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	<title>platao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/platao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "platao"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:14:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Essa nova moda...??? Adoooooro !!]]></title>
<link>http://ddd3.wordpress.com/2009/11/22/essa-nova-moda-adoooooro/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:11:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>rustoffboy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oi meus amoooores, venho eu EstilistaArrojado aqui no maravilhooooso blog DDD, convidado para dar es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oi meus amoooores, venho eu EstilistaArrojado aqui no maravilhooooso blog DDD, convidado para <span style="text-decoration:line-through;">dar</span> escrever sobre a moda mais quente da estação, que esta pondo fogo em todas as RODINHAS da sociedade, uma moda &#8220;chiquetérrima&#8221; que esta em todos os MEIOS da sociedade, desde o emo ateh as altas rodas da politica (uuiiii), isso mesmo meus amores vou falar sobre a tendencia da decada, talvez do seculo, a tendencia HOMOSSEXUAL !!!</p>
<p>Vamos começar INTRODUZINDO o assunto contextualizando historicamente, onde toda essa moda ALEGRE começou. Tudo isso vem desde a antiguidade onde povos citados da biblia como de Sodoma e Gomorra, que jah praticavam a RÉ NO QUIBE desde desse periodo, outro povo que se destacou nesse assunto colorido foram os Gregos, que tanto gostavam de guerrear e lutar agarradinho no chão (ai que delicia). Socrates, filosofo grego, foi acusado de corromper a juventude grega, mas na verdade soh estavam popularizando uma tendencia tão presente no nosso tempo. Nos dias modernos e atuais, a queimação de anel, sempre foi presente, mas nunca foi realmente um modismo (que pena), até o fortalecimento da moda pop teen do começo do seculo 21, liderada pelas bandas de pop, emo, emo-pop, pop-emo e etc, filmes teen e revistas de fofoca, quadrinhos e principalmente mangás e animes. As bandas emo(rroida) ficaram muito populares, pois são compostas por garotinhos lindos, com rostinhos delicados e afememinados que usam roupas coloridas e super fashion, luzes no cabelo e maquiagem, cantam musicas sobre como sofreram quandos seus bofes os deixaram e choram por qualquer motivo, mas digo uma coisa pra eles &#8220;não chorem, soh doi no começo&#8221;. Outra mídia maravilhosa são os filmes pra jovens que possuem um monte de mensagens homossexuais, as historias são sempre voltadas à algum romance impossivel ou alguma coisa do genero, os atores possuem um aspecto andrógeno, afeminados e delicados (ai o Edward eh lindo), exemplos são high school musical ou crepusculo. Por ultimo vem os animes e mangas, sabe revistinhas de japoneses pervertidos (eu prefiro a revista G), que contam com o mesmo blah blah blah, mas eles atingiram um nivel superior nesse quesito, eles são fantasticos, um luxo possuem revistinhas q são inteiramente de relações homossexuais de meninos e meninas, alem de zoofilia, sadomasoquismo, sadomasoquismo com demonios, insesto e tudo mais que vc imaginar, eu adoooooro.</p>
<div id="attachment_219" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://ddd3.wordpress.com/files/2009/11/ed1.jpg"><img class="size-medium wp-image-219" title="ed" src="http://ddd3.wordpress.com/files/2009/11/ed1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Huuuummm, acho q ele queima a rosca !</p></div>
<p>Existem muito mais coisas que poderiamos mencionar, mas isso eh suficiente pra mostrar que hoje tudo eh gay, todo mundo eh ou vai ser, como diz aquela musica &#8220;o homem inteligente dá ou dá porque é inteligente&#8230;&#8221;, um dia vão te perguntar: &#8220;vc eh hetero&#8230;?&#8221; e eh melhor pensar bem antes de responder, mas se isso serve de consolo talvez aprovem uma nova lei ai e se alguem te disser algo que vc não gostar, diga que é homofobia e mande esse safado pra cadeia, o poder esta em suas mãos menina, vamos DAR tudo de nós uiiiii.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/c2qTPZ3jZtI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/c2qTPZ3jZtI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pensamentos]]></title>
<link>http://majtec.wordpress.com/2009/11/21/pensamentos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:26:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>majtec</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gotas de orvalho, refrecantes para a alma. Assim é a sabedoria.  E muita sabedoria está sintetizadas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Gotas de orvalho, refrecantes para a alma. Assim é a sabedoria.  E muita sabedoria está sintetizadas]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Platão – Dialética – 10ª parte - Aspecto ontológico – O problema da participação	]]></title>
<link>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/20/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%93-10%c2%aa-parte-aspecto-ontologico-%e2%80%93-o-problema-da-participacao/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:18:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aspecto ontológico – O problema da participação (Parmênides) As ideias, ainda que separadas e distin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aspecto ontológico – O problema da participação (Parmênides)</strong></p>
<p>As ideias, ainda que separadas e distintas do mundo das coisas, entram em relação com  estas por meio de uma misteriosa participação.</p>
<p>Aristóteles combateu essa teoria de seu mestre. Para ele, recorrer à participação para resolver o problema da relação das ideias com as coisas “é pegar-se de palavras vazias e fazer metáforas poéticas”. O próprio Platão se deu conta que aí estava um ponto fraco de sua teoria das ideias e dedica um capítulo inteiro, Parmênides, a revisá-la sem piedade. O diálogo apresenta em forma dramática uma discussão entre o grande Parmênides e Sócrates jovem.</p>
<p>A primeira solução que Sócrates oferece se baseia na teoria da participação. Os diferentes objetos que constituem um gênero ou uma espécie participam de uma mesma ideia. Sócrates abandona essa defesa ante os ataques de Parmênides e sugere uma nova solução: a teoria da imitação. Os objetos particulares imitam as ideias. Estas se convertem em exemplares e as coisas em imagens das ideias. Mas tampouco a nova teoria resiste aos ataques poderosos do adversário. O abismo que a teoria das ideias tem entre o mundo sensível e o inteligível cai sem salvação.</p>
<p>Platão se contenta em encerrar o diálogo reafirmando sua fé na teoria, apesar de tantas dificuldades, pois sem ela se destruiria a ciência.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fragmentos da filosofia popular]]></title>
<link>http://icommercepage.wordpress.com/2009/11/19/fragmentos-da-filosofia-popular/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 05:53:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>icommercepage</dc:creator>
<guid>http://icommercepage.wordpress.com/2009/11/19/fragmentos-da-filosofia-popular/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Erguei-vos &#8230; e não temais. Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/11/jesus1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1236" title="jesus" src="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/11/jesus1.jpg" alt="pensamentos de sabedoria" width="404" height="504" /></a></p>
<p>&#8220;Erguei-vos &#8230; e não temais.</p>
<p>Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esse monte:</p>
<p>&#8220;Passa daqui para acolá&#8230;&#8221;</p>
<p>E ele passará.</p>
<p>Nada vos será impossível.&#8221;</p>
<p>Jesus</p>
<p>&#8220;Guardai-vos de toda e qualquer avareza porque a vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui.&#8221;</p>
<p>Jesus</p>
<p>&#8220;Um cuidadoso exame de todas as nossas experiências passadas, pode nos revelar o fato surpreendente de que, tudo o que nos aconteceu, foi para o nosso bem.&#8221;</p>
<p>Henry Ford</p>
<p>&#8220;Oitenta por cento da humanidade não sabe o que quer. Se perguntarmos a quinze por cento o que quer, dirá alguma coisa vaga sem a menor definição. E, finalmente, somente cinco por cento sabe o que quer, como quer e porque o quer.&#8221;</p>
<p>Henry Ford</p>
<p>&#8220;Faz apenas aquilo que puderes dizer.&#8221;</p>
<p>A. Dumas</p>
<p>&#8220;Devemos seguir sempre o caminho que conduz ao mais alto.&#8221;</p>
<p>Platão</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As idéias]]></title>
<link>http://sumateologica.wordpress.com/2009/11/12/as-ideias/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:31:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>sumateologica</dc:creator>
<guid>http://sumateologica.wordpress.com/2009/11/12/as-ideias/</guid>
<description><![CDATA[(clique para ampliar) A descoberta Qual o problema com que Platão tem de se haver? Com o mesmo probl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://sumateologica.wordpress.com/indice/"><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="gifindice" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/07/gifindice.gif" alt="gifindice" width="247" height="25" /></a><a href="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/11/plato1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="Plato1" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/11/plato1.jpg" alt="Plato1" width="470" height="387" /></a>(clique para ampliar)</p>
<p><strong>A descoberta</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Qual o problema com que Platão tem de se haver? Com o mesmo problema que a metafísica grega vinha levantando desde Parmênides: com o problema do ser e do não-ser. Durante mais de um século, a filosofia helênica lutara para resolver a <em>aporia</em> de tornar compatível o <em>ente</em> – uno, imóvel e eterno – com as coisas – múltiplas, variáveis, perecíveis. Vimos que a filosofia pré-socrática posterior a Parmênides se constituíra em <!--more-->uma série de tentativas de solução desse problema central, que a rigor não ultrapassam a área intelectual em que o próprio Parmênides as tinha formulado. Platão, em contrapartida, dá à questão uma orientação decisiva: dá um passo para a frente, tão novo e genial que arrasta ele mesmo, e desde então terá de trabalhar arduamente em torno de seu próprio achado, de sua doutrina, que se transforma para ele no problema mais sério. Platão descobre nada menos que a <em>idéia</em>. Que quer dizer isso?</p>
<p style="text-align:justify;">Platão busca o ser das coisas. Mas essa busca tropeça em várias dificuldades de diversas índoles, que o empurram, de modo coincidente, para uma solução radical e aparentemente paradoxal. Em primeiro lugar, Platão descobre que as coisas, propriamente, não são; se eu considero, por exemplo, uma folha de papel branco, verifico que a rigor não é branca; ou seja, não é totalmente b rança, mas tem um pouco de cinza ou de amarelo; é somente quase branca; o mesmo ocorre com sua suposta retangularidade: nem seus lados são total e absolutamente retos, nem são retos seus ângulos. Há mais ainda: esta folha de papel não existiu desde sempre, só há algum tempo; e daqui a alguns anos tampouco existirá. Portanto, é branca e não-branca, é retangular e não-retangular, <em>é</em> e <em>não-é</em>; ou – o que dá na mesma – não é plena e verdadeiramente.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, se agora, em segundo lugar, nos detivermos no outro aspecto da questão, verificaremos que – embora a rigor não seja branca – a folha de papel <em>é quase branca</em>. Que quer dizer isso? Ao dizer de algo que é <em>quase</em> branco, negamos-lhe a absoluta brancura em comparação com o que é branco sem restrição; ou seja, para ver que uma coisa não é verdadeiramente branca, preciso saber o que é branco; mas como nenhuma coisa visível – nem a neve, nem a nuvem nem a espuma – é absolutamente branca, isso me remete a alguma realidade distinta de qualquer coisa concreta, que será a total brancura. Em outras palavras, o ser <em>quase branco</em> de muitas coisas requer a existência do verdadeiramente branco, que não é coisa alguma, que está fora das coisas. É a esse ser verdadeiro, distinto das coisas, que Platão chama de <em>idéia</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Em terceiro lugar, esse problema adquire sua maior agudeza se tivermos presente o ponto de partida de Platão em relação ao conhecimento. Platão move-se no horizonte do pensamento socrático; no entanto, Sócrates – que, a rigor, não faz uma metafísica, mas estabelece o ponto de vista da verdade em filosofia – pretende conhecer <em>o que são as coisas</em>; isto é, busca as <em>definições</em>. Enquanto Parmênides se move no âmbito do ser e procura discernir o que é de verdade do que é mera aparência, Sócrates tenta dizer <em>o que</em> é aquilo que é, ou seja, definir, descobrir e fixar as <em>essências</em> das coisas. É precisamente nesse ponto que Platão inicia sua filosofia.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, uma definição é, desde já, uma <em>predicação</em> de forma <em>A é B</em>. Nela deparo com um problema de unidade e multiplicidade. Quando digo “o homem é um animal que fala”, identifico o animal com o homem, digo que duas coisas são uma, que A é B. O que torna possível que eu faça uma predicação verídica? Reparemos que ao dizer <em>A é B</em>, <em>A</em> funciona duas vezes: primeiro como sujeito, quando digo <em>A</em>; mas, em segundo lugar, quando digo que é <em>B</em>, não estou só em <em>B</em>, pois neste predicado está incluído <em>A</em>: em outras palavras, não se trata de mencionar primeiro <em>A</em> e depois <em>B</em>, sem outra conexão, e sim de que este <em>B é o ser B de A</em>, e, por conseguinte, <em>A</em> funciona duas vezes. O pressuposto da predicação <em>A é B</em> é que <em>A é A</em>; isto é, a identidade de <em>A</em> consigo mesmo, que por sua vez se desdobra nestes dois momentos: 1º que <em>A</em> é uno; 2º que <em>A</em> é permanente.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando digo que o homem é um animal falante, é preciso que o homem seja unívoco e que, ademais, ao referi-lo ao ser falante, continue sendo homem. A definição no sentido socrático e platônico parte do pressuposto da identidade e permanência dos entes, questão certamente central. Quando quero dizer algo sobre o cavalo, constato antes de tudo que existem muitos cavalos; em segundo lugar, que os cavalos que agora encontro não são permanentes: nem existiam faz cinqüenta anos nem existirão dentro de outros cinqüenta; por último, quando digo que um cavalo é preto, não afirmo algo rigorosamente correto, porque ele tem algo de branco ou de cinza; o cavalo perfeito, o cavalo sem mais nem menos, não existe. Pode-se dizer que <em>quase</em> predicamos <em>quase</em> propriedades de <em>quase</em> coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Platão, que se dá conta disso – e nisso consiste sua genialidade -, supõe – e isso é o fundamental – que se trata de um defeito do cavalo, porque este deveria ser um cavalo absoluto e absolutamente preto. Ante essa dificuldade, afasta-se do cavalo concreto, que é e não é, que não é por completo, para buscar o cavalo verdadeiro. E Platão tem de fazer duas coisas: encontrar o cavalo absoluto e a partir dele dar conta dos cavalos aproximados que galopam pelo mundo. Platão parte do mundo das coisas, que não permitem predicações rigorosas, e recorre ao mundo em que estas se dão, que chama de mundo das <em>idéias</em>. Mas que se entende por <em>idéias</em>?</p>
<p><strong>O ser das idéias</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A palavra “idéia” ou “eidos” quer dizer <em>figura, aspecto</em>: em suma, aquilo que se vê. Também é traduzida, em certos contextos, por <em>forma</em>; assim, em Aristóteles aparece como sinônimo de <em>morphé</em>, e por outro lado equivale nele a <em>espécie</em>. (Em latim, <em>species</em> tem a mesma raiz que o verbo <em>spicio</em>, ver ou olhar; entre as significações de <em>species</em> encontramos também a de beleza ou formosura, e equivale, portanto, a forma, de onde vem <em>formosus</em>.) Idéia é o que vejo quando vejo algo. Quando vejo um homem, vejo-o propriamente – isto é, vejo-o como homem – porque já tenho de antemão a idéia de homem, porque o vejo como participante dela; do mesmo modo, quando digo de um papel que não é totalmente branco, o que permite vê-lo como quase branco é a idéia de brancura. Quando leio uma palavra escrita, vejo-a instantaneamente porque já possuo sua <em>idéia</em>; caso se trate de uma palavra de uma língua totalmente estranha e desconhecida, não a vejo diretamente e como tal, mas só como um agregado de letras – cujas idéias respectivas, em contrapartida, possuo; e se passo para um vocábulo escrito em caracteres que ignoro, a rigor não <em>vejo</em> as letras, nem poderia reproduzi-las sem uma prévia redução, mediante um exame detalhado, a formas de traços conhecidos. Um homem que não saiba o que é ler – não simplesmente que não saiba ler – não vê um livro porque carece de sua idéia. A idéia é, portanto, o pressuposto do conhecimento e da visão das coisas como tais. A descoberta das idéias já estava parcialmente preparada na filosofia anterior; recordemos primeiro a <em>perspectiva</em>, mediante a qual as homeomerias de Anaxágoras podiam adotar formas diversas variando sua posição; em segundo lugar, a <em>definição</em> socrática, que não diz o que é cada coisa concreta, mas todas as compreendidas nela; ou seja, a espécie. Mas há uma grande distância entre esses antecedentes e a doutrina platônica.</p>
<p style="text-align:justify;">O ser verdadeiro, que a filosofia vinha buscando desde Parmênides, não está nas coisas, mas fora delas: nas idéias. Estas são, portanto, <em>entes metafísicos que encerram o verdadeiro ser das coisas</em>; são o que é autenticamente. As idéias têm os atributos exigidos tradicionalmente do ente e que as coisas sensíveis não podem possuir: <em>são unas, imutáveis, eternas</em>; não têm mescla de não-ser; não estão sujeitas ao movimento nem à corrupção; <em>são</em> de modo absoluto e sem restrições. O ser das coisas, esse ser subordinado e deficiente, baseia-se no das idéias de que as coisas participam. Platão inicia a cisão da realidade em dois mundos: o das coisas sensíveis, que fica desqualificado, e o das idéias, que é o verdadeiro e pleno ser.</p>
<p style="text-align:justify;">Vemos, pois, a necessidade da idéia: 1º Para que eu possa conhecer as coisas como o que são. 2º Para que as coisas, que são e não são – ou seja, não são de verdade -, possam ser. 3º Para explicar como é possível que as coisas cheguem a ser e deixem de ser – em geral, movam-se ou mudem -, sem que isso contradiga os predicados tradicionais do ente. 4º Para tornar compatível a unidade do ente com a multiplicidade das coisas.</p>
<p>(Juliám Marias, <em>História da Filosofia</em>, Martins Fontes, 1ª edição, págs 48-52)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>BAIXE LIVROS DE PLATÃO NA PÁGINA DE DOWNLOADS</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://sumateologica.wordpress.com/indice/"><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="gifindice" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/07/gifindice.gif" alt="gifindice" width="247" height="25" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão – Dialética – 9ª parte - Aspecto ontológico – A ideia de Bem e de Deus de Platão]]></title>
<link>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/12/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%939%c2%aa-parte-aspecto-ontologico-%e2%80%93-a-ideia-de-bem-e-de-deus-de-platao/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:24:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aspecto ontológico – A ideia de Bem e de Deus de Platão Um dos problemas mais interessantes do plato]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aspecto ontológico – A ideia de Bem e de Deus de Platão</strong></p>
<p>Um dos problemas mais interessantes do platonismo: a natureza do Bem em relação à concepção da Divindade.</p>
<p>Platão certamente reveste o Bem de atributos próprios de Deus ao fazê-lo causa exemplar, eficiente e final de toda realidade, tanto no mundo inteligível quanto no mundo sensível. A tal Ser chamaríamos de Deus.</p>
<p>Platão pensava assim?</p>
<p>Para alguns críticos o Deus de Platão coincide com a ideia do Bem. Para outros Platão sustentou um dualismo entre Deus e a ideia do Bem. De fato coexistem em Platão vários conceitos da Divindade. Além da ideia geral de Deus, aparecem nos diálogos, revestidos de caráter divino, o Bem, o Demiurgo e a Alma ou Inteligência do mundo.</p>
<p>Qual deles era o Deus de Platão?</p>
<p>Apesar de algumas interpretações contrárias, não só dos antigos como de críticos modernos, o Bem nunca é chamado de Deus por Platão, mas sim o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demiurgo">Demiurgo</a>, que é o ordenador supremo do mundo, é o pai e arquiteto do Universo, o Deus que criou o mundo por amor e que moldou com suas próprias mãos a Alma do mundo.</p>
<p>Apesar de um acúmulo de conceitos nem sempre muito coerentes, que leva vários historiadores a sentenças mais adversas, a conclusão mais aceitável parece ser que para Platão a ideia do Bem é o supremo Inteligível, a Realidade em si, o Divino impessoal, mas não Deus.</p>
<p>O Deus de Platão é o Demiurgo ou a Alma cósmica, uma Inteligência transcendente das Ideias que criou o mundo sensível à imitação do mundo inteligível.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Futebol dos Filósofos!]]></title>
<link>http://tailinehijaz.wordpress.com/2009/11/10/futebol-dos-filosofos/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:12:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tailine</dc:creator>
<guid>http://tailinehijaz.wordpress.com/2009/11/10/futebol-dos-filosofos/</guid>
<description><![CDATA[ohohohohohohoho! É! Achei esse vídeo no YouTube. Trata-se de um vídeo irado dos maiiiiooooresss filó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>ohohohohohohoho</strong>! É! Achei esse vídeo no <em>YouTube. </em>Trata-se de um vídeo irado dos maiiiiooooresss filósofos de toooooda a história &#8230;.</p>
<p>&#8230; mas bem, eles estavam pensando? filosofando? conversando? argumentando? <span style="text-decoration:line-through;">estragando nossas vidas?</span> <span style="color:#ff0000;"><strong>Não!</strong> </span>É o que diz o título do <em>post</em> mesmo! <strong><span style="text-decoration:underline;">Estavam jogando futebol</span></strong>! KPOkasokOKoaskoaksopaks IoI</p>
<p>Nesta partida, a seleção da <strong>Grécia </strong>(iihaa!) disputa com o timaço aço da <strong>Alemanha</strong>. E, só para você ter uma idéia do que estou falando, dê uma olhadinha no plantel das equipes:</p>
<p>De um lado, representando o time grego, temos figurões do tipo de <strong>Sócrates</strong> (o da maiêutica LoL), <strong>PLatão </strong>(o bonitão :B), <strong>Aristóteles </strong>(um dos 1ºs machistas da história Oo), <strong>Arquimedes</strong> (Eurekaa!) e afins.</p>
<p>Doooo outro lado do campo, a <strong>Alemanha</strong> conta com craques como <strong>Kant </strong>(ughh.. <em>&#8220;leio Kant e finjo que entendo</em>&#8220;!. É só falar de <strong>Kant </strong>que me lembro disso..KOpkaoksoaks), <strong>Hegel</strong>, <strong>Heidegger</strong> (o da Hannah Arendt!), <strong>Nietzsche </strong>(do<em> &#8220;Quando <strong>Nietzsche</strong> chorou&#8221;</em> :T) e o <em>meu </em>queridinho<span style="color:#ff0000;"> <span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#000000;">Karl, o Marx</span></strong></span></span><strong> </strong>^^ S2</p>
<p>O jogo é apitado por <strong><span style="text-decoration:underline;">Santo </span></strong>Agostinho e <strong><span style="text-decoration:underline;">São</span></strong> Tomás de Aquino &#8211; HMmmm! Entendi por que <strong>Nietzsche</strong> levou cartão amarelo! Hhahahahah Ele acusou <strong>Confúcio</strong>, o árbitro, de não ter livre arbítrio. E <strong>Confúcio</strong> respondeu: <em>&#8220;O seu nome vai para o livrinho!&#8221;</em> KOkaoOPkoaksoa &#8216;-&#8217;</p>
<p>Os comentaristas, sobre <strong>Hegel</strong>: <em>&#8220;Hegel﻿ afirma que o gol não valeu porque a realidade é apenas um auxiliar apriorístico da ética não naturalista.&#8221; Pff! HUihaiushauihsuia</em>!</p>
<p>Er, me empolguei! Huiahsuiahsuia Quase contei toda a história! HUnf! rs</p>
<p>AWn, o videozinho de 3 min. é<strong> legendado</strong>. Até tem dublado no <em>YouTube</em>, mas esse aqui é muito mais engraçado! ASSISTA! (a g o r a !)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/moWZm66J_yM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/moWZm66J_yM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Cá pra nós, só faltou o <strong>Fenômeno</strong> aí para o vídeo ficar perfeito! Hihihihihihi :**</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão – Dialética – 8ª parte - Aspecto ontológico - propriedades das ideias]]></title>
<link>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/09/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%937%c2%aa-parte-aspecto-ontologico-propriedades-das-ideias/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:22:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
<guid>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/09/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%937%c2%aa-parte-aspecto-ontologico-propriedades-das-ideias/</guid>
<description><![CDATA[Aspecto ontológico &#8211; propriedades das ideias Da noção platônica de ideia se deriva uma série d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aspecto ontológico &#8211; propriedades das ideias</strong></p>
<p>Da noção platônica de ideia se deriva uma série de propriedades. As ideias são essenciais reais, subsistentes em si mesmas, transcendentes ou separadas das coisas sensíveis até formar uma realidade distinta da sensível: o mundo inteligível; espirituais, imutáveis e eternas.</p>
<p>As ideias reduzem à unidade a multiplicidade das coisas sensíveis. Cada uma delas é a redução do múltiplo ao uno, pois quando é participada por muitos indivíduos expressa as propriedades de todas as ocorrências.</p>
<p>Há ideias de todas as coisas. Tudo que pode alcançar a unidade de um conceito universal tem também sua própria ideia. Finalmente as ideias se relacionam entre si com vínculos de coordenação e subordinação até constituirem uma ordem hierárquica.</p>
<p>As ideias, separadas das coisas, não existem entre si, somente participam umas de outras.</p>
<p>A ordem lógica se transforma assim em uma ordem real na qual umas ideias incluem outras até chegar a quatro gêneros irredutíveis entre si: o movimento e o repouso, o uno e o outro, os quais, se não podem comunicar-se entre si, participam do ser, último e supremo gênero do mundo inteligível, ao qual preenche com sua imensidão.</p>
<p>No vértice dessa hierarquia unitária se encontra a ideia do Bem, “a parte mais bela e brilhante do ser”, da qual todas as demais ideias “recebem não só sua inteligência, como seu ser e sua essência, ainda que o próprio Bem não seja essência, senão algo muito acima da essência em dignidade e poder (da República).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Mito da Caverna]]></title>
<link>http://tempolibero2009.wordpress.com/2009/11/08/o-mito-da-caverna/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jean Ponchiroli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta gelada manha de domingo, recebi um e-mail muito interessante e que quero compartilhar com todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nesta gelada manha de domingo, recebi um e-mail muito interessante e que quero compartilhar com todo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão - Dialética - 7a parte - Aspecto ontológico - o mundo das ideias]]></title>
<link>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/08/platao-dialetica-7a-parte-aspecto-ontologico-o-mundo-das-ideias/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 11:43:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
<guid>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/08/platao-dialetica-7a-parte-aspecto-ontologico-o-mundo-das-ideias/</guid>
<description><![CDATA[Aspecto ontológico &#8211; o mundo das ideias A palavra ideia tem em Platão, quando se toma no senti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aspecto ontológico &#8211; o mundo das ideias</strong></p>
<p>A palavra <strong>ideia</strong> tem em Platão, quando se toma no sentido ontológico que agora é tratado, um significado muito diverso do que damos comumente. Achamos que <strong>ideia</strong> expressa algo subjetivo: um conceito mental que faz referência a um objeto ou essência universal.</p>
<p>Para Platão, de outra forma, a <strong>ideia</strong> é essencialmente objetiva e significa a mesma realidade em si, ou, em outras palavras, o mesmo conteúdo objetivo dos conceitos universais.</p>
<p><strong>Ideia equivale à essência objetiva</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão – Dialética – 6ª parte – Ciência e Reminiscência (Menão, Fédon)]]></title>
<link>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/08/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%93-6%c2%aa-parte-%e2%80%93-ciencia-e-reminiscencia-menao-fedon/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 11:31:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pax</dc:creator>
<guid>http://historiadafilosofia.wordpress.com/2009/11/08/platao-%e2%80%93-dialetica-%e2%80%93-6%c2%aa-parte-%e2%80%93-ciencia-e-reminiscencia-menao-fedon/</guid>
<description><![CDATA[Ciência e Reminiscência (Menão, Fédon) &nbsp; Platão expôs até aqui sua concepção da ciência como in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Ciência e Reminiscência (Menão, Fédon)</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>Platão expôs até aqui sua concepção da ciência como intuição das idéias. Mas como se realiza essa misteriosa captação das essências inteligíveis, sendo que estas estão separadas das coisas sensíveis? Para solucionar esta dificuldade Platão recorre à teoria da reminiscência, que supõe por sua vez o mito da preexistência das almas.</p>
<p>Segundo a nova teoria, na ocasião da percepção sensível se suscita na alma a recordação das idéias que esta havia contemplado com anterioridade a sua união com o corpo, de maneira que a visão de uma lira nos recorda o amigo a quem pertence.</p>
<p>A alma, por conseguinte, não constrói as idéias, mas as encontra porque, mesmo que esquecidas, ali já estavam.</p>
<p>Saber não é mais que recordar e a ciência equivale a reminiscência.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artista do Milênio is dead]]></title>
<link>http://ddd3.wordpress.com/2009/11/06/artista-do-milenio-is-dead/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:47:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>prometheus2012</dc:creator>
<guid>http://ddd3.wordpress.com/2009/11/06/artista-do-milenio-is-dead/</guid>
<description><![CDATA[Everybory blog Everybory blog Everybory blog besteria Everybory blog besteira Artista do Milênio blo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Everybory blog</p>
<p>Everybory blog</p>
<p>Everybory blog besteria</p>
<p>Everybory blog besteira</p>
<p>Artista do Milênio blog</p>
<p>Artista do Milênio is dead blog</p>
<p>&#160;</p>
<p>E não é dead como o Paul MacCartney no Beatles !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juntos]]></title>
<link>http://stelioneto.wordpress.com/2009/11/06/juntos/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:09:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stelio de Carvalho Neto</dc:creator>
<guid>http://stelioneto.wordpress.com/2009/11/06/juntos/</guid>
<description><![CDATA[Parece que enquanto Nietzsche aposta na tragédia, isto é, na música e no drama (especialmente na mús]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parece que enquanto Nietzsche aposta na tragédia, isto é, na música e no drama (especialmente na música!), Freud e Lacan apostam na psicanálise.</p>
<p>Mas, para aproximar todas eles, talvez seja prudente pensar a cultura e o indivíduo como &#8220;psicologias&#8221; distintas. Talvez seja necessário tomar o  pensamento de Nietzsche, que está declaradamente endereçado à cultura, como analogia para pensarmos a psicologia dos indivíduos. É mais ou menos como o exercíco de Platão na República: para podermos responder o que é a justiça, ao invés de procurá-la imedidatamente no homem, vamos procurá-la na pólis: uma vez que tenhamos apreendido (ou recuperado) a idéia de justiça, voltamos então ao homem para poder enunciar o que é um &#8220;homem justo&#8221;.</p>
<p>Talvez seja necessário mais um passo ainda. Tomamos a cultura adoecida descrita por Nietzsche, e a terapêutica que ele propõe (a tragédia) e uma vez munidos desses elementos, voltamos ao sujeito do divã, a quem propomos a psicanálise: será que podemos encontrar nesse sujeito o dionisíaco, o apolíneo e o socrático? Será que esse sujeito está estabelecido como uma cultura dionisíaca (esquizofrênico) ou apolínea (paranóico)? Socrática (o simbólico subjuga o real, &#8220;a música se submete às palavras&#8221;) ou trágica (o real inspira o simbólico). O passo além é voltar à cultura e saber se, junto com a tragédia proposta por Nietzsche, podemos propor a psicanálise. Para mim, foi importante atravessar o texto de Nietzsche para acompanhar o movimento que ela faz da Grécia até a  Alemanha, para poder acreditar num renascimento da tragédia no lugar da &#8220;ópera&#8221;, onde a música é &#8220;funcionária&#8221; das palavras. É mesmo nos capítulos finais em que aparecem no texto dele &#8220;drama&#8221; e &#8220;música&#8221; como coisas distintas. Isso me faz pensar que o sintoma é como um drama sem música, como uma ópera: talvez seja por isso que ele se torna ridículo depois que é atravessado na análise (em geral, a ópera me parece ridícula). Um certo riso do paciente certamente marca esse atravessamento do &#8220;drama&#8221;. Penso que esse tipo de atravessamento permita à orquestra trocar as partituras e tocar música pra valer. O herói do drama está lá para ser atravessado; está lá para morrer: isso está muito bem escrito por Nietzsche, e foi bem falado por Lacan naquela palestra em Louvain: &#8220;Vocês fazem muito bem em crer que vão morrer! Do contrário, como poderiam suportar essas vidas que vocês levam &#8230;&#8221;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xG2ledvd42M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xG2ledvd42M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Ora, não ouvimos aí um eco da fala do Sileno, apresentada por Nietzsche nos primeiros capítulos do Nascimento da Tragédia? Mas ele avisa: para entendê-lo, é preciso ter experimentado a música, e avisa também que nem todos são músicos. Aliás, &#8220;muitos carregam o tirso, mas poucos são os místicos&#8221; (Sócrates, momentos antes de morrer), ou &#8220;muitos são os chamados, mas poucos são os escolhidos&#8221; (Cristo). Será que isso que vale para a música, vale também para a anáĺise? Parece que vale &#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adoro carne]]></title>
<link>http://ddd3.wordpress.com/2009/11/06/adoro-carne/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:25:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>chiyoko3d</dc:creator>
<guid>http://ddd3.wordpress.com/2009/11/06/adoro-carne/</guid>
<description><![CDATA[Comer carne há muito já se provou ser um dever humano. Mas, não é um dever moral é um dever físico, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img src="http://s3.amazonaws.com/rede_prod/assets/0047/6880/churrasco8_thumb.jpg" alt="http://s3.amazonaws.com/rede_prod/assets/0047/6880/churrasco8_thumb.jpg" /></p>
<p style="text-align:justify;">Comer carne há muito já se provou ser um dever humano. Mas, não é um dever moral é um dever físico, um dever do corpóreo. É antes um sinal de humanidade. Como nos diz Dawkins  &#8220;Comer carne é um dever evolutivo que o ser humano adquiriu&#8221;(Richard Dawkins, O Gene Poligâmigo). De todo modo, nos mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade de Orgiaticsvosky, Rússia, que o ser humano se tornou um animal consciente graças à ingestão de carne e tutano(material interno do osso) constantemente.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, não é só através de argumentos científicos que se prova que a ingestão de carne é benéfica ao ser humano. A palavra de Deus nos fornece argumentos suficientes para que a ingestão de carne se torne também uma obrigação religiosa. Nos diz João que &#8220;o homem deve consumir a carne. Pois aqueles que se alimentam apenas de vegetais terão sua alma arrebatada para o lugar de fogo, enxofre e ranger de dentes&#8221;(Apocalipse 25, 5). Afirma também que &#8220;aquele que não consome a carne que Javé lhe ofereceu deverá ter a prole morta, sua propriedade queimada e a terra salgada para que a maldição não se propague&#8221;(Leis 50, 45-47).</p>
<p style="text-align:justify;">Nos é conhecido desde tempos imemoriáveis que a carne possui benefícios. Um deles é a fertilidade masculina. Foi provado pelo departamento de medicina da Universidade de Scröts, Alemanha, que o consumo constante de carne aumenta o desempenho sexual. A pesquisadora Analícia Goodfock, coordenadora da pesquisa, afirma que &#8220;o homem que come quantidades maiores de carne tem maior predisposição sexual e a mulher se torna mais libidinosa. Já os que se abstém da carne mostra o contrário. O homem tem predisposição à impotência e a mulher tende a se tornar frígida&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi observado na antiguidade que o homem que nao come carne está também predisposto ao homosexualismo. Platão explicou esse fato em um de seus diálogos. Afirma que &#8220;aquele que não come carne é certamente um efeminado. É desses que eu gosto. Uiii!&#8221;(Platão, Fodon). Foi comprovado que o grande filósofo pederasta Nietzsche também sofria de falta de carne, o que o levou à loucura e morte.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficou comprovado que através dos tempos a carne se mostrou o alimento mais essencial á humanidade. Tanto que Javé nos disse novamente que &#8220;eu dou o mundo ao homem e todos os animais dele para que sejam consumidos como alimento&#8221;(Gênesis 5, 85).  Fica, então provado que os animais foram criados para serem sacrificados e mortos em nome da alimentação humana. E que qualquer onda de preservação animal não passa de argumentação infundada contra um dever natural que nos é dado antes de qualquer lei. Sendo que o vegetarianismo não passa de blasfêmia contra Deus e contra a ciência. Pronvando-se falso e tendencioso em nome de uma indústria de alimento orgânicos. Que é proveniente de grandes coorporações satânicas que tentam dominar o mercado mundial de alimentos vendendo-nos apenas vegetais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O QUE VOCÊ ESTA BUSCANDO MESMO?]]></title>
<link>http://isaias504.wordpress.com/2009/11/04/o-que-voce-esta-buscando-mesmo/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:09:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelo</dc:creator>
<guid>http://isaias504.wordpress.com/2009/11/04/o-que-voce-esta-buscando-mesmo/</guid>
<description><![CDATA[JESUS nos aconselhou a buscar primeiro o reino de DEUS e a sua justiça;o que temos buscado em primei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[JESUS nos aconselhou a buscar primeiro o reino de DEUS e a sua justiça;o que temos buscado em primei]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão? Não o conheço]]></title>
<link>http://ddd3.wordpress.com/2009/10/31/platao-nao-o-conheco/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>chiyoko3d</dc:creator>
<guid>http://ddd3.wordpress.com/2009/10/31/platao-nao-o-conheco/</guid>
<description><![CDATA[Sempre achei que filósofos deveriam ser confiáveis. Quer dizer, era assim até conhecer um criminoso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre achei que filósofos deveriam ser confiáveis. Quer dizer, era assim até conhecer um criminoso da ideias, o tipo de indivíduo ao qual não confiaria nem meus filhos. Ele se chama Platão. Esse <span style="text-decoration:line-through;">filho da puta</span> filósofo é reconhecido por teorias ridículas como a do mundo das ideias, seu caso amoroso com Sócrates, desrespeito à educação pública, ataque à teorias coerentes como a de Protágoras, pederastia, etc. Homem culpado de muitos crimes que não só estes. Porém, isso não é um noticiário policial.</p>
<p>Platão, <span style="text-decoration:line-through;">viado</span> filósofo grego nascido no século V a. C. (antes de Caim),  foi o homem que mais trouxe <span style="text-decoration:line-through;">merda</span> ideias(um mundo cheio delas) para a cultura ocidental. Foi esse <span style="text-decoration:line-through;">infeliz </span>homem que criou a base teórica do cristianismo. &#8220;Céu&#8221;, &#8220;purgatório&#8221;, &#8220;inferno&#8221;, visão de que a vida além mundo é melhor, foi tudo ele quem criou.</p>
<p>Convenhamos, enquanto alguns <span style="text-decoration:line-through;">filhos da puta</span> filósofos estão na moda, outros são tendências que deveriam estar mortas à dois mil e quinhentos anos. Mas, que por algum motivo, continuam em voga até hoje. Desgraça!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espelho meu...há alguém mais belo do...]]></title>
<link>http://esestarreja.wordpress.com/2009/10/30/espelho-meu-ha-alguem-mais-belo-do/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:28:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>esestarreja</dc:creator>
<guid>http://esestarreja.wordpress.com/2009/10/30/espelho-meu-ha-alguem-mais-belo-do/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; Eu? Incontornável esta perseguição da &#8220;Beleza&#8221; &#8211; Platão insistia &#8211; q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://aeiou.expresso.pt/a-beleza-dura-5-minutos=f543091">&#8230; Eu? Incontornável esta perseguição da &#8220;Beleza&#8221; &#8211; Platão insistia &#8211; que não só o mundo da moda tece, mas também o comum dos mortais ambiciona. Do belo, do fugaz, do relativo, do eterno&#8230;espelho meu haverá algo mais do que Eu?</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Platão: livros para download]]></title>
<link>http://sumateologica.wordpress.com/2009/10/29/platao-livros-para-download/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:39:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>sumateologica</dc:creator>
<guid>http://sumateologica.wordpress.com/2009/10/29/platao-livros-para-download/</guid>
<description><![CDATA[(Clique na imagem para ir à página de download) ♦ Apologia de Sócrates &#8211; Defesa de Sócrates no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://sumateologica.wordpress.com/indice/"><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="gifindice" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/07/gifindice.gif" alt="gifindice" width="247" height="25" /></a><a href="http://sumateologica.wordpress.com/download/"><img class="aligncenter size-full wp-image-743" title="piteco_platao_1" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/10/piteco_platao_1.jpg" alt="piteco_platao_1" width="470" height="775" /></a><!--more--><br />
<a href="http://sumateologica.wordpress.com/download/"><img class="aligncenter size-full wp-image-744" title="piteco_platao_2" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/10/piteco_platao_2.jpg" alt="piteco_platao_2" width="470" height="803" /></a><a href="http://sumateologica.wordpress.com/download/"><img class="aligncenter size-full wp-image-745" title="piteco_platao_3" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/10/piteco_platao_3.jpg" alt="piteco_platao_3" width="470" height="800" /></a><a href="http://sumateologica.wordpress.com/download/"><img class="aligncenter size-full wp-image-746" title="piteco_platao_4" src="http://sumateologica.wordpress.com/files/2009/10/piteco_platao_4.jpg" alt="piteco_platao_4" width="470" height="832" /></a>(Clique na imagem para ir à página de download)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Apologia de Sócrates</strong> &#8211; Defesa de Sócrates no Tribunal de Atenas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Críton</strong> &#8211; Sobre a justiça.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Eutifron</strong> &#8211; Sobre a piedade e a impiedade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Fédon</strong> &#8211; Julgamento de Sócrates e imortalidade da alma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Filebo</strong> &#8211; O bom e o belo e como o homem pode viver melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Górgias</strong> &#8211; O verdadeiro filósofo, em oposição aos sofistas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ O Banquete</strong> &#8211; Sobre o amor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ O Mito da Caverna</strong> &#8211; Extraído de &#8220;A República&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ O Sofista</strong> &#8211; diálogo de caráter ontológico, discute o problema da imagem, do falso e do não-ser.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Parmênides</strong> &#8211; trata da ontologia. É neste diálogo que o jovem Sócrates, a personagem, defende a teoria das formas que é duramente criticada por Parmênides.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♦ Teeteto</strong> &#8211; Sobre a teoria do conhecimento.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://sumateologica.wordpress.com/download/" target="_blank">Na página de download</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pauta Livre #4 - Filosofia Sacana]]></title>
<link>http://cafecomritalina.wordpress.com/2009/10/28/pauta-livre-4-filosofia-sacana/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:53:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lino</dc:creator>
<guid>http://cafecomritalina.wordpress.com/2009/10/28/pauta-livre-4-filosofia-sacana/</guid>
<description><![CDATA[Amiguinhos, ainda estamos ajustando a nossa programação, portanto hoje teremos o texto de uma gostos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Amiguinhos, ainda estamos ajustando a nossa programação, portanto hoje teremos o texto de uma <span style="text-decoration:line-through;">gostosa</span> bela e inteligente convidada, Yasmin, que veio ocupar o nosso espaço pra filosofar! Mas é filosofia para noobs, até eu que sou pequeno entendi tudinho!<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Enfim, divirtam-se!</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Lino</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Meus caros leitores e leitoras <span style="text-decoration:line-through;">acéfalos</span>, hoje vocês não lerão sobre peitinhos, nem bundas, calcinhas, tanguinhas, orgias ou sacanagens similares, hoje vocês estarão diante da amiga da sabedoria! A deusa suprema dos questionamentos e reflexões que entorpecem e confundem desde o século VI a.C. o ser humano (&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Uma charadinha pra vocês.</p>
<blockquote><p>Sou a única clava que questiona o mito<br />
Sou a única a desafiar o crédulo com a dúvida<br />
SOU A FILOSOFIA.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Isso mesmo meus caros, vamos falar de um assunto que os jovens não estão <span style="text-decoration:line-through;">nem um pouco afim de saber</span> muito familiarizados e, como primeiro tema filosófico, eu escolhi logo o mais cabeludo, a VERDADE!</p>
<p style="text-align:justify;">É lógico que eu não vou dizer aqui o que é a verdade, cê ainda não sabe que a filosofia tem mais a ver com o questionamento do que com as respostas propriamente? Se você for tentar responder isso sozinho pode acabar maluco que nem o nosso velho amigo de guerra Descartes, acreditando em gênio maligno e o cacete a quatro, por isso vamos entrando nesse labirinto com calma, com calma e jeitinho a sua introdução à filosofia fica agradável <span style="text-decoration:line-through;">seu vagabundo</span> <span style="text-decoration:line-through;">sem cultura</span> <span style="text-decoration:line-through;">danadinho</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você entende alguma coisa desse assunto, sabe que a briga de egos no meio acadêmico intelectual é braba e mesmo se tratando de pessoas cultas e <span style="text-decoration:line-through;">não tão</span> civilizadas cada autor defende a sua corrente, com as suas ideias e ainda puxa sardinha pro próprio lado tentando levar você a acreditar na VERDADE (nossa palavrinha mágica de hoje) dele! (ou no caso de autores não tão geniais eles puxam a sardinha pro amigo filósofo mais simpático / bonito / sensual mesmo).</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso hoje eu vou falar de um cara foda, um niilista machão que deve tá na tumba com o saco inchado de tanto puxarem ele, o antes renegado, porém praticamente um ícone da cultura pop nos dias de hoje, o Dr. House das antigas: FRIEDRICH NIETZSCHE! Ou simplesmente nosso amigo do Bigodão!</p>
<p style="text-align:justify;">Voltando mais antigamente ainda, nosso amigo (que me dá calafrios de medo) Platão, já dizia quase no final do seu diálogo chamado Teeteto (não é isso ae que cê tá pensando não, seu pederasta do séc. V a.C.)  que o conhecimento é uma “crença verdadeira e justificada”, farei o seu papel que agora seria questionar: mas o que é crença? O que é verdadeira? O que é justificada? Vamos deixar as possíveis respostas para uma próxima oportunidade.</p>
<div id="attachment_1658" class="wp-caption aligncenter" style="width: 437px"><img class="size-full wp-image-1658" title="platao2" src="http://cafecomritalina.wordpress.com/files/2009/10/platao2.jpg" alt="platao2" width="427" height="350" /><p class="wp-caption-text">Eu que não ia querer ser inimiga desse cara</p></div>
<p style="text-align:justify;">A verdade é uma amiga do conhecimento de fato, porém, segundo nosso amigo bigodudo, a verdade só pode ser conhecida através de uma ferramenta, e qual seria essa? A LINGUAGEM *violinos ao fundo*. Se tem uma coisa que eu me calo quando tentam justificar a existência de Deus é a linguagem (apesar de nunca ter ouvido um crente com esse argumento, ou qualquer bom argumento por sinal), ela é tão foda, tão sagaz e tão importante na nossa história que eu realmente acho que nenhum cérebro de minhoca que nem o nosso possa ter sido capaz de uma coisa tão extraordinária.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um dos primeiros textos de Nietzsche, chamado “Verdade e mentira no sentido extra moral” quando ele tinha lá pruns 27/29 anos (tô com preguiça de procurar), ele resolveu tratar sobre esse assunto, e o que eu me identifico com o nosso ídolo é que ele realmente chuta o balde! Nietzsche começa o texto com uma fábula, que, se eu me lembro bem, conta a história de uns seres que inventaram uma parada chamada conhecimento, eles ficaram super orgulhosos e comemoram essa invenção até que veio um meteoro, explodiu a bagaça toda e ninguém nunca mais se lembrou desse troço aí que inventaram chamado conhecimento, nem dos merdas ignorantes que adoravam se gabar e que aliás costumavam viver por ali até sumirem.</p>
<p style="text-align:justify;">Queridos vocês têm razão, com essa fábula Nietzsche estava nos alertando pra nossa pequenez, falta de importância e, acima de tudo, pra nossa “superestimação” do intelecto humano, ou seja, no fundo o homem é um eterno adolescente achando que está sempre com a razão, deu pra vocês entenderem? Pro nosso camarada, a nossa prepotência é ridícula, nosso intelecto foi apenas um meio de nos defendermos pela nossa sobrevivência e não algo que nos torna “a última bolacha do pacote”.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós só estamos vivos hoje pela nossa arte de enganar, trapacear e iludir o nosso inimigo e a partir do momento em que a questão da nossa sobrevivência já estava resolvida, a briga se voltou entre nós mesmos, começamos a nos enganar, iludir, trapacear&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Nós somos os mestres da mentira, mentimos tão bem que acreditamos no que nós mesmos vendemos como verdades.</p>
<p style="text-align:justify;">Somos seres que vivem em rebanho, inventamos a linguagem, ela é nossa própria criação, e a verdade só pode ser expressa através da linguagem, portanto&#8230; TCHANA a verdade também é nossa (única e exclusiva) própria criação, pra Nietzsche, ela não passa de um facilitador/possibilitador da vida social em rebanho, onde o bem-estar do rebanho é o “termômetro” da verdade, e “diante do conhecimento puro sem conseqüências ele (o homem) é indiferente”, ou seja, tanto a verdade quanto a mentira por si só não significam, adivinhem, NADA!</p>
<div id="attachment_1657" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1657" title="psicose" src="http://cafecomritalina.wordpress.com/files/2009/10/psicose.jpg" alt="psicose" width="300" height="234" /><p class="wp-caption-text">Ohhhhh Nooooooo help me!!!!!</p></div>
<p style="text-align:justify;">O impulso da verdade nasce de um pacto social, mas o que caracteriza o ser humano é a mentira, um impulso inato (que nasce com a gente) de enganar, ou seja, no fundo somos todos um bando de fdp mentirosos mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Pra terminar, eu deixo um trecho em que Nietzsche de fato expõe bem claramente a sua visão sobre a verdade: <em>“O que é a verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim uma soma de relações humanas que foram enfatizadas poética e retoricamente (…) e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas e obrigatórias: as verdades são ilusões das quais se esqueceu que o são.”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Se você é noob mesmo pelo menos serviu pra entender essas palavras difíceis que ele usou pra tentar te humilhar, portanto, pra finalizar, chute o pau da barraca também e não se sinta culpado se você traiu, matou, roubou, pecou, escondeu, mentiu ou coisa que o valha, Nietzsche te deu uma justificativa *orquestra ao fundo*! NÃO LEVEM ISSO A SÉRIO SEUS IGNORANTES! Essa sociedade é mesmo voltada só pros interesses de quem tem poder e pode dizer o que é verdade e o que é mentira pra justificar as próprias atrocidades, e o egocentrismo dos membros que compõem a “elite”, mas eu sou farinha do mesmo saco e não vou ficar aqui com discursinho moralista. Espero ter dado um peteleco na sua orelha pra você começar a se interessar por essa coisa magnífica que é a filosofia, qualquer crítica ou elogio vocês podem entrar em contato comigo pelo meu email: <a href="mailto:yasmin.nigri@yahoo.com.br">yasmin.nigri@yahoo.com.br</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">P.S.: O texto é uma ironia, e não expressa de fato a minha posição em relação ao tema, e, apesar das brincadeiras, se vocês, leigos como eu, forem levar realmente a serio a discussão, elas têm q ser totalmente desconsideradas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Este texto foi escrito pela Yasmin e não necessariamente reflete a opinião do blog.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você é bonito?]]></title>
<link>http://afichacaiu.wordpress.com/2009/10/26/voce-e-bonito/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 02:08:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Vieira da Cunha</dc:creator>
<guid>http://afichacaiu.wordpress.com/2009/10/26/voce-e-bonito/</guid>
<description><![CDATA[Pois só sendo bonito para entrar na Beautifulpeople.com, a rede social que está chegando no Brasil. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois só sendo bonito para entrar na<a href="http://www.beautifulpeople.com/" target="_blank"> Beautifulpeople.com, </a>a rede social que está chegando no Brasil. Hmmmm. O problema é que o conceito de beleza é um tanto abstrato (há estudos que dizem que a beleza de um rosto tem a ver com a simetria das linhas) e sempre vai ficar aquela questão: Quem decide quem é bonito e mesmo até o que é ser bonito. Essa é uma discussão para lá de intrincada, motivo de palavras e mais palavras de um sem fim de filósofos. No fundo, no fundo, tenho a impressão de que é o que conta mesmo para a avaliação do &#8216;objeto&#8217; beleza é o senso comum. É o que faz, por exemplo, um leão-de-chácara de balada escolher quem vai ou não entrar na festa em que o patrão disse que só entra moça bonita ou moço bem-apessoado.</p>
<p>A discussão é antiga, remonta até Platão, pelo menos. Ele disse que a beleza é inerente ao objeto em si, independente dos olhos de quem estiver de fora. Para Kant, a experiência da beleza tem a ver com os requisitos básicos de cognição e assim ele confere à beleza um componente de necessidade para &#8216;organizar o mundo&#8217;, distinguir e ordenar padrões (senso comum?). (Ainda não estudei tanto filosofia, mas sei dar uma busca no Google. Achei essa <a href="http://serendip.brynmawr.edu/local/scisoc/beauty/koggeldoc.html" target="_blank">referência interessante</a> e de lá tirei essas citações.)</p>
<p>Ora, nesse caso específico, a beleza para um leão de chácara é a capacidade de cognição para diferenciar um homem feio de um bonito e uma mulher feia de uma bonita. E assim, deixá-los entrar na festa&#8230;</p>
<p>A realidade tem alcance maior do que uma balada, rede social , catálogos de publicidade ou essa superficial explicação dessas linhas.</p>
<p>A certeza que fica é que a beleza física das pessoas (de acordo com os padrões vigentes) é efêmera (precisa lembrar?). No longo prazo, não é bom negócio apostar todas as fichas na beleza. Modelos que o digam. Aos poucos, o trabalho começa a minguar e ficam fora do mercado. O que era motivo de alegria, reconhecimento, felicidade e dinheiro vira história do passado, em muitos casos, de frustração descontada em cirurgias plásticas deformadoras.</p>
<p>O modelo atual de publicidade carrega em si um paradoxo. Mulheres e homens bonitos servem para vender produtos – que supostamente irão deixar as pessoas mais felizes no final do dia (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zygmunt_Bauman" target="_blank">&#8220;Vida Líquida&#8221;, de Zygmunt Bauman </a>é um livro e tanto sobre isso). E o que importa, porém, não é a televisão nova de LCD, a roupa do moda ou um carro do ano na garagem. A felicidade, essa sim, conta muito mais para o bem-estar das pessoas. E não depende de dinheiro. Há estudos que comprovam. No livro <a href="http://books.google.com.br/books?id=RvT3yJjjO2QC&#38;dq=felicidade+giannetti&#38;printsec=frontcover&#38;source=bl&#38;ots=SM_eznzP9v&#38;sig=yMItgzYhnVT-7P6bKNrEw7sv_nI&#38;hl=pt-BR&#38;ei=4FLmSsbnOOeStgfXteTLCA&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;ct=result&#38;resnum=1&#38;ved=0CAgQ6AEwAA" target="_blank">&#8220;Felicidade &#8212; Diálogos sobre o Bem-Estar na Civilização&#8221;</a>, lançado em 2002 pelo economista Eduardo Gianetti da Fonseca, ele diz: &#8220;Em geral, estudos revelam de forma clara que o dinheiro compra a felicidade onde a renda per capita é inferior a 10 000 dólares&#8221;, escreve ele. &#8220;Acima disso, porém, essa correlação desaparece.&#8221;</p>
<p>Estou lendo um livro (há um tempão, entre muitos outros) sobre felicidade (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stumbling_on_Happiness" target="_blank">&#8220;Stumbling on Happiness&#8221;</a>), de um professor de psicologia de Harvard chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Gilbert_(psychologist)" target="_blank">Dan Gilbert</a>. Até agora, em nenhuma das páginas encontrei referência e correlação entre beleza (física) e felicidade.</p>
<p>Como as pessoas envelhecem e o conceito de beleza se esvaece com as folhas do calendário que ficam para trás, o que vale  no fim  das contas é mesmo a felicidade.  A revista Trip fez uma capa memorável sobre esse assunto:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-939" title="Você é feliz? - Capa clássica da revista Trip" src="http://afichacaiu.wordpress.com/files/2009/10/vc-e-feliz.jpg" alt="Você é feliz? - Capa clássica da revista Trip" width="500" height="661" /></p>
<p>Ou seja, não fique triste se você não for convidado para fazer parte dessa &#8216;rede social&#8217;.</p>
<p><strong>Agora essa &#124; Uma rede social só pra gente bonita &#124; será q você entra?</strong> <strong><a href="http://www.bluebus.com.br/show/2/93154/agora_essa_uma_rede_social_so_pra_gente_bonita_sera_q_voce_entra" target="_blank">http://www.bluebus.com.br/show/2/93154/agora_essa_uma_rede_social_so_pra_gente_bonita_sera_q_voce_entra</a></strong><strong></strong></p>
<p>13:24 Lançado na Dinamarca alguns anos atrás, o site de relacionamento Beautifulpeople.com vai começar a funcionar globalmente essa semana. Para se cadastrar, é preciso enviar uma foto e deixar que os usuários ativos decidam se sua beleza é ou nao suficiente para que você entre na rede. Só 20% dos candidatos sao aprovados. De acordo com o diretor do site, “as pessoas estao cansadas de desperdiçar tempo e dinheiro encontrando pessoas que nao sao atraentes na net”. Até o momento, sao 180 mil membros. Você se habilita? ;- )</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem você pensa que é?]]></title>
<link>http://decidaserfeliz.com/2009/10/26/quem-voce-pensa-que-e/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:51:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>caiosantos001</dc:creator>
<guid>http://decidaserfeliz.com/2009/10/26/quem-voce-pensa-que-e/</guid>
<description><![CDATA[O assunto “Despertar da Consciência”, apesar de ser alvo de estudos de diversos cientistas, pesquisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O assunto “Despertar da Consciência”, apesar de ser alvo de estudos de diversos cientistas, pesquisa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Lost Symbol e a teoria da ciência Noética]]></title>
<link>http://whatsnewlili.wordpress.com/2009/10/25/the-lost-symbol-e-a-teoria-da-ciencia-noetica/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 01:55:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>lilimachado</dc:creator>
<guid>http://whatsnewlili.wordpress.com/2009/10/25/the-lost-symbol-e-a-teoria-da-ciencia-noetica/</guid>
<description><![CDATA[Dan Brown O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1095" title="Lost%20Symbol%20cover" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2009/10/lost20symbol20cover.jpg?w=196" alt="Lost%20Symbol%20cover" width="196" height="300" /></p>
<div id="attachment_1096" class="wp-caption alignright" style="width: 224px"><img class="size-medium wp-image-1096" title="Dan_Brown_bookjacket_cropped" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2009/10/dan_brown_bookjacket_cropped.jpg?w=214" alt="Dan Brown" width="214" height="300" /><p class="wp-caption-text">Dan Brown</p></div>
<p style="text-align:center;">O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown.  Seu primeiro livro, <em>Fortaleza digital</em>, foi publicado em 1998. A este seguiram-se <em>Ponto de impacto</em> e <em>Anjos e demônios</em>, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, <a title="Robert Langdon" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Robert_Langdon">Robert Langdon</a>.</p>
<h3 style="text-align:center;">Seu maior sucesso foi o polêmico <em>best-seller</em> <em>O Código da Vinci</em>, mas entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros, simultaneamente, na lista de mais vendidos do <em><a title="The New York Times" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/The_New_York_Times">The New York Times</a></em>.</h3>
<p style="text-align:center;">O livro The Lost Symbol, aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.</p>
<p style="text-align:center;">O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira será lançada em dezembro.  No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.  A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.</p>
<h3 style="text-align:right;"><span style="color:#ffff99;">Para vocês verem o que é um bom livro:  comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney (leiam meus posts sobre a viagem - são um guia completo).  Comecei pelo The host.  Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos.  Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei.  Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol.  Que diferença!  Mal podia esperar para continuar a ler -  devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura &#8211; Adooooooreeeeeeiiiii.</span></h3>
<h3 style="text-align:center;">Ouça o primeiro capítulo no site oficial do livro: <a href="http://www.thelostsymbol.com/main.html">http://www.thelostsymbol.com/main.html</a></h3>
<p><span style="text-decoration:underline;">Personagens principais:</span></p>
<ul>
<li><a title="Robert Langdon" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Robert_Langdon">Robert Langdon</a>, simbologista da Universidade de Harvard</li>
<li>Mal&#8217;akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão</li>
<li>Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon</li>
<li>Katherine Solomon, cientista <a title="Teoria das ciências noéticas (página não existe)" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/w/index.php?title=Teoria_das_ci%C3%AAncias_no%C3%A9ticas&#38;action=edit&#38;redlink=1">Teoria das ciências noéticas</a>, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro</li>
<li>Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal&#8217;akh.</li>
<li>Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinado por Mal&#8217;akh</li>
<li>Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal&#8217;akh</li>
</ul>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-1097" title="tom-hanks-picture-2" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2009/10/tom-hanks-picture-2.jpg?w=115" alt="Tom Hanks" width="115" height="150" /></strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Tom Hanks</strong></dd>
</dl>
<p><strong>O personagem Robert Langdon</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Nascido em </strong><a title="22 de junho" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/22_de_junho"><strong>22 de junho</strong></a><strong> de </strong><a title="1956" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/1956"><strong>1956</strong></a><strong>, em Exeter, New Hampshire, </strong><a title="Estados Unidos" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Estados_Unidos"><strong>Estados Unidos</strong></a><strong>) é um </strong><a title="Professor" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Professor"><strong>Professor</strong></a><strong> fictício da </strong><a title="Iconografia" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Iconografia"><strong>iconografia</strong></a><strong> </strong><a title="Religião" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Religi%C3%A3o"><strong>religiosa</strong></a><strong> e </strong><a title="Simbologia" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Simbologia"><strong>simbologia</strong></a><strong>, na Universidade de Harvard, criado pelo autor </strong><a title="Dan Brown" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Dan_Brown"><strong>Dan Brown</strong></a><strong>, para os romances de <em><a title="Angels &#38; Demons" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Angels_%26_Demons">Anjos e Demônios</a></em> (</strong><a title="2000" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/2000"><strong>2000</strong></a><strong>)<em>, O Código da Vinci</em> (</strong><a title="2003" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/2003"><strong>2003</strong></a><strong>) e <em><a title="The Lost Symbol" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/The_Lost_Symbol">O Simbolo Perdido</a></em> (</strong><a title="2009" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/2009"><strong>2009</strong></a><strong>).  Robert Langdon sofre de </strong><a title="Claustrofobia" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Claustrofobia"><strong>claustrofobia</strong></a><strong>, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade.  </strong><a title="Tom Hanks" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Tom_Hanks"><strong>Tom Hanks</strong></a><strong>, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de </strong><a title="2006" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/2006"><strong>2006</strong></a><strong>, <em>O Código Da Vinci</em>, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em </strong><a title="2009" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/2009"><strong>2009</strong></a><strong>, </strong><a title="Angels &#38; Demons (filme)" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Angels_%26_Demons_(filme)"><strong>Angels &#38; Demons</strong></a><strong>.  O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de </strong><a title="Autor substituto (página não existe)" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/w/index.php?title=Autor_substituto&#38;action=edit&#38;redlink=1"><strong>&#8220;alter ego&#8221;</strong></a><strong>. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire. </strong></p>
<div id="attachment_1099" class="wp-caption alignleft" style="width: 283px"><strong><img class="size-full wp-image-1099" title="Illuminati_273px" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2009/10/illuminati_273px.gif" alt="ambigrama Illuminati" width="273" height="98" /></strong><p class="wp-caption-text">ambigrama Illuminati</p></div>
<div id="attachment_1100" class="wp-caption alignright" style="width: 274px"><strong><img class="size-full wp-image-1100" title="11949839671961296319diamante_illuminati_ingo__svg_med" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2009/10/11949839671961296319diamante_illuminati_ingo__svg_med.png" alt="ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water" width="264" height="299" /></strong><p class="wp-caption-text">ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water</p></div>
<p style="text-align:center;"><strong>Brown deu o nome da personagem depois de conhecer </strong><a title="John Langdon (tipógrafo)" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/John_Langdon_(tip%C3%B3grafo)"><strong>John Langdon</strong></a><strong>, um professor de tipografia na </strong><a title="Universidade de Drexel (página não existe)" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/w/index.php?title=Universidade_de_Drexel&#38;action=edit&#38;redlink=1"><strong>Universidade de Drexel</strong></a><strong>, que é conhecido por sua criação de </strong><a title="Ambigrama" href="http://whatsnewlili.wordpress.com/wiki/Ambigrama"><strong>ambigramas</strong></a><strong>, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo.   Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance <em>Angels &#38; Demons</em>.  John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci. </strong></p>
<h2 class="mceTemp">A Teoria da Ciência Noética</h2>
<p><strong>Ou Noetics (do </strong><a title="Idioma grego" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Greek_language&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhhAO5L6qi4jfE01gZn0HcpP6di3eA"><strong>grego</strong></a><strong> &#8220;mental&#8221;), é um ramo da </strong><a title="Filosofia" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Philosophy&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhjgqB72_tKEZbI0jXaNoLybf2J_bw"><strong>filosofia</strong></a><strong> </strong><a title="Metafísica" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Metaphysics&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhhF2-Tm0xUz_6h3Actt5EQT9u7I0A"><strong>metafísica</strong></a><strong> que trata do estudo da mente e da intuição,  e sua relação com o intelecto divino.  Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão.  Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como </strong><a title="Platão" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Plato&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhgGY34U4em9FeQnfuklSzWeIpSzjA"><strong>Platão</strong></a><strong> e </strong><a title="Aristóteles" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Aristotle&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhiSeDmEHVkkbwvedIVyo_u5RjvR1A"><strong>Aristóteles.</strong></a><strong>   Nos dicionários modernos, </strong><a title="wikt: noética" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wiktionary.org/wiki/noetic&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhhKgeMbLTyjsGaXQ8MKdMTsRAPTQg"><strong>&#8220;noética&#8221;</strong></a><strong> é geralmente definido como significando &#8220;intelecto&#8221;, enquanto noesis é traduzida como </strong><a title="Insight" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Insight&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhh6FiDvqZtVLdLX-D2MrhFuUudUYA"><strong>&#8220;insight&#8221;</strong></a><strong>.  Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim <em>intellectus</em> - significando &#8220;intuição&#8221;.  São Tomas de Aquino,</strong><strong> desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra &#8220;De unitate intellectus&#8221; e &#8220;Summa Theologica&#8221; de um ponto de vista  d</strong><a title="Filosofia cristã" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&#38;sl=en&#38;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Christian_philosophy&#38;prev=/search%3Fq%3Dnoetic%2Btheory%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADBF_pt-BRBR334BR338%26sa%3DG&#38;rurl=translate.google.com.br&#38;usg=ALkJrhhFXiLFWcfAMQZ3kKUdrPJeaZNF1Q"><strong>a filosofia cristã</strong></a><strong>.  </strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff99;">Siga o link e tente o jogo (em inglês) <a title="Symbol Quest do The Lost Symbol" href="http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php" target="_blank">SYMBOLQUEST</a>, o jogo do lvro, para descobrir o significado de vários símbolos &#8211; se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras &#8211; mas só depois de tentar muuuuuuito &#8211; não vale ser tão fácil assim &#8211; nada tão fácil vale, na vida.</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff99cc;">Maneiríssimo &#8211; tente!!!</span></h2>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php">http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php</a></p>
<p style="text-align:center;">O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos &#8211; inclusive Deepak Chopra:</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7Acgvjw2s5k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/7Acgvjw2s5k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><a name="pd_a_2240646"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2240646" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2240646.js"></script>
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		<a href="http://answers.polldaddy.com/poll/2240646/">View This Poll</a><br/><span style="font-size:10px;"><a href="http://www.polldaddy.com">surveys</a></span>
		</noscript></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor Platonico ou Culto ao Belo?]]></title>
<link>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/10/21/amor-platonico-ou-culto-ao-belo/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:21:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>drickaperilo</dc:creator>
<guid>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/10/21/amor-platonico-ou-culto-ao-belo/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O horror de estragar é pior que o medo de perder.&#8221; Será o amor tão somente uma invenção]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;">&#8220;O horror de estragar é pior que o medo de perder.&#8221;</div>
<div style="text-align:center;">Será o amor tão somente uma invenção humana?</div>
<p>Embalada ao som de &#8220;Apenas mais uma de amor&#8221; do Lulu Santos, escrevi esta expressão sobre Amor Platônico em parceria com o Pr. Oswaldo, em 2005. Estou relendo o livro citado abaixo, e decidi compartilhar no que deu esta aventura!</p>
<div style="clear:both;text-align:center;"><a style="margin-left:1em;margin-right:1em;" href="http://1.bp.blogspot.com/_VJCVR94uXMM/Stqxv84hAgI/AAAAAAAARfw/29XnfI1zKnE/s1600-h/platonico.jpg"></a></div>
<p>O livro &#8220;O Banquete&#8221; de Platão começa com os filósofos propondo que passem o tempo conversando, ao invés de beber.  E é na fala, elogiando o Amor que as coisas acontecem. O amor é um valor universal e atemporal, pois todas as culturas o tem, não sendo uma invenção humana, mas uma busca comum entre os homens.  O amor é retratado pelos gregos como um deus na pessoa de Eros, pois é algo mais forte do que nós seres humanos, mostrando assim nossa limitação.<br />
O amor, sendo de fato uma busca, determina que nós projetamos no outro o que desejamos, a fim de preenchermos aquilo que é incompleto em nosso ser.  Ao colocarmos o foco em alguém, o usamos para que nossa imagem se complete, pois o que é belo não é o que vemos, mas o que pensamos que o outro vê em nós, nos dando prazer com tal visão, estando ambos (belo e prazer) juntos.<br />
Um dos problemas apresentados, é quando usamos o olhar do outro para encontrarmos valor em nós, pois o idealizamos como completos ou ainda como um &#8220;deus&#8221;, algo superior, realizando até o que ele deseja ou manda, como Alcebíades cita na frase do livro: &#8220;Uma beleza tão extraordinária que só tinha de fazer imediatamente o que me mandasse Sócrates&#8221;.<br />
É importante que o outro olhe para nós, pois tal olhar nos dá a idéia de estarmos completos.  O medo de não ter sobre si este olhar do outro (pessoa/amado) que também carrega consigo beleza e prazer, gera um horror sobre-humano, ao ponto de se fazer uma opção que evite um sofrimento narcísico, ou seja, permite-se o medo de perder como instrumento de prevenção à possibilidade de ruptura do ideal.<br />
Quando se tem um conflito entre o ideal (inteligível) e o real (sensível) a partir da verbalização (manifestar ou revelar), se faz o morrer (estragar) ou nascer, pois quando se fala, pode-se perder no real o que podia ter ficado eternizado no ideal.<br />
A beleza e o prazer não existem no objeto de amor (pessoa desejada), mas na possibilidade de uma relação com esta pessoa.  Nesta relação, eu desejo o desejo do outro sobre mim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma mente, dois cérebros]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/10/21/uma-mente-dois-cerebros/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 05:48:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/10/21/uma-mente-dois-cerebros/</guid>
<description><![CDATA[Durante as últimas duas décadas cientistas tem tentado entender a origem do processo criativo. Pergu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1960" title="Hemisférios do cérebro" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/10/hemisferios-do-cerebro.jpg" alt="Hemisférios do cérebro" width="150" height="150" />Durante as últimas duas décadas cientistas tem tentado entender a origem do processo criativo. Perguntaram a mais de 10.000 pessoas de onde surgem suas melhores ideias e as respostas obtidas foram surpreendentes, especialmente se levarmos em consideração todo o tempo que as pessoas passam no seu trabalho: 97% afirmaram que obtem melhores ideias durante o banho, antes de dormir, quando não fazem nada, quando caminham, conversando, meditando, analisando, nas férias, tomando vinho ou em outras atividades diversas; e apenas 3% afirmaram obter ideias no trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Por que isso acontece? Porque temos mais de um cérebro. Um &#8220;faz o nosso trabalho&#8221; e o outro se encarrega de gerar ideias criativas que não tem nada a ver com o trabalho. Platão foi o primeiro a postular, no mundo ocidental, a ideia de que há dois cérebros distintos na mente humana. A um destes aspectos chamou &#8220;Logistikon&#8221;, a parte racional do ser humano; e ao outro chamou &#8220;Nous&#8221;, a parte intuitiva das pessoas. No Mundo Ocidental a maioria das pessoas não tinha ideia do que Platão queria dizer com essa teoria dos dois cérebros e basicamente a ignoraram por centenas de anos. Em contrapartida, no Oriente, as pessoas entenderam os princípios do lado esquerdo e direito do cérebro à sua própria maneira.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois veio a Era da Razão, seguida da Era Científica e começaram a surgir curiosidades acerca do que fazia com que as coisas funcionassem, inclusive o cérebro. No século XIX, os cientistas começaram a especular a respeito, até que se deram conta de que o cérebro era composto por duas metades ou &#8220;hemisférios&#8221;, os quais provavelmente controlavem diferentes aspectos do organismo humano. Com o passar do tempo, uma série de teorias foram criadas sobre os &#8220;dois cérebros&#8221;, e muitas dessas estavam dentro do que Platão havia definido há 2.000 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">O lado esquerdo é onde controlamos o intelecto e está relacionado com o pensamento  &#8220;convergente, abstrato, analítico, calculado, linear, sequencial e objetivo &#8211; se concentra nos detalhes e nas partes de um todo. Esse lado produz pensamentos que são diretos, verticais, sensíveis, realistas, frios, poderosos e dominantes. Os engenheiros tem fama de usar esse tipo de pensamento.</p>
<p style="text-align:justify;">O lado direito é onde controlamos a intuição e está relacionado com o pensamento divergente, imaginativo, metafórico, não-linear, subjetivo e se concentra no TODO das coisas. Esse lado produz pensamentos que são flexíveis, divertidos, complexos, visuais, diagonais, místicos e abstratos. Os artistas, músicos, inventores e empreendedores tem fama de usar esse tipo de pensamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando uma pessoa está no trabalho, na maior parte do tempo usa o lado esquerdo do cérebro. Se concentra nos detalhes, identifica problemas, procura soluções e obtem informações. Lógica, praticidade e ordem são as leis do dia. Afinal, isto não é ruim, já que, uma vez que o lado esquerdo do cérebro faz todo o &#8220;trabalho pesado&#8221;, o lado direito pode emergir e criar uma ideia totalmente diferente, uma possibilidade fora dos padrões estabelecidos. Mas o lado direito do cérebro é &#8220;tímido&#8221;, só funciona se for convidado a funcionar.</p>
<p style="text-align:justify;">E como convidamos o lado direito do cérebro a funcionar? Fazendo atividades que ele controla, como por exemplo, caminhar, sair para dar uma volta, inclusive pular ou correr. Quando seu corpo se move o seu lado direito se ativa (Mozart fazia exercícios antes de compor). Escute música, ou melhor ainda, toque. Especialmente músicas sem letras ou cantadas em uma língua que você não entende. Yokimura Nakamatsa, inventor japonês com mais de 2.000 patentes registradas, escuta a nona sinfonia de Beethoven antes da fase de execução dos seus projetos. Desenhe, faça esculturas, pinte, faça representações visuais de seu objetivo ou ideia. Use o humor, o riso o libera da tirania da lógica e da linearidade. Visualize a solução que tanto está batalhando para encontrar racionalmente, veja com os olhos da mente. Saia do problema, não faça nada, reflita, medite, interiorize.</p>
<p style="text-align:justify;">Necessitamos de ambos os lados; o truque é saber como nos mover fluidamente de um lado para o outro com facilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Teste: para que lado gira a bailarina?</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1957" title="Bailarina" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/10/bailarina.gif" alt="Bailarina" width="300" height="400" /></p>
<p style="text-align:justify;">Se pode vê-la girando no sentido dos ponteiros do relógio está utilizando o hemisfério direito do seu cérebro. Se conseguir ver a figura girar no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, então está utilizando o hemisfério esquerdo do seu cérebro. Algumas pessoas podem vê-la em ambos os sentidos, outras conseguem vê-la girar somente em um só sentido. Se consegue ver a figura girar em ambos os sentidos (um de cada vez) dizem os experts que seu QI está acima de 160.</p>
<p style="text-align:justify;">Funções do lado esquerdo do cérebro: emprego da lógica orientado a detalhes baseados em feitos, palavras e linguagem, presente e passado, matemática e ciência, pode compreender o conhecimento, reconhece ordem/percepção de modelos, conhece o nome de objetos baseado na realidade, formas de estratégia, prático e seguro.</p>
<p style="text-align:justify;">Funções do lado direito do cérebro: usa os sentimentos, orientado a ver o panorama geral, imaginativo, símbolos e imagens, presente e futuro, filosofia e religião, pode ampliar, crê e aprecia, percepção espacial, sabe a função dos objetos, baseado na fantasia, apresenta possibilidades, impetuoso, assume riscos.</p>
<p style="text-align:justify;">By Idea Champions, PPT.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é filosofia para a escola média?]]></title>
<link>http://ghiraldelli.wordpress.com/2009/10/19/filosofia-ensinomedio/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Ghiraldelli Jr.</dc:creator>
<guid>http://ghiraldelli.wordpress.com/2009/10/19/filosofia-ensinomedio/</guid>
<description><![CDATA[Se há uma coisa que realmente me irrita é entrar em uma livraria e encontrar lá “A filosofia na sala]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Se há uma coisa que realmente me irrita é entrar em uma livraria e encontrar lá “A filosofia na sala]]></content:encoded>
</item>

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