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	<title>pfand &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/pfand/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pfand"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:52:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O Pfand]]></title>
<link>http://zanzamos.wordpress.com/2009/09/26/pfand/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 23:02:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>hbrito</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pouco antes de deixar a Alemanha vou explicar uma das idiossincrasias locais de maior relevância no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pouco antes de deixar a Alemanha vou explicar uma das idiossincrasias locais de maior relevância no dia a dia da população.</p>
<p><strong>Intriga</strong></p>
<p>Em Colônia, logo nas primeiras horas em solo germânico, pude perceber que um número muito grande de pessoas dava aquelas espiadas dentro das lixeiras. Ora, o Brasil é o maior reciclador de latinhas do mundo porque vender latinha é (pouco, mas ainda assim) uma fonte de renda. Talvez fosse parecido na Alemanha, onde o consumo de <em>bier</em> é quase tão grande quando no Brasil.</p>
<p>Outra coisa que eu reparei foi que as garrafas de 500mL de refrigerante de plástico espesso do mesmo jeito que as garrafas retornáveis que se costumava ver até uns anos atrás nos grandes supermercados brazucas. Pensei que era coisa de alemão, grandalhão, exagerado.</p>
<p>Aí naquela noite fomos pro supermercado acompanhando o colega de quarto coreano que vendia fraldas descartáveis. Só ele <em>precisava</em> ir no mercado e ele foi o primeiro a terminar sua compra.</p>
<p>Lá uma tiazinha nos seus bens 50 e dois amigos, todos meio hippongas-metaleiros, estavam entregando uma sacola enorme de garrafinhas de meio litro de breja pro pessoal do mercado. Depois eles compraram um tanto maior ainda de cerveja.</p>
<p>Achei que estivessem só vendendo material de reciclagem, de novo, com a mente brasileira em ação. Deveria ter percebido que mesmo que todo mundo beba sua  <em>bier</em> em quase todos os lugares, ninguém usa latinha.</p>
<p><strong>Estou sendo roubado?</strong></p>
<p>Houve outro caso: num posto na estrada a caminho de Berlin, vi na gôndola que 1,5L de chá era 2,49 euros. Dei contadinho pra caixa mas ela gorgolejou algo indicando que faltava. No mostrador dela o preço era 2,74 euros. Tudo bem, vi errado&#8230;</p>
<p>Aqui em Berlin fazendo contas sobre os gastos vi que tinha uma coisa em várias notas que a gente não tinha comprado&#8230;</p>
<p>Era o Pfand.</p>
<p><strong>Pfand</strong></p>
<p>&#8220;Pfand&#8221; é &#8220;depósito&#8221;. Na Alemanha, como em alguns outros países, para cada produto vendido em embalagem PET ou de vidro que você adquire, você tem que pagar pela embalagem.</p>
<p>Embalagens de vidro custam 8 centavos de Euro. PETs pequenas, 15 centavos e grandes, 25. Tem produto que é quase mais barato que o depósito pela sua embalagem.</p>
<p>No ato da compra você paga o Pfand. Se ele estiver incluso no preço, isso vem explicado, geralmente. Depois, você vai numa maquininha no supermercado e devolve a garrafa, pegando então seu dinheiro de volta, inteiramente.</p>
<p>A máquina identifica (pelo rótulo, que não deve ser retirado, e por outras características), a garrafa em questão e imprime uma nota com o valor do que você tem a receber. É possível usar os créditos numa compra no próprio mercado ou mesmo receber em dinheiro (por menor que seja a quantia).</p>
<p><strong>Tudo explicado</strong></p>
<p>Por que as pessoas espiam o lixo? Porque PET é dinheiro. E não são alguns centavos por quilo de latinhas, são muitos centavos por unidade! Os seguranças do Neue Palais (Novo Palácio) de Sanssouci (em Potsdam) protagonizaram um caso engraçado. Primeiro um olhou o lixo, puxou uma garrafa lá de dentro e depois pois de volta, seguindo com seu trabalho. Veio outro e fez a mesma coisa: puxou a PET e jogou de volta. Intrigado, fui conferir: era uma embalagem de refrigerante Fernandes holandês, não serviria pra nada na máquina de Pfand.</p>
<p>Por que as embalagens de 500mL de refri são como as retornáveis de 2L. Porque elas <em>são</em> retornáveis!</p>
<p>Por que ninguém toma breja em lata? Primeiro porque a unidade básica é o meio litro, hehe, mas também porque as long-necks também são retornáveis.</p>
<p>Por que a mulher cobrou 2,74 se eu tinha visto que custava 2,49? Porque eu não tinha atentado pro Pfand de 0,25 nos PETs grandes.</p>
<p><strong>E os turistas</strong></p>
<p>Não é todo mundo que sabe disso. Eu mesmo só descobri fuçando na internet e perguntando, tudo porque achei que tava sendo roubado no mercado. Ou que tavam cobrando por entrar lá (as sacolas são pagas, em qualquer mercado da Alemanha). No hostel, muitas garrafas vão pro lixo. Melhor pro senhorio, que junta tudo e troca.</p>
<p>Mas depois que se descobre esse detalhe, é engraçado ver como <em>todo mundo</em> olha dentro dos lixos, como todas PETs são tranparentes (já viu refri de limão em PET transparente?), como lugares incluem ou não a Pfand no preço e como há muita coisa que no Brasil só se vê em garrafas sendo vendidas em caixas longa vida.</p>
<p>A gente já trocou uma garrafa que achou no lixo do hostel, na melhor tradição alemã. Nossos coleguinhas de estada não sabem disso e vivem jogando as embalagens que &#8220;alugaram&#8221; fora.</p>
<p>A tradição na Alemanha é comer Wurst e tomar Bier. Mas nada mais alemão mesmo que comprar sua Bier e sua Wurst com o dinheiro do Pfand.</p>
<p>Sobre o Pfand, em inglês, na Wikipédia: <a title="pfand" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Container-deposit_legislation" target="_blank"><strong>Container-deposit legislation</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Destruent der Wegwerfgesellschaft]]></title>
<link>http://buuusch.wordpress.com/2009/08/27/destruent-der-wegwerfgesellschaft/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 11:26:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>buuusch</dc:creator>
<guid>http://buuusch.wordpress.com/2009/08/27/destruent-der-wegwerfgesellschaft/</guid>
<description><![CDATA[Ein harter Arbeitstag liegt hinter Hartmut. Er, Mitte 40, dunkelblond und – nicht nur – von der Arbe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin-bottom:0;">Ein harter Arbeitstag liegt hinter Hartmut. Er, Mitte 40, dunkelblond und – nicht nur – von der Arbeit leicht nach Schweiß riechend, macht Feierabend. Jetzt, am Ende des Tages, holt er sich seinen Lohn ab. Es ist etwa 19 Uhr 30, wie jeden Tag, wenn er sich sein Geld geben lässt. Nach etwa 7 Stunden Arbeit, wie jeden Tag. Und wie jeden Tag scheint das Verdiente dem Arbeitsaufwand kaum angemessen.</p>
<p style="line-height:150%;margin-bottom:0;" align="justify">Hartmut hat keinen Job, er bezieht Hartz IV, ALG II in Höhe von etwas weniger als 400 € und sammelt nebenbei Pfand. Sein Arbeitsplatz sei die Straße, sagt er. Normalerweise sagen so etwas nur Streetworker, Leute, die andere Leute von der Straße holen, der Gesellschaft einen vermeintlichen Nutzen bringen, indem sie die städtischen Straßenbilder von Obdachlosen, Schnorrern und Junkies befreien, diese wieder einzugliedern versuchen. Leute wie Hartmut? Hartmut ist nicht obdachlos, nicht drogen- oder alkoholsüchtig, kein Schnorrer, der Passanten belästigt. Hartmut nimmt anderen „Schmutz“ von der Straße. Er befreit die Fußgängerzone, den Bahnhof und die Züge von dem Müll, den die angepassten, auf ihn herabschauenden Leute achtlos liegen lassen. Hartmut ist so was wie ein Destruent der Wegwerfgesellschaft, ein Resteverwerter. „Mir macht das mittlerweile nichts mehr aus, das, was die anderen hier als Müll liegen lassen, mitzunehmen. Von meinem Stolz kann ich mich nicht ernähren, von dem Pfand schon eher.“ Immerhin verschaffen ihm die Ausflüge in die Konsumtempel Siegens täglich um die 10 Euro ­ an Durchschnittstagen. Und das, das muss man wertfrei anerkennen, ist ein nettes Zubrot zur staatlichen Unterstützung und sorgt für mehr Brot in seinem Brotkorb und frisches Obst und Gemüse. Denn Hartmut achtet auf sich. Auch wenn man ihm das nicht unbedingt ansieht. „Ich fass in `zig Mülleimer am Tag, da zieh` ich doch nicht meine besten Klamotten an und dusch` mich morgens schon, um dann abends stinkend ins Bett zu gehen. Ich bin doch nicht verrückt.“ Ist er nicht, da bin ich mir sicher. Ein bisschen reserviert ist er allerdings. Mit Details seiner Vita geht er sparsam um. Einen Job hatte er mal, lange sogar, aber mittlerweile auch schon lange nicht mehr. Was genau? „Ist doch egal. Ich hab` jedenfalls mal festes Gehalt bekommen, Steuern gezahlt, hatte ´ne Festanstellung. Die Firma ging pleite…“ und Hartmut nach Hause, und da ist er heute noch die meiste Zeit. Auch um das zu vermeiden, geht er Pfand sammeln. Er will dem Gefühl der Nutzlosigkeit entgehen.</p>
<p style="line-height:150%;margin-bottom:0;" align="justify">Ich habe Hartmut im Zug getroffen. Ich kam mit der Bahn aus Hagen, in die er einstieg, als sie die Endstation Siegen erreicht hat. 19:19. Ich suchte noch meine Sachen zusammen, als er mich um meine Pfandflasche bat. „Klar, wenn ich Ihnen ein paar Fragen stellen kann.“ „Nee, danke.“ Hartmut war skeptisch, ich hartnäckig. Ich gab ihm meine Flasche und konnte ihn überreden, ihn wenigstens zum Automaten begleiten zu dürfen, das war dann auch die Zeitvorgabe. Hartmut hat keine Lust auf dumme Sprüche und lästige Fragen, die die Abwertung nicht verbergen, die sie mit sich tragen. „Wie gesagt, ich komm mir gegenüber damit klar, aber ich muss mich deswegen ja nicht noch absichtlich beschimpfen lassen, ist mir oft genug passiert.“</p>
<p style="line-height:150%;margin-bottom:0;" align="justify">Nicht nur vermeintlich funktionierende Räder der Gesellschaft gucken verächtlich auf Pfandsammler herunter. Auch Pfandsammler untereinander beschimpfen sich, verbal oder auch nur mit Blicken. „Gewalt hab ich hier noch nicht erlebt, aber Konkurrenz ist schon da. Und wenn man dann nicht ´mal obdachlos ist, muss man nicht unbedingt mit der Freundschaft der obdachlosen Pfandsammler rechnen.“ Pfandsammeln als hart umkämpfter Wirtschaftszweig, wie jeder andere auch, dieser Tage. Wirtschaft gepaart mit etwas Instinktivem. Hier geht es nicht um finanzielle, wirtschaftliche, juristische Macht. Hier wird gekämpft nach dem Prinzip, wer zuerst kommt, mahlt zuerst, ohne weitere Regeln. Etwas ganz Simples. Als würde es direkt um Nahrung gehen. Oder eher um Aas. Das, was übrig bleibt. Und viel ist das nicht, angesichts der steigenden Konkurrenz. Immer mehr, vor allem Männer mittleren bis höheren Alters verschieben die Grenze ihres Stolzes ein wenig nach unten um nach Pfandflaschen in Mülleimern greifen zu können. Die Mitte und der Boden der Gesellschaft rücken immer näher zusammen, und treffen sich zwischen gebrauchten Taschentüchern und Essensresten in städtischen Mülleimern, um mit Pfandgeld ihrem Konto und somit ihrem Leben zu ein wenig mehr Glanz zu verhelfen.</p>
<p style="line-height:150%;margin-bottom:0;" align="justify">Hartmuts Arbeitstag hat ihm heute ein Plus von 7,16€ gebracht, bestehend aus Dosen und PET- und Glasflaschen. Hartmut geht davon einkaufen. Vielleicht kauft er wirklich Obst. Immerhin muss er ja fit bleiben. Fit für den täglichen Konkurrenzkampf auf der Straße. Denn auf Fitness kommt es an, hat auch schon Darwin gewusst, sogar auf dem Arbeitsmarkt, wie auch immer der geartet sein mag.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Partyreste]]></title>
<link>http://leineblog.wordpress.com/2009/08/17/partyreste/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 20:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Smithee</dc:creator>
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<description><![CDATA[Der Shopblogger hat meine Frage beantwortet (wenn auch nicht wirklich befriedigend&#8230;)! Ansonste]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Der Shopblogger hat meine Frage beantwortet (wenn auch nicht wirklich befriedigend&#8230;)! Ansonste]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Schlecker]]></title>
<link>http://majaktuell.wordpress.com/2009/07/16/schlecker/</link>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:35:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>martin297</dc:creator>
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<description><![CDATA[Heute haben wir in der Mittagspause Gyros im Goldenen Hufeisen II gegessen. Daran ist genauso wenig ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Heute haben wir in der Mittagspause Gyros im Goldenen Hufeisen II gegessen. Daran ist genauso wenig etwas besonders, wie an der Tatsache, dass wir danach zum Schlecker losgezogen sind um uns mit billigen Softdrinks (Coca-Cola, MezzoMix, Fanta) einzudecken. Leider habe ich die ganze Zeit eine Pfandflasche mit mir herumgetragen, die ich voller Hoffnung in der Drogerie loswerden wollte. Mit der dort Angestellten Drogeriefachverkäuferin hatte ich aufgrund der Pfandflasche folgenden höchst bizarren Dialog:</p>
<p style="padding-left:30px;">Martin: &#8220;Nehmen Sie diese Flasche auch an?&#8221;</p>
<p style="padding-left:30px;">Drogeriefachverkäuferin: &#8220;Doch.&#8221;</p>
<p style="padding-left:30px;">Martin: &#8220;Aha.&#8221;</p>
<p style="padding-left:30px;">Drogeriefachverkäuferin: &#8220;Aber nicht diese … 1,74 € wären das dann.&#8221;</p>
<p>Völlig verwirrt, bezahlte ich meine 1,5 Liter MezzoMix und verließ den Drogeriefachmarkt Schlecker, um danach erschreckend mit meinen Freunden festzustellen, wie krank manche Gespräche doch sein können.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wo kommen die leeren Flaschen hin?]]></title>
<link>http://einmalhinallesdrin.wordpress.com/2009/07/09/wo-kommen-die-leeren-flaschen-hin/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 01:29:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>John</dc:creator>
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<description><![CDATA[Da ein Supermarkt groß ist und man flexibel sein muss, muss man natürlich auch anderen Tätigkeiten n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Da ein Supermarkt groß ist und man flexibel sein muss, muss man natürlich auch anderen Tätigkeiten nachgehen. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Darunter fällt es auch in der Leergutannahme zu arbeiten. Einfach vorzustellen wie in einem Getränkemarkt. Man hat da sein kleines Häuschen und erstellt Pfandbons, welche man sich direkt auszahlen lassen kann (also direkt bei mir) oder mit seinem Einkauf verrechnen lässt. Wissen aber anscheinend wohl die wenigsten, da, wenn ich an der Kasse sitze, ich ab und an Kunden habe, die nur das Geld für das Leergut haben wollen. Naja egal. Wenn Sie Spaß daran haben sich anzustellen. Sind wohl vermutlich Britten. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />   Zurück zu meiner Tätigkeit als Leergutboy. Was man natürlich noch mitbringen muss, ist ein gutes &#8220;Zählwerk&#8221;. Warum Zählwerk? Ich muss die Einwegflaschen in den Sack zählen. Manchmal kommen Kunden, die glauben wohl, dass man durch das Horten der Pfandflaschen der Wert sich steigt. Die Traurige Realität sieht aber leider nicht so aus. Das einzige was steigt, ist mein Nervfaktor.</p>
<p>So gesehen ist das eine sehr langweilige Arbeit. Aber was gemacht werden muss, wird gemacht. U.a. nehmen wir auch leere Kisten entgegen und einzelne Bier- und Wasserflaschen. Was ab und an sehr ekelig sein kann, da die Flaschen entweder nicht komplett entleert worden sind oder die Flasche mit sämtlichen Sachen Kontakt hatten, die man sich nicht vorstellen kann. Man denke an so mancher Party. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Ab und an muss ich noch aufräumen, falls die Kunden mich missverstanden haben oder den vollen Sack mit den Einwegflaschen wechseln. Das sind zum Glück meine einzige Tätigkeiten als Leergutboy.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[weg mit dem dreck oder doch mehrweg?]]></title>
<link>http://elisabethkerschbaum.wordpress.com/2009/06/16/weg-mit-dem-dreck-oder-doch-mehrweg/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 22:07:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisabethkerschbaum</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um zu wissen, dass Mehrwegverpackungen im Getränkesektor in Österreich massiv an Marktanteilen verlo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um zu wissen, dass Mehrwegverpackungen im Getränkesektor in Österreich massiv an Marktanteilen verlo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hier will jemand sein Image aufpolieren. Die Betonung liegt auf 'will'!]]></title>
<link>http://hingucken.wordpress.com/2009/05/01/hier-will-jemand-sein-image-aufpolieren-die-betonung-liegt-auf-will/</link>
<pubDate>Fri, 01 May 2009 22:01:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>diekm</dc:creator>
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<description><![CDATA[Seit Anfang April sind die Plakate unübersehbar in der Stadt. Und &#8230; sie wollen nicht verschwin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-698" title="Kaiserskampagne" src="http://hingucken.wordpress.com/files/2009/07/img_2669.jpg" alt="Kaiserskampagne" width="500" height="322" /></p>
<p>Seit Anfang April sind die Plakate unübersehbar in der Stadt. Und &#8230; sie wollen nicht verschwinden. Scheinbar ist der Ruf noch immer nicht wieder hergestellt. Seit dem die Kassiererin Barbara E., genannt Emmely nach 31 Jahren Betriebszugehörigkeit gekündigt worden ist, weil sie Pfandbons im Wert von 1,30€ unterschlagen haben soll, hat der als herzlos geltende Arbeitgeber Kaiser´s offensichtlich Imageaufbesserungsbedarf.<br />
Auf den Plakaten werben Filialleiter für ihre Supermarktkette und behaupten, das bei Kaiser´s das Herz schlägt. Wenn man das schon plakatieren muss, dann scheint es wirklich nicht nur an den Kühltheken der Filialen kalt zu sein.</p>
<p>Nur frage ich mich bei jedem Vorbeifahren, welche Werbeagentur sie beim Erstellen der Kampagne beraten hat. Denn nicht nur ich sehe die Lücke in der Mitte des Gruppenbildes. Was will uns der durch das Brandenburger Tor blau scheinende Himmel sagen? Müsste hier Emmely stehen? Warum ist sie nicht mehr da? Wegen 1,30€? Welche Agentur das auch immer verzapft hat, die eigentliche Aussage der Plakate ist doch nicht die darauf gedruckte Botschaft, das das Herz dieser abgebildeten Filialleiter für &#8220;Kaiser´s schlägt, weil sie ein Teil Berlins sind.&#8221; Ich kann für die Agentur nur hoffen, dass sie in diesem Rechtsstreit Partei ergriffen haben und ihrem Kunden eine doppeldeutige Aussage untergejubeltn. Oder wurde gar keine Agentur zu Rate gezogen? Dann gäbe es wenigstens eine Erklärung für diese flache und empathiefreie Werbebotschaft, die ich gar nicht erst näher beleuchten möchte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flaschenpfand]]></title>
<link>http://abendgymnasiumgraz.wordpress.com/2009/04/21/flaschenpfand/</link>
<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 06:38:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>hrechberger</dc:creator>
<guid>http://abendgymnasiumgraz.wordpress.com/2009/04/21/flaschenpfand/</guid>
<description><![CDATA[Guten Morgen! Jetzt ist es soweit und der von vielen und zu Recht beanstandete Flaschenpfand wird er]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Guten Morgen!</p>
<p>Jetzt ist es soweit und der von vielen und zu Recht beanstandete Flaschenpfand wird ernsthaft diskutiert.</p>
<p>Direktor Presker versprach gestern, mit dem Direktor der Tagesschule Kontakt aufzunehmen und ihm nahezulegen diesen Pfand nur für die Tagesschule aufrechtzuerhalten.</p>
<p>Ich melde mich sobald es Neuigkeiten gibt.</p>
<p>Schönen Tag noch, LG, Heidi Rechberger</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Service 2.0]]></title>
<link>http://drazraeltod.wordpress.com/2009/03/12/service-20/</link>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 12:32:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. Azrael Tod</dc:creator>
<guid>http://drazraeltod.wordpress.com/2009/03/12/service-20/</guid>
<description><![CDATA[Jaja.. der Kunde ist König in unserer tollen Marktwirtschaft. Blöd ist daran halt nur dass der König]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jaja.. der Kunde ist König in unserer tollen Marktwirtschaft. Blöd ist daran halt nur dass der König von ziemlich Zwielichtigen Gestalten umgeben ist, die ihm mit so fiesen Tricks wie möglich das Geld aus der <del datetime="2009-03-12T11:43:28+00:00">Tasche</del>^WSchatzkammer zu ziehen versuchen, ohne ihm dafür etwas zu bieten.</p>
<p>Ein Beispiel gefälligst? Wie wäre es mit einem einfachen Einkauf von Lebensmittel beim örtlichen Discounter?<!--more--><br />
Noch bevor man richtig durch die Ladentür gegangen ist, geht es ja schon los&#8230; Wer einen Einkaufswagen will, der darf erstmal eine Euromünze als Pfand  aufbringen. Das wäre jetzt normalerweise kein Problem, aber leider hat man oft einfach keine Einstecken. Aber das Problem lässt sich natürlich leicht lösen, immerhin gibt es ja im Laden genug Kassen die genug Eurostücke rumliegen haben&#8230; also schnell zur Kasse gelaufen und sich dort erstmal anblaffen lassen: &#8220;Is&#8217; nich! &#8216;kann die Kasse nur aufmachen wennse was kaufen. &#8220;</p>
<p>Also steht man da&#8230; ohne Wagen&#8230; aber zum Glück gibts ja noch einen Infostand, an dem man auch für umsonst einen ganz klassischen Tragkorb bekommt. So umgeht man natürlich auch gleich den ersten Marketingtrick: Wer einen großen Wagen hat packt erstmal mehr ein, es sieht ja noch so leer darin aus. Jedenfalls ist der Infostand natürlich auch erstmal nicht besetzt, aber wenn man ein/zwei Stündchen wartet löst sich dieses Problem natürlich auch.</p>
<p>Nun endlich im Laden angekommen, sucht man nach dem ersten Artikel auf dem Einkaufszettel. Tatsächlich findet man sogar etwas passendes.. in 50 Ausführungen, mit einer einzigen Ausnahme jede für einen absurd hohen Preis. Diese Ausnahme liegt natürlich dort wo man sie möglichst schlecht sieht, frei nach dem Motto &#8220;Wir sind ja billig, aber wir können auch nichts dafür wenn die Kunden immer das teuerste kaufen&#8221;.</p>
<p>Beim zweiten Artikel geht das Suchen dann weiter&#8230; nicht nach der billigsten Variante, sondern einfach danach wo derartiges jetzt generell gelagert werden könnte, da die Regale alle 1-2 Tage umgeräumt werden. Die Idee dahinter ist natürlich auch wieder einfach: Wenn der Kunde lange<br />
genug sucht, findet er evtl. auch noch andere Sachen die ihn interessieren könnten.</p>
<p>Für die Dinge die man jeden Tag braucht, muss man natürlich einmal quer durch den ganzen Laden laufen&#8230; Nein, halt das trifft es nicht ganz&#8230; Man kann natürlich nicht Quer zum Laden laufen, sondern wird durch die sorgfältig geplanten Regale im Zickzackkurs durch den Laden geführt. Auf die Art muss man auch für das kleinste Stück Butter mindestens erstmal eine Viertelstunde im Laden sein.. super oder?</p>
<p>Haben wir nun endlich alle Dinge zusammen und wollen uns zur Kasse aufmachen fällt uns natürlich auf dass es den allerersten Artikel hier noch einmal an einer völlig anderen und unlogischen Stelle noch einmal als ganz deutlich ausgezeichnetes Sonderangebot gibt. Ich will garnicht wissen wie viele Kunden daraufhin nochmal zurückrennen, Artikel 1 zurückschaffen und das Sonderangebot mitnehmen. Man ist ja ordentlich und sortiert alles schön ins Regal zurück. </p>
<p>Wenn man nun also nach all diesen Hürden irgendwann doch mal bei der Kasse angekommen ist, so stellt man fest dass a) natürlich nur 10% der Kassen besetzt sind b) an den besetzten Kassen schlangen bis zurück zum Regal mit der Butter stehen. Natürlich konnte keiner Vorraussehen dass in dieser Stoßzeit plötzlich mehr Leute auftauchen als sonst!</p>
<p>Nun stehen wir an der Kasse und dürfen noch die schön strategisch aufgestellten Kleinartikel bewundern.. Schokoriegel, Kaugummi, Kondome, Schnaps, Zigaretten, &#8230; halt alles was die lieben Kleinen der Mama gerne noch in einem unbeobachteten Moment in den Wagen packen&#8230; zum doppelten Preis wie die Großpackung am anderen Ende des Ladens natürlich.</p>
<p>Sollte man es dann tatsächlich geschafft haben auch über die erneute &#8220;freundliche&#8221; Bedienung hinwegzusehen und die Fragen nach Kundenkarte, Postleitzahl, Gewinnspielteilnahme, Vorname der Großmutter und E-Mail-Passwort über sich ergehen zu lassen, darf man zusehen wie die etwas gestresste Kassiererin die eigenen Waren über den Scanner zieht. Kaum ist sie damit fertig, muss man natürlich sofort bezahlen und sollte sich eigentlich in Luft auflösen. Immerhin wollen auch andere Kunden noch bezahlen, da kann man nicht warten bis man das ganze Zeugs wieder zurück in den Wagen gepackt hat (Was zeitnah ziemlich unmöglich ist, es sei denn man bringt mindestens 2 Personen Verstärkung mit). Wenn man als Fußgänger da ist, wird man an dieser Stelle feststellen dass die gekauften Waren natürlich auch nicht in die mitgebrachten Taschen passen.. aber das macht nichts, die nette Dame an der Kasse gibt einem bestimmt noch einen Beutel, für ein kleines Endgeld versteht sich.</p>
<p>Aber was solls? Wir haben alles was wir wollten (Naja, fast.. über dem Herumirren im Laden haben wir natürlich 2 Artikel vergessen&#8230; dann müssen wir halt morgen nochmal wiederkommen) und sind endlich auf dem Heimweg. Der Zettel vom Pfandautomaten, bei dem wir unser Leergut am Anfang des Einkaufes abgegeben haben wird uns zwar beim nächsten Waschvorgang in der Hose zerfallen und das Geld bekommen wir auch nie weil wir daran nie denken werden aber immerhin: Wir haben überlebt! Dieses Mal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Einweg oder Mehrweg]]></title>
<link>http://eichental.wordpress.com/2009/03/11/einweg-oder-mehrweg/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 05:30:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>eichental</dc:creator>
<guid>http://eichental.wordpress.com/2009/03/11/einweg-oder-mehrweg/</guid>
<description><![CDATA[Welchen Pfandbetrag müßt ihr für eine Einwegpflasche und welchen für eine Mehrwegpflasche bezahlen? ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://eichental.wordpress.com/files/2009/03/mehrweg.jpg" alt="mehrweg" title="mehrweg" width="81" height="84" class="alignleft size-full wp-image-774" /> Welchen Pfandbetrag müßt ihr für eine Einwegpflasche und welchen für eine Mehrwegpflasche bezahlen? Was ist überhaupt der Unterschied zwischen diesen beiden Flaschen und wie unterscheidet man sie? Kommen nicht beide nach der Leerung wieder in den Leergutautomaten? Ja, kommen sie, aber Mehrweg, das sagt ja bereits der Name, werden nach der Benutzung wieder eingesammelt, gespült und anschließend wiederbefüllt (sofern sie nicht beschädigt wurden). Einwegflaschen hingegen werden nach der Rückgabe zusammengepresst, geschreddert und recycelt. Allerdings ist sowohl der Produktionsprozess immer wieder neue Flaschen produzieren zu müssen aufwendig als auch der Transport des Recyclingmaterials, welches häufig bis nach Afrika oder Asien transportiert wird.</p>
<p>Hauptverkäufer von Einwegflaschen sind Discounter, die es sich sparen wollen das Leergut mühsam wieder einzusammeln und auch bis zum Abtransport zu lagern. Um die Mehrwegquote trotzdem hoch zu halten wurde vor einiger Zeit das Einwegpfand eingeführt. Das Ergebnis jedoch ist eher mäßig, einzig die Flaschen landen jetzt seltener im Restmüll oder am Straßenrand. Ach ja der Pfandbetrag, er beträgt bei einer Mehrwegpflasche zwischen 8 ct. (Bier) und 15 ct. (Wasser, Limonade, Säfte) und bei einer Einwegflasche einheitlich bei 25 ct. </p>
<p><img src="http://eichental.wordpress.com/files/2009/03/einwegflasche.jpg" alt="einwegflasche" title="einwegflasche" width="66" height="88" class="alignright size-full wp-image-773" /> Und wie erkennt man Einwegflaschen. Zum einen tragen sie das Flaschen/Dosensymbol hier rechts, zum anderen steht (verwirrender Weise) meist Pfandflasche drauf. Mehrweg wird neuerdings mit dem Symbol oben links und der Aufschrift Mehrweg gekennzeichnet. Ganz ohne Pfand sind z.Zt. noch vereinzelte Diätgetränke, Joghurtdrinks und Saftflaschen. Noch, denn um der weiter schwindenden Mehrwegquote entgegenzuwirken denkt die Bundesregierung derzeit über eine Sonderabgabe für Einwegflaschen nach, was den Preis je Flasche um 10 &#8211; 20 ct. verteuern könnte.</p>
<p>[Update:] Noch etwas am Rande. Die Netzeitung schreibt unter <a href="http://www.netzeitung.de/gesundheit/1297258.html">diesem </a>Link &#8220;<em>In Mineralwasser sind verschiedene sogenannten Umwelthormone nachgewiesen worden. Eines davon wirkt im Körper wie das weibliche Sexualhormon Östrogen. Besonders Wasser aus Plastikflaschen enthält eine deutliche höhere Konzentration</em>&#8220;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dose oder Flasche? ]]></title>
<link>http://isabelladonna.wordpress.com/2009/01/07/dose-oder-flasche/</link>
<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 09:34:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>isabelladonna</dc:creator>
<guid>http://isabelladonna.wordpress.com/2009/01/07/dose-oder-flasche/</guid>
<description><![CDATA[Eingang zum Supermarkt Zum Jahresende gab es überall sehr viele Arbeitsangebote &#8211; und die Eink]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_824" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a rel="attachment wp-att-824" href="http://isabelladonna.wordpress.com/2009/01/07/dose-oder-flasche/dezember-2008-002-2/"><img class="size-full wp-image-824" title="Eingang zum Supermarkt" src="http://isabelladonna.wordpress.com/files/2009/01/dezember-2008-002.jpg" alt="Eingang zum Supermarkt" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Eingang zum Supermarkt</p></div>
<p>Zum Jahresende gab es überall sehr viele Arbeitsangebote &#8211; und die Einkaufswelt teilte sich in zwei Lager: Die einen schleppten Kartons, rissen sie auf und stapelten den Inhalt, die anderen schleppten Kartons, rissen sie auf und stapelten den Inhalt. Der Unterschied? Die Verweildauer im Supermarkt.</p>
<p>Nun sind die Inventuren in den Geschäften abgeschlossen und der ganz normale Einkaufswahnsinn hat wieder Einzug gehalten. Auch die Schüler gehen wieder dahin, wohin sie gehören und höchstens in den Supermarkt, um Naschwerk zu kaufen. Für ihr sauer verdientes Geld. Vereinzelte  &#8221;Pauschalkräfte&#8221; sollen aber einen dauerhaften, krisensicheren Arbeitsplatz gefunden haben, wie das folgende Filmchen glauben lässt:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qmqW9ox94ew&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qmqW9ox94ew&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Also, das lässt nur einen Schluss zu: Trinkt wieder mehr Dosenbier! Kauft es notgedrungen im Ausland, wenn die hiesigen Anbieter der Nachfrage nicht nachkommen wollen! Rettet Arbeitsplätze! Und zur allerhöchsten Not: Geht halt zur Flaschenrücknahme! Die müssen alle Flaschen zurücknehmen, egal, wo man sie gekauft hat.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/IOFNh2ayCbY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/IOFNh2ayCbY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bewahrt durch den besseren Ratgeber]]></title>
<link>http://mt1820today.wordpress.com/2008/12/27/gottes-wort-der-bessere-ratgeber/</link>
<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 03:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>JNj.</dc:creator>
<guid>http://mt1820today.wordpress.com/2008/12/27/gottes-wort-der-bessere-ratgeber/</guid>
<description><![CDATA[Translation here. Als Christ habe ich es immer wieder erlebt: Gottes Wort gibt uns für alle Lebensla]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:9pt;">Translation <a title="&#34;Website-Translation&#34;" href="http://babelfish.yahoo.com/" target="_blank">here</a>.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><span style="font-size:13pt;color:#000080;">Als Christ habe ich es immer wieder erlebt: Gottes Wort gibt uns für alle Lebenslagen den weisesten Rat. So lesen wir z.B. in <a title="&#34;Sprüche 22, 7&#34;" href="http://www.bibel-online.net/buch/20.sprueche/22.html#22,7" target="_blank">Sprüche 22, 7</a>:</span></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><span style="font-size:13pt;color:#000080;"><span style="color:#993300;">&#8220;Der Reiche herrscht über die Armen, und wer borgt, ist des Gläubigers Knecht.&#8221;</span></span></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><span style="font-size:13pt;color:#000080;">Dies ist eine klare Warnung, dass wir unseren Lebensstil, unseren Wohlstand etc. nicht auf Geliehenes, d.h. Kredit, aufbauen sollen. Wer das tut, gerät in die Abhängigkeit seines Kreditgebers (z.B. einer Bank). Eine solche Abhängigkeit kann, wenn der Kreditnehmer &#8211; aus welchen Gründen auch immer &#8211; die Rückzahlungsraten nicht mehr erbringen kann, zu schwerwiegenden Konsequenzen führen. Wer z.B. mit einem Kredit ein Haus kauft und sich dann als Hausbesitzer betrachtet, sitzt einer Täuschung auf. Solange der Kredit nicht vollständig abbezahlt ist, ist und bleibt dieses Haus ein Pfand in der Hand des Kreditgebers (z.B. einer Bank) und sollten die Raten nicht mehr bezahlt werden, kann der Kreditgeber das Haus jederzeit zwangsversteigern lassen. So geschehen jetzt z.B. bei einigen Kirchen in Amerika (siehe <a title="&#34;Churches Filing Bancrupcy&#34;" href="http://online.wsj.com/article_email/SB122999261138328613-lMyQjAxMDI4MjI5NTkyOTUyWj.html" target="_blank">hier)</a>. Man fragt sich, wie sich als &#8220;christlich&#8221; bezeichnende Organisationen angesichts der klaren Warnungen in Gottes Wort darauf hereinfallen konnten. Wer Gottes Wort glaubt und befolgt, bleibt bewahrt. Darum prüfen Sie bitte erst gründlich, welchen Rat Ihnen Gottes Wort gibt, ehe Sie eine Entscheidung treffen &#8211; und verlassen Sie sich nicht auf menschliche Versprechungen.</span></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:9pt;">You need a translation of this text in your language? Klick <a title="&#34;Website-Translation&#34;" href="http://babelfish.yahoo.com/" target="_blank">here</a>.<br />
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:13pt;color:#000080;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[spass haben bei lidl]]></title>
<link>http://murdeltas.wordpress.com/2008/12/18/spass-haben-bei-lidl/</link>
<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 23:01:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>marc</dc:creator>
<guid>http://murdeltas.wordpress.com/2008/12/18/spass-haben-bei-lidl/</guid>
<description><![CDATA[geht mal eure flaschen bei lidl zurueckbringen und kauft dann sachen, in genau dem wert, der auf dem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>geht mal eure flaschen bei lidl zurueckbringen und kauft dann sachen, in genau dem wert, der auf dem flaschenrueckgabe-bon steht, ein (also zb: ihr bekommt 5,76euro pfand und kauft genau fuer diesen wert ein). wenn ihr dann an der kasse mit dem bon bezahlt (und das ganze +/- 0 ergibt) soll angeblich das kassensystem abstuerzen <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>kann mir das mal jemand bestaetigen bzw. auch ausprobieren?</p>
<p><b>update 2008-12-18</b><br />
anscheinend scheint das ding schon eine weile her zu sein und ich habs mal wieder nicht so richtig mitbekommen (danke an die <a href="http://murdeltas.wordpress.com/2008/12/18/spass-haben-bei-lidl/#comments">kommentare</a>). funktioniert das eigentlich immer noch und was ist eigentlich der grund fuer den bug <i>(sofern das nicht doch alles gefaked ist)</i>?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Der "holy" Pfandwall,oder wie ich Kaiser von China spielen kann]]></title>
<link>http://carrowarro.wordpress.com/2008/11/13/der-holy-pfandwall/</link>
<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 21:40:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>carrowarro</dc:creator>
<guid>http://carrowarro.wordpress.com/2008/11/13/der-holy-pfandwall/</guid>
<description><![CDATA[Nun ist es soweit,ein tektonisches Meisterwerk empfängt hier seine Ehrerbietung.Seit dem ich mein ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nun ist es soweit,ein tektonisches Meisterwerk empfängt hier seine Ehrerbietung.Seit dem ich mein &#8220;neues&#8221; Leben in einer anderen Stadt gestartet hab,und zum ersten Mal auf eigenen Beinen stehen muss/kann/will/darf,haben sich einige Dinge ereignet,die ich in dieser Weise nicht vorhersehen konnte.Wenn man 19 Jahre lang behütet bei den Eltern aufwächst und sämtliche features im &#8220;Hotel-Mama&#8221;,was übrigens eins der bescheuertesten Neologismen auf dem Planeten ist, genießen kann,dann fällt einem das loslassen ungemein schwer,also mir jedenfalls.Zunächst stand ich vor dem Problem mit der Ernährung..kochen war bis dato ein Fremdwort sondersgleichen für mich.Ich,die wohl in der Lage wäre,Wasser anbrennen zu lassen.</p>
<p>Ich erinner mich das ich mit einem Grinsen im Gesicht zu meiner Mutter meinte,das es doch kein Problem sei,und das ich mich durchaus mit Fertigprodukten durchschlagen kann.Bereits nach 2 Wochen meines abstinenten Lebens von den Eltern,hing mir sämtlicher Fast Food aus den Ohren und wieder rein.Es war unterträglich auch nur daran zudenken,das ich nochmal Pommes oder irgendwelche Fertigsuppen zu mir nehmen könnte&#8230;Langsam begriff ich das schmunzeln im Gesicht meiner Mutter im Bezug auf meine naive treudoofe Aussage.</p>
<p>Ich hatte nur eine Möglichkeit,wenn ich mich nicht weiterhin in Wahnvorstellungen an Kaninchenbraten und diverse andere Leckereien aus der Kochschmiede meiner Familie wälzen wollte,ich musste anfangen umzudenken und selber den heiligen Kochlöffel schwingen.Da war nur zunächst das Problem meine Angst vor unserem frauenfeindlichen Gasherd zu überwinden.Es schien mir schiere Quälerei das Feuer dort lodern zu sehen.Als Elektroherdverseuchtes Kind brauchte ich einige Zeit um mich damit anzufreunden,und einige verbrannte Finger später hatte ich den Dreh raus.Jetz seh ich den zeitlichen Vorteil,und Zeit ist bekanntlich Geld.</p>
<p>Naja,nach einigen Misslungenen Kombinationen die selbst einem verhungerten chinesischen Straßenköter die Übelkeit ins Gesicht gezaubert hätte,kamen mir alte Rezepte meiner Mutter sehr zu Gute.In den ersten Wochen waren es noch die Eierkuchen,dann kam Rührei und  dann die Königsdisziplin das Braten von rohem Fleisch dazu.In letzter zeit war ich sehr fleißig am Üben und kann nun schon einige Sachen kochen,die ich noch aus dem Elternhaus kenne.Meine derzeitigen Experimente gelten einigen Fertigsoßen,die Zweckentfremdet und zu neuen Soßen getuned werden.Einiges hat große Potential mir zugefallen..mir dem &#8220;Nichts-Esser&#8221;.Und das trifft es wahrlich.</p>
<p>Ich habe ein gespaltenes Verhältnis zu Gemüse.Es ist mit sehr suspekt und sehr unsympathisch,ich befürchte auch,das sich an unserer Beziehung nicht viel ändern wird in Zukunft.Zu Fleisch kann ich auch nur sagen,das ich weder Kuh noch Schwein sonderlich mag,hingegen ist Geflügel eines der meist gebratensten Substanzen in meiner Küche.Obst ist zwar immer schön und gut,aber ich verspüre nie den Drang es zu kaufen,wenn es daliegt (am besten noch geschält und geviertelt),dann ess ich es schonmal,ich glaube ich versteh die Sorge meiner Mutter,das ich nach dem Ausziehen irgendwann an Skorbut erkranken werde,von daher hab ich irgendwann angefangen ab und zu mal nen Apfel zu verspeisen,um das Gewissen meiner Mutter,und auch meins, zu beruhigen.In letzter Zeit verspüre ich sogar den Apetit auf Obstsalat,ein mir in der Tat fremdes Gefühl,nur da wäre wieder das Problem mit der Motivation Obst zu kaufen.Was mich auch zu meiner Überschrift bringen wird.</p>
<p>Wenn man zu Hause bei den Eltern lebt ,ist einem gar nicht bewusst,das Einkauf mit einer solchen Anstrengung verbunden ist.Die Dinge die man braucht sind einfach da.So auch das Trinken.Seit dem ich alleine wohne und jede Woche einmal das schwere Trinken in die 3te Etage buckeln muss,ist mir aufgefallen,wie schwer das eigentlich ist.Das Austrinken geht dann sonderlich schwerer von der Hand als zuvor,weil man ja jetz weiß,wenn es alle ist,muss man wieder los was kaufen.Aber noch nerviger is der übrig bleibende Berg an Pfandflaschen.Wenn ich nur motivierter wäre sie wegzubringen,dann könnte ich mir jetzt sicher ein taxi zum Supermarkt leisten.Am Anfang waren es ja nur ein paar Flaschen,die geschickt unter das Bett geschoben worden sind &#8216;Aus dem Auge,aus dem Sinn&#8217;. Seit dem sich aber ein Hügel auf der Matraze abgezeichnet hatte  und es nun vielmehr unmöglich war normal darauf zu liegen ohne das es lustige Flaschen-zerdrück-Geräusche von sich gab,musste ich mir geschwind was einfallen lassen.Sie weg zubringen kam mir dennoch nicht in den Sinn.</p>
<p>Da fiel mir die ideale Stelle für meine Flaschen auf.Neben meinem Bett ist ,dank kleinem Wandvorsprung, noch etwas Platz,genau der richtige Ort dafür.Schön sortiert und aufgestapelt hab ich sie nun neben das Bett gelegt und dort triumphieren sie als ästhetisches Meisterwerk,der chinesischen Mauer gleich tuend, und sind fastgenauso hoch.Langsam hab ich  mich an ihren Anblick gewöhnt,nein,sie sogar ganz lieb gewonnen,und auf den namen &#8220;my holy pfandwall&#8221; getauft&#8230;Pfandi wenn du das liest,ich liebe dich,mach so weiter wie bisher.</p>
<p>Ich glaube das ganze hat etwas messihaftes&#8230;ob sich das negativ auf meinen Lebensumstad auswirken wird?Naja ich denke nicht,das es die Haare im Backofen übertrumpfen wird.Ich bin stolz auf mein gebautes Meisterwerk,und iiirgeendwaaaan wenn ich jemanden finde,der mir helfen mag,werde ich sie langsam wieder abbauen und das Geld dafür einstreichen.Von dem Geld kauf ich mir dann ein Haus,oder nen Ferrari,mal sehen,vielleicht ist auch beides möglich.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fehler...]]></title>
<link>http://paponioswelt.wordpress.com/2008/10/15/fehler/</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 15:22:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>paponio</dc:creator>
<guid>http://paponioswelt.wordpress.com/2008/10/15/fehler/</guid>
<description><![CDATA[Eigentlich wollte ich an diesem Mittwoch nichts schreiben. Morgen erwartet mich eine schwierige Klau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eigentlich wollte ich an diesem Mittwoch nichts schreiben. Morgen erwartet mich eine schwierige Klausur und generell mekert jeder ich verbringe zu viel Zeit am Pc. Vielleicht mag das stimmen aber diese Sache muss ich mir von der Seele reden sonst veranstalte ich an diesem Ort noch ein Gemezel.</p>
<p>Nun glücklicherweiße waren heute Lehrerkonferenzen und die Schulzeit nahm ein glückliches Abrubtes Ende.</p>
<p>Das die Lehrer auf eine andere Schule gehen um ihre Konferenz abzuhalten lass ich einfach mal unkommentiert.</p>
<p>Mit Glücksgefühlen im Magen begab ich mich auf die Einkaufsstraße. Vielleicht lag es an ihnen das ich diesen Fehler gemacht habe. Ich weiß es nicht.</p>
<p>Wie vor ein paar Tagen berichtet hatte ich mir eigentlich vorgenommen dort nicht mehr hinzugehen. Wer sich jetzt fragt wovon ich rede sollte sich die vorherigen Beiträge mal durchlesen ich warte.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p>So das sollte reichen. Wer zu faul war nachzuschauen erhält jetzt die Antwort.</p>
<p>Ich war in REWE. Ja ich war schwach. Nachdem ich die Schule vorzeitig verlassen habe und dann noch eine Rewewerbung an einem Bus war, vergass ich den Ärger der letzten Male und ging einfach rein.</p>
<p>Wie im Rausch ging ich durch die Regale, am Rechnen wie viel mein Lieblingsgetränk kostet.</p>
<p>Als ich dann am Getränkeregal war merkte ich schon das etwas nicht stimmte.</p>
<p>Es wurde ein wenig umgestellt,das hätte mir schon zu denken geben sollen aber ich ging weiter und dann sah ich es.</p>
<p>Ich müsste um es zu erklären etwas weiter ausholen. Ich war früher ein treuer Kunde von Otto Mess dann von Minimal und dann von Rewe.</p>
<p>Ich fand es klasse das Produkte von der Coca Cola company + Pfand einen Euro kosteten.</p>
<p>Einen Euro hat man immer irgendwo rumliegen. Es ersparrt einem auch ewig in der Schlange zu stehen da man schnell einen Euro zücken kann und damit die unnötige Zeit des Wechselgeldsuchens umgeht.</p>
<p>Nun vor ein paar Monaten aber verteuerten sich diese Produkte. von 85 Cent + 15 Cent Pfand auf 1€ und 15 Cent Pfand.</p>
<p>Aus und vorbei war es mit dem einen Euro jetzt wollten sie auch noch den Pfand haben.</p>
<p>Aber gut ich habe dann aufgehört so oft mich mit dem Teufelszeug zu benebeln. Hin und wieder tat ich es trotzdem aber da kochte ich schon.</p>
<p>Um wieder zur Situation zurückzukommen. Was ich dort sah schlug dem Plömpel das Gummi aus.</p>
<p>Anstatt der 1€ waren es plötzlich 1€ 05 +15 Cent Pfand.</p>
<p>Was soll denn das? Reicht es nicht das ich mich weigere es jeden Tag zu kaufen wollt ihr mich völlig vergraulen?</p>
<p>Ich habe es natürlich nicht gekauft. Sondern sah mich nach Alternativen um um den Geldhungrigen Rewemenschen nicht noch mehr Geld in den Rachen zu schmeißen.</p>
<p>Ich wurde schnell fündig. Die selbe Menge Pepsi kostete 85 Cent + 15 Cent Pfand so Beschilderung.</p>
<p>Da waren sie wieder meine Geliebte 1€ teure Cola. Frohen Mutes schritt ich zur Kasse. Ich erwischte dieses mal sogar die schnellere Kasse. Ich dachte das muss ein Zeichen sein. Pepsi mein Freund du rettest mich aus einer tiefen Depression.</p>
<p>Doch Rewe wäre nicht Rewe wenn sie nicht noch etwas in der Hinterhand hätten.</p>
<p>Die Pepsi hat sich mal wieder auf dem Weg zur Kasse verteuert. Anstatt 85Cent + 15 Cent waren es plötzlich 85Cent + 25Cent Pfand.</p>
<p>Normalerweiße wüsste ich das nicht. Doch dieses mal behielt ich den Kassenbon den ich normalerweiße wegwerfe.</p>
<p>Damit hat es sich Rewe endgültig mit mir verscherzt. Ab sofort werde ich Rewe nicht mehr aufsuchen.</p>
<p>Das wars. Haut rein Ich bin raus und gucke jetzt Dr. House nebenbei lerne ich und vergesst nicht.</p>
<p>Geld allein macht nicht glücklich.</p>
<p>Es gehören auch noch Aktien, Gold und Grundstücke dazu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Der verloren gegangene Pfandbon]]></title>
<link>http://suyak.wordpress.com/2008/09/09/der-verlorene-pfandbon/</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 12:55:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>suyak</dc:creator>
<guid>http://suyak.wordpress.com/2008/09/09/der-verlorene-pfandbon/</guid>
<description><![CDATA[Vielleicht komme ich doch in den Himmel, denn ich habe eine gute Tat vollbracht. Im Supermarkt steue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vielleicht komme ich doch in den Himmel, denn ich habe eine gute Tat vollbracht. Im Supermarkt steuerte ich das Puddingregal an. An der Querung zum Kühlregal staute es sich: Eine Mitarbeiterin des Marktes quetschte sich mit dem Warentransporter an einem älteren Herrn und dessen Einkaufswagen vorbei und versperrte den Gang. Freundlich ließ mich der Herr auch noch vorbei. Nachdem das gewünschte Produkt im Korb gelandet war, fiel mein Blick nach unten. Das weiße Zettelchen am Boden wurde gerade von einem Einkaufswagen überrollt. Ich hob den Pfandbon auf und staunte: über neun Euro! Kurz überlegte ich, ob das mein Glückstag wäre? Der ältere Herr! Der stand doch genau hier am Regal. Ich machte mich auf die Suche und fand ihn gleich wieder: &#8220;Gucken Sie mal, haben sie den verloren?&#8221; Der ältere Herr hat sich vielleicht gefreut:&#8221;Das ist aber nett von ihnen!&#8221;, bedankte er sich. Was für eine nette Begegnung. Ich ging zur Kasse. Wieder mal über neun Euro!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Der Status der Juden im Augsburger Stadtrecht von 1276]]></title>
<link>http://jhva.wordpress.com/2008/08/17/der-status-der-juden-im-augsburger-stadtrecht-von-1276/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 13:48:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>yehuda</dc:creator>
<guid>http://jhva.wordpress.com/2008/08/17/der-status-der-juden-im-augsburger-stadtrecht-von-1276/</guid>
<description><![CDATA[Anders als das Stadtrecht von 1156, das älteste in Deutschland, ist das „Stadtbuch“ von 1276 in deut]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Anders als das Stadtrecht von 1156, das älteste in Deutschland, ist das „Stadtbuch“ von 1276 in deutscher Sprache verfasst. Es ist eine der ältesten mittelhochdeutschen Urkunden und eine wahre Fundgrube für alle, die Rechtsgeschichte oder die schöne Sprache studieren. Es mutet deshalb etwas seltsam an, dass das Dokument bis heute noch nicht vollständig ins Hochdeutsche übertragen wurde. Erst 1872 erschien eine Druckausgabe des handschriftlichen Textes, die jedoch nur Anmerkungen, aber keine Übersetzung bietet. Die städtische Verfassung war unter Rudolf von Habsburg entstanden und von einem vierköpfigen Gremium städtischer Räte ausgearbeitet, das auch Geistliche zu Rate zog. Sie verfügten mit kaiserlicher Zustimmung eine Vielzahl von Bereichen wie Zoll, Steuern, Anordnungen über die Nutzung von Gewässern, Wegen, Münz-, Prozess- und Strafrecht. Als Berater für das Judenrecht stand allem Anschein nach Rabbi Meir zur Seite, von 1246 bis 1250 selbst Rabbiner in Augsburg und in jener Zeit als Reichsrabbiner bevorzugter Adressat von Kaisern, Königen, Bischöfen und Stadtoberen im ganzen Reich war. Einige der Verfügungen lassen seinen Einfluss deutlich erkennen.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Ein Verständnis der Bestimmungen über den Rechtsstatus der Juden in Augsburg ist im zeitlichen Abstand von über siebenhundert Jahren nicht ohne weiteres möglich. Zudem ist es undenkbar, das „Judenrecht“ aus dem Kontext der vielgestaltigen Gerichtsbarkeit als singuläres Element herauszulösen, da dies unweigerlich zu den verschiedensten Missverständnissen und Fehlurteilen führen muss. Man kommt deshalb nicht umhin, einige grundlegende strukturelle Voraussetzungen der innerstädtischen Machtverhältnisse auszuführen. Obgleich die Reichstadt der kaiserlichen Hoheit unterstand, fungiert der Bischof als formeller Gesetzgeber, während der Gesetzeskodex andererseits tendenziell auch ein Instrumentarium darstellt, die Macht des Bischofs zu beschränken und die Bürgerschaft zu stärken.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Die Rechts- und Prozessfähigkeit</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Allgemein gesprochen konnte jede Person als Streitpartei rechtsfähig sein, mit Ausnahme von Geächteten, Mönchen und Leibeigenen. Letztere galten als „Sachen“, für die sich ihr Eigentümer zu verantworten hatte. Prinzipiell galt das Recht also für alle „Bürger“, nicht zu verwechseln mit (bloßen) Einwohnern, denn als Bürger galt nur, wer auch Steuern entrichtete. Habenichtse schloss dies aus und Auswärtige betraf es nur, solange sie sich vor Ort befanden. Andernfalls mussten Prozesse gegen sie an ihrem heimischen Gerichtsort angestrebt werden.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Von der Rechtsfähigkeit unterschied sich freilich nochmals die Prozessfähigkeit, die Grundlage dafür war, als Prozesspartei vor einem Gericht aufzutreten. Letzteres setzte die Mündigkeit einer Person voraus, die nach unterschiedlichen Angaben im Stadtbuch im Alter von 13 bis 15 Jahren einsetzte. Dies betraf freilich nur männliche Personen. Knaben unter diesem Alter wurden von ihren Vätern vertreten. Frauen jedoch unterlagen zeitlebens einer sog. „Geschlechtervormundschaft“ und waren deshalb <em>prinzipiell nicht prozessfähig</em>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Das Augsburger Stadtrecht stellte Frauen damit Knaben unter 13 Jahren oder „Toren“, also Schwachsinnigen gleich. Neben ihnen waren ganz allgemein auch die Dienstmänner als „Huber“ und „Grundholden“ weltlicher oder „Zinsleute“ geistlicher Herren von der Prozessfähigkeit ausgeschlossen. Für sie nahmen ihre Herren vor Gericht Stellung. Jüdische Hausbesitzer hingegen besaßen das Bürgerrecht.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Die komplexe Gerichtsbarkeit der Stadt unterteilt sich in mehrere Gerichtsorte und Instanzen, die sich je nach Begebenheit oder Sachverhalt einander bedingten oder aber einander ausschließen konnten. Sie spiegelten die geteilten Machtverhältnisse in der Stadt wieder, die zwischen geistlichen und weltlichen Herrschern, ihren jeweiligen Vertretern und den Stadträten zu keinem Zeitpunkt unumstrittenen war. So ist als scheinbarer Kompromiss das städtische Gericht bereits zweigeteilt, nämlich in das des bischöflichen Burggrafen und in jenes des königlichen Vogtes. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Neben diesen „weltlichen“ Gerichtsinstanzen gab es ein geistliches Gericht – das<span>  </span><span> </span>„Capitel“ oder Chorgericht – mit dem Bischof selbst als Gerichtsherrn, der sich in der Regel freilich von seinem Offizial vertreten ließ. Das Capitel war fast ausschließlich für Kleriker oder religiöse (also innerkirchliche) Streitfragen und das Eherecht zuständig, daneben aber auch für Pfandgeschäfte und Wucher. Als Inhaber des Münzregals waren die Bischöfe schließlich auch allein berechtigt, den Handel mit Silber zu betreiben oder Münzen herauszugeben, einzuziehen und verhandelten alles, was damit in Berührung stand.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Der Begriff der Gleichberechtigung ist ein moderner und hat in der Welt des Mittelalters weder eine Entsprechung noch überhaupt eine Grundlage. Die heute selbstverständliche Auffassung alle Menschen seien vor dem Gericht gleich, wozu wir mehr als nur Ansätze in der Bibel finden, spielte in der mittelalterlichen Welt keine Rolle. Sie existierte gar nicht und hätte die damaligen Menschen zumindest sehr beunruhigt oder völlig überfordert. Im Gegensatz dazu legte man äußersten Wert auf Sonderrechte und Vorzüge, die man entweder als einzelne Person, als Familie oder Gruppe in Form von Freibriefen verliehen bekam. Solche Sonderrechte genossen verschiedene Parteien oder Personen, etwa Adelige, Händler oder Geistliche, die ja teilweise auch heute noch der geltenden Rechtsnorm entsprechen. Wie Klöster oder Kaufleute genossen auch Juden Sonderrechte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Grundlagen des jüdischen Rechts</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Auf das Jahr 1090 bereits geht das Rechtsstatut der Kammerknechtschaft Heinrich IV. zurück, welches zunächst die Rechte der jüdischen Gemeinde von Worms definierte und deshalb auch gelegentlich als <em>Wormser Privileg</em> bezeichnet wird. Die darin getroffenen Regelungen garantierten den Juden Schutz von Leben und Eigentum, Freiheit in der Ausübung ihrer Religion, das Recht des freien Handels und der Beschäftigung christlichen Hauspersonals, nebst der Autonomie in der innerjüdischen Rechtssprechung. Für Streitfälle zwischen Juden und Christen wurden hingegen Verfahrensregeln festgelegt. Im Jahre 1236 bestätigte Friedrich Barbarossa das Wormser Privileg und erklärte es für alle Juden und -gemeinden im Reich für rechtsgültig. Die Juden nannte er in diesem Rechtsdokument <em>servi camerae nostri</em>, wörtlich also „Diener unserer Kammern“.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Das wesentlichste Merkmal des Augsburger Judenrechts im Stadtbuch von 1276 ist zunächst die formelle Anerkennung der eigenen, unabhängigen Rechtssprechung der Juden in der Stadt nach dem Grundsatz des Wormser Privilegs und dessen Fortschreibung. Immer wieder betont das Augsburger Stadtrecht deshalb ganz beiläufig, dieses oder jenes sei <em>nach dem jüdischen Recht</em> zu entscheiden. Das Augsburger <em>Bet Din</em> verfügte also über eine weit reichende Souveränität in der Jurisprudenz, die sie befugte alle innerjüdischen Angelegenheiten, insofern sie nicht Kapitalverbrechen betrafen, völlig autonom zu entscheiden. Entsprechend erspart es sich das Stadtrecht auch, darauf in irgendeiner Weise inhaltlich Bezug zu nehmen und zitiert deshalb keinerlei Bestimmungen des umfangreichen rabbinischen Gesetzes. Ähnlich verhält es sich aber freilich mit den Rechtsstatuten des Burggrafen oder des Vogtes, die gleichfalls eine eigene Gerichtsbarkeit in der Stadt unterhielten. Auch deren Bestimmungen werden nicht zitiert, sondern wie die der Klöster fraglos als gegeben vorausgesetzt. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Neben diesen äußeren Faktoren waren für den Rechtsstatus der Juden selbstverständlich auch innerjüdische ausschlaggebend. Die verbindlichen Grundlagen des rabbinischen Rechts sind die Bestimmungen der Thora, also der Gesetze der ersten fünf Bücher der Bibel. Darin finden sich neben den allgemein bekannten zehn Geboten insgesamt 613 Gebote und Verbote.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Eines davon legt bereits dort die Grundlage für die späteren Rabbinatsgerichte: „<em>Handle nach den Weisungen und den Rechtsentscheiden, die sie (die Richter) dir erteilen und weiche von ihren Bestimmungen nicht ab, weder nach links noch nach rechts</em>.“</span><a name="_ftnref1" href="http://jhva.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;">[1]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Das rabbinische Bet Din setzte sich aus einem Rat zusammen, dem mehrere Dajanim angehörten. Da Urteile von Einzelrichtern zu keiner Zeit Rechtsgültigkeit besaßen, betrug die minimale Anzahl in kleineren Gemeinden drei Richter. Die ungerade Zahl war indes vorgeschrieben, um bei gegensätzlichen Auffassungen eine Mehrheitsentscheidung zu ermöglichen. Große Gemeinden orientierten sich an der entsprechenden Vorgabe des Talmuds und bestanden aus 23 Richtern, dem Kleinen Sanhedrin. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Arial;">Richter konnte jedoch nur ein Rabbiner werden, der sich in seiner Ausbildung hinreichend spezialisiert hatte und der nach seiner Wahl durch die Gemeinde entsprechend den hohen Anforderungen durch die <em>Smicha </em>würdig im Amt bestätigt wurde.</span><a name="_ftnref2" href="http://jhva.wordpress.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;">[2]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial;"></span></p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><a name="_ftn1" href="http://jhva.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span lang="EN-US"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="EN-US">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;"><span lang="EN-US"> </span><span>Sefer Dwarim, 5. Buch Moses 17.11</span></span></span></p>
</div>
<div id="ftn2">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><a name="_ftn2" href="http://jhva.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span lang="EN-US"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;" lang="EN-US">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;"><span lang="EN-US"> </span><span>Die Anforderungen an einen Richter hat unter anderem Mosche Ben Maimon (Rambam, 1134 – 1205) ausführlich beschrieben: Jeder Richter soll weise und einfühlsam sein, erfahren und gelehrig im Gesetz. Darüber hinaus soll er über eine umfangreiche allgemeine Bildung in der Medizin, Astronomie und Mathematik verfügen und die Methoden der Zauberei und über die verschiedenen Formen des Götzendienstes unterrichtet sein, um entsprechend urteilen zu können. Als sieben grundlegenden Eigenschaften des Richters galten Weisheit, Genügsamkeit, Gottesfurcht, Verachtung von Reichtum, Wahrheitsliebe, Menschenliebe und schließlich ein guter Name. Spielen um Geld und Geldverleih gegen Zinsen disqualifizieren vom Richteramt. War er mit einer Streitpartei verwandt, darf er aus Gründen der Befangenheit nicht Recht sprechen. In seiner Urteilsfindung musste er alle Seiten gleichermaßen anhören und sich weder von der Armut noch vom Reichtum eines Menschen in seinem Urteil trüben lassen. Selbstverständlich durfte er deshalb auch keinerlei Vergünstigungen oder gar Bestechungen annehmen und auch keiner weiteren von anderen abhängigen Arbeit nachgehen. Er musste nicht nur Recht sprechen, sondern auch dafür Sorge tragen, dass es umgesetzt und allgemein erkenntlich wurde. Jeder Richter war verpflichtet zu prüfen, ob die anderen Richter fachlich qualifiziert sind. Kein Richter durfte mit einem anderen zusammenwirken, den er verachtete. Auch durfte er sich seiner richterlichen Verantwortung nicht dadurch entziehen, dass er sich grundlos dem Urteil anderer anschloss, um ein Verfahren zu verkürzen. Und dergleichen mehr…(siehe: Mischne Thora)</span></span></span></p>
</div>
</div>
<hr size="1" />
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PFAND]]></title>
<link>http://heliosaleman.wordpress.com/2008/08/15/pfand/</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>carmen</dc:creator>
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<description><![CDATA[El reciclaje es muy importante en Alemania. Por eso, la costumbre de fabricar envases retornables de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Pfand por romaguera.carmen, en Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/26441384@N07/2766308864/"><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3090/2766308864_bbeb56be62.jpg" alt="Pfand" width="213" height="500" /></a></p>
<p>El reciclaje es muy importante en Alemania. Por eso, la costumbre de fabricar envases retornables de plástico y cristal para las bebidas no se ha perdido.</p>
<p>Generalmente la compra de una bebida va acompañada del pago del <span style="color:#0000ff;">Pfand</span>, una cantidad de dinero que recuperas al devolver el envase (bote, botella de cristal o de plástico) en una tienda o en las máquinas que tienen destinadas al efecto en los supermercados.</p>
<p>El concepto de pagar el envase hasta su devolución está muy extendido en algunas ciudades alemanas. Así, muchos bares y discotecas cobran <span style="color:#0000ff;">P<em>fand</em></span> por vasos y botellas y en un puesto de comida, es normal que te cobren <span style="color:#0000ff;">Pfand</span> por los platos, los vasos o las tazas.</p>
<p>Con esta medida además de reciclar, consiguen una mayor limpieza en las calles. Al visitar la <a href="http://www.stuttgart-tourist.de/ESN/fiestas/fiesta_verano.htm">fiesta del Verano de Stuttgart</a>, no pude dejar de comparar la limpieza de la calle durante la fiesta, con la limpieza de mi barrio cuando se celebra una fiesta durante las Fallas.</p>
<p>Foto realizada por Carmen</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Die neue Armut]]></title>
<link>http://quarktasche.wordpress.de/2008/07/23/die-neue-armut/</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:31:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcomad</dc:creator>
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<description><![CDATA[Es sind nicht mehr unbedingt die ragged people, die einen langen Arm in die Mülltonnen machen, auf d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Es sind nicht mehr unbedingt die ragged people, die einen langen Arm in die Mülltonnen machen, auf d]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[the collectors]]></title>
<link>http://finvara.wordpress.com/2008/07/09/the-collectors/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:06:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>finvara</dc:creator>
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<description><![CDATA[the collectors in germany there is a pledge on bottles and cans. Bringing them back to a store makes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><strong> the collectors<br />
</strong><img class="size-full wp-image-355 aligncenter" src="http://finvara.wordpress.com/files/2008/07/pfandsammler-web.jpg" alt="" width="452" height="301" /></p>
<p>in germany there is a pledge on bottles and cans. Bringing them back to a store makes 0,15 cent or 0,25 cent. depends on the bottle. since there is pledge on nearly every bottle and we have nearly no more cans (to protect the enviroment) more and more poor people spend their day collecting bottles. they search them everywhere. we have a very clean town. it is not easy to find some thrown away bottles. it may happen that you sit outside on a lounge and drink your beer and a collector grabs it when you put it on earth. even if you put it under your seat. of course it is empty then.</p>
<p>we did not have this some years ago&#8230;now they become more and more.</p>
<p>i am glad to see people do something to get some extra money.
</p>
<p style="text-align:left;">feel free to corrrect my english or leave comments connected to the photograph.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PFRA 9000]]></title>
<link>http://suyak.wordpress.com/2008/06/19/pfra-9000/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 09:57:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>suyak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Schon HAL 9000 war eigensinnig, wollte partout das Schleusentor nicht öffnen. Für Astronaut Dave Bow]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Schon HAL 9000 war eigensinnig, wollte partout das Schleusentor nicht öffnen. Für Astronaut Dave Bowman der Anfang einer Space Odyssee. Im Supermarkt bekam ich es mit der künstlichen Intelligenz des Automaten für die Rückgabe von Pfandflaschen zu tun. Ein kluges Gerät, das nur ausgewählte Flaschen annimmt. So klärte es mich auf, dass es volle Flaschen nicht annehme. Unser Konflikt: Die Flasche war ja gar nicht voll. Sondern leer. Der Beginn einer Supermarkt Odyssee. Mensch gegen Maschine. Der Pfandflaschenrückgabeautomat &#8211; nennen wir ihn PFRA 9000 &#8211; war partout nicht davon zu überzeugen, dass ich ihm eine leere Flasche zu schlucken gegeben habe und spuckte sie wieder aus das sture Ding. Meine Intelligenz bündelnd, versuchte ich PFRA 9000 zu überlisten. Stecker ziehen war nicht möglich. Dagegen treten lieber auch nicht. Also drehte ich die Flasche nach und nach um ihre Achse und probierte es wieder und wieder. Das schien Wirkung zu zeigen, denn zwischendurch war der 9000er der Meinung, die Flasche gehöre nicht zum Sortiment des Marktes. Schließlich spuckte mir der Apparat statt der leeren Flasche den Pfandbon aus. Der Mensch war noch einmal der Maschine überlegen. Für das Pfandgeld war ’ne Pizza drin. Jetzt kann mir die Mikrowelle kommen.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nur "Flaschen" kaufen Dosen]]></title>
<link>http://anho63.wordpress.com/2008/04/10/nur-flaschen-kaufen-dosen/</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 09:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andy</dc:creator>
<guid>http://anho63.wordpress.com/2008/04/10/nur-flaschen-kaufen-dosen/</guid>
<description><![CDATA[Als unser (lokaler) Supermarkt längere Zeit &#8220;unser&#8221; Mineralwasser nur mehr im Einweggebi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Als unser (lokaler) Supermarkt längere Zeit &#8220;unser&#8221; Mineralwasser nur mehr im Einweggebi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pfandrückgabe]]></title>
<link>http://lawandmore.wordpress.com/2008/03/27/pfandruckgabe/</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 15:56:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastian C.</dc:creator>
<guid>http://lawandmore.wordpress.com/2008/03/27/pfandruckgabe/</guid>
<description><![CDATA[Da hatten sich doch schon einige Pfandflaschen bei mir angesammelt. Insgesamt 30 Stück. So kam ich a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Da hatten sich doch schon einige Pfandflaschen bei mir angesammelt. Insgesamt 30 Stück. So kam ich aber immerhin zu dem Vergnügen, dass das Pfand den Warenwert meines Einkaufs überstieg und ich an der Kasse sogar noch Geld ausgezahlt bekommen habe.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pfand : complément d'enquête!]]></title>
<link>http://betagreg.wordpress.com/2007/10/16/pfand-complement-denquete/</link>
<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 10:08:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>betagreg</dc:creator>
<guid>http://betagreg.wordpress.com/2007/10/16/pfand-complement-denquete/</guid>
<description><![CDATA[Un petit supplément à l&#8217;article précédant concernant la pfand : J&#8217;ai oublié de dire qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un petit supplément à <a href="http://betagreg.wordpress.com/2007/10/08/entendu-a-berlin-eco-logique-et-efficace/">l&#8217;article précédant concernant la pfand</a> :<br />
J&#8217;ai oublié de dire qu&#8217;en Allemagne, une pfand est parfois payée pour les consommations dans les bars. On revient ici au sens premier du mot, à savoir &#8220;consigne&#8221;. Un supplément est ainsi ajouté pour le verre ou la bouteille qui contient votre boisson (au hasard, une bière). Vous récupérez la pfand simplement en rapportant la bouteille ou le verre.<br />
Le but premier ici n&#8217;est pas vraiment de recycler mais plutôt de faire en sorte que les gens ne cassent pas leur verre (pas de verre, pas de pfand remboursée). J&#8217;avoue apprécier ce type de responsabilisation même si c&#8217;est ch&#8230; d&#8217;attendre pour rendre son verre. </p>
<p>Les allemands sont impressionants. Je vois mal un tel système être accepté en France. Alors qu&#8217;ici, les allemands sont responsables jusqu&#8217;au bout, jusqu&#8217;à &#8230; la mise en bière (je devais la faire désolé)&#8230;</p>
<p>PS : et en plus, on apprécie encore plus les boissons offertes (au hasard une bière) car on est allégé du souci de préserver son verre!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
