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	<title>politeismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/politeismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "politeismo"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 07:56:55 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Deus, Um Delírio - Capítulo 2 - Pt. 2 - Dawkins tenta confundir monoteísmo com politeísmo]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/15/deus-um-delirio-capitulo-2-pt-2-dawkins-tenta-confundir-monoteismo-com-politeismo/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 00:01:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nessa seção, Dawkins resolve falar do politeísmo, mas o que tenta fazer na maior parte do tempo é me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1998" title="politeismo" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/11/politeismo.jpg" alt="politeismo" width="186" height="179" /></p>
<p>Nessa seção, Dawkins resolve falar do politeísmo, mas o que tenta fazer na maior parte do tempo é mesmo tentar confundir politeísmo com monoteísmo. Antes disso, porém, ele tenta dizer que politeístas e ateístas são tratados da mesma maneira pela religião monoteísta.</p>
<p>Tentando responder a isso, Dawkins cita o autor de “Por que Não sou Muçulmano”, Ibn Warraq:</p>
<blockquote><p>Ibn Warraq (autor de Why I am not a Muslim [Por que não sou muçulmano]) a conjecturar sagazmente que o monoteísmo está por sua vez fadado a subtrair mais um deus e se transformar em ateísmo.</p></blockquote>
<p>Alguém precisava ensinar ao Dawkins estratégia de argumentação, pois os estratagemas que ele usa não só são ruins, como também podem ser usados contra ele, na maior parte dos casos.</p>
<p>Primeiro vou falar da ruindade do estratagema quando ele é usado como argumento: não passa de um raciocínio falacioso, que naturalmente é oriundo de uma confusão do que significa ser ateu, que é alguém que não acredita em Deus ou deuses.</p>
<p>Dawkins tenta modificar o conceito de ateísmo, para ser a prática em não acreditar em Deuses de forma, que, considerando todas as definições de Deus ou deuses já conceituados pelo homem, a pessoa se tornaria cada vez mais ateu a cada não-aceitação de um desses conceitos.</p>
<p>O problema que esmaga esse raciocínio de Dawkins é que ele é logicamente inconsistente, pois vejam: imaginem um grupo de pessoas que acredita que partes do cosmos são universos, e, no futuro é substituída por uma nova crença de que não há vários universos, mas sim um só.</p>
<p>Segundo a “lógica” de Dawkins, essa pessoa estaria a caminho de uma crença na idéia de que não há um universo algum? Claro que não.</p>
<p>O que Dawkins tenta implementar não é nada mais que a falácia reductio ad absurdum.</p>
<p>É justamente por isso que o argumento de Ibn Warraq, endorrado por Dawkins (ele afirmou que  Warraq foi “sagaz” ao usar o estratagema), é logicamente inconsistente.</p>
<p>Para piorar, o religioso, ao ser monoteísta, AUMENTA O VALOR de Deus, pois a definição de Deus passa a explicar muito mais do que todo o panteão de deuses de qualquer cultura politeísta. Lembremos que para o politeísmo, deuses são apenas arquétipos de algumas virtudes humanas. Para o monoteísmo, Deus é o princípio e o fim de todas as coisas, o criador do universo e de uma moral absoluta, dentre outras atribuições, como onipotência, onisciência e onipresença. Mais um motivo para ridicularizar o reductio ad absurdum do Dawkins.</p>
<p>E quanto ao fato do argumento dawkinista se voltar contra ele? Deixarei para tratar desse assunto um pouco mais à frente&#8230;</p>
<p>Antes disso, Dawkins tentará usar a técnica do “Dividir para Conquistar”, e dirá que o politeísmo é discriminado em relação ao monoteísmo, na questão do exame feito para entidades beneficentes:</p>
<blockquote><p>O chauvinismo monoteísta estava até bem recentemente encravado na lei de entidades beneficentes tanto da Inglaterra quanto da Escócia, a qual discriminava religiões politeístas para garantir o status de isenção de impostos ao mesmo tempo que facilitava a vida de entidades cujo objetivo fosse promover a religião monoteísta, liberando-as do rigoroso exame exigido, com bons motivos, das entidades beneficentes laicas. Minha idéia era convencer um integrante da respeitada comunidade hindu britânica a se manifestar e entrar com uma ação civil para pôr à prova essa discriminação esnobe contra o politeísmo.</p></blockquote>
<p>Notem como Dawkins não avalia a questão por completo e já sai imputando seu julgamento, como sempre preconceituoso. Ele afirma que as religiões politeístas são discriminadas em sua busca por não pagarem impostos, e diz que as religiões monoteístas são liberadas do rigoroso exame exigido também para as entidades beneficentes laicas.</p>
<p>Só que Dawkins ignora que o mesmo exame existe para as entidades religiosas monoteístas.</p>
<p>A diferença é que algumas entidades politeístas e as entidades laicas são mais recentes, portanto passam pelo exame no momento de sua fundação.</p>
<p>A fundação das entidades principais monoteístas normalmente data de muito tempo atrás, e ninguém mais tem dúvidas de que são realmente entidades beneficentes. Tanto que as contas dessas entidades passam pelo crivo fiscal sempre.</p>
<p>O argumento de Dawkins, portanto, falha em não observar o contexto, que mostra que as entidades laicas e politeístas de beneficência são muito mais recentes que as monoteístas.</p>
<p>Vamos à um exemplo: imagine que uma entidade tenha sido fundada em 1920, e ganho isenção fiscal para doações. Obviamente tal entidade só precisa ser acompanhada. Imagine agora alguém que posteriormente resolva criar uma nova entidade, nos dias atuais, e passe por um rigoroso exame, e, por isso, saia gritando:’Por que eu passo pelo exame e aquela entidade antiga não?”. Motivo: “eles já passaram por esse exame antes”.</p>
<p>Só que, para piorar, Dawkins mostra seu VESTED INTEREST abaixo:</p>
<blockquote><p>Bem melhor, é claro, seria abandonar de vez a promoção da religião como base para o status de entidade beneficente. As vantagens dessa medida para a sociedade seriam enormes, especialmente nos Estados Unidos, onde as somas de dinheiro isento de impostos sugadas por igrejas, e que enchem ainda mais os bolsos dos televangelistas, atingem níveis que poderiam ser descritos sem remorsos como obscenos. Oral Roberts, que tem um nome bem adequado, disse uma vez a sua audiência que Deus o mataria se ele não lhe desse 8 milhões de dólares. É quase inacreditável, mas funcionou. Livres de impostos! Roberts continua com a corda toda, assim como a &#8220;Universidade Oral Roberts&#8221; de Tulsa, Oklahoma. Suas instalações, estimadas em 250 milhões de dólares, foram encomendadas pelo próprio Deus, com essas palavras: &#8220;Mobilize seus alunos para ouvir Minha voz, para ir aonde Minha luz é fraca, aonde Minha voz soa pequena, e Meu poder de cura não é conhecido, até nos limites mais extremos da Terra. O trabalho deles superará o seu, e com isso estarei satisfeito&#8221;.</p></blockquote>
<p>Como é? Dawkins agora se posiciona contra as entidades religiosas como entidades beneficentes? E com que base lógica ele faria isso? Só se ele conseguisse imputar uma lei com algo assim: “toda beneficência só poderá ser aceita, e os benefícios fiscais correlatos, para alguém que não é religioso”. Isso, é claro, não faz o menor sentido, a não ser a eterna birra de Dawkins contra a religião. A justificativa que Dawkins dá para isso cai na falácia da generalização apressada, ao criticar os trabalhos de Oral Roberts.</p>
<p>É óbvio que todos nós condenamos entidades religiosas que buscam enriquecer alguém através do recebimento das doações, mas daí a dizer que essa é a natureza das doações religiosas não passa de um raciocínio falacioso e, pior, nem um pouco amparado por evidências.</p>
<p>Sem argumentos a seu favor, Dawkins tenta de novo apelar:</p>
<blockquote><p>Pensando bem, meu litigante hindu imaginário provavelmente entraria no jogo do &#8220;Se não pode vencê-los, junte-se a eles&#8221;. Seu politeísmo não é um politeísmo de verdade, mas um monoteísmo disfarçado. Há apenas um Deus — Brahma, o criador; Vishnu, o preservador; Shíva, o destruidor; as deusas Saraswati, Lakshmi e Parvati (mulheres de Brahma, Vishnu e Shiva); Ga-nesh, o deus-elefante, e as centenas de outros são apenas manifestações diferentes ou encarnações do mesmo Deus.</p></blockquote>
<p>A ignorância de Dawkins no assunto fica evidente quando ele rotula o hinduísta de um monoteísta disfarçado. Só que ele se esquece de que na verdade o hinduísmo é um sistema diversificado, portanto a rotulação automática que Dawkins tentou simplesmente não funciona.</p>
<p>É simples: se alguém entender que há apenas um Deus, e as outras entidades são apenas suas manifestações, é um monoteísta. Há também dentro do hinduísmo o henoteísmo, que adora um único Deus, mas acredita que existem outros. Existem escolas hinduístas que admitem o monismo, como outras que admitem o panteísmo, assim como existem escolas dualísticas. Dessa forma, não há “politeísmo disfarçado de monoteísmo”, e sim o fato de que dentro da cultura hinduísta existem monoteístas, politeístas, panteístas, henoteístas, etc&#8230; Não que eu ache que os neo ateus compreendam tal diversidade, claro.</p>
<p>Dawkins escorrega de novo, a seguir:</p>
<blockquote><p>A outra coisa que não posso deixar de ressaltar é a confiança pretensiosa com a qual os religiosos atribuem mínimos detalhes àquilo para o que nenhum deles tem nenhuma prova — nem poderia ter. Talvez seja exatamente o fato de que não há provas que sustentem as opiniões teológicas, para qualquer lado, que alimente a hostilidade draconiana característica em relação a quem tem uma opinião ligeiramente diferente, sobretudo, como ocorre, na área específica da Trindade.</p></blockquote>
<p>Onde que ele está vendo mínimos detalhes? Se ele se refere à religião cristã em geral, não são atribuídos mínimos detalhes a Deus. Simplesmente, Deus é descrito nos pontos aos quais se chega logicamente.</p>
<p>O grande fato é que este parágrafo de Dawkins é o típico exemplo de quem não diz coisa com coisa, pois nem sequer há hostilidade em quem discorda da Trindade. O estado laico, defendido principalmente por religiosos, implica no respeito a quem tem outras religiões, incluindo religiões que não acreditam na Trindade. A alegação de Dawkins, com isso, cai no vazio.</p>
<p>Outro fator ridículo no argumento de Dawkins é que ausência de provas seria o motivador dessa hostilidade, que nem sequer ele comprovou existir. Isso não passa de leitura mental dele, pois não há evidências de que dúvida em relação à certos elementos da crença cristã resultem em hostilidade.<br />
Nota-se que a partir desse momento já citado, Dawkins começa a apelar para o discurso nonsense:</p>
<blockquote><p>Jefferson lançou o ridículo sobre a doutrina de que, nas palavras dele, &#8220;há três Deuses&#8221;, em sua crítica ao calvinismo. Mas é principalmente o ramo católico romano da cristandade que empurra seu recorrente flerte com o politeísmo para a inflação descontrolada. A Trindade é (são?) acrescida de Maria, &#8220;Rainha do Céu&#8221;, que só não é deusa no nome, mas que certamente coloca o próprio Deus em segundo lugar como alvo de preces. O panteão ainda é inchado por um exército de santos, cujo poder de intercessão faz com que eles sejam, se não semideuses, úteis em seus assuntos específicos. [...] O que me impressiona na mitologia católica é em parte seu kitsch de mau gosto, mas principalmente a tranquilidade com que essa gente vai criando os detalhes. É uma invenção descarada.</p></blockquote>
<p>Primeiramente, o fato de Thomas Jefferson lançar ridículo em cima de uma coisa não prova validade ou invalidade da mesma. Isso seria a falácia do apelo à autoridade.</p>
<p>Em seguida, Dawkins mostra ignorância quanto ao politeísmo, conforme já citado anteriormente, ao confundir um Deus com mais de uma manifestação com vários deuses. Erro infantil, diga-se.</p>
<p>Mais ainda à frente, ele afirma que nesse “politeísmo”, Virgem Maria faria parte de Deus, o que não faz novamente o menor sentido, e não passa de falácia do espantalho em relação à interpretação de que os religiosos possuem da Virgem Maria (não há na religião cristã a idéia de que ela seria uma “deusa”).</p>
<p>Em seguida, Dawkins continua com o surto alucinatório e chama os santos católicos de parte do “panteão”, chamando-os de “semideuses” ou “úteis em seus assuntos específicos”. Mais uma amostra da ignorância dele, principalmente em relação ao conceito de semideuses (ele deveria estudar a história da religião grega para entender o conceito de semideuses). Não há nada disso na religião cristã, e, para piorar a situação de Dawkins, o fato de um santo ser “útil em algum assunto específico”, não implicaria em nenhum atributo de Deus a ele.</p>
<p>Depois de muita choradeira, Dawkins ainda começa a lançar conclusões tiradas puramente de sua vontade como “o que me impressiona&#8230; seu kitsch de mau gosto”, que não valem como argumentação. É apenas esperneio. A questão de “é uma invenção descarada” é apenas um protesto, um desabafo, mas também não serve como argumento.</p>
<p>Como se nota, Dawkins foi 100% irracional neste parágrafo. Não vale nem como piada.</p>
<p>Em seguida, mais um erro argumentativo de Dawkins:</p>
<blockquote><p>Em nome da concisão, vou me referir a todas as divindades, sejam poli ou monoteístas, como apenas &#8220;Deus&#8221;. Também tenho consciência de que o Deus de Abraão é (para usar termos leves) agressivamente masculino, e esse fato aceitarei como convenção para o uso dos pronomes. Teólogos mais sofisticados declaram que Deus não tem sexo, embora algumas teólogas feministas queiram compensar injustiças históricas designando-a mulher. Mas, afinal de contas, qual é a diferença entre uma mulher inexistente e um homem inexistente?</p></blockquote>
<p>Toda a questão da sexualidade de Deus é inútil, pois Deus viria antes da criação dos animais, estes sim que podem ser divididos em sexos. O fato é que Deus é um termo masculino, assim como universo o é. E basta conhecer a própria língua para não cometer erros neste sentido.</p>
<p>Quando Dawkins diz “qual é a diferença entre uma mulher inexistente e um homem inexistente”, ele refuta a si próprio, pois futuramente no livro (e isso será refutado aqui também), ele cria uma escala de 1 a 7, para dizer que ele não tem toda a certeza de que Deus não existe. Só que essa frase dele já atribui Deus como “inexistente”, o que, claro, já refuta qualquer desculpa esfarrapada de Dawkins no futuro.</p>
<p>Nada é mais risível, no entanto, do que ele atribuir o rótulo de “inexistente” quando ele está argumentando sobre o Deus dos religiosos, pois qualquer pessoa experiente em argumentação sabe que ele deve considerar o conceito do seu OPONENTE quando ele vai discuti-lo, e não o seu próprio conceito. Esse é o mesmo erro que Dawkins cometeu no trecho citado ao fim do <a href="http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/14/deus-um-delirio-capitulo-2-pt-1-o-deus-de-richard-dawkins-um-delirio-infantil/" target="_self">texto anterior</a> deste blog.</p>
<p>Depois de usar estratagemas suspeitos e facilmente refutáveis, Dawkins já fica na defensiva:</p>
<blockquote><p>Este é um momento tão bom quanto qualquer outro para antecipar uma réplica provável ao livro, que se não aparecesse aqui surgiria, com certeza absoluta, numa resenha: &#8220;Eu também não acredito no Deus em que Dawkins não acredita. Não acredito num senhor de compridas barbas brancas que fica no céu&#8221;. Aquele senhor é um elemento irrelevante de distração, e suas barbas são tão tediosas quanto compridas. Na verdade, a distração é pior que irrelevante. Sua bobice é calculada para desviar a atenção do fato de que aquilo no que o autor da crítica realmente acredita não é menos bobo. Sei que você não acredita num senhor barbado sentado numa nuvem, então não percamos mais tempo com isso. Não estou atacando nenhuma versão específica de Deus ou deuses. Estou atacando Deus, todos os deuses, toda e qualquer coisa que seja sobrenatural, que já foi e que ainda será inventada.</p></blockquote>
<p>O mais patético de um argumentador como Dawkins não é apenas ver ele praticar técnicas infantis como a tentativa de leitura mental. O pior é ver ele praticar a leitura mental e ERRAR nesta leitura. Mais um indício de que clarividência não é nada científica.</p>
<p>Ele não antecipou nada, pois mesmo que se diga que não se acredita no Deus de Dawkins (e eu não acredito), não é pelo fato de que eu ache que o Deus de Dawkins é um “Senhor de barbas compridas”. Como se pode ver no texto anterior, o Deus inventando por Dawkins é parte do processo de seleção natural, o que é ridículo.</p>
<p>Nesse caso, a idéia de que um suposto crítico, que não acredite no Deus de Dawkins, acreditaria em algo “que não é menos bobo” é apenas credulidade e fé cega do autor inglês. Pois, como ele pode atribuir “bobice” à definição de Deus que alguém acredita se ele sequer a conhece?</p>
<p>A confissão de Dawkins ao final o compromete, definitivamente, pois ele diz que não quer saber qual é a definição de Deus: ele ataca todas. Um raciocínio nem um pouco científico.</p>
<p>Seria o mesmo que não considerar uma interpretação da Teoria da Evolução, mas atacar todas, ou não considerar uma interpretação de uma tese administrativa, mas atacar todas. Justamente essa falta de especificação é o que ajuda a demolir o castelo de cartas de Dawkins. Quando MENOS ESPECÍFICO, menor é o resultado de uma acusação.</p>
<p>Imaginem só: o que é mais fácil?  Acusar um réu, ou acusar todos os réus? Ou mais, aprovar um projeto ou aprovar todos os projetos? É claro que a primeira opção é sempre a mais fácil, e a mais inteligente, pois é focada.  Dawkins toma uma opção estrategicamente inviável.</p>
<p>O fato é que esta parte do livro, em que ele fala do politeísmo, é uma das mais nonsense de todo o livro, principalmente por que ele não sabe o que quer dizer, não sabe as diferenças entre politeísmo e monoteísmo, mostra que ele não é específico na definição de Deus que quer atacar, mistura opiniões de expressão da vontade com argumentos, e, do nada, lança conclusões sem sentido.</p>
<p>Em suma, isso aqui praticado por Dawkins é no mínimo dadaísmo.</p>
<p>Não consegue acusar a ninguém, e ao mesmo tempo permite que os seus oponentes lhe vejam como maluco.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dos Dogmas Sobre Deus (parte 2)]]></title>
<link>http://revendoareligiao.wordpress.com/2009/10/22/dos-dogmas-sobre-deus-parte-2/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 01:06:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>jorgesneto</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Unidade de Deus &#8220;Não existe mais que um único Deus&#8221; A frase supracitada fornece, em po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Unidade de Deus &#8220;Não existe mais que um único Deus&#8221; A frase supracitada fornece, em po]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Adonai Echad e os adonais errados]]></title>
<link>http://valmirsarmento.wordpress.com/2009/10/22/adonai-echad-e-os-adonais-errados/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valmir Sarmento</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Valmir Sarmento  שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד Shemá Yisrael Ad-nai Elochêinu Ad-nai Echa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Valmir Sarmento  שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד Shemá Yisrael Ad-nai Elochêinu Ad-nai Echa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como converter Ateus?]]></title>
<link>http://bocadoogro.wordpress.com/2009/10/15/como-converter-ateus/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:05:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>bocadoogro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá a todos! Venho trazer esse cômico vídeo do youtube &#8220;Como lidar com um ateu&#8221; (clique ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá a todos! Venho trazer esse cômico vídeo do youtube &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=gAtZ7VtmDkk">Como lidar com um ateu</a>&#8221; (clique para ver). Presumo que esse senhor com so(a)taque gaúcho seja um pastor pelo aspecto &#8220;dinâmico&#8221; da coisa. Se procurarem um pouco no youtube poderão ver mais pérolas do sujeito. O vídeo é pequeno uns 40 segundos no máximo.</p>
<p>Trago esse vídeo pois de fato achei engraçado, mesmo. Peguei esse vídeo de um tópico do Ateus.net (pode-se achar o link na minha seção de links) do fórum Ateísmo.</p>
<p>Resolvi levantar uma questão ao ver tamanha bobeira. O fato de um ateu se converter diante do medo desesperador da morte. Eu pensei que os pastores (se é que ele é um pastor, não posso afirmar) tivessem mais imaginação. Esse velho truque do &#8220;na hora do desespero todo mundo chama AI MEU DEUS!&#8221; já não cola mais. Bom eu sou Ateu e já cansei de dizer &#8220;JESUS CRISTO!&#8221; quando alguém fala uma coisa idiota ou vejo algo absurdo. Sabe qual razão? Pois para mim dizer isso não passa de uma expressão comum. Façamos uma comparação. Se eu chutar uma cadeira sem querer e gritar &#8220;CADEIRA FILHA DA P***!&#8221; Acreditaria eu que REALMENTE a cadeira tem uma &#8220;mãe&#8221; e que a mãe dela é uma p***? Acho que nem um católico fervoroso iria achar isso. O mesmo ocorre quando se grita &#8220;AI MEU DEUS!&#8221; quando tomar um susto ou algo do gênero. Me admira alguém achar que de fato um ateu usar tais expressões o tornem dúbio em sua não crença.</p>
<p>Acho que isso não era nem pra ser um motivo de post, mas não resisti. Afinal uma penca de pessoas bateram palma para esse cara ao afirmar coisa tão ridícula (espero que conscientemente. Pior quando se bate palma para algo e nem sabe do que se trata!) portanto devo assumir que muitas pessoas acham que pegam um ateu quando eles proferem tais palavras. &#8220;AHÁ! Te peguei! Viu! Até você acredita em Deus!&#8221;. Já sei. Aconselho a todos que não acreditam, ao topar o pé numa pedra gritem &#8220;AI MEU ZEUS!&#8221; Assim pelo menos não receberemos críticas dos teístas que estiverem perto.</p>
<p>Sério mesmo. Ri um bocado com esse vídeo somado ao so(a)taque gaúcho do pastor. Belíssima pérola. Fiquem com ZEUS e até o próximo post! (De ateu vou passar pra politeísta!)</p>
<p>That´s all folks.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ágora: obsesión e intolerancia]]></title>
<link>http://esenciamallens.wordpress.com/2009/10/12/agora-obsesion-e-intolerancia/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 23:23:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mallens</dc:creator>
<guid>http://esenciamallens.wordpress.com/2009/10/12/agora-obsesion-e-intolerancia/</guid>
<description><![CDATA[Obsesión e intolerancia. Es lo que vi en la película Ágora. Obsesionados todos, por creencias y búsq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-15" title="agora" src="http://esenciamallens.wordpress.com/files/2009/10/agora.jpg" alt="agora" width="450" height="307" /></p>
<p style="text-align:justify;">Obsesión e intolerancia. Es lo que vi en la película <em>Ágora</em>. Obsesionados todos, por creencias y búsqueda de sentido a la vida. Obsesionada Hipatia por el secreto de los astros y el descubrimiento de su lógica funcional. Obsesionado Orestes por Hipatia, por intentar aplicar al mundo la armonía que ve en ella. Obsesionado Davo igualmente por la filósofa, por el conocimiento, la reflexión, las preguntas, la libertad. Obsesionados los paganos, los cristianos, los judíos por erigir en verdad absoluta sus creencias y su explicación del mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos obsesionados: somos todos obsesionados, además de intolerantes. El eterno fallo humano. El pecado de <em>hubris</em>, de orgullo, de ego, del yo. El ser humano siempre intentará imponer sus certidumbres, las suyas. Delante del espanto que provoca el desconocimiento, ante esta Naturaleza y sus misterios, nuestra única solución para no caer en la locura es encontrar respuestas. Pensar. Pero no todos somos capaces de hacerlo. Muchos de nosotros nos conformamos con seguir ideas ajenas. Sí, muchos de nosotros somos carneros sin cerebro, sin facultad de pensamiento. ¿Qué respuestas a lo que nos rodea se destacan en la película? Hipatia representaría la respuesta científica, al lado de las religiosas de los cristianos, judíos y politeístas. Ella cree en la filosofía, en el saber, en lo concreto. Lo demás es misticismo, invención humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Ésto es lo que intenta decirnos la película: la ciencia es buena, las religiones no son nada más que movimientos de creencias que ante todo piensan en imponer su solución, su interpretación de la Gran Naturaleza; son movimientos dogmáticos, poderosos, manipuladores y vengativos. Dentro de ellos, se nos presenta a los cristianos como los peores. Son ellos quienes provocan a los paganos, lanzando retos en nombre de “Dios”. Son ellos que atacan, y que vuelven a atacar si el enemigo replica. Son ellos que acaban lapidando a un prefecto por no ceder a la “Ley divina”, y a una filósofa por ser impía, es decir sin creencia en nada. Amenábar configura la película para que acabemos teniendo odio para los cristianos, incluso simbólicamente: los viste de negro cuando los demás hombres salen en blanco, beige o en colores.</p>
<p style="text-align:justify;">Yo no creo que haya que buscar “un grupo culpable”, o poner una etiqueta o un nombre sobre alguien  o algo que haya creado el caos entre las personas. Lo veo demasiado maniqueo. Hoy lloro por la falta de conciencia de nuestra especie entera: los seres humanos. Lloro por el sentido de venganza que tenemos, por nuestro potencial destructivo, por nuestro orgullo, por nuestra ignorancia. Los cristianos, como niños a quien se le da la razón, satisfechos de poder replicar contra los paganos matadores, se lanzan contra los monumentos, contra los libros, contra todo lo que pertenece a una ciudad que alojaba a hombres de religión politeísta. No entienden que en esos libros se halla el saber de centenares de años, todo lo que los hombres han ido descubriendo a lo largo de sus efímeras vidas. En nombre de la satisfacción personal, se niega un patrimonio humano que no tiene ni sexo, ni religión, ni principio que pueda dividirnos: este patrimonio es puro conocimiento, una base de datos inestimable.</p>
<p style="text-align:justify;">La incomprensión puede ser otra palabra clave de <em>Ágora</em>. Por obsesión, a veces miramos a un lado, sin ver las cosas más obvias, graves, imprescindibles. Hipatia es linda con su principio de “somos todos iguales”: dice ella “si dos son iguales a un tercero, entonces somos todos hermanos”. Dime una cosa Hipatia: si dos seres humanos que sean nobles (socialmente) son iguales naturalmente (biológicamente) a un tercero que sea esclavo, entonces ¿por qué no podrían ser hermanos? Demasiado preocupada por las estrellas y la magia del cielo, ella ni siquiera se dio cuenta de que habían cosas más importantes en la Tierra firme: la igualdad, contributiva de la paz. Davo, su esclavo, participa a las reflexiones, a las clases de filosofía que imparte ella. Su ama incluso le permite que haga una exposición de la teoría de Ptolemeo. Ella acabará liberándole de su condición de esclavo, pero eso no es reconocerlo por igual. Ella lo deja claro en una réplica en una de sus clases: “Los únicos que no pueden sentirse exigentes o superiores son los animales y los esclavos”. Eso es intolerancia, a pesar de los intentos de bondad de Hipatia. Ella trata bien a su esclavo, intenta ser justa con él, pero como uno se comporta con una persona inferior, que no tiene su condición. Davo no puede quejarse de la vida que tiene, pero no está libre. No está libre para querer a su ama, ni por creer en el Dios cristiano. Ve en la religión cristiana una salida a la intolerancia del sistema esclavista. Pero pronto se da cuenta de que los cristianos son igualmente ciegos. Y Davo, con su espíritu libre de toda verdad absoluta, por su tendencia al cuestionamiento, pregunta a los cristianos si a veces piensan que están equivocados; si la razón, la verdad, podría estar en otra parte. Claro que las personas cegadas por sus creencias contestan que no y dudan en la autenticidad de la fe de su compañero. Ovejas…</p>
<p style="text-align:justify;">Con intolerancia e incomprensión se comportan los hombres de fe. No escuchan a los demás, sino a ellos mismos. Se inventan un Dios o varios dioses para buscar un sentido a su vida, y a través de él, toman el poder, interpretando como les dé la gana “las escrituras”, debidas a una mano humana. En nombre de palabras escritas ¿se puede matar? ¿Se puede quitar la libertad a seres humanos por el sexo que tienen? ¿Se puede matar sin piedad a personas porque han ofendido a Dios? En realidad los ofendidos son ellos. Ofendidos porque no todos podemos estar de acuerdo los unos con los otros, porque ellos no pueden extender su poder absolutamente. La impotencia y el no control son sensaciones que nos vuelven locos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ésta es nuestra historia, la de siempre, repetible hasta el infinito: un orden establecido, un pensamiento nuevo que se quiere imponer, el camino violento, la matanza, los masacres, y un orden nuevo. ¿Cuándo entenderemos que podemos construir algo nuevo sobre bases antiguas? ¿Cuándo seremos capaces de servirnos de lo que las generaciones de antes han aportado para evolucionar, avanzar? ¿Cuándo acabaremos con nuestro ombligo y miraremos al bien común? ¿Cuándo conseguiremos la libertad de verdad? Tengo la ilusión que hoy día, la libertad de pensamiento existe. En la Universidad Libre de Bruselas, estudiantes lucharon desde el siglo XIX para sus ideas y creencias, pero en un espíritu de tolerancia. Algún día, una persona me preguntó lo siguiente: metemos que en la ULB abren un local nazi, fascista, extremista. ¿Lo tolerarías? Contesté que sí, sino sería ser como ellos, intolerantes. Y me replicó ésta persona: Entonces ¿toleras la intolerancia? Aún estoy pensando en una respuesta que sea “buena”. Las cosas no siempre son simples, pero creo que hoy, como lo hice ya aquel día, respondería que sí, toleraría la intolerancia, pero nunca participaré de ella. Cada uno tiene derecho a la palabra, a pensar, a proponer sus ideas en un clima de intercambio y de igualdad, en un mundo donde la gente sería tolerante, escucharía a los demás como a sus iguales, aceptaría la libertad como principio absoluto. En tal mundo no habría guerras, no habría exceso de orgullo, pérdida del control de su ego. Esto se llama la utopía…</p>
<p style="text-align:justify;">Pero somos humanos, y <em>errare humanum est</em>: ninguno de los protagonistas gana o pierde en la gran batalla de la vida, que ilustra <em>Ágora</em>. Ninguno lleva una razón universal como lo pretende, o como lo quisiera. Sólo viven e intentan dar sentido a sus existencias. Claro que dentro de lo que cabe, Hipatia parece ser la que más tiene mérito: por ser buena, por cuestionar sus creencias, por su libertad de pensamiento y su atrevimiento. Cuestionar lo fijo, lo en que se cree firmemente: es la clave, y ella es la que más se acerca al ser humano que pueda vivir en paz con los demás, tal como Davo. Pero ella tampoco es perfecta, y también tiene sus preocupaciones y tormentos: es humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal vez suene pedante, victimizante, lo que queráis, pero no me siento cómoda dentro del género humano, y definitivamente he cogido odio hacia lo que somos y de lo que somos capaces para aliviarnos de nuestros miedos. No quiero pertenecer a nuestro género, me da asco y vergüenza, y como Orestes acabaré cobarde supongo, huyendo, desilusionada y despistada, sin rumbo ni norte, sin ya poder decir siquiera “Ingenua… Ingenua he sido por creer que por fin habíamos cambiado…”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Così nacque l’unico Dio di Mosè ]]></title>
<link>http://sottoosservazione.wordpress.com/2009/10/11/cosi-nacque-l%e2%80%99unico-dio-di-mose/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 10:22:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>sottoosservazione</dc:creator>
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<description><![CDATA[Che cos’è stato più «naturale» nella storia dell’umanità: concepire un solo Dio o un numero moltepli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span id="_ctl0_MasterContent_Contenuto"><img class="alignleft size-full wp-image-7391" title="images" src="http://sottoosservazione.wordpress.com/files/2009/10/images87.jpg" alt="images" width="94" height="140" />Che cos’è stato più «naturale» nella storia dell’umanità: concepire un solo Dio o un numero molteplice e indefinito di dèi? Il concetto di divinità è stato associato, fin dalle età più arcaiche, alla semplicità dell’Uno o ai mille volti dei Molti? E siamo proprio certi, infine, che il passaggio dall’Uno al Molteplice (o viceversa) sia poi così de terministicamente ovvio e inevitabile? Negli ultimi anni, la letteratura tanto teologica quanto antropologica (ma anche storica e archeologica) sulla «protostoria« o sulla «storia» di Dio si è arricchita di molti studi relativi, in particolar modo, al monoteismo biblico e alla sua «genesi», tra l’elohismo di alcune parti del Libro sacro che pongono il Dio d’Israele, Elohim, come più grande e più forte degli «dèi delle Nazioni» cioè dei <em>goim</em>, dei «gentili» (che restano tuttavia dèi) e il <em>yahwismo</em> per il quale Yahweh è <em>echad</em>, l’Uno, l’Unico, aggettivo che suona quasi esattamente uguale in arabo e che  usato anche dai musulmani (<em>Allah al-Wahed</em>, uno dei 99 Nomi di Dio). Jan Assman, egittologo emerito dell’Università di Heidelberg, ha edito tra l’altro un saggio su <em>Mosè l’egizio</em> (Adelphi), che si riallaccia strettamente ai temi già trattati nel famoso <em>Mosè e il monoteismo</em> edito nel 1939 da Sigmund Freud e nella replica, quasi famosa altrettanto, che nel 1991 gli dedicò Y.H. Yerushalmi con <em>Il Mosè di Freud</em> (tradotto in italiano da Einaudi nel ’96). <!--more--></p>
<p>Oggi pubblica dal Mulino <em>Dio e gli dèi. Egitto, Israele e la nascita del monoteismo</em>, (traduzione di L. Santi, pp. 214, euro 15). Ma è davvero trattabile come qualcosa di genetico, anzi in ultima analisi evoluzionistico, il tema dell’unità divina e del monoteismo, rispetto al quale si è più volte rilevato che la tradizione abramitica non va oltre i limiti del cosiddetto enoteismo (un Dio più forte e potente degli altri dèi, che pure sono tali) e che quindi si deve arrivare all’età post-mosaica per trovarci dinanzi a quella che Karl Jaspers avrebbe definito «età assiale», quella in cui una parte del genere umano si sarebbe poste le domande fondamentali circa lo scopo della vita, il superamento del fato come governante dell’esistenza, la responsabilità degli uomini, il senso da conferire al dolore e alla morte? I problemi fondamentali di Assmann sono in questo contesto tre.</p>
<p>Primo: il monoteismo di stampo mosaico (ripreso nella sostanza da cristiani e da musulmani) può conciliarsi con l’idea di un confronto con sistemi politeistici che mostrano in apparenza molti dèi ma che sono essi stessi il disvelamento degli infiniti aspetti di un solo Dio, o va inteso come il frutto della rivelazione di un solo Dio che annulla e condanna tutti gli altri?</p>
<p>Secondo: è possibile intendere il monoteismo come il vero movimento «assiale» della storia in quanto il Dio unico non accetta – a differenza dei molti dèi «pagani» – di restar confinato nel mito, ma irrompe nella realtà, con ciò ponendo per la prima volta il problema della Verità, che è cruciale nel tempo storico mentre, in rapporto al mito, non ha alcun senso (ed è questa la «distinzione mosaica» tra Vero e Falso)?</p>
<p>Terzo: è plausibile affermare che la rivoluzione monoteistica comporti la violenza, oppure essa è il prodotto della Modernità ateizzata che rappresenta una rivolta contro il monoteismo stesso? Assmann insiste con forza sul fatto che il monoteismo biblico non è affatto né evolutivo né inclusivo: non nasce dalla «maturazione» di un politeismo che finisca col considerare la molteplicità dei suoi dèi come pluralità di volti di un Dio unico, bensì come distinzione e affrontamento tra il vero Dio e gli «altri dèi», che il decalogo rivelato a Mosè impone di rifiutare.</p>
<p>Ciò riguarda appunto il monoteismo della Bibbia, non necessariamente altre eventuali forme monoteistiche. Ma a questo punto l’età odierna, con le sue caratteristiche problematiche, riprende il sopravvento e obbliga Assmann a uscire dall’ambiguità per domandarsi se può esistere un monoteismo tollerante. Le verità d’una fede monoteista non possono essere che assolute, quindi non negoziabili: non c’è posto per null’altro. Ma le religioni concrete sono per forza di cose aperte alla dinamica storica: nel loro confrontarsi, la rispettiva certezza del possesso assoluto ed esclusivo della Verità cede necessariamente il passo alla comune aspirazione verso di essa.</p>
<p>La fede non è certezza di dominio della verità, ma «sostanza di cose sperate». È questa consapevolezza che induce, senza rinunziare all’assoluto, a tradurlo in una tensione continua che implica il confronto con le fedi altre rispetto alla propria.</span></div>
<div><span id="_ctl0_MasterContent_Autore">Franco Cardini</span></div>
<div><a href="http://www.avvenire.it/Cultura/Cos+nacque+lunico+Dio+di+Mos_200910080814059700000.htm">http://www.avvenire.it/Cultura/Cos+nacque+lunico+Dio+di+Mos_200910080814059700000.htm</a></div>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O revés do desacerto]]></title>
<link>http://abstraindoarealidade.wordpress.com/2009/10/07/o-reves-do-desacerto/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 00:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramirocatelan</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde que me conheço por gente, tomei a insipidez como inimiga mortal. A trivialidade me cansa, o ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde que me conheço por gente, tomei a insipidez como inimiga mortal. A trivialidade me cansa, o marasmo nunca me atraiu&#8230; Eu gosto mesmo é do perigo, da instabilidade, das grandes emoções. Que sentido teria minha vida caso eu não me envolvesse em situações tensas e potencialmente arriscadas? Por isso, durante incontáveis anos rodei pelos quatro cantos do globo, à procura de toda a sorte de conflitos. Fui muito criticada quanto aos meus atos, mas não devo satisfações a ninguém. Exceto a você, leitor. Prazer, meu nome é Vandris.</p>
<p>Para situá-lo melhor, acho que devo começar pelo meu passado. Você acreditaria se eu dissesse ter mais de cinco mil anos? Por favor, não ria. É a pura verdade! Sou fruto da união entre um deus – há muito esquecido pelos homens – e uma mortal, num daqueles típicos casos de adultério celestial. Digo que meu pai foi esquecido porque eu, como boa filha rebelde, enfrentei-o em favor do meu livre arbítrio, acabando por tirá-lo do trono dos deuses e exilá-lo, fazendo sua memória entre os mortais extinguir-se. Aliás, muitos poucos dos humanos, hoje em dia, têm conhecimento da existência dos deuses como eles realmente são.</p>
<p>Minha herança genética me daria, geralmente, apenas uma parcela dos atributos divinos, mas, por alguma razão, nasci com uma aptidão anormal ao Poder, a qual me faz ser comparável a qualquer deus “puro”. Na minha juventude, vivi ao lado de minha mãe, uma simplória meretriz, com a qual eu mantinha uma relação estável.  Justamente quando ela morreu, violentada por um cliente, descobri a força guardada dentro de mim. Ao me vingar do assassino, libertei uma energia que chamou a atenção dos deuses – incluindo meu pai. Foi ali, aos 17 anos, que começaram minhas desavenças com os senhores do mundo.</p>
<p>Há princípio, não me dediquei a estudar para aprimorar meus talentos. Mas a necessidade mostrou a face logo; foi quando conheci Lorghan, o único deus com quem já mantive relações amigáveis. Meu mestre, companheiro e amigo; dêem a ele os créditos pelo fortalecimento do meu caráter e da minha força. Ele, inclusive, me ajudou na conspiração que derrubou meu pai, fato pelo qual pagou com o banimento da Terra dos Deuses e promessas de morte. Passados vários séculos do ocorrido, Lorghan ainda vivia isolado, apesar de as perseguições terem cessado há muito.</p>
<p>Foi depois dessa grande reviravolta que minha vida de errante e baderneira, de fato, começou. Me intrometi, durante um longo período, nos conflitos etéreos, que acabavam, direta ou indiretamente, influindo na vida na Terra. Mas, devo confessar, meu real interesse estava nos mortais e em suas guerras terrenas. Seus assuntos me fascinavam – e ainda fascinam – de tal forma, que eu, muitas vezes, deixava de lado as ladainhas dos deuses e me focava exclusivamente na vida dos humanos.</p>
<p>Mesmo podendo valer-me de feitiços inimagináveis – aos quais somente um deus poderia ter acesso –, devo admitir que os mortais produziram uma quantia considerável de magos brilhantes, capazes de feitos extraordinários. Uma das razões pelas quais fui duramente repreendida foi o fato de eu compartilhar alguns conhecimentos com eles, me envolvendo em suas maquinações e ajudando a promover os conflitos que fomentavam.</p>
<p>Acho que você deve se perguntar qual a razão de eu me referir aos humanos como “mortais”. Sim, eu sou uma <em>semi</em>deusa, mas, acho que já deixei explícito, é como se fosse inteiramente divina. Não parece arrogância: <em>é. </em>Nunca fui do tipo humilde e sei muito bem de minhas capacidades.</p>
<p>Mesmo com toda essa minha indisposição para a burocracia dos deuses, tive a impressão de que o tempo estava prestes a virar. Podia sentir isso, de algum modo&#8230; O posicionamento das estrelas, também, indicava mudanças, como havia percebido naquela época. Fazia mais de dois séculos que não dava as caras no Grande Domínio, como é chamada a terra dos meus adoráveis amigos, e eles não vieram mais me procurar, desde então&#8230; Muito estranho.</p>
<p>Do alto do Arco do Triunfo, eu observava o movimento noturno, que tanto me agrada em Paris. Do nada, percebi uma presença, no mínimo, estranha, próxima a mim.</p>
<p>– Tirando uma folga para relaxar?</p>
<p>Me virei, surpresa. Quem mais estava à minha frente, senão o atual Regente dos patetas divinos?</p>
<p>– O que faz aqui, Pansir? – disse eu.</p>
<p>– Já estava com saudades, sabia? Acho que os seus feitos não são muito difíceis de notar, não, Vandris? Aliás, não entendo como você quer se comparar a nós, se insiste em usar esse nome mortal&#8230;</p>
<p>– Jamais me comparei a vocês; sou <em>superior,</em> como você bem sabe. Diga logo a que veio.</p>
<p>A expressão dele era ao mesmo tempo séria e zombeteira.</p>
<p>– Venho lhe dar um aviso&#8230; Infelizmente, coube a mim essa tarefa indigna; mas, sabe como é, o Regente deve sempre tomar uma atitude quando&#8230;</p>
<p>– Não enrole!</p>
<p>O som de minha voz era alto, mas eu sabia que ninguém mais podia nos ouvir. Ele não pareceu se intimidar com a minha agressividade.</p>
<p>– Se você estivesse no Grande Domínio, seria punida severamente por se dirigir a mim desta for&#8230;</p>
<p>– &#8230; Mas, já que não estou, dê logo o seu recadinho.</p>
<p>Ele me encarou, lívido.</p>
<p>– A Corte Suprema exige seu retorno imediato ao Grande Domínio.</p>
<p>Não pude deixar de rir.</p>
<p>– <em>Exige?</em> Desde quando vocês têm o poder de me <em>exigir</em> algo?!</p>
<p>– Sua insolente! – vociferou ele, perdendo a paciência. – Você não faz idéia do que está para acontecer! Não estamos lhe dando escolha alguma: ou você comparece, ou arcará com as devidas punições!</p>
<p>– Fico me perguntando quem, dentre vocês, vai ter a coragem de <em>tentar </em>me forçar a comparecer&#8230;</p>
<p>– Por que você acha que eu estou aqui?</p>
<p>Olhei para ele, incrédula. Aquele patife farsista parecia estar querendo medir forças comigo. Ele falou:</p>
<p>– Não pense que, por ser filha de Molfren, pode desafiar um deus como eu, sua criaturinha impura e desaforada!</p>
<p>Se estivesse num dos meus maus dias, já teria pulado no pescoço dele.</p>
<p>– Você certamente irá pagar caro por todos estes séculos de insolência quando chegarmos. Está na hora de se sujeitar às Regras Primordiais, e ninguém melhor do que eu, um ser antigo e muito mais poderoso do que você, para fazê-la obedecer.</p>
<p>– Por que você não fala menos e <em>faz</em> mais?</p>
<p>O que aconteceu a seguir foi tão rápido, que fica complicado de descrever aqui. Ele tentou paralisar o tempo e me capturar com um encanto retentor, mas acabou liberando uma forma de energia incolor e muito intensa, a qual, caso eu não tivesse impedido, levaria a cidade aos ares. Que ser inconseqüente, aquele! Tinha de me livrar dele antes que algo pior ocorresse.</p>
<p>Pansir tentou investir contra mim de novo, mas eu era mais ágil e tinha algo que ele desconhecia: cautela. Foi graças a isso que consegui evitar mais um ataque, enquanto sentia sua raiva aumentar. Por que ele não trouxera reforços? Todos sabiam muito bem que eu era uma ameaça; decerto, o orgulho o impedira de fazê-lo.</p>
<p>Impedi mais um golpe, que por pouco não destruiu o país, tal a sua força. Eu estava gastando muita energia para poupar os humanos de uma calamidade, e já começava a me cansar daquela brincadeirinha estúpida!</p>
<p>– Pansir, desista! Eu <em>não</em> vou com você!</p>
<p>Os olhos dele estavam injetados de fúria. Era do conhecimento geral que o Regente dos Deuses, por vezes, perdia o controle. Se pudesse imaginar o que aconteceria a seguir, teria preferido mandar até ali outro, que não ele.</p>
<p>Numa última tentativa de me atingir, ele fez menção de atacar novamente, mas eu agi primeiro: manipulei parte da minha força e a lancei contra ele. Acontece que eu&#8230; Hum, errei na dose, por assim dizer; não medi com precisão a potência do golpe que eu aplicaria. Pansir estava demasiado absorto em tentar me destruir, e acabou não conseguindo se defender: a torrente de energia liberada por mim foi tão intensa, que o consumiu num instante.</p>
<p>Fiquei pasma ao ver uma luz emanar do que fora o corpo do deus, expandindo-se pelo ar até desaparecer na noite.</p>
<p>Demorei um tempo para me dar conta do que fizera. O Regente do Grande Domínio fora destruído – destruído por mim, e esse fato não passaria despercebido. Aliás, os demais deuses provavelmente já teriam se dado conta naquele momento, e eu teria de decidir, em poucos instantes, que atitude tomar. Sabia bem quais seriam as conseqüências dos meus atos; a questão era: estaria preparada para o que viria a seguir?</p>
<p>Eu poderia fugir, é claro; todavia, nunca fui do tipo covarde. Não iria me esconder. Acabaria, de um modo ou de outro, nos portões da terra dos deuses. O que encontraria lá? Não sabia, mas estava convencida de que muitos perigos me aguardavam. Antes, porém, tinha algo a fazer, que talvez me consumisse algum tempo. Mas logo, prometi a mim mesma, daria àquele bando de imbecis o desprazer da minha presença.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Papo Lendário #02 -- Olhe Sempre para o Lado Bom da Morte!]]></title>
<link>http://mitografias.wordpress.com/2009/09/26/papo-lendario-02-olhe-sempre-para-o-lado-bom-da-morte/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 04:11:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mitocondria 2099</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em apenas dois episódios e a Senhora Morte já nos alcançou! Com a participação especial de Pablo de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="size-full aligncenter" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/09/capa-podcast-02-finalizado.jpg" alt="capa cast 01" /><br />
Em apenas dois episódios e a <strong>Senhora Morte</strong> já nos alcançou!</p>
<p style="text-align:justify;">Com a participação especial de <strong>Pablo de Assis</strong> (<a href="http://universonerd.com.br/nerdexpress/">www.universonerd.com.br/nerdexpress</a>). Nesse episódio do <strong>Papo Lendário</strong>, <strong>Mitocondria</strong> (<a href="http://comicpod.com">www.comicpod.com</a>) e Pablo conversam sobre como o conceito de morte é visto pelas diversas culturas do mundo, como a finitude humana era para as antigas mitologias e como tais idéias mudaram até chegarmos nos dias atuais.</p>
<p style="text-align:justify;">Perceba que a morte que nos causa medo e terror atualmente nem sempre foi encarada dessa forma. E descubra mais sobre os ritos de passagem das antigas culturas nesse lendário episódio!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Comentem aqui no blog seus elogios, criticas, o que gostou, o que não gostou, suas duvidas e sugestões, ou melhor ainda, podem enviar e-mails para <strong>mitografias@gmail.com</strong></p>
<p style="text-align:justify;">E também podem nos seguir no twitter: <strong><a href="http://twitter.com/mitografias">www.twitter.com/mitografias</a></strong><a href="http://twitter.com/mitografias"><br />
</a></p>
<p style="text-align:justify;">Se você ouve seus podcasts pelo iTunes, copie o link: <strong><a href="http://www.mevio.com/feeds/papolendrio.xml">itpc://mevio.com/feeds/papolendrio.xml</a></strong> abra seu iTunes, vá na aba “Avançado”, “Assinar Podcast”, cole o endereço e pronto!</p>
<p><strong>Links:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.premiopodcast.com.br">Premio Podcast 2009</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://m.podshow.com/media/21636/episodes/183224/papolendrio-183224-09-25-2009.mp3">Clique aqui para baixar</a></strong><br />
<span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fm.podshow.com%2Fmedia%2F21636%2Fepisodes%2F183224%2Fpapolendrio-183224-09-25-2009.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span><br />
<a href="http://m.podshow.com/media/21636/episodes/183224/papolendrio-183224-09-25-2009.mp3"><img src="http://img246.imageshack.us/img246/6093/audiomp3buttonsm2.png" border="0" alt="Download" /></a> 96kbps [56:30]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enfrentando la Cultura]]></title>
<link>http://pastordanielbrito.wordpress.com/2009/09/16/enfrentando-la-cultura/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:24:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>pastordanielbrito</dc:creator>
<guid>http://pastordanielbrito.wordpress.com/2009/09/16/enfrentando-la-cultura/</guid>
<description><![CDATA[Por Daniel Brito En medio de una cultura inmoral, secular y humanista como la de hoy día, el Cristia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Por Daniel Brito</span></p>
<p><span style="color:#000000;">En medio de una cultura inmoral, secular y humanista como la de hoy día, el Cristiano puede pensar que está viviendo en los peores tiempos. Puede que sea cierto, pero toda generación ha tenido que enfrentar una cultura que casi siempre ha sido hostil hacia el Evangelio, o por lo menos, hacia los Principios morales del Evangelio. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">La historia en el libro de Génesis sobre Abraham y su sobrino Lot, nos deja varias lecciones para nosotros hoy día. Abraham y Lot tenían que confrontar la cultura de aquel tiempo. El politeísmo, o sea la creencia en distintos dioses era común en los vecinos de estos dos personajes. Es en el carácter de ellos dos, donde notamos en realidad cuales son sus verdaderas creencias, y que importancia cada uno les daba.</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#000000;"><strong><em>«Así que Abram le dijo a Lot: «No debe haber pleitos entre nosotros, ni entre nuestros pastores, porque somos parientes.9 Allí tienes toda la tierra a tu disposición. Por favor, aléjate de mí. Si te vas a la izquierda, yo me iré a la derecha, y si te vas a la derecha, yo me iré a la izquierda.»<br />
10 Lot levantó la vista y observó que todo el valle del Jordán, hasta Zoar, era tierra de regadío, como el jardín del Señor o como la tierra de Egipto. Así era antes de que el Señor destruyera a Sodoma y a Gomorra.11 Entonces Lot escogió para sí todo el valle del Jordán, y partió hacia el oriente. Fue así como Abram y Lot se separaron.12 Abram se quedó a vivir en la tierra de Canaán, mientras que Lot se fue a vivir entre las ciudades del valle, estableciendo su campamento cerca de la ciudad de Sodoma.13 Los habitantes de Sodoma eran malvados y cometían muy graves pecados contra el Señor.»</em></strong> (Génesis 13:8-13).</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#000000;">Abraham y Lot eran bien ricos. Ambos tenían muchos siervos y ganado, y los siervos de ambos se habían estado peleando delante de los vecinos de esa tierra. Abraham decide que no pueden vivir así, porque los ojos de los paganos estaban viendo el mal ejemplo de ellos.  Por eso le pide a Lot que escoja para donde quiere ir. Lot escoge lo mejor ante sus ojos. Él escoge la tierra fértil del valle del Jordán. A la vista nuestra parece como que Abraham no tuvo oportunidad de escoger bien por haber dado a Lot la iniciativa.  Debemos notar que en vista del verso 13 donde dice que <em><strong>“los habitantes de Sodoma eran malvados”</strong></em>, y el que Abraham rehusara el botín por parte del rey de Sodoma después de haber regresado de rescatar a Lot y los demás que habían sido llevados cautivos por Quedorlaómer y los reyes que estaban con él (Génesis 14:19), podemos decir  que Abraham sabía muy bien quien era el rey de Sodoma, y qué estilo de vida llevaban sus ciudadanos, y que si él hubiera escogido antes que Lot, seguramente que hubiera escogido de la misma manera, al lado opuesto de Sodoma y Gomorra.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Es cerca de Sodoma donde Lot decidió poner sus tiendas y poco a poco acercarse a la ciudad y vivir en ella. Vemos que Lot era en realidad un hombre mundano, y su corazón estaba por alguna razón en las posesiones y la cultura de Sodoma. Para que Lot hubiera podido vivir en Sodoma, tenía que acomodarse a la cultura de esa gente. Quiere decir que se acomodó a la inmoralidad y los grandes pecados contra el SEÑOR que leímos en el versículo 13.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">La lección para nosotros hoy día como creyentes es que nuestro Salvador JESUCRISTO nos ha llamado a ser luz del mundo y sal de la tierra.</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#000000;"><strong><em>«Ustedes son la sal de la tierra. Pero si la sal se vuelve insípida, ¿cómo recobrará su sabor? Ya no sirve para nada, sino para que la gente la deseche y la pisotee.<br />
14 Ustedes son la luz del mundo. Una ciudad en lo alto de una colina no puede esconderse.15 Ni se enciende una lámpara para cubrirla con un cajón. Por el contrario, se pone en la repisa para que alumbre a todos los que están en la casa.16 Hagan brillar su luz delante de todos, para que ellos puedan ver las buenas obras de ustedes y alaben al Padre que está en el cielo.»</em></strong> (Mateo 5:13-16).</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#000000;">Es muy claro que en medio de una cultura secular e inmoral, somos nosotros los que tenemos que enfrentarla no por la fuerza sino por el ejemplo de la obediencia a Dios. Nosotros tenemos que ser influencia al mundo y no dejar que el mundo influya cual debe ser nuestra conducta. Lot se tuvo que acomodar a los sodomitas y le costó muy caro como podemos leer en el capítulo 19 de Génesis. Nosotros no debemos acomodarnos a la cultura de nuestro día, y como hijos obedientes, ser luz y sal de la tierra.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">La luz alumbra en medio de la oscuridad. Es así como la Iglesia de Jesucristo debe alumbrar al mundo para que puedan encontrar al Salvador.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">La sal le da sabor a la comida. Así la Iglesia debe ser la que le de sabor a la cultura. Un sabor que refleje la moralidad Bíblica en obediencia a Dios.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">En contraste a Lot, tenemos el ejemplo de Abraham. Hay dos cosas que sobresalen de este personaje.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#000000;">• Para ser obediente a Dios, tuvo que dejar Harán, la tierra de sus parientes, e irse a Canaán donde Dios quería que él estuviera.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#000000;">• Para seguir en obediencia, vivía separado de la cultura de los vecinos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Como creyentes, nuestro carácter debe ser como el de Abraham. Debemos influenciar la cultura pagana y secular de este mundo sin dejar que ella nos vaya a manchar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Que Dios les bendiga.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">*Toda referencia Bíblica es tomada de la Biblia, Nueva Versión Internacional*</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[polisillogismo - propagginatura]]></title>
<link>http://lemmarioenciclopedico.wordpress.com/2009/09/06/polisillogismo-propagginatura/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 09:57:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniobon</dc:creator>
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<description><![CDATA[polisillogismo,polisillogismo, polisìndeto,polisindeto, polisinodìa,polisinodia, polisinovite,polisi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>polisillogismo,polisillogismo, polisìndeto,polisindeto, polisinodìa,polisinodia, polisinovite,polisinovite, polisìntesi,polisintesi, polisintètico,polisintetico, polisolfùrico,polisolfurico, polisòma,polisoma, polispèrmo,polispermo, polisportivo,polisportivo, polista,polista, polistèle,polistele, polistèmone,polistemone, Polistes,polistes, Polistilìferi,polistiliferi, polìstilo,polistilo, Polistini,polistini, polistiròlico,polistirolico, polistiròlo,polistirolo, Polistòmidi,polistomidi, polítai,politai, politeama,politeama, politècnico,politecnico, politeismo,politeismo, politeista,politeista, politeìstico,politeistico, politemàtico,politematico, politenato,politenato, politène,politene, politetrafluoretilène,politetrafluoretilene, politèuma,politeuma, politézza,politezza, polìtica,politica, political correctness,political_correctness, politically correct,politically_correct, politicante,politicante, politicastro,politicastro, politichése,politichese, politichino,politichino, politicismo,politicismo, politicità,politicita, politicizzare,politicizzare, politicizzazióne,politicizzazione, polìtico (sostantivo),politico1, polìtico (epica e poesia),politico2, politicóne,politicone, politipìa,politipia, politipo,politipo, politique d’abord,politique_dabord, polito,polito, politologìa,politologia, politòlogo,politologo, politomìa,politomia, politonale,politonale, politonalità,politonalita, Politòridi,politoridi, polìtropo,politropo, polìttico,polittico, poliurèico,poliureico, poliuretano,poliuretano, poliùria,poliuria, polivaccino,polivaccino, polivalènte,polivalente, polivalènza,polivalenza, polivinile,polivinile, polivinìlico,polivinilico, polivocale,polivocale, polizìa,polizia, poliziésco,poliziesco, poliziòtto,poliziotto, Polizòi,polizoi, polizòico,polizoico, pòlizza,polizza, polizzino,polizzino, polje,polje, pòlka o pòlca,polka_o_polca, pólla,polla, pollachiùria,pollachiuria, pollàio,pollaio, pollaiòlo o pollaiuòlo,pollaiolo_o_pollaiuolo, pollame,pollame, pollare,pollare, pollàrio,pollario, pollastra,pollastra, pollastro,pollastro, pollerìa,polleria, pòllice,pollice, pollice verso,pollice_verso, pollicitatio,pollicitatio, pollicoltóre o pollicultóre,pollicoltore_o_pollicultore, pollicoltura o pollicultura,pollicoltura_o_pollicultura, pollina,pollina, pòlline,polline, polling,polling, pollìnico,pollinico, pollìnio o pollinòdio,pollinio_o_pollinodio, pollino (aggettivo),pollino1, pollino (sostantivo),pollino2, pollino (enologia),pollino3, pollinòsi,pollinosi, pòllio,pollio, pollivéndolo,pollivendolo, póllo,pollo, pollóne,pollone, pollucite,pollucite, polluto,polluto, polluzióne,polluzione, polmonare,polmonare, polmonària,polmonaria, Polmonati,polmonati, polmonato,polmonato, polmóne,polmone, polmonite,polmonite, pòlo (astronomia, fisica e altro),polo1, pòlo (sport),polo2, polocrosse,polocrosse, polodìa,polodia, poloidale,poloidale, polòide,poloide, polonaise,polonaise, polonése,polonese, 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pompière,pompiere, pompierìstico,pompieristico, Pompignan, Jean-Georges Lefranc de-,pompignan_jean_georges_lefranc_de_, Pompìlidi,pompilidi, pompista,pompista, pompon,pompon, pomposità,pomposita, pompóso,pomposo, ponant,ponant, pònce,ponce, poncho,poncho, pòncio,poncio, ponderàbile,ponderabile, ponderale,ponderale, ponderare,ponderare, ponderatézza,ponderatezza, ponderato,ponderato, ponderazióne,ponderazione, ponderóso,ponderoso, pòndo,pondo, ponènte,ponente1 ponente2, ponentino,ponentino, Ponerini,ponerini, pònfo o pòmfo,ponfo_o_pomfo, ponfòide o pomfòide,ponfoide_o_pomfoide, ponghista,ponghista, Pòngidi,pongidi, Pongini,pongini, ponor,ponor, ponsò,ponso, pontale,pontale, pontàtico,pontatico, pontato,pontato, pónte,ponte_2, Pontederia,pontederia, Pontederiàcee,pontederiacee, pontéfice,pontefice, ponteggiatóre,ponteggiatore, pontéggio,ponteggio, Pontiano,pontiano, ponticèllo,ponticello, pòntico,pontico, Pòntico,pontico_1, pontière,pontiere, pontificale,pontificale, pontificare,pontificare, pontificato,pontificato, Pontifìcie, Accadèmie-,pontificie_accademie_, pontifìcio,pontificio, pontile,pontile, pontino,pontino, pònto,ponto, pontonàio,pontonaio, pontóne,pontone, pontonière,pontoniere, pontremolése,pontremolese, pony,pony, pony express,pony_express, ponzare,ponzare, pool,pool, poona,poona, pop art,pop_art, pop-corn,pop_corn, pòpe,pope, pòpelin,popelin, popeline,popeline, pòplite,poplite, poplitèo,popliteo, popò,popo, popolaménto,popolamento, popolano,popolano, popolare (aggettivo),popolare1, popolare (verbo),popolare2, popolareggiante,popolareggiante, popolarésco,popolaresco, popolarità,popolarita, popolazióne,popolazione, pòpolo,popolo, popolóso,popoloso, popóne,popone, poporanism,poporanism, póppa (sostantivo),poppa1, póppa (nautica),poppa2, poppante,poppante, poppare,poppare, poppata,poppata, poppatóio,poppatoio, poppavìa,poppavia, poppése,poppese, poppétta,poppetta, poppière,poppiere, poppièro,poppiero, popputo,popputo, popùleo,populeo, populismo,populismo, populista,populista, populìt o pòpulit,populit_o_populit, Populus,populus, populus romanus,populus_romanus, pòrca,porca, porcaccióne,porcaccione, porcàio\f8~1\f0~ o porcaro,porcaio1_o_porcaro, porcàio\f8~2\f0~,porcaio2, porcaréccia,porcareccia, porcàrio,porcario, porcata,porcata, porcèlla,porcella, porcellana (arte e altro),porcellana1, porcellana (botanica),porcellana2, porcellanare,porcellanare, porcellino,porcellino, porcellino di tèrra,porcellino_di_terra, Porcellio,porcellio, porcherìa,porcheria, porchétta,porchetta, porciglióne,porciglione, porcilàia,porcilaia, porcile,porcile, porcillaménto,porcillamento, porcinèllo,porcinello, porcino,porcino, pòrco,porco, pòrco di fiume,porco_di_fiume, porcospino,porcospino, porcume,porcume, pòrfido,porfido, porfìreo,porfireo, porfirìa,porfiria, porfìrico,porfirico, porfirina,porfirina, porfirinùria,porfirinuria, porfirite,porfirite, porfirizzare,porfirizzare, porfirizzazióne,porfirizzazione, pòrfiro,porfiro, porfiroblàstico,porfiroblastico, porfiroclàstico,porfiroclastico, porfiròide,porfiroide, pòrgere,porgere, porgitóre,porgitore, poricida,poricida, Porìferi,poriferi, pòrion,porion, porisma,porisma, pòrno,porno, pornofìlm,pornofilm, pornografìa,pornografia, pornogràfico,pornografico, pornògrafo,pornografo, pornoshop,pornoshop, pòro,poro, porocanale,porocanale, Porocefàlidi,porocefalidi, porocito,porocito, poròforo,poroforo, porogamìa,porogamia, Poromia,poromia, póros,poros, porosìmetro,porosimetro, porosità,porosita, poróso,poroso, Porphyra,porphyra, pórpora,porpora, porporato,porporato, porporeggiare,porporeggiare, porporina,porporina, porporino,porporino, porràccio,porraccio, pórre,porre, porridge,porridge, porrina,porrina, porringer,porringer, pòrro,porro, Pòrro, Edoardo,porro_edoardo, porróso,porroso, porro unum est necessarium,porro_unum_est_necessarium, pòrta,porta, portaàcqua,portaacqua, portabagagli,portabagagli, portabandièra,portabandiera, portabastóni,portabastoni, 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di clàmide,portatrice_di_clamide, portauòva,portauova, portauòvo,portauovo, portautensili,portautensili, portavalóri,portavalori, portavasi,portavasi, portavivande,portavivande, portavóce,portavoce, porte-enfant,porte_enfant, portèlla,portella, portellino,portellino, portèllo,portello, portènto,portento, portentóso,portentoso, porteur,porteur, portfolio,portfolio, porticato,porticato, porticciòlo,porticciolo, pòrtico,portico, portièra,portiera, portierato,portierato, portière,portiere, portina,portina, portinàio,portinaio, portinerìa,portineria, portinfante,portinfante, portio,portio, Portlandiano,portlandiano, pòrto (sostantivo),porto1, pòrto (participio passato),porto2, pòrto (tecnica delle costruzioni e altro),porto3, pòrto (enologia),porto4, portoghése,portoghese, portolano,portolano, portolato o portolatto,portolato_o_portolatto, portóne,portone, portorealista,portorealista, portoricano,portoricano, portòrio,portorio, portòro,portoro, portuale,portuale, portuàrio,portuario, Portulaca,portulaca, Portùnidi,portunidi, Portunus,portunus, portuóso,portuoso, porzióne,porzione, POS,pos, pòsa,posa, posacavi,posacavi, posacénere,posacenere, posacóda,posacoda, posafèrro,posaferro, posamine,posamine, posamòlle,posamolle, posapiano,posapiano, posare,posare, posata,posata, posato,posato, posatóio,posatoio, posatubi,posatubi, pòscia,poscia, posciadìstico,posciadistico, poscritto,poscritto, posdomani,posdomani, Posidonia,posidonia, positivismo,positivismo, positivista,positivista, positivìstico,positivistico, positività,positivita, positivo,positivo, positóne,positone, positróne,positrone, positrònio o positònio,positronio_o_positonio, positura,positura, posizionale,posizionale, posizionaménto,posizionamento, posizionare,posizionare, posizionatóre,posizionatore, posizióne,posizione, pòsola,posola, posolino,posolino, posologìa,posologia, pospórre,posporre, pospositivo,pospositivo, posposizióne,posposizione, pòssa,possa, possanza,possanza, possedére,possedere, 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postino,postino, postite,postite, postlarva,postlarva, postlimìnio,postliminio, postlùdio o poslùdio,postludio_o_posludio, postmaturità,postmaturita, postmilitare,postmilitare, post-modern dance,post_modern_dance, postmodèrno,postmoderno, pósto (aggettivo),posto1, pósto (sostantivo),posto2, postònico,postonico, postoperatòrio,postoperatorio, postorale,postorale, postorbitale,postorbitale, post partum,post_partum, postprandiale,postprandiale, postpredicaménti,postpredicamenti, postprocessóre,postprocessore, postraumàtico,postraumatico, postrèmo,postremo, postribolare,postribolare, postrìbolo,postribolo, postridentino,postridentino, postrisorgimentale,postrisorgimentale, post scriptum,post_scriptum, postulare,postulare, postulatio,postulatio, postulato,postulato, postulatóre,postulatore, postulatòrio,postulatorio, pòstumo,postumo, postura,postura, postutto,postutto, postvocàlico,postvocalico, postvulcànico,postvulcanico, potàbile,potabile, potabilità,potabilita, potabilizzazióne,potabilizzazione, potage,potage, Potàmidi,potamidi, potamo- o -potamo,potamo__o__potamo, potamocèro,potamocero, potamògale,potamogale, Potamogalini,potamogalini, Potamogeton,potamogeton, Potamogetonàcee,potamogetonacee, potare,potare, potassa,potassa, potassiemìa,potassiemia, potàssio,potassio, potassòlo,potassolo, potatóio,potatoio, potatura,potatura, pot-au-feu,pot_au_feu, potentato,potentato, potènte,potente, Potentilla,potentilla, potènza,potenza, potenziale,potenziale, potenzialità,potenzialita, potenziare,potenziare, potenziòmetro,potenziometro, potenzióri,potenziori, potére (verbo),potere1, potére (sostantivo),potere2, Poterion,poterion, Poterium,poterium, potestà,potesta1, potestativo,potestativo, Pothos,pothos_1, potìssimo,potissimo, potomanìa,potomania, potòrio,potorio, Potorous,potorous, Potosia,potosia, pot-pourri,pot_pourri, pòtta,potta, pottaióne,pottaione, Pottia,pottia, pottinìccio,pottiniccio, pòtto,potto, pouf,pouf, poujadismo,poujadismo, poulain,poulain, poulaine,poulaine, poule,poule, pound,pound, pouponnière,pouponniere, pourboire,pourboire, pour livrer,pour_livrer, pourpoint,pourpoint, povènta,poventa, poveràccio,poveraccio, poveràglia,poveraglia, poverèllo,poverello, poverétto,poveretto, poverino,poverino, pòvero,povero, povertà,poverta, poveruòmo,poveruomo, powellite,powellite, power shift,power_shift, Poxvirus,poxvirus, pozióne,pozione, pozióre,poziore, pózza,pozza, pozzànghera,pozzanghera, pozzétta,pozzetta, pozzétto,pozzetto, pózzo,pozzo, pózzo dei sacrifici,pozzo_dei_sacrifici, pozzolana,pozzolana, PP (chimica),pp_1, p.p.m.,p_p_m_, pràcrito,pracrito, praecinctio,praecinctio, praedium stipendiarium et tributarium,praedium_stipendiarium_et_tributarium, praeiudicium,praeiudicium, praepositus sacri cubiculi,praepositus_sacri_cubiculi, Praesorex,praesorex, praetexta,praetexta, pragmàtica,pragmatica1 pragmatica2, pragmàtico o prammàtico,pragmatico_o_prammatico, pragmatismo,pragmatismo, pragmatista,pragmatista, pragmatìstico,pragmatistico, praguerie,praguerie, pràhu o prào,prahu_o_prao, prakrti,prakrti, pralina,pralina, pram,pram, prammàtica,prammatica, prammàtica sanzióne,prammatica_sanzione, pranoterapèuta,pranoterapeuta, pranoterapìa,pranoterapia, pranoterapista,pranoterapista, pranzare,pranzare, pranzo,pranzo, pr\f4~a\f0~sada,prasada, praseodìmio,praseodimio, prasinite,prasinite, pràsio,prasio, prassi,prassi, prassìa,prassia, prassinoscòpio o praxinoscòpio,prassinoscopio_o_praxinoscopio, prataiòlo,prataiolo, praterìa,prateria, pràtica,pratica, praticàbile,praticabile, praticante,praticante, praticare,praticare, praticità,praticita, pràtico,pratico, pratìcolo,praticolo, praticoltura,praticoltura, praticóne,praticone, pratile,pratile, pratista,pratista, prativo,prativo, prato,prato, pratolina,pratolina, pravità,pravita, pravo,pravo, praxeologìa,praxeologia, pre-,pre_, preaccennare,preaccennare, preaccentuazióne,preaccentuazione, preadamìtico,preadamitico, preadattaménto,preadattamento, preaddòme,preaddome, preadolescènza,preadolescenza, preallarme,preallarme, prealpino,prealpino, preàmbolo,preambolo, preamplificatóre,preamplificatore, preanestesìa,preanestesia, preanimismo,preanimismo, preannullato,preannullato, preannunciare o preannunziare,preannunciare_o_preannunziare, preannùncio o preannùnzio,preannuncio_o_preannunzio, preàrio,preario, prearricchiménto,prearricchimento, preatlètico,preatletico, preavvertiménto,preavvertimento, preavvertire,preavvertire, preavviaménto,preavviamento, preavvisare,preavvisare, preavviso,preavviso, prebarba,prebarba, prebaròcco,prebarocco, prebèllico,prebellico, prebènda,prebenda, Precambriano,precambriano, precàmera,precamera, precampionato,precampionato, precanceróso,precanceroso, precapillare,precapillare, precariato,precariato, precarietà,precarieta, precàrio (aggettivo),precario1, precatìvo,precativo, precauzionale,precauzionale, precauzióne,precauzione, prèce,prece, precedènte,precedente, precedènza,precedenza, precèdere,precedere, precessióne,precessione, precettare,precettare, precettista,precettista, precettìstica,precettistica, precettìstico,precettistico, precettivo,precettivo, precètto,precetto, precettóre,precettore, precìdere,precidere, precìngere,precingere, precinzióne,precinzione, precipitare,precipitare, precipitato,precipitato, precipitazióne,precipitazione, precìpite,precipite, precipitévole,precipitevole, precipitóso,precipitoso, precipìzio,precipizio, precìpuo,precipuo, precirròsi,precirrosi, precisare,precisare, precisazióne,precisazione, precisióne,precisione, preciso,preciso, precitato,precitato, preclaro,preclaro, preclùdere,precludere, preclusióne,preclusione, precluso,precluso, precoagulazióne,precoagulazione, precòce,precoce, precocità,precocita, precògnito,precognito, precognizióne,precognizione, precolombiano,precolombiano, precòma,precoma, precompressióne,precompressione, precónca,preconca, preconcètto,preconcetto, precóncia,preconcia, precondizionaménto,precondizionamento, precondizionato,precondizionato, precongressuale,precongressuale, precònio,preconio, preconizzare,preconizzare, preconoscènza,preconoscenza, preconóscere,preconoscere, precònscio,preconscio, precòrdi,precordi, precordiale,precordiale, precordialgìa,precordialgia, precòrdio,precordio, precórrere,precorrere, precorritóre,precorritore, precostituire,precostituire, precòtto,precotto, precottura,precottura, precristiano,precristiano, precrìtico,precritico, precursóre,precursore, prèda,preda, predace,predace, predare,predare, predatóre,predatore, predatòrio,predatorio, predazióne,predazione, predazzite,predazzite, predecessóre,predecessore, predeismo,predeismo, predèlla,predella1 predella2, predestinare,predestinare, predestinaziano,predestinaziano, predestinazióne,predestinazione, predestinazionismo,predestinazionismo, predeterminare,predeterminare, predeterminaziòne,predeterminazione, predétto,predetto, prediale,prediale, prediàstole,prediastole, prediatura,prediatura, prèdica,predica, predicàbile,predicabile, predicare,predicare, predicativismo,predicativismo, predicativo,predicativo, predicato,predicato, predicato di Bitùrica,predicato_di_biturica, predicatóre,predicatore, predicatòrio,predicatorio, predicazióne,predicazione, predilètto,prediletto, predilezióne,predilezione, predilìgere,prediligere, prèdio,predio, predire,predire, predispórre,predisporre, predisposizióne,predisposizione, predizióne,predizione, prednisolóne,prednisolone, prednisóne,prednisone, predominare,predominare, predominio,predominio, predóne,predone, preellènico,preellenico, preènfasi,preenfasi, preesistènza,preesistenza, preesìstere,preesistere, prefabbricare,prefabbricare, prefabbricato,prefabbricato, prefaringe,prefaringe, prefato,prefato, prefàzio,prefazio, prefazionare,prefazionare, prefazióne,prefazione, Prefélci,prefelci, preferènza,preferenza, preferenziale,preferenziale, preferìbile,preferibile, preferire,preferire, preferito,preferito, prefettìzia,prefettizia, prefettìzio,prefettizio, prefètto,prefetto, prefettura,prefettura, prèfica,prefica, prefìggere,prefiggere, prefigurare,prefigurare, prefigurazióne,prefigurazione, prefilatèlico,prefilatelico, prefiltro,prefiltro, prefinanziaménto,prefinanziamento, prefinanziare,prefinanziare, prefioritura,prefioritura, prefisso,prefisso, prefissòide,prefissoide, preflorazióne,preflorazione, prefòglia,prefoglia, prefogliazióne,prefogliazione, prefórma,preforma, preformare,preformare, preformazióne,preformazione, preformismo,preformismo, prefrontale,prefrontale, pregadìo,pregadio, pregado,pregado, pregare,pregare, pregenitale,pregenitale, pregeològico,pregeologico, pregévole,pregevole, pregevolézza,pregevolezza, preghièra,preghiera, pregiare,pregiare, pregiatìssimo,pregiatissimo, pregiato,pregiato, prègio,pregio, pregiudicare,pregiudicare, pregiudicato,pregiudicato, pregiudiziale,pregiudiziale, pregiudizialità,pregiudizialita, pregiudiziévole,pregiudizievole, pregiudìzio,pregiudizio, Preglaciale,preglaciale, pregnandiòlo,pregnandiolo, pregnano,pregnano, pregnante,pregnante, pregnanza,pregnanza, pregnenolóne,pregnenolone, prégno,pregno, prègo o priègo,prego1_o_priego, prègo,prego2, pregustare,pregustare, pregustatóre,pregustatore, prehnite,prehnite, preimpaginazióne,preimpaginazione, preindeuropèo o preindoeuropèo,preindeuropeo_o_preindoeuropeo, preipòfisi,preipofisi, Preissia,preissia, preistòria,preistoria, preistòrico,preistorico, prelatésco,prelatesco, prelatino,prelatino, prelatizio,prelatizio, prelato,prelato, prelatura,prelatura, prelavàggio,prelavaggio, prelazióne,prelazione, prelegato,prelegato, preletteràrio,preletterario, preleucemìa,preleucemia, prelevaménto,prelevamento, prelevare,prelevare, prelezióne,prelezione, preliare,preliare, prelibare,prelibare, prelibato,prelibato, prelibazióne,prelibazione, prelièvo,prelievo, preliminare,preliminare, prelodato,prelodato, prelògico,prelogico, prelogismo,prelogismo, prelùdere,preludere, preludiare,preludiare, prelùdio,preludio, pre-maman,pre_maman, premascellare,premascellare, prematrimoniale,prematrimoniale, prematuro,prematuro, premeditare,premeditare, premeditazióne,premeditazione, prèmere,premere, preméssa,premessa, premestruale,premestruale, preméttere,premettere, premiale,premiale, premiando,premiando, premiare,premiare, premiazióne,premiazione, premibadèrna,premibaderna, prèmice,premice, première,premiere, premiership,premiership, premilitare,premilitare, preminènte,preminente, preminènza,preminenza, prèmio,premio, premistòffa,premistoffa, premistóppa,premistoppa, prèmito,premito, premitréccia,premitreccia, premolare,premolare, premonire,premonire, premonitóre,premonitore, premonitòrio,premonitorio, premonizióne,premonizione, premoriènza,premorienza, premorire,premorire, premostratènse,premostratense, premunire,premunire, premura,premura, premurare,premurare, premuróso,premuroso, prenàscere,prenascere, prenatale,prenatale, prènce o prince,prence_o_prince, prèndere,prendere, prendisóle,prendisole, prenditóre,prenditore, prenditorìa,prenditoria, prenèsso,prenesso, preninfa,preninfa, prenóme,prenome, prenotare,prenotare, prenotazióne,prenotazione, prenozióne,prenozione, prènsile,prensile, prensióne,prensione, prenunziare,prenunziare, prenùnzio,prenunzio, preoccupare,preoccupare, preoccupazióne,preoccupazione, preolimpiònico,preolimpionico, preomèrico,preomerico, Preominidi,preominidi, preopèrcolo,preopercolo, preopinante,preopinante, preordinare,preordinare, prepalatale,prepalatale, Prepaleozòico,prepaleozoico, preparare,preparare, preparativo,preparativo, preparato,preparato, preparatòrio,preparatorio, preparazióne,preparazione, prepensionaménto,prepensionamento, prepensionato,prepensionato, prepolìmero,prepolimero, prepòlline,prepolline, preponderanza,preponderanza, preponderare,preponderare, prepórre,preporre, prepositivo,prepositivo, prepòsito,preposito, prepositura,prepositura, prepositurale,prepositurale, preposizióne,preposizione, prepòstero,prepostero, prepósto,preposto, prepotènte,prepotente, prepotènza,prepotenza, prepotére,prepotere, preprocessóre,preprocessore, prepùbere,prepubere, prepubertà,prepuberta, prepuziale,prepuziale, prepùzio,prepuzio, preraffaellismo,preraffaellismo, preraffaellita,preraffaellita, prerinascimentale,prerinascimentale, preriscaldaménto,preriscaldamento, preriscaldare,preriscaldare, preriscaldatóre,preriscaldatore, preriscaldo,preriscaldo, prerogativa,prerogativa, preromànico,preromanico, preromano,preromano, preromanticismo,preromanticismo, preromàntico,preromantico, preromanzo,preromanzo, présa,presa, presàgio,presagio, presagire,presagire, presago,presago, presalàrio,presalario, presame,presame, presantificato,presantificato, Pre-sàpiens,pre_sapiens, presbiacusìa,presbiacusia, presbiofrenìa,presbiofrenia, presbiopìa,presbiopia, prèsbite,presbite, presbiterale,presbiterale, presbiterato,presbiterato, presbiterianésimo o presbiterianismo,presbiterianesimo_o_presbiterianismo, presbiteriano,presbiteriano, presbitèrio,presbiterio, presbìtero,presbitero, Presbytis,presbytis, prescégliere,prescegliere, prèscia,prescia, presciènte,presciente, presciènza,prescienza, prescìndere,prescindere, prescolàstico,prescolastico, prescrittìbile,prescrittibile, prescritto,prescritto, prescrìvere,prescrivere, prescrizionale,prescrizionale, prescrizióne,prescrizione, presegnale,presegnale, preselettóre,preselettore, preselezióne,preselezione, presèlla,presella, presellatura,presellatura, presenescènza,presenescenza, presenile,presenile, presentàbile,presentabile, presentàneo,presentaneo, presentare,presentare, presentat’arm o presentatàrm,presentatarm_o_presentatarm, presentatóre,presentatore, presentazióne,presentazione, presènte,presente1 presente2, presentiménto,presentimento, presentire,presentire, presènza,presenzayy, presenzialismo,presenzialismo, presenziare,presenziare, presèpio o presèpe,presepio_o_presepe, preservare,preservare, preservativo,preservativo, preservatóre,preservatore, preservazióne,preservazione, presfenòide,presfenoide, prèside,preside, presidènte,presidente, presidentéssa,presidentessa, presidènza,presidenza, presidenziale,presidenziale, presidenzialismo,presidenzialismo, presidiale,presidiale, presidiare,presidiare, presidiàrio,presidiario, presìdio,presidio, presièdere,presiedere, presinterizzazióne,presinterizzazione, presìstole,presistole, préso,preso, presociàle,presociale, presocràtico,presocratico, prèssa,pressa, pressacarte,pressacarte, pressacavo,pressacavo, pressaforàggio,pressaforaggio, press-agent,press_agent, pressante,pressante, pressapàglia,pressapaglia, pressappochismo,pressappochismo, pressappochista,pressappochista, pressappòco o prèss’a pòco,pressappoco_o_pressa_poco, pressare,pressare, pressaschède,pressaschede, pressatréccia,pressatreccia, pressatrice,pressatrice, pressatura,pressatura, pressing,pressing, pressióne,pressione, prèsso,pressoyy, pressocettóre,pressocettore, pressoché o prèsso che,pressoche_o_presso_che, pressoflessióne,pressoflessione, pressofusióne,pressofusione, pressoinflèsso,pressoinflesso, pressóio,pressoio, pressóre,pressore, pressòstato,pressostato, presspàn,presspan, pressura,pressura, pressurizzare,pressurizzare, pressurizzazióne,pressurizzazione, prestabilire,prestabilire, prestanóme,prestanome, prestante,prestante, prestantino,prestantino, prestanza,prestanza1 prestanza2, prestare,prestare, prestària,prestaria, prestatóre,prestatore, prestavóce,prestavoce, prestazióne,prestazione, prestézza,prestezza, prestidigitatóre,prestidigitatore, prestidigitazióne,prestidigitazione, prestigiatóre,prestigiatore, prestìgio,prestigio, prestigióso,prestigioso, prèstito,prestito, prèsto,presto_1, prèsule,presule, presùmere,presumere, presumìbile,presumibile, presuntivo,presuntivo, presunto,presunto, presuntuóso,presuntuoso, presunzióne,presunzione, presuppórre,presupporre, presupposizióne,presupposizione, presuppósto,presupposto, presura,presura, pretàglia,pretaglia, pretaiòlo,pretaiolo, prêt-à-porter,pret_a_porter, pretarso,pretarso, prète,prete, pretèlla,pretella, pretendènte,pretendente, pretèndere,pretendere, pretensióne,pretensione, pretensióso o pretenzióso,pretensioso_o_pretenzioso, preter-,preter_, preterintenzionale,preterintenzionale, preterintenzionalità,preterintenzionalita, preterire,preterire, pretèrito,preterito, preterizióne,preterizione, preterméttere,pretermettere, preternaturale,preternaturale, pretésa,pretesa, pretésco,pretesco, pretéso,preteso, pretèsta,pretesta, pretestata,pretestata, pretèsto,pretesto, pretestuóso,pretestuoso, pretini,pretini, pretino,pretino, pretònico,pretonico, pretóre,pretore, pretoriano,pretoriano, pretorile,pretorile, pretòrio (aggettivo),pretorio1, prètto,pretto, pretura,pretura, preumanésimo,preumanesimo, prevalènte,prevalente, prevalènza,prevalenza, prevalére,prevalere, prevaricare,prevaricare, prevaricatóre,prevaricatore, prevaricazióne,prevaricazione, prevedére,prevedere, prevedìbile,prevedibile, preveggènte,preveggente, preveggènza,preveggenza, prevenire,prevenire, prevenitóre,prevenitore, preventivare,preventivare, preventivo,preventivo, preventòrio,preventorio, prevenuto,prevenuto, prevenzióne,prevenzione, preverbale,preverbale, prevèrbo o prevèrbio,preverbo_o_preverbio, prevertire,prevertire, previdènte,previdente, previdènza,previdenza, previdenziale,previdenziale, prèvio,previo, previsionale,previsionale, previsióne,previsione, previsto,previsto, prevocàlico,prevocalico, prevòsto,prevosto, prevostura,prevostura, preziosismo,preziosismo, preziosità,preziosita, prezióso,prezioso, prezzare,prezzare, prezzàrio,prezzario, prezzémolo,prezzemolo, prèzzo,prezzo, prezzolare,prezzolare, prezzolato,prezzolato, P.R.I.,p_r_i_, prìa,priayy, Priaboniano,priaboniano, priapèo,priapeo, priapismo,priapismo, Priapùlidi,priapulidi, price,price, Pridoli,pridoli, prigióne,prigione, prigionìa,prigionia, prigionièro,prigioniero, prikaz,prikaz, prillare,prillare, prillo,prillo, prima (avverbio),prima1, prima (sostantivo),prima2, primachina,primachina, primàio,primaio, primale,primale, primana,primana, prima nòta,prima_nota, primarietà,primarieta, primàrio,primario, primate,primate, Primati,primati, primatìccio,primaticcio, primatista,primatista, primato,primato, primavèra,primavera, primaverile,primaverile, primazìa,primazia, primaziale,primaziale, primeggiare,primeggiare, primer,primer, prime rate,prime_rate, primevale,primevale, primèvo,primevo, primicèrio,primicerio, primidóne,primidone, primièra,primiera, primièro,primiero, primigènio,primigenio, primina,primina, primìpara,primipara, primipilare,primipilare, primipilo,primipilo, primitiva,primitiva, primitivismo,primitivismo, primitività,primitivita, primitivo,primitivo, primitivo di Mandùria,primitivo_di_manduria, primìzia,primizia, primo,primoyy, Primofilices,primofilices, primogènito,primogenito, primogenitóre,primogenitore, primogenitura,primogenitura, primordiale,primordiale, primòrdio,primordio, Primula,primula, Primulàcee,primulacee, princeps,princeps, princesse,princesse, principale,principale, principato,principato, prìncipe,principe, prìncipe di Gàlles,principe_di_galles, principésco,principesco, principéssa,principessa, principiante,principiante, principiare,principiare, princìpio,principio, princisbécco,princisbecco, printed,printed, prióne,prione, Prionobrama,prionobrama, Prionòpidi,prionopidi, prióra,priora, priorato,priorato, prióre,priore, priorità,priorita, prioritàrio,prioritario, priscillianésimo,priscillianesimo, prisco,prisco, Priscoan,priscoan, prisma,prisma, prismata,prismata, prismàtico,prismatico, prismatòide,prismatoide, prismòide,prismoide, prìspola,prispola, prispolóne,prispolone, Pristella,pristella, Prìstidi,pristidi, prìstino,pristino, Pristiofòridi,pristioforidi, pristuro,pristuro, pritanèo,pritaneo, pritani o prìtani,pritani_o_pritani, pritanìa,pritania, privacy,privacy, privare,privare, privatista,privatista, privativa,privativa, privativo,privativo, privatizzare,privatizzare, privatizzazione,privatizzazione, privato,privato, privazióne,privazione, privigno,privigno, privilegiare,privilegiare, privilegiato,privilegiato, privilègio,privilegio, privo,privo, prizzato,prizzato, pro-,pro_1 pro_2, pro (preposizione),pro1, pro (sostantivo),pro2, pro’,proyy, Proàntropi,proantropi, Proanuri,proanuri, proattivo,proattivo, proavo,proavo, probàbile,probabile, probabiliorismo,probabiliorismo, probabilismo,probabilismo, probabilista,probabilista, probabilìstico,probabilistico, probabilità,probabilita, probandato,probandato, probando,probando, probante,probante, probasìdio,probasidio, probàtico,probatico, probativo,probativo, probatòrio,probatorio, probità,probita, probiviri,probiviri, problèma,problema, problemàtica,problematica, problematicismo,problematicismo, problematicità,problematicita, problemàtico,problematico, problem solving,problem_solving, pròbo,probo, Proboscidati,proboscidati, proboscidato,proboscidato, probòscide,proboscide, Proboscìferi,probosciferi, Probosciger,probosciger, probúleuma,probuleuma, probuli,probuli, procàccia,procaccia, procacciaménto,procacciamento, procacciare,procacciare, procaccino,procaccino, procace,procace, procacità,procacita, procaina,procaina, procàmbio,procambio, procànico,procanico, Procapra,procapra, procariote,procariote, procarpo,procarpo, procàvia,procavia, Procàvidi,procavidi, procèdere,procedere, procedibilità,procedibilita, procedimènto,procedimento, procedura,procedura, procedurale,procedurale, procedurista,procedurista, proceleusmàtico,proceleusmatico, Procèli,proceli, procèlla,procella, procellària,procellaria, Procellàridi,procellaridi, Procellarifórmi,procellariformi, procellóso,procelloso, procèlo,procelo, procercòide,procercoide, pròceri,proceri, Procerodes,procerodes, processare,processare, processing,processing, processionale,processionale, processionare,processionare, processionària,processionaria, processióne,processione, procèsso,processo, processore,processore, processuale,processuale, prochèilo,procheilo, procinto,procinto, procióne,procione, Prociònidi,procionidi, proclama,proclama, proclamare,proclamare, proclamazióne,proclamazione, pròclisi,proclisi, proclìtico,proclitico, proclive,proclive, proclorite,proclorite, pròco,proco, Procòccidi,prococcidi, Procolofóni,procolofoni, Procolophon,procolophon, procómbere,procombere, proconsolare,proconsolare, proconsolato,proconsolato, procònsole,proconsole, Proconsul,proconsul, Proconsùlidi,proconsulidi, proconvertina,proconvertina, Procordati,procordati, procrastinare,procrastinare, procreare,procreare, procreazióne,procreazione, proctite,proctite, proctodèo,proctodeo, proctologìa,proctologia, proctostasi,proctostasi, Proctotrùpidi,proctotrupidi, proculeiani,proculeiani, procura,procura, procurare,procurare, procuratìa,procuratia, procurato,procurato, procuratóre,procuratore, procuratòrio,procuratorio, procurazióne,procurazione, pròda,proda, pròde,prode, prodèlta,prodelta, prodése,prodese, prodézza,prodezza, prodière,prodiere, prodièro,prodiero, prodigalità,prodigalita, prodigare,prodigare, prodìgio,prodigio, prodigiosina,prodigiosina, prodigióso,prodigioso, pròdigo,prodigo, prodina,prodina, proditòrio,proditorio, prodittatóre,prodittatore, prodótto,prodotto, pròdromo,prodromo, producer,producer, production oriented,production_oriented, product manager,product_manager, product mix,product_mix, Productus,productus, produrre,produrre, produttivìstico,produttivistico, produttività,produttivita, produttivo,produttivo, produttóre,produttore, produzióne,produzione, Proëchimys,proechimys, proedrìa,proedria, pròedro,proedro, proembrióne,proembrione, proemiale,proemiale, proèmio,proemio, proencèfalo,proencefalo, Proètidi,proetidi, profago,profago, profanare,profanare, profanazióne,profanazione, Profaneràntropi,profanerantropi, profano,profano, profase,profase, proferire,proferire, professare,professare, professionale,professionale, professionalità,professionalita, professióne,professione, professionismo,professionismo, professionista,professionista, professionìstico,professionistico, profèsso,professo, professorale,professorale, professóre,professore, profèta,profeta, profetare,profetare, profetéssa,profetessa, profètico,profetico, profetismo,profetismo, profetizzare,profetizzare, profezìa,profezia, proffèrlo,profferlo, proffèrta,profferta, proficiènte,proficiente, profìcuo,proficuo, profilare,profilare, profilassi,profilassi, profilato,profilato, profilatóio,profilatoio, profilàttico,profilattico, profilatura,profilatura, profillo,profillo, profilo,profilo, profime,profime, profitènte,profitente, profiteroles,profiteroles, profittare,profittare, profittatóre,profittatore, profittévole,profittevole, profitto,profitto, profittogramma,profittogramma, profligare,profligare, proflùvio,profluvio, profondare,profondare, profóndere,profondere, profondìmetro,profondimetro, profondità,profondita, profóndo,profondo, profórma,proforma, pròfugo,profugo, profumare,profumare, profumerìa,profumeria, profumièra,profumiera, profumière,profumiere, profumièro,profumiero, profumista,profumista, profumo,profumo, profusióne,profusione, profuso,profuso, progàmico,progamico, Proganochèlidi,proganochelidi, Proganochelys,proganochelys, progenerare,progenerare, progènie,progenie, progenitóre,progenitore, progerìa,progeria, progestativo,progestativo, progesteróne,progesterone, progettare,progettare, progettazióne,progettazione, progettista,progettista, progettìstica,progettistica, progettìstico,progettistico, progètto,progetto, progettuale,progettuale, progettualità,progettualita, Progimnospèrme,progimnosperme, proglòttide,proglottide, prognatismo,prognatismo, prògnato o prognato,prognato_o_prognato, prògnosi,prognosi, prognosticare,prognosticare, prognòstico,prognostico, programma,programma, programmare,programmare, programmàtico,programmatico, programmato,programmato, programmatóre,programmatore, programmazióne,programmazione, programmista,programmista, progredire,progredire, progressióne,progressione, progressismo,progressismo, progressista,progressista, progressive jazz,progressive_jazz, progressività,progressivita, progressivo,progressivo, progrèsso,progresso, proibire,proibire, proibitivo,proibitivo, proibito,proibito, proibitòrio,proibitorio, proibizióne,proibizione, proibizionismo,proibizionismo, proibizionista,proibizionista, proibizionìstico,proibizionistico, proiettante,proiettante, proiettare,proiettare, proiettifìcio,proiettificio, proièttile,proiettile, proiettività,proiettivita, proiettivo,proiettivo, proiètto,proietto, proiettóre,proiettore, proiezióne,proiezione, prolàbio,prolabio, Prolagus,prolagus, prolamina,prolamina, prolasso,prolasso, prolattina,prolattina, prolattinòma,prolattinoma, prolazióne,prolazione, pròle,prole, Prolecanites,prolecanites, Prolecanìtidi,prolecanitidi, Prolecitòfori,prolecitofori, prolegato,prolegato, prolegòmeni,prolegomeni, prolèssi,prolessi, proletariato,proletariato, proletàrio,proletario, proletarizzare,proletarizzare, prolèttico,prolettico, prolidasi,prolidasi, proliferare,proliferare, proliferazióne,proliferazione, prolìfero,prolifero, prolificare,prolificare, prolificazióne,prolificazione, prolificità,prolificita, prolìfico,prolifico, prolina,prolina, prolissità,prolissita, prolisso,prolisso, pro loco,pro_loco, pròlogo,prologo, prolùdere,proludere, prolunga,prolunga, prolungaménto,prolungamento, prolungare,prolungare, prolusióne,prolusione, prolùvie,proluvie, promagistrato,promagistrato, promagistratura,promagistratura, promanare,promanare, Pro Marcello,pro_marcello, promemòria,promemoria, pròmere,promere, proméssa,promessa, promésso,promesso, prometazina,prometazina, prometèico,prometeico, prometèo,prometeo, prométtere,promettere, promèzio,promezio, prominènte,prominente, prominènza,prominenza, promiscuità,promiscuita, promìscuo,promiscuo, promissàrio,promissario, Promissio carisiaca,promissio_carisiaca, promissio dotis,promissio_dotis, promissio iurata liberti,promissio_iurata_liberti, promissióne,promissione, promissòrio,promissorio, promittènte,promittente, promontòrio,promontorio, promòsso,promosso, promoter,promoter, promotion,promotion, promotóre,promotore, promoveatur ut amoveatur,promoveatur_ut_amoveatur, promovèndo,promovendo, promozionale,promozionale, promozióne,promozione, prompt,prompt, prompt-book,prompt_book, promulgare,promulgare, promulgazióne,promulgazione, promuòvere,promuovere, prònao,pronao, pronatóre,pronatore, pronazióne,pronazione, pronèfro,pronefro, Proneomenia,proneomenia, pronghorn,pronghorn, pronipóte,pronipote, pronità,pronita, pròno,prono, Pronolagus,pronolagus, pronóme,pronome, pronominale,pronominale, pronosticare,pronosticare, pronòstico,pronostico, prontare,prontare, prontézza,prontezza, prónti cóntro tèrmine,pronti_contro_termine, prónto,pronto, prontuàrio,prontuario, prònuba,pronuba, prònubo,pronubo, pronùcleo,pronucleo, pronùncia o pronùnzia,pronuncia_o_pronunzia, pronunciàbile o pronunziàbile,pronunciabile_o_pronunziabile, pronunciaménto,pronunciamento, pronunciamiento,pronunciamiento, pronunciare o pronunziare,pronunciare_o_pronunziare, pronunciato o pronunziato,pronunciato_o_pronunziato, proòstraco,proostraco, propadiène,propadiene, propaganda,propaganda, propagandare,propagandare, propagandista,propagandista, propagandìstico,propagandistico, propagare,propagare, propagazióne,propagazione, propagginare,propagginare, propagginatura,propagginatura,</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cabezales: Junio]]></title>
<link>http://mandorlino.wordpress.com/2009/06/09/cabezales-junio/</link>
<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 12:24:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandorlino</dc:creator>
<guid>http://mandorlino.wordpress.com/2009/06/09/cabezales-junio/</guid>
<description><![CDATA[Título: El altar de dioses. Locación: Mueble de la tele.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://picasaweb.google.es/lh/photo/4m_txxakfGiebYVOwiEhKw?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh5.ggpht.com/__FRbRfzGcLw/Si5RvXGNiHI/AAAAAAAABmM/B14KVf7lnVc/s400/2009_06_el_altar_de_dioses.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Título: El altar de dioses.</p>
<p>Locación: Mueble de la tele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[Audio]Presentado en Fuenlabrada “La religión ¡vaya timo!  de Gonzalo Puente Ojea.]]></title>
<link>http://atrefu.wordpress.com/2009/05/19/presentado-en-fuenlabrada-%e2%80%9cla-religion-%c2%a1vaya-timo-de-gonzalo-puente-ojea/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 22:26:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ateneo Republicano de Fuenlabrada</dc:creator>
<guid>http://atrefu.wordpress.com/2009/05/19/presentado-en-fuenlabrada-%e2%80%9cla-religion-%c2%a1vaya-timo-de-gonzalo-puente-ojea/</guid>
<description><![CDATA[El pasado viernes 8 de mayo comenzaron las primeras  jornadas sobre laicismo de Fuenlabrada, organiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El pasado viernes 8 de mayo comenzaron las primeras  jornadas sobre laicismo de Fuenlabrada, organiz]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tipos de Religiões (parte 2) -- Politeísmo]]></title>
<link>http://mitografias.wordpress.com/2009/05/15/tipos-de-religioes-parte-2-politeismo/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:04:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mitocondria 2099</dc:creator>
<guid>http://mitografias.wordpress.com/2009/05/15/tipos-de-religioes-parte-2-politeismo/</guid>
<description><![CDATA[Veja os posts: Tipos de Religiões (introdução) Tipos de Religião (parte 1) &#8212; Panteísmo Com o t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Veja os posts: <a href="http://mitografias.wordpress.com/2009/04/04/tipos-de-religioes-introducao/">Tipos de Religiões (introdução)</a></strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong> <a href="http://mitografias.wordpress.com/2009/04/10/tipos-de-religioes-parte-1-panteismo/">Tipos de Religião (parte 1) &#8212; Panteísmo</a></strong></em></p>
</blockquote>
<h3>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-191" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="01" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/05/01.jpg?w=300" alt="01" width="265" height="204" />Com o tempo e o desenvolvimento as necessidades humanas passam a se tornar mais complexas. A sobrevivência assume contornos mais específicos, o crescimento populacional hipertrofiado graças à tecnologia que garante maior sucesso na preservação da prole e da longevidade, gera uma série de atividades competitivas e estruturalistas nas sociedades, que se tornam cada vez mais estratificadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse meio tempo a influência racional em franca ascensão tenta decifrar as transcendentes essências espirituais da natureza. Surge então o POLITEÍSMO, onde os elementos divinos são então personificados com qualidades cada vez mais humanas. O que era antes apenas a Água, um ser de essência espiritual metafísica e sagrada, agora passa a ser representada por uma entidade antropomórfica ou zoomórfica relacionada à água.</p>
</h3>
<h3>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">No princípio as características dessas divindades não são muito afetadas, mas com o tempo, a imaginação humana ou<img class="alignright size-medium wp-image-199" title="02" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/05/021.jpg?w=240" alt="02" width="240" height="300" /> a tentativa de se adequar as religiões às estruturas sociais, elas ficam cada vez mais parecidas com os seres humanos comuns, surgindo então entre os deuses relacionamentos similares aos humanos inclusive com conflitos, ciúmes, traições, romances e etc. E cada vez mais os deuses perdem características transcendentes até que a &#8220;degeneração&#8221; chegue a ponto destes se relacionarem sexualmente com seres humanos, o que significa a perda da natureza metafísica, da característica invisível, ou mais, de haver relações físicas e pessoais de violência entre humanos e divindades, sem qualquer caráter transcendente.</p>
</h3>
<h3 style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em muitos casos é difícil distinguir com clareza se determinadas religiões são Pan ou Politeístas. Mesmo no estágio Panteísta por vezes pode-se identificar com muita evidência algumas personificações das entidades divinas, mas algumas características como as citadas no parágrafo anterior são exclusivas do politeísmo. É possível que os elementos que contribuam ou realizem essa transição sejam o Animismo, Fetichismo e Totemismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-medium wp-image-193 aligncenter" title="05" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/05/05.jpg?w=300" alt="05" width="300" height="101" />Ocorre também uma relativa equivalência entre deidades femininas e masculinas, embora as masculinas mostrem sinais de predominância a medida que o sistema de crenças se torne mais mundano, características de uma fase mais racional e técnica onde muitas vezes a religião politeísta caminha junto com filosofias da natureza.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-194" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="06" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/05/06.jpg" alt="06" width="233" height="152" />É sempre nesse estágio também que as sociedades desenvolvem escrita, ou pelo menos passa a utilizar símbolos abstratos e códigos visuais mais elaborados, no caso do politeísmo asiático, egípcio e europeu, por exemplo, evoluiu para um sistema de escrita complexo.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas destas religiões têm então, narrativas de seus mitos em forma escrita, mas tais não possuem o valor e a significância de uma Revelação propriamente dita.</p>
<p style="text-align:justify;">Num estágio final tende a ocorrer o fenômeno da Monolatria, onde a adoração se concentra numa única divindade, o que pode ser o ponto de partida para o Monoteísmo.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Autor Anonimo</em><strong><em></em></strong></p>
</h3>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Acompanhe a continuação desse post em Tipos de Religiões (parte 3) — Monoteísmo<br />
</em></strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OS MONOTEÍSTAS PAGÃOS]]></title>
<link>http://zefirosblog.wordpress.com/2009/04/28/os-monoteistas-pagaos/</link>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 11:11:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael</dc:creator>
<guid>http://zefirosblog.wordpress.com/2009/04/28/os-monoteistas-pagaos/</guid>
<description><![CDATA[O mistério da trindade provavelmente é tão misterioso que nem mesmo os católicos entendem. O Pai que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O mistério da trindade provavelmente é tão misterioso que nem mesmo os católicos entendem. O Pai que]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Satã, Uma Imagem Arquetípica do Mal... (Parte I)]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-i/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 04:58:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-i/</guid>
<description><![CDATA[Para começo de conversa, precisamos entender que o ser humano é um ser gregário. Ou seja, seres huma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-655" title="sata_parte_i2" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/04/sata_parte_i2.jpg" alt="sata_parte_i2" width="500" height="375" /></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center">
<p style="text-align:justify;">Para começo de conversa, precisamos entender que o ser humano é um ser gregário. Ou seja, seres humanos necessitam da companhia de seus pares para sobreviverem e se adaptarem ao meio. Ao nascermos somos muito frágeis e precisamos de cuidados constantes por um longo período de tempo, até que possamos caminhar com as próprias pernas. Tal arranjo levou a humanidade a se organizar em grupos para obter mais chances de caçar, coletar alimentos e criar os filhotes. Com isso podemos entender que, para o ser humano, a sobrevivência do grupo significaria a sobrevivência do indivíduo. Sendo assim, o grupo tornou-se o fundamento da existência humana e qualquer coisa que o colocasse em risco deveria ser entendida como nociva.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui chegamos no ponto em que ocorre uma cisão entre o que seria o bem e o que seria o mal ao nível do imaginário coletivo da humanidade. Tudo  àquilo que pudesse colocar o grupo em risco de dissolução seria naturalmente tido como maléfico. Pois a dissolução do grupo representaria a morte do indivíduo e conseqüentemente a extinção da espécie humana. Por outro lado, tudo aquilo que pudesse fortalecer o grupo seria visto como benéfico, visto que o fortalecimento do grupo implicaria em maiores chances de sobrevivência individual e perpetuação da espécie.</p>
<p style="text-align:justify;">Seguindo esse raciocínio podemos pensar que diferentes grupos coroaram o mal com  atributos diversos. Muito embora todos esses atributos falassem de alguma forma de desobediência, de indisciplina, de rebeldia, de recusa&#8230; Ora, se o mal estava intimamente relacionado àquilo que poderia colocar a sobrevivência do grupo em risco, toda atitude que se opusesse às regras do grupo haveria de cair na denominação de mal. Mitos como o de <em>Adão e Eva</em>, <em>Lilith</em>, <em>Lúcifer</em>, <em>Prometeu</em> e <em>Pandora</em> ilustram maravilhosamente esse aspecto do mal associado à desobediência. Ainda, o fato dos diferentes grupos humanos enfrentarem diferentes obstáculos para a sua sobrevivência devido a diferenças geográficas, climáticas, etc., fez com que a Mitologia em torno do mal adquirisse contornos muito particulares em cada povo. Se não, vejamos:</p>
<p style="text-align:justify;">Os povos Semitas pré-cristãos fundamentavam sua organização social e econômica em torno do pastoreio. Como em geral acontece com os povos de origem pastoril, os Semitas eram nômades que viviam deslocando-se com seus animais de um lugar para outro a fim de trocar e negociar lã, leite, couro, carne e quaisquer outros produtos obtidos com os rebanhos&#8230;e essa era sua fonte de sobrevivência. Logo, tudo o que fosse empecilho para obtenção do pasto e para o deslocamento necessário para as negociações haveria de ser visto como mal, porque obviamente colocava a sobrevivência do grupo em risco.</p>
<p style="text-align:justify;">E o que poderia impedir o bom andamento de um grupo como esse? O mitólogo romeno <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mircea_Eliade" target="_blank">Mírcea Elíade</a>, nos faz pensar sobre essa questão abordando o papel da mulher nessas sociedades pré-cristãs do Oriente Médio. Segundo Elíade, as mulheres nas sociedades Semitas (como na maioria das culturas da antiguidade) eram responsáveis pelo cultivo da terra, pela organização da casa/tenda, pelo preparo dos alimentos e pelos cuidados das crianças e velhos. Adicione-se a isso o fato de serem elas, àquelas que engravidam, que parem, que amamentam&#8230;Para exercer todas essas funções, as mulheres precisavam carregar consigo os filhotes e todas as &#8220;tralhas&#8221; requeridas para a execução de suas tarefas diárias com a casa e a terra. Para um povo que precisa constantemente estar se deslocando e guerreando por espaço isso é um estorvo!!</p>
<p style="text-align:justify;">É interessante observar que na natureza dificilmente encontramos grupos de animais nômades constituídos por machos e fêmeas adultos que convivem harmonicamente. O nomadismo na natureza é quase sempre caracterizado por grupos animais em que fêmeas e machos adultos vivem em bandos separados, ou em que as fêmeas submetem-se aos machos. De maneira análoga, observa-se que o tratamento dispensado às mulheres nas sociedades humanas nômades, ainda hoje, é consideravelmente mais desigual do que àquele conquistado nas sociedades sedentárias. Haja vista, a condição das mulheres Ciganas, Eskimós e de outros grupos nômades como Thuaregs, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Seguindo o raciocínio de Elíade, fica mais fácil compreender como sociedades nômades produziram Mitos ligados ao Arquétipo do feminino como o de <em>Lilith</em> &#8211; mulher parideira que reivindica os mesmos direitos dos homens &#8211; ou Eva que, apesar de sua condição de “auxiliar idônea” de Adão, é curiosa o suficiente para desobedecer às ordens do patriarca. Ou ainda, de como surgiram Mitos como o de <em>Caim e Abel</em>. Em todas as versões desse Mito, <em>Abel</em> que é visto como o bem é pastor. <em>Caim</em>, porém, aparece em duas diferentes atividades, dependendo da versão do Mito; as atividades em questão são agricultor e ferreiro. Tanto a atividade agrícola quanto a de ferreiro exigem assentamento, fixação num mesmo lugar. A atividade de ferreiro, em especial, está diretamente ligada à constituição da cidade; e a cidade é por excelência o fim do modo de vida nômade. Em algumas versões do Mito de <em>Caim e Abel, </em><em>Caim</em> é tido como o fundador da primeira cidade na terra dos homens.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma outra origem para os Mitos que expressam imagens arquetípicas do Mal, diz respeito as dificuldades ambientais enfrentadas pelos primeiros grupos humanos. A escuridão da noite que trazia a ameaça de predadores escondidos nas sombras, tempestades violentas, raios e trovões incontroláveis e vulcões em erupção capazes de incendiar, matar e ferir representavam o excesso da força natural que fugia ao domínio da humanidade; e poderia colocar em risco a frágil vida dos primeiros seres humanos sobre a terra. As forças indomáveis da natureza, portanto, poderiam ser associadas ao mal, da mesma forma o frio ou calor intenso, que representavam para nossos ancestrais a morte inequívoca e colocava em risco a sobrevivência do grupo e da espécie.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensemos, então, no frio excessivo do norte da Europa; pensemos no Mito nórdico do deus <em>Loki</em> que, miticamente falando, aparece como uma das clássicas representações arquetípicas do Mal. Entre os antigos povos das terras geladas do norte da Europa, os grupos Vikings tinham na conquista/invasão de “terras” alheias não só a chance de acumular riquezas mas, principalmente, a de fomentar a própria sobrevivência. Natural era que a sua organização como um povo estivesse associada aos valores atribuídos à função de guerreiro.  Além do mais qualquer inverno mais rigoroso e prolongado do que o esperado era suficiente para dizimar as chances de sobrevivência dos habitantes da Escandinávia, minando as promessas de semeadura e colheita vindouras e a saúde dos rebanhos. Diante disso, uma das possíveis soluções para a sobrevivência seria a guerra e o saque advindo desta. Não é de espantar que para os Vikings a virtude se encontrasse em valores como: Coragem, Verdade, Honra, Fidelidade, Disciplina, Diligência, Perseverança e Autoconfiança. Todos esses atributos, tão valorizados pelos Vikings, nada mais são do que elementos necessários para se conduzir um exército vitorioso, afinal é disso que se necessita para entrar numa guerra e sair dela com vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Então o que poderia ameaçar a harmonia de um grupo Viking? A covardia, a traição, a trapaça&#8230; elementos que podem colocar uma guerra a perder! E esses são os atributos de <em>Loki</em>, o deus nórdico que alguns gostam de associar à figura do <em>Satã</em> judaico-cristão. No entanto, embora tanto<em> Loki</em> quanto <em>Satã </em>sejam Mitos representativos da Imagem Arquetípica do Mal, eles possuem origens diversas e, por essa razão, expressam atributos diferentes. Arquétipos são universais, Mitos não! Mitos são regionais e falam da história e da origem de cada grupo/povo distintamente, e é por isso que um mesmo tema arquetípico pode ter várias representações – várias imagens – pois cada grupo representa o Arquétipo – confere-lhe significado simbólico e o expressa por meio de imagens – de acordo com sua vivência e realidade espaço-temporal.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Por <a href="http://www.angelitascardua.wordpress.com" target="_blank">Angelita Corrêa Scardua</a><br />
Leia a segunda parte do artigo <a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-ii/" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;"> </span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Satã, Uma Imagem Arquetípica do Mal... (Parte II)]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-ii/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 04:49:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[Uma diferença básica parece haver entre a visão mítica do mal para os judaico-cristãos e para os pov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="aligncenter size-full wp-image-650" title="sata_parte_ii" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/04/sata_parte_ii.jpg" alt="sata_parte_ii" width="500" height="373" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma diferença básica parece haver entre a visão mítica do mal para os judaico-cristãos e para os povos pagãos do ocidente &#8211; e aqui incluo, Celtas, Vikings, Gregos, etc.  Essa diferença diz respeito ao lugar do mal no universo e na nossa vida. Para os povos pagãos o mal era tão somente uma outra face do processo da vida. <em>Loki</em>, apesar de representar aquilo que os Vikings mais condenavam, não foi banido ou punido, muito menos desprezado ou negado. Ao contrário ele era um deus entre outros deuses, e suas características eram reconhecidas como estando presentes em nossas vidas e em nós mesmos. Tanto é que, muitas vezes, os outros deuses do panteão Viking recorreram a essas mesmas características “condenáveis” de <em>Loki</em> para conseguirem o que queriam. Mais do que isso, <em>Loki</em> era associado ao fogo, elemento do paraíso mítico Viking e fonte de acolhimento para quem vive em terras geladas. Isso revela um aspecto particularmente interessante da visão do “Mal” nas culturas pagãs: que é o entendimento deste como o ponto de equilíbrio necessário para a conquista do “Bem”. O que aponta para um entendimento mais tolerante da pluralidade afetiva da condição humana. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Da mesma forma, Mitos como o do deus grego <em>Dionísio,</em> por exemplo, falam de características não muito desejáveis para o convívio em grupo. Devemos lembrar que <em>Dionísio</em> enlouquecia as mulheres. Isso não pode ser muito bom para o grupo, não é mesmo?!! A loucura é socialmente entendida como o ápice da recusa, da rebeldia e da desobediência, e do ponto de vista da sobrevivência do grupo nada há na loucura que possa contribuir para a sua manutenção. Aparentemente, porém, quando o Mito nos fala da loucura que <em>Dionísio </em>causava às mulheres, ele nos fala da necessidade de confrontarmos aquilo que é indomado em nós, aquilo que é selvagem e que tentamos reprimir. Se não o fazemos por determinação própria, lá estará <em>Dionísio</em> para nos forçar a encará-lo. E o resultado dessa recusa só pode ser a loucura, o caos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Como podemos ver nesses breves exemplos, a definição arquetípica do Mal no Imaginário Coletivo da humanidade está intimamente associada aos nossos medos, às nossas dificuldades para atuar na vida e continuar vivendo como um grupo. Acontece que também somos indivíduos, mesmo sendo integrantes de um grupo, e ao reconhecermos e nomearmos aquilo que é mal para o grupo também o fazemos para nós mesmos como indivíduos. O mal do ponto de vista individual, portanto, também é aquilo que expressa nossos medos, nossas dificuldades para atuar na vida! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Talvez, por essa razão, o judaísmo-cristão tenha propiciado a cisão total entre o bem e o mal, relegando para sempre o mal aos confins do indesejado, do não dito, do inconsciente. Devemos ter em mente que o cristianismo foi disseminado no ocidente por Roma. Roma era um império militar. Ou seja, Roma era uma organização política e militar que tinha como propósito não só sobreviver mas dominar todo o mundo conhecido. Ora, se eu quero dominar a todos eu não posso permitir a possibilidade da desobediência, da rebeldia, da recusa. Para dominar eu necessito que todos sob meu comando acreditem numa só verdade, num só modelo&#8230; Para isso eu devo eliminar todo e qualquer vestígio de contestação. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">É interessante pensar que muitos povos houveram que conquistaram territórios estrangeiros, que escravizaram povos vencidos e que lutaram pela supremacia muito antes de Roma. Mas, muito provavelmente, a obsessão pela própria imagem, e por sua disseminação, tenha garantido ao Império Romano o pioneirismo histórico na busca da dominação cultural. Roma não queria somente ganhar o território inimigo, Roma queria transformar o inimigo em romano. Transformar o inimigo em romano significava fortalecer o império e as idéias propagadas pelo império. Nesse contexto, não há idéia divergente que possa ser tolerada. Assim, nos estertores do poderio imperial, Roma adotou o cristianismo como sua identidade pátria, e tudo o mais que não era cristão deveria ser conquistado (dizimado, exterminado). Nada mais natural, então, do que delegar à toda cultura não romana e não cristã a alcunha do Mal; para que, assim, o bem seja àquilo que a nova Roma – sede da Igreja cristã – eleja como tal. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bem, se eu divido o mundo em dois, se eu recuso qualquer oposição, tudo que se opõe será mal. E dessa forma o mal foi mandado para o subterrâneo do imaginário humano. A Imagem Arquetípica do mal passa assim a ser representada por toda e qualquer forma de rebeldia, por toda e qualquer tentativa de perturbar a ordem, por todo e qualquer modelo que conteste a lei e aquilo que está estabelecido. Logo, o Mito primordial que representa o mal no Imaginário ocidental não mais se relaciona às limitações do grupo/indivíduo para lidar com a vida, mas se torna a própria representação da contestação ao pensamento judaico-cristão. Assim o mal passa a ser representado pelo Mito de <em>Satã</em>, contado e descrito pelos povos judaico-cristãos, ao mesmo tempo que incorpora elementos das culturas pagãs subjugadas (e/ou miscigenadas) pela cultura da Roma cristianizada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">É fato que, do ponto de vista do desenvolvimento do imaginário coletivo ocidental, as características indesejáveis de nossa condição humana tornaram-se indelevelmente associadas à figura do Diabo judaico-cristão. A luxúria, a arrogância, a ganância, o ódio, o autoritarismo, a violência, a inveja, enfim, qualquer sentimento ou comportamento vinculado aos excessos passou a pertencer ao reino das trevas, território em que a Imagem Arquetípica do Mal é representada pela figura de <em>Satã</em>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Na cultura de povos politeístas as paixões humanas pertenciam a todos os deuses. Ninguém em sã consciência poderia dizer que qualquer deus de um panteão politeísta é totalmente bom, no sentido de que a bondade é aquilo que não destrói ou interfere no caminho de outrem. Todos nós sabemos que os deuses dos povos politeístas são capazes de amar e odiar, de construir e destruir. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Essa distribuição dos sentimentos e comportamentos humanos não desejáveis/agradáveis por vários deuses não dependia do fato de que, apenas, uma única entidade espiritual fosse a portadora do mal. Por um lado, mesmo havendo deuses como o escandinavo <em>Loki</em>, ou o grego <em>Dionísio</em> – cuja função simbólica parece ser a de concentrar esses aspectos indesejáveis –, o fato de todas as divindades serem portadoras de sentimentos contraditórios (bons e maus), fazia com que no imaginário humano tais sentimentos não se encontrassem totalmente dissociados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por outro lado, numa sociedade monoteísta que cultua um único deus a organização do bem e do mal ao nível do imaginário tende a polarizar os diferentes aspectos da emoção e do comportamento humano. Se do ponto de vista psicológico nós, querendo ou não, necessitamos lidar com esses aspectos indesejáveis, eles, de alguma forma, precisam ser elaborados no nosso imaginário. Como a figura divina tende a estar originalmente associada à vida (à sobrevivência), torna-se necessário a existência de uma figura oponente que possa representar tudo àquilo que se opõe à vida e, obviamente, a deus. Como visto anteriormente, a disseminação do cristianismo no ocidente estabeleceu uma nova ordem cultural, cujas conseqüências determinaram mudanças em todos os níveis da organização humana. A religião monoteísta, com seu modelo arquetípico polarizador das emoções e do comportamento humano, conferiu aos sentimentos indesejados a alcunha do mal absoluto. Com isso subtraímos de nossa consciência àquilo que não considerávamos adequado ao bem estar individual ou do grupo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E, psicologicamente falando, aquilo que foi subtraído é a <em><span style="color:blue;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/13/sombra/" target="_blank">Sombra</a></span></em><em>.</em> A <em>Sombra</em> é tudo aquilo que consideramos feio, destrutivo, maligno, sujo, impuro, desarmônico, selvagem, egoísta, etc., mas que trazemos dentro de nós. Em geral, associamos à Sombra sentimentos e comportamentos negativos, mas podemos suprimir sentimentos e comportamentos positivos se não nos sentimos confortáveis com eles. Por não considerá-los adequados para o convívio em grupo tentamos reprimir, negar, destruir. O confronto com a <em>Sombra</em> é o confronto com àquilo que habita em nosso interior mas que preferiríamos que não estivesse lá. Pois esse confronto inevitavelmente nos obriga a despir a máscara social e civilizada que adotamos como nossa personalidade (a <em>Persona</em>), e que usamos para sermos aceitos no grupo e garantir nossa sobrevivência junto a nossa espécie. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Numa época como a nossa em que a imagem social anda subjugada pela ilusão da perfeição, não é de se estranhar a exposição crua da maldade humana. A busca por modelos inatingíveis de beleza, riqueza, juventude e performance está na ordem do dia, povoa o imaginário coletivo com força arquetípica, nos induzindo a negar tudo aquilo que é feio e destrutivo em nós. O Mal, jogado para o inconsciente pessoal e coletivo, é a <em>Sombra</em> que ofusca a luz radiante do sonho de perfeição. O Mal é o outro, o conteúdo guardado no inconsciente que projetamos no mundo exterior. O Mal é o estrangeiro, é o pobre, é o rico, é a mulher, é o homem, é o negro, é o branco&#8230;O Mal é qualquer coisa que, aparentemente, não possa ser identificado como sendo meu, ou do grupo ao qual pertenço. A violência, a pobreza, o luxo, o fanatismo, o ceticismo, a inteligência, a estupidez&#8230;qualquer coisa pode encarnar o mal absoluto, desde que seja associada ao outro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Finalizando essa conversa. Tomemos, então, como válida a idéia de que o mal na contemporaneidade seja realmente percebido como algo que pertence sempre ao outro e nunca a nós mesmos. Sendo verídica a pressuposição de que cada época e cada grupo social elege uma Imagem Arquetípica do Mal, ou seja, um ou mais mitos que expressam as ameaças à sobrevivência do grupo e do indivíduo. Muito provavelmente, figuras como a de <em>Satã</em> já não causam em nós o temor avassalador que causavam no homem medieval, por exemplo. E isso se daria porque na nossa época a percepção do que é a maldade nos leve a entender que o Mal é o próprio ser humano, o outro que nos afronta com o obscurantismo dos nossos conteúdos inconscientes. Melhor dizendo, que nos afronta com os desejos, as emoções, os sentimentos, os pensamentos e as ações que, por alguma razão, preferimos acreditar que nunca visitaram nossa consciência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por <span style="color:blue;"><a href="www.angelitascardua.wordpress.com" target="_blank">Angelita Corrêa Scardua</a></span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong><a href="www.angelitascardua.wordpress.com" target="_blank"> </a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Leia a primeira parte do artigo <span style="color:#0000ff;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/04/24/sata-uma-imagem-arquetipica-do-mal-parte-i/" target="_blank">AQUI</a></span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Deuses do Séculos XXI]]></title>
<link>http://mitografias.wordpress.com/2009/04/03/os-deuses-do-seculos-xxi/</link>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 02:45:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mitocondria 2099</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nós conhecemos os deuses através das mitologias, e estas das quais foram de culturas que não existem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><span> </span><img class="size-full wp-image-48 alignleft" style="border:0 none;margin:5px 8px;" title="deus" src="http://mitografias.wordpress.com/files/2009/04/deus1.jpg" alt="deus" width="180" height="213" />Nós conhecemos os deuses através das mitologias, e estas das quais foram de culturas que não existem mais, ou então que existem desde centenas e milhares de anos. E por serem de civilizações antigas, esses deuses possuem características antigas. Então me vem uma duvida na cabeça, como seria se houvesse deuses (pelo menos a crença em tais) no mundo atual?</h3>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;">Talvez agora você pense que esse conceito já existe, pois temos diversas religiões pelo mundo, tanto monoteístas quanto politeístas. Mas há certas diferenças com o que quero dizer, pois as religiões monoteístas atualmente possuem um deus (ou Deus, como preferir) que, mesmo que seja um ser, se apresenta mais como um conceito. Diferente dos deuses antigos, que possuíam qualidades e defeitos, definições físicas, e na maioria das vezes eles tinham uma área de atuação especifica, havendo um deus da água, outro da guerra, do Sol, e etc. Mesmo que nas atuais religiões politeístas, como o hinduismo, o xintoísmo e outros, existam deuses assim, os deuses dessas religiões seguem os conceitos das mitologias antigas, pois o mundo evoluiu e o conhecimento humano também, mistérios foram desmitificados, agora não precisamos mais de um deus da chuva já que compreendemos muito bem o que é e como funciona tal fenômeno natural, e também, mesmo que ainda precisemos dela, não somos tão dependentes como éramos antes.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Os deuses antigos regiam conceitos, forças e o que mais quer que seja, que fossem de certa forma desconhecidos e/ou incontroláveis pelo homem. Para isso se vamos ter deuses atuais devemos ver quais seriam os conceitos atuais, quais são os nossos mistérios, para assim saber quais áreas os deuses iriam reger.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Certas idéias são bastante obvias, pois acredito que poderíamos ter deuses relacionados a conceitos do tipo morte, vida, amor, e etc. Perceba que isso ainda é muito parecido com o deus das religiões monoteístas atuais, pois os conceitos que citei ainda são de certa forma um mistério para nós. Mas podemos ir um pouco além, por que não termos então um deus da guerra? Pois apesar da guerra ser algo inteiramente humano e sem mistério algum, ainda assim é algo que é e sempre foi fundamental para o desenvolvimento da história humana.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Ou seja, perceba que nossos deuses serão reflexos de nossos mistérios e de tudo o que for intrinsecamente ligado a nós. Mas o mundo mudou, e se vamos ter um panteão singular, precisamos ver o que ser tornou atualmente essencial no mundo. Talvez não precisemos de um deus das tempestades, mas bem que poderíamos ter um deus da comunicação, já que o mundo esta globalizado, e a comunicação cada vez mais dinâmica e necessária. Um deus do capital também poderia existir, já que podemos dizer que atualmente “o dinheiro move o mundo”, não seria a atual crise financeira a ira de tal deus?</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Mas todos os panteões divinos sempre apresentavam também deuses antagonistas e maléficos, então se vamos usar idéias atuais, poderíamos ter um deus da poluição, algo que abrange o mundo todo nos dias de hoje. Outro exemplo seria um deus regente das drogas e vícios, teoricamente tal deus seria ruim, mas muito persuasivo. Podemos ter também um deus da luxuria, este não precisaria ser ruim, na verdade seria mais comum ser fosse um deus ambíguo, um deus no melhor estilo Baco seria perfeito, já que a bebida e o sexo são tão ativos atualmente como sempre foram.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Algo inovador seria se tivéssemos um deus da evolução natural, pois este é um conceito atual e extremamente cientifico, muitas vezes batendo de frente com as idéias religiosas e mitológicas. Falando em evolução, o nosso avanço tecnológico não poderia ficar de fora, mas nossa tecnologia é algo inteiramente humano, pois como nós a criamos, temos total conhecimento e domínio sobre ela, por isso pode ser um tanto estranho haver um deus da tecnologia, mas por que não um deus que nos inspire a tais criações? Sendo ele o responsável por nossas criações modernas e cada vez mais avançadas.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Pensando de uma forma um pouco mais realista imagino que deuses atuais possivelmente seriam de certa forma mais alegóricos do que a maioria das mitologias antigas, parecido um pouco com a Roma Imperial, onde os deuses romanos eram mais simbólicos do que os deuses gregos apesar de ambos serem praticamente os mesmos. Dessa forma os deuses não conduziriam necessariamente o mundo, apenas dariam um “empurrãozinho” em nossas vidas, se pararmos para analisar isso acontece atualmente em certas religiões monoteístas onde há a crença de santos, que mesmo que não sejam deuses, nesse caso teriam um papel semelhante.</h3>
<p><code></code><br />
<code></code></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span> </span>Bem, poderia ficar horas falando sobre quais tipos de deuses poderíamos ter atualmente e como eles seriam, mas essa foi apenas uma reflexão, pois é impossível dizer como seriam nossas sociedades se nós juntássemos nossa modernidade com nossos estilos de crenças antigos. Pois o mundo se tornou o que é sofrendo influencias de nossas religiões durante a história, e, por sua vez, nossas atuais religiões são o que são por influencia de nosso mundo atual.</h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tipos de Religiões (introdução)]]></title>
<link>http://mitografias.wordpress.com/2009/04/04/tipos-de-religioes-introducao/</link>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 00:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mitocondria 2099</dc:creator>
<guid>http://mitografias.wordpress.com/2009/04/04/tipos-de-religioes-introducao/</guid>
<description><![CDATA[Há várias formas de religião, e são muitos os modos que vários estudiosos utilizam para classificá-l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Há várias formas de religião, e são muitos os modos que vários estudiosos utilizam para classificá-las. Porém há características comuns às religiões que aparecem com maior ou menor destaque em praticamente todas as divisões. A primeira destas características é cronológica, pois as formas religiosas predominantes evoluem através dos tempos nos sucessivos estágios culturais de qualquer sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro modo é classificá-las de acordo com sua solidez de princípios e sua profundidade filosófica, o que irá separá-las em religiões com e sem Livros Sagrados. Pessoalmente como um estudioso do assunto, prefiro uma classificação que leva em conta essas duas características, e divide as religiões nos seguintes 4 grandes grupos distintos:</p>
<p style="text-align:justify;">PANTEÍSTAS<br />
POLITEÍSTAS<br />
MONOTEÍSTAS<br />
ATEÍSTAS<br />
<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Nessa divisão há uma ordem cronológica. As Religiões PANTEÍSTAS são as mais antigas, dominando em sociedades menores e mais &#8220;primitivas&#8221;. Tanto nos primórdios da civilização mesopotâmica, européia e asiática, quanto nas culturas das Américas, África e Oceania. As Religiões POLITEÍSTAS por vezes se confundem com as Panteístas, mas surgem num estágio posterior do desenvolvimento de uma cultura. Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais o Panteísmo vai se tornando Politeísmo. Já as MONOTEÍSTAS são mais recentes, e atualmente as mais disseminadas, o Monoteísmo quantitativamente ainda domina mais de metade da humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">E embora possa parecer estranho, existem religiões ATEÍSTAS, que negam a existência de um ser supremo central, embora possam admitir a existência de entidades espirituais diversas. Essas religiões geralmente surgem como uma reação a um sistema religioso Monoteísta ou pelo menos Politeísta, e em muitos aspectos se confunde com o Panteísmo embora possua características exclusivas.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa divisão também traça uma hierarquia de rebuscamento filosófico nas religiões. As Panteístas por serem as mais antigas, não têm Livros Sagrados ou qualquer estabelecimento mais sólido do que a tradição oral, embora na atualidade o renascimento panteísta esteja mudando isso. Já as politeístas muitas vezes possuem registros de suas lendas e mitos em versão escrita, mas nenhuma possui uma REVELAÇÃO propriamente dita. Isto é um privilégio do Monoteísmo. TODAS as grandes religiões monoteístas possuem sua Revelação Divina em forma de Livro Sagrado. As Ateístas também possuem seus livros guias, mas por não acreditarem num Deus pessoal, não tem o peso dogmático de uma revelação divina, sendo vistas em geral como tratados filosóficos.</p>
</h3>
<p style="text-align:right;"><em>Autor anônimo</em></p>
<blockquote><p><strong><em>Acompanhe a continuação desse post em <a href="http://mitografias.wordpress.com/2009/04/10/tipos-de-religioes-parte-1-panteismo/">Tipos de Religiões (parte 1) &#8212; Panteismo</a><br />
</em></strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moloch abortista]]></title>
<link>http://deuslovult.org/2009/03/26/moloch-abortista/</link>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 21:46:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Ferraz</dc:creator>
<guid>http://deuslovult.org/2009/03/26/moloch-abortista/</guid>
<description><![CDATA[[Encontrei este texto na net - é o texto lido pelo Thiago no final do debate de ontem, ao qual fiz m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">[<em>Encontrei este texto na net - é o texto <a href="http://januacoeli.wordpress.com/2009/03/26/debate-sobre-o-aborto-facvldade-de-direito/">lido pelo Thiago no final do debate de ontem, ao qual fiz menção aqui</a>. Vale muito a leitura e é por isso que me permito reproduzi-lo na íntegra; que São Miguel Arcanjo nos proteja no combate contra todos os demônios abortistas</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>É do <a href="http://www.ordemdesantacecilia.org/palavra_do_prior_016.html">Jornal Ciciliano</a> que eu o copio, fazendo uma citação de segunda mão do livro "Aborto, 50 perguntas 50 respostas", cujo autor eu infelizmente não conheço.</em>]</p>
<p style="text-align:justify;">Moloch era um antigo deus dos fenícios. Construído de bronze, a imensa estátua continha, no bojo, uma enorme fornalha. Em honra dessa divindade implacável, as próprias mães imolavam seus filhos pequeninos.</p>
<p style="text-align:justify;">Elas atiravam dentro do monstro de metal, os filhos primogênitos, os quais rolavam para dentro do abdômen incandescente de Moloch, sendo então devorados pelas chamas. Para não provocar arrepios nos assistentes, os iníquos sacerdotes de Moloch tomavam o cuidado de mandar soar trombetas e rufar tambores, abafando assim, no ruído de uma música infernal, o gemido dos pobres inocentes.</p>
<p style="text-align:justify;">A Fenícia pagã desapareceu na História. E com o desaparecimento da Fenícia, acabaram-se os terríveis sacrifícios.</p>
<p style="text-align:justify;">Acabaram mesmo?</p>
<p style="text-align:justify;">No fim do século XX, o século dos Direitos Humanos, já não há sacerdotes fenícios, mas aborteiros inescrupulosos de avental branco. Já não há mais estátua de bronze, mas o próprio ventre materno tomou lugar do bojo de Moloch.</p>
<p style="text-align:justify;">A qual divindade se oferecem hoje as milhões de vítimas inocentes?</p>
<p style="text-align:justify;">Variam de acordo com  um politeísmo macabro.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando se trata de cultuar o gozo sexual, sem as conseqüências estabelecidas pela própria natureza, esse deus se chama Eros e a religião toma o nome  de erotismo. Quando se trata de evitar incômodos, numa furiosa busca das conveniências pessoais, esse deus se chama Ego, e a religião será egoísmo. Acima disso tudo, ergue-se Leviatã, ou seja, os estados hipócritas, cujos próceres tanto falam de Direitos Humanos, mas que se tornam cúmplices de uma injustiça clamorosa, isto é, o extermínio do mais indefeso dos seres: o nascituro.</p>
<p style="text-align:justify;">Leviatã diz que faz isso por questão de higiene e saúde. E mergulha no sangue das vítimas inocentes o mais elementar dos Direitos Humanos, que é o direito à vida, praticando assim a mais odiosa das discriminações contra o ser humano na fase pré- natal de sua existência.</p>
<p style="text-align:justify;">O paradoxo não poderia ser mais flagrante. Precisamente da mãe, dos médicos e das autoridades públicas, a pequena vítima deveria esperar proteção e tutela. Mais especificamente, da mãe, o filho  deveria esperar o amor materno. Porém ela imola, não em um altar em chamas, mas numa fria mesa de operação. O médico, cuja missão é garantir a vida, se transforma no instrumento de sua morte.</p>
<p style="text-align:justify;">O Estado, que deveria punir os criminosos que levantassem a mão contra sua vida, nega ao nascituro o direito de viver, em nome de índices, cifras e estatísticas manipuladas.</p>
<p style="text-align:justify;">Diante do Moloch abortista, o que seremos nós?</p>
<p style="text-align:justify;">Cristãos mornos, indolentes, que não sabem fazer valer os seus princípios?</p>
<p style="text-align:justify;">Ou batalhadores, que não se acovardam diante da opinião contrária dos outros e proclamam, desassombrados, o direito de ser cristão e ver respeitados os seus princípios.</p>
<p style="text-align:justify;">[<em>P.S.: Segue a continuação do texto, divulgado pelo próprio Thiago, por email, a quem agradeço</em>]</p>
<p style="text-align:justify;">Acomodação, preguiça, medo não têm lugar nessa hora em que estão ameaçados milhões de seres humanos indefesos.</p>
<p style="text-align:justify;">Será que vamos nos tornar um Pilatos?</p>
<p style="text-align:justify;">Pilatos passou a História, indelevelmente marcado pelo ferro em brasa da censura dos Evangelistas, como tipo característico do homem que não é cruel, por medo da crueldade, não é assassino, por idolência, e não é feroz, por inércia.</p>
<p style="text-align:justify;">Escravo da preguiça e do medo, cede a todas as infâmias, submete-se a todas as baixezas, pela força da inércia que é como que a base de sua mentalidade.</p>
<p style="text-align:justify;">O erro, meus caros, não é só não defender a Verdade, mas também não ter a coragem de A preservar e resguardar contra o ódio instrumentalizado da massa.</p>
<p style="text-align:justify;">Descendo agora ao terreno de nossas consciências, esse terreno onde somente dois olhares penetram, o de Deus e o nosso, perguntemo-nos: não seremos nós outros Pilatos?</p>
<p style="text-align:justify;">Muito obrigado pela atenção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Politeísmo.]]></title>
<link>http://simpaticphilosofy.wordpress.com/2009/03/22/politeismo/</link>
<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 15:04:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>mystsimpaty</dc:creator>
<guid>http://simpaticphilosofy.wordpress.com/2009/03/22/politeismo/</guid>
<description><![CDATA[O blog fez o favor de não salvar minha última postagem. Preciso dizer o quão irritado estou? Infeliz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O blog fez o favor de não salvar minha última postagem. Preciso dizer o quão irritado estou? Infelizmente, vou ter que deixar essa postagem não salva para outro dia e seguir com essa.</p>
<p>A maioria conhece o significado dessa palvavra; claro, por viver em um país que adota, em sua unanimidade, a crença a um só Deus. Sabemos que o Brasil é um país monoteísta, mas nós, em nossa essência, somos todos politeístas. Não deixamos de acreditar em só um Deus, mas temos crenças individuais e únicas de como é o Criador. Não podemos entrar num consenso, porque, de acordo com estatísticas, nem mesmo podemos seguir a noção da Bíblia, já que parte representativa da população cristã apenas conhece o Livro, mas nunca o leu.</p>
<p>Isso acontece porque nosso Deus se molda de acordo com nossas necessidades. Se quisermos coragem, teremos um Deus corajoso. Se quisermos perdão, teremos um Deus misericordioso. Se quisermos força, teremos um Deus indestrutível. E por aí vai, para cada característica um Deus diferente. Sim, para isso foram inventados os santos, mas a população apostólica romana já não mais se apega a salvadores individuais, porque não há tempo para se pesquisar, procurar e estudar um protetor particular, então recorrem ao seu Deus como um &#8220;coringa&#8221;, mutável para qualquer situação.</p>
<p>Ou seja, somos piores que os gregos da mitologia, pois pense só, cada um de nós reza, todos os dias para um Deus diferente do outro. Ainda temos a capacidade de criticar religiões diferentes da nossa quando cultuam mais de um só inquisitor divino. Puro preconceito que corrompe nosso caráter e nos faz seguir os paradigmas, aos quais fomos instruídos a acreditar. Se pensássemos duas vezes antes de dizer coisas como &#8220;Umbanda é coisa do diabo&#8221;, &#8220;Os evangélicos não prestam&#8221;, &#8220;Judeus só sabem roubar&#8221;, talvez pudéssemos realmente dizer que acreditamos no grande defensor daqueles que pecam e estaríamos finalmente segurando a &#8220;primeira pedra&#8221; antes de atirá-la.</p>
<p>Mas existem duas coisas que as pessoas não entedem e erram. A primeira é que Deus não é um amuleto de favores, foi criado para isso, mas não deveria ser. Todas as noites, ao invés de pedir, as pessoas que acreditam deveriam agradecer por tudo o que elas já têm e não somente clamar por mais. A segunda é que Ele não vai te dar soluções e muito menos resolver seus problemas, mas lhe oferecerá oportunidades para que você o faça. Por exemplo, se você reclama que está fraco, o Poderoso te concederá uma chance de provar para sí mesmo que ainda existe força no seu coração e na sua mente. Muitos desistem, pensam que foram esquecidos, abandonados, traídos, mas não enxergam a verdadeira provação que foi enviada e a deixam passar diante de seus olhos.</p>
<p>Talvez seja mais fácil pra mim dizer tudo isso quando tenho meu pensamento descrente sobre Deus. Mas tenho certeza, que pra você que acredita, é mais fácil ainda ler isso e esquecer. Difícil mesmo é repensar, é mudar, é crescer&#8230; Isso é quase impossível.</p>
<p>Just Think It!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Io &amp; Dio - breve storia della religione (pt. 1)]]></title>
<link>http://baroz.wordpress.com/2009/02/23/io-dio-breve-storia-della-religione-pt-1/</link>
<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 21:09:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>baroz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Già sul finire dell&#8217;età della pietra, quando, nelle grotte, al riparo dalle intemperie e dai p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Già sul finire dell&#8217;età della pietra, quando, nelle grotte, al riparo dalle intemperie e dai predatori, l&#8217;uomo cominciò ad avere del tempo per non fare un cazzo, cominciarono a svilupparsi dei primi sentimenti religiosi in grado di rassicurare questi uomini ricoperti di peli (anche le donne erano ricoperte di peli; molte lo sono anche adesso, ma allora la ceretta non era stata inventata).<br />
E fu proprio allora che l&#8217;uomo iniziò a crearsi le prime divinità, che doveva rispondere alle esigenze di base:<br />
una divinità che proteggesse dalle belve feroci;<br />
una divinità che assicurasse una buona caccia;<br />
una divinità che creasse una crema depilatoria.</p>
<p>Poi, l&#8217;uomo uscì dalle grotte e cominciò a costruire villaggi.<br />
Ogni giorno, tutti gli uomini e tutte le donne lavoravano nei campi. Beh, non tutti: i fancazzisti c&#8217;erano anche allora; non potendo fare gli impiegati statali, poiché allora uno stato non esisteva ancora, se ne stavano semplicemente in casa a grattarsi la pancia pelosa.<br />
Finché, un bel giorno, ad uno di quelli che si faceva il culo girarono le balle.</p>
<p><span style="color:#ff9900;">Lavoratore:</span> Ehi, che stai facendo?<br />
<span style="color:#ffffff;">Fancazzista:</span> Eh? Chi? Co&#8212;<br />
<span style="color:#ff9900;">Lavoratore:</span> Stavi dormendo!<br />
<span style="color:#ffffff;">Fancazzista:</span> Io? No! Io stavo&#8230; stavo&#8230;<br />
<span style="color:#ff9900;">Lavoratore:</span> Sì, è vero! Tu non fai mai una fava, stai rinchiuso nella tua capanna dalla mattina alla sera e pensi solo a scroccarti il frutto della nostra fatica!<br />
<span style="color:#ffffff;">Fancazzista:</span> Non è vero, io&#8230; io&#8230; io prego gli dèi!</p>
<p>Il fancazzista spiegò di buon grado chi fossero gli dei, inventandosi le più grosse panzane di questo mondo, a conferma della legge secondo la quale più una balla è incredibile, più essa sarà presa per vera.<br />
Dopodiché il Fancazzista convinse i nostri rozzi antenati che tutto dipendeva dalla volontà di questi dei: se pioveva il giusto perché i raccolti fossero rigogliosi, il merito era degli dei; se pioveva poco e le piante si seccavano, gli dei erano arrabbiati; se pioveva troppo e tutto si allagava e le piante marcivano, gli dei avevano scordato di chiudere l&#8217;acqua prima di andare in ferie.<br />
La figura del fancazzista divenne indispensabile e, poiché il suo ego era secondo solo alla sua fantasia, cominciò a farsi chiamare <strong>Sacerdote</strong>, che il termine fancazzista proprio non gli piaceva.<br />
Non si sa bene in che modo, ma ben presto ogni villaggio ebbe i suoi fancaz&#8212; Sacerdoti. E siccome l&#8217;ego di un Sacerdote era secondo solo all&#8217;ego del Sacerdote del villaggio a fianco, ognuno ebbe i suoi dèi.</p>
<p>Man mano che la civiltà progrediva e l&#8217;uomo costruiva enormi piramidi, templi meravigliosi, giardini pensili e souvenir prensili, anche i Sacerdoti si specializzarono, arricchendo le storie degli dèi con particolari solitamente incredibili. Questo è indubbiamente un ottimo esempio:</p>
<p>Un sacerdote di Abido, tal Fan-Kaz&#8217;Isthis II, si presentò alla più importante funzione religiosa dell&#8217;antico Egitto in uno stato di ubriachezza palese. Poiché l&#8217;etilometro non era ancora stato inventato, nessuno se ne accorse. Il Sacerdote credette di essere ancora in mezzo ai suoi amici e, pensando di fare una cosa simpatica, cominciò a raccontare una barzelletta, con queste parole: &#8220;Oh, sentite questa!&#8221;<br />
Tutti si zittirono, osservando quell&#8217;uomo che barcollava davanti all&#8217;altare, in evidente crisi mistica.<br />
&#8220;Allora, c&#8217;era un giorno questo dio che si chiamava Osiride, che era il più credulone tra tutti gli dei e tutti si divertivano a prenderlo per il culo. Un giorno suo fratello Seth, che era il più bastardo di tutti, lo fece stendere dentro una bara (ve l&#8217;ho detto che Osiride era credulone, no?) e lo buttò in acqua, e così Osiride morì&#8221;.<br />
Il Sacerdote si guardò attorno, ma nessuno rideva. Allora rincarò la dose:<br />
&#8220;Beh, allora Iside portò il corpo di Osiride in un bosco e, dicendogli <em>Svegliati, bell&#8217;addormentato</em>, lo riportò in vita con un bacio.&#8221;<br />
Il Sacerdote guardò il popolo davanti a lui: tutti lo osservavano in silenzio, nessuno rideva. Il Sacerdote cominciò a sudare, non sapeva più come concludere la barzelletta, allora arricchì la storia di ulteriori particolari:<br />
&#8220;Seth si arrabbiò perché gli avevano rovinato lo scherzo, allora uccise Osiride di nuovo. Lo smembrò in 15 parti e indisse una caccia al tesoro tra gli altri dei, invitandoli a ricomporre il puzzle del fratello. Iside vinse la caccia al tesoro, recuperò i pezzi e, quando ebbe finito di ricomporre il puzzle, si accorse che mancava una tessera. <em>Era il pezzo che preferivo!</em>, si lamentò la dea. In effetti, l&#8217;uccello di Osiride era stato mangiato dal pesce Ossirinco&#8221;.<br />
Gli altri fancazzisti sghignazzarono di nascosto, ma il popolo stava ancora ascoltando il Sacerdote, che tentò il tutto per tutto.<br />
&#8220;Comunque Osiride fu riportato in vita ma la moglie Iside lo mandò all&#8217;inferno (dove tuttora egli lavora, giudicando i vivi e i morti, amen) perché di un marito senza uccello non sapeva che farsene. Qualche tempo dopo, durante una cena a base di pesce, tagliando l&#8217;orata al sale trovò i genitali di Osiride; li portò in camera e qui vi si chiuse, ed uscì dopo 9 mesi, avendo partorito il dio Horus, il cui nome significa <em>figlio del dildo di Osiride</em>&#8220;.<br />
Il popolo ascoltava ancora, rapito dalle parole del sacerdote. Il quale, a questo punto, si incazzò a iena e urlò: &#8220;E&#8217; finita, branco di idioti!&#8221;, dopodiché vomitò sull&#8217;altare tra il giubilio dei fedeli.</p>
<p>In altri casi, invece, i Sacerdoti più pigri o quelli meno dotati di fantasia si rivolgevano a sceneggiatori di soap opere, per rendere più gradevoli i propri dèi e più avvincenti le loro avventure. Gli dèi dell&#8217;Olimpo sono gli antenati dei Forrester, come è evidente leggendo la storia di Zeus.</p>
<p>I titani Crono e Rea erano fratello e sorella, essendo nati entrambi da Urano, personificazione del cielo, e Gea (o Gaia), personificazione della terra; Urano tuttavia era anche figlio di Gaia. In tal modo, Urano era sia marito di sua madre che figlio di sua moglie, cioè era contemporaneamente figlio e zio di se stesso. Crono e Rea crebbero molto complessati, chiamando Crono a volte padre e a volte zio, e rivolgendosi a Gaia con l&#8217;appellativo di madre o nonna. Ebbero anche numerosi altri fratelli: dieci titani, tre ciclopi (giganti con un solo occhio) e tre ecatonchiri (creature con cento braccia e cinquanta teste). Crono, schifato dai suoi ultimi fratelli (anche perché in loro rivedeva, più che le sembianze di suo padre, quelle dell&#8217;idraulico e del postino), rinchiuse i ciclopi e gli ecatonchiri nel tartaro; quindi, schifato di avere i fratelli tra i denti, sfogò le sue ire sul padre/zio e lo evirò (risulta evidente una certa tradizione di castrazione, comune a tutte le religioni primitive). Il pisello tagliato di Urano cominciò a spruzzare sperma ovunque e Gaia si ritrovò di nuovo incinta: questa volta partorì delle Erinni e dei giganti. L&#8217;uccello di Urano fu gettato in mare, dove non fu inghiottito da un pesce ma, ancor fecondo, mise incinta la schiuma del mare che partorì Afrodite. Ora, tralasciamo per un attimo quella zoccola di Gaia e la sua progenie (anche perché Gaia ebbe altri figli, dal Tartaro &#8211; che schifo &#8211; e da Ponto) e torniamo un attimo a dove eravamo partiti.<br />
Crono e Rea, si diceva, erano fratello e sorella. Siccome erano amanti delle tradizioni, portarono avanti quella di famiglia e si sposarono tra di loro. Ebbero vari figli: Estia, Demetra, Era, Ade e Poseidone che Crono, dio greco patrono della bulimia, divorava appena nati. Fu a questo punto, giunti ormai alla trecentesima puntata, che, finalmente, nacque <strong>Zeus</strong>. Con uno stratagemma fu sottratto alle voraci fauci del padre ed allevato, secondo diverse versioni, da Gaia (la nonna/bisnonna), da una ninfa, da un&#8217;altra ninfa, da un&#8217;altra ninfa ancora o, nella versione più fantasiosa, da una capra (questa versione fece vincere all&#8217;ideatore il premio come miglior sceneggiatura non originale).<br />
Zeus fece quindi vomitare a Crono i suoi fratelli e sorelle, da questi ingoiati, e potè coronare il suo sogno d&#8217;amore sposando Era. Sua sorella. Dalla quale ebbe cinque figli.<br />
Al grido di <em>&#8220;ogni buco è pertugio e io ci entro senz&#8217;indugio&#8221;</em>, Zeus l&#8217;inseminatore ebbe altri 59 figli (tra cui Afrodite, che, se ricordate sopra, era anche figlia di suo nonno Urano, quindi sua zia) da 25 divinità e 76 ulteriori figli da 55 madri differenti (umane e ninfe).<br />
Per non farsi mancare nulla, Zeus ebbe anche molti rapporti omosessuali.<br />
E meno male che gli dèi greci erano sempre in guerra, altrimenti sai che palle raccontare le loro storie.</p>
<p>Per fortuna, ad interrompere lo strapotere degli sceneggiatori di soap opere nella religione mondiale, intervennero due persone, Siegel e Schusterm che inventarono il <strong><em>monoteismo</em></strong>.<br />
Ma di questo parlerò un&#8217;altra volta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Son Cristianos los Mormones? ¿Es el Jesucristo de los mormones el mismo de los cristianos?]]></title>
<link>http://pastordanielbrito.wordpress.com/2009/02/11/1082/</link>
<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 00:48:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>pastordanielbrito</dc:creator>
<guid>http://pastordanielbrito.wordpress.com/2009/02/11/1082/</guid>
<description><![CDATA[¿Son Cristianos los Mormones? ¿Es el Jesucristo de los mormones el mismo de los cristianos? por Pabl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong>¿Son Cristianos los Mormones?</strong><br />
<strong><em>¿Es el Jesucristo de los mormones el mismo de los cristianos?</em></strong></p>
<p align="center">por Pablo Santomauro</p>
<p>La Iglesia de Jesucristo de los Santos de los Ultimos Días, mejor conocidos como los mormones, tiene en la actualidad unos 13 millones de miembros en más de 160 países, según sus propios reportes.</p>
<p>En sus comerciales de televisión ofrecen gratuitamente, ya no sólo el Libro de Mormón, sino la Biblia. Si usted llama al número en pantalla, en pocos días dos sonrientes misioneros mormones llamaran a la puerta de su casa para<br />
entregarle personalmente la Biblia que usted ordenó.</p>
<p>Los mormones dicen que ellos son cristianos. En 1982 agregaron al título del <em>Libro de Mormón</em>, el subtítulo &#8220;Otro Testamento de Jesucristo&#8221;. En 1995, el nombre &#8220;Jesucristo&#8221; en la portada del libro fue imprimido con una letra tres veces más grande que el resto del título.</p>
<p>Sin duda alguna Jesucristo juega un papel muy importante en la teología de los mormones. Pero la pregunta que surge es: ¿Es el Jesucristo de los mormones el mismo de la Biblia? El apóstol Pablo nos enseña que para ser cristiano uno debe creer en el verdadero Jesucristo. En 2 Corintios 11 vemos que hay quienes predican otro evangelio y otro Jesús,  en el poder de otro espíritu.</p>
<p>El Jesucristo de los mormones es el primer hijo espiritual engendrado por Dios en el cielo [1]. Según la teología mormona, cuando llegó la hora de enviarlo a la tierra y darle un cuerpo humano, Dios [Elohim] mismo descendió en cuerpo humano y tuvo relaciones sexuales con María, siendo Jesús concebido de esa forma, como cualquier otro ser humano [2]. Vemos así como la maravillosa historia bíblica de la concepción de Jesús, es convertida en una historia pornográfica, cortesía de la secta. Además, los mormones enseñan que durante su estadía aquí en la tierra, Jesús estuvo casado y procreó hijos [3].</p>
<p>Los mormones también creen que Jesucristo es uno de los millones de dioses que habitan las galaxias [4]. José Smith, el falso profeta mormón, enseñó que el Padre de Jesucristo tiene también un Padre [5]. Esta creencia es conocida como politeísmo. La Biblia contradice esto; en Isaías 43:10 Dios dice: &#8220;Antes de mí no fue formado Dios ni lo será después de mí.&#8221;</p>
<p>Como si esto fuera poco, enseñan que Dios fue en el pasado un hombre como nosotros, el cual mediante la obediencia al evangelio fue exaltado a la posición de Dios [6]. Hoy Dios aún tiene un cuerpo de carne y huesos, y vive en un planeta  distante llamado Kolob [7]. La Biblia, por el contrario, enseña que Dios es espíritu (Jn. 4:24) y que si bien hay una presencia localizada de Dios (Sal. 11:4), también es omnipresente (Sal. 139: 7-12), y los cielos de los cielos no pueden contenerlo (1 R. 8:27), mucho menos vivir en un planeta.</p>
<p>La Trinidad, de acuerdo con los mormones, no es la que enseña la Biblia, un Dios en tres Personas, sino que consiste en tres personajes diferentes y separados. El fundador de los mormones, Joseph Smith, dijo que el Padre, el Hijo y el Espíritu Santo &#8220;constituyen tres personajes distintos y tres Dioses&#8221; [8].</p>
<p>Por éstas y muchas razones más, los mormones están muy lejos de ser cristianos. El evangelio que predican es un falso evangelio, y todo falso evangelio lleva a la perdición eterna. ¿Son cristianos los mormones? La respuesta es NO &#8212; constituyen un secta.&#60;&#62;<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>1) Principios del Evangelio, p. 9.<br />
2) Journal of Discourses, Vol. 1, pp. 345-46.<br />
3) Ibid., Vol. 2, p.  82.<br />
4) Doctrina Mormona,  Pluralidad de Dioses, Bruce McConkie, p. 574.<br />
5) Enseñanzas del Profeta José Smith, pp. 460-464.<br />
6) Doctrina y Convenios 130:22; Doctrina Mormona, pp. 204-05.<br />
7) Doctrina Mormona, p. 399.<br />
 <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Enseñanzas del Profeta José Smith, p. 460.</p>
<p>*Este Artículo ha sido publicado con el permiso de el hermano Pablo Santomauro*</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grazie a Paolo e a Franco]]></title>
<link>http://ecumenici.wordpress.com/2009/01/25/grazie-a-paolo-e-a-franco/</link>
<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 23:37:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecumenici</dc:creator>
<guid>http://ecumenici.wordpress.com/2009/01/25/grazie-a-paolo-e-a-franco/</guid>
<description><![CDATA[(Ecumenici) Franco Barbero non teme più di uscire fuori dal seminato: alla precisa domanda di Ecumen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(Ecumenici) Franco Barbero non teme più di uscire fuori dal seminato: alla precisa domanda di Ecumenici su come si senta dopo che Benedetto XVI ha revocato la scomunica ai quattro vescovi ultratradizionalisti ordinati illegittimamente da Marcel Lefebvre il 30 giugno 1988, risponde senza esitare “non è una sorpresa!” , “a Roma sono più lefebvriani di Lefevre, intendo il Vaticano”, “loro sono cattolici – romani, anzi direi romani e basta”. “Io rimango cattolico”. Il concetto viene poi ripreso durante la presentazione del libro “vangelo e omosessualità” e ne nasce un interessante dibattito e confronto di idee e esperienze. La sala è gremita, il campanello continua a suonare. Arrivano persone anche da fuori confine. Il Guado ha senza dubbio colto nel segno invitando Barbero nel giorno della pubblicazione sul Corriere della sera della versione di Luca Di Tolve del gruppo Lot sulla “guarigione” dall’omosessualità con tre rosari al giorno.</p>
<p>Barbero riscuote un successo trasversale fra i protestanti e i cattolici convenuti. Gli applausi sembra non terminare alla chiusura dell’incontro. Persone in piedi lo hanno ascoltato per circa tre ore, in un silenzio impressionante. Si è parlato di teologia e di cristologia. Barbero incanta quasi la platea. “Gesù aveva quattro fratelli e delle sorelle, Maria non era affatto vergine. Si tratta insomma di leggende che fanno da cornice al contesto storico. Del resto le leggende sono presenti in ogni religione”. Ricorda il giubileo da lui organizzato delle persone omosessuali come segno di ringraziamento anche del dono dell’omosessualità. E poi puntualizza che dopo il IV Concilio praticamente il cristianesimo ha abbandonato il monoteismo per divenire politeista.</p>
<p>Franco ha ragione da vendere. L’idolatria è visibile a chiunque senza particolari commenti di parte. Basta entrare in un tempio cattolico-romano per rendersene conto. Altro che rosari dagli effetti miracolistici. Gli islamici per ragioni di quieto vivere purtroppo non sollevano mai la questione teologica qui posta e gli ebrei &#8211; pur pensandolo fra loro &#8211; non hanno quasi mai il coraggio di affermarlo direttamente a certi cristiani. C’è sempre un rabbino romano pronto a fare da croce rossa al moribondo spirituale sul Tevere.</p>
<p>Basta andare in Ticino e “le cose cambiano profondamente”, fa notare una cattolica svizzera convenuta con altri amici per l’occasione a Milano. Una rete di psicologi, psicanalisti e psichiatri si sta intanto organizzando grazie all’impegno anche di Paolo Rigliano, coautore del libro presentato. Si cerca insomma di contrastare una lotta che si preannuncia dura e senza esclusioni di colpi contro i poteri forti lombardi di Comunione e Liberazione e dell’Opus Dei, che organizzano anche nelle più sperdute periferie ecclesiastiche convegni non pubblicizzati sulla stampa per “indottrinare” anche su questioni di carattere etico-biologico e/o di orientamento sessuale.</p>
<p>Le esperienze raccontate dai ragazzi convenuti sono tutte caratterizzate da eventi traumatizzanti o comunque di sofferenza. Qualcuno non ha nemmeno il coraggio di parlare. Lo fa un suo amico ex seminarista che punta il dito sulle sette cattoliche catecumenali e dintorni. La persona interessata è scura in viso e annuisce. Non riesce proprio a trovare le parole. Lo fa in sua vece Barbero che precisa che qualche giorno fa ricevette una e.mail da una catecumenale lesbica che aveva osato dichiarare il proprio orientamento sessuale. E’ stata immediatamente insultata ed espulsa dal gruppo. Per solidarietà le sue amiche hanno abbandonato anch’esse l’associazione e si sono incontrate a Torino con il “Don” Franco, per ricevere forse un po’ di consolazione.</p>
<p>Il gruppo evangelico “Il varco” mette in difficoltà Barbero allorquando fa notare che non si capiscono le ragioni per le quali un omosessuale cattolico debba rimanere ancora all’interno della chiesa di Roma oggi, nonostante tutto; Barbero fa fatica a trovare delle risposte convincenti a questo proposito. Di certo lo psichiatra Paolo Rigliano dimostra, con un’ analisi sempre lucida (nel testo di Quaranta e durante tutta la conferenza), di comprendere bene che il problema si pone anche per gli evangelici fondamentalisti ad esempio negli USA. Il professore ignora solo che l’unione di tutti i fondamentalisti di fatto si verifica anche in Italia (si veda ad es. il sito evangelicale <a href="http://www.icn-news.com">http://www.icn-news.com</a>  che sembra avere agganci con l’Agenzia di stampa NEV e quindi con ambienti del protestantesimo storico). Di certo possiamo confermare che il nostro carissimo pastore Mark Phillips, amico di MLP (<a href="http://www.mlp.org">www.mlp.org</a>  ), ha delle difficoltà a ricollocarsi dopo 15 anni di servizio in una comunità liberal, vista la massiccia campagna mediatica dei fondamentalisti in America, che anche secondo Rigliano vede impegnati milioni di dollari statunitensi. A partire dalla California…</p>
<p>Barbero riesce a malapena a trattenere le lacrime per ringraziare tutti. A volte Milano è così. Non sempre in tempi di lega, a dir il vero. Ma a volte capita. Milano ha un cuore grande ed orecchie attente. E poco importa se non ci sono le sedie per ascoltare… si sta in piedi!</p>
<p>Franco oggi ha avuto la conferma definitiva del perché Dio gli abbia suggerito alla coscienza di non accettare per ben 2 (due!) volte delle offerte di denaro da parte del Vaticano per ritrattare le tue tesi sull’omosessualità.</p>
<p>La Milano cristiana ha saputo risposto al don Adriano Bianchi della diocesi di Brescia, che ha avuto dalla sua parte solo le sirene del Corriere e del peggiore fronte di centrosinistra che l’Italia poteva mai augurarsi di avere. Vendola compreso e tutta la banda di delinquenti politici (e non) romani associati.</p>
<p>Maurizio Benazzi</p>
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