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	<title>pressurizacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pressurizacao"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 17:40:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Fisiologia Humana 2/3]]></title>
<link>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/07/09/fisiologia-humana-23/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 00:18:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmurtas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Subir uma montanha alta tende a ser uma situação mais delicada que viver somente no frio. Nas altura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Subir uma montanha alta tende a ser uma situação mais delicada que viver somente no frio. Nas alturas de uma montanha, uma pessoa lida com três variáveis muito importantes: O frio – pois, como já foi dito, a temperatura tende a abaixar 1° C a cada 100 metros de ascensão vertical -,  a hipoxia, que é a falta de disponibilidade de oxigênio para respirar, e a baixa pressão atmosférica, que dificulta a troca de CO2 e O2 do sangue. Engana-se, portanto, quem pensa que para subir uma montanha basta estar bem condicionado e agasalhado.</p>
<p>O que leva uma pessoa a conseguir subir mais alto em uma montanha do que outras, além do seu condicionamento físico, é a capacidade que esta tem de se aclimatar, ou seja, de se adaptar ao nível de oxigênio, que fica menor conforme a altura aumenta. Essa aclimatação geralmente leva dias, tempo necessário para que o corpo humano produza mais hemoglobina para extrair ao máximo o oxigênio que existe no ar.</p>
<p>A diminuição da pressão atmosférica – e conseqüentemente, de disponibilidade de oxigênio -, no entanto, só se faz presente acima de 3000 mil metros, embora algumas pessoas com grande sensibilidade possam começar a ter sintomas de hipoxia, comumente conhecido como  “mal das montanhas”, antes dessa altitude.</p>
<p>Aviões 747, por curiosidade, só são pressurizados para cruzeiros quando estão altitudes entre 1500 metros e 2400 metros. É por isso que sentimos a pressão em nossos ouvidos na decolagem; a ascensão é rápida, e até essa altitude, ela é despressurizada. Ao chegar, no máximo, a 2400 metros, fecham-se as escotilhas de equalização de pressão, e a pressurização é feita. Um 747 continua subindo então até os 10.000 metros, que é a sua altitude de cruzeiro. Ao descer para pousar, as escotilhas de equalização de pressão são abertas novamente quando o avião está na altitude em que a pressão foi equalizada pela primeira vez, ou seja, a 2400 metros. Desse momento até o pouso, a pressão interna do avião vai se alterando conforme a pressão externa. Isso prova para todos que já andaram de avião, que entre 2400 metros, até o nível do mar existe uma grande diferença de pressão, sentida pro nossos ouvidos.</p>
<p>Mas voltando ao mal das montanhas &#8211; hipoxia -, ele demora entre 8 a 48 horas para ser se sentido após uma subida rápida para um lugar alto. Entenda por subida rápida a um lugar elevado, como, por exemplo, subir dos 3000 metros aos 4500 metros em poucas horas.  Os sintomas iniciam com tontura, e  euforia. Depois de algumas horas com tais sintomas, a pessoa começa, porém, a sentir forte cansaço, fadiga, e a ficar ofegante. Os sintomas comumente incluem dor de cabeça forte, falta de apetite, enjôo, e até vômito.</p>
<p>Esse quadro citado acima, se a pessoa permanecer na mesma altitude, pode melhorar dentro de alguns dias, ou evoluir para um edema pulmonar e/ou cerebral. Existe, felizmente, um remédio que cura tais problemas quase que instantaneamente: a recomendada descida apressada para uma altitude menor.</p>
<p>No nível do mar, a pressão que o ar exerce sobre nós é de 1 bar, a mesma coisa que 1 atm (atmosfera), ou 760 torr (mm de mercúrio).  No cume do monte Everest (8848 metros), por exemplo, a pressão é 250 torr, o mesmo que 1/3 da pressão atmosférica no nível do mar. Se o oxigênio corresponde a 21% da composição do ar, no nível do mar, 159,6 torr, dos 760, são de puro oxigênio. No cume do Everest, a pressão de oxigênio é de apenas 52,5 torr, muito baixa para que o corpo humano consiga funcionar efetivamente.</p>
<p>A falta de oxigênio é agravada pela falta de pressão atmosférica. Respirar torna-se mais difícil, pois a respiração humana funciona por diferença de pressão: O diafragma dilata, expandindo a área dos pulmões, o que torna a pressão dentro dos pulmões, menor que a pressão externa. Como há a tendência de homogeneizar as pressões, o ar entra nos nossos pulmões via narinas ou boca.  Como há menos ar em grandes altitudes, a tarefa de trocar o ar do pulmão com a atmosfera torna-se árdua e requer grandes esforços, pois a diferença de pressão torna-se menor, afinal, tem existe menos ar ao redor.</p>
<p>Nessas condições, quanto mais rápido e mais profundamente se respira e inspira, mais CO<sub>2</sub> consegue ser eliminado, e mais O<sub>2</sub> consegue ser associado à hemoglobina, permitindo assim, que a pessoa mantenha as suas funções básicas ativas.</p>
<p>Ficam aqui essas superficiais informações sobre vida nas alturas.</p>
<p>Dúvidas? É só perguntar!</p>
</div>]]></content:encoded>
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