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	<title>politico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/politico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "politico"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:10:44 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Aécio Neves defende uma nova agenda para o Brasil: "As pessoas querem saber o que ficou por fazer, como fazer, que convergência política é possível"]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/25/aecio-neves-defende-uma-nova-agenda-para-o-brasil-as-pessoas-querem-saber-o-que-ficou-por-fazer-como-fazer-que-convergencia-politica-e-possivel/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:25:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entrevista concedida após a visita à Cidade Administrativa de Minas Gerais O deputado Rodrigo Maia e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Entrevista concedida após a visita à Cidade Administrativa de Minas Gerais</span></em></strong></p>
<p><strong>O deputado Rodrigo Maia esteve aqui em Belo Horizonte e disse que qualquer que sejam os partidos da base aliada que queiram apoiar o PSDB, serão bem vindos. O senhor acha que a ideia do senhor de maior articulação está conseguindo convencer os aliados e também o PSDB a atrair, principalmente um maior apoio ao senhor? </strong></p>
<p>Olha, eu sempre achei que era importante que nós fugíssemos da tentativa de se criar um plebiscito na próxima eleição. Essa eleição não poderá ser mais ou menos plebiscitária do que foram outras eleições. Então, nós temos de construir nosso discurso olhando para o futuro. E nós pudermos, desde já, agregar forças políticas com as quais nós necessitaremos estar até para garantir a governabilidade do país, eu faria isso. E é o que tenho feito nas conversas que tenho tido já com a base, o núcleo da nossa aliança, que são os Democratas e o PPS, quanto com outros partidos que mostram alguma simpatia por uma eventual candidatura minha. E isso, o PSDB conhece essas potencialidades. Mas eu acho que o governador Serra também tem condições de buscar atrair alguns aliados, forças partidárias, forças não partidárias da sociedade civil.</p>
<p>Eu estou muito otimista. Eu vejo que essas pesquisas quando surgem, elas sempre geram um certo frison nas pessoas. Em nós, que já estamos na atividade política há algum tempo, elas não preocupem e nem estimulem tanto. Nem quando elas nos são altamente favoráveis e eu podia dizer que nessa última pesquisa divulgada, no meu ponto de vista pessoal, ela é extremamente favorável porque nos três cenários de chapas, onde meu nome é colocado, nós lideramos. Tanto quanto candidato a vice-presidente quanto como candidato a presidente, em dois desses cenários, nós lideramos. Isso não faz com que nós achemos que já vencemos as eleições. E mesmo quando há um crescimento do nosso adversário.</p>
<p>Eu não acho que nós teremos uma mudança profunda nas próximas pesquisas, daqui até o início do programa eleitoral. Serão nuances de determinado momento, de uma exposição maior desse ou daquele candidato.<br />
Acho que é natural que a candidata apresentada pelo presidente da República, pela altíssima exposição que tem, continue crescendo alguns pontos nas pesquisas. Mas é preciso que se observe que ao mesmo tempo que ela cresce alguns pontos, ela cresce muitos pontos no nível de conhecimento. Ela já se aproxima dos 90% em nível de conhecimento. E seus resultados nas pesquisas, por mais que tenham crescido alguns pontos, não cresce na mesma proporção em que cresce o seu conhecimento. Isso não quer dizer que não seja uma forte adversária. Será uma forte adversária.</p>
<p>Mas eu faço essa análise apenas para dizer que devemos nos preocupar menos com pesquisas eleitorais e mais com o que vamos dizer aos brasileiros; mais com que os brasileiros devem pensar ou enxergar numa candidatura das oposições, numa candidatura do PSDB.</p>
<p>Portanto, o que eu defendo é que nós tenhamos a visão para o futuro. Reconheçamos os avanços que o Brasil vem vivendo desde o governo do presidente Itamar Franco, a elaboração do Plano Real, passando pelos avanços do governo do presidente Fernando Henrique. Não temos que escondê-los, não temos de ter absolutamente nenhuma vergonha de nada que foi feito no governo do presidente Fernando Henrique. Porque o Brasil será sempre, no futuro, fora das paixões políticas, analisado antes e depois do Plano Real.</p>
<p>A grande ruptura que houve no Brasil não foi quando o presidente Lula assume o governo e substitui o presidente Fernando Henrique, porque ali houve, do ponto de vista macroeconômico, na verdade, uma continuidade. E aí, essa continuidade tem sido positiva para o Brasil.</p>
<p>A grande ruptura que houve na nossa história contemporânea foi com a inflação. E isso foi conquistado pelo PSDB. Se inicia no governo do presidente Itamar e concretiza-se no governo do presidente Fernando Henrique.<br />
Mas as pessoas não querem ficar assistindo essa competição: quem fez mais, quem fez menos. Até porque os momentos eram diferentes. As pessoas querem saber o que ficou por fazer, como fazer, que convergência política é possível e é necessária para se fazer; e quem tem melhores condições para fazer.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En gobiernos panistas fortificó su imperio el cártel de Tijuana]]></title>
<link>http://narcotijuana.info/2009/11/25/en-gobiernos-panistas-fortifico-su-imperio-el-cartel-de-tijuana/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 21:28:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Narco Tijuana</dc:creator>
<guid>http://narcotijuana.info/2009/11/25/en-gobiernos-panistas-fortifico-su-imperio-el-cartel-de-tijuana/</guid>
<description><![CDATA[En gobiernos panistas fortificó su imperio el cártel de Tijuana por José Réyez A la sombra de los go]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>En gobiernos panistas fortificó su imperio el cártel de Tijuana</strong><br />
por José Réyez</p>
<p>A la sombra de los gobiernos panistas, en Baja California germinó y fortificó su imperio el cártel de Tijuana, encabezado por Ismael, el Mayel, y Gilberto Higuera Guerrero, el Gilillo, y los hermanos Arellano Félix, quienes cooptaron a la elite de la inteligencia militar, funcionarios de alto rango de la PGR, de la procuraduría estatal y de las policías Federal de Caminos, Ministerial y municipal. Así lo revelan las declaraciones del testigo protegido Germán Núñez Balderrain, con nombre confidencial Alejandro. En una década el cártel se convirtió en la principal organización criminal del país, proveedora del 20 por ciento de la cocaína que ingresaba a Estados Unidos<br />
<!--more--><br />
Primera de dos partes</p>
<p>Exlugartenientes de los líderes del cártel de Tijuana revelan las operaciones de la organización delictiva cuyo desarrollo y consolidación se gesta en forma paralela a la toma del poder en la entidad por los gobiernos del Partido Acción Nacional: Ernesto Ruffo Appel (1989-1995), Héctor Terán Terán (1995-1998), Alejandro González Alcocer (1998-2001), Eugenio Elorduy Walther (2001-2007), y el actual José Guadalupe Osuna Millán.</p>
<p>Los testigos dan a conocer los nombres de sus cómplices en el trasiego de enervantes, así como sus alías, apodos y claves; las pistas clandestinas, las rutas marítimas y terrestres para el traslado de drogas, las casas de seguridad, las ejecuciones de miembros de grupos contrarios, los sobornos a militares de inteligencia, agentes de la Procuraduría General de la República (PGR), al procurador de justicia de Baja California, agentes ministeriales de la entidad y policías municipales que colaboraban para el cártel.</p>
<p>Las estadísticas de la Secretaria de Seguridad Pública federal arrojan un balance de la administración estatal, en el periodo 2001-2007, de una profunda crisis de seguridad publica, ya que tan sólo en 2007 el crimen organizado dejó 340 muertes violentas relacionadas con el narcotráfico, lo que colocó a Baja California como una de las entidades más inseguras a nivel nacional.</p>
<p>Apenas este 2 de octubre, el gobernador de Baja California, José Guadalupe Osuna Millán, rechazó que la entidad ocupe el tercer lugar en el país en índice delictivo, como lo señaló un estudio del Instituto Ciudadano de Estudios sobre la Inseguridad (ICESI), el cual señaló que Sinaloa y Chihuahua son los estados más violentos.</p>
<p>El “escolta favorito” del Gilillo</p>
<p>El “escolta favorito” de Gilberto Higuera, Germán Núñez Velderrain, con clave confidencial Alejandro, y quien de octubre de 1995 a febrero de 2001 participó en las actividades de narcotráfico del cártel de Tijuana bajo el apodo del Buzo, revela las operaciones de la agrupación delictiva en sus declaraciones vertidas entre febrero de 2001 y junio de 2006 ante el Ministerio Público de la federación, contenidas en la averiguación previa 336/MPFEADS/2001, y en la causa penal 35/2002.</p>
<p>En diversos testimonios, el también exagente de la Policía Judicial de Baja California Sur, comisionado en el grupo de Fuerzas Especiales que comandaba René Gaume Geraldo (quien también tenía vínculos con el cártel), incluye en una larga lista a supuestos miembros del cártel de Tijuana como el teniente Edgar, de inteligencia militar adscrito a la segunda región militar de la Secretaría de la Defensa Nacional en Baja California, quien, dice, apoyaba a Gilberto Higuera en los retenes para pasar cargamentos de droga.</p>
<p>“… El teniente Edgar, quien he referido que fue otro militar que estuvo apoyando al Gil, fungía dentro del grupo de inteligencia militar, y era el encargado de contactar en los retenes para que el Gil pudiera pasar los cargamentos. Supe que desertó y después con sus relaciones con sus compañeros militares siguió contactándolos para continuar apoyando a Gilberto…”.</p>
<p>Prácticamente toda la estructura militar, ministerial y municipal del estado estaba cooptada por la organización delictiva, de acuerdo con las versiones de los testigos protegidos e informes internos de la PGR.</p>
<p>Después del agente de inteligencia militar le siguen en orden de importancia Miguel Ángel García Serrano, el Cabezón, comandante de Inteligencia de la Fiscalía Especializada para la Atención de Delitos Contra la Salud de la PGR en Tijuana, quien según Alejandro, cada semana proporcionaba información relevante a Gilberto Higuera, el Gilillo, para las operaciones de la organización.</p>
<p>José Luis Anaya Bautista, procurador de Justicia de Baja California, por conducto de Ismael y Gilberto Higuera Guerrero, el Mayel, brindaba protección, apoyo y asignaba incluso elementos de la institución para ello. Sedano Felipini, comandante de la PGR y Carlos González Félix, también colaboraban con el cártel.</p>
<p>Armando Martínez Duarte, el Comandante Duarte, clave 44, comandante de la PGR responsable de las operaciones en el Valle de Mexicali de la célula de Gilberto Higuera, tenía a su mando a su hijo, el Huilo, clave cuatro tres, el Quicky y el Compadre. “Participaba en bajar aviones, levantar gente contraria a la organización, en ejecuciones, pasadas de droga a Estados Unidos y cuidar la plaza; era propietario de unos ranchos en el Valle de Mexicali, uno de ellos junto al ejido Hechiceras.</p>
<p>“Duarte informaba a los hermanos Higuera de lo que generaba la PGR cada dos o tres meses, incluso cuando era comisionado en otro lugar de la república conseguía permiso de la institución para intercambiar información. Tenía sus propios pasadores, pistoleros y autoridades policiacas, era apoyado por gente del Barrio Logan en San Diego, California. Recibía de el Gil 15 mil dólares al mes y 30 mil o 50 mil dólares cuando había un secuestro, una bajada de avión o una llegada de droga”, consigna el testigo Alejandro.</p>
<p>Mario Enrique Anaya Morales, el licenciado Anaya o J1, comandante del Grupo Antisecuestros de Baja California, operaba con Gilberto Higuera en la casa de seguridad Seis Uno o el Nido, ubicada a un costado del estadio de beisbol del equipo las Águilas de Mexicali, donde llegaba en vehículos oficiales escoltados por la corporación policiaca. El J1 brindaba protección a la organización delictiva, escoltaba cargamentos de droga y a Ismael y Gilberto Higuera cuando patrullaban la ciudad, y proporcionaba información a la que tenía acceso por su cargo y que pudiera perjudicar al cártel, así como de otros grupos de narcotraficantes de la zona, para detectarlos y cobrarles derecho de piso.</p>
<p>Al licenciado Anaya, el grupo de Gilberto Higuera le resolvía los secuestros para que los presentara como trabajo propio y consignara a los secuestradores; lo nombraron director de la Policía Ministerial y desde ahí daba protección a la organización de los Arellano Félix.</p>
<p>Joaquín Rodríguez Torres, el Chalinillo, comandante de la Policía Ministerial de Baja California, laboraba en la delegación de la Presa en Tijuana; era compadre y escolta de Ismael Higuera, transportaba cocaína de Ensenada y Tecate a Tijuana en compañía de Francisco Javier Arias, clave 010. Facilitaba ocultar las ejecuciones que realizaba la organización, ya que cuando Los Plebes –grupo de sicarios al servicio del cártel– tiraban los cuerpos en la noche, él los escoltaba o los tiraba y después los reportaba. Tras la detención de Ismael Higuera, andaba muy pegado a Efraín Pérez, el Efra; Jorge Aureliano Félix, el Macumba, y Jesús López Castro, el Quemado. Llegó a desempeñarse como escolta de Omar Lodoño, el Viejo, un colombiano de entre los principales proveedores de cocaína del Mayel, en 1996.</p>
<p>Chalinillo escoltó a Gilberto Higuera a Tijuana cuando el Tigrillo convocó a una reunión para repartir las plazas, tres meses después de la detención del Mayel (el 3 de mayo de 2000), cuando éste lo comisionó como escolta de Omar Londoño, el Viejo.</p>
<p>Hermenegildo Carmona Añorve, director de la Policía Municipal de Mexicali, pertenecía a la organización de los Arellano Félix, a la célula del Gilillo, y sirvió de enlace entre la agrupación y la policía municipal de Mexicali. Luis Cervantes Barrera, Luisito, chofer, escolta y hombre de confianza de Carmona Añorve, a quien en varias ocasiones el testigo Alejandro entregó dinero por mandato de Gilberto Higuera y quien, cuando bajó un avión en la colonia Club Campestre, patrullaba el lugar y daba órdenes a las unidades policiacas que correspondían a esa zona para que se fueran a otro lugar.</p>
<p>Narra Alejandro:</p>
<p>“(…) El Gil se entrevistó con Luisito que era el chofer y de todas las confianzas de Carmona, poniéndose a disposición del Gil de parte de Carmona para lo que se le ofreciera, dándole un teléfono para el Gil para que solamente entre ellos se hablaran. Se vieron por primera vez en un parquecito que se encuentra en la colonia de Los Pinos. En esa ocasión llegó Carmona y el Luisito en una Suburban blanca con gris propiedad del municipio. Carmona bajó y me saludó, por lo que yo me subí al vehículo en el que habían llegado, quedándome con Luisito, mientras Gil y Carmona Añorve se entrevistaban. Así como en esta ocasión se veían cada semana para cambiar información. Siempre que pasaba algo relevante como una ejecución o un levantón, Carmona hablaba al Gil para cerciorarse si había sido él o viceversa. Cuando Carmona tenía junta en el Regimiento adonde invitaban a la Policía Judicial Ministerial, a la Policía Judicial de Caminos, de la Policía Judicial del Federal y a la Policía Municipal, le informaban qué asuntos trataban y qué operativos se iban a llevar a cabo y en qué lugares (…)”</p>
<p>Alejandro Estrada Sarabia, el Alacrán, policía ministerial de Baja California, trabajaba directamente bajo las órdenes del Mayel y de Efraín Pérez. Brindaba protección al cártel de los Arellano Félix, a quienes servía de escolta en Mexicali, participaba en levantones de quienes no pagaban derecho de piso. Apoyaba en las bajadas de cocaína y marihuana de aviones y barcos, y escoltaba a los jefes de la organización en Tijuana, Ensenada y Mexicali. Sirvió de enlace para llevar dinero producto de la venta de droga a Jorge Aureliano Félix, el Macumba, y el Mayel, de parte de Gilberto Higuera en compañía de Antonio López Martínez, la Chuchis, quien informaba de operativos, incluso del grupo BOM (Base de Operaciones Mixtas).</p>
<p>El Nacho, a quien vio cuando el ingeniero Manuel Toloza –quien renta inmuebles, teléfonos celulares y estaba enterado de todas las actividades del Gilillo–, se lo presentó a Gilberto Higuera en 1998, ocasión en la que dijo que conocía otras personas que podían llevar cocaína y que querían negociar con Gilberto para poder “trabajar”, ya que él controlaba la plaza, incluidas las autoridades.</p>
<p>El Sapo, madrina, informante, agente de la Policía Judicial Federal en Tijuana, quien en una ocasión que andaba con Gilberto Higuera y su grupo, así como con Jorge Aureliano Félix, el Macumba y su grupo en el lugar conocido como El Punto, situado en la delegación la Presa en Tijuana, llegó acompañado de un elemento de inteligencia militar, quien participó en la ejecución de un agente de la Policía Judicial Federal que había detenido un trailer con mota de Ismael Higuera.</p>
<p>“En una ocasión llegó una persona a bordo de una Gran Cheroke color verde, iba con dos personas y se procedió a su detención. Las llevamos a la colonia Florida para interrogarlos. En el interrogatorio, uno de ellos dijo que era compadre del comandante Jorge García Vargas, subdelegado de la Policía Judicial Federal del Instituto Nacional para el Combate a las Drogas. Cuando mencionó esto, yo recordé que a ese comandante lo habían matado en la ciudad de México junto con otros cuatro agentes de la Policía Judicial Federal, entre ellos al Chico Changote.</p>
<p>“El Gil dijo que a García Vargas lo habían matado en represalia por la muerte del subdelegado de la PGR en Tijuana, Ernesto Ibarra Santés, porque supuestamente él los había puesto. Comentó que quien había privado de la vida al comandante García Vargas y al personal que lo acompañaba había sido gente del general Gutiérrez Rebollo, bajo las órdenes de Amado Carrillo. En Tijuana, todos los miembros de la banda sabíamos que Gutiérrez Rebollo trabajaba para Amado Carrillo y que estaba bien puesto con él. El Sapo mencionó su amistad con García Vargas y prometió señalar al agente que había puesto a Ibarra Santés, por lo que Gilberto lo perdonó.</p>
<p>“Como muestra de amistad, el Sapo llamó a ese agente y lo citó en un lugar donde la gente del Mayel se encargó de levantarlo para posteriormente saludarlo, ejecutarlo, ya que así se ordenaba. Por radio jamás se mencionaba que se ejecutara o se privara de la vida a alguien, siempre decían ‘salúdamelo al hijo de su puta madre’. Al siguiente día nos dimos cuenta por el periódico que lo habían ejecutado, su cuerpo apareció por las maquiladoras, atrás del Cerro Colorado”.</p>
<p>El Frankie era pasador de cocaína del Gilillo, que entregaba al Camarón, y ayudaba a Gilberto Higuera a quitar el condón a la droga (plástico de cámara de bicicleta que trae desde Colombia, después le echan grasa, jabón de polvo, detergente para alfombras, mostaza, papel carbón o papel de aluminio o también la empaquetan al alto vacío).</p>
<p>Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, jefe de una de las células del grupo de Ismael Higuera, primero fue el encargado de la plaza de Tijuana y después de Ensenada; era uno de los encargados de los operativos del arribo de cocaína y marihuana en barcos, lanchas, aviones y camiones de la organización para pasarla a Estados Unidos. Después de la detención de Ismael Higuera, quedó como jefe de la plaza de Ensenada y compartía la de Tijuana con Jesús López Castro, el Quemado. Desde 1996 hasta 2001, recibía órdenes directas de Benjamín Arellano Félix y de Ismael Higuera. Enviaba cocaína al Gilillo de Ensenada a Mexicali en un tráiler para transportar caballos que conducía el Diablo, y que llegaba a un rancho propiedad del Pelón.</p>
<p>El grupo que comandaba Efraín Pérez estaba formado por Mario Alberto Rivera López, el Cris u 8-9; Jorge Aureliano Félix, el Macumba u 8-4; Feliciano Ramírez, clave 5-4; Alejandro Estrada Sarabia, el Alacrán; Martín Navarrete Baños; Miguel Ángel García Serrano, el Cabezón; Joaquín Rodríguez Torres, el Chalinilla; Antonio López Martínez, la Chuchis; Julio Salas Reyes, el Pilli, el Escrúpulos, hermano del Cris, el Rayo, el Quick, el Tigre (quien se dedicaba a “liquidar gente”); brindaban protección a Gilberto Higuera: Oscar López Rochín, el Erre Uno; Delgado Ronquillo, el Erre Erre, y el Mastodonte, quien está preso y se encargaba de llevar éxtasis proveniente de Europa a Ismael Higuera.</p>
<p>Alejandro reconoce a Mike ó Miguel, contratado por Manuel Toloza, responsable de cuidar la casa de seguridad de la calle Mecánicos, que se ocupaba como bodega de marihuana y de los vehículos que utilizaba la organización. La marihuana llegaba en costales y se entregaba a los pasadores del cártel para introducirla a Estados Unidos, como el Güero, el Tocayo y Manuel Herrera Barraza, el Tarzán, en Tecate, Baja California.</p>
<p>Ricardo Osuna Tirado, a quien Alejandro dice que ayudó a cargar marihuana en una camioneta panel Ford blanca que se entregó al Güero. En el transporte de una tonelada de cocaína en una aplanadora participaron Antonio Hermenegildo Carmona Añorve, Miguel Barraza y Francisco Javier Vaca García, policía municipal de Mexicali.</p>
<p>Las claves que empleaban los integrantes de la agrupación ilícita: Gilberto Higuera Guerrero, Ocho tres o 28; Ismael Higuera Guerrero, el Mayel, Ocho uno; el Mayelito, clave Ocho dos; Jorge Aureliano Félix, el Macumba, clave Ocho cuatro, era el segundo de Efraín Pérez, Ocho cinco y responsable de la plaza de Tijuana cuando el Mayel se fue a Ensenada.</p>
<p>De acuerdo con la averiguación previa 336/MPFEADS/2001 de la PGR, en septiembre de 1995 el testigo Alejandro y el agente Chan Unzón acudieron a Tijuana, donde los esperaba Oscar Campillo, y de allí a La Paz, Baja California Sur, para transportar cada uno una camioneta –en una de ellas iba de copiloto Martín Estrada–, que contenían ocultas armas largas, cargadores, lentes de visión nocturna y otros objetos.</p>
<p>El testigo Alejandro presenció el aterrizaje de un avión DC9 Carabell francés, sin asientos, en una pista de los llanos de Baturi, que transportaba cocaína, donde la esperaban Sigifredo Valverde y Chan Unzón. La nave no pudo volver a emprender el vuelo, por lo que la enterraron: Sigifredo Valverde, Chan Unzón, Gilberto Higuera, Efraín Pérez y su gente; Oscar Campillo, el comandante Castro de Sosa, Julio Salas, Manuel Aguirre Galindo, el Caballo, de acuerdo con su declaración ante el Ministerio Público del 27 febrero 2001.</p>
<p>“(…) Oscar Campillo me habló y me comentó del “trabajo” de esa noche, me entregó un cuerno de chivo, una pechera con cuatro cargadores de AK47, una cachucha, una playera con las siglas de la PGR, lentes de visión nocturna. Me dirigí a las oficinas de la judicial del estado donde observé a Chan Unzon, Sigifredo Valverde, Julio Salas y Rene Gaume. A las veintiún horas nos retiramos del lugar a la salida a Todos Santos, donde le entregaron a Oscar Campillo una pipa a la que nos subimos él y yo. Me dijo que llevaba turbosina para un avión grande. Dio vuelta hacía los llanos de El Baturi. Al acercarnos al lugar escuché por la frecuencia del radio que ya había unas personas en la pista. Oscar Campillo se perdió y no daba con la entrada. Gil lo empezó a regañar: ‘dónde chingados andas’. Lo orientaron y en el camino nos encontramos al Mastodonte y a Chan Unzón, quienes nos indicaron la ruta. Al llegar, encontramos una camioneta pick up Dodge blindada verde, donde se encontraba el Gil y su gente, todos uniformados. En una camioneta Suburban estaba el Efra y su gente. Como a las once de la noche se reunieron los jefes Gilberto, el Efra, Oscar Campillo y la gente del Caballo, platicaron una hora. Oscar regresó abordó la pipa, la movió hacia la cabecera Norte de la pista y la dejó a un costado. Se acercó a nosotros la Suburban verde en la que venía Oscar Campillo con gente del Caballo. Esperamos cuatro horas. Después una camioneta pick up arrancó de la cabecera Sur hacía el Norte donde nos encontrábamos, traía una aparato con el que iluminó la pista. De momento y sin escuchar ruido alguno, se iluminaron unos focos frente a nosotros, eran del avión que prendió los faros al llegar a la pista, y cuando empezó el aterrizaje escuche el ruido del frenado del avión, pasó frente a nosotros y dio vuelta, era un DC9 Carabell francés con dos turbinas. Al parar, nos acercamos en la camioneta Explorer y atrás de nosotros iba la Suburban con la gente del Caballo. Se abrió la escotilla de la cola del avión y bajaron seis personas con maletas. El capitán del avión con acento colombiano dijo ‘esta madre ya no se levanta’. La turbina del lado izquierdo venía chispeando y haciendo ruido. Descargamos la nave en las camionetas. Subí al avión y me di cuenta que había como quince bidones de turbosina y unas bombas, el avión no traía asientos. Llegue a la cabina, cuando subió un colombiano moreno de pelo chino que empezó a patear los tambos, por lo que me retiré y al llegar a unos seis metros fuera de la cola del avión encontré a Oscar Campillo con los Colochos y gente del Caballo. Alegaban lo que se iba a hacer con el avión, ya que el piloto decía que no lo iba a poder levantar. En esos momentos se escuchó una explosión y vi una bola de fuego que salió por la cola del avión. Era el Colocho, que momentos antes pateó los bidones de turbosina, quien se incendió y entre todos lo apagamos. Todos corrieron y subieron a los vehículos, escuchamos otra explosión mayor a la anterior. Yo tomé el volante de una Explorer, iba solo. Oscar Campillo me comentó que me esperara, ya que al momento de la explosión habían perdido unos radios y unos rifles, por lo que bajé de la unidad y regresamos. Encontramos los radios y un rifle. El avión ya se encontraba completamente en llamas. La pipa y la camioneta con la droga ya se habían retirado del lugar, así como la mayoría de los carros que estaban dando seguridad. Gilberto le comentó a Campillo que no había problema, ya que había militares en los alrededores del lugar que estaban dando protección. Al salir de la carretera, encontramos a Gilberto y a Castro de Sosa abordo de una camioneta pick up Dodge de lujo, blindada. Se acercaron Castro de Sosa y el Gilillo para preguntar qué había pasado con el avión. Le dijimos que había explotado y que estaba totalmente quemado. El Gilillo mandó a Erre uno y a Julio Salas a checar de nueva cuenta el avión. Le dijeron que el avión: ‘Está igualito, solamente que en lugar de blanco, ahora está negro’. El Gilillo los envió a comprar gasolina a Todos los Santos y ordenó que lo quemaran bien. Más tarde, Oscar Campillo, el Gil, Efraín y su gente, Castro de Sosa, nos trasladamos a la colonia Fidepaz en espera de noticias. Nos informaron que Julio Salas y el Erre uno se habían accidentado en la brecha y que los habían trasladado al hospital de Las Monjas. El Erre uno estaba grave, se había golpeado la cabeza y se le había levantado el cuero cabelludo. Al colombiano que provocó la explosión también lo atendieron en ese mismo hospital. Cuando amaneció, el Gil ordenó a Ramón, el Pomponio, que como él era el contacto con los militares, revisara el lugar, lo cual se hizo con ayuda de un capitán del Ejército vestido de civil. Campillo mencionó que él era militar, capitán, y su principal función era asegurar a Gilberto y que como garantía él se encontraba ahí para que los demás militares que rondaran la zona se retiraran a otro lugar (…).”</p>
<p>El testigo Alejandro da cuenta de la forma de operar de la organización: Manuel Aguirre Galindo, el Caballo, jefe de una de las cuatro células del cártel de Tijuana, a quien Alejandro vio con Ismael y Gilberto Higuera, Jesús, Chuy, Labra Avilés, y Ramón Arellano Félix. Aguirre transportaba cocaína vía aérea y marítima de Colombia, droga que Alejandro recogía en el aeropuerto de Mexicali o en pistas clandestinas de la Sierra del Sargento en Mexicali.</p>
<p>En 1999, en una casa de Aguirre Galindo, se reunieron éste, Gilberto Higuera y Ramón Arellano Félix, para tratar la bajada de aviones con cocaína en las pistas de La Laguna Salada en Mexicali. Gente de Aguirre se encargó de ocultar 10 toneladas de cocaína de un avión en los llanos de Batumi, proveniente de Colombia.</p>
<p>Jorge Aureliano Félix, el Macumba, clave 8-4, brazo derecho del Efra, coordinaba a todos los agentes ministeriales y pistoleros que servían a la organización; el Mayel lo nombró encargado de la plaza de Tijuana cuando el Efra se iba a la de Ensenada.</p>
<p>Guillermo López Palomera, el Motorcito, gatillero de Ismael Higuera, quien fue traspasado al grupo de los Arellano Félix, colaboraba con el grupo de Jesús López Castro, el Quemado, cuyos hermanos Javier, Ricardo y el Árabe, claves M1, M2 y M3, los Emes, eran gatilleros o pasadores de cocaína y marihuana a Estados Unidos del grupo de Gilberto Higuera.</p>
<p>Alejandro refiere cuando Francisco Arellano Félix, el Tigrillo, y sus hermanos pasaron a liderar el cártel de Tijuana tras la detención del Mayel, el 3 de mayo de 2000, y asumieron plenamente el control de la organización. Dice que el Tigrillo de inmediato organizó una reunión de jefes para repartir las plazas: le asignó Tecate y Mexicali a Gilberto Higuera Guerrero, quien a su vez puso a Manuel Herrera Guerrero Barraza, el Tarzán, en Ensenada, y Manuel Aguirre Galindo, el Caballo, con la posibilidad de transitar por todo el estado de Baja California, en coordinación de cada jefe de plaza.</p>
<p>Beltrán inicialmente era jefe de grupo de la Policía Ministerial de Baja California, que acompañaba al licenciado Anaya cuando se reunía con Gilberto Higuera, brindaba protección a la agrupación y estaba bajo el mando de Jesús López Castro, el Quemado y el Efra.</p>
<p>Torres o Tom Cruise, clave 5-3, agente de la Policía Judicial Federal, adscrito a la plaza de Mexicali, después fue agente de la Policía Ministerial de la Procuraduría de Baja California, comisionado en Tijuana, daba protección e información a la organización. Tenía un pariente cercano de alto rango en la delegación de la PGR en Ensenada; pasaba la información de los operativos y estaba bajo el mando de Ismael Higuera como su escolta entre 1996 y 1997, de quien se convirtió persona de confianza.</p>
<p>Miguel Barraza, el de la B, exagente de la Policía Municipal de Mexicali, tenía amplia relación con policías federales y locales. Fue jefe de una célula al servicio de Gilberto Higuera; contaba con sus propios pasadores de cocaína y marihuana, así como con vendedores en Estados Unidos, y con sus pistoleros. Fue enlace entre la organización de los Arellano Félix con Albino Quintero Meraz y Ramón Alcides Magaña, el Metro, miembros del cártel de Juárez, y es quien manejaba las relaciones públicas del cártel de Tijuana.</p>
<p>Lucio o el Lobo, policía municipal de Tecate, comandante del grupo Lobos, fungía de tiempo completo como escolta del grupo de Manuel Herrera Barraza, el Tarzán; servía al grupo de Gilberto Higuera. Guillermo Salazar e Ituarte, comandante y agente de la Policía Federal de Caminos, respectivamente, daban protección al grupo de Ismael Higuera.</p>
<p>Martín Estrada, el Chapo, junto con Oscar Campillo trasladaron de Tijuana a La Paz, Baja California Sur armas y equipo de comunicación de Ismael Higuera, para la bajada de un avión con droga; viajaba como copiloto y era efectivo de la Policía Judicial de Baja California, que brindaba protección a la agrupación. El Chapo brindaba protección de manera incondicional a la organización y se inició en el grupo de Ismael Higuera.</p>
<p>Vargas, policía ministerial, junto con el Alacrán y la Chuchis escoltaban a Ismael y Gilberto Higuera y Efraín Pérez, de Mexicali a Tijuana, participaban en los grupos de escolta de cargamentos de marihuana oculta, desde la entrada de Tijuana a la bodega. Vargas y José Antonio López Martínez los escoltaban también hasta la Rumorosa, donde los esperaba Tamayo y Villa.</p>
<p>Oscar Campillo Valles, la Lechona, quien se incorporó a la organización de los Arellano Félix junto al testigo protegido Alejandro, se encontraba a la cabeza del operativo en los llanos del Baturi, en donde aterrizó el avión DC9, proveniente de Colombia con 10 toneladas de cocaína.</p>
<p>Otros miembros del cártel de Tijuana, según el testigo protegido Alejandro, son: Oscar López Rochín, clave R1; Israel Coronado, clave 02; Delgado Ronquillo, clave RR; el Duende, clave R10; Bernardo Araujo, el Jabalí, Nando, clave 07; el policía ministerial Marco Antonio Tamayo Sotelo, el Tamayo, clave T1; Villa, clave T2; Manuel Molina Murua y Rivera Cota, escoltas de Gilberto Higuera.</p>
<p>José Luis Salas Reyes, policía judicial ministerial de Tijuana, excompañero del testigo Alejandro en la Policía Judicial de Baja California Sur, es hermano de Julio Salas y miembro de la organización de Ismael y Gilberto Higuera; en ocasiones llevaba dinero o personas a Tijuana, desde 1996 hasta que fue detenido en 2000.</p>
<p>Vargas Ureña escoltaba vehículos con cargamentos de marihuana en compañía de Francisco Javier Arias, el 0-10; Mendoza Cabrales y Julio Salas, quien fungió como escolta de Ismael Higuera Guerrero, y después de Jorge Aureliano Félix, la Macumba. Martín Estrada Gutiérrez, además de traer las armas, el testigo protegido Alejandro lo relaciona con Oscar Campillo como guardia de seguridad, y en 1999 en Tijuana, como escolta de Ismael Higuera.</p>
<p>Señala que a diferencia de otros cárteles, el de Tijuana no empleaba lugares conocidos como “tienditas” o centro de distribución de droga al menudeo, pues todo el trasiego de cocaína y mariguana era al mayoreo y un sólo mercado: Estados Unidos.</p>
<p>Refiere que a finales de 1996, Ismael ordenó a Gilberto Higuera, Efraín Pérez y al mismo Alejandro que levantaran al agente de la PGR Rafael López Cruz, quien “se había metido con Aldo Ismael Higuera, hijo de Ismael Higuera, y lo llevaron a una casa de seguridad, lo interrogaron y torturaron hasta que fue privado de la vida.</p>
<p>“Fueron muchas personas ejecutadas. Durante el tiempo que duré en la organización, siempre había gente esperando para ser ejecutada; por ejemplo, a Gerardo Gaytán Medina, agente de Gobernación, comisionado en el Palenque de Tijuana, nosotros lo levantamos: participó el Chuchis, el Alacrán, el Navarrete, el Gallo, el 0-10, el Chalinillo. Lo llevaron a un lugar que llamábamos la Casita, donde el Mayel ordenó al Cris que lo ejecutara, que le cortara los testículos y que se los pusiera en la boca para que se creyera que era un crimen pasional; sin recordar bien la colonia, pero ellos lo tiraron. Hubo otra ocasión que mataron a un agente del Mayel que se llamaba Salvador López Cruz, el Chavita; a consecuencia de esto nos ordena el Mayel que levantemos a un exjudicial y éste a su vez nos pone a otras personas que entran a un cine de la delegación de la PGR, La Mesa, y al salir nos ordena que los levantemos. Fueron siete personas las que se levantaron; de esas siete personas, uno estaba inmiscuido en el homicidio del Chavita y las demás no, las demás eran estudiantes, y el Mayel ordenó que los matáramos uno por uno, en diferentes días, también fue el Chalinillo el encargado de ir a dejar un cuerpo diario”.</p>
<p>En diciembre 200l, Gilberto Higuera secuestró a Daniel Avendaño López en Tijuana, pasándole el secuestro a Jesús López Castro, el Quemado, quien controlaba la plaza. Gilberto cobró 200 mil dólares por el rescate y le dijo al Quemado que no había recibido rescate alguno, por lo que ejecutó al secuestrado y lo arrojó a una maquiladora, ubicada en la carretera rumbo a Tecate. Por esta situación, la relación entre el Quemado y Gilberto se enfrió. López Castro era asistente de Benjamín Arellano Félix, se encargaba de llevar a la casa de seguridad de éste a Gilberto e Ismael Higuera y a Efraín Pérez.</p>
<p>Cuando detuvieron al Mayel, el 3 de mayo de 2000, Jesús López Castro, el Quemado, quedó como jefe de la plaza de Tijuana; se encargaba de recibir y pasar la droga hacía Estados Unidos, cuidaba la plaza y sobornaba a las autoridades municipales, estatales y federales para que le brindaran protección.</p>
<p>Del total de nombres que mencionan los testigos protegidos en la causa penal 35/2002, hasta el 12 de septiembre de 2007 sólo habían sido procesados y sentenciados Joaquín Rodríguez Torres, Arturo Torres Flores, José Antonio López Martínez, Guadalupe Jorge Mendoza Cabrales, Mario Enrique Anaya Morales, Marco Antonio Tamayo Sotelo y Miguel Alejandro Estrada Sarabia, por los delitos de delincuencia organizada y contra la salud en su modalidad de colaborar al fomento para posibilitar el tráfico de cocaína y marihuana. Así como Jorge Aureliano Félix, Efraín Pérez Arciniega; Jesús López Castro y/o Carlos Francisco Cázares Beltrán, por el delito de delincuencia organizada y por el diverso contra la salud en la modalidad de tráfico de cocaína y marihuana.</p>
<p>Interrogatorio del fiscal federal al testigo protegido Alejandro, 17 de febrero 2001</p>
<p>?En cuántas ocasiones le hizo entrega del dinero a Mario Enrique Anaya Morales.</p>
<p>?En cuatro ocasiones, aproximadamente.</p>
<p>?¿Recuerda a cuánto ascendían las cantidades de dinero que le entregó Mario?</p>
<p>?De 10 mil a 30 mil dólares.</p>
<p>?¿Recuerda el motivo por el cual se le entregó el dinero?</p>
<p>?Porque era miembro de la organización. A todos los miembros les daba dinero, a todas las autoridades.</p>
<p>?¿En las ocasiones en que le entregó dinero a Mario Enrique Anaya Morales, se hacía acompañar de alguna persona?</p>
<p>?En dos ocasiones iba con un comandante de apellido Beltrán, y en otras, por el Gallo o el Duende.</p>
<p>?¿Recuerda los lugares en que le entregaba el dinero a Mario?</p>
<p>?En Mexicali, a un costado del parque de beisbol de las Águilas de Mexicali; ahí fueron todas las ocasiones.</p>
<p>?¿Supo del motivo por el cual Gilberto Higuera Guerrero entregaba dinero a las autoridades?</p>
<p>?Porque le brindaban protección, le daban información, ya fuera de operativos en contra de él, de los miembros de la organización, así como de grupos contrarios a la organización. (JR)</p>
<p>Careo entre Jesús López Castro y/o Carlos Francisco Cázares Beltrán, elQuemado, con el testigo Alejandro, 6 de junio de 2006</p>
<p>“El testigo Alejandro asentó en su declaración de 14 de noviembre de 2001 que Gilberto Higuera Guerrero lo puso a las órdenes del Quemado, en la ciudad de Tijuana, y en una ocasión la Ministerial detiene a nueve integrantes del grupo del Quemado al querer cobrar éstos un rescate y el Quemado le entrega al licenciado Anaya 100 mil dólares por la libertad de sus integrantes, para los comandantes que habían participado en la detención. Recuerda que hay un taller que se ubica en el bulevar Díaz Ordaz en la colonia Baja California, de Tijuana, a donde llegan diversos miembros de la organización de los Arellano Félix, entre ellos el Quemado. Que el Quemado se reunía con Gilberto Higuera para tratar hechos del narcotráfico; que también era asistente de Benjamín Arellano Félix y, posteriormente, cuando es detenido el Mayel, lo nombran jefe de la plaza de Tijuana.”</p>
<p>Por su parte, el Quemado, al declarar en preparatoria y durante la instrucción, manifestó desconocer todo lo señalado anteriormente y refiere que en ningún momento ha tenido el apodo del Quemado.</p>
<p>* Yo te reconozco como el Quemado, como a la persona que vi en varias ocasiones con Ismael, Gilberto Higuera Guerrero, cuando ibas a recogerlos y yo te entregué una Panel con droga; después de la detención del Mayel te saludé de mano y te vi con Gilberto Higuera, no entablé comunicación contigo, pero te saludé.</p>
<p>* Yo nunca te he visto en mi vida, pues no te conozco ni lo que estás imputando, ni sé cómo te llamas, y yo no soy Cázares Beltrán, soy Jesús López Castro.</p>
<p>* Yo no sé cómo te llames, pero tú eres la persona a la que llamaban el Quemado y al que vi.</p>
<p>* Es la primera vez que te veo en mi vida. Insisto, no te conozco.</p>
<p>* Yo me sostengo en mi dicho y eres la persona que conocí como el Quemado en la organización de los Arellano Félix, y te vi en Tijuana.</p>
<p>* No tengo nada más que decir porque no lo conozco.<br />
http://www.voltairenet.org/article162687.html</p>
<p><strong>Cártel de Tijuana, complicidad oficial en el foxismo</strong><br />
por José Réyez</p>
<p>Los miembros del cártel de Tijuana eran vigilados por agentes especiales de la Procuraduría General de la República: informaban al titular de la entonces Unidad Especializada en Delincuencia Organizada, José Luis Santiago Vasconcelos, de los pasos que daban en el trasiego de drogas de Colombia a Estados Unidos, de acuerdo con documentos contenidos en la averiguación previa 336/MPFEADS/2001, a los que Contralínea tuvo acceso, que revelan cómo la estructura militar-policiaca estaba, mediante sobornos, al servicio de la delincuencia organizada</p>
<p>Un extenso informe del 29 de marzo de 2002, UEDO/TIJ/AF/2002, suscrito por Mateo Arrona Landa, Alfonso Román Lugo y Victoriano Neri Dorantes, agentes federales de investigaciones, adscritos a la Coordinación Técnica de la Unidad Especializada en Delincuencia Organizada de la Procuraduría General de la República (PGR), da cuenta del cártel de Tijuana que encabezan los hermanos Arellano Félix y su complicidad con la estructura militar, policiaca federal, estatal y municipal que les brindaban protección en el trasiego de drogas hacia Estados Unidos.</p>
<p>El documento refiere los nexos de los principales líderes de la organización con los mandos del ejército y la policía, entre ellos Benjamín y Francisco Javier Arellano Félix, el Tigrillo, “responsable de organizar el arribo de avionetas clandestinas con cocaína procedentes de Colombia a Ensenada, quien tenía bajo su mando a excolaboradores de Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, y de Carlos Francisco Cázares Beltrán”, el Quemado, líderes de las células del cártel.</p>
<p>Es precisamente Cázares Beltrán quien, a la postre, tras la detención de los hermanos Arellano Félix, encabezaría la organización delictiva y controlaría la plaza de Tijuana. El Quemado habría participado en el operativo para asesinar a Joaquín Guzmán Loera, el Chapo, en el aeropuerto de Guadalajara, aquel 24 de mayo de 1993 en que perdió la vida el cardenal Juan Jesús Posadas Ocampo.</p>
<p>Desde entonces, Cázares Beltrán, preso en el penal del Altiplano por el delito de delincuencia organizada y por el diverso contra la salud en la modalidad de tráfico de cocaína y marihuana, destacó como uno de los principales cabecillas del cártel de Tijuana. Hacía entregas de dinero producto del narcotráfico a Benjamín Arellano Félix, y recibía personalmente cargamentos de cocaína en la zona de La Bufadora, al sur de Ensenada, procedentes de Colombia.</p>
<p>Contaba con su propia escolta, conformada por Alejandro Diezmartínez Félix, Ernesto Gutiérrez, el Guti, quien también se desempeñaba en la policía ministerial del estado, y Mario Alberto Ituarte Camacho. También con su propio abogado: Arturo Rayle Cárdenas, el Rayle.</p>
<p>Marco Antonio López Benavides, adscrito al departamento de Homicidios en la Delegación de Rosarito, quien, dice el parte informativo, es considerado como uno de los viejos colaboradores del Quemado.</p>
<p>El informe de los investigadores de la PGR hace referencia al enjuiciado Francisco Carlos Cázares Beltrán:</p>
<p>“(…) Después de efectuar intensas investigaciones en el estado de Baja California, hemos podido detectar que: Dentro de la organización delictiva que aún encabezan los hermanos Arellano Félix, participa muy activamente Carlos Francisco Cázares Beltrán, el Quemado, a quien se identifica como un operador del trafico ilícito de drogas junto con Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, el que también es sujeto de investigación en la presente indagatoria. También se le conoce con los alias de Carlos Cázares Solano, Ernesto Angulo Hernández, el Quemado, el Comandante, el Chicharrón, el Neto, el Ruco, el Jaibo y Zeta. Media filiación: tez morena, complexión obesa, estatura 1.65 a 1.70; seña particular: quemadura severa en la cara y acento norteño.</p>
<p>“Vinculación con lo hechos: se tuvo conocimiento de que Cázares Beltrán controla el tráfico de drogas en la delegación de La Mesa de Tijuana y entrega al Efra el dinero producto del narcotráfico. Se detectó que como parte del grupo delictivo de los hermanos Arellano Félix, participó en el enfrentamiento del 24 de mayo de 1993 en el aeropuerto internacional de Guadalajara, Jalisco, en donde perdió la vida el cardenal Juan Jesús Posadas Ocampo. Se le ha visto frecuentar lugares donde opera el Efra, como el restaurante de mariscos ‘Chachos’, ubicado en Guadalupe Victoria número dos, fraccionamiento Castro, colonia La Joya, Tijuana, Baja California.</p>
<p>“Como parte de la organización criminal de los Arellano Félix, Cázares Beltrán se ostenta como representante legal de la empresa Reciclajes de Baja California, SA, ubicada en Callejón Cairo 18587, fraccionamiento Pino Suárez, Delegación La Mesa, la cual perteneció a Agustina Félix Zazueta (hermana de Alicia Isabel, madre de los Arellano Félix), esposa de Jesús Chuy Labra Avilés, exoperador financiero de la organización delictiva. (…) Vínculos con elementos policiales: 1. Felipe De Jesús Beltrán Araujo, el Patotas o el Cotorro, jefe de grupo antisecuestros de la Procuraduría de Justicia de Baja California. Se reúnen en las canchas de juegos, ubicadas en vía rápida, Tijuana. 2. Jaime Niebla González, el Niebla, subdirector Operativo de la Policía Estatal Preventiva, jefe de seguridad de la empresa Sony y Gasolineras Gasmart Tijuana 1998-2002; exjefe de grupo de la Unidad Antisecuestros, Homicidios y Fiscalía Especial de la Policía Judicial del Estado entre 1992-1998 con José Luis Anaya Bautista, procurador general de Justicia de Baja California de noviembre de 1995 a noviembre de 1998, al menos en los últimos tres años. Amigo personal de Juan Cristóbal Aguilar Aispuro, comandante de la Policía Ministerial de Mexicali, quien ha sido señalado por un grupo anónimo de presuntos agentes ministeriales identificado como “La Fraternidad”, de brindar protección a Gilberto Higuera Guerrero, el Gilillo. 3. Sergio Riedel Barocio, comandante de la Policía Ministerial en Tijuana. 4. Mario Camilo Díaz Orduñes, el Chaparrito, comandante auxiliar en la policía ministerial de Tijuana. (…) Se pudo establecer que Ricardo Alberto Orozco Esquives, primer comandante de la Policía Ministerial de la Procuraduría General de Justicia del Estado de Baja California, hasta diciembre de 2001, prestó sus servicios como escolta a Carlos Francisco Cázares Beltrán, el Quemado, lugarteniente de importancia de la organización criminal de los hermanos Arellano Félix. (…)”.<br />
La célula del Efra</p>
<p>Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, uno de los principales colaboradores del cártel de Tijuana, trabajaba directamente para Benjamín Arellano Félix, de quien fue su guardaespaldas, y encargado de una de las células del cártel de Tijuana.</p>
<p>“Una vez que llegaba a la plaza, la droga era depositada en el autolavado Jet del Yonke Rally, sobre el boulevard Gustavo Díaz Ordaz, donde a propósito, exponen los investigadores de la PGR, es donde se encuentra el centro de operaciones del Efra, que cuenta con equipo de radiocomunicación, antena repetidora, y cochera para guardar los vehículos en los que realizan levantones”.</p>
<p>Colaboran con el Efra: Julio Salas Reyes, el Pollo; Amador Gustavo Quezada, el Gus; Armando Robles, el Patotas, y Fernando Estrada, así como el Negro, principal guardaespaldas de Efraín Pérez, un exsoldado quien, dicen los investigadores, “es sumamente violento”. Eduardo Humberto Sandoval Cortés, de acuerdo con los investigadores en marzo de 2002, era jefe de la policía ministerial en Tecate al servicio de Manuel Herrera Barraza, el Tarzán.</p>
<p>Jorge Aureliano Félix, el Macumba, expolicía ministerial, pistolero de Efraín Pérez Pasuengo, se encargaba de realizar secuestros, traficar con armas de grueso calibre y cometer homicidios que ordenaban los Arellano Félix. Efraín Pérez e Ismael Higuera fueron personas de confianza de éste y brindaron protección al cártel cuando eran de la policía judicial. A Aureliano se le preparaba para sustituir a Pérez Pasuengo en caso de que fuera detenido, pero ambos fueron detenidos y sentenciados en el penal de máxima seguridad del Altiplano.</p>
<p>Martín Navarrete Baños, el Cabezón, policía ministerial adscrito a la delegación la Mesa, en Tijuana, Baja California, funge como chofer y hombre de confianza del Efra, apoyado por José Luis Salas Reyes, el Pillo, jefe del grupo de Aprehensiones de la Policia Ministerial de Baja California. El Cabezón pasó después a desempeñarse como chofer y hombre de confianza de Aureliano Félix.</p>
<p>A Luis Roberto Márquez Morales y Mario Alberto Medina Robles, policías ministeriales de Tijuana, se les atribuye ser escoltas de Efraín Pérez Pasuengo. Este último forma pareja con Luis Roberto Márquez Morales y les apodan los Tiquis.<br />
Complicidad oficial</p>
<p>Entre los funcionarios que colaboran con el cártel, destacan los investigadores, se encuentra José Luis Anaya Bautista, procurador general de Justicia de Baja California de noviembre de 1995 a noviembre de 1998, quien, dice el documento, “pactó con Ismael Higuera Guerrero, el Mayel, para que a cambio de protección y fuertes cantidades de dinero, en la entidad se abstuvieran de secuestrar personas, realizar ejecuciones en forma descarada, efectuar movimientos impresionantes de vehículos, con lo cual el gobierno del estado y la procuraduría, a través de los medios de comunicación, difundirían la imagen de seguridad y tranquilidad en la entidad”.</p>
<p>A Bautista se le atribuye haber ordenado el retiro de la escolta al codirector del semanario “Zeta”, Jesús Blacornelas, con lo que facilitó el atentado que sufrió el periodista junto con Luis Valero en noviembre de 1997 por parte de la organización de los Arellano Félix. También se le imputa recibir sobornos a cambio de protección a miembros de la organización.</p>
<p>Arturo Torres Flores, el Toro, exsubdelegado de la Procuraduría General de la República en Ensenada y exagente del Ministerio Público de la Federación, adscrito a la Base de Operaciones Mixtas de Tijuana, conducía uno de los vehículos de Cázares Beltrán, de quien fue su colaborador y gatillero. “Torres controla al comandante de la Policía Ministerial de Tijuana, Sergio Riedel Barocio. Después de la detención de Benjamín Arellano Félix, formó parte del equipo de colaboradores de Francisco Javier Arellano Félix, el Tigrillo”.</p>
<p>También Rogelio Delgado Neri, subprocurador de Justicia de Tijuana, ejecutado el 22 de enero de 2004 en Tijuana, apuntan los investigadores que en la primera semana de marzo de 2002 recibió 20 mil dólares de los gatilleros al servicio de Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, cuyo enlace fue su secretario particular Aldo Gabriel Barud Martínez, para hacer caso omiso a las inasistencias de personal a su mando que también forman parte de la organización de los Arellano Félix. En marzo de 2002 promovió a Guadalupe Jorge Mendoza Cabrales, el Muñeco, como jefe de la Unidad de Robo de Vehículos de la Policía Ministerial, para que éste suministrara unidades robadas o aseguradas a los lugartenientes de la organización criminal.</p>
<p>Guillermo Palomera López, el Motor, clave 79, policía ministerial hasta 1994, hombre de confianza de Efraín Pérez, encargado de efectuar secuestros, levantones y cobranzas de piso, pero enemigo de Gilberto Higuera, a quien tolera por ser parte de la organización, pero cuando se desplaza a Mexicali trata de evadir cualquier encuentro con Gilberto. Este sujeto era apoyado en sus funciones por sus hermanos el Chucky y el Iraquí.</p>
<p>Otro personaje clave en la estructura del cártel de Tijuana era Miguel Alejandro Estrada Sarabia, el Alacrán, policía ministerial y hombre de confianza de Efraín Pérez Pasuengo, el Efra. Fungía como escolta y hombre de confianza de Ismael Higuera, a quien transportaba a Mexicali, Tecate, Rosarito o Ensenada.</p>
<p>Estrada “sirve de enlace a Efraín para dar órdenes al comandante de la Policía Ministerial de Tijuana, Sergio Riedel Barocio, al comandante auxiliar Mario Díaz Orduñez, al jefe del grupo antisecuestros, Felipe Beltrán Araujo, y a ‘N Puente’, así como al subdelegado de la PGR, Raciel López Salazar, el Ratiel, igual que a personal de la Fiscalía Especializada para la Atención de Delitos contra la Salud, al mando del capitán Rodrigo Rodríguez Pacheco”.</p>
<p>Otros sujetos importantes eran Ismael Camacho Villavicencio y Manuel Ángel Aguirre Galindo, el Caballo, operadores financieros de la organización criminal de los Arellano Félix, este último es propietario del complejo turístico “Oasis” de Tijuana.</p>
<p>Jaime Niebla González, el Niebla, subdirector operativo de la Policía Estatal Preventiva, amigo personal de Juan Cristobal Aguilar Aispuro, comandante de la Policía Ministerial de Mexicali, quien formaba parte de un grupo anónimo de presuntos agentes ministeriales identificado como “La Fraternidad”, que brindaba protección a Gilberto Higuera, el Gil.</p>
<p>Ricardo Alberto Orozco Esquives, primer comandante de la Policía Ministerial de la Procuraduría General de Justicia de Baja California que fungió como escolta de Carlos Francisco Cázares Beltrán, el Quemado.</p>
<p>Luis Alberto Lara Verdugo, el Pollo, policía ministerial en Tijuana, pistolero del grupo de Los Escobar, cercano al Quemado. Después de la detención de Benjamín Arellano Félix, el Min, ocurrida el 9 de marzo de 2002, trabajaba para Francisco Javier Arellano Félix y tenía nexos criminales con Sergio Riedel Barocio.</p>
<p>Gilberto Camacho Valle, el Chayánee, refieren los investigadores que fue agente de la Policía Ministerial de la Procuraduría General de Justicia de Baja California y personal de confianza de Ismael Higuera, el Mayel, además de ser hombre de confianza de Fabián González Martínez, el Tiburón.</p>
<p>Raúl Camacho Valle, el Raulito, policía ministerial, y su hermano Mario. Oscar Campillo Valle, José Encinas Filatoff, el Ruso, excomandante encargado de la plaza de Ensenada al servicio de Jesús Chuy Labra Avilés.</p>
<p>Jaime Niebla González, el Niebla, de quien los signantes del parte informativo refieren que al menos en los últimos tres años fue amigo personal de Juan Cristóbal Aguilar Aispuro, comandante de la Policía Ministerial en Mexicali. Fernando Gastelum Lara, el Capi, de quien se narra que entre el 4 y 5 de noviembre de 1995 coordinó el aterrizaje de un avión cargado con 15 toneladas de cocaína en los llanos de Baturi, Baja California Sur.</p>
<p>Albino Lizárraga Osuna, excomandante de la Policía Judicial del estado en el IV Sector, con sede en Tecate, Baja California, a quien los investigadores enuncian que era común que asignara elementos de seguridad a la finca Rancho las Bardas, propiedad de los hermanos Arellano Félix.</p>
<p>Escobedo, el Rambo, expolicía ministerial, recibe la droga; en un comando integrado por policías ministeriales con torretas o sirenas encendidas la trasladaba a Tijuana, y de esa forma pasaban los puestos de la segunda zona militar sin ser detenidos.</p>
<p>Gerardo Visáis González Junior, el Monster, trabajaba para Cázares Beltrán. Destacó en la organización criminal de los Arellano Félix por su precisión en el uso de las armas, además de que ha sido campeón de tiro en la policía ministerial del Estado.</p>
<p>Rafael Vargas Ureña, adscrito desde el 16 de marzo de 1989 a la Procuraduría de Justicia de Baja California, como primer comandante de la Policía Ministerial, en la Subprocuraduría de Tijuana, pertenece al grupo de protección de Cázarez Beltrán.</p>
<p>Oscar Saúl Muñoz Lara, médico que atiende a los hermanos Arellano Félix y demás miembros de la organización.</p>
<p>José Gabriel Tapia del Río, director de Averiguaciones Previas en Tijuana.</p>
<p>Juan Francisco Franco Ríos, el Francoríos. José Martín Estrada, escolta de José Luis Anaya Bautista.</p>
<p>Jorge Mendoza Cabrales, el Muñeco, jefe de la Unidad de Investigación de Robo de Vehículos de la Subprocuraduría de Justicia en Tijuana, a quien se le atribuye proporcionar unidades robadas y alteradas en sus números de serie a la organización de los hermanos Arellano Félix, además, se le vincula directamente con el Quemado, y perteneció a la escolta de Ismael Higuera.</p>
<p>Finalmente, el informe menciona a Francisco Javier Contreras Mojarra, colaborador de Manuel Herrera Barraza, el Tarzán, operador de un narcotúnel situado en Tecate, así como Manuel Herrera Barraza, representante de Efraín Pérez, vinculado con un narcotúnel descubierto por las autoridades en febrero de 2002.<br />
Interrogatorio de la defensa de Cázares Beltrán</p>
<p>El 30 de agosto de 2006, los investigadores de la Procuraduría General de la República Alfonso Román Lugo y Victorino Neri Dorantes fueron interrogados por el defensor de Cázares Beltrán, el Quemado:</p>
<p>Defensa: Que diga el testigo el tiempo que duró la investigación que se plasmó en el informe de 29 de marzo de 2002.</p>
<p>Testigo Victorino Neri Dorantes: No recuerdo los días que duramos, pero fueron aproximadamente de 15 a 20 días.</p>
<p>Defensa: Quién le informó que Carlos Francisco Cázares Beltrán participaba activamente en la organización de los hermanos Arellano Félix.</p>
<p>Testigo: Los informantes nos daban la información, eran policías ministeriales; no recuerdo.</p>
<p>Defensa: Quién le informó que a Cázares Beltrán se le conoce con los alias de Carlos Cázares Solano, Ernesto Angulo Hernández, el Quemado.</p>
<p>Testigo: Esa información también nos la pasaron los informantes.</p>
<p>Defensa. Cómo obtuvo la media filiación del Quemado, la cual describe en el parte informativo.</p>
<p>Testigo: Nos la pasaron los informantes.</p>
<p>Defensa: De manera personal observó a Carlos Francisco Cázares Beltrán en los mariscos “Chachos”.</p>
<p>Testigo: Pues al señor nunca lo ví en el restaurante, la información nos la pasaron los informantes.</p>
<p>Defensa: Por qué en su parte informativo afirma categóricamente que ha visto frecuentar los mariscos “Chachos” a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: No recuerdo lo que dice el parte, pero la información nos la dieron los informantes.</p>
<p>Defensa: De manera personal corroboró la información que le fue proporcionada por los citados informantes.</p>
<p>Testigo: Claro que sí, se corroboró la información que nos dieron los informantes, pero no recuerdo cuáles, porque son varios partes.</p>
<p>Defensa: Cómo fue que tuvo conocimiento que Cázares Beltrán controlaba el tráfico de droga en la delegación de la Mesa en Tijuana, Baja California.</p>
<p>Testigo: Fue por nuestros informantes tuvimos la información.</p>
<p>Defensa: Qué medio de convicción utilizó para sustentar su parte informativo y afirmar categóricamente que Carlos Francisco Cázares Beltrán controlaba el tráfico de droga en la delegación de la Mesa en Tijuana, aparte del dicho de los informantes.</p>
<p>Testigo: Lo que pasa es que cuando va uno a investigar, a veces se le pregunta a vecinos.</p>
<p>Defensa: Corroboró la información proporcionada por los vecinos respecto de las actividades de Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Sí, se corroboraron algunas, casi la mayoría de lo que viene en los partes informativos, pero no recuerdo específicamente si lo de él también, porque tenemos las investigaciones y el tiempo que ha pasado, la verdad no recuerdo.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que Cázares Beltrán se ostentaba como propietario o representante legal de la empresa Reciclajes de Baja California.</p>
<p>Testigo: Eso nos lo dijeron nuestros informantes, pero no recuerdo si se corroboró, porque son varias propiedades que tiene y que vienen ahí en el parte.</p>
<p>Defensa: Cómo obtuvo los datos generales de Cázares Beltrán, los cuales obran en el parte informativo de referencia.</p>
<p>Testigo: Unos datos nos los proporcionaron nuestros informantes, pero específicamente lo de Cázares Beltrán no recuerdo si nos los proporcionaron ellos, no recuerdo dónde los obtuve.</p>
<p>Defensa: Corroboró de manera personal que esos datos generales realmente pertenecieran a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Se corroboraron algunos, pero específicamente los de él, ya que en los informes vienen varios nombres y sus datos generales.</p>
<p>Defensa: Quién le proporcionó los datos generales de Ernesto Angulo Hernández que describe en su parte informativo.</p>
<p>Testigo: Los informantes nos los proporcionaron, refiriéndome a los tres ministeriales.</p>
<p>Defensa: De manera personal corroboró que Cázares Beltrán era la misma persona que Ernesto Angulo Hernández, toda vez que los datos generales del primero son totalmente diversos a los de Ernesto Angulo.</p>
<p>Testigo: No recuerdo si se corroboró por el tiempo que ha pasado y no es una sola investigación la que tenemos, sino muchas.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que Cázares Beltrán hasta el 25 de febrero de 2002 vivió en Marqués de León número 957 de la Zona Río, Tijuana.</p>
<p>Testigo: La información no la pasaron los informantes, pero no recuerdo porque los partes traen muchos domicilios y específicamente no le puedo decir quién nos informó.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que el Quemado era propietario del taller mecánico de autoservicio “Fuell Inyection”.</p>
<p>Testigo: Por los informantes.</p>
<p>Defensa: Quién le proporcionó la fotografía que se anexa al parte informativo y que según corresponde a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Por el momento no recuerdo quién me la proporcionó, pero al parecer fue el compañero Mateo Ronda Landa.</p>
<p>Defensa: Qué medio de investigación utilizó para afirmar categóricamente que las fotografías que anexa en su parte informativo son las de Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Pues, porque los informantes nos indicaron que estaba quemado, que tenía quemaduras, y la fotografía se la entregaron al compañero Mateo. No realicé ninguna otra investigación.</p>
<p>Defensa: De manera personal observó que Efraín Pérez Pasuengo le entregó dinero producto del narcotráfico al Quemado.</p>
<p>Testigo: No observé, nos lo manifestaron nuestros informantes.</p>
<p>Defensa. Durante el tiempo que duró la investigación, alguna vez tuvo a la vista de manera personal a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: No, no recuerdo haber tenido a la vista a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Defensa: De manera personal elaboró el parte informativo de 29 de marzo de 2002.</p>
<p>Testigo: No recuerdo si lo elaboré o le ayudé a mi compañero, pero siempre por lo regular, cuando se elabora un parte informativo, estamos todos, a veces se le ayuda a los compañeros, pero siempre estamos ahí todos juntos en todos los partes que hemos realizado.</p>
<p>Interrogatorio del defensor de el Quemado</p>
<p>Interrogatorio del defensor particular del inculpado Carlos Francisco Cázares Beltrán al investigador de la PGR en calidad de testigo Alfonso Román Lugo, 30 de agosto de 2006:</p>
<p>Defensa de Cázares Beltrán: Que diga el testigo si nos puede decir el tiempo aproximado que duró la investigación que se plasmó en el informe de 29 de marzo de 2002.</p>
<p>Testigo Alfonso Román Lugo: Aproximadamente quince días.</p>
<p>Defensa. Quién le informó que Carlos Francisco Cázares Beltrán participaba activamente en la organización de los hermanos Arellano Félix.</p>
<p>Testigo: los informantes que ya se habían mencionado.</p>
<p>Defensa. Quién le informó que a Carlos Francisco Cázares Beltrán se le conoce con los alias de Carlos Cázares Solano, Ernesto Angulo Hernández, el Quemado, el Comandante, el Neto, el Ruco, Cayares Martínez Carlos, el Jaibo y el Zeta.</p>
<p>Testigo: Los informantes, refiriéndome a las personas que nos proporcionaron datos de investigación sin recordar los nombres.</p>
<p>Defensa. Cómo obtuvo la media filiación del Quemado, la cual describe en el parte informativo.</p>
<p>Testigo: Los informantes fueron quienes nos dieron la media filiación.</p>
<p>Defensa: De manera personal observó a Carlos Francisco Cázares Beltrán en los mariscos “Chachos”.</p>
<p>Testigo: No.</p>
<p>Defensa: Por qué en su parte informativo afirma categóricamente que ha visto frecuentar los mariscos “Chachos” a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Por la información que se nos da.</p>
<p>Defensa: De manera personal corroboró la información que le fue proporcionada por los informantes.</p>
<p>Testigo: Bueno, en este caso alguna, no recuerdo cuál, pero alguna sí se corroboró y alguna no.</p>
<p>Defensa: Cómo tuvo conocimiento que Carlos Francisco Cázares Beltrán controlaba el tráfico de droga en la delegación de La Mesa en Tijuana.</p>
<p>Testigo: Por los informantes.</p>
<p>Defensa: Qué medio de convicción utilizó para sustentar su parte informativo y afirmar categóricamente que Carlos Francisco Cázares Beltrán controlaba el tráfico de droga en la delegación de la Mesa en Tijuana, aparte del dicho de los informantes.</p>
<p>Testigo: Nada más por el dicho de los informantes.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que Carlos Francisco Cázares Beltrán se ostentaba como propietario o representante legal de la empresa Reciclajes de Baja California.</p>
<p>Testigo: Por la información que nos proporcionaron los informantes.</p>
<p>Defensa: Cómo obtuvo los datos generales de Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Nos los proporcionaron los informantes.</p>
<p>Defensa: Corroboró de manera personal que esos datos generales realmente pertenecieran a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: No.</p>
<p>Defensa: Quién le proporcionó los datos generales de Ernesto Angulo Hernández.</p>
<p>Testigo: Los informantes nos los proporcionaron.</p>
<p>Defensa: De manera personal corroboró que Carlos Francisco Cázares Beltrán era la misma persona que lleva por nombre Ernesto Angulo Hernández, toda vez que los datos generales del primero en cita son totalmente diversos a los del de Ernesto Angulo.</p>
<p>Testigo: No.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que Carlos Francisco Cázares Beltrán hasta el 25 de febrero de 2002 vivió en Marqués de León número 957 de la Zona Río, Tijuana.</p>
<p>Testigo: Por los datos recibidos de los informantes.</p>
<p>Defensa: Cómo se enteró que el Quemado era propietario del taller mecánico “Fuell Inyection”.</p>
<p>Testigo: Por la información proporcionada por los informantes.</p>
<p>Defensa: Quién le proporcionó la fotografía que se anexa al parte informativo de 29 de marzo de 2002 y que según corresponde a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Los informantes nos la proporcionaron.</p>
<p>Defensa: Qué medio de investigación utilizó para afirmar categóricamente que las fotografías que anexa en su parte informativo son de Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: Los datos proporcionados por los informantes fueron los que nos dijeron que era la persona.</p>
<p>Defensa: De manera personal observó que Efraín Pérez Pasuengo le entregó dinero producto del narcotráfico al Quemado.</p>
<p>Testigo: No.</p>
<p>Defensa: Durante el tiempo que duró la investigación alguna vez tuvo a la vista de manera personal a Carlos Francisco Cázares Beltrán.</p>
<p>Testigo: No.</p>
<p>Defensa: De manera personal elaboró el parte informativo de 29 de marzo de 2002.</p>
<p>Testigo: Sí<br />
Careo</p>
<p>Careo entre el procesado Efraín Pérez Pasuengo y el testigo Alfonso Román Lugo, realizado el 30 de mayo de 2006:</p>
<p>Procesado Efraín Pérez Pasuengo: Por qué razón sin conocerme personalmente me incluyó en los informes que aparecen en la presente causa penal.</p>
<p>Testigo Alfonso Román Lugo: Fue la información que requerimos de la persona a los informantes y se incluyó.</p>
<p>Procesado: Si no le constaba personalmente lo que puso en los informes antes mencionados, por qué razón lo hizo.</p>
<p>Testigo: Fue la información recabada y fue por ese motivo que se puso.</p>
<p>Procesado: Quién le ordenó que hiciera los informes que aparecen en la causa.</p>
<p>Testigo: En este caso tenemos un comandante y fue quien nos ordenó hiciéramos la investigación y de ahí resultó el informe.</p>
<p>Procesado: Dónde adquirió la fotografía que acompañó a los informes que obran en autos y que se refiere a mi persona.</p>
<p>Testigo: Algunas nos las dieron los informantes y otras las sacamos de internet y de los periódicos.</p>
<p>Procesado: Diga el nombre y domicilio de sus informantes.</p>
<p>Testigo: No tenemos nombres ni domicilios.</p>
<p>Procesado: Diga el día, mes, año y hora de cuando dice le dieron esos informes.</p>
<p>Testigo: Fue durante la investigación y lo que duró la misma, sin recordar con exactitud el día, mes y año.</p>
<p>Procesado: En alguna ocasión se cercioró si eran ciertos los informes que le daban sus informantes.</p>
<p>Testigo: Algunos no se verificaban por la situación de la misma investigación.</p>
<p>Procesado. Cuál era el domicilio en donde vivía el de la voz.</p>
<p>Testigo: No, no recuerdo cuál era su domicilio.<br />
El testigo</p>
<p>Careo entre el testigo Victorino Neri Dorantes y el procesado Efraín Pérez Pasuengo, el Efra, 30 de mayo de 2006:</p>
<p>Procesado Efraín Pérez Pasuengo: Por qué razón sin conocerme personalmente me incluyó en los informes que aparecen en la presente causa penal.</p>
<p>Testigo Victorino Neri Dorantes: La causa fue que los informantes fueron quienes nos dijeron lo que viene en el parte.</p>
<p>Procesado: Si no le constaba personalmente lo que puso en los informes antes mencionados, por qué razón lo hizo.</p>
<p>Testigo: Algunas cosas sí me constan, sin recordar cuáles, pues se checaron algunos puntos o domicilios y fue porque los informantes nos proporcionaron esa información.</p>
<p>Procesado: Quién le ordenó hiciera los informes que aparecen en la presente causa.</p>
<p>Testigo: Los informes se hicieron conforme se fue investigando y la investigación fue ordenada por un Ministerio Público.</p>
<p>Procesado: Dónde fue que adquirió la fotografía que acompañó a los informes que obran en autos y que se refiere a mi persona.</p>
<p>Testigo: Las fotografías nos las proporcionaron los informantes, algunas, y otras las consiguió Arrona Landa, sin recordar por el momento de dónde.</p>
<p>Procesado: Diga el nombre y domicilio de sus informantes.</p>
<p>Testigo: En mi parte dice que no quisieron proporcionar ni su nombre ni su domicilio.</p>
<p>Procesado: Diga el día, mes, año y hora de cuando dice que le dieron esos informes.</p>
<p>Testigo: No recuerdo la fecha, ni hora por el tiempo que ha pasado y además nosotros tenemos muchas investigaciones.</p>
<p>Procesado: En alguna ocasión se cercioró si eran ciertos los informes que le daban sus informantes.</p>
<p>Testigo: Algunos domicilios sí nos cercioramos, pero no recuerdo en específico si eran los de usted.</p>
<p>Procesado: Cuál era el domicilio en donde vivía el de la voz.</p>
<p>Testigo: No, no recuerdo, pues eran varios domicilios, en específico no recuerdo el de usted. Los informantes nos dijeron a lo que se dedicaba usted, sin que me conste lo asentado ahí, pues únicamente se verificaron algunos domicilios, sin recordar si era el de usted.</p>
<p>Procesado: Niego rotundamente y categóricamente todo lo que se me imputa en esos partes informativos.<br />
http://www.voltairenet.org/article162748.html</p>
<p><strong>Cártel de Tijuana, hablan los testigos protegidos</strong><br />
por José Réyez</p>
<p>Los testimonios ministeriales de los testigos protegidos Moisés Robles Vizcaíno, con clave confidencial Félix; Luis Héctor Puente Cota, Jorge Arturo; Sergio Rodríguez Tapia, Juan López; Eduardo Gómez Angarita, Raúl; y Elihud Ochoa Brizuela, Marco Antonio, revelan las rutas marítimas, la participación de elementos de inteligencia del Ejército Mexicano y la incursión del cártel de Tijuana en el trasiego de éxtasis de Europa a México</p>
<p>Tercera y última parte</p>
<p>El cártel de Tijuana tejió una amplia red de contactos en la esfera del poder político-militar-policiaco y se hizo de especialistas en el manejo financiero, en falsificación de documentos, atención médica, localización de rutas marítimas, terrestres y áreas para pasar drogas a Estados Unidos. Contaba además con barcos, aeronaves y vehículos propios para realizar sus operaciones.</p>
<p>De acuerdo con los testimonios de personajes claves de la organización que se acogieron al programa de testigos protegidos de la Procuraduría General de la República (PGR), bajo los seudónimos de Félix, Jorge Arturo, Juan López, Raúl y Marco Antonio, a mediados del sexenio de Ernesto Zedillo, en 1997, en Baja California floreció el narcotráfico al amparo de la protección de autoridades militares y del gobierno local y federal.</p>
<p>El testigo protegido Eliuht Ochoa, Marco Antonio, por ejemplo, fue el responsable de contactar a mandos de inteligencia militar para llevar a cabo las actividades relacionadas con el narcotráfico bajo el mando de Gilberto Higuera Guerrero, el Gilillo, el subteniente Granados, el Gato, Gildardo Emilio Liébano y el teniente Marco Antonio Benítez Armijos.</p>
<p>El 21 marzo de 2001, Marco Antonio declaró que el teniente de inteligencia de la tercera región militar, Edgar Rene López Delgado, participó en la entrega de un paquete de dinero que efectuó un tal Ariel, quien le presentó a Gilberto Higuera, a quien vio con Germán Núñez Balderrain, el Buzo, Javier y Ricardo Palomera, el Eme 2 y el Eme 3, respectivamente, quienes pertenecían a la célula de Efraín Pérez Pasuengo, el Efra.</p>
<p>De acuerdo con la declaración ministerial del exagente Edgar René López Delgado, comisionado al Grupo de Información de la Tercera Región Militar en Mexicali, oficiales del Ejército colaboraron para el cártel de Tijuana con suministro de información de inteligencia. El hoy testigo protegido reveló a la Unidad Especializada contra la Delincuencia Organizada que el teniente Marco Antonio Benítez Armijo avisó desde el Centro de Investigación y Seguridad Nacional (Cisen) sobre un operativo militar a Gilberto Higuera Guerrero, el Gilillo.</p>
<p>“El teniente Marco Antonio Benítez Armijo trabaja en la Secretaría de Gobernación y me estuvo pasando información que le proporcioné a Gilberto Higuera, el Gilillo”, dijo el testigo protegido, según la averiguación previa PGR/UEDO/071/2003. Los Arellano Félix tenían infiltrados los órganos de inteligencia militar, al menos desde 1997. El hoy testigo protegido era uno de ellos, así como Benítez Armijo y el teniente de Caballería Ramón Martínez Jiménez, quienes presuntamente protegían la llegada de aviones con cocaína. Benítez fue comisionado por la Secretaría de la Defensa Nacional (Sedena) al Cisen, y en marzo de 2000 filtró al Gilillo que un contingente del Grupo Aeromóvil de Fuerzas Especiales (GAFE) se había trasladado del Distrito Federal a Tijuana para detener a miembros de la organización.</p>
<p>La fecha y el lugar que señala López Delgado coinciden con el operativo que llevó a cabo la Sedena el 11 de marzo de 2000 en Tijuana, donde efectivos del GAFE capturaron a Jesús Labra Avilés, el Chuy Labra, lavador de los Arellano Félix.</p>
<p>Miembros del cártel de los hermanos Arellano Félix se infiltraron al Grupo de Inteligencia Militar y al Cisen entre 1997 y 2000 para conocer de operativos castrenses en su contra.<br />
El falsificador</p>
<p>Para cruzar los retenes por territorio bajacaliforniano cuando escoltaban a Gilberto Higuera, el Gilillo, sus lugartenientes se identificaban como agentes de la PGR, de la Fiscalía Especializada en Delincuencia Organizada, como agentes de la procuraduría del estado o como agentes ministeriales. Y cuando portaban armas, llevaban los oficios de comisión y portación de arma falsos, dice el testigo protegido Félix en su declaración del 18 febrero de 2001.</p>
<p>Félix, quien formó parte de la organización entre 1997-200l, falsificaba documentos oficiales, credenciales de elector, pasaportes, credenciales de distintas corporaciones policiacas, para lo cual los integrantes de la agrupación le proporcionaban material e instrumentos tecnológicos de punta que requería para reproducir a la perfección hologramas, códigos de barras, fondos de agua. Todo era falsificable.</p>
<p>“Miguel Ángel Fernández Loera, el Gritón, me pagó 1 mil 200 dólares para gastos. Me decía que los acreditados con los gafetes y credenciales que yo elaboré eran gentes muy pesadas y que yo ya no me podía salir. Este trabajo duró aproximadamente un mes, expidiéndose las credenciales con vencimiento al 31 de diciembre de 1997. Habiendo tenido que renunciar a mi trabajo en la inmobiliaria, me quedé sin ingresos económicos debido a que el Gritón así me lo había indicado; se justificaba diciendo que no teníamos trabajo, pero que ya iba a llegar la renovación de las credenciales, por lo que esto duró hasta principios de 1998.</p>
<p>“En febrero de 1998, pasaron por mí conduciéndome al fraccionamiento Las Fuentes, en Mexicali, donde se encontraban varios vehículos estacionados en convoy, entre ellos una pick up dorada Ford Lobo con dos sujetos, descendiendo uno e indicándome el otro que abordara el vehículo, presentándome a Gilberto Higuera Guerrero. De inmediato lo reconocí como el mismo para el que yo había elaborado una credencial y un gafete de la Policía Judicial, a nombre de Juan Carlos Ramos.</p>
<p>“Gilberto me indicó que elaborara las nuevas credenciales de la Policía Judicial, y como yo había visto que las nuevas ya contaban con un holograma porque se había detectado una falsificación en Guadalajara, le indiqué que iba a estar más difícil y se tenía que comprar equipo nuevo. El Gritón decía que yo pedía mucho dinero y que no quería trabajar, dándome en ese momento cuenta que el Gritón se había quedado con la mayor parte de mi paga, e incluso me dijo Gilberto que ya me iban a levantar, por lo que me indicó que les investigara el precio del equipo y se los informara, por lo que en ese momento me entregó 2 mil quinientos dólares.</p>
<p>“Habiendo instalado dicho equipo en un departamento que renté en la Calle de Lago Rudolf, número 654, fraccionamiento Jardines del Lago, Mexicali, regresó el moreno con las fotografías de aproximadamente 30 sujetos, entre ellos Gilberto y otro sujeto de quien me dijo que era el mero jefe al cual yo le había hecho la primera credencial a nombre de Rodrigo Sánchez Ellis, nombre que yo había inventado. Posteriormente me enteré de que su verdadero nombre es Ismael Higuera Guerrero, el Mayel, por lo que me puse a elaborar las credenciales, con vigencia al 31 de diciembre de 1998, que los acreditaban como agentes de la Policía Judicial del Estado de Baja California”.</p>
<p>El testigo elaboró credenciales falsas para Ismael Higuera Guerrero, el Mayel con el nombre de Rodrigo Sánchez Ellis; a Gilberto Higuera Guerrero, el Gilillo, como Juan Carlos Ramos; a Efraín Pérez Pasuengo, el 8-5; Carlos Cáceres, el Quemado; César Jiménez Reyes, Rubén Cortes Flores, Carlos Pineda Muñoz, Bernardo Araujo, el Jabalí, y Miguel Ángel Fernández Loera, el Gritón.</p>
<p>Dice que en varios casos no supo el nombre real de los miembros del cártel de Tijuana, puesto que recibía las fotografías y les daba el nombre que él quería. Elaboraba las credenciales de elector, de la PGR y de la Procuraduría de Justicia del Estado para gente de la organización, entre ellos, a Héctor Montoya, quien le proporcionó recursos monetarios para el equipo de cómputo y el material necesario para su elaboración.</p>
<p>Mario Enrique Anaya Morales, jefe de la Policía Ministerial de Baja California, recibió oficios originales con su firma, los cuales le entregaban Gilberto Higuera o Miguel Ángel Fernández Loera.</p>
<p>A Efraín López, el Efra, Rogelio Herrera, a quien le inventó tal nombre. Al Macumba, el Quemado, quien presentaba cicatrices de quemaduras y falta de dedos en las manos. Mario Figueroa (Russel), el Jabalí, cuñado de Ismael Higuera. La credencial a nombre de Raúl Mario Figueroa Vázquez, al cuñado de los hermanos Higuera, Mario Alberto Russel Gámez.</p>
<p>La credencial de elector a nombre de Mario César Maldonado Silva corresponde al Pelucas. La credencial de la PGR y licencia de chofer a nombre de Miguel Ángel Fernández Loera corresponden al “escolta favorito” de Gilberto Higuera Guerrero, el Buzo (Alejandro). La licencia a nombre de Adalberto Malvarrosa Cepeda corresponde a Alberto Mendoza Sauceda.</p>
<p>El testigo protegido Félix dice que Gilberto Higuera se hacia acompañar de Miguel Ángel Fernández Loera o Germán Núñez Velderrain, el Buzo; Óscar Rochín López, el Erre uno; Raygoza, el Cero; el Niño, de nombre Eduardo; el Peque, el Compadre, el Guayo o el Aguayo, así como en un par de ocasiones por un militar de nombre Édgar.<br />
La ruta marítima</p>
<p>El testigo protegido Jorge Arturo era escolta de Ismael Higuera, el Mayel. Realizaba levantones, escoltaba cocaína y marihuana, y llevaba dinero de Tijuana a Ensenada. Declaró en marzo de 2001 que la cocaína de Colombia llegaba a las costas de Oaxaca y de ahí era trasladada en lanchas a las costas de Michoacán, donde la recibía Salvador López, el Chavo. Luego se trasladaba a Tepalcaltepec, en la Sierra de Michoacán, en una pista aérea registrada, propiedad del Quemado.</p>
<p>De ahí, la sustancia salía rumbo a Ensenada, a otra pista localizada entre los viñedos, donde la recibían gente comandada por Efraín Pérez; de ese lugar se trasladaba hasta la playa donde unos lancheros la llevaban por mar hasta La Bufadora, apoyados por elementos de la Policía Federal de Caminos, donde se almacenaba en bodegas cerca del entronque de la carretera hacia Ensenada.</p>
<p>La cocaína llegaba a Ismael Higuera, quien de Tijuana mandaba al Bocina con dinero al Aeropuerto Internacional de la Ciudad de México para pagarle a los colombianos el Doctor, de apellido Charri, a Erick, y al Ronco.</p>
<p>Refiere que Rigoberto Yáñez Guerrero, el Primo, se hacía acompañar del Bocina, quien en cinco ocasiones llevó cocaína a Guadalajara que provenía de Colombia: la entregaban los colombianos en altamar en aguas internacionales, a la altura de Oaxaca, a gente del Primo, contacto entre aquéllos e Ismael Higuera, el Mayel.</p>
<p>El Mastodonte, quien de Europa remitía pastillas psicotrópicas conocidas como éxtasis para Ismael Higuera, el Mayel.</p>
<p>Jorge Arturo identificó a Arturo Torres Flores, quien trabajaba como escolta de Gilberto Higuera, el Gilillo, a Joaquín Rodríguez Torres, el Chalinillo, quien participaba como compañía cuando se llevaban maletas grandes con diversas cantidades de dinero de la agrupación, para recoger diversas personas, escoltar cargamentos de cocaína o marihuana, o como acompañante del Macumba, para hacer entregas, o bien, en funciones de escolta, pero siempre a disposición de Ismael Higuera.</p>
<p>En las fotografías relacionadas con la averiguación previa 336/MPFEADS/01, el testigo protegido reconoce al comandante Armando Martínez Duarte, el Loco Duarte. Refirió que a finales de 1997, cuando volvió a trabajar bajo las órdenes de Ismael Higuera, éste le pidió que recogiera en Ensenada al Loco, pues ambos habían pertenecido a la Policía Judicial Federal.</p>
<p>Durante su estancia en Mexicali, Jorge Arturo escuchaba constantemente nombrar por radio al Loco Duarte con su nuevo apodo, el 4-4, quien recibía instrucciones de Gilberto Higuera; así, refiere que pudo ver que Duarte trabajó primero para Ismael Higuera y, posteriormente, para Gilberto Higuera.<br />
Las embarcaciones</p>
<p>El 9 de junio de 2000, el testigo protegido Juan López manifestó que las drogas se trasladaban de Colombia a México en barcos como El Pámpano X, Propemex II y Calipso. Narra diversos incidentes en los cuales, incluso, intervinieron diferentes autoridades para que llegaran a su destino los estupefacientes.</p>
<p>Juan López dijo ante el Ministerio Público federal conocer a miembros de la agrupación que encabezaba Ismael Higuera: Carlos González Félix, Mijares, Armando Pineda Lozano Mantarraya, Juan José Ríos Sinaloa, Jonny; el Comandante César, Jorge Guevara, el Pato, Manuelito; el ingeniero Zatarain; el Primo; el Mastodonte; Guillermo Millán Gómez, el Moreno; Eduardo, el Colombiano, el ingeniero Millán; Alberto Mendoza Saucedo, el Mandilón, quien acompañaba frecuentemente al Pato; el Primo, encargado de organizar los negocios de Ismael Higuera en la ciudad de México, para lo cual se movía a Michoacán, Morelos y Guadalajara; recibía 60 mil pastillas éxtasis provenientes de Europa por Gustavo Quezada Rodríguez o Ernesto Labra Pompa, el Mastodonte y su hermano Noe.</p>
<p>También a miembros de los cuerpos policiacos que brindaban protección como César Jiménez Reyes; Fidel, sobrino de Carlos González Félix, superior jerárquico de Juan López, trabajaba también para Ismael Higuera. El Primo utilizaba el nombre de Gerardo Fernández Mancera, tenía oficinas en México donde se reunía con el colombiano, el Ronco o Lalo, Carlos González Félix.</p>
<p>A principios de 2000, en la base de radio que controlaba el Ronco o el Jony, el testigo se encontraba en compañía del Primo, cuando a las 23 horas llegó Ismael Higuera a supervisar y controlar el arribo de un cargamento a bordo del Pámpano X, escoltado con cinco personas con radios portátiles de comunicación, entre ellos Miguel Ángel Fernández Loera. Comentó que la policía puso en marcha esa noche operativos tipo redada en el Sauzal, por lo que la situación estaba controlada para que no hubiese problema en la descarga de la droga en las playas de la Bufadora.</p>
<p>El 4 de mayo de 2000, Óscar Eduardo Gómez Angarita, Raúl, declaró que el Mayel, lugarteniente de los Arellano Félix, lo conoció en Tijuana, a través del colombiano Omar Londoño, el Viejo. “El Mayel es muy cerrado para hablar y siempre se maneja como una persona autónoma e independiente en sus negocios”. Raúl coordinó diversos embarques de cocaína, cuatro de ellos llegaron a su destino, uno llegó a un punto entre Manzanillo y Lázaro Cárdenas, a Ensenada; dijo que transportaron 1 mil 800 kilos y 2 mil 200 kilos de cocaína, cada uno de ellos. Para ello se contactó con el capitán del barco, el Párroco, en Ensenada.</p>
<p>“El Mayel se ha manejado como una persona independiente dentro del cártel comandado por los hermanos Arellano Félix. De las personas que trabajan en su grupo son de 10 a 15; él es el jefe. Su brazo derecho es el Cuñado, Mario Alberto Russel Gámez, los demás son tropa y lo acompañan siempre en caravanas de cuatro o cinco vehículos”.<br />
Los colombianos</p>
<p>Los operadores del manejo de las relaciones de narcotráfico de cocaína con los narcotraficantes de Colombia eran el Caballo, Manuel Aguirre Galindo y el Chuy Labra, Jesús Labra Avilés, quienes mantenían contacto permanente con los colombianos Orlando Sánchez Cristancho, César Gil, Giovanni Caicedo, Carmelo Arango, Omar Londoño, el Viejo; Sélimo y su socio Juan Carlos Ramírez Sabalía, el Chupeta; el Mono y el Gordo, sobrino de Elmer Herrera, don Pacho, Marcos Gil y el Hoober Salazar.</p>
<p>El ingeniero Robles es encargado de manejar a los testaferros del Mayel, “una persona de aparente gran inteligencia que se ostenta como conocedor en el manejo financiero”.</p>
<p>El poder del Mayel era inmenso. Quería, además de manejar la plaza, tener negocios propios desde Colombia, al margen del Chuy Labra y el Caballo, pero aún con los hermanos Arellano Félix. Quería quedarse como máximo jefe del cártel; por lo cual, Raúl dijo que a Gilberto Higuera se le encargó el manejo de la plaza de Mexicali, donde éste exigía pago de cuotas a otros narcotraficantes como lo hacía el Mayel en Tijuana.</p>
<p>Raúl reveló a las autoridades judiciales las coordenadas y claves utilizadas por la organización comandada por el Mayel, para identificar la orientación y tipos de embarcaciones que trasladaban cocaína desde Colombia por aguas internacionales, e internarlas a territorio nacional. Dio a conocer las claves de las lanchas o embarcaciones y los puntos de encuentro que eran utilizados para la recepción de narcóticos.</p>
<p>En esta tarea participaba Sergio Rodríguez Tapias, quien controlaba la información procedente de la Armada –la posición de las fragatas o corbetas americanas– para proporcionarlas al capitán del barco que transportaba la cocaína. El ingeniero Millán tuvo participación para liberar el barco El Pámpano, mediante el pago de dinero por su liberación.</p>
<p>Carlos manejaba, con el hijo del Mayel, todo lo relacionado con los viajes de cocaína por el Pacífico. El Pato, gente de confianza del Mayel, le indicó al testigo que investigaran si dentro de esa relación estaban los barcos que ellos utilizaban para el tráfico de cocaína.</p>
<p>El testigo precisó la mecánica del tráfico del estupefaciente desde Colombia hasta el territorio nacional por vía marítima, a grado tal que expuso el aseguramiento de una embarcación y la forma en que agentes del Ministerio Público federal y otras autoridades participaron para liberar el buque El Pámpano, mediante el pago de un soborno del Mayel. Destacó la labor de Sergio Rodríguez Tapias como informante de las posiciones de las fragatas de la Armada de México y de Estados Unidos, para comunicarlo al capitán del barco utilizado en el traslado del narcótico. Se refiere a su vinculación con el Mayel. Menciona la participación de diversos miembros de la organización: el Pato y César Jiménez Reyes, entre otros; incluso refirió diversos hechos que, de no ser miembro activo, serían de difícil o imposible conocimiento, los cuales reseñó detalladamente, como el servicio de seguridad que le prestaba César al Mayel.</p>
<p>Afirmó conocer las casas de seguridad adquiridas por el Mayel en Tijuana, en donde dice haber conocido al comandante de la Policía Judicial de esa localidad, quien le pasó información de contrainteligencia al Mayel, relativa a embarcaciones investigadas por la Drug Enforcement Administration como sospechosas de ser utilizadas por el narcotráfico, a efecto de que tomaran las providencias necesarias.</p>
<p>“A mediados de enero de 2000 llegó a Tijuana Sélimo, quien se entrevistó con el Mayel en el Bulevarcito, cerca del aeropuerto. Sélimo iba muy limitado de tiempo, ya que salía a las seis y media de regreso a la ciudad de México. Mientras platicaban, el Mayel se dirigió hacia el aeropuerto para dejar a Sélimo.</p>
<p>“Al llegar al aeropuerto se bajó César. Uno de sus acompañantes se acercó al Mayel, quien les indicó que estuvieran pendientes mientras conversaba con Sélimo sobre unas cuentas de narcotráfico. Estaba también un comandante que recibía la marihuana procedente de Morelia, la cual entregaba a César, quien con los agentes José Ricardo Rodríguez Torres, Rubén Cortés Flores, Miguel Ángel Crespo Zoloeta y Carlos Rafael Pineda Muñoz, se la hacían llegar al Mayel”.</p>
<p>Dijo conocer al Árabe o Luis Miguel, de origen árabe nacionalizado colombiano; habla cuatro o cinco idiomas. Se le desapareció al Mayel con 14 millones de dólares; en su lugar quedó el Masto, con las conexiones en Europa.</p>
<p>“Los barcos utilizados para transportar la cocaína de la agrupación del Mayel eran Don Pablo, Pámpano y Calipso, con permisos de pesca de tiburón o camarón que se aprovechaban para surcar aguas internacionales de las costas del Océano Pacífico, en donde recibían el narcótico enviado por los colombianos en lanchas, principalmente, por Omar Londoño, el Viejo.</p>
<p>“La intervención directa de Luis Octavio López, el Mandilón, Ricardo, el Pato, quien quedó a cargo del negocio del barco Don Pablo y le entregó 50 mil dólares al Mandilón para repararlo y un anticipo del pago de la tripulación, dinero que fue proporcionado por el Mayel.<br />
Contacto en altamar</p>
<p>“Al Párroco lo conocí en noviembre de 1999 en Tijuana, donde el Pato me lo presentó por órdenes del Mayel, cuando ambos fuimos a visitar la embarcación del Párroco, en el puerto de pesca El Causal, en Ensenada. Después de la presentación, le mostró la embarcación donde estaban los equipos de navegación y comunicación, el cuarto de maquinas y la bodega refrigerada con un compartimiento oculto.</p>
<p>“Durante tres o cuatro meses lo dejó de ver, hasta que el Mayel le dijo al Pato que los buscara porque ya tenía un compromiso con un grupo de colombianos en aguas internacionales para recoger cocaína y llevarla hasta Ensenada; una vez que los encontró se hizo una reunión en la oficina que asignó el Mayel para manejar la comunicación con los barcos; en esta reunión estuvieron presentes Ricardo, el Pato; Jorge Guevara, el Puto; Emanuel Guevara, Manuelito; Luis Octavio, el Mandilón, y el Párroco.</p>
<p>“El Párroco y Luis Octavio López, el Mandilón, capitanes de navegación, trazaron las rutas de ida y regreso y las coordenadas eran 106.00 con 5.00 cien con quinta y 100.00 con 6.00 cien con sexta, las cuales identificaban el sitio donde había ordenado el Indio, a quien le habían informado desde Colombia que ahí sería la entrega de cocaína. En esa reunión se acordaron la frecuencia de radio y las claves. Las coordenadas corresponden a un punto ubicado entre Manzanillo y Acapulco.</p>
<p>“Desde el puerto de Manzanillo al punto de entrega de la cocaína son cinco días de travesía. Se recogió la cocaína, que por información del Indio y el Mayel eran 2 mil 271 kilos en pacas de 20 kilogramos. Después de recibir la cocaína, la embarcación zarpó rumbo a Punta Telma, donde la gente del Mayel y el Primo la esperaban para despacharla del aeropuerto de Morelia y de ahí al de Tijuana.</p>
<p>“A menos de 12 horas de la entrega, el Mayel dio la instrucción de informar al Párroco que no entregara la droga en Punta Telma, que continuara hasta Ensenada, que por la muerte de los investigadores de la Procuraduría General de República encontrados en la Rumorosa, el comandante del aeropuerto de Tijuana le comentó que había llegado personal de esa dependencia y no podía recibirle el cargamento hasta que las cosas se calmaran”.</p>
<p>El Efra acompañaba a Ismael Higuera como su brazo derecho cuando se recibía la cocaína en Ensenada, y de forma conjunta organizaban el operativo para recibir la droga. Asimismo, Raúl refiere que él les informaba la fecha y hora de llegada del barco en que se transportaba la cocaína, así como el punto donde llegaba, casi siempre era cerca de la Bufadora; y que el destino que se le daba a la droga era Mexicali y Tijuana, para de ahí pasarla a Estados Unidos.</p>
<p>El 11 de abril de 2002, el testigo Raúl dijo que Joaquín Rodríguez Torres estaba presente en casi todas las reuniones que había con Ismael Higuera, ya que él era el contacto con los jefes policíacos de Baja California, y participaba en los patrullajes nocturnos que realizaba Ismael, en la recepción de cargamentos de cocaína propiedad de los hermanos Arellano Félix que llegaban en barcos a Ensenada. En la casa que se le denomina la Alberca, el testigo Raúl conoció a los hermanos Arellano Félix y a Ismael Higuera; recuerda haber visto al Alacrán en Tijuana, en el lugar denominado El Punto y la Casa del Billar.</p>
<p>“Conocí al Gritón en Mexicali a principios de 1997. Me pidió mi número de celular para localizarme, pues me indicó que me tenía un trabajo. Estuve a punto de no dárselo pues no simpaticé con él por su altanera y prepotente actitud. Llegué incluso a decirle a Josué García: ‘¿De donde sacaste a este pinche buey? Si no lo callas, lo saco a patadas’, y Josué me advirtió que era de cuidado.”</p>
<p>Raúl explicó que el trabajo consistía en falsificar unas credenciales que, además de los datos de identificación y la fotografía, incluían “un número que después supe se trataba de algún tipo de control, expedido por la contraloría del estado”.</p>
<p>El testigo dijo que “al terminar el trabajo, del cual la remuneración fue poca, ya que después supe que como intermediarios el Gritón y el Lalo se llevaron una tajada mucho mayor que el porcentaje que me correspondió, no volví a ver a estos individuos hasta que el Gritón me buscó para elaborar las credenciales del 98, las cuales eran con mayores candados, es decir, protección holográfica, elaboración en material de tipo PVC y códigos de barras. El Gritón me comentó tres días después que el trabajo iba a ser para los Arellano Félix, por esa razón mencionaba que si no le cumplía el trabajo, lo iban a matar”.<br />
http://www.voltairenet.org/article162951.html</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roma (Rome) – 1ª e 2ª temporadas]]></title>
<link>http://rblatt.wordpress.com/2009/11/25/roma-rome-%e2%80%93-1%c2%aa-e-2%c2%aa-temporadas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:08:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>rblatt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Roma (Rome) – 1ª e 2ª temporadas, seriado épico sobre a história de Roma de César a Augusto, dirigid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Roma (Rome) – 1ª e 2ª temporadas, </strong>seriado épico sobre a história de Roma de César a Augusto, dirigido por diversos, 2005-2007. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;"></span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Lúcio Voreno (Kevin McKidd) e Tito Pullo (Ray Stevenson) são o comandante e soldado da XIII Legião que involuntariamente participam de pontos nevrálgicos da história de Roma, a ascensão e morte de Caio Júlio César (Ciarán Hinds) e a queda da República, substituída pelo Império. Vemos as intrigas de Átia dos Júlio (Polly Walker) – a vil e manipuladora mãe de Caio Otavio ou Otaviano (Max Pirkis) e Otávia (Kerry Condon) – contra sua rival (não muito menos vil) Servília dos Júnio (Lindsay Duncan), amante preferida de César, que, por sua vez, trata o filho dela, Brutus (Tobias Menzies), como se fosse seu próprio filho. O começo da série mostra o Senado, centro do poder de Roma, tentando lidar com o crescente poderio de César, famoso por ter derrotado os gauleses de Vercingetórix (Giovanni Calcagno) e seu exército várias vezes mais numeroso que o dos romanos. Segue-se a disputa pelo poder. De um lado, querendo a manutenção da República e temendo sua iminente transformação em Império, Pompeu Magno (Kenneth Cranham), seus instigadores e fiéis seguidores Catão (Karl Johnson) e Cipião (Paul Jesson), juntamente com o volúvel Marcos Tulio Cícero (David Bamber) e Brutus. De outro, César e o desbocado, cruel, sarcástico e tirânico Marco Antonio (James Purefoy). Os interesses das partes nunca estão ligados verdadeiramente ao povo, mesmo que pessoas como Marco Antonio, César e Brutus sejam por este admirados. A manutenção de privilégios é o que mais guia estes personagens, sejam eles de origem nobre ou plebéia. (eu diria – pelo menos sob o ponto de vista da série – que as exceções seriam Brutus e Cássio, que realmente queriam preservar a república como ela fora idealizada, longe dos tiranos e ditadores). A primeira temporada trata desde a conquista da Gália até o assassinato de César. A segunda, desde a luta pela sucessão de César até a morte de Marco Antonio e Cleópatra e a assunção do poder de Roma por Otaviano (&#8220;Augusto&#8221;), herdeiro de César.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: A série é extremamente cativante, tem uma trilha sonora hipnotizante e mostra a história de Roma desde as vitórias de César na Gália até a investidura de Otaviano como o imperador Augusto. Conhecemos tal história através dos eventos que permeiam a vida de dois legionários eternamente em conflito, mas que, no fundo, nutrem um amor fraternal um pelo outro. E, nos depoimentos de atores, diretores e responsáveis por diversas áreas da produção, aprendemos interessantes hábitos da época. &#8220;Interessantes&#8221; é a palavra, apesar de muitos nos soarem abjetos – afinal, tratava-se de outra cultura.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Você se sente na própria Roma, as mulheres dão um show de interpretação, mostrando como manipulavam seus maridos e amantes, mesmo numa sociedade onde o homem tinha a última palavra. Bom, nem sempre, pois seus casamentos e outros pontos da vida social eram determinados por fatores políticos vigentes no momento.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Os DVDs da série oferecem uma versão (&#8220;Todos os Caminhos Levam a Roma&#8221;) onde o consultor de história da série, Jonathan Stamp, em vez de legendas, faz acompanhar o áudio por pequenas intervenções sob forma de quadros explicativos, que nos mostram o histórico de cada personagem importante, a situação política de Roma ou hábitos culturais peculiares ao local e período. Por exemplo:<br />
</span></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Pichações espalhando segredos de alcova dos patrícios, acusando senadores etc. eram muito comuns em todos os muros da cidade.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Os romanos tinham na disciplina e organização de seu Exército a chave para vencer inimigos numericamente muito superiores, como os gauleses, por exemplo. A formação em casco de tartaruga, uma compactação de soldados protegidos por seus escudos, tornava-se intransponível aos metais dos adversários. Os apitos e a posição dos elmos na cabeça dos comandantes sinalizavam as instruções aos soldados que iam se revezando da retaguarda à vanguarda em levas, de modo a que a vanguarda estivesse sempre munida por soldados mais descansados da luta corporal.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O senado tinha um porta-voz com jeito extremamente peculiar de gesticular e entoar as ordens do dia.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">&#8220;Dividir e conquistar&#8221; tornou-se lema de César e isto efetivamente favoreceu-lhe as conquistas.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Até o chicote tinha técnicas de aplicação que permitiam ferir, ferir profundamente ou matar – tudo na maior disciplina&#8230;<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Confissões somente tinham valor oficial se houvesse tortura envolvida<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Na cena em que, com um leve gesto, César ordena a retirada da cadeira de cônsul ao lado da sua, no centro do Senado, ele mostrava estar querendo dirigir os rumos de Roma sozinho.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">&#8220;Ditador&#8221; não era uma palavra deplorável, mas sim uma figura política da época, com período de poder delimitado em lei (que o demagogo César &#8220;esticou&#8221; para perpétuo).<br />
</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O sexto DVD da primeira temporada tem dois extras muito interessantes, de cerca de 20 minutos cada. &#8220;Ascensão de Roma&#8221; mostra os cuidados com a escolha das locações, dos figurinos (algo que particularmente não me toca muito) e, transcorridos cerca de 10 minutos, aí sim, chega parte bastante interessante – mostra-se como eram as opulentas e vibrantes &#8220;villas&#8221; dos patrícios, as asquerosas favelas de até sete andares dos cidadãos (com sua falta total de esgotos) e os cuidados para reconstruí-las com fidelidade (tanto que até os atores sofriam filmando nas favelas).<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"> O auge é &#8220;Em Roma&#8221;, o extra da primeira temporada, dividido em temas sobre a sociedade da época, como:<br />
</span></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Religião – a religião destes povos era instrumento para pedidos de vingança e/ou proteção, para oferendas a deuses violentos e/ou protetores, deuses de interesses conflitantes e que muitas vezes se combatiam. Destoando disto, num dos capítulos da série, vemos como o futuro imperador Augusto descrê destes deuses de comportamento humano e acredita num deus único, responsável pelos movimentos do Universo. De qualquer modo, como coloca o consultor Stamp, esta religião estava absolutamente desvinculada da moral como a conhecemos hoje, que tem origem judaico-cristã.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Escravidão: é possível que os escravos (que podiam ser vendidos como segunda mão ou alugados) fossem até 70% da população. Para os romanos, o pensamento era de que se tratava de uma escolha do escravo estar nesta situação, pois, caso contrário, por que ele não teria tirado sua própria vida? Stamp esclarece que escravos tinham uma versão do &#8220;sonho americano&#8221;, o &#8220;sonho romano&#8221;: a possibilidade de comprar sua liberdade. E a maioria até podia sonhar (sonhar!) com isto, pois apenas uma minoria vivia em regimes como os das minas, onde não esperavam sobreviver mais do que três meses. Os escravos &#8220;pessoais&#8221; tinham tanta intimidade com seus amos que estavam com eles até na hora do sexo, servindo-os, limpando-os&#8230; Por exemplo, Posca, o de César, era culto e dedicado, o que lhe favorecia (era o caso dos gregos, normalmente) e lhe deu o privilégio de obter de César a promessa de liberdade caso este morresse em batalha.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Arenas de gladiadores: antes do Coliseu, as arenas, palcos de lutas violentíssimas e sanguinolentas, eram pequenas, artesanais e montadas em qualquer local da cidade.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Sexo e comida eram os prazeres mais freqüentes e faziam parte das festividades sem pudor algum. O sexo inclusive era realizado na frente dos escravos, o que denota que estes eram absolutamente ignorados.<br />
</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O segundo DVD da segunda temporada traz um extra com a história de Marco Antônio e Cleópatra, já declamada por tantos poetas e escritores.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">A pergunta final: quem eram mesmo os bárbaros? Se os romanos chamavam seus vizinhos por esta alcunha, imagino como eles seriam&#8230; Roma era corrupta, imoral e devassa, uma permanente rede de intrigas, alianças que não se sustentavam e traições eram uma constante, até para os padrões de alguns políticos de hoje. Mas, no final, a humanidade caminha para frente, apesar de tudo&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Confesso que fiquei triste, mas muito mesmo em dois momentos: a derrota de Cícero (mesmo sendo ele volúvel e instável politicamente) e a batalha de Cássio e Brutus contra Otaviano (Augusto). Pelo que depreendi do seriado, três bons homens lutando pelo que julgavam ser o ideal do estado livre da tirania, do respeito à <em>res publica</em>, a coisa pública mantida pelo povo (mesmo que poucos do povo tivessem tal direito). E a gente torcendo para que os rumos da história tivessem sido outros.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">OBS</span>: minha adjetivação dos personagens decorre das impressões obtidas do seriado, com o apoio daquelas obtidas da Wikipédia.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fashionable Dos and Donts of White House State Dinner]]></title>
<link>http://niffyspector.wordpress.com/2009/11/25/84/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:01:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>niffyspector</dc:creator>
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<description><![CDATA[I love Inga Guen&#8217;s advice to the Politico reporter. She represents establishment Washington in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I love Inga Guen&#8217;s advice to the <a href="http://www.politico.com">Politico </a>reporter. She represents establishment Washington in such a sweet way, her accent is divine.</p>
<p><embed src='http://admin.brightcove.com/destination/player/player.swf' bgcolor='#FFFFFF' flashvars='viewerSecureGatewayURL=https://services.brightcove.com/services/amfgateway&#038;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&#038;cdnURL=http://admin.brightcove.com&#038;autoStart=false&#038;initVideoId=51431545001' base='http://admin.brightcove.com' name='bcPlayer' width='480' height='360' allowFullScreen='true' allowScriptAccess='always' seamlesstabbing='false' type='application/x-shockwave-flash' swLiveConnect='true' pluginspage='http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash' /></p>
<p>Of course Michelle Obama wore exactly the opposite of Inga Guen&#8217;s suggestions, opting for a beautiful cream offset with silver strapless gown (gotta show those guns!)</p>
<div id="attachment_89" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/obamas-and-india.jpg"><img class="size-medium wp-image-89" title="Was2730400" src="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/obamas-and-india.jpg?w=300" alt="" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">The Obamas and Indian Prime Minister, Manmohan Singh, and his wife, Gursharan Kaur</p></div>
<div id="attachment_90" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><a href="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/obams-in-love.jpg"><img class="size-medium wp-image-90" title="Was2730401" src="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/obams-in-love.jpg?w=250" alt="" width="250" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">The Obamas are so in love! The First Lady is wearing custom made Naeem Khan, an Indian American designer</p></div>
<div id="attachment_91" class="wp-caption aligncenter" style="width: 196px"><a href="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/desiree-in-cdg.jpg"><img class="size-medium wp-image-91" title="INDIA-USA/" src="http://niffyspector.wordpress.com/files/2009/11/desiree-in-cdg.jpg?w=186" alt="" width="186" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Props to White House Social Secretary Desiree Rogers for organizing the event and arriving in daring Comme des Garcons</p></div>
<p>Naeem Khan appeared on Larry King live last night and spoke about what an honor it was for the First Lady to wear his dress.</p>
<p>﻿<a href="http://mrs-o.org/newdata/2009/11/24/mrs-o-sparkles-in-naeem-khan.html">Mr. Khan relayed that he designed 3 or 4 gowns for the event, which were coordinated through Ikram Goldman in Chicago. The brief had been &#8220;Indian, chic, simple, but very glamorous.&#8221; With that, Mr. Khan chose the color, embroidery, cut and all other aspects of the gowns. He called the moment of seeing the first lady in his design, &#8220;So joyous,&#8221; continuing, &#8220;For me to be part of this historic occasion, being Indian, it is beyond amazing. It is an incredible moment for me.&#8221;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roma (Rome)]]></title>
<link>http://rblatt.wordpress.com/2009/11/25/roma-rome/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>rblatt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Roma (Rome) – 1ª e 2ª temporadas, seriado épico sobre a história de Roma de César a Augusto, dirigid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Roma (Rome) – 1ª e 2ª temporadas, </strong>seriado épico sobre a história de Roma de César a Augusto, dirigido por diversos, 2005-2007. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;"></span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Lúcio Voreno (Kevin McKidd) e Tito Pullo (Ray Stevenson) são o comandante e soldado da XIII Legião que involuntariamente participam de pontos nevrálgicos da história de Roma, a ascensão e morte de Caio Júlio César (Ciarán Hinds) e a queda da República, substituída pelo Império. Vemos as intrigas de Átia dos Júlio (Polly Walker) – a vil e manipuladora mãe de Caio Otavio ou Otaviano (Max Pirkis) e Otávia (Kerry Condon) – contra sua rival (não muito menos vil) Servília dos Júnio (Lindsay Duncan), amante preferida de César, que, por sua vez, trata o filho dela, Brutus (Tobias Menzies), como se fosse seu próprio filho. O começo da série mostra o Senado, centro do poder de Roma, tentando lidar com o crescente poderio de César, famoso por ter derrotado os gauleses de Vercingetórix (Giovanni Calcagno) e seu exército várias vezes mais numeroso que o dos romanos. Segue-se a disputa pelo poder. De um lado, querendo a manutenção da República e temendo sua iminente transformação em Império, Pompeu Magno (Kenneth Cranham), seus instigadores e fiéis seguidores Catão (Karl Johnson) e Cipião (Paul Jesson), juntamente com o volúvel Marcos Tulio Cícero (David Bamber) e Brutus. De outro, César e o desbocado, cruel, sarcástico e tirânico Marco Antonio (James Purefoy). Os interesses das partes nunca estão ligados verdadeiramente ao povo, mesmo que pessoas como Marco Antonio, César e Brutus sejam por este admirados. A manutenção de privilégios é o que mais guia estes personagens, sejam eles de origem nobre ou plebéia. (eu diria – pelo menos sob o ponto de vista da série – que as exceções seriam Brutus e Cássio, que realmente queriam preservar a república como ela fora idealizada, longe dos tiranos e ditadores). A primeira temporada trata desde a conquista da Gália até o assassinato de César. A segunda, desde a luta pela sucessão de César até a morte de Marco Antonio e Cleópatra e a assunção do poder de Roma por Otaviano (&#8220;Augusto&#8221;), herdeiro de César.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: A série é extremamente cativante, tem uma trilha sonora hipnotizante e mostra a história de Roma desde as vitórias de César na Gália até a investidura de Otaviano como o imperador Augusto. Conhecemos tal história através dos eventos que permeiam a vida de dois legionários eternamente em conflito, mas que, no fundo, nutrem um amor fraternal um pelo outro. E, nos depoimentos de atores, diretores e responsáveis por diversas áreas da produção, aprendemos interessantes hábitos da época. &#8220;Interessantes&#8221; é a palavra, apesar de muitos nos soarem abjetos – afinal, tratava-se de outra cultura. </span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Você se sente na própria Roma, as mulheres dão um show de interpretação, mostrando como manipulavam seus maridos e amantes, mesmo numa sociedade onde o homem tinha a última palavra. Bom, nem sempre, pois seus casamentos e outros pontos da vida social eram determinados por fatores políticos vigentes no momento.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Os DVDs da série oferecem uma versão (&#8220;Todos os Caminhos Levam a Roma&#8221;) onde o consultor de história da série, Jonathan Stamp, em vez de legendas, faz acompanhar o áudio por pequenas intervenções sob forma de quadros explicativos, que nos mostram o histórico de cada personagem importante, a situação política de Roma ou hábitos culturais peculiares ao local e período. Por exemplo:<br />
</span></p>
<ul>
<li><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--> &#60;!&#8211;  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Wingdings; 	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:2; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face 	{font-family:&#8221;Cambria Math&#8221;; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1593833729 1073750107 16 0 415 0;} @font-face 	{font-family:Tahoma; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-520082689 -1073717157 41 0 66047 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:&#8221;"; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&#8221;Tahoma&#8221;,&#8221;sans-serif&#8221;; 	mso-fareast-font-family:&#8221;Times New Roman&#8221;; 	mso-bidi-font-family:&#8221;Times New Roman&#8221;;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Tahoma; 	mso-hansi-font-family:Tahoma;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:801579553; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:752795984 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1 	{mso-level-number-format:bullet; 	mso-level-text:; 	mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	text-indent:-18.0pt; 	font-family:Symbol;} ol 	{margin-bottom:0cm;} ul 	{margin-bottom:0cm;} &#8211;&#62; <!--[if gte mso 10]&#62;--><br />
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	{mso-style-name:&#8221;Tabela normal&#8221;;<br />
	mso-tstyle-rowband-size:0;<br />
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	font-family:&#8221;Tahoma&#8221;,&#8221;sans-serif&#8221;;<br />
	mso-bidi-font-family:&#8221;Times New Roman&#8221;;}<br />
 <span style="font-size:10.5pt;font-family:&#34;">Pichações      espalhando segredos de alcova dos patrícios, acusando senadores etc. eram      muito comuns em todos os muros da cidade.</span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"> </span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Os romanos tinham na disciplina e organização de seu Exército a chave para vencer inimigos numericamente muito superiores, como os gauleses, por exemplo. A formação em casco de tartaruga, uma compactação de soldados protegidos por seus escudos, tornava-se intransponível aos metais dos adversários. Os apitos e a posição dos elmos na cabeça dos comandantes sinalizavam as instruções aos soldados que iam se revezando da retaguarda à vanguarda em levas, de modo a que a vanguarda estivesse sempre munida por soldados mais descansados da luta corporal.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O senado tinha um porta-voz com jeito extremamente peculiar de gesticular e entoar as ordens do dia.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">&#8220;Dividir e conquistar&#8221; tornou-se lema de César e isto efetivamente favoreceu-lhe as conquistas.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Até o chicote tinha técnicas de aplicação que permitiam ferir, ferir profundamente ou matar – tudo na maior disciplina&#8230;<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Confissões somente tinham valor oficial se houvesse tortura envolvida<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Na cena em que, com um leve gesto, César ordena a retirada da cadeira de cônsul ao lado da sua, no centro do Senado, ele mostrava estar querendo dirigir os rumos de Roma sozinho.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">&#8220;Ditador&#8221; não era uma palavra deplorável, mas sim uma figura política da época, com período de poder delimitado em lei (que o demagogo César &#8220;esticou&#8221; para perpétuo).<br />
</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O sexto DVD da primeira temporada tem dois extras muito interessantes, de cerca de 20 minutos cada. &#8220;Ascensão de Roma&#8221; mostra os cuidados com a escolha das locações, dos figurinos (algo que particularmente não me toca muito) e, transcorridos cerca de 10 minutos, aí sim, chega parte bastante interessante – mostra-se como eram as opulentas e vibrantes &#8220;villas&#8221; dos patrícios, as asquerosas favelas de até sete andares dos cidadãos (com sua falta total de esgotos) e os cuidados para reconstruí-las com fidelidade (tanto que até os atores sofriam filmando nas favelas).<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"> O auge é &#8220;Em Roma&#8221;, o extra da primeira temporada, dividido em temas sobre a sociedade da época, como:<br />
</span></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Religião – a religião destes povos era instrumento para pedidos de vingança e/ou proteção, para oferendas a deuses violentos e/ou protetores, deuses de interesses conflitantes e que muitas vezes se combatiam. Destoando disto, num dos capítulos da série, vemos como o futuro imperador Augusto descrê destes deuses de comportamento humano e acredita num deus único, responsável pelos movimentos do Universo. De qualquer modo, como coloca o consultor Stamp, esta religião estava absolutamente desvinculada da moral como a conhecemos hoje, que tem origem judaico-cristã.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Escravidão: é possível que os escravos (que podiam ser vendidos como segunda mão ou alugados) fossem até 70% da população. Para os romanos, o pensamento era de que se tratava de uma escolha do escravo estar nesta situação, pois, caso contrário, por que ele não teria tirado sua própria vida? Stamp esclarece que escravos tinham uma versão do &#8220;sonho americano&#8221;, o &#8220;sonho romano&#8221;: a possibilidade de comprar sua liberdade. E a maioria até podia sonhar (sonhar!) com isto, pois apenas uma minoria vivia em regimes como os das minas, onde não esperavam sobreviver mais do que três meses. Os escravos &#8220;pessoais&#8221; tinham tanta intimidade com seus amos que estavam com eles até na hora do sexo, servindo-os, limpando-os&#8230; Por exemplo, Posca, o de César, era culto e dedicado, o que lhe favorecia (era o caso dos gregos, normalmente) e lhe deu o privilégio de obter de César a promessa de liberdade caso este morresse em batalha.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Arenas de gladiadores: antes do Coliseu, as arenas, palcos de lutas violentíssimas e sanguinolentas, eram pequenas, artesanais e montadas em qualquer local da cidade.<br />
</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Sexo e comida eram os prazeres mais freqüentes e faziam parte das festividades sem pudor algum. O sexo inclusive era realizado na frente dos escravos, o que denota que estes eram absolutamente ignorados.<br />
</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">O segundo DVD da segunda temporada traz um extra com a história de Marco Antônio e Cleópatra, já declamada por tantos poetas e escritores.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">A pergunta final: quem eram mesmo os bárbaros? Se os romanos chamavam seus vizinhos por esta alcunha, imagino como eles seriam&#8230; Roma era corrupta, imoral e devassa, uma permanente rede de intrigas, alianças que não se sustentavam e traições eram uma constante, até para os padrões de alguns políticos de hoje. Mas, no final, a humanidade caminha para frente, apesar de tudo&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Confesso que fiquei triste, mas muito mesmo em dois momentos: a derrota de Cícero (mesmo sendo ele volúvel e instável politicamente) e a batalha de Cássio e Brutus contra Otaviano (Augusto). Pelo que depreendi do seriado, três bons homens lutando pelo que julgavam ser o ideal do estado livre da tirania, do respeito à <em>res publica</em>, a coisa pública mantida pelo povo (mesmo que poucos do povo tivessem tal direito). E a gente torcendo para que os rumos da história tivessem sido outros.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">OBS</span>: minha adjetivação dos personagens decorre das impressões obtidas do seriado, com o apoio daquelas obtidas da Wikipédia.<br />
</span></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:663px;width:1px;height:1px;"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Wingdings; 	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:2; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1593833729 1073750107 16 0 415 0;} @font-face 	{font-family:Tahoma; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-520082689 -1073717157 41 0 66047 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Tahoma","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Tahoma; 	mso-hansi-font-family:Tahoma;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:801579553; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:752795984 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1 	{mso-level-number-format:bullet; 	mso-level-text:; 	mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	text-indent:-18.0pt; 	font-family:Symbol;} ol 	{margin-bottom:0cm;} ul 	{margin-bottom:0cm;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&#34;Tabela normal&#34;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:&#34;&#34;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&#34;Tahoma&#34;,&#34;sans-serif&#34;; 	mso-bidi-font-family:&#34;Times New Roman&#34;;} --> <!--[endif]--></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="color:#1f497d;text-align:justify;"><span style="font-size:10.5pt;font-family:&#38;">Pichações      espalhando segredos de alcova dos patrícios, acusando senadores etc. eram      muito comuns em todos os muros da cidade.</span></li>
</ul>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El George W. Bush español]]></title>
<link>http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/2009/11/25/el-george-w-bush-espanol/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:43:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>germanteruel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Existe un consenso generalizado, incluso entre los que votaron por él, de que George W. Bush ha sido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/files/2009/10/labuenaprensa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-126" title="labuenaprensa" src="http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/files/2009/10/labuenaprensa.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /></a>Existe un consenso generalizado, incluso entre los que votaron por él, de que George W. Bush ha sido el peor presidente de Estados Unidos que se recuerda y que ha infligido a Estados Unidos un daño a largo plazo que, en algunos casos, tardará generaciones en repararse. Sus «proezas» en política exterior son famosas y han tenido como consecuencia la erosión de la reputación y la influencia de Estados Unidos y la pérdida de respeto, además de llevar al país a un abismo sin precedentes. Económicamente heredó un mercado sólido y unas políticas fiscales y monetarias responsables. Todo lo que tenía que hacer Bush era seguir en la misma línea, pero manteniéndose alerta. Su negligente forma de hacer las cosas, no sus políticas, fueron lo que facilitó que se produjera la catastrófica crisis del otoño de 2008. La herida más profunda se ha producido en el terreno de lo social. Con sus políticas, pero sobre todo con su actitud y su retórica, agrandó las divisiones políticas, acentuó las diferencias sociales y prácticamente satanizó a la oposición. Lo más destacable de su persona era su impresionante desconocimiento de sí mismo, el increíble desajuste entre la percepción que tenía de sí y la que tenían los demás.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Está claro que España no es Estados Unidos. Pero hay unos parecidos asombrosos entre el daño que causó Bush y el que está causando José Luis Rodríguez Zapatero, y que de hecho, también se debe a su personalidad. Incluso muchos de los que antes defendían a Zapatero están empezando a pensar que la historia lo juzgará como el George W. Bush español. En política exterior, no recuerdo un declive tan precipitado en la influencia o el estatus de ningún Estado miembro de la UE. Cuando Zapatero asumió el cargo, España, gracias a sus logros internos y al sobrio liderazgo de sus dos predecesores, -junto con la siempre elevada profesionalidad del cuerpo diplomático español-, había llegado a considerarse parte del club de líderes. Nada que tuviera trascendencia sucedía en Europa sin el «consejo y el consentimiento» de facto de España. En la escena mundial, su relación especial con Iberoamérica y un importante papel mediador entre Europa y Estados Unidos, -aunque sin el bagaje de los británicos-, subrayaba la importancia de España. Actualmente, en parte como consecuencia de la propia imagen del Presidente español, -a pesar de las «matizaciones» del Elíseo-, y en parte por una reivindicación extrema, al estilo de Grecia, de los intereses españoles, y también, en parte, por una ausencia casi total de iniciativa y liderazgo europeos, Zapatero está en la photo-finish con Berlusconi en la cola de la liga de los líderes de grandes Estados. Y a España se la trata como a un pasajero problemático en el barco o como a un cliente al que comprar y vender. En el plano internacional, gestos como su insulto infantil a la bandera estadounidense y unas poses torpes en otros escenarios internacionales, que ni siquiera su muy capaz ministro de Exteriores puede enmendar, han hecho que España sea sencillamente irrelevante en la mayoría de las crisis mundiales, un actor principiante, aunque consiguió entrar por los pelos en el G-20.</p>
<p style="text-align:justify;">Económicamente, todo lo que Zapatero tenía que hacer era seguir diligentemente la ruta marcada por Aznar y tener cuidado con los icebergs. En lugar de ello, se quedó dormido en el puente de mando. Su negligencia es igual de flagrante que la de Bush, enmascarada durante un tiempo por la situación mundial. Ahora que otros países empiezan a recuperarse, la espantosa situación a la que ha llevado la mala gestión económica de Zapatero está a la vista de todos. España vuelve a ser el enfermo de Europa.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, a la larga, lo que se juzgará como la herida más duradera será el impacto de su manera de hacer en la estructura política del país. Independientemente de la opinión que se tenga en materia de política social, uno no puede sino deplorar su retórica polarizadora, su gusto por el enfrentamiento cultural, su satanización de sus adversarios y su vulgar forma de abordar cuestiones delicadas como la historia reciente o el tema del aborto. Zapatero es un verdadero Bush español. Su complicidad oportunista con el Estatuto de Autonomía catalán, que ahora se ha convertido en modelo para un nuevo acuerdo constitucional, desastroso, en marcha en las otras regiones de España, agrava todavía más las cosas. En España, por motivos históricos, el federalismo clásico nunca se ha intentado. De los Estados de más éxito del mundo, muchos son federales; piensen en Alemania, Australia, Canadá o Estados Unidos. ¿El secreto? Una identidad nacional fuerte y unificadora con una descentralización pragmática del poder que tiene como consecuencia un sistema de Gobierno eficaz que da a los ciudadanos el control de su vida. El Estatuto catalán, por su vocabulario e interpretación política de la identidad catalana, representa un degenerado paso hacia atrás de la estructura constitucional y de cualquier modelo federal. Vuelve a los años veinte, a la caída del Imperio Otomano y al renacimiento de los Estados nacionales liberados. En ese mundo, la imaginación política no podía concebir un pueblo que no fuera «puro», «orgánico», que en cambio fuera multicultural o multiétnico. No sé si esa es para alguien la solución «progresista». En mi opinión, son sólo infames «Regímenes de Minorías», que reconocen, igual que hace el Estatuto catalán, la identidad nacional separada de estas minorías y les concede diversos grados de autonomía. Esta forma de pensar en este ámbito dio lugar más adelante a los amargos y patológicos resultados de la limpieza étnica. En sus aspectos menos enfermizos, aviva los llamamientos tribales al cese de la convivencia, y en su interpretación común resulta sencillamente desmoralizadora por su incapacidad de replantear como una expresión de la España moderna a un único pueblo español rico y unido en su diversidad, demostrando esa característica esencial de Europa: una Tolerancia Constitucional que se alegra de definir comunidad y nación en términos inclusivos traspasando las líneas anticuadas de «lo ajeno». El acuerdo constitucional que actualmente se debate en España no es un regreso al futuro, sino un salto hacia el pasado, del que la mayor parte de Europa se ha librado. No es sólo un deprimente fracaso espiritual. Bélgica optó por un camino similar y los sucesivos y desastrosos acuerdos constitucionales ahora se han afianzado en miniestructuras de poder interesadas que hacen que el país sea cuasi disfuncional. Al igual que pasó en Bélgica, una vez que se ha salido, será imposible volver a meter la pasta de dientes en el tubo.</p>
<p style="text-align:justify;">El Estatuto catalán también incluía una divisiva «ley de derechos», consecuencia de una emboscada constitucional por parte de la extrema izquierda. Deus ex machine; las demás regiones quieren lo mismo. ¿Derechos humanos y este tribalismo? Casi una contradicción en sus propios términos.</p>
<p style="text-align:justify;">Zapatero, más preocupado por su destino político electoral y el de su partido, les siguió alegremente el juego y respaldó este proyecto tan poco imaginativo para el futuro de España. No subestimo su perspicacia política. ¡Bush también salió elegido para un segundo mandato! Pero la complicidad en el desmembramiento constitucional de la nación española es el acto de un político de tres al cuarto, no el de un hombre de Estado, algo que el Tribunal Constitucional debería tener en mente. La historia será implacable si no lo hace. Muchos de ustedes rezongarán que quién soy yo, un judío estadounidense, para darles a los españoles un sermón sobre sus asuntos internos. Y yo les puedo responder en un tono desafiante que quiénes son ustedes para poner objeciones. España es uno de los pocos países cuya profunda influencia a la hora de dar forma al mundo en el que vivimos y en el que seguiremos viviendo durante siglos lo convierte -metafóricamente hablando, por supuesto- en patrimonio de todos los ciudadanos del mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">En cierto sentido, todos somos españoles; y ustedes, los ciudadanos de España, en cierto sentido, no son más que los guardianes, los fiduciarios de ese gran patrimonio mundial llamado España y la nación española. Tengan cuidado de que su George W. Bush no consiga traicionar su confianza, la confianza de todos nosotros.</p>
<p><em><strong>J. H. H. WEILER, </strong>Catedrático de la Facultad de Derecho de la Universidad de Nueva York y Catedrático Honorario de la Universidad de Londres &#8211; <strong>Tribuna de ABC &#8211; Miércoles, 25 de noviembre de 2009</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CNT/Sensus: Aécio Neves comenta chapa puro sangue do PSDB e diz que cenário deve alterar muito nos próximos meses]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/25/cntsensus-aecio-neves-comenta-chapa-puro-sangue-do-psdb-e-diz-que-cenario-deve-alterar-muiti-nos-proximos-meses/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:17:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[E o crescimento da Dilma?  Vi um crescimento da ministra Dilma principalmente no nível de conhecimen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>E o crescimento da Dilma?</strong> </p>
<p>Vi um crescimento da ministra Dilma principalmente no nível de conhecimento. Se não estou enganado, me lembro que nós tínhamos um índice de conhecimento muito parecido no início do ano, a ministra Dilma e eu. Ela hoje é desconhecida por apenas 13% da população e acho que o crescimento que ela vem tendo, mérito dela e talvez do presidente Lula, não acompanha na mesma proporção o índice de conhecimento. O índice de intenção de voto dela não acompanha o crescimento que ela vem tendo no conhecimento da população. </p>
<p>Então, acho que é o que eu disse: não acredito que vamos ter mudanças profundas que possam alterar radicalmente o quadro daqui até lá. É natural que os que tenham mais exposição, o candidato que tem uma presença mais firme e mais forte na mídia cresçam alguns pontos. Eu acredito em mudança na pesquisa ou pelo menos na consolidação das pesquisas após o início da campanha eleitoral, após a homologação dos candidatos, a definição das chapas e o início da propaganda eleitoral. </p>
<p><strong>E a chapa puro sangue?</strong> </p>
<p>Não acho que ela seja útil ao processo. Repito o que tenho dito sempre, acho que é natural que compartilhemos a nossa chapa com outros partidos que estejam do mesmo campo que nós. </p>
<p><strong>E o senhor e o Ciro?</strong> </p>
<p>Tenho uma amizade com o Ciro que independe dos humores de A ou de B. O Ciro foi companheiro nosso no PSDB, tenho por ele um respeito pessoal muito grande e vejo nessa pesquisa uma sinalização também que eu diria interessante. </p>
<p><strong>Pesquisas eleitorais.</strong> </p>
<p>As coisas estão caminhando. Como eu disse para vocês, essas pesquisas daqui por diante tendem a expressar algo muito parecido. Mas hoje a minha vinda aqui é realmente para dar um abraço no Oscar, ver que ele está realmente recuperado. Espero que ele possa estar conosco lá na inauguração da obra, que é a grande obra hoje em execução do Oscar Niemeyer no Brasil. Uma obra extraordinária, que está criando um vetor novo de crescimento para a cidade de Belo Horizonte. Depois da Pampulha, é a mais importante obra de desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e que vem com a marca do gênio, a marca do Niemeyer. </p>
<p><strong>No final, quando o senhor fala que é um resultado interessante aquela chapa do senhor com o Ciro Gomes, o senhor quer dizer o seguinte: “que precisa ser melhor analisada pelo meio político”?</strong> </p>
<p>Não. Acho que o que eu tinha que dizer era isso. Repito, o que disse anteriormente: estou muito feliz porque nas três vezes que sou colocado participando de uma chapa, nós estamos liderando as três simulações. E acho que o índice baixo de rejeição e também de conhecimento é um fator estimulante neste momento. </p>
<p><strong>O governador José Serra não teve esse mesmo desempenho.</strong> </p>
<p>Mas ele teve um bom desempenho. Está liderando as pesquisas. Acho que o PSDB está muito bem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Globo: "Aécio vê 'cenário interessante' com Ciro"]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/25/o-globo-aecio-ve-cenario-interessante-com-ciro/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:03:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
<guid>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/25/o-globo-aecio-ve-cenario-interessante-com-ciro/</guid>
<description><![CDATA[AÉCIO E NIEMEYER no escritório do arquiteto, que projetou a nova sede administrativa do governo mine]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong>AÉCIO E NIEMEYER</strong> no escritório do arquiteto, que projetou a nova sede administrativa do governo mineiro </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <em><span style="text-decoration:underline;">Jornal O Globo</span></em></p>
<p>Em mais uma visita ao Rio, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), demonstrou simpatia por uma eventual candidatura à Presidência na mesma chapa do deputado federal Ciro Gomes (PSB). Segundo a pesquisa CNT/Sensus divulgada na segunda-feira, uma chapa Aécio/Ciro teria 32,4% dos votos contra 26,6% da candidatura Dilma/Temer. </p>
<p>O tucano esteve no Rio para visitar o arquiteto Oscar Niemeyer, que projeta o novo centro administrativo do governo mineiro. Aécioconsiderou &#8220;interessante&#8221; o cenário com Ciro: <br />
- Tenho uma amizade com o Ciro que independe dos humores de A ou B. Ele foi companheiro nosso no PSDB e vejo nessa pesquisa uma sinalização que eu diria interessante &#8211; disse o mineiro, que disputa com o governador de São Paulo e líder nas pesquisas, José Serra, a candidatura pelo PSDB. Ciro e Serra não escondem o quanto se detestam. </p>
<p>Ainda sobre a pesquisa, Aécio disse que o fato de a ministra ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT, estar ficando mais conhecida não está se convertendo em votos. O governador lembrou que Dilma hoje é desconhecida por apenas 13% da população, mas que as intenções de voto nela não subiram significativamente.</p>
<p>Link: <a href="http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/11/25/aecio-ve-cenario-interessante-com-ciro/?searchterm=A%C3%A9cio%20Neves">http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/11/25/aecio-ve-cenario-interessante-com-ciro/?searchterm=Aécio%20Neves</a></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoffman conceeds.....again....]]></title>
<link>http://politicaldog101.com/2009/11/24/hoffman-conceeds-again/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 03:40:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>jamesb101</dc:creator>
<guid>http://politicaldog101.com/2009/11/24/hoffman-conceeds-again/</guid>
<description><![CDATA[This time it is really over&#8230;..from Politico&#8230;..Hoffman’s recalcitrance came as local elec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>This time it is really over&#8230;..from Politico&#8230;..Hoffman’s recalcitrance came as local election officials revealed they undercounted his vote in several counties, narrowing his deficit from around 5,000 votes to about 3,000 votes — with more than 7,000 absentee and military ballots left to be counted.</p>
<p>But as the absentee votes were tallied, it became clear that Hoffman had no chance to close the deficit — in fact, Hoffman actually lost ground after all the absentees were tallied.</p>
<p>Can we not move on?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Masa crítica. El cambio se acerca… ]]></title>
<link>http://cotorrasconleonel.wordpress.com/2009/11/25/masa-critica-el-cambio-se-acerca%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 01:28:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Féliz-Camilo</dc:creator>
<guid>http://cotorrasconleonel.wordpress.com/2009/11/25/masa-critica-el-cambio-se-acerca%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[Hablamos de esperanza, hablamos de cambio, hablamos de fe y siempre con la firme convicción de que e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hablamos de esperanza, hablamos de cambio, hablamos de fe y siempre con la firme convicción de que el cambio definitivo, -revolucionario-, está <a href="http://cotorrasconleonel.wordpress.com/files/2009/11/ona_l.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-76" title="ona_l" src="http://cotorrasconleonel.wordpress.com/files/2009/11/ona_l.jpg?w=300" alt="" width="300" height="198" /></a>cerca…</p>
<p>Entendemos la frustración y el dolor, la impotencia y la irritación ante un sistema profundamente perverso, corrupto, descarado y cínico que nos lleva a la decepción y a la perdida de la fe…</p>
<p>Entendemos el rechazo por la política y a pesar de esto invitamos insistentemente a nuestros amigos a involucrarse en el proceso. A ingresar a los partidos, a los grupos culturales, a los clubes y juntas de vecinos. A hacer oír sus voces, ¡A efectuar el cambio desde adentro!</p>
<p>Muchos lo han entendido y gracias a ellos nuestra sociedad se acerca a su “masa crítica”, como lo describió Ken Keyes Jr. en “The 100th Monkey”. Llega un momento en las sociedades en el que suficientes personas adquieren conciencia y el cambio, cual avalancha, se hace inevitable…</p>
<p>La revolución francesa, la independencia de Haití, la separación de las trece colonias de Inglaterra, la abolición de la esclavitud, los movimientos por los derechos civiles, el desarrollo de los derechos laborales y sindicales, el derecho al voto de las mujeres y de los negros, el final de los gobiernos dictatoriales en nuestro hemisferio, la caída del muro de Berlín son todos ejemplos de momentos en los que sociedades alcanzaron sus masas críticas…</p>
<p>Los escándalos de corrupción que nos han lacerado en los últimos años no son expresiones de una sociedad podrida, son mas bien expresiones de una sociedad que ya no tolera ese tipo de inconductas…</p>
<p>Es imprescindible entenderlo para no desanimarnos en la lucha, para no perder la fe y para no perder la perspectiva. Como sociedad nos acercamos a nuestra masa crítica…un día simplemente nos daremos cuenta que todo cambió, que nada es ya lo mismo y que nunca volverá a serlo…ese día será el comienzo del cambio…y ese día está cerca…</p>
<p>“Lo único necesario para que triunfe el mal es que los hombres buenos no hagan nada” Edmund Burke</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Churrascão de político...]]></title>
<link>http://jowcartoons.wordpress.com/2009/11/24/churrascao-de-politico/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:53:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>manojow</dc:creator>
<guid>http://jowcartoons.wordpress.com/2009/11/24/churrascao-de-politico/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jowcartoons.wordpress.com/files/2009/11/684.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2175" title="684" src="http://jowcartoons.wordpress.com/files/2009/11/684.jpg" alt="" width="450" height="149" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Discurso de político...]]></title>
<link>http://jowcartoons.wordpress.com/2009/11/24/discurso-de-politico/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:45:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>manojow</dc:creator>
<guid>http://jowcartoons.wordpress.com/2009/11/24/discurso-de-politico/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jowcartoons.wordpress.com/files/2009/11/charge16x07x.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2166" title="charge16x07x" src="http://jowcartoons.wordpress.com/files/2009/11/charge16x07x.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Correio Braziliense: "DEM defende Aécio como candidato da oposição"]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/24/correio-braziliense-dem-defende-aecio-como-candidato-da-oposicao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:18:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
<guid>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/24/correio-braziliense-dem-defende-aecio-como-candidato-da-oposicao/</guid>
<description><![CDATA[DEM defende Aécio como candidato da oposição Fonte: Alessandra Mello e Juliana Cipriani &#8211; Corr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong>DEM defende Aécio como candidato da oposição</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong><em><span style="text-decoration:underline;"> Alessandra Mello e Juliana Cipriani &#8211; Correio Braziliense</span></em></p>
<p>O presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia (RJ), disse na segunda-feira (23/11) que a única chance de a oposição vencer as eleições presidenciais do ano que vem é escolhendo como candidato o governador Aécio Neves (PSDB). Para o parlamentar, Aécio tem mais condições do que o governador de São Paulo, José Serra, que também postula a indicação para disputar o Palácio do Planalto, de agregar apoio, principalmente entre os partidos que compõem a base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Nossa aliança é com o PSDB, mas para ganhar é com o Aécio”, disse Maia, que esteve na sede do partido em Belo Horizonte, onde foi lançado um sistema de integração da base de dados via internet.</p>
<p>Com os altos índices de avaliação do governo Lula, na opinião de Rodrigo Maia, é preciso criar um fato novo. “Nesse processo, o fato novo que tira partidos da base e desarticula a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, é o governador de Minas”, afirmou. Maia considera positiva a aproximação de Aécio com o deputado federal Ciro Gomes (PSB) e afirmou que tanto ele como partidos como PP e PTB são bem vindos. Maia fez questão de destacar que sua defesa do nome de Aécio não significa nenhuma critica ao governador paulista. “Éque o presidente Lula tem a aprovação de 80% da população e precisamos entrar na sua base política para conseguir vencer essa eleição, que vai se dificílima”, defendeu.</p>
<p>Segundo Rodrigo Maia, PPS e o DEM estão “aflitos” com a indefinição sobre quem será o candidato tucano. O governador mineiro e a maioria dos diretórios do PSDB quer que essa definição ocorra até o fim do ano, mas Serra prefere que ela fique para março. Para o dirigente, é um risco deixar o presidente Lula fazendo pré-campanha sozinho e usando a máquina. “O governo, apesar de já está com índices expressivos de popularidade aumenta mais ainda , na minha avaliação exatamente porque o Lula navega sozinho e a oposição ainda está se organizando”, disse.</p>
<p>Maia garantiu que, independentemente de quem seja o candidato, DEM, PPS e PSDB vão estar juntos na disputa presidencial. Apesar da “aflição”, ele disse que o DEM vai respeitar o prazo que o PSDB definir. Também minimizou as sucessivas quedas de Serra nas pesquisas eleitorais. “É natural que num processo onde só o governo está no jogo e abusando da máquina pública qualquer um que estivesse com 40% ia cair”, afirmou. Para Maia, o candidato da oposição, seja qual for, chegará em junho com mais do que 30% da preferência do eleitorado e a partir daí será um novo jogo. O presidente do DEM se reuniu com o vice-governador Antonio Augusto Anastasia, pré-candidato à sucessão do Palácio da Liberdade, para tratar da aliança regional. O partido quer reeditar a aliança que elegeu o governador Aécio Neves nos dois mandatos, com o DEM participando da chapa majoritária, seja na vaga de vice ou de senador.</p>
<p><strong><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/11/24/politica,i=156615/DEM+DEFENDE+AECIO+COMO+CANDIDATO+DA+OPOSICAO.shtml" target="_blank">Link da matéria</a>  </strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bishops Fight for Immigrants' Health Care?]]></title>
<link>http://marianronan.wordpress.com/2009/11/24/bishops-fight-for-immigrant-health-care/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:57:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marian Ronan</dc:creator>
<guid>http://marianronan.wordpress.com/2009/11/24/bishops-fight-for-immigrant-health-care/</guid>
<description><![CDATA[Yesterday in Politico  Jeanne Cummings discussed the US Catholic bishops involvement in the current ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Yesterday in <em>Politico</em>  <a title="Link to Politico article &#34;Bishops Flex Musceles in Health Care Debate&#34;" href="http://news.yahoo.com/s/politico/20091123/pl_politico/29829_1" target="_blank">Jeanne Cummings discussed the US Catholic bishops involvement in the current health care debate </a>as I did a few days ago. Catholic pressure in the debate is significant, Cummings maintains, because Catholics comprise the single largest religious group in Congress&#8211;30%&#8211;and extend across party lines.</p>
<p>In the health care debate, Cummings goes on to say, the bishops have consistently identified three priorities: abortion, freedom of conscience clauses, and the rights of immigrants.  But it seems unlikely the bishops will put anything like the kind of effort into immigrant rights that they have put into the abortion question:</p>
<p>“&#8217;I don’t think the Catholics in the pews will get quite as focused on a message of immigrants as they have been on the question of abortion,&#8217; said Stephen Schneck, a professor of politics at The Catholic University of America. &#8216;And I’m not convinced the church leaders are willing to expend the political capital with those Catholics in order to promote the cause.&#8217;</p>
<p>&#8220;Rep. Mike Doyle (D-Pa.), a Catholic who participated in the intense negotiations over the final abortion language, said the pressure from the church to ease restrictions on immigrants was &#8216;not even close&#8217; to the abortion language tug of war.&#8221;</p>
<p>According to Cummings, there may be good reasons for these differences in emphasis; the bishops worked with the Democratic party and the Hispanic Caucus in the House to bring about incremental improvements in the situation of immigrants vis-a-vis health care, especially that they should have the right to buy insurance with their own money on the new exchanges. </p>
<p>But Cummings also says that on abortion, the stakes  are much higher for the bishops than they are on immigration. She concludes:</p>
<p>&#8220;So one unanswered question is whether the church will criticize — by name — those Republican and Democratic lawmakers who don’t stand with it on the issue of immigrants, much as some bishops&#8230;have been willing to criticize by name those lawmakers who opposed the abortion coverage amendment.&#8221;</p>
<p>Stay tuned.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama To Address Nation Next Week - Mike Allen - POLITICO.com]]></title>
<link>http://beyondtheregion.wordpress.com/2009/11/24/obama-to-address-nation-next-week-mike-allen-politico-com/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:41:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>beyondtheregion</dc:creator>
<guid>http://beyondtheregion.wordpress.com/2009/11/24/obama-to-address-nation-next-week-mike-allen-politico-com/</guid>
<description><![CDATA[Obama to address nation next week &#8211; Mike Allen &#8211; POLITICO.com.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.politico.com/news/stories/1109/29865.html">Obama to address nation next week &#8211; Mike Allen &#8211; POLITICO.com</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[On the Danger of Intraparty Struggles.]]></title>
<link>http://realright.wordpress.com/2009/11/23/on-the-danger-of-intraparty-struggles/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:03:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>alyxwi</dc:creator>
<guid>http://realright.wordpress.com/2009/11/23/on-the-danger-of-intraparty-struggles/</guid>
<description><![CDATA[Today, Politico came out with an article on the 2010 Democratic primaries and how ugly the intrapart]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Today, Politico came out with an article on the 2010 Democratic primaries and how ugly the intraparty battles are already becoming. Now, as someone who is for not the Democratic Party nominee, this is a great thing. However, for the Democrats, this conflict is quite potentially ruinous. This quote comes from the Politico article (http://www.politico.com/news/stories/1109/29821.html):</p>
<blockquote><p>Situations like these are best for the voters, though. Each of the candidates vets the other, exposing flaws in ideology, covered-up scandals, and even that one night in college that&#8217;s better left in the past. By the time the general election comes around, the voter has the two or three best candidates to choose from.</p></blockquote>
<p>As a party trying to overcome the political legacies of Bush and McCain, the Republicans need to make sure that they stay away from this sort of thing. Let the vetting be done in private. Party weaknesses should be hidden under a façade of conservative ideals, positive rhetoric and virtual idealogical unity. During a time of fractures and factions present in both parties, and Congress in general, the most valuable asset that a party could have is a sense of stability and unity.</p>
<p>Historically, after major wars and economic troubles, people look to the parties and the government for stability. This can be seen in Great Depression-era America and post-WWII Europe. The party that is seen as the most unified and stable has traditionally been the one to win the elections. In the first case, it was the Democrats, in the second, it was the British Labor Party and its equivalents in the rest of NATO Europe.</p>
<p>The Republicans have a very good situation that they may choose to take advantage of. The Democrats are fighting from with themselves. All the Republicans have to do is play nice and let the Democrats rot from within. Let the Democrats be perceived as the party of negativity and disunity during the primaries. Then, during the general election, win with a promise of stability and security. And <em>follow through. </em>Don&#8217;t lie to the voters.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Movement On The Ropes Or An Unstoppable Movement Just Getting Started?]]></title>
<link>http://mikemarvin.wordpress.com/2009/11/23/a-movement-on-the-ropes-or-an-unstoppable-movement-just-getting-started/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>mikemarvin</dc:creator>
<guid>http://mikemarvin.wordpress.com/2009/11/23/a-movement-on-the-ropes-or-an-unstoppable-movement-just-getting-started/</guid>
<description><![CDATA[Here is an article that everyone should read, and then read again. Please ponder what you read and t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Here is an <a href="http://www.politico.com/news/stories/1109/29744.html">article that everyone should read</a>, and then read again. Please ponder what you read and then read it one more time.  The body of that writing presents facts but then opines about a conclusion as if it is a bona fide fact. </p>
<p>It is true that there are differing viewpoints within the <em> so called</em> Tea Party movement.  That piece implies that this is something new, but those of us participating from the start have known about this reality all along. Indeed, we have always understood that coming together with these differing viewpoints, and staying together cordially while working through them, is the example we have intended to set for our elected officials all along. This example is what has scared those in government and in media to no end. It is exactly why demonizing and dismissing a lumped together movement has been their chosen action to this point.  Because that tactic failed so miserably, they are now seeking to exploit what they decry as division.  What we view as honest disagreement and diversity of opinion, they view as a wedge to drive between us. </p>
<p>It is noteworthy to realize that this is the exact tactic that Osama Bin Laden himself employed on 9-11. He viewed a fractured nation, as a result of the 2000 election, ripe for splitting by driving between us what he views as a wedge that would shatter us completely. War. Some folks will not like this, but, to a certain extent he succeeded.  We shall not fall into that trap again.  Never Again. Never Forget.   </p>
<p>Such wedge issues are viewed by some as a tool that will ensure that something they oppose fails.  This failure is desired so that they can retain or augment their existing power structure. There is one quality that such a tactic cannot defeat no matter whether it is employed by a terrorist, a politician or a media outlet.  Resolve.</p>
<p> Even when something of a moment of insight occurs, some still refuse to open their minds to the reality of what has actually occurred and what will continue to occur.  A fire has been rekindled and it cannot be extinguished with &#8220;old ways&#8221; antics.  Planting the seeds of discord and then watering them religiously may have worked in the past but it shall succeed no more. Patriots are standing up, all in our own ways, and quality change is afoot as a result. Freemen will always rise to defend freedom itself when it is attacked.  It is precisely these so many ways that those with power today fear the most.  In the end, they know that freedom cannot be defeated. They know that the only way they can accomplish their goal is to trick people into standing down their own freedoms willingly. That is what the article intends to do. It seeks to have people think that the movement is all falling apart so they stop participating now or decide not to begin participation in the future.   </p>
<p>As much reading as I do, I find a tidal shift in what is admitted within that article. For one of the first times, 9-12ers are referred to directly as 9-12ers &#8211; as opposed to being lumped together as just &#8220;Tea Partiers&#8221;. There has always been a difference between these entities and that is a great thing. More than one group going more than one direction toward the same or similar goal is diversity that brings about worthwhile accomplishment. That writing tries to present a strength as a weakness. It is the old &#8220;up is down&#8221; strategy. There is more than a pinch of of Saul Alinksy in that writing, to be sure.  This is how some folks are trying to rationalize missing such a very important point from the very beginning. It is how they admit they were wrong without actually admitting they were wrong. </p>
<p>Another thing I noticed within that article is the never ending aversion to free market principles. That writing finds free and open competition to be a fault rather than a strength. Nothing could be further from the truth, even if some folks refuse to admit it. A free exchange of ideas and information is taking place at what this author determines to be a grassroots level. It is driving the power brokers in media and government crazy because this is happening outside their control at the individual level. It befuddles them that this can be happening without a top dog celebrity to pin it on by creating a poster boy to chide or praise. The closest thing they have been able to create depicting this movement is a poster girl who is currently nothing more than a private citizen. You might have heard of her, her name is Sarah Palin.  Ask yourself, why are they hammering her today as they did when she was a sitting and running politician? Their own fear is the answer. As I talked about already, it is the individual free Citizen exercising their rights that they fear the most.  </p>
<p>Within this charge to defend freedom, some folks think that a third party is the answer, while some people think that cleaning up the two main established parties is the answer. Some folks think that fund raising for particular candidates is the answer.  Some think that protest after protest is the answer. Some think that top down leadership is the answer, while others think that bottom up leading of ourselves is the answer.  Some think that PACS are the answer, while others think that making campaigns about information instead of about money is the answer. I could go on and on with this list, but I think you get the general idea. </p>
<p>Here is the actuality, the unbridled, unbiased and straight truth. All of these things combined is the answer.  Each group of individuals pursuing their own means toward the protection and defense of Liberty is the answer. Each of us leading ourselves to membership and participation within each of these group endeavors is the ultimate example of the true power that the exercise of Individual Liberty contains. Freedom is ringing loudly today and I implore everyone to continue to ring their own bell over and over again. We will all ring our common bell together, at the same time, when we go vote. This will be the moment that honest disagreement about the <em>how</em> is shown to be a strength pertaining to accomplishing the <em>what</em>. </p>
<p>It should not come as a shock to anyone that media elites and government elites would enlist any method to discourage the happenings, in all their forms, seen around this country these days.  After all, what all the various groups are doing is expressing the fact that to be governed justly we must offer our consent to be governed.  We are shedding power long held over us by refusing to consent to an overreaching government and a media that fabricates and steers news instead of honestly reporting news as it is, thus returning that power, that Liberty, to it&#8217;s rightful owner. The individual.    </p>
<p>To this end, I quote a good President who had war foisted upon his administration and his countrymen; &#8220;We will not tire, we will not falter, and we will not fail.&#8221; </p>
<p>I ask that each person remember these words and feed upon them in times of trial. They are the sustenance that will see Individual Liberty defended for us and for our posterity.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eleição 2010: Pesquisa recém divulgada pela CNT/Sensus aponta Aécio Neves como candidato de menor índice rejeição]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/23/eleicao-2010-pesquisa-recem-divulgada-pela-cntsensus-aponta-aecio-neves-como-candidato-de-menor-indice-rejeicao/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
<guid>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/23/eleicao-2010-pesquisa-recem-divulgada-pela-cntsensus-aponta-aecio-neves-como-candidato-de-menor-indice-rejeicao/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Pesquisa divulgada nesta segunda-feira aponta Aécio Neves como candidato com o menor índice d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:left;">Pesquisa divulgada nesta segunda-feira aponta <a href="http://www.linkedin.com/in/aecioneves" target="_blank">Aécio Neves</a> como candidato com o menor índice de rejeição e confirma, ainda,  o que o Vox Populi já tinha constatado no início do mês <a href="http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/14/pesquisa-do-vox-populi-registra-aecio-neves-em-primeiro-lugar-na-corrida-presidencial-em-2010/" target="_blank">(leia matéria)</a>.</p>
<p style="text-align:left;">Essa é 99ª Pesquisa de Opinião Pública Nacional realizada pela CNT/Sensus.  A pesquisa faz simulações de chapas com nomes de presidenciáveis. Quando o nome de Aécio aparece nessas composições, a chapa dele é a preferida do eleitorado.<a href="http://www.cnt.org.br/portal/img/arquivos/Relat%C3%B3rio%20S%C3%ADntese%20CNT%2099.pdf" target="_blank"> Veja a pesquisa na íntegra</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boletín “Coyuntura Política” Nº 1.]]></title>
<link>http://abelsuing.wordpress.com/2009/11/23/boletin-%e2%80%9ccoyuntura-politica%e2%80%9d-n%c2%ba-1/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:41:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>abelsuing</dc:creator>
<guid>http://abelsuing.wordpress.com/2009/11/23/boletin-%e2%80%9ccoyuntura-politica%e2%80%9d-n%c2%ba-1/</guid>
<description><![CDATA[“Coyuntura Política” Nº 1. Comparto la recepción del boletín No.1 de Coyuntura Política, publicación]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1672" class="wp-caption aligncenter" style="width: 413px"><a title="Coyuntura política Nº 1" href="http://www.myvirtualpaper.com/doc/Smartmedia/coyunturapoltica/2009102501/?n=22&#38;key=478911cc35f312445cf0adb0a6a5f0be" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1672" title="“Coyuntura Política” Nº 1." src="http://abelsuing.wordpress.com/files/2009/11/imagen-12.png" alt="“Coyuntura Política” Nº 1." width="403" height="561" /></a><p class="wp-caption-text">“Coyuntura Política” Nº 1.</p></div>
<p>Comparto la recepción del boletín No.1 de Coyuntura Política, publicación del <a title="CELAEP" href="http://www.celaep.org/" target="_blank">Centro Latinoamericano de Estudios Políticos (CELAEP).</a> En su editorial se menciona que será “ una herramienta alternativa de información, discusión y debate” representa un compromiso para “contribuir a la construcción de un pensamiento crítico y propositivo en el Ecuador”.  Celebro  la iniciativa en cuanto abona a proponer se gesten aportes académicos pertinentes y de relevancia para la Región.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folha de São Paulo erra ao incriminar Aécio Neves sobre criação de verbas indenizatórias para deputados]]></title>
<link>http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/22/folha-de-sao-paulo-erra-ao-incriminar-aecio-neves-sobre-criacao-de-verbas-indenizatorias-para-deputados/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:24:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Notícia do dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em política há sempre de se desconfiar das ações que estão por trás de determinadas notícias. A Folh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em política há sempre de se desconfiar das ações que estão por trás de determinadas notícias. <strong>A Folha de São Paulo</strong> deste domingo publica matéria com título: &#8220;<em>Arquivo sigiloso da Câmara revela notas de ´fantasmas</em>´&#8221;, que revela denúncias em relação a má prática de alguns deputados federais de, supostamente, estarem utilizando inadequadamente o uso de verbas indenizatórias por meio de notas fiscais frias.</p>
<p>A <strong>Folha</strong><strong> </strong>publicou que Aécio Neves foi quem implementou, em 5 de abril de 2001, a verba indenizatória mensal. O jornal induz o leitor ao erro e não dá o direito de resposta ao suposto acusado. É importante entender em que contexto foi criada tal ação. Vale esclarecer que o Governador de Minas não inventou a roda. O mecanismo de verbas indenizatórias para parlamentares é um instrumento legal utilizado em vários parlamentos como Canadá, Inglaterra e outros.</p>
<p>É esclarecedor ressaltar que quando esse instrumento foi criado, estava prevista aplicação de auditorias como um dos instrumentos para o uso prático de um rigoroso controle. Aécio não tem nenhuma responsabilidade se houve mal uso de um direito. Os mecanismos de controle público estão aí para isso.  A Justiça também. Não se pode criar um instrumento e partir do princípio que haverá fraudes. Entramos no período eleitoral e já parece muito claro quem está do lado de quem.</p>
<p>Já que querem falar da gestão de Aécio Neves na Câmara Federal porque não citar a criação do Conselho de Ética para julgar deputados, instrumento que até então não existia. Outra iniciativa de quando era presidente da Câmara foi a implementação da Comissão de participação Popular, que permite ao cidadão reunir assinaturas e apresentar projetos de lei ao legislativo federal. Também foi no mesmo período que foi colocada em votação o fim da imunidade parlamentar para crimes comuns.</p>
<p>No afã de condenar Aécio o Jornal erra dizendo que ele criou a verba indenizatória, que não foi ato de uma pessoa só, no valor de R$ 15 mil reais <strong>(<a href="http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/22/verbas-indenizatorias-para-deputados-ato-original-publicado-pela-camara-federal-em-2001-com-previsao-de-auditorias/" target="_blank">leia ato original da Câmara)</a></strong>. Na verdade quando criada, o valor era de R$ 7 mil. Foi mais que dobrado, em 2004, apenas três anos depois pelo presidente João Paulo do PT<strong> </strong><a href="http://jogodopoder.wordpress.com/2009/11/22/leia-ato-da-camara-de-deputados-que-depois-de-tres-anos-dobrou-o-valor-da-verba-indenizatoria-para-deputados-federais/" target="_blank"><strong>(conheça ato posterior publicado pela Câmara)</strong></a>.  Estranhamente essa informaçao não interessou à Folha que durante o dia contou, por coincidência, com a ajuda da rede de blogs do PT para atacar Aécio. Será por isso que a informação não interessou ao Jornal?</p>
<p>Na verdade, apesar do número de páginas dedicado ao tema, na cobertura do Jornal o assunto é retratado em apenas dois tempos na sua criação e agora.</p>
<p>Nem uma palavra para o meio do caminho, para a administração do PT que poderia ter cancelado a verba, poderia ter aprofundado os mecanismos de controle e transparência, mas não fez nada além de dobrar o valor dela</p>
<p>A <strong>Folha</strong> que prega um jornalismo isento e equilibrado dá mostras de que lado a sua balança pende. Balança esse que não tem nada a ver com a Justiça. O jornal julga, prejulga e condena sem que haja o direito de esclarecimento dos fatos. O governador de Minas não tem culpa se fizeram mau uso desse instrumento: se o paciente usa o remédio de forma errada a culpa não é  do médico.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El maremágnum de las ideas… ]]></title>
<link>http://cotorrasconleonel.wordpress.com/2009/11/22/el-maremagnum-de-las-ideas%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:15:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Féliz-Camilo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Comenzamos a despertar… que emoción nos causa ver que comenzamos a erguirnos… nos ponemos de pie. To]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><a href="http://cotorrasconleonel.wordpress.com/files/2009/11/storm.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-72" title="storm" src="http://cotorrasconleonel.wordpress.com/files/2009/11/storm.jpg?w=243" alt="" width="243" height="300" /></a>Comenzamos a despertar… que emoción nos causa ver que comenzamos a erguirnos… nos ponemos de pie. Tomamos gradualmente, ¡Finalmente! los espacios que nos corresponden y que tanto se nos han negado, comenzamos a reivindicar la condición de sociedad del mañana…</p>
<p>Pero la sociedad que encontramos es compleja. Casi parece una burla del destino. Es una sociedad que ha sufrido el bombardeo incesante de antivalores e ideas disociantes, una sociedad herida, quizás de muerte… una sociedad putrefacta, hedionda, corrupta, purulenta, sofocante&#8230;</p>
<p>Y nuestro adversario es terrible… es formidable. Necesitaremos todas nuestras fuerzas y discernimiento, pues cambia de cara a la vuelta de cada esquina… ¡ay de aquel que le subestime!</p>
<p>“…en el mundo traidor nada hay verdad ni mentira; todo es según el color del cristal con que se mira…” Ramon de Campoamor</p>
<p>“…for there is nothing either good or bad, but thinking makes it so…” William Shakespeare</p>
<p>Ese es el gigante de nuestro tiempo… nuestro gran, principal y temible enemigo: El relativismo…</p>
<p>Pues las grandes verdades son verdades absolutas. La ley natural no se escribió ayer ni se escribió en otro lugar que lo más profundo de nuestras conciencias y nuestra alma. Siempre hemos sabido que es bueno y que es malo, cuando hemos cuestionado sinceramente nuestras conciencias.</p>
<p>No es tiempo para líderes relativistas que se acomodan a lo que sea conveniente según la “opinión publica”, “la percepción”, o lo “políticamente correcto”, que de eso ya hemos tenido bastante…</p>
<p>El líder que buscamos, ese que estamos llamados a ser; resiste el maremágnum de las ideas de la sociedad actual, es un líder firme cual la roca, no va y viene como las olas del mar. Es plenamente consciente de sus convicciones. Soporta imperturbable y sereno, equivocado o no, pero seguro de si mismo, el mar de ideas, ideologías y teorías que atentan contra la sociedad que representa, no esa que nos causa repulsión y que estamos llamados a cambiar, sino aquella con la que hemos soñado&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡BASTA YA!]]></title>
<link>http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/2009/11/22/%c2%a1basta-ya/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:18:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>germanteruel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hace unos días salía Jordi Pujol diciendo que habría que cumplir la sentencia del TC sobre el Estatu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/files/2009/10/agora1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-125" title="agora(1)" src="http://inpurisnaturalibus.wordpress.com/files/2009/10/agora1.jpg?w=150" alt="" width="150" height="139" /></a>Hace unos días salía Jordi Pujol diciendo que habría que cumplir la sentencia del TC sobre el <em>Estatut</em> porque de lo contrario les enviarían a la Guardia Civil. Otros saltaban hace unos meses amenazando con manifestaciones preventivas. También está siendo recurrente deslegitimar al órgano y hay quienes piden la dimisión de sus miembros. Hoy sale publicado en El País una interesantísima noticia donde se relata minuciosamente las posiciones y tendencias de cada uno de los Magistrados del Constitucional y se filtran varias conclusiones de los debates y borradores sobre los que se están trabajando (<a href="http://www.elpais.com/articulo/espana/termino/nacion/cae/Estatuto/elpepuesp/20091122elpepinac_1/Tes">http://www.elpais.com/articulo/espana/termino/nacion/cae/Estatuto/elpepuesp/20091122elpepinac_1/Tes</a>).</p>
<p style="text-align:justify;">Y eso sólo con la polémica del Tribunal Constitucional. Porque si a ello añadimos el espectáculo de nuestros políticos con el Alakrana, más allá de los fallos cometidos, llamando una Vicepresidenta del Gobierno algo así como amigo de los piratas al “líder” de la oposición. El bochorno de unos políticos que ante los escándalos de corrupción que asolan las corporaciones municipales, su única respuesta es el “y tú más” frente a sus compañeros de bancada, propio de colegiales inmaduros; y lanzarse prestos a arremeter contra el resto de poderes del Estado, particularmente los Jueces, Fiscales y Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado; aduciendo tramas y persecuciones&#8230; Con esto, y con todo lo que no escribo so pena de tener que construir un párrafo infinito pero que todos conocemos, ¿dónde queda nuestra democracia, esa España nuestra por la que tanto lucharon nuestros padres y abuelos?</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que está ocurriendo en España muestra la verdadera “España de pandereta” y convierte a nuestro país más que en una potencia europea de primer nivel, en un Estado de chiste propio de los comics de Mortadelo y Filemón.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Esta situación tiene un denominador común con tres variables: La primera, unos <strong>políticos incapaces</strong>. Una clase política inepta, cortoplacista, baja de miras y que sólo piensa en el rédito electoral; olvidando que ellos son los representantes y primeros servidores del interés general. Y no del interés del partido y, más aún, de los miembros directivos del mismo.</p>
<p style="text-align:justify;">La segunda componente: <strong>extensión de la política a todos los planos sociales</strong> (educación, justicia, medios de comunicación, etc.). Esos políticos incapaces y que sólo piensan en su interés electoral, están extendiendo sus ramas a todo el espectro de la sociedad. Quieren controlarla y, además, no lo hacen para garantizar el interés general, como sería su función, sino para lograr asegurar su poder y crear así una hegemonía de los partidos sobre la propia ciudadanía.</p>
<p style="text-align:justify;">Un ejemplo claro lo vemos en nuestro Poder Judicial, tanto con el Consejo General del Poder Judicial como con el Tribunal Constitucional. Nuestra Constitución reconoce la necesidad de que todo Poder del Estado tenga una base democrática. Con base en ese principio, se determina que de una forma u otra los miembros del TC y del órgano de gobierno de los jueces tengan que ser elegidos fundamentalmente por nuestras Cortes Generales, quienes reciben la legitimación de los ciudadanos y son depositarias de la “voluntad general”.</p>
<p style="text-align:justify;">Pues bien, este sistema que tiene una profunda lógica constitucional y vino funcionando perfectamente durante los primeros años de nuestra democracia; se ha visto desbordado por unos políticos que han decidido entrar en la Justicia como si fuera su cortijo. Han prostituido todas las garantías constitucionales. En puesto de elegir a juristas de reconocido prestigio, de asumir que los mandatos de los mismos no van a ser coincidentes con los periodos electorales y de alcanzar las mayorías reforzadas que se requieren para estas elecciones presentando a candidatos que por su independencia y valor como juristas puedan ser asumidos por todos los grupos políticos; la práctica de los partidos desde hace unos años viene siendo repartirse el número de miembros a elegir por cuotas y así determinar a magistrados “de los suyos”, prorrogar las elecciones de los cargos judiciales en función de estrategias electorales y pendientes de cambios en mayorías de las Cámaras, etc. En definitiva, y como ya he dicho, en puesto de actuar como les manda la Constitución: legitimando democráticamente a un Poder del Estado y buscando que quienes se sitúan en las Altas Magistraturas sirvan verdaderamente al interés general; han corrompido el sistema para extender sus tentáculos y han convertido estos altos órganos judiciales en una extensión “togada” de los partidos políticos. Buena prueba de ello es el artículo que antes he indicado donde se hace una exacta quiniela de las posiciones de cada magistrado del Constitucional en función de quienes lo nombraron. Y no quito culpa a los Jueces, que se han prestado indignamente a esta prostitución.</p>
<p style="text-align:justify;">La tercera componente sería: <strong>una sociedad con una escasa cultura democrática y unos medios de comunicación acríticos</strong>. La sociedad española ha perdido ese vigor democrático que recorría las venas de los españoles después de esos cuarenta largos años de dictadura, una fuerza democrática demostrada en las primeras elecciones del año 1977; con la aprobación de nuestra Constitución de 1978, aguantando el ruido de sables y los atentados terroristas; un vigor democrático que salió a las calles el día después del 23-F… ¿dónde está esa fuerza democrática?</p>
<p style="text-align:justify;">Aunque es cierto que cada vez son más los que llaman a un cambio y a una regeneración democrática en nuestro país, la triste verdad es que de momento la sociedad en general viene dando muestras de una clara pérdida de los valores democráticos. La juventud de nuestra democracia no nos justifica. En realidad, las democracias constitucionales europeas son jóvenes y prácticamente surgen como tales tras la Segunda Guerra Mundial. Miremos Alemania, donde sus políticos han sido capaces de unirse en coalición para afrontar una crisis y de ser leales con su Estado y con el interés de sus ciudadanos aunque les haya pasado factura electoral –principalmente a los socialistas-. Sin embargo, parece más que nosotros seguimos el ejemplo italiano. Aunque todavía sin <em>velinas</em> en el “Coto de Doñana”. De momento nos conformamos siendo unos <em>hoolingans </em>de la política, donde votar a PP o PSOE es más un acto de fe que de razón. Yo soy socialista o popular como canta el himno legionario: “con razón o sin ella”. Podemos también añadir ya algunos jóvenes cuya desvergüenza es sólo justificable por su grotesca ignorancia, que se lanzan sin empacho a declararse “troskistas” o a cantarte el “Cara al Sol” con gran orgullo. Notorio riesgo. Y es que “los pueblos que olvidan su historia, están condenados a repetirla”.</p>
<p style="text-align:justify;">Esto no se soluciona sólo con “Educación para la ciudadanía”. Y que conste que no me opongo. Yo estudié “Ética” en primero de bachiller, que venía a ser un estudio de la “moral juridificada” y me fue muy enriquecedora. Es decir: legitimidad y legalidad del orden político, principio de igualdad, valores constitucionales, etc. En cualquier caso, no estaría mal por empezar cambiando el sistema educativo –aunque esto lo dejaré para otro artículo-. A lo mejor ocurre como afirma la frase del Rey Corazón de León y los libros no sólo nos enseñan a pensar, y el pensamiento nos hace libres; sino que también nos ayuda a tener una mayor cultura democrática y espíritu crítico.</p>
<p style="text-align:justify;">Y aquí enlazo con los periodistas. Otro de los males. Una prensa acrítica, morbosa, que ha convertido los periódicos y televisiones en crónicas de sucesos y en páginas rosas. Los medios de comunicación cumplen con un papel esencial en toda democracia. Deben transmitir la información pero, además, deben asumir una importante labor de crítica sobre la misma. Sin embargo, actualmente la poca crítica que existe en los medios de comunicación, con honrosas excepciones, se embadurna de ese <em>hooliganismo</em> que antes denunciaba, con líneas editoriales que son prácticamente prolongaciones de los gabinetes de los partidos, ensalzando o criticando a unos u otros en función de que sean o no de la “cuerda”, y que únicamente se rebelan contra “su poder político” si éste le toca sus intereses económicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pongo un ejemplo del carácter de la prensa: 400 jóvenes se reúnen en un congreso de Derecho para debatir sobre reformas judiciales, marco constitucional con ponentes del más alto nivel (padres constitucionales, magistrados de la Audiencia Nacional…). Impacto en prensa: ninguno. 400 jóvenes hacen un botelleo y hay alguna pelea entre ellos. Impacto en prensa: se tirarían una semana sacando la noticia y haciendo comentarios de la misma.</p>
<p style="text-align:justify;">Y cuál es el resultado de todo ello: <strong>descredito de las instituciones y gobierno de los partidos sobre la ciudadanía</strong>. Volvemos al concepto clásico y negativo de la democracia. Y nos encontramos así con la Partitocracia.</p>
<p style="text-align:justify;">Es por ello que debemos lanzarnos y gritar un ¡basta ya! No podemos permitir que de continuo se estén desprestigiando a nuestras Instituciones. Porque, si perdemos la confianza en ellas, corremos el riesgo de balcanizarnos o, cuanto menos, de berlusconizarnos. Si una persona no puede confiar en sus Instituciones, se tomará la justicia por sus manos. Las Instituciones democráticas son la garantía del orden y paz social.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenemos que exigir responsabilidad de nuestros políticos y del resto de poderes de nuestro Estado. Esa ciudadanía que todavía está despierta y ve la peligrosa deriva que estamos llevando no puede permanecer muda y debe alzar la voz. Tenemos que pellizcar a la sociedad, a nuestros compañeros y amigos, y hacerles ver que es necesario revitalizar nuestra democracia. Hay que volver a traer los valores constitucionales a la vida pública. Y también algunos valores tradicionales y de ética pública como el prestigio de la cultura y la honradez y el respeto al trabajo y al “mérito y la capacidad”, como principio básico del éxito social.</p>
<p style="text-align:justify;">Caminando se hace camino, pues andemos con paso firme y defendamos las Instituciones, los valores y la cultura democráticas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Germán T.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Emperor, The President, and the Bow]]></title>
<link>http://newschaser.wordpress.com/2009/11/20/the-emperor-the-president-and-the-bow/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:27:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>newschaser</dc:creator>
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<description><![CDATA[President Obama&#8217;s deep bow to Japan&#8217;s Emperor Akihito last Saturday elicited comments fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[President Obama&#8217;s deep bow to Japan&#8217;s Emperor Akihito last Saturday elicited comments fr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PEDIDO DE EMPREGO]]></title>
<link>http://bandajovemrio.wordpress.com/2009/11/20/maus-politicos/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:32:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>bandajovemrio</dc:creator>
<guid>http://bandajovemrio.wordpress.com/2009/11/20/maus-politicos/</guid>
<description><![CDATA[Um sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o seu filho que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><a href="http://bandajovemrio.wordpress.com/files/2009/11/politicojura.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-828" title="PoliticoJura" src="http://bandajovemrio.wordpress.com/files/2009/11/politicojura.jpg" alt="" width="320" height="320" /></a><span style="color:#333399;">Um sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe<br />
pedir um emprego para o seu filho que tinha acabado de completar o<br />
supletivo do 1ºgrau.<br />
- Eu tenho uma vaga de assessor, só que o<br />
salário não é muito bom&#8230;.<br />
- Quanto doutor?<br />
- Pouco mais de 10 mil reais!<br />
- Dez Mil!!!!???? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele<br />
não vai saber o que fazer com tudo isso não, doutor!!!! Não tem<br />
uma vaguinha mais modesta?<br />
- Só se for para trabalhar na Assembléia. Meio período e<br />
eles estão pagando só 7 mil!<br />
- Ainda é muito doutor! Isso vai acabar estrangando o<br />
menino!<br />
- Bom, então tenho uma de consultor.Estão pagando 5 mil<br />
reais por mês,serve?<br />
- Isso tudo é muito ainda, doutor. O Senhor não tem um<br />
emprego que pagasse uns mil e quinhentos ou até dois mil reais???<br />
- Ter até tenho, mas aí é só por concurso e é para quem<br />
tem curso superior, pós-graduação ou mestrado, bons conhecimentos em<br />
informática, domínio da língua portuguesa e conhecimentos gerais.<br />
ALÉM do mais, ele terá que comparecer ao trabalho todos os dias&#8230;&#8230;</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartoon of the Week]]></title>
<link>http://underthelobsterscope.wordpress.com/2009/11/20/cartoon-of-the-week-19/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:33:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>btchakir</dc:creator>
<guid>http://underthelobsterscope.wordpress.com/2009/11/20/cartoon-of-the-week-19/</guid>
<description><![CDATA[M. Wuerker in Politico: Once more, dear friends, unto the breach&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>M. Wuerker in Politico:<br />
<a rel="attachment wp-att-2267" href="http://underthelobsterscope.wordpress.com/2009/11/20/cartoon-of-the-week-19/socialism/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2267" title="socialism" src="http://underthelobsterscope.wordpress.com/files/2009/11/socialism.jpg" alt="" width="500" height="405" /></a></p>
<p>Once more, dear friends, unto the breach&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
