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	<title>poesia-infantil &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/poesia-infantil/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poesia-infantil"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:38:45 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[POESIAS INFANTIS DE CLARICE PACHECO]]></title>
<link>http://poesiainfantil.wordpress.com/2009/11/29/poesias-infantis-de-clarice-pacheco/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:32:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>marlise</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estas são algumas  poesias infantis de Clarice Pacheco, que podem agradar tanto os leitores infantis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estas são algumas  poesias infantis de Clarice Pacheco, que podem agradar tanto os leitores infantis como os leitores infanto-juvenis. É encantador as crianças descobrirem que também podem se expressar em formas de versos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os periquitos, poema com exercícios de texto]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/os-periquitos-poema-com-exercicios-de-texto/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:21:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Os Periquitos                                                                    Osório Dutra No l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6212" title="periquitos no galho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg" alt="" width="510" height="333" /></a></p>
<h5>Os Periquitos</h5>
<p>                                                                   Osório Dutra</p>
<p>No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que ornam a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos.</p>
<p>Numa algazarra delirante,</p>
<p>Batendo as asas irisadas,</p>
<p>Cantam a terra e o céu distante,</p>
<p>Glorificando as alvoradas.</p>
<p>Porque se julguem muito ricos</p>
<p>Donos do espaço e das alturas,</p>
<p>Fogem dos pobres tico-ticos,</p>
<p>Trocando afetos e ternuras.</p>
<p>Unidos contra aos caçadores,</p>
<p>Andam ariscos e assustados:</p>
<p>Temem os ventos destruidores</p>
<p>E a poeira azul dos descampados.</p>
<p>São tão alegres, tão ruidosos,</p>
<p>Que a gente ao vê-los avalia</p>
<p>Que sejam todos venturosos,</p>
<p>Brincando ao sol de cada dia.</p>
<p>Não param nunca os mais tranqüilos.</p>
<p>Pulam, febris, de galho em galho.</p>
<p>Com que prazer, para segui-los,</p>
<p>Deixo de lado o meu trabalho!</p>
<p>Passam a vida saltitando</p>
<p>E é cada qual mais tagarela.</p>
<p>Onde vai um, lá vai o bando,</p>
<p>Cortando o azul na tarde bela.</p>
<p>Ordena um deles a partida</p>
<p>Em busca de outros horizontes.</p>
<p>Depois é a volta…  E que corrida</p>
<p>Vertiginosa sobre os montes!</p>
<p>E quando, à noite, escuto os gritos</p>
<p>De mil insetos bandoleiros,</p>
<p>Dormem, sonhando, os periquitos</p>
<p>No leque aberto dos coqueiros.</p>
<p><strong>Osório</strong> Hermogênio <strong>Dutra</strong>, Vassouras, Estado do Rio, (1889 -1968). Diplomata brasileiro e poeta.</p>
<p>Obras:</p>
<p><em>O país do deuses (crônicas sobre o Japão)</em></p>
<p><em>Terra Bendita, 1923 (poesia)</em></p>
<p><em>Castelos de Marfim e  Céu Tropical (poesia), 1930</em></p>
<p><em>Inquietação, 1933 (poesia)</em></p>
<p><em>Dentro da noite Azul, 1934</em></p>
<p><em>Silêncio doce silêncio, 1936 (poesia)</em></p>
<p><em>O gênio poético de Martins Fontes, 1938</em></p>
<p><em>Mundo sem alma, 1943</em></p>
<p><em>Terra da gente, 1944 (poesia)</em></p>
<p><em>Emoção, 1945</em></p>
<p><em>Tempo perdido, 1946</em></p>
<p><em>Elas e nós, 1955, (poesia)</em></p>
<p><strong>Vocabulário para uso escolar:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ornar = decorar, enfeitar</p>
<p>Galhofeiro = brincalhão</p>
<p>Irisada = furta-cor</p>
<p>Venturoso = feliz</p>
<p>Bandoleiros =  errante, sem paradeiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sugestões para uso escolar do poema: <strong><em>Os Periquitos</em></strong>, de Osório Dutra</p>
<p>Aqui estão diversos exercícios que usam a leitura deste poema como base do aprendizado.  Cada professor deve selecionar os exercícios que melhor se adaptem ao nível de conhecimento de seus alunos: 1ª, 2ª, 3ª série e assim por diante.</p>
<p>VOCABULÁRIO:</p>
<p><strong>Ornar</strong> = decorar, enfeitar, ornamentar</p>
<p>“No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que <em>ornam</em> a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos”.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">1 -  Substitua o verbo nas seguintes frases, pelo verbo ornar:</span></em></strong></p>
<p>Luzes pisca-pisca <em><span style="color:#008000;">decoram</span></em> as janelas no Natal.</p>
<p>Flores de açúcar <em><span style="color:#008000;">enfeitarão</span></em> o bolo da noiva.</p>
<p>O coelhinho <span style="color:#008000;"><em>ornamentava</em> <span style="color:#000000;">a cesta de</span></span><span style="color:#000000;"> </span>ovos de Páscoa com papel colorido.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">2  -  Escolha, entre as mencionadas abaixo, outras coisas que possam ornar a margem do caminho:</span></em></strong></p>
<p> Luzes,  roseiras,  latas de lixo,  cerca de arame,  árvores floridas,  muro alto, bandeirinhas de São João, fios elétricos, garrafas de refrigerante. </p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">3 – Onde também encontramos margens?  Faça um círculo em volta das palavras certas:</span></em></strong></p>
<p>Automóvel,  lagoa,  estrada,  trem,  rio,  carroça,  baía,  patinete,  caminhão, barco.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">4 – Na cidade de São Paulo, existe uma estrada longa, que acompanha o rio Tietê.  Ela se chama: Estrada Marginal Tietê.  Explique nas suas palavras por que ela tem este nome?</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">5 – O leque é usado para espantar o calor.  As pessoas se abanam com o leque para se refrescarem.  Explique a expressão: <span style="color:#000000;">leque do coqueiro</span>.  É por causa da cor verde?  É por causa da forma das folhas dos coqueiros?  É porque as folhas balanceiam com o vento?  </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">6 – Você sabia que os primeiros leques eram feitos de penas?  Ponha um X ao lado do que também é feito de penas:</span></em></strong></p>
<p>(  ) sombrinha                                  (  ) camarão                 (  ) saia da baiana</p>
<p>(  ) peteca                                         (  ) chapéu                   (  ) cocar</p>
<p>(  ) capa do livro                             (  ) lápis                       (  ) baleia</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA:</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A lenda do primeiro leque</em></strong></p>
<p>Há muitos e muitos anos, na China, havia um mandarim muito poderoso.  Ele tinha uma filha obediente e bonita, que todos na corte admiravam.  Chamava-se Kan-Si.  Ela era um modelo de bondade e todos que a viam ficavam encantados.  Todos os anos o país inteiro participava de uma festa muito bonita neste reino.  Chamava-se a <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>.  Numa noite as pessoas que haviam preparado belas lanternas, mostravam a todo mundo o que tinham feito.  Estas lanternas eram feitas com papel colorido, decoradas com pinturas ou com recortes de figuras coladas no papel.  Elas também eram iluminadas por dentro, cada qual com sua vela.  A noite ficava toda carregadinha de luzes das mais diversas cores e com a leve brisa do verão, as lanternas tinham um pisca-pisca, um tremelique mágico, fazendo a noite parecer encantada. </p>
<p> O mandarim e sua filha estavam sempre entre os juízes que decidiam quais eram as lanternas mais bonitas.  Para que ninguém soubesse quem era o autor de cada lanterna ou quem eram os juízes da competição, todos os participantes usavam uma máscara, dura, feita com uma massa de papel, cola e tinta colorida.  Assim todos que participavam da festa não podiam ser reconhecidos.</p>
<p> Naquele verão, naquela noite da <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>, havia uma competição muito grande.  Todo mundo queria mostrar suas habilidades na arte de fazer e decorar lanternas. Havia prêmios!  Eram tantas, mas tantas as lanternas acesas naquela noite no reino que já não se sabia se era noite ou dia. A jovem filha do Mandarim começou a sentir muito calor.  Estavam no meio do verão.  A noite permanecia quente e as todas as velas acesas aqueciam ainda mais o ar calmo.   De repente, não agüentando mais, a jovem retirou a sua máscara e pôs-se a se abanar com ela, para aliviar o calor que sentia.  Todos os membros da corte, vendo a bela princesa fazer isso, passaram a imitá-la também, arrancando suas máscaras e usando-as como abano.  No ano seguinte, toda a corte compareceu à <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong><em> </em>mascarada, mas cada pessoa tinha em mãos um abano para aliviar o calor.  Assim surgiram, na China, os primeiros leques.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><em>7 – Periquitos.  Existem periquitos no mundo inteiro.  Mas há alguns periquitos que existem </em></strong><strong><em>SÓ no Brasil e alguns que vivem aqui e em outros países da América do Sul:</em></strong></span></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Primeiro vejamos:</p>
<p>O periquito é parente do papagaio.  E faz ninhos em árvores em lugares seguros contra seus predadores.  Seus inimigos são: iguanas, serpentes, cães e o homem.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6206" title="periquito-rei close" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg" alt="" width="287" height="221" /></a></strong></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-do-rei</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Periquito-do-rei</strong> – ou </span><strong><span style="color:#0000ff;">Jandaia</span> – </strong>vive em todo o Brasil. Estes periquitos sempre andam em bandos.  Acordam muito cedo e já fazem barulho de madrugada, antes do sol raiar.  Gostam de comer arroz e milho.  Quando decidem formar uma família eles deixam o bando de lado para criarem os filhotes sozinhos.  Eles também gostam muito de cantar e conseguem aprender algumas palavras se tiverem contato com pessoas.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6205" title="periquito cabeça amarela-jandaia" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg" alt="" width="222" height="202" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-da-cabeça-amarela</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-da-cabeça-amarela</span></strong> – também é chamado de <strong>Jandaia</strong> – este, pode-se dizer que é um periquitão!  Chega a 32 cm!  Maior do que a tradicional régua de 30 cm.  Os periquitos-da-cabeça-amarela gostam de um clima mais quente.  Então moram principalmente no Nordeste do Brasil, nos seguintes estados:  Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco.  Assim como os Periquitos-do-rei eles gostam de voar em bandos, estão sempre afiando os seus bicos, falam entre si o tempo todo, fazendo bastante barulho.  Uma verdadeira algazarra. </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6209" title="periquito-rei" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg" alt="" width="210" height="240" /></a>Periquito-rei </p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito–rei</span></strong> &#8212; também chamado de <strong>caturra</strong> <strong> </strong>&#8211; gosta mais do clima ameno.  Vive da Bahia ao Rio Grande do Sul, e também no Paraguai e na Argentina.</p>
<p>Os periquitos-reis são menores chegando a um palmo de altura ou 20 cm.   Ele tem um topetinho de penas vermelhas no topo da cabeça que descem pelas suas costas.  Por isso, fora do Brasil, ele também é chamado de maitaca-da-cabeça-vermelha.   São muito numerosos e pode-se vê-los em todo e qualquer lugar com árvores frutíferas.  Adora comer milho e frutas.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6203" title="caturrita" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg" alt="" width="252" height="189" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Caturrita</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-pantanal</span></strong> – também chamado de <strong>caturra</strong> ou <strong>caturrita</strong> – tem um tamanho entre o periquito-rei e o periquito-da-cabeça-amarela.  Chega a medir 28 cm.  As caturritas vivem no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná até os estados do Mato-Grosso e Mato-Grosso do Sul.  Também moram no Paraguai, na Argentina e no Uruguai.  Também gostam muito de comer milho e arroz.  Mas eles são muito diferentes dos outros periquitos porque eles constroem uns ninhos muito grandes, às vezes até muitos ninhos numa mesma árvore.  E tem mais:  o casal de periquitos não se separa do grupo para criar seus filhotes.  As caturritas fêmeas dividem o trabalho de cuidar dos filhotes e chegam até a morar duas ou três fêmeas por ninho.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6210" title="tuim" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg" alt="" width="241" height="246" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Tuim</span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-Espírito-Santo</span></strong> também chamado de <strong>Tuim</strong>.  Este periquito é verdadeiramente sul-americano, ou seja, mora em todo o Brasil e em toda a América do Sul.  Vive na beira das florestas.  Estes são os menores periquitos do Brasil, chegam só até 12 centímetros de comprimento. No entanto, fazem tanta algazarra o tempo todo, falando tão alto, que parecem até maiores do que são.  Apesar de conversarem muito entre si, eles nunca chegam a falar.  São namorados muito carinhosos.  Gostam de comer milho e cana. Preferem sementes às frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Os cocos de muitas palmeiras constituem sua alimentação predileta, procuram também as frutas da imbaúba dos capinzais.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito </span></strong>– este é o periquito comum.  Não tem outro nome.  É o mais encontrado dos periquitos no Brasil. Podemos vê-lo nos parques, nas cidades, nas praças públicas, nos jardins, nas fazendas.  Adora brincar no bambuzal e roer bambus.  Aliás adora roer.  Ele chega a 26 cm de comprimento e gosta de milho e de arroz.  Este periquito aprende a falar.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">8 – Veja o mapa do Brasil</span></em></strong></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6204" title="mapa_brasil" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png" alt="" width="372" height="400" /></a></p>
<p>A -  Cubra de tracinhos vermelhos os estados onde vivem os periquitos-do-rei.</p>
<p>B -  Encha de bolinhas verdes  os estados onde vivem os periquitos-do-pantanal.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">9 &#8212;  Galhofeiro quer dizer brincalhão, zombeteiro, a pessoa que ri à custa dos outros&#8230; </span></em></strong></p>
<p>Substitua a palavra grifada pela palavra <strong><em>galhofeiro</em></strong> nas seguintes frases.</p>
<p>1-                          Depois que Esmeraldo, um conhecido <strong><em><span style="color:#008000;">zombeteiro</span></em></strong>, fez a turma toda rir dos sapatos vermelhos de Cazuza, este saiu chorando da sala.</p>
<p><em>2-                        </em>Maria das Dores era <strong><em><span style="color:#008000;">brincalhona</span></em></strong>.  Pegou um papel, escreveu a palavra burro e o colou nas costas de João Pedro sem que este soubesse.<strong><em> </em></strong></p>
<p><em>3-                        </em>O palhaço Zumzum sempre ri quando vê o jato d’água de sua flor na lapela molhar o rosto da pessoa com quem conversa.  Ele é um <span style="color:#008000;"><strong><em>zombeteiro</em></strong> </span>de primeira categoria!<em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">10- A palavra algazarra, quer dizer: barulheira, vozeria, tagaleria.  Note que a palavra algazarra começa com as letras a + l, seguidas de uma consoante (g).  Preencha os pontinhos formando palavras que comecem com as letras a+l seguidas de uma consoante:</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Na salada:  al _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na costura: al _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No dicionário: al _ _ _ _ _ _ </em></p>
<p><em>No armário de remédios: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Com o policial: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No navio: al _ _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na gaiola do passarinho: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">Leitura:  Você sabia?</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A nossa língua, a língua portuguesa, tem mais de 700 palavras que começam com as letras a + l.  600 destas palavras são de origem árabe.  Do tempo que os mouros invadiram Portugal.</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><strong>11 &#8212; &#8230;</strong></em><em><strong>batendo as asas irisadas</strong></em><em><strong>&#8230; Nós vimos que </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong> quer dizer  furta-cor, que muda de cor conforme o ângulo.  Nas frases abaixo troque as palavras grifadas pela palavra </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong>.</strong></em></span></p>
<p><em><strong> </strong></em><em>O corpo da mosca varejeira é<span style="color:#008000;"><strong> furta-cor</strong></span>.</em></p>
<p><em>Maria colecionava conchinhas do mar,  mas guardava só aquelas com as conchas <span style="color:#008000;"><strong>matizadas</strong></span>.</em></p>
<p><em>Minha avó foi à festa com um vestido de tafetá rosa <span style="color:#008000;"><strong>cambiante</strong></span>.</em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>12 – No poema acima, Osório Dutra caracteriza os periquitos como &#8220;<em>alegres</em> e <em>ruidosos&#8221;</em>.   E que por causa disso, eles parecem </strong></span><em><strong><span style="color:#0000ff;">&#8220;venturosos&#8221;.</span> </strong> </em><strong><span style="color:#0000ff;">Nas frases abaixo, passe um círculo em volta das palavras que sejam sinônimos de venturoso</span><span style="color:#0000ff;">.</span></strong></p>
<p>A &#8212; As meninas ao saírem da escola, alegres e tagarelas, pareciam felizes.</p>
<p>B – Nem todos os reis foram afortunados na guerra.  Alguns perderam tudo.</p>
<p>C – João tem muita sorte, ganhou um ursinho de pelúcia no sorteio da escola.</p>
<p>D – Lúcia é uma jovem afortunada: inteligente, atraente e tem muitas amigas.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA/ DITADO</span> </strong></p>
<p>Em 1500, o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral. N aquela época,  D. Manuel I, também chamado <em>O Venturoso,</em> era rei de Portugal.  Seu reinado foi repleto de muitos eventos felizes, de decisões acertadas e de várias aventuras marítimas bem realizadas.  Foi um período importante para Portugal, porque o país se tornou muito rico.  Dentre os eventos mais ditosos, mais felizes, de seu reinado estão: a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama e a descoberta do Brasil. Por isso esse rei ficou conhecido pelo cognome <em>O Venturoso</em>.</p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Cognome:</span></strong>  é um nome, um apelido, pelo qual pessoas ficam conhecidas.  Por exemplo:  </p>
<p>Edson Arantes do Nascimento, cognome: Pelé.</p>
<p>Diogo Álvares Correia, cognome: Caramuru.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>13 – Escreva o nome completo e seu cognome de um mártir da Independência do Brasil.   </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>14 &#8212;  <em>Onde vai um, lá vai o bando, /Cortando o azul na tarde bela./ Ordena um deles a partida/  Em busca de outros horizontes.</em>  Nestes versos de Osório Duque parece que os periquitos têm um líder que os orienta.    Nem todos os pássaros voam em bandos e seguem um líder.  Faça um círculo em volta dos pássaros da lista abaixo que voam em grupos</strong></span>:</p>
<p>Águia, Beija-flor,  Arara, Martim-pescador,  Urubu, Pato, Albatroz, Sabiá, Flamingo, Cegonha, Assum-preto, Canário, Tucano, Maracanã.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">15 – Onde dormem os periquitos?     Onde dormem&#8230;</span></strong></p>
<p>Os macacos?</p>
<p>Os morcegos?</p>
<p>O gado na fazenda?</p>
<p>A jaguatirica?</p>
<p>E os alunos da escola?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da rosa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</guid>
<description><![CDATA[Ó rosa, nobre e bonita, que encantamento trazeis! Em vossa beleza, habita a majestade dos reis! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6068" title="rosa cartão postal 1909" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg" alt="rosa cartão postal 1909" width="390" height="248" /></a></p>
<p>Ó rosa, nobre e bonita,</p>
<p>que encantamento trazeis!</p>
<p>Em vossa beleza, habita</p>
<p>a majestade dos reis!</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>(Eno Teodoro Wanke)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nhá Carola, poesia Ricardo Gonçalves para uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:16:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[Fundo de quintal, 2009 Daniel Penna ( Brasil, 1951) óleo sobre tela/ sobre madeira 18 cm x 24 cm www]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6050" title="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg" alt="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" width="510" height="375" /></a><strong><em>Fundo de quintal</em></strong>, 2009</p>
<p>Daniel Penna ( Brasil, 1951)</p>
<p>óleo sobre tela/ sobre madeira</p>
<p>18 cm x 24 cm</p>
<p><a href="http://www.pennart.com.br">www.pennart.com.br</a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5>Nhá Carola</h5>
<p>                                                            <em>A .D. Olga</em></p>
<p>                                                          Ricardo Gonçalves</p>
<p>Arrepanhando o vestido</p>
<p>De chita azul, nhá Carola,</p>
<p>Põe feijão na caçarola</p>
<p>Para o almoço do marido.</p>
<p>Dorme um cachorro estendido</p>
<p>À porta da casinhola;</p>
<p>Gritam galinhas de Angola</p>
<p>No terreiro bem varrido.</p>
<p>Enquanto chia a panela,</p>
<p>A moça vai à janela,</p>
<p>A ver se o marido vem.</p>
<p>Mas entra logo zangada</p>
<p>Porque na volta da estrada</p>
<p>Não aparece ninguém.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></p>
<p>Em: <em><strong>Poesia Brasileira para a Infância</strong></em>,  Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito,  São Paulo, Saraiva:1968</p>
<p> &#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6051" title="ricardo gonçalves" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg" alt="ricardo gonçalves" width="262" height="272" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></strong></p>
<p><strong>Ricardo</strong> Mendes <strong>Gonçalves  </strong>(SP, SP 1893 – SP, SP 1916)<strong> </strong>pseudônimos: Ricardo Gonçalves, Bruno de Cadiz, D. Ricardito.  Poeta, tradutor, jornalista, diplomado em Direito (1908), político, membro grupo Minarete.  Trabalhou para diversos jornais entre eles o <strong><em>Comércio de São Paulo e Estadinho</em></strong>. Foi também repórter do jornal <strong><em>O Correio Paulistano</em></strong>.</p>
<p>Obras:</p>
<p> <em>Ipês</em>, 1922</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rima que rima I]]></title>
<link>http://laduendecilla.wordpress.com/2009/11/23/rima-que-rima-i/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:52:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>aidapl</dc:creator>
<guid>http://laduendecilla.wordpress.com/2009/11/23/rima-que-rima-i/</guid>
<description><![CDATA[Como dije en uno de mis artículos publicaré todos los poemas que creamos mis compañeros y yo; esta s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como dije en uno de mis artículos publicaré todos los poemas que creamos mis compañeros y yo; esta semana los poemas que publico son los siguientes:</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">SI A VIEJO CON DIENTES TU QUIERES LLEGAR</span></p>
<p style="text-align:center;">Si a viejo con dientes</p>
<p style="text-align:center;">tu quieres llegar</p>
<p style="text-align:center;">en tres ocasiones</p>
<p style="text-align:center;">y a veces más,</p>
<p style="text-align:center;">cuando hayas comido,</p>
<p style="text-align:center;">sin mucho tardar,</p>
<p style="text-align:center;">con pasta y cepillo,</p>
<p style="text-align:center;">y el hilo dental,</p>
<p style="text-align:center;">con arte y paciencia</p>
<p style="text-align:center;">deberás limpiar</p>
<p style="text-align:center;">los dientes y muelas</p>
<p style="text-align:center;">sin refunfuñar.</p>
<p style="text-align:center;">¡Arriba y abajo!</p>
<p style="text-align:center;">¡Delante y detrás!</p>
<p style="text-align:center;">Frotando con fuerza</p>
<p style="text-align:center;">cuidado tendrás</p>
<p style="text-align:center;">que no quede nada</p>
<p style="text-align:center;">que pueda dañar.</p>
<p style="text-align:center;">Y depués de esto,</p>
<p style="text-align:center;">para terminar,</p>
<p style="text-align:center;">tu boca, con agua,</p>
<p style="text-align:center;">tendrás que enjuagar,</p>
<p style="text-align:center;">si a viejo con dientes</p>
<p style="text-align:center;">tú quieres llegar.</p>
<p style="text-align:center;">Por: R. A. J.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">POEMA A LA PRIMAVERA</span></p>
<p style="text-align:center;">Ya es 21 de marzo</p>
<p style="text-align:center;">¡y la primavera está llegando!</p>
<p style="text-align:center;">Cuando llega la primavera</p>
<p style="text-align:center;">hasta la respiración se me acelera.</p>
<p style="text-align:center;">Siento como saltos en mi barriga</p>
<p style="text-align:center;">y ya veo las golondrinas.</p>
<p style="text-align:center;">El Sol está radiante</p>
<p style="text-align:center;">mientras yo corro por el parque.</p>
<p style="text-align:center;">Los árboles florecen</p>
<p style="text-align:center;">y yo giro hasta que amanece.</p>
<p style="text-align:center;">Me gusta el olor de las flores</p>
<p style="text-align:center;">¡y anda que sus colores!</p>
<p style="text-align:center;">Lanzo las margaritas</p>
<p style="text-align:center;">porque son muy chiquititas.</p>
<p style="text-align:center;">El amor se siente ya en todas partes</p>
<p style="text-align:center;">y ya se ven las parejas por los parques.</p>
<p style="text-align:center;">Mientras voy paseando</p>
<p style="text-align:center;">a las mariquitas voy contemplando.</p>
<p style="text-align:center;">Doy saltos sin parar</p>
<p style="text-align:center;">mientras escucho a los gorriones piar.</p>
<p style="text-align:center;">Los campos están verdes</p>
<p style="text-align:center;">y los niños muy alegres.</p>
<p style="text-align:center;">Vamos a aprovechar la primavera</p>
<p style="text-align:center;">hasta que el tiempo quiera.</p>
<p style="text-align:center;">Ríe, canta, salta, gira y juega</p>
<p style="text-align:center;">pues&#8230; ¡ya es primavera!</p>
<p style="text-align:center;">Por:  M. C. A. V.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://laduendecilla.wordpress.com/files/2009/11/vinilos-flores.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-258" title="vinilos flores" src="http://laduendecilla.wordpress.com/files/2009/11/vinilos-flores.jpg?w=300" alt="" width="469" height="310" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha, filosofia de vida]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:09:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Bambu ao vento, aquarela chinesa.   Resiste ao vento o pinheiro, e a ramaria espedaça; mas o bambu, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5121" title="bambu ao vento" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg" alt="bambu ao vento" width="510" height="360" /></a><strong><em>Bambu ao vento, aquarela chinesa.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Resiste ao vento o pinheiro,</p>
<p>e a ramaria espedaça;</p>
<p>mas o bambu, mesureiro,</p>
<p>dobra o dorso, e o vento passa.</p>
<p>(Archimino Lapagesse)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El tren de las seis de la tarde]]></title>
<link>http://soniem.wordpress.com/2009/11/22/el-tren-de-las-seis-de-la-tarde/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>soniem</dc:creator>
<guid>http://soniem.wordpress.com/2009/11/22/el-tren-de-las-seis-de-la-tarde/</guid>
<description><![CDATA[El tren de las seis de la tarde va anunciando su llegada, y siempre veo yo a lo lejos, el vapor sali]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><span style="color:#800000;"><a href="http://soniem.wordpress.com/files/2009/11/tren.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-31" src="http://soniem.wordpress.com/files/2009/11/tren.jpg?w=300" alt="" width="300" height="182" /></a>El tren de las seis de la tarde va anunciando su llegada,<br />
y siempre veo yo a lo lejos,<br />
el vapor salir de sus entrañas.</span></h4>
<h4><span style="color:#800000;"> </span></h4>
<h4><span style="color:#800000;">Avanzando cada vez más rapido,<br />
dejando su presencia en la riel<br />
lleva siempre un cargamento pesado,<br />
lleva siempre su presencia a querer.</span></h4>
<h4><span style="color:#800000;"> </span></h4>
<h4><span style="color:#800000;">El tren de las seis de la tarde es lo mejor que he podido ver,<br />
es hermoso es precioso<br />
y por eso lo he llegado a querer.</span></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesías creadas por maestr@s]]></title>
<link>http://laduendecilla.wordpress.com/2009/11/17/poesias-creadas-por-maestrs/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 01:07:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>aidapl</dc:creator>
<guid>http://laduendecilla.wordpress.com/2009/11/17/poesias-creadas-por-maestrs/</guid>
<description><![CDATA[Este artículo va dedicado a todos los compañeros de mi promoción de Magisterio de Educación Infantil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este artículo va dedicado a todos los compañeros de mi promoción de Magisterio de Educación Infantil 2005-2008, pues voy a publicar las poesías que creamos y recogimos en un gran libro titulado &#8220;Rima que rima, poemas breves para oídos chicos&#8221;. Cada semana publicaré dos poesías de diferentes temáticas; aquí empiezo con las dos primeras:</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">NÚMEROS</span></p>
<p style="text-align:center;">A la una en la cuna.</p>
<p style="text-align:center;">A las dos con la tos.</p>
<p style="text-align:center;">A las tres del revés.</p>
<p style="text-align:center;">A las cuatro con el gato.</p>
<p style="text-align:center;">A las cinco salto y brinco.</p>
<p style="text-align:center;">A las seis no me veis.</p>
<p style="text-align:center;">A las siete Espinete.</p>
<p style="text-align:center;">A las ocho con el mocho.</p>
<p style="text-align:center;">A las nueve no se mueve.</p>
<p style="text-align:center;">A las diez me como una nuez.</p>
<p style="text-align:center;">Por: C. A. B.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">COSITAS</span></p>
<p style="text-align:center;">Agua marina</p>
<p style="text-align:center;">mandarina.</p>
<p style="text-align:center;">Vela perfumada</p>
<p style="text-align:center;">dulce hada.</p>
<p style="text-align:center;">Nieve blanca</p>
<p style="text-align:center;">agua helada.</p>
<p style="text-align:center;">Sal, saltarín</p>
<p style="text-align:center;">el niño delfín.</p>
<p style="text-align:center;">Amigos de verdad</p>
<p style="text-align:center;">para guardar.</p>
<p style="text-align:center;">Amor y ternura</p>
<p style="text-align:center;">siempre perduran.</p>
<p style="text-align:center;">Regalos de amigos</p>
<p style="text-align:center;">lo más queridos.</p>
<p style="text-align:center;">Razas y religiones</p>
<p style="text-align:center;">a mogollones,</p>
<p style="text-align:center;">por eso en mi clase</p>
<p style="text-align:center;">tengo amigos a montones.</p>
<p style="text-align:center;">Otro idioma</p>
<p style="text-align:center;">quiero yo hablar</p>
<p style="text-align:center;">para más amigos</p>
<p style="text-align:center;">poder encontrar.</p>
<p style="text-align:center;">Esta letrita ya termina</p>
<p style="text-align:center;">con cosa muy fina:</p>
<p style="text-align:center;">Si mil amigos</p>
<p style="text-align:center;">quieres encontrar</p>
<p style="text-align:center;">con mucho cariño</p>
<p style="text-align:center;">los has de tratar.</p>
<p style="text-align:center;">Y ya me despido</p>
<p style="text-align:center;">que aún no me he ido.</p>
<p style="text-align:center;">Por: C. A. B.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre a lua ]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/13/quadinha-infantil-sobre-a-lua/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/13/quadinha-infantil-sobre-a-lua/</guid>
<description><![CDATA[Cartão Postal de Ano Novo, década de 1930, França. &nbsp; &nbsp; A lua faceira e bela, vestindo um m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/pierrot-feliz-ano-ano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5113" title="pierrot, feliz ano ano" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/pierrot-feliz-ano-ano.jpg" alt="pierrot, feliz ano ano" width="321" height="500" /></a><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/luar-no-havai.jpg"></a></p>
<p><strong><em>Cartão Postal de Ano Novo, década de 1930, França.</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>A lua faceira e bela,</p>
<p>vestindo um manto de prata,</p>
<p>debruçou-se numa nuvem</p>
<p>para ouvir a serenata.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>( Joanna D&#8217;Arc Pereira)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesia infantil de Afonso Schmidt: Alegria de menina que gosta de leite de cabra]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/12/poesia-infantil-de-afonso-schmidt-alegria-de-menina-que-gosta-de-leite-de-cabra/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:53:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/12/poesia-infantil-de-afonso-schmidt-alegria-de-menina-que-gosta-de-leite-de-cabra/</guid>
<description><![CDATA[Pastorinha de cabras Cheng Minsheng ( QinDu, China, 1943) Aquarela, tinta, sobre papel. 25 cm x 25 c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/16-cheng-minsheng-pastorinha-de-cabras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6032" title="# 16 Cheng Minsheng  Pastorinha de Cabras" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/16-cheng-minsheng-pastorinha-de-cabras.jpg" alt="# 16 Cheng Minsheng  Pastorinha de Cabras" width="510" height="499" /></a><strong><em>Pastorinha de cabras</em></strong></p>
<p>Cheng Minsheng ( QinDu, China, 1943)</p>
<p>Aquarela, tinta, sobre papel.</p>
<p>25 cm x 25 cm</p>
<p>Coleção particular.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><em>Alegria de menina que gosta de leite de cabra</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>                                                  Afonso Schmidt</p>
<p>&#160;</p>
<p>Quando acorda a corruíra do pessegueiro,</p>
<p>eu acordo também;</p>
<p>é a hora dourada em que passa o cabreiro</p>
<p>com suas cabrinhas tão bonitinhas&#8230;</p>
<p>São cerca de quarenta mas, contando bem,</p>
<p>talvez não passem de trinta&#8230;</p>
<p>A pintada, aquela que vai correndo na frente</p>
<p>e que não tem medo de gente</p>
<p>é a que leva o guizo alegre que tilinta.</p>
<p>As outras vão correndo atrás,</p>
<p>vão pulando,</p>
<p>vão chifrando,</p>
<p>vão berrando</p>
<p>                    bé, bé, bé&#8230;</p>
<p>Eu pego no copo e vou para o portão</p>
<p>chamar o cabreiro:</p>
<p>&#8211; Seu cabreiro, me tire este copo de leite,</p>
<p>mas quero daquela cabrinha malhada</p>
<p>que leva na boca uma folha dourada.</p>
<p>E o cabreiro chama a cabrinha:</p>
<p>                    bit, bit, bit&#8230;</p>
<p>Põe-se a tirar o leite:</p>
<p>puxa que puxa,</p>
<p>espicha que espicha,</p>
<p>escorrupicha&#8230;</p>
<p>Mamãe , que me espia sob o pé de brincos-de-princesa,</p>
<p>me fala:</p>
<p>&#8211; Menina que gosta de leite de cabra vira cabrita!</p>
<p>(mas isso é bobagem, ninguém acredita).</p>
<p>Depois o cabreiro e suas cabrinhas vão</p>
<p>pelas ruas do bairro, encharcadas de sol.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Em: <strong><em>Poesia Brasileira para a Infância</em></strong>,  Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito,  São Paulo, Saraiva:1968.</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/afonso-schmidt.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6034" title="afonso schmidt" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/afonso-schmidt.jpg" alt="afonso schmidt" width="147" height="228" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Afonso </strong>Frederico<strong> Schmidt</strong> (Cubatão, SP 1890 – SP, SP 1964) poeta, romancista, contista, biógrafo, jornalista.  Como jornalista trabalhou para  <em>A</em> <em>Voz do Povo</em>, em 1920, no Rio de Janeiro.  Para <em>Folha da Noite,  Diário de Santos</em> e <em>A Tribuna</em>, em Santos. Em São Paulo trabalhou na <em>Folha da Noite</em> e <em>O Estado de S.Paulo</em>.  Neste último trabalhou de 1924 até 1963.  Recebeu o prêmio da  revista <em>O Cruzeiro</em> em 1950 pelo romance <em><strong>Menino</strong></em> <strong><em>Felipe.</em></strong>   A União Brasileira de Escritores lhe premiou com o<em> Juca Pato – Intelectual do Ano</em> em 1963.  Foi sócio fundador do Sindicato dos Jornalistas do Estado de S. Paulo, membro da Academia Paulista de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.</p>
<p>Obras: </p>
<p>A Árvore das lágrimas &#8211; 1942  </p>
<p>A Datilógrafa    </p>
<p>A Marcha -1941  </p>
<p>A Nova conflagração -1931  </p>
<p>A Primeira viagem &#8211; 1947  </p>
<p>A Revolução brasileira &#8211; 1930  </p>
<p>A Sombra de Júlio Frank &#8211; 1936  </p>
<p>A Vida de Paulo Eiró &#8211; 1940  </p>
<p>Ao relento -1922  </p>
<p>As Levianas    </p>
<p>Aventuras de Indalécio    </p>
<p>Bom tempo -1956  </p>
<p>Brutalidade  &#8211; 1922  </p>
<p>Carantonhas &#8211; 1952  </p>
<p>Carne para canhão &#8211; 1934  </p>
<p>Colônia Cecília &#8211; 1942  </p>
<p>Curiango &#8211; 1935  </p>
<p>Evangelho dos livres -1919  </p>
<p>Garoa &#8211; 1931  </p>
<p>Janelas abertas &#8211; 1911  </p>
<p>Lembrança    </p>
<p>Lírios roxos &#8211; 1904  </p>
<p>Lua nova    </p>
<p>Lusitânia &#8211; 1918  </p>
<p>Menino Felipe -1950  </p>
<p>Miniaturas &#8211; 1905  </p>
<p>Mirita e o ladrão &#8211; 1960  </p>
<p>Mistérios de São Paulo &#8211; 1955  </p>
<p>Mocidade &#8211; 1921  </p>
<p>O Assalto &#8211; 1945  </p>
<p>O Canudo &#8211; 1963  </p>
<p>O Desconhecido    </p>
<p>O Dragão e as virgens &#8211; 1926  </p>
<p>O Enigma de João Ramalho &#8211; 1963  </p>
<p>O Passarinho verde    </p>
<p>O Que era proibido dizer &#8211; 1932  </p>
<p>O Reino do céu &#8211; 1942  </p>
<p>O Tesouro de Cananéia &#8211; 1942  </p>
<p>Os Boêmios    </p>
<p>Os Impunes &#8211; 1923  </p>
<p>Os Impunes &#8211; 1924  </p>
<p>Os Melhores contos de Afonso Schmidt &#8211; 1946  </p>
<p>Pirapora -1934  </p>
<p>Poesia &#8211; 1945  </p>
<p>Poesias -1933  </p>
<p>Retrato de Valentina &#8211; 1948   </p>
<p>Saltimbancos &#8211; 1950  </p>
<p>São Paulo dos meus amores -1954  </p>
<p>Somos todos irmãos &#8211; 1949  </p>
<p>Tempos das águas &#8211; 1962  </p>
<p>Zamir    </p>
<p>Zanzalás &#8211; 1938</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Valsa da Vassoura, Dilan Camargo, poesia infantil]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/31/5984/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:13:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/31/5984/</guid>
<description><![CDATA[Valsa da vassoura                                   Dilan Camargo Senhora Dona Vassoura Elegante Dam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/bruxa-com-gato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5983" title="bruxa com gato" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/bruxa-com-gato.jpg" alt="bruxa com gato" width="260" height="326" /></a></p>
<h5>Valsa da vassoura</h5>
<p>                                  Dilan Camargo</p>
<p>Senhora Dona Vassoura</p>
<p>Elegante Dama Loura</p>
<p>ao vê-la assim tão linda</p>
<p>minha tristeza se finda.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Vamos dançar uma valsa?</p>
<p>Pra poder acompanhá-la</p>
<p>este jovem se descalça</p>
<p>com medo de pisá-la.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Deixe enlaçar, dançarina</p>
<p>a sua cintura fina.</p>
<p>Deixe tomar , bem sensíveis</p>
<p>os seus braços invisíveis.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ao soar a melodia</p>
<p>surpresa todos verão:</p>
<p>rodopia, rodopia</p>
<p>um belo par no salão.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#8211; Em: <strong><em>Poesia fora da estante</em></strong>, coord. Vera Aguiar, Simone Assumpção e Sissa Jacoby, Porto Alegre, Editora Projeto:2007</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Dilan </strong>Deibal D’ Ornellas<strong> Camargo</strong> — ( Itaqui, RS, 1948) advogado, professor, escritor, poeta, teatrólogo e letrista.</p>
<p>Obra:</p>
<p><em>Em mãos</em>, poesia, 1976</p>
<p><em>Na mesma Voz</em>,  poesia, 1981</p>
<p><em>Sopro nos Poros</em>,  poesia, 1985</p>
<p><em>O Embrulho do Getúlio</em>, poesia infantil, 1989</p>
<p><em>Rebanho de Pedras, p</em>oesia, 1990</p>
<p><em>O Vampiro Argemiro,</em> poesia </p>
<p><em>Eu pessoa, pessoa eu</em>, poesia, 1997</p>
<p><em>Poesia e Cidade, </em>poesia, 1997</p>
<p><em>Bamboletras</em>, poesia, 1998</p>
<p><em>O tempo começa no coração, p</em>oesia, 1999</p>
<p><em>A Fala de Adão</em>, poesia, 2000</p>
<p><em>Antologia do Sul – Poetas Contemporâneos do RS, </em>poesia<em>, </em>2001</p>
<div><em>A Galera Tagarela</em>, poesia, 2003<br />
<em> </em></div>
<div><em>Coletânea da Poesia Gaúcha do RS, poesia, </em>2005 <br />
<em> </em></div>
<div><em>Balaio de Idéias</em>, poesia,  2007 </div>
<div><em> </em></div>
<div><em>BrinCRiar</em>, poesia infantil, 2007</div>
<div><em> </em></div>
<div><em>A Casa da Suplicação, </em>teatro<br />
<em> </em></div>
<div><em>A Oitava Praga</em>, teatro</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Niños poetas]]></title>
<link>http://andreaaguilar.wordpress.com/2009/10/29/ninos-poetas/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:01:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrea Aguilar</dc:creator>
<guid>http://andreaaguilar.wordpress.com/2009/10/29/ninos-poetas/</guid>
<description><![CDATA[Poema dedicado a Caperucita Vive Caperucita lejos de su abuelita. Hoy no fue a verla porque le dolía]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#0000ff;"><em>Poema dedicado a Caperucita</em></span></strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#3399ff;"></p>
<p>Vive Caperucita<br />
lejos de su abuelita.<br />
Hoy no fue a verla<br />
porque le dolía una muela.<br />
El lobo esperaba y esperaba<br />
pero la niña no llegaba.<br />
Como se aburría<br />
se fue dando un paseo<br />
hasta la casa de su tía.<br />
Allí estaba Pimpinela,<br />
Blanca Nieves y la abuela.<br />
Ésta le dijo al oído:<br />
-Caperucita no ha venido.<br />
-¡Qué graciosa la abuelita!<br />
No sé a quién comerme primero<br />
si a ella o a Caperucita.</span></strong></span></p>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong> Jugando con las rimas de los nombres</strong></span></em></p>
<p><span style="font-size:x-small;color:#660066;font-family:Arial;"><strong>Aquí va con alegría <br />
esta gran poesía.<br />
Estamos todos los de clase <br />
juntitos pase lo que pase.<br />
Empezamos con José Manuel <br />
que es el rey del cartel.<br />
Después sigue Teresa, <br />
la que no come fresas.<br />
Guillermo Felipe <br />
el que pilla la gripe<br />
y su hermana Laura <br />
que se ha comprado una jaula.<br />
Es el turno de Giovanna, <br />
domadora de pulgas enanas.<br />
Otra Laura, esta es Flores <br />
que come helados de mil sabores.<br />
Aquí está Quique, <br />
el que le da al palique <br />
y su amigo Saúl <br />
que se mete en un baúl.<br />
Le sigue Ángel Márquez Galera <br />
que se cae por la escalera <br />
y se encuentra con Ainara Molina <br />
que es una gran bailarina.<br />
Los dos bailan con Iván Moncada <br />
que vive junto a la cascada.<br />
Es el turno de Verónica, <br />
la chica más armónica, <br />
aunque no le guste a Fran <br />
que resbaló en el tobogán.<br />
¡Y cómo se reía<br />
María Estefanía!<br />
También Mª Palacios Alamillo <br />
que le encantan los anillos.<br />
Es vecina de Alex Reche <br />
el que toma mucha leche.<br />
Y también de Pablo Rodrigo <br />
que tiene un abrigo.<br />
Al minuto viene Patxi Roldán <br />
comiéndose un flan, <br />
gritando:¡Pedro Rostoll Navarro, <br />
corre, corre, que te agarro!<br />
Aquí llega otra María <br />
que toma leche fría.<br />
Ya vamos por Laureano <br />
que toca bien el piano.<br />
Llegamos a Antonio, <br />
malo como un demonio.<br />
La última es Elena <br />
que se hincha a madalenas.<br />
Nuestra profe se llama Gloria <br />
que lee poesías en la noria.</strong></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-57" title="4bf41_osito" src="http://andreaaguilar.wordpress.com/files/2009/10/4bf41_osito.jpg?w=112" alt="4bf41_osito" width="112" height="150" /></span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;"><em><strong>Armario</strong></em></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#993300;">En un armario<br />
se pueden meter muchas cosas&#8230;</p>
<p>Mesas, sombreros,<br />
camisas y percheros,<br />
animales con pelo<br />
y hasta un cartero.</p>
<p>Un letrado<br />
con un helado<br />
y si buscas con interés<br />
encontrarás a San Andrés.<br />
Elefantes elegantes<br />
y un ratón<br />
con su camión.<br />
Ballenas con cartera<br />
Y un salmón<br />
pescando un tiburón.</p>
<p>Eso y mucho más<br />
es lo que puedes encontrar<br />
dentro de un armario.</span></strong></p>
<p></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A arteira e a arte -- poema infantil de Dilan Camargo]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/29/a-arteira-e-a-arte-poema-infantil-de-dilan-camargo/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 05:52:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/29/a-arteira-e-a-arte-poema-infantil-de-dilan-camargo/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração Maurício de Sousa. &nbsp; A arteira e a arte                                      Dilan C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/maquiagem-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5976" title="maquiagem 4" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/maquiagem-4.jpg" alt="maquiagem 4" width="510" height="450" /></a></p>
<p><strong><em>Ilustração Maurício de Sousa.</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<h5>A arteira e a arte</h5>
<p>                                     Dilan Camargo</p>
<p>&#160;</p>
<p>Mamãe me empresta tua bolsa</p>
<p>teu colar e teus sapatos</p>
<p>depois me passa batom</p>
<p>que vou tirar um retrato.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Deixa eu me olhar no espelho</p>
<p>deixa só por um instante.</p>
<p>Quero batom mais vermelho</p>
<p>quero um colar mais brilhante.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A sala é uma passarela</p>
<p>requebro e faço proeza</p>
<p>sou artista de novela</p>
<p>a rainha da beleza.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Será que o sonho termina</p>
<p>quando desço dos sapatos?</p>
<p>Será que baixa a cortina</p>
<p>quando chega o fim do ato?</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Em: <strong><em>Poesia fora da estante</em></strong>, coord. Vera Aguiar, Simone Assumpção e Sissa Jacoby, Porto Alegre, Editora Projeto:2007</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Dilan </strong>Deibal D&#8217; Ornellas<strong> Camargo</strong> &#8212; ( Itaqui, RS, 1948) advogado, professor, escritor, poeta, teatrólogo e letrista.</p>
<p>Obra:</p>
<p><em>Em mãos</em>, poesia, 1976</p>
<p><em>Na mesma Voz</em>,  poesia, 1981</p>
<p><em>Sopro nos Poros</em>,  poesia, 1985</p>
<p><em>O Embrulho do Getúlio</em>, poesia infantil, 1989</p>
<p><em>Rebanho de Pedras, p</em>oesia, 1990</p>
<p><em>O Vampiro Argemiro,</em> poesia </p>
<p><em>Eu pessoa, pessoa eu</em>, poesia, 1997</p>
<p><em>Poesia e Cidade, </em>poesia, 1997</p>
<p><em>Bamboletras</em>, poesia, 1998 </p>
<p><em>O tempo começa no coração, p</em>oesia, 1999</p>
<p><em>A Fala de Adão</em>, poesia, 2000</p>
<p><em>Antologia do Sul &#8211; Poetas Contemporâneos do RS, </em>poesia<em>, </em>2001</p>
<div><em>A Galera Tagarela</em>, poesia, 2003<br />
<em> </em></div>
<div><em>Coletânea da Poesia Gaúcha do RS, poesia, </em>2005 <br />
<em> </em></div>
<div><em>Balaio de Idéias</em>, poesia,  2007 </div>
<div><em> </em></div>
<div><em>BrinCRiar</em>, poesia infantil, 2007</div>
<div><em> </em></div>
<div><em>A Casa da Suplicação, </em>teatro<br />
<em> </em></div>
<div><em>A Oitava Praga</em>, teatro</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da borboleta]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/27/quadrinha-da-borboleta/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:34:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/27/quadrinha-da-borboleta/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Borboleta multicor tu me lembras, ao passar, um bilhetinho de amor dobrado em dois, a voar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/borboleta-e-menino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5919" title="borboleta e menino" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/borboleta-e-menino.jpg" alt="borboleta e menino" width="348" height="406" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Borboleta multicor</p>
<p>tu me lembras, ao passar,</p>
<p>um bilhetinho de amor</p>
<p>dobrado em dois, a voar&#8230;</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>(J. G. de Araújo Jorge)  </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los libros favoritos de Adriana Arrieta Munguía]]></title>
<link>http://letrasminusculas.com/2009/10/22/los-libros-favoritos-de-adriana-arrieta-munguia/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:57:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Heidi Garza</dc:creator>
<guid>http://letrasminusculas.com/2009/10/22/los-libros-favoritos-de-adriana-arrieta-munguia/</guid>
<description><![CDATA[Leí Si entras al castillo…, de la autora mexicana Adriana Arrieta Munguía, por recomendación de unas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Leí Si entras al castillo…, de la autora mexicana Adriana Arrieta Munguía, por recomendación de unas]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La hormiga y su amiga (de Gloria Fuertes).]]></title>
<link>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/la-hormiga-y-su-amiga-de-gloria-fuertes/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 21:08:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/la-hormiga-y-su-amiga-de-gloria-fuertes/</guid>
<description><![CDATA[La amiga de la hormiga no era otra hormiga, era una niña mendiga. . La niña mendiga no tenía nada, m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- !  		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">La amiga de la hormiga</p>
<p style="margin-bottom:0;">no era otra hormiga,</p>
<p style="margin-bottom:0;">era una niña mendiga.</p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;">La niña mendiga</p>
<p style="margin-bottom:0;">no tenía nada,</p>
<p style="margin-bottom:0;">más que un corazón</p>
<p style="margin-bottom:0;">que se lo pisaba.</p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;">La niña mendiga</p>
<p style="margin-bottom:0;">se llama Marieta,</p>
<p style="margin-bottom:0;">soñaba ir al “cole”</p>
<p style="margin-bottom:0;">tener bicicleta.</p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;">Se iba al parque pronto</p>
<p style="margin-bottom:0;">con sus pies descalzos</p>
<p style="margin-bottom:0;">y un viejo sombrero,</p>
<p style="margin-bottom:0;">se sentaba cerca</p>
<p style="margin-bottom:0;">del gran hormiguero.</p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historia de un perrito (de Gloria Fuertes).]]></title>
<link>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/estrujabanhistoria-de-un-perrito/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/estrujabanhistoria-de-un-perrito/</guid>
<description><![CDATA[Regalaron a los niños un cachorro de seis días. El perrito casi no andaba ni veía. Le criaron con bi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Regalaron a los niños</p>
<p>un cachorro de seis días.</p>
<p>El perrito casi no andaba ni veía.</p>
<p>Le criaron con biberón</p>
<p>y puré de salchicha,</p>
<p>pero no le acariciaban,</p>
<p>le estrujaban. ¡Qué paliza!</p>
<p>El perro a los niños</p>
<p>les alegraba, les hacía niñerías.</p>
<p>Los niños al perro le hacían perrerías.</p>
<p>Creció el perro paso a paso,</p>
<p>y los niños ya no le hacían caso.</p>
<p>Cuando la familia</p>
<p>se fue de vacaciones,</p>
<p>le abandonaron en la carretera</p>
<p>entre unos camiones.</p>
<p>Y dijo el perro ladrando en voz alta</p>
<p>(que quien lo escuche se asombre):</p>
<p><em>&#8220;Me dan ganas de dejar de ser</em></p>
<p><em>el mejor amigo del hombre&#8221;</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viajando (de Gloria Fuertes).]]></title>
<link>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/viajando/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:02:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://ainoalba.wordpress.com/2009/10/16/viajando/</guid>
<description><![CDATA[Domitilo llegó al río Nilo, montado en un cocodrilo. Pelines llegó a la China montado en una gallina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Domitilo llegó al río Nilo,</p>
<p>montado en un cocodrilo.</p>
<p>Pelines llegó a la China</p>
<p>montado en una gallina.</p>
<p>Antón llegó a León</p>
<p>montado en un camaleón.</p>
<p>Ramona llegó a Barcelona</p>
<p>montada en una mona.</p>
<p>Marujilla llegó a Cercedilla</p>
<p>montada en una ardilla.</p>
<p>Simeona llegó a Gerona</p>
<p>montada en una leona.</p>
<p>Un estudiante llegó a Alicante</p>
<p>montado en un elefante.</p>
<p>Pepona llegó a Tarragona</p>
<p>montada en una leona.</p>
<p>Enriqueta llegó a la meta</p>
<p>montada en una avioneta.</p>
<p>Y Gloria la autora,</p>
<p>llegó al fin</p>
<p>en un delfín.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha para o Dia do Mestre]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/15/quadrinha-para-o-dia-do-mestre/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 02:06:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/15/quadrinha-para-o-dia-do-mestre/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração, Maurício de Sousa.   No dia Quinze de Outubro, Eu quero de coração, Abraçar a minha Mest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/escola-com-chuva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5914" title="escola com chuva" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/escola-com-chuva.jpg" alt="escola com chuva" width="449" height="172" /></a></p>
<p><em><strong>Ilustração, Maurício de Sousa.</strong></em></p>
<p> </p>
<p>No dia Quinze de Outubro,</p>
<p>Eu quero de coração,</p>
<p>Abraçar a minha Mestra</p>
<p>Em sinal de gratidão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha sobre o sorriso]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/11/quadrinha-sobre-o-sorriso/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 18:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/11/quadrinha-sobre-o-sorriso/</guid>
<description><![CDATA[  &#8220;Muito riso, pouco sizo&#8221;, diz-nos o velho ditado. Mas eu digo que um sorriso sempre dá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/gato-cheshire.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5031" title="gato cheshire" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/gato-cheshire.jpg" alt="gato cheshire" width="510" height="408" /></a></p>
<p> </p>
<p>&#8220;Muito riso, pouco sizo&#8221;,</p>
<p>diz-nos o velho ditado.</p>
<p>Mas eu digo que um sorriso</p>
<p>sempre dá bom resultado&#8230;</p>
<p> </p>
<p>(Luciana Long)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Corpo Humano, em versos infantis de Walter Nieble de Freitas]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/10/o-corpo-humano-em-versos-infantis-de-walter-nieble-de-freitas/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 16:58:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/10/o-corpo-humano-em-versos-infantis-de-walter-nieble-de-freitas/</guid>
<description><![CDATA[ Ilustração, Maurício de Sousa, adaptada.   O Corpo Humano                                          ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em> </em></strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpohumanomenino-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" title="corpohumano,menino 3" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpohumanomenino-3.jpg" alt="corpohumano,menino 3" width="510" height="647" /></a><em><strong>Ilustração, Maurício de Sousa, adaptada.</strong></em></p>
<p> </p>
<p><strong><em>O Corpo Humano</em></strong></p>
<p>                                                     Walter Nieble de Freitas</p>
<p> </p>
<p>Toda criança estudiosa,</p>
<p>Que deseja passar de ano,</p>
<p>Deve saber que em três partes</p>
<p>Se divide o corpo humano.</p>
<p> </p>
<p>São: cabeça, tronco e membros</p>
<p>&#8211; É bem fácil a lição &#8211;</p>
<p>Vejamos parte por parte,</p>
<p>Preste, pois, muita atenção.</p>
<p> </p>
<p>Na memória, guarde bem,</p>
<p>É importante, não se esqueça!</p>
<p>Somente de crânio e face</p>
<p>Se constitui a cabeça.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-menina-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" title="corpo humano menina 5" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-menina-5.jpg" alt="corpo humano menina 5" width="509" height="697" /></a></p>
<p><strong><em>Ilustração, Maurício de Sousa, modificada.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>No crânio, ficam o cérebro</p>
<p>E outros órgãos protegidos;</p>
<p>Estão na face o nariz,</p>
<p>A boca, os olhos e ouvidos.</p>
<p> </p>
<p>O tronco está dividido</p>
<p>&#8211; Veja as Ciências Naturais &#8211;</p>
<p>Em tórax e abdome,</p>
<p>Duas partes, nada mais.</p>
<p> </p>
<p>Localizam-se no tórax</p>
<p>&#8211; Não vá fazer confusão &#8211;</p>
<p>Dois órgãos muito importantes:</p>
<p>Os pulmões e o coração.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" title="corpo-humano-1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-1.jpg" alt="corpo-humano-1" width="297" height="400" /></a></p>
<p> </p>
<p>Fazem parte do abdome:</p>
<p>Estômago, pâncreas e rins</p>
<p>E também os intestinos</p>
<p>Com outros órgãos afins.</p>
<p> </p>
<p>Em dois planos diferentes</p>
<p>Os membros estão situados:</p>
<p>Superiores e inferiores</p>
<p>São eles asssim chamados.</p>
<p> </p>
<p>São dos membros superiores</p>
<p>&#8211; Aprenda bem a lição &#8211;</p>
<p>O ombro, o braço, o antebraço</p>
<p>E também a nossa mão.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" title="corpo-humano-2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/corpo-humano-2.jpg" alt="corpo-humano-2" width="361" height="400" /></a></p>
<p> </p>
<p>Vejamos os inferiores</p>
<p>&#8211; Você quer saber, não é? &#8211;</p>
<p>São estas as suas partes:</p>
<p>Quadril, coxa, perna e pé.</p>
<p> </p>
<p>O nosso corpo precisa</p>
<p>Banho com água e sabão,</p>
<p>Bastante exercício, ar puro</p>
<p>E boa alimentação.</p>
<p> </p>
<p>Mas, ao lado de tudo isto,</p>
<p>Não descuide da instrução,</p>
<p>Porque assim você terá</p>
<p>Mente sã em corpo são.</p>
<p> </p>
<p>Em: <strong><em>Barquinhos de papel: poesias infantis</em></strong>, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, SP, Editora Difusora Cultural:1961.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil: nós e a macacada]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/07/quadrinha-infantil-nos-e-a-macacada/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:17:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/07/quadrinha-infantil-nos-e-a-macacada/</guid>
<description><![CDATA[Macaquinhos, MW Editora e Ilustrações.   A vida &#8212; coisa engraçada &#8211; é um contraste perma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/macaquinhos-mw-editora-ilustracoes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5117" title="macaquinhos MW Editora &#38; Ilustrações" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/macaquinhos-mw-editora-ilustracoes.jpg" alt="macaquinhos MW Editora &#38; Ilustrações" width="510" height="580" /></a><strong><em>Macaquinhos, MW Editora e Ilustrações.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>A vida &#8212; coisa engraçada &#8211;</p>
<p>é um contraste permanente:</p>
<p>nós rimos da macacada,</p>
<p>que ri imitando a gente.</p>
<p> </p>
<p>(Remy Prates Pinheiro)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre o galo e a manhã]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/04/quadrinha-infantil-sobre-o-galo-e-a-manha/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 12:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/04/quadrinha-infantil-sobre-o-galo-e-a-manha/</guid>
<description><![CDATA[   Ilustração, Hergé.     A serenata de um galo vai, de quebrada em quebrada, e de intervalo a inter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/galo-cantando-herge.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5424" title="galo cantando, hergé" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/galo-cantando-herge.jpg" alt="galo cantando, hergé" width="312" height="582" /></a></p>
<p><strong><em> Ilustração, Hergé.</em></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A serenata de um galo</p>
<p>vai, de quebrada em quebrada,</p>
<p>e de intervalo a intervalo,</p>
<p>acordando a madrugada!</p>
<p> </p>
<p>(Sebastião Paiva)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O SAPO SAPÉCA]]></title>
<link>http://reinodalira.wordpress.com/2009/10/03/o-sapo-sapeca/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 11:51:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>reinodalira</dc:creator>
<guid>http://reinodalira.wordpress.com/2009/10/03/o-sapo-sapeca/</guid>
<description><![CDATA[O sapo sapéca deu um beijo na pereréca. Um sapo sapéca com sapato de atleta! E dá um, dois, três pul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O sapo sapéca deu um beijo na pereréca.</p>
<p>Um sapo sapéca com sapato de atleta!</p>
<p>E dá um, dois, três pulos pra frente.</p>
<p>E deixa quatro, cinco, seis grilos pra trás!</p>
<p>O sapo sapéca é o novo rei da floresta.</p>
<p>Sapo sapéca a a Iaiá e a pereréca!</p>
<p>E lhe dá um, dois, três beijos na testa!</p>
<p>E deixa qautro, cinco, seis rãs com ciúme.</p>
<p>O sapo é sapéca e levado mas não breca!</p>
<p>O sapo é sapéca e essa lagoa tão quieta?!</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1694" title="70736 - Sapo I" src="http://reinodalira.wordpress.com/files/2009/10/70736-sapo-i1.jpg?w=229" alt="70736 - Sapo I" width="229" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Figurinhas]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/09/29/figurinhas/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 04:00:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/09/29/figurinhas/</guid>
<description><![CDATA[A maravilhosa Cecília Meireles encantou a todos: adultos e crianças. O enfoque é completamente difer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A maravilhosa Cecília Meireles encantou a todos: adultos e crianças. O enfoque é completamente diferente, mas quem tinha uma inteligência ímpar como essa escritora consegue atingir o público leitor que bem entender.</p>
<p>Abaixo, reproduzimos mais um excelente poema infantil de Cecília Meireles, da série &#8220;Ou Isto Ou Aquilo&#8221;, dedicada às crianças:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1515" title="1142047_happy_elves" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2009/09/1142047_happy_elves.jpg" alt="1142047_happy_elves" width="300" height="214" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Figurinhas</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>II<br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Onde está meu quintal</strong></p>
<p><strong>amarelo e encarnado,</strong></p>
<p><strong>com meninos brincando</strong></p>
<p><strong>de chicote-queimado,</strong></p>
<p><strong>com cigarra nos troncos</strong></p>
<p><strong>e formigas no chão,</strong></p>
<p><strong>e muitas conchas brancas </strong></p>
<p><strong>dentro da minha mão?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> E Júlia e Maria</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> e Amélia onde estão?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Onde está meu anel</strong></p>
<p><strong>e o banquinho quadrado </strong></p>
<p><strong>e o sabiá na mangueira</strong></p>
<p><strong>e o gato no telhado?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> &#8211; e a moringa de barro, </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> e o cheiro do alvo pão?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> E tua voz, Pedrina,</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> sobre o meu coração?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> Em que altos balanços</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> se balançarão?&#8230;</strong></p>
<p>Telma</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
