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	<title>poesia-popular &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/poesia-popular/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poesia-popular"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:22:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Um pouco da poesia do Pessoa!]]></title>
<link>http://astromath.wordpress.com/2009/11/06/uma-pouco-da-poesia-do-pessoa/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:28:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>astromath</dc:creator>
<guid>http://astromath.wordpress.com/2009/11/06/uma-pouco-da-poesia-do-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[Como disse a Ângela Rô Rô :&#8230;Quero mais Pessoa mais Maria, mais vinho mais poesia&#8230; &nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><ul style="text-align:left;"><img class="alignnone size-full wp-image-66" title="Fernando_Pessoa[1]" src="http://astromath.wordpress.com/files/2009/11/fernando_pessoa1.jpg" alt="Fernando_Pessoa[1]" width="435" height="472" /></p>
<p>Como disse a Ângela Rô Rô  :&#8230;Quero mais Pessoa mais Maria, mais vinho mais poesia&#8230;
<p>&#160;</p>
<p>Então,  vamos à uma poesia do Fernando Pessoa!</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Como é por dentro outra pessoa&#8230;</strong></p>
<p>Como é por dentro outra pessoa</p>
<p>Quem é que o saberá sonhar?</p>
<p>A alma de outrem é outro universo</p>
<p>Com que não há comunicação possível,</p>
<p>Com que não há verdadeiro entendimento.</p>
<p>Nada sabemos da alma</p>
<p>Senão da nossa;</p>
<p>As dos outros são olhares,</p>
<p>São gestos, são palavras,</p>
<p>Com a suposição de qualquer semelhança</p>
<p>No fundo.</p>
<dd><em>Fernando Pessoa, 1934</em> </dd>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cantoria e Astronomia. Que combinação!!]]></title>
<link>http://astromath.wordpress.com/2009/10/07/cantoria-e-astronomia-que-combinacao/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 22:55:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>astromath</dc:creator>
<guid>http://astromath.wordpress.com/2009/10/07/cantoria-e-astronomia-que-combinacao/</guid>
<description><![CDATA[Desde de muito tempo os poetas, os enamorados&#8230; Usam os astros, o céu&#8230;, para falar de amo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/s9nbvXvKX-0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/s9nbvXvKX-0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Desde de muito tempo os poetas, os enamorados&#8230; Usam os astros, o céu&#8230;, para falar de amor, de suas musas e de seus sonhos.</p>
<p>Andando pelo Sertão Nordestino, ouvi muita cantoria, cantadores e cordelistas.</p>
<p>Tomei um &#8220;banho&#8221; de cultura popular, de rimas e versos&#8230;</p>
<p>Nesse contato com a arte nordestina tive o prazer de conhecer uma música que representa a criatividade e também o nível de informação dos cantadores, o que não é de surpreender.</p>
<p>Mas que mais chamou minha atenção foi o fato de os termos usados serem bem atuais e de uso de uma minoria no Brasil.</p>
<p>Bem vou deixar que a música fale por si só.</p>
<p>Música: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=s9nbvXvKX-0">Astronauta</a></p>
<p>Autores: Os <a href="www.osnonatos.com.br">Nonatos</a></p>
<p>Eu como astronauta visitei planetas<br />
Transpus os limites do céu multicor,<br />
Viajei a bordo dos meus pensamentos,<br />
Fiz do coração um disco voador,<br />
Em meio às galáxias do mundo universo,<br />
Encontrei em marte a musa do amor,<br />
Seu nome possui sinônimo de água,<br />
Mas ela parece ser mesmo é de marte,<br />
Madeixas da noite, estéticas de estrela,<br />
Beleza que igual não tem em outra parte,<br />
Eu estou em órbita entre a Terra e Júpiter,<br />
Vigiando os astros que seguem seu passos,<br />
No céu de sua boca meus lábios decolam,<br />
E a nuvem de beijo encobre os espaços,<br />
E essa massa cósmica que envolve os planetas,<br />
Constituem os elos dos nossos abraços.</p>
<p>Seu nome possui sinônimo de água,<br />
Mas ela parece ser mesmo é de marte,<br />
Madeixas da noite estéticas de estrela,<br />
Beleza que igual não tem em outra parte,<br />
Na mitologia marte é o deus guerra,<br />
Mas ela é a deusa da minha paixão,<br />
Seu rosto tem traços da face da lua,<br />
Seus olhos tem brilho de constelação,<br />
E ela como a nave discovery já fez,<br />
Uma aterrissagem no meu coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Muere La Negra]]></title>
<link>http://hormigas.wordpress.com/2009/10/04/muere-la-negra/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 21:29:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porfirio Hernández</dc:creator>
<guid>http://hormigas.wordpress.com/2009/10/04/muere-la-negra/</guid>
<description><![CDATA[Mercedes Sosa, nacida en Tucumán en 1935, murió este día. Una noticia lamentable. Que viva por siemp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mercedes Sosa, nacida en Tucumán en 1935, murió este día. Una noticia lamentable. Que viva por siemp]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A quase extinta Literatura de Cordel]]></title>
<link>http://paginaaberta.wordpress.com/2009/06/07/a-quase-extinta-literatura-de-cordel/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 15:52:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Chris Duarte</dc:creator>
<guid>http://paginaaberta.wordpress.com/2009/06/07/a-quase-extinta-literatura-de-cordel/</guid>
<description><![CDATA[Tentei fazer uma rima pra poder contar essa história mas do fundo da memória não é fácil combinar A ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tentei fazer uma rima<br />
pra poder contar essa história<br />
mas do fundo da memória<br />
não é fácil combinar</p>
<p>A palavra chega solta<br />
mas amigada com outra<br />
é possivel de montar</p>
<p>Você vai ver uma matéria<br />
de tristeza e alegria<br />
e com muita maestria<br />
vai poder lhe encantar</p>
<p>No interior de Alagoas<br />
tá escondida uma leitura<br />
que é feita com ternura<br />
da cabeça popular</p>
<p>Estou falando do cordel<br />
a poesia do nordeste<br />
que até um cabra da peste<br />
é capaz de se agradar</p>
<p>Nessa rima combinada<br />
surge uma grande inspiração<br />
que era vendida no cordão<br />
e muito fácil de encontrar</p>
<p>Mas pra tristeza da vida<br />
abro agora uma ferida<br />
que além de ser profunda<br />
é difícil de sarar</p>
<p>O cordel tá se acabando<br />
dando fim ao seu legado<br />
mas quem resiste ao rimado<br />
não se cansa de tentar</p>
<p><em><strong>Parte 1</strong></em><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_aikUXGdrqk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_aikUXGdrqk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><em><strong>Parte 2</strong></em><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6-EFeozEExQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6-EFeozEExQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Queixas.]]></title>
<link>http://zeninumi.wordpress.com/2009/05/25/queixas/</link>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 16:12:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>zeninumi</dc:creator>
<guid>http://zeninumi.wordpress.com/2009/05/25/queixas/</guid>
<description><![CDATA[Só tu sentes o que sentes Porque só tu tens as dores, Os outros andam dormentes Como se fossem douto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Só tu sentes o que sentes</p>
<p>Porque só tu tens as dores,</p>
<p>Os outros andam dormentes</p>
<p>Como se fossem doutores.</p>
<p> </p>
<p>Outros pensam que estás a mentir</p>
<p>Quando a ti te doem os dentes,</p>
<p>Mas só tu é que podes sentir</p>
<p>As dores que realmente sentes.</p>
<p> </p>
<p>Poucos vão acreditar</p>
<p>Naquilo que tu te queixas,</p>
<p>Se só te sabes queixar</p>
<p>Mas aos outros tu não deixas.</p>
<p> </p>
<p>As queixas a apresentar</p>
<p>Têm que ter razão de ser,</p>
<p>Ou ficarão a pensar</p>
<p>Que não tens razão para as ter.</p>
<p> </p>
<p>Os que se podem queixar</p>
<p>Do que os outros não deixam,</p>
<p>Acabam por não deixar</p>
<p>Perceber porque se queixam.</p>
<p> </p>
<p>Zeninumi 25/5/2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Verso por el príncipe azul]]></title>
<link>http://hortensia.wordpress.com/2009/05/08/verso-por-el-principe-azul/</link>
<pubDate>Fri, 08 May 2009 04:23:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tamara</dc:creator>
<guid>http://hortensia.wordpress.com/2009/05/08/verso-por-el-principe-azul/</guid>
<description><![CDATA[Al que le quede la capa que se la ponga. Un corazón con corona tengo para regalarte, con la flecha d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:right;"><em>Al que le quede la capa que se la ponga.</em></p>
</blockquote>
<p><em>Un corazón con corona<br />
tengo para regalarte,<br />
con la flecha de Cupido<br />
voy a herirte y no matarte.</em></p>
<p>Lo pensaba la otra noche<br />
Si es que un príncipe serías<br />
Y cosas lindas dirías,<br />
Sin llegar a ser fantoche.<br />
Pasa a buscarme en tu coche<br />
Que ya el día me abandona,<br />
Yo espero como Madonna<br />
El momento de besarte<br />
Y en un beso obsequiarte<br />
<em>Un corazón con corona.</em></p>
<p>Principito si supieras<br />
Lo que quiero en esta vida<br />
Me hallarías tan perdida<br />
Quizás ya no me quisieras,<br />
Mas si lejos tú estuvieras<br />
No dudaría en buscarte<br />
Y vagaría hasta encontrarte,<br />
Pues te tengo algo pendiente:<br />
Un amor que siente y siente<br />
<em>Tengo para regalarte.</em></p>
<p>Yo te quiero simple y puro<br />
No me importa tu corcel<br />
Me basta contigo, doncel,<br />
No debes hacerte el duro<br />
Tú así me gustas, lo juro,<br />
Aunque te quedes dormido;<br />
Esto no tiene sentido<br />
Desconozco mi razón<br />
Se cruzó mi corazón<br />
<em>Con la flecha de Cupido</em>.</p>
<p>Yo me pondría contenta<br />
Si te quitaras tu capa<br />
Diría: &#8220;Él ya no se escapa<br />
Y complacerme intenta&#8221;.<br />
También espero que sientas<br />
Mis ganas de conquistarte<br />
Pronto voy a presentarte<br />
Mis armas más seductoras;<br />
Con lo que tú más añoras<br />
<em>Voy a herirte y no matarte.</em></p>
<h5>Despedida</h5>
<p>Con un guiño me despido<br />
Y yo espero luego verte,<br />
Entre mis brazos tenerte<br />
Y que seas mi querido.<br />
Como antes ya ha sido<br />
Ya sabes de qué se trata,<br />
Sé que el recuerdo te ata,<br />
Príncipe azul de mi vida,<br />
Si haces &#8220;la desconocida&#8221;<br />
Esta princesa te mata.</p>
<p><em><strong>Explicaciones sobre el formato y todo en la <a href="http://hortensia.wordpress.com/2009/05/08/canto-a-lo-poeta-el-guitarron-los-maestros-la-memoria/" target="_blank">entrada anterior</a>.</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A mesma rosa amarela -- poema de Carlos Pena Filho]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/02/23/a-mesma-rosa-amarela-poema-de-carlos-pena-filho/</link>
<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 00:12:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/02/23/a-mesma-rosa-amarela-poema-de-carlos-pena-filho/</guid>
<description><![CDATA[    A rosa amarela, 2008 Fernanda Guedes Caneta Fredix sobre tela, 20 x 25 cm     A mesma rosa amare]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2432" title="a-rosa-amarela-2008-fernanda-guedes-caneta-tela-20x25" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/02/a-rosa-amarela-2008-fernanda-guedes-caneta-tela-20x25.jpg" alt="a-rosa-amarela-2008-fernanda-guedes-caneta-tela-20x25" width="320" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;">A rosa amarela</span></em></strong><span style="font-family:Georgia;">, 2008</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Fernanda Guedes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Caneta Fredix sobre tela, 20 x 25 cm </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div></div>
<div><span style="font-family:Georgia;"></span></div>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Georgia;">A mesma rosa amarela</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span>                                 </span>Carlos Pena Filho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Você tem quase tudo dela, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">o mesmo perfume, a mesma cor,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">a mesma rosa amarela,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">só não tem o meu amor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Mas nestes dias de carnaval</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">para mim, você vai ser ela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">O mesmo perfume, a mesma cor,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">a mesma rosa amarela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Mas não sei o que será</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">quando chega a lembrança dela</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">e de você apenas restar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">a mesma rosa amarela,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">a mesma rosa amarela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Em:<span>  </span><strong><em>Melhores poemas</em></strong>, Carlos Pena Filho, ed. Edilberto Coutinho, Editora Global: 2000, São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Georgia;">Carlos Pena Filho</span></strong><span style="font-family:Georgia;"> ( PE 1929-PE 1960) poeta brasileiro.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Obras:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-family:Georgia;">O tempo da busca</span></em><span style="font-family:Georgia;">, 1952 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-family:Georgia;">Memórias do boi Serapião</span></em><span style="font-family:Georgia;">, 1956 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-family:Georgia;">A vertigem lúcida</span></em><span style="font-family:Georgia;">, 1958 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-family:Georgia;">Livro geral</span></em><span style="font-family:Georgia;">, 1959</span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tanto tiempo]]></title>
<link>http://hortensia.wordpress.com/2008/12/07/tanto-tiempo/</link>
<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 04:19:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tamara</dc:creator>
<guid>http://hortensia.wordpress.com/2008/12/07/tanto-tiempo/</guid>
<description><![CDATA[Mi imagen más reciente. Anoche donde la Natalia. Obviad el fondo. Tanto tiempo que no andaba por aqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.flickr.com/photos/hortensia/3087854735/"><img title="Mi imagen más reciente." src="http://farm4.static.flickr.com/3059/3087854735_dafbdb86b4_m.jpg" alt="Mi imagen más reciente. Anoche donde la Natalia. Obviad el fondo. " width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Mi imagen más reciente. Anoche donde la Natalia. Obviad el fondo. </p></div>
<p>Tanto tiempo que no andaba por aquí. Me gustaría hacer como la Bridget Jones y hacía esas listas de cosas, pero no soy muy buena para listar. Ya que andamos por fin de año casi y hace un par de horas en el Hipódromo Chile tiraron los fuegos artificales previos al St. Leger (sé que es un clásico de la hípica, nada más, eh, así que no pregunten) pensé que ya, que hasta cuándo el blog solo por aquí.</p>
<p>Entonces, lo que estaba haciendo (y debería pero hay que vivir un poco para no morir en el intento) era corregir ocho mil trabajos del Perinv. Y han pasado hartas cosas, más o menos hartas cosas. El jueves voy a cantar en la presentación de fin de año del Taller de Guitarrón, un verso aprendido y tal vez estaré improvisando. Me da todos los nervios del mundo. Empecé a cantar a lo poeta hace poco menos de tres meses y no le he podido dar toda la dedicación que me gustaría, así que miedo miedo. Será algo así como mi debut, jajaja.</p>
<p>Los Inquietos, entretanto, en total stand-by. Porque hemos estado aprendiendo del guitarrón y del canto a lo poeta, además haciendo entrevistas y escribiendo para la propia memoria y, en suma, dedicados a eso. Apenas si hemos tenido tiempo para juntarnos a cantar y ahí le hemos dado (aunque sea un poco de rato) a la improvisación y a repasar la común (entonación), aunque yo ahí estoy en veremos, aún no me sale  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  He conocido el momento en que me reprocho no haber aprendido guitarra en mi vida antes&#8230;</p>
<p>Del amor han pasado cosas. Misteriosas, otras de la vida, como que se te acabe la pila (o casi). Y saber que la única forma de recobrarse es apoyarse, darse la libertad y ta, hoy en la mañana nos dimos muchos besos al despedirnos en Baquedano. Me recordaba que hace tres años que empezamos a salir, a gustarnos. Y él me sigue haciendo feliz. Es curioso que después de la tensión, después de decirse todo, uno cae en la cuenta. Llevo unas cuantas semanas con un muy buen gusto nuevo y especial de abrazarlo. La vida nomás y él me la mejora. Hay que tener fe en un parcito de cosas, solo un parcito, y la vida anda. Gracias, te amo, por confiar, por tooodos los días (desde el de 97 en adelante, ¿no? por ahí).</p>
<p>Aún no tengo trabajo, o sea, sí, pero no. Debido a las apreturas económicas tendré que rechazar un empleo periodístico y entregarme a algún tipo de trabajo veraniego (McD o KFC me pagarían mejor, pero no me gusta el olor a fritura, así que ando viendo viendo dónde podría ser). O sea, si no tuviera la necesidad me quedo en ese trabajo del periodismo, pero estoy y estaré falta de dinero, hay que ayudar con la economía del hogar y si mis padres no me han dado dinero en años, no es el momento (no están en la situación de hace unos años).</p>
<p>De leer, bastante. Además de décimas, novelas de Sartre. Por estas semana quedé un poco en suspenso también, porque habíamos estado terminando los trabajos universitarios. Ya queda solo uno + la entrega final del año de la memoria. El 18 de este mes tenemos una ceremonia de egreso que poca emoción me causa pero estoy embarcada ya, o sea, me queda un puro día de clases al parecer. Todo bien. Universidad is over, done. Y voy a ser profesional, como quería cuando chica, jajajaja.</p>
<p>No sé hacer una lista, pero cuando aprenda (ojalá entre mañana y pasado) la pongo, para reír un rato solamente, a modo ilustrativo.</p>
<p>Les mando saludos, ¿se manda saludos por blog? Bueno, es como una carta para el lector en realidad, de update.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[19 de novembro: o dia do cordelista]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/11/19/19-de-novembro-o-dia-do-cordelista/</link>
<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 23:34:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/11/19/19-de-novembro-o-dia-do-cordelista/</guid>
<description><![CDATA[Uma pequena homenagem aos nossos  cordelistas. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..   Agora com mensalão T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;">Uma pequena homenagem aos nossos <span> </span>cordelistas.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/11/dsc05235.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1759" title="dsc05235" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/11/dsc05235.jpg" alt="dsc05235" width="510" height="382" /></a></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"></span></em></strong></p>
<p><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Agora com mensalão</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Tudo virou um mistério</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>O homem rico do Brasil</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Agora é Marcos Valério</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Nossa justiça não brinca</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Eu digo que o caso é sério</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>O povo tá arretado</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>E coberto de razão</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Dinheiro sendo roubado</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Para pagar o mensalão</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Eu só vou me conformar</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>Depois de pegar o ladrão</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em>FIM</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;">Duas últimas estrofes de – Mensalão: um vírus no Brasil, em literatura de cordel de Davi Teixeira. <span> </span>Capa: xilogravura do autor. ©2005<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:#003300;font-family:Georgia;">David Teixeira da Silva nasceu em Bezerros em 1959 começou a escrever seus poemas em 1998, alguns deles já foram publicados no jornal <strong>A Folha</strong> de Pernambuco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Para mais informações sobre <strong><a title="O dia do cordelista" href="http://livroerrante.blogspot.com/2008/11/dia-do-cordelista.html" target="_blank">O dia do cordelista</a></strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zamba para no morir]]></title>
<link>http://hormigas.wordpress.com/2008/09/10/zamba-para-no-morir/</link>
<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 05:01:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porfirio Hernández</dc:creator>
<guid>http://hormigas.wordpress.com/2008/09/10/zamba-para-no-morir/</guid>
<description><![CDATA[Romperá la tarde mi voz hasta el eco de ayer. Voy quedándome solo al final, muerto de sed, harto de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Romperá la tarde mi voz hasta el eco de ayer. Voy quedándome solo al final, muerto de sed, harto de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[POESIA - SUB-LITERATURA OU UM ESTILO MENOR?]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/08/18/poesia-sub-literatura-ou-um-estilo-menor/</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 00:56:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/08/18/poesia-sub-literatura-ou-um-estilo-menor/</guid>
<description><![CDATA[Nem uma, nem outra. Se remontarmos a época da civilização helênica, também dita grega, veremos na su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;">Nem uma, nem outra. Se remontarmos a época da civilização helênica, também dita grega, veremos na sua mitologia que a poesia, ou gênero lírico ou apenas lírica, não só era considerada uma das artes divinais como lhe era atribuída inclusive uma das ninfas. O que dava ao poeta um status diferenciado entre os gregos.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
Na Grécia antiga a poesia foi a forma predominante de literatura. Os três gêneros (lírico, dramático e épico) eram escritos em forma de poesia. A narrativa, entretanto, foi tomando importância, ficando a poesia mais relacionada com o gênero lírico. Ainda hoje é feita esta associação entre poema, sentimentos e rimas, o que não deixa de ser coerente, embora não obrigatória.<!--more--></h3>
<h3 style="text-align:justify;">
A poesia tinha uma forma fixa: seus versos eram metrificados, isto é, observavam os acentos, a contagem silábica, o ritmo e as rimas. A contagem silábica dos versos foi sempre muito valorizada até ao início do século XX quando a obra que não se encaixasse nas normas de metrificação não era considerada poesia. Isto mudou com a influência do Modernismo- movimento cultural, surgido na Europa que buscava ruptura com o classicismo. Atualmente o ritmo dos versos foi liberado e temos os chamados &#8220;versos livres&#8221; que não seguem nenhuma métrica. Estes últimos tomaram diferentes formas atualmente, indo da poesia concreta ao abstratismo.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
O Poema é uma obra literária apresentada geralmente em verso e estrofes(ainda que possa existir prosa poética, assim designada pelo uso de temas específicos e de figuras de estilo próprias da poesia). Efetivamente, existe uma diferença entre poesia e poema. Este último, segundo vários autores, é uma obra em verso com características poéticas. Ou seja, enquanto o poema é um objeto literário com existência material concreta, a poesia tem um carácter imaterial e transcendente, quase como dizia acima &#8211; divinal.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
Fortemente relacionado com a música, a poesia tem suas raízes históricas nas letras de acompanhamento de peças musicais (trovadores e menestréis). Até a Idade Média, era literalmente cantada. Só depois o texto foi separado do acompanhamento musical. Tal como na música, o ritmo tem uma importância fulcral, mesmo em versos livres ou brancos, embora às vezes assíncronos.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
O sentido da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral &#8211; mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música. Não raro grandes músicos também foram grande poetas, sendo a recíproca também verdadeira.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
Os gêneros de poesia permitem uma classificação dos poemas conforme suas características. Por exemplo, o poema épico é, geralmente, narrativo, de longa extensão, grandiloqüente, aborda temas como a guerra ou outras situações extremas. Dentro do genéro épico, destaca-se a epopéia. Já o poema lírico pode ser muito curto, podendo querer apenas retratar um momento, um flash da vida, um instante emocional. Poesia é a expressão um sentimento, como por exemplo o amor.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
Definição sucinta de poesia: é a arte de exprimir sentimentos por meio da palavra ritmada. Essa definição torna-se insuficiente quando se volta o olhar para a poesia social, a política ou a metapoesia. Com o advento da poesia concreta, o próprio ritmo da palavra foi anulado como definição de poesia, valorizando mais o sentido. O poema passa a ter função de exprimir sucintamente e entre linhas o pensamento do eu-lírico. A narrativa também pode fazer isso, mas a maioria dos poemas, com exceção dos épicos, não se baseia num enredo. A mensagem do autor é muito mais importante do que a compreensão de algum fato.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para recorrer a recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o carácter &#8220;fingidor&#8221; da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa (&#8220;O poeta é um fingidor&#8221;).</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática. Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade da fala.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
Após, você ter lido o exposto, que conclusão tira? Poesia &#8211; arte ou sub-arte? literatura ou sub-literatura? estilo literário ou &#8220;blá, blá, blá&#8230;&#8221;? (eu particularmente voto nas primeiras alternativas, por motivos óbvios ou seriam pessoais?)</h3>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“FLORES ROUBADAS do JARDIM ALHEIO” ]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/23/flores-roubadas-do-jardim-alheio/</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:37:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/23/flores-roubadas-do-jardim-alheio/</guid>
<description><![CDATA[PEÇO AQUI A LICENÇA PARA REPRODUZIR NA ÍNTEGRA O ARTIGO DO IVO BARROSO DO PALAVRASTODASPALAVRAS, QUE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">PEÇO AQUI A LICENÇA PARA REPRODUZIR NA ÍNTEGRA O ARTIGO DO IVO BARROSO DO <a href="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2008/07/22/esta-e-denuncia-do-site-flores-roubadas-do-jardim-alheio-por-ivo-barroso/" target="_blank">PALAVRASTODASPALAVRAS</a>, QUE NÃO SÓ PRIMA PELA CONTUNDÊNCIA DA DENÚNCIA COMO TAMBÉM PELA REFLEXÃO QUE TRAZ SOBRE A CULTURA NO BRASIL E O FUTURO DE NOSSA LITERATURA.<br />
</span></h3>
<div class="entry" style="text-align:justify;">
<h4 class="snap_preview">
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;text-align:center;margin:3pt 4.5pt;" align="center">
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;text-align:center;margin:3pt 4.5pt;" align="center"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;"><em>“As Flores do Mal” – Charles Baudelaire – texto integral – Tr. Pietro Nassetti &#8211; Editora Martin Claret (São Paulo, 2001) – 192 págs. R$19,00<br />
</em><br />
</span></span>
</p>
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;margin:3pt 4.5pt;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">Já tivemos aqui a oportunidade de mostrar como algumas obras literárias estão sendo criminosamente “apropriadas” por editores inescrupulosos e reeditadas sob o nome de falsos tradutores. No caso anterior, vimos como a tradução genial do “Cyrano de Bergerac”, de Edmond Rostand, devida ao falecido professor pernambucano Carlos Porto Carreiro, foi simplesmente “clonada” e atribuída a um desconhecido Sr. Fábio M. Alberti, que já devia ficar contente se seu nome aparecesse como autor das notas de pé de página que figuram na edição. Nelas há esclarecimentos sobre personagens e fatos um tanto ou quanto incomuns, pelo menos para a classe de leitores desses livros ditos “populares”, vendidos em bancas de jornal. Apressamo-nos em esclarecer que nada temos conta esse tipo de venda e achamos mesmo que se trata de um serviço prestado ao leitor médio, que pode assim adquirir livros de grandes autores a preços inegavelmente convidativos. O que não nos parece ético é o escamoteio e a usurpação do nome dos tradutores originais desses livros, seja pela prática da sua atribuição a outrem, seja pelo </span></span><!--more--><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">artifício vergonhoso do plágio disfarçado. </span></span></p>
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;margin:3pt 4.5pt;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">Nessa última categoria podemos incluir, consistentemente, a edição de “As Flores do Mal”, o clássico livro de poemas de Charles Baudelaire, lançada “no verão de 2001” pela Martin Claret, de S. Paulo, em tradução ali atribuída a Pietro Nassetti, que, não se tratando de um pseudônimo de Jamil Almansur Haddad, responde certamente pelo nome de seu plagiário indecoroso, tal a maneira inequívoca com que se apropria da obra alheia.</span></span></p>
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;margin:3pt 4.5pt;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">É sabido que temos no Brasil pelo menos duas edições integrais de “As Flores do Mal”. A mais conhecida e, a nosso ver, a mais bem realizada, a de Ivan Junqueira, foi editada pela Nova Fronteira, sendo de 1985 a última reimpressão, com o texto original de face à tradução. Foi essa a escolhida para figurar no volume “Charles Baudelaire – Poesia e Prosa”, que organizamos para a Editora Nova Aguilar e que foi editado em 1995, em papel bíblia, reunindo em português praticamente toda a obra do Poeta. A outra, mais antiga, de 1958, editada pela Difusão Européia do Livro na coleção Clássicos Garnier, é de Jamil Almansur Haddad, poeta paulista, autor de “A lua do remorso” (1951), que além de Baudelaire traduziu também “As Líricas”, de Safo, “O Cântico dos cânticos”, de Salomão, o “Rubaiyat”, de Omar Khayyam, o “Cancioneiro” de Petrarca, o “Decamerão” de Boccaccio e as “Odes” de Anacreonte. O leitor, ainda que não versado no assunto, pode bem imaginar o que representa de tempo e esforço a tarefa de traduzir poesia, principalmente no caso de um autor como Haddad que respeita a métrica e a rima existentes no original. Mas hoje parece estar se generalizando a prática certamente recriminável de se tomar um texto preexistente e maquiá-lo, mudando aqui uma palavra mais difícil, ali uma construção mais arrevesada, e, passando por cima dos ditames métricos e rímicos, apresentá-lo ao leitor numa “nova” edição popular, supostamente feita por outro tradutor. </span></span></p>
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;margin:3pt 4.5pt;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">No presente caso a contrafação é tão explícita que chega a ser vergonhosa. Tomemos por exemplo o poema “Hino à Beleza”, dos mais característicos do estilo baudelairiano, com seus termos específicos e construções originais. As três primeiras quadras são iguais, ipsis litteris, coincidência que seria impossível de obter-se mesmo no caso de uma prova de tradução à qual se habilitassem centenas de candidatos. “Infernal et divin” é traduzido por ambos como “celestial e daninho”; “le couchant et l´aurore” por “matutina e noturna” e o verso “Qui font le héros lâche et l´enfant courageux” é impressionantemente resolvido da mesma forma: “Se à criança dão valor, tornam o herói covarde”. E naquele que encerra o terceiro quarteto: “Et tu gouvernes tout et ne réponds de rien” – o copiador chegou a incidir no mesmo erro de interpretação do seu modelo, traduzindo “réponds” por “respondes”, quando a construção francesa “réponds de rien” equivale a “submeter-se a nada”. “Bénissons ce flambeau!” é “Bendito lampadário” em ambos e “tombeau” (túmulo) é transformado também por ambos em “sudário”. Há momentos, no entanto, em que o copiador servil resolve “melhorar” (como talvez pense) o texto saqueado. Em geral isso ocorre diante de palavras que ele julga “difíceis” ou pouco atuais. Assim, onde Jamil escreveu “O amoroso anelante a pender sobre a bela”, o tradutor-xerox reescreve: “O namorado ofegante a pender sobre a bela”, não se importando com isso de sacrificar a métrica do verso. Neste mesmo poema há inúmeros exemplos dessa espécie: “Pisando mortos vais, com ar de desacato” (Jamil) e “Caminhas sobre os mortos, com ar de desacato” ( pseudo tradutor). O “papel carbono” parece ter achado que o “vão” (adjetivo) de “Sobre teu ventre vão dança amorosamente” poderia ser entendido pelos seus leitores como verbo e “conserta” para “Sobre teu ventre orgulhoso dança amorosamente”, conseguindo o fenômeno de um alexandrino de 14 versos. Outro: “Beleza! monstro ingênuo e de feição adunca!” lhe soa muito precioso e ele emenda para: “Beleza! monstro ingênuo, assustador e horrendo!” Mas pasmem que temos no início da quinta quadra o que se poderia chamar de dupla coincidência: No verso “Uma efêmera vai ao teu encontro, ó vela”, tanto na tradução de Jamil quanto na de seu “vampiro” Pietro Nassetti há uma nota de pé de página dizendo exatamente o mesmo: “Efêmera: substantivo comum, espécie de inseto”, que, se não fosse cópia servil seria um caso de duplicidade até na indigência definidora. Estender a amostragem seria recair ad infinitum na certeza que desde já se patenteia de que os poemas apresentados nesta edição de “As Flores do mal” foram subtraídos do berço alheio e criados por pais adotivos em proveito próprio.</span></span></p>
<p style="text-indent:30pt;line-height:130%;margin:3pt 4.5pt;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:10pt;line-height:130%;">Essa prática inescrupulosa da apropriação de traduções alheias – pela cópia deslavada ou enganosa maquiagem – parece estar se ampliando junto a editores de livros em série ou coleções ditas populares. Há muitos títulos de obras clássicas que circulam por aí que, se examinados com cuidado, revelariam – como um triste palimpsesto – o nome apagado e explorado do tradutor original.</span></span></p>
</h4>
</div>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cosmogonía, herencia y emoción]]></title>
<link>http://hortensia.wordpress.com/2008/07/12/cosmogonia-herencia-y-emocion/</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 02:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tamara</dc:creator>
<guid>http://hortensia.wordpress.com/2008/07/12/cosmogonia-herencia-y-emocion/</guid>
<description><![CDATA[La Carmen Rosa Nos estamos preparando para el proyecto de memoria. Llegué a un extracto de un docume]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://flickr.com/photos/hortensia/2663024404/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3296/2663024404_dc4a95910b_m.jpg" alt="La Carmen Rosa " width="240" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">La Carmen Rosa </p></div>
<p>Nos estamos preparando para el proyecto de memoria. Llegué a un extracto de un documental de Claudio Mercado que se llama <a href="http://www.antropologiavisual.cl/cantando_me_amaneciera.htm" target="_blank">&#8220;Cantando me amaneciera&#8221;</a> (2007). Ya hace cinco años había visto otra realización suya sobre uno de los Guitarroneros de Pirque, don Chosto Ulloa, en realidad ya no tenía muchos recuerdos sobre él, pero hoy vi ese pedazo y me dio algo profundo.<br />
Además de que las décimas son algo que todavía me cuesta hacer,  o sea, no las hago de forma natural y fluida como otro tipo de versos, me vino un recuerdo muy grande de mi (bis) abuelita la cantora, la Carmen Rosa.<br />
Si no fuera por ella, nunca habría cantado mi madre y nunca habríamos cantado ni mi hermano ni yo. Le debemos eso, le debemos hartas cosas. Que mi hermano se molestara cuando le tomaba la guitarra y se la dejaba traspuesta, &#8220;siempre me la desafinaba&#8221;, dice. Que yo me animara a escribir, aunque ella no sabía y lo que cantaba lo sacaba desde la mente. Una vez le enseñé a escribir la letra &#8220;A&#8221;, fue lo de menos, algo mínimo, porque ella nos contaba historias, ella nos cantaba otras tantas.<br />
Al menos a mí, que pasé tanto tiempo cerca suyo y de la Mama, mi tía abuela. Muchas veces me sentaba en el suelo de su pieza, el suelo de madera y me arrimaba a su catre de bronce. La Carmen Rosa estaba acostada pero estiraba la mano y me rascaba la cabeza mientras me hacía alguna canción, suavecito con su voz ya medio quebrada, pero nunca me ha gustado tanto escuchar cantar a alguien, yo no saqué un timbre tan bonito, pero me arreglo con lo que obtuve. Sería malo malo no tener nada.<br />
Me acordé más de ella con una historia de don Chosto sobre el diluvio universal. La Carmen Rosa no sabía leer, pero contaba la Biblia a menudo y sus relatos eran tan buenos. Hoy lo escuchaba a él y era el mismo tono, el mismo jugueteo, la misma forma de ver esas escrituras. Donde yo tantas veces he visto &#8220;una buena recopilación de relatos&#8221;, ellos ven algo mágico, algo trascendente. Nadie con más fe. Mi abuelita me hacía canciones a veces, cosas para &#8220;mi niña&#8221;, versos para &#8220;mi weñi&#8221;, pero también había muchos versos para dios y yo en realidad si me sentí cerca de la divinidad cuando más chica fue por sus narraciones y observaciones que por el colegio y sus rituales fruncis.<br />
Dios estaba ahí en el campo cuando arrancaba de una bestia negra, que sin duda debía ser satanás. (Osvaldo Ulloa dijo haberlo visto también, yo no puedo encontrar personas más sensibles y no puedo sentirme más mutilada en mis percepciones cuando los oigo hablar). O fuegos que por ahí andaban.<br />
Y es que a nosotros nos ha costado un poco mantener vivo todo eso. Mucho Miami, mucha palmera, mucha gringuidad&#8230;<!--more--></p>
<p>&#8230;Y mi hermano nunca fue a conocer para allá, pero yo sí y me quedó grabado para siempre. Que primero fuimos a Linares y en la otra cuadra de la casa del tío Beto había un potrero con un chancho suelto y yo entré en pánico. De ahí vino el viaje viaje, subimos por el Achigüeno (Achibueno en los mapas y la oficialidad) hasta el Pejerrey, y conocí la Vega, todos los lugares por donde la Carmen Rosa cantaba y en los que seguramente yo nunca cantaré. Con la Mama y con ella, y con gente que nos recibió y con el chivito que mataron para mí y que no quise comer porque vi cómo lo mataban.<br />
Para qué hablo de la herencia perdida de mis primos, yo creo que ni quieren saber que salimos de la precordillera y ta. Mi primo ni siquiera quiere decir que es de este barrio, menos que su abuela anduvo entre las vacas. I don&#8217;t like that&#8230; I don&#8217;t know why can&#8217;t they realize that makes us richer than other people and specially among the people they use to hang with, duh. (No creo que vayan a leerlo siquiera, no están muy interesados en la lectura ni en nada en realidad). Mi prima la más viva dice en su Facebook que nació en Melbourne y eso me dio al menos risa, no sé por qué les avergüenza, pero yo creo que ni son capaces de comprenderlo. Y estoy segura de que mi prima, la que realmente es gringa, se siente más afín con toda esta historia, aunque casi no la ha vivido de cerca.<br />
Por lo que todo este asunto de la memoria de título creo que va a ser importante para mí. Con una muestra tan pequeña me quedé así, con todo picándome vivo adentro. Con la deuda que siento que tengo con mi abuelita, con que me aplico muy poco con las canciones, con mi canto y con el aprendizaje, con que tengo poca fe también y me pongo poco mágica, con que no tengo tanto corazón como debería para que ella no me encontrara na fiera.<br />
Porque tengo todo lo que ella me dejó y hago tan poco con eso, porque tuve poca cabeza por mi poca edad para aprenderme las décimas que ella me cantaba, porque no todavía no aprendo guitarra y ha sido por pura pereza, porque siempre le digo que le voy a escribir algo a la Carmen Rosa y todavía no me sale. Y a ella siempre le salían los versos para regalarme. Es que yo quiero pasarle lo más bueno y me enredo, cuando sé que le gustaría lo más sencillo. A mí me gustaba todo lo que me cantaba y hasta hoy me enloquezco un poco cuando pienso que antes de morirse empezó a llamarme Carmencita y en mí veía a alguien que yo no era o alguien que yo no veía y que sí era. Y todavía ando buscando y por mientras no hago tanto, pero lo intento. Las canciones son una cosa, y ahora me di cuenta de que este otro trabajo será otra, pues con solo un poco me sentí de nuevo al lado de ella, sentada en el piso de madera arrimada al catre de esa pieza, con sus manos en mi mollera y alguna canción perdida que yo no le he escrito todavía.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LITERATURA LÍRICA LUSÓFONA EM SITUAÇÃO PRECÁRIA]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/11/353/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:59:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/11/353/</guid>
<description><![CDATA[alertam autores no Festival de Poesia de Berlim Berlim, 11 Jul (Lusa) &#8211; A situação da lírica n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#333333;">alertam autores no Festival de Poesia de Berlim</span></h3>
<div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Berlim, 11 Jul (Lusa) &#8211; A situação da lírica nos países de língua portuguesa é pouco lisonjeira quanto à divulgação, embora as realidades sejam diferentes, referiram vários autores num debate no Festival de Poesia de Berlim, este ano com enfoque lusófono.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>A situação da poesia pós-colonial em Moçambique, por exemplo, &#8220;não se pode dissociar da situação da leitura no país, que tinha 70 por cento de analfabetos aquando da independência&#8221;, sublinhou Armando Artur, poeta e vice-presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Para o autor moçambicano, se o objetivo é dar mais espaço à poesia, &#8220;poder-se-iam criar, por exemplo, mecanismos concretos para divulgar mais os autores africanos no interior da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), até agora uma entidade quase teórica&#8221;. </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>No Brasil, apesar da imensidão do país, da profusão de autores e dos avanços tecnológicos, a poesia já viveu melhores dias, afirmou, por seu turno, o autor brasileiro </strong><!--more--><strong>Paulo Henriques Britto, no debate que decorreu na quinta-feira à noite na Academia das Artes de Berlim.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>&#8220;Há uma grande pluralidade de obras poéticas, que já não se podem associar apenas a esta ou àquela corrente, mas o público praticamente desapareceu, é um mundo fechado&#8221;, explicou o consagrado poeta brasileiro, que é também professor de literatura no Rio de Janeiro.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Já a portuguesa Ana Luísa Amaral preferiu frisar a importância da poesia &#8220;como antídoto à flutuação das imagens e reduto de justeza&#8221;, lamentando, simultaneamente, &#8220;a falta de vontade&#8221; política para apoiar a produção lusófona.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Mesmo assim, a poetisa portuguesa reconheceu o papel meritório que a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) tem tido na divulgação de autores lusófonos.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>A responsável pela Direção de Serviços do Livro da DGLB, Maria Carlos Loureiro, lembrou que os programas de apoio a autores de língua portuguesa facultam a publicação de 50 obras por ano no Brasil, &#8220;sem distinção de nacionalidades&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>O debate, moderado pelo ex-director do Instituto Goethe de Lisboa, Kurt Scharf, &#8220;aqueceu&#8221; um pouco mais quando os poetas lusófonos presentes foram convidados a pronunciar-se sobre o Acordo Ortográfico.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Tony Tcheka disse estar &#8220;100 por cento a favor&#8221; do Acordo, criticando a existência entre alguns intelectuais portugueses de &#8220;um sentimento de posse&#8221; da língua que considerou &#8220;absolutamente despropositado&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>O poeta e jornalista guineense fez questão de sublinhar que os autores africanos lusófonos &#8220;também conquistaram a Língua Portuguesa&#8221;, e por isso são contra qualquer tentativa de &#8220;guardiões do templo&#8221; para se apoderarem dela.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Armando Artur secundou estas afirmações, acrescentando que, para os autores africanos, &#8220;a controvérsia em torno do acordo ortográfico &#8220;é irrelevante, porque há outras preocupações prioritárias&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>O acordo, no entanto, &#8220;tem a virtude de permitir que, mais tarde, quando houver uma revisão, sejam introduzidos mais termos africanos&#8221; no Português, disse ainda.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>A portuguesa Ana Luísa Amaral, quase a terminar, fez questão de rejeitar qualquer tipo de proteccionismo da Língua Portuguesa ou de receios que o mercado português seja invadido por autores brasileiros em detrimento dos nacionais, por exemplo.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>No entanto, pôs em dúvida a eficácia do principal objectivo do Acordo Ortográfico &#8211; aproximar a língua escrita da língua falada -, lembrando que o Inglês escrito &#8220;é muito diferente do Inglês falado&#8221;, mas a principal língua do mundo vem renunciando a uma reforma ortográfica desde o Século XVI.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>FONTE: <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=967118" target="_blank">AGÊNCIA LUSA DE NOTÍCIA</a></strong></span></p>
</div>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SARAMAGO QUER MAIS POESIA ESTUDADA NAS ESCOLAS]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/11/saramago-quer-mais-poesia-estudada-nas-escolas/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/07/11/saramago-quer-mais-poesia-estudada-nas-escolas/</guid>
<description><![CDATA[LISBOA, 11 Jul (Lusa) &#8211; O escritor José Saramago defendeu na noite de quinta-feira, em Lisboa,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><span>LISBOA, 11 Jul (Lusa) &#8211; O escritor José Saramago defendeu na noite de quinta-feira, em Lisboa, que a poesia portuguesa seja mais estudada nas escolas, dando como exemplo o poeta Jorge de Sena como um dos autores que deveria figurar entre os de leitura obrigatória.</span></strong></p>
<p><strong>&#8220;Têm-me dito que são sobretudo os romances a surgir nas leituras obrigatórias nas escolas. É tempo de dar passo à poesia&#8221;, apelou o Nobel da Literatura durante uma sessão de homenagem a Jorge de Sena realizada quinta-feira à noite no <!--more-->Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), promovida pela Fundação José Saramago, e que contou com a presença do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e ainda diversos especialistas da obra de Jorge de Sena como Eduardo Lourenço, Vítor Aguiar e Silva e Jorge Fazenda Lourenço.</strong></p>
<p><strong>Perante uma audiência que encheu totalmente o Salão Nobre do TNSC, Saramago justificou a escolha de Jorge de Sena para a sessão/debate intitulada &#8220;Um Regresso&#8221;: &#8220;É um grande poeta, um grande escritor, uma grande cabeça e um grande coração&#8221;, sublinhou, sobre o autor nascido em Lisboa, em 1919, e falecido nos Estados Unidos em 1978.</strong></p>
<p><strong>Considerado um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura portuguesa do século XX, exilou-se no Brasil em 1959 e foi viver nos Estados Unidos em 1965, onde leccionou literatura. São de sua autoria, entre uma vasta obra de poesia, ficção, teatro e ensaio, &#8220;Metamorfoses&#8221;, &#8220;Arte de Música&#8221; e &#8220;Peregrinatio ad Loca Infecta&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Estava prevista a leitura de uma mensagem da viúva, Mécia de Sena, mas Saramago explicou que tal não foi possível porque os incêndios que têm devastado Santa Bárbara (Califórnia), onde reside, obrigaram-na a abandonar a residência habitual, que esteve ameaçada pelo fogo.</strong></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200807118539491" target="_blank">AGÊNCIA LUSA DE NOTÍCIA</a></strong>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lúas II]]></title>
<link>http://costadocuco.wordpress.com/2008/07/03/luas-ii/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 09:08:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>costadocuco</dc:creator>
<guid>http://costadocuco.wordpress.com/2008/07/03/luas-ii/</guid>
<description><![CDATA[Aluméame, aluméame, estreliña da fortuna, aluméame, aluméame mentres que non sae a lúa. Ilustración:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://costadocuco.files.wordpress.com/2008/07/lua-chea.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-64" src="http://costadocuco.wordpress.com/files/2008/07/lua-chea.jpg?w=223" alt="" width="223" height="300" /></a></p>
<blockquote>
<p><em>Aluméame, aluméame,</em></p>
<p><em>estreliña da fortuna,</em></p>
<p><em>aluméame, aluméame</em></p>
<p><em>mentres que non sae a lúa.</em></p></blockquote>
<p>Ilustración: <em>Booke Dyer.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II CONCURSO NACIONAL DE POESIA SOBRE O VINHO]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/06/20/concurso-nacional-poesia-vinho/</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 15:42:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/2008/06/20/concurso-nacional-poesia-vinho/</guid>
<description><![CDATA[A cultura do vinho no cenário das civilizações REGULAMENTO I – Disposições Gerais: 01 &#8211; Promov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><img class="aligncenter" style="border:0 none;" src="http://thelmomattos.wordpress.com/files/2008/06/fpessoa.png" alt="" width="398" height="553" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:18pt;color:#333333;">A cultura do vinho no cenário das civilizações</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">REGULAMENTO </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">I – Disposições Gerais:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">01 &#8211; Promovido pela Prefeitura de Bento Gonçalves, Fundação Casa das Artes &#8211; Biblioteca Pública Castro Alves, XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA e FENAVINHO BRASIL 2009 fica instituído o II CONCURSO NACIONAL DE POESIA — nas categorias estreante e não estreante, obedecendo ao presente regulamento. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">02 &#8211; O concurso abrangerá o gênero POESIA e versará sobre o VINHO, com o tema : “A cultura do vinho no cenário das civilizações”. Terá por objetivo promover a atividade literária em nosso país, congregando esforços na divulgação da FENAVINHO BRASIL 2009 e valorizar a criatividade e o conhecimento sobre o vinho, difundindo este conhecimento entre os visitantes da FENAVINHO BRASIL 2009. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">03 – É considerado estreante o concorrente que não tenha nenhum trabalho publicado, premiado ou divulgado pela imprensa, na referida modalidade. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">04 – Este concurso destina-se a todas as pessoas nascidas ou residentes em qualquer estado do Brasil.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">05 – Os trabalhos serão julgados por comissão composta de membros de reconhecida capacidade intelectual e literária. Não caberá recurso às decisões da comissão julgadora.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">06 &#8211; Serão critérios para o julgamento: criatividade, correção lingüística, originalidade e relação direta com o tema.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">07 &#8211; A comissão julgadora do concurso procederá a seleção dos melhores trabalhos de cada categoria. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">08 – Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela comissão julgadora e/ou pelos organizadores do concurso. A inscrição implicará, por parte do concorrente, a aceitação dos termos deste regulamento. 09 – Informações sobre o concurso poderão ser obtidas com:</span></strong><!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Artur Gomes &#8211; fulinaima@gmail.com</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Ademir Antonio Bacca – adebach@gmail.com</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Claudia Gonçalves &#8211; cacaugoncalves@gmail.com</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Jiddu Saldanha &#8211; jidduks@uol.com.br</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">10 &#8211; Os autores premiados renunciam e cedem os respectivos direitos autorais, quanto à exposição e publicação, cujos direitos, nos prazos e condições legais, passam a pertencer à Fundação Casa das Artes – Biblioteca Pública Castro Alves e FENAVINHO BRASIL 2009. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">11- Os concorrentes concordam em permitir a utilização de seus nomes, fotografias ou filmagem, para a divulgação do prêmio, sem qualquer ônus para os promotores. 12 &#8211; A critério da comissão julgadora serão distribuídas menções honrosas. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">II – Dos Trabalhos : </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">01 – Cada trabalho deverá ser composto por três poemas, formando um conjunto.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">02 &#8211; Os trabalhos devem ser inéditos. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">03 &#8211; Para trabalhos remetidos pelo correio, a data da postagem será considerada como a da inscrição. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">04 – Não haverá devolução do material inscrito. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">05 &#8211; Cada concorrente poderá participar com, no máximo, três conjuntos, somente em uma categoria, com o mesmo pseudônimo. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">III- Das Inscrições:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">01 &#8211; Os candidatos poderão inscrever-se na Biblioteca Pública Castro Alves de Bento Gonçalves até o dia 10 de Setembro de 2008 ou remeter ao seguinte endereço: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">BIBLIOTECA PÚBLICA CASTRO ALVES </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">CONCURSO NACIONAL DE POESIA </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">RUA RAMIRO BARCELOS, 600</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">BENTO GONÇALVES &#8211; RS CEP: 95700-000 </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">02 &#8211; No ato da inscrição, os trabalhos devem apresentar as seguintes características:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">• Digitados (fonte arial ou times new roman, tamanho 12 — entre linhas 1,5) em folha branca, tamanho A4, em quatro vias. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">• Os trabalhos deverão ser acompanhados de outro envelope fechado, contendo a ficha de inscrição preenchida em letra de forma ou digitada. Na parte externa dos dois envelopes deverá constar apenas o título do trabalho, pseudônimo e categoria. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">•No trabalho deverá constar somente o título da obra, o pseudônimo e a categoria. • O não cumprimento das orientações implicará na desclassificação do trabalho. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">V – Da Divulgação do resultado: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">01 &#8211; A divulgação dos melhores trabalhos será feita em ato oficial durante a abertura do XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA, na noite do dia 6 de outubro de 2008. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">VI – Da Premiação:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">1 &#8211; Caberá ao premiados de cada categoria a seguinte premiação: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Categoria estreante </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">1º lugar: 03 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">2º lugar: 02 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">3º lugar: 01 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Categoria não estreante </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">1º lugar: 05 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu 2º lugar: 02 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">3º lugar: 02 caixas de vinho + 1 garrafa de vinho da Imperatriz + troféu </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">02 &#8211; A entrega dos prêmios será feita durante a realização da FENAVINHO BRASIL 2009, em solenidade a ser realizada na Praça da Poesia, onde haverá a exposição dos poemas premiados. Na ocasião, será realizado recital com o tema do concurso. O deslocamento, hospedagem e alimentação correrão por conta dos premiados. Os premiados que não comparecerem à entrega da premiação receberão seus prêmios em suas casas, com frete a cobrar</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">INFORMAÇÕES: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Biblioteca Pública Castro Alves Rua Ramiro Barcelos, 600 – Bento Gonçalves &#8211; RS CEP 95700-000 (54)3451-8977 – (54)3452-5344 e-mail: bpcastroalves@terra.com.br</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">Caixa Postal 41 – Bento Gonçalves – RS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">CEP 95700-000</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">(54) 3451-3864 – (54) 8123-0034</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">e-mail: adebach@gmail.com</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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