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	<title>primeira-guerra-mundial &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "primeira-guerra-mundial"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:14:48 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[TESTEMUNHOS DA GUERRA]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/22/testemunhos-da-guerra/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 06:01:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
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<description><![CDATA[O horror de uma guerra dificilmente encontrará palavras para descrevê-la ou reproduzi-la Rápido dese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O horror de uma guerra dificilmente encontrará palavras para descrevê-la ou reproduzi-la</p>
<p><strong>Rápido desencanto com a realidade da guerra</strong></p>
<p>&#8220;De repente, uns silvos estridentes nos precipitaram ao chão, apavorados. A rajada acaba de estalar sobre nós. Os homens, de joelhos, encolhidos, com a mochila sobre a cabeça e encurvando as costas, se apegavam uns aos outros. Por baixo da mochila dou uma espiada nos meus vizinhos: arquejantes, sacudidos por tremores nervosos e com a boca contraída numa contração terrível, batiam os dentes e, com a cabeça abaixada, tem o aspecto de condenados oferecendo a cabeça aos carrascos. Esta espera da morte é terrível. O cabo, que havia perdido seu capacete, me diz: rapaz, se soubesse que isso era a guerra e que vai ser assim todos os dias, prefiro que me matem logo. (&#8230;) Na sua alegre inconsciência, a maioria dos meus camaradas não havia jamais refletido sobre os horrores da guerra e não viam a batalha senão pelas cores patrióticas: desde nossa saída de Paris, o Boletim do Exército nos conservava na inocente ilusão da guerra ser um passeio e todos acreditavam na história dos boches se renderem aos magotes. (&#8230;) A explosão daquele instante, sacudiu nosso sistema nervoso, que não esperava por isso, e nos fez compreender que a luta que começava seria uma prova terrível. Escute meu tenente, parece que se defendem estes porcos!&#8221;</p>
<p>- Diário do ten. Galtier-Boissière, na frente ocidental em 22 de agosto de 1914.</p>
<p><strong>Sobre um ataque sob fogo da metralhadora e da artilharia </strong></p>
<p>&#8220;Na pradaria avança uma companhia de atiradores&#8230; os homens dobrados em dois com a mochila nas costas e o fuzil nas mãos, correm pesadamente para jogar-se ao chão e seguir ao primeiro sinal. Um deles para próximo a mim, sua cara de camponês repentinamente transforma-se numa careta dolorosa e, continuando a correr, levanta o braço em cujo extremo esta pendente a mão esfacelada com os dedos atorados pela metade, efeito de uma bala&#8230; os homens jogam-se ao solo&#8230; o soldado continua dando saltos e ainda escuto seus gritos: &#8220;Meu tenente, meu tenente, aonde estás?.&#8221; &#8211; Max Dauville</p>
<p>&#8220;Ao atravessarmos o passadiço de Hauont os obuses alemães nos enfilaram e o local encheu-se de cadáveres por todos os lados. Os moribundos, enterrados na lama, nos estertores da agonia, nos pediam água ou suplicam que os matem. A neve segue caindo e a artilharia está causando baixas a casa instante. Quando chegamos ao Marco B não nos sobraram mais do que dezessete homens dos trinta e nove que saíram.&#8221; &#8211; Daguenet ajudante-chefe, Regimento de Infantaria 321.</p>
<p>&#8220;Os efeitos produzidos (do bombardeio) são bastante lamentáveis. O recruta recém-chegado recomeça a inquietar-se, sucedendo o mesmo com os outros dois. Um deles escapa, desaparecendo a correr. Os dois outros nos dão trabalho. Precipito-me atrás do fugitivo sem sabem se lhe devo dar um tiro nas pernas. Ouço neste momento um assobio; deito-me no chão e quando me levanto vejo a parede da trincheira coberta de estilhaços de obus, ensangüentada por pedaços de carne e de restos de uniforme. Volto para o nosso abrigo.&#8221; &#8211; E. M. Remarque, pág. 116.</p>
<p>&#8220;Apareceram primeiro uns esqueletos de companhia, conduzidos as vezes por um oficial sobrevivente que se apoiava num bastão; todos andavam, ou melhor avançavam passo a passo, com os joelhos dobrados, inclinados sobre si mesmos e cambalhando como se estivessem bêbados (&#8230;) iam com a cabeça baixa, o olhar sombrio, encurvados pelo peso da mochila e do fuzil. A cor de seus rostos não se diferenciava dos capotes, de tal maneira estavam cobertos e recobertos de barro seco; os uniformes com a pele, estavam totalmente incrustados desse barro. Os automóveis precipitavam-se com seus roncos em colunas cerradas esparramando esta lamentável maré de sobreviventes da grande hecatombe, mas eles não diziam nada, nem sequer gemiam porque haviam perdido a força inclusive para queixar-se. Quando esses forçados da guerra levantavam a cabeça para os telhados da aldeia se admirava neles, em seus olhares, um incrível abismo de dor e, neste gesto, suas expressões pareciam fixadas pelo pó e tensos pelo sofrimento, parecia que esses rostos mudos gritavam alguma coisa aterradora: o horror incrível do seu martírio. Alguns soldados da segunda reserva que os estavam olhando ao meu lado, permaneciam pensativos e dois deles choravam em silêncio&#8230;&#8221;</p>
<p>Gaudy, subtenente, preparando-se para a substituição na batalha de Verdun em 1916.</p>
<p><strong>Cenas dantescas </strong></p>
<p>&#8220;O odor fétido nos penetra garganta a dentro ao chegarmos na nossa nova trincheira, a direita dos Éparges. Chove torrencialmente e nos protegemos com o que tem de lonas e tendas de campanha afiançadas nos muros da trincheira. Ao amanhecer do dia seguinte constatamos estarrecidos que nossas trincheiras estavam feitas sobre um montão de cadáveres e que as lonas que nossos predecessores haviam colocado estavam para ocultar da vista os corpos e restos humanos que ali haviam.&#8221;- Raymond Naegelen, na região de Champagne.</p>
<p>&#8220;Desenterro um poilu do 270, foi fácil tirá-lo. Há todavia vários soterrados que gritam: os alemães devem ouvi-los porque metralham. Não é possível trabalhar em pé e por um momento tenho vontade de fugir, mas na verdade não posso deixar assim meus camaradas&#8230; tento desprender o velho Mazé, que segue gritando: mas quanto mais terra eu tiro, mais afunda: consigo desenterrá-lo por fim até o peito e pode respirar melhor; vou então socorrer um homem do 270 que grita também, mas debilmente, e consigo livrar-lhe a cabaça até o pescoço, enquanto ele chora e suplica que não lhe deixe ali. Estão faltando outros dois, mas não escuto nada e volto a cavar para desenterrar suas cabeças. Então me dou conta que estão mortos. Tonteio um pouco porque estou esgotado; o bombardeio continua.&#8221;</p>
<p>Gustavo Hefer, 28º Regimento de Infantaria. &#8220;Pela manhã, quando ainda está escuro, há um momento de emoção: pela entrada do nosso abrigo precipita-se uma turba de ratos fugitivos, que trepam por toda a parte a longo das paredes. As lâmpadas de algibeira alumiam este túmulo. Toda a gente grita, pragueja e bate nos ratos. Descarregam-se, assim, a raiva e o desespero acumulados durante numerosas horas. As caras estão crispadas, os braços ferem, os animais dão gritos penetrantes e temos dificuldades em parar, pois estávamos prestes a assaltar-nos mutuamente.&#8221; &#8211; E. M. Remarque, pág. 113.</p>
<p><strong>Da sensação de desumanização </strong></p>
<p>&#8220;Perdemos todo o sentimento de solidariedade. Mal nos reconhecemos quando a nossa imagem de outrora cai debaixo do nosso olhar de fera perseguida. Somos mortos insensíveis que, por um estratagema e um encantamento perigoso, podemos ainda correr e matar.&#8221;- E. M. Remarque, pág. 121.</p>
<p>&#8220;Durante mais de uma hora, antes que alguém fale, ficamos estendidos, arquejantes, descansando. Estamos de tal forma esgotados que, apesar da acuidade da nossa fome, não pensamos nas conversas. Só a pouco e pouco tornamos a ser, pouco mais ou menos, seres humanos.&#8221;- E. M. Remarque, pág. 123.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FOTOS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/22/fotos-da-segunda-guerra-mundial/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 03:51:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(1).jpg" class="alignnone" width="636" height="900" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(2).jpg" class="alignnone" width="659" height="900" /><br />
<img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(3).jpg" class="alignnone" width="693" height="900" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(4).jpg" class="alignnone" width="428" height="900" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(5).jpg" class="alignnone" width="577" height="809" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(6).jpg" class="alignnone" width="577" height="821" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(7).jpg" class="alignnone" width="637" height="900" /><img alt="" src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/post_189_segunda_guerra/segunda%20guerra%20(9).jpg" class="alignnone" width="790" height="608" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OS ANTECENDETES DA GUERRA]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/21/o-nacionalismo/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 04:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
<guid>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/21/o-nacionalismo/</guid>
<description><![CDATA[O nacionalismo O nacionalismo, que se manifestava sob diferentes formas nos diversos povos, provocou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><strong>O nacionalismo</strong></span></p>
<p>O nacionalismo, que se manifestava sob diferentes formas nos diversos povos, provocou choques de aspirações e ambições. A Alemanha, recém-unificada e em fase de extraordinário desenvolvimento econômico, ambicionava a ampliação do seu império colonial, bem como uma posição de hegemonia na Europa, alarmando justificadamente as outras potências. Na França, o nacionalismo era marcado pelo desejo de &#8220;revanche&#8221; pela derrota de 1871 e da recuperação da Alsácia-Lorena, desejo este exacerbado pela rudeza da intervenção diplomática alemã nas crises internacionais.</p>
<p>Os principais movimentos nacionalistas que se desenvolveram na Europa no início do século XX e que estão relacionados a I Guerra Mundial foram o pan-eslavismo, o pangermanismo e o revanchismo francês.</p>
<p>Pan-eslavismo – Política estimulada pela Rússia, defendia a união de todos os povos de origem eslava da Europa oriental, aproveitando-se da fragmentação do Império Otomano, incluindo os que estão sob domínio do Império Austro-Húngaro.</p>
<p>Pangermanismo – Ideal defendido pelos alemães, propõe a formação de um bloco de países de origem germânica.</p>
<p>Revanchismo francês – O sentimento de revanche se desenvolveu a partir de 1871 quando a França foi derrotada pelas tropas de Bismark, que completam a unificação alemã, tomando as regiões da Alsácia-Lorena, rica em carvão e minério de ferro e coroaram o rei Guilherme I da Prússia imperador alemão em Paris, em 18 de janeiro de 1871 na Sala dos Espelhos do Palácio de Versailles, em Paris.</p>
<p>Crise Balcânica – Os conflitos entre Áustria e Sérvia na península balcânica colaboram para acirrar as diferenças nacionalistas entre os países europeus. Com o apoio da Rússia, os sérvios tentaram conter o expansionismo austríaco. Em 1908 a Áustria anexou a Bósnia-Herzegóvina impedindo que a Sérvia mantivesse sua política de organizar a “Grande Sérvia”, que incorporaria as regiões balcânicas de povos eslavos.</p>
<p>As pretensões austríacas fez crescer os movimentos nacionalistas na região; várias sociedades secretas surgiram para agir contra a Áustria, como a Jovem Bósnia, que pretendiam a criação de um único Estado que envolvesse os povos eslavos da região e para isso julgavam necessário eliminar a política imperialista dos austríacos.</p>
<p>Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austríaco, resolveu ir à Bósnia no final de junho de 1914 e ao desfilar em locais públicos sem um esquema espacial de segurança, foi alvo fácil de um atentado que serviu para aumentar as tensões existentes, já que colocava o governo da Sérvia sob suspeita.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://bp0.blogger.com/_0wH_L89icq4/RoOxVbISVXI/AAAAAAAAApQ/yx7rzu4LIlc/s320/FWWarchdukeMe.jpg" alt="" width="320" height="285" /></p>
<p>Ao visitar Saravejo, capital da Bósnia &#8211; região anexada ao Império Austro-Húngaro em 1908 &#8211; o príncipe herdeiro Francisco Ferdinando terminou sofrendo um atentado que lhe roubou a vida, juntamente com sua esposa, em 28 de junho de 1914. O autor, foi um estudante nacionalista chamado G. Princip, ligado à organização secreta pan-eslavista denominada &#8220;Unidade ou Morte&#8221; também conhecida como &#8220;Mão Negra&#8221;, com vínculos na Sérvia: rival dos austríacos na disputa pelo controle da região.</p>
<p>A partir de então, os acontecimentos se precipitaram. Em 6 de julho a Alemanha assegura seu apoio incondicional a sua aliada (política de &#8220;carta branca&#8221;). Alguns dias depois a França renova seus acordos com a Rússia. Em 23 de julho, a Áustria responsabiliza a Sérvia pelo assassinato do príncipe herdeiro enviando um ultimato infamante que, se aceito, liquidaria com a independência do país.</p>
<p>Dada a negativa dos sérvios, os austríacos ordenam a mobilização de suas forças armadas. Foi como se um imenso mecanismo político administrativo-militar fosse posto em movimento e ninguém mais poderia controlá-lo. No prazo de uma semana (de 28 de julho a 3 de agosto) todas as potências se mobilizam e entram em conflito (exceção da Itália).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/21/primeira-guerra-mundial/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 04:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
<guid>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/21/primeira-guerra-mundial/</guid>
<description><![CDATA[A Primeira Guerra Mundial foi um conflito internacional que durou de Julho de 1914 a Novembro de 191]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Primeira Guerra Mundial foi um conflito internacional que durou de Julho de 1914 a Novembro de 1918 no qual se envolveram países de todos os continentes.De um lado, os países da Entente, os Aliados. Do outro, os impérios centrais. A Primeira Guerra Mundial, um conflito de proporções nunca antes vistas, apesar de toda a tragédia humana, representou também um grande avanço tecnológico e teve uma intensa atividade de inteligência.<br />
Ao visitar Saravejo, capital da Bósnia &#8211; região anexada ao Império Austro-Húngaro em 1908 &#8211; o príncipe herdeiro Francisco Ferdinando terminou sofrendo um atentado que lhe roubou a vida, juntamente com sua esposa, em 28 de junho de 1914. O autor, foi um estudante nacionalista chamado G. Princip, ligado à organização secreta pan-eslavista denominada &#8220;Unidade ou Morte&#8221; também conhecida como &#8220;Mão Negra&#8221;, com vínculos na Sérvia: rival dos austríacos na disputa pelo controle da região.<br />
A partir de então, os acontecimentos se precipitaram. Dada a negativa dos sérvios, os austríacos ordenam a mobilização de suas forças armadas. Foi como se um imenso mecanismo político administrativo-militar fosse posto em movimento e ninguém mais poderia controlá-lo.<br />
Entre os complexos fatores que contribuíram para atear a primeira grande conflagração mundial figura o nacionalismo, o imperialismo econômico, a política de alianças secretas e a corrida armamentista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charles Manson - 75 Anos de Pura Vida]]></title>
<link>http://atwabrasil.wordpress.com/2009/11/17/charles-manson-75-anos-de-pura-vida/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:22:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ATWA Brasil</dc:creator>
<guid>http://atwabrasil.wordpress.com/2009/11/17/charles-manson-75-anos-de-pura-vida/</guid>
<description><![CDATA[“É apenas uma questão de vir para a percepção de que tudo é agora. Respirando, e expirando. Eu tenho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/11/manson_mundo1.png"><img class="size-full wp-image-905  aligncenter" title="manson_mundo" src="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/11/manson_mundo1.png" alt="" width="289" height="472" /></a></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“É apenas uma questão de vir para a percepção de que tudo é agora. Respirando, e expirando. Eu tenho o mundo inteiro respirando e expirando. E eu estive por cem milhões de anos fazendo isso. Essa é a minha vontade, e eu sou Deus. E não me importa que você não goste disso, ou não acredite nisso. Não importa. Eu poderia deixar cair esse corpo aqui e seguir em frente, e ser mil estrelas.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Milles Manson nasceu em 11 de novembro de 1934, há 75 anos. Filho de Ada Kathleen Maddox e William Manson. Afirma-se freqüentemente que Manson nasceu como “Sem Nome Maddox”. Isso é absolutamente falso, não existe nenhum documento que cite “Sem Nome Maddox”. Charles Manson nasceu com o nome “Charles Milles Maddox”.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>A Família Maddox</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu sou um hillbilly. Eu vivo nas montanhas. Eu faço moonshine. Eu tenho uma longa espingarda, e eu atiro bem longe. Eu sou Deus nos vales. Eu deixo as mulheres irem para a igreja – dá a elas algo para fazer. Mas eu sei quem Deus é, e eu sei quem Jesus é, e eu sei quem o Diabo é, e eu realmente não preciso de nada na planície porque a montanha mantém a luz. Mas quando as montanhas estão morrendo, então eu tenho que descer para a planície, e eu tenho que balancear a situação – impedir que elas sejam destruídas pela mineração, ou que derrubem as árvores até que nada exista mais. Então é por isso que eu estou pagando pelos últimos 40 anos, onde o meu tio Jess me enviou.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu passei a visitar a minha mãe na prisão quando eu ainda estava começando a andar. Quando ela saiu, ela veio e me pegou em um lar adotivo, e me colocou em uma escola para meninos. Assim, eu fui educado pelos militares.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Meu avô disse à minha avó que na Primeira Guerra Mundial ele estava em pé sobre um corpo, e ele viu uma Bíblia no bolso do rapaz que ele havia matado. Ele estendeu a mão, pegou e começou a ler a Bíblia. Lá estava uma foto daquele homem com sua esposa e seus filhos, dois, três filhos, você entende? E ele tinha uma corrente com uma cruz. E ele olhou para a cruz, e ele olhou para baixo, e ele viu a si mesmo. Ele disse: ‘O que eu estou fazendo aqui lutando contra o meu irmão?’ Ele voltou e disse à minha avó: ‘Eu estava lutando meus irmãos, e eu nem sei por quê’.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson é neto de Charles Milles Maddox, maquinista da B&#38;O Railroad, e Loraine Nancy Ingram Maddox, uma devota cristã Nazarena, ambos de Morehead, em Kentucky. Manson nasceu durante os tempos difíceis da Grande Depressão. Sua mãe foi para a prisão por furto quando ele ainda era uma criança, então boa parte dos seus primeiros anos foi passado com os seus avôs, em Kentucky, e seu tio e tia, na Virgínia Ocidental.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>A Família Manson</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu não estou entregando a minha alma. Eu não estou rendendo o meu pai. Eu não estou desistindo do meu pai. Meu pai bebe uísque escocês e toca gaita &#8211; faz o que quer fazer, você sabe. Eu não vou entregar isso. E eles me dizem: ‘Seu pai está morto’. Meu pai nunca morre, cara. Não existe tal coisa como a morte.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Manson é um sobrenome escocês de origem viking, a versão inglesa do sobrenome escandinavo Magnusson, que significa filho de Magnus. Magnus era um nome comum entre a aristocracia escandinava. Magnus, que significa “grande” ou “magnífico” em latim, se tornou um nome mais comum durante a Idade Média, quando várias nações européias, e suas casas reais, introduziram-no por terem se convertido ao cristianismo católico, cuja língua oficial é o latim. Esse foi especialmente o caso da realeza e nobreza escandinava. Como um nome próprio escandinavo, ele foi inspirado pelo governante dos francos, Carlos Magno, cujo nome em latim era “Carolus Magnus”, e era entendido em nórdico antigo como “magn-hús”, ou “casa da força”. A palavra “magnus” está enraizada no termo indo-europeu “Mag”, que é de onde palavras como mágica, magia, magos, magnitude, magistrado, entre outras, derivam.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>O Clã Gunn</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Tenho crianças na escuridão onde os highlanders caminham, tenho cavaleiros nas batalhas das sombras da minha alma.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O sangue de Manson é escocês e irlandês. Ele é do clã Gunn, vindos do nordeste da Escócia, das regiões de Caithness, Sutherland e das Ilhas Orkney. As origens do clã Gunn são traçadas na Noruega, descendentes do lendário Sweyn Asleifsson, conhecido como o “Último Viking” e progenitor do clã. Do seu neto, Gunni, é de onde o nome Gunn foi escolhido para batizar o clã.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>No 11º dia do 11º mês</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu sou um filho dos militares. Todos os aposentados de todas as guerras me criaram. A farda é meu pai. Então, eu acreditava que eu tinha direitos em um tribunal, e que tudo o que eu tinha que fazer era levar os meus problemas ao juiz e ele iria corrigi-los. Porque eu senti que o juiz era a autoridade, era Deus, era o nosso pai, era o militar, era o país.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O dia 11 de novembro é Dia dos Veteranos nos Estados Unidos (e Dia do Armistício em muitas partes do mundo). Nossos pais, avós e demais antepassados morreram em batalhas para construir e preservar os nossos direitos de hoje. O pai de Charles Manson morreu no campo de batalha para proteger e preservar os direitos dele, que foram roubados quando Manson teve o seu direito da 14ª Emenda Constitucional, de representar a si mesmo em um tribunal, anulado no caso Povo da Califórnia contra Manson, em 1970.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Os Direitos de Charles Manson</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Você entra em um cemitério e olha para todos os mártires do coração, todos os homens que deram as suas vidas a Deus e ao país, e então você vem e diz: ‘Onde Charlie errou?’ Será que Charlie errou? Ou foi o oceano do movimento espiritual no mundo para trazer mudança para esse planeta? Será que isso começou antes de Charlie nascer, e todo mundo estava errado? </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O presidente dos Estados Unidos é supostamente o líder de nós [americanos]. Bom, vocês não podem me escolher como líder da sua família e depois dar imunidade a Nixon. Ele matou muito mais gente do que o Charlie.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson, que seus antepassados e membros da família estão no registro de combates na Revolução Americana de Independência, na Guerra Civil Americana, Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial e Guerra da Coréia, foi negado o seu direito constitucional de se defender em um tribunal de justiça e recebeu a pena de morte por crimes que ele não cometeu e nunca foi acusado de ter cometido. A pena de morte no estado da Califórnia foi anulada, e Manson foi condenado à prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson esteve injustamente preso pelos últimos 40 anos. Antes da sua última libertação da prisão, no Equinócio da Primavera de 1967, Manson já havia cumprido 22 anos trancado atrás das grades desde que ele colocou fogo em sua escola aos 9 anos de idade. Ele foi criado por veteranos da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Guerra Mundial. Aos 13 anos de idade, ele foi colocado na escola Gibault para meninos, e continuou a ser colocado em várias instituições do governo ao longo da década de 1940 e início dos anos 1950 por furto e roubo de carros. Ele fugiu da maioria das instituições em que foi colocado. Alguns dos lugares onde Manson viveu durante esses tempos foram o Natural Bridge Honor Camp, National Training School for Boys, em Washington DC, Federal Reformatory, Petersburg Federal Reformatory e Chillicothe Federal Reformatory. Manson foi criado principalmente por veteranos aposentados, que trabalhavam nessas instituições. O presidente Nixon, que declarou Manson culpado “direta ou indiretamente” pelos assassinatos de agosto de 1969, foi um advogado e sabia que o que ele estava fazendo era ilegal – ele condenou Manson antes do julgamento acontecer.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Charles Manson no Mundo</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Manson tem servido um total de mais de 62 anos em prisões e instituições do governo dos Estados Unidos. Mais tempo do que qualquer cidadão americano vivo hoje. Ele passou toda a sua vida com rebeldes, revolucionários, veteranos, guerreiros, juízes e guardas. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Ele suportou o inferno, teve os seus direitos negados, seus filhos levados, sua música roubada e destruída, seu rancho queimado, suas cartas destruídas, seus amigos proibidos de vê-lo. Manson foi envenenado, queimado com produtos químicos, espancado, teve costelas e dentes quebrados, passou dias amarrado, foi torturado, incendiado, usado pelo sensacionalismo dos meios de comunicação há 40 anos e amaldiçoado pelos astros de Hollywood. Mas Charles Manson sobreviveu, em pé, para o fogo da eternidade. Ele é o irmão universal de todos os homens que deram as suas vidas no serviço à verdade, honra e justiça. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Esse mês de novembro, ele completou 75 anos de pura vida. Devemos honrar Charles Willis Milles Maddox Mac Manson pelo seu sacrifício, combate, dedicação, coragem, inspiração e amor.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Agradecimentos ao irmão <strong>Hay Hay</strong> pelo artigo original. Esse artigo é fruto da dedicação dele.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Leia sobre. Entenda a verdade. Não deixe o SEU fogo apagar. </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/09/logo-final2.png"><img class="size-thumbnail wp-image-392  aligncenter" title="logo final" src="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/09/logo-final2.png?w=150" alt="logo final" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="line-height:14.25pt;text-align:center;"><span style="font-size:10pt;">© 2009 ATWA Brasil</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeira Guerra]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/15/primeira-guerra/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 01:31:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Europa já passava por muitas crises econômicas, políticas, conflitos entre outros muitos problemas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Europa já passava por muitas crises econômicas, políticas, conflitos entre outros muitos problemas. O estopim para a guerra foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro durante sua visita a Sarajevo. As investigações levaram ao assassino, um jovem sérvio. O império austro-húngaro não aceitou as decisões tomadas pelo governo sérvio em relação ao crime e no dia 28 de julho de 1914 declarou guerra a Sérvia.<br />
<img src="http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/files/2009/11/normandy_77_thumb.jpg" alt="Normandia" /><br />
De um lado estava a Tríplice Aliança (Itália que mais tarde em 1915 passaria para o outro lado, império Austro-húngaro e Alemanha) e do outro estava a Tríplice Entente (França, Rússia e Reino Unido).<br />
<img src="http://cesarini.com.br/wp-content/uploads/2009/09/normandy_78.jpg" alt="texto externo" /><br />
Os soldados ficavam dias entrincheirados lutando por pequenos avanços de território. Houve uso de novas tecnologias bélicas como tanques, aviões. Enquanto os homens lutavam na guerra, as mulheres eram empregadas nas fabricas bélicas.<br />
O fim da guerra ocorreu em 1917 com a entrada dos EUA em apoio a Tríplice Entente no conflito obrigando os países da aliança a assinarem a rendição. A Alemanha pagou por todos os prejuízos da guerra, onde eram assistidas em todos os setores bélicos, econômicos e políticos criando um sentimento que mais tarde desencadearia a Segunda guerra mundial.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_Q-6H4xOUrs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_Q-6H4xOUrs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bem vindos ao Blog dos Alunos de jornalismo do UNIFIEO]]></title>
<link>http://primeirasegundaguerra.wordpress.com/2009/11/14/as-grandes-guerras-que-marcaram-o-seculo-xx/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:17:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>geuza</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#663300;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É um bom dia para pensar::]]></title>
<link>http://jbitten.wordpress.com/2009/11/13/e-um-bom-dia-para-pensar-4/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:39:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>bitt</dc:creator>
<guid>http://jbitten.wordpress.com/2009/11/13/e-um-bom-dia-para-pensar-4/</guid>
<description><![CDATA[O historiador P. D. Smith escreveu um livro que foi recentemente traduzido para nosso português, e t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O historiador P. D. Smith escreveu um livro que foi recentemente traduzido para nosso português, e t]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maoris na Primeira Grande Guerra]]></title>
<link>http://casadecha.wordpress.com/2009/10/30/maoris-na-primeira-grande-guerra/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:12:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>lee2008</dc:creator>
<guid>http://casadecha.wordpress.com/2009/10/30/maoris-na-primeira-grande-guerra/</guid>
<description><![CDATA[Inscrições feitas por maoris em uma trincheira de Gallipoli, Turquia. Foto por Bean, Charles Edwin W]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://cas.awm.gov.au/PROD/cst.acct_master?surl=619519153ZZZJBBAAUKCQG26925&#38;stype=3&#38;simplesearch=&#38;v_umo=&#38;v_product_id=&#38;screen_name=&#38;screen_parms=&#38;screen_type=RIGHT&#38;bvers=5&#38;bplatform=Netscape&#38;bos=Win32"><img class="size-full wp-image-584 " title="ump.retrieve_uma" src="http://casadecha.wordpress.com/files/2009/10/ump-retrieve_uma.jpg" alt="ump.retrieve_uma" width="450" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Inscrições feitas por maoris em uma trincheira de Gallipoli, Turquia. Foto por Bean, Charles Edwin Woodrow, em 25 July 1915 </p></div>
<p style="text-align:left;">Quando procurava por uma determinada foto no site do Memorial de Guerra Australiano, encontrei essa estranha foto. Insrições maoris em um barranco? A foto foi tirada em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gallipoli">Gallipoli</a>, <a href="http://www.anzacsite.gov.au/">um lugar da Turquia</a> que descobri que existia através do<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_%281981%29"> filme de mesmo nome</a>, estrelado por Mel Gibson. Então, resolvi fazer esse post, meio fora do assunto principal.</p>
<p>Apesar de muitos maoris se oporem ao Império Britânico, alguns se juntaram ao batalhões que foram para os campos de batalha da <a href="http://www.firstworldwar.com/">Primeira Guerra Mundial.</a> A política imperial se opunha a ida dos voluntários maoris, eles não queriam nativos entre os homens brancos. Mas enfim, as baixas começaram a ser grandes e eles foram obrigados a ceder.</p>
<p>Um contingente nativo deixou a Nova Zelândia em 1915. Eles combateram em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_Campaign">Gallipoli a</a>ntes de serem mandados para o front ocidental.</p>
<p>No final da guerra, 2227 maoris e 458 <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pacific_Islander">nativos do Pacífico</a> tinham servido no <a href="http://www.nzetc.org/tm/scholarly/tei-CowMaor-t1-body-d6.html">Maori Pioneer Battalion (Batalhão dos Pioneiros Maoris)</a>. Destes, 336 morreram em combate e 734 foram feridos. Os maoris atuaram em outros batalhões.</p>
<p>Os maoris <a href="http://www.woodcarving.co.nz/maori-wood-carving">fazem gravuras</a> em madeira para representar seus ancestrais e deuses. Talvez a figura no barranco seja a de um deus guardião, ou um deus da guerra. O simbolismo de suas gravuras é muito complexo e interessenta. Pretendo voltar a falar sobre ele em um outro tópico.</p>
<p>Mas o que realmente me atraiu na figura foi como ela parece fantasmagórica, evocando um passado distante. Quem seriam aqueles maori que evocaram seu deus ou antepassado num momento tão crítico quanto esse?</p>
<p>Jamais saberemos, mas suas<a href="http://photo.net/philosophy-of-photography-forum/00DnuX"> almas estão gravadas nessa foto</a>.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.nzhistory.net.nz/war/maori-in-first-world-war/introduction">http://www.nzhistory.net.nz/war/maori-in-first-world-war/introduction</a></p>
<p><a href="http://christchurchcitylibraries.com/Heritage/WarsAndConflicts/WorldWar1/MaoriAndPacificIslander/">http://christchurchcitylibraries.com/Heritage/WarsAndConflicts/WorldWar1/MaoriAndPacificIslander/</a></p>
<p><a href="http://www.woodcarving.co.nz/maori-wood-carving">http://www.woodcarving.co.nz/maori-wood-carving</a></p>
<p>Sobre Gallipoli:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_%281981%29">http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_%281981%29</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli">http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_Campaign">http://en.wikipedia.org/wiki/Gallipoli_Campaign</a></p>
<p><a href="http://www.anzacsite.gov.au/">http://www.anzacsite.gov.au/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
