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	<title>plenitude &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/plenitude/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "plenitude"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 04:21:06 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Revenu du désert (André Frénaud)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/25/revenu-du-desert-andre-frenaud/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 07:20:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/25/revenu-du-desert-andre-frenaud/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Revenu du désert, me tenant agrippé au bord du renouveau et voici, tout à coup du repos qui c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9748" title="desert" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/desert2.jpg?w=800" alt="" width="800" height="600" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Revenu du désert,<br />
me tenant agrippé<br />
au bord du renouveau<br />
et voici, tout à coup<br />
du repos qui console<br />
à ma joie débordée,<br />
que scintille frileux,<br />
ô matin, ô bonté,<br />
la dentelle et les fleurs,<br />
Noël aubépine blancheur,<br />
mon amour.</p>
<p>Le sourire de la plénitude<br />
secrète comme la colombe,<br />
seules des caresses furtives<br />
avec les mains de la neige.<br />
Venez, nous irons nous marier<br />
dans un pays plus clair.</p>
<p>Mais toujours à merci<br />
du néant qui m&#8217;entraîne<br />
à chercher sous l&#8217;écaille<br />
ce qu&#8217;il faut pour nourrir<br />
à l&#8217;étal de ma vie<br />
cette angoisse,<br />
je retourne au désert,<br />
emportant avec moi<br />
le sel noir de tes larmes,<br />
la tendresse entrouverte,<br />
Noël, aubépine, blancheur.</p>
<p>(André Frénaud)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A grandiosidade do conhecimento.]]></title>
<link>http://thiagoperegrino.wordpress.com/2009/11/18/a-grandiosidade-do-conhecimento/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:49:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago</dc:creator>
<guid>http://thiagoperegrino.wordpress.com/2009/11/18/a-grandiosidade-do-conhecimento/</guid>
<description><![CDATA[O conhecimento transforma a vida do ser humano, levando-o à aprendizagem e à mudança. A valorização ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O conhecimento transforma a vida do ser humano, levando-o à aprendizagem e à mudança. A valorização do saber cresce conforme se entende a sua relevância no desenvolvimento. Conhecemos, gostamos e avançamos. Assim procedemos. Queremos sempre mais. A sociedade, por sua vez, envolvida por este movimento da busca pelas informações e os seus benefícios, cobra, com vigor, a permanente fidelidade neste tipo de empreendimento.</p>
<p>Percebe-se, no entanto, que a obsessão sobre o consumo do conhecimento toma conta do que apenas deveria permanecer na saudável condição de hábito. Avança-se de forma extremada numa direção que inevitavelmente nos reconduzirá ao equilíbrio. O exagero faz parte do desenvolvimento humano, todavia ele deve encontrar o seu meio termo, a fim de proporcionar o prazer causado pelo conhecimento, e não o pesar que tem imputado àqueles que se empenham mais em acumulá-lo do que em usufruí-lo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Enade 2009 – Neto, Armando Correa de Siqueira</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Música :: Ouça a Álbum "Plenitude" do Min. Verbo Vivo]]></title>
<link>http://spgospel.wordpress.com/2009/11/18/musica-ouca-a-album-plenitude-do-min-verbo-vivo/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:21:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>spgospel</dc:creator>
<guid>http://spgospel.wordpress.com/2009/11/18/musica-ouca-a-album-plenitude-do-min-verbo-vivo/</guid>
<description><![CDATA[::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::</p>
<p>Disponibilizamos em nosso site mais um álbum musical em nosso site. Dessa vez está à disposição o álbum &#8220;Plenitude&#8221; do Ministério Verbo Vivo de Guarulhos.</p>
<p>Para ouvir acesse o link abaixo:<br />
<a href="http://www.spgospel.com.br/musicas/player.php?id_album=37">http://www.spgospel.com.br/musicas/player.php?id_album=37</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeira Epístola do Andarilho Astral]]></title>
<link>http://fabulaastralis.wordpress.com/2009/11/13/primeira-epistola-do-andarilho-astral/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 02:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafnir</dc:creator>
<guid>http://fabulaastralis.wordpress.com/2009/11/13/primeira-epistola-do-andarilho-astral/</guid>
<description><![CDATA[Estelário, trajetória orbital do corrente Vácuo. Minhas caras irmãs astrais, Escrevo-lhes suplicante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estelário, trajetória orbital do corrente Vácuo.</p>
<p>Minhas caras irmãs astrais,</p>
<p>Escrevo-lhes suplicante e temerosa do efeito póstumo a esta carta aterradora e tremeluzente – reflexo do brilhar de quem a produz.</p>
<p>Fato é que estou amando.</p>
<p>Difícil coisa esta de amores! Tão estranho e maravilhoso, o fenômeno de dois astros envolverem-se numa circunvolução mútua&#8230; Nem sempre mútua, admito. Mas creio que, se não mútua, ainda não pode chamar-se Amor, com toda a autoridade e força que esta palavra carrega em si.</p>
<p>É sublime e degradante (confuso e antagônico o discurso enamorado!). Doce tristeza, em termos mais brandos e corriqueiros. Não digo a mera atração de pólos (repelentes ou atraentes) entre dois corpos astrais, mas ao reconhecimento de um corpo estelar em outro.</p>
<p>Grandioso o momento em que encontramos a nós mesmos nalgum brilho alheio!</p>
<p>Creio que fui vitimado por este “mevitevendo”. O belo astro por cujo núcleo me enamorei (e me encontrei) – desastre e desterro meu! –  já circundava outro astro! Órbita longa e firme, de uma estabilidade marcante e uma instabilidade totalmente subjetiva (como todas o são).</p>
<p>Triste coisa é estar amando – e ter a consciência de que este desejo por atrair a órbita alheia resulta em repulsão. Sim, irmãs de meu brilhar, repulsão – pois o amor, em sua verdadeira forma, liberta os vetores gravitacionais, não os intensifica. E, decorrente desta certeza, a triste possibilidade de que a órbita ideal, eventualmente (freqüentemente, quase certamente), não será a que poderemos oferecer.</p>
<p>É preciso deixar que os astros cativos de nosso bem-querer tenham o livre arbítrio que lhes foi dado por direito legitimado. Quanto mais firme a consciência desta liberdade atordoante que devemos dispor, melhor (ou menos sofrido) o futuro será.</p>
<p>Mas, e se tal amor for entrecortado pela dúvida? Difícil estado!</p>
<p>A dúvida, verdadeiro buraco-negro a drenar toda a luz de nossas emanações, corrói-nos e deixa-nos na mais profunda alienação e torpor. Mesmo que um astro alheio esteja disposto a receber nosso corpo celeste em sua órbita, a dúvida enverga e redobra um caminho que, outrora plano e curto, tornou-se impossível desfiladeiro.</p>
<p>O que fazer quando os demônios que tanto tememos e lutamos estão dentro de nossos próprios núcleos gravitacionais?</p>
<p>Dizem que não há amor que tolere a dúvida, que ambos não coexistem. Se isto for verdade, ai de mim – vivo a doce ilusão do falso amar! Mas não creio nestes sábios e em suas charlatanices oportunas. Eu duvido, e amo! “Dubito ergo sum”, é esta a filosofia de meus devaneios.</p>
<p>Quero tanto bem a este astro que alumiou meus caminhos, que às vezes faço-lhe tremendo mal. Estranho e cruel o aguilhão de nosso bem-querer! Talvez isso seja conseqüência da eterna dúvida que floresce em meus olhos. Amo tanto, e desejo tão intensamente a felicidade plena de meu “eu” alheio e alienígena (posto que habita outro corpo), que eu próprio não confio em minhas capacidades de nutrir este estado nirvânico de existência – para o “eu” alheio, e tampouco a mim mesmo.</p>
<p>Quem ama convive com demônios avizinhados, e sabe conviver com seus próprios. E reconhece a incapacidade do amor de transformar a vida em paraíso terreal. Duro e pesado este estatuto, mas verdadeiro (quer gostem, quer não). Acreditem os sensatos.</p>
<p>Em minha própria sanha e instabilidade, muitas vezes prejudico a órbita alheia. Sábio aquele que sabe se conter nos momentos certos! Passei tanto tempo em silêncio solitário e contemplativo, que me comporto como verdadeira supernova (terrível e abrasadora) quando perto de outros astros. Subestimo minha própria quietude diante da cacofonia alheia.</p>
<p>Muitos amores, inúmeras dúvidas! E muitos silêncios inquietos – assim me comporto em meu amar.</p>
<p>Que o Grande Astro, que a todas nós gerou à sua densidade e brilho, tenha piedade de mim e me presenteie com um pouco mais de juízo e domínio próprio. Mas ultimamente seu brilho tem estado tão distante (tão frio), que já nem sei mais se sou realmente merecedor de seus favores&#8230;</p>
<p>Triste o coração pródigo, que anseia o lar abandonado e julga-se indigno do seio que outrora lhe acolheu!</p>
<p>Vocês, irmãs, podem pensar ser impossível amar com tanta interferência e instabilidade orbital. Impossível, não. Improvável – deveras improvável, e infinitamente custoso!</p>
<p>Fato é que eu amo. E em meu amar, desejo apenas a alegria alheia. Seja eu fornecedor dela, seja outro.</p>
<p>Tortura sublime entregar ao Grande Astro o orbitar do astro desejado!</p>
<p>Irmãs, não tenho solução para o enigma do amar sincero e poderoso. Nisto me equiparo a muitos outros, que vieram, vêm e haverão de vir. Caso alguma de vocês tenha algum lume a lançar neste mistério, não o revele! Muitos aproveitam de muito menos para proveito próprio, e por que vocês fariam diferente? Afinal, o mistério só possui força enquanto mistério – ao ser solucionado torna-se fastidiosa constatação.</p>
<p>Delongo minha carta, e o assunto está longe de acabar. Fecho-a neste vago aberto que deixo para trás, e que outras estrelas (mais sensatas e menos errantes que eu) possam dar trato ao percurso que principiei – e espero, algum dia, findar. Mas termino com uma súplica, um conselho e um alerta, todos numa só sentença:</p>
<p>Oh astro de meus horizontes, perdoe aquele que te que ama sem saber amar!</p>
<p><strong>Laus Deo!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Delícia]]></title>
<link>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/12/delicia/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 01:15:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>elaenluarada</dc:creator>
<guid>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/12/delicia/</guid>
<description><![CDATA[Hoje me senti deliciosamente inspirada. Cheguei em casa e resolvi escrever. Mas parei por um momento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="MO%C3%87A%20DE%20ROSA%20CORRENDO%20NA%20PRAIA" src="http://elaenluarada.wordpress.com/files/2009/11/moc387a20de20rosa20correndo20na20praia.jpeg" alt="MO%C3%87A%20DE%20ROSA%20CORRENDO%20NA%20PRAIA" width="390" height="292" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Hoje me senti deliciosamente inspirada. Cheguei em casa e resolvi escrever. Mas parei por um momento e pensei: qual o significado definido por um dicionário para a palavra delícia? Encontrei um dicionário, abri na palavra Delícia e procurei os sinônimos: Prazer intenso. Sensação agradável ou deleitosa. Encanto, gozo, deleite.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mas claro, como de praxe, não fiquei satisfeita. Minha delícia é bem melhor. Minha delícia é muito mais. Então eis a minha definição:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é correr de encontro ao vento</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Descalça na areia irradiando sentimento</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é ter no coração mais que por um momento</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O fulgor da existência de um grande contentamento</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é erguer a face na chuva a cair</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Deixar a água fria na pele deslizar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é sentir o corpo arrepiar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É sentir leveza ao pensar no que há de vir</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é com mel lambuzar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Essa boca que um dia vais beijar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é o doce do sonhar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O sonho de colorir o amar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é com as mãos um arco-íris pintar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Com o pensamento ao céu subir e viajar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De lá de cima ver o mar e mergulhar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O frio no estômago sentir e gritar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é a cor dos seus olhos meigos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O toque suave de seus afagos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Até a saudade é delícia nos âmagos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De uma paixão explodindo em luz quais fogos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é essa lembrança que criei</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Onde já me perdi e me encontrei</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Espaço cheio de estrelas onde me enxerguei</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É descansar nos braços de quem amei</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia são delírios em meio a sussurros</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Encontrar luz na vida em momentos escuros</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é poder falar de amor, de sentimentos puros</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É quebrar barreiras, derrubar os muros</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é sentir-se encontrada por um coração poeta</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Que de longa distância transpõe a tormenta</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É poder acreditar que tenho a resposta</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E que o amor é a verdade que importa</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é sentir o perfume das flores</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Como se fosse a primeira vez que sentisses</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A descoberta de grandes e pequenas coisas</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De sensações, sentidos e prazeres</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é poder ver de olhos fechados</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Saber que se nessa vida nos perdemos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De alguma forma acabamos encontrados</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E ninguém nos tira o direito de sermos amados</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é conversa boa, falar a verdade</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é a imensidão da liberdade</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sentir que existe a plenitude</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mesmo quando surgem coisas que não se entende</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é o cantar de pássaros, musica do coração</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O dom de ouvir e de compor uma canção</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A melodia do vento ao soprar a plantação</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é o perfume da rosa em botão</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é correr pular e rodopiar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O cheiro da dama da noite no ar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é a lembrança do tempo a passar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Das coisas boas que o amor faz lembrar</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> ***</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia tem cheiro, tem forma e tem cor</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É mais que deleite e prazer encantador</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Delícia é a junção de tudo que intenso for</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E não há maior delícia  que viver um grande e verdadeiro amor.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">*</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">Enluarada</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">*</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Ao som inspirador  de Paula Fernandes  -</span> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qCucAwz-KsQ&#38;feature=related">Meu eu em você</a>;  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1zHwAB33BNc">Pássaro de Fogo;</a> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=62DiGA_-Y9g">Canções do vento Sul.</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zen le 16 Novembre]]></title>
<link>http://homeofexistence.wordpress.com/2009/11/10/zen-le-16-novembre/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:51:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>hercule</dc:creator>
<guid>http://homeofexistence.wordpress.com/2009/11/10/zen-le-16-novembre/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;La plénitude, ce n&#8217;est pas posséder beaucoup mais être énormément.&#8221; Erik Pigani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;La plénitude, ce n&#8217;est pas posséder beaucoup mais être énormément.&#8221;</p>
<p>Erik Pigani</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor, respeito e felicidade]]></title>
<link>http://rebelheartbr.wordpress.com/2009/11/09/amor-respeito-e-felicidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:26:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ka</dc:creator>
<guid>http://rebelheartbr.wordpress.com/2009/11/09/amor-respeito-e-felicidade/</guid>
<description><![CDATA[Uma história que poderia ser a sua&#8230; Certa vez conheci um rapaz muito bacana. Filho mais velho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><span style="color:#800080;">Uma história que poderia ser a sua&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Certa vez conheci um rapaz muito bacana. Filho mais velho de sua família, cresceu em um lar onde a religião era a pedra fundamental, o alicerce de todas as crenças e doutrinas&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Foi educado nessa religião, mas bem lá no fundo não se sentia bem e muito menos era feliz, pois seu coração lhe mostrava que era diferente daquilo que a sua religião pregava como &#8220;certo&#8221; e &#8220;moral&#8221; e ele sofria muito por isso&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Sempre ouviu que sua &#8220;missão&#8221; era formar uma família&#8230; Crescer, trabalhar junto a igreja, encontrar uma boa moça da sua religião, casar-se e ter tantos filhos quantos fossem &#8220;mandados&#8221; pelo Senhor. Cresceu ouvindo que tudo o que fosse diferente daquilo, tudo que fosse contra a ideologia de sua religião era errado, imoral e obra do &#8220;maligno&#8221;.</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Não existia amor nem piedade&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Não existia respeito nem aceitação&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Só existiam mandamentos, que se não fossem seguidos a risca, não lhe dariam seu lugar de direito no Paraíso quando ele morresse&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Com toda essa intolerância por parte de sua igreja e também de sua familia que seguia a risca o &#8220;passo a passo&#8221; de sua religião, ele se via perdido, sentindo-se um pecador sujo pois não se encaixava naquela doutrina&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Aquilo que estava em seu coração lhe trazia felicidade de verdade, mesmo se sentindo culpado por ter aqueles sentimentos, aquilo lhe fazia feliz, seus olhos brilhavam, sentia seu coração disparado pois havia encontrado o amor.  Ele havia se apaixonado por outro rapaz&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Quando sua família ficou sabendo, o tratou como degenarado, como se o que tivesse sentindo fosse uma doença e que precisava se voltar mais ainda pra sua religião para que pudesse ser &#8220;curado&#8221;&#8230; Ele foi julgado e condenado por ser diferente.</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Hoje ele é um membro ativo de sua igreja e está casado com uma moça que conheceu lá&#8230; Hoje sua família olha pra ele com orgulho do que ele se tornou&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Mas é impossível não notar, quando se olha em seus olhos de que a felicidade não está lá. Por traz do sorriso e da alegria aparente, vive alguem que morreu por dentro para poder seguir sua doutrina e viver as expectativas de sua familia para sua vida&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Agora eu pergunto&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Valeu a pena abrir mão de um amor de verdade e de sua própria felicidade para seguir uma doutrina de alguem que simplesmente é incapaz de amar e respeitar aqueles que são diferentes em suas escolhas?</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Quando amamos alguem de verdade, queremos que essa pessoa seja feliz e sabemos respeitar suas escolhas&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Na verdade ele nunca foi amado, nem por sua família nem por sua igreja&#8230; Eles amam sua imagem, o que ele se tornou, mas são incapazes de mostrar amor por quem ele realmente é, não respeitaram seus verdadeiros sentimentos, não respeitaram que ele era de verdade&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Pra minha vida não quero amor falso e respeito mentiroso&#8230; Não me contentaria jamais em ser alguem que não sou só pra agradar os outros, pois aqueles que me amam não precisam ser alimentados com mentiras, eles não tecem expectativas sobre minha vida e minhas escolhas, eles simplesmentem me amam e respeitam pelo que sou&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Então amigos, se alguem ou alguma ideologia ou doutrina não te amam e te respeitam o suficiente para te aceitar como você é, eles não merecem que você mude por eles&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Sejam felizes, sejam vocês, se amem e se respeitem sempre&#8230;</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Façam sua vida valer a pena, vivam com plenitude.</span></h4>
<h4><span style="color:#800080;">Por RebelHeartBR</span></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saber Viver]]></title>
<link>http://brandaopeixoto.wordpress.com/2009/11/09/saber-viver/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 11:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Brandão</dc:creator>
<guid>http://brandaopeixoto.wordpress.com/2009/11/09/saber-viver/</guid>
<description><![CDATA[por Charles Chaplin   Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>por Charles Chaplin</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso tem nome… <span style="text-decoration:underline;"><em>Auto-estima</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Autenticidade</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje chamo isso de… <span style="text-decoration:underline;"><em>Amadurecimento</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que o nome disso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Respeito</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que se chama… <span style="text-decoration:underline;"><em>Amor-próprio</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso é… <em><span style="text-decoration:underline;">Simplicidade</span></em>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje descobri a… <span style="text-decoration:underline;"><em>Humildade</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Plenitude</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isso é… <strong><em><span style="text-decoration:underline;">Saber viver</span></em></strong>!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Plenitude do Espírito Santo]]></title>
<link>http://aliancareformada.wordpress.com/2009/11/04/a-plenitude-do-espirito-santo/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:41:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alcir Moreno</dc:creator>
<guid>http://aliancareformada.wordpress.com/2009/11/04/a-plenitude-do-espirito-santo/</guid>
<description><![CDATA[As pessoas cheias do Espírito são pessoas controladas pelo Espírito. Isso é demonstrado nas atitudes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As pessoas cheias do Espírito são pessoas controladas pelo Espírito. Isso é demonstrado nas atitudes que as pessoas tomam ao serem controladas pelo Espírito. Há dois textos que mostram isso:</p>
<p><strong>EFÉSIOS 5.16 &#8211; 6.9</strong></p>
<p>A pessoa cheia do Espírito canta salmos, hinos e cânticos espirituais entoando de coração louvor ao Senhor. A pessoa cheia do Espírito dá graças por todas as coisas em nome de Cristo.</p>
<p>Crentes espirituais são sujeitos uns aos outros, escutam um ao outro, e se submetem à autoridade um do outro. Esposas cheias do Espírito são submissas aos seus maridos, e maridos cheios de Espírito amam suas esposas como Cristo ama igreja.</p>
<p>Crianças cheias do Espírito honram e obedecem a seus pais e pais cheios do Espírito não provocam seus filhos quando os educam na disciplina e admoestação do Senhor.</p>
<p>O servo cheio do Espírito, ou empregado, obedece a seu patrão, e o patrão ou empregador cheio do Espírito é justo e compreensivo com seus em pregados. Todas estas qualidades são manifestações da vida plena do Espírito.</p>
<p><strong> COLOSSENSES 3.16</strong></p>
<p>Nesse texto Paulo diz que se permitimos que “habite ricamente em nós a Palavra de Cristo”, cantaremos salmos, hinos e cânticos espirituais. Seremos gratos. Tudo quanto fizermos será em nome de Jesus. Esposas serão sujeitas a seus maridos, maridos amarão às suas esposas. Filhos obedecerão aos pais, e pais não levarão os filhos à exasperação. Empregados obedecerão aos patrões, trabalhando de coração como ao Senhor, não apenas servindo aos homens. E os patrões serão justos corretos com seus empregados.</p>
<p>A comparação desses trechos de efésios e colossenses demonstra que ambas as atividades – ser enchido pelo Espírito e permitir que a Palavra de Cristo habite ricamente em nós – produzem o mesmo tipo de fruto. Noutras palavras, o cristão pleno do Espírito é aquele que deixa a Palavra de Cristo habitar no seu interior. O cristão cheio do Espírito é um cristão cônscio de Cristo. É totalmente cativo a tudo que possa aprender sobre Jesus e a tudo que Jesus disse. É isso que quer dizer “permitir que a Palavra de Cristo habite ricamente em nós”. Estar cheio do Espírito é ser totalmente envolvido, ricamente envolvido em tudo que há para conhecer a respeito de Jesus Cristo.</p>
<p><em>(Retirado do livro “Os Carismáticos” – Editora FIEL – p. 190, 191).</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempestade]]></title>
<link>http://thiagoperegrino.wordpress.com/2009/10/19/tempestade/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 00:51:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago</dc:creator>
<guid>http://thiagoperegrino.wordpress.com/2009/10/19/tempestade/</guid>
<description><![CDATA[Dia de tempestade; Dia de solidão e escuridão;  Dia sério e de mistério;  Dizem por ai;  Que é da te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dia de tempestade;</p>
<p>Dia de solidão e escuridão;</p>
<p> Dia sério e de mistério;</p>
<p> Dizem por ai;</p>
<p> Que é da tempestade que surge os mais belos dias;</p>
<p> Que é da escuridão que surge os mais belos sonhos;</p>
<p>Alias quanto mais escuro foi o céu&#8230;</p>
<p>Quanto mais intensa foi a chuva&#8230;.</p>
<p> Quanto maior, for o barulho:</p>
<p>Mais belo virá o amanhecer;</p>
<p>Eu acredito em dias plenos;</p>
<p> Assim como acredito em sol pos tempestade.</p>
<p> </p>
<p>Thiago Atento Peregrino</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top 5]]></title>
<link>http://crateau.wordpress.com/2009/10/07/top-5/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:09:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.Rateau</dc:creator>
<guid>http://crateau.wordpress.com/2009/10/07/top-5/</guid>
<description><![CDATA[Le top 5 des trucs scout que j&#8217;attends le plus pour ce WE de rentrée : 5 : La marche, c&#8217;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Le top 5 des trucs scout que j&#8217;attends le plus pour ce WE de rentrée :</p>
<p>5 : La marche, c&#8217;est un moment ou l&#8217;on peut faire le point sur nous même, prier, chanter ou échanger avec nos frères scouts. En plus c&#8217;est une activité qui remonte à la nuit des temps. On refait ce que beaucoup de pèlerins ont fait bien avant nous.</p>
<p>4: La nuit. Parce qu&#8217;une nuit dans la forêt c&#8217;est calme, reposant. On reprend nos forces et on dort bien. On fait communion avec la nature, œuvre de Dieu (Article 6).</p>
<p>3: La messe scout, c&#8217;est vraiment privilégier. Tout le monde y met du sien pour chanter, en plus la liturgie est choisie avec nous par notre aumônier  et cette semaine c&#8217;est moi qui prépare la messe !</p>
<p>2: Le feu, et la nourriture scout. Le repas et surtout de diner c&#8217;est vraiment le moment clé ou en patrouille on partage des moments uniques que l&#8217;on peut avoir que chez les scouts ! Le meilleur c&#8217;est qu&#8217;avec la faim qu&#8217;on à n&#8217;importe quelle chose nous parait être un délice, même la pire qualité ! On se délecte d&#8217;épaule cuite supérieure tranchée ou de ravioli fourrés à la pâté pour chat&#8230; C&#8217;est encore meilleur quand on l&#8217;a cuisiné sois-même !</p>
<p>1: La veillée, rien de telle pour finir en beauté une activité scout elle mèle chant, rire, enseignement et prière à la fin&#8230; C&#8217;est &#8216;le meilleur pour la fin&#8217; et elle laisse une impression de plénitude dans on va se coucher en silence juste après. L&#8217;impression d&#8217;une journée de travail bien fait et au service des autres.</p>
<p>Vivement Samedi !</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ce WE]]></title>
<link>http://crateau.wordpress.com/2009/10/06/ce-we/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 18:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.Rateau</dc:creator>
<guid>http://crateau.wordpress.com/2009/10/06/ce-we/</guid>
<description><![CDATA[Ce WE c&#8217;est la vraie première activité scout. Ce WE la première Notre-Dame des Dombes est au c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ce WE c&#8217;est la vraie première activité scout.<br />
Ce WE la première Notre-Dame des Dombes est au complet.<br />
Ce WE marque le début de ma dernière année de scoutisme.<br />
Ce WE marque le début du chemin vers l&#8217;engagement Raider.<br />
Ce WE est celui ou je m&#8217;assurerai que mes boys ont appris au camp.<br />
Ce WE est celui ou le matériel manquera le plus.<br />
Ce WE est celui ou après de longs mois d&#8217;attentes le phœnix renaitrai.<br />
Ce WE est différent des autres.<br />
Ce WE est celui des souvenir de ce camp mémorable à Rome.<br />
Ce WE&#8230;</p>
<p>Même avec une infinité de phrases de la sorte cela ne suffira pas à décrire cette sensation de plénitude après une journée scout bien remplie, au coin du feu après la prière et à côté de ses frères.</p>
<p>Prions pour tous les jeunes qui ne connaissent pas le scoutisme&#8230; </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ecrire un poème (Adonis)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/05/ecrire-un-poeme-adonis/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 06:21:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/05/ecrire-un-poeme-adonis/</guid>
<description><![CDATA[Chaque chose s&#8217;efforce de remplir la tête du monde: les religions, les sciences, les idéologie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-4687" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/05/ecrire-un-poeme-adonis/couv_agenda_poete-bb76c/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4687" title="poete" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/10/couv_agenda_poete-bb76c.jpg" alt="poete" width="322" height="462" /></a></p>
<p>Chaque chose s&#8217;efforce de remplir la tête du monde:<br />
les religions, les sciences, les idéologies, les techniques.<br />
Ecrire un poème, c&#8217;est fortifier la tête du monde,<br />
hors de cette plénitude</p>
<p>(Adonis)</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu sei que vou te amar, por toda minha vida vou te amar!]]></title>
<link>http://bemfeliz.com.br/2009/10/04/eu-sei-que-vou-te-amar-por-toda-minha-vida-vou-te-amar/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 20:28:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>analumais3</dc:creator>
<guid>http://bemfeliz.com.br/2009/10/04/eu-sei-que-vou-te-amar-por-toda-minha-vida-vou-te-amar/</guid>
<description><![CDATA[Há&#8230; o amor! Dói, sabia? Mas, é maravilhooossssoooo! Acho que criar um dia a dia perfeito reque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há&#8230; o amor!</p>
<p>Dói, sabia? Mas, é maravilhooossssoooo!</p>
<p>Acho que criar um dia a dia perfeito requer mais trabalho e querer do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Se a família, é, como dizem, o sonho de Deus, deve definitivamente ser o pesadelo de satanás.</p>
<p>Isto porque, para se ser família, antes é preciso serem dois que se tornam um e que vivem e não apenas convivam, e vivam em plenitude.</p>
<p>Por isso, é difícil. Mas, maravilhoso.</p>
<p>Porque não? Acho que esta é uma pergunta que os enamorados casados da atualidade deveriam se permitir.</p>
<p>Porque não continuar, é uma excelente pergunta quando a sociedade lhe oferece facilidades mil para desistir.</p>
<p>Continuar é supremo. Continuar é encontrar recompensa. Continuar é descobrir que é possível se encontrar, se encaixar, se entender melhor, como singular e como plural.</p>
<p>E o plural por vezes vai significar mais do que dois &#8211; e um olhar de fora pode trazer muita sabedoria!</p>
<p>Estou adorando a aventura.</p>
<p>Sempre recomendei e continuo recomendando &#8211; case: é maravilhoso.</p>
<p>Beijoprocê!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TOMADOS DE TODA PLENITUDE DE DEUS]]></title>
<link>http://pregacoesfn.wordpress.com/2009/10/02/tomados-de-toda-plenitude-de-deus/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:01:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>francisconascimento</dc:creator>
<guid>http://pregacoesfn.wordpress.com/2009/10/02/tomados-de-toda-plenitude-de-deus/</guid>
<description><![CDATA[TOMADOS DE TODA PLENITUDE DE DEUS “Por causa disto me ponho de joelhos perante o , deus, Pai de noss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[TOMADOS DE TODA PLENITUDE DE DEUS “Por causa disto me ponho de joelhos perante o , deus, Pai de noss]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando me amei de verdade...]]></title>
<link>http://morangocomchampanhe.wordpress.com/2009/09/27/quando-me-amei-de-verdade/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 04:26:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paloma</dc:creator>
<guid>http://morangocomchampanhe.wordpress.com/2009/09/27/quando-me-amei-de-verdade/</guid>
<description><![CDATA[Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-232  aligncenter" title="felicidade" src="http://morangocomchampanhe.wordpress.com/files/2009/09/346fe5d744e42e8583d4ddbcf3812d72f435f464.jpg" alt="felicidade" width="367" height="378" /></p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.<br />
Hoje sei que isso tem nome&#8230; <span style="font-weight:bold;">Autoestima</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.<br />
Hoje sei que isso é&#8230; <span style="font-weight:bold;">Autenticidade</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.<br />
Hoje chamo isso de&#8230; <span style="font-weight:bold;">Amadurecimento</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.<br />
Hoje sei que o nome disso é&#8230; <span style="font-weight:bold;">Respeito</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável &#8230; Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.<br />
Hoje sei que se chama&#8230; <span style="font-weight:bold;">Amor-próprio</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.<br />
Hoje sei que isso é&#8230; <span style="font-weight:bold;">Simplicidade</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.<br />
Hoje descobri a&#8230; <span style="font-weight:bold;">Humildade</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.<br />
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é&#8230; <span style="font-weight:bold;">Plenitude</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,ela se torna uma grande e valiosa aliada.<br />
Tudo isso é&#8230;. <span style="font-weight:bold;">Saber viver !</span></p>
<p>Autor: Charles Chaplin</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oração dos matagais]]></title>
<link>http://reginaalgarra.com.br/2009/09/22/orao-dos-matagais/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 10:43:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Regina Manetta Algarra</dc:creator>
<guid>http://reginaalgarra.com.br/2009/09/22/orao-dos-matagais/</guid>
<description><![CDATA[Aqui dentro de mim tem um luar Um amanhã que anseia por alvorecer Creio que o segredo é cavalgar No ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui dentro de mim tem um luar</p>
<p>Um amanhã que anseia por alvorecer</p>
<p>Creio que o segredo é cavalgar</p>
<p>No ventre da noite</p>
<p>Sem medo de me perder</p>
<p>E enquanto o meu coração pulsar</p>
<p>Enquanto em minhas veias o sangue correr</p>
<p>O que o suor e a lágrima puder lavar</p>
<p>Não morrerá sujo</p>
<p>Antes do amanhecer</p>
<p>Viva a oração nos matagais</p>
<p>Na floresta virgem do meu ser</p>
<p>Bem aventurados os temporais</p>
<p>No coração rasgar</p>
<p>Para não permanecer</p>
<p>Viva a ansiedade da maré</p>
<p>No oceano virgem do meu ser</p>
<p>Bem aventurados os vendavais</p>
<p>No coração rasgar</p>
<p>Para não permanecer</p>
<p>Viva a claridade da paixão</p>
<p>Que fecunda a terra virgem do meu ser</p>
<p>Bem aventurada a emoção</p>
<p>No coração rasgar</p>
<p>Para não permanecer</p>
<p>Viva a oração nos matagais</p>
<p>Na floresta virgem do meu ser</p>
<p>Bem aventurados os vendavais</p>
<p>No coração rasgar</p>
<p>Para não permanecer</p>
<p>(Altay Veloso)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le désert est la porte du ciel (Henri-Frédéric Blanc)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/09/19/le-desert-est-la-porte-du-ciel-henri-frederic-blanc/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 20:02:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/09/19/le-desert-est-la-porte-du-ciel-henri-frederic-blanc/</guid>
<description><![CDATA[Le désert est la porte du ciel: la plénitude a soif de vide. Comme il est plaisant de se rouler dans]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3588" title="désert" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/09/desert.jpg" alt="désert" width="800" height="526" /></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"></p>
<p>Le désert est la porte du ciel:<br />
la plénitude a soif<br />
de vide.</p>
<p>Comme il est plaisant de se rouler<br />
dans son propre manque,<br />
comme il y a de l&#8217;espace,<br />
comme il y a du temps!<br />
Une chose qu&#8217;on ne veut plus<br />
c&#8217;est une chose en plus!<br />
Quand on ne désire rien,<br />
quel printemps, quel jardin!<br />
Du soleil, alors,<br />
il pleut de l&#8217;or!</p>
<p>(Henri-Frédéric Blanc)</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saudade e plenitude]]></title>
<link>http://maisquelinguagem.wordpress.com/2009/09/12/coragem-para-pronunciar-saudade/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 21:29:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Talita</dc:creator>
<guid>http://maisquelinguagem.wordpress.com/2009/09/12/coragem-para-pronunciar-saudade/</guid>
<description><![CDATA[Os dois novos integrantes da família ainda cabem direitinho no ângulo agudo formado pelo meu cotovel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os dois novos integrantes da família ainda cabem direitinho no ângulo agudo formado pelo meu cotovelo, braço e antebraço direitos. Mas, eu sei. Logo, logo eles serão tão imensos que minha retina vai ser pequena para medi-los.</p>
<p>O Mateus, com seus quase dois anos, ainda olha pra mim com olhos de quem vê a prima mais linda do mundo. Mas, eu sei. Logo, logo ele vai ter a primeira professora da escolinha.</p>
<p>Antes de ontem eu lamentava ser a quase única menina da família. Ontem eu adorava ter os primos mais gatinhos da igreja. Hoje, não preciso mais inventar brincadeiras suficientemente interessantes para competir com o futebol, nem me preocupar em saber se as meninas querem ser minhas amigas ou se só estão interessadas neles.</p>
<p>A gente cresceu.</p>
<p>E, depois de tantas promessas de que estaríamos presentes nas vidas uns dos outros pra sempre, descobrimos que novos personagens e cenários ocupariam tanto nosso tempo que, de repente, seríamos apenas encontros fortuitos, cumprimentos sorridentes por orkut e conversas corridas no MSN.</p>
<p>É a vida, meus amores, a vida &#8230;</p>
<p style="text-align:right;">&#8230; e a saudade, por isso, dividem-se dentro de mim.</p>
<blockquote>
<div id="attachment_303" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-303" title="IMG_0077" src="http://maisquelinguagem.wordpress.com/files/2009/09/img_00773.jpg?w=300" alt="Primos no meu primeiro aniversário" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Primos no meu primeiro aniversário</p></div></blockquote>
<p>Espalhadas na mesa, as lembranças, dessa vez, contudo, não confluíram em melancolia. Talvez eu esteja aprendendo que, embora dolorida e quase sufocante, a saudade é um excelente indicador de que tem valido a pena viver. De que, à sua maneira e no tempo que lhes é permitido, cada pessoa ou momento, que cruzam meu caminho, têm contribuído para a Plenitude em mim &#8230;</p>
<h3 style="font-size:1.17em;"><span style="color:#800000;"><span style="font-weight:normal;"><em>Saudade é vestígio de sonhos vencidos; um resíduo, por vezes inclemente, de vidas bem vividas</em></span></span><span style="font-weight:normal;"><em> (Ricardo Gondim, via <a href="http://twitter.com/gondimricardo" target="_blank">Twitter</a>)</em></span></h3>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iBnCa58e4ag&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/iBnCa58e4ag&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h3><span style="color:#800000;"><span style="font-weight:normal;"><em><br />
</em></span></span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Theodicy and the Idea of Salvation]]></title>
<link>http://payingattentiontothesky.com/2009/09/11/theodicy-and-the-idea-of-salvation/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:47:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>djeter</dc:creator>
<guid>http://payingattentiontothesky.com/2009/09/11/theodicy-and-the-idea-of-salvation/</guid>
<description><![CDATA[At the end of my approaches to God post the other day, I threw in my personal approach to God, the n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left"><img class="alignleft size-full wp-image-1130" title="salvation" src="http://payingattentiontothesky.wordpress.com/files/2009/09/salvation.jpg" alt="salvation" width="225" height="225" />At the end of my approaches to God post the other day, I threw in my personal approach to God, the notion that a conclusive argument for theodicy makes it hard to find room for the idea of redemption and obviates the need for Jesus’ ministry. I found that idea in Fr. Aidan Nichols’ marvelous book, <em>The Shape of Catholic Theology</em>, a text that most of my fellow students disliked – thereby creating an almost automatic condition under which I would grow to love it.</p>
<p align="left">As a Yokohama Taiyo Whales fan in Tokyo, I seem to have an almost innate sense of <em>aman’ jaku, </em>as one of my Japanese students thoughtfully ascribed to me. I had to go to the dictionary for that one and came up with the English equivalent, <em>perverse</em>. Having grown up a Yankee&#8217;s fan in Boston, I had thought I was just normal. Didn’t everyone loathe the home team?</p>
<p align="left">I wish I could say I had come up with linking theodicy and salvation on my own but I’m not that bright, only smart enough to recognize a good idea when I read it. Elsewhere on this blog you will see the readings I have collected on the nature of evil: <a href="http://payingattentiontothesky.com/2009/06/23/evil-and-joy-a-reflection-part-i/" target="_blank">Evil and Joy </a>  or  <a href="http://payingattentiontothesky.com/2009/07/03/evil-and-joy-ii-%e2%80%9cif-you-do-not-have-this-love-do-not-go-near-these-wounds%e2%80%9d/" target="_blank">Do Not Go Near These Wounds </a> to mention the two main ones. There is a lesser body of reflections on sin which embodies more than evil, a participation in it, and those are all maintained in a category on payingattentiontothesky.</p>
<p align="left">Rather than just leaving the statement on theodicy and salvation out there, I thought I would give you the historical churning that accompanied those far smarter than I arriving at this conclusion. One thing I love about my Catholic faith is how it opposes the notion of <em>sola scriptura</em>, the Protestant doctrine that the Bible is the only infallible or inerrant authority for Christian faith, and that it contains all knowledge necessary for salvation and holiness.</p>
<p align="left">It is worth repeating here that the biblical materials for a concept of God do not organize themselves. They do not automatically arrange themselves into a satisfactory form. They achieve that form only when the human mind, seeking to understand its own faith, begins to work on them and to set them out in more intelligible ways. To organize the biblical materials, we soon find that we need to draw on such philosophical categories as good and evil, freedom and necessity, person and nature, mind and will, essence and existence, being and knowing. Of course, the application of these notions to God is an attempt to speak of what lies beyond the world within terms drawn from this world, and so is only justified if we always add a postscript to that effect. <strong>Warning: This Paper Contains Metaphysical Arguments</strong> or something like that so that our atheist friends can keep their superior scientific minds free from contamination.</p>
<p align="left">So the Catholic Church has over the years struggled with heresies and Scripture, relying on sacred Tradition and the Magisterium to guide us through the rough spots. Infallible is a version of perfect and rarely pressed into use, when the Church needs to fly on automatic pilot as it were. So here are the notes from the chapter on Theodicy and Salvation, a walk through the park of Evil, God’s Justice, Redemption And Salvation.</p>
<p align="left"><strong>Preambles of Faith<br />
</strong>We have encountered philosophy in the process of aiding and abetting fundamental theology by its contribution to the preamble of faith on the topic of God’s existence. At the same time, we predicted that philosophy would also assist systematic theology by making a contribution to the concept of God &#8212; giving us a valuable pre-understanding of what God is like, an inkling which can throw light on what we find in the sources of revelation. Naturally, most of us come to all this the other way round: we get to know the revealed God through Christ’s Church, and only then do we enquire into the philosophical basis of the concept of God. But this only tells us something that is true about our autobiographies, not something true about the structure of the concept of God in itself.</p>
<p align="left"><strong>A Second Preamble Of Faith – Theodicy<br />
</strong>Another area of the preamble of faith closely connected with a discussion of the existence and concept of God, and this is theodicy &#8212; or what is often referred to as the “problem of evil.” As we shall see, theodicy (from theos and dike, “justice,” hence “enquiry into the divine justice”) is also doubly relevant, in theology, to fundamentals and to systematics. In fundamental theology, theodicy is important because we need to show that the existence of God is compatible with the existence of evil, of what we can call the “major defects” of the world. In systematic theology, theodicy is important because our grasp of what could (logically) be remedied among these major defects will give us a pre-understanding of the idea of salvation; and the theme of salvation is well-nigh the central motif of revelation’s sources, Scripture and Tradition.</p>
<p align="left"><strong>Our Pre-Understanding Of Soteriology<br />
</strong>To exemplify the point, we might wish to argue that adolescence, though often painful, is built into the very idea of humanity. We could not conceive of adult persons who were fully human but never had to go through the process of becoming an independent sell, a process we call growing up. If this is so, then we cannot use the tribulations of adolescence, real as these are, to cast doubt on the existence of an all-good and all-powerful God &#8212; always assuming that we regard the creation of <em>Homo sapiens </em>as a boon to the cosmos. On the other hand, we might well regard the destruction of the innocent (say, of babies by leukemia) as evidence against the postulate of God. Thus, if we decide that despite such counter-indications we can accept, as theodicists, the reality of God, these counter-indications will pass over into another category, namely, our pre-understanding of soteriology, the idea of salvation. Putting a stop to the suffering of the innocent is the kind of thing we would expect the Creator to do if ever he began to relate to the world in a new way &#8212; not as Creator but as Redeemer. Here I am anticipating my argument, but so as to give the reader a glimpse of the importance of this area.</p>
<p align="left"><strong>The Chief Intellectual Obstacle To Christian Theism<br />
</strong>Theodicy is a problem which has exercised Christian minds through the ages when wrestling with the issue of the existence of God. St. Thomas, for instance, gives it as the chief intellectual obstacle to Christian theism. He formulates the objection in his customary sharp way:</p>
<p align="left">“It seems that God does not exist; because if one of two contraries be infinite, the other would be altogether destroyed. But the name ‘God’ means that he is infinite goodness. If, therefore, God existed there would be no evil discoverable; but there is evil in the world. Therefore God does not exist.”[Thomas Aquinas, <em>Summit</em><em> theologiae Ta, q. </em>2, a. 3]<sup> </sup>To understand why evil is a philosophical problem of this magnitude for the Christian, we must remind ourselves of the Church’s basic confession about God. Christianity, here reflecting its own source in Judaism, ascribes to God both all-powerfulness and all-goodness. And indeed, quite apart from the fact that this is the (overall) witness of Old and New Testaments, a number of the arguments for the existence of God touched on in the last chapter also point to these qualities as characteristic of transcendence. For example, to say that God is the infinite ground of the world is to come fairly close to saying that he is almighty; and to say that he is the explanation of our sense of absolute moral obligation comes fairly close to saying that he is all-good.</p>
<p align="left"><strong>Lactantius’ Dilemma<br />
</strong>Given, then, that both a pre-theological and a specifically Christian consensus points to God as enjoying both these characteristics (and both ancient and modern deviations there from have had a frosty reception by Catholic believers), the problem of evil must be confronted. Ever since the ancient Greeks it has been formulated as a dilemma; we possess a lapidary example from the pen of the Latin Christian apologist Lactantius: “God either wishes to take away evils, and is unable; or he is able, and is unwilling; or he is neither willing nor able, or he is both willing and able. If he is willing and is unable, he is feeble—which is not in accordance with the character of God. If he is able and unwilling, he is envious, which is equally at variance with God; if he is neither willing nor able, he is both envious and feeble, and therefore not God; if he is both willing and able, which alone is suitable to God, from what source then are evils? Or why does he not remove them?” [Lactantius, <em>De </em>ira <em>Dei, </em>13]</p>
<p align="left"><strong>St. Augustine</strong><strong>’s Solution<br />
</strong>What kind of reflection has there been on this issue in the tradition of Christian thought? From time to time Christians have attempted to resolve Lactantius’ dilemma while writing strictly as philosophers; thus, for instance, we find the highly original system of Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) or in a Thomist idiom in our own time, the work of the late Père Ambroise Sertillanges. But it has become customary, at least in the English-speaking world, to identify the two most ubiquitous “solutions” by reference to two Church Fathers and therefore to writers in whom there is as yet no clear or systematic distinction between philosophy and theology. The more influential of these two types of theodicy is that associated with St. Augustine of Hippo (354-430) This Augustinian theodicy consists basically of four points.</p>
<ol>
<li>First, it is argued that evil is not a positive reality in its own right. It is not an infusion, but it is a kind of negative reality, a privation or deprivation of something that should have been there but is not. Because evil is such a <em>privatio boni, </em>an absence of the good, Augustinians argue that it cannot be an element in the ultimate reality, which is God.</li>
<li>Second, having proposed an ontological statute for evil, we must give an account of its origin. So far as evil conceived and executed by finite minds (moral evil) is concerned, its source may be located in free will. If God has created finite spirits endowed with free will, it must be expected that this free will is going to be abused. From such sin there flows certain other aspects of human suffering, such as the physical pain inflicted by evil people, or the fear and anxiety which good people undergo when faced with the prospect of evil people. From moral evil there may also follow kinds of suffering which could be seen as divine punishment for sin (natural disasters and the like).</li>
<li>Third, while it may be true that the essential limitedness of everything created (metaphysical evil) is responsible for many of the imperfections of this world, Augustinians affirm that it was nevertheless right that God should have made such a world as ours. To show why this is so, they appeal to what has been called a “principle of plenitude.” The principle of plenitude states that the richest and most desirable universe contains every possible kind of existence: lower and higher, imperfect and (relatively) perfect, ugly and beautiful, cholera germs and humming-birds.</li>
<li>Finally, and connected with this third point, the Augustinian type of theodicy is often said to be “aesthetic” in character. By this is not meant that its exponents express themselves rather prettily but that they see all realities and events as englobed within a universal harmony. Even sin and its punishment belongs to this harmony, just as in musk a discordant note, when resolved, makes a work more satisfying. Unfortunately, this harmony is only fully audible to God.</li>
</ol>
<p><strong>Father St. Irenaeus’ Solution<br />
</strong>The second and less influential theodicy has been referred to as “Irenaean,” after the Greek Father St. Irenaeus, who was martyred as bishop of Lyons around the year 200. This alternative theodicy sees the world as essentially an environment, a difficult, sometimes agonizingly difficult environment in which the human spirit is refined by fire. The world is a “vale for soul making.” Irenaeus saw moral evil not as an interior catastrophe but as a matter of weakness and immaturity.</p>
<p align="left">Accordingly, Irenaeans regard the natural evil present in this world not so much as a divine punishment for the abuse of free will, but rather as an aspect of a divinely appointed milieu, an ambience of mingled good and evil, which is just what we need for growth toward perfection. In this way, the Irenaean theodicy appears to place the ultimate responsibility for much of the world’s evil on the shoulders of its Creator. But at the same time it seeks to show that it was for a good reason that he created a world where evil is built in.</p>
<p align="left">The ultimate purpose of creation is the production of fully matured persons interacting in charity and so reflecting the life of God himself. At the end of historical time, finite persons will be greater and better because of their conifict with evil than they would be otherwise. The claim that there cannot be an all-powerful and all-good God because the creation as we know it is partly hostile to human happiness is misconceived in that it implicitly defines happiness as “having a grand old time.” This world was not meant to be a paradise, a garden enclosed, but a milieu in which the most valuable potentialities of persons are drawn out by the challenges, often terrible challenges, which that milieu contains. Any otherview of the character of human life, so Irenaeans maintain, would turn us from persons into pampered animals or spoiled brats.</p>
<p align="left"><strong>God As Providence Can Draw Good Out Of Evil<br />
</strong>The Irenaean theodicy joins hands with its main competitor by echoing the Augustinian idea that God as Providence can draw good out of evil &#8212; itself posited philosophically, as we have seen, in Marcel’s argument to God from the phenomenon of hope. Irenaeans argue that it is precisely the sort of world we have that an all-powerful and all-good God would have made, and that While we cannot at present visualize the final state of affairs that will justify the presence of evil in the world’s history, we can see that to expect such a final satisfactory resolution of the story is not irrational.</p>
<p align="left"><strong>A Conclusive Theodicy Makes It Hard To Find Room For Redemption<br />
</strong>Needless to say, not all of these arguments have met with an equally glowing reception. Before considering the main criticisms that may be launched against them, we should note that were they in themselves an adequate and total vindication of the “justice of God,” it would be exceedingly hard to find room for the theological concept of redemption, a concept which, however, lies at the heart of Christian faith. Thus Christian theodicists, aiming for total victory, swing their sabers and cut off their own heads. With this caveat in mind, let us return to the two types of theodicy, beginning with the Augustinian and its four pillars of wisdom: the privative theory of evil, the free will defense, the principle of plenitude, and the notion of cosmic harmony.</p>
<p align="left"><strong>Counter Arguments To St. Augustine And St. Irenaeus<br />
</strong>The idea that evil is essentially an absence of what ought to be a presence, that, for instance, blindness is a failure in the proper action of the eye, not an extra reality added to the eye’s reality, certainly succeeds in dispensing us from having to ascribe evil to the Creator. Evil is not something God has made because evil is not something. It is important to notice that this meontic “not being” account of evil is a metaphysical and not an empirical or observational affair [Note: Meontic and Mimetic Modes: Art is involved with "experienced reality. --or with the 'representation of reality'-- the way it is involved is divided into two contrasted relationships. In the first, art imitates what is there in reality; in the second, it imitates what is not there.</p>
<p align="left"> The mimetic mirror reproduces and focuses on experienced reality; the meontic mode attempts to reproduce "what is not there" or what is imagined. The mimetic and meontic modes, though offering contrasting ways of depicting reality, should be viewed in terms of a continuum, rather than absolute opposition, to illuminate things of the spirit rather than material phenomena.]. That is, it does not claim to tell us what evil feels like. A tidal wave, one imagines, feels like very far from nothing, and the same may be said of the personality of Adolf Hitler.</p>
<p align="left">However, we might wish to ask whether a theory of the ontological status of evil can depart too far from the facts of experience and still stay credible. The meontic theory is fine when trying to explain what happens when a carton of cream turns sour, but it is less successful in coping with the individual who says “Evil, be thou my good,” and then seeks what is evil with extraordinary energy and determination. One may wonder whether John Milton is not closer to the truth when in <em>Paradise Lost </em>he appears to portray Satan as a mind whose powers are rendered more formidable by alliance with what is evil.</p>
<p align="left"><strong>Original Sin &#8212; Utterly Mysterious And Philosophically Certain<br />
</strong>Again, Augustine’s account of the abuse of freedom has not convinced all the commentators. It is hard to see why spirits that were perfectly happy and good at the first moment of their existence (such as Augustine supposes all finite spirits to be) should fall victim to temptation. Any causal account one might give of how this could happen would seem to presuppose that they had fallen already; thus, if it were pride which made them fall, then they had already fallen into the sin of pride. It is noteworthy that Kant regarded original sin as both utterly mysterious and philosophically certain. See Fr. Edward Oakes excellent meditation on this <a href="http://payingattentiontothesky.com/2009/08/07/original-sin-a-disputation-%e2%80%93-by-fr-edward-t-oakes/" target="_blank">here </a>.</p>
<p align="left"><strong>The Problem With Plenitude<br />
</strong>Next comes the principle of plenitude. It has been pointed out that the Creator has not in fact placed in this world the total imaginable number of different species. No matter how many varieties of humming-bird there are, we can always say that God could have made twice as many, and if this would involve the doubling in size of the Amazon basin, then so be it. But then it is not easy to defend the existence of cholera germs on the grounds that they had to be there since without them one expression of the divine aeativity would be missing.</p>
<p align="left"><strong>The Problem With Cosmic Harmony<br />
</strong>Finally, there is the notion of cosmic harmony. Even from our limited standpoint in historical time, the theme of cosmic harmony is audible from lime to time. For instance, if we think of the world as a unitary design, a cosmos, the transience of nature does not seem to be an evil after all, whereas if we restrict our attention to the withering of this orchid, or the expiring of that pet rabbit, decay and death in the nonhuman world strike us as sad and regrettable. Taking a wider view, the dissolution of plants and animals into their component parts is a condition for the fashioning of fresh plants and animals. The real difficulty with the cosmic harmony theme is when we come to moral evil. An incautious statement of the aesthetic picture of evil would lead us to say that sin is necessary to the perfection of the universe, since it is beautifully counterposed by divine justice, a point of view which (presumably) few people would be keen on putting forward as a philosophical defense of Christian faith.</p>
<p align="left"><strong>The Excessiveness Or Redundancy Of Evil<br />
</strong>The Irenaean theodicy, unlike the Augustinian, rests essentially upon a single thought, the conclusion of which is, to remind you, that to predict a final justificatory resolution of evil in terms of matured souls is not counter-rational. But many will say that it is precisely this which is at issue. The extent of evil is far greater than a challenging environment would require. Evil is more than cold showers to encourage manliness, The excessiveness or redundancy of evil discourages us from positing a final state of affairs to justify the myriad succeeding states of affairs the world has so far known.</p>
<p align="left"><strong>If There Were A Complete Theodicy Then There Would Be No Need For Salvation<br />
</strong>The conclusion which emerges, therefore, is that the argumentation found in the history of theodicy goes some way toward releasing Lactantius from his dilemma, but by no means all the way. Enough has been said to convince one that evil phenomena are not an insuperable obstacles to believing in a God of the kind that philosophy and faith (as found in fundamental theology) require. On the other hand, not everything has been cleared up. But as I have remarked, if in theodicy we could clear up the problem of evil to our complete satisfaction, then there would be no need for salvation as presented in Christian revelation. God comes in his incarnate Son as the world’s Redeemer, and by his Spirit as its Renewer, so as to repair the world’s defects. But there would be no point in redemption if these defects could be shown to be either not defects at all or things built into the very idea of having a world in the first place.</p>
<p align="left"><strong>The Inexplicable Elements In Theodicy<br />
</strong>We can list some of the inexplicable elements in theodicy, which must be taken over, then, into a pre-understanding of what might be involved in the story of salvation.</p>
<ol>
<li>First, there is the strange potency of evil, given that evil should be regarded metaphysically as privation.</li>
<li>Second, there is the fall of finite spirits, who came forth from an all-holy divine ground even if, in the case of <em>Homo sapiens, </em>they were culturally and psychologically immature.</li>
<li>Third, there is the apparent escape of nature from the rational control of Providence as evidenced in say, the suffering of the innocent in natural disasters. To these three factors we may add</li>
<li>Fourth, namely, the fact that we have not been able to solve the problem of theodicy. We can call this factor the absence of sufficient meaning, our inability to make anything like complete sense of the world</li>
</ol>
<p align="left"><strong>Features Of Salvation<br />
</strong>Here, then, we have some features of the idea of salvation. If the Creator entered our world as the Redeemer, he must, it seems, do four things.</p>
<ol>
<li>He must conquer and neutralize the potency of evil in its fundamental ground.</li>
<li>He must give finite spirits a new supernatural principle of action to replace that given them by original sin.</li>
<li>He must provide for the harmonization of nature with human happiness.</li>
<li>He must overcome the ambiguity, or absence of sufficient meaning, in human life as we know it. But if there is to be such a redemptive action by God, then there must be some way in which we can apprehend his involvement with the world. Divine revelation must be possible. This is the next aspect of the preamble of faith in the elucidation of which philosophy has a role to play.</li>
</ol>
<p> </p>
<p>We must never forget this date so read <a href="http://www.firstthings.com/onthesquare/2009/09/ground-zero58-a-journal" target="_blank">this </a>to fulfill your duty to its memory.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Siga seu "Bliss" e alcance plenitude em sua vida!]]></title>
<link>http://decidaserfeliz.com/2009/09/09/siga-seu-bliss/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 16:20:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>caiosantos001</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta semana fui convidado para participar da Rede Social YuBliss para moderar um Fórum chamado: “Em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Esta semana fui convidado para participar da Rede Social YuBliss para moderar um Fórum chamado: “Em ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PLENITUDE DE DEUS]]></title>
<link>http://pregacoesfn.wordpress.com/2009/09/08/plenitude-de-deus/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:23:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>francisconascimento</dc:creator>
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<description><![CDATA[A PLENITUDE DE DEUS “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do SENHOR, por vos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A PLENITUDE DE DEUS “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do SENHOR, por vos ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CARPE DIEM]]></title>
<link>http://vidacontemplativa.wordpress.com/2009/09/02/carpe-diem/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 01:28:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe Romanelli Maia</dc:creator>
<guid>http://vidacontemplativa.wordpress.com/2009/09/02/carpe-diem/</guid>
<description><![CDATA[O grande desafio humano, nestes dias de aridez existencial, é conseguir acessar um nível de experiên]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O grande desafio humano, nestes dias de aridez existencial, é conseguir acessar um nível de experiência de vida que lhe seja satisfatória. A luta contra o tédio e a melancolia, e ao mesmo tempo, a busca por um estilo de vida embuído de significado e propósito constituem-se na luta acirrada do homem e da mulher contemporâneos.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso me faz lembrar da história de um grupo de alunos de uma conceituada escola preparatória dos EUA. Ela foi contada no filme &#8220;A Sociedade dos Poetas Mortos&#8221;. Tudo começa quando o professor John Keating, estrelado pelo ator Robin Willians, substitui outro professor na disciplina de literatura. Na primeira aula Keating, para o espanto dos alunos, chama a todos para fora da sala e os leva a um hall onde se encontravam vários quadros com o retrato de turmas que já tinham passado pela escola. Keating começa a ministrar àquele grupo de rapazes desconfiados o legado que o olhar e a fisionomia daqueles estudantes antigos lhes queria transmitir. E o legado era &#8220;Carpe Diem&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes disso o professor já lhes havia introduzido ao significado desta frase &#8220;Carpe Diem&#8221;. Trata-se de duas palavras em latim que significavam &#8220;aproveite o dia&#8221;. Keating surpreende aquele grupo de adolescentes, que a princípio não estava entendendo muita coisa, lhes dizendo que os alunos imortalizados naquelas fotos lhes transmitiam seu legado: &#8220;Carpe diem! Aproveitem o dia, rapazes! Fçam de suas vidas algo extraordinário&#8221;. Bem, não vou contar o restante do filme, pois, se você ainda não o assistiu, encorajo-o a fazê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Carpe Diem é o próprio grito de guerra daqueles que não se resignam a viver vidas superficiais e diminuídas. É o estandarte que os que buscam agregar valor e propósito à existência carregam. Crape Diem é o lema dos que lutam contra o tédio e a melancolia. Voltando ao filme, Carpe Diem é a grande descoberta que cada um daqueles jovens vai fazendo acerca da própria vida nas suas multiformes dimensões: amizade, amores, personalidade, vocação etc. Carpe Diem é a grande descoberta da vida deles.</p>
<p style="text-align:justify;">Confesso que da minha também foi. O filme me impactou para sempre. Contudo, esta não foi a minha maior surpresa em relação a este conceito de carpe diem. Ó! Quão grande foi meu susto quando descobri que a Bíblia, a milhares de anos atrás, já descobrira que a vida é algo feito para ser o mais extraordinário possível. Que se pode, sim, alçar um vôo acima das densas nuvens tempestuosas da mediocridade. E avistar um céu limpo de possibilidades e esperança.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro de Eclesiastes, em especial, nos conduz por esta releitura da vida. Isso não significa que ele a mascare amenizando assim a realidade. Não, pelo contrário. Eclesiastes mostra como a vida realmente é: uma sucessão de acontecimentos repetitivos, cíclicos que parecem nos levar sempre para o mesmo lugar. Esta aparente &#8220;mesmice&#8221; é de onde se origina o tédio e a melancolia que tanto tem caracterizado a saga humana por estes séculos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eclesiastes faz parte na bíblia do bloco dos escritos sapienciais. A sabedoria de viver é o assunto principal destes escritos. No salmo 90, atribuído a Moisés, lemos o seguinte no verso 12:</p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>&#8220;Ensina-nos a contar nossos dias para que alcancemos coração sábio&#8221;</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">Para o judeu há basicamente uma grande diferença entre sabedoria e inteligência. Esta trata meramente da intelectualidade, da quantidade de informação comportada no cérebro, enquanto aquela tem a ver com a experiência adquirida com o passar dos dias que acabam por nos ensinar a viver, e a viver bem. Logo, isso é sabedoria: a arte de viver bem. Simplificando, este é o pedido de Moisés a Deus: Senhor, ensina-nos a vivermos com qualidade, com significado e com propósito. Mostra-nos como fazer da vida algo extraordinário&#8221;. Carpe Diem!!! É disso que Moisés está tratando. Não é incrível!?</p>
<p style="text-align:justify;">Voltando ao livro de Eclesiastes, é exatamente sobre isso que ele nos instrui. A como vivermos com qualidade e com significado em meio às desventuras desta vida repetitiva. O desafio de encontrar singularidade e profundidade na rotina do cotidiano. Há um capítulo que, de forma especial, nos faz este convite. Este é o capítulo 9, mas especificamente os versos de 7 a 10:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(7)<em>&#8220;Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente; pois há muito tempo Deus se agradou do que tu fazes.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(8) <em>Sejam as tuas vestes sempre bem cuidadas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(9) <em>Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol, sim em todos os dias da tua vida de ilusão. Porque essa é a tua recompensa nesta vida pelo trabalho que fazes debaixo do sol.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(10) <em>Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças, porque na sepultura, para onde vais, não há trabalho, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria.&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nestas breves sentenças destilam princípios que nos ajudam a extrair da vida, a despeito dos entraves, todo seu potencial criador. São atitudes práticas que nos farão conectar com esta sabedoria que desemboca em águas profundas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Primeiramente, devemos aprender a nos alegrar com as coisas simples desta vida</strong>. Isso é descrito nas palavras do verso 7 -<em><strong> </strong>&#8220;Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente&#8221;. </em>Alcançar alegria e contentamento nas coisas simples e efêmeras: eis o grande desafio. Isso é substancialmente o contrário do que a sociedade tem feito as pessoas acreditar. Que é necessário ter muito para que se seja feliz. Que a essência da vida está nas grandes coisas, nos grandes momentos, nos grande lugares. Quando necessariamente isso não é verdade. Somos uma geração de pessoas que desaprenderão a saborear os pequenos momentos. Isso fica bem claro quando pensamos em como nos alimentamos. Nos esquecemos que a boca não foi feita apenas para que o alimento entre no nosso corpo, mas, também para que experimentemos o prazer que o sabor dos mesmos nos proporcionam. Porém, a pressa destes dias nos leva a a engolirmos a comida em meio a garfadas de ritmo frenético. Sem ao menos dar espaço para que a alegria e a gratidão surjam entre elas. Definitivamente a vida não é complicada. Nós é que a tornamos com nossa sede doentia por glamour e compexidade. Simplificar os dias celebrando as coisas simples que Deus coloca diante de nós, é o segredo da felicidade perene.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Em segundo, necessitamos aprender também a nos alegrar com as coisas simples da vida, desfrutando-as ao lado das pessoas que amamos</strong>. O verso 9 nos exorta a fazer isso -<em><strong> </strong></em><em>Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol&#8221;. </em>A &#8220;mulher que amas&#8221; simboliza toda a gama de pessoas cuja vida e presença são significativas para nós. Devemos, a cada momento nos fazer a seguinte pergunta: Onde estão as pessoas que eu amo e que me amam também? As coisas ordinárias da vida ganham seu significado pleno quando compartilhadas com alguém, principalmente com pessoas com quem temos laços afetivos profundos. Infelizmente vivemos numa sociedade individualista onde o ser humano se sente cada vez mais solitário em meio à multidão. Esta mesma sociedade nos desencoraja na busca de fomentarmos relacionamentos profundos e duradouros. Sair de dentro desta casca isolante é que é o nosso grande desafio. Tendo isso em mente é que devemos lutar para <em>firmar amizades que já temos e nos abrir para cultivarmos novas</em>. Amizades verdadeiras vão além de encontros esporádicos em meio a festas de conhecidos em comum e conversas cibernéticas diante do monitos de um computador. Amizade é gastar tempo juntos, mesmo que seja o mínimo. É via de mão dupla: dar e receber. Amizade significa compartilhar vida. Quantos amigos você tem? A quanto tempo não os visita? Igualmente, e nem por isso menos importante, devemos também <em>investir em momentos com a família. </em>Família aqui num sentido mais geral do termo. Na sociedade individualista e isolacionista dos dias de hoje, somos, com frequência, convidados a nos enconder por detrás de nossas atividades como trabalho, cursos, afazeres domésticos, robs pessoais etc. E na grande maioria das vezes, inexoravelmente, estas coisas nos afastam, porque lhe tomam o lugar, da família. Contudo, devemos esmurrar e lutar para abrir buracos em nossa agenda criando, assim, tempo para estarmos juntos com nossos queridos. Tlavez amanhã seja tarde demais para dizer &#8220;te amo&#8221;.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por último temos uma urgência enorme em aprender a viver com intensidade cada pequeno momento da vida, emprestando-lhes plenitude de significado</strong>. O sábio em Eclesiastes assim nos diz no verso 10 -<strong><em> &#8220;</em></strong><em>Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças&#8221;.</em> Ou seja viva intensamente cada momento. E isso um de cada vez. No entanto, extrair a plenitude de significado dos pequenos e ordinários momentos que a vida nos proporciona, não significa nos deixar afogar ou ser atropledos por eles. <em><br />
</em>Um bom conselho para isso é viver um dia de cada vez. Estar totalmente presente no momento. Infelizmente vivemos em meio a uma sociedade pré &#8211; ocupada. Ou seja, pessoas que são viciadas em sofrer por antecedência. E com isso acabam abrindo suas vidas para a ansiedade, o medo e  todo tipo de síndromes  fobíticas e  patologias auto-causadas.  Não é a toa que os níveis de estresse em nossa sociedade estão altíssimos. Enquanto que as doenças cardio respiratórias e cardio vasculares  se multiplicam.  Contudo, podemos escapar deste quadro. E a grande notícia é que não precisamos esperar os chamados grandes momentos da vida como casamentos, nascimentos, festes de aniversário, para vivermos com intensidade de significado. Basta apenas que aprendamos a estarmos abertos e receptivos áquilo que nos é oferecido por detrás destes milhares de pequenos momentos do cotidiano. Assim, um almoço com amigos, uma visita a um parente querido, o abraço carinhoso de um filho, um passeio em família podem tornar-se verdadeiros sacramentos onde nos é oferecido algo que transcende o meramente humano e natural. Basta que nos entreguemos  e vivenciemos  com  jubilosa alegria  estes momentos  que são verdadeiros milagres do comum.</p>
<p style="text-align:justify;">É verdade! A vida algumas vezes é difícil, ária, sofrida. Cheia de dores, perdas e obstáculos. Todavia quem disse que ela tem de ser amarga, feia e sem sentido? Ver um sorriso na vida, ou não, só depende nós. Basta que resgatemos o valor das pequenas coisas. Que as desfrutemos na companhia de pessoas a quem amamos e que estes momentos sejam experienciados na sua plenitude de propósito e significado. Somente isso já basta. Assim veremos que Carpe Diem é algo mais do que parte do enredo de um bom filme. Trata-se da própria alegria da descoberta de que a vida foi feita para ser algo extraordinário. Que fomos feitos para algo a mais do que simplesmente virar comida de vermes.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>&#8220;Eu vim para que tenham vida, e a tenham com PLENITUDE&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>(Jesus Cristo &#8211; João 10:10b)<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[rain of luck]]></title>
<link>http://poetryproject2009.wordpress.com/2009/08/29/rain-of-luck/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 15:05:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Shawn Roske</dc:creator>
<guid>http://poetryproject2009.wordpress.com/2009/08/29/rain-of-luck/</guid>
<description><![CDATA[A bit of luck comes when the tide has receded, a tide that washed over me leaving a cleansing wake, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>A bit of luck comes when the tide has receded,<br />
a tide that washed over me leaving a cleansing wake,<br />
and refreshed i walk into a gentle rain of good fortune&#8211;<br />
the woods calling me to play in puddles of joy.</p></blockquote>
<blockquote><p>Splashing around pools of laughter,<br />
beloved flutters with birds amid damp trees,<br />
squirrels prep for winter,<br />
and we walk together in the rain,<br />
listening to a happy river,<br />
with winds in the bushes our soundtrack.</p></blockquote>
<blockquote><p>
The scent of mud with squishy sounds,<br />
as we approach a chuckling falls,<br />
and beloved and i enjoy our time in nature,<br />
our dirty clothes a sign of plenitude,<br />
our lungs refreshed by heaven&#8217;s kind downpour.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
