<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>profissao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/profissao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "profissao"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:29:52 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Ingrid: Profiss&atilde;o DJ]]></title>
<link>http://factoide.wordpress.com/2009/11/27/ingrid-profisso-dj/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:31:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Soares</dc:creator>
<guid>http://factoide.wordpress.com/2009/11/27/ingrid-profisso-dj/</guid>
<description><![CDATA[DJ/Professora de música eletrônica volta este fim de semana a Cuiabá. Estamos falando da DJ Ingrid! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[DJ/Professora de música eletrônica volta este fim de semana a Cuiabá. Estamos falando da DJ Ingrid! ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Países que falam Inglês - Austrália]]></title>
<link>http://heldervictor.wordpress.com/2009/11/24/paises-que-falam-ingles-australia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helder Victor</dc:creator>
<guid>http://heldervictor.wordpress.com/2009/11/24/paises-que-falam-ingles-australia/</guid>
<description><![CDATA[O país que sediou os jogos olímpicos em 2000 com a cidade de Sydney tem a população cosmopolita, for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/australia-mapa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1093" title="Australia-mapa" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/australia-mapa1.jpg" alt="" width="460" height="462" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">O país que sediou os jogos olímpicos em 2000 com a cidade de Sydney tem a população cosmopolita, formada especialmente por europeus e asiáticos. A mistura de culturas pode ser atribuída ao incentivo que o governo australiano oferece aos estudantes estrangeiros, o que não quer dizer que não haja controle sobre eles. O governo australiano estimula pesquisas nas áreas médica, biológica, oceanográfica, física e tecnológica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/sydney_-_australia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1095" title="sydney_-_australia" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/sydney_-_australia.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Conhecida pelos exóticos cangurus, koalas e até pelas tribos aborígenes. A Austrália apresenta uma beleza natural e preservada que encanta os estrangeiros. Suas mais de 10 mil praias são o sonho de consumo de qualquer surfista. A diversidade de climas encontrada no território australiano vai desde o calor do &#8220;Outback&#8221; (nome dado ao deserto no país por estar fora da costa), no centro do país, até as geleiras das &#8220;Snowy Mountains&#8221; (montanhas de neve), a pouco mais de uma hora de Camberra, capital do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/canguru1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1096" title="canguru" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/canguru1.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Com clima tropical, praias bonitas, surfe, população hospitaleira e um câmbio melhor do que o dólar americano são as principais motivações dos estudantes que escolhem a Austrália como destino de estudo. Segundo estatísticas da <a href="http://www.belta.org.br/default.asp" target="_blank">Belta</a> (Brazilian Educational &#38; Language Travel Association), o país é hoje o segundo preferido dos brasileiros que vão ao exterior para estudar inglês, ficando atrás apenas do <a href="http://educacao.uol.com.br/intercambio/canada.jhtm">Canadá</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Os estudantes podem, ainda, aproveitar as horas de folga para praticar atividades radicais, entre elas &#8220;rafting&#8221;, surfe, &#8220;canyoning&#8221;, mergulho, vôo livre, &#8220;bungee jumping&#8221;, paraquedismo e &#8220;mountain bike&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/avioes-de-manobra1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1097" title="Mundial de aviões de precisão com etapas em Sydney e Rio de Janeiro" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/avioes-de-manobra1.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">A qualidade de vida na Austrália também se deve ao bom funcionamento dos serviços públicos, desde transportes e hospitais a áreas de lazer gratuitas. A Austrália foi colonizada pelos ingleses em 1.770 e já faz parte da lista dos países mais ricos do mundo.<br />
Atualmente, o país apresenta uma das sociedades mais organizadas e um dos melhores <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2007/idh2007.jhtm">IDHs</a> (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo &#8211; é o 3º na lista da ONU (Oraganização das Nações Unidas) de 2007. A Austrália tem uma sociedade mais igualitária que a brasileira. Ou seja, há menor diferença entre as classes sociais australianas que entre as brasileiras.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/travel_00651.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1098" title="Sydney - ícone" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/travel_00651.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direção de modelos; how to? - por Clício Barroso]]></title>
<link>http://andrerusso.wordpress.com/2009/11/24/direcao-de-modelos-how-to-por-clicio-barroso/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:40:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>andrerusso</dc:creator>
<guid>http://andrerusso.wordpress.com/2009/11/24/direcao-de-modelos-how-to-por-clicio-barroso/</guid>
<description><![CDATA[por clicio em 23 de novembro, 2009 Direção de modelos; how to? ©1996 Clicio Barroso | Rui &#8211; Po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>por <a title="Clício Barroso" href="http://www.clicio.com.br/blog/2009/direcao-de-modelos-how-to/" target="_blank">clicio</a> em 23 de novembro, 2009</p>
<h2>Direção de modelos; how to?</h2>
<div>
<div id="attachment_1634"><a rel="attachment wp-att-1634" href="http://andrerusso.wordpress.com/?attachment_id=1634"><img title="gritando" src="http://www.clicio.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/gritando.jpg" alt="©1996 Clicio Barroso  &#124;  Polaroid Emulsion Transfer, &#34;Love Transfers&#34;" width="540" height="420" /></a>©1996 Clicio Barroso  &#124;  Rui &#8211; Polaroid Emulsion Transfer, &#8220;Love Transfers&#8221;
<p>&#160;</p>
</div>
<p>Por minhas andanças pelo Brasil afora, em palestras e workshops, o que mais tem me chamado a atenção é o despreparo dos fotógrafos quando o assunto é a direção fotográfica nos retratos.</p>
<p>Retratar pessoas significa lidar com o psicológico do ser humano, algo que pode ser bastante complicado. Via de regra, o fotógrafo tem suas inseguranças pessoais e profissionais, tais como: “Vai dar certo? É a melhor luz para este rosto? Será que não vai pifar nenhum equipamento? Estou sendo agradável e gentil o suficiente?”<br />
Por outro lado, fato que muitas vezes é esquecido, o retratado estará muito mais inseguro que o fotógrafo. Ser fotografado significa, em última instância, se desnudar para a objetiva, mostrar um pouco o que se quer manter escondido , compartilhar segredos com uma máquina.<br />
Quando se trata de um retrato familiar, daqueles de fim de semana, não haverá problema algum, já que a intimidade do fotógrafo com o fotografado diminui e muito o constrangimento de quem está posando. Isso significa geralmente um resultado com fotos espontâneas, divertidas, muitas vezes reveladoras da personalidade real da pessoa, o que afinal é a essência do retrato.<br />
Quando, por outro lado, lidamos com retratos de modelos, atores, músicos e outras atividades profissionais, que por obrigação precisam ter uma exposição maior à mídia, em geral os problemas também são pequenos. Estes profissionais estão acostumados a “vestir” um presonagem para a câmera, possuem uma imagem pública que gostam de mostrar, e uma imagem privada que procuram preservar. O trabalho do fotógrafo é facilitado por esta postura profissional, e pela segurança ensaiada que os retratados transmitem.</p>
<div id="attachment_1638"><a rel="attachment wp-att-1638" href="http://andrerusso.wordpress.com/?attachment_id=1638"><img title="aurea_208" src="http://www.clicio.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/aurea_208.jpg" alt="© 2002 Clicio Barroso  &#124;  Erika Redling" width="540" height="405" /></a>© 2002 Clicio Barroso  &#124;  Erika Redling
<p>&#160;</p>
</div>
<p>Porém…<br />
Se o retratado é uma pessoa comum, que quer ser fotografado por vaidade, por necessidade profissional, ou para acompanhar uma sequência de eventos como a gravidez, o crescimento dos filhos ou da família, as dificuldades aparecem. Como fazer para que esta pessoa se sinta à vontade, confiante, mais disposto a mostrar um pouco da sua personalidade? Algumas dicas são fundamentais!</p>
<p><strong>Algumas dicas para o fotografar gente no estúdio.</strong></p>
<p><strong>Ambiente do estúdio:</strong> procure manter o estúdio arrumado e limpo, com música agradável, temperatura amena (ar condicionado é essencial), água, frutas e café sempre a disposição. É fundamental haver um espaço privativo para que os que vão ser fotografados possam se vestir, e se for o caso, tratar da maquiagem. Um grande camarim com porta que possa ser fechada é sempre desejável.</p>
<p><strong>Escolha do equipamento:</strong> Objetivas longas (teleobjetivas) fazem com que o fotógrafo tenha que se afastar muito do retratado, o que implica em uma direção mais distante, com o fotógrafo tendo que falar mais alto. A distância preserva a intimidade de quem está posando, mas pode parecer uma direção mais agressiva, inibindo os mais tímidos.<br />
Já as objetivas mais curtas, como as normais e as grande-angulares, aproximam o fotógrafo da cena, criando uma intimidade maior. Ao falar mais baixo e estar mais perto, o fotógrafo compartilha mais do espaço ocupado pelo fotografado, criando uma cumplicidade que pode facilitar a comunicação em alguns casos, mas pode assustar em outros. Depende sempre da sensibilidade do fotógrafo em identificar rapidamente a personalidade de quem está ali na sua frente. Um problema técnico inerente destas lentes de distância focal curta é a distorção, que é mais aparente conforme se chega mais perto, e deve ser evitada a qualquer custo.<br />
Finalmente, a lente chamada de meia-tele ou tele curta, é a mais indicada para retratos, tanto pela parte técnica (não distorce), quanto pela psicológica, já que mantém o fotógrafo a distância respeitosa do retratado, mas não tão longe a ponto deste precisar gritar para se fazer ouvir.</p>
<p><strong>Estilo de direção:</strong> Existem várias tendências e escolhas na direção fotográfica; há os que sussurram, os que gritam, os que são engraçados e divertidos, os sedutores, os técnicos. O mais inteligente, na minha opinião, é saber ajustar a sua direção à personalidade daquele que está posando, para ser eficiente e estabelecer uma empatia imediata. Para os tímidos, uma direção calma, paciente e amiga; para os naturalmente extrovertidos, uma direção mais divertida, mais agressiva; para executivos, uma direção séria e firme. O importante é fazer com que o fotografado se sinta seguro.<br />
Outro atributo da boa direção é estimular a vaidade, sempre elogiando, sem exageros, as poses, expressões e posturas do que está posando.</p>
<p><strong>Tempo da sessão:</strong> Pode parecer estranho, mas toda a sessão fotográfica tem um tempo próprio para acontecer com sucesso. Há uma fase de aquecimento, que pode ser mais ou menos longa, dependendo da pessoa fotografada; há uma fase de pico, onde as fotos realmente boas vão ser capturadas, e uma fase de esfriamento, quando chega o cansaço e o fotografado perde rapidamente o interesse pela sessão.<br />
É obrigação do bom fotógrafo identificar estas três fases distintas da sessão, respeitá-las e agir de acordo com cada uma delas. Economizar tempo (ou filme), pode fazer com que o fotógrafo encerre a sessão ainda na fase de aquecimento, perdendo a oportunidade de fazer as melhores fotos; por outro lado, insistir em fotografar quando a fase de pico já passou, é perda de energia e vai se mostrar inútil, na maior parte das vezes.</p>
<p><strong>Exercícios</strong>: Para que o fotógrafo iniciante na direção possa treinar seus métodos, proponho sempre uma série de exercícios a seguinte forma: procura-se alguém conhecido para servir de modelo, e com toda a iluminação e produção típicas de uma sessão de retratos, o fotógrafo vai procurar tirar do fotografado, com a maior veracidade possível, os seguintes sentimentos, conceitos e situações:</p>
<p>tristeza, raiva, atração, alegria<br />
surpresa, desprezo, pretensão<br />
histeria, desespero, escárnio<br />
introspecção, ódio, dor, ternura<br />
força, romantismo, sensualidade<br />
espontaneidade, dinamismo<br />
elegância, agressividade, simpatia<br />
estresse, bem-estar, conflito, flerte</p>
<div id="attachment_1640"><a rel="attachment wp-att-1640" href="http://andrerusso.wordpress.com/?attachment_id=1640"><img title="090212_Ensaio_Ellen-Colica_0105-Edit" src="http://www.clicio.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/090212_Ensaio_Ellen-Colica_0105-Edit.jpg" alt="©2009 Clicio Barroso  &#124;  Ellen Melo" width="540" height="386" /></a>©2009 <a title="Clício Barroso" href="http://www.clicio.com.br/blog/2009/direcao-de-modelos-how-to/" target="_blank">Clicio Barroso</a>, lição, fotografia, fotógrafo, estúdio, aula,   &#124;  Ellen Melo, &#8220;Verso/Reverso&#8221;
<p>&#160;</p>
</div>
<p>Não é preciso que tudo seja feito em apenas uma sessão, e nem que o “modelo” seja o mesmo; o ideal é que haja interação entre os dois, fotógrafo e modelo, e que o resultado fotográfico demonstre claramente a intenção do fotógrafo e os sentimentos do fotografado.</p>
</div>
<div>
<p><a title="See comments for this post" href="http://www.clicio.com.br/blog/2009/direcao-de-modelos-how-to/#comments"> 9 Comentários</a> Tags: <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/cultura/">cultura</a> &#124; <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/dicas/">dicas</a> &#124; <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/direcao/">direção</a> &#124; <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/estudio/">estúdio</a> &#124; <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/filosofia/">filosofia</a> &#124; <a rel="tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/tag/modelos/">modelos</a><br />
<a title="Ver todos os posts em Artigos" rel="category tag" href="http://www.clicio.com.br/blog/category/artigos/">Artigos</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dicas para novatos]]></title>
<link>http://calcinotto.wordpress.com/2009/11/24/dicas-para-novatos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:21:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexrh89</dc:creator>
<guid>http://calcinotto.wordpress.com/2009/11/24/dicas-para-novatos/</guid>
<description><![CDATA[O que é mais prudente? Adaptar-se ao local de trabalho em que você se inseriu ou fazer um diagnóstic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O que é mais prudente? Adaptar-se ao local de trabalho em que você se inseriu ou fazer um diagnóstic]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Constru&ccedil;&atilde;o Civil &eacute; assunto na TV Feevale]]></title>
<link>http://arqfeevale.wordpress.com/2009/11/23/construo-civil-assunto-na-tv-feevale/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:54:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Arq. Juliano Vasconcellos</dc:creator>
<guid>http://arqfeevale.wordpress.com/2009/11/23/construo-civil-assunto-na-tv-feevale/</guid>
<description><![CDATA[Prof. Arq. Leandro Manenti e Acad. Guilherme Osterkamp falam sobre novas tecnologias e experiências ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Prof. Arq. Leandro Manenti e Acad. Guilherme Osterkamp falam sobre novas tecnologias e experiências acadêmicas no vídeo abaixo:</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:fa3edabc-7f3f-4a4d-8f51-c51d375a00a4" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/m72sJVug5jM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/m72sJVug5jM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um bom relacionamento com clientes]]></title>
<link>http://eporquenao.wordpress.com/2009/11/23/um-bom-relacionamento-com-clientes/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:36:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafael d.</dc:creator>
<guid>http://eporquenao.wordpress.com/2009/11/23/um-bom-relacionamento-com-clientes/</guid>
<description><![CDATA[Que um bom atendimento, a presteza, a atenção com clientes é fundamental para sobrevivência de qualq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Que um bom atendimento, a presteza, a atenção com clientes é fundamental para sobrevivência de qualquer organização, isso todo mundo sabe.<img class="alignright" title="Atendimento" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:5_PAIEagNGZUFM:http://imagem.xpressa.com.br/00006/Marcas/Virtual_Educa/00009/01/5.jpg" alt="" width="127" height="127" /></p>
<p>Mas o que nem toda empresa faz é agir de forma condizende com tais preceitos.</p>
<p>Vou tentar ser bem prático e sucinto, o relacionamento com cliente se assemelha muito com qualquer relacionamento que você pode ter. Namoro, amizade, coleguismo, paternidade, qualquer um. Em todos, você tem que estar presente, oferecer determinado tipo de apoio, oferecer algo útil para o(a) outro(a). É o famoso ganha-ganha como as trilhões de trocas capitalistas.</p>
<p>Inúmeros casos e situações que envolvem os clientes e os produtos/serviços preenchem o dia a dia de várias organizações. Tem cliente que quer conversar com gerente, com o dono, ou mesmo com a atendente. Como tem cliente que só quer seu produto funcionando. Ou aquele que não sabe que o problema é dele e não da empresa.</p>
<p>Entendê-lo, então, se torna peça fundamental deste &#8220;quebra-cabeça&#8221;.</p>
<p>As formas são inúmeras.</p>
<p>A tendência que passamos é de uma sociedade (principalmente no Brasil) operacional para uma sociedade intelectual, mesmo que aos trancos e barrancos em alguns casos. Cabe aproveitarda melhor forma possível as ferramentas  como o CRM, Pós-vendas, participação dos clientes na concepção de negócios, desenvolvimento com parcerias, etc.</p>
<p>A partir desta premissa, inúmeros processos são necessários, pedindo acima de tudo comunicação e sistemas alinhados na empresa. Acredito que fazendo a lição de casa, ou tentando fazer, da melhor maneira, não tem cliente que não se conquiste.</p>
<p>Entenda o que eu quero e ganhe minha confiança.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Ouvindo:  Casuarina- Já fui uma brasa</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ADD - Resultados do questionário sobre a observação de aulas]]></title>
<link>http://joselucio2006.wordpress.com/2009/11/23/add-resultados-do-questionario-sobre-a-observacao-de-aulas/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:11:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>J L</dc:creator>
<guid>http://joselucio2006.wordpress.com/2009/11/23/add-resultados-do-questionario-sobre-a-observacao-de-aulas/</guid>
<description><![CDATA[Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 1) &#8211; clica aqui Avaliação do De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 1) &#8211; <a href="http://polldaddy.com/surveys/page-report.php?f=259831&#38;p=1" target="_blank">clica aqui<br />
</a></p>
<p>Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 2) &#8211; <a href="http://polldaddy.com/surveys/page-report.php?f=259932&#38;p=1" target="_blank">clica aqui<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos de Vidas - Ana Paula]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/22/fragmentos-de-vidas-ana-paula/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:16:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/22/fragmentos-de-vidas-ana-paula/</guid>
<description><![CDATA[Por Tatiane Kely e Vitor Hugo “Sou Ana Paula, solteira e moro em Sete lagoas, mas nasci na Bahia. Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Tatiane Kely e Vitor Hugo</p>
<p style="text-align:justify;">“Sou Ana Paula, solteira e moro em Sete lagoas, mas nasci na Bahia. Tenho 25 anos e não quero chegar aos 30 trabalhando aqui, não. Não gostaria de jeito nenhum que a profissão fosse legalizada, pois, imagina quando eu quiser  procurar outra coisa melhor pra mim e tiver de mostrar a minha carteira assinada como garota de programa?! Querendo ou não existe o preconceito&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Cliente pra mim é fácil porque sou meiga e os homens gostam de atenção. A gente aqui não escolhe ninguém, depois que entra pela porta é esse mesmo, o certo é que sempre uso camisinha. Tem cliente que vem cá e aumenta a nossa auto-estima, mas outros &#8216;te põe lá embaixo&#8217;.  <strong><em>A gente aqui é que nem psicóloga, muitos vem aqui e não fazem nada só querem conversar, desabafar&#8230; contam pra gente aquilo que não contam pra ninguém&#8221;.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Já fui á Igreja e sabe quando cê fica sentada lá atrás e todo mundo fica olhando pra você? Era assim: o padre tava falando lá na frente, mas a atenção das pessoas não tava nele não, elas olhavam pra mim. Tem muitas garotas que fazem isso (programas) porque gostam, mas a grande maioria é por necessidade. Eu? <strong><em>Já fui garçonete, mas não dá&#8230; faço pelo dinheiro que vale a pena ”.</em></strong></p>
<h5 style="text-align:justify;"><strong><em>&#8220;Não confio em homem. Homem aqui é só pra isso!&#8221;. </em></strong></h5>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt><a href="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/wp-admin/www.fotolia.com/galeria"><img title="www.fotolia.com/galeria" src="../files/2009/11/400_f_5317969_7ksynz1iy0a3xi7vlq0f2f64jcpj7qp4.jpg?w=292" alt="400_F_5317969_7KsYnZ1iY0A3Xi7vLQ0f2f64jcpJ7qP4" width="292" height="300" /></a></dt>
<dd>www.fotolia.com/galeria</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>&#8220;Vivo para meus quatro filhos, eles não sabem que sou prostituta. </em></strong>Minha mãe sabe como era minha situação de necessidade mesmo, e hoje tenho muita coisa que quero com o dinheiro que ganho aqui. Ela às vezes me dá alguns conselhos <strong><em>e minhas irmãs mudaram um pouco comigo, por causa do preconceito. Os homens reagem normalmente, eles compreendem&#8230; já mulher é mais moralista, mulher não compreende&#8221;.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Meus filhos não sabem. Se me discriminarem&#8230;?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não posso fazer nada&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yes , we can ! Tá sonhando ?]]></title>
<link>http://jovemcriativo.wordpress.com/2009/11/22/yes-we-can-ta-sonhando/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:17:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>jovemcriativo</dc:creator>
<guid>http://jovemcriativo.wordpress.com/2009/11/22/yes-we-can-ta-sonhando/</guid>
<description><![CDATA[Oii , Não entendeu o título desse post ? É simples , muito simples , e como já dizia o slogan de Bar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oii ,</p>
<p>Não entendeu o título desse post ?</p>
<p>É simples , muito simples , e como já dizia o slogan de Barack Obama em sua campanha para presidente dos EUA : Yes , we can !</p>
<p>Mas &#8230; no nosso caso não é bem isso , ontem enquanto eu escrevia meu post anterior , surgiram umas ideias e que se juntaram com outras e assim criei esse post .</p>
<p>Todos jovens ou a maioria sonha :</p>
<p><span style="color:#800080;">- </span>No meu caso , não penso em me formar em profissão que é popular ou que é &#8220;normal&#8221; e que me possibilite ingressar facilmente no mercado de trabalho . Todas as profissões que pretendo exercer são diferentes e não se encaixam nos padrões para maioria .</p>
<p>Mas voltando o assunto :</p>
<p>Muitas vezes , só porque você escolhe uma profissão diferente e para você não é , as pessoas falam : &#8220;Que nada , essa profissão é horrível , ninguém ganha dinheiro e se ganhar é porque tem sorte .&#8221;</p>
<p>No meu caso , já cansei de escutar isso , se esse também for o seu caso , pense nessas dicas :</p>
<p><span style="color:#800080;">- </span>Pense 1,000 vezes antes , porque talvez você não seja um desses sortudos .</p>
<p><span style="color:#800080;">-</span> Os grandes sortudos são aqueles que fazem o que realmente gosta . E se você gosta e está disposto a lutar pela &#8220;profissão&#8221; , arrisque e mostre que você tem talento .</p>
<p><span style="color:#800080;">- </span>E tente saber mais sobre a profissão para ver se é realmente o que você pensa que é .</p>
<p><span style="color:#800080;">-</span> E depois é só vestir a camisa :</p>
<p><img src="http://www.evolvefish.com/fish/media/T-YesWeCan.gif" alt="yes we can " /></p>
<p>E mostre que você conseguiu .<br />
<span style="color:#800080;">OBS 1</span>: Não é necessário ganhar 1 milhão por ano , o que importa é ter dinheiro no futuro para viver sem preocupações .</p>
<p><span style="color:#800080;">OBS 2</span> : Eu acredito que só ganhamos dinheiro com o que gostamos , mas para isso acontecer temos que correr atrás , porque não adianta querer exercer uma profissão e não correr atrás de especializações que te façam crescer ,</p>
<p>É isso &#8230;</p>
<p>Amanhã postarei o que disse que seria no dia 21/11 , mas acabou atrasando <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bjs ,<br />
Maria Gaby</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Vocação Humana: uma Abordagem Antropológica e Filosófica ]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/22/a-vocacao-humana-uma-abordagem-antropologica-e-filosofica/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:21:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/22/a-vocacao-humana-uma-abordagem-antropologica-e-filosofica/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A Conquista da Lua&#8221; por Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) 1. Escolha profissional: d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/rego-monteiro-volta-da-lua.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1445" title="Rego Monteiro - volta da lua" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/rego-monteiro-volta-da-lua.jpg" alt="" width="497" height="422" /></a>&#8220;<em>A Conquista da Lua</em>&#8221; por Vicente do Rego Monteiro (1899-1970)</p>
<p style="text-align:right;"><strong><span style="color:#888888;"> </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1. Escolha profissional: dificuldades atuais e perspectivas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O momento da opção profissional tem se revelado como dotado de uma crescente dificuldade de escolha entre os jovens, constatada por especialistas em Orientação Vocacional, por pesquisas acadêmicas e pela grande imprensa.</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">A sociedade contemporânea, em grande parte, revela muita insegurança e incerteza quanto a valores: não há pontos de referência estáveis. Isto gera crise e confusão, tornando muito difícil para o homem atual identificar, em última instância, “o que vale a pena” e dedicar-se a isto; o afastamento das questões mais essenciais como o porquê da existência, um sentido ou causa à qual entregar a vida, gera esquecimento ou inexistência de critérios para orientar e sustentar decisões ou ações (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">A dificuldade do homem contemporâneo de tomar consciência de si mesmo, de posicionar-se diante da realidade e a experiência freqüente de indecisão, são conseqüências de uma mentalidade que, negligenciando a necessidade deste fundamento, não favorece a descoberta de valores, nem um autêntico desenvolvimento humano. Não havendo uma clara hierarquia de valores, a postura assumida diante de situações que exigem soluções imediatas é a de relatividade, sem aprofundamento das razões das escolhas ou atitudes a serem assumidas.</p>
<p style="text-align:justify;">À confusão de valores, soma-se a instabilidade da economia e do mercado de trabalho. A forma atual de organização do trabalho, sempre mais competitiva e em rápida transformação, tem exigido definição profissional cada vez mais precoce e, ao mesmo tempo, oferecido uma crescente disponibilidade de mão de obra. Para os jovens, cada vez mais novos ao serem solicitados a uma definição neste universo profissional, é necessário oferecer algo que transcenda as perspectivas instáveis e dramáticas do mercado de trabalho. Esta urgência vem sendo captada por educadores que apontam a necessidade de educar para o mundo do trabalho e não apenas para o mercado de trabalho. (&#8230;) Ao realizar a escolha profissional dentro deste contexto dinâmico e instável é necessário considerar não estritamente a profissão, mas concebê-la dentro de uma dimensão mais ampla e, ao mesmo tempo essencial, que é a da vocação, possibilitando transcender o nível ocupacional inclusive para poder incluí-lo ou transformá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">É necessário que, ao realizar uma opção tão fundamental como a vocacional que, em princípio envolve toda a vida, o jovem possa ser convidado a aproximar-se, a perguntar-se sobre o sentido e finalidade de seu existir. Às questões normalmente colocadas como ‘o que gosto de fazer?’, ‘o que me dá prazer realizar?’, ‘o que sei fazer?’, ‘com qual profissão me darei bem na vida?’, devem ser acrescentadas: ‘a que sou chamado?’, ‘que sentido pode haver no trabalho que desejo realizar?’, ‘qual a finalidade do meu existir?’. Assim, no processo de orientação vocacional, além das dimensões psico-sociológicas, devem ser igualmente consideradas as dimensões antropológica e filosófica, que são fundamentais para o entendimento da vocação humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Considerar uma questão do ponto de vista filosófico significa buscar a verdade sobre ela, exige uma preocupação com o todo e não apenas com sua aplicação, seu uso imediato. Nessa perspectiva, para apreender o que há de essencial acerca da vocação do homem deve-se partir da grande interrogativa sobre o ser do homem, de suas características idiossincráticas. Desta forma, partindo da concepção de pessoa &#8211; segundo os autores contemporâneos Josef Pieper, Viktor Frankl, Luigi Giussani -, de algumas categorias que apresentem tanto as potencialidades especificamente humanas quanto a expressão delas no relacionamento com a realidade, pode-se chegar a uma compreensão mais ampla da vocação humana &#8211; a partir também de filósofos contemporâneos como Julían Marías e Alfonso Lopez Quintás -, de forma a oferecer aos jovens subsídios para realizar uma escolha e um caminho vocacional mais humanos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. Características antropológicas do homem</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A compreensão do que é o homem está vinculada à idéia de pessoa. O conceito de pessoa esteve sempre presente em toda tradição do pensamento ocidental; os pensadores gregos identificaram no ser do homem duas categorias ou dimensões: o corpo e a alma, o espírito e a matéria. É no homem que estas duas dimensões da realidade se acham presentes, constituindo uma unidade indissolúvel.</p>
<p style="text-align:justify;">A pessoa, uma totalidade aberta a outras totalidades, é considerada em toda a tradição judaico-cristã um valor absoluto: a pessoa vale por si. O homem é pessoa, com possibilidades muito precisas de percepção e relacionamento com o real, que podem ser descobertas e utilizadas a partir de um trabalho de humanização.</p>
<p style="text-align:justify;">A característica própria, distintiva do ser humano é a razão. (&#8230;). Razão é a estrutura interna de compreensão do homem, sua capacidade intelectual de compreensão. Esta forma peculiar de se relacionar e conhecer o real foi chamada pela tradição do pensamento ocidental de capacidade de conhecimento espiritual (&#8230;). Assim, a possibilidade de relação do homem com a realidade é extremamente ampla e elevada, tornando-o capaz de estar diante da totalidade do real: o ‘mundo’ do espírito é a totalidade do ser.</p>
<p style="text-align:justify;">É no nível espiritual que se encontra uma outra característica distintiva do homem: a busca de sentido. (&#8230;) além de buscar a satisfação de suas necessidades e seu equilíbrio homeostático, ele tem urgência em encontrar e realizar um sentido. É inerente ao homem o anseio por descobrir um ‘para quê’, uma finalidade última para existência, algo pelo qual valha à pena entregar a vida. A possibilidade de realizar o desejo de sentido, a afirmar um significado último para a existência, está em responder, de forma singular, própria, às situações concretas, cada uma delas única e irrepetível. Uma vida plena de sentido se constrói buscando e encontrando o significado de cada experiência cotidiana.</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">É na relação com a realidade que o homem descobre suas potencialidades, necessidades e as possibilidades de nela intervir; é no encontro com o real que pode reconhecer a singularidade e unicidade de seu ser. (&#8230;) Assim, cada homem é único e irrepetível, tem um modo próprio de existir, um ‘ser-assim’ que lhe permite responder a circunstâncias irrepetíveis, afirmando valores que só ele seria capaz de fazê-lo naquele momento, daquela maneira.</p>
<p style="text-align:justify;">É próprio do homem a capacidade de decidir, de agir e, portanto, de responsabilizar-se. Uma das manifestações da natureza humana é a capacidade de agir com autonomia e responsabilidade, de posicionar-se diante da realidade com autodeterminação. Ser responsável significa assumir decisões e atitudes dentro das circunstâncias concretas da vida, afirmar valores e posicionamentos a partir de critérios que são identificados pela consciência. O ser humano é responsável porque é livre, porque é um ser que decide, escolhe como proceder em sua existência. A liberdade é a capacidade do homem de conduzir-se a si mesmo, de estabelecer, orientado pela consciência, os critérios que nortearão seus atos e escolhas, de decidir-se pelo bem. Para exercer essas potencialidades especificamente humanas como a responsabilidade e a liberdade, é preciso um processo educativo (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">O conceito vocação tem sido entendido de forma redutiva, na maioria das vezes identificado com o sentido profissional ou muito próximo a ele. Julián Marías denomina de vocações parciais aquelas que se referem a alguns aspectos ou facetas da personalidade, comuns a várias pessoas, portanto, genéricas. Seriam formas secundárias de vocação. A vocação no sentido mais profundo e radical envolve a pessoa em sua totalidade e singularidade(&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">A vocação é um convite, uma proposta à liberdade e responsabilidade do homem, à qual ele pode aderir ou não, mas não lhe compete fabricá-la ou modificá-la. É um chamado que vem de encontro ao homem, a ele cabe apenas atender ou não. (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">Tampouco as circunstâncias da vida de uma pessoa podem ser escolhidas. Não são decisões suas o lugar ou época em que nasceu, sua família, características físicas, etc&#8230; Estas circunstâncias são impostas e é a partir delas que sua vida será configurada; porém, a escolha ou decisão humana incide no modo, no ‘como’ vai construir sua história, na maneira particular, pessoal de se relacionar com o que lhe foi dado. (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a trajetória é expressão da liberdade da pessoa, é a realização de um caminho pessoal construído a partir da vocação proposta e da circunstância imposta.</p>
<p style="text-align:justify;">A descoberta da vocação antropológica, do chamado a ser si mesmo e a sua realização, através das trajetórias biográficas, esclarece e dá sentido às vocações específicas, como as profissionais, dando-lhes um caráter único e insubstituível. A vocação profissional — que supõe a escolha de uma carreira profissional, bem como seu cumprimento — deve estar subordinada, então, a afirmação de quem a pessoa é e deseja ser: é este ‘alguém’ que dá consistência e significado para o que vai ser realizado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4. O trabalho com expressão da ontologia humana</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Este conjunto de características antropológicas da vocação humana possibilitam aprofundar temas relacionados ao caminho vocacional, que são comumente entendidos a partir da perspectiva hedonista e redutiva, como o conceito de auto-realização, felicidade e do sentido do trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">O conceito de auto-realização, modernamente identificado como conquista de satisfação, sucesso, prazer, tem sido cada vez mais valorizado, e ao mesmo tempo, mal compreendido. A busca de realização está direcionada a aspectos parciais do homem, a ponto de muitas vezes se conceber ‘realização’ como sinônimo de realização profissional, de status ou sucesso advindo do exercício profissional. Considera-se realizado quem atingiu seus objetivos ou está em pleno desenvolvimento dos planos estabelecidos para si; a realização é concebida como resultado de empenho e domínio sobre o real, de forma a alcançar metas previamente estabelecidas.</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;.) Isto significa que a auto-realização do homem é construída durante toda a vida, é um movimento dinâmico contínuo, onde constantemente o homem experimenta sua existência como um ‘ainda não’ ou um constante ‘tornar-se’, ‘vir-a-ser’. Assim, o homem está sempre a caminho de sua plena realização, é um caminhante, um peregrino (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">A busca da realização, a aspiração à felicidade é próprio da pessoa, dos seres espirituais, é um ‘querer’ dado pela natureza (&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">O desejo de felicidade é, então, um querer natural, próprio da natureza humana, que a constituiu segundo esta direção e forma. Esta vontade natural de felicidade age como uma força de gravidade, sobre a qual o homem não tem nenhum poder, mas para a qual tende inexoravelmente, irresistivelmente. (&#8230;) Portanto, a felicidade está vinculada à autenticidade da vida humana, à possibilidade de relacionar e integrar cada aspecto parcial com um ponto unitário, na busca da realização total, da plenitude do viver humano.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho é um aspecto fundamental da vida por atender às necessidades humanas, tanto do ponto de vista material como espiritual, já que através das tarefas concretas o homem se sustenta e, ao mesmo tempo, expressa seu modo original de realizar valores em um determinado tempo e lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">A descoberta do valor de sua contribuição pessoal para a vida em sociedade é fundamental para o homem contemporâneo que vive em uma sociedade onde é valorizado o individualismo, o isolamento e a competitividade.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho pode constituir-se em uma oportunidade privilegiada para o homem atual redescobrir a possibilidade de autêntica relação eu-mundo — onde o pessoal não seja negado, esquecido ou dissolvido — na medida em que o trabalhar se torne ocasião de encontro. O filósofo espanhol contemporâneo, Alfonso López Quintás afirma que é no âmbito do encontro que a pessoa se desenvolve e se aperfeiçoa, é no encontro com o outro que o homem descobre-se, revela-se a si mesmo. Para que haja encontro é necessário ir além de uma simples proximidade com o outro; é fundamental a abertura, o diálogo, a comunicação(&#8230;). Quando há encontro de verdade é possível superar uma lógica individualista e sectária, para afirmar uma postura capaz de abertura, generosidade e acolhimento do diferente.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma exigência fundamental para se gerar a possibilidade de encontro é buscar e compartilhar valores: quando as pessoas dirigem-se e empenham-se para atingir o objetivo último do trabalho que fazem juntas, que é a realização do bem comum, colocam-se a caminho, cada uma com sua contribuição, para a construção de uma nova realidade comum.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho constitui, assim, uma possibilidade de colocar-se a serviço de outros. É nesta possibilidade de ser uma contribuição e expressão original que o trabalho ganha relevância e significado para a pessoa, constituindo-se ocasião de descoberta e integração da própria personalidade. Torna-se, então, fundamental a maneira como se trabalha, o que se expressa de especial e único, adquirindo menor importância a tarefa em si(&#8230;). Portanto, a realização que pode advir do trabalho está vinculada à expressão da singularidade do ser, daquilo que há de específico e original em cada homem.</p>
<p style="text-align:justify;">A plena realização humana não pode ser encontrada sem que estas características antropológicas possam ser descobertas e experimentadas. As decisões ou escolhas, bem como a realização do caminho vocacional, devem ser iluminadas e sustentadas por estas características, de outra forma tornam-se superficiais e frágeis. A dimensão profissional é apenas um aspecto da vocação humana e, portanto, a ela deve estar submetida.</p>
<p style="text-align:justify;">A possibilidade de um acompanhamento e ajuda eficaz nos processos de Orientação Vocacional está vinculada à compreensão da vocação antropológica do homem, que possibilita uma visão essencial e abrangente da questão. Quem é homem? Para que educar? Existe um ideal, que sociedade formar? Estas são questões fundamentais para um trabalho eficiente nas áreas da psicologia, pedagogia, sociologia. A Antropologia Filosófica deve estar na base de qualquer trabalho junto ao ser humano.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Excerto de Artigo de Sílvia Regina Rocha Brandão. Leia na íntegra <a href="http://www.hottopos.com/vidlib7/sb.htm" target="_blank">AQUI</a></strong><a href="http://www.hottopos.com/vidlib7/sb.htm" target="_blank"> </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Programador de Games]]></title>
<link>http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/22/o-programador-de-games/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 10:49:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sabrina Carmona</dc:creator>
<guid>http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/22/o-programador-de-games/</guid>
<description><![CDATA[Temos aqui uma entrevista concedida pelo professor de programação da PUC-SP, Eduardo Gomes, dando al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://img511.imageshack.us/img511/8138/programmera.jpg" alt="Programador de Games" width="258" height="200" />Temos aqui uma entrevista concedida pelo professor de programação da PUC-SP, Eduardo Gomes, dando algumas dicas para quem quer seguir na área de Programação para games. Confira a entrevista:</p>
<p><strong>1) Na sua opinião, existe algum pré-requisito para quem quer seguir carreira nos games?</strong><br />
Por se tratar de uma atividade multidisciplinar, pois exige que o profissional tenha conhecimentos em diferentes áreas como Roteiro, Desenho, Áudio e Programação (para citar apenas 4), o profissional dever ter gosto pelo conhecimento, pela cultura, sem esquecer que ele, sendo um profissional de games, deve enteder também de todos os aspectos técnicos do seu desenvolvimento.</p>
<p><strong>2) Para programar em Games, existe alguma linguagem que seja melhor que a outra?</strong><br />
Vamos diferenciar aqui Linguagem de Programação e Engine de Games. Engine de Games existem milhares (talvez milhões), cada um com seu propósito, algumas mais genéricas outras mais específicas como os modificadores. Cada uma das engines pode possuir uma ou mais liguagens de programação, compilável ou interpretada e utilizando os mais diversos paradigmas de programação (Orienta a Objeto, Orientada a Evento, etc).<br />
Porém a grande maioria das Engines são desenvolvida em linguagem C++, e mais recentemente em C#  ou Java, sendo que, dessa forma a maioria das linguagens das Engines acabam sendo uma extensão de C++, C# ou Java.</p>
<p><strong>3) Qual seria a linguagem mais fácil para iniciar na carreira de programador?</strong><br />
Como a maioria das Engines são desenvolvida em Liguagem C++, C# ou Java, eu recomendaria o ingressante nesta área a aprender C++ ou C# e sobre tudo, entender o paradigma de Programação Orientada a Objeto (OOP) e as Boas Práticas de Desenvolvimento de Software.Talvez não seja a mais fácil, mas com certeza esse aprendizado não irá gerar um conhecimento que ficará obsoleto.</p>
<p><strong>4) Saber apenas programar já é o suficiente para criar jogos?</strong><br />
Saber programar é ESSENCIAL para criar jogos digitais, devemos lembrar sempre que o produto final é um SOFTWARE, que necessita ser PROGRAMADO para ele existir, Quem &#8220;FUGIR&#8221; da programação não pode ser considerado um profissional completo de Game, ele pode ser um bom Roteirista para Games, um bom Desginer Gráfico, mas não pode ser considerado um bom profissional de Game. O inverso também é verdadeiro, embora essencial, saber programar, dominar uma ou mais engines e técnicas de programação não é suficiente para criar bom jogos. Conceber um bom argumento para o jogo, a partir do argumento desenvolver o roteiro, caracaterizar os personagens, do seu perfil na  narrativa do game até sua concepção gráfica, são atividades que vão bem além da programação.</p>
<p><strong>5) Quais seriam os desafios de pessoas que estão iniciando na área de programação?</strong><br />
Em primeiro lugar dominar as técnicas de programação. Um bom programador depois de alguns anos é capaz de programar em qualquer linguagem desde que ele conheça o paradigma o qual a linguagem foi desenvolvida. Dessa forma a Faculdade ou o Curso que o iniciante for fazer deve ter o foco em ensinar conceitos de uma linguagem de programação, e a linguagem em si apenas como uma ferramenta de realização destes conceitos.<br />
Em um segundo momento, já com certo domínio das técnicas gerais de programação, o profissional deve se especializar em programação para produção de uma determinada classe de software e suas técnicas específicas, como por exemplo a produção de Games.</p>
<p><strong>6) Quem faz Ciências da Computação também consegue seguir carreira nos Games?</strong><br />
Sim é claro. Assim como um Arquiteto poderia entra na área de Games criando cenários e ambientes 3D para jogos. Porém nenhum desses dois profissionais tem a formação completa para o desenvolvimento de Game. Esse profissionais não dominam todo o processo copmleto de desenvolvimento de um Game.</p>
<p><strong>7) Quais seriam as dicas que você daria para quem vai seguir esta área?</strong><br />
Apenas uma: Conhecer profundamente o que é trabalhar nesta área.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos de Vidas - Rosenilda]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/fragmentos-de-vida/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/fragmentos-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Por Tatiane Kely e Vitor Hugo Rosenilda. 25 anos. Solteira. Tem 4 filhos. Parou de estudar no 2º ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Tatiane Kely e Vitor Hugo</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Rosenilda.</strong> 25 anos. Solteira. Tem 4 filhos. Parou de estudar no 2º ano do ensino médio.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/102.jpg"><img class="size-medium wp-image-758" title="www.fotolia.com/galeria" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/102.jpg?w=199" alt="www.fotolia.com/galeria" width="199" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">www.fotolia.com/galeria</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Mora com os pais. Trabalha há 5 anos nesta profissão.<span style="color:#993366;"><strong>Deseja muito conseguir um emprego melhor para sair da prostituição.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ganha de R$ 120,00 a R$ 180,00 por dia. Trabalha de 9h até a hora em que o estabelecimento se fecha. Quando não trabalha vai para um bar beber. Não anda com ninguém. <strong>Tem vontade de voltar a estudar.</strong> Vai ao ginecologista regularmente. Para a sociedade ela diz que trabalha fichada. A família não sabe da sua profissão. Já sofreu uma tentativa de homicídio dentro de um hotel na rodoviária. <strong>Pretende continuar solteira.</strong> Ás vezes vai á igreja católica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda sobre siglas]]></title>
<link>http://designando.wordpress.com/2009/11/20/ainda-sobre-siglas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 07:39:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>designando</dc:creator>
<guid>http://designando.wordpress.com/2009/11/20/ainda-sobre-siglas/</guid>
<description><![CDATA[Eu, querendo entrar na onda, comecei a pronunciar certas siglas como palavras. Tem um produto aqui q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu, querendo entrar na onda, comecei a pronunciar certas siglas como palavras. Tem um produto aqui que se chama System Center Online Desktop Manager. E e&#8217; claro que para esse nome existe uma sigla: SCODM. Hoje no almoco descobri que o som dessa palavra gerada pela sigla soa como uma palavra em ingles que significa &#8220;o lugar que contem a genitalia masculina&#8221;. Ops! Essa foi a explicacao que me deram. Resolvi parar por ai. Nada de pronunciar as siglas antes de ouvir alguem o fazendo antes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na cama com Sabrina]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/na-cama-com-sabrina-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:25:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/na-cama-com-sabrina-2/</guid>
<description><![CDATA[Por Jônatas Weber e Tatiane Kely Batemos à porta, e uma mulher bem aparentada nos atendeu, explicamo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="post-163">
<p style="text-align:justify;"><em>Por Jônatas Weber e Tatiane Kely</em></p>
<p style="text-align:justify;">Batemos à porta, e uma mulher bem aparentada nos atendeu, explicamos o motivo da entrevista, ela se mostra disposta, e logo na primeira  fala mostra ser uma pessoa bastante instruída.</p>
<div style="text-align:justify;">
<div>
<p>Sabrina, 39 anos, mãe de 6 filhos e profissional do sexo. <strong>Gosta de ler <a title="Zibia Gaspareto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%ADbia_Gasparetto" target="_blank">Zibia Gaspareto </a>e inclusive costuma indicar dois livros para seus clientes: Nada é por acaso e Faça valer a pena. Ela acredita em reencarnação, escuta Ana Carolina e tem como passa tempo caça-palavras.</strong></p>
<p><strong>No dia a dia, gosta de correr, cuidar da aparência, mas o que mais gosta é de passar o tempo livre com seus filhos, diz ser este seu melhor passa tempo, sendo estes cientes de sua profissão.</strong> Quando alguém pergunta sobre sua profissão, ela responde: autônoma. Sabrina diz que ninguém é responsável por seus atos, apenas ela. Também conta-nos que quando adolescente, nunca foi próxima de sua família e que aos 16 anos já era independente. Já passou por várias experiências, mas esta é a que lhe rende mais dinheiro.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><a href="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/wp-admin/www.fotolia.com/galeria"><img title="www.fotolia.com/galeria" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/mulher-na-cama1.jpg?w=300" alt="" width="243" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">www.fotolia.com/galeria</p></div>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;">Quando perguntamos se tinha  algum risco de se apaixonar por algum cliente, ela  diz que não, que sabe separar trabalho de vida pessoal . Ainda  acrescenta que tem dó dos homens que se intitulam &#8220;poderosos na cama”, que  vão lhe dar prazer, dizendo: quem são os homens para saber como satisfazer uma mulher? Quando perguntamos sobre sua rotina de trabalho, informou que trabalha de 16h ás 23h, e que paga uma taxa ao dono do hotel pelo aluguel do quarto. Não estipula um número de clientes, e diz: quanto mais melhor. De repente bate á porta o dono do estabelecimento que interrompe a entrevista e diz que ela precisa trabalhar. Assim encerramos a entrevista com  novas  curiosidades aguçadas.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto Redenção]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/entrevista-com-pastor-abelardo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:44:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/entrevista-com-pastor-abelardo/</guid>
<description><![CDATA[Por Vitor Hugo e Danielle Pinheiro Este projeto foi criado para auxiliar a associação de Profissiona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Por Vitor Hugo e Danielle Pinheiro</em></p>
<p style="text-align:justify;">Este projeto foi criado para auxiliar a associação de Profissionais do Sexo de Belo Horizonte e já se estende por dois anos. È composto por dois pastores evangélicos, uma psicóloga e uma presidente.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo principal deste projeto é promover para as profissionais a conscientização quanto à necessidade de cuidado com saúde, vida social e perspectiva profissional. Os encontros da associação são realizados mensalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">“Sempre realizei este tipo de projeto mesmo estando em uma igreja evangélica,  gosto de trabalhar porque é muito gratificante e durante todo o tempo que realizo este projeto tenho recebido muitas bençãos”, afirma o Pastor Abelardo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele  é paulista e realiza este projeto em mais dois  outros estados : Ceará e São Paulo, ele vem à Minas uma vez por més.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto ainda conta com a colaboração do pastor Charley Fernandes, que usa versículos biblicos, explica claramente seus sentidos para promover a concientização com relação às perspectivas de vidas das mulheres. Porém sem promover nome  de igreja nenhuma.</p>
<p style="text-align:justify;">Carla formada em psicologia também contribui com as dinâmicas que realiza com as mulheres. O objetivo de seu trabalho é promover sensibilização atraves das dinâmicas para que o tema à ser ministrado na reunião seja bem recebido. Dos Anjos é presidente da Associação e tem uma historia de experiência na profissão, antes de conhecer o projeto redenção era prostituta e trabalhava na zona boemia de Belo Horizonte, hoje em dia não gosta de ouvir falar no lugar. Ela tem grande importância para o projeto, pois as mulheres confiam nela e a enxergam como exemplo.</p>
<p style="text-align:justify;">Percebemos que o projeto Redenção é algo  valioso para a nossa sociedade, de modo geral a população é preconceituosa e exclui as mulheres que exercem a prostituição, mas conhecemos na prática pessoas dignas, despidas de preconceito que  trabalham em favor de vidas independente de suas externalidades.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/U63O-BTCdQc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/U63O-BTCdQc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Abelardo do Projeto Redenção]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/projeto-redencao/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:39:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/20/projeto-redencao/</guid>
<description><![CDATA[Por Danielle Pinheiro Abelardo é um dos Pastores da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Por Danielle Pinheiro</em></p>
<p style="text-align:justify;">Abelardo é um dos Pastores da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte e um dos fundadores da Associação das Prostitutas da cidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa entrevista foi concedida no dia 04/11 com intuito de aprofundar nos aspectos organizacionais da associação e conhecer o motivo pelo qual a igreja apóia o programa.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de começar a gravação conversamos muito sobre a posição moral da sociedade em relação às mulheres prostitutas e como isso dificultou o estabelecimento da associação que usava o espaço da igreja para reuniões mensais e acabava incomodando os fieis.</p>
<p style="text-align:justify;">Abelardo foi taxativo com relação ao preconceito e percebemos que ele realiza esse trabalho porque consegue enxergar as mulheres além da atividade de prostituição que exercem.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele compartilhou planos para as reuniões que atualmente acontecem no Centro Cultural Da UFMG mensalmente, e se tornarão semanais assim que o novo espaço cedido pela presidente Dos Anjos, em sua casa ficará pronto.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele contou a história da criação da Associação e porque se interessou especialmente por esse trabalho. Falou da dificuldade enfrentada em função da distância já que reside em São Paulo, mas também da satisfação em poder ajudar as mulheres que procuram a associação pedindo “socorro”, afeto e ombro, explicou também como a instituição ajuda essas mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo com o tempo escasso, pois iria viajar para casa, Abelardo cedeu-nos a entrevista e foi extremamente gentil com nossa equipe. Esperamos que vocês apreciem a entrevista e esclareçam suas duvidas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/HoZ-MAMXgmI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/HoZ-MAMXgmI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1fWAbUEHAok&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1fWAbUEHAok&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pode me chamar de Emile]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/pode-me-chamar-de-emile/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 05:04:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/pode-me-chamar-de-emile/</guid>
<description><![CDATA[Por Gisele Sena  “Pode me chamar de Emile, sempre quis dar esse nome a minha filha. Tenho 40 anos, v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></h2>
<p style="text-align:justify;">Por Gisele Sena <strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">“Pode me chamar de Emile, sempre quis dar esse nome a minha filha. Tenho 40 anos, vim de Diadema São Paulo”</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt><img title="DSC00010" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/dsc000102.jpg?w=150" alt="DSC00010" width="150" height="112" /></dt>
<dd>Foto do quarto de Emile , Foto: Gisele Sena</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Em 18 de maio de 1998, uma jovem solteira com três filhos vinha de São Paulo para Belo Horizonte, em busca de recursos financeiros para cuidar da mãe com sérios problemas cardíacos. Convencida por uma amiga de que era a forma mais ágil para juntar R$ 25.000,00 necessários à cirurgia de sua mãe, Emile convenceu-se à entrar no mundo da prostituição.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora com 11 anos de profissão, Emile revela que não gosta do que faz, porém, a necessidade fala mais alto, tem três filhos para criar, pagando curso superior para um dos filhos, técnico para o outro, além do sustento da casa, tudo pago por sua profissão.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img title="DSC00003_edited" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/dsc00003_edited.jpg?w=150" alt="DSC00003_edited" width="150" height="112" /><p class="wp-caption-text">Quarto Emile. Foto: Gisele Sena</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>“Meus filhos sabem e respeitam, afinal, tudo que temos é fruto do nosso trabalho, nosso apartamento, a faculdade de agronomia do filho de 20 anos e o curso de mecânico do de 23 anos, só é segredo para minha filha de 12 anos que cursa o ensino fundamental, para ela, sou acompanhante de idoso”.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">No inicio da sua carreira, Emile conseguiu juntar uma quantia em dinheiro e construir uma casa de dois cômodos nos fundos da casa de sua mãe em São Paulo, que ela ia visitar de 15 em 15 dias. Em uma dessa visitas sua irmã traiu o marido, se separou e ficou passando algumas noites na sua pequena casa, porém, essa ajuda custou caro, pois ela descobriu sobre a profissão de Emile e começou a ameaçá-la, que, obrigada, cedeu a sua casa e mudou-se definitivamente para Belo Horizonte.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt><img title="DSC00008_edited" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/dsc00008_edited.jpg?w=300" alt="DSC00008_edited" width="300" height="225" /></dt>
<dd> </dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Quando perguntada sobre a sociedade, como ela age e se assume perante a mesma e a igreja, ela diz que <strong><em>“não tenho problema algum, se me perguntam eu assumo. Outro dia, encontrei um senhor e ele me perguntou se sou profissional do sexo eu falei que sim, o problema é que ele não acreditou”.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Emile, a vida de uma profissional do sexo não é fácil. Certo dia, um senhor que sempre a paquerava no ponto de ônibus visitou o hotel que ela trabalha. Ela reconheceu que o infeliz a chantageou ameaçando contar tudo para o síndico de seu prédio. A resposta de Emile não podia ser diferente, “a única coisa que ele vai fazer é vir aqui, meu condomínio está em dia”.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt><img title="DSC00015" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/dsc00015.jpg?w=150" alt="DSC00015" width="150" height="112" /></dt>
<dd>Quarto de Emile. Por Gisele Sena</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Emile diz que “dá certo” com todas às meninas do hotel, e que, às vezes, até as aconselha, como em um dia em que um traficante (12) não saia do quarto de uma que ganhava R$ 20,00, porém, com tanta droga gastava R$ 40,00. Emile mesmo nunca usou drogas e vive em função de seus filhos. &#8220;Drogas, além de não ser bom iria me comprometer&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A troca de lençóis ocorre duas vezes ao dia, ela tem quatro jogos. Os seus clientes geralmente são fixos e casados. Emile costuma escolher seus clientes pelo perfil, só trabalha de luz acesa por precaução, nunca recebeu agressões físicas e nem verbais durante seu período de trabalho. Não aceita proposta alguma se essa for sexo sem camisinha.</p>
<p style="text-align:justify;">O programa dura de 10 a 15 minutos se o cliente quiser ultrapassar esse período ele paga mais um programa. Emile faz 25 programas no mínimo, paga R$ 100,00 da diária do hotel e ganha no mínimo R$ 150,00 livre, isso se o movimento tiver sido fraco.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img title="DSC00005" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/dsc00005.jpg?w=300" alt="DSC00005" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Quarto Emile. Foto: Gisele Sena</p></div>
<p style="text-align:justify;">A entrevistada revela que o fato de 90% dos homens serem casados é por causa da rotina ( um dos piores problemas dos casais) e porque não conseguem realizar suas fantasias sexuais com suas esposas. Além de não criar vínculo a s profissionais do sexo e eles pode ter outras mulheres sem correr o risco das &#8220;outras&#8221; ficararem ligando para eles.,</p>
<p style="text-align:justify;">Ela conta que pode acontecer um caso de gravidez, e quando acontece a profissional procura o cliente, faz o DNA e ele é obrigado a assumir a criança.</p>
<p style="text-align:justify;">Em muitas situações o cliente tira a profissional da prostituição e passa a assumi-la.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Emile deseja que a profissão seja legalizada pelas amigas, e faz um apelo: solicita que os governantes não tirem os hotéis, pois, não terão onde trabalhar, o que fará com que essas mulheres trabalhem na rua.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para o futuro, Emile deseja fazer um curso de segurança e viver apenas para os filhos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos de Vidas - Márcia]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/fragmentos-de-vidas-3/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 04:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/fragmentos-de-vidas-3/</guid>
<description><![CDATA[Por Tatiane Kely e Vitor Hugo fotoserach.com.br “Sou Márcia, tenho 35 anos e Trabalho aqui há 9 anos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Tatiane Kely e Vitor Hugo</em></p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt><img title="fotoserach.com.br" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/australiano_k20659181.jpg?w=186" alt="fotoserach.com.br" width="186" height="300" /></dt>
<dd>fotoserach.com.br</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">“Sou Márcia, tenho 35 anos e Trabalho aqui há 9 anos de segunda a Sábado, no horário de 17h às 21h. No início ficava meio tímida, receosa, mas depois me acostumei, é normal&#8230; <strong><em>Não me considero uma prostituta, sou garota de programa! Prostituta é aquela que &#8216;dá&#8217; lá fora pra homem casado.</em></strong> É daqui que tiro o meu dinheiro. Como o dinheiro é fácil, a gente continua e vicia&#8230; é minha profissão e não me importo com o que os outros pensam de mim porque ninguém paga as minhas contas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Algumas profissionais tão nessa porque gostam, mas geralmente é por necessidade mesmo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nunca sofri nenhum tipo de agressão física ou moral, já fui a lugares como à igreja e me trataram como uma pessoa comum, sem nenhum problema. Sempre uso camisinha. Os homens preferem as mulheres atenciosas. Não existe rivalidade ou competitividade entre as garotas daqui, nós nos respeitamos.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos de Vidas - Fabiana]]></title>
<link>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/depoimento/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 04:42:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>tidirpro</dc:creator>
<guid>http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/2009/11/19/depoimento/</guid>
<description><![CDATA[Por Bruna Luiza, Tatiane Kely e Jônatas Weber Quarto da Fabiana. Foto: Tatiane Kely “Não recomendo p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Bruna Luiza, Tatiane Kely e Jônatas Weber</em> <img src="../Users/Daniele/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></p>
<div id="attachment_342" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_664" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/img_4276.jpg"><img class="size-medium wp-image-664" title="Quarto da Fabiana. Foto: Tatiane Kely" src="http://duasfacesdeumamulher.wordpress.com/files/2009/11/img_4276.jpg?w=300" alt="Quarto da Fabiana. Foto: Tatiane Kely" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Quarto da Fabiana. Foto: Tatiane Kely</p></div>
</div>
<p style="text-align:justify;">“Não recomendo para ninguém virar uma prostituta, a mulher não tem valor aqui, isso não é vida para uma mulher. Sou profissional do sexo há três anos, mas só atendo em hotéis. Já trabalhei em um supermercado antes e para sair desta vida eu teria que ganhar pelo menos dois salários mínimos.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Meu namorado descobriu que  trabalho como prostituta e vai me bancar.</h2>
<p style="text-align:justify;">Sou Fabiana, tenho 27 anos e moro em Santa Luzia. Parei de estudar na 5ª série e não pretendo voltar mais. Tenho 4 filhos: o mais novo com 6 meses, depois 7; 9; e 11 anos. Vim sozinha para BH em busca de dinheiro, estava desempregada e passando dificuldades em casa, e como já tinha colegas que trabalhavam aqui sabia que ia ser fácil conseguir o dinheiro. Não tive nenhum preparo para começar nesta profissão. Trabalho de 8h às 16h de segunda a sábado, deposito todo o meu dinheiro no banco e todos os dias vou embora para casa. Minha família sabe do meu trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenho clientes fixos e eles me tratam super bem, conversam muito comigo. Nunca fui agredida fisicamente, mas de vez em quando um cliente não quer pagar e me agride verbalmente, e se ele voltar outro dia, não atendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Costumo ir à barzinhos, boates, e assisto novelas em minhas horas de lazer. Vou ao ginecologista regularmente por conta própria, pois no hotel onde trabalho não exige que façamos visitas ao médico.”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profissão Diferente]]></title>
<link>http://rocknrollcolegial.wordpress.com/2009/11/18/profissao-diferente/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Torquati</dc:creator>
<guid>http://rocknrollcolegial.wordpress.com/2009/11/18/profissao-diferente/</guid>
<description><![CDATA[Cada dia que passa me surpreendo mais com a humanidade. Não se surpreenda se uma amiga disser que va]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cada dia que passa me surpreendo mais com a humanidade. Não se surpreenda se uma amiga disser que va]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O famoso WFH]]></title>
<link>http://designando.wordpress.com/2009/11/17/o-famoso-wfh/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:20:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>designando</dc:creator>
<guid>http://designando.wordpress.com/2009/11/17/o-famoso-wfh/</guid>
<description><![CDATA[Aqui na Microsoft, pra tudo tem uma sigla. As vezes as siglas sao ate modificadas para soarem melhor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui na Microsoft, pra tudo tem uma sigla. As vezes as siglas sao ate modificadas para soarem melhor quando faladas. Por exemplo, a sigla OOF &#8216;e usada para Out Of Office. A sigla certa seria OOO mas fica meio estranho falar &#8220;I will be OOO next week&#8221;. Entao o pessoal revolve mudar pra falar &#8220;She&#8217;s not here, she&#8217;s OOF&#8221;.</p>
<p>Na mesma linha do OOF, tem o famoso e maravilhoso WFH : Work From Home. Eu trabalho muito, to sempre ocupada, gostaria de estar um pouco menos ocupada sim, mas eu <strong>amo</strong> essa flexibilidade. Poder vir pra casa no meio da tarde durante a semana, sentar a bunda na cadeira e adiantar o trabalho. Porque la a gente e&#8217; tao ocupado que as vezes passa o dia em reuniao. E se fica no escritorio sempre aparece alguem, pra falar de todos os tipos de projetos que estao acontecendo ao  mesmo tempo. Entao quando tem um bloco grande do dia (ou dia inteiro) sem reuniao, o pessoal se manda e vai pra casa trabalhar. Isso &#8216;e muito comum nas sextas-feiras e tem ate uma regra no meu departamento onde 6a sim, 6a nao &#8216;e &#8220;No meeting friday&#8221;. Ou seja, nao &#8216;e &#8220;educado&#8221; chamar uma reuniao nesse dia pois o pessoal aproveita pra trabalhar de casa.</p>
<p>E eu estou contando essa historinha toda pois hoje, 3a feira, estou trabalhando de casa a tarde. To cheia de trabalho, talvez fique ate tarde trabalhando, mas so o fato de poder estar em casa me acalma. Parece ate fim de semana chuvoso! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia para fazer poções]]></title>
<link>http://shawnclown.wordpress.com/2009/11/17/dia-para-fazer-pocoes/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 03:57:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aladyah</dc:creator>
<guid>http://shawnclown.wordpress.com/2009/11/17/dia-para-fazer-pocoes/</guid>
<description><![CDATA[Hoje tirei o dia para trabalhar, e trabalhar muito. Procurei no mapa um lugar bom para colher flores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje tirei o dia para trabalhar, e trabalhar muito. Procurei no mapa um lugar bom para colher flores de sarraceno e de linho. Achei um canto ótimo em Amakna, na região onde ficam os Escarafolhas, e por lá fiquei praticamente o dia inteiro colhendo flores.</p>
<div id="attachment_210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://shawnclown.wordpress.com/files/2009/11/sarraceno.jpg"><img class="size-full wp-image-210" title="sarraceno" src="http://shawnclown.wordpress.com/files/2009/11/sarraceno.jpg" alt="" width="497" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Bulbinhamo, protetor do sarraceno</p></div>
<p>Para minha surpresa, enquando eu estava colhendo as flores, apareceram vários bulbinhamo e bulbiflax, os protetores do sarraceno e de linho. Eles são muitos fracos, e ainda deixam uma sacola com 50 flores quando são mortos.</p>
<div id="attachment_211" class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><a href="http://shawnclown.wordpress.com/files/2009/11/linho.jpg"><img class="size-full wp-image-211" title="linho" src="http://shawnclown.wordpress.com/files/2009/11/linho.jpg" alt="" width="388" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Bulbiflax, protetor do linho</p></div>
<p>Depois de ficar com muita dor na coluna, de tanto me abaixar pra colher as flores, fui em Brakmar, na oficina de alquimistas, fazer diversas poções com as flores. Aproveitei pra vender 200 poções da lembrança por 14.000 kamas na loja de Brakmar, e venderam rapidinho. Finalmente obtive um pouco de lucro com a profissão.</p>
<p>Amanha se não achar nada melhor pra fazer, continuarei colhendo flores, e fazendo poções para vender, não dá muito dinheiro, mas é isso que eu quero fazer.</p>
<p>Até outra hora.</p>
<p>;*</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrega com Hora Marcada - São Paulo. Os fornecedores de bens e serviços deverão estipular, no ato da contratação, a data e horário da entrega de bens e serviços cumprindo tais obrigações nos turnos da manhã, tarde ou noite, em conformidade com horários pré-determinados.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/16/entrega-com-hora-marcada-sao-paulo-os-fornecedores-de-bens-e-servicos-deverao-estipular-no-ato-da-contratacao-o-cumprimento-das-suas-obrigacoes-nos-turnos-da-manha-tarde-ou-noite-em-conformidad/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/16/entrega-com-hora-marcada-sao-paulo-os-fornecedores-de-bens-e-servicos-deverao-estipular-no-ato-da-contratacao-o-cumprimento-das-suas-obrigacoes-nos-turnos-da-manha-tarde-ou-noite-em-conformidad/</guid>
<description><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Significado do Trabalho]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:04:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Café&#8221; por Candido Portinari (1903-1962) *Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1427" title="Cafe_Portinari" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a>&#8220;<em>Café</em>&#8221; por Candido Portinari (1903-1962)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir Dirken e Maria Elizabeth Haro.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As atuais mudanças desen-cadeadas pela globalização são de tal forma revolucionárias que ultrapassam o boom tecnológico. O ser humano está sendo forçado a dar um salto evolucionário para o qual não teve tempo de se preparar. A História nos mostra períodos de inovações que exigiram adaptações quanto a conhecimentos, atitudes e habilidades, mais ou menos intensas, todas sem precedentes. A Revolução Industrial é um exemplo clássico. Entretanto, a presente metamorfose nos impõe exigências de tal forma urgentes e volumosas que o impacto psicológico e social não pode ser ainda completamente avaliado ou previsto, pois estamos em meio ao processo. Pode-se apenas senti-lo e observá-lo à flor da pele das pessoas e das instituições sociais na forma de insegurança, opressão, e remotas esperanças de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">A busca desta adaptação tem sido colocada como prioritária pelo homem moderno, como condição de sobrevivência. Parecem não haver alternativas a curto prazo, a não ser a de interagir com o movimento. Empresas e empregados respondem procurando se antecipar às necessidades, antevendo novas regras de mercado, propondo outras realidades, concretas e virtuais. É preciso desenvolver novos valores, tecnologias e produtos, a fim de alcançar parâmetros mínimos de competitividade e subsistência. Uma palavra constantemente pronunciada, e que se tornou lei, é velocidade. Não basta saber, é preciso saber antes. Não basta fazer, é preciso fazer antes. Até mesmo o vocabulário de alguém que se pretende atualizado é foco de atenção cuidadosa, visto que num período curtíssimo de tempo se torna obsoleto, diferenciando informados e &#8220;des&#8221;-informados.</p>
<p style="text-align:justify;">É neste meio ambiente que surge a questão da relação do homem com o seu produto. Afirma CODO (1995,p. 141)  que trabalho é o ato de depositar significado humano à natureza. Complementa a afirmação ao apontar que, numa sociedade baseada na cooperação e na troca, trabalho é o ato de depositar significado social à natureza. Ao produzir, o homem transforma a natureza e é por ela transformado. Seu produto o representa e o reapresenta. A própria sociedade é criada e tem seus valores modelados pelas formas de produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de expressão do homem, o trabalho pode ser comparado à arte. É a manifestação de algo interno que se apresenta na concretização do esforço despendido, expondo crenças, atitudes e valores. Este princípio é válido tanto para aquele satisfeito com seu trabalho quanto para o insatisfeito. No primeiro caso, o sujeito alienado de si mesmo exterioriza seus preceitos de submissão ou acomodação ao sistema. No segundo, atualiza seu potencial, no dizer de ROGERS (1961) o que o coloca no caminho da individuação, e, portanto da realização pessoal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho como autoexpressão &#8211; origens</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A noção de que o trabalho é uma das formas mais profundas de expressão humana em contrapartida a de que seria apenas um ato de sobrevivência, não é nova, e está profundamente arraigada em hipóteses criadas, testadas e sedi-mentadas pelo indivíduo no decorrer de sua história. A teoria do desenvolvimento de  ERICKSON (1976, p.227) mostra que em sucessivas etapas da elaboração da identidade surge o aspecto da produção individual. À medida que o ser humano se desenvolve e entra em contato com a realidade dos papéis sociais, percebe que sua inserção na sociedade pressupõe desempenhos. Ser alguém está intimamente associado a fazer algo.</p>
<p style="text-align:justify;">A necessidade de reconhecimento ou confirmação surge muito cedo. Os movimentos inicialmente desordenados do recém-nascido, respondendo basicamente a estímulos biológicos, vão aos poucos sendo substituídos por ações intencionais em tentativas de comunicação organizada, isto é, com o objetivo de traduzir conteúdos internos &#8211; sensações, desejos, necessidades. Os feedbacks fornecem referências que auxiliam a criança a se situar no mundo. É através desta interação que se passa de um estado de indiferença com o meio para o de diferenciação, dando lugar ao reconhecimento do ser individual, separado do todo. O processo é longo, está fundamentado no agir e na percepção particular da ação, e culmina com a construção da base da identidade individual.</p>
<p style="text-align:justify;">Nestes primeiros anos, o agir se dá em função do prazer da exploração e do movimento, as descobertas são surpresas e a intencionalidade decorre de uma exuberante imaginação. A meta é conhecer o ambiente, seu conteúdo e funcionamento, sendo estas  experiências as que dão origem aos traços primários da auto-imagem. Segundo a teoria, o sucesso ou fracasso nestas  empreitadas trarão consigo os sentimentos de confiança ou desconfiança básicas, autonomia ou vergonha e dúvida, e iniciativa ou culpa. São o alicerce da identidade, protótipos de futuras elaborações. As próximas etapas estão já, portanto, influenciadas por este substrato.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma vez que a exploração do meio permita um certo nível de domínio, a criança entra numa nova fase. Descobre que ao desenvolver &#8220;habilidades e tarefas que excedem em muito os limites da mera expressão prazerosa de seus modos orgânicos ou o prazer que lhe causa o funcionamento de seus membros&#8221; (ERICKSON, 1976,p.238) encontra aceitação e aprovação. No período que corresponde ao que FREUD identificou como latência, inicia a busca da industriosidade. Substitui o brincar desordenado por atividades mais planejadas, e aprende que  fazer coisas conquista consideração. Coincide com a época em que começa a receber instrução escolar mais sistematizada, e percebe que os limites de seu ego incluem suas ferramentas e habilidades (ERICKSON). Produzir passa a ser ao mesmo tempo um prazer e um meio. O agir intencionalmente para atingir um objetivo é em si agradável, ao mesmo tempo que proporciona a abertura para situações também gratificantes &#8211; o intercâmbio com o grupo, a concretização de um ideal através do produto elaborado, e a aprovação individual e social. É o primeiro contato objetivo com o mundo do trabalho. A criança estará exposta a oportunidades que tanto poderão comprovar suas possibilidades de industriosidade quanto de conduzi-la a sentimentos de inadequação e inferioridade. A comprovação de que  é capaz de produzir facilita a inserção e locomoção no grupo social, e o fracasso nas habilidades de produção desencoraja a participação no grupo e no mundo das ferramentas. O insucesso traz à tona raivas submersas decorrentes da frustração dos impulsos. Ao completar esta etapa, o indivíduo terá acrescentado à sua identidade ou a condição de capacidade de produção ou a de sentimento de mediocridade e inadequação, já agregados de frustração e raiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Na adolescência, a soma de mudanças biopsicossociais levam a um verdadeiro tumulto. Novas maneiras de ver, sentir e pensar o mundo pressionam no sentido de uma definição, e o sujeito se cobra e é cobrado quanto a posiciona-mentos. É preciso agora saber quem ele é realmente, o quê quer e para quê quer. Uma gama de papéis deve se tornar nítida para o indivíduo e para a sociedade. É indiscutível a importância da sexualidade nesta fase, cuja atividade ocorre no sentido de delinear parâmetros de comportamento que virão a interferir inclusive no campo profissional. A outra questão que surge como fundamental é &#8220;o quê ele vai ser&#8221; &#8211; profissionalmente. A escolha do futuro campo de trabalho pretende conciliar fatores tão diferentes quanto habilidades, tendências, necessidades, preferências e busca de status social. A força da expectativa dos ideais edificados nesta fase será forte impulso durante toda a vida produtiva. Como na infância se desenvolveram protótipos de alguns sentimentos ligados à identidade, também aqui são elaborados os ideais em estado puro. A perda do contato com estes sonhos, o fracasso, distanciamento ou a impossibilidade de levá-los adiante é o que no futuro gerará frustração e mediocridade profissionais. É o ideal construído nesta fase que permeará o trabalho vocacionado, mesmo que este venha a sofrer redirecionamentos no decorrer da vida laboral, porque fornece o sentido e a razão de uma busca. É a crença que oferece significado aos futuros empreendimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir da entrada efetiva no mundo do trabalho, o adulto começa a testar e validar as expectativas criadas. Os ideais traçados nas fases anteriores, ainda em estado bruto, passam por uma verificação, podendo sofrer adaptações de acordo com as circunstâncias. Permanecendo a essência intacta, isto é, podendo o sujeito utilizar seu potencial, somado à automotivação, o fazer profissional poderá se encaminhar para uma resolução satisfatória. Isto só se realiza se, no dizer de KIERKGAARD (in ROGERS, 1961), pode-se &#8220;ser o que realmente se é&#8221;, e quando nos referimos a trabalho, isto significa atuar de forma a explorar e desenvolver as próprias capacidades e interesses inerentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho hoje</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os avanços tecnológicos, em princípio com objetivos de &#8220;humanizar&#8221; a vida, têm colocado o homem numa situação paradoxal. Se, por um lado, é verdade que hoje é possível trabalhar em condições mais amenas fisicamente, e até mesmo por vezes bastante agradáveis, também é verdade que &#8220;a ciência manipulada das relações humanas, que tenta precisamente dar uma imagem agradável ao labor, pretende afastar somente o sentido de alienação e não a própria alienação&#8221; (HELLER, 1997, p.170).</p>
<p style="text-align:justify;">Dentro do contexto atual, onde a ameaça à territorialidade profissional está presente, a competência é infinita e constantemente testada e os mais fortes impulsos competitivos são estimulados, como é possível  esperar que se mantenha o contato consigo mesmo, como fazia o artesão da Idade Média ou o agricultor, através da sintonia com produto? Será que o homem ainda espera encontrar sentido naquilo que faz ou está definitivamente cindido? Há sintomas evidentes de que a ação mecânica sem significação tem sido tolerada somente dentro do ambiente de trabalho, provavelmente pelo que MASLOW apontaria como ligado à satisfação da necessidade de sobrevivência. Fora deste ambiente, entretanto, é que a grande massa de trabalhadores dá o melhor de si, executando atividades automotivadas que realmente preenchem e conduzem à satisfação interna.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Trabalho é mais do que emprego, é o ato de atribuir significado ao meio, portanto a si mesmo e ao outro</em>&#8220;. CODO (in DAVEL, 1995, p.165).</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo CODO (in DAVEL, 1995, p.142) para que o indivíduo se reconheça e ao outro, é preciso que esteja conectado a seu produto e, dessa forma, a si mesmo. Já na infância aprendeu a valorizar o que faz para interagir, e ao mesmo tempo conquistar espaço e afirmação. Ao desconectar-se, a individualidade se dilui, perante o outro e perante o mundo. Sem estes contatos é difícil sentir a si próprio. A crise contemporânea, verdadeira epidemia, revela um momento histórico ultrapassado, cujas premissas básicas que fundamentaram a produção em massa característica de nosso século caem por terra. Outro século começa a despontar, trazendo consigo muito mais buscas do que respostas, já que a alienação permanece subjacente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que fornece significado ao trabalho é o propósito pelo qual ele é executado. É individual e intransferível, sendo, portanto, claramente específico para cada ser humano. O que diferencia uma simples atividade do trabalho em si é a razão de sua realização. O trabalho deve preencher um porquê, uma finalidade e um valor (ANGERS, 1998, on line). A razão pela qual executamos algo está vinculada a quem somos e como estamos no mundo: como nos sentimos a respeito de nós mesmos, e de que forma aquilo que fazemos impacta no mundo. O trabalho tem em si um valor intrínseco. Não é necessário que o produto seja &#8220;útil&#8221; ou &#8220;prático&#8221;. A arte é também trabalho porque expressa seu criador, interfere no ambiente e é automotivada. O que o sujeito faz expressa o que ele é no mundo, definindo-o parcialmente &#8211; levando em conta que a realização não se determina somente a partir do trabalho. A ação com significado possibilita o respeito para consigo mesmo e para com o outro, e sentimentos como esperança, dignidade, mutualidade e oportunidade de acesso a outras áreas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1990, o <em>American Psychologist</em> publicou que o <em>The National Institute for Ocupational Safety and Health </em>(NIOSH), nos EUA, reconhece as desordens psicológicas ocupacionais como um problema prioritário. Dentre os fatores determinantes desta situação está sem dúvida a questão do significado, pois é ele quem diferencia o trabalho compulsório daquele natural e agradável. Esta parece ser uma idéia atemporal, que independe de cultura, nível social ou local.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com BONSUCESSO (1997, p.16), ao atribuir valor a seu fazer profissional, o indivíduo leva em conta:</p>
<p style="text-align:justify;">• opção pessoal &#8211; a escolha da profissão (por vezes compulsória);<br />
• montante de esforço físico e intelectual;<br />
• monotonia ou variação;<br />
• relação entre o que faz e o todo;<br />
• possibilidade de criação e auto-realização;<br />
• status na organização e na sociedade;<br />
• nível de remuneração.</p>
<p style="text-align:justify;">O vínculo se dá a partir do momento em que o trabalho mostra relação com as expectativas, interesses pessoais, e perspectivas de crescimento pessoal e profissional. O nível de comprometimento, e porquanto da qualidade do produto, estão diretamente afetados pelo sentido que faz na vida do sujeito o objeto de seu trabalho. O fato de que a maioria dos trabalhadores hoje não consegue visualizar sentido em seu trabalho, não significa que a simples sobrevivência basta. O indivíduo deixa para &#8220;viver a vida&#8221; fora do contexto ocupacional, indicando que o vazio precisa ser preenchido de alguma forma. Defronta-se com conflitos como: não dever esperar do trabalho mais do que ele lhe pode oferecer, pois é apenas uma parte da vida, ao mesmo tempo em que se obriga a ter que se dedicar cada vez mais a ele, em tempo e energia. O desequilíbrio ocasionado pelo peso maior colocado neste papel traz conseqüências pessoais e sociais, atingindo diretamente a qualidade de vida pessoal, familiar e comunitária. Em última instância, o próprio trabalho tende a ser prejudicado porque é mantido a partir de um superfuncionamento, em detrimento do subfuncionamento dos aspectos pessoais do indivíduo. A repercussão, seja em nível técnico, seja em nível interpessoal, é inevitável.</p>
<p style="text-align:justify;">A crise atual de valores, as buscas de respostas mágicas, a corrida ao misticismo, a procura do significado da vida, por vezes de formas tão tortuosas, demonstram claramente que anseios profundos do ser humano têm sido amplamente desconsiderados pela sociedade atual. Longe de reduzir a problemática humana às questões do trabalho, não se pode, entretanto, negar que é basicamente a partir dele que o homem se expressa e sobrevive. O espaço que o trabalho ocupa na vida de qualquer ser humano produtivo é imensamente maior do que o de subsistência pura e simples. Quer a ele seja agregado prazer ou desprazer, jamais passa desapercebido. Ou é uma carga a ser angustiadamente carregada, ou um meio de se atingir uma meta maior, parte de um objetivo de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">*<strong>Susan Regina Raittz Cavallet</strong> é administradora pela FUOC, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Cristiane Denardi</strong> é psicóloga pela Universidade Tuiuti, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora autônoma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Edenir Cristina Dirken </strong>é psicóloga pela UFPR, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora pelo Senac.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Maria Elizabeth Nickel Haro</strong> é psicóloga pela PUC-PR, psicoterapeuta sistêmica – clínica comportamental, formação em psicodrama e terapia comporta-mental, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional – Interpess Assessoria.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: <a href="http://www.sanepar.com.br" target="_blank">Sanepar </a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
