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	<title>pico-do-petroleo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/pico-do-petroleo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pico-do-petroleo"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:57:56 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Pico petrolífero e pico do capitalismo]]></title>
<link>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/05/25/pico-petrolifero-e-pico-do-capitalismo/</link>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 01:56:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Atama Moriya</dc:creator>
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<description><![CDATA[por Rick Wolff O conceito de pico petrolífero pode ter uma aplicação mais generalizada do que os seu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[por Rick Wolff O conceito de pico petrolífero pode ter uma aplicação mais generalizada do que os seu]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Perante o pico do petróleo é preciso descarbonizar as economias, avisa AIE]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/2008/11/10/perante-o-pico-do-petroleo-e-preciso-descarbonizar-as-economias-avisa-aie/</link>
<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 16:35:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Da redação, Le Monde. Ecoblogue, 8 de novembro de 2008 O último relatório anual da Agência Internaci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ecourbana.files.wordpress.com/2008/11/pico_prod_petroleo2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2224" title="pico_prod_petroleo2" src="http://ecourbana.wordpress.com/files/2008/11/pico_prod_petroleo2.jpg?w=300" alt="pico_prod_petroleo2" width="300" height="216" /></a>Da redação, Le Monde. <a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=2579&#38;Itemid=1">Ecoblogue</a>, 8 de novembro de 2008</p>
<p>O último relatório anual da Agência Internacional de Energia, de 6 de Novembro, não incita o otimismo. Entre a alta inevitável do preço do petróleo, o declíneo acelerado das reservas petrolíferas em exploração, a insuficiência dos investimentos (produção, refinagem, &#8230;) e a aceleração do aquecimento global, é impossível não olhar para o futuro do Planeta de negro com a leitura do <a href="http://www.worldenergyoutlook.org/2008.asp">World Energy Outlook 2008</a>.<!--more--></p>
<p>Ao ritmo a que estão as coisas ctualmente, é preciso &#8220;uma maior descarbonização da economia&#8221; para evitar &#8220;efeitos catastróficos e irremediáveis&#8221; sobre o clima. Nada menos que uma &#8220;revolução energética&#8221;. Isto é para nos fazer desesperar? &#8220;Nós estamos no cruzamento dos caminhos (&#8230;) Não é demasiado tarde para mudar de direcção&#8221;, alerta o economista chefe da AIE.</p>
<p>O mundo não tem falta do ouro negro. A terra tem o equivalente a 6500 mil milhões de barris, mas em zonas cada vez mais dispendiosas e mais difíceis de extrair e refinar.</p>
<p>Se nos retivermos no petróleo dito &#8220;convencional&#8221;, o declíneo das reservas acelera-se. Mais rápido no mar do Norte e nas pequenas reservas do que no Médio Orientes e nas reservas gigantes do Iraque e Arábia Saudita. A AIE estima que o declíneo natural dá-se a uma taxa de 9% por ano depois de atingido o pico.</p>
<p>Esta taxa é de 6,7% em relação aos investimentos destinados à produção. Estas taxas de deplecção serão de 10,5% ou 8,6% em 2030. Ou o consumo passará de 84 a 106 milhões de barris em 2030, mesmo que o contributo do petróleo para a energia primária desça de 34 a 30% devido ao aumento do carvão e gás.</p>
<p>A raridade do recurso e o custo dos investimentos irá repercurtir-se no preço. &#8220;A era do petróleo barato acabou&#8221;, sublinha a AIE. A agência estima que irá passar os 100 dólares e aí manter-se até 2015. Será de 200 dólares em 2030. É preciso &#8220;uma reavaliação das perpectivas de custos de produção e procura&#8221;. Uma procura que será de 45% daqui a 20 anos. É isso suportável para o planeta? Metade do crescimento da procura virá da China e Índia (e 87% dos países emergentes).</p>
<p>&#8220;Podemos estar certos que o mundo da energia será diferente em 2030 que actualmente&#8221;, conclui. Mas não necessariamente no sentido da maior sustentabilidade. Os combustíveis fósseis irão representar 80% da energia consumida. É preciso promover a economia de energia e as renováveis.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pico do petróleo]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/2008/08/08/o-pico-do-petroleo/</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 05:42:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como você descerá a ladeira?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como você descerá a ladeira?</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ulxe1ie-vEY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Ulxe1ie-vEY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensar de forma diferente]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/2008/06/26/pensar-de-forma-diferente/</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 05:33:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.wordpress.com/2008/06/26/pensar-de-forma-diferente/</guid>
<description><![CDATA[Por Ricardo Coelho Fonte: Ecoblogue O preço do barril de petróleo ultrapassou já os 135 dólares. Mes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/06/20080415132414jilin300.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-385" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/06/20080415132414jilin300.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a><em>Por Ricardo Coelho<br />
Fonte: <a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1739&#38;Itemid=41"><strong>Ecoblogue</strong></a></em></p>
<p>O preço do barril de petróleo ultrapassou já os 135 dólares. Mesmo tendo em conta a inflação, esta valor ultrapassa o do pico das crises petrolíferas dos anos 70. Está na altura de fazer uma pausa e reflectir sobre a sociedade que construímos.</p>
<p><strong>História esquecida</strong></p>
<p>Em 17 de Outubro de 1973, a Organização dos Países Árabes Exportadores de Petróleo (compreendendo os membros árabes da OPEP mais Egito e Síria) retaliaram contra o apoio de países ocidentais e do Japão a Israel na guerra de Yom Kippur decretando um embargo à exportação de petróleo. Ao mesmo tempo, a OPEP reduziu a sua produção, depois de as negociações com as sete grandes petrolíferas terem falhado. Como resultado, o preço do barril de petróleo disparou.<!--more--></p>
<p>Seguiu-se em 1979 uma nova crise petrolífera, desta vez causada pela Revolução Iraniana, que depôs o Xá. A produção de petróleo do Irão foi de novo afetada, assim como a do Iraque, pela guerra Irã-Iraque de 1980. Apesar dos esforços da parte da Arábia Saudita e de outros países da OPEP, o preço do barril de petróleo aumentou de novo.</p>
<p>Muitos estudos econômicos estimam a elasticidade da procura da gasolina e do gasóleo em valores muito baixos. Por outras palavras, será necessário um grande aumento nos preços dos combustíveis para que o consumo diminua de forma significativa. Daí que, apesar dos recentes aumentos nos preços dos combustíveis, o consumo não diminua muito.</p>
<p>Mas houve de fato um esforço no sentido de reduzir o consumo de gasolina dos automóveis nos anos 70, chegando-se mesmo ao ponto de suspender a produção de veículos mais gastadores. O que impulsionou esta mudança? Provavelmente, mais que o aumento do preço, a quebra na oferta.</p>
<p>As crises dos anos 70 não tiveram impactos apenas nos preços, mas também afetaram a oferta. As estações de serviço racionavam clientes e era por vezes difícil encontrar um sítio para abastecer o carro. O fato de se tornar óbvio para todos que o petróleo era um recurso escasso induziu assim esforços no sentido da conservação de energia, a tal ponto que os anos 80 foram marcados por um excesso de oferta nos mercados internacionais (<em>oil glut</em>).</p>
<p><strong>As conseqüências do aumento do preço do petróleo</strong></p>
<p>Tem havido um intenso debate sobre os motivos do aumento exponencial do preço do barril de petróleo nos mercados internacionais. Não entrarei nesse debate, embora me pareça algo fútil a tentativa de demonstrar que não existe um decréscimo na oferta de petróleo barato. É no preço, portanto, que reside o problema, e não na quantidade.</p>
<p>Infelizmente, teremos petróleo para abastecer o nosso estilo de vida viciado nos combustíveis fósseis durante muito tempo, talvez séculos. A questão que se coloca, então, é a de saber qual o impacto que terá nas sociedades industrializadas um aumento persistente do preço do petróleo.</p>
<p>Muitos ambientalistas vêem com bons olhos este aumento, na medida em que poderá encorajar medidas de conservação de energia. Eu também pensava desta forma, embora ache que devemos encontrar uma solução equitativa para apoiar alguns grupos desfavorecidos (pescadores e agricultores) e alguns sectores estratégicos (transporte coletivo de passageiros) na dura transição para uma sociedade pós-petróleo. Mas as notícias relativas à exploração das areias betuminosas fizeram-me mudar de opinião.</p>
<p>As areias betuminosas consistem numa mistura de areia ou argila, água e betume, um tipo de petróleo muito denso e viscoso. Só no Canadá, estima-se que 170 bilhões de barris de petróleo podem ser extraídos das areias betuminosas de Athabasca, uma reserva apenas superada pela Arábia Saudita. As areias betuminosas de Orinoco, na Venezuela, terão um potencial ainda maior para a exploração de petróleo.</p>
<p>A extração do petróleo das areias betuminosas é muito dispendiosa e extremamente poluente. Enormes quantidades de água e gás natural são utilizadas para retirar as areias e filtrar o betume, transformando uma zona natural virgem num lamaçal negro. A quantidade de gases com efeito de estufa libertados no processo é de tal forma brutal que a exploração das areias betuminosas no Canadá já foi intitulada pela Greenpeace como o maior crime ambiental da história.</p>
<p>O que está a incentivar o investimento em formas não convencionais de petróleo é precisamente o aumento do seu preço. Recentemente, Adam Brandt and Alex Farrell, investigadores da Universidade da Califórnia, afirmaram que o aumento do preço do petróleo não nos conduzirá a um maior investimento em formas de energia limpas, mas antes agravará a degradação ambiental.</p>
<p>Esta conclusão pode ser compreendida através do conceito de <em>lock-in</em>, ou seja, aprisionamento tecnológico. Um exemplo típico é o do teclado QWERTY. Este teclado foi inventado para que fosse mais difícil datilografar (em inglês, claro), de forma a evitar avarias nas máquinas de escrever. Hoje não há qualquer motivo para preservar este teclado, nem é justificável que um português use o mesmo teclado que um norte-americano, mas ficamos de tal forma aprisionados nesta tecnologia obsoleta que é difícil para uma empresa vender um teclado que não seja QWERTY. As sociedades industrializadas encontram-se fortemente dependentes do petróleo e não é de esperar que a situação mude sem que exista um forte investimento dos governos nesse sentido. Daqui decorre que será menos custoso para uma empresa ou um indivíduo continuar a utilizar combustíveis derivados do petróleo, mesmo que o seu preço aumente significativamente.</p>
<p>Esta espécie de toxicodependência coletiva cria incentivos para que as petrolíferas explorem fontes de petróleo alternativas, como restos de petróleo em poços abandonados, areias betuminosas e xisto petrolífero. É também possível que sejam exploradas formas de liquefazer carvão (algo que se fez em grande escala na II Guerra Mundial) ou de transformar gás natural num combustível sintético líquido. Recorrendo a todas estas fontes de combustíveis, podemos ter uma reserva 18 vezes maior que a produção total de petróleo até à atualidade. Mas estes são combustíveis caros e extremamente poluentes.</p>
<p><strong>Soluções para o futuro</strong></p>
<p>De pouco nos vale conjecturar em relação ao impacto que a especulação ou a carga fiscal têm sobre o preço dos combustíveis. O petróleo caro entrou em cena e não vai sair nunca. Temos então duas alternativas. A primeira é continuar a pensar no domínio do paradigma de progresso que levou o planeta em que vivemos ao ponto de ruptura, investindo em crimes ambientais como agro-combustíveis ou areias betuminosas. A segunda é pensar de forma diferente, investindo em transportes coletivos, em modos de transporte menos poluentes (como o carro elétrico), em energias renováveis e na produção local como forma de reduzir as necessidades de transporte.</p>
<p>Como dizia Albert Einstein: &#8220;nenhum problema novo pode ser resolvido pelo mesmo raciocínio velho que o criou&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O que é sustentabilidade e o que diabos isso tem a ver comigo?]]></title>
<link>http://nossoquintal.org/2007/10/16/o-que-e-sustentabilidade-e-o-que-diabos-isso-tem-a-ver-comigo/</link>
<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 20:37:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vitor Leal Pinheiro</dc:creator>
<guid>http://nossoquintal.org/2007/10/16/o-que-e-sustentabilidade-e-o-que-diabos-isso-tem-a-ver-comigo/</guid>
<description><![CDATA[Texto originalmente escrito para o PC. Reproduzo aqui para quem mais quiser ler. A palavra é grande ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.flickr.com/photos/amandavivan/2606818253/"><img class="alignleft size-full wp-image-239" src="http://bambooblog.wordpress.com/files/2008/07/libelula.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><em>Texto originalmente escrito para o <a href="http://falapc.blogspot.com/" target="_blank">PC</a>. Reproduzo aqui para quem mais quiser ler.</em></p>
<p>A palavra é grande e o significado mais grandioso ainda. Se você procurar no Houaiss, vai encontrar que sustentabilidade é a qualidade do que é sustentável. Só isso. Mas, hoje o conceito é muito mais profundo do que isso. Sustentabilidade é a capacidade de criar processos, produtos, serviços, cultura, enfim, tudo que é construído ou criado pelo ser humano de forma a não causar um impacto negativo em seu entorno: o planeta. É, como fazer o que precisamos fazer hoje sem prejudicar o amanhã: é pensar no futuro.<!--more--></p>
<p>O Santo Graal da Sustentabilidade é o impacto zero, cenário em que, por exemplo, constrói-se uma casa e vive-se nela sem afetar negativamente a natureza, neutralizando quaisquer impactos decorridos da presença humana naquele local. Isso não quer dizer que você vai viver sem arrancar uma folha do lugar, mas que vai existir o cuidado de retirar só o necessário e dar condições de recuperação para a natureza.</p>
<p><strong> Mas o que isso tem a ver comigo ou com você?</strong> No último século o planeta ficou entre 0,4oC e 0,8oC mais quente. A década de 90 foi a mais quente do século e 98 o ano mais quente da década. Onde você estará em 40 anos? Em 2050, se a gente continuar fazendo as coisas como estamos fazendo, a Terra estará de 2,5oC a 4,5oC mais quente. Imagine o dia mais quente deste ano. Aqui em São Paulo fez 34,5oC. Foi insuportável: o ar estava gelatinoso. Em 2050 esse dia teria uma temperatura de 39oC. No Rio, em que o calor chega a picos de 45oC, teríamos temperaturas que beiram os 50oC. Uma sauna úmida.</p>
<p>Só que esse não é o único problema. Está quente, e daí? Ligamos o ar condicionado, certo? Não. Porque em 2050 já teremos atingido o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pico_do_Petr%C3%B3leo" target="_blank">Pico do Petróleo</a> e a energia barata vai ser coisa do século passado. Literalmente.</p>
<p>Mas a tecnologia pode nos salvar, correto? Nenhum cientista sério acredita mais nisso. O consenso é que é preciso diminuir drasticamente a emissão de Gases Estufa (como gás carbônico e metano) na atmosfera ou a coisa vai ficar muito feia. Só que, para se ter uma idéia, se parássemos hoje, instantaneamente de jogar esses gases na atmosfera, todos ao mesmo tempo, o planeta continuaria a esquentar por mais uma década. Então a saída é fazer o possível para diminuir as emissões e, ao mesmo tempo, desenvolver tecnologias para diminuir a concentração de Gases Estufa na atmosfera. Seja seqüestrando para baixo da terra (que é basicamente o que árvores fazem), seja neutralizando as emissões daqui pra frente.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Mas se a coisa é tão feia, o que eu posso fazer a respeito? </strong>Você pode parar de aceitar sacolas plásticas quando fizer compras: leve sua própria sacola ou guarde na bolsa. Também pode trocar suas lâmpadas por fluorescentes compactas: as incandescentes desperdiçam 95% da energia que consomem em calor. Existem inúmeras ações que você pode fazer para ajudar. Mas a principal é que você aprenda o máximo possível sobre o impacto que tem no mundo e pense sempre que for agir. Às vezes, um gesto simples como renunciar a bolachinha que vem com o seu expresso (e você nunca come), pode fazer uma grande diferença.</p>
<p><span style="color:#999999;">Foto cortesia de <a href="http://www.flickr.com/photos/amandavivan/2606818253/" target="_blank">.man</a></span><span style="color:#999999;"><a href="http://www.flickr.com/photos/amandavivan/2606818253/" target="_blank">ds</a> via Flickr.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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