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	<title>poder-militar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/poder-militar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poder-militar"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:21:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Austrália recebe dois Boeing 737 AEW&amp;C]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/11/28/australia-recebe-dois-boeing-737-aewc/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
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<description><![CDATA[Austrália recebe dois Boeing 737 AEW&amp;C &nbsp; Fonte: Revista Asas A fabricante de aeronaves Boei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://1.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/SxArGlWYDVI/AAAAAAAADV8/p8Pz84z0sMM/s1600/K64813_Wedgetail.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/SxArGlWYDVI/AAAAAAAADV8/p8Pz84z0sMM/s400/K64813_Wedgetail.jpg" border="0" alt="" /></a>Austrália recebe dois Boeing 737 AEW&#38;C
<p>&#160;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.revistaasas.com.br/index.php?ASA=show_news&#38;id=1225&#38;LE=atual">Revista Asas</a></p>
</div>
<p>A fabricante de aeronaves Boeing entregou ontem à Royal Australian Air Force (RAAF, força aérea australiana), os dois primeiros B-737 AEW&#38;C (de alerta antecipado e controle), numa cerimônia organizada na Base Aérea de Williamtown.</p>
<p>Com a entrega dessas duas aeronaves, os pilotos e técnicos da RAAF vão utilizar agora o Operacional Flight Trainer, Operational Mission Simulator e o Mission Support System, o que vai permitir uma excelente familiarização com os sistemas operacionais da aeronave, modos de voos e capacidades dos equipamentos eletrônicos embarcados nos B-737 AEW&#38;C.</p>
<p>Outras três aeronaves serão entregues até o final de 2010, incluindo o exemplar que será modernizado com as configurações finais dos sistemas AEW&#38;C e de suporte de medidas eletrônicas (SME). Até o início de 2011, toda a frota de B-737 da RAAF terão os sistemas finais de AEW&#38;C e SME instalados.</p>
<p>Os B-737 da RAAF formam construídos utilizando a plataforma do B-737-700, aeronave de médio porte comercial de sucesso da Boeing. As aeronaves possuem um potente radar multifuncional de varredura eletrônica, que são controlados por técnicos através de 10 consoles avançados instalados no interior da aeronave, capazes localizar simultaneamente alvos aéreos e marítimos. Além de realizar missões vigilância, controle aéreo e patrulha, os aviões também são capazes de realizar operações de guerra eletrônica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A França encomendou mais 3 fragatas FREMM]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/11/12/a-franca-encomendou-mais-3-fragatas-fremm/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:10:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; A França encomendou mais 3 fragatas FREMM Aquitaine aos estaleiros DCN. Dois destes navios se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p><img src="http://www.aiad.it/upload/aziende/azienda_/72Fremm2.jpg" alt="http://www.aiad.it" width="360" height="245" /></p>
<p>A França encomendou mais 3 fragatas FREMM Aquitaine aos estaleiros DCN. Dois destes navios serão na versão anti-submarina e uma na versão de Defesa Aérea. O custo total deste contrato não deverá ser inferior a 1,2 biliões de euros. A França deverá receber brevemente duas fragatas deste tipo, mas encomendou 11 unidades, um número que agora passa a 14. A Itália, por sua vez, encomendou 6 e Marrocos uma. A primeira fragata francesa deverá ser entregue em 2012 e as restantes sê-lo-ão até 2022. Decorrem agora negociações com outras nações para exportar os navios havendo interesse confessado por parte da Argélia (entre 4 a 6 navios), a Grécia (seis) e a Arábia Saudita (3). Constam que o Brasil estaria também interessado em fabricar sob licença as FREMM, numa quantidade indeterminada.</p>
<p>Fonte: <a href="http://movv.org/">http://movv.org/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irã exige que a Rússia cumpra o contrato de fornecimento de mísseis S-300 ]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/11/12/ira-exige-que-a-russia-cumpra-o-contrato-de-fornecimento-de-misseis-s-300/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:30:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
<guid>http://podermil.wordpress.com/2009/11/12/ira-exige-que-a-russia-cumpra-o-contrato-de-fornecimento-de-misseis-s-300/</guid>
<description><![CDATA[Contrato foi assinado em 2005, mas até hoje nenhum míssil foi entregue.   A Rússia tem de cumprir se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Contrato foi assinado em 2005, mas até hoje nenhum míssil foi entregue.</em></p>
<p> <img src="http://4.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/Sq5WRhh56eI/AAAAAAAAC9c/_xcMpxtfdxM/s1600/smerch3.jpg" border="0" alt="[smerch3.jpg]" /></p>
<div>A Rússia tem de cumprir seu contrato relativo ao fornecimento do Sistema de Defesa Aérea Terra-Ar S-300 ao Irã, disse nesta Quarta-feira o Ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi.</p>
<p>&#8220;Nós temos um contrato com a Rússia para a compra de mísseis S-300. Penso que não seja certo a Rússia ser vista pelo mundo como um país que não cumpre suas obrigações contratuais,&#8221; disse Vahidi segundo a Agência de Notícias Trabalhista do Irã(Iranian Labor News Agency &#8211; ILNA).</p>
<p>A Rússia assinou um contrato com o Irã para o fornecimento de mísseis S-300 para a República Islâmica em Dezembro de 2005. Entretanto, não há nenhum relato oficial dando conta do início da implementação do contrato desde então.</p>
<p>Em dezembro de 2008, a mídia iraniana afirmou que a Rússia havia começado a entregar os sistemas de uma versão avançada do S-300, porem o Serviço Federal Russo para assuntos Militares e Cooperações Técnicas negou tal informação.</p>
<p>A ultima versão da séria S-300 é o S-300PMU2 Favorit, com alcance de até 195km e pode interceptar aeronaves ou mísseis balísticos a altitudes de 10 metros a 27km.</p>
<p>É considerado um dos sistemas de defesa aérea para todas as altitudes mais eficientes do mundo, comparável em performance ao sistema MIM-104 Patriot americano.</p>
<p>Fonte: Ria Novosti</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A China tenta vender os seus aviões Chengdu FC-1/JF-17 e J-10 no mercado internacional]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/10/30/a-china-tenta-vender-os-seus-avioes-chengdu-fc-1jf-17-e-j-10-no-mercado-internacional/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:35:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
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<description><![CDATA[  A China está a tentar vender os seus aviões Chengdu FC-1/JF-17 e J-10 no mercado internacional. Os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><img src="http://www.milavia.net/aircraft/fc-1/gallery/fc-1_24.jpg" alt="Chengdu FC-1 (www.milavia.net)" width="480" height="277" /> </div>
<p>A China está a tentar vender os seus aviões<a href="http://www.milavia.net/aircraft/fc-1/fc-1.htm" target="_blank"> Chengdu FC-1</a>/JF-17 e J-10 no mercado internacional. Os clientes que estão a ser alvo de um marketing mais agressivo são os aliados internacionais da China e outros com menos ligações ao gigante asiático, mas interessados em aviões de combate modernos, mas a preços inferiores aos de um caça ocidental.</p>
<p>A primeira prioridade nas exportações está a ser dada ao JF-17, um avião extensamente usado na China e no Paquistão. O avião é produto de um desenvolvimento comum entre os dois países, e o Paquistão prometeu comprar 150 aparelhos, fabricados localmente, mas há planos para duplicar este número, substituindo a frota paquistanesa de Nanchang A-5s, Chengdu F-7s e até de Dassault Mirage III e Mirage Vs.</p>
<p>O JF-17 pode transportar bombas convencionais ou de precisão e mísseis ar-ar ou ar-mar.</p>
<p>Segundo responsáveis da AVC (Chengdu), o “J-10 ainda não está pronto para a exportação, porque a AVIC ainda está a atualizar o caça”, mas há vários países interessados, entre os quais a Nigéria e o Irão e quando a AVC terminar a versão J-10B. O J-10B vai incluir um novo estabilizador vertical, uma nova entrada de para o reator, um novo radar e um sensor de infravermelhos otimizado.</p>
<p>Embora os rumor sobre o interesse iraniano e nigeriano seja já antigo e remonte praticamente aos primeiros anos de uso do avião a verdade é que pela proximidade e alianças antigas, o Paquistão é que será o primeiro cliente, acreditando-se que está pronto para comprar 36 J-10B, que deverão começar a ser entregues a partir de 2014.</p>
<p>Entre a nova estratégia de marketing que Pequim está agora a seguir para vender estes aparelhos estão métodos usados pelo Ocidente estão empréstimos e construção ou montagem local, desde que exista o número suficiente de encomendas.</p>
<p>Fonte:<a href="http://movv.org/">http://movv.org/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Superpoderio militar dos EUA já é desdenhado]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/10/29/superpoderio-militar-dos-eua-ja-e-desdenhado/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:21:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
<guid>http://podermil.wordpress.com/2009/10/29/superpoderio-militar-dos-eua-ja-e-desdenhado/</guid>
<description><![CDATA[Por Alex Corsini, no Monitor Mercantil “A capacidade dos EUA de projetarem seu poderio militar em ní]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img title="aaaaaaaaaaaaaaaaeua" src="http://outroladodanoticia.files.wordpress.com/2009/07/aaaaaaaaaaaaaaaaeua.jpg?w=468&#038;h=344#38;h=344" alt="aaaaaaaaaaaaaaaaeua" width="468" height="344" /></p>
<p>Por Alex Corsini, no<em> Monitor Mercantil</em></p>
<p>“A capacidade dos EUA de projetarem seu poderio militar em nível mundial se reduz dramaticamente, porque seu pesado armamentismo militar que dispõem se provará ineficaz para o enfrentamento de futuras ameaças”, adverte Andrew Krepinevitz, conselheiro-supremo do Pentágono, um dos arquitetos da estratégia para os EUA enfrentarem a guerra de guerrilhas no Iraque e no Afeganistão e presidente do think tank Center for Estrategic e Budgetary Assessments, em Washington.</p>
<p>Ele afirma que “os EUA não são, adequadamente, armados para enfrentarem potências emergentes como a China, países inimigos como o Irã, assim como, até ameaças provenientes de forças como Hezbollah, ou organizações terroristas como Al Qaeda – e, destaca que – Washington gasta bilhões de dólares para sistemas bélicos, considerados peleontológicos antes sequer entrarem em serviço”.</p>
<p>“Durante as últimas décadas — diz Krepinovitz — a vantagem que os EUA mantinham em tecnologia e recursos militares e econômicos, os tornava capazes de assumirem compromissos militares no exterior e, paralelamente, garantirem a segurança interna. A alta estratégia norte-americana pressupõe que esta vantagem continuará eternamente. Contudo, a primazia militar dos EUA já começou a definhar, pois não leva em consideração as novas ameaças estratégicas, como a disseminação de armas de precisão e ameaças vindas do espaço”.</p>
<p>Porta-aviões, destróieres, aviões bombardeiros de curto alcance e bases militares avançadas como as de Guam e Okinawa no Oceano Pacífico tornam-se cada vez mais vulneráveis às tecnologias e as táticas que desenvolvem os adversários dos EUA. Estes, em sintonia com a ascensão de novas forças e países inimigos, limitarão a possibilidade dos EUA de concluírem missões em regiões como o Leste Asiático e o Golfo Pérsico onde são atingidos interesses vitais norte-americanos.</p>
<p>Ainda, até as tecnologias anteriores, nas quais, os EUA predominavam como, por exemplo, o Sistema Mundial de Satélites para localização de posição que dirige as “bombas inteligentes” aos seus alvos, já são, facilmente, neutralizados por países como a China, a qual, desenvolve avançados sistemas de tecnologia espacial. O governo de Beijing já dispõe mísseis balísticos e tecnologia laser que poderão destruir satélites de baixa altitude, dos quais, depende o exército.</p>
<p>Krepinovitz sustenta que “para conservarem os EUA sua primazia deverão investir em evoluídos nano-satélites, sistemas antimísseis e, na defesa baseada em energia laser. Somente, assim poderão enfrentar os ataques que seus adversários desfecharão com suas armas “inteligentes”.</p>
<p>Krepinovitz, junto com o brigadeiro, Van Ryper, incluem-se no grupo de especialistas em temas de defesa, responsáveis para localização de pontos fracos e faltas no texto da “Revisão Quadrienal de Defesa” (Quadrennial Defense Review), elaborada a cada quatro anos pelo Pentágono e entregue ao Congresso dos EUA.</p>
<p>Krepinovitz esclarece ainda que “o secretário de Defesa dos EUA Robert Gates, avalia, corretamente, a necessidade de criação de um exército norte-americano “mais equilibrado”, o qual, poderá se desempenhar melhor em ameaças assimétricas e conflitos como aqueles no Iraque e no Afeganistão, mas, simultaneamente, estar preparado, também, para as guerras do futuro”.</p>
<p>Entretanto, sublinha que, “os responsáveis norte-americanos, na realidade, não levam em consideração as reais ameaças futuras e, em decorrência disso, a possibilidade de surpresas estratégicas cresce”.</p>
<p>“Aquilo que é necessário – continua – é um reexame total da doutrina estratégica dos EUA, semelhante daquela que foi formulada nos primeiros anos da Guerra Fria. Nas guerras do futuro, as armas “inteligentes” estão disponíveis até em ameaças não estatais, como o Hezbollah no Líbano e o Hamas na Faixa de Gaza.</p>
<p>Além disso, potências tradicionais, como a China e a Rússia já dispõem a tecnologia e a possibilidade de transferi-las para outros países. Mas, os EUA continuam gastando dólares em aviões bombardeiros de curto alcance que decolam de vetores avançados como os porta-aviões, os quais, são expostos ao perigo de um ataque inimigo com mísseis, submarinos e, aviões teleguiados”.</p>
<p>“O Corpo dos Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) desenvolve um veículo anfíbio de batalha (EVF), o qual tem a possibilidade de, também, combater na terra. Mas, os EVF – informa Krepinovitz – estarão ameaçados pelas bombas “inteligentes”, plantadas à beira das estradas e ruas e detonadas por controle remoto de navios de guerra inimigos que estarão longe das costas.</p>
<p>Também, as bases militares norte-americanas, como a Victory no Iraque e a Bagram no Afeganistão, as quais, proporcionam segurança as forças terrestres norte-americanas, com o passar do tempo se tornarão vulneráveis aos ataques com mísseis e, estes mísseis serão substituídos por armas de precisão absoluta, as quais, já estão disponíveis no mercado aberto, então as consequências serão catastróficas”.</p>
<p>Fonte:<a href="http://outroladodanoticia.wordpress.com">http://outroladodanoticia.wordpress.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[China exhibe su poderío militar]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/09/30/china-exhibe-su-poderio-militar/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 14:27:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pekín &#8211; El Correo Digital &#8211; 30/09/09. Al igual que ya hiciera el año pasado durante los ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Pekín &#8211; El Correo Digital &#8211; 30/09/09. Al igual que ya hiciera el año pasado durante los ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[armamentos: um negócio acima da crise]]></title>
<link>http://accosta.wordpress.com/2009/03/18/na-crise-a-industria-da-guerra-prospera/</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 02:42:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>costaacf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com ou sem crise economica, as tensões geopolíticas e o jogo do poder militar mantêm a indústria da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com ou sem crise economica, as tensões geopolíticas e o jogo do poder militar mantêm a indústria da guerra acima de marolas e tempestades. Ontem (17/3) a Russia anunciou que vai iniciar um programa de rearmamento como resposta ao avanço da OTAN em regiões da antiga União Soviética. No começo do mes a China já havia comunicado que aumentaria seus gastos militares em 14,9%, o que significa dispendios da ordem de 70 bilhões de dólares este ano.</p>
<p>Tudo isto não representa muito se comparado ao orçamento militar norte-americano. Os Estados Unidos respondem por 45% do total de gastos militares do mundo, uma conta assombrosa de 1,2 trilhões de dólares em 2007, mais do que todos os 14 maiores países reunidos, entre eles o Brasil.</p>
<p>Os dados são do Stockholm International Peace Research Institute &#8211; SIPRI, instituição sueca que desenvolve pesquisas sobre a paz e é a mais confiável fonte de dados sobre a corrida armamentista e as atividades militares de todo tipo, inclusive as ajudas humanitárias e as intervenções em situações de desastres ambientais e calamidades públicas.</p>
<p>Segundo o SIPRI os dispendios militares do Brasil em 2007 foram de 15.334 milhões de dólares. Durante o governo Lula (os dados do SIPRI vão de 1988 a 2007), os gastos militares representaram cerca de 1,5 % do PIB a cada ano. O maior orçamento nesta série histórica aconteceu no último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso (2002), com um total de 15.367 milhões de dólares, correspondentes a 1,9% do PIB.</p>
<p>O quadro abaixo, baseado em dados do SIPRI, foi publicado pela revista <em>The Economist </em>e mostra os 15 paises que mais gastaram com armamentos e equipamentos de uso militar em 2007. Os dados da Russia são estimados.</p>
<p style="text-align:center;"><em><img src="http://media.economist.com/images/na/2009w12/SpendingB.jpg" alt=" " width="505" height="585" /><br />
</em></p>
<p> </p>
<p style="text-align:left;"><em>Para ter acesso à base de dados sobre gastos militares elaborada pelo SIPRI, inclusive as informações sobre o Brasil, clique <a href="http://www.sipri.org/contents/milap/milex/mex_database1.html"><strong>aqui</strong></a>.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O futuro do dólar como principal reserva internacional]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/02/28/o-futuro-do-dolar-como-principal-reserva-internacional/</link>
<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Felismino</dc:creator>
<guid>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/02/28/o-futuro-do-dolar-como-principal-reserva-internacional/</guid>
<description><![CDATA[Ano 1 – No 5 – Janeiro 2008 Não é a primeira vez que se discute a possibilidade de substituição do d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ano 1 – No 5 – Janeiro 2008 Não é a primeira vez que se discute a possibilidade de substituição do d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El poder militar iraní]]></title>
<link>http://m0skit0.wordpress.com/2009/02/24/el-poder-militar-irani/</link>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 14:09:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>m0skit0</dc:creator>
<guid>http://m0skit0.wordpress.com/2009/02/24/el-poder-militar-irani/</guid>
<description><![CDATA[Primero, me gustaría dejar claro que Irán no es una potencia militar mundial. Ni siquiera regional, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Primero, me gustaría dejar claro que Irán no es una potencia militar mundial. Ni siquiera regional, puesto que sin duda ocupan Israel y Pakistán -nucleares- en próximo y medio oriente. El International Institute for Strategic Studies de Londres estimó el presupuesto de defensa iraní para 2007 en 6.000 millones de dólares, 91$ per cápita, bastante más bajo que otros países del Golfo Pérsico y también el más bajo en % del PNB tras los EAU. Israel y otros países occidentales han afirmado que Irán está desarrollando un programa de armamento nuclear, hecho que la OIEA desmintió en febrero de 2006. La CIA también estuvo de acuerdo con la OIEA, aunque matizó que el desarrollo de combustible radiactivo para uso civil podría en un futuro dar pie al desarrollo de cabezas nucleares. El gobierno iraní también es un firme opositor a las armas químicas y biológicas debido a que las sufrió en su carne en los 80 durante la guerra con Irak. Irán firmó y ratificó tanto la convención sobre armas químicas como sobre las biológicas y el tratado de no proliferación de armamento nuclear (que se basa en tres pilares: no proliferación, desarme y el <strong>derecho a usar pacíficamente la energía nuclear</strong>).</p>
<p>También hay mucha confusión acerca del alcance de la revolución islámica iraní. ¿Apoya Irán a Al-Qaeda, Hamás, Hizbolá o la resistencia iraquí? Voy a intentar aclarar esto en el menor espacio posible. Es muy poco probable un acercamiento entre Al-Qaeda y los Ayatolás, debido a su extremismo religioso antagónico (suníes y chiíes). En cuanto a Hamás y Hizbolá, son efectivamente grupos de base chií y por tanto apoyados -reconocido por Irán- por el régimen iraní en su fervor revolucionario. Sin embargo, ni Hamás ni Hizbolá son revolucionarios en sus correspondientes países (Palestina y Líbano). De hecho, son grupos políticos con alto grado de representación parlamentaria y fuerte apoyo popular. En cuanto a la resistencia iraquí, no me cabe la menor duda de que los chíies persas ayudan a sus hermanos chíies iraquíes (aproximadamente un 60% de la población), no sólo ahora después de la invasión estadounidense, sino también durante el gobierno de Saddam (suní). De hecho, las tensiones entre Saddam y los Ayatolás desembocaron en la cruenta y totalmente inútil guerra en los 80 entre ambos países.</p>
<p>Después de la Revolución Islámica de 1979 y el embargo de armas al que se vio sometida la república islámica, sus dirigentes decidieron que ya era hora de acabar con los importaciones de armamento y crear una industria armamentística propia, dirigida por los Guardianes de la Revolución Islámica y con la inestimable ayuda de Rusia, China y Corea de Norte. Es evidente que la cooperación militar entre estos 4 países se ve propiciada por el aislamento al que intentó someterles EU. Obama ha hecho un llamamiento al diálogo, aunque aún no ha habido hechos.</p>
<p>Los diseños iraníes están basados en modelos estadounidenses, rusos o chinos ya existentes, utilizando ingeniería inversa y aportándoles las modificaciones que consideraron necesarias. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_military_equipment_manufactured_in_Iran">Aquí</a> se puede ver una lista del equipo militar iraní y cómo práticamente todos los diseños están basados en otros modelos.</p>
<p>El <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Islamic_Republic_of_Iran_Army">Ejército de Tierra Iraní</a> es la rama más poderosa del ejército de los ayatolás y cuenta con aproximadamente 650.000 hombres (420.000 reclutas y 230.000 profesionales). Su principal vehículo acorazado es el Zulfiqar 1, un modelo de construcción propia, que comenzó su andadura en 1996. Compuesto de un cañón 2A46 de 125 mm de ánima lisa, derivado del T-72 ruso, una suspensión modelada a partir del tanque americano M-48/M-60 Patton, un peso de 40 toneladas y 780 caballos de potencia, para una velocidad máxima de 70 km/h. El cañón principal se carga con munición autóctona de 23 kg de propulsor y 3 kg de carga explosiva a 850 m/s; utiliza el sistema esloveno EFCS-3 para el disparo en movimiento. El Zulfiqar 2 ya se está produciendo y el modelo de tercera generación está entrando la producción. Se estiman alrededor de más de 500 del modelo 3 en servicio, además de aproximadamente 500 T-72S rusos. El principal helicóptero de ataque es el AH1 Supercobra, del que se desconocen la cantidad, aunque 202 fueron entregados por EU antes de la revolución. Irán también produce sus propios modelos AH1 denominados Panha 2091. En cuanto a la artillería, podemos contar cañones de 105, 122, 152, 155, 170, 175 y 203 mm, tanto fija como autopropulsada. Cabe destacar el diseño propio del Raad, una artillería autopropulsada de 122 mm en la versión 1 y 155 mm en la segunda versión.</p>
<p>La <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Islamic_Republic_of_Iran_Air_Force">Fuerza Aérea Iraní</a> posee <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Islamic_Republic_of_Iran_Air_Force#Aircraft_inventory_.28According_to_Aviation_Weekly.29">estas</a> figuras. Compárenlas con los <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Us_air_force">5.778 aviones de combate estadounidenses de alta tecnología</a> y comprobarán que la superioridad aérea mundial yankee está muy lejos de ser superada. Eso sí, Irán ha comenzado a desarrollar su propia industria aeroespacial con el Iran-140 y los cazas basados en modelos estadounidenses Azarakhsh (F-14 Tomcat) y Shafaq (F-15 Tiger II). Varias fuentes israelíes también afirman que el grupo ruso Rosoboronexport había alcanzado un acuerdo con el gobierno iraní para la entrega de 250 cazas Su-30 MKM (muy parecidos al F-15E Strike Eagle), y también cazas J-10 y JF-17, éstos desmentidos por el gobierno chino.</p>
<p>Finalmente, la <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Current_Iranian_Navy_Vessels">Armada Iraní</a>, cuyo rol tradicional ha sido asegurar sus propios puertos y costa, con muy poca fuerza de ataque. La más pequeña y menos financiada de las ramas armadas persas. Los tres destructores iraníes tienen ya más de 50 años y están en reserva. Sus navíos más grandes son 3 fragatas y 5 corbetas armados con misiles anti-navíos modernos. Estos 8 barcos están apoyados por 3 submarinos diesel rusos Kilo -considerados de los diesel más sigilosos- y varios diseños mini autóctonos.</p>
<p>Pero sin duda la joya de la corona del ejército iraní son los misiles balísticos. La investigación balística iraní ha hecho que hace muy poco lanzaran un satélite de producción propia en un cohete también de producción propia (Safir-2). El misil más avanzado del que dispone la república islámica es el Fajr-3. De propulsión líquida, su rango es desconocido, aunque se estima en 2000 km, pero su característica principal es su no detección por radares convencionales y su capacidad <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multiple_independently_targeted_reentry_vehicles">MIRV (Vehículo de reentrada múltiple e independiente)</a>, con tres cabezas independientes. El Shahab-3 fue el primer misil de rango intermedio, con un alcance de 1200 km. Las sucesivas mejoras con el Shahab-3B (2000 km) y modelos más recientes que aumentan el rango en 100 km yon capaces de llevar cargas más pesadas. Otros modelos son el Ghadr-110, parecido al Shahab pero con más maniobrabilidad y menos tiempo de lanzamiento, y el Ashoura, otra versión mejorada del Shahab aunque no se sabe exactamente cuáles son sus características.</p>
<p>El pasado siglo hubo dos enfrentamientos de importancia entre EU e Irán, que merece la pena recordar: la <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Praying_Mantis">Operación Mantis Religiosa</a> y la <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Prime_Chance">Operación Riesgo Principal</a>.</p>
<p>Espero que con esta información puedan valorar en su justa medida el poder militar iraní en el contexto mundial, sin exageraciones ni inflaciones.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los Hijos de los Hombres - <em>(Children of Men)</em>]]></title>
<link>http://nexodecaminos.wordpress.com/2008/11/15/los-hijos-de-los-hombres-children-of-men/</link>
<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 00:49:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>cruzdecaminos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Está bien, está bien, llego con dos años de retraso. ¿Y? ¿Acaso éste peliculón no merece la pena ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Está bien, está bien, llego con dos años de retraso. <em>¿Y? ¿Acaso éste peliculón no merece la pena ser comentado aquí?</em> La primera vez que vi ésta película me gustó bastante, allá por marzo, <strong>sitiado por ovejas y quilómetros de tierra donde la gente nunca ha viajado más allá de 100 Km a la redonda</strong>. Pensé que cierta parte de la ambientación que vislumbré entonces estaba supeditada al clima de aislamiento al que nos habíamos sometido mi novia y yo, <strong>en un pueblecito perdido de la mano de dios conocido como <a href="http://www.zugarramurdi.es/">Zugarramurdi</a>; muy aconsejable la visita, por cierto</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://nexodecaminos.files.wordpress.com/2008/11/children_of_men.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-577" title="children_of_men" src="http://nexodecaminos.wordpress.com/files/2008/11/children_of_men.jpg" alt="children_of_men" width="500" height="241" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Vamos con la peli, que me voy por las ramas. <strong>La acción se sitúa en un Londres futuro y en un mundo pseudo apocalíptico donde la humanidad ha dejado de reproducirse</strong> (algunos activistas considerarían que eso sería una <em>bendición</em>, pero no les daremos cabida en este remanso de paz ciberespacial), es decir, ha dejado de tener hijos. <strong>El argumento</strong>, sin lugar a dudas, <strong>es estremecedor</strong>. Una población que envejece poco a poco pero sin pausa y ni siquiera consigue que haya un brote de esperanza con generaciones futuras. La historia comienza con la noticia del asesinato del chico más joven del mundo (unos 18 años o así), adorado casi como un dios.</p>
<p style="text-align:justify;">El protagonista, un hombre hastiado y cansado de todo, conocido como Theo Faron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0654110/">Clive Owen</a>) se ve envuelto en la salvación de la humanidad, <strong>al tener que acompañar y rescatar de todo y todos a la única embarazada que ha visto la Tierra en las últimas décadas</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://nexodecaminos.files.wordpress.com/2008/11/chilofmen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-578" title="chilofmen" src="http://nexodecaminos.wordpress.com/files/2008/11/chilofmen.jpg" alt="chilofmen" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ahora haced el esfuerzo de imaginaros un mundo donde no hay nada que legar al futuro, donde todo importa más bien poco; <strong>la Tierra es un lugar caótico donde los refugiados y los sin hogar llenan cada rincón de civilización que queda</strong>, luchando por sobrevivir como pueden. Eso y una Inglaterra poco más avanzada de lo que está hoy en día en cuanto a tecnología (o lo que estaremos en 20 años, ya que se ambienta en el 2027) y enganchada a sus raíces históricas de <strong>distanciamiento y superioridad</strong> con el resto del mundo (debe ser cosa de que están en una isla, vete a saber) provocan un fenómeno<em> campo de concentración-ejecuciones sumarísimas-poder militar</em>, <strong>que hacen que ésta piel de historiador se erice por momentos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Basada en una novela de la -para mí totalmente desconocida- escritora británica <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/P._D._James">P.D. James</a></strong>, el ambiente, la trama y la interpretación de los personajes (que a parte de Clive Owen, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000194/">Julianne Moore</a> y el fabuloso papel de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000323/">Michael Caine</a> como hippy del futuro son bastante desconocidos) hacen que te creas que puede haber un futuro parecido. Me recuerda un poco al sabor de boca que me dejó 1984: <strong>escritor del s.XX que profetiza un futuro plausible y turbador de una manera cruda y violenta</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://nexodecaminos.files.wordpress.com/2008/11/children-of-men__alfonso-cuaron__michael-caine_11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-579" title="children-of-men__alfonso-cuaron__michael-caine_11" src="http://nexodecaminos.wordpress.com/files/2008/11/children-of-men__alfonso-cuaron__michael-caine_11.jpg" alt="children-of-men__alfonso-cuaron__michael-caine_11" width="460" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Ésto de la ciencia ficción no lleva a buen camino XD. Voy a tener que empezar a leerme de una vez Canción del Hielo y el Fuego para quitarme toda esta conspiranoia que me entra al leer cosas como <a href="http://nexodecaminos.wordpress.com/2008/11/08/el-fin-de-la-eternidad-asimov/">ésta</a>. En fin, espero que la veáis los pocos que no lo hayáis hecho ya.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h2>¡Un abrazo!</h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Més sobre la caiguda dels EUA]]></title>
<link>http://projectesinterns.wordpress.com/2008/05/16/mes-sobre-la-caiguda-dels-eua/</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:57:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarvisus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reprenc un dels meus temes preferits (no, no és el Japó. Ni tampoc el reiki). Parlo dels Estats Unit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reprenc un dels meus temes preferits (no, no és el Japó. Ni tampoc el reiki). Parlo dels Estats Units i de com són un país en crisi. <a href="http://insight.iese.edu/es/doc.asp?id=817&#38;ar=8">Llegeixo</a> que el sistema bancari americà és defectuós i antiquat. La font n&#8217;és una de tan poc sospitosa d&#8217;anti-establishment com l&#8217;IESE. Estic subscrit a la seva newsletter, perquè sempre hi ha estudis i articles súper interessants.</p>
<p>1-</p>
<p>Amb el títol d&#8217;&#8221;<a href="http://insight.iese.edu/es/doc.asp?id=817&#38;ar=8">EEUU no es país para pobres</a>&#8221; l&#8217;estudi descriu que uns 15 milions d&#8217;americans estan exclosos del sistema bancari o se&#8217;ls cobren interessos i recàrrecs d&#8217;usura per coses tan simples com mantenir un compte corrent, treure diners d&#8217;un caixer automàtic, etc. (No parlen de les subprime i coses així. L&#8217;article analitza l&#8217;estrucutra bancària nord-americana.)</p>
<p>El dèficit bàsic rau en què l&#8217;eina bàsica per fer pagaments és el xec. Les nòmines no es paguen per transferència sinó epr xecs. La gent no té els rebuts de la llum domiciliats, sinó que envia per correu (!!) xecs cada mes per pagar-los; les compres al súper es paguen per xec bancari.</p>
<p>a banda d&#8217;anacrònics, els xecs tenen unes despeses de gestió molt més grans, perquè són processos manuals; si fas un pagament o un ingrés per xec, tarda uns dies a veure&#8217;s reflectit al teu compte; en no haver-hi sistemes per saber en temps real si que l&#8217;emet té pasta al banc o no, un banc només acceptarà un xec si l&#8217;emisor li genera confiança. Per tant, els bancs obliguen a tenir saldos altíssims als comptes corrents o claven súper comissions de manteniment. Per tant, el sistema bancari queda fora de l&#8217;abast de tota una capa de població que, senzillament no pot permetre&#8217;s el cost de tenir un compte obert!</p>
<p>És ben corrent que molta gent -la que no pot permetre-s&#8217;ho, senzillament no tingui compte bancari- i quedi a mercè d&#8217;especuladors, prestamistes (usurers), companyies de crèdits ràpids (i cars, etc).</p>
<p>L&#8217;informe de l&#8217;IESE recomana als EUA aprendre de sistemes de reforma bancària endegats a països com Mèxic o Colòmbia. Caram, els EUA s&#8217;assemblen més a una república bananera que a una potència mundial!</p>
<p>2-</p>
<p>Un altre gran defecte del país és el sistema sanitari. Milions de persones senzillament no tenen cobertura sanitària de cap tipus. Molts altres milions, la tenen insuficient: poden fer-se mirar la vista, però si tenen un càncer o un atac de cor, s&#8217;arruïnen.</p>
<p>L&#8217;altre dia llegia que cada any moren als EUA 2.000.000 de persones de malalties basiquíssimes que a Espanya o a qualsevol país civilitzat s&#8217;haguessin pogut curar sense gaires problemes.</p>
<p><span style="color:#888888;">Nota: tot i que jo no crec en la medicina convencional, la majoria de la gent sí. Per tant, algú que es posa malalt, creu que la resposta és en la medicina i no hi té accés, mor.</span></p>
<p>3-</p>
<p>Per consol del mediocre sistema educatiu espanyol, als rànkings que periòdicament es van fent sobre els sistemes educatius dels diferents països, els EUA queden per sota nostre.</p>
<p>El país que té les millors universitats del món (també segons els rànkings que es publiquen periòdicament), te una de les poblacions pitjor educades de l&#8217;OCDE. Quin contrasentit!</p>
<p>LA FORÇA DE L&#8217;IMPERI</p>
<p>Si el poder estatunidenc no es basa en la capacitat intel.lectual de la seva població, ni en el seu sistema bancari, ni és una societat que procuri el benestar general, on rau la seva força?</p>
<p>Històricament en 3 eixos:</p>
<ol>
<li><strong>Poder militar</strong>: ostentat des de la Segona Guerra Mundial i reforçat amb la fi de la Guerra Freda.</li>
<li><strong>Poder financer</strong> (que no bancari): amb la fi de la 2GM, les antigues potències europees queden endeutades amb els EUA (el Pla Marshall va ser un gran ajut, però no va ser gratis!). Amb Bretton Woods i la creació de l&#8217;FMI el dòlar esdevé la moneda de referència i els EUA, de retruc, en surten reforçadíssims.</li>
<li><strong>Imatge pública</strong>: Radio Liberty, Hollywood, la música, l&#8217;imatge de modernitat&#8230; Sempre he cregut que els EUA no són grans creant coses (per això ja hi ha els alemanys o japonesos). Són grans venent. I, sobretot, venent-se. No en va són els inventors del màrqueting modern!</li>
</ol>
<p>Però què ha passat?</p>
<ol>
<li>Malgrat tenir una despesa militar per càpita enorme, estan <strong>enrocats a l&#8217;Irak</strong>. Si són incapaços de fer res en un &#8220;país insignificant&#8221;, com podran emprendre cap tasca més gran? A banda, la seva creuada militar a la zona és una sagnia econòmica bestial</li>
<li>A causa del dèficit exterior bestial, de pràctiques econòmiques dubtoses i d&#8217;un enfocament malaltís en el curt termini, <strong>el dòlar</strong> està perdent valor. L&#8217;euro esdevé paulatinament la moneda refugi. Cada cop més països anuncien que vendran el petroli en euros. A més, les institucions financeres americanes s&#8217;estan desprestigiant i quedant en entredit. I el país s&#8217;empobreix a marxes forçades</li>
<li>Els EUA han passat de ser vistos com un país bo, defensor de les llibertats i innovador, a ser vistos com una colla de violents, irreflexius i intransigents, que <strong>bombardegen</strong> qui no pensi com ells i que, a sobre són uns incults.</li>
</ol>
<p>CONSEQÜÈNCIES</p>
<p>Els Estats Units passarà a ser un país més. La seva moneda seguirà sent important, però ja no serà &#8220;la&#8221; divisa de referència. Serà com el ien o la lliura esterlina. L&#8217;euro seguirà guanyant importància, tot i que això no vol dir que l&#8217;UE passi a ser la nova potència mundial. Li falta lideratge i cohesió interna.</p>
<p>A llarg termini, un país que desprotegeix la seva població, que els expulsa del sistema i que és vist com un agressor per la comunitat internacional no pot tenir gaire futur!</p>
<p>De fet, em recorden moltíssim l&#8217;Imperi Romà. Fa dos anys vaig llegir una història de <strong>la caiguda de l&#8217;Imperi Romà</strong> i explicava que va ser causada per</p>
<p>- El poder va desplaçar-se paulatinament de tota la societat a una sèrie de gran empresaris romans. Ídem als EUA: els grups d&#8217;interès i les seves grans empreses són qui veritablement manen. Guaita si no qui paga i qui s&#8217;emporta els beneficis de l&#8217;ocupació de l&#8217;Irak. Hi ha una èlit cultíssima que viu molt bé, i unes classes socials igualables a les de qualsevol país tercermundista.</p>
<p>- La societat perd cohesió i les capes més fràgils s&#8217;empobreixen. Augmenten les tensions internes. Ídem als EUA</p>
<p>- L&#8217;Imperi es submergeix en geurres internes que el deixen fràgil davant d&#8217;amenaces exteriors. Ja no són invencibles (cas dels EUA amb Irak)</p>
<p>La pena no és que els EUA caiguin. Tots els imperis pugen i baixen. Li va passar a Espanya/ Castella, a Anglaterra, a la Xina&#8230; El problema és que la caiguda dels EUA desestabilitzarà encara més el món. I siguent com són, poden provocar més accions desesperades com ara més invasions, etc. tot dependrà de qui hi governi, of course.</p>
<p>Ja veurem, però sigui com sigui, s&#8217;acosten temps interessants pel que fa l&#8217;economia i la política internacional.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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