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	<title>presidente-do-supremo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/presidente-do-supremo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "presidente-do-supremo"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:34:10 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[PEC para exigência de diploma a jornalistas tem 40 assinaturas]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/24/pec-para-exigencia-de-diploma-a-jornalistas-tem-40-assinaturas/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 20:05:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) já conseguiu coletar 40 assinaturas de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) já conseguiu coletar 40 assinaturas de apoio à apresentação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de curso superior de Comunicação Social para o exercício da profissão de jornalista. Para a apresentação da PEC são necessárias 27 assinaturas.</p>
<p>Segundo a proposta, o exercício da profissão de jornalista será privativo de portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação. Além disso, acrescenta um parágrafo único, que torna facultativa a exigência do diploma para colaboradores.</p>
<p>Consultado pela Agência Brasil, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa afirmou &#8220;ser possível tornar obrigatória a exigência do diploma por meio de emenda constitucional&#8221;. Mas Corrêa chamou a atenção para o risco de a iniciativa ser interpretada como repreensão à decisão do STF, na semana passada, que dispensou o diploma para o exercício profissional de jornalista.</p>
<p>O senador Antonio Carlos Valadares solicitará também que o Senado realize audiências públicas na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ), com representantes de associações e federações de jornalistas e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de estudantes e jornalistas. Segundo ele, o objetivo dessas audiências será o de aperfeiçoar o texto da PEC.<br />
agencia estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: É claro que por trás desta manifestação existe o interesse em desmoralizar o STF; e a figura preferida pela esquerda na orquestração desta desmoralização, é o ministro Gilmar Mendes. Como já afirmei anteriormente em outros comentários, os grandes jornalistas no passado, nunca fizeram curso de graduação. O foco principal nisso tudo, é a desmoralização do Supremo como órgão jurisdicional. Não tenho nada contra o curso de jornalismo, acho válido, importante, porém arrancar da sociedade o direito da livre expressão, constituindo uma reserva de mercado é inconcebível. É interessante notar como a esquerda ao invés de incentivar o debate, radicaliza e joga os estudantes de jornalismo contra a sociedade brasileira numa afronta à decisão do STF. Juridicamente a PEC seria o caminho. Mas há necessidade disso? Ou o melhor não seria estudar para se tornar um bom profissional na área?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mendes diz que fim de diploma pode ocorrer em outras profissões]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/22/mendes-diz-que-fim-de-diploma-pode-ocorrer-em-outras-profissoes/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 18:59:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para ele, regulação é &#8216;excepcional&#8217; em caso de ameaça a valores básicos. Presidente do S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para ele, regulação é &#8216;excepcional&#8217; em caso de ameaça a valores básicos.<br />
Presidente do STF defendeu Congresso, que vive crise por denúncias.</p>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, voltou a afirmar nesta segunda-feira (22) que a não exigência do diploma para jornalistas deve ocorrer em outras profissões. Sem especificar quais, ele afirmou que a regulação só é “excepcional” quando há ameaça aos valores básicos ou à saúde, por exemplo. </p>
<p>A afirmação foi feita durante almoço-debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), com o tema &#8216;A Justiça, o Homem e a Lei&#8217; no Hotel Renaissance, na região dos Jardins, em São Paulo. </p>
<p>“Eu diria que é apenas [a desregulamentação da profissão de jornalista] a primeira de uma série sobre desregulamentação de profissões”, disse. Na última quarta-feira, o STF decidiu derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista. </p>
<p>Para Mendes, no entanto, pode ser que a decisão venha a beneficiar o mercado. “Pode ser que futuramente o mercado exija não só uma formação, mas várias especializações”. </p>
<p>Antes do debate do presidente do STF com empresários, estudantes de jornalismo realizaram um protesto contra a decisão. Mendes disse considerar a manifestação contra ele como desconhecimento. &#8220;A decisão não foi minha, foi do Supremo Tribunal Federal.&#8221;</p>
<p>Defesa do Congresso </p>
<p>Mendes defendeu o Congresso Nacional, que vive uma crise diante de onda de denúncias. </p>
<p>“Eu queria dizer do meu apreço pelo trabalho do Congresso. Os escândalos, a ênfase que se dá, não destaca o trabalho que vem sendo feito”, durante discurso a empresários. </p>
<p>Mendes afirmou ainda ter “absoluta confiança” de que a crise será superada. “Eu tenho absoluta confiança que a sabedoria da classe política vai obter a solução desta crise”. </p>
<p>Caso Palocci </p>
<p>Ao ser questionado sobre quando o Supremo julgará o processo contra o deputado federal Antonio Palocci, no caso do caseiro Francenildo Costa, ele afirmou que o processo deve entrar em pauta no começo de agosto. </p>
<p>Prisão provisória </p>
<p>Questionado por um empresário da plateia, Mendes criticou novamente a decretação de prisões provisórias em massa.</p>
<p>“Temos delegados e juízes que se vestem como justiceiros, ao decretar prisão em massa, mas nós sabemos que é difícil fundamentar a prisão de tantas pessoas. A prisão não pode ser usada como um fator sensacionalista.”</p>
<p>Globo</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Essa questão da polêmica em relação ao fim do diploma para jornalistas, na verdade, é uma forma que a esquerda está utilizando para atacar o presidente do Supremo. Não sou jornalista, mas escrevo para muitos jornais. Ora, como Advogado tenho o direito de me expressar, assim como o médico, o engenheiro, enfim todas as demais profissões. Não é possível entender que os jornalistas se sintam ameaçados com essa possibilidade democrática.</p>
<p>Jamais os bons jornalistas formados serão preteridos. Ao revés, os bons jornalistas passarão a ser  referência para aqueles que de outras profissões escrevem e querem se aprimorar. Estes estudantes manipulados pela esquerda boba, que se expõem como fantoches de grupos especializados em manobras diversionistas, acabam se menosprezando, se diminuindo, e radicalizando um discurso que na verdade os bons jornalistas, os que estão empregados nos grandes jornais, os seguros de si, pouco estão preocupados.</p>
<p>O curso de jornalismo se transformará além da graduação numa pós graduação, os bons jornalistas formados jamais serão desperdiçados, agora os que têm medo do mercado, os inseguros, acabarão se portando como os bacharéis que tem medo do exame e de ordem, restando &#8211; lhes então apenas, a fantasia de palhaço da manifestação no mesmo contôrno do &#8220;Jus esperniandi&#8221; dos bachareis medrosos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Jornalismo e a Liberdade de Expressão]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/19/o-jornalismo-e-a-liberdade-de-expressao/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 20:11:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/19/o-jornalismo-e-a-liberdade-de-expressao/</guid>
<description><![CDATA[A decisão do Supremo Tribunal Federal de acabar com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A decisão do Supremo Tribunal Federal de acabar com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, causou uma verdadeira celeuma, esta semana. Compreensíveis são as críticas do ponto de vista da formação específica, profissional e preparatória para a função, mas contestáveis são s opções, em função da  intolerável reserva de mercado.</p>
<p>Com efeito, o poder de redação não está restrito aos profissionais jornalistas;, se tal fosse, advogados não estariam preparados para peticionar junto ao provimento jurisdicional, em nome de seus representantes, em Tribunais de todos os tipos. Relatar de forma concisa e coerente a defesa da demanda, requer detalhamentos que só os que dispõe da capacidade postulatória e argumentativa, assim a conseguem com êxito. </p>
<p>A grande questão a ressaltar é que muito antes de existir a profissão de jornalista, a mesma era exercida pela intelectualidade da sociedade da época. Em todos os tempos, advogados, médicos, engenheiros e outros, sempre opinaram, construíram suas idéias, compartilharam suas reflexões, divulgando-as na imprensa. Seria impossível imaginarmos o jornalismo, a informação, a política e a retórica, sem a ampla presença de todos os setores da sociedade, dando a oportunidade e estes de se expressarem livremente através dos meios de comunicação. </p>
<p>Fica patente que a profissão de jornalista, nos termos de uma “reserva de mercado” vem na contramão da democracia, constituindo determinada categoria como porta-voz única e exclusiva dos anseios da sociedade. O presidente do STF, Ministro Gilmar Mendes, com muito bom senso e com o costumeiro acerto, conduziu a questão de forma clara, embasando-a num dos principais pilares da democracia: a liberdade de expressão. </p>
<p>Tantos são os percalços que essa liberdade atravessa que só a firme determinação na defesa intransigente, pronta e corajosa das idéias, é capaz de rechaçar interpretações corporativas que embotam o florescer das idéias, amiúdam o destino dos debates e sacrificam a liberdade do opinar. </p>
<p>Quantos jovens de outras formações poderão se tornar discípulos do espírito crítico de jornalistas, como Machado de Assis, bem como, de outros que se lançaram a escrever e jamais foram contestados na sua formaçãoou em sua capacidade de postular a informação? </p>
<p>A profissão de jornalista jamais irá acabar ou sucumbir, mas, permitirá também que no caminho da liberdade de expressão outras vozes uníssonas às causas democráticas se lancem, formando assim, um caldeirão de idéias que emprestará às novas gerações a obrigação de lutar pela democracia sem a restrição à promoção das idéias. </p>
<p><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por 8 a 1, STF derruba exigência de diploma para jornalistas]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/17/por-8-a-1-stf-derruba-exigencia-de-diploma-para-jornalistas/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 00:40:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/17/por-8-a-1-stf-derruba-exigencia-de-diploma-para-jornalistas/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 17, que jornalista não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 17, que jornalista não precisa ter diploma para exercer a profissão. Por 8 votos a 1, o STF derrubou a exigência do diploma de jornalismo. Essa obrigatoriedade tinha sido imposta por um decreto-lei de 1969, época em que o País era governado pela ditadura militar. </p>
<p>Relator do caso no STF, o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, disse que o jornalismo é uma profissão diferenciada, que tem vinculação com o exercício amplo das liberdades de expressão e de informação. Segundo ele, exigir o diploma de quem exerce jornalismo é contra a Constituição Federal, que garante essas liberdades. A exigência do diploma já estava suspensa desde 2006, por uma liminar concedida pelo STF.</p>
<p> Fim do diploma reduzirá salário de jornalistas, diz sindicato </p>
<p>&#8220;O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada. Os jornalistas são aquelas pessoas que se dedicam profissionalmente ao exercício pleno da liberdade de expressão. O jornalismo e a liberdade de expressão, portanto, são atividades imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensadas e tratadas de forma separada&#8221;, afirmou Mendes. </p>
<p>Para ele, o decreto lei de 1969 que exigia o diploma de jornalismo para quem trabalhasse como jornalista não foi recepcionado pela atual Constituição, que é de 1988. </p>
<p>&#8220;Nesse campo, nessa matéria, a salvaguarda das salvaguardas da sociedade é não restringir nada&#8221;, concordou o ministro Carlos Ayres Britto.</p>
<p>Apesar de ter votado contra a exigência do diploma, o presidente do STF reconheceu que é inegável que frequentar um curso superior com disciplinas técnicas sobre redação e edição, ética e teoria da comunicação pode dar ao profissional uma formação sólida para o exercício cotidiano do jornalismo. &#8220;E essa é uma razão importante para afastar qualquer suposição no sentido de que os cursos de graduação em jornalismo serão desnecessários após a declaração de não-recepção do art. 4º, inciso V, do decreto-lei nº 972/1969 (que estabelecia a obrigatoriedade do diploma)&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ele sinalizou que o diploma também não deveria ser obrigatório para exercer outras profissões. </p>
<p>&#8220;Tais cursos são extremamente importantes para o preparo técnico e ético de profissionais que atuarão no ramo, assim como o são os cursos superiores de comunicação em geral, de culinária, marketing, desenho industrial, moda e costura, educação física, dentre outros vários, que não são requisitos indispensáveis para o regular exercício das profissões ligadas a essas áreas&#8221;, disse. </p>
<p>Para exemplificar esse pensamento, ele comentou de forma mais detalhada a profissão de chefe de cozinha. &#8220;Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. Certamente o poder público não pode restringir dessa forma a liberdade profissional no âmbito da culinária, e disso ninguém tem dúvida, o que não afasta, porém, a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos à saúde e à vida dos consumidores&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os ministros afirmaram que há um excesso de regulamentação das profissões. </p>
<p>Durante o julgamento, o presidente do STF lembrou que vários jornalistas conhecidos do público em geral atuam ou atuaram no Brasil e no exterior sem ter o diploma de jornalismo. Ele citou como exemplos o colombiano Gabriel Garcia Marquez, o peruano Mário Vargas Llosa e os brasileiros Machado de Assis e Nelson Rodrigues. Mendes afirmou que em 1992 chegou a ser instaurado inquérito policial contra dois jornalistas que trabalhavam em São Paulo sem terem concluído a faculdade de jornalismo. </p>
<p>Único ministro a votar a favor da obrigatoriedade do diploma, Marco Aurélio Mello afirmou que o jornalista tem de ter técnica para entrevistar, reportar e pesquisar. &#8220;Devo presumir o que normalmente ocorre, não o excepcional: que tendo o profissional o nível dito superior estará mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira&#8221;, disse Marco Aurélio.</p>
<p>Autor da ação que questionava a exigência do diploma para o exercício do jornalismo, o Ministério Público Federal sustentou que a obrigatoriedade violava a atual Constituição Federal, que garante a liberdade de profissão e de imprensa e prevê o direito ao livre trabalho e à livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação.</p>
<p>Durante o julgamento, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza sustentou que a Constituição estabelece a liberdade de exercício de qualquer trabalho desde que atendidas as qualificações profissionais. </p>
<p>&#8220;Essa restrição, todavia, diz respeito, apenas, às profissões cujo exercício exige conhecimentos técnicos específicos, não se referindo aos jornalistas. É que o jornalismo configura uma atividade intelectual, desprovida de especificidade, não exigindo diploma de curso superior, tendo em vista a livre manifestação de pensamento, como corolário da liberdade de expressão, assegurada em todo estado democrático de direito&#8221;, argumentou o Ministério Público.</p>
<p>A advogada do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp), Taís Gasparian, concordou com o procurador-geral. </p>
<p>Em sua sustentação oral no plenário do STF, Taís também observou que o decreto-lei que exigia o diploma de jornalismo foi baixado durante o regime militar e tinha o objetivo de controlar a difusão de informações e a manifestação dos pensamentos. </p>
<p>Taís argumentou ainda que era impossível impedir que pessoas sem o diploma exercessem atividade jornalística, principalmente na Internet. </p>
<p>A favor da exigência do diploma, o advogado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), João Roberto Piza Fontes, afirmou que a obrigatoriedade não impedia as outras pessoas de escreverem em jornal. </p>
<p>A favor da exigência do diploma, o advogado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), João Roberto Piza Fontes, afirmou que a obrigatoriedade não impedia as outras pessoas de escreverem em jornal. </p>
<p>Lei de imprensa</p>
<p>No fim de abril, o STF derrubou a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, 7 dos 11 ministros do STF decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, que foi editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.<br />
agência estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Esta é uma questão controversa, muito embora escrevo para mais de 50 jornais, e tenho uma formação jurídica, entendo válida a formação do jornalista. Não colocaria o Direito como uma área conflitante com o jornalismo, temos muita coisa em comum, o raciocínio, as idéias, a visão crítica da sociedade, o poder da redação, enfim uma abrangência interdisciplinar grande.</p>
<p>O jornalista formado é um profissional respeitado e essencial para a democracia. Como bem mencionou o presidente do STF, Gilmar Mendes, em sua douta cognição, &#8220;é inegável que freqüentar um curso superior com disciplinas técnicas sobre redação e edição, ética e teoria da comunicação pode dar ao profissional uma formação sólida para o exercício cotidiano do jornalismo. &#8220;E essa é uma razão importante para afastar qualquer suposição no sentido de que os cursos de graduação em jornalismo serão desnecessários após a declaração de não-recepção do art. 4º, inciso V, do decreto-lei nº 972/1969 (que estabelecia a obrigatoriedade do diploma)&#8221;, afirmou. Tenho um grande apreço e admiração aos jornalistas de formação, provavelmente no fundo gostaria de ser jornalista também.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presidente do Supremo é vaiado ao deixar Comissão do Senado]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/03/presidente-do-supremo-e-vaiado-ao-deixar-comissao-do-senado/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 20:32:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/06/03/presidente-do-supremo-e-vaiado-ao-deixar-comissao-do-senado/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, foi surpree]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, foi surpreendido com vaias e gritos de &#8220;Fora Gilmar&#8221; ao deixar a audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A manifestação foi organizada por estudantes do movimento &#8220;Saia às Ruas&#8221;, criado depois que o ministro Joaquim Barbosa, em uma discussão com Gilmar Mendes, no plenário do STF, afirmou que ele deveria ir às ruas para ouvir a opinião pública. </p>
<p>A manifestação surpreendeu o presidente do Supremo e, também, a Polícia Legislativa do Senado, que retirou os estudantes das dependências do Senado. Gilmar Mendes disse não se incomodar com a manifestação.</p>
<p>Momento depois, antes de entrar no elevador privativo, o presidente do STF parou para uma rápida entrevista, que foi interrompida por novos gritos de &#8220;Fora Gilmar&#8221;. Desta vez, a manifestação partiu de representantes da Confederação Nacional das Associações de Servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>&#8220;O Gilmar não está honrando com as obrigações que tem como presidente do Supremo Tribunal Federal. Ele tem agido de forma parcial e isso extrapola prerrogativas de qualquer magistrado&#8221;, afirmou José Vaz Parente, diretor da confederação.</p>
<p>Ainda na audiência pública, que debateu o projeto de lei que cria mecanismos de repressão contra o crime organizado, Gilmar Mendes comentou a necessidade de isenção das autoridades responsáveis pela formulação e julgamento das leis.</p>
<p>&#8220;Estamos em uma democracia representativa. Vocês [senadores] têm que aprovar leis, que contrariam a opinião pública. Alguns imaginam que fazer jus é atender às ruas, é atender a determinados segmentos. Temos uma jurisprudência que diz que o clamor da opinião pública não justifica prisão preventiva&#8221;, disse Gilmar Mendes.<br />
agência estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Para vocês verem como são as coisas. Num domingo ensolarado, resolvi ir à feira de Antiguidades em São Paulo que fica em baixo do Masp na Avenida Paulista. Eu que sempre de certa forma entendi que Gilmar Mendes deveria se expor mais às ruas, como Barbosa costumeiramente faz no Rio, de repente num momento em que estava eu apreciando uma peça de antiguidade numa das barracas, ao meu lado surgiu um senhor chamado Gilmar Mendes.</p>
<p>A reação minha foi tão natural, que comecei a comentar a peça com ele, e realmente fui surpreendido com sua simpatia, atenção, e desprendimento do cargo que possui. Conversamos sobre a peça, sobre a feira de antiguidades, e finalmente entreguei meu cartão. Nem parecia esse Gilmar Mendes que todos atacam, que foge do povo. Muito antes de conhecê-lo, sempre defendi e entendi que aquela discussão no Supremo, com Joaquim Barbosa, era algo que faz parte da dinâmica do Direito, da democracia, do confronto das idéias; e o que está ocorrendo no momento, é uma injusta demonização da figura do presidente do Supremo. Isso não é saudável.</p>
<p>Se por hora a intelectualidade negra grita numa discussão justa do ponto de vista jurídico, e deve ser ouvida, demonizar politicamente alguém para se obter um ganho eleitoral pobre, de nada leva a não ser ao radicalismo. O confronto de idéias é a essência da democracia, andar em público, poder falar o que pensa, escrever o que quer, é um direito de cada cidadão, agora propaganda sistemática e execração pública é o artífice preferido dos autoritários que desconhecem e desrespeitam a opinião alheia.</p>
<p>A esquerda entende que Gilmar Mendes por ter uma visão formalista do ponto de vista jurídico, o faz pequeno, mas esquecem que o Judicário vive do debate, do confronto das idéias. Isso é o Direito. Agora eu não vou me justificar diante dos &#8221; inocentes úteis subproduto da esquerda infantil &#8220;.<br />
 Veja artigo meu na impresa: <a href="http://www.jornalagora.com.br/site/?caderno=27&#38;noticia=65060&#38;pagina=5_61__">A Justiça, O Povo e o Futebol</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSE autoriza envio de Forças Armadas se Rio de Janeiro pedir]]></title>
<link>http://presidentedobrasil.wordpress.com/2008/08/15/tse-autoriza-envio-de-forcas-armadas-se-rio-de-janeiro-pedir/</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 15:31:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
<guid>http://presidentedobrasil.wordpress.com/2008/08/15/tse-autoriza-envio-de-forcas-armadas-se-rio-de-janeiro-pedir/</guid>
<description><![CDATA[Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o presidente da Corte,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="coluna1">
<p>Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o  presidente da Corte, ministro Carlos Ayres Britto, deverá intensificar os  trâmites burocráticos para que forças federais de segurança atuem nas eleições  do Rio . Na prática, eles deram a Britto carta branca para acertar com  o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o envio de tropas das Forças Armadas, se o  pedido for feito pelo governador fluminense, Sérgio Cabral. O governador já se  declarou publicamente favorável ao auxílio.</p></div>
<div>
<p>O reforço da estrutura de segurança do Rio de Janeiro começou a ser debatido  com o objetivo de neutralizar a influência direta de milícias ou traficantes no  processo eleitoral. Em comunidades da cidade dominadas por esses grupos, apenas  candidatos com apoio dos criminosos fazem campanha livremente. Outros candidatos  e jornalistas chegaram a ser ameaçados ao passarem por esses locais.</p>
<p>A assessoria do TSE informou que a solicitação de auxílio das Forças Armadas  já foi prontamente atendida pelo Ministério da Defesa em eleições anteriores. Em  2006, as tropas atuaram em 142 municípios.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Veja mais:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://candidatos2008.wordpress.com/2008/08/07/stf-rejeita-pedido-de-juizes-e-libera-candidatura-de-ficha-suja/" target="_blank">STJ rejeita pedido de juizes e libera candidatura de &#8220;ficha suja&#8221;</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.record.com.br/acabecadoeleitor/" target="_blank">A Cabeça do Eleitor</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><a href="http://www.acabecadoeleitor.com.br/"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" src="http://candidatos2008.wordpress.com/files/2008/08/albertocarlos4.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dantas volta pro inferno]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/2008/07/10/dantas-volta-pro-inferno/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 19:56:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://robertocordeiro.wordpress.com/2008/07/10/dantas-volta-pro-inferno/</guid>
<description><![CDATA[Daniel Valente Dantas sofreu um contragolpe da Polícia Federal. Segundo os sítios G1 e O Globo, o ba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://robertocordeiro.files.wordpress.com/2008/07/dd-nova.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-499" src="http://robertocordeiro.wordpress.com/files/2008/07/dd-nova.jpg" alt="" width="279" height="209" /></a>Daniel Valente Dantas sofreu um contragolpe da Polícia Federal. Segundo os sítios <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL642517-9356,00-PF+PRENDE+DANIEL+DANTAS+NOVAMENTE.html" target="_blank">G1</a> e O Globo, o banqueiro foi preso novamente no escritório de seus advogados em São Paulo. A detenção de Dantas deixa de ser temporária e passa a ser preventiva com base em documentos que os agentes federais encontraram durante a realização da Operação Satiagraha.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Nota oficial da PF diz que a preventiva fora solicitada “em razão de documentos encontrados nas buscas realizadas na terça-feira” e no depoimento de uma testemunha. Os dois fatos teriam “fortalecido a ligação entre Dantas e a prática do crime de corrupção (suborno) contra um policial federal que participava das investigações”.</p>
<p>Segundo a PF, a prisão ocorreu na Avenida 9 de Julho, num escritório. Deste modo, Dantas retornará para a mesma carceragem de onde saiu no início da manhã desta quinta-feira (10 de julho). Ele volta agora para a companhia do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e do especulador Naji Nahas.</p>
<p>Dantas, a irmã Verônica e outras nove pessoas ligadas ao banqueiro e dono do Opportunity foram colocados em liberdade em função de liminar em habeas corpus concedida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Em Brasília, comenta-se que o ministro Mendes não tem tido sossego neste período de recesso forense. Ele passou a noite da última quarta-feira até altas horas para engendrar os argumentos que culminaram com a liminar. A pedido do próprio ministro, alguns compromissos programados para hoje (10 de julho) foram suspensos.</p>
<p>Agora, se aguarda a romaria de advogados de Dantas para uma nova liminar. A julgar pela operação da PF, que sequer contou com monitoramento das câmeras da Rede Globo ou as algemas, a operação deixou de ser “espetacularização” e deve ser considerada válida pelas autoridades.</p>
<p>Na prática, a medida consiste num duro golpe ao grupo do banqueiro. O juiz Fausto Martin de Sanctis teria decretado a detenção de Dantas com base em fatos novos. Enquanto isso, executivos do Opportunity tentam acalmar os investidores que possuem recursos investidos na instituição.</p>
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<title><![CDATA[O inferno de Dantas 2 – o fofão]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/2008/07/09/o-inferno-de-dantas-2-%e2%80%93-o-fofao/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 17:28:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O banqueiro Daniel Valente Dantas pode ganhar a liberdade dentro das próximas horas das próximas sem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://robertocordeiro.files.wordpress.com/2008/07/dd-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-487" src="http://robertocordeiro.wordpress.com/files/2008/07/dd-2.jpg" alt="" width="330" height="449" /></a>O banqueiro Daniel Valente Dantas pode ganhar a liberdade dentro <span style="text-decoration:line-through;">das próximas horas</span> das próximas semanas (decisão desta tarde pede mais informações sobre a prisão) . Repousa sobre a mesa do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, pedido de habeas-corpus para retirá-lo da carceragem da Polícia Federal em São Paulo. Dantas foi preso ontem (8 de julho) na mesma Operação Satiagraha que levou para a cadeia o ex-prefeito Celso Pitta, o especulador financeiro Naji Nahas, e outras 21 pessoas ligadas ao esquema da quadrilha.</p>
<p><!--more--></p>
<p>O pedido havia sido encaminhado ao ministro Eros Grau quando os advogados de Dantas souberam da articulação da PF para prendê-lo junto com seus familiares e auxiliares diretos. O assunto virou matéria na <strong>Folha de S. Paulo</strong>, num sábado, 26 de abril de 2008. Nos bastidores, o caso gerou inquietação na equipe do delegado da PF Protógenes Queiroz. A prisão da jornalista Andréa Michael, da <strong>Folha</strong>, foi pedida, mas negada pelo juiz federal Fausto Martin de Sanctis.</p>
<p>Nesta intrincada rede de amizades, favorecimentos, informações privilegiadas, etc e tal, há uma notícia que deixa o leitor com a pulga atrás da orelha. Dentro da tentativa de subornar com US$ 1 milhão ao delegado Vitor Hugo Rodrigues Alves Pereira, um emissário do banqueiro disse que ele (DD) queria livrar-se da investigação, junto com a irmã Verônica e o filho dela.</p>
<p>A imprensa traz hoje (9 de julho) com todas as letras: “Ele diz que Dantas estava preocupado com o processo em primeira instância, uma vez que no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal) ele resolveria tudo”. Não parece estranho isso exatamente agora em que cabe ao Supremo decidir a liberdade de Dantas? Não seria mais prudente enviar o pedido de HC para o juiz Martin de Sanctis e pedir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar tais declarações?</p>
<p>Os tentáculos de Dantas são maiores do que o mais simples cidadão possa imaginar. DD gravita pelos três poderes da República. E a tal operação não foi mais ampla porque para colocar as mãos do braço parlamentar do banqueiro necessitaria de autorização do STF. E o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) sentiu o golpe. Possível líder da bancada do banqueiro, Fortes se defende numa matéria de pé de página na Folha.</p>
<p>Fortes alega que vem sendo seguido e monitorado pela PF.  Ele acusou o PT de estar envolvido nas ações da federal contra ele. “Na semana passada, esse pessoal, o que eu já desconfiava, foi ver um terreno meu aqui em Brasília. Subiram no muro, chamaram um rapaz do posto de gasolina para saber informações sobre mim”, afirmou o senador à Folha.</p>
<p>Heráclito nega qualquer tipo de operação financeira com o Opportunity de Dantas. E foi enfático: “Eu renuncio ao mandato se surgir uma operação sequer. Eu não tenho conta no Opportunity, eu não tenho movimentação financeira em lugar nenhum”, insistiu ele ao mesmo jornal.</p>
<p>Fortes diz que tem contas no Banco do Brasil e na Caixa. Então, como se explica a veemente defesa de Dantas? Ou seria ingenuidade acreditar que simpatia é quase amor? Por baixo deste angu há muito caroço. Me compre um bode&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Comédia do Poder (L'Ivresse du Pouvoir)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/05/a-comedia-do-poder-livresse-du-pouvoir/</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 08:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma juíza contra uma grande teia de corruptos e corruptores: do setor público e do privado. Daí, pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="livressepouvoir.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/livressepouvoir.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/livressepouvoir.jpg" alt="livressepouvoir.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#cc6600;">Uma juíza contra uma grande teia de corruptos e corruptores: do setor público e do privado. Daí, pode se imaginar que não será fácil. Eles até pressionam o presidente do Supremo a colocar uma outra juíza trabalhando em paralelo. Na visão deles, iria criar ciumeira. Mas o tiro saiu pela culatra&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;">E durante essas investigações, as audiências&#8230; Tem a sua vida privada indo de ladeira abaixo&#8230; Seu casamento entra em crise. Por estar em maior evidência que o marido? Não é algo tão raro assim&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;">Me peguei a pensar: em quantas juízas assim teríamos no Brasil.</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;">Gostei do filme! Nota: 9.</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;">Por: Valéria Miguez (LELLA).<br />
</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;"><strong>A Comédia do Poder (L&#8217;Ivresse du Pouvoir)</strong>. 2006. França. Direção: Claude Chabrol. Com: Isabelle Huppert, François Borléand, Patrick Bruel, Marilyne Canto. Gênero: Suspense. Duração: 110 minutos. Classificação: 10 anos. Produção: Patrick Godeau</span><span style="color:#cc6600;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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