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	<title>poemas-de-amizade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/poemas-de-amizade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poemas-de-amizade"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 01:22:59 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Amizade, Carlos Queirós]]></title>
<link>http://amorizade.wordpress.com/2005/08/22/amizade-carlos-queiros/</link>
<pubDate>Mon, 22 Aug 2005 11:58:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>jacky</dc:creator>
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<description><![CDATA[De mais ninguém, senão de ti, preciso: Do teu sereno olhar, do teu sorriso, Da tua mão pousada no me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><i>De mais ninguém, senão de ti, preciso:<br />
Do teu sereno olhar, do teu sorriso,<br />
Da tua mão pousada no meu ombro.<br />
Ouvir-te murmurar: &#8220;Espera e confia!&#8221;<br />
E sentir converter-se em harmonia,<br />
O que era, dantes, confusão e assombro.</i></p>
<p>Obrigada aos amigos que me acolheram em Setúbal e na <a href="http://cidadaodomundo.weblog.com.pt">capi<a><a href="http://compingadesangue.weblog.com.pt">tal</a>! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
É sempre bom <a href="http://novosvoos.blogspot.com">rever</a>-<a href="http://naestradadedamasco.blogspot.com">te</a> ou ver-<a href="http://blog-neurose.weblog.com.pt">te</a> pela <a href="http://cantinhodaana.blogspot.com">primeira vez</a>, pessoalmente!<br />
E a <a href="http://cinzentices.blogspot.com">ti</a>, que <a href="http://maraoluar.blogspot.com">não</a> <a href="http://pls.weblog.com.pt">pôde</a> <a href="http://gomezzz.weblog.com.pt">estar</a> <a href="http://amiudada4l.blogspot.com">presente</a>, <a href="http://catedral.weblog.com.pt">outras</a> <a href="http://wind9.blogspot.com">oportunidades</a> <a href="http://mulher50a60.weblog.com.pt">surgirão</a> <a href="http://poischove.blogspot.com/">brevemente</a>, <a href="http://opoderdosilencio.blogspot.com">de</a> <a href="http://grilinha.blogs.sapo.pt">certeza</a>!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Procura-se um amigo, Vinicius de Moraes]]></title>
<link>http://amorizade.wordpress.com/2005/03/16/procura-se-um-amigo-vinicius-de-moraes/</link>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2005 13:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>jacky</dc:creator>
<guid>http://amorizade.wordpress.com/2005/03/16/procura-se-um-amigo-vinicius-de-moraes/</guid>
<description><![CDATA[Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber fal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://a1259.g.akamai.net/f/1259/5586/1d/images.art.com/images/PRODUCTS/Regular/10113000/10113044.jpg" /></p>
<p><em>Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.</em></p>
<p><em>Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.</em></p>
<p><em>Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.</em></p>
<p><em>Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.</em></p>
<p><strong>Agora é a tua vez, escreve um anúncio ao teu amigo!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lapa da Bandeira, Vinicius de Moraes]]></title>
<link>http://amorizade.wordpress.com/2004/11/25/lapa-da-bandeira-vinicius-de-moraes/</link>
<pubDate>Thu, 25 Nov 2004 07:55:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>jacky</dc:creator>
<guid>http://amorizade.wordpress.com/2004/11/25/lapa-da-bandeira-vinicius-de-moraes/</guid>
<description><![CDATA[A Manuel Bandeira Existia, e ainda existe Um certo beco na Lapa Onde assistia, não assiste Um poeta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://a1259.g.akamai.net/f/1259/5586/1d/images.art.com/images/PRODUCTS/Regular/10092000/10092335.jpg" /></p>
<p><em>A Manuel Bandeira</em></p>
<p>Existia, e ainda existe<br />
Um certo beco na Lapa<br />
Onde assistia, não assiste<br />
Um poeta no fundo triste<br />
No alto de um apartamento<br />
Como no alto de uma escarpa.</p>
<p>Em dias de minha vida<br />
Em que me levava o vento<br />
Como uma nave ferida<br />
No cimo da escarpa erguida<br />
Eu via uma luz discreta<br />
Acender serenamente.</p>
<p>Era a ilha da amizade<br />
Era o espírito do poeta<br />
A buscar pela cidade<br />
Minha louca mocidade.<br />
Como uma nave ferida<br />
Perambulando patética.</p>
<p>E eu ia e ascensionava<br />
A grande espiral erguida<br />
Onde o poeta me aguardava<br />
E onde tudo me guardava<br />
Contra a angústia do vazio<br />
Que embaixo me consumia.</p>
<p>Um simples apartamento<br />
Num pobre beco sombrio<br />
Na Lapa, junto ao convento&#8230;<br />
Porém, no meu pensamento<br />
Era o farol da poesia<br />
Brilhando serenamente.</p>
<p><strong>Também tens um farol que brilha na tua vida?</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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