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	<title>prosumidor &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/prosumidor/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "prosumidor"</description>
	<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 09:49:24 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Se busca ... administrador de comunidad!]]></title>
<link>http://ricardodeleon1961.wordpress.com/2009/10/14/se-busca-administrador-de-comunidad/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 01:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo De Leon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aun cuando algunas de las funciones no son completamente nuevas, el administrador de comunidades en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aun cuando algunas de las funciones no son completamente nuevas, el administrador de comunidades en ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Reallity Show ... de emprendedores!]]></title>
<link>http://ricardodeleon1961.wordpress.com/2009/10/13/reality-show-de-emprendedores/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 04:24:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo De Leon</dc:creator>
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<description><![CDATA[En la  BBC de Londres existe un reallity show de emprendedores, donde cada episodio cada uno de los ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En la  BBC de Londres existe un reallity show de emprendedores, donde cada episodio cada uno de los ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Emprendedores en México... ]]></title>
<link>http://ricardodeleon1961.wordpress.com/2009/10/12/emprendedores-en-mexico/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 02:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo De Leon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hace poco leíamos en el Blog &#8220;Liderarte para Liderar&#8220;  un post breve que enuncia de una ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hace poco leíamos en el Blog &#8220;Liderarte para Liderar&#8220;  un post breve que enuncia de una ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relação com prosumidores 2.0: o que muda?]]></title>
<link>http://nepo.com.br/2009/09/24/como-sera-a-empresa-do-futuro/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 12:36:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
<guid>http://nepo.com.br/2009/09/24/como-sera-a-empresa-do-futuro/</guid>
<description><![CDATA[Boa parte das empresas morre não por fazer coisas erradas, mas por fazer a coisa certa por um tempo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>Boa parte das empresas morre não por fazer coisas erradas, mas por fazer a coisa certa por um tempo longo demais<strong> –<span style="font-style:normal;"> Yves Doz &#8211; </span></strong><strong><a href="http://nepo.com.br/frases/"><span style="font-style:normal;">da minha coleção de frases.</span></a></strong></em></p></blockquote>
<p><a href="http://img67.imageshack.us/img67/2607/culturaempresakb5.jpg"><img class="alignnone" title="Empresa do futuro" src="http://img67.imageshack.us/img67/2607/culturaempresakb5.jpg" alt="" width="230" height="239" /></a></p>
<p><em>(Remasterizei este texto hoje 29/09/09. É um texto básico sobre o tema e vale para iniciar o debate com o pessoal de marketing e responsável pelo atendimento do cliente. O início do papo. A abordagem sobre empresas 2.0 deve ser vista sob dois primas, o relacionamento externo e as mudanças internas para redes mais horizontais. Aqui discuto a relação com os consumidores. )</em></p>
<p>Depois da palestra <a rel="externo" href="http://www.patriciahaddad.com/?p=847">Sou+Web</a> na Faculdade Hélio Alonso, ano passado, na qual tinha um pessoal da TIM perguntando:</p>
<blockquote><p><em>“Afinal, como será a empresa do futuro?”</em></p></blockquote>
<p>Fiquei a pensar com o meu mouse…e teclado.</p>
<p>Disseram eles:</p>
<blockquote><p><em>“A nossa empresa é uma prestadora de serviços na área de telefonia celular”.</em></p></blockquote>
<p>Pois bem… imagino que hoje começamos a mudar mais e mais uma estrutura de atendimento ao cliente de um modelo vertical para cada vez mais horizontal.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_z2uBPWedg5Y/SX9raDVXbwI/AAAAAAAAAZg/5UzXsBQGkqA/s320/Uni+Versos+na+palma+de+minha+m%C3%A3o+-+1.jpg" alt="" width="316" height="320" /></p>
<p>De algo “eu faço e toma pronto” para “vem aqui fazer junto comigo que eu te dou uma força mais adiante. Te dou algo que é a tua cara e você pode alterar quando quiser”.</p>
<p>Isso não se dá por boa vontade.</p>
<p>Apenas, há um novo ambiente de conhecimento em curso, com o surgimento da rede digital distribuída.</p>
<p>O usuário, hoje, tem grandes diferenças dos pré-rede:</p>
<ul>
<li>- podem comparar preços;</li>
<li>- podem visitar os concorrentes num clique;</li>
<li>- sabem o que os outros consumidores acharam do seu produto.</li>
</ul>
<p>Isso muda a forma de relacionamento para melhor.</p>
<p>Como um jogo de ping-pong.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://mcaaron.files.wordpress.com/2008/10/world-championship-ping-pong.jpg?w=300&#038;h=423" alt="" width="300" height="423" /></p>
<p>Mas exige, na relação com os prosumidores, e, por que não, com os fornecedores um novo tipo de relacionamento.</p>
<p><em>(O termo tem múltiplos significados conflitantes: o sector empresarial vê o prosumidor (profissional-consumidor), como um segmento de mercado, enquanto que os economistas veêm o prosumidor (produtor-consumidor) como tendo uma maior independência da economia de mercado. </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosumidor"><em>Mais</em></a><em>)</em></p>
<p>A rede que era mais horizontal e pouco transparente, se torna mas aberta.</p>
<p>O que nos leva para trazer mais e mais este consumidor para dentro do círculo de decisões.</p>
<p>Quanto mais ele ajudar a decidir, usando a própria rede digital para isso, menos margem de erro teremos nesse processo.</p>
<p>Assim, exemplos são vários, como o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&#38;source=web&#38;ct=res&#38;cd=1&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.fiatmio.cc%2F&#38;ei=jV27SrbUK4imlAfFq72WDQ&#38;usg=AFQjCNFul0T9T41tWWnLrNUc-t7LwN3YwA">da Fiat que está projetando um carro junto com os usuários.</a></p>
<p>Isso que é uma experiência meio ousada, será a norma e não a exceção no futuro.</p>
<p>O mercado era um porque o ambiente de conhecimento era um; mudou o ambiente de conhecimento, a partir das novas tecnologias de informação e comunicação, e estamos diante de um novo mercado.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_TFaflqw9q-0/R46mPUvAWoI/AAAAAAAABRc/GumqlNLDJOI/s400/futuro.JPG" alt="" width="321" height="395" /></p>
<p>É uma fase de transição dolorosa, mas necessária.</p>
<p>Antes: eu bolo meu produto aqui e coloco lá no mercado…</p>
<p>Mas hoje, com o processo colaborativo, o mercado está aqui, está lá, ou em todo o lugar? Existe ainda dois espaços, ou um só? Já que é muito barato você trazer o seu consumidor para dentro da “bolação” do seu produto… o tal “prosumidor”.</p>
<p>Quando alguém coloca o consumidor para preparar a sua própria estampa da camiseta, fazer ele mesmo o seu pacote de turismo ou produzir o seu próprio carro, o que na verdade está se fazendo?</p>
<p>Com um custo barato, via internet, estamos pedindo para o prosumidor clicar e ordenar para o robô da fábrica algo que ele já está comprando, não algo que vai comprar.</p>
<p>É uma redução enorme de corte de custo: pesquisa, marketing, estoque… tudo!</p>
<p>Ou seja, tentar enfrentar esse futuro pensando com a cabeça do passado é algo meio <em>demodé</em>… vai consumir dinheiro e não vai nos levar a lugar algum.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://i103.photobucket.com/albums/m121/cejunior/MuroProvisrio-1.jpg" alt="" width="450" height="338" /></p>
<p>Assim, quando a empresa pensa no seu negócio, não pode mais pensar em que é uma empresa de serviço… está indo pela caminho errado. Ela ERA uma empresa de serviços, agora é uma gestora de comunidades que tenta resolver determinados problemas de seus prosumidores.</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2008/10/22/dos-ordenhadores-de-vaca-a-apicultores/">Passamos de ordenhador de vacas a apicultores.</a></p>
<p>Seria então:</p>
<p><strong>TIM, empresa gestora de comunidades de usuários de equipamentos móveis.</strong></p>
<p>É preciso que o usuário possa ele mesmo fazer o seu próprio plano, dizer com que amigos agora ele quer falar mais barato… como se fosse um Orkut ou um Twitter. Ele vai mudando e pagando menos.</p>
<p>É um passo inicial…</p>
<p>Quando Gutemberg inventou o livro, a Europa tinha uma estrutura hierárquica, centrada em reis e igrejas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/SL9BsB0z8wI/AAAAAAAABy0/lBzODj86Iws/s400/Idade+Media,+representacao+simbolica+da+Igreja.jpg" alt="" width="351" height="400" /></p>
<p>O livro permitiu que um conjunto de idéias (que não andavam circulando no planeta) pudesse ser trocado. Daquele momento em diante as organizações puderam se reestruturar.</p>
<p>Os reis e papas perderam a hegemonia com as revoluções que se seguiram, da francesa à russa.</p>
<p>Com a Internet, o que está em cheque é um outro tipo de hierarquia: a dos que sabem o que a sociedade quer, do presidente da empresa, ao gerente de marketing, aos políticos, etc…</p>
<p>Agora, todo mundo quer dizer e quer encomendar o que realmente lhe agrada.</p>
<p>É um novo passo… e se a Tim, do nosso exemplo não entrar, e os concorrentes chegarem na frente, aparece a Tom… e fim de papo.</p>
<p>É preciso, como eles mesmo dizem, uma:</p>
<p>&#8220;Mente sem fronteiras!!!&#8221;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_yLkiWIZ1bKI/SdE4FeuTqCI/AAAAAAAAAUY/QUAn5YGoEMk/s400/TIM.bmp" alt="" width="384" height="204" /></p>
<p><em>(</em><em><a href="http://nepo.com.br/2008/10/21/como-sera-a-empresa-do-futuro-parte-ii/">Continuo a reflexão aqui</a></em><a href="http://nepo.com.br/category/empresa-20/"><em>.</em></a><em>)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[YouTube: ver y colgar videos en 3D]]></title>
<link>http://grupoexabyte.wordpress.com/2009/07/30/youtube-ver-y-colgar-videos-en-3d/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:30:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Cruzalegui</dc:creator>
<guid>http://grupoexabyte.wordpress.com/2009/07/30/youtube-ver-y-colgar-videos-en-3d/</guid>
<description><![CDATA[Al igual que en el cine, en el que películas como La Era del Hielo 3 hacen cada vez más normal ir al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="textonota">
<p>Al igual que en el cine, en el que películas como La Era del Hielo 3 hacen cada vez más normal ir al cine con gafas especiales de dos colores, <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a> también ha dado un paso en este sentido: Desde hoy se pueden ver y colgar videos en 3D en su página web.</p>
<p>Para ello, se ha incluido un <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5ANcspdYh_U" target="_blank">manual con consejos</a> para orientar a los usuarios sobre cómo subir sus vídeos en tres dimensiones.</p>
<p>Entre otras indicaciones, se encuentra la necesidad de utilizar dos cámaras colocadas como si fuesen los ojos y sincronizar la grabación.</p>
<p>Los “<a title="Quiere decir, Productor + Consumidor. Ir" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Prosumidor">prosumidores</a>” tienen ahora cada vez menos límites para su ingenio y trabajo.</p>
<p style="text-align:center;">  </p>
<p>Fuente: <a title="Ver el artículo original" href="http://www.elcomercio.com.pe/noticia/320793/ahora-youtube-ofrece-posibilidad-ver-colgar-videos-3d" target="_blank">El Comercio</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una nueva lógica de participación]]></title>
<link>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/07/13/una-nueva-logica-de-participacion/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 05:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
<guid>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/07/13/una-nueva-logica-de-participacion/</guid>
<description><![CDATA[La fragmentación de nuestras identidades responde, en gran medida, a una mayor posibilidad real de e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La fragmentación de nuestras identidades responde, en gran medida, a una mayor posibilidad real de expresar un conjunto de intereses más amplio y diverso del que nos era disponible antes. Cuando nuestra experiencia mediática se encontraba mucho más consolidada, el espectro de intereses que podíamos escoger para adherir a nuestras identidades era considerablemente más reducido, con lo cual los patrones predominantes eran considerablemente más predominantes (y de allí que fuera mucho más consistente <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/07/08/la-construccion-de-la-cultura/">articular una cultura de masas</a>).</p>
<p>Pero el desarrollo tecnológico del siglo XX cambió y amplió ese espectro de manera decisiva. He escrito ya sobre esto en más detalle <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/23/la-arquitectura-de-la-participacion/">hace</a> <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/30/politica-buffet-y-activistas-digitales-parte-1/">unos</a> <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/30/politica-buffet-y-activistas-digitales-parte-2/">días</a>, pero quiero volver sobre el tema con una mirada un poco más general. Básicamente, nos enfrentamos a un proceso en el cual la tecnología permitió transformar tres categorías de los costos de transacción social que hicieron posible ampliar el espectro de intereses que se comunicaban públicamente. En primer lugar, se redujeron las barreras a los costos de producción de objetos culturales: en lo que refiere a diferentes formas de expresión, información y conocimiento, nuevas tecnologías pusieron en manos de personas no-profesionales la posibilidad de volverse productores. Desde la fotocopiadora, pasando por las cámaras fotográficas, luego las cámaras digitales, el video digital, las computadoras personales, las impresoras láser, etc. &#8211; todas estas tecnologías hacían que uno pudiera ser un músico, un escritor, un videógrafo amateur sin tener necesariamente que hacer enormes inversiones para poder experimentar con la producción de objetos culturales.</p>
<p>En segundo lugar, se dio un cambio en los costos de distribución con la aparición de redes informáticas y la web. No sólo ahora podía, con formatos digitales, producir información más fácilmente, sino que con Internet puedo hacerla llegar fácilmente a un público enorme: puedo subir mis videos a YouTube, puedo incluir mis canciones para que se vendan por iTunes, puedo crear un blog que esté automáticamente en línea, disponible para el que quiera leerlo. Pero esto tuvo que ir de la mano, para funcionar, con que en tercer lugar se vieron modificados los costos de acceso a la información: la aparición de Google hizo posible conectar este enorme universo de nuevas producciones con los intereses particulares de consumidores buscando información.</p>
<p>La culminación de este proceso es lo que Chris Anderson ha llamado &#8220;la larga cola&#8221;, una reinterpretación de la distribución de Pareto ajustada a las condiciones de la economía digital. Según la distribución de Pareto, el 20% de tus actividades genera el 80% de tus resultados &#8211; de modo que el 20% de películas, discos, o libros publicados en un año generará a su vez el 80% de las ganancias. Esta misma distribución se aplica a la circulación de una enorme variedad de objetos. Lo que ha resultado de esto es que hemos construido una cultura y un mercado pensados a partir del <em>hit</em>, de aquel producto que se posicione en ese 20% y genere suficientes resultados como para compensar los de todos sus hermanos que se quedaron en el 80% restante. Cuando <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/07/09/reordenando-el-mundo/">el espacio físico introduce limitaciones a la manera como podemos distribuir la información</a>, nos vemos limitados a quedarnos con el 20% que apele a la mayor cantidad de gente posible. Pero al mismo tiempo, mientras mayor sea el público menor será el denominador común que le da significado a estos productos. En otras palabras, mientras signifique algo para más personas, significa siempre menos para mí.</p>
<p>El cambio que he eliminado en los costos de transacción producido por la tecnología le saca un poco la vuelta a este ordenamiento. Estas tres dimensiones transformadas hacen posible que esa larga cola de la distribución de Pareto, ese 80% antes invisible, ahora se vuelva potencialmente visible y relevante. Pues aunque no haya en él, quizás, productos e información que le importen a un enorme número masivo de gente como para justificar la inversión en desarrollarlo, puede significar lo suficiente para un número suficientemente grande de gente para organizarse en torno a ese interés. Es decir, quizás un producto de la larga cola no justifica una inversión millonaria para lanzar un producto al mercado; pero sí puede justificar, en cambio, la organización de un grupo de interés en torno a ese tema, donde se intercambia información, se realizan actividades, y se genera toda una dinámica en torno a ese interés sumamente particular. Lo que el cambio tecnológico ha permitido es doble, si no triple: en primer lugar, hace posible que personas con estos múltiples intereses se encuentren unas a otras al hacer la larga cola visible. En segundo lugar, hace posible que estas personas se organicen se maneras sumamente sencillas y accesibles para la exploración y el desarrollo de sus propios intereses y objetivos.</p>
<p>En tercer lugar, y esto le ve en detalle Anderson, es que también permite inaugurar un nuevo mercado en la medida en que es posible agregar y consolidar una enorme cantidad de estos nichos, a un bajo costo, y aún así generar ganancias significativas. Es el caso de Amazon.com, o de iTunes, cuyos catálogos están compuestos por un enorme número de títulos que son rara vez descargados. Pero la suma agregada de lo que venden todos los títulos del 80%, junto con el costo reducido que significa mantenerlos en un catálogo digital, hace que sean un mercado mucho más que interesante.</p>
<p>Lo cual empieza a generar tensiones. La primera es económica, la segunda cultural. En el primer caso, esta facilidad de producción, distribución y acceso al mercado de consumidores hace que muchos intermediarios previamente existentes se vuelvan medianamente irrelevantes. Para el enorme sector de bandas de música que NO son los Rolling Stones o nada cercano a esa categoría, tienen en muchos casos mucho más que ganar regalando su música en línea para ganarse un público y luego ganar cobrando por merchandising o por entradas a conciertos. Los grandes sellos discográficos muestran su irrelevancia para todo el sector que no pertenece al 20% de los megahits, y potencialmente, con el tiempo puede mostrar su irrelevancia para ellos también (como lo están mostrando grupos como Radiohead o Nine Inch Nails). El esfuerzo de las grandes disqueras por defenderse de los golpes de la nueva tecnología no va sólo por el hecho de que pierden dinero cuando los consumidores pueden acceder gratuitamente a su producto, sino que es considerablemente más grave (para ellos): lo que están defendiendo es, en realidad, un modelo de negocios que ya no tiene sentido cuando los patrones y parámetros del consumo y la distribución han cambiado lo suficiente como para volverlo irrelevante. Y lo mismo está ocurriendo en varias otras industrias.</p>
<p>De ello mismo se desprende una tensión cultural. Y es que, en el ámbito de la larga cola se han venido a posicionar una enorme cantidad de nuevos intereses que han encontrado los medios para verse canalizados, agregados y desarrollados en iniciativas comunitarias y colectivas que, como experiencia, tienen mayor significado personal que la participación de la cultura de los megahits. Ésta es la gran paradoja de la globalización: que conforme más se extienden ciertos valores y patrones homogéneos y uniformes, mayor es nuestra necesidad de diferenciarnos y de enraizarnos en algún tipo de forma de experiencia comunitaria donde podamos sentir un sentido de pertenencia. En el mundo digital, esta experiencia comunitaria se construye sobre la base fundamental de compartir información, de la misma manera como antes señalé que hacíamos uso de &#8220;utilerías&#8221; para expresar nuestras identidades. Compartir información y construir una base de conocimiento compartido con un grupo de gente es el primer paso para empezar a articular el sentido de una comunidad, agrupada en torno a un interés específico. Clay Shirky lo sentencia muy claramente cuando afirma que &#8220;the Internet runs on love&#8221; (&#8220;Internet se mueve por amor&#8221;).</p>
<p>Nuestras prácticas en línea consisten en compartir con personas que nos interesan contenidos que nos parecen relevantes, interesantes, y que ameritan ser compartidos con más personas. El sentido de las aplicaciones web de la última generación de servicios está estructurado casi esencialmente en torno al movimiento de circular y compartir información, de apropiársela y de transformarla en el proceso. La tensión surge porque, técnicamente, este proceso por el cual compartimos, apropiamos y transformamos información y conocimiento se encuentra muchas veces al margen, muchas veces en contra de la ley. El acto normal y transparente de enviarle una canción a un amigo, o de compartir un video con otra persona, se vuelve un acto para el cual no tenemos una licencia. No podemos consumir un enorme universo de contenidos con la misma libertad con la cual queremos construir enlaces sociales con otras personas en línea, y los grandes productores de contenido que se han encargado de que así sea quieren perpetuar este estado de cosas justamente porque el cambio en este estado de cosas socava los modelos de negocios sobre los cuales se han construido. Para mantener este estado de cosas han intentado y siguen intentando todo tipo de métodos tanto tecnológicos (filtrados, bloqueos, encripciones, seguros, chequeos, etc.) como legales (mayores penas, multas, extensión de privilegios, etc.), con mayor o menor éxito.</p>
<p>Esto hace, sin embargo, evidente otra cosa: y es que hemos llegado un punto en el cual la tecnología, y la manera como usamos la tecnología, nos permiten hacer más cosas que las que nuestras legislaciones están en capacidad de reconocer, explicar, y censurar o promover. Las categorías de nuestro ordenamiento legal y político simplemente no están en la capacidad de abarcar todo este nuevo universo de fenómenos que no existían cuando fueron formulados. Y ocurre aquí con la legalidad algo parecido a lo que vimos al hablar de las patologías de la identidad: en algún punto tenemos, cuando menos, que ponernos a pensar que si una enorme cantidad de personas se comportan cotidianamente de una manera que los pone al margen de la ley, quizás no se trate tanto que tenemos un incremento en la criminalidad como que deberíamos repensar nuestra legislación. Esto no quiere decir, en absoluto, que por defecto el nuevo patrón de conducta esté &#8220;bien&#8221; ni nada por el estilo, simplemente quiero decir que si estamos en un punto en el cual criminalizamos cosas que tienen sentido para el sentido común, como diría Lawrence Lessig, quizás es un buen punto para preguntarnos si estamos pensando bien las cosas.</p>
<p>Lo que está aquí en juego, sin embargo, no es solamente el hecho de poder descargar música o películas libremente por Internet. Pues lo que se tiene aquí de fondo es una nueva dinámica de participación colectiva y de organización de comunidades. Indirectamente, cuando los productores de contenido se apoyan en el Estado para generar obstáculos a lo que pueden hacer los individuos que participan de estas comunidades, están introduciendo barreras a la participación que se traducen en múltiples ámbitos. Y es que lo interesante de que las personas empiecen a participar de estas comunidades es que los hábitos de información que se desarrollan, las habilidades que uno adquiere mediante este tipo de participación en el desarrollo de sus propios intereses, son habilidades transferibles que pueden aplicarse en múltiples contextos y no dependen, estrictamente, del interés en torno al cual se hayan desarrollado. Las prácticas que aprendemos &#8211; compartir información, comentarla, criticarla, agregarla colectivamente, intercambiar opiniones, manejar discusiones, manejar relaciones grupales, organizar iniciativas, etc. &#8211; son prácticas que podemos fácilmente imaginarlas aplicadas a un club de fanáticos del anime como a un grupo que promueve la despenalización del aborto. Lo cual quiere decir, entonces, que cuando introducimos obstáculos para lo que uno puede hacer legítimamente, estamos al mismo tiempo introduciendo obstáculos para lo que puede hacer el otro.</p>
<p>El resultado de todo esto es sumamente interesante, y amerita un análisis mucho más detallado a la vez que crítico, pues hay muchos procesos incompletos e inconclusos, y conclusiones poco claras frente a las que hay que hilar fino. Pero gruesamente, este es el proceso por el cual se ha configurado una arquitectura de la participación que ha transformado nuestro sentido de lo que significa la participación y ha ampliado nuestro sentido de lo que es participar de política y de maneras de intervenir en lo público. Como en otras dimensiones por las que hemos pasado brevemente, la transformación en los costos que enfrentamos para realizar diversas acciones ha inaugurado nuevas posibilidades de acción antes no conocidas &#8211; así, por ejemplo, la participación en la esfera política ya no tiene que ir necesariamente mediada por una institución como los partidos políticos.</p>
<p>Ahora, muchas otras preguntas se desprenden que son sumamente relevantes. Primero, aunque todo suena muy bonito, ¿qué hacemos los miles de millones de personas de plano excluidas de esta nueva arquitectura de participación? ¿Qué legitimidad tiene, en ese sentido, cualquier resultado al que podamos llegar por esta vía? ¿Y qué tanto corremos el riesgo de que esta facilidad de articular nuestra propia configuración del mundo no nos encierre sobre nosotros mismos, aislándonos de todo aquello diferente a nuestro punto de vista? De nuevo es importante tener en consideración que lo que el cambio mediático permite, también en esta dimensión, es una serie de amputaciones y extensiones que tenemos la posibilidad de evaluar más cercanamente para entender cómo nuestra cultura está siendo afectada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pautear]]></title>
<link>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/22/pautear/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:36:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
<guid>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/22/pautear/</guid>
<description><![CDATA[Un ejemplo que me parece ilustrativo a partir de algo que me explicaron hace poco, cómo funciona el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un ejemplo que me parece ilustrativo a partir de algo que me explicaron hace poco, cómo funciona el pauteo al producir un clip audiovisual. Remezclado aquí, como pasa últimamente, con ideas de Clay Shirky.</p>
<p><strong>Filtra, luego publica</strong></p>
<p>El pauteo es la manera como, digamos, se enseña a registrar y editar material audiovisual profesionalmente. Creo. Al menos esto es lo que he entendido: grabas tu material en video &#8211; el cual, además, no grabas a la loca, sino que planificas y desarrollas según un programa, normalmente &#8211; y, antes de digitalizarlo para poder editarlo, haces el pauteo. Es decir, como el soporte MiniDV captura en tiempo real, 1:1, para no tener que esperar horas mientras el material es capturado primero haces un pauteo, un listado de los códigos de tiempo y el contenido que hay en esos segmentos. Luego, escoges lo que quieres utilizar y solamente digitalizas esos segmentos, para ahorrar tiempo.</p>
<p>Hay una serie de variables económicas centrales a esta práctica. Lo primero es que los recursos son escasos: normalmente estos equipos son costosos de conseguir, por lo tanto uno debe optimizar al máximo tanto el tiempo que invierte en la producción, como en la edición, de modo que mientras menos tiempo demore uno digitalizando material y además, menos material tenga para escoger al editar, tanto mejor, pues los costos de producción serán menores. Al mismo tiempo, está en consideración el tiempo de las personas que hacen esto: al dedicarse profesional, exclusivamente a este trabajo, deben también hacer el uso más eficiente de su tiempo en la captura y la edición. De allí que existan por los menos tres instancias de filtros antes de la versión final: la planificación de la grabación, el pauteo, y finalmente la edición (que seguramente a su vez será revisada). Así es como, según entiendo, funciona la producción audiovisual tradicional.</p>
<p><strong>Publica, luego filtra</strong></p>
<p>Yo no tengo ningún tipo de formación profesional ni técnica de este tipo. Pero grabo una que otra cosa y disfruto mucho editando clips. Pero mi procedimiento, en consecuencia, es totalmente diferente. Primero que nada, no tengo ninguna planificación de lo que grabo, a lo sumo una idea u objetivo general, y a partir de eso voy capturando cosas que me parecen interesantes. Segundo, no hago ningún tipo de pauteo &#8211; simplemente subo a la computadora todo el material que he capturado, y luego voy viendo qué vale o no la pena desde el programa de edición. La digitalización también es en tiempo real, pero simplemente puedo dejar ese proceso en el fondo mientras me dedico a leer o a buscar otra cosa en la computadora. Luego, cuando tengo tiempo, me dedico a revisar y editar.</p>
<p>Lo primero que salta a la vista son, de nuevo, las transformaciones en los costos de transacción. Mis equipos no son nada caros comparados con los equipos profesionales &#8211; cámaras amateur, computadoras personales &#8211; y no tengo costos mucho mayores por usarlos demasiado. De modo que no tengo, en la práctica, ningún apuro para optimizar el contenido antes de llevarlo a editar. Además, el hecho mismo de que ésta no es la única actividad que realizo significa que puedo dedicarme a otras cosas al mismo tiempo, sin tener que dedicar todos mis esfuerzos o energías a esta &#8220;producción&#8221;, y de allí que pueda dejarla como trabajo de fondo mientras veo otras cosas. Esto me parece importante en la medida en que refleja cómo en el <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/04/15/que-lugar-queda-a-todos-los-demas-en-el-nuevo-ecosistema-mediatico/">nuevo panorama mediático</a> cumplimos muchos roles al mismo tiempo, <a href="http://www.invasionesbarbaras.com/2009/04/23/creadores-criticos-curadores-consumidores/">por ratos consumiendo, produciendo, criticando</a>, y demás.</p>
<p>Refleja, además, la manera en la cual el proceso se lleva a cabo cuando se desprofesionaliza, en la misma línea de <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/17/el-desafio-a-las-profesiones/">la explicación de Shirky de las profesiones en función a los costos de transacción y las necesidades sociales</a> a las que responden. Cuando nuestros costos de transacción bajan, se vuelve menos necesario ejercer tantos niveles de filtrado antes de publicar &#8211; pero, en cambio, se transfiere esa misma necesidad de filtrado a los consumidores que se ven obligados a adoptar una posición más crítica frente a los contenidos que consumen. Lo cual, claro, genera toda una serie de nuevas necesidades sociales.</p>
<p>No, no estoy tratando de decir que por esto, la profesión audiovisual desaparecerá, o que el pauteo no tiene sentido. Tiene mucho sentido, cuando esos son tus parámetros y esos tus objetivos, y en una buena cantidad de casos, lo siguen siendo. Pero sí se refleja en este paralelo la manera como la ampliación de la base tecnológica abre la posibilidad a nuevos contenidos y nuevos procesos de producción que no se vean limitados por las mismas barreras económicas. Tendrán las suyas propias, por supuesto, y responderán a sus propias necesidades.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MARCAS, ES HORA DE PONER OREJAS]]></title>
<link>http://planetarojo.wordpress.com/2009/03/12/marcas-es-hora-de-poner-oreja/</link>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 04:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>barbarojav3</dc:creator>
<guid>http://planetarojo.wordpress.com/2009/03/12/marcas-es-hora-de-poner-oreja/</guid>
<description><![CDATA[Soy un convencido de que Internet ha cambiado muchas cosas. La forma de hacer publicidad y el market]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Soy un convencido de que Internet ha cambiado muchas cosas. La forma de hacer publicidad y el marketing, por ejemplo. Ya nos se puede tratar a los usuarios/consumidores/lectores como si fueran retrasados mentales. Con todo el respeto que los retrasados mentales me merecen. Tengo muchos amigos que califican y los respeto mucho. El punto es que, por muy evidente que parezca, muchas marcas aún no entienden que no se puede tapar el sol con un dedo y no por que no quieran ver un problema, ese problema deja de existir.</p>
<p>Por eso, la diferencia entre el marketing de la vieja escuela y el marketing 2.0, el de las redes sociales, está simplemente en la capacidad de los ejecutivos de una marca de darse cuenta de esta simple y significativa máxima. Hay que escuchar a los &#8220;<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Prosumidor">prosumidores</a>&#8220;, hoy ellos tienen el poder. Les guste o no.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA REVOLUCION DE LOS MEDIOS || Un video ¿del futuro?, y una buena leccion...]]></title>
<link>http://doriard.wordpress.com/2009/02/25/la-revolucion-de-los-medios-un-video-%c2%bfdel-futuro-y-una-buena-leccion/</link>
<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 05:59:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doriard</dc:creator>
<guid>http://doriard.wordpress.com/2009/02/25/la-revolucion-de-los-medios-un-video-%c2%bfdel-futuro-y-una-buena-leccion/</guid>
<description><![CDATA[Bueno, a continuacion pondre un video que me ha pasado un amigo de internet, que se hace llamar Yosh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bueno, a continuacion pondre un video que me ha pasado un amigo de internet, que se hace llamar Yosh]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué opinas?]]></title>
<link>http://silvriefing.wordpress.com/2009/01/17/%c2%bfque-opinas/</link>
<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 22:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvriefing</dc:creator>
<guid>http://silvriefing.wordpress.com/2009/01/17/%c2%bfque-opinas/</guid>
<description><![CDATA[Ritzer identificaba el Software Social como parte de la sociedad industrial donde, por cierto, todo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div></div>
<p><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Ritzer</span></em><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> identificaba el Software Social como parte de la sociedad industrial donde, por cierto, todo lo que se produce envuelve al consumo. La diferencia de este nuevo estadio de la sociedad de consumo, era que el marketing había ideado el concepto de “<em>co-creación</em>” que envolvía de aura democrática la participación de los usuarios, pero que en definitiva ocultaba la nueva condición de los usuarios, lo que Ritzer denominó <em>prosumers,</em> un nuevo equilibrio entre productor y consumidor. En palabras más claras, la co-creación era el eufemismo de prosumidores, que no es más que una nueva forma de explotación social.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Ritzer se fijaba en el tiempo invertido de los colaboradores no remunerados de Wikipedia, o los miles de usuarios que alimentan sus perfiles en Facebook cada día. Con su participación y consumo crean marcas de valor que le permiten, por ejemplo al dueño de Facebook, recibir más de una tentadora oferta económica. ¿Cuánta remuneración de ese esfuerzo sustancial le llega a los usuarios? Cero. A lo que Ritzer comentaba cuán curioso le parecía la devoción de la gente a esas labores sin recibir dinero a cambio. Para este sociólogo, en este nuevo estadio del capitalismo, este último se aprovechaba de la generosidad de los consumidores que quieren usar la Web 2.0 por diferentes razones (crear identidad, compartir con comunidades, etc.).</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"><a name="pd_a_1284178"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container1284178" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/1284178.js"></script>
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		</noscript></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El capital riesgo empieza a alejarse de la web 2.0]]></title>
<link>http://lanoticiatecnologicadelasemana.wordpress.com/2008/11/07/el-capital-riesgo-empieza-a-alejarse-de-la-web-20/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 23:05:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>jlopez</dc:creator>
<guid>http://lanoticiatecnologicadelasemana.wordpress.com/2008/11/07/el-capital-riesgo-empieza-a-alejarse-de-la-web-20/</guid>
<description><![CDATA[Fecha: 9 de noviembre de 2008 Según el prestigioso web VentureBeat el capital riesgo para empresas e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Fecha: 9 de noviembre de 2008</strong></p>
<p>Según el prestigioso web <a href="http://www.venturebeat.com">VentureBeat</a> el capital riesgo para empresas e iniciativas 2.0 en USA ha descendido en el tercer trimestre de 2008 en favor de empresas de biotecnología o de iniciativas de las denonminadas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cleantech">cleantech</a> que proporcionan productos y/o servicios para mejorar la producitividad, eficiencia, rendimiento operacional, etc, mientras reducen costes, consumo de energía, basuras o emisiones contaminantes. Los datos muestran cifras que no se veían desde mediados de 2006.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img title="Venturebeat.com" src="http://venturebeat.com/wp-content/uploads/2008/11/web20.jpg" alt="" width="590" height="275" /><p class="wp-caption-text">Fuente: Venturebeat.com</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p>En concreto, y según esta fuente de información, las 23 inversiones que se realizaron en el tercer trimestre de 2008 supusieron una inversión total de 220 millones de dólares, lo que significa una caída del 47% con respecto al trimestre anterior y una caída similar si lo comparamos con el mismo trimestre de 2007.</p>
<p>Todos estos datos, en los que aparentemente todavía no ha influido demasiado la crisis mundial, nos lleva a la conclusión de que algo se está acabando o que el negocio ha llegado a un nivel de madurez que lo hace poco propicio a nuevas iniciativas. Frente al declive de inversiones al que estamos asistiendo, podemos observar el crecimiento de los grandes webs 2.0, con <a href="http://www.youtube.es">YouTube</a> como máximo exponente (325 millones de usuarios y un 52% de crecimiento), seguido de <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> (161 millones de usuarios y un 119% de crecimiento), <a href="http://www.skype.com">Skype</a> (370 millones de usuarios y un 51% de crecimiento) o <a href="www.paypal.com">Paypal</a> (65 millones de usuarios y un 19% de crecimiento). El caso de Skype me llama particularmente la atención ya que si fuera una operadora convencional ocuparía el puesto número 2 en el mundo según el número de usuarios solamente superada por <a href="http://http://www.chinamobileltd.com/">China Mobile</a>.</p>
<p>Los abrumadores datos de los grandes lugares 2.0 nos permiten observar una tendencia similar a la de la primera oleada de sitios en Internet (burbujas aparte) en el que sólo unos pocos, los que realmente proporcionaban valor añadido al usuario, sobrevivieron, y el resto, a pesar de las enormes inversiones que se hicieron en muchos casos, fracasaron estrepitosamente. Tal vez la web 2.0 como modelo de negocio para la generación de nuevas iniciativas de fuerte impacto se esté acabando. Las iniciativas que han sabido implantarse y conseguir su mercado son cada vez más potentes, y están marcando barreras de entradas casi imposibles para nuevas empresas. Esta situación la conocen los inversores que han empezado a rebajar la alegría del capital riesgo con la web 2.0 que se ha vivido desde mediados de 2006.</p>
<p>Tal vez el modelo no esté agotado y sea sólo cuestión del momento de crisis mundial (de 1 a 5 años para este sector según los analistas), pero las barreras de entrada que empiezan a imponer los grandes portales, la exigencia renovada por parte de los consumidores (o <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Prosumidor">prosumidores</a>) y una pronunciada escasez de la creatividad para la puesta en marcha de nuevas iniciativas empieza a mostrar ciertos signos de agotamiento para este modelo de negocio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cloud computing: Todo a la nube]]></title>
<link>http://lanoticiatecnologicadelasemana.wordpress.com/2008/10/26/cloud-computing-todo-a-la-nube/</link>
<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 01:31:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jlopez</dc:creator>
<guid>http://lanoticiatecnologicadelasemana.wordpress.com/2008/10/26/cloud-computing-todo-a-la-nube/</guid>
<description><![CDATA[Fecha: 26 de octubre de 2008 Aunque el término cloud computing no es ni mucho menos nuevo, y podemos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><b>Fecha: 26 de octubre de 2008</b></p>
<p><img class="alignleft" style="margin:10px;" src="http://maclalalaannex.files.wordpress.com/2007/09/cloud-computing.jpg?w=252&#038;h=126" alt="" width="252" height="126"></p>
<p>Aunque el término cloud computing no es ni mucho menos nuevo, y podemos encontrar ya <a href="http://www.thestandard.com/article/0,1902,5466,00.html">referencias al mismo en el año 99</a>, en los últimos meses ha sonado con bastante fuerza, ha asentado su definición y se perfila como la gran novedad de Internet para 2009 como una vuelta de tuerca más al cambio de paradigma que ha planteado la aparición de servicios orientados a 2.0.</p>
<p>Existen numerosas definiciones de cloud computing. Me parece especialmente acertada la proporpcionada por el <a href="http://www2.computer.org/portal/web/csdl/doi/10.1109/MIC.2008.107">IEEE Internet Computing</a> (&#8220;<i>Cloud Computing es un paradigma en el que la información es permanentemente almacenada en servidores de Internet y almacenada temporalmente en las cachés de los clientes que pueden ser ordenadores de sobremesa, portátiles, dispositivos móviles, etc</i>&#8220;). No obstante vamos a desgranar algo más esa definición y a esbozar las principales características del cloud computing: </p>
<ul>
<li>El cloud computing tiene que ver con la utilización de servicios proporcionados a través de Internet por los grandes portales (Google, Yahoo, Amazon o Microsoft) y algunos otros vendedores más de nicho, para crear aplicaciones que utilizan la potencia de los servicios web que ponen a disposición, generalmente de forma gratuita, estos sitios. De esta manera, toda la infraestructura necesaria para poner en marcha las aplicaciones la proporcionan estos portales de manera gratuita lo que genera una muy baja barrera de entrada por la parte del usuario, y generará una barrera de entrada cada vez más grande en la parte del proveedor ya que el factor realmente determinante será el número de usuarios y no tanto el número y variedad de los servicios de base que se proporcionen.</li>
<li>Independencia del dispositivo y la localización. Todas las aplicaciones están universalmente disponibles con independencia del lugar donde se esté o del dispositivo que se esté utilizando.</li>
<li>&#8220;<i>Carbon Neutral</i>&#8220;. Este término se utiliza cada vez más para hablar de servicios prestados a través de Internet con emisiones de carbón cero. En este caso está claro que si los servicios y los datos están alojados remotamente, no hay gasto energético adicional para mantener infraestructuras.</li>
<li>El fundamento del cloud computing reside en que la información está en la red, almacenada de forma dispersa o sin localización concreta, y que se encuentra accesible de forma permanente. Este punto es sin duda controvertido ya que muchas personas no están dispuestas a dejar su información almacenada en cualquier sitio donde se podría perder, pero este fenómeno es similar a la aparición de los bancos que generó actitudes inicialmente contrarias ya que había mucha gente que no estaba dispuesta a dejar su dinero almacenado fuera de su casa.</li>
<li>La información que se presenta a través de las aplicaciones de cloud computing está compuesta de los servicios que facilitan los grandes portales (por ejemplo Google Maps, servicios de tiendas de Amazon, Google Docs, etc) más aportaciones individuales de los usuarios que les dan un valor añadido y concreto.</li>
<li>Las aplicaciones de cloud computing pueden implementarse sin apenas conocimientos de informáticas ya que el software desarrollado para estos servicios (SaaS &#8211; Software As A Service) está pensado específicamente para facilitar estos desarrollos.</li>
</ul>
<p>Las empresas y portales más signiticativos de Internet han anunciado ya el lanzamiento de servicios cloud. Así <a href="http://www.error500.net/articulo/amazon-ec2-cloud-computing">Amazon EC2 salió en beta</a> esta semana, Steve Ballmer anunció la semana pasada el <a href="http://www.vnunet.es/es/vnunet/news/2008/10/02/windows_despega_hacia_la_cloud_computing">lanzamiento de Windows Cloud</a> (¿o Windows Strata?) durante este año, Google liberó ya su <a href="http://googleappengine.blogspot.com/2008/10/google-app-engine-roadmap-now-published.html">roadmap para el Google Engine</a> durante el pasado mes, <a href="http://www.marketwatch.com/news/story/h-p-intel-yahoo-launch-cloud/story.aspx?guid=1D75B99B-620B-4828-B589-79C278BAC889">Yahoo, HP e Intel lanzaron una iniciativa conjunta</a> durante el pasado verano y otras, tal vez menos conocidas, como <a href="http://www.gogrid.com/">GoGrid</a> o <a href="http://www.appnexus.com/">AppNexus</a> ya están en la calle.</p>
<p>En definitiva, el cloud computing se perfila como un cambio de tendencia importante en lo que a infraestructuras, almacenamiento e implementación de las aplicaciones 2.0 se refiere. Si el principio del web 2.0 nos trajo como novedad la aparición de la figura del <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Prosumidor">prosumidor</a> como aquel internauta que ya no solo consumía información, sino que igualmente la producía y aportaba a lugares como <a href="www.youtube.com">youtube</a> o <a href="www.flickr.com">flickr</a>, la implantación del cloud computing nos sitúa ante el paradigma del cambio de rol por parte de una parte de los prosumidores que desarrollarán sus propias aplicaciones (orientadas o no a web 2.0) para prestar nuevos servicios a partir de los servicios básicos que van a ofrecer numerosos portales para integrar su información en nuevas webs. Queda por ver el impacto que con los años tendrá la implantación de estas tecnologías en el desarrollo y evolución de los centros de datos de las empresas más pequeñas, que no es descabellado pensar que se desplazarán a la red.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relação com prosumidores 2.0: o que muda? - Parte II]]></title>
<link>http://nepo.com.br/2008/10/21/como-sera-a-empresa-do-futuro-parte-ii/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 08:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
<guid>http://nepo.com.br/2008/10/21/como-sera-a-empresa-do-futuro-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em rede oferecidas pelo ciberespaço colocam novamente em questão o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas como nas escola</em>s -<strong>Pierre Lévy <a href="http://nepo.com.br/frases/">- da minha coleção de frases.</a></strong></p></blockquote>
<p><em>(Para analisarmos mais as fundo a questão da mudança do consumidor é preciso para o pessoal de marketing ter uma noção melhor da relação da tecnologia e a sua influência na sociedade, isso não está ainda inteiramente claro, na hora de se pensar uma estratégia de futuro. Neste post, começo a desenvolver essa ideia.)</em></p>
<h2><em>Acredite: o mercado vai invadir você.</em></h2>
<p><em><img class="alignnone" src="http://www2.metodista.br/unesco/jbcc/jbcc_mensal/jbcc286/invasao_privacidade.cortada.jpg" alt="" width="156" height="179" /></em></p>
<p>Não resta dúvida que a tecnologia influencia a sociedade e esta a tecnologia numa relação simbiótica que nos leva a mudanças contínuas e cada vez mais rápidas em vários campos.</p>
<p>Alterando estruturas sociais.</p>
<p>Foi assim com a chegada do livro impresso que mudou todas as instituições nos últimos 500 anos.</p>
<p>As organizações sociais vêm passando um processo de mudança profunda com as novas tecnologias de informação e comunicação.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.xanditz.blogger.com.br/casulo.jpg" alt="" width="234" height="295" /></p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/09/24/como-sera-a-empresa-do-futuro/">Comecei a análise aqui </a>e desenvolvo mais.</p>
<p>Uma empresa que vendia produtos antes da chegada dos computadores.</p>
<ul>
<li>1) tentava advinhar a necessidade do cliente;</li>
<li>2) produzia uma quantidade &#8220;x&#8221; de produtos;</li>
<li>3) colocava o que produziu nas prateleiras;</li>
<li>4) se vendeu, muito bem, se não vendeu: prejuízo.</li>
</ul>
<p>A &#8220;mão&#8221; para acertar o quanto deveria ser produzido estava na capacidade de intuição de uma ou outra pessoa, que conseguia perceber o &#8220;sentimento&#8221; do mercado. Ou em caras pesquisas de opinião.</p>
<p>Detalhe: adaptar as máquinas para uma nova linha de produto era uma fortuna depois de lançada! E assim caminhava a humanidade: produzam carros de qualquer cor, desde que seja preto!</p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_sBtlhko0DM4/R6UFOTB470I/AAAAAAAAAAM/t86BICNUL1Y/s320/MAC+vs+PC.jpg"><img class="alignnone" title="Nova empresa" src="http://bp0.blogger.com/_sBtlhko0DM4/R6UFOTB470I/AAAAAAAAAAM/t86BICNUL1Y/s320/MAC+vs+PC.jpg" alt="" width="320" height="280" /></a></p>
<p>A chegada do computador no escritório e na fábrica permitiu a evolução das metodologias do marketing, através de pesquisas das mais variadas sobre o interesse dos clientes nos produtos.</p>
<p>Possibilitou que uma pesquisa mais científica e moderna ficasse entre o &#8220;feeling&#8221; do desejo do consumidor e o produto final produzido cada vez mais por robôs.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.calende.com.br/pics/bi-robos.jpg" alt="" width="310" height="532" /></p>
<p>Foram criadas as bases de dados sobre os clientes, passamos a fazer o cruzamento de dados e fomos reduzindo a distância entre o desejo e o produto.</p>
<p>Quanto menos se erra, mas se ganha.</p>
<p>Mas note que a base de dados estava dentro da empresa e continua, de certa maneira, por lá. Ou seja, quem aperta e dispara a ordem de produção na maioria das empresas ainda é um determinado departamento que define o que será oferecido para os que estão &#8220;lá fora&#8221;.</p>
<p>A Internet permitiu na sua primeira fase a conexão do mundo em rede eletrônica, portanto, a chegada e a disponibilização das bases de dados on-line. Houve uma aproximação entre o ser humano e as fontes de dados. Das bibliotecas, aos dados bancários, às cadeiras de cinemas, de teatro.</p>
<p>Não só para acessar o que existe, como também, operar cada vez mais lá dentro.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.evora.net/bpe/Linfo/images/2_base_dados.bmp" alt="" width="150" height="210" /></p>
<p>Isso pode ser visto com temor, ou como uma grande oportunidade.</p>
<p>Se é possível deixar o usuário definir o que ele quer e isso render mais dinheiro, por que não?</p>
<p>Ou seja, a tecnologia passou a permitir que de casa ou do escritório, qualquer pessoa pudesse escolher o que, quando e como gostaria de consumir determinado produto.</p>
<p>Do outro lado, a linha de montagem se tornou mais flexível. Os robôs, movidos a software, passaram a poder, sem reclamar da mudança, produzir cada vez mais um número maior de variações.</p>
<p>Esse fenômeno atinge a indústria de carro, de roupa, de livros, de música.</p>
<p>Pode-se agora se ter um livro ou um CD para cada tipo de pessoa.</p>
<p>A partir daí, o profissional &#8220;de mão cheia&#8221;, que precisa prever o que o cliente deseja,  muda radicalmente de posição, pois o cliente mudou a dele.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://oinsurgente.files.wordpress.com/2009/06/astrologo.jpg?w=236&#038;h=299#38;h=300" alt="" width="236" height="299" /></p>
<p>A tecnologia já permite hoje que ao invés de prever o que &#8220;eles querem&#8221; é preciso chamá-los para fazer parte &#8220;do que vamos fazer para eles&#8221;. É uma mudança que atinge a todos os setores do mercado, dos jornais aos vendedores de calcinha.</p>
<p>Não há mais o para &#8220;eles&#8221;. Mas sim para &#8220;nós&#8221;.</p>
<p>É fato, na prática, não precisa mais haver separação entre o desejo do consumidor e o produto final na linha de montagem.</p>
<p>Agora, é possível colocar o prosumidor dentro da linha de montagem como parte integrante, aumentando sim os custos dos investimentos em plataformas cada vez mais sofisticadas de gerenciamento de comunidades. E reduzindo o investimento em pesquisa para saber o que o consumidor quer.</p>
<p>Estamos caminhando para o capitalismo hipercustomizado, naquele que quem aperta o botão e manda a máquina rodar ou parar está fora da empresa!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://blog.mutambal.com/image.axd?picture=red-button.jpg" alt="" width="300" height="244" /></p>
<p>As empresas serão menos &#8220;corretoras&#8221; e mais plataformas de  &#8221;homebrokers&#8221;.</p>
<p>Menos ofertantes de produtos e serviços e muito mais uma  plataformas colaborativas,  distribuindo, na fase final, produtos personalizados diretamente na casa do cliente.</p>
<p>O departamento de marketing, de venda, de produção, passa agora da fase de fornecedor de <a href="http://nepo.com.br/2008/10/22/dos-ordenhadores-de-vaca-a-apicultores/">&#8220;leite&#8221; para administração de colméia</a>s.</p>
<p>Quanto mais abelhas forem atraídas para dentro da colméia e quanto melhor &#8220;as abelhas consumidoras e produtoras&#8221; se sentirem lá dentro, mais produtos serão encomendados e vendidos.</p>
<p>É uma mudança tão radical na maneira de se pensar negócios, que levará muito tempo até que os grandes players estejam convencidos de que o caminho a seguir é este.</p>
<p>É uma oportunidade enorme para novos negócios, com toda a crise que se avizinha.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://jornalismofc.files.wordpress.com/2008/11/alvo.jpg?w=365&#038;h=343" alt="" width="365" height="343" /></p>
<p>O jogo está aberto e pode ter certeza que não será mais você que vai &#8220;invadir o mercado&#8221; com seus produtos. Estamos justamente no início do movimento contrário, prepare-se!</p>
<p>O mercado está e estará cada vez mais invadindo você.</p>
<p><a href="http://cnepomuceno.wordpress.com/2008/10/21/empresa-do-futuro-parte-iii/">Continua o papo&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SE PODRÁ COMENTAR EL NEW YORK TIMES]]></title>
<link>http://industriadelosmediosonline2008.wordpress.com/2008/08/12/nytcom-abre-algunos-articulos-a-comentario/</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 14:36:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Santiago</dc:creator>
<guid>http://industriadelosmediosonline2008.wordpress.com/2008/08/12/nytcom-abre-algunos-articulos-a-comentario/</guid>
<description><![CDATA[               El prestigioso diario The New York Times anunció la apertura de algunos de sus conten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">               El prestigioso diario The New York Times anunció la apertura de algunos de sus contenidos virtuales a comentario de los lectores. Esta medida se trata de una tendencia que parece marcar el rumbo de numerosos diarios digitales de los mercados más desarrollados que apuntan a capturar la participación de la audiencia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;"><!--more--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">               Además, es sabido que NYT dejará de existir en su versión de papel en menos de 10 años. Este sea quizás el primer paso para integrar completamente a los lectores del periódico papel en la versión digital. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">Cada día más, los lectores se inclinan por la versión de la web (que no tiene cargo) por sobre la versión tradicional. No es algo que el diario haya querido desde un principio, pero se vio obligado a adaptarse a un mercado necesitado de imágenes, videos y audio en tiempo real. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">               En todo este proceso, tiene un papel relevante la figura del “prosumidor” que es una conjunción entre productor y consumidor. El prosumidor se acerca a la fuente de información pero quiere y tiene que decir algo al respecto. De allí se explican los millones de blogs, foros y comentarios emitidos en la red.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">               Desde la dirección del diario se anunció: “Esta semana lanzamos una nueva tecnología para comentar los artículos. Le da a los lectores mayor control porque, por ejemplo, pueden recomendar comentarios y ver el ranking de más comentadas por otros lectores y los más votados por los propios editores del diario”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">Aprovechamiento del boom digital, captación del interés del lector y la progresiva desaparición del diario papel: esas son las premisas de los dueños de la información del siglo XXI. New York Times ya tomó nota.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;"> </span></p>
<ul>
<li>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Georgia;">Link: <a href="http://gawker.com/news/the-new-york-times-is-just-a-fancy-blog/new-york-times-rolling-out-moderated-comments-on-articles-318126.php"><span style="color:#3366cc;">La nota completa en <strong>Gawker.com</strong></span></a> </span></div>
</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Red y el futuro de las organizaciones]]></title>
<link>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 19:40:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andres Schuschny</dc:creator>
<guid>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/</guid>
<description><![CDATA[A continuación los dejo con una presentación completa que intenta expresar en líneas muy generales d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font size="2"> A continuación los dejo con una presentación completa que intenta expresar en líneas muy generales de qué va mi libro: <a href="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/mi-libro/"><b><i>La Red y el futuro de las organizaciones. Más conectados&#8230;¿Más integrados?</i></b></a>. </p>
<p>Si bien el contenido del <a href="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/mi-libro/"><b><i>libro</i></b></a> no está totalmente estructurado de manera dual, ni la presentación respeta el orden del libro, para facilitar la comprensión de los slides he optado, como se ha hecho en otras ocasiones, por biparticionar la presentación representando del lado izquierdo el orden tecno-económico-social del que venimos, <i>el pasado aun presente</i>. Llamenlo como les guste: <b>la Modernidad, el orden tecno-industrial, el paradigma economico prevaleciente a lo largo del siglo XX</b> o como lo deseen. Del lado derecho y sin que ello implique preferencia ideológica alguna, se da cuenta del nuevo orden (o mejor dicho desorden) de las cosas: el de <b>la sociedad del conocimiento, la sociedad enREDada, el paradigma de la conectividad</b>, o cual rótulo uds. deseen poner. </p>
<p>La presentación fue realizada con el aporte de numerosas personas que, sin saberlo, me facilitaron sus excelentes imágenes, muchas veces halladas por pura <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Serendipia"><b><i>serendipia</i></b></a>. Para ellos valga mi reconocimiento y agredecimiento. </p>
<p>Espero les agrade:<br />
</font></p>
<p align="center">
<!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
<p align="center"><a href="http://copada.net/submit.php?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/;title=Humanismo TV"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/04/copame.jpg" border="0" alt="Cópame!" /></a> <a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/04/meneame.jpg" border="0" alt="Recomendar en Menéame" /></a> <a href="http://digg.com/submit?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/04/diggit.jpg" border="0" alt="Recomendar en Digg it" /></a> <a href="http://reddit.com/submit?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/04/reddit.jpg" border="0" alt="Recomendar en Reddit" /></a> <a href="http://del.icio.us/post?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/ ;title=Humanismo TV"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/04/delicious.jpg" border="0" alt="Enviar a Del.icio.us" /></a></p>
<p align="center">
<a title="añadir a menéame" target="_blank" href="http://meneame.net/submit.php?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/meneame.gif" border="0" alt="Meméame" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://del.icio.us/post?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/delicious.png" border="0" alt="del.icio.us" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://myweb2.search.yahoo.com/myresults/bookmarklet?t=Humanismo+y+Conectividad&#38;u=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/y.png" border="0" alt="Yahoo! MyWeb" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad&#38;newcomment=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/stumbleupon.png" border="0" alt="StumbleUpon" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://furl.net/storeIt.jsp?t=Humanismo+y+Conectividad&#38;u=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/furl.png" border="0" alt="Furl" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.blinklist.com/index.php?Action=Blink/addblink.php&#38;Description=&#38;Url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;Title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/blinklist.png" border="0" alt="Blinklist" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.spurl.net/spurl.php?title=Humanismo+y+Conectividad&#38;url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/spurl.png" border="0" alt="Spurl" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://ma.gnolia.com/beta/bookmarklet/add?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/magnolia.png" border="0" alt="Magnolia" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://simpy.com/simpy/LinkAdd.do?href=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad&#38;v=6&#38;src=bookmarklet" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/simpy.png" border="0" alt="Simpy" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://blogmarks.net/my/marks,new?mini=1&#38;title=Humanismo+y+Conectividad&#38;url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/blogmarks.png" border="0" alt="Blogmarks" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.netvouz.com/action/submitBookmark?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/netvouz.png" border="0" alt="Netvouz" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.startaid.com/index.php?st=AddBrowserLink&#38;type=Detail&#38;v=3&#38;urlname=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;urltitle=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/startaid.png" border="0" alt="Startaid" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;t=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/facebook.png" border="0" alt="Facebook" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.shadows.com/shadow/?page=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/shadows.png" border="0" alt="Shadows" width="16" height="16" /></a>
</p>
<p align="center">
<a rel="nofollow" href="http://smarking.com/editbookmark/?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/smarking.png" border="0" alt="Smarking" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.rawsugar.com/tagger/?turl=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;tttl=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/rawsugar.png" border="0" alt="RawSugar" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://technorati.com/faves?add=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/technorati.png" border="0" alt="Technorati" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/digg.png" border="0" alt="Digg" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://reddit.com/submit?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/reddit.png" border="0" alt="reddit" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.rojo.com/submit/?title=Humanismo+y+Conectividad&#38;url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/rojo.png" border="0" alt="Rojo" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.netscape.com/submit/?U=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;T=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/netscape.png" border="0" alt="Netscape" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.newsvine.com/_tools/seed&#38;save?u=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;h=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/newsvine.png" border="0" alt="Newsvine" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.mister-wong.de/index.php?action=addurl&#38;bm_url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;bm_description=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2008/06/mrwong.png" border="0" alt="Mister Wong" width="16" height="16" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://linkarena.com/bookmarks/addlink/?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://linkarena.com/linkarena.ico" border="0" alt="LinkArena" width="16" height="16" /></a><a rel="nofollow" href="http://yigg.de/neu?exturl=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;exttitle=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://yigg.de/images/yiggit.png" border="0" alt="Yigg" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.webnews.de/einstellen?url=http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/&#38;title=Humanismo+y+Conectividad" target="_blank"><img src="http://www.webnews.de/pics/webnews_icon.gif" border="0" alt="Webnews" /></a>  <a rel="nofollow" href="http://www.folkd.com/submit/http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/06/04/la-red-2/" target="_blank"><img src="http://www.folkd.com/images/folkit-button.gif" border="0" alt="folkd.com" /></a></p>
<p align="center"><a title="Bookmark usando cualquier gestionador de favoritos!" href="http://www.addthis.com/bookmark.php" target="_blank"><img src="http://s9.addthis.com/button2-bm.png" border="0" alt="Boton para agregar esto a favoritos sociales" width="160" height="24" /></a><a title="Suscribirse a cualquier lector de feeds!" href="http://www.addthis.com/feed.php?pub=schuschny&#38;h1=http%3A%2F%2Fhumanismoyconectividad.wordpress.com%2Ffeed&#38;t1="><img src="http://s9.addthis.com/button2-fd.png" border="0" alt="Agregar este boton de agregadores" width="160" height="24" /></a><a rel="alternate" href="http://feeds.feedburner.com/humanismoyconectividad"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2007/09/rssicon.gif" border="0" alt="" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prosumidor: el nuevo espécimen]]></title>
<link>http://razzo.wordpress.com/2008/05/09/prosumidor-el-nuevo-especimen/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 16:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>razzo</dc:creator>
<guid>http://razzo.wordpress.com/2008/05/09/prosumidor-el-nuevo-especimen/</guid>
<description><![CDATA[En la era de la tecnología y las comunicaciones existen muchas facilidades para la existencia del Pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><a href="http://razzo.files.wordpress.com/2008/05/multi.jpg"></a>En la era de la tecnología y las comunicaciones existen muchas facilidades para la existencia del Prosumidor. Esta persona se encarga de producir el contenido y también ser consumidor del mismo. Este fenómeno se logra gracias a la interactividad que nos dan las nuevas tecnologías como el Internet. Un prosumidor es emisor y receptor a la vez, realiza dos funciones que deben coexistir en equilibrio.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> <img class="aligncenter" src="http://razzo.wordpress.com/files/2008/05/multi.jpg" alt="" width="243" height="290" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">En ejemplos fáciles de entender alguien con un celular con cámara integrada puede ser un cineasta que decide cuando y que grabar. Alguien con un software de música en su ordenador puede ser el gran compositor o de perdido un dj. Y el ejemplo mío, alguien que escribe en un blog no solo es un simple mortal sino un editor y director de su propia pagina web.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">Escrito por <em>Alejandro Rojas</em></p>
<p style="margin:0;">Fotografía de <em>Darren Braun</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prosumers]]></title>
<link>http://aptoparageeks.wordpress.com/2007/11/19/11/</link>
<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 17:53:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hernan</dc:creator>
<guid>http://aptoparageeks.wordpress.com/2007/11/19/11/</guid>
<description><![CDATA[Hace unos años atrás, un grupo de personas (productores) producían el contenido que el resto (consum]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://aptoparageeks.wordpress.com/files/2007/11/prosumers.thumbnail.jpg" alt="prosumers.jpg" align="left" border="0" hspace="5" />Hace unos años atrás, un grupo de personas (<strong>productores</strong>) producían el contenido que el resto (<strong>consumidores</strong>) &#8220;consumía&#8221; en forma de diarios, revistas, programas de radio o TV, en otras palabras &#8220;<strong>Contenidos</strong>&#8220;. Después de un tiempo con la evolución de las comunidades en línea, los individuos, no necesariamente los productores de medios convencionales, tuvieron acceso y comenzaron a alimentar <strong>blogs</strong>, entonces cualquier<strong> consumidor </strong>de contenidos se volvía a la vez <strong>productor </strong>de material que otros podían consumir. Aquí es donde nace un nuevo rol en el campo de generación y distribución de contenidos: el <strong>prosumer </strong>o <strong>prosumidor </strong>en español.<!--more--></p>
<p><img src="http://aptoparageeks.wordpress.com/files/2007/11/prosumer2.thumbnail.jpg" alt="prosumer2.jpg" align="left" border="0" hspace="5" />La palabra <strong>prosumer</strong> aparece por primera vez en el libro de  <strong>Alvin Toffler</strong> , &#8220;<strong>La tercera ola</strong>&#8220;, y proviene de una fusión entre los términos <strong><em>producer</em> </strong>y <strong><em>consumer</em></strong>. En la actualidad, un “prosumidor” puede ser un internauta común y corriente, quien será experimentador, guste de las innovaciones, comentará con otros sus experiencias con productos y servicios, difícilmente confiará ciegamente en la información de los demas medios, y se mostrará interesado en el feedback de su público o audiencia.</p>
<p>El poder que tradicionalmente descansaba sobre unos pocos medios de comunicación ahora está en manos de periodistas improvisados (<strong>los bloggers</strong>), que van demostrando poco a poco que no es necesario poseer un medio de prensa para hacerse oír. Sus compañeros de aventuras, los <strong>podcasters</strong>, están haciendo lo mismo en el ámbito de las transmisiones de audio, creando y publicando contenidos de calidad.</p>
<p>Es muy interesante ver como se viene produciendo un cambio importante en la sociedad, la tecnología  nos permite acceder a información de forma prácticamente gratuita y cada día hay mas internautas estrenándose como prosumers; usando blogs, podcast, videocast, intercambios P2P, etc.</p>
<p>Conversando con un amigo, nos planteábamos el siguiente panorama: un televisor de plasma de ultima generación puede tener una muy buena publicidad que intentara convencernos de adquirir dicho producto, que pasaría si en internet, quizá unos cuantos o muchos consumidores descontentos opinaran negativamente acerca del plasma es mala y recomendaran no comprarla? Creo que por el perfil del consumidor de estos productos, mucha gente acudiría a revisar opiniones en internet, foros y blogs, pocos comprarían el plasma.</p>
<p>Entonces ahora yo les planto una pregunta: Algún día estos medios y sus prosumers serán capaces de llevar a un candidato político al poder, o por el contrario, encargarse de sacarlo de carrera? o este poder es solo de los multimedios más importantes y poderosos?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
