser dada, já que este é o intuito da linguagem em questão. Assim, a definição de ‘S’ só pode ser formulada através da concentração de minha atenção: eu gravo em mim mesmo a conexão do sinal à sensação. Este processo tem como pretensão que eu me lembre corretamente de tal conexão. Para Kenny, tal argumento é frequentemente mal-interpretado pela assim chamada “interpretação ortodoxa”  que se dirigem, em defesa ou crítica, ao ceticismo sobre a memória. Wittegenstein – diz Kenny – não está argumentando: “Da próxima vez que eu chamar algo de ‘S’, como eu irei saber que isto é &#8216;S&#8217;?. Ele argumenta: “Da próxima vez que eu chamar ‘S’, como eu poderei saber o que eu <em>significo</em> por ‘S’? É o que o final do §258 nos diz: “Mas, no presente caso, eu não tenho critério de correção. Alguém gostaria de dizer: correto é aquilo que sempre me parece correto. E isto apenas significa que aqui não se pode falar de ‘correto’”. É aqui que Kenny argumenta contra as interpretações de Kripke e Fogelin, uma vez que nem mesmo <em>poderíamos </em>significar algo a partir da linguagem privada. Glock, no seu <em>Wittgenstein dictionary, </em>também aponta para a inconsistência da interpretação de Kripke: &#8220;Nos rascunhos originais, o §202 segue e pressupõe os §§243-315. Além disso, a discussão da linguagem privada §§243-315 não está preocupada com solilóquios que não comunicam sensações. Por fim, ela não se aplica somente a uma lição sobre seguir regras para sensações, mas tenta afastar má-compreensões gerais sobre a mente (estados mentais e processos) e suas relações com o comportamento&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, o problema da linguagem privada, para Kenny, é um problema de critérios, de justificação do uso de nossas expressões lingüísticas. E o §265 é decisivo para mostrar a incongruência de uma linguagem privada. Imaginemos, agora, diz Wittgenstein, uma tabela ou um dicionário que exista apenas em nossa imaginação. É isto que precisamos na linguagem privada, a justificação da nomeação de uma sensação que temos. No entanto, ao buscarmos nesta tabela imaginária, na qual várias amostras de memória de sensações estão supostamente correlacionados a sinais, entramos em apuros. Por quê? Porque, como esta tabela só existe em minha imaginação, para justificar a nomeação de determinada sensação, eu preciso lembrar, também, qual a amostra da memória que pertence a ‘S’ e não a ‘T’, por exemplo. Assim, como não há uma tabela real para eu poder observar esta correlação, devo lembrar o que ‘S’ significa. Porém, era precisamente isto que a tabela deveria confirmar! Com isso, finaliza Kenny, a memória do significado de ‘S’ é usada para confirmar a si mesma, isto é, é usada duas vezes: [i] como significado de ‘S’; e [ii] como lembrança da amostra que corresponde a ‘S’. Conforme a metáfora do final do parágrafo: várias cópias do mesmo jornal (da mesma memória) não podem justificar a verdade de determinada expressão. Ou, como em outro parágrafo, é como se quiséssemos medir nossa altura colocando nossa braço em cima de nossa cabeça (Aqui, seria de observar que o verbete <em>Private Language</em>, disposto no site da <em>Stanford Encyclopedia</em>, traz <em>os mesmo argumentos </em>de Kenny, apesar de dizer que Kenny errou o alvo do ALP).</p>
<p>A conclusão de Kenny, então, é a seguinte: ao tentarmos construir uma linguagem privada, perdemos os critérios (perceptíveis) do uso (significado) de nossas expressões lingüísticas. Ao observarmos, por exemplo, os diversos jogos-de-linguagem criados por Wittgenstein no início das <em>Investigações</em>, perceberemos que todos eles têm um critério <em>independente </em>de correção (uma tabela, um <em>script</em>, uma medida, uma amostra, etc.), na qual podemos conferir se nossas afirmações são corretas ou não.</p>
<p>No entanto, Ernst Tugendhat (<em>Autoconsciência e autodeterminação</em>, 1978), contestará esta interpretação de Kenny, que é baseada, fundamentalmente, na percepção de uma amostra real como critério de justificação. Na verdade, tal critério consiste, segundo Tugendhat, na <em>aplicação </em>de predicados a objetos, uma vez que nenhuma amostra ou tabela contêm, já por si mesma, determinadas instruções para ser utilizada – ela poder ser utilizada assim, mas também de outro modo em outra ocasião. Aqui, Tugendhat parece acertar o alvo não apenas do argumento, mas da concepção de filosofia de Wittgenstein, uma vez que sua interpretação permanece no nível lingüístico, elucidando os pressupostos de nossas práticas, daquilo que “está diante de nossos olhos”. Assim, o critério para verificarmos se alguém entendeu bem as palavras que nomeiam sensações, cores, etc., é o uso correto de tais palavras para classificar objetos perceptíveis.</p>
<p>Porém, poder-se-ia objetar rapidamente: Eu concordo com tal interpretação para expressões como “vermelho”, “copo”, “quadrado”, etc. Mas, qual seriam os objetos de uma dor de cabeça? Você não está se contradizendo e, como diz Wittgenstein, hipostaziando suas sensações? Tal objeção poderia ser respondida com o que vimos anteriormente: um enunciado sobre sensações já é um comportamento novo para as sensações; é a sua manifestação e, nesse sentido, é dirigido por regras determinadas (uma resposta convincente, no entanto, deveria levar a uma análise dos enunciados de sensações). O interlocutor poderia insistir: “Quer dizer, então, que só teríamos a <em>manifestação </em>da sensação?” “Ora – responde Tugendhat –, mas como poderíamos articular linguisticamente nossas sensações?” Além disso, um choro ou um grito não seria também uma manifestação de dor? (ver §245). E, mesmo se quiséssemos dizer que tal sensação é indescritível, também aqui a “indescritibilidade” seria um critério para diferenciarmos tal sensação de outras. Ou seja, continuamos na dimensão da linguagem!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Arte Como Pesquisa]]></title>
<link>http://maquinacriadora.wordpress.com/2009/12/06/a-arte-como-pesquisa/</link>
<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 18:41:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>maquinacriadora</dc:creator>
<guid>http://maquinacriadora.wordpress.com/2009/12/06/a-arte-como-pesquisa/</guid>
<description><![CDATA[A pesquisa científica e tecnológica não é tão &#8220;objetiva&#8221; como muitos de seus profissiona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>A pesquisa científica e tecnológica não é tão &#8220;objetiva&#8221; como muitos de seus profissionais gostariam que fosse (&#8230;) [O] empreendimento todo está sujeito a poderosas forças políticas, econômicas e sociais (&#8230;) Muitas teorias e tecnologias que poderiam ser significativas são ignoradas. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Linhas de pesquisa de grande valor morrem pela falta de apoio, porque elas não são favoráveis a determinadas disciplinas científicas. Novas tecnologias com um potencial fascinante são abandonadas porque se julga que não sejam comercializáveis. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Preocupa-me que a mão invisível do mercado possa não ser tão sábia como muitos gostariam que fosse. Os julgamentos que fazem que o curto prazo tenha sentido para acionistas não tem sentido para a cultura. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Acredito que a arte pode ter um papel crucial como zona de pesquisa independente. (&#8230;) Ela poderia se transformar num lugar para se investigar temáticas abandonadas, desacreditadas e não-ortodoxas. (&#8230;) Os papéis dos artistas poderiam incorporar outros papéis como os de pesquisador, inventor, hacker e empresário. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>[Nos primórdios da arte computacional:] o que é mais importante é o fato de que os artistas estavam fazendo experiências com microcomputadores quase ao mesmo tempo que outras pessoas envolvidas com desenvolvimento e pesquisa. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Talvez a própria categorização segmentada de artista e pesquisador mostre que esse é um anacronismo histórico; talvez surjam novos tipos de papéis integrados. (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>A pesquisa mudou radicalmente nossa cultura e vai continuar a mudar. A arte precisa ser parte essencial desse processo.</p></blockquote>
<p>Trechos de <strong>&#8216;A arte como pesquisa &#8211; A importância cultural da pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico&#8217;</strong>, de Stephen Wilson (1996). Tradução de Flávia Gisele Saretta. (leia o texto completo em  <a href="http://books.google.com.br/books?id=RP9zVYmliUgC&#38;lpg=PA147&#38;ots=AhPoo55X6p&#38;dq=WILSON,%20Stephen.%20%20A%20%20arte%20como%20pesquisa%20-%20A%20import%C3%A2ncia%20cultural%20da%20pesquisa%20cient%C3%ADfica%20e%20o%20desenvolvimento%20tecnol%C3%B3gico&#38;hl=en&#38;pg=PA147#v=onepage&#38;q=&#38;f=false" target="_blank">portugês</a> e <a href="http://userwww.sfsu.edu/~swilson/papers/artist.researcher.html" target="_blank">inglês</a>). Parte integrante da coletânea &#8216;Arte e vida no século XXI: tecnologia, ciência e criatividade&#8217;, organizada por Diana Domingues (2003).</p>
<p>Este texto foi tema de discussão no grupo ADMD (Arte, Design e Mídias Digitais &#8211; ECA/USP), sob coordenação de Monica Tavares.</p>
<p><!--more Read this post in english--><br />
This post in english:</p>
<blockquote><p>Scientific and technological research is not as &#8220;objective&#8221; as many of its practitioners would like to believe. While some of its practices strive toward objectivity, the whole enterprise is subject to larger political, economic, and social forces. (&#8230;)  Many possibly significant theories and technologies are ignored.</p></blockquote>
<blockquote><p>I am worried that the invisible hand of the marketplace might not be so wise as many would like to believe. The judgments that make short term sense for stockholders do not make sense for the culture.</p></blockquote>
<blockquote><p>The arts can function as an independent zone of research. They could become the place where abandoned, discredited, and unorthodox inquires could be pursued. They might very well value research according to criteria quite different from those of the commercial and scientific worlds. The roles of artists could incorporate other roles such as researcher, inventor, hacker, and entrepreneur.</p></blockquote>
<blockquote><p>[About the origins of computer art:] more important is the fact that artists were experimenting with microcomputers at almost the same time that other kinds of developers and researchers were.</p></blockquote>
<blockquote><p>Maybe the segmented categorization of artist and researcher will itself prove to be a historical anachronism; maybe new kinds of integrated roles will develop. Research has radically altered our culture and will continue to do so. Art must be an essential part of this process.</p></blockquote>
<p>Excerpts from &#8216;Art as Research &#8211; Cultural Importance of Scientific Research &#38; Technology Development&#8221;, from Stephen Wilson (1996). Complete text <a href="http://userwww.sfsu.edu/~swilson/papers/artist.researcher.html" target="_blank">here</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há hoje mais profissões do que no passado? Uma pensata. ]]></title>
<link>http://rogeriojordao.wordpress.com/2009/11/30/ha-hoje-mais-profissoes-do-que-no-passado-uma-pensata/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:40:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriojordao</dc:creator>
<guid>http://rogeriojordao.wordpress.com/2009/11/30/ha-hoje-mais-profissoes-do-que-no-passado-uma-pensata/</guid>
<description><![CDATA[Imagem: Sebastien Fritzon Me deparei recentemente com um texto interessante escrito pelo filólogo An]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriojordao.wordpress.com/files/2009/11/561250150_faf2ebd3f0_m.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-750" title="561250150_faf2ebd3f0_m" src="http://rogeriojordao.wordpress.com/files/2009/11/561250150_faf2ebd3f0_m.jpg" alt="" width="240" height="161" /></a></p>
<p>Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/sebastianfritzon/">Sebastien Fritzon</a></p>
<p>Me deparei recentemente com um texto interessante escrito pelo filólogo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Houaiss">Antônio Houaiss (1915-1999), </a>no qual que ele estimava quantas palavras existiam nos séculos XIX e XX para designar profissões.  Reproduzo:</p>
<p> “a divisão do trabalho físico e mental sofreu uma revolução; estima-se que, pela metade do século XIX, um vocabulário de em torno de 260 denotativos era suficiente para designar todas as ciências, artes, mesteres, profissões; pela metade deste século (o XX), um vocabulário mínimo de 24 mil designativos se fazia insuficiente para designar as ciências, subciências, superciências, metaciências, artes, subartes, transartes, profissões, especilizações, microespecializações” (&#8230;).</p>
<p> A pensata de Houaiss é de 1985 e está na obra “A Construção do Livro” (pág 20), de Emanuel Araújo.</p>
<p> É curioso imaginar como seria este placar hoje, neste início de século XXI, em pleno vigor da revolução permanente nas comunicações. Teremos mais profissões hoje do que no século passado? Ou se pelo contrário, ao nos transformarmos em ilhas produtivas, que, cada qual, precisa responder às mais diversas demandas, não tenhamos regredido na tal divisão do trabalho físico e mental (no sentido em que o indivíduo precisa desempenhar as mais diversas funções e recorrer a habilidades várias, “aglutinando” procedimentos antes separados)??</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notícias - Britânico volta a enxergar com uso de 'olho biônico' pioneiro]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/noticias-britanico-volta-a-enxergar-com-uso-de-olho-bionico-pioneiro/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:06:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/noticias-britanico-volta-a-enxergar-com-uso-de-olho-bionico-pioneiro/</guid>
<description><![CDATA[Peter Lane, de 51 anos, é um dos 32 pacientes testando a novidade no mundo. 32 pessoas em teste: Pet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;"><strong>Peter Lane, de 51 anos, é um dos 32 pacientes testando a novidade no mundo.</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/olho.jpg"><img class="size-medium wp-image-1364" title="Olho" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/olho.jpg?w=400" alt="" width="400" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">32 pessoas em teste: Peter Lane recebeu implante de receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais (Foto: Second Sight/Divulgação via BBC)</p></div>
<p style="text-align:justify;">Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se         tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar         com o uso de um &#8220;olho biônico&#8221; desenvolvido nos         Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, é uma das 32         pessoas que estão sendo submetidas uma experiência internacional         com o equipamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado         dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um         processador portátil, que transforma a imagem em sinais         eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia         impulsos até retina e nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.</p>
<div style="text-align:justify;"><strong>&#8216;Pequenas palavras&#8217;</strong></div>
<p style="text-align:justify;">Lane, por enquanto, consegue apenas ler palavras pequenas em uma         tela especial.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;É um começo&#8221;, disse ele. &#8220;Os médicos vão me dar         uma dessas telas para eu ler em casa, e espero um dia poder         voltar a ler cartas sozinho.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Além disso, quando saio, o equipamento me dá mais segurança         e mais independência.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Lane começou a perder a visão por volta dos 20 anos por causa de         uma retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina com         origem genética.</p>
<p style="text-align:justify;">O &#8220;olho biônico&#8221; foi desenvolvido pela empresa         americana Second Sight e está sendo testado por apenas 11         médicos de todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os especialistas, no entanto, acreditam que inicialmente o         aparelho será útil apenas para as pessoas vítimas da retinite pigmentosa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notícias - Acelerador de partículas bate recorde]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/noticias-acelerador-de-particulas-bate-recorde/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:28:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/noticias-acelerador-de-particulas-bate-recorde/</guid>
<description><![CDATA[O acelerador de partículas na fronteira franco-suíça bateu hoje um novo recorde de energia. O LHC, s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/acelerador-de-particulas.jpg"><img class="size-medium wp-image-1354 aligncenter" title="acelerador-de-particulas" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/acelerador-de-particulas.jpg?w=400" alt="" width="400" height="266" /></a>O acelerador de partículas na fronteira franco-suíça bateu hoje um novo recorde de energia.</p>
<p style="text-align:justify;">O LHC, sigla em inglês para Grande Colisor de Hádrons, é uma máquina de 27 quilômetros construída pelo CERN, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear.</p>
<p style="text-align:justify;">Na primeira hora desta segunda-feira, dois feixes de prótons foram acelerados a 1.18 trilhão de elétron volts (TeV), batendo o recorde anterior de 0.98 TeV do Acelerador Tevatron, do Laboratório Nacional Fermi, nos Estados Unidos, atingido em 2001.</p>
<p style="text-align:justify;">Um elétron volt (eV), é a energia adquirida por um elétron quando acelerado através de uma diferença de potencial de 1 volt.</p>
<p style="text-align:justify;">A novidade veio apenas 10 dias depois do LHC reiniciar seus trabalhos – já que uma série de acidentes vem atrasando seu funcionamento desde o ano passado. Os primeiros feixes foram injetados na sexta feira 20. Nos dias seguintes, os operadores os fizeram percorrer o túnel circular em direções alternadas, recebendo injeções de energia de 450 bilhões de elétron- volts (GeV).</p>
<p style="text-align:justify;">Essa carga fez com que sua vida aumentasse para 10 horas e, no dia 23, dois feixes circularam juntos pela primeira vez fornecendo dados de uma colisão. O primeiro recorde foi batido ontem à noite, quando um feixe foi acelerado a 1.05 TeV. Três horas depois, os dois feixes foram acelerados a 1.18 TeV.</p>
<p style="text-align:justify;">O próximo passo no cronograma é aumentar a intensidade do feixe para melhorar a qualidade dos dados de colisões até o Natal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Leia mais sobre o LHC</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/22092008-16.shl">-Cientistas desligam máquina do fim do mundo</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/lhc-volta-com-metade-da-capacidade-07082009-20.shl">- LHC volta com metade da capacidade</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/vazamento-adia-novos-testes-com-o-lhc-25072009-6.shl">- Acelerador de partículas tem vazamento</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/pedaco-de-pao-causa-problemas-no-lhc-06112009-21.shl">- Pedaço de pão causa problema no LHC</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/acelerador-de-particulas-e-o-fim-do-mundo-14082009-17.shl">- Acelerador de partículas é o fim do mundo?</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chico Buarque]]></title>
<link>http://teoriasimpossiveis.wordpress.com/2009/11/30/chico-buarque/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:04:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lunna</dc:creator>
<guid>http://teoriasimpossiveis.wordpress.com/2009/11/30/chico-buarque/</guid>
<description><![CDATA[Imagem. Outono desejando ficar…Praça no Alto da Lapa Não lembro por qual blog eu andei dias atrás, l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://teoriasimpossiveis.files.wordpress.com/2009/11/coisasdoblog088.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="coisas do blog 088" border="0" alt="coisas do blog 088" src="http://teoriasimpossiveis.files.wordpress.com/2009/11/coisasdoblog088_thumb.jpg?w=360&#038;h=275" width="360" height="275"></a></p>
<p align="center"><font color="#000040" size="1"><strong>Imagem. Outono desejando ficar…<br />Praça no Alto da Lapa</strong></font> </p>
<p>Não lembro por qual blog eu andei dias atrás, lembro-me apenas que falava de Chico Buarque (se alguém aí escreveu sobre ele, por favor: grite, ok?) e ao ler o post, lembrei-me automaticamente de uma de suas músicas que tinha num cd que me foi dado anos atrás (ainda no tempo da faculdade)… A música era a última do cd (que eu já não tenho mais, infelizmente: emprestar cd´s e livros exige a prática do desapego porque você sabe que vai, mas nunca sabe se volta)&#8230;</p>
<p>Eu já fui muito do fã desse cidadão que para mim era um grande poeta, mas ultimamente ando meio decepcionada com seus olhares e impressões sobre as coisas que estão por aí… Sem contar que sua atual produção já não me alcança como antes (mesmo assim eu li seus livros)…</p>
<p>Não consegui encontrar essa música em lugar algum da net, se alguém tiver e quiser ser gentil com essa figura humana controversa que fez aniversário ontem (<strike>isso não chantagem – rs</strike>) <strong>é apenas um lembrete para mim mesma</strong>: preciso agradecer aos amigos reais e virtuais pelo carinho e pela gentileza com palavras, atos e gentilezas. Foi um dia curioso, diferente dos demais… Enfim, passou e eu já estou caminhando rumo ao próximo outono…</p>
<blockquote><p><strong><font color="#000040">Letra.Vida<br />Autor. Chico Buarque</font></strong></p>
<p><strong><font color="#000040">Vida, minha vida <br />Olha o que é que eu fiz <br />Deixei a fatia <br />Mais doce da vida <br />Na mesa dos homens <br />De vida vazia <br />Mas, vida, ali <br />Quem sabe, eu fui feliz <br />Vida, minha vida <br />Olha o que é que eu fiz <br />Verti minha vida <br />Nos cantos, na pia <br />Na casa dos homens <br />De vida vadia <br />Mas, vida, ali <br />Quem sabe, eu fui feliz <br />Luz, quero luz, <br />Sei que além das cortinas <br />São palcos azuis <br />E infinitas cortinas <br />Com palcos atrás <br />Arranca, vida <br />Estufa, veia <br />E pulsa, pulsa, pulsa, <br />Pulsa, pulsa mais <br />Mais, quero mais <br />Nem que todos os barcos <br />Recolham ao cais <br />Que os faróis da costeira <br />Me lancem sinais <br />Arranca, vida <br />Estufa, vela <br />Me leva, leva longe <br />Longe, leva mais <br />Vida, minha vida <br />Olha o que é que eu fiz <br />Toquei na ferida <br />Nos nervos, nos fios <br />Nos olhos dos homens <br />De olhos sombrios <br />Mas, vida, ali <br />Eu sei que fui feliz</font></strong></p>
</blockquote>
<pre></pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campeonato Brasileiro - pontos corridos ou mata-mata?]]></title>
<link>http://aclassec.wordpress.com/2009/11/30/campeonato-brasileiro-pontos-corridos-ou-mata-mata/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:35:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoia</dc:creator>
<guid>http://aclassec.wordpress.com/2009/11/30/campeonato-brasileiro-pontos-corridos-ou-mata-mata/</guid>
<description><![CDATA[Na onda de outubro da nossa pesquisa nacional nós incluímos uma série de perguntas sobre a forma de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://aclassec.wordpress.com/files/2009/11/modo-de-disputa-atributos.jpg"></a>Na onda de outubro da nossa pesquisa nacional nós incluímos uma série de perguntas sobre a forma de disputa do campeonato brasileiro.</p>
<p>Qual deve ser a forma de disputa nos próximos campeonatos? Manter o sistema de pontos corridos ou voltar ao sistema mata-mata?</p>
<p>A resposta do brasileiro mostra que o sistema de pontos corridos caiu no gosto de quem gosta do futebol. A maioria das pessoas que torcem para algum time (filtro da pesquisa) prefere o sistema de pontos corridos ante o mata-mata. Mesmo quem não acompanha o esporte no dia a dia prefere este sistema.</p>
<p><a href="http://aclassec.wordpress.com/files/2009/11/modo-de-disputa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-196" title="modo de disputa" src="http://aclassec.wordpress.com/files/2009/11/modo-de-disputa.jpg?w=295" alt="" width="370" height="384" /></a></p>
<p> O sistema de pontos corridos é considerado mais justo, que privilegia os clubes mais organizados.</p>
<p>Até mesmo o argumento utilizado pela rede que detém os direitos do campeonato, que alega que houve queda nos índices de audiência foram contestados pelo público que acompanha o esporte.</p>
<p><a href="http://aclassec.wordpress.com/files/2009/11/modo-de-disputa-atributos1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-198" title="modo de disputa atributos" src="http://aclassec.wordpress.com/files/2009/11/modo-de-disputa-atributos1.jpg?w=295" alt="" width="387" height="419" /></a></p>
<p>Quem assistiu a penúltima rodada do Brasileirão e acompanhou as diversas mudanças na posição dos clubes na tabela e a chuva de gols em praticamente todos os jogos deve ter sentido poucas saudades do sistema antigo. Foram praticamente 10 finais e muitas emoções para quase todas as torcidas. E você? O que acha?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atualização do Impacto da Crise Econômica]]></title>
<link>http://growbizgroup.wordpress.com/2009/11/30/atualizacao-do-impacto-da-crise-economica/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>growbizgroup</dc:creator>
<guid>http://growbizgroup.wordpress.com/2009/11/30/atualizacao-do-impacto-da-crise-economica/</guid>
<description><![CDATA[Se v. é executivo ou empresário, o Grupo Cherto, a Advance Marketing e a ESPM &#8211; Escola Superio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font face="Trebuchet ms">Se v. é executivo ou empresário, o Grupo Cherto, a Advance Marketing e a ESPM &#8211; Escola Superior de Propaganda e Marketing (através de seu Núcleo de Varejo) convidam você a responder a nova pesquisa sobre o impacto da crise econômica. Trata-se da 3ª edição dessa pesquisa e vai nos permitir compreender (e mostrar a você) a evolução da percepção dos executivos brasileiros com relação à Crise desde Outubro de 2008 até agora.</p>
<p>Para acessar o formulário e responder, basta clicar aqui. </p>
<p>Como retribuição por sua participação, você receberá (por e-mail) um documento com os resultados da pesquisa, devidamente tabulados. </p>
<p>IMPORTANTE: encerraremos a pesquisa no dia 31 de Março às 18:00h.<br />
<strong>Marcelo Cherto</strong></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Química - Entenda como funciona o bafômetro ]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/quimica-entenda-como-funciona-o-bafometro/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:18:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/quimica-entenda-como-funciona-o-bafometro/</guid>
<description><![CDATA[Um policial faz o teste do bafômetro em um motorista alcoolizado e explica a alteração do número de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/bafometro-entenda.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1343" title="bafometro-entenda" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/bafometro-entenda.png?w=150" alt="" width="284" height="276" /></a><strong>Um policial faz o teste do bafômetro em um motorista alcoolizado e explica a alteração do número de oxidação (NOx) das substâncias que participam da reação que ocorre no aparelho.</strong></h3>
<p><strong> <a href="http://www.labvirtq.fe.usp.br/simulacoes/quimica/sim_qui_bafometro.htm" target="_blank">Clique aqui</a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogos educativos: O Show da química ! ]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/jogos-educativos-o-show-da-quimica/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:12:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/jogos-educativos-o-show-da-quimica/</guid>
<description><![CDATA[Questões sobre a Teoria dos Gases. Esta simulação traz um programa de auditório, com um jogo de perg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;"><strong>Questões sobre a Teoria dos Gases.</strong></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/show1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1340" title="show1" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/show1.png?w=399" alt="" width="280" height="281" /></a><strong>Esta simulação traz um programa de auditório, com um jogo de perguntas e respostas, onde o usuário é convidado a participar respondendo questões sobre a Teoria dos Gases.</p>
<p>Acesse :</strong> <a href="http://www.labvirtq.fe.usp.br/simulacoes/quimica/sim_qui_showdaquimica.htm" target="_blank">Clique aqui para jogar</a></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogos educativos - A Química em nossa casa]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/jogos-educativos-a-quimica-em-nossa-casa/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 03:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/30/jogos-educativos-a-quimica-em-nossa-casa/</guid>
<description><![CDATA[Neste aplicativo o estudante vai conhecer do que realmente são feitos os materiais mais comuns encon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/casa.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1334" title="casa" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/casa.png?w=150" alt="" width="265" height="145" /></a>Neste aplicativo o estudante vai conhecer do que realmente são feitos os materiais mais comuns encontrados em nossa casa. Alguns exemplos são o <strong>polietileno</strong> (usado em algumas mochilas escolares) e o<strong> dióxido de titânio</strong> (pigmento de tintas).Veja mais acessando o site.</p>
<p style="text-align:justify;">Acesse: <a href="http://www.abiquim.org.br/estudante/casa.html" target="_blank">Clique aqui para jogar</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisadores associam lúpus e artrite reumatoide à exposição a inseticidas, por Henrique Cortez]]></title>
<link>http://henriquecortez.wordpress.com/2009/11/30/pesquisadores-associam-lupus-e-artrite-reumatoide-a-exposicao-a-inseticidas-por-henrique-cortez/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 03:10:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Cortez</dc:creator>
<guid>http://henriquecortez.wordpress.com/2009/11/30/pesquisadores-associam-lupus-e-artrite-reumatoide-a-exposicao-a-inseticidas-por-henrique-cortez/</guid>
<description><![CDATA[[EcoDebate] Um estudo [Farm History, Insecticide Use and Risk of Autoimmune Rheumatic Disease in the]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[EcoDebate] Um estudo [Farm History, Insecticide Use and Risk of Autoimmune Rheumatic Disease in the]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cannabis sativa e células-tronco]]></title>
<link>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/29/cannabis-sativa-e-celulas-tronco/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:14:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto</dc:creator>
<guid>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/29/cannabis-sativa-e-celulas-tronco/</guid>
<description><![CDATA[Reportagem de título estranho, publicada pelo jornal Folha de São Paulo on-line, traz resultados de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Reportagem de título estranho, publicada pelo jornal Folha de São Paulo on-line, traz resultados de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redução 'voluntária' dos maiores emissores empresariais de CO2 é insuficiente, por Henrique Cortez]]></title>
<link>http://henriquecortez.wordpress.com/2009/11/29/reducao-voluntaria-dos-maiores-emissores-empresariais-de-co2-e-insuficiente-por-henrique-cortez/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:45:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Cortez</dc:creator>
<guid>http://henriquecortez.wordpress.com/2009/11/29/reducao-voluntaria-dos-maiores-emissores-empresariais-de-co2-e-insuficiente-por-henrique-cortez/</guid>
<description><![CDATA[[EcoDebate] Empresas precisam duplicar o ritmo de redução de CO2 para evitar mudanças climáticas per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[EcoDebate] Empresas precisam duplicar o ritmo de redução de CO2 para evitar mudanças climáticas per]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como agir na 2º entrevista de um processo seletivo]]></title>
<link>http://dominioti.wordpress.com/2009/11/29/como-agir-na-2%c2%ba-entrevista-de-um-processo-seletivo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:16:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Henrique</dc:creator>
<guid>http://dominioti.wordpress.com/2009/11/29/como-agir-na-2%c2%ba-entrevista-de-um-processo-seletivo/</guid>
<description><![CDATA[Está participando de um processo seletivo? Se passou pela primeira entrevista, saiba como agir na se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Está participando de um processo seletivo? Se passou pela primeira entrevista, saiba como agir na se]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TWITTER:O NOVO QUERIDINHO DO BRASIL]]></title>
<link>http://meupensar.wordpress.com/2009/11/29/twittero-novo-queridinho-do-brasil/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:32:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>FÁBIO SIEBRA</dc:creator>
<guid>http://meupensar.wordpress.com/2009/11/29/twittero-novo-queridinho-do-brasil/</guid>
<description><![CDATA[O Orkut não é mais o queridinho das redes sociais no Brasil. O site de relacionamentos do Google per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Orkut não é mais o queridinho das redes sociais no Brasil. O site de relacionamentos do Google perdeu o primeiro lugar para o Twitter, segundo a E-life e a InPress Porter Novelli.</p>
<p>Foram entrevistadas cerca de 1300 pessoas que afirmaram acessar o microblog de sete a cinco vezes por semana, contra quatro a duas vezes o Orkut no mesmo período. E mais: 43% dos entrevistas acessam a internet via celular, através do <a href="http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=9907#">3G</a>, WAP ou Wi-Fi.</p>
<p>Mesmo com a queda de posto, a rede de relacionamentos do Google ainda é a que mais conta com cadastros no País, já que 89,6% dos entrevistados afirmaram ter Orkut. O Twitter é o segundo, com 80,1%, seguido por YouTube e Facebook, com 79,6% e 57,6%, respectivamente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piauí registra maior índice de crescimento no comércio varejista]]></title>
<link>http://piauimagazine.wordpress.com/2009/11/29/piaui-registra-maior-indice-de-crescimento-no-comercio-varejista/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:53:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauimagazine</dc:creator>
<guid>http://piauimagazine.wordpress.com/2009/11/29/piaui-registra-maior-indice-de-crescimento-no-comercio-varejista/</guid>
<description><![CDATA[texto: Thaizys Val foto: Lívia Moura No mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">texto: Thaizys Val<br />
foto: Lívia Moura</p>
<p style="text-align:justify;">No mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) anunciou uma pesquisa com os índices do comércio varejista relativos ao mês de setembro. De acordo com as informações, houve um aumento nas vendas em vinte e três estados, e o Piauí teve o índice mais significativo, 14%, ficando assim com a primeira posição. A comparação foi feita com o mês de setembro do ano passado.</p>
<div id="attachment_645" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://piauimagazine.wordpress.com/files/2009/11/dsc01520s1.jpg"><img class="size-medium wp-image-645 " title="DSC01520s" src="http://piauimagazine.wordpress.com/files/2009/11/dsc01520s1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Piauí registra o maior índice de vendas no comércio varejista do país</p></div>
<p style="text-align:justify;">Com relação ao varejo ampliado, o desempenho do Piauí foi o segundo melhor do país com 19,5%, perdendo apenas para Sergipe. Quanto ao segmento da atividade, registrou alta o setor de tecidos, vestuário e calçados (de -7,1% para -4,8%).</p>
<p style="text-align:justify;">Para o Sindicato dos Lojistas, o esperado é que ocorra um aumento maior das vendas agora no final do ano por causa do 13º salário, que é pago nesse mês.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu não fumo!]]></title>
<link>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/29/eu-nao-fumo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 02:01:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>amarildocharge</dc:creator>
<guid>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/29/eu-nao-fumo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/blog31.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-745" title="Cigarro Fumo Lei Bar Proibido Bebida a Forca" src="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/blog31.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas - Teste Vocacional]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/28/dicas-teste-vocacional/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:05:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/28/dicas-teste-vocacional/</guid>
<description><![CDATA[Até há alguns anos, todo estudante que batesse à porta de um escritório de orientação vocacional, co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/teste.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1239" title="teste" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/teste.jpg?w=126" alt="" width="224" height="265" /></a>Até há alguns anos, todo estudante que batesse à                porta de um escritório de orientação vocacional, com o                  objetivo de descobrir a profissão que deveria seguir, sairia de lá                com uma resposta debaixo do braço. Bastava preencher um teste de múltipla                  escolha para que, com base nele, um psicólogo lhe desse o veredicto:                  quase sempre uma profissão associada aos hobbies ou interesses por ele                  declarados. Atualmente, o processo é um pouco mais demorado – e                  menos superficial também. &#8220;Hoje, levamos em conta o cruzamento de                interesses e a personalidade do jovem&#8221;, diz a psicóloga Rosane Levenfus.</p>
<p style="text-align:justify;">Os serviços de orientação vocacional –                oferecidos por institutos, clínicas psicológicas e departamentos                  de psicologia de universidades – podem levar de um a dois meses e ser prestados                  individualmente ou para mais de um cliente ao mesmo tempo. Na maior parte das                  vezes, incluem avaliações psicológicas, estudo de carreiras                  e de mercado de trabalho, discussões sobre expectativas pessoais e dinâmicas                  de grupo (que, neste caso, têm por objetivo principal fazer o estudante                  se conhecer melhor). Os preços variam de 400 a 1 200 reais. Alguns                  departamentos de psicologia prestam o serviço de graça ou mediante                o pagamento de uma taxa mínima.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao contrário do que ocorria no passado, porém, o estudante sai de lá com uma lista com diversas opções de carreira – cuja natureza e perspectivas ele agora conhece – que podem combinar com seus desejos e seu temperamento. Como diz o pedagogo Silvio Bock: &#8220;Antigamente, o orientador apontava um caminho. Hoje, ele ajuda o jovem a encontrá-lo&#8221;. E, para isso, o melhor mapa é o autoconhecimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://veja.abril.com.br/111109/procura-se-uma-profissao-p-158.shtml" target="_blank">Faça o Teste Vocacional</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://veja.abril.com.br/" target="_blank">Fonte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Pesquisa de Mercado]]></title>
<link>http://luisholy.wordpress.com/2009/11/28/pesquisa-de-mercado/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:18:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Holy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem fiz a prova de pesquisa de mercado. Uma prova valendo 10 e um trabalho valendo 10, somando ele]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem fiz a prova de pesquisa de mercado. Uma prova valendo 10 e um trabalho valendo 10, somando eles e dividindo por 2 dá a nota final. Só precisava tirar a nota mínima para passar, que é 4, mas realmente deu um trabalho para conseguir.</p>
<p>Esse trabalho era gigante e ainda por cima tive que fazer sozinho. Tinha que escolher uma empresa, fazer um texto com uma definição de um problema deles. Depois determinar um objetivo primário e cinco secundários. Definir um público-alvo e três locais para a pesquisa. Destes objetivos secundários formar um formulário com tipos de perguntas diferentes para que ao fim da pesquisa se consiga dados para tentar resolver o problema inicial.</p>
<p>A parte mais chata e demorada mesmo foi conseguir as respostas de 100 pessoas. Depois somar todas as respostas e colocá-las em tabelas e gráficos. Analisar os dados obtidos e fazer uma conclusão final foi fichinha perto disso heheh.</p>
<p>A minha impressora ainda parou de funcionar. Tive que pedir para meu irmão imprimir as 100 folhas no trabalho dele. Mas faltaram as outras folhas que eu ainda não tinha terminado. Então coloquei em um pendrive e fui para uma loja de xerox. Para minha surpresa, cada folha que você imprimi de um trabalho de um pendrive, custa 1 real. Que coisa mais sem sentido. Por que uma cópia de um pendrive custa tão mais cara que uma cópia normal? Gastei mais dinheiro tirando estas 15 folhas do pendrive do que copiando 100 folhas e encadernando tudo. Que maluquice. Só fiz isso por que faltavam poucas horas para a prova, tinha que fazer isso logo senão iria me atrasar.</p>
<p>Depois vou começar a colocar estes meus trabalhos aqui em PDF para quem quiser ver.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Biografias - Albert Einstein]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/28/biografias-albert-einstein/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 17:57:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relativi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/albert-einstein.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1227" title="Albert Einstein" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/albert-einstein.jpg?w=108" alt="" width="153" height="212" /></a>Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. Suas descobertas provocaram uma verdadeira revolução do pensamento humano, com interpretações filosóficas das mais diversas tendências.</p>
<p style="text-align:justify;">Einstein nasceu na Alemanha em uma família judaica não-observante. Seus pais, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 1876 e se estabeleceram na cidade de Ulm. Hermann tornou-se proprietário de um negócio de penas de colchões.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Einstein tinha um ano, a família se mudou para Munique. Com três anos de idade, Einstein apresentava dificuldades de fala. Aos seis, aprendeu a tocar violino, instrumento que o acompanharia ao longo da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1885, Hermann fundou, com o irmão Jacob, uma empresa de material elétrico. Em outubro daquele ano Einstein começou a freqüentar uma escola católica em Munique. Depois entrou no Luitpold Gymnasium, onde permaneceu até os 15 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Com dificuldades nos negócios, em 1894 a família se mudou para a Itália. Einstein permaneceu em Munique a fim de terminar o ano letivo. Em 1895, fez exames de admissão à Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), em Zurique. Foi reprovado na parte de humanidades dos exames. Foi então para Aarau, também na Suíça, para terminar a escola secundária.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1896 recebeu o diploma da escola secundária e, aos 17 anos, renunciou à cidadania alemã, ficando sem pátria por alguns anos. A cidadania suíça lhe foi concedida em 1901. Cursou o ensino superior na ETH em Zurique, onde mais tarde foi docente.</p>
<p style="text-align:justify;">A 6 de janeiro de 1903 casou-se com Mileva Maric. Tiveram três filhos: Lieserl, Hans Albert e Eduard. A primeira morreu ainda bebê, o mais velho tornou-se professor de hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em música e literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre 1909 e 1913 Einstein lecionou em Berna, Zurique e Praga. Voltou à Alemanha em 1914, pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial. Aceitou um cargo de pesquisa na Academia Prussiana de Ciências junto com uma cadeira na Universidade de Berlim. Também assumiu a direção do Instituto Wilhelm de Física em Berlim.</p>
<p style="text-align:justify;">Em novembro de 1915, Einstein fez uma série de conferências e apresentou sua teoria da relatividade geral. No ano seguinte o cientista publicou &#8220;Fundamento Geral da Teoria da Relatividade&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1919, separou-se da esposa Mileva e se casou com a prima Elsa. Naquele ano tornou-se conhecido em todo o mundo, depois que sua teoria foi comprovada em experiência realizada durante um eclipse solar.</p>
<p style="text-align:justify;">Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física de 1921 e foi indicado para integrar a Organização de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. No mesmo ano, publicou &#8220;Sobre a Teoria da Relatividade Especial e Geral&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao longo da vida, Einstein visitaria diversos países, incluindo o Brasil, em 1925. Entre 1925 e 1928, Einstein foi presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1933, Hitler chegou ao poder na Alemanha e o cientista foi aconselhado por amigos a deixar o país, renunciando mais uma vez à cidadania alemã.</p>
<p style="text-align:justify;">A 7 de outubro de 1933, Einstein partiu para os Estados Unidos, onde passou a integrar o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton. Em 1940 ganhou a cidadania americana, mantendo também a cidadania suíça.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1941 teve início o Projeto Manhattan, que visava o desenvolvimento da bomba atômica pelos americanos. Einstein não teve participação no projeto. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.</p>
<p style="text-align:justify;">A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais &#8220;Por Que a Guerra?&#8221; (1933), em colaboração com Sigmund Freud; &#8220;O Mundo como Eu o Vejo&#8221; (1949); e &#8220;Meus Últimos Anos&#8221; (1950). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e profunda do universo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1952, Ben-Gurion, então primeiro-ministro de Israel, convidou Albert Einstein para assumir o cargo de presidente do Estado de Israel. Doente, Einstein recusou. Uma semana antes de sua morte assinou sua última carta, endereçada a Bertrand Russell, concordando em que o seu nome fosse incluído numa petição exortando todas as nações a abandonar as armas nucleares.</p>
<p style="text-align:justify;">Contribuindo para a física no século 20 no âmbito das duas teorias que constituíram seus traços mais peculiares &#8211; a dos <em>quanta</em> e da relatividade -, Einstein deu à primeira o elemento essencial de sua concepção do fóton, indispensável para que mais tarde se fundissem, na mecânica ondulatória de <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/louis-de-broglie.jhtm"><span style="text-decoration:underline;"> Louis de Broglie</span></a>, a mecânica e o eletromagnetismo. E deu à segunda sua significação completa e universal, que se extrapola dos campos da ciência pura e atinge as múltiplas facetas do conhecimento humano. Saliente-se também que algumas das descobertas de Einstein &#8211; como a noção de equivalência entre massa e energia e a do <em>continuum</em> quadridimensional, suscitaram interpretações filosóficas de variadas tendências.</p>
<p style="text-align:justify;">Einstein morreu a 18 de abril de 1955, em Princeton, Nova Jersey, aos 76 anos. Seu corpo foi cremado.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u773.jhtm" target="_blank">Fonte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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