<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>politica-e-novas-tecnologias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/politica-e-novas-tecnologias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "politica-e-novas-tecnologias"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 16:32:02 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Números que impressionam]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/21/numeros-que-impressionam/</link>
<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 02:13:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/21/numeros-que-impressionam/</guid>
<description><![CDATA[Jose Antonio Vargas publicou números impressionantes sobre esta campanha eleitoral, e que atestam be]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://voices.washingtonpost.com/the-trail/2008/11/20/obama_raised_half_a_billion_on.html">Jose Antonio Vargas</a> publicou números impressionantes sobre esta campanha eleitoral, e que atestam bem o sucesso de Obama:</p>
<p style="text-align:justify;">13 milhões de endereços de email</p>
<p style="text-align:justify;">500 milhões de dólares angariados <em>online</em></p>
<p style="text-align:justify;">6,5 milhões de doações de 3 milhões de doadores, com uma média de 80 dólares</p>
<p style="text-align:justify;">3,2 milhões de amigos no Facebook (Mccain tinha 600 mil) e mais dois milhões noutras redes sociais</p>
<p style="text-align:justify;">2 milhões de perfis criados no My.BarackObama.com</p>
<p style="text-align:justify;">Um milhão de participantes no programa de envio de sms</p>
<p style="text-align:justify;">400 mil voluntários que escreveram em blogs, 200 mil eventos criados por voluntários e 35 mil grupos locais criados</p>
<p style="text-align:justify;">3 milhões de chamadas telefónicas feitas nos últimos quatro dias da campanha eleitoral, por voluntários em suas casas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Change]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/07/change/</link>
<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 14:27:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/07/change/</guid>
<description><![CDATA[Barack Obama continua a inovar, e criou um novo site para o período de transição. Isto é um indício ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://change.gov/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3966" title="change" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/11/change.jpg" alt="change" width="346" height="115" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Barack Obama continua a inovar, e criou um novo <a href="http://change.gov/" target="_blank">site</a> para o período de transição. Isto é um indício que Obama irá permanecer muito activo na internet, especialmente no esforço de manter mobilizados o seus milhões de apoiantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Digital'08]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/06/digital08/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 03:12:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/06/digital08/</guid>
<description><![CDATA[Esta foi a campanha mais High Tech de sempre. As primeiras eleições do século XXI. Não falo apenas d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/11/obama_site.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3951" title="obama_site" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/11/obama_site.jpg?w=300" alt="obama_site" width="300" height="192" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Esta foi a campanha mais <em>High Tech </em>de sempre. As primeiras eleições do século XXI. Não falo apenas da forma como os candidatos utilizaram as novas tecnologias, mas também como as pessoas acompanharam estas eleições na Internet. Não vou escrever muito, mas deixarei umas breves impressões sobre este tema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No outro <a href="../2008/11/05/outros-vencedores/#comment-3528">post</a> coloquei algumas marcas Web, bem como o site Obama como outros vencedores destas eleições. O que me parece de inteira justiça.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A campanha de Barack Obama utilizou as novas tecnologias como nenhum outro político o tinha feito. O primeiro sinal da força do movimento criado por Obama veio da Internet. Com a vantagem que ia ganhando nos blogues, nas redes sociais virtuais e no YouTube (recordo a <a href="http://br.youtube.com/watch?v=wKsoXHYICqU">Obama Girl</a> e <a href="http://br.youtube.com/watch?v=jjXyqcx-mYY">Yes We Can</a>), Obama definiu o seu publico-alvo prioritário, que foi decisivo para a sua vitória nas primárias. Se nos últimos meses desta campanha, o agora Presidente eleito era já o todo poderoso dono da máquina do Partido Democrata, há um ano era apenas um inexperiente Senador do Illinois, com dinheiro angariado nos círculos liberais e  das celebridades, que desafiava a <em>frontrunner</em> democrata Hillary Clinton. Estava bastante atrás nas sondagens, e poucas pessoas lhe davam possibilidades de sucesso. Mas foi criando um verdadeiro exército de apoiantes, muitos deles pela primeira vez envolvidos na política. Estes foram decisivos nas importantes vitórias do <em>caucus</em> do Iowa, e depois, em todos os <em>caucuses</em> da Superterça-feira. O resto é história, e Obama conseguiu transformar os milhões de apoiantes angariados na Internet, na mais fabulosa máquina de angariação de dinheiro da política americana, e mais do que isso, uma equipa de voluntários que foi fundamental para a vitória nos <em>battleground states</em>. Todo o mérito para a sua estratégia de campanha, que assentava numa mensagem poderosa de mudança, aliada à utilização das novas tecnologias para informar, promover, mobilizar e conectar com os eleitores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>A cobertura digital</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Nesta área, gostava de destacar algumas “marcas” digitais que se emergiram como gigantes do mundo da comunicação política à escala global. Se há um ano atrás, eram poucos os que em Portugal conheciam nomes como <a href="http://www.politico.com/">Politico</a>, <a href="http://www.realclearpolitics.com/">Real Clear Politics</a> ou <a href="http://www.huffingtonpost.com/">Huffington Post</a>, <a href="http://townhall.com/"></a>hoje são muito famosos, e muitas vezes citados nos jornais portugueses.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Destaco também o trabalho fabuloso dos grandes meios de comunicação tradicionais americanos na Internet. Porque perceberam que não poderiam ficar para trás nas ofertas <em>online</em>, não só pelas marcas digitais citadas, como também pelo trabalho de <em>bloggers</em> amadores, que nos Estados Unidos muitos deles caminham para o profissionalismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Em primeiro lugar, todos eles criaram blogues especiais para seguir esta campanha eleitoral. E com muita antecedência, não apenas para cobrir a recta final da campanha. Exemplos houve muitos, mas destaco o <a href="http://politicalticker.blogs.cnn.com/">Political Ticker</a>, da CNN, <a href="http://blog.washingtonpost.com/the-trail/">The Trail</a>, do Washington Post, <a href="http://www.boston.com/news/politics/politicalintelligence/">Political Intelligence</a> do Boston Globe, <a href="http://firstread.msnbc.msn.com/">First Read</a>, da MSNBC ou <a href="http://thecaucus.blogs.nytimes.com/">The Caucus</a>, do New York Times. Todos os meios de comunicação social americanos tinham blogues de acompanhamento destas eleições. Eram os espaços mais eficazes para seguir as incidências diárias, porque eram instantâneos e constantemente actualizados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Alguns meios de comunicação optaram mesmo por ter <em>bloggers</em> contratados para escreverem especificamente sobre a campanha. Exemplos de <a href="http://voices.washingtonpost.com/thefix/">Chris Cilliza,</a> do Washinton Post ou <a href="http://www.politico.com/blogs/jonathanmartin/">Jonathan Martin</a> e <a href="http://www.politico.com/blogs/bensmith/">Ben Smith</a> do Politico (muitos bons exemplos <em>online</em> aqui).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mas também souberam cobrir esta campanha de uma forma completamente autónoma <em>online</em>, separados do papel ou da televisão. A CNN, por exemplo, transmitia em directo no seu site quase todos os comícios dos candidatos, e nas noites das eleições das primárias, tinha uma emissão diferente para a Internet. O New York Times tinha um espaço específico para reportagens em <a href="http://video.on.nytimes.com/">vídeo</a>, um complemento à oferta do jornal, por exemplo. Há muitos exemplos destes, mas os <em>media </em>americanos deram uma lição ao mundo como se trabalha a sério na Internet. Para bem das marcas e dos leitores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Caso português</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Este não era o nosso “campeonato”. Mas talvez pelo interesse mediático suscitado, talvez fosse possível fazer melhor ao nível da Internet. Quase todos os espaços dedicados às eleições nos EUA apenas foram criados na fase final da campanha, e os que não o foram nem sempre estavam actualizados. Na Internet, a ausência de actualizações é a morte. Talvez possam reflectir para o futuro, e apostem decisivamente nesta área.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Destaco o trabalho do <a href="http://diario.iol.pt/eleicoeseua">Portugal Diário</a>. Em primeiro lugar porque foi o único órgão de comunicação social português que fez directa na noite Superterça-feira, e depois pelo trabalho realizado a 4 de Novembro, com convidados na redacção e emissão em directo em <em>streaming</em>. Além do acompanhamento ao minuto das incidências da noite eleitoral. Para mim, isto é jornalismo <em>online</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para o ano temos três eleições, e espero que copiem alguns dos muitos bons exemplos que nos chegaram dos Estados Unidos neste ciclo eleitoral. Não é preciso inovar sequer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>(Sobre a cobertura portuguesa, aconselho a leitura deste post <a title="Permanent Link to Blogs, Media, Eleições e Eu" rel="bookmark" href="http://notaboutyou.lift.com.pt/2008/11/blogs-media-eleicoes-e-eu/">Blogs, Media, Eleições e Eu</a>, de Miguel Albano, no blogue <a href="http://notaboutyou.lift.com.pt/" target="_blank">(It&#8217;s) Not About You</a>, da Lift)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A superioridade tecnológica de Obama]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/03/a-superioridade-tecnologica-de-obama/</link>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 01:56:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/11/03/a-superioridade-tecnologica-de-obama/</guid>
<description><![CDATA[A Wired, revista dedicada às novas tecnologias, publicou um excelente artigo sobre a capacidade de B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/11/obamasite.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3754" title="obamasite" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/11/obamasite.jpg" alt="" width="350" height="195" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A Wired, revista dedicada às novas tecnologias, publicou um <a href="http://blog.wired.com/27bstroke6/2008/10/obamas-secret-w.html">excelente artigo</a> sobre a capacidade de Barack Obama em operar nesta área, denominado com o elucidativo titulo “Obama&#8217;s Secret Weapons: Internet, Databases and Psychology”. A campanha de Barack Obama é também um sinal dos novos tempos em que vivemos, e arrisco-me a dizer que sem o uso brilhante da Internet, não teria chegado até aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Os republicanos venceram os dois últimos ciclos eleitorais porque tinham uma melhor máquina no terreno, mas desta vez foram ultrapassados pelos democratas. Por exemplo, apenas no estado da Florida, Barack Obama tem uma estimativa de 230 mil voluntários a trabalhar no seu esforço de <em>get-out-the-vote</em>, ou GOTV, sendo que a nível nacional estima-se que tem mais de 1,5 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho destes é controlado na rede social de Obama, <a href="http://my.barackobama.com" target="_blank">my.BarackObama.com</a>, onde são coordenados todos os esforços dos voluntários. A campanha democrata criou 19 mil <em>neighborhood teams</em><span style="font-size:12pt;font-weight:normal;">,</span> que são responsáveis pelo GOTV, sendo que na Florida estão a trabalhar cerca de 1400. Nestas equipas nem todos são voluntários, havendo profissionais a liderar algumas destas equipas, que se vão desdobrando em vários cargos desde o nível local, regional, estadual até nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">As tarefas destes voluntários é diversa, pois tanto telefonam para os eleitores registados, oferecem-se para ficar com as crianças enquanto as pessoas vão votar, ou servem de transporte para os eleitores. Em cada cidade dos <em>swing states</em> estão milhares de voluntários a fazerem chamadas para as listas que contêm milhões de nomes de potenciais eleitores. Mas como a base de dados é controlada tecnologicamente no myBarackObama.com, o risco de ligar repetidamente para o mesmo eleitor é menor. Segundo a Wired, os republicanos que não estão tão evoluídos tecnologicamente, têm tido problemas neste esforço.</p>
<p style="text-align:justify;">A máquina organizativa de Barack Obama é já considerada a mais fabulosa de todos os tempos da política norte-americana, e poderá ser fundamental para uma vitória na terça-feira. Este sucesso de Obama estará alheia a presença do fundador do Facebook, Chris Hughes, que desistiu de trabalhar na famosa rede social, para se dedicar por inteiro à campanha de Barack Obama.</p>
<p style="text-align:justify;">Obama utilizou a internet como nunca tinha sido feito. Não me canso de repetir: Joe Trippi, <em>campaign manager</em> de Howard Dean em 2004, tinha profetizado no seu livro “The Revolution will be not televised”, que baseado na sua experiencia com Dean em 2003, um candidato democrata que conseguisse criar um movimento genuinamente popular baseado na Internet, conseguiria bater as máquinas republicanas, sempre mais profissionais e eficazes. Isto em termos de dinheiro e de recursos humanos. A campanha de Obama foi mais longe, e conseguiu somas astronómicas, milhões de voluntários, e organizou a própria acção dos voluntários através de um esforço centralizado na Internet, mas também ofereceu a possibilidade às pessoas de interagir directamente com a campanha. Utilizar a Internet para espalhar a mensagem é algo do passado. Envolver, motivar, promover, e interagir foram os lemas que ditaram a acção tecnológica de Obama. E será por isso que será eleito Presidente dos Estados Unidos. Mesmo que perca as eleições, nada apagará o significado histórico desta campanha, em termos da utilização das novas tecnologias. Esta foi a primeira campanha do século XXI.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama estende ofensiva publicitária aos jogos]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/10/15/obama-estende-ofensiva-publicitaria-aos-jogos/</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 15:11:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/10/15/obama-estende-ofensiva-publicitaria-aos-jogos/</guid>
<description><![CDATA[Barack Obama é o candidato mais bem sucedido da história americana. Financeiramente falando, pelo me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/10/obama-xbl-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3322" title="obama-xbl-2" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/10/obama-xbl-2.jpg" alt="" width="296" height="232" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Barack Obama é o candidato mais bem sucedido da história americana. Financeiramente falando, pelo menos. E não tem tido problemas em estender a sua campanha a espaços improváveis. Quem tem dinheiro, pode dar-se a estes luxos, dirão alguns.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O candidato presidencial comprou espaço publicitário numa serie de jogos da empresa <em>Electronic Arts. </em>Os anúncios comprados pela campanha de Obama aparecem desde o dia 6 de Outubro e estarão presentes em vários até dia 3 de Novembro, nos jogos da <em>Xbox </em>360. Esta publicidade está apenas a ser feita em 10 estados americanos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta é a primeira vez que um candidato compra espaço publicitário num jogo de computador, mas não deixa de ser uma estratégia interessante. É uma forma de alargar a sua presença para chegar a outros públicos. Barack Obama tem a preferência dos jovens, e a presença neste tipo de plataformas só pode ajudar a aumentar a diferença para Mccain. Além disso, Obama precisa não só de ter o apoio dos jovens, mas também que estes votem em massa no dia 4 de Novembro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O debate tradicional]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/o-debate-tradicional/</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 19:51:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/o-debate-tradicional/</guid>
<description><![CDATA[O debate entre Nixon e Kennedy introduziu uma nova era na política. A realização do debate televisiv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/09/nixonjfk.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2805" title="nixonjfk" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/09/nixonjfk.jpg?w=300" alt="" width="300" height="128" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O debate entre Nixon e Kennedy introduziu uma nova era na política. A realização do debate televisivo foi um marco na história da comunicação, e nunca mais a política foi a mesma. Os políticos perceberam a dimensão da importância da televisão, e que tem sido fundamental nos últimos cinquenta anos. Nixon ganhou o debate para quem o seguiu pela rádio, mas os telespectadores consideraram a prestação de Kennedy muito mais atraente. O candidato democrata acabaria por vencer as presidenciais por pouco mais de 1%.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante esta época de primárias, realizaram-se quase quarenta debates, e assistimos a algumas inovações tecnológicas. Tivemos o debate da <a href="http://edition.cnn.com/ELECTION/2008/youtubedebates/index.html" target="_blank">CNN\YouTube</a>, onde os cidadãos enviaram as perguntas, ou os debates patrocinados pelo <a href="http://www.facebook.ocm" target="_blank">Facebook</a>, onde os espectadores podiam enviar perguntas online e votar na prestação dos candidatos. Mas a verdade é que estas inovações não foram muito eficazes, e ficaram-se pelas experiências.</p>
<p style="text-align:justify;">Os próximos debates presidenciais vão operar-se segundo as regras tradicionais, estabelecidas em 1988, com a instituição do comité bipartidário <a href="http://www.debates.org/" target="_blank">Commission on Presidential Debates</a>. A transmissão em <em>streaming</em> live será a única “contribuição” <em>high tech</em> destes debates, algo que acontece desde 2000. Espero que pelo menos seja em HD, como foi difundida a Convenção Democrata.</p>
<p style="text-align:justify;">A televisão continua a oferecer algo com que os novos <em>media</em> não têm capacidade de competir: milhões na audiência. Os discursos de aceitação de John Mccain e Barack Obama tiveram cerca de 40 milhões de pessoas em casa. Os debates deverão chegar aos 60 milhões, e a Internet surge apenas como meio alternativo de seguir estes confrontos.</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente não defendo um sistema de debates alternativos, mas acho que a Internet deveria ser mais interventiva. O site <a href="http://www.techpresident.com/" target="_blank">TechPresident</a><em> </em>conduziu nas primárias um sistema interessante de 10 perguntas, onde eram os cidadãos que faziam as questões e escolhiam quais as que deveriam ser colocadas aos candidatos. Esta campanha tem sido pródiga no uso das novas tecnologias, mas gostava que os cidadãos tivessem a oportunidade de interagir mais com os candidatos, e sem “filtros”. E não como o debate da CNN/Youtube, onde a própria selecção das perguntas deixou muitas razões para duvidar do critério usado. Acredito que o cidadão comum deveria ter “poder” para fazer as questões difíceis, que muitas vezes os jornalistas preferem não perguntar, ou então, utilizam critérios alternativos para cada candidato, conforme a sua agenda política.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas primárias vi uma entrevista com John Mccain, promovida pela MTV e MySpace (<em>Presidential Dialogues</em>). Recordo-me que tive a oportunidade de interagir em directo com a entrevista, classificando positiva ou negativamente nas respostas de Mccain, e votando em questões para Mccain responder. Um debate deste género, entre os dois candidatos, em 2008, faria todo o sentid Mas nãoo., teremos apenas os debates tradicionais.</p>
<p style="text-align:justify;">O <a href="http://www.myspace.com/mydebates" target="_blank">MyDebates</a> está a solicitar às pessoas que enviem perguntas para o segundo debate, que vai decorrer em formato <em>Townhall</em>. Mas não acredito na eficácia deste tipo de selecção, com os “filtros” a entrar em acção. Os acordos secretos negociados entre os candidatos não irão permitir certamente perguntas difíceis aos candidatos. E é pena, porque estes debates, com audiências de milhões de pessoas, seriam excelentes oportunidades para os americanos poderem fazer a sua opção. Com tudo pré-definido, fica o estilo, a ausência de <em>gaffes</em> ou a postura para definir um vencedor. E isso não é propriamente o mais eficaz para esclarecer os eleitores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Eu faria estas duas perguntas:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong>John Mccain: “Nos últimos meses a criticou duramente Obama por falta da experiência. Porque escolheu Sarah Palin?”</p>
<p style="text-align:justify;">Barack Obama: “É um crítico dos anúncios negativos dos republicanos. Mas a sua candidatura tem sido, comprovadamente, a mais negativa nas últimas semanas. Está a adoptar as tácticas de Karl Rove?”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Popularidade online de Palin]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/popularidade-online-de-palin/</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 12:11:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/popularidade-online-de-palin/</guid>
<description><![CDATA[Nas primeiras 36 horas após o anúncio de Sarah Palin como running mate de Mccain, 1,1 milhões de pes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Nas primeiras 36 horas após o anúncio de Sarah Palin como <em>running</em> mate de Mccain, 1,1 milhões de pessoas leram o seu artigo na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sarah_Palin/">Wikipedia</a>. Esse foi mesmo o artigo mais popular do mês de Agosto, seguido de Michael Phelps.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de entrar na política nacional, Palin tinha 300 vídeos no Youtube, mas agora conta com mais de 130 mil. Estes tanto podem são entrevistas da televisão, actuações em comícios, como também paródias sobre a candidata.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o site Hitwise, nas 48 horas seguintes à sua nomeação, foi pesquisado na Internet tudo sobre Palin, como fotos, biografia, família, mais do que qualquer político nos últimos três anos. Ao que parece, a palavra “<em>hot</em>” surgia várias vezes associada a Palin nas pesquisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Bill Tancer, secretário-geral de pesquisa do Hitwise, na escala de Richter, “Palin registou uma magnitude de 10”, e que “nunca tinha visto uma reacção destas”.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu também senti o efeito, com um número elevado de pesquisas com “Palin”, “Sarah Palin” ou “Governadora do Alasca” a acederem ao meu blogue. Por ser uma novidade, e desconhecida do grande público, Sarah Palin gerou milhões de procuras nos motores de busca. O que nem sempre é positivo, pois muito se escreveu sobre a candidata, e muitos rumores falsos foram espalhados.</p>
<p>Mais informações <a href="http://voices.washingtonpost.com/the-trail/2008/09/17/palin_online_staggering_number.html">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MyDebates]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/mydebates/</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 12:03:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/19/mydebates/</guid>
<description><![CDATA[A uma semana do inicio dos debates presidenciais, o Myspace e a Commission on Presidential Debates l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/09/myspace.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2800" title="myspace" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/09/myspace.jpg" alt="" width="418" height="148" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A uma semana do inicio dos debates presidenciais, o <a href="http://www.myspace.com" target="_blank">Myspace</a> e a <a href="http://www.debates.org/" target="_blank">Commission on Presidential Debates </a>lançou o <a href="http://www.myspace.com/mydebates" target="_blank">MyDebates</a>. Neste site podemos responder a um inquérito sobre as nossas posições sobre diversos temas.</p>
<p style="text-align:justify;">No próximo dia 26 de Setembro, John Mcain e Barack Obama vão defrontar-se no debate sobre política externa e segurança nacional. Este site vai transmitir ao vivo, em <em>streaming</em>, o debate, e proporcionar inquéritos aos espectadores para resposta em tempo real. Durante este debate, as pessoas poderão também enviar perguntas que poderão ser colocadas no segundo debate, que se realiza a 7 de Outubro em formato de <em>townhall meeting</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profissionalismo na política?]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/11/profissionalismo-na-politica/</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 00:15:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/11/profissionalismo-na-politica/</guid>
<description><![CDATA[As &#8220;entourages&#8221; dos candidatos são um dos aspectos mais fascinantes da política american]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">As &#8220;<em>entourages</em>&#8221; dos candidatos são um dos aspectos mais fascinantes da política americana, com a  sua variedade de assessores políticos. Nestes destacam-se obviamente os consultores de comunicação. <a href="http://politica2008.wordpress.com/2008/09/09/sondagens-pa-oh-fl-va-co-wa-mi/#comments" target="_blank">Rui Calafate</a> deixou-me um <a href="http://dofundodacomunicacao.blogspot.com/" target="_blank">desafio</a> para escrever sobre o que penso, nomeadamente através da minha experiência na RNC. Apesar de não ter vivido tão de perto como desejaria esta relação que se estabelece entre os <em>media </em>e <em>staff </em>dos candidatos, aqui vai a minha opinião.</p>
<p style="text-align:justify;">Os políticos portugueses são demasiado “inteligentes”, “genuínos” ou “sérios” para usufruírem de serviços de profissionais. Pelo menos é o que manifestam publicamente. Se calhar é por isso que tanta gente se interessa pelo nosso debate político. Exemplo: o dislate com que a nova direcção do PSD enfrentou as agências de comunicação e o marketing político. Claro que ele existe, mas é dirigido por “amadores” ou profissionais “camuflados”, que desejam manter uma aparência realista e “verdadeira”. Os <em>PRs</em> e os consultores de comunicação são encarados como agentes da deturpação e do logro. Nada mais falacioso e demagógico.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos Estados Unidos, e como todos sabem, as coisas são muito diferentes. E num patamar bem mais elevado, se comparado com a nossa realidade. Os assessores de comunicação são fundamentais na divulgação da mensagem e na condução de uma campanha. Se a política é uma componente decisiva da vida em democracia, porque razão não deverá ser conduzida por profissionais e <em>experts</em>?</p>
<p style="text-align:justify;">Para quem segue esta campanha, os nomes de Howard Wolfson, Steve Schmidt, Rick Davis ou David Axelrod não são estranhos nenhuns. São os elementos que definem as estratégias globais para captar o voto dos eleitores. Moldam e preparam a mensagem dos candidatos, para que estes a apresentem ao público. E são também emissores da mensagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas estruturas de campanha, temos centenas de assessores, que mantêm a pressão sobre estruturas mediáticas. E nada escapa a estes profissionais da comunicação, sejam jornais, revistas, apoiantes, blogues ou programas de televisão. Há várias dimensões no seu trabalho, mas gostava de me concentrar na sua relação com os <em>media</em>. “<em>Stay on the Message</em>” é um dos elementos mais difíceis numa campanha. Estes assessores são os principais responsáveis pela sua sustentação: No <em>media training</em> aos apoiantes, escrevendo artigos, colocando comentários em blogues ou no envio de memorandos para os jornalistas. É normal estarmos a ver um programa de televisão, e alguém dizer: ”recebi agora uma informação da campanha do Senador…”. A monitorização e resposta imediata é uma das componentes mais fascinantes do trabalho destes consultores.</p>
<p style="text-align:justify;">Na RNC’08 estes profissionais estavam por todo o lado. Talvez eu não sentisse isso muito de perto, pois era um simples <em>blogger</em>, e, ainda por cima, estrangeiro. Mas mesmo assim foi destacado um assessor para transmitir a notícias aos credenciados como <em>bloggers</em>. Através dele recebíamos as informações para cobrir a RNC com precisão: antecipações dos discursos, programa do dia, <em>widgets</em> para usar nos blogues, e claro, algum <em>spin</em>. Mas havia profissionais que cobriam todas as áreas de comunicação: assessores de imprensa, <em>new media</em>, <em>bloggers</em>, <em>speakers</em>, etc. O que apreendi, até em conversas com operacionais republicanos, é que política é sinónimo de comunicação. E quem não souber comunicar, não sabe fazer política, seja através da escrita, da imagem, do vídeo ou da oralidade. <span> </span>E como os americanos gostam de ser os melhores, qualquer operacional com responsabilidades é um profissional.</p>
<p style="text-align:justify;">Também na análise política, as coisas são muito diferentes. Em Portugal, quando vemos um programa televisivo de discussão, salvo raras excepções, temos uns analistas “independentes”, que fazem de conta que não têm preferências políticas, e oferecem a sua visão sobre os nossos políticos. Nos Estados Unidos é tudo muito mais transparente. Podemos ver Karl Rove ou Howard Wolfson na Fox News ou James Carville ou Alex Castellanos na CNN. E quem são estes? Antigos operacionais da politica, e completamente conotados com os candidatos. Não estão a enganar ninguém.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu prefiro esta clareza de procedimentos. Sabemos quem são os políticos, os estrategas e os analistas. Cá, às vezes tenho a sensação que nem sabemos quem são os políticos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blogger Brunch 2.0]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/03/blogger-brunch-20/</link>
<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 18:43:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/09/03/blogger-brunch-20/</guid>
<description><![CDATA[Ao contrário do anunciado, Joe Scarborough não foi o convidado, mas tivemos a oportunidade de ouvir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ao contrário do anunciado, Joe Scarborough não foi o convidado, mas tivemos a oportunidade de ouvir duas personalidades de respeito.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/09/ceo-google1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2520" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/09/ceo-google1.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Em primeiro lugar, o CEO do Google, Eric Schmidt, esteve connosco à conversa durante algum tempo, respondendo a algumas perguntas da audiência. Uma questão particularmente pertinente, foi sobre a violação da privacidade do Google na China, que tem suscitado protestos em relação ao gigante da Internet. Schimidt não se furtou a responder, e denominou que a China tem uma firewall “<em>Pretty Evil</em>” que bloqueia os endereços que desejarem. Caso a Google não respeitasse as leis que o governo chinês impõe, não poderia operar no país. Mas o resto da conversa baseou-se nas supostas ligações da Google a meios mais liberais, nomeadamente através das contribuições dos seus funcionários para o Partido Democrata ultrapassarem bastante as do Partido Republicano. O CEO da Google disse que a política da empresa era dar 50-50 para ambos os partidos. Em relação aos seus funcionários, isso teria certamente a ver com os perfis das pessoas, e por a maior parte dos seus funcionários ser de Nova Iorque ou Califórnia, dois estados muito liberais.  E deixou um conselho para mudar isso: &#8220;<em>Google is hiring&#8221;</em>. Outro aspecto interessante foram os assuntos pouco comuns suscitados, como os ataquee que alguns blogues sofrem, ou o sistema anti-spam que bloqueia alguns sites. Foi engraçado ver o todo-poderoso CEO da Google responder a questões técnicas e a garantir a qualidade do serviço. Mas a mensagem principal do CEO foi a garantia que eles colocam as ferramentas à disposição das pessoas, e estas fazem o que querem com elas. Quando mais vozes a Google tiver, melhor será o seu serviço. Sejam eles liberais ou conservadores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/09/kevin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2521" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/09/kevin.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mais tarde esteve à conversa connosco o congressista da Califórnia, Kevin McCarthy, que também foi o <em>co-chairman</em> da <a href="http://www.gopplatform2008.com/">Republican Platform Committee</a>, uma espécie da grupo que elaborou o programa do Partido para estas eleições. Num tom muito informal, explicou a inovação que representou a abertura ao público, através da Internet, da contribuição de ideias para a Plataforma. Ao todo, alcançaram mais de 11 mil colaborações, e 96% delas acabaram por ser aproveitadas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mais tarde falou das eleições legislativas que se aproximam e falou nos <em>YoungGuns Republicans</em>, uma plataforma de apoio a candidatos ao Congresso. Distribuiu mensagens de apelo ao envolvimento dos <em>bloggers</em> na campanha que se aproxima e pediu novas ideias e contributos para revolucionar o Partido Republicano, através das novas tecnologias. Até disse mesmo que estava a contratar alguém para trabalhar com ele nesta área, e distribuiu contactos. A América também é um pouco isto, e McCarthy falou num tom incrivelmente informal para um congressista, talvez por saber que estava rodeado de republicanos (eu deveria ser o único presente que não era).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta foi mais uma excelente experiência, pois estar com o CEO da Google e com um congressista americano não acontece todos os dias.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/08/lpm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2392" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/08/lpm.jpg" alt="" width="234" height="26" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Convenção High-Tech]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/26/convencao-high-tech/</link>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 18:18:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/26/convencao-high-tech/</guid>
<description><![CDATA[A Wired chama a esta convenção, “Techiest event in Party´s History”, a celebração dos medias sociais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/08/2796522047_9cc505a1c1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2236" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/08/2796522047_9cc505a1c1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.wired.com/">Wired</a> chama a esta convenção, “<em><a href="http://www.wired.com/techbiz/media/multimedia/2008/08/gallery_dnc_tech">Techiest event in Party´s History</a></em>”, a celebração dos <em>medias</em> sociais, da alta definição em vídeo e “<em>really kick-ass</em>” conectividade de Internet.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas coisas que foram criadas surpreendem pela inovação. Por exemplo, as cabines especiais que servem para fazer <em>upload</em> de vídeos para o YouTube ou outras plataformas de vídeo. O DNC está a utilizar mensagens de texto e vídeos em <em>streaming</em> para manter os delegados ou interessados sempre informados. Foi também criada uma tenda tecnológica para <em>bloggers</em>, onde os interessados como <em>bloggers, vloggers</em> ou <em>podcasters</em> têm um espaço de trabalho com ligação de banda larga. Este espaço está à margem da Convenção e foi uma criação do <a href="http://www.dailykos.com/">DailyKos</a>, <a href="http://www.progressnow.org/">ProgressNow</a> e <a href="http://www.sustainablecolorado.org/">Alliance for Sustainable Colorado</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro aspecto que impressiona é o palco principal, completamente futurista, que foi construído pelo <em>designer</em> Bruce Rodgers, que trabalha com nomes como Madonna, Dave Mathews Band ou ainda a NFL.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu gostei particularmente da transmissão em HD no <a href="http://www.demconvention.com/">site</a> da Convenção. Nunca tinha visto “televisão” na Internet com tanta qualidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VP de Obama no telemóvel e email]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/11/vp-de-obama-no-telemovel-e-email/</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 14:57:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/11/vp-de-obama-no-telemovel-e-email/</guid>
<description><![CDATA[O campaign manager de Barack Obama, David Plouffe, informou os apoiantes que a divulgação da escolha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O <em>campaign manager</em> de Barack Obama, David Plouffe, <a href="http://my.barackobama.com/page/community/post/stateupdates/gG5KD4">informou</a> os apoiantes que a divulgação da escolha de VP será feita através de mensagem enviada por <em>email</em> e <em>sms</em>. Esta será uma grande novidade, pois os candidatos normalmente optam por criar uma grande encenação mediática nestes anúncios. É provável que Obama aguarde até ao fim dos Jogos Olímpicos para tomar esta decisão, mas tudo é possível.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Myspace transmite debates presidenciais]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/06/myspace-transmite-debates-presidenciais/</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:33:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/06/myspace-transmite-debates-presidenciais/</guid>
<description><![CDATA[O MySpace vai transmitir os debates presidenciais em streaming, no seu novo site criado para o efeit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O MySpace vai transmitir os debates presidenciais em <em>streaming</em>, no seu novo site criado para o efeito, <a href="http://www.mydebates.org/">MyDebates.org</a>. Este site não terá publicidade, e transmitirá em directo os três debates entre Mccain e Obama, bem como entre VPs. Terá também um arquivo, incluindo os debates gravados, divididos em temas ou perguntas. Os visitantes também poderão fazer <em>download </em>de uma aplicação para colocar em blogues ou sites os vídeos. Este projecto irá permitir a qualquer espaço virtual a emissão dos debates em directo. Uma transmissão global, e que certamente, irá ter o seu espaço neste blogue.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta plataforma surge devido a um acordo entre a Comissão de Debates Presidenciais e o MySpace, e é um esforço de aumentar os níveis de audiência dos debates. Este novo site estará preparado para funcionar a 100% no dia 26 de Setembro, data do primeiro debate entre John Mccain e Barack Obama.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DNC lança novo site sobre Veeps de Mccain]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/05/dnc-lanca-novo-site-sobre-veeps-de-mccain/</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 20:32:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/08/05/dnc-lanca-novo-site-sobre-veeps-de-mccain/</guid>
<description><![CDATA[O DNC, ao bom estilo da política americana, lançou um novo site,TheNextCheney.com, em mais uma nova ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O DNC, ao bom estilo da política americana, lançou um novo site,<a href="http://www.thenextcheney.com/">TheNextCheney.com</a><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">,</span> em mais uma nova tentativa de conectar John Mccain com a impopular Administração Bush. Desta vez o escolhido foi o também pouco reputado Dick Cheney, aproveitando para criticar algumas das potenciais escolhas de John Mccain para VP.</p>
<p style="text-align:justify;">Os “acusados”: Tim Pawlenty, Charlie Crist, Mitt Romney, John Thune, Carly Fiorina, Fred Smith e Eric Cantor. Cada político tem uma página dedicada, com várias ligações a textos sobre os visados. Obviamente as frases não são simpáticas, como esta de Pawlenty “vou apoiar o Presidente Bush mesmo que o seu nível de aprovação seja 2%”. Os cidadãos anónimos são convidados a contribuírem para este site, com notícias e artigos sobre possíveis VPs de Mccain. Uma boa iniciativa do DNC, que assim “marca” desde já as opções de Mccain.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Exército” virtual de Obama]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/31/%e2%80%9cexercito%e2%80%9d-virtual-de-obama/</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 13:47:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/31/%e2%80%9cexercito%e2%80%9d-virtual-de-obama/</guid>
<description><![CDATA[A candidatura de Barack Obama tem sido extremamente eficaz na Internet. Repare-se: a mailing list de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A candidatura de Barack Obama tem sido extremamente eficaz na Internet. Repare-se: a <em>mailing list</em> de Obama possui oito milhões de membros, a rede social virtual, <a href="http://my.barackobama.com/">MyBarackObama</a> tem um milhão. As suas páginas no <a href="http://www.facebook.com/barackobama">Facebook</a>/<a href="http://www.myspace.com/barackobama">Myspace</a> têm cerca de dois milhões de “amigos”. Por fim, mais de um milhão de pessoas contribuíram online para a sua candidatura, e este número não vai ficar por aqui.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>O </span><a href="http://www.techpresident.com/blog/entry/27975/after_the_election_will_obama_s_online_army_target_congress"><span>Techpresident</span></a><span> especula o que o “Presidente” Obama fará com estes milhões de apoiantes, depois de se instalar na Casa Branca. Essa parte é ainda futurologia, porque não sabemos quem vai vencer Novembro. Mas há algo que é já uma certeza. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>O que Obama já alcançou indica que o futuro da política será indissociável da Internet. Com estratégias virtuais, assentes no cidadão comum, que se envolve e dissemina a mensagem, é possível a políticos, sem apoio partidário ou das estruturas, chegarem longe. Barack Obama tem méritos e defeitos. E não surgiu nesta campanha completamente desprovido de suporte. Mas uma boa parte do seu sucesso, nomeadamente nas primárias, assentou neste movimento popular criado na Internet. Um pequeno exemplo: sem os seus milhões de apoiantes angariados na Internet, teria sido impossível vencer aqueles <em>caucuses</em> todos. E isso, como se sabe, garantiu-lhe uma vantagem fantástica em relação a Hillary Clinton. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Muito haverá para escrever e falar sobre a <em>Web Campaign </em>de Obama. Mas os números impressionam!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barackbook]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/30/barackbook/</link>
<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 00:12:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/30/barackbook/</guid>
<description><![CDATA[Os democratas, e especialmente Barack Obama, têm sido mais dinâmicos e criativos no uso da Internet.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/07/barackbook.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1870" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/07/barackbook.jpg" alt="" width="400" height="238" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Os democratas, e especialmente Barack Obama, têm sido mais dinâmicos e criativos no uso da Internet. Mas o RNC tem tentado lutar contra a maré, inovando e criando ferramentas virtuais que provocam alguma atenção. O seu último projecto, <a href="http://www.barackbook.com/">www.barackbook.com</a>, é um bom exemplo disso. (informação via <a href="http://www.techpresident.com/">Techpresident</a>)</p>
<p style="text-align:justify;">Parodiando com o popular site de redes sociais, <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>, este Barackbook contém diversas críticas a Obama, nomeadamente as suas ligações a Tony Rezko ou William Ayers. Mais interessante ainda é este <a href="http://www.meetbarackobama.com/">Meetbarackobama</a>, onde os eleitores “podem conhecer a verdadeira história sobre o senador júnior do Illinois”.</p>
<p style="text-align:justify;">A campanha na Internet também se vai fazendo desta forma, e o recurso ao humor pode ser o melhor formato de passar a mensagem.</p>
<p><strong>Adenda</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Este site está a criar um enorme <em>buzz</em>, mas os apoiantes de Barack Obama não ficaram quietos, pois invadiram a zona de comentários. Mas o pior foi os comentários racistas e anti-muçulmanos que surgiram. O RNC já viu-se obrigado a retirar a possibilidade de comentar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GOP lança plataforma de discussão]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/18/gop-lanca-plataforma-de-discussao/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:29:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/07/18/gop-lanca-plataforma-de-discussao/</guid>
<description><![CDATA[O RNC lançou na semana passada a GOPPlatform2008.com, um portal online onde é solicitada a contribui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/07/gopplatform.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1719" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/07/gopplatform.jpg" alt="" width="400" height="164" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O RNC lançou na semana passada a <a href="http://www.gopplatform2008.com/intro.aspx">GOPPlatform2008.com</a>, um portal <em>online</em> onde é solicitada a contribuição do público com novas ideias e projectos. Os utilizadores podem, livremente, colocar textos e vídeos do YouTube, bem como colocar <em>links</em> para grupos de discussão do Google. Nesta plataforma está ainda incluída um <em>widget</em> que promove os três temas mais discutidos e uma aplicação do <a href="http://www.facebook.com/apps/application.php?id=19266649681">Facebook</a> que mostra o Top 10.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta mais uma tentativa do GOP em alargar os seus horizontes, tentando colocar o cidadão comum a contribuir para a discussão, e desta forma envolver as pessoas directamente na construção do seu programa político. Uma plataforma colaborativa não é nova na política americana, mas o que parece ser novidade é o grau reduzido de moderação neste debate. Veremos como serão aplicados os resultados desta discussão, que está disponível aos olhos de todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quase metade dos americanos segue campanha online]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/06/19/quase-metade-dos-americanos-segue-campanha-online/</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:37:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/06/19/quase-metade-dos-americanos-segue-campanha-online/</guid>
<description><![CDATA[Esta foi a conclusão de um estudo da Pew Internet &amp; American Life Project sobre a Internet e as ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#38;gt;  Normal 0 21   false false false         MicrosoftInternetExplorer4  &#38;lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#38;gt;   &#38;lt;![endif]--> Esta foi a conclusão de um estudo da <a href="http://www.pewinternet.org/PPF/r/252/report_display.asp">Pew Internet &#38; American Life Project</a> sobre a Internet e as Eleições americanas de 2008 (pode ser descarregado na totalidade em pdf). Esta investigação foi conduzida entre 8 de Abril e 11 de Maio de 2008, com 2251 entrevistas a maiores de idade.</p>
<p style="text-align:justify;">Um número recorde de 46% dos americanos inquiridos afirmaram que usaram a Internet, <em>email</em> ou <em>sms</em> de telemóvel para se informarem sobre a campanha, partilhar opiniões e mobilizar outros cidadãos. 40% fizeram-no somente através da Internet. E são os apoiantes de Barack Obama que mais uso dão às novas tecnologias.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">Os números aumentam relativamente a 2004, mas, pelo menos para mim, não de forma tão surpreendente. Por esta altura, 31% da totalidade dos americanos diziam seguir a campanha pela Internet, enquanto este ano esse valor apenas subiu 9%. Se contabilizarmos somente os utilizadores de Internet, em 2004 esse número atingia os 49%, enquanto este ano apenas sobe até as 55%. Parece-me que era de esperar um aumento maior no uso da Internet por parte dos cidadãos. Claro que estamos a falar de uma sociedade onde uma parte significativa da população está alheada do processo político, e também onde os mais idosos, que são uma fatia fundamental do eleitorado, pouco acedem à rede.</p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">Mas outras valências ganharam preponderância este ano. As actividades <em>online </em>dos americanos aumentaram bastante, com 35% a dizerem que viram vídeos <em>online</em>, um número que triplica em relação a 2004, no mesmo estudo conduzido nessa campanha. O papel das redes sociais expandiu-se, com 10% dos inquiridos a afirmarem que usam sites como o Facebook ou o Myspace para receberem informação ou envolverem-se na campanha. Estes sites são extremamente populares entre os mais jovens, pois cerca de 2/3 dos utilizadores de Internet com menos de 30 anos tem um “perfil” <em>online </em>e metade destes usam estes sites para recolher ou partilhar informação sobre política. Um aspecto curioso é que 6% dos americanos já contribuíram na Internet, em contraste com os 2% na campanha inteira de 2004.</p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">Outro dado relevante do estudo é a procura que existe sobre os dados fornecidos pelos candidatos. Cerca de 39% dos utilizadores de Internet acedeu a informações proporcionadas pelos candidatos, como vídeos de debates, comícios, ou anúncios, ou também posições sobre os diferentes temas e transcrições de discursos. Estes números explicam a importância de um <em>website </em>nesta período eleitoral.</p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;"><strong>Mais dados deste estudo:</strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">- 11% dos americanos contribuíram para a discussão política, enviando ou escrevendo comentários sobre a campanha;</p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">- 5% colocaram comentários ou análises em blogues ou sites;</p>
<p style="text-align:justify;margin:6pt 0 0.0001pt;">- 6% já doaram dinheiro <em>online </em>para um candidato ou campanha;</p>
<p style="margin-top:6pt;text-align:justify;">- 12% dos eleitores com menos de 30 anos escreveram comentários em fóruns, sites ou blogues;</p>
<p style="margin-top:6pt;text-align:justify;">- 74% dos apoiantes de Obama receberam informações <em>online </em>do candidato, contra apenas 57% de Hillary Clinton;</p>
<p style="margin-top:6pt;text-align:justify;">- Entre os apoiantes de Barack Obama, 65% estão disponíveis para receber informação online, em contraste com os 56% de John Mccain;</p>
<p style="margin-top:6pt;text-align:justify;">- Os apoiantes de Obama utilizam ultrapassam largamente o aproveitamento do vídeo online, das redes sociais e outras actividades de campanha;</p>
<p style="text-align:justify;">Este estudo contribui imenso para explicar as preocupações que devem ocupar a mente dos estrategas republicanos. Barack Obama é nitidamente o campeão <em>online </em>destas eleições.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo site]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/06/12/novo-site/</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 12:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/06/12/novo-site/</guid>
<description><![CDATA[John Mccain lançou um novo website, já para enfrentar as eleições de Novembro. Mccain foi um dos pio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1499 aligncenter" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/06/mccainnewsite1.jpg" alt="" width="450" height="266" /></p>
<p style="text-align:justify;">John Mccain lançou um novo <a href="http://http://www.johnmccain.com" target="_blank">website</a>, já para enfrentar as eleições de Novembro. Mccain foi um dos pioneiros da utilização da Internet na política, nas primárias de 2000. Mas este ano tem sido quase incipiente e ineficaz, quando comparado com Barack Obama, o líder 2.0 destas eleições. Veremos se conseguirá recuperar algum do atraso até 4 de Novembro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 milhões de dólares]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/23/10-milhoes-de-dolares/</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 22:24:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/23/10-milhoes-de-dolares/</guid>
<description><![CDATA[Como disse hoje, acabaram os problemas financeiros para Hillary Cliton. Pelo menos até 6 de Maio. O ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/04/finances.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1305 aligncenter" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/04/finances.jpg?w=300" alt="" width="300" height="140" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Como disse hoje, acabaram os problemas financeiros para Hillary Cliton. Pelo menos até 6 de Maio. O <a href="http://www.hillaryclinton.com/home/" target="_blank">site de Hillary Clinton</a> está a anunciar que está perto de angariar 10 milhões de dólares em 24 horas, depois da vitória da Pennsylvania. A Internet tem-se revelado uma verdadeira máquina de fazer dinheiro para os democratas. Apesar de continuar certamente muito atrás de Obama, Hillary terá dinheiro para competir com Obama em Indiana e Carolina do Norte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1 minuto - 1 milhão]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/11/1-minuto-1-milhao/</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 00:11:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/11/1-minuto-1-milhao/</guid>
<description><![CDATA[Um grupo de apoiantes pretende angariar um milhão de dólares num minuto, no próximo dia 21 de Abril,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/04/10000.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1214" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/04/10000.jpg?w=400" alt="" width="400" height="260" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Um <a href="http://anobamaminute.com/" target="_blank">grupo de apoiantes</a> pretende angariar um milhão de dólares num minuto, no próximo dia 21 de Abril, na véspera da primária da Pennsylvania. Com este tipo de capacidade de atracção financeira, porque Obama haveria de submeter-se ao financiamento público? (informação via <a href="http://blogs.publico.clix.pt/eleicoeseua2008/" target="_blank">Blogue do Público</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mccain angaria 15 milhões em Março]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/08/mccain-angaria-15-milhoes-em-marco/</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 15:39:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/04/08/mccain-angaria-15-milhoes-em-marco/</guid>
<description><![CDATA[John Mccain anunciou que a sua campanha obteve 15 milhões de dólares em Março, sendo este o seu melh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://politica2008.files.wordpress.com/2008/04/030508_donationhead.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1196" src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/04/030508_donationhead.jpg" alt="" /></p>
<h3 style="text-align:justify;"></h3>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">John Mccain anunciou que a sua campanha obteve 15 milhões de dólares em Março, sendo este o seu melhor mês de sempre. Apesar de ainda ficar longe dos números de Obama (40 milhões em Março) e Hillary (20), esta é uma melhoria significativa da sua campanha, que tinha desde o início “apenas” obtido 65 milhões de dólares. Estes números advêm de encontros de angariação de fundos (11 milhões) e doações por correio e Internet.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Há uma coisa evidente nesta campanha. Os democratas são os campeões da <em>net frenzy</em>. A maior parte dos financiadores das campanhas de Hillary e Obama são <em>small donnors</em>, e a maior parte das contribuições são feitas a partir da Internet. Até ao final do mês de Março, Obama teve a contribuição de mais de 1, 3 milhões de pessoas e a média das doações do mês de Março foi 96 dólares. Sendo a Internet o futuro da política americana, esta capacidade de envolver as pessoas comuns demonstra que os democratas estão a dar-se melhor com o envolvimento das novas tecnologias em campanhas eleitorais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["How the Internet is Changing American Politics"]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/28/how-the-internet-is-changing-american-politics/</link>
<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 02:11:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/28/how-the-internet-is-changing-american-politics/</guid>
<description><![CDATA[Este é um nome de um evento que vai decorrer hoje, sexta-feira, na New York University, com a presen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Este é um nome de um evento que vai decorrer hoje, sexta-feira, na New York University, com a presença de <b>Jeff Jarvis</b>, fundador do blogue <a href="http://www.buzzmachine.com/">BuzzMachine.com</a>, <b>Arianna Huffington</b>, fundadora do famoso <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="_blank">The Huffington Post</a>, <b>Micah Sifry</b>, um dos fundadores do fantástico <a href="http://www.techpresident.com/">TechPresident.com</a>, <b>Lisa Tozzi</b>, responsável pela cobertura <i>online </i>de politica do NY Times e ainda <b>Jay Rosen,</b> critico de imprensa e professor de jornalismo da NYU.</p>
<p align="justify">Este debate vai ser transmitido em directo no site <a href="http://www.groundreport.tv/" target="_blank">Groundreport</a>, às 23h (horário de Lisboa).</p>
<p align="justify">Esta informação foi recolhida no excelente blogue de <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/" target="_blank">Tiago Dória</a>, onde aborda temas relacionados com a cultura web, tecnologia e media. A visitar regularmente!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transformação tecnológica]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/13/transformacao-tecnologica/</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 22:05:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/13/transformacao-tecnologica/</guid>
<description><![CDATA[Os novos media, nomeadamente a Internet, estão a marcar este ano eleitoral. Em 2000 John Mccain e em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><a href="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/03/ipod_touch.jpg" title="ipod_touch.jpg"><img src="http://politica2008.wordpress.com/files/2008/03/ipod_touch.jpg" alt="ipod_touch.jpg" height="300" width="400" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span style="font-weight:normal;">Os novos media, nomeadamente a Internet, estão a marcar este ano eleitoral. Em 2000 John Mccain e em 2004 Howard Dean, deram inicio a uma nova era no marketing político. Em 2008 todos os candidatos seguem as suas pisadas, tentando promover primeira campanha totalmente <i>high tech</i> da história. </span></b></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span style="font-weight:normal;">Através do excelente <a href="http://www.techpresident.com/"><span>techPresident</span></a>, cheguei a esta <a href="http://www.bivingsreport.com/2008/technologies-that-will-impact-2008-elections/"><span>lista</span></a> de algumas novas tecnologias que poderão ter impacto nestas eleições, promovida pelo consultor Republicano Todd Zeigler. Há um ano atrás, Ziegler tinha colocado uma lista de cinco plataformas que seriam fundamentais nesta campanha. Nesta lista, que abaixo descrevo, dá notas às que tinha seleccionado anteriormente, e adiciona outras.</span></b></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span><a href="http://www.ning.com/"><span style="font-weight:normal;">Ning</span></a></span><span> </span>Social Networks (C)</b></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span style="font-weight:normal;">Os candidatos criaram eles próprios redes sociais nos seus sites, com vista a organizar uma rede de apoiantes, como o <a href="http://my.barackobama.com/page/user/login?successurl=L3BhZ2UvZGFzaGJvYXJkL3ByaXZhdGU="><span>myBarack</span></a> ou TeamMitt, por exemplo. Ziegler defende que os candidatos têm tido sucesso apenas nas redes sociais já estabelecidas, como o Myspace ou Facebook. </span></b></p>
<p style="text-align:justify;"><b>Mensagens de texto (B)</b></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span style="font-weight:normal;">As principais campanhas criaram serviços de mensagens de texto para enviar aos seus apoiantes. Ziegler dá o exemplo da campanha de Obama, que encoraja os apoiantes a subscrever o serviço de SMS através da mensagem “Hope” para o 62262.</span></b></p>
<p><b><span><a href="http://twitter.com/">Twitter</a> (A-)</span></b></p>
<p style="text-align:justify;">O Twitter é um serviço novo que os candidatos têm utilizado para mandar mensagens, marcar encontros e outro tipo de alertas. Esta rede pode também ser utilizada para enviar comentários e mensagens para os telemóveis dos inscritos. Os apoiantes estão também a utilizar o Twitter para disseminar a mensagem do seu candidato.</p>
<p><b><a href="http://www.nowpublic.com/">NowPublic</a> (Rede de Sites de Jornalistas) (C)</b></p>
<p style="text-align:justify;">Estes são sites onde podemos encontrar a participação de vários jornalistas, analistas ou activistas, que se destinam a cobrir estas eleições de 2008. A dúvida que ele coloca é que estes sites ainda não conseguiram criar sensação com “<i>breaking news”</i> ou algo diferente dos <i>media</i> tradicionais.</p>
<p><b><span></span></b><a href="http://www.mybloglog.com/"><b>MyBlogLog</b></a><b> (Redes Sociais de blogs) (F)</b></p>
<p>Ziegler diz que nenhum dos candidatos está a usar esta plataforma <i>web</i> e que o seu impacto vai ser nulo.</p>
<p><u><b>Novas ferramentas acrescentadas à lista</b></u></p>
<p><b>Ferramentas <i>online</i> de organização</b> (Wikis, <a href="http://www.centraldesktop.com/">Central Desktop</a>, etc.)</p>
<p style="text-align:justify;">Ziegler está a referir-se, por exemplo, ao que os apoiantes de Obama fizeram no Texas, utilizando o <a href="http://obamacaprecincts.centraldesktop.com/texasobamaprecinctcaptains/LearnMore">Central Desktop</a>. Este tipo de ferramentas servem para organizar os apoiantes no terreno, motivando, envolvendo e promovendo a sua acção.</p>
<p><b><span>Live Video Broadcasting</span></b><span> (</span><a href="http://live.yahoo.com/"><span>Yahoo Live!,</span></a><span> </span><a href="http://www.ustream.com/"><span>Ustream</span></a><span>, </span><a href="http://qik.com/"><span>Qik</span></a><span>, etc.)</span></p>
<p style="text-align:justify;">Estes serviços servem para os candidatos emitirem ao vivo, em <i>streaming</i>, na Internet, que se consegue com um telemóvel ou um computador. Este tipo de ferramentas tem sido utilizada pelas campanhas para emitirem em directo alguns eventos das suas candidaturas, e permitido aos cidadãos serem também eles portadores da notícia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Internet fonte principal de noticias?]]></title>
<link>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/11/internet-fonte-principal-de-noticias/</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 14:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
<guid>http://politica2008.wordpress.com/2008/03/11/internet-fonte-principal-de-noticias/</guid>
<description><![CDATA[A Internet está a emergir nesta campanha eleitoral como um dos principais veículos de informação par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">A Internet está a emergir nesta campanha eleitoral como um dos principais veículos de informação para os americanos. Segundo um estudo da Pew Research Center for the People &#38; The Press e Pew Internet &#38; American Life Project, 24% dos americanos disse que a Internet é a principal fonte de notícias para esta campanha. Em 2004, no mesmo estudo, apenas 13% o afirmaram. Esta investigação concluiu ainda que a Internet é o principal espaço para os jovens entre os 18 e os 20 anos. Nesta faixa etária, 42% dos inquiridos atestaram que utilizam regularmente a Internet para se informarem sobre os candidatos e as incidências da campanha. Em 2004, este número apenas atingia os 20%.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os meios tradicionais de noticiais viram os seus números descer. Apesar da televisão continuar a ser a principal fonte para os americanos, a sua influência tem vindo a regredir. Apenas a National Public Radio vê subir os seus números, de 12% em 2004, para 18% este ano.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os sites mais visitados, entre aqueles que utilizam a Internet como fonte principal, são a MSNBC, 26%, CNN, 23% e Yahoo News, 22%. Este estudo destaca ainda que vários sites não tradicionais recebem número de respostas consideráveis, como o Drudge Report e Myspace, com 3% e Youtube, com 2%. Cerca de 27% dos jovens refere que utiliza os espaços de Network virtuais, como o Myspace e Facebook, para receber informações desta campanha. Este estudo conclui também que estes espaços virtuais são utilizados quase exclusivamente por esta faixa etária, pois apenas 4% das pessoas acima dos 30 o faz. As televisões estão também a perder o monopólio do vídeo, pois enquanto os jovens consomem menos televisão, um número considerável está a ver vídeos <i>online</i>, sejam eles de debates, discursos ou anúncios comerciais. Cerca de 40% as pessoas com menos de 30 anos afirmaram terem visto vídeos <i>online </i>desta campanha, tendo este valor descido para os 20% quando questionado às pessoas com mais de 30 anos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Este estudo foi conduzido em Dezembro passado, sendo de crer que os valores relativos à Internet possam subir quando estivermos a falar da campanha para as eleições gerais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
