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	<title>proletariado &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/proletariado/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "proletariado"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 07:22:10 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[BAKUNIN ADIVINHAVA.]]></title>
<link>http://blogboanoiteeboasorte.wordpress.com/2009/11/30/bakunin-adivinhava/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jason Stone</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao me]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El cartismo o la lucha parlamentaria por los derechos del proletariado]]></title>
<link>http://historiadoreshistericos.wordpress.com/2009/11/30/el-cartismo-o-la-lucha-parlamentaria-por-los-derechos-del-proletariado/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:02:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>blademanu</dc:creator>
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<description><![CDATA[             Entre 1780 y 1790, una oleada de grandes cambios sacudió el mundo y modificó su aspecto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[             Entre 1780 y 1790, una oleada de grandes cambios sacudió el mundo y modificó su aspecto]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[18 Brumário de Luis Bonaparte]]></title>
<link>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/27/18-brumario-dde-luis-bonaparte/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:38:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoherrerolopes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou em torno do &#8220;18 Brumário de Luis Bonaparte&#8221;, de Karl Marx.</p>
<p>Esta obra de Marx trata a respeito da conjuntura social, política e econômica da França no período em que Luis Bonaparte assume o controle do Estado por meio de uma eleição (1848) até a consecução de um golpe de Estado (1851) pelo próprio mandatário. Vários temas podem ser observados nesse livro e que são importantes dentro do contexto da obra do autor, tais como: teoria das lutas de classes, a revolução proletária, a doutrina do Estado e a ditadura do proletariado. Mas o objetivo da obra é analisar os fatores históricos e sociais que propiciaram a tomada do poder por Bonaparte de forma tal que seu modelo de Estado autoritário seja base de análise de outros Estados semelhantes nos dias de hoje.</p>
<p>A análise parte da revolução proletária e 1848 que foi frustrada e esmagada pelo exército, através de uma aliança burguesa com a aristocracia francesa. Mas, antes desse fim trágico, abordemos as condições de sua breve vitória, o “período de fevereiro”, que vai de 24 de fevereiro (quando da queda de Luís Felipe) até 4 de maio de 1848 (quando da instalação da Assembléia Constituinte): é a época que Marx chama de “prólogo da revolução”, onde todas as decisões tem caráter provisório, ocorrida após a fuga da monarquia e a condescendência do exército que não se opôs ao levante, tornando-se lógica a criação de uma República. E já que eram os proletários que conseguiram conquistá-la (apesar de terem iniciado com apoio da burguesia, que almejava tomar o poder do monarca e derrubar a aristocracia financeira), eles deram o nome de República social: “Indicava-se, assim, o conteúdo geral da revolução moderna, conteúdo esse que estava na mais singular contradição com tudo que, com o material disponível, com o grau de educação atingido pelas massas, dadas as circunstâncias e condições existentes, podia ser imediatamente realizado na prática<a href="#_ftn1">[1]</a>”.</p>
<p>No entanto, Marx revela que todos os grupos que fizeram parte da Revolução de Fevereiro tiveram seu quinhão no governo, provocando vozes diversas e contraditórias dentro de um processo que, a bem da verdade, não se sabia onde ia dar, principalmente porque os proletários não tinham em mente o que fazer com aquilo. Enquanto isso, os velhos grupos derrotados temporariamente estavam se agrupado para uma contra-ofensiva para por no chão os trabalhadores e retomar o poder, o que de fato ocorreu e desembocou no que o autor chama de segundo período, de 4 de maio de 1848 até o fim de maio de 1849, em que a República burguesa é constituída.</p>
<p>A vitória da burguesia – e o conseqüente massacre aos trabalhadores insurretos – teve entre seus aliados a aristocracia financeira, a burguesia industrial, a classe média, a pequena burguesia, o exército, o <em>lumpen-proletariado</em>, intelectuais de prestígio, o clero e a população rural – o que acabou por se congregar num partido único, o Partido da Ordem. O que indica, sob o ponto de vista dos trabalhadores: “sempre que uma das camadas sociais superiores entra em efervescência revolucionária o proletariado alia-se a ela e, conseqüentemente, participa de todas as derrotas sofridas pelos diversos partidos<a href="#_ftn2">[2]</a>”. Essa derrota proletária evidencia outro item, ainda mais importante, segundo Marx, de que “República burguesa significava o despotismo ilimitado de uma classe sobre as outras”. Ou seja, o central aqui é o tema da luta de classes no cerne da análise de Marx, não apenas de uma vitória de um grupo sobre o outro, mas de uma classe sobre a outra, sendo que o resultado desta disputa é que vai condicionar o tipo de governo, Estado, Constituição a serem elaborados, privilegiando a classe vencedora.</p>
<p>Esse justamente vem a ser o problema a seguir, pois, a partir da vitória das velhas forças da sociedade, a preocupação agora é criar uma Constituição, por meio de uma Assembléia Constituinte, que atenda aos interesses vários do Partido da Ordem, encabeçado pela burguesia, promulgando todas as liberdades para os “amigos da ordem”, sendo vedadas as liberdades “aos outros ou permitindo o seu gozo sob condições que não passam de armadilhas policiais, isto é feito sempre, apenas no interesse da ‘segurança pública’, segurança da burguesia, como prescreve a Constituição<a href="#_ftn3">[3]</a>”. O problema é que de um lado há os representantes eleitos por sufrágio universal para compor uma Assembléia Nacional “que desfruta da onipotência legislativa”, sendo que do outro está o presidente, Luis Bonaparte, com “todos os atributos do poder real, com autoridade para exonerar seus ministros independente da Assembléia Nacional”, com toda a verba disponível para realizar a governança sem a participação do Legislativo, evidenciando um problema sério na divisão de poderes da Constituição francesa à época, o que vai facilitar a realização do golpe de Estado pelo próprio Luis Bonaparte, em 1851. Isso porque, “enquanto a Constituição outorga poderes efetivos ao presidente, procura garantir para a Assembléia Nacional o poder moral<a href="#_ftn4">[4]</a>”, o que, em termos práticos não garante nada, além de poderes máximos ao mandatário.</p>
<p>Essa disputa pelo poder via Constituição vai desembocar, justamente, no Golpe de Estado de Luis Bonaparte, tornando o governo despótico da burguesia num despotismo único, do velho novo imperador Bonaparte, agora III. Isso porque houve um embate entre monarquistas e os republicanos burgueses a respeitos das leis orgânicas suplementares à Constituição, casos de lei do ensino, culto religioso, sendo importante, na visão dos monarquistas, que eles próprios elaborassem essas leis, evitando que os republicanos as escrevessem. Contribuiu também para o encurtamento da Assembléia Constituinte, a discussão sobre uma lei sobre responsabilidade do presidente da República, que estava sendo escrita na Assembléia, mas, antes desta ser colocada em prática, Bonaparte fez o conhecido golpe de 2 de dezembro de 1851, impedindo que ele fosse submetido também a regras constitucionais.</p>
<p>A tomada do poder definitivo por Luis Bonaparte encurrala os burgueses republicanos, que não tem mais saída, por viver sob o jugo de um déspota que, mesmo garantindo a aparência da Assembléia Nacional e a Constituição, impõe a força para fazer valer suas predileções e objetivos, como no caso da reeleição de seu mandato, impossível pela Constituição, mas que, com a votação na Assembléia se tornaria factível, mas sendo necessário o apoio dos burgueses para a confirmação desta mudança constitucional. Só que, caso se opusessem, impulsionariam Bonaparte a um novo golpe para permanecer no poder; caso legitimasse a eleição, se colocariam em má posição, acabando, pois, reféns do próprio golpe imposto aos proletários, anos antes, como bem destaca Marx: “No Parlamento a nação tornou lei a sua vontade geral, isto é, tornou sua vontade geral a lei da classe dominante. Renuncia, agora, ante o poder executivo, a toda vontade própria e submete-se aos ditames superiores de uma vontade estranha, curva-se diante da autoridade. (&#8230;) A França, portanto, parece ter escapado ao despotismo de uma classe apenas para cair sob o despotismo de um indivíduo e, o que é ainda pior, sob a autoridade de um indivíduo sem autoridade<a href="#_ftn5">[5]</a>”. Ou seja, o uso da classe trabalhadora pela burguesia proporcionou que alçasse espaço em um governo que não desejava o proletariado e que acabou por suplantá-lo através de um golpe, colocando-a, por sua vez, no cabresto de um governo despótico, revivendo os tempos da Monarquia, ou seja, um grande passo atrás, não só para os proletários, que se viram sozinhos após o massacre em 1848, mas principalmente para a burguesia, que apostou em uma aliança com os monarquistas e a aristocracia financeira, membros de um regime anterior que almejava revivê-lo e viram em Bonaparte o personagem para a concretização desse objetivo, derrubando os burgueses em um momento oportuno.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Marx, Karl. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. São Paulo: Escriba, 1968. Página 23.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 25.</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> Idem, p. 31.</p>
<p><a href="#_ftnref4">[4]</a> Idem, p. 33.</p>
<p><a href="#_ftnref5">[5]</a> Idem, p. 129.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bienvenidos]]></title>
<link>http://poderalternativo.wordpress.com/2009/11/14/bienvenidos/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 19:52:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielripalda</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sueño en un mundo donde los seres humanos transiten libres, donde el dinero no sea un factor que det]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sueño en un mundo donde los seres humanos transiten libres, donde el dinero no sea un factor que determine el porvenir sino el amor, que el servicio a los demás no sea la finalidad sino el principio de lo que hacemos. Quiero que mi país sea libre de las ataduras a las que se ha sometido a lo largo de la historia, la mediocridad, la conformación, el miedo y la corrupción. Me gustaría que mi hijo crezca en una sociedad que le asegure justicia, equidad y seguridad. Me niego a ser parte de la catástrofe del país, a hundirme en la nostalgia del pasado y perder mis ideales al verme vencido por la realidad inoperante</p>
<p>Creo fielmente que el futuro es la consecuencia inmediata de nuestros actos, en la infalibilidad de la ley de acción y reacción; y, en la necesidad impostergable de tomar el riesgo de mejorar, de asumir el presente, dejar de pertenecer al pasado.</p>
<p>Inculco en mis estudiantes el valor del buen uso del tiempo, lo irrepetible de los momentos que se escapan en medio de acciones infructuosas; trato de que aprecien sus vidas, el esfuerzo que sus seres queridos hacen por brindarles un mejor porvenir, el respeto hacia su profesión, sus valores, su identidad y su nación.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La revolución en Latinoamérica- Aurelio Narvaja/ 1945, de Patria Y. Pueblo]]></title>
<link>http://puentesurargentina.wordpress.com/2009/11/04/la-revolucion-en-latinoamerica-aurelio-narvaja-1945-de-patria-y-pueblo/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:23:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>puentesurargentina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las relaciones del imperialismo yanqui con los países de América Latina están entrando en una nueva ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">L<strong><span style="color:#339966;">as relaciones del imperialismo yanqui con los países de América Latina están entrando en una nueva fase. Prevalido de la preponderancia económica, política y militar que la guerra le dio, desalojó al imperialismo británico de muchas de sus posiciones tradicionales: aunque este último se apresta decididamente a luchar para recuperarlas, difícilmente lo logre. La mayor parte de las inversiones que le quedan (ferroviarias, tranviarias, etc.) están económicamente condenadas: a las otras (petrolíferas, mineras, frigoríficas, industriales, etc.) ha debido liquidarlas o hacerlas entrar de alguna manera bajo la influencia de los grandes grupos financieros de los Estados Unidos. </span></strong>Políticamente, se ha visto obligada a dejar la iniciativa en manos de los Estados Unidos, e incluso en la Argentina, su más tradicional y fuerte baluarte, no ha podido oponerse abiertamente a la política panamericanista de Wall Street.</p>
<p style="text-align:justify;">La ruptura del equilibrio en favor de los Estados Unidos, en la tradicional puja entre estos e Inglaterra, plantea al proletariado de la América Latina un problema de enormes proyecciones. Su solución teórica está oscurecida por el terrorismo ideológico del imperialismo y de sus aliados nacionales, que obstaculizan el planteamiento de la cuestión en sus verdaderos términos. La naturaleza semicolonial o colonial (Puerto Rico) de América Latina, es decir, su condición de países atrasados, indica que en los mismos hay todavía que completar la revolución democrático-burguesa, que en la época del imperialismo y debido al desarrollo mundial de las relaciones capitalistas, se formula como una revolución de liberación nacional. Ahora bien, esta revolución implica dos tareas: la liquidación de la herencia feudal o revolución agraria y la independencia nacional. La lucha contra el imperialismo o por la independencia nacional se plantea diversamente según sea la condición política a que se haya sometido el país atrasado con relación a otros Estados: pero en lodos los casos tiende a la constitución de su Estado Nacional. En América Latina. dividida en veinte Estados, dieciocho de los cuales hablan la misma lengua, histórica y lógicamente la revolución democrático-burguesa plantea como su tarea fundamental la constitución de un gran Estado Nacional. Históricamente, porque la “balcanización” de las antiguas colonias de los países ibéricos fue provocada por las potencias capitalistas que, el la época de la emancipación de aquellas del yugo feudal español, escamotearon este aspecto de la revolución democrática, que ha quedado incumplido. Lógicamente, porque la lucha por la liberación nacional no sólo un Uruguay, Guatemala o Bolivia, sino en la Argentina, Brasil o Méjico, planteada dentro de los estrictos limites de sus Estados, es una frase vacía.</p>
<p style="text-align:justify;">En la época moderna, distintos sectores de la burguesía nativa de América Latina manifiestan tendencias a ampliar la base nacional de sus Estados por medio de federaciones que estén en mejores condiciones para negociar con el imperialismo o resistir sus exageradas pretensiones. Así, la reciente tentativa de los presidentes de Honduras y Guatemala de reconstruir los Estados Unidos de Centro América, el movimiento tendiente a estructurar la gran Colombia (Venezuela, Ecuador y Rep. Colombiana), la de unificar el Bajo y el Alto Perú (Perú y Bolivia); la de crear la Federación Antillana, y la unión aduanera argentino-chilena, como base para su unificación política. En algunos casos se trata sólo de simples corrientes ideológicas, en otros de tentativas políticas más serias; pero en todos se choca con la abierta, tenaz y decidida oposición del imperialismo yanqui, que esta dispuesto a llegar hasta la guerra con tal de evitarla. A eso le llaman en Wall Street “defensa de la soberanía de las pequeñas naciones”. A pesar de su oposición, las fuerzas dominantes, en la parte austral del continente, incluso Brasil, han realizado serios esfuerzos para vincular estrechamente sus economías. Sin embargo, todos estos hechos tienen sólo una importancia sintomática, Las burguesías latinoamericanas son incapaces de llevar adelante ninguna tarea progresista. Las tareas burguesas incumplidas por estas en la actual época de decadencia del capitalismo, deben ser realizadas por el proletariado.</p>
<p style="text-align:justify;">“En todo el mundo, —dijo Lenin— la época del triunfo definitivo del capitalismo sobre el feudalismo estuvo ligada a movimientos nacionales. Económicamente, estos movimientos se basan en que para que sea posible un triunfo completo de la producción mercantil, es preciso que la burguesía conquiste el mercado interior, es preciso que territorio con población de un sólo idioma adquiera cohesión estatal; quedando eliminados cuantos obstáculos se opongan al desarrollo de ese idioma y a su consolidación en la literatura. El idioma es el medio esencial de trato entre los hombres: la unidad de idioma y su libre desarrollo es una de las condiciones mas importantes de una circulación mercantil realmente libre y amplia, que responda al capitalismo actual, de una agrupación libre y amplia de la población en todas las diversas clases; es, por ultimo, lo que condiciona la estrecha relación del mercado con todo propietario o pequeño propietario, vendedor y comprador.”</p>
<p style="text-align:justify;">En la época de ascenso del capitalismo, era a la burguesía de alguna de las zonas más desarrolladas a la que correspondía el papel dirigente en la revolución nacional. En la actual época de decadencia del capitalismo, la burguesía es incapaz de realizar estas tareas: su incapacidad deriva de las diferencias esenciales en cómo se plantea la revolución nacional el una época y en otra. En la etapa ascendente del capitalismo, la misma se planteaba (a través del absolutismo, por lo común) cuando una burguesía con desarrollo propio, necesitaba ampliar su mercado y establecer una sólida base para la competencia el exterior: mientras que en nuestra época la revolución nacional se plantea como consecuencia de la crisis general del capitalismo, que conmueve las bases de economía adaptadas totalmente al imperialismo.</p>
<p style="text-align:justify;">En América Latina, el capitalismo europeo primero, y el americano después, hicieron entrar en su esfera de influencia las economías de las distintas regiones. En su proceso de expansión el capitalismo desintegró las economías primitivas, combinándose unas veces con sistemas atrasados de producción, mientras que en otras aniquilo a los indios y estableció directamente la forma capitalista. En algunos lugares utilizó las comunidades indígenas, en otros aprovecho los sistemas de explotación del indio de los españoles, y en el litoral argentino, Uruguay y sur del Brasil rechazó hacia el interior al indígena, transformó al gaucho en peón de estancia y colonizó con campesinos europeos casi toda la extensión de la pampa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#800000;">Las clases elevadas nativas se convirtieron en socias de los capitalistas extranjeros. Por su conocimiento del idioma y las costumbres, eran auxiliares indispensables para explotar a las masas, ya sea como terratenientes o como comerciantes que intermediaban entre la importación y la exportación</span></strong>.<strong><span style="text-decoration:underline;"> Al respecto dice Trotsky: “Esta burguesía de los países retrasados, desde sus dientes de leche, crece como una agencia del capital extranjero y a pesar de su odio hacia este, siempre se encuentra, y en toda situación decisiva siempre se encontrará, en el mismo campo con él”.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">La economía de todos los países latinoamericanos reposaba sobre la explotación de uno o dos productos principales con los que obtenían las divisas para pagar las importaciones y los dividendos e intereses del capital extranjero invertido. Así, los cereales y las carnes eran la base de la economía de Argentina y Uruguay, el café de la del Brasil, el nitrato y cobre en Chile, cacao en Ecuador, petróleo en Venezuela, café y bananas en Colombia y Centroamérica, azúcar en Cuba, estaño en Bolivia, etc. La crisis general del capitalismo mundial al impulsarlo a una competencia desenfrenada, le obliga a reducir los costos y a buscar nuevas zonas en donde no deba compartir la ganancia con las burguesías nativas y en donde la mano de obra resulte mas barata. Además, la contracción del consumo (paralizado transitoriamente por la guerra) que acompaña a la crisis económica, rebaja los precios por debajo de los costos de producción. La falta de divisas extranjeras actúa como un estímulo a la industrialización, que se realiza por medio de la importación de capitales de las potencias imperialistas y por el surgimiento de una joven burguesía nativa, competidora del extranjero. Los limites de esta industrialización, ante la falta de mercado, son tan precarios que, apenas nacida, la joven burguesía se ve enfrentada ante problemas que ni remotamente puede en resolver.</p>
<p style="text-align:justify;">Sus fuerzas son tan desproporcionadas en relación a las del imperialismo, que no puede aspirar a dar una solución militar al problema de la creación de un gran Estado nacional que amplíe los límites de su mercado interno, tal como, en 1870, Bismarck solucionó el problema de la unificación alemana. Tampoco puede pretender solucionarlo por medios revolucionarios, armando ideológica y materialmente al pueblo, porque en el seno de la economía atrasada se ha desarrollado ya el capitalismo lo suficientemente y un agudo antagonismo con el proletariado le hacen temer fundamentalmente que este aproveche el movimiento para sus propios fines de clase.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#800000;">El rol dirigente del proletariado en las revoluciones nacionales de los países atrasados, en la época actual, deriva del hecho de que la misma se plantea como una consecuencia de la agonía del capitalismo y debe, en consecuencia, ser realizada por la clase que mundialmente puede poner fin a esa agonía. Planteándose el problema nacional como un simple aspecto de la crisis general del capitalismo, </span></strong>las revoluciones nacionales sólo serán una etapa de la revolución proletaria internacional. El estado nacional latinoamericano sólo logrará su constitución como tal como un eslabón del proceso revolucionario que borrará las fronteras nacionales. La revolución permanente en los países atrasados en que el proletariado, como caudillo de la nación entera, toma el poder para realizar las tareas democrático-burguesas incumplidas y dar los primeros pasos hacia el socialismo, es también permanente en el plano internacional, porque su éxito está ligado al triunfo del proletariado de los países imperialistas. El autor citado escribía en 1933: “La América del Sud y Central sólo podrán liberarse del atraso y de la servidumbre por la unión de todos los Estados en una poderosa federación”. Esta grandiosa tarea histórica está destinada a ser realizada no por la atrasada burguesía latinoamericana, agencia totalmente prostituida del imperialismo extranjero, sino por el joven proletariado latinoamericano, líder del destino de las masas oprimidas. En consecuencia, la consigna de la lucha contra la violencia y las intrigas del capitalismo mundial y contra el trabajo ensangrentado de las camarillas indígenas de “compradores”, es los Estados Unidos de Centro y Sud América.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Aunque las tareas de la clase obrera de Estados Unidos y de América Latina sean distintas, están coordinadas por el carácter permanente en el plano internacional de nuestra revolución y el destino del uno esta ligado indisolublemente al otro.</p>
<p style="text-align:justify;">La naturaleza semicolonial de nuestros países hace que los errores oportunistas en los mismos tengan un doble carácter, según reflejen la presión del imperialismo y del sector burgués a el ligado, o de la joven burguesía nativa competidora de los países imperialistas. En el primer caso subestima las tareas democrático-burguesas y con su posición aparentemente mas “izquierdista”, más “socialista”, le hace el juego al imperialismo. En el segundo caso, infiere de las tareas democrático-burguesas que restan por realizar la existencia de una burguesía progresista y coquetea con partidos y movimientos seudo antiimperialistas haciéndole el juego a la burguesía que, al final de cuentas, termina siempre aliándose con el imperialismo en contra de las masas populares.</p>
<p style="text-align:justify;">En los últimos años, la formidable presión imperialista ha impedido la comprensión de la parte de nuestro programa que específicamente trata de las tareas nacionales. La parte que trata lo que se refiere a la lucha general del proletariado contra la burguesía es, mas o menos, asimilada. De la otra, ni una palabra. Leen y releen, sin que se les pegue nada. Por ello transcribiremos en este primer número de Frente Obrero, y en este primer artículo en que tratamos de la naturaleza de la revolución en América Latina, algunos trozos de un documento en 1938: “Los países coloniales y semicoloniales son, por su misma naturaleza, países atrasados. Pero estos países atrasados viven en las condiciones de la dominación mundial del imperialismo. Es por esto que su desarrollo tiene un carácter combinado: reúnen al mismo tiempo las formas económicas mas primitivas y la última palabra de la técnica y de la civilización capitalista. Esto es lo que determina la política del proletariado de los países atrasados: está obligado a combinar la lucha por las tareas más elementales de la independencia nacional y la democracia burguesa con la lucha socialista contra el imperialismo mundial. Las reivindicaciones democráticas las reivindicaciones transitorias y las tareas de la revolución socialista no están separadas en la lucha por etapas históricas, sino que surgen inmediatamente las unas de las otras.</p>
<p style="text-align:justify;">“Los problemas centrales de los países coloniales y semicoloniales son: la revolución agraria, es decir, la liquidación de la herencia feudal y la independencia nacional, o sea, el sacudimiento del yugo imperialista. Estas dos tareas están ligadas estrechamente la una con la otra.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong><span style="color:#800000;">”El peso específico de las diversas reivindicaciones democráticas y transitorias en la lucha del proletariado, su ligazón recíproca, su orden de sucesión, están determinados por las particularidades y condiciones propias de cada país atrasado, en una parte considerable, por su propio grado de atraso.”</span></strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">El carácter de nuestra revolución impone una estrecha ligazón entre los movimientos obreros y sus partidos dirigentes de América Latina. Solo así podrá formularse un programa completo de acción. Por el momento, a los efectos de contrarrestar la venenosa propaganda del imperialismo yanqui que intenta utilizar en su provecho los prejuicios y odios nacionales (mejor seria decir: provinciales) contraponiendo a los distintos pueblos, es necesario agitar la consigna de Asamblea Constituyente de la federación latinoamericana.</p>
<p style="text-align:justify;">EI desarrollo de la revolución proletaria europea arrojara a la burguesía latinoamericana en brazos del imperialismo yanqui. que se presenta ya como el defensor de la civilización capitalista y del “modo de vivir americano”, contrapuesto a la “barbarie” socialista y “totalitaria” europea. Las aspiraciones nacionalistas de la burguesía latinoamericana serán archivadas y el único “nacionalismo” que quedara en pie será no el que dice querer la recuperación de la economía, sino el que se aprovecha de los mitos nacionales para destrozar las organizaciones obreras y consolidar la explotación del imperialismo y de sus socios menores.</p>
<p style="text-align:justify;">El proletariado latinoamericano no puede elegir. Enfrentado ante las grandiosas tareas históricas de su revolución puede, mediante una acertada utilización de las consignas democráticas (nos referimos a las que surgen de las tareas democrático-burguesas, es decir, nacionales, y no a las derivadas de la lucha por las libertades democráticas comunes al proletariado de todos los países) arrastrar las masas explotadas de la ciudad y del campo y dar un impulso formidable su propio movimiento. En esa forma ayudará a su aliado natural, el proletariado de los Estados Unidos, pues quitará a Wall Street una de sus principales fuentes de superbeneficios —que le permite corromper la aristocracia obrera—, le creará dificultades de toda índole y paralizara sus abiertos designios de transformarse en campeón de la estabilización capitalista y en baluarte de la contrarrevolución mundial. Si el proletariado, bajo la influencia de los líderes pequeñoburgueses —que se dicen “revolucionarios”, aunque son servidores ideológicos del imperialismo y de la burguesía, en realidad—, descuida las tareas democráticas, facilitara la labor de la burguesía que, disfrazada de antiimperialista, acaudillara a las masas explotadas no proletarias y utilizará sus fuerzas para destrozar el movimiento obrero, al que presentará como enemigo de la Revolución Nacional, para luego traicionar a ésta y remachar las cadenas de la explotación imperialista.</p>
<p style="text-align:justify;">Bibliografía:</p>
<p style="text-align:justify;">Tomade de Frente Obrero, N° 1 (2° época), septiembre de 1945. Buenos Aires.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lecciones desde Puerto Rico y Euskal Herria: El nuevo proletariado social]]></title>
<link>http://laislaimposible.wordpress.com/2009/10/25/lecciones-desde-puerto-rico-y-euskal-herria-el-nuevo-proletariado-social/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:41:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>laislaimposible</dc:creator>
<guid>http://laislaimposible.wordpress.com/2009/10/25/lecciones-desde-puerto-rico-y-euskal-herria-el-nuevo-proletariado-social/</guid>
<description><![CDATA[Por César J. Pérez Lizasuain Tomado de Rebelión. “People should not be afraid of their governments. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por César J. Pérez Lizasuain</p>
<p><em>Tomado de <a href="http://rebelion.org/noticia.php?id=93739">Rebelión</a>.</em></p>
<p>“People should not be afraid of their governments. Governments should be afraid of their people”. V</p>
<p>Así leía una pancarta, inspirada en el filme <em>V for Vendetta,</em> de una manifestante en la gran marcha convocada por diversos sectores en Puerto Rico el pasado jueves 15 de octubre y que denota lo que fue uno de los grandes mensajes de la manifestación: el poder soberano reside en la multitud y no el aparato estatal. Miles de trabajadores, desempleados, jubilados, ancianos, artistas, religiosos y estudiantes, se apoderaron de una de las principales avenidas del país formando una multitudinaria manifestación en contra de la política gubernamental empleada en el país la cual ha costado miles de empleos, la represión de la protesta social, la suspensiones de garantías jurídicas/constitucionales, la privatización de bienes públicos, una significativa reducción presupuestaria a instituciones culturales y educativas; y la eliminación de la colegiación compulsoria de los abogados puertorriqueños provocando un fuerte golpe al Colegio de Abogados de Puerto Rico que había mostrado preocupación por la violación de derechos civiles que han experimentado los ciudadanos puertorriqueños bajo el nuevo gobierno.</p>
<p>Por otro lado, en Euskal Herria (País Vasco) una multitud cercana a 40 mil personas (líderes políticos, deportistas, periodistas, artistas, entre otros) ocuparon la capital guipuzcoana, Donostia, abarrotando toda la avenida que circunda el área costera de La Concha. Esto luego de que el juez Baltasar Garzón ordenara el arresto de varios militantes nacionalistas incluyendo uno de los principales líderes de la izquierda abertzale, Arnaldo Otegi. La reacción no se hizo esperar y la multitud vasca reaccionó con una de las más sólidas manifestaciones que se han dado en dicho país en los últimos años según reseña el periódico Gara<a name="12473d22f7f00c53_1246e05810e802fd__ftnref1" href="http://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;view=bsp&#38;ver=1qygpcgurkovy#12473d22f7f00c53_1246e05810e802fd__ftn1"> [1] </a>. Euskal Herria, al igual que Puerto Rico, enfrenta una situación colonial que ha provocado un extenuante estado de excepción en donde las libertades civiles de los ciudadanos vascos han sido constantemente mancilladas.</p>
<p>El mensaje de ambas manifestaciones es muy parecido. Es un grito de rechazo a la situación actual. Es un grito negativo – como afirma John Holloway – que denota un ¡basta ya! Pero por otro lado es un grito bidimensional al traer consigo toda una carga positiva: el desear una otredad diferente y mejor. Es el grito y más allá. Afirma la secretaria general del sindicato vasco, LAB (convocante), Ainhoa Etxaide, que la mencionada manifestación es &#8220;un paso a un proceso que tiene que encarrilar las soluciones democráticas que necesita este país&#8221;. [Es] &#8220;decir que la represión no va a parar a un pueblo que quiere ser dueño de su futuro, a un pueblo que demanda y necesita soluciones democráticas, a un pueblo que no está dispuesto a ser pasivo ante una realidad que queremos superar&#8221;. Por otro lado, el líder de la izquierda abertzale, Pedro Urizar, abogó por “no quedarse en esta manifestación e ir más allá” de la histórica imagen que revestía La Concha donostiarra durante la mencionada manifestación. De esta manera, se visualiza a la multitudinaria expresión como parte de un proceso siempre inacabado que surge del deseo inmanente, siempre positivo, de superar la realidad actual.</p>
<p>Ambas manifestaciones apuntan a que en realidad la soberanía a la que ambos pueblos aspiramos no se encuentra solamente en la forma política-jurídica trascendente de la soberanía moderna, sino que se encuentra en nuevo sujeto, o si se quiere un nuevo proletariado social, que se parecería mucho a lo que el filósofo italiano Toni Negri llama la <em>multitud</em>. Y es que como hemos visto tanto en el País Vasco, en Puerto Rico, como en el resto de la América Latina, vivimos en sociedades abigarradas – como asegura el pensador y vicepresidente de Bolivia, Álvaro García Linera – en donde coexisten diversidad de singularidades, intereses y relaciones de poder inherentes a nuestras sociedades en donde el proletariado no es ese mismo al que se referían Marx y Lenin. Estando sumidos en la era de la subsunción real ante el capital (en donde la fábrica industrial deja de existir para abrir paso a la fábrica social), la sociedad entera ha estado inmersa en una proletarización creciente que exige, a su vez, una revisión de lo que es la lucha de clases en nuestros días.</p>
<p>“Soy un tipo común”. De esta forma un ciudadano puertorriqueño, el jubilado Roberto García, se describía a sí mismo en cuanto fue arrestado por la policía de Puerto Rico tras haberle lanzado un huevo al gobernador Luis Fortuño. “Lo que él hizo fue un grito de desespero por la situación que está viviendo el país” señaló la esposa de éste a los medios. El huevo cargado del grito de indignación y de rechazo por la situación que atraviesa el país se ha transformado en un acto de ejemplo y de autodeterminación política. Al hablar de multitud no sólo nos referimos a la forma exterior que asumen las contemporáneas resistencias, sino que también nos referimos su composición cualitativa interna que describe el conjunto de movimientos que la componen. Al parecer este nuevo proletariado social está compuesto en su mayoría por gente común (tipos y tipas comunes); desplazando así la hegemonía ejercida por los tradicionales movimientos antisistémicos como los partidos políticos y los sindicatos que constantemente pretendían adoctrinar y orientar a la gente común sobre qué decir o qué hacer. Ante esto – asegura Gianni Vattimo – no “…podemos aleccionar continuamente a quien siente debe rebelarse; solo podemos intentar participar en la rebelión y trabajar en la formación de modelos de convivencia que respondan a las reivindicaciones en las que se inspira”. De esta forma, ese conglomerado de singularidades, que componen la multitud, se hacen irrepresentables albergando en sí mismos la potencia democrática de lo posible: de que otra sociedad es posible y necesaria.</p>
<p>La multitud, como movimiento real, no suprime la lucha de clases, sino que la subsume. La lucha de clases cobra importancia en cuanto es adoptada por la multitud para reconocer la existencia del Otro con quien se da una relación antagónica y de resistencia. La lucha de clases, como estrategia y no como determinismo histórico, para reconocer que más allá de la apariencia primaria de las luchas sociales, en esencia, se resiste ante un modo de gobierno que pretende subsumir el poder constituyente de la multitud: el capital. Después de todo, como afirmara Carlos Marx, el capital es una forma de gobierno sobre el trabajo. Lo que en esencia se esconde en las condiciones coloniales tanto de Puerto Rico como de Euskal Herria es la pretensión del capital en establecer un <em>rule of property</em> que garantice unas relaciones y unas condiciones económicas favorables al capital criollo en el caso puertorriqueño; y en la cuestión vasca que aseguren al capital español el seguir extrayendo la riqueza que produce el País Vasco (que de paso es la región más rica de todo el estado español).</p>
<p>Así las cosas, la soberanía se ve desplazada desde su sitial estatista moderno hacia la producción de vínculos sociales propios del nuevo proletariado social. Soberanía que se afianza en la producción de una nueva subjetividad política que cuestione el modelo económico y político de la <em>gobernanza</em> neoliberal y que, a su vez, suprima las viejas formas de organizaciones jerárquicas y antidemocráticas. La lección que va desde Euskal Herria hasta Puerto Rico reside en superar la protesta con la propuesta constituyente de lo nuevo; en reconocer que el camino de “… la eman­cipación es siempre – sugiere Raúl Zibechi – un proceso que, como todo proceso, es siempre incompleto: tránsito inconcluso, caminar que nunca llega a destino. ¿Por qué? Porque la emancipación no es un objetivo sino una forma de vivir. Ni más, ni menos”.<em> </em></p>
<p><em>El autor es egresado de la Facultad de Derecho Eugenio María de Hostos en Mayagüez, Puerto Rico, y del Instituto Internacional de Sociología Jurídica en Oñati, País Vasco. </em></p>
<p><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué significa ser "revolucionario" hoy, según Slavoj Žižek?]]></title>
<link>http://erichluna.wordpress.com/2009/10/15/%c2%bfque-significa-ser-revolucionario-hoy-segun-slavoj-zizek/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 05:11:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Erich Luna</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lo que sigue es una conferencia de Žižek, medianamente reciente (julio 2009), acerca de lo que signi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Lo que sigue es una conferencia de Žižek, medianamente reciente (julio 2009), acerca de lo que significa ser revolucionario hoy. Me ha parecido muy interesante e inspiradora. La comparto con del fin de difundirla y discutirla. Creo, igual que Eduardo (a quien también le gustó), que es necesario <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/10/15/pensar-en-la-revolucion/">pensar la revolución</a> (con todo lo compleja que es dicha frase).</p>
<p style="text-align:center;"><strong>What does it mean to be a revolutionary today?</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_GD69Cc20rw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_GD69Cc20rw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Žižek empieza la conferencia con una cita de Adorno. La cita supone una crítica a la obvia y común pregunta concerniente a qué es lo que nos podría enseñar o decir un filosófo muerto (el caso del texto de Adorno es Hegel). Žižek quiere que pensemos de esta manera no únicamente con el caso de los filósofos y pensadores, sino también con el sentido propio de la palabra &#8220;comunismo&#8221;. No debemos pensar si es que el ideal del comunismo podría ser &#8220;aplicable&#8221; a nuestro mundo contemporáneo. Lo que debemos hacer es preguntarnos cómo nuestra situación puede verse y comprenderse desde la perspectiva del ideal comunista, que es pensado como eterno (en el sentido en el que Alain Badiou habla de eternidad). Su potencial no debe ser el de poder aplicarse a todo los casos, sino el de poderse <em>reinventarse </em>en cada nueva situación.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta reinvención debe llevarnos a la creación y no a la nostalgia de lo que fue o de lo que pudo ser (socialismo de Estado, Estado de bienestar, democracia directa).. Tampoco debemos caer en la nostalgia de lo que sucede en otro lugar, una nostalgia que Žižek considera presente, usualmente, en los intelectuales de izquierda (Rusia, China, Cuba, Latinoamérica). Žižek piensa que lo mejor que la izquierda puede hacer para contribuir con los gobiernos latinoamericanos de izquierda (según él, por ejemplo el de Chávez) es ser duramente críticos cuando sea necesario. La nostalgia tampoco debe verse, en el caso de naciones colonizadas, como un regreso a cierto &#8220;paraíso premoderno&#8221; (por ejemplo, los incas). Žižek piensa que no se trata de eso, sino de ser modernos (en el sentido en que concibe dicho término).</p>
<p style="text-align:justify;">Ser un revolucionario para Žižek tiene como primera tesis esencial el ver el principal problema en el capitalismo como tal, en su totalidad. La última meta es la superación del capitalismo, es la clausula <em>no negociable</em>. Žižek critica que muchos izquierdistas ahora ya no quieran un cambio real, sino que más bien buscan una suerte de &#8220;capitalismo con rostro humano&#8221; (tolerancia, bienestar social, inclusión, etc.). Para Žižek tan utópico como regresar (en nuestro caso) a los incas, como pensar (como los liberales) que progresivamente las cosas irán mejor, gradualmente. También es utópico pensar que lo que la izquierda democrática y moderada (polémica con <a href="http://religion.syr.edu/caputo.html">Caputo</a>) busca en el capitalismo puede, realmente, ser obtenido y conseguido dentro del sistema capitalista. Los males que quieren superar son vistos por Žižek como síntomas estructuralmente necesarios e inherentes al capitalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Žižek sí piensa que los revolucionarios de hoy pueden aliarse y unirse con los liberales para lograr objetivos comunes, como abolir el sexismo, el racismo, la discriminación, fundamentalismo, etc. Sin embargo, los revolucionarios no deben dejar de cuestionar a los liberales y señalar que ellos también tienen complicidad en muchos de los problemas que el capitalismo genera. Žižek pone como ejemplo el fundamentalismo religioso, cuyo ascenso surge con la integración de los países del medio oriente en el capitalismo internacional, erradicando sus partidos socialistas. Estados Unidos no puede verse como ajeno a eso, ya que su versión casera de los problemas de fundamentalismos del medio orienta se presenta bajo la figura Kansas.</p>
<p style="text-align:justify;">Retomando la discusión, Žižek piensa que no debemos abandonar tampoco la termonología de Marx de &#8220;proletariado&#8221;. Lo que debemos hacer, según Žižek, es radicalizarla, comprender en toda su dimensión contemporánea lo que puede ser esta subjetividad sin sustancia. La crisis ecológica, nunca imaginada por Marx, puede verse desde esta perspectiva como un nuevo modo de proletarización (somos despojados de la substancia natural de nuestra existencia). La pugna por la propiedad intelectual puede verse también como un despojo de nuestra sustancia simbólica. Se trata de que llevemos la proletarización de Marx a nuevos niveles para constatar que lo que vemos ahora es mucho más apocalíptico, pero en un sentido &#8220;débil&#8221; (análogo al &#8220;comunismo débil&#8221; de Gianni Vattimo). Ser un comunista hoy empieza por identificar estas nuevas maneras de proletarización, mucho más radicales de las que Marx detectó, con lo cual dejamos de pensar si es que Marx era muy utópico para empezar a pensar en cómo nuestra época evidencia problemas mucho mayores. Por ejemplo, hoy el primer mundo está comprando las tierras más fértiles del tercer mundo (por 99 años). Un ejemplo es Korea del Sur con Madagascar.</p>
<p style="text-align:justify;">Žižek sostiene que los liberales deben darse cuenta que incluso para conservar sus propios ideales, tales como la democracia, necesitan de la &#8220;hermandad&#8221; de los izquierdistas.</p>
<p style="text-align:justify;">El chiste del final es absolutamente recomendable, creo que incluso serviría para ser más críticos con nuestra supuestamente lúcida y productiva izquierda, tanto política como intelectual.</p>
<p style="text-align:justify;">La tesis undécima hoy debe ser: los izquierdistas &#8220;críticos&#8221; se han dedicado a empolvar las bolas de los que tienen el poder, de lo que se trata es de cortárselas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia 101]]></title>
<link>http://idialectica.wordpress.com/2009/09/29/economia-101/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 07:12:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>rfr28264</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dos hombres, Burgui y Proli, se encuentran en una isla. Burgui, luego de mucho tiempo, logra convenc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dos hombres, Burgui y Proli, se encuentran en una isla. Burgui, luego de mucho tiempo, logra convencer a Proli de que todo lo que hay en la isla es del. Proli, se destacaba consiguiendo alimentos y creando guaridas para protegerse. Burgui, cogía la gran mayoría de los alimentos que conseguía Proli y se los comía él. Al nivel de que Proli muchas veces pasaba hambre mientras Burgui se hacia mas y mas gordo. Además, Burgui cogía los mejores espacios en las guaridas. Al nivel de que Proli siempre sufría de las tempestades. </p>
<p>Para Proli, esto era justo y lógico, ya que en fin, todo lo que conseguía y creaba lo hacia con lo que le brindaba la isla; y la isla le pertenecía a Burgui. </p>
<p>Pero un día, Proli se cansa de que Burgui se coma la gran mayoría de los alimentos mientras él pasaba hambre. Se cansa de que Burgui tenga las mejores guaridas mientras él sufría las tempestades. Proli reflexiona, y se da cuenta de que es ilógico que la isla le pertenezca a Burgui. Ambos llegaron a la isla como iguales. </p>
<p>Proli le dice a Burgui que la isla no tiene porque ser del, y ahora en adelante ambos trabajaran en la búsqueda de alimentos y la creación de guaridas; y se dividirán las cosas de una manera justa. Burgui, reacio a soltar su posición privilegiada, coge una piedra y golpea a Proli. Al principio, Proli pensó que lo mejor sería continuar con las cosas como estaban; para evitar problemas. Pero luego recapacito. Cogió una piedra y le golpeo para atrás a Burgui, y le dijo: O te atienes a mi propuesta o yo no busco mas alimentos y ambos morimos de hambre. Burgui, panzón y glotón como era, no duro mucho pasando hambre, así que accedió a la propuesta de Proli.  </p>
<p>De allí en adelante, ambos trabajaron, y se dividieron los frutos de su trabajo de manera justa. Burgui, aprendió a la fuerza lo mucho que recompensaba el trabajo; y Proli, nunca sufrió más ni de hambre o tempestades.</p>
<p>¿Piensas que ahora es más justo?</p>
<p>Burgui = Empresarios<br />
Proli = Trabajadores<br />
Isla = Medios de Producción<br />
Alimentos y Guarida = Producción<br />
Proli trabaja y Burgui se aprovecha = Capitalismo<br />
Proli pensar que la situación anterior era lógica = Falsa consciencia<br />
Proli darse cuenta de que era injusto = Consciencia de Clases<br />
Piedra de Burgui = Estado Represivo<br />
Piedra de Proli = Lucha contestataria<br />
Proli no buscar más alimentos = Huelga<br />
Situación más justa = Socialismo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Por qué no mejor el látigo del Cristo indignado contra los banqueros en el atrio del templo?]]></title>
<link>http://pocamadrenews.wordpress.com/2009/09/13/%c2%bfpor-que-no-mejor-el-latigo-del-cristo-indignado-contra-los-banqueros-en-el-atrio-del-templo/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 11:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>PoKaMa</dc:creator>
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<description><![CDATA[PoKaMa: Crítica de Antonio Álvares-Solís frente a las conclusiones del XXIX Congreso de Teología cel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[PoKaMa: Crítica de Antonio Álvares-Solís frente a las conclusiones del XXIX Congreso de Teología cel]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA["Viva Chile... Vivan los pueblos... Vivan los trabajadores!!!"]]></title>
<link>http://pukired.wordpress.com/2009/09/12/viva-chile-vivan-los-pueblos-vivan-los-trabajadores/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 04:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>pukired</dc:creator>
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<description><![CDATA[La trampa Por valija diplomática llegan los verdes billetes que financian huelgas y sabotajes y cata]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="text-transform:uppercase;"><span style="font-size:medium;"> La trampa</span></span></strong></span></p>
<p style="line-height:100%;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></span><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></span></p>
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-99 " title="Estadio" src="http://pukired.wordpress.com/files/2009/09/stadium.jpg" alt="Hombres muertos por ideal diferente" width="400" height="300" /><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></span></dt>
</dl>
<p style="line-height:100%;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;">Por valija diplo</span></strong></span><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;">mática llegan los verdes billetes que financian huelgas y sabotajes y cataratas de mentiras. Los empresarios paralizan a Chile y le niegan alimentos. No hay más mercado que el mercado negro. Largas colas hace la gente en busca de un paquete de cigarrillos o un kilo de azúcar; conseguir carne o aceite requiere un milagro de la Virgen María Santísima. La Democracia Cristiana y el diario «El Mercurio» dicen pestes del gobierno y exigen a gritos el cuartelazo redentor, que ya es hora de acabar con esta tiranía roja; les hacen eco otros diarios y revistas y radios y canales de televisión. Al gobierno le cuesta moverse; jueces y parlamentarios le ponen palos en las ruedas, mientras conspiran en los cuarteles los jefes militares que Allende cree leales.</span></strong></span></p>
<p style="line-height:100%;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;">En estos tiempos difíciles, los trabajadores están descubriendo los secretos de la economía. Están aprendiendo que no es imposible producir sin patrones, ni abastecerse sin mercaderes. Pero la multitud obrera marcha sin armas, vacías las manos, por este camino de su libertad.</span></strong></span></p>
<p style="line-height:100%;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;">Desde el horizonte vienen unos cuantos buques de guerra de los Estados Unidos, y se exhiben ante las costas chilenas. Y el golpe militar, tan anunciado, ocurre.</span></strong></span></p>
<p style="line-height:100%;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></span><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:small;"><img class="size-medium wp-image-25 alignnone" title="allende4" src="http://pukired.wordpress.com/files/2009/09/allende42.jpg?w=300" alt="allende4" width="300" height="199" /></span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[as transformacións do s. XIX]]></title>
<link>http://ajoblanco.wordpress.com/2009/09/02/as-transformacions-do-s-xix/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 19:16:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>ajoblanco</dc:creator>
<guid>http://ajoblanco.wordpress.com/2009/09/02/as-transformacions-do-s-xix/</guid>
<description><![CDATA[HISTORIA MODERNA E CONTEMPORANEA   MANUAL DE SM 4º ESO 2006     AS TRANSFORMACIÓN DO S. XIX     1.- ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="background:#e6e6ff;text-decoration:none;" lang="es-ES"><span style="font-size:large;"><strong>HISTORIA MODERNA E CONTEMPORANEA</strong></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;text-decoration:none;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;text-decoration:none;" lang="es-ES" align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>MANUAL DE SM 4º ESO 2006</strong></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;text-decoration:none;" lang="es-ES"> </p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;text-decoration:none;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;text-decoration:none;" lang="es-ES"><span style="font-size:large;"><strong>AS TRANSFORMACIÓN DO S. XIX</strong></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;text-decoration:none;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;text-decoration:none;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>1.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A Revolución industrial, fenómeno complexo (innovación tecnolóxica, crecemento económico autoinducido, modo de producción capitalista), supuxo a transformación económica maior desde o Neolítico. A industrialización encetada en Inglaterra no s.XVIII, foi malia o seu carácter revolucionario un proceso:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) lento; 2) universalmente válido; 3) as dous son válidas.</span></em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>2.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>As causas que determinaron o seu nacemento en Inglaterra son múltiples, non sendo menores as de natureza política (cfr., a revolución de 1688) que reduxeron as desigualdades sociais e fomentaron as actividades económicas. En efecto, o Parlamento reforzou:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) os dereitos señoriais e comunais; 2) a financiación do comercio colonial; 3) a fiscalidade única ou xeral que saneou a Facenda.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>3.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>As melloras nas explotacións agrícolas (novas ferramentas e técnicas) aumentaron a súa productividade e o campesiñado tamén o fixo complementado as actividades agrarias coas manufactureiras: Un dos indicadores deste despertar da artesanía rural e o aumento da demanda:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) de artigos de algodón; 2) de tecidos de liño e lá; 3) de tecidos de seda e de pel natural.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>4.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A demanda interna e exterior ampliou a oferta nos sectores punteiros (textil e metalúrxico) a través dunha espiral de inventos e aplicacións (innovacións) que revolucionaron a economía:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) coa reducción de man de obra nos sectores tradicionais; 2) co abaratamento dos prezos; 3) as dous son correctas.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>5.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A maquinaria de ferro desenvolverá a industria siderúrxica e a enerxía motriz por vapor de auga desprazará o consumo de madeira ao de carbón, multiplicando a industria extractiva. Sen embargo, un dos factores determinantes da revolución industrial foi a aplicación da máquina de vapor:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) ao transporte; 2) á industria militar; 3) ás economías domésticas.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>6.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A maquinaria progresivamente máis complexa e pesada rematará por instalarse en fábricas. Este salto do sistema doméstico e fundamentalmente rural ao sistema fabril e urbano pon fin á protoindustrialización e da inicio á revolución industrial propiamente dita. Asociado a este proceso ha i que salientar:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) a revolución urbana; 2) o éxodo rural; 3) a 1ª e un efecto da 2ª.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>7.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A R.I. non podería producirse sen as bases teóricas e técnicas da revolución científica e da Ilustración. O pai do librecambismo ou economía de libre mercado foi Adam Smith (A riqueza das nacións, 1776) quen defendía:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) a iniciativa individual; 2) o intervencionismo gubernamental; 3) as dous non son incompatibles.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>8.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A industrialización durante o s.XIX seguíu un curso de aceleración progresiva que en relación co emprego das fontes de enerxía permitiu pasar do emprego tradicional ao uso masivo de fontes de enerxía:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) biolóxico; 2) hidráulico e eólico; 3) mineral.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>9.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A I Revolución Industrial (1860-1870) ten como motor da industrialización ao carbón e como industrias pioneiras, a textil e a siderúrxica. O símbolo desta etapa, sin embargo, o monopoliza:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) o ferrocarril; 2) o tranvía; 3) o barco de vapor.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>10</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">.- <strong>Coa II Revolución Industrial (1870-1914) as novas fontes de enerxía serán a electricidade e o petróleo que favorecerán novos medios de transporte (automóvil e avión) e novas industrias (química). Esta etapa, identificámola coa extensión da industrialización a países novos como:</strong> </span></span></span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) os EEUU; 2) Xapón e Alemaña; 3) as dous son correctas.</span></em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;font-weight:normal;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>11.- </strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;"><strong>O capitalismo, que como sistema económico significa que a riqueza se fundamenta na posesión privada dos medios de producción, convirtirá a Europa no espacio mundial máis dinámico como pon de manifesto:</strong> </span></span></span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) a expansión colonial; 2) os fluxos inmigratorios; 3) as crises de sobreproducción.</span></em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>12.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>A mecanización e a división técnica do traballo consecuente sustituíu os procesos de traballo artesán (paso do taller á fabrica) convirtindo a aquél en obreiro e determinando, en xeral, un crecente emprego de:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) man de obra barata ; 2) de nenos e mulleres; 3) as dous son as mesmas cousas.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>13.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>Os descubrimentos tecnolóxicos e científicos aplicaranse a tódolos ámbitos e as súas melloras provocarán un crecemento demográfico descoñecido. Trátase dun salto cualitativo; as sociedades rurais dan paso ás urbanas, a prol:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) de cambios climáticos; 2) da revolución dos transportes; 3) da revolución agraria.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>14</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> <strong>Os avances no agro e na mediciña duplicaron a poboación e liberaron man de obra cara a industria, cara ás cidades. Estas, acusaron problemas como un crecemento desordenado, que atopou como solución urbanística a creación de:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) urbanizacións de adosados; 2) barrios obreiros; 3) ensanches burgueses.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>15.- </strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>Entre as melloras urbanísticas hai que salientar a iluminación e o saneamento mediante a xeralización de redes de sumidoiros dos viais públicos. Non menos importantes na paisaxe urbana a constitue a aparicios de novos tipos arquitectónicos como:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) os bancos e os teatros; 2) os estadios deportivos; 3) as prazas maiores.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>16</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;">.- <strong>No Antigo Réxime a ríqueza estaba asociada á posesión de terras. A burguesía aspiraba a un réxime político constitucional baseado na riqueza. A súa educación e costumes estiveron, sen embargo, condicionadas:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) pola ostentación de novos ricos; 2) pola súa inferioridade respecto do prestixio aristocrático; 3) pola necesidade de conservar o poder conquistado co apoio das camadas populares.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>17.-</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"> </span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>Oposta á burguesía, os obreiros vivían nos suburbios preto das industrias. As condicións de existencia dos obreiros eran durísimas. O proletariado ( familia con moita prole e salarios mínimos sen protección social)</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong> en loita polos seus dereitos deu orixe:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) ao movemento obreiro; 2) a organizacións de clase como partidos e sindicatos; 3) as dous son correctas.</em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>18</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O liberalismo como política económica fundaméntase na non intervención do Estado nas actividades económicas de producción. Xunto á prohibición de asociación dos traballadores na defensa dos seus intereses favoreceu: </strong></span><span style="font-size:medium;"><em>1) unha man de obra desarraigada; 2) a regulación das relacións laborais; 3) nengunha é correcta.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>19</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Os movementos ideolóxicos cruciais da contemporaneidade dende a Revolución francesa foron o liberalismo e o nacionalismo. Os valores fundamentais do liberalismo: liberdade, igualdade e: </strong></span><span style="font-size:medium;"><em>1) propiedade; 2) fraternidade; 3) amistade.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>20.</strong></span><span style="font-size:medium;">- <strong>O liberal en España é o opositor á invasión napoleónica e en Francia o opositor á monarquía restaurada -absolutista. Os liberais que en épocas de represión política confiaban nos cambios económicos para a transformación social, formaron:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) sociedades secretas; 2) sociedades carbonarias; 3) as dous refiren á masonería.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>21.</strong></span><span style="font-size:medium;">- <strong>Tralo Congreso de Viena convocáronse congresos internacionais (cfr., Verona) nos que as grandes potencias formularon acordos contra posibles revolucións, que explican o sufocamento dos intentos revolucionarios de Nápoles, España e Rusia en 1820. En 1829, sen embargo, logrou alcanzar a independencia respecto do Imperio turco:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) Grecia; 2) Bulgaria; 3) o conxunto dos Balkáns.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>22</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>A restauración absolutista por Carlos X de Francia rematou coa reafirmación da Constitución de 1814 e a entronización de Luís Felipe de Orleáns.</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong> Animados polo triunfo francés, liberais de toda Europa (España, Portugal, Polonia) iniciaron revolucións, mais significativamente só triunfaron en países limítrofes como:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) Saboia; 2) Alemaña; 3) Bélxica. </span></em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>23</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>A pintura de Delacroix “</strong></span><span style="font-size:medium;"><em><strong>O 28 de xulio: a liberdade guiando ao pobo</strong></em></span><span style="font-size:medium;"><strong>”, que representa o triunfo heroico e definitivo do liberalismo en Francia, descubre no fondo do cadro entre a nube de fume á cidade de:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) París; 2) Lyon; 3) calquera cidade deste país.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>24</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;">.- <strong>Na análise guiada da mencionada obra de Delacroix salientase a expresividade contida das súas figuras e isto relaciónase coa escultura:</strong> </span></span><span style="font-size:medium;"><em>1) italiana; 2) romana; 3) grega.</em></span></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>25</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Os reximes liberais triunfantes en política 1830 non eran democráticos, deixando sen representación á maioría da poboación. En 1848 estalou en Europa unha vaga de revolucións democráticas, instaurandose en Francia:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) a II República; 2) o II Imperio; 3) rexímes con Napoleón III </em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>26</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O nacionalismo, que deu lugar tanto a movementos políticos de unificación como de independencia avoga pola formación de Estados en base a unha identidade común, definida ésta na:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) profundización nos dereitos dos individuos; 2) língua, historia e tradicións; 3) en criterios racistas básicamente.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>27</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O icono “</strong></span><span style="font-size:medium;"><em><strong>Desfile dos pobos coas súas bandeiras</strong></em></span><span style="font-size:medium;"><strong>”, correspondiente a un medio de propaganda da época reflicte a difusión por toda Europa dos ideais nacionalistas. A presencia de banderas de banderas distintas mais en grupos non mezclados reflicten:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) a diversidade dos movementos nacionalistas; 2) a existencia de nacionalismos de unificación ; 3) as dos son correctas en tese ou praxe.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>28</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Nos países xermánicos, mentras no Imperio austríaco estalaban sublevacións separatistas en Venecia, Bohemia e Hungría (nacionalismo desintegrador), nos estados alemáns deuse un movemento nacionalista favorable á súa unificación e culminada en 1870 de ideoloxista:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) autoritaria; 2) liberal; 3) democrático.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>29</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Aínda que non había unanimidade respecto da forma que tería o novo Estado (Monarquía constitucional vs república), o sentimento nacionalista italiano avogaba pola unificación dos estados independientes da península itálica, é decir de:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) Sardeña-Piemonte e Nápoles; 2) Lombardía e Venecia; 3) de todas, incluidas, Toscana e Romaña.</em></span><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>30</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O artífice da unificación foi Cavour, primeiro ministro de Víctor Manuel de Saboia, aliado:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) de España vs Francia (cfr., Nápoles borbónica); 2) de Francia vs Austria (cfr.,Lombardía e Véneto); 3) de Inglaterra vs Francia (Sardeña-Piedemonte).</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>31</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>A axitación revolucionaria (Parma, Módena) e a invasión revolucionaria (Garibaldi) e militar (do Reino de Saboia) de Nápoles e do Estado Pontificio respectivamente, culminou cunhas eleccións favorables:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) á creación do Reino de Italia; 2) ao triunfo do proxecto de Cavour e de Víctor manuel II; 3) non hai contradicción entre as dous despostas.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>32.</strong></span><span style="font-size:medium;">- <strong>O Congreso de Viena (1815) frustrou as aspiracións dun estado alemán coa creación da Confederación Xermánica que incluía dos estados rivais, Austria e Prusia. Nas décadas seguintes o forte sentimento nacionalista tampouco logrou a unificar Alemaña. En 1834 creouse dentro da Confederación unha unión alfandegueira que integrou económicamente case toda Alemaña, coñecida como:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) Zollverein; 2)Solverain; 3) Folkgermain.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>33</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>En 1862, Bismarck é nomeado primeiro ministro de Prusia. Ábrese así unha etapa de nacionalismo autoritario que ten como obxetivo a unificación de Alemaña:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) por absorción dos territorios no reino prusiano; 2) por fusión negociada; 3) por asimilación en igualdade de condicións.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>34</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O proceso de unificación de Alemaña resolveuse nunha década mediante o recurso exclusivamente da forza. En 1864 Prusia e Austria declaran a guerra a Dinamarca pola cuestión dos ducados de Schlewig e Holstein. En 1866 Prusia declara a guerra a Austria por desacordos na cuestión anterior e que tivo como resultado, en 1867 da creación dunha:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) Confederación de Alemaña do Norte; 2) Federación de Alemaña do leste; 3) Asociación da Alemaña luterana.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>35</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">.- <strong>En 1870 Prusia declara a guerra á Francia de Napoleón III, aliada dos Estados alemáns do sur do Main. A victoria prusiana culmina a unificación alemana e incorpora os territorios franceses:</strong> </span></span></span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) de Alsacia e Lorena; 2) do Franco Condado; 3) de Borgoña.</span></em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;font-weight:normal;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>36</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>O Movemento obreiro (M.O.) tiña dous camiños para cambiar a situación, transformar as condicións do mercado laboral ou abolir o capitalismo e, neste caso, por vías: </strong></span><span style="font-size:medium;"><em>1) políticas e socio-económicas; 2) reformistas e revolucionarias; 3) as dous son correctas.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>37.</strong></span><span style="font-size:medium;">- <strong>O socialismo na 1ª metade do XIX compartía ideas políticas cos republicanos. Concretamente respecto:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) da forma de Estado e da participación política; 2) do réximen asembleario e do sufraxio censitario; 3) do posibilismo na forma de Estado e de participación democrática.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>38</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Entre os primeiros socialistas están o inglés R. Owen e os franceses Fourier, Saint Simon e Blanc. A aportación socialista está nun cuestionamento do liberalismo que pasa polo recoñecemento do dereito á asociación dos traballadores e por avogar a prol:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) da propiedade común; 2) da propiedade estatal; 3) capitalismo social.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>39</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Os comunistas, no Manifesto Comunista, 1848- identificados como non propietarios, diferenciábanse dos primeiros socialistas na internacionalización do proletariado (cfr., a fundación en 1864 da A.I.T.). Na teoría política de K. Marx (O Capital, 1867) a historia é percibida:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) como loita de clases; 2) como historia interminable; 3)cun final, a dictadura do proletariado. </span></em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="left"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><strong>40</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>A revolución de 1848 demostrou que para evitar novas revolucións era necesario a ampliación do voto (dos dereitos políticos a un maior nº de cidadáns). A finais do s.XIX a participación democrática culminará coa:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) presencia de socialistas e anarquistas nos parlamentos; 2) legalización de sindicatos e organizacións patronais; 3) coa legalización da folga reinvindicativa e revolucionaria.</em></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>41</strong></span><span style="font-size:medium;">.- <strong>Na AIT (1ª Internacional), fundada en Londres (1864) o máximo enfrontamento ideolóxico protagonizarono Marx e Bakunin, pai do anarquismo, quen pensaba que a orixe de toda desigualdade era o Estado ao que se debía:</strong> </span><span style="font-size:medium;"><em>1) abolir; 2) reformar; 3) infiltrar.</em></span></span></p>
<p style="background:#e6e6ff;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
<p style="background:#e6e6ff;margin-right:.03cm;" align="justify"><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><strong>42</strong></span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">.- <strong>En 1889 os socialistas (partidos e sindicatos de hexemonía marxista) formaron a II Internacional, que non exenta de tensións coas distintas correntes ideolóxicas (socialdemócratas vs comunistas) no sobrevivirá unida:</strong> </span></span></span><span style="font-size:medium;"><em><span style="font-weight:normal;">1) á I G.M.; 2) á Revolución rusa; 3) aos personalismos dos líderes revolucionarios.</span></em></span></p>
<p style="font-style:normal;background:#e6e6ff;font-weight:normal;margin-right:.03cm;" lang="es-ES" align="justify"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Partidos Políticos 2: PCB]]></title>
<link>http://votoconsciente.wordpress.com/2009/08/17/partidos-politicos-2-pcb/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:53:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>votoconsciente</dc:creator>
<guid>http://votoconsciente.wordpress.com/2009/08/17/partidos-politicos-2-pcb/</guid>
<description><![CDATA[PCB &#8211; Partido Comunista Brasileiro (21) História: Foi fundado em 1922, imediato pós-guerra, qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong><span style="color:#f60825;">PCB &#8211; <a href="http://www.pcb.org.br/index.html">Partido Comunista Brasileiro</a> (21)</span></strong></span></h3>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>História</strong><strong>: </strong>Foi fundado em 1922, imediato <strong>pós-guerra</strong>, quando &#8220;convergiram os ideais libertários do nascente proletariado&#8221;. Logo no primeiro ano é colocado na ilegalidade e só se torna legal em janeiro de 1927. Em agosto do mesmo ano se torna ilegal novamente, e vive na <strong>clandestinidade</strong> incentivando o movimento sindical através da divulgação de ideais marxistas que conscientizem os operários em prol do anticapitalismo. Em 1937, marcando o início do <strong>Estado Novo</strong>, Vargas proibiu a existência de partidos políticos e reprimiu os movimentos opositores, o que dificultou a expressão do PCB até 1945. Nesse ano, o fim da Segunda Guerra e a deposição do Presidente Vargas (através de um golpe militar que elegeu Eurico Gaspar Dutra através do voto popular) permitiu a redemocratização do país e um novo suspiro ao partido. Isso até 47, quando a <strong>Guerra Fria</strong> e a bipolarização mundial (socialismo &#8211; URSS x capitalismo &#8211; EUA) atingiram o Brasil e o Presidente Dutra (apoiando o lado capitalista) colocou o PCB mais uma vez na ilegalidade. Esse isolamento e luta clandestina a que foram compelidos os pecebistas levaram a facção a conflitos internos, principalmente depois de traçar diretrizes mais específicas sobre sua ação &#8211; na <a href="http://www.pcb.org.br/1958.pdf">Declaração Política de 1958</a>. Em 1960, tendo entre suas metas a legalidade, se define como Partido Comunista Brasileiro, já que até agora tinha o nome de Partido Comunista do Brasil. Foi a <strong>ditadura</strong> militar de 1964 que tornou o partido ilegal novamente. Em 1979, na fase de abertura política do Brasil pelo então Presidente Figueiredo (<em>&#8220;É pra abrir mesmo. Quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento!&#8221;</em>), o <strong>pluripartidarismo </strong>(<span style="color:#000000;">&#8220;sistema no qual três ou mais </span><a style="text-decoration:none;background-image:none;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:initial;" title="Partido político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_pol%C3%ADtico"><span style="color:#000000;">partidos políticos</span></a><span style="color:#000000;"> podem assumir o controle de um governo, de maneira independente, ou numa </span><a style="text-decoration:none;background-image:none;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:initial;" title="Coalizão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coaliz%C3%A3o"><span style="color:#000000;">coalizão</span></a><span style="color:#000000;">&#8220;, ao contrário do que antes existia com o <strong>Movimento Democrático Brasileiro</strong> &#8211; MDB &#8211; partido <img class="alignleft size-medium wp-image-53" title="pcb" src="http://votoconsciente.wordpress.com/files/2009/08/pcb1.jpg?w=300" alt="pcb" width="300" height="282" />de oposição ao ARENA &#8211; <strong>Aliança Renovadora Nacional </strong>- que estava no governo) retornou, assim como muitos presos e exilados políticos. Já em 1982, passado o chamado &#8220;milagre econômico&#8221; (excepcional crescimento do país durante os tais anos de chumbo, especialmente entre 1969 e 1973, no governo do General Emílio Garrastazu Médici), o PCB realizou o seu VII Congresso, para formular uma linha política para as novas condições da sociedade (ou seja, a crise). Houveram aí desencontros entre defensores das influências &#8220;eurocomunistas&#8221; no partido e os divergentes, liderados por Luiz Carlos Prestes, sendo estes últimos os que acabaram deixando o PCB. Finalmente, em 1985, o partido obteve legalidade, embora fragilizado internamente e sem tanto apoio dos movimentos sociais (principalmente o operário, que se opunham à política de conciliação de classes dos pecebistas). Ainda mais uma vez o partido enfrentou divergências, dessa vez entre um pólo mais radical, com intenções de reconstruí-lo de maneira revolucionária, e outro que buscava a adaptação ao &#8220;novo ciclo de hegemonia burguesa&#8221; (supostamente forjado por não filiados do PCB e membros de outros partidos) - e foi impedido de fazê-lo pela enorme resistência de alguns dirigentes e das bases partidárias, formando depois o Partido Popular Socialista &#8211; PPS. Somente em 1995 o PCB foi legalizado definitivamente pelo TSE, mesmo momento em que seu caráter lenin-marxista foi reafirmado.</span></li>
<li><strong>Ideologia:</strong> Baseando-se em teorias <strong>marxistas</strong>, construir o Partido e movimentar as massas visando a conscientização do proletariado e transformações no Brasil rumo ao socialismo, através de uma <strong>revolução social</strong>. &#8220;Na entrada do novo milênio e completando 85 anos de existência, o Partido Comunista Brasileiro, fortalecido nas tradições e na luta dos comunistas em todo o mundo, reafirma a necessidade histórica de superação do capitalismo, que se dará apenas pela libertação das classes trabalhadoras, na perspectiva do socialismo rumo à sociedade comunista&#8221;.</li>
<li><strong>Propostas: </strong>Criação de uma <strong>Frente Política Anticapitalista</strong>, transcendendo a disputa eleitoral e unindo partidos, organizações, movimentos e personalidades que se oponham à política do governo capitalista e compartilhem das aspirações dos trabalhadores brasileiros.<img class="alignright size-full wp-image-60" title="pcb_taticas" src="http://votoconsciente.wordpress.com/files/2009/08/pcb_taticas3.jpg" alt="pcb_taticas" width="700" height="525" /></li>
<li><span style="color:#000000;"><strong>Atuação:</strong> Tendo a Revolução de 30 levado Getúlio Vargas ao poder, dando fim à oligarquia da República Velha no Brasil (aquela na qual Minas Gerais e São Paulo se revezavam no poder na chamada política do café-com-leite, fazendo uso de métodos antidemocrático para garantir a governabilidade), instituiu-se um Estado <strong>populista </strong>(que procurava agradar a todas as camadas sociais e atuar como intermediário das vontades dos diversos setores populares, econômicos e políticos). Com a crise de 29 e as divergências quanto ao governo Vargas, surgiram duas grandes frentes de oposição (também opostas entre si): a <strong>Ação Integralista Brasileria</strong> &#8211; AIB (inspirada no nazi-fascismo) e a <strong><a title="Manifesto da ANL" href="http://www.marxists.org/portugues/prestes/1935/07/05.htm">Aliança Nacional Libertadora</a></strong> &#8211; ANL (de influências marxistas, apoiada pelo PCB e seu dirigente &#8211; e líder do movimento &#8211; <strong>Luiz Carlos Prestes</strong>). As duas foram reprimidas e postas na ilegalidade até 1945, e depois de novo em 47. Em 1961, a crise de sucessão após a renúncia do Presidente Jânio Quadros foi composta pelos que se opunham à posse do vice João Goulart (vulgo Jango) e pelos que a apoiavam, entre eles o PCB. Suas alianças se ampliaram e foram consolidadas com diversas classes, o que enfraqueceu o partido como vanguarda política e impossibilitou uma resistência imediata ao golpe militar de 1964. Tal resistência se manifestou um pouco depois, de forma clandestina e através do pouco espaço que tinha o MDB. Após a situação instável do PCB quanto a lei e seus conflitos internos, o partido se firmou melhor ideologicamente. Nos últimos anos vem tentando se reinserir ativamente nos movimentos sociais. Em 2006, rompe sua participação nos fóruns da Central Única dos Trabalhadores &#8211; CUT, por considerá-los &#8220;um braço governamental e conciliador junto ao mundo do trabalho&#8221; e propõe um ENCLAT (Encontro Nacional das Classes Trabalhadoras), a fim de construir &#8220;uma nova e ampla entidade sindical, classista, democrática e independente para a condução das lutas do proletariado, em especial da classe operária brasileira&#8221;. </span></li>
<li><span style="color:#000000;"><strong>Ícones:</strong> No âmago do PCB já se destacam grandes nomes, como <a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/cultura/o-legado-revolucionario-de-caio-prado-jr/">Caio Prado Jr.</a> e <a href="http://biblioteca.folha.com.br/1/13/2003030902.html">Graciliano Ramos</a> (escritores). No período da ditadura, a tortura e execução de seu integrante <a href="http://www.vladimirherzog.org/Instituto_Vladimir_Herzog/Vlado.html">Vladimir Herzog</a> (jornalista) tiveram bastante repercussão &#8211; especialmente por sua morte ter sido porcamente disfarçadas de suicídio. De 1992 a 96 o arquiteto <a href="http://www.pdtmg.org.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=63&#38;Itemid=47">Oscar Niemeyer</a> foi presidente do partido.</span></li>
</ul>
<p><em>Informações: </em><strong><a href="http://www.tse.gov.br/internet/partidos/partidos_politicos/pcb.htm">TSE</a></strong></p>
<p><em>Mais em: </em><strong><a href="http://www.viracoposradio.com/phpapp/programasiframe.php?progID=14">TV PCB</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pcb.org.br/formacao.html">Formação</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Partidos Políticos 1: PCO]]></title>
<link>http://votoconsciente.wordpress.com/2009/08/02/partidos-politicos-i/</link>
<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 05:49:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>votoconsciente</dc:creator>
<guid>http://votoconsciente.wordpress.com/2009/08/02/partidos-politicos-i/</guid>
<description><![CDATA[Tendo dado uma olhada na Constituição do nosso país, agora é hora de se aprofundar mais na parte que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Tendo dado uma olhada na Constituição do nosso país, agora é hora de se aprofundar mais na parte que se reflete na hora dos votos. Mas antes de falar dos candidatos em si, quero falar dos <span style="color:#993300;"><strong><span style="color:#f60825;">partidos políticos brasileiros</span></strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">A lista de todos eles se encontra no <a href="http://www2.camara.gov.br/outrosportais/partidosbrasileiros.html">site da Câmara dos Deuptados</a>. Vou tentar fazer um resuminho de cada um:</p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong><span style="color:#f60825;">PCO - <a href="http://www.pco.org.br">Partido da Causa Operária</a> (29)</span></strong></span></h3>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>História: </strong>Surgiu em 1997, fundado por militantes da chamada Causa Operária que foram expulsos do PT (Partido dos Trabalhadores) após divergir sobre o rumo que teria tomado o partido.</li>
<li><strong>Ideologia: </strong>Defende os ideais básicos do trabalhador urbano e rural e de todos &#8220;explorados&#8221;, indo contra as pressões do <strong>imperialismo</strong> (influência política, econômica e cultural de uma nação relativamente mais poderosa sobre outras) e do <strong>Estado burguês </strong>(através do qual a classe burguesa dominante exerce poder político). Apóia movimentos sindicais e manifestações populares que visem menos opressão a &#8220;uma classe, um partido, um sexo, uma raça ou uma nação&#8221;. É contrário às instituições privadas e ao capitalismo por julgar que o desenvolvimento do sistema e seus desdobramentos sejam &#8220;inconciliáveis com um desenvolvimento favorável ao gênero humano.&#8221;</li>
<li><strong>Propostas: </strong>Socialização dos meios de produção e dos produtos, o fim das privatizações e estatização do sistema<br />
financeiro. Emancipação social e nacional, ou seja, o fim da dependência e submissão tanto do proletariado (classe detentora da força de trabalho) e dos &#8220;explorados&#8221; em relação à burguesia dominante como do país em relação às nações imperialistas e detentoras de poder internacional. O fim das <strong>oligarquias agrárias</strong> (latifundiários que concentram a propriedade do solo e as riquezas derivadas dele) e incentivo ao pequeno produtor e às cooperativas. &#8220;A vigência dos princípios republicanos, representativo e federais, assegurada pela classe operária e o socialismo&#8221;. O estabelecimento de uma <strong>escala móvel de salários</strong> (ajuste automático e direto destes às variações do custo de vida) e um salário mínimo que cubra &#8220;moradia, alimentação, vestimenta adequada, educação, cultura, lazer, transporte, saúde, limpeza, higiene etc&#8221;. 
<p>&#160;</p>
<div id="attachment_32" class="wp-caption alignleft" style="width: 391px"><img class="size-full wp-image-32         " title="PCO" src="http://votoconsciente.wordpress.com/files/2009/08/pco6.jpg" alt="1º. de Maio de luta, independente, operário e socialista" width="381" height="184" /><p class="wp-caption-text">1º. de Maio de luta, independente, operário e socialista</p></div>
<p>A eliminação do <strong>segredo comercial</strong> (direito das empresas de não revelarem informações que podem ser utilizadas pela concorrência a seu desfavor), da <strong>carestia</strong> (aumento de preços), da <strong>especulação</strong> (&#8220;acerca do futuro econômico de um país, um setor de atividade ou de uma empresa&#8221;) e dos <strong>impostos</strong> sobre o salário (Imposto de Renda) e sobre o consumo (4% sobre o que se compra ou vende). O não-pagamento da <strong>dívida externa</strong> e <strong>interna</strong>. Reformas quanto à aposentadoria. Criação de creches estaduais e clínicas de <strong>aborto</strong> (junto de sua legalização). &#8220;Acesso gratuito aos meios de comunicação para todas as organizações operárias e populares&#8221;. Convocação de uma Assembleia Constituinte e maior participação do povo na política nacional. Mudanças no Exército e no ensino público (irrestrito, gratuito e laico &#8211; desvinculado à Igreja &#8211; em todos os níveis e fim do vestibular).</li>
<li><strong>Atuação: </strong>Desde 1998, o partido lança candidatos a vários cargos políticos e difunde suas propostas, mas aparentemente não conseguiu nenhuma representação. Rui Pimenta foi candidato à Presidência em 2002, mas obteve apenas 0,05% dos votos, também concorreu em 2006 com o lema <strong>&#8220;Salário, trabalho e terra&#8221;</strong> mas teve sua candidatura rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral por ter entregado a prestação de contas da campanha de 2002 fora do prazo. Em resposta, o PCO criticou a decisão do TSE e &#8220;ofendeu a Justiça Eleitoral&#8221; no horário destinado à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, ao que foi repreendido pelo órgão. Sua mulher, Anaí Caproni, foi candidata a vereadora de São Paulo pelo PCO em 2000, a governadora em 2002 e a prefeita em 2008. Ela participa da militância política desde 1982 e, sendo diretora da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), atua ativamente no movimento sindical dos trabalhadores dos Correios.<strong> </strong></li>
<li><strong>Ícones: </strong>Seu fundador e presidente é <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes/0,,AA1253022-6282,00.html"><span style="text-decoration:none;">Rui Costa Pimenta</span></a> &#8211; jornalista e candidato à Presidência da República. <a href="http://www.terra.com.br/istoegente/156/reportagens/capa_dama_anai.htm">Anaí Caproni</a> é membro da Direção Nacional e do Comitê Central do partido, além de coordenar o Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo (órgão do PCO destinado à luta política feminina).</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><em>Informações:</em> <strong><a href="http://http://www.tse.gov.br/partidos/partidos_politicos/pco.html">TSE</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mais em: </em><strong><a href="www.youtube.com/user/CausaOperariaTV">Youtube</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hermanos!]]></title>
<link>http://pelacontramao.wordpress.com/2009/07/31/hermanos/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:10:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Foquinha</dc:creator>
<guid>http://pelacontramao.wordpress.com/2009/07/31/hermanos/</guid>
<description><![CDATA[La Maldición de Malinche Del mar los vieron llegar mis hermanos emplumados eran los hombres barbados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eyUwolkWINk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/eyUwolkWINk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>La Maldición de Malinche<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Del mar los vieron llegar<br />
mis hermanos emplumados<br />
eran los hombres barbados<br />
de la profecía esperada.</p>
<p style="text-align:justify;">Se oyó la voz del monarca<br />
de que el Dios habia llegado<br />
y les abrimos la puerta<br />
por temor a lo ignorado.</p>
<p style="text-align:justify;">Iban montados en bestias<br />
como demonios del mal<br />
iban con fuego en las manos<br />
y cubiertos de metal.</p>
<p style="text-align:justify;">Sólo el valor de unos cuantos<br />
les opuso resistencia<br />
y al mirar correr la sangre<br />
se llenaron de vergüenza.</p>
<p style="text-align:justify;">Porque los dioses ni comen,<br />
ni gozan con lo robado<br />
y cuando nos dimos cuenta<br />
ya todo estaba acabado.</p>
<p style="text-align:justify;">En ese error entregamos<br />
la grandeza del pasado<br />
y en ese error nos quedamos<br />
trescientos años esclavos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se nos quedó el maleficio<br />
de brindar al extranjero<br />
nuestra Fe, nuestra cultura<br />
nuestro pan, nuestro dinero.</p>
<p style="text-align:justify;">Y les seguimos cambiando<br />
oro por cuentas de vidrio<br />
y damos nuestra riqueza<br />
por sus espejos con brillo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy en pleno siglo XX<br />
nos siguen llegando rubios<br />
y les abrimos la casa<br />
y los llamamos amigos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero si llega cansado<br />
un indio de andar la Sierra<br />
lo humillamos y lo vemos<br />
como extraño por su tierra.</p>
<p style="text-align:justify;">Tú, hipócrita que te muestras<br />
humilde ante el extranjero<br />
pero te vuelves soberbio<br />
com tus hermanos del pueblo.</p>
<p style="text-align:justify;">¡Oh, Maldicion de Malinche!<br />
Enfermedad del presente<br />
cuando dejarás mi tierra<br />
cuando haras libre a mi gente.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Malinche</strong><sup>1</sup></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A Malinche é uma personagem da cultura mexicana, que foi escravizada por Hernan Cortez para se converter logo<em> </em>em sua principal interprete e pessoa de confiança e junto conquistar os Aztecas.</p>
<p style="text-align:justify;">Maldição de Malinche expressa a renuncia secular dos povos latino-americanos pela própria herança, e a aceitação de olhos fechados, a tudo aquilo que venha de fora.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Amparo Ochoa</strong><sup>2</sup></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nascida na usina açucareira Sinaloa de Costa Rica, Amparo escolheu inicialmente o magistério como profissão, trabalhou como professora rural em La Palma, Vila Ángel Flores e Tierra Blanca em seu estado natal e ainda que tenha deixado o trabalho docente para estudar música, nunca perdeu a <em>suavidade e simplicidade da professora de escola.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Sua vida foi a música, à qual dedicou-se integralmente desde 1969, incorporando-se ao movimento do Canto Latino-americano. Quem não se lembra dela interpretando <em>La maldición de la Malinche</em>, <em>A que le tiras cuando sueñas mexicano</em>, <em>Jugar a la vida</em>, <em>El barzón</em>, <em>Jacinto Cenobio</em>, <em>Te quiero</em>, de Benedetti, e muitas, muitíssimas mais que seria impossível enumerar aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Membro de uma geração de intérpretes e compositores, originários da década de 60, Amparo Ochoa expressou-se desde o início como a grande figura da então nascente Canção Nova.</p>
<p style="text-align:justify;">Os 25 anos de sua trajetória artística foram marcados por uma atmosfera de coragem inquebrantável.</p>
<p style="text-align:justify;">Fiel aos seus ideais, assumiu com profunda responsabilidade o chamado da sua própria consciência para ir de aldeia em aldeia, de praça em praça, de lugar em lugar e deixar em cada parte seu testemunho de luta, a convocatória para conquistar um mundo mais justo, a não abdicar<em> </em>da dignidade e a desfraldar sempre a bandeira libertária.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato de que quando pequena em sua terra natal, Sinaloa, seus familiares a tenham apelidado de <em>Vida</em>, carrega em si uma simbologia que vai mais além de um simples apelido, porque é vida o que ela despertou em cada canção que interpretou.</p>
<p style="text-align:justify;">Já disse Elena Poniatowska: <em>Do mesmo modo que outros tomam seu fuzil, Amparo Ochoa vai anunciando com sua voz a boa nova, proclamando o dia da libertação, o dia em que ninguém seja escravo e que não falte a nenhuma criança sua estrela.</em></p>
<p style="text-align:justify;">A firmeza de seus princípios afastou-a de interesses comerciais e de disputas por tornar-se célebre, sacrificando assim a fama e o dinheiro em troca do prazer de cantar à terra, ao amor e ao desamor, aos desafios do homem e da mulher, às tradições e costumes, à injustiça e à esperança. E o fez com uma diversidade musical tão ampla que só pode ser reconhecida em vozes que, de tão prodigiosas, tornam-se extraordinárias.</p>
<p style="text-align:justify;">Amparo Ochoa é mais que a nova canção, é mais que o folclore ou o neofolclore. Amparo Ochoa é sua atitude, sua expressão como mulher, como mãe, como filha, como irmã; como cidadã do mundo espalhando a linguagem da solidariedade; como voz e representante fiel dos mais caros sonhos de todos os povos. Não é de graça que o cancioneiro popular universal a registre como um de seus principais expoentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Amparo Ochoa faleceu em 1994. Entretanto, seu estilo de vanguarda, caráter e bravura<em> </em>mantêm-se vivos em todos e em cada um de seus discos, inestimável legado cultural que transcende o rótulo de canções para erigir-se como documentos vivos, pois neles estão expressos a dor, a alegria, a paixão e a esperança, não só do povo mexicano, mas também de toda América Latina, ou do velho continente, aonde levou a amizade afetuosa destas terras.</p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">Essa é a herança que nos deixa além de sua voz como um presente.&#8221; <em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Gabino Palomares</strong><sup>3</sup></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Cantor mexicano, nascido em San Luis Potosi.</p>
<p style="text-align:justify;">Gabino Palomares recorda muito bem do começo do novo canto: <em>o movimento de 68 influenciou muitos. Em 1975 a nova canção atingiu o auge com a imigração latino-americana para o México. Foram tempos de gorilato<sup>4 </sup>assim havia muitas histórias que contar.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Outro elemento importante foi que um grupo numeroso de conjuntos e solistas começou a apoiar o Partido Socialista, o que marcou o início do novo canto no México, o qual esteve marcado por uma linha de protesto, postura eficiente para denunciar a situação do país.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Vinte e cinco anos de carreira estão por trás da produção musical de Gabino Palomares.</p>
<p style="text-align:justify;">As letras de Gabino Palomares falam sobre o consumismo e o imperialismo; a falta de compromisso do governo e dos empresários para com o povo, questiona as medidas tomadas durante pelo menos dezoito anos e o permanente sacrifício da classe trabalhadora.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quizera que minhas canções não estivessem vigentes, porque isso significaria que o país teria superado seus problemas. O mundo tem mudado, o México não muito. Estamos vivendo a herança da Malinche, recebendo com grandes honras o estrangeiro, regalando-lhe toda nossa riqueza e ignorando o indígena que chega até nós cansado de andar pela serra.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p><sup>1</sup> Explicação na íntegra contida no vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qVDf3RDCnTo" target="_blank">La maldicion del malinche</a></p>
<p><sup>2</sup> Tradução na íntegra da biografia de <a href="http://hispanopolis.com/bin/musica.cgi?q=bio&#38;id=Amparo%20Ochoa" target="_blank">Amparo Ochoa</a> no site Hispanopolis</p>
<p><sup>3 </sup>Tradução na íntegra da biografia de <a href="http://hispanopolis.com/bin/musica.cgi?q=bio&#38;id=Gabino%20Palomares" target="_blank">Gabino Palomares</a> no site Hispanopolis</p>
<p style="text-align:justify;"><em><sup>4 </sup>Gorilato:</em> regimes militares de tendência golpista e ditatorial e ideologia direitista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En China, un patrón muerto por sus empleados]]></title>
<link>http://loboenparis.wordpress.com/2009/07/26/en-china-un-patron-muerto-por-sus-empleados/</link>
<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 17:16:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>fugitivo</dc:creator>
<guid>http://loboenparis.wordpress.com/2009/07/26/en-china-un-patron-muerto-por-sus-empleados/</guid>
<description><![CDATA[[rfi] Chine Ce sont plus de 30 000 ouvriers qui se sont rassemblés pour protester à Tonghua, une vil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">[<a href="http://www.rfi.fr/actufr/articles/115/article_83067.asp">rfi</a>]</p>
<p style="text-align:justify;">Chine</p>
<p style="text-align:justify;">Ce sont plus de 30 000 ouvriers qui se sont rassemblés pour protester à Tonghua, une ville du nord-est du pays, contre le rachat de leur entreprise de sidérurgie. Des affrontements ont eu lieu avec la police qui ont fait un mort et 100 blessés. La personne décédée n&#8217;est autre que le patron de l&#8217;usine&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Les employés du producteur d&#8217;acier Tonghua reprochaient à leur dirigeant son salaire mensuel de 300 000 euros alors qu&#8217;eux touchent à peine 20 euros par mois</strong>. Plus encore, ils n&#8217;acceptaient pas la reprise de leur usine par le concurrent Jianlong qui l&#8217;avait déjà gérée avant de s&#8217;en débarrasser à cause de la baisse des prix de l&#8217;acier.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais avec la hausse récente des cours, Jianlong est revenu à la charge. Le secteur chinois de l&#8217;acier, très fragmenté, est en pleine concentration pour créer des champions internationaux. <strong>Cette tendance, inscrite dans la réforme des entreprises d&#8217;Etat, engendre depuis des années des licenciements massifs d&#8217;ouvriers fort mal indemnisés</strong> qui manifestent par milliers avant d&#8217;être réprimés par la police.</p>
<p style="text-align:justify;">Ces explosions de rage sociale restent encore une multitude d&#8217;incendies isolés. Car, <strong>pour l&#8217;instant, Pékin empêche toute coordination nationale du mouvement ouvrier chinois.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[minha vida antes]]></title>
<link>http://porcontapropria.wordpress.com/2009/07/22/minha-vida-antes/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 01:35:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>porcontapropria</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já que você está prestes a ler meu diário, acho importante que me conheça. Faço parte de um pequeno ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já que você está prestes a ler meu diário, acho importante que me conheça. Faço parte de um pequeno grupo de brasileiros privilegiados: sempre tive onde morar, o que comer e onde estudar. Terminei o colégio, fiz uma ótima faculdade, que a propósito, foi paga pela minha mãe. Eu tenho consciência da sorte que sempre tive.</p>
<p>Aparento ser mais nova do que realmente sou, então às vezes encontro dificuldade em ser levada a sério. Creio que o fato de eu ter 28 anos e ainda morar com a minha mãe, gastando todo o meu dinheiro em supérfluos (também conhecidos como roupas, bolsas, sapatos e outras coisinhas do gênero) também não ajuda muito a criar esta percepção de maturidade.</p>
<p>Quando terminei o colégio e tive que decidir o que iria fazer da vida, me ocorreram as idéias mais absurdas:</p>
<p> </p>
<p>Psicologia – eu sou ótima ouvinte e acho dou bons conselhos para minhas amigas! Hum, talvez isso não baste para ser psicóloga&#8230;</p>
<p>Jornalista – gosto de escrever&#8230; o único detalhe é que não tenho tanto interesse na economia mundial ou em guerras. É, talvez não seja boa idéia&#8230;</p>
<p>Tradutora e Intérprete – adoro aprender idiomas! Não, deve ser uma carreira com poucas oportunidades&#8230;</p>
<p>Letras – não, quero ganhar dinheiro&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Enfim, várias idéias pouco concretas. Foi quando minha mãe sugeriu Administração. Na mesma hora já torci o nariz. ODEIO matemática, isso deve ser chato demais! Minha mãe então me explicou que administração é bem amplo e que mais para frente, eu poderia escolher uma especialização com a qual me identificasse mais. Foi neste mesmo dia que ela me falou sobre o curso de Administração com ênfase em Marketing. A palavra Marketing me ganhou na hora. A minha idéia na época é que este poderia ser um curso relativamente tranquilo e que, ao mesmo tempo, me daria boas perspectivas financeiras no futuro.</p>
<p>Comecei a trabalhar com 21 anos, no terceiro ano da faculdade. Meu primeiro emprego foi na verdade um estágio em uma empresa de desenvolvimento de sites de comércio eletrônico. Não durou muito, fiquei lá 3 meses. Logo em seguida consegui um outro estágio. Em uma empresa de desenvolvimento de softwares e sistemas. Nesta fiquei mais de três anos. Depois disso, trabalhei mais alguns anos em meu último emprego como assalariada. Foram sete anos trabalhando no marketing de empresas de informática, lidando com assuntos que ou não me interessavam, ou eu não entendia. Tecnologia não é a minha praia. Mesmo. Tanto que, mesmo trabalhando em empresas da área, nunca me dispus a estudar o assunto a fundo. Como você pode imaginar, isso nunca foi muito bom para a minha carreira, já neste mercado suas opiniões e idéias são mais relevantes se você tem conhecimento técnico.</p>
<p>Durante estes sete anos acreditava que em minha vida o trabalho teria o simples papel de gerar uma renda mensal para que eu pudesse fazer o que <em>realmente</em> gostava: sair, ler, ir ao cinema, comprar, viajar&#8230; Nunca pensei que encontraria o verdadeiro prazer trabalhando. Nunca nem considerei a possibilidade de ter o meu próprio negócio. Muita responsabilidade!</p>
<p>Quem diria, não?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Burguesía S. A.]]></title>
<link>http://desidias.wordpress.com/2009/07/21/burguesia-s-a/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 23:28:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>desidias</dc:creator>
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<description><![CDATA[El neo-estado de bienestar nos nubla un poco la mente y la memoria. Parece como si el menú variado d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El neo-estado de bienestar nos nubla un poco la mente y la memoria. Parece como si el menú variado d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estado del Proletariado]]></title>
<link>http://abogadosecuador.wordpress.com/2009/06/30/estado-del-proletariado/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>abogadosecuador</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Estado del proletariado En la época que le toco vivir a Lenin: (1870-1924) Tema: Cuando se refier]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Estado del proletariado En la época que le toco vivir a Lenin: (1870-1924) Tema: Cuando se refier]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descanso obligatorio]]></title>
<link>http://libreysalvaje.wordpress.com/2009/06/18/descanso-obligatorio/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:45:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>libreysalvaje77</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Maneje su carro con un solo dedo”, “conozca el mundo sin salir de casa”, “endurezca sus glúteos sin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="color:#cccccc;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">“<span style="font-family:Purisa;">Maneje su carro con un solo dedo”, “conozca el mundo sin salir de casa”, “endurezca sus glúteos sin levantarse del sillón”, “hágase millonario sin esfuerzo”, “compre desde su hogar”, “lo hacemos todo por usted”, “hable más tiempo, más lejos, más barato”, “beba, coma, duerma, rásquese, mire”, “no lo piense más: haga daño”, “nosotros disparamos mientras usted descansa”, “produzca diez toneladas de basura con un solo euro”, “mate más niños a menos precio”, “mutílese gratis”, “destruya el planeta desde la pantalla de su ordenador”, “no lea, no piense, no luche, no se canse, no viva: vea la televisión”.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;"><span style="font-family:Purisa;"><!--more--><br />
</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">Con poco dinero y casi sin ningún trabajo, es verdad, se puede renunciar a la libertad e incluso a la supervivencia. Lo único que no cuesta nada es la esclavitud; lo único que no requiere esfuerzo es la derrota; lo más cómodo de todo es dejarse destruir. Sin manos, desde casa, con un solo dedo, dejando resbalar apenas la mirada sobre una superficie plana se introducen muchos más efectos que levantando piedras o cortando leña (o, claro, construyendo escuelas o curando heridas). Los monjes y eremitas medievales se retiraban del mundo, y lo contemplaban desde fuera, para no intervenir en él; las clases medias capitalistas, al contrario, se refugian en la contemplación como en la más eficaz y destructiva forma de intervención. Por eso, y no por nostalgias reaccionarias o cristianas vocaciones de martirio, hay que desconfiar de todo lo que puede hacer uno mismo sin ayuda y de todo lo que podemos lograr sin demasiada fatiga. En una sociedad que da tantas facilidades para perder el juicio, que hace tan llevadero matarse y tan irresistiblemente placentero dejar caer las cosas al suelo, que proporciona tantas comodidades para que aumentemos nuestra ignorancia y concede tan generosos créditos y subvenciones para que despreciemos a los otros o hagamos ricas a las multinacionales, podemos tener la casi total seguridad de que si algo nos da pereza -si algo nos molesta- es porque vale la pena. En una sociedad que nos obliga precisamente a no hacer ningún esfuerzo, que nos impone la pasividad más divertida, que nos fuerza a no sentirnos jamás incómodos, perturbados o vigilantes, que nos constriñe tiránicamente a estar siempre satisfechos, podemos estar casi seguros de que precisamente todo aquello que no queremos hacer nos vuelve un poco más libres. En una sociedad tan totalitariamente favorable, tan poderosamente benigna, tan dictatorialmente confortable, he acabado por adoptar este principio: si algo no me gusta, es que es bueno; si no lo deseo es que es bello; si no tengo ganas de hacerlo, es que es liberador. Cada vez apetece menos leer, ser solidario, mirar un árbol: he ahí el deber, he ahí la libertad. Cada vez nos cuesta menos ver la televisión, conectarnos a Internet, usar el celular: he ahí una manifestación tan feroz del poder ajeno y de la propia sumisión como lo son la explotación laboral o la prisión.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">Eso que el filósofo Bernard Stiegler llama “proletarización” del consumidor, privado del control sobre su ocio al igual que el obrero está privado del control sobre su trabajo, no puede separarse de ciertos medios &#8211; las nuevas tecnologías- que conviene juzgar también desde este punto de vista antes de incorporarlas acríticamente a nuestra existencia como instrumentos de emancipación. He dicho otras veces que la diferencia entre un martillo y una conexión a Internet es la que existe entre una herramienta, prolongación del cuerpo en el mundo, y un órgano, que es siempre, por el contrario, la intromisión del mundo en el propio cuerpo. Es más fácil manejar el propio riñón que el propio martillo y por eso es más difícil vivir sin un riñón que vivir sin un martillo. Pero es más fácil imponer nuestra voluntad a un martillo que a un riñón y por eso es más difícil ser esclavizado por un martillo que por un riñón. La facilidad tecnológica, como la facilidad consumidora (y por razones muy parecidas), es una dictadura orgánica frente a la cual nuestra única libertad posible consiste en defendernos de ella. Frente a un martillo somos libres cuando nos decidimos a usarlo; frente a un riñón, sólo seríamos libres si pudiésemos decidir no usarlo. Por la misma razón, somos libres cuando abrimos un libro; pero sólo somos libres cuando cerramos el ordenador (o el celular o la televisión).</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">Ahora bien, una libertad sólo negativa frente a un órgano vivo es una locura; es casi un delito; es, en cualquier caso, una autolesión. No es libertad. La evidencia de esta limitación de la voluntad introducida en nuestras vidas por la televisión o por Internet, tanto más restrictiva cuanto más se multiplican los canales y las páginas digitales, se manifiesta en el hecho de que la única opción verdaderamente libre frente a ellas (el off) es la violencia. En la antigua Roma, el fuego del templo de las vestales debía mantenerse siempre encendido como condición misma de la continuidad de la vida; y su extinción, castigada de la forma más severa, era al mismo tiempo una catástrofe y la causa de nuevas catástrofes. Hoy, la continuidad de la vida está garantizada por los flujos de imágenes ininterrumpidos de las redes informáticas y televisivas; mientras nosotros dormimos, nuestro riñón funciona; mientras nosotros dormimos, la CNN sigue emitiendo; mientras nosotros dormimos, Internet sigue activo. La Vida no está ya en los templos ni en las fábricas metalúrgicas ni -por supuesto- en el ojo siempre vigilante del Dios omnipotente; las nuevas tecnologías, frente a cuyas imágenes manufacturadas pasamos muchas más horas que frente a nuestras montañas, nuestros hijos o nuestros novios, han sustituido y concentrado todos estas funciones biológicas y religiosas. Ellas son la Vida, de la que intermitentemente, en ratos ciegos, cuando nos apartamos de la mesa o del salón para preparar la comida, ir al trabajo, frecuentar a los amigos o sencillamente tomar el sol, quedamos trágicamente fuera. ¿Desconectarnos de Internet? ¿Apagar la televisión? Distintos estudios sociológicos han llamado la atención sobre la angustia que, sobre todo en los sectores más vulnerables, produce una pantalla oscura. La única decisión verdaderamente libre que podemos tomar una vez las nuevas tecnologías han entrado en casa (la de apagarlas) se parece bastante a una eutanasia. Es como si todos los días tuviésemos que asumir la responsabilidad de dejar morir a un pariente hospitalizado; como si todos los días se nos exigiese el gesto repetido (castigo griego, como el de Sísifo o Prometeo) de desconectar nuestro cuerpo de los cables y aparatos que lo mantienen conectado a la Vida. Demasiada responsabilidad para que la asuman los ancianos, los niños, los solitarios, los deprimidos, los abandonados, los cansados, que son la mayoría en este mundo.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">La ilusión de la Vida habrá que combatirla recuperando la sociedad misma en el exterior. Pero la tecnología audiovisual no es sólo una ilusión: es también un formato, un aparato. Y si la memoria política y moral de la humanidad puede borrarse de un plumazo, no ocurre lo mismo con la memoria tecnológica. La humanidad futura sabrá fabricar la bomba atómica; la humanidad futura tendrá televisión y telefonía móvil y riñones informáticos que no se dejarán nunca manejar del todo. Precisamente por eso es necesario recuperar la sociedad misma; porque la única manera de frenar la tecnología, e incluso de usarla a nuestro favor, es que la gestione una sociedad consciente y libre y no la voluntad individual de miles de apetencias y gustos y caprichos activados -y emocionados- por la facilidad inmensa, y el placer insuperable, de hacerlo todo pedazos sin moverse del sillón.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><em><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">&#8220;Descanso obligatorio&#8221;, de Santiago Alba Rico<br />
La Calle del Medio (Cuba)</span></em></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="color:#cccccc;"><span style="font-family:Purisa;"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">Sacado de <a href="//www.letra.org/spip/article.php?id_article=3067">http://www.letra.org/spip/article.php?id_article=3067</a></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O proletariado não curte o feriadão]]></title>
<link>http://caderno.allanpatrick.net/2009/06/10/o-proletariado-nao-curte-o-feriadao/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 23:51:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>allanpatrick</dc:creator>
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<description><![CDATA[Traduzo abaixo texto de Ignacio Escolar, publicado no seu blogue Escolar.net, um dos principais da b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Traduzo abaixo texto de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ignacio_Escolar">Ignacio Escolar</a>, publicado no seu blogue <a href="http://escolar.net">Escolar.net</a>, um dos principais da blogosfera espanhola. O original pode ser encontrado <a href="http://www.escolar.net/MT/archives/2009/06/el-proletariado-no-se-va-de-puente.html">aqui</a>.</p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Parece um conto de Charles Dickens, mas não ocorreu na Inglaterra do século XIX. Foi na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gandia">Gandia</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prov%C3%ADncia_de_Val%C3%AAncia">Valência</a>, Espanha) do século XXI. Franns Melgar, boliviano, imigrante, não documentado, trabalhava das onze da noite às onze da manhã numa padaria industrial em troca de uma diária de 23 euros: o preço de 23 baguetes de pão francês. Há algumas semanas, uma máquina cortou seu braço e o patrão decidiu que se safar era mais importante que o braço de Melgar, sendo assim levou o trabalhador até próximo à porta do hospital, pediu que ele mentisse sobre o acidente, jogou o braço no lixo, limpou o sangue, limpou a máquina e continuou com a produção. Parece que também limpou a consciência, pois em declarações ao jornal Levante, disse que &#8220;a culpa foi toda dele&#8221; (Melgar) porque &#8220;estava bêbado&#8221;. Os médicos tentaram reimplantar o braço, mas só conseguiram encontrá-lo várias horas depois, no meio do lixo, quando já era tarde. Diferentemente do empregado, o proprietário da padaria não teve seu nome divulgado.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Dizem que a esquerda é carta fora do baralho neste século porque não existe mais o proletariado. Falso: os trabalhadores de Dickens continuam por ai, do mesmo modo que a exploração patronal. Só que agora eles são chamados de imigrantes ilegais e não têm direito a voto. Não existem, não são nada, não são ninguém.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Esta tarde, antes de escrever esta coluna, liguei para a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho (da Espanha) para obter algumas informações importantes: o valor da multa que paga o empregador que não formaliza o contrato de seus trabalhadores, o número de acidentes de trabalho na Espanha e quantos destes afetam imigrantes sem contrato. Não souberam me responder. A única resposta: &#8220;É que amanhã é feriado em Madri&#8221;.</span></p>
<p>Veja ainda a matéria do jornal Público, para o qual Escolar colabora, sobre a notícia: <a href="http://www.publico.es/espana/231441/empresario/tira/brazo/empleado/papeles/basura/despues/sufrir/accidente/laboral">Un empresario tira el brazo de un empleado &#8217;sin papeles&#8217; a la basura después de sufrir un accidente laboral</a>.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><em>Atualização em 11/06/2009:</em></span></p>
<p>A panificadora foi <a href="http://www.publico.es/espana/231650/blanco/asegura/psoe/luchara/economia/sumergida">fechada</a> e o governo estuda um meio de <a href="http://www.publico.es/espana/231657/rumi/ibanez/considera/repugnante/caso/obrero/sufrio/amputacion/brazo">regularizar</a> a situação do imigrante, por razões humanitárias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Clase media? Va a ser que no]]></title>
<link>http://dosisdeingenio.wordpress.com/2009/06/04/%c2%bfclase-media-va-a-ser-que-no/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 01:13:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Muro</dc:creator>
<guid>http://dosisdeingenio.wordpress.com/2009/06/04/%c2%bfclase-media-va-a-ser-que-no/</guid>
<description><![CDATA[Siguiendo con lo planteado hace unos días por Santiago Niño Becerra, y ampliándolo, Ramón Muñoz escr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Siguiendo con lo planteado hace unos días por<a href="http://dosisdeingenio.wordpress.com/2009/05/27/santiago-nino-plantea-un-escenario-drastico/" target="_blank"> Santiago Niño Becerra</a>, y ampliándolo, Ramón Muñoz escribe un reportaje para <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a> ofreciendo el más que posible retrato de nuestro inmediato futuro.</p>
<p>Es extenso, es áspero, es realista y de útil (aunque masoquista) lectura:</p>
<p><strong><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/Adios/clase/media/adios/elpepueconeg/20090531elpneglse_2/Tes" target="_blank">El País &#8211; Adiós, clase media, adiós</a></strong> (muchos de los 300 comentarios también merecen un vistazo)</p>
<p>Como ya me advertía a principios de la década el filósofo, profesor y gran observador Javier Barraycoa: “<em>Si usted no dispone, o gana por encima, de 700.000 ptas., olvídese de considerar que pertenece a la clase media</em>”.</p>
<p>La próxima vez que os plateéis dónde estáis, recordad, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Proletariado">Proletariado</a>.</p>
<p>Esa palabra tan rojeras, y supuestamente anacrónica, que rara vez habréis pronunciado fuera de las aulas o de los debates ideológicos, y aún menos visto/escrito en los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Briefing" target="_blank">briefs</a> que recibís, supervisáis o redactáis.</p>
<p>Tal vez debáis tenerla más en cuenta cuando describáis a ese público objetivo compuesto por una ingente masa de mileuristas de edad indefinida, de perspectivas poco claras, de habitaciones a falta de hogares y de bolsillos eternamente vacíos, pero hambrientos de estímulos, aventuras, sueños, horizontes e ilusiones.</p>
<p>Bienvenidos, de nuevo, al s. XIX.</p>
<p>Vía <a href="http://www.escolar.net/MT/archives/2009/06/el-fin-de-la-clase-media.html" target="_blank">Escolar</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El nuevo comunismo]]></title>
<link>http://vivelibreomuere.wordpress.com/2009/05/31/el-nuevo-comunismo/</link>
<pubDate>Sun, 31 May 2009 15:19:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Artemus Stella</dc:creator>
<guid>http://vivelibreomuere.wordpress.com/2009/05/31/el-nuevo-comunismo/</guid>
<description><![CDATA[Karl Marx dividía, básicamente, al mundo capitalista en dos clases: Proletariado. Obreros encargados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Carlos_Marx" target="_blank">Karl Marx</a> dividía, básicamente, al mundo <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalismo" target="_blank">capitalista</a> en dos clases:</p>
<ul>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Proletariado" target="_blank">Proletariado</a>. Obreros encargados de la producción, pero que no eran propietarios de los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Medios_de_producci%C3%B3n" target="_blank">medios de producción</a>. Trabajan por un salario.</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Burgues%C3%ADa" target="_blank">Burguesía</a>. Los que poseen los medios de producción. Dueños de la utilidad.</li>
</ul>
<p>La propuesta <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Comunismo" target="_blank">comunista</a>, para &#8220;vivir mejor&#8221;, era que el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estado" target="_blank">Estado</a> controlara los medios de producción, como una forma de emular que los obreros fueran dueños de su propia producción, de tal manera que el reparto de la utilidad se llevara conforme a las capacidades y necesidades de cada obrero. El Estado se convertiría en una gran cooperativa.</p>
<p>No hay que darle vuelta al asunto, el comunismo propuesto por los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Marxista" target="_blank">marxistas</a> ha fracasado, no generó los resultados prometidos y aún al día de hoy sigue fracasando en los países que albergan esta ideología.</p>
<p>El problema es que las ideas comunistas no han desaparecido, se han transformado, solo que ahora aún más destructoras que antes. Lo peor es que vivimos en un mundo más comunista que capitalista y creemos que es al revés. Los políticos y los medios de información nos hacen creer que el capitalismo es la perdición, mientras el comunismo avanza cada vez más, quitándonos nuestro principal derecho: nuestra libertad.</p>
<p>La máxima del Estado comunista sigue siendo la misma, controlar los medios de producción. La mejor forma de controlarlos es muy simple, se está haciendo en este momento, desde hace un tiempo y en cualquier parte del mundo: controlando la demanda de productos y servicios.</p>
<p>Implícitamente el comunismo siempre ha sido así, el fin ha sido, en todo momento, controlar la demanda. En un Estado comunista, los ciudadanos no pueden decidir qué es lo mejor para ellos, no deciden qué comprar y mucho menos pueden decidir qué vender. Hoy en día, los gobiernos &#8211;incluso los que se hacen pasar por capitalistas&#8211; intentan controlar la demanda.</p>
<p>Las principales formas de controlar la demanda, son las siguientes:</p>
<ul>
<li>Emisión de dinero</li>
<li>Impuestos</li>
<li>Subsidios</li>
</ul>
<p>Con el control en la emisión de dinero, se puede manejar, a nivel macro, la capacidad de compra de los individuos. Es posible generar la ilusión de estabilidad o incluso, si es necesario, se puede crear inestabilidad. Al fin, el culpable puede ser el capitalismo; cuando en un verdadero capitalismo no debe existir un control sobre la emisión del dinero por parte del Estado.</p>
<p>Los impuestos son útiles para controlar, por ejemplo, lo que se vende internamente en un país. Con ello se puede someter a los empresarios que no se adaptan o no quieren ser cómplices del régimen. Los impuestos arancelarios, que aparentemente son útiles para el crecimiento interno, son en realidad una forma de control entre el gobierno y los empresarios no capitalistas (aquellos que en contubernio con los gobiernos, invierten sin riesgo, sin competencia), para que no entren productos que en el exterior se producen más baratos; obligando a los ciudadanos a comprar productos caros, producidos por empresarios corruptos, auspiciados por políticos corruptos.</p>
<p>Los subsidios son mecanismos para apaciguar a los ciudadanos, para crear la ilusión de que &#8220;si funciona&#8221;; a la vez que, aparentemente, abaratan los productos y servicios, orillando a los ciudadanos a consumirlos en perjuicio de productos y servicios no subsidiados, eliminando así a la competencia.</p>
<p>El asunto de todo esto, es que no nos estamos dando cuenta. Los políticos comunistas van a paso lento, pero seguro. Cuando menos lo pensemos, ya vamos a estar inmersos en un cúmulo de políticas comunistas, con la fachada de capitalismo.</p>
<p>En resumen, la fórmula es sencilla: políticas para controlar la demanda de productos y servicios, empresarios no capitalistas y ciudadanos conformes con su derecho limitado a decidir por si mismos.</p>
<p>No es necesario controlar a los medios de producción, cuando puedes controlar lo que la gente consume.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué nos hemos creído?]]></title>
<link>http://catolicorojo.wordpress.com/2009/05/26/%c2%bfque-nos-hemos-creido/</link>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:49:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>catolicorojo</dc:creator>
<guid>http://catolicorojo.wordpress.com/2009/05/26/%c2%bfque-nos-hemos-creido/</guid>
<description><![CDATA[Una de las frases más peligrosas que se puede escuchar hoy en día es sin duda &#8220;la lucha de cla]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una de las frases más peligrosas que se puede escuchar hoy en día es sin duda &#8220;la lucha de clases está pasada de moda&#8221;.</p>
<p>La verdad es que lo han conseguido, las clases medias podemos endeudarnos hasta las cejas y comprar grandes televisores, coches, casas, ordenadores, aparatos de aire acondicionado, caras ropas y otra serie de bienes que son o muy utiles, o no lo son para nada.</p>
<p>Lo mejor de todo es que nos hemos creido que por poder ir a una tienda y pagar algo a plazos ya somos burgueses, que por tener una carrera universitaria, ya somos alguien y poco a poco perdimos nuestra identidad y olvidamos quienes somos.</p>
<p>Ha tenido que venir una crisis para poner a muchos en su sitio y recordarles que no son más que proletarios que se levantan a las 6 para construir un pais por un sueldo bajo, que si nos quedamos en el paro y no podemos pagar el plazo del televisor, el banco nos quita hasta a los hijos, que resulta que tenemos unos derechos sociales que no conociamos y ahora nos pueden quitar, y entonces se empezó a escuchar: Ni un paso atrás.</p>
<p>Que la lucha de clases está pasada de moda se lo pueden decir también a las clases bajas, quiza hoy en día menos numerosas que cuando estas ideas nacieron, pero sin duda hoy el rico es más rico y el pobre es más pobre.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="ricos y pobres" src="http://www.lluiski.com/wp-content/2007/12/ricos_pobres.gif" alt="" width="470" height="359" /></p>
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