<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>pos-graduacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/pos-graduacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pos-graduacao"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 06:27:15 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[QUADRINHOS DIGITAIS - MÍDIA SOBRE MÍDIAS.]]></title>
<link>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/12/quadrinhos-digitais-midia-sobre-midias/</link>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 04:48:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Santana</dc:creator>
<guid>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/12/quadrinhos-digitais-midia-sobre-midias/</guid>
<description><![CDATA[FACULDADE CÁSPER LÍBERO PROJETO FINAL DE PESQUISA SEMESTRAL DISCIPLINA: CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div>
<div><strong>FACULDADE CÁSPER LÍBERO</strong><br />
<strong>PROJETO FINAL DE PESQUISA SEMESTRAL<br />
</strong><strong>DISCIPLINA: CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO EM REDE</strong></p>
<p><strong>Docente:</strong> Prof. Dr. Sérgio Amadeu da Silveira</div>
<div><strong>INTRODUÇÃO:</strong><br />
Numa matéria designada para analisar os meios de comunicação e mídia sob uma nova perspectiva informacional e tecnológica, os alunos de são instruídos a repensarem e reavaliarem o impacto de tais transformações em qualquer manifestação sócio-cultural.</div>
<div>Daí a designação: <strong>cibercultura.</strong></div>
<div>Em resposta a esta reflexão, dada a vastidão de assuntos a serem analisados academicamente, o tema escolhido é a mídia de <strong>quadrinhos e sua evolução para a web e motion comics.</strong></div>
<div>Consagrada como uma expressão artística &#8211; a nona arte -, mas longe de ser categorizada como uma &#8220;indústria emergente&#8221; nas economias de escala; até mesmo, uma &#8220;mídia de poder&#8221;.</div>
<div>A análise do tema neste post é o trabalho final da matéria cursada e tem como objetivo a avaliação de aproveitamento e pesquisa.</div>
<div><strong>TEMA:</strong></div>
<div>Se equiparada com as mídias de TV, rádio, revistas e jornais, os quadrinhos ainda lutam por seu respaldo no mercado &#8211; embora seja uma forma de arte relativamente conhecida mundialmente, seu rendimento como indústria ainda é &#8220;pequena&#8221; se comparada com as outras responsáveis por entretenimento: como livros, DVD&#8217;s, programas de TV ou tendências musicais para novos consumidores.</div>
<div>Mas possuem um potencial enorme e um limite desconhecido por ser baseada num conceito visual, gráfico e literário. Uma vez inserido e cativado por esta mídia, ao leitor é oferecido uma experiência única de conteúdo &#8211; capaz de: veicular informações, além de adaptar, reinterpretar e transcender a realidade artística como a conhece. Afinal, o entretenimento pela fantasia também é informação que estimula a imaginação e raciocínio, além de agregar conhecimento sobre determinado assunto.</p>
<p>As <strong>Webcomics e Motion Comics </strong>são o próximo passo de evolução desta mídia, graças a internet e o avanço de ferramentas digitais. Com isso, as revistas em quadrinhos &#8211; também conhecidas como <em>Comic Books </em>e <em>Graphic Novels</em> (este último termo traduzido como &#8220;Romance Gráfico ou Visual&#8221;), ganharam mais reconhecimento e com isso, a exigência sobre sua qualidade artística e literária também aumentou.</div>
<div>Mas para tratar da evolução de quadrinhos, é necessário conhecer um pouco de sua história.</div>
<div><strong>QUADRINHOS:</strong><br />
O modelo de &#8216;História em Quadrinhos&#8217; como o conhecemos hoje, tem suas origens na imprensa &#8211; quando se tornaram parte da seção de entretenimento nos jornais publicados na Inglaterra e nos EUA, em meados de 1870. Eram chamadas de <strong><em>Comic Strips</em> </strong>ou <strong><em>&#8216;tiras de jornais&#8217;</em></strong> em sua tradução, apresentando personagens caricaturais em situações, no geral, curtas e cômicas.</p>
</div>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyHMHiYQcWI/AAAAAAAAALU/t-pb7Argk18/s400/Mutt_and_Jeff_-_motorcycle_cop.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyHMIDLsBII/AAAAAAAAALc/M6V_uL_noFA/s400/Yellow-Kid.jpg" border="0" alt="" />Aos Domingos, quando a edição do jornal era maior (ainda é), a quantidade de quadros ou espaço fornecido para essa expressão artística também aumentava, permitindo até a inserção de cores, chamadas de &#8216;tiras dominicais&#8217;.</p>
<div>Nos EUA, algumas tiras pelo seu sucesso e originalidade, tinham o benefício de serem publicadas em toda a nação, à medida que certos periódicos alcançavam diversas de suas regiões, por um avanço na logística de distribuição. Se a opinião e descrição de grandes fatos provindas das metrópoles importava para muitos, o mesmo valia para seu entretenimento.</div>
<div>Daí veio a necessidade do público de acompanhar mais sobre este material publicado nos jornais; as tiras eram uma forma de entretenimento muito acessível quando o cinema ainda tomava seus primeiros passos e limitado para poucos, devido a seu custo. Os EUA estavam no auge de sua primeira recessão econômica.</div>
<div>Em 1930, por demanda, uma &#8216;coleção&#8217; de tiras foram organizadas num formato específico que pudesse oferecer apenas aquele produto e adaptar o esquema de quadros em sequência. Por um breve período, eram apenas coletâneas e republicações, mas este formato permitia a seus criadores uma expansão de narrativa e arte. Nascia a <em>Comic Book &#8211; ou revista em quadrinhos</em>.</div>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyBlotW5GGI/AAAAAAAAAKQ/FTU0X2T5Deo/s400/Barks+Uncle+Scrooge.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>Também conhecida como <em>Gibi, HQ </em>(no português brasileiro), <em>Bande Dessiné </em>na França, <em>fumetti</em> na Itália, <em>Tebeos</em> na Espanha, <em>Historietas </em>na Argentina, <em>Muñequitos</em> em Cuba, <em>Mangás </em>no Japão, <em>Manhwas </em>na Coréia do Sul, <em>Manhuas </em>na China &#8211; entre outros nomes, no resto do mundo.</div>
<div>Porém, um termo que ajudou tal mídia a ser consagrada, veio de Will Eisner (Mar, 1917 – Jan 2005) &#8211; o criador do personagem <strong>The Spirit </strong>e o primeiro artista a analisar a fundo as possibilidades das HQ&#8217;s: ele a chamou de <strong>&#8220;Arte Sequencial&#8221;</strong> (traduzido do original <em>&#8220;Sequential Art&#8221;</em>), que significa &#8220;o arranjo de fotos ou imagens e palavras para narrar uma história ou dramatizar uma idéia&#8221;.</p>
</div>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyBm8RE5nBI/AAAAAAAAAKw/zERElQe3ZUI/s400/joebarbarian_03.jpg" border="0" alt="" /> <br />
E por um tempo, o mercado de quadrinhos seguiu em frente, ainda seguindo o estilo cômico, caricatural e surrealista que foi desenvolvido nos jornais; novas tendências de narrativa, como as de faroeste, noir (histórias de detetive) e ficção científica começavam a achar o seu nicho, com novos personagens e histórias a cada momento.<br />
Com o novo &#8220;filão&#8221; de mercado, estúdios eram criados e artistas visuais teriam uma oportunidade de trabalho num campo profissional ainda novo.</div>
<div>
Em 1938, a criação de um personagem mudou a história dos quadrinhos para sempre. Sua concepção foi responsável pela criação de um novo gênero dos quadrinhos &#8211; que até hoje se mantém como o de maior sucesso e disseminação no mercado. O gênero: super-heróis. O personagem: <strong>Superman.</strong></p>
</div>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKWatGxV8I/AAAAAAAAAMM/QP2WXrSGrRQ/s400/action+comics+1+expensive-comic-book.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>Dado seu reconhecimento, ele se tornou um dos maiores ícones culturais do século; um mito. Um arauto da era de ouro dos quadrinhos criado por Jerry Siegel e Joe Shuster; o resto, é história.</div>
<div>É importante notar que o gênero de super-heróis conferiu aos quadrinhos uma abertura de imaginação no conceito de liberdade artística. Afinal, diferente de uma super-produção <em>Hollywoodiana</em> com um orçamento na faixa dos <strong>bilhões (pense quantas pessoas poderiam ser ajudadas com essa quantia), </strong>não há uma restrição orçamentária nos quadrinhos, apenas o limite de imaginação de seus autores.</div>
<div>Como diria Will Eisner: “<em>O uso de heróis uniformizados nos quadrinhos foi resultado de uma liberdade inovadora que os autores adotaram para fugir do confinamento do realismo do teatro e do cinema</em>”.</div>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyBlnoT1avI/AAAAAAAAAJ4/1S3bXIVimLU/s400/AlexRossSupdeR.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>O estilo se desenvolveu, novas editoras foram criadas &#8211; e com isso, mais genêros e personagens. Alguns se tornaram mitos e outros não sobreviveram a sua tiragem da segunda edição. Mas a qualidade das histórias aumentou, conforme a mídia se aprimorava com a bagagem cultural e eventos relevantes na história da humanidade. A ficção científica literária e cinematográfica serviram de grande influência para a mídia; e os próprios quadrinhos tomaram o caminho inverso. Antevendo essas possibilidades antes que elas começassem a tomar uma forma, Will Eisner criou o termo <strong>&#8220;Graphic Novel&#8221;</strong> &#8211; destinado às histórias em quadrinhos não seriadas, com um roteiro fechado e melhor acabamento artístico.</div>
<div>
<img src="http://1.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKKqM5EnUI/AAAAAAAAAL0/xy8FXFoNNRs/s400/contract_trilogy_cv_300.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>A mídia e o formato permaneceram firmes durante todos estes anos, gradativamente tendo os seus limites de idéias e narraativos sendo explorados: o papel poderia ser modificado, a quantidade de páginas aumentada, tempo de publicação e interferência direta nos criadores pelos editores que sofrem influência direta das tendências e favoritismos do mercado.</div>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKKqpqEQgI/AAAAAAAAAME/9g4xo19t3Gc/s400/maus.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKKqdIEeSI/AAAAAAAAAL8/r8yX9QNOkJI/s400/Marada_She_Wolf.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyBloYUV3MI/AAAAAAAAAKI/_r1mhxy3EYY/s400/Arkham+Asylium.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>O uso de tecnologia computadorizada nos quadrinhos começou no fim dos anos 80, quando softwares para a arte digital foram desenvolvidos &#8211; os resultados, embora rudimentares se comparados aos artesanais da época, cumpriram seu propósito; bons exemplos disso são as graphic novels abaixo:</p>
</div>
</div>
<div><img src="http://1.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyHK7OHJr2I/AAAAAAAAALM/pjjvH9tMRGg/s400/Iron+man+-+Crash.jpg" border="0" alt="" /></div>
<div><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyHK6rZOPBI/AAAAAAAAALE/exI0P3SXpJw/s400/Batman+-+Digital+Justice.jpg" border="0" alt="" /></div>
<div>A tecnologia destinada a este uso amadureceu no fim do século XXI; como cada desenhista possui o seu traço e roteirista seu estilo, ainda não é possível que um computador possa emular uma história em quadrinhos do começo ao fim. O artista possui sua única &#8220;assinatura&#8221;, e esta mídia é apreciada principalmente por este motivo.</div>
<div>Portanto a tecnologia para esta finalidade foi reestruturada: conferindo a uma simples página de quadrinhos mais profundidade de dimensão, separação e visualização de cores, o seu formato evoluiu novamente:</p>
</div>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKWa6bC86I/AAAAAAAAAMU/R0J8vOYV3rY/s400/Dark+Tower+Finch.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyKWbau1MpI/AAAAAAAAAMc/RgoaJJzgoLs/s400/darktowerlongroadhome01preview1.jpg" border="0" alt="" /> </div>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyBm71YqvxI/AAAAAAAAAKg/Mc7_UkQx_Sw/s400/70marvelpanel52.jpg" border="0" alt="" /> </p>
<div>Depois de vários anos preso em um só formato &#8211; o impresso, as HQ&#8217;s evoluiram pela internet.</div>
<div>O arquivo digital proporcionou uma convergência da própria mídia; páginas e mais páginas podem ser escaneadas, convertidas no tamanho (em pixels) desejado e jogadas na rede para quem quiser lê-las. Eles se tornaram parte da cibercultura.</div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong> </div>
<div><strong>WEBCOMICS (ou <em>quadrinhos online</em>):</strong></div>
<div>A digitalização de revistas (ou sua arte) não representa &#8220;a morte&#8221; das revistas em quadrinhos, mas uma importante mudança em sua assimilação e acessibilidade &#8211; poucas mídias são capazes de passar por tantas transformações como as HQ&#8217;s: elas se provam versáteis com o tempo.<br />
As histórias ainda são contadas &#8211; o que mudou foi apenas seu suporte (presença física / papel impresso), sua forma&#8230; Neste caso, sua mídia. E podem ser lidos da mesma maneira.</div>
<p>Graças a esse fenômeno, não há mais escassez de edições, caso estiverem esgotadas. Sem mencionar a gama de novas obras nunca antes lidas por um leitor ávido: se buscar corretamente, este pode buscar quadrinhos produzidos nos EUA ou do Brasil, não disponíveis em seu mercado.</p>
<p>Para o leitor, acesso e possibilidades &#8211; além do contato direto com o autor e sua obra, podendo também até contatá-lo e conversar com ele à respeito.<br />
Para o artista, uma maior visualização do seu trabalho. Se for muito bem-sucedido e reconhecido, ele pode entrar no mercado, que se tornou mais competitivo do que nunca.</p>
<p><a href="http://www.scottmccloud.com/" target="_blanck">Scott McCloud</a>, um dos mais importantes pesquisadores da área, diz que os <em>quadrinhos on line / webcomics</em> &#8211; sejam pelas obras convergidas para o formato digital ou por aquelas desenvolvidas especificamente para a internet, criaram um novo processo de interatividade do meio: quanto maior a comunicação, maior a promoção e, como consequência, maior sua difusão.</p>
<p>Exemplos de webcomics reconhecidos em seu espaço (virtual):</p>
<ul>
<li><a href="http://www.zark.com/" target="_blanck">Zark</a>, por Charlie Parker;</li>
<li><a href="http://www.megatonman.com/" target="_blanck">Megaton Man</a>, por Don Simpson;</li>
<li><a href="http://www.leisuretown.com/" target="_blanck">Leisure Town</a>, por Tristan Farnon.</li>
</ul>
<p>Exemplos de portais para vários webcomics:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.keenspot.com/" target="_blanck">Keenspot</a> &#8211; quadrinhos de fantasia;</li>
<li><a href="http://www.eigomanga.com/" target="_blanck">eigoMANGA</a> &#8211; quadrinhos japoneses, mais conhecidos como <strong>Mangás.</strong></li>
</ul>
<p>Até mesmo as mais poderosas indústrias no mercado como a <a href="http://www.marvel.com/" target="_blanck">MARVEL</a> e <a href="http://www.dccomics.com/" target="_blanck">DC ENTERTAINMENT</a> disponibilizam boa parte de seu arquivo digitalmente para quem quiser comprá-los em formato de CD-Rom ou por download direto.</p>
<p>O software gratuito da Apple &#8211; itunes &#8211; também oferece em seu &#60;a href=&#8221;http://www.apple.com&#8221; target=&#8221;_blanck&#8221;&#62;website&#60;/a&#62; o download das principais obras em quadrinhos.</p>
<p>As tiras de jornais não ficaram de fora:</p>
<ul>
<li>Nos EUA, <a href="http://www.dilbert.com/" target="_blanck">Dilbert</a> é um bom exemplo sobre como a web permitiu às antigas tiras que eram preto-e-branco serem coloridas e disponibilizadas na rede.</li>
<li>No Brasil, as tiras de <a href="http://www.blogger.com/%3Ca" target="_blanck">Angeli</a> traduzem com exatidão o potencial cômico do país.</li>
</ul>
<p>O que nos leva à nova evolução dos quadrinhos:</p>
<p><strong>MOTION COMICS (<em>ou quadrinhos em movimento</em>):<br />
</strong>Um dos responsáveis pelo surgimento da Era de Prata dos Quadrinhos e criador do Universo Marvel e seus personagens, como o Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, Demolidor, etc. &#8211; <strong>Stan Lee</strong> definiu em uma entrevista que &#8220;&#8230;<em>as HQ&#8217;s são como um filme exibido apenas para o leitor. Ele tem o absoluto controle do que acontece; conhece as vozes dos personagens, imagina os efeitos sonoros e a música de fundo; pode controlar o tempo, voltando ou avançar num momento específico da história e ficar lá o tempo que achar necessário. Esse tipo de coisa só é possível nos quadrinhos.</em>&#8220;</p>
<div><strong>Will Eisner</strong> complementa sobre a relação dos quadrinhos com o cinema: &#8220;<em>Apesar de parecer haver um relacionamento mais evidente entre quadrinhos e cinema, existe uma diferença básica e fundamental. Ambos lidam com palavras e imagens. O cinema reforça isso com som e a ilusão do movimento real. Os quadrinhos precisam fazer uma alusão a tudo isso a partir de uma plataforma estática impressa. O cinema usa a fotografia e uma tecnologia sofisticada a fim de transmitir imagens realistas. Mais uma vez, os quadrinhos estão limitados a impressão. O cinema pretende transmitir uma experiência real, enquanto os quadrinhos a narram. Essas singularidades, claro, afetam as tentativas de aproximação do cineasta e do cartunista. Tanto um quanto o outro são narradores trabalhando dentro de sua mídia para fazer contato com um público. Mas cada um deles tem um compromisso diferente com sua audiência. O cinema exige pouco mais do que a atenção de seu espectador, enquanto os quadrinhos precisam de um pouco de capacidade de leitura e participação. O espectador de um filme fica aprisionado até um filme terminar, mas o leitor de quadrinhos está livre para folhear a revista, olhar até o final da história, ou se deter numa imagem e fantasiar. Este é o ponto onde os caminhos realmente convergem. O filme transcorre sem qualquer preocupação quanto à capacidade ou habilidade de leitura de sua audiência, enquanto os quadrinhos precisam lidar com ambas. A menos que os leitores de quadrinhos sejam capazes e reconhecer as imagens ou fornecer os eventos necessários que a disposição das imagens propõe, nenhuma comunicação é estabelecida. Por causa disso, o quadrinista é obrigado a inventar imagens que se conectem à imaginação do leitor. Atualmente, o quadrinista tem de lidar com um leitor cuja experiência de vida também inclui uma quantidade substancial de exposição ao cinema. Como essa experiência cinematográfica tende a ficar conservada (alem do fato de ela ser planejada), o narrado de uma história em quadrinhos deve lidar com ele como se fosse real. Por essa razão, não há como fugir do ato de que os elementos da narrativa – ritmo, resolução de um problema, causa e efeito, assim como os elementos mais cognitivos – estejam relacionados com a experiência do leitor como um todo. Existe uma oportunidade para o contato com o leitor aqui. Ninguém pode ignorar o fato de que a experiência da televisão pode ser abortada com o simples apertar de um botão. A influência disso na atenção e na retenção não pode ser desprezada. Nos quadrinhos tenta-se assimilar os clichês cinematográficos que o espectador de filmes aceita visceralmente. Os filmes geralmente usam a visão do espectador como a câmera. Dentro desse recurso, os atores permanecem em posição enquanto a câmera se move sobre suas faces e corpos. Outro clichê é a apresentação do que um ator vê depois de ele ser mostrado vendo alguma coisa. Os quadrinistas, geralmente, são malsucedidos nas tentativas de simular esse efeito, porque eles subestimam a quantidade de espaço que isso requer na mídia impressa</em>&#8220;.</div>
<div>Como explicado, as HQ&#8217;s simulam um filme; agora, eles <strong>podem </strong>ser um.</div>
<div>
Por não quererem perder o espaço (e mercado) para as webcomics, as duas maiores companhias de Quadrinhos &#8211; Marvel e DC &#8211; empenharam-se em transformar algumas de suas obras de maior sucesso em eventos de maior interatividade; os quadrinhos podem ser assistidos ao invés de lidos, mas sem perderem a sua receita: argumento e arte.</div>
<p><strong>Vozes, efeitos sonoros, trilha sonora e movimentações sutis que não evocam a animação.</strong> Apenas quadrinhos em movimento.</p>
<p>A notoriedade deste processo começou quando a mais celebrada graphic novel de todos os tempos, escrita por <strong>Alan Moore</strong> e desenhada por <strong>Dave Gibbons</strong>, responsável por ter rompido com os padrões de sua época, foi adaptada para a motion comics: <a href="http://www.watchmencomicmovie.com/" target="_blanck">Watchmen</a>.</p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyMkgia6osI/AAAAAAAAAM8/tyY7zf93uq8/s400/watchmen-motion-comic%5B2%5D.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div>É a versão digital da graphic novel que acrescenta ação, vozes e sons ao visual já revolucionário conhecido pelos fãs. Mais detalhes no Trailer: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uQ_wuEMwBUo">http://www.youtube.com/watch?v=uQ_wuEMwBUo</a></div>
<div>
A Marvel Comics optou por uma nova estratégia, criando novas histórias no formato Motion Comic de uma personagem consagrada &#8211; a Mulher-Aranha &#8211; para depois lançá-las no formato impresso em quadrinhos.</div>
<div><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qv1urEgjtyQ/SyMkg30jmqI/AAAAAAAAANE/hmhe9TK-he8/s400/maleev+spiderwoman.jpg" border="0" alt="" /><br />
Mais informações também no Trailer: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=45NFn09EzuE&#38;feature=channel">http://www.youtube.com/watch?v=45NFn09EzuE&#38;feature=channel</a></div>
<p><strong>Os Trailers</strong> em si são uma novidade à parte do que pode ser feito nesta mídia: quando um lançamento de um novo título ou um evento importante for publicado, uma montagem de várias &#8220;cenas&#8221; (quadros da revista) são colocados em sequência seguidos de uma narração e uma trilha sonora &#8211; como um lançamento de um filme.<br />
Com a difusão dessa arte via internet, a percepção e aceitação pública dela pode mudar; o hábito de fazer downloads de arquivos também é agregado as HQ&#8217;s. Isso é positivo.</p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong>CONCLUSÃO:</strong><br />
<strong>Pode um estilo da mesma arte proliferar e outro definhar?</strong><br />
Dificilmente.</p>
<p>Transpor um conteúdo entre mídias distintas, como as histórias em quadrinhos e internet televisão, é uma experiência complexa e trabalhosa, que não depende apenas do conhecimento e dedicação de uma equipe para o mesmo. A mídia de quadrinhos foi aqui explicada para uma melhor compreensão e aprofundamento. Embora este trabalho defenda a conversão de conceitos de uma mídia como os quadrinhos para a internet, isso não significa que os quadrinhos não devam deixar de existir &#8211; uma tendência visível nos jornais &#8211; mas estimulá-la.<br />
Muitas formas de comunicação, projetadas para a mídia e entretenimento, passaram (e ainda passam) por diversas atualizações desde sua 1ª versão e/ou formato, como o rádio, cinema e televisão. Assim como as diversas escolas artísticas, estes meios de comunicação sofreram diversas transformações principalmente pelo avanço tecnológico e fatores socioculturais. Os quadrinhos, desde sua concepção, sofreram apenas duas modificações desde sua concepção:</p>
<ul>
<li>
<div>1ª: quando saíram da imprensa popular para o formato de revista (comic book);</div>
</li>
<li>
<div>2ª: suas versões para motion e webcomics.</div>
</li>
</ul>
<p>Ler uma revista em quadrinhos é uma experiência. E isso pode não funcionar muito bem para um saudosista na tela de um computador, ainda mais quando ele precisa de energia elétrica e uma conexão com a rede para tanto.</p>
<p>Diretores (e seus roteiristas) devem considerar as variáveis, conscientizando-se que, quanto mais complexa a criação de uma obra em quadrinhos e mais dependente das técnicas do seu meio em que foi originalmente concebida for, mais difícil sua a adaptação ou versão se torna. O leitor sabe como “processar” uma revista em quadrinhos ao adquirir uma. Ele não concebe apenas um eixo de narrativa simples (no caso de um livro) e o segue até o fim; ele o cria conforme os limites de sua percepção do que vê.</p>
<p>Tudo, no entanto, se refere a mesma coisa: uma forma narrativa por meio de imagens fixas, ou seja, uma história narrada em seqüência de pequenos quadros com a influência da fotografia, cinema, TV, literatura, computação gráfica &#8211; fatores que se mesclam de uma maneira muito flexível na mídia dos quadrinhos.</p>
<p>Uma forma de expressão artística que possui um enorme potencial de se difundir na planeta com uma opção de entretenimento, e até, novas mitologias para qualquer pessoa.</p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:<br />
</strong>BARTHES, Roland. “A mensagem fotográfica”, in LIMA, Luiz Costa (org). Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.<br />
CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 2007.<br />
EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Seqüencial. São Paulo: Martins Fontes, 1999.<br />
EISNER, Will. Narrativas Gráficas. São Paulo: Devir, 2005.<br />
JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São paulo: Aleph, 2009.<br />
MATTELART, Armand e Michèle. História das Teorias da Comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 2000.<br />
MCCLOUD, Scott. Desvendando Os Quadrinhos. São Paulo: M. Books, 2004.<br />
MCCLOUD, Scott. Reinventando Os Quadrinhos. São Paulo: M. Books, 2005.<br />
MCCLOUD, Scott. Desenhando Quadrinhos. São Paulo: M. Books, 2007.<br />
MELO, José Marques de. Comunicação Social &#8211; Teoria e Pesquisa. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1975.<br />
MOYA, Álvaro de. História da História em Quadrinhos. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1993.<br />
SIMPSON, Paul; The Rough Guide to Superheroes. Londres: Penguin Books, 2004.<br />
PATATI, Carlos; BRAGA, Flávio. Almanaque dos Quadrinhos &#8211; 100 anos de uma mídia popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.<br />
VÁRIOS. Alan Moore: Portrait of an Extraordinary Gentleman. Londres: Abiogenesis, 2003.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CANAIS.]]></title>
<link>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/09/canais/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:24:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Santana</dc:creator>
<guid>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/09/canais/</guid>
<description><![CDATA[CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO E REDE &#8211; 2º post. Disciplina ministrada pelo Docente Prof. Dr. Sérg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://alsantana.wordpress.com/files/2009/12/9-july-b1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-31" title="9 July b" src="http://alsantana.wordpress.com/files/2009/12/9-july-b1.jpg" alt="" width="460" height="283" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO E REDE &#8211; 2º post.</strong><br />
<strong>Disciplina ministrada pelo Docente Prof. Dr. Sérgio Amadeu da Silveira.</strong></p>
<p>Quando eu completar mais de 80 anos de idade, talvez eu seja entrevistado por estudantes universitários de comunicação &#8211; isso se tal classificação educacional ainda existir.</p>
<p>O motivo da entrevista será simples: como foi para mim, observar e assimilar toda uma mudança na estética tecnológica da comunicação. Porque como muitos outros, vi o telefone de dial ser substituído por teclas, logo, tornando um aparelho sem fio, ver a ficha telefônica de telefones públicos desaparecer dando lugar à um cartão &#8211; para finalmente, ter uma linha telefônica em meu próprio bolso, num aparelho menor do que minha carteira.</p>
<p>Também assisti e tive um <strong><em>TeleVisor </em></strong>(pense só neste nome) em preto e branco. Com um aparelho melhor comecei a assistir meus filmes em casa; e com um videocassete, acumulei montanhas de fitas VHS e as ainda substituo pouco a pouco por uma mídia melhorada chamada de DVD. E logo, aprimorada ainda mais por um formato chamado de Blu-Ray.<br />
E o que não conheço, posso buscar em um website em que todas as pessoas do mundo criam seus vídeos.</p>
<p>Comecei a ocupar menos espaços substituindo os meus discos de vinil e fitas K-7 por CD&#8217;s e aprendi que discografias inteiras podem ser convertidas para um formato de mídia digital intitulado de MP3, e cabem em algo menor do que uma caneta.</p>
<p>Deixei de correr riscos indo ao <strong>fliperama </strong>e ficar em jogos cíclicos baseados num mero sistema de pontuação, porque os videogames evoluíram de tal maneira que certos produtores de filmes ficam com inveja. Os novos jogos são filmes e eles exigem e bem mais do que uma pontuação elevada.</p>
<p>Ter uma calculadora científica era sinônimo de poder em algumas faculdades e universidades; hoje, é considerado como atrasado aquele que só tem um computador em casa, pois o notebook / laptop é um ítem quase obrigatório.</p>
<p>O sistema de correios&#8230; diremos que a sensação e relevância de receber uma carta escrito à punho por alguém jamas será substituída por um e-mail.</p>
<div>Como fotógrafo, penso sobre o que meus clientes poderiam me dizer se tivesse que revelar um filme de fotos de um trabalho encomendado; hoje, eles as querem ver no display da câmera antes que estejam postadas em meu website.</div>
<div>Minhas fontes de informação são bem mais rápidas; leio o que apenas desejo saber em qualquer parte do mundo por cliques de distância. Possuo a liberdade de buscar os mesmos fatos registrados por outros pontos de vista e chegar à uma que é minha. Posso dialogar mais e buscar mais.</div>
<p>Os livros ainda resistem, mas no próprio website onde posso comprar os livros que jamais serão publicados em meu país, já anunciam a venda de um aparelho eletrônico designado para guardar centenas de livros em sua memória.</p>
<p>Meu mundo mudou e fui testemunha, onde &#8220;mais&#8221; se tornou &#8220;menos&#8221;.</p>
<p><strong>Aprendi que isso não é tecnologia, mas uma mudança, talvez até por necessidade, de códigos e / ou formatos.</strong> Decidimos (ou fomos levados a crer) que precisamos de todas essas coisas mais rápidas, porque para alguns, o tempo está se tornando curto.</p>
<p>Tornamo-nos <strong>imediatistas</strong> e estamos convergindo tudo que conhecemos.</p>
<div>É nisso que penso quando leio e reflito sobre a <strong><em>Cultura de Convergência</em>.</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LIBERDADE SISTEMÁTICA.]]></title>
<link>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/09/liberdade-sistematica/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:18:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Santana</dc:creator>
<guid>http://alsantana.wordpress.com/2009/12/09/liberdade-sistematica/</guid>
<description><![CDATA[  CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO E REDE &#8211; 1º post. Disciplina ministrada pelo Docente Prof. Dr. Sé]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-27" title="Downtown" src="http://alsantana.wordpress.com/files/2009/12/3987428227_d1a875c099_b.jpg" alt="" width="460" height="689" /></strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>CIBERCULTURA E COMUNICAÇÃO E REDE &#8211; 1º post.<br />
Disciplina ministrada pelo Docente Prof. Dr. Sérgio Amadeu da Silveira.</strong></div>
<p>Em nossa primeira aula uma simples prerrogativa foi-nos apresentada: &#8220;A Internet é Livre&#8221;?</p>
<div>Logo, vários questionamentos em diferentes níveis foram levantados &#8211; desde o advento da sociedade em rede e sua cultura (daí o termo &#8220;cibercultura&#8221;) até o sistema em que vivemos:</div>
<p> </p>
<ul>
<li>Viver em sociedade baseada num sistema democrático e capitalista significa ser livre? Ainda mais quando pensamos sobre tributação, poder aquisitivo, fronteiras políticas e ideológicas?</li>
<li>Ter informação é ter conhecimento?</li>
<li>Como a arte e obras baseadas no registro físico (papel) podem ser encaradas daqui pra frente? Como fica o seu valor? Tudo está sendo convergido para o formato digital.</li>
<li>Qual é a posição do Governo quando mais eleitores sabem do que acontece na política pelas diversas fontes e podem ter uma voz mais forte pra se expressarem?</li>
<li>E o Jornalismo? Hoje qualquer um pode registrar qualquer coisa, seja uma opinião ou uma imagem. E com isso, temos a descentralização de fontes e a criação de muitas, sejam elas críveis ou não.</li>
</ul>
<p>Com essas provocações, me vi obrigado a repensar o que sei sobre as atitudes e poderes da de um indivíduo, o que suas ações e opiniões agregam, e o que uma massa poder fazer como resposta. Em todos os âmbitos.</p>
<p>Logo, este primeiro post não possui uma conclusão definida; como foi feito na primeira aula,<strong> a intenção dele é levantar mais questionamentos do que conclusões.</strong> Porque perguntas geram respostas, ainda mais quando tratamos de formatação social e seu progresso realizado para um bem comum. E problematizar é refletir &#8211; logo filosofar.</p>
<p>Aprendi que a atualmente a cultura se converge, mas ainda não se sabe pra onde; o modelo informacional mudou totalmente com a internet, inserindo na população possibilidades de <strong>buscar, receber e gerar</strong> mais informações do que pode, garantindo um meio de expressão àqueles que até então não possuíam. Por isso, a cultura como a conhecemos se converge para ainda não se sabe onde.</p>
<p>Pelo menos, uma conclusão foi apresentada: &#8220;A internet é revolucionária, mas não utópica&#8221;.</p>
<p>Afinal, como administrar ordem no caos?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O argumento da linguagem privada nas Investigações Filosóficas]]></title>
<link>http://distropia.wordpress.com/2009/12/09/o-argumento-da-linguagem-privada-nas-investigacoes-filosoficas/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:06:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcosfanton</dc:creator>
<guid>http://distropia.wordpress.com/2009/12/09/o-argumento-da-linguagem-privada-nas-investigacoes-filosoficas/</guid>
<description><![CDATA[Marcos Fanton Uma das dificuldades que temos com os textos de Wittgenstein parece ser a de encontrar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><strong>Marcos Fanton</strong></p>
<p>Uma das dificuldades que temos com os textos de Wittgenstein parece ser a de encontrarmos um modo de acesso a seu modo de filosofar, uma vez que sua obra não oferece nenhuma introdução ou prolegômenos no sentido tradicional do termo. Pelo contrário, o filósofo austríaco constrói, na maioria de seus textos, <em>observações filosóficas </em>[<em>philosophischen Bemerkungen</em>], aforismos. Com esta preocupação, irei expor, em um primeiro momento, a concepção da filosofia de Wittgenstein, e, mesmo sendo de caráter bastante breve e geral, tal apresentação tem a intenção, principalmente, de esclarecer a linha de interpretação da filosofia de Wittgenstein que estou tomando. Após isso, analisarei o assim chamado “argumento da linguagem privada” (ALP).</p>
<p>[1] Nos diversos parágrafos das <em>Investigações Filosóficas, </em>podemos encontrar, basicamente, dois usos da palavra ‘filosofia’: [1] ‘filosofia’ significa a investigação da “essência da realidade” ou, também, da “incomparável essência da linguagem” (§89 e §97), que seria um conhecimento “mais profundo” do que o das ciências. Tal concepção de filosofia tem, evidentemente, um caráter pejorativo, uma vez que, para Wittgenstein, ela surge a partir da má-compreensão de nossa linguagem cotidiana, dando, nesse caso, uma importância maior (“sublime”) a determinadas palavras ou a algo supostamente extra-linguístico. Com isso, a filosofia procura elaborar uma fundamentação da linguagem ou do conhecimento em “super-conceitos” [<em>Überbegriffen</em><em><span style="font-style:normal;">]</span><span style="font-style:normal;"> ou a partir da experiência ou das sensações subjetivas (<em>sense-data</em>). [2] Como contraposição a este conceito, Wittgenstein formula um novo modo de filosofar, cuja “essência da investigação” trata de compreender algo que “já está diante de nossos olhos”, isto é, que já sempre compreendemos (§89). Filosofar, nesse novo sentido, significa uma investigação gramatical (§90), isto é, a descrição do uso que fazemos de nossa linguagem cotidiana, das expressões lingüísticas (§120 e 124). Assim, a filosofia de Wittgenstein adquire, basicamente, duas tarefas principais, que estão interconectadas: [1] uma “tarefa terapêutica”, na qual procuramos mostrar como determinados usos de expressões ou enunciados são aparentemente filosóficos e, na verdade, revelam-se sem sentido ou “metafísicos” (§116 e 464).  Portanto, aqui, a filosofia é comparada a uma terapia da linguagem, que pretende demonstrar que problemas filosóficos surgem da má-compreensão de nossa linguagem cotidiana (§109, 111). [2] uma “tarefa descritiva ou analítica”, que significaria a tentativa de tornar as expressões lingüísticas e os enunciados mais exatos a partir da clarificação dos seus diversos modos de uso e a partir de analogias e comparações com expressões <em>familiares</em>. O objetivo é, portanto, dar um panorama do atual funcionamento de nossa linguagem (ver Hacker-Backer: </span>Wittgenstein: An analytical comentary on the Philosophycal Investigantions: </em><em>meaning and understanding; </em>Hacker: <em>Wittgenstein&#8217;s place in the twentieth-century analytic philosophy; </em>Kenny: <em>Wittgenstein</em>).</p>
<p>[2] Feita esta breve introdução, gostaria de passar ao tópico do “argumento da linguagem privada”, que é considerado um dos mais discutidos das <em>Investigações filosóficas </em>e já recebeu uma quantidade enorme de interpretações, que diferem até mesmo sobre a exata localização do referido argumento. Como exemplo, temos Kripke e Fogelin, cuja tese inovadora defende que o ALP localiza-se já no §202 e antecedentes. No entanto, seguirei a interpretação de Kenny, Hacker-Backer e Tugendhat, que tomam o §243 e seguintes como o correto sobre o ALP. Como veremos, irei me ater mais à “tarefa terapêutica” de Wittgenstein do que à “tarefa analítica”.</p>
<p>No §243, Wittgenstein contrapõe dois tipos de linguagem: a primeira é um monólogo, em que partimos da constatação de que todo ser humano pode falar consigo mesmo e, com isso, pode realizar diversas práticas, como encorajar-se, dar-se ordens, obedecer, reclamar, etc. Isto, segundo Wittgenstein, é perfeitamente aceitável. Porém, pergunta Wittgenstein, a seguir: “poderíamos imaginar uma linguagem na qual a pessoa pudesse escrever ou dar expressão vocal à sua experiência interior para seu uso privado? Quer dizer, as palavras dessa linguagem poderiam se referir, exclusivamente, às sensações imediatas e privadas do falante, sem que outra pessoa pudesse compreender? Questiona-se, assim, a possibilidade de uma linguagem ostensiva privada.</p>
<p>No parágrafo seguinte (§244), o filósofo irá afirmar que a pergunta anterior (pela referência entre palavras e as sensações) é a mesma que a pergunta pelo modo como aprendemos o significado do nome de nossas próprias sensações. Com isso, Wittgenstein transforma uma questão tradicionalmente epistemológica, sobre o conhecimento de nossas sensações, em uma questão semântica, sobre o modo de uso das expressões lingüísticas de sensações (TUGENDHAT, <em>Autoconsciência e autodeterminação</em>).</p>
<p>A solução de Wittgenstein para tal questão é a seguinte: não aprendemos o nome das sensações a partir de uma analogia privada do treinamento do uso de outras palavras, por mera ostensão. Nós aprendemos novos comportamentos para nossas sensações. Wittgenstein dá o exemplo de uma criança que, ao chorar ou gritar de dor, é ensinada a substituir tais “expressões naturais” por expressões lingüísticas, como “Ai!”, “Ui!”, “Tenho dor de barriga.”, etc. Contudo, ele adverte: a expressão “Ui!” ou “tenho dor” não designa a sensação, isto é, não há nada “mais profundo” por trás de tais expressões. Elas são <em>novos comportamentos </em>de dor, isto é, elas <em>substituem </em>as “expressões naturais” (neste ponto, encontramos a diferença da noção behavorista). Portanto, é através do aprendizado que conectamos palavras às sensações, o que remeteria a um exercício do uso da palavra e, assim, à possibilidade de erros e acertos.</p>
<p>Para Anthony Kenny (<em>Wittgenstein</em>, Blackwell, 2006), o núcleo do ALP encontra-se no §258. Ali, Wittgenstein supõe a construção de um diário da ocorrência de determinada sensação. Para tanto, continua, devemos associar à sensação o sinal ‘S’ e escrevê-lo em um calendário toda vez que tivermos tal sensação. Aqui, porém, [i] o aprendizado ostensivo é proibido, já que não posso apontar para a sensação (não no sentido cotidiano de “apontar”) e [ii] a definição do sinal “S” não pode ser dada, já que este é o intuito da linguagem em questão. Assim, a definição de ‘S’ só pode ser formulada através da concentração de minha atenção: eu gravo em mim mesmo a conexão do sinal à sensação. Este processo tem como pretensão que eu me lembre corretamente de tal conexão. Para Kenny, tal argumento é frequentemente mal-interpretado pela assim chamada “interpretação ortodoxa”  que se dirigem, em defesa ou crítica, ao ceticismo sobre a memória. Wittegenstein – diz Kenny – não está argumentando: “Da próxima vez que eu chamar algo de ‘S’, como eu irei saber que isto é &#8216;S&#8217;?. Ele argumenta: “Da próxima vez que eu chamar ‘S’, como eu poderei saber o que eu <em>significo</em> por ‘S’? É o que o final do §258 nos diz: “Mas, no presente caso, eu não tenho critério de correção. Alguém gostaria de dizer: correto é aquilo que sempre me parece correto. E isto apenas significa que aqui não se pode falar de ‘correto’”. É aqui que Kenny argumenta contra as interpretações de Kripke e Fogelin, uma vez que nem mesmo <em>poderíamos </em>significar algo a partir da linguagem privada. Glock, no seu <em>Wittgenstein dictionary, </em>também aponta para a inconsistência da interpretação de Kripke: &#8220;Nos rascunhos originais, o §202 segue e pressupõe os §§243-315. Além disso, a discussão da linguagem privada §§243-315 não está preocupada com solilóquios que não comunicam sensações. Por fim, ela não se aplica somente a uma lição sobre seguir regras para sensações, mas tenta afastar má-compreensões gerais sobre a mente (estados mentais e processos) e suas relações com o comportamento&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, o problema da linguagem privada, para Kenny, é um problema de critérios, de justificação do uso de nossas expressões lingüísticas. E o §265 é decisivo para mostrar a incongruência de uma linguagem privada. Imaginemos, agora, diz Wittgenstein, uma tabela ou um dicionário que exista apenas em nossa imaginação. É isto que precisamos na linguagem privada, a justificação da nomeação de uma sensação que temos. No entanto, ao buscarmos nesta tabela imaginária, na qual várias amostras de memória de sensações estão supostamente correlacionados a sinais, entramos em apuros. Por quê? Porque, como esta tabela só existe em minha imaginação, para justificar a nomeação de determinada sensação, eu preciso lembrar, também, qual a amostra da memória que pertence a ‘S’ e não a ‘T’, por exemplo. Assim, como não há uma tabela real para eu poder observar esta correlação, devo lembrar o que ‘S’ significa. Porém, era precisamente isto que a tabela deveria confirmar! Com isso, finaliza Kenny, a memória do significado de ‘S’ é usada para confirmar a si mesma, isto é, é usada duas vezes: [i] como significado de ‘S’; e [ii] como lembrança da amostra que corresponde a ‘S’. Conforme a metáfora do final do parágrafo: várias cópias do mesmo jornal (da mesma memória) não podem justificar a verdade de determinada expressão. Ou, como em outro parágrafo, é como se quiséssemos medir nossa altura colocando nossa braço em cima de nossa cabeça (Aqui, seria de observar que o verbete <em>Private Language</em>, disposto no site da <em>Stanford Encyclopedia</em>, traz <em>os mesmo argumentos </em>de Kenny, apesar de dizer que Kenny errou o alvo do ALP).</p>
<p>A conclusão de Kenny, então, é a seguinte: ao tentarmos construir uma linguagem privada, perdemos os critérios (perceptíveis) do uso (significado) de nossas expressões lingüísticas. Ao observarmos, por exemplo, os diversos jogos-de-linguagem criados por Wittgenstein no início das <em>Investigações</em>, perceberemos que todos eles têm um critério <em>independente </em>de correção (uma tabela, um <em>script</em>, uma medida, uma amostra, etc.), na qual podemos conferir se nossas afirmações são corretas ou não.</p>
<p>No entanto, Ernst Tugendhat (<em>Autoconsciência e autodeterminação</em>, 1978), contestará esta interpretação de Kenny, que é baseada, fundamentalmente, na percepção de uma amostra real como critério de justificação. Na verdade, tal critério consiste, segundo Tugendhat, na <em>aplicação </em>de predicados a objetos, uma vez que nenhuma amostra ou tabela contêm, já por si mesma, determinadas instruções para ser utilizada – ela poder ser utilizada assim, mas também de outro modo em outra ocasião. Aqui, Tugendhat parece acertar o alvo não apenas do argumento, mas da concepção de filosofia de Wittgenstein, uma vez que sua interpretação permanece no nível lingüístico, elucidando os pressupostos de nossas práticas, daquilo que “está diante de nossos olhos”. Assim, o critério para verificarmos se alguém entendeu bem as palavras que nomeiam sensações, cores, etc., é o uso correto de tais palavras para classificar objetos perceptíveis.</p>
<p>Porém, poder-se-ia objetar rapidamente: Eu concordo com tal interpretação para expressões como “vermelho”, “copo”, “quadrado”, etc. Mas, qual seriam os objetos de uma dor de cabeça? Você não está se contradizendo e, como diz Wittgenstein, hipostaziando suas sensações? Tal objeção poderia ser respondida com o que vimos anteriormente: um enunciado sobre sensações já é um comportamento novo para as sensações; é a sua manifestação e, nesse sentido, é dirigido por regras determinadas (uma resposta convincente, no entanto, deveria levar a uma análise dos enunciados de sensações). O interlocutor poderia insistir: “Quer dizer, então, que só teríamos a <em>manifestação </em>da sensação?” “Ora – responde Tugendhat –, mas como poderíamos articular linguisticamente nossas sensações?” Além disso, um choro ou um grito não seria também uma manifestação de dor? (ver §245). E, mesmo se quiséssemos dizer que tal sensação é indescritível, também aqui a “indescritibilidade” seria um critério para diferenciarmos tal sensação de outras. Ou seja, continuamos na dimensão da linguagem!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONSUMIDAS PELO OLHAR: A DEVORAÇÃO DE IMAGENS NA PUBLICIDADE]]></title>
<link>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/11/30/consumidas-pelo-olhar-a-devoracao-de-imagens-na-publicidade/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:16:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiguportfolio</dc:creator>
<guid>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/11/30/consumidas-pelo-olhar-a-devoracao-de-imagens-na-publicidade/</guid>
<description><![CDATA[Artigo Final produzido para o curso de Especialização em Imagem e Culturas Midiáticas da UFMG. Agrad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.4shared.com/file/170490392/6250f911/consumidas_olhar_artigo.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1284" title="watermark-5.php" src="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/11/watermark-5-php.jpeg" alt="" width="450" height="296" /></a></p>
<p>Artigo Final produzido para o curso de Especialização em Imagem e Culturas Midiáticas da UFMG.  Agradeço às orientações do Professor Carlos Mendonça (UFMG) e dos comentários enriquecedores da Juliana Salles. Para fazer o download clique na imagem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hospital Albert Einstein abre inscrições para pós-graduação]]></title>
<link>http://maisrh.wordpress.com/2009/11/27/hospital-albert-einstein-abre-inscricoes-para-pos-graduacao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:59:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanderlei Abreu</dc:creator>
<guid>http://maisrh.wordpress.com/2009/11/27/hospital-albert-einstein-abre-inscricoes-para-pos-graduacao/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) abre inscrições para 35 cursos de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) abre inscrições para 35 cursos de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10!!!]]></title>
<link>http://fashionagain.wordpress.com/2009/11/27/10/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:03:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sarina Sena</dc:creator>
<guid>http://fashionagain.wordpress.com/2009/11/27/10/</guid>
<description><![CDATA[Gente, to tão feliz com a notícia que acabei de receber que quero compartilhar aqui com todo mundo. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Gente, to tão feliz com a notícia que acabei de receber que quero compartilhar aqui com todo mundo. <strong>Minha equipe (eu, Christina Bona e Ingrid Voor) tirou 10 no TCC da pós-graduação</strong> em Criação de Imagem e Styling de Moda (Senac). Uhuuuuuuuuuuuu!!! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O trabalho é uma análise semiótica da campanha primavera/verão 2009 da Louis Vuitton. Essa aí embaixo com Madonna.</p>
<p><a href="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-576" title="anúncio 1" src="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-1.jpg" alt="" width="510" height="330" /></a></p>
<p> <a href="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-578" title="anuncio 2" src="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-21.jpg" alt="" width="510" height="333" /></a></p>
<p><a href="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-579" title="anuncio 3" src="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-3.jpg" alt="" width="510" height="749" /></a></p>
<p>O mais bacana mesmo na elaboração deste trabalho foi perceber como as imagens de moda (principalmente de grandes marcas de luxo como a Louis Vuitton) são super pensadas, que cada elemento na foto tem uma razão de estar ali, nada é à toa. Tudo tem muita referência, muita informação.</p>
<p>Como o assunto rende muito papo (afinal, foi uma monografia inteira!!!), queria dar ao menos pequenos exemplos do que foi observado na análise das imagens para vocês perceberem o que quero dizer. Reparem a foto do anúncio abaixo com uma leve modificação no photoshop para realçar o contraste. Percebam como a bolsa é o ponto mais iluminado da foto (realçado pela toalha branca embaixo dela), como seus pontos de cores (amarelo e vermelho) se repetem em Madonna mais ou menos na mesma posição e como certos elementos da cantora “imitam” a bolsa (olhe a alça da bolsa e a franja dela!).</p>
<p> <a href="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-1_modificado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-580" title="anuncio 1_modificado" src="http://fashionagain.wordpress.com/files/2009/11/anuncio-1_modificado.jpg" alt="" width="510" height="331" /></a></p>
<p>Claro que nada disso foi por acaso, né? Mas para entender bem direitinho, só lendo o trabalho inteiro mesmo. Se ele for publicado <em>onlinemente </em>eu aviso aqui para quem estiver interessado em conferir o resto, tá?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudos militares]]></title>
<link>http://teclogos.wordpress.com/2009/11/27/estudos-militares/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:35:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato</dc:creator>
<guid>http://teclogos.wordpress.com/2009/11/27/estudos-militares/</guid>
<description><![CDATA[Para quem vive num país onde o exército já invadiu universidades e caçou estudantes confesso que me ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para quem vive num país onde o exército já invadiu universidades e caçou estudantes confesso que me vejo supreso com a quantidade de oficiais que tem fazendo pós por aqui. Além de quatro tenentes do exército na minha turma hoje assisti uma conferência da Pós em educação e, para variar, entre os palestrantes vários militares.</p>
<p>Um deles está fazendo um estudo sobre aprendizagem cultural (acho que dá para traduzir assim). Pelo que entendi a idéia dele é dotar o corpo militar de alguns níveis de conhecimento cultural, algo além de manuais &#8220;faça isso&#8221; ou &#8220;nunca faça aquilo&#8221;. Os soldados teriam um nível básico para lidar com diferenças culturais em situações previstas, algo como uma introdução a antropologia. Inclusive ele comentou sobre a experiência que os americanos estão fazendo com antropólogos junto ás tropas no iraque e afeganistão. Oficiais que tenham de lidar com população estrangeira teriam um nível mais alto e no final oficiais de estado maior com condições de entender e aconselhar acerca de outra cultura em níveis tático e estratégico. Para uma força que de vez em quando se enfia nos confins do mundo achei um estudo bem pertinente, bate com aquele velho ditado do Sun Tzu sobre conhecer seu inimigo (ou certos aliados).</p>
<p>Outro muito legal foi de uma Capitã que começou descrevendo uma emboscada com IED´s no afeganistão para mostrar a importância do &#8220;pensar fora da caixa&#8221; e como os insurgentes estão se tornando criativos em suas emboscadas.  E, portanto,  como seria interessante se os treinamentos incentivassem mais o pensamento independente e como o exército pode incorporar níveis de pensamento mais complexos ao treinamento de soldados.</p>
<p>Outro estava estudando Vygotsky e a aplicação de aprendizagem colaborativa para treinamentos. Perguntei para esse como ele via a aceitação de uma modalidade de treinamento tão horizontalizada em organizações hierarquizadas, e consequentemente, verticais como instituições militares. Ele falou que realmente não existe um caminho rápido, afinal cultura organizacional não pode ser ignorada, sugerindo uma implantação gradual ou atráves de experiências pontuais, para validar as aplicações.</p>
<p>O último foi sobre uma tecnologia de votação wireless que poderia ser utilizada em salas grandes para votações ou resposta de perguntas. A idéia seria oferecer um feedback para o professor durante a aula e oferecendo um certo grau de anonimato para o aluno. O professor pode saber quem é o aluno, mas a turma não.</p>
<p>Não sei como anda o relacionamento do MD brasileiro com as universidades já ouvi comentários em áreas como engenharia e etc. Talvez eu esteja sendo até bem óbvio, mas achei bem interessante ver o grau de investimento que o MoD britânico dá ao estudo e pesquisa em educação e treinamento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESCAS abre inscrições para mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável]]></title>
<link>http://maisrh.wordpress.com/2009/11/24/escas-abre-inscricoes-para-mestrado-em-conservacao-da-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:56:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanderlei Abreu</dc:creator>
<guid>http://maisrh.wordpress.com/2009/11/24/escas-abre-inscricoes-para-mestrado-em-conservacao-da-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel/</guid>
<description><![CDATA[A ESCAS &#8211; Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, universidade localizada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A ESCAS &#8211; Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, universidade localizada]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UFPR oferta pós-graduação em Gestão Pública a distância ]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/2009/11/21/ufpr-oferta-pos-graduacao-em-gestao-publica-a-distancia/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:01:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Castro</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.wordpress.com/2009/11/21/ufpr-oferta-pos-graduacao-em-gestao-publica-a-distancia/</guid>
<description><![CDATA[A Universidade Federal do Paraná estará oferecendo três cursos de pós-graduação na área da gestão pú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Universidade Federal do Paraná estará oferecendo três cursos de pós-graduação na área da gestão pú]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Phenomenology Research Center::release]]></title>
<link>http://distropia.wordpress.com/2009/11/20/phenomenology-research-centerrelease/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:16:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
<guid>http://distropia.wordpress.com/2009/11/20/phenomenology-research-centerrelease/</guid>
<description><![CDATA[Well, some of you read us in English, some of you in Portuguese. So I&#8217;ll go for the cosmopolit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Well, some of you read us in English, some of you in Portuguese. So I&#8217;ll go for the cosmopolitan option and write this post in both languages.</p>
<p>I just want to let everyone know about the Phenomenology Research Center at Southern Illinois University. This is, I quote:</p>
<blockquote><p>[a] collaborative community of learning that hosts national and international graduate students, post-doctoral students, as well as junior and senior scholars. Located in Carbondale, Illinois at <a href="http://philosophy.siuc.edu/" target="_blank">Southern Illinois University</a>, the Center accommodates interdisciplinary perspectives, and focuses on joint research as a way of informing individual study.</p></blockquote>
<p>We are ready to receive scholars interested in researching on phenomenology, if you are interested please mail admin@phenomenologyresearchcenter.org for instructions as to how to apply and more information about the center.</p>
<p>Right now, you should get all information you need about the center at <a href="http://www.phenomenologyresearchcenter.org/" target="_blank">this website</a>. We currently have three associated researchers working in the center, under the direction of Prof. Steinbock. Two more researchers are scheduled to join us next semester. Soon, I&#8217;ll add more pictures of the center and more information regarding applications and work projects to the website.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Bom, vamos para o Português.</p>
<p>O centro para pesquisa em Fenomenologia acabou de ser aberto aqui na Southern Illinois University at Carbondale. Trata-se de um centro para suporte em pesquisa e investigação interdisciplinar dentro do método fenomenológico, o centro tem condições de dar suporte institucional e técnico para quem tem interesse na área. Ainda estamos trabalhando na possibilidade de oferecer bolsas próprias ao centro, mas alunos de pós graduação interessados em  passar um semestre ou um ano pesquisando fenomenologia no centro devem definitivamente mandar um email para admin@phenomenologyresearchcenter.org.</p>
<p>Considerando a atual excelência da pesquisa desenvolvida pelo professor Steinbock, principalmente relacionada com Husserl (fenomenologia generativa), Merleau-Ponty (estudos sobre o corpo e ontologia social) e Levinas (misticismo e filosofia da religião), eu realmente acredito que alunos  brasileiros interessados neste tema podem se beneficiar do contato com os demais pesquisadores no centro e o acesso privilegiado à atual pesquisa avançada pelo Prof. Steinbock. Trata-se, sem dúvida, de uma das dez melhores instituições onde fazer um estudo de curto prazo em fenomenologia, e um dos poucos centros (creio que existem três) para pesquisa nesta área nos Estados Unidos.</p>
<p>Estou desenvolvendo a página em Português e Espanhol, mas vocês já podem acessar a página do centro em inglês &#8211; totalmente funcional &#8211; <a href="http://www.phenomenologyresearchcenter.org/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Dúvidas, comentários e sugestões na caixa de comentário, ok?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guia Universitário - CURSO A DISTÂNCIA GANHA MAIS ESPAÇO ]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/guia-universitario-curso-a-distancia-ganha-mais-espaco/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:09:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/guia-universitario-curso-a-distancia-ganha-mais-espaco/</guid>
<description><![CDATA[O resultado do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;font-size:x-small;">O resultado do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), revela que os cursos de graduação de ensino a distância (EAD) cresceram pelo menos 500% nos últimos sete anos em todo o País.<!--more--></p>
<p>A pesquisa revela ainda que em 2006 a quantidade de alunos inscritos em cursos de EAD chegavam à casa dos 100 mil. Em um ano, o total de estudantes dobrou para 200 mil universitários, espalhados por todos o País.</p>
<p>O EAD é um modelo de aprendizagem onde não há preocupação com tempo nem distância. Hoje, um aluno no Mato Grosso pode assistir, em tempo real, a mesma aula que um aluno de São Paulo.</p>
<p>Em entrevista à Gazeta, o Secretário Nacional de Ensino a Distância (Seed), Carlos Eduardo Bielschowsky, afirma que, entre vários fatores, o grande crescimento pela procura do EAD se deve ao perfil do aluno, que muitas vezes trabalha e não tem flexibilidade nos horários. &#8220;Um dos principais fatores é que (o EAD) atente pessoas que, eventualmente, não teriam disponibilidade para cursar a universidade. Muitos precisam trabalhar ou não tem tempo disponível para participar das aulas presenciais.” Outro fator que eleva a procura pela modalidade de ensino é que o aluno mais distante dos grandes centros universitários pode ter contato com profissionais qualificados, coisa que antes não era possível. &#8220;O EAD permite fazer uma rede de competências e chegar a locais que antes não era possível.&#8221;</p>
<p>Alan de Alcântara, 25 anos, faz pós-graduação em direito empresarial e aponta a possibilidade de um professor falar com diversas regiões do País, como o grande diferencial em relação aos cursos presenciais. &#8220;Eu acho bacana o professor que fala para mim, ao mesmo tempo passa informações para alunos que estão a quilômetros de distância de Ribeirão.”</p>
<p>De acordo com Bielschowsky, os baixos custos dos cursos também funcionam como atrativo para os alunos com baixa renda. As instituições de ensino gastam menos com o pagamento de professores e funcionários, uma vez que um só professor pode dar a mesmo aula para várias turmas espalhadas pelo País.</p>
<p>O secretário alerta, no entanto, que, na hora de escolha, a instituição em que vai cursar a graduação, pós ou curso sequencial, o aluno avalie as condições de ensino e as referencias dadas por outros alunos. O Inep divulgou que, no ano passado, cerca de 2 milhões de pessoas utilizaram o ensino a distância.</p>
<p>Quando comparado o rendimento dos alunos do ensino a distância aos do método presencial, dos 13 cursos avaliados, em sete, os alunos do EAD apresentaram melhor rendimento. &#8220;A essa modalidade de ensino tem crescido muito e com isso a preocupação com a qualidade também aumentou. A qualidade tem sido acompanhada muito de perto por nós para que não haja abusos por parte das instituições&#8221;, diz o secretário.</p>
<p><strong>FRASE</strong></p>
<p>“Muitos precisam trabalhar ou não têm como participar das aulas presenciais.”</p>
<p>Carlos Eduardo Bielschowsky Secretário Nacional de Ensino a Distância (Seed)</p>
<p><strong>SALA DE AULA</strong></p>
<p>2 milhões De pessoas utilizaram o ensino a distância no ano passado no País.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Para saber se a instituição ou curso está devidamente credenciado, acesse http://portal.mec.gov.br/seed<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sistema Educacional Brasileiro registra crescimento de 33,4%]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sistema-educacional-brasileiro-registra-crescimento-de-334/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:08:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sistema-educacional-brasileiro-registra-crescimento-de-334/</guid>
<description><![CDATA[O Sistema Educacional Brasileiro (SEB) registrou crescimento de 33,4% em sua receita líquida, que so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O Sistema Educacional Brasileiro (SEB) registrou crescimento de 33,4% em sua receita líquida, que somou R$ 117,4 milhões no terceiro trimestre de 2009. No acumulado do ano, a receita totalizou R$ 291,9 milhões, aumento de 27,6% sobre os R$ 228,9 milhões obtidos nos primeiros nove meses de 2008. No trimestre, o lucro líquido ajustado da Companhia foi de R$ 23,9 milhões, 11,5% superior ao do mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro, o crescimento foi de 20,8%, totalizando R$ 51,5 milhões. O lucro líquido ajustado considera as despesas do IPO, a amortização de ágio das aquisições e as despesas não recorrentes, conforme disse ontem o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Marco Rossi, acrescentando que, em termos de resultado financeiro, a companhia registrou Ebtida ajustado de R$ 30,4 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 17,8% sobre o mesmo período do ano passado.<!--more--></p>
<p>O crescimento da receita do SEB foi impulsionado pela expansão do número total de alunos próprios e parceiros, que saltou de 392.039 para 471.545, uma evolução de 20,3%. De forma separada, o total de alunos próprios (matriculados nas escolas e instituições de ensino da rede SEB) chegou a 67.237 no final do terceiro trimestre de 2009, um aumento de 29,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o total de alunos de instituições parceiras (que incluem tanto a rede pública quanto a rede privada) somou 404.308 estudantes de julho a setembro, crescimento de 18,9% sobre igual trimestre de 2008.</p>
<p>- Essa evolução no número de alunos ocorreu especialmente no Ensino à Distância (EAD), no qual o aumento foi de 51,3%, e na Educação Básica, com a incorporação dos três mil alunos do Pueri Domus.</p>
<p>A educação básica permaneceu como o segmento que mais contribuiu para as receitas do SEB, representando 40,2% dos resultados do trimestre. A receita bruta do segmento foi de R$ 49,7 milhões no terceiro trimestre de 2009, 48,1% maior do que no mesmo período do ano anterior. O crescimento ocorreu principalmente em função do aumento do número de alunos, que passou de 23,2 mil no terceiro trimestre de 2008 para 28,5 mil no terceiro trimestre de 2009. Em sistema de ensino, a receita bruta do segmento apresentou crescimento de 27,4% na comparação entre trimestres, totalizando R$ 47,1 milhões em setembro.</p>
<p>No ensino superior, a receita bruta somou R$ 45,6 milhões no acumulado do ano, um aumento de 11,7% em relação ao período de janeiro a setembro de 2008. Já o EAD vem apresentando crescimento significativo, impulsionado pelo maior número de alunos. No terceiro trimestre de 2009, a receita do segmento aumentou 95,2%, atingindo R$ 13,8 milhões. O SEB acredita que o EAD continuará aumentando sua participação na receita bruta total.</p>
<p>Aquisições &#8211; No início de julho , a SEB concluiu a aquisição do Pueri Domus, por R$ 41,5 milhões, uma instituição reconhecida por sua excelência acadêmica nos mais de 40 anos de sua existência. Essa aquisição agrega ao grupo quatro unidades próprias localizadas na região metropolitana de São Paulo, com aproximadamente três mil alunos, e um sistema de ensino com 125 parceiros privados e seis prefeituras, atendendo a aproximadamente 45 mil alunos. Além disso, o Pueri Domus fornece livros didáticos a aproximadamente 100 mil alunos nos estados de Minas Gerias e Santa Catarina.</p>
<p>- Essa aquisição traz ao SEB importante presença no maior mercado educacional brasileiro, além de complementar seu portfólio de sistemas de ensino, com posicionamento diferenciado em relação ao COC e ao Dom Bosco &#8211; disse, acrescentando que, no mês de outubro, o SEB adquiriu as operações do Colégio Monet, em Salvador, por R$ 1,2 milhão. A compra reforça a posição de liderança do Sartre COC na região metropolitana de Salvador e representa investimento em uma região de recente desenvolvimento naquela capital.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sebrae lança novo canal de ensino à distância ]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sebrae-lanca-novo-canal-de-ensino-a-distancia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:05:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sebrae-lanca-novo-canal-de-ensino-a-distancia/</guid>
<description><![CDATA[A partir do mês de outubro, o Sebrae-SP disponibiliza mais um canal de atendimento: o ensino a distâ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A partir do mês de outubro, o Sebrae-SP disponibiliza mais um canal de atendimento: o ensino a distância. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), apoiado no portal do Sebrae-SP, permitirá que os futuros empreendedores tenham acesso aos cursos sobre gestão empresarial, sem sair de casa, acompanhando as aulas pela internet. As inscrições podem ser feitas gratuitamente a partir do dia 29 de outubro e as primeiras turmas já iniciam no dia 03 de novembro.<!--more--></p>
<p>Os cursos agregam uma série de mídias e conteúdos de textos, publicações e material audiovisual já desenvolvidos pelo Sebrae-SP. &#8220;A metodologia privilegia a integração entre o conteúdo dos cursos e os materiais disponíveis na midiateca do Sebrae-SP, a fim de manter o participante motivado durante todo o curso, com a diversidade de estratégias educacionais multimídia. Isso vai desde uma cartilha ou software de plano de negócios, até uma reportagem da TV Sebrae que remete ao tema &#8220;, comenta a consultora Rita Vucinic Teles, gestora do projeto.</p>
<p>O novo canal de atendimento da instituição também contempla a acessibilidade, já que o ambiente foi projetado para facilitar o acesso aos deficientes audiovisuais, que podem fazer o download do conteúdo do curso.</p>
<p>O projeto de Ensino a Distância, em desenvolvimento há seis meses, tem como objetivo promover o acesso a informação sobre gestão empresarial para o maior número de pessoas interessadas em empreender.</p>
<p>Facilidades<br />
Para realizar os cursos basta acessar o endereço www.sebraesp.com.br/ead, cadastrar-se e selecionar o tema de interesse. As matrículas podem ser feitas até um dia antes do início de cada curso.</p>
<p>Os primeiros cursos disponibilizados são voltados para o público que pretende abrir uma empresa nos próximos 12 meses e os temas são: Desperte seu potencial &#8211; Desenvolva suas habilidades; Invista no Planejamento &#8211; Aproveite as oportunidades e Desenvolva a sua empresa &#8211; È hora de fazer acontecer, todos gratuitos, com carga horária de três horas e 15 dias de duração. A partir de novembro, serão apresentados três novos cursos para contemplar também o público formado por empresários já constituídos.</p>
<p>&#8220;Este projeto de educação on line está dentro da nossa estratégia de atuação do Sebrae-SP para ampliar os números de micro e pequenas empresas atendidas, seja presencialmente ou remotamente pela internet. Para isso, estamos ampliando os canais de atendimento remoto aos clientes, concentrando esforços para orientar o maior número de pessoas que pensam ou estão abrindo sua empresa, principalmente, nos municípios do Estado onde não há um posto físico do Sebrae&#8221;, destaca Paulo Roberto Tebaldi, gerente da Unidade Organizacional de Expansão da Rede do Sebrae-SP.</p>
<p>Uma das vantagens do EAD é a flexibilidade de horários, já que os participantes podem estudar a qualquer hora neste ambiente educacional que ficará disponível por 24h. Além disso, os participantes não precisam se deslocar a um ponto físico para estudar, podendo acompanhar os cursos do local que preferir, desde que tenha acesso a um computador e conexão com a internet.</p>
<p>Os cursos autoinstrucionais foram desenvolvidos de forma bem didática, lúdica, para a melhor absorção do conteúdo de gestão empresarial, sem necessidade da presença de um tutor. O aluno ainda encontra uma sala de aula virtual com ferramentas para interação com os colegas de turma como: fóruns de discussão, blogs, chat e outros recursos como mural de aviso, enquetes de opinião pública, calendário de atividades. As dúvidas podem ser sanadas através da Central de Ajuda que disponibiliza monitores para atender aos questionamentos que possam surgir durante o curso.</p>
<p style="text-align:justify;">Edição:  Christiano Rodrigues  &#124; Fonte:  Marcelle Carvalho &#8211; Assessora de Comunicação</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ex-Ministro da Educação critica falta de incentivo para novos modelos educacionais]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/ex-ministro-da-educacao-critica-falta-de-incentivo-para-novos-modelos-educacionais/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:03:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/ex-ministro-da-educacao-critica-falta-de-incentivo-para-novos-modelos-educacionais/</guid>
<description><![CDATA[O desenvolvimento insatisfatório da educação no Brasil e o pouco uso em sala-de-aula de novas tecnol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O desenvolvimento insatisfatório da educação no Brasil e o pouco uso em sala-de-aula de novas tecnologias forma um cenário inadequado do ensino brasileiro, de acordo com Carlos Alberto Chiarelli, Presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância (ACED) e ex-Ministro da Educação. “Infelizmente, nossa educação ainda é basicamente voltada para o ensino tradicional, que não busca outras ferramentas que possam auxiliar o aprendizado. Dessa forma, nota-se certo desestímulo entre os estudantes, que estão no seu cotidiano em contato com novos instrumentos tecnológicos”, destaca. <!--more--></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Chiarelli explica que existem instituições de ensino e alunos que buscam novas alternativas para o acesso ao saber, mas, infelizmente, as tecnologias educacionais não estão sendo incorporadas na velocidade necessária. O ex-Ministro ainda comenta que, na busca por novos métodos, os estudantes encontram na Educação a Distância (EAD) e em materiais didáticos diferenciados novas formas de aprender, mas ainda há dificuldades impostas sobre estas ferramentas. “O próprio governo não facilita no patamar desejado o avanço destas novas tecnologias enquanto que, em outros países, o estímulo para a adesão ao EAD, por exemplo, é crescente. É necessário que haja mais incentivos para esses mecanismos de acesso ao saber. Só assim conseguiremos modificar o cenário da educação brasileira”, diz.</p>
<p>Uma classificação feita pelo  <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=21886&#38;op=cursos#">Fórum</a> Econômico Mundial coloca o Brasil apenas na posição de número 59 entre as economias que mais conseguem tirar proveito das novas tecnologias, por força, inclusive, do governo, que não utiliza suficientemente essas tecnologias. Entre os países latino-americanos, o líder é o Chile, na 34.ª posição. Já o Brasil vem caindo desde 2005 e já é superado por países como Turquia, México, China, Jamaica, Arábia Saudita, Índia ou Barbados. “Com base nesses dados, deveriam ser revistos os investimentos na área da educação. É preciso agir rapidamente para avançar no uso da tecnologia”, finaliza Chiarelli.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Método de EAD ignora as barreiras geográficas]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/metodo-de-ead-ignora-as-barreiras-geograficas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/metodo-de-ead-ignora-as-barreiras-geograficas/</guid>
<description><![CDATA[Todos os dias, o jornalista Alessandro Bocchi, 28 anos, reserva cerca de três horas de sua rotina pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Todos os dias, o jornalista Alessandro Bocchi, 28 anos, reserva cerca de três horas de sua rotina para os estudos, em casa, no silêncio do seu quarto. Ele mora em Araraquara, município do Estado de São Paulo, e faz pós-graduação a distância em comunicação pública pela Universidade Gama Filho, de Brasília. Com duração de um ano, o curso será concluído em maio de 2010 e, até lá, é preciso estar focado para cumprir as obrigações.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Comodidade, economia com transporte e alimentação, ganho de tempo e mais chances de se manter concentrado: estas foram algumas vantagens que levaram o estudante a ser adepto da educação a distância (EAD).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O método de ensino, que caminha a passos largos para se livrar de vez do preconceito, enraizado na concepção principalmente de quem possui acesso e opta pelas aulas convencionais, tem seguidores em todo o país. Nas palavras de Marco Antonio Araujo Junior, diretor pedagógico de cursos livres da escola LFG (Luiz Flávio Gomes), a modalidade se popularizou por abrir caminhos à “democratização do ensino”.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso de Bocchi, o curso de jornalismo foi concluído da maneira tradicional – a lousa repleta de conteúdo, o entra e sai de alunos, a troca de professores, o falatório dos colegas de classe, a liberdade que permite esquecer a aula e prolongar o intervalo. Para alguns estudantes, há momentos em que registrar o nome na lista de presenças parece ter mais importância do que o aprendizado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os professores cumprem a tarefa de ensinar, aprende quem se dedica – e esta dedicação é o combustível na busca por resultados satisfatórios. “É muito mais difícil conseguir uma nota pelo ensino a distância”, revela Bocchi. Há prazos viáveis para elaborar os trabalhos, contudo, os professores são bastante exigentes. Segundo ele, estudar longe da sala de aula requer disciplina, interesse e organização, além de estar antenado com as tecnologias. “Acesso à internet com banda larga é indispensável”, acrescenta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Na prática</strong> &#8211; O ambiente virtual caracteriza-se como a plataforma de comunicação mais utilizada na EAD, mas os livros e as apostilas sobrevivem neste cenário tecnológico. Passado, presente e futuro se convergem: enquanto os olhos piscam em menor frequência, dominados pela tela do computador, as letras no papel continuam atraentes, como uma fonte segura, palpável e rica em conteúdo (muitas vezes, insubstituível).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">É por meio do site da universidade que Bocchi mantém contato com os professores, coordenadores e outros alunos. Nos fóruns de discussões, os estudantes realizam debates, questionam e opinam. Os tutores se comprometem a sanar todas as dúvidas, coletivas e individuais, em um tempo determinado. “Eles têm um prazo de 24 horas para responder qualquer questão, comentam as atividades diariamente e são solícitos na troca de informações”, diz. Outra possibilidade é se comunicar com os educadores por e-mails, o que evita expor um assunto de interesse particular aos demais membros do fórum.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Há um dinamismo nos recursos, mas para dar conta do que é oferecido e buscar a solução dos assuntos que causam inquietações, é fundamental ser pró-ativo. Essa característica faz com que os alunos leiam mais e se tornem mentores do seu próprio conhecimento. “Se o aluno não for disciplinado, as chances de reprovação são significativas”, alerta Marco Antonio.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Prova sem consulta</strong> &#8211; O suporte aos estudantes ultrapassa as barreiras físicas e garante o acesso à educação. Para avaliar o rendimento dos alunos, a maioria das instituições organiza encontros presenciais. Normalmente, são obrigatórios e acontecem em diferentes pólos espalhados pelo país, ao término de cada disciplina cursada. A internet, as mídias audiovisuais, as bibliografias e até mesmo a interação via celular aproximam universitários e professores. As ferramentas auxiliam as pesquisas, mas é preciso que o estudante volte à sala de aula para comprovar, na prática, o que aprendeu no conforto do seu lar.</p>
<p style="text-align:justify;">
Nos encontros, também é possível fazer exercícios em laboratórios, conforme a necessidade do curso, e apresentar trabalhos. Segundo o diretor Marco Antonio, essa modalidade, chamada de híbrida, é a melhor opção de curso, pois mescla o ensino a distância com o presencial.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>A escolha certa</strong> – Obter uma certificação qualificada ao completar os estudos é uma conquista que requer planejamento, e não apenas no aspecto financeiro. O valor das mensalidades em educação a distância costuma ser mais barato, porém, antes de decidir efetuar a matrícula é importante analisar as condições dos serviços oferecidos. Entre os itens que devem ser considerados estão o credenciamento no Ministério da Educação (MEC), a metodologia aplicada pelo corpo docente e os locais onde os pólos estão situados. Vale ressaltar que o MEC certifica os cursos de graduação e pós-graduação, portanto, apenas essas modalidades compõem a lista de credenciamento.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Pesquisar sobre a instituição permite conhecer o sistema de aprendizagem com antecedência. Disciplina e empenho são características próprias de quem se identifica com a EAD &#8211; e esses fatores contribuem para que o índice de evasão seja até três vezes menor se comparado ao ensino convencional, destaca o diretor pedagógico da LFG. “O aluno que se dispõe a realizar um curso a distância planejou muito mais do que aquele que realiza um curso presencial, portanto, a evasão costuma ocorrer somente em casos extremos”, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Inclusão acadêmica</strong> – A oferta de cursos nas grandes metrópoles dá a possibilidade de escolher, entre as diversas opções, onde e como estudar. De acordo com o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (AbraEAD), referência nacional especializada em coleta de dados sobre o assunto, “um em cada 73 brasileiros estuda a distância”.</p>
<p style="text-align:justify;">
Quando a disseminação do ensino se depara com barreiras teoricamente geográficas, a EAD entra em cena para facilitar a vida dos estudantes. Mais do que uma escolha, para muitos brasileiros o método é uma necessidade, já que sem ele a profissionalização seria dificultada, esbarraria nos limites de tempo e espaço.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Modalidade credenciada</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O site do Ministério da Educação disponibiliza o “Sistema de Consulta de Instituições Credenciadas para Educação a Distância e Pólos de Apoio Presencial”, o Siead. Para ter acesso à ferramenta de pesquisa, em www.mec.gov.br, é necessário clicar no link “Instituições Credenciadas”, localizado no menu “Estudantes”, e escolher o tópico “Educação Superior a Distância”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em caso de dúvidas é possível entrar em contato com a central de atendimento do MEC pelo telefone 0800-616161 ou pelo e-mail falabrasil@mec.gov.br.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Flávio Fernandes/SP</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Jornal de Concursos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
