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	<title>puc &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/puc/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "puc"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:30:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Dicas para arrasar na redação do vestibular]]></title>
<link>http://kuryusthelord.wordpress.com/2009/11/29/dicas-para-arrasar-na-redacao-do-vestibular/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuryusthelord</dc:creator>
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<description><![CDATA[Especialistas dão o caminho das pedras para escrever um texto vencedor Desde 2001, o MEC considera o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="ltitulo2">
<div id="titulochamada0">
<h3><strong>Especialistas dão o caminho das pedras para escrever um texto vencedor</strong></h3>
</div>
</div>
<div id="creditoFerramentas">
<div id="creditoespecial">
<p style="margin:0;">
</div>
</div>
<div id="textomat">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3"><img src="http://admin.paulistasul.org.br/administrador/destaques/imagens/1501/caderno.jpg" alt="" width="254" height="243" /></td>
</tr>
<tr>
<td width="30" valign="top"></td>
<td width="196">
<p class="texto">Desde 2001, o MEC considera<br />
obrigatória a redação nos vestibulares.</p>
<p class="texto"><strong>Dicas para se dar bem na redação</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="209">
<tbody>
<tr>
<td width="13" valign="top"></td>
<td class="texto" width="196"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Não comece escrever sem pensar e definir sua opinião sobre o tema;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Tome cuidado para não fugir do tema proposto;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Não tente &#8220;modernizar&#8221; a escrita durante a prova;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="texto">Evite o uso de clichês;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Evite repetição de termos e palavras. Faça uso de sinônimos e elipse;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Fundamente os argumentos, mas nunca use exemplos pessoais;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Lembre-se: o texto é uma conversa com um interlocutor desconhecido, portanto seja o mais claro possível</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="texto">
</td>
<td width="11"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3"><img class="alignright" src="http://www.fotosearch.com.br/comp/DNV/DNV217/caderno-folha-illustrator_~034v1200ec.jpg" alt="" width="180" height="179" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8220;Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema&#8221;, explica a coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Marisa Magnus Smith.</p>
<p>Já faz tempo que o segredo de escrever uma boa redação deixou de ser o fato de não errar a gramática. Na opinião de especialistas, acima de tudo, uma boa redação de vestibular &#8211; que nada mais é do que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir &#8211; deve conter argumentação bem colocada e bem fundamentada.</p>
<p>Para se sair bem em sua &#8220;defesa&#8221;, os especialistas dizem que os candidatos não devem ficar &#8220;em cima do muro&#8221; (ora a favor, ora contra o tema), tampouco comprar opiniões do senso-comum. Se o candidato não estiver certo do que está dizendo e não expuser razões para pensar daquela forma o texto fica vazio. &#8220;O texto tem que ter posicionamento, se for exclusivamente informativo não é bom. Aliás, não dá nem para começar a escrever um texto se não tiver uma opinião. Um texto sem opinião não existe&#8221;, reforça o professor de redação do Cursinho Anglo, Maurício Soares Filho.</p>
<p>Para entender melhor por que os especialistas defendem essa idéia é fácil: imagine que as drogas acabaram de ser legalizadas pelo governo. Segundo os especialistas, se as pessoas abrem o jornal e procuram um artigo sobre a questão e encontram um texto sem nenhuma argumentação ou opinião, elas não refletirão, além de chato de ler. Para eles, aquilo que o leitor espera de um articulista é o mesmo que um examinador de vestibular espera de um futuro universitário (especialmente se for de universidade pública): opinião e reflexão.</p>
<p>De acordo com Soares Filho, para seu texto causar impacto, porém, a opinião deve estar muito clara. Por isso, a construção da redação deve valorizar seus argumentos. A ordem é apostar na organização da estrutura textual para não perder o fio da meada. &#8220;Organizar as informações é o segredo para fazer que a opinião apareça&#8221;, complementa Soares Filho.</p>
<p><strong>Treinando um texto nota 10</strong></p>
<p>Se a intenção é obter destaque por meio de uma boa argumentação, o que fazer para se preparar? Ler, ler, ler e escrever, escrever e escrever. &#8220;O hábito da leitura ajuda a desenvolver a escrita. Além disso, com a prática da redação, alguns padrões de textualidade são mais facilmente assimilados do que pelo professor a falar em sala de aula&#8221;, enfatiza Marisa.</p>
<p>Para Soares Filho, a prova de redação é 50% leitura e 50% escrita. &#8220;Uma é conseqüência da outra. O primeiro passo para ter sucesso é ler o tema com muita atenção e, em seguida, posicionar sua opinião para definir o que será defendido&#8221;.</p>
<p>Uma boa dica é ler editoriais, crônicas, artigos e textos assinados que emitam opinião sobre o tema que é retratado. Com isso, é possível criar uma bagagem de como e em que momentos é pertinente evidenciar as opiniões pessoais.</p>
<p>Outra dica valiosa é procurar ser autêntico. Na hora de escrever um texto sobre a legalização das drogas ou do aborto ninguém precisa &#8220;encarnar o revolucionário&#8221; para passar em um vestibular de uma universidade famosa por sua histórica política de contestação. A autenticidade do seu pensamento deve estar refletida em seu texto, nem mais, nem menos.</p>
<p>&#8220;Como professor, uma de minhas preocupações é esclarecer para os meus alunos que eles não devem fingir ser uma pessoa que não são na hora de escrever, pois assim, vão ter dificuldades em sustentar os argumentos, e fica muito fácil se contradizer, o que compromete a qualidade do texto&#8221;, diz Maurício.</p>
<p>Por fim, a prova de redação serve para avaliar a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de fazer reflexão e de conseguir se expressar de maneira simples e coesa. Por isso é tão importante não ser superficial e mostrar uma visão crítica sobre o tema a ser discutido.</p>
<p><strong>Clique nos títulos abaixo e confira o  parágrafo inicial de três redações da edição 2006 do vestibular da FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular) a respeito do tema &#8220;visões sobre trabalho&#8221;: </strong></p>
<ul>
<li><a href="popup(">Labora et labora: um ciclo eterno</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="popup(">Metamorfoses da arte de trabalhar</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="popup(">Trabalho: necessidade ou imposição?</a></li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://www.universia.com.br/index.jsp">http://www.universia.com.br/index.jsp</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisas mostram que viol&ecirc;ncia afeta juventude at&eacute; nas escolas privadas]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/27/pesquisas-mostram-que-violncia-afeta-juventude-at-nas-escolas-privadas/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/27/pesquisas-mostram-que-violncia-afeta-juventude-at-nas-escolas-privadas/</guid>
<description><![CDATA[São graves as conclusões a que chegaram duas pesquisas envolvendo a juventude brasileira divulgadas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>São graves as conclusões a que chegaram duas pesquisas envolvendo a juventude brasileira divulgadas ontem. Mostram que está em construção uma sociedade ainda mais violenta do que temos hoje. Nossos jovens, não importa a classe social ou cidade em que vivem, estão crescendo em ambiente hostil, em que a agressividade vai, aos poucos, suplantando o diálogo e a compreensão no relacionamento entre as pessoas.</p>
<p>É um alerta aos que insistem em supervalorizar certas conquistas, como a universalização do acesso à escola básica, o avanço da economia e sua bem-sucedida saída da crise internacional. A dura realidade é que ainda estamos muito longe de criar oportunidades reais de inserção da maioria dos jovens que se encaminham para vida adulta e falhamos na preparação dos cidadãos das próximas gerações de líderes, empreendedores, profissionais de todos os níveis, bem como futuros pais e educadores.</p>
<p>Um levantamento inédito, coordenado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), sob encomenda do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-MG), revela o verdadeiro drama que tem sido para os professores da rede privada de ensino conviver com a violência que seus alunos estão levando para o ambiente escolar.</p>
<p>Foram entrevistados 686 professores de Belo Horizonte sobre as manifestações de violência nas escolas. Até agora, os dados disponíveis sobre esse tema eram apenas relativos à escola pública. Mais da metade dos entrevistados (62%) presenciaram agressão verbal; 24% disseram ter presenciado agressão física; pelo menos 20% dos professores já viram tráfico de drogas em seu ambiente de trabalho.</p>
<p>A pesquisa mostrou ainda que pelo menos um em cada três professores da rede privada se sente intimidado e ameaçado pela violência dos alunos. A maioria deles (67%) não se acha preparada para enfrentar a violência no ambiente escolar, mas quase todos (95%) concordam que esse quadro de violência na escola tem solução.</p>
<p>Não menos impressionante é um estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização não governamental (ONG) apartidária. O estudo cruzou dados a respeito de jovens de 12 a 29 anos que habitam 266 municípios com mais de 100 mil habitantes. Partindo da ideia de que violência não é só crime, combina informações socioeconômicas, número de homicídios, escolaridade, acesso ao mercado de trabalho, renda e moradia.</p>
<p>A conclusão é de que os jovens estão expostos a níveis de violência muito altos em 10 dessas cidades e altos em outras 33. O índice resultante desse coquetel de indicadores é mais elevado em cidades do interior do país, como Governador Valadares (5º lugar), deixando as grandes capitais em posição bem mais confortável. Mas não há nada a comemorar.</p>
<p>Pelo contrário. Assim como já avançou na conscientização da defesa do meio ambiente, a sociedade precisa organizar reação inteligente e rápida, no sentido de identificar as verdadeiras causas dessa violência e implementar as medidas com vista à sua eliminação. É tarefa para as autoridades. Mas a ela não podem se furtar os que têm alguma responsabilidade na orientação educacional ou social da juventude.</p>
<p>Fonte. Estado de MInas</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.quinta categoria.]]></title>
<link>http://raphaelgnipper.wordpress.com/2009/11/26/quinta-categoria/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:40:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>raphaelgnipper</dc:creator>
<guid>http://raphaelgnipper.wordpress.com/2009/11/26/quinta-categoria/</guid>
<description><![CDATA[Seguinte meus caros&#8230;Acabou de acabar a edição do &#8220;Quinta Categoria&#8221; (MTV) à qual o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seguinte meus caros&#8230;Acabou de acabar a edição do &#8220;Quinta Categoria&#8221; (MTV) à qual o pessoal de jornalismo da PUCC foi assistir e participar. Para tornar as coisas mais divertidas, tentem descobrir onde nós estamos nos prints que eu tirei da plateia. Quem conseguir ganha&#8230;..ah&#8230;não ganha nada não.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/wally.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2061" title="WALLY" src="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/wally.jpg" alt="" width="459" height="330" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/quinta1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2062" title="quinta1" src="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/quinta1.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/quinta2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2063" title="quinta2" src="http://raphaelgnipper.wordpress.com/files/2009/11/quinta2.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bases americanas na Col&ocirc;mbia visam bloquear projeto de Am&eacute;rica Latina auto-determinada]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/24/bases-americanas-na-colmbia-visam-bloquear-projeto-de-amrica-latina-auto-determinada/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/24/bases-americanas-na-colmbia-visam-bloquear-projeto-de-amrica-latina-auto-determinada/</guid>
<description><![CDATA[&#160; Escrito por Pietro Alarcón. 18 de novembro de 2009 1) Acordo Complementário para a Defesa e a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>Escrito por Pietro Alarcón. 18 de novembro de 2009</p>
<p>1) Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança (&#8230;): &#34;O governo da Colômbia, de conformidade com sua legislação interna, cooperará com os Estados Unidos para levar a cabo atividades mutuamente acordadas no marco do presente Acordo e continuará permitindo o acesso e uso das instalações da Base Aérea de Palenquero e de Malambo; os fortes militares de Tolemaida e Larandia; a Base Aérea de Apiay; a Base Naval de Cartagena e a Base Naval de Baia Málaga (&#8230;)&#34;.</p>
<p>Do ponto de vista político, o Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança assinado entre os governos dos Estados Unidos e Colômbia introduz um lamentável novo componente na caracterização das relações internacionais da região. O acordo reproduz cabalmente, sob a forma de documento jurídico, os interesses e objetivos das transnacionais ligadas à produção de armas e as aspirações de uma cobertura militar expansionista dos Estados Unidos, a serviço de uma recomposição nos estratos do poder nos Estados da América Latina. É dizer, a serviço de um retrocesso nas possibilidades de desenvolvimento autônomo e solidário entre os países da área.</p>
<p>Que a construção de um horizonte de integração é uma tarefa titânica não é nenhum segredo. Há interesses contrapostos, visões diversas, ritmos de integração e movimentos em velocidades e dimensões diferentes. Contudo, ninguém pode negar que o diálogo entre os latino-americanos tem sido mais freqüente, fluido, propositivo e intenso, além de consolidado através de constituições, documentos, adesões e novos cenários nos últimos dez anos.</p>
<p>E é precisamente em função de iniciativas diplomáticas e ações conjuntas que não lhes são propícias em termos econômicos e políticos que os Estados Unidos, como em outras oportunidades fizeram, desenharam um projeto, seu projeto, estratégico e fundamentado no potencial bélico que possui, objetivando o incremento de seu poder, influência e gerenciamento das possíveis situações que lhe impediriam seu agir de potência hegemônica.    <br />Não é preciso ter voz de profeta para enxergar que se trata de uma perspectiva onívora, que continua atemporalmente a sustentar, sobre bases geopolíticas, que a guerra é um fato e a paz apenas algo desejável. E nessa lógica de pensamento e ação, toda a atividade psicológica, financeira, política e militar empreendida pela política externa americana para suas finalidades não pode ser considerada surpreendente. Daí que não tenha nada de estranho que o documento enviado pelo Pentágono ao Congresso dos Estados Unidos contenha o já aguardado e diagnosticado até pelos mais desavisados observadores: que a utilização das bases militares da Colômbia não será apenas para um polêmico e até hoje pouco frutífero combate ao narcotráfico, mas para assegurar a presença militar dos Estados Unidos e sua projeção vigilante.</p>
<p>2. Acordo de (&#8230;)    <br />&#34;3.1. (&#8230;) realizar exercícios combinados e outras atividades acordadas mutuamente, e para enfrentar ameaças comuns à paz, à estabilidade, à liberdade e à democracia&#34;.</p>
<p>Ao lado da proclamação dos direitos humanos, uma das maiores conquistas da humanidade consiste na proibição da guerra, é dizer, a paz, a estabilidade, a liberdade e a democracia são legítimas aspirações humanas.    <br />Nesse sentido, um âmbito propositalmente proibitivo do uso da força nas relações entre os Estados tem sido construído. Entretanto, no ambiente político e militar criado pelos Estados Unidos não há disciplina nem semântica nem sintática, pois as palavras freqüentemente designam meras representações. O esvaziamento do conteúdo real desses objetivos serve para sustentar teses como a de que a legítima defesa preventiva é plenamente justificável quando na interpretação de quem ostenta a defesa dos valores cristãos e democráticos do mundo ocidental, e esses elementos se encontrem ameaçados.</p>
<p>A interpretação do texto do Acordo será feita, obviamente, por quem assinou e, especialmente, por quem o fez em condições de subordinante. De maneira que a dinâmica das relações internacionais na região fica sujeita a um exercício hermenêutico: afetam ou não a estabilidade, a liberdade e a democracia as atividades de um governo que se oponha a um neoliberalizante TLC (tratado de livre comércio) com os Estados Unidos, por exemplo?</p>
<p>3. Acordo de (&#8230;)    <br />Artigo 4.2. &#34;As Autoridades da Colômbia, sem cobrança de aluguel e custos semelhantes, permitirão aos Estados Unidos o acesso e uso das instalações conveniadas e às servidões e direitos de passagem sobre bens de propriedade da Colômbia que sejam necessários para levar a cabo as atividades (&#8230;)&#34;.</p>
<p>No transfundo do processo histórico de dependência da América Latina com relação aos chamados Estados centrais &#8211; processo com raízes nas bases organizativas e estruturais da economia, da política, da cultura e do Direito -, não há como negar a presença, influência e pressões do capital estrangeiro. Contudo, há que apontar também a uma constelação de beneficiários nos Estados periféricos que lucraram, e lucram ainda, com o favorecimento à inserção das potências dominantes nos seus espaços territoriais.</p>
<p>A Colômbia assume hoje um generoso papel instrumental, somente explicável em função de algumas reflexões sobre sua conjuntura interna e, logicamente, sobre sua política externa na região.    <br />Há de se considerar, de início e genericamente, que os supostos benefícios da interdependência e da globalização nunca foram evidentes na América Latina. Muito pelo contrário, a especulação financeira e o abandono dos investimentos na produção originaram um empobrecimento maior ainda da imensa maioria da população, que pagou os custos do fracasso das teses do Estado mínimo e da redução orçamentária no social. Estabeleceu-se um padrão privatizador dos serviços públicos e da diminuição do espaço público, com a conseqüente renúncia ao conceito de interesse público para, em contrapartida, ampliar a rentabilidade do capital privado.    <br />Nesse contexto, os movimentos sociais cresceram em resistência e, particularmente, a luta de caráter econômico adquiriu níveis de luta pelo poder estatal, é dizer, de uma exigência por conquistar espaços governamentais que redundassem na execução de programas de novo tipo, de resgate da efetividade dos direitos sociais e recondução das finanças públicas.</p>
<p>As vitórias de programas eleitorais renovadores, executados com maior ou menor sucesso e no meio de contradições internas nos diversos Estados da área latino-americana, servem para constatar uma evolução onde, com certeza, é possível fazer balanços para encarar o positivo e o negativo. E onde certamente haverá também pontos importantes como a tentativa de superar a fragilidade das relações econômicas, políticas e comerciais dos Estados da região.</p>
<p>Nas relações internacionais da América Latina, ao produzir-se esta mudança, modificou-se a tradicional subordinação do interesse nacional de cada país a um interesse predefinido pela potência hegemônica e, simultaneamente, se promoveu uma ampla discussão sobre um interesse regional. Os pontos nevrálgicos dessa possível unidade sobre novas bases implicam o reconhecimento da autodeterminação de cada Estado; da coexistência pacífica das sociedades nacionais no intuito de fomentar a segurança e impedir aventuras militares ultrapassadas; de uma democracia participativa, em lugar de um arremedo democrático de convite às urnas a cada dois ou quatro anos; e da elaboração de projetos conjuntos, com capital nacional, nos marcos de um plano de desenvolvimento econômico-social que se torne objetivo nos salários, na saúde, na educação e na agricultura.</p>
<p>Entretanto, na Colômbia, com 31 sindicalistas assassinados no ano de 2009, segundo o Departamento de Direitos Humanos da CUT-Colômbia no seu mais recente informe, no meio do silêncio, impunidade e mais de um milhão de deslocados internos, importa anotar que a classe no poder governamental não tem a mesma força de outrora. Verificam-se sérios fracionamentos. Obviamente, pesa muito dentro do processo de desgaste o fracasso da denominada segurança democrática, é dizer, o esquema de denúncias, recompensas e conversão de civis em militares para auxiliar no combate às guerrilhas, que deixou como saldo a condenação internacional pelos falsos resultados positivos. E pesam também os escândalos financeiros do agro-seguro, das prisões dos seus aliados no Congresso pelos seus vínculos com o paramilitarismo, dentre outras questões que não têm repercussão internacional porque a operação abafa é um costume internacional, perigoso, mas infelizmente um costume que se sobrepõe ao direito à informação.</p>
<p>Em tais condições, internamente, para a Colômbia, o Acordo cumpre duas funções: a primeira, de introduzir um elemento político-militar novo dentro de estrutura para o exercício do poder, na perspectiva de um assentamento a longo prazo do grupo dominante encabeçado pela presidência. Assim, do intervencionismo vedado passou-se ao descarado, e com ares de legalidade. A segunda, que implica a postura em matéria de política externa, a de ratificar o papel do governo colombiano como instrumento geopolítico, numa lógica de subordinação muito parecida à de metrópole-colônia, um esquema de retorno ao que parecia superado ou, pelo menos, dissimulado.</p>
<p>O imediato objetivo do Acordo é claro: permitir a presença de tropas e o posicionamento de aeronaves de guerra em 7 bases militares na Colômbia, consideradas estratégicas para qualquer possibilidade de incursão militar em Estados da região. Vale a pena ressaltar que o tipo de aviões que terão pouso nas bases são os conhecidos Orion, Awad e C-17, que podem conduzir toneladas de material bélico e realizam operações de inteligência e monitoramento.</p>
<p>Ninguém, em sã consciência, acha que quem se preocupa tanto com instalar suas tropas na região o faça para mantê-las cuidadosamente dispostas para limpar os aviões, caçar borboletas ou colecionar as belas lendas dos camponeses da região. Vão usar as bases para o que elas servem, é dizer, para fins militares, e projetadas em raios de ação muito amplos, como, aliás, alerta o ex-presidente colombiano Ernesto Samper em artigo publicado no El Pais da Espanha há alguns dias.</p>
<p>Não existe, desde nosso ponto de vista, até o momento, uma reavaliação, como sugerem alguns analistas, do tratamento e das relações dos Estados Unidos na região. Muito pelo contrário, está em curso uma estratégia político-militar de contenção dos processos de unidade regional e de desenvolvimento de alternativas ao modelo econômico predador. E não é mais possível minimizar a importância para qualquer cálculo ou diagnóstico em matéria de relações internacionais de algo tão ousado, drástico, irresponsável e deplorável, como o Acordo – Acordo complementar para a Cooperação e Assistência Técnica em Defesa e Segurança &#8211; assinado pelo governo colombiano e os Estados Unidos no dia 30 de outubro.    <br />4. Artigo 150, 16, da Constituição da Colômbia: &#34;Corresponde ao Congresso (&#8230;): aprovar ou desaprovar os tratados que o governo celebre com outros estados ou entidades de direito internacional (&#8230;)&#34;.</p>
<p>A incapacidade de persuadir desde o poder implica que sejam questionados os baluartes da própria institucionalidade estatal e os fundamentos basilares do historicamente denominado Estado de Direito, abrindo-se passo a um Estado de fato ou de não direito. Destarte, a assinatura do Acordo entranha um vício de inconstitucionalidade que acarreta sua nulidade, posto que a separação de funções violentou gravemente o Congresso Nacional, sendo este impedido de discutir o assunto. Isto é, não houve controle prévio. Por outro lado, fazendo caso omisso ao Conselho de Estado, o governo não submeteu o tratado ao exame de constitucionalidade da Corte Constitucional colombiana. Obviamente, os reparos esperados com relação a um Acordo que atenta contra a integridade territorial do país e contradiz as bases constitucionais – a soberania, os fins do Estado, a paz como direito fundamental &#8211; não tiveram espaço político e jurídico para serem argüidos. A arbitrariedade fez do Estado de Direito o boneco à luz da qual passou o autoritarismo presidencial.</p>
<p>Advirta-se, entretanto, que nenhum Estado do mundo pode invocar uma situação de guerra imaginária para a prática de atos bélicos não justificáveis como se fosse uma situação efetiva de ataque ou, pelo menos, de situações paralelas que tornem permissível a ação de defesa. Mas precisamente nisso reside a fragilidade provocada nas relações internacionais da região pelas bases militares. A legítima defesa, algo que pode resultar difuso em termos concretos, subordina a segurança de todos à lógica de quem atira a primeira pedra. Esse é um fator de constante preocupação.</p>
<p>Na Colômbia, o resgate da democracia, da pluralidade e do respeito pela vida e as liberdades passa por uma estratégia anti-reeleição, com um programa de governo que abra o diálogo para a paz, que construa um arco de alianças suficientemente amplo para gerar as condições de canalizar as exigências de renovação econômica e política. Nesse sentido, o Pólo Democrático que elegeu como seu candidato presidencial o senador Gustavo Petro deve promover a unidade com setores democráticos e dispostos a contribuir com as mudanças.</p>
<p>Contra o Acordo, uma severa ação diplomática e jurídica pode e deve ser empreendida, com o objetivo de contribuir para a estabilização, superando-se as fragilidades e as ameaças à paz. O que está em jogo não é, apenas, a crítica situação da Colômbia ou suas possibilidades de abrir espaços à troca humanitária, ou um diálogo frutífero que seja capaz de puxar reformas estruturais. Esforços para essas finalidades devem ser objetivos de todos, tanto colombianos quanto vizinhos. Mas também existe outra dimensão, que entranha a estabilidade de toda a região, os avanços políticos, as possibilidades de respeito à autodeterminação. A Organização das Nações Unidas, por meio das suas agências, em especial o ACNUR, tem o dever de manifestar-se com mensagens claras contra a guerra, requerendo o reforço das garantias para a paz como única medida aceitável para qualquer contradição na região e condenando iniciativas bélicas, intimidações e constrangimentos aos direitos humanos, promovendo o amplo desenvolvimento econômico e social.</p>
<p>Pietro Alarcón é professor da PUC/SP, assessor do convênio Cáritas-ACNUR para refugiados e membro da CEBRAPAZ.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Danilo Gentili]]></title>
<link>http://wherearemypics.com/2009/11/21/danilo-gentili/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>wherearemypics</dc:creator>
<guid>http://wherearemypics.com/2009/11/21/danilo-gentili/</guid>
<description><![CDATA[Teatro da PUC, Porto Alegre, RS Acesse nosso SITE | FOTOLOG | ORKUT | TWITTER]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#f9c424;">Teatro da PUC, Porto Alegre, RS</span></p>
<p>Acesse nosso <a title="WAMP no WordPress" href="http://www.wherearemypics.com/">SITE </a>&#124; <a title="WAMP no Fotolog" href="http://www.fotolog.com.br/wherearemypics">FOTOLOG </a>&#124; <a title="WAMP no Orkut" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=73939821">ORKUT </a>&#124; <a title="WAMP no Twitter" href="http://www.twitter.com/giulianocecatto">TWITTER </a></p>

</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E não é esse o problema de hoje em dia?]]></title>
<link>http://ubermenschbydebord.wordpress.com/2009/11/20/e-nao-e-esse-o-problema-de-hoje-em-dia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:30:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedro</dc:creator>
<guid>http://ubermenschbydebord.wordpress.com/2009/11/20/e-nao-e-esse-o-problema-de-hoje-em-dia/</guid>
<description><![CDATA[Eu não surfo. Mas sempre achei a coisa mais legal de surfar o fato de que é no mar. E talvez seja es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu não surfo. Mas sempre achei a coisa mais legal de surfar o fato de que é no mar. E talvez seja es]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expressão Puquiana]]></title>
<link>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/11/20/expressao-puquiana/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:18:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmurtas</dc:creator>
<guid>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/11/20/expressao-puquiana/</guid>
<description><![CDATA[Aconteceu nesta quarta-feira (18), por volta das 17:30. Alunos, grafiteiros e agregados se reuniram ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aconteceu nesta quarta-feira (18), por volta das 17:30. Alunos, grafiteiros e agregados se reuniram na COMFIL para redecorar o pátio e escutar música.</p>
<p>Confira algumas fotos da reunião:</p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-051.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1083" title="pSSATCC E COMPANHIA 051" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-051.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-063.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1084" title="pSSATCC E COMPANHIA 063" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-063.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-065.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1085" title="pSSATCC E COMPANHIA 065" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-065.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-048.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1086" title="pSSATCC E COMPANHIA 048" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-048.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-068.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1087" title="pSSATCC E COMPANHIA 068" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/pssatcc-e-companhia-068.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais para os pequenos!]]></title>
<link>http://modaparalela.wordpress.com/2009/11/17/mais-para-os-pequenos/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:46:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>feklink</dc:creator>
<guid>http://modaparalela.wordpress.com/2009/11/17/mais-para-os-pequenos/</guid>
<description><![CDATA[Poppy Kids Pessoal!! Mais novidades para os pequenos, um outlet infantil de várias marcas, PUC, Gree]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_452" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids0.jpg"><img class="size-full wp-image-452" title="Poppy kids0" src="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids0.jpg" alt="" width="500" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Poppy Kids</p></div>
<p>Pessoal!! Mais novidades para os pequenos, um outlet infantil de várias marcas, PUC, Green, You, Art Kids, Hering a preços bem bacanas,</p>
<div id="attachment_453" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids2.jpg"><img class="size-full wp-image-453" title="Poppy kids2" src="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids2.jpg" alt="" width="500" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Poppy Kids</p></div>
<p>esse quem me deu a dica foi a mãe do Guizão (ela já quase perdeu o nome, rs), a Gabi, ela me disse que tem coisas ótimas, a preços melhores ainda, até 70% de desconto. Vai de 0 a 14 anos. Rua Catipará, 251.</p>
<div id="attachment_456" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids1.jpg"><img class="size-full wp-image-456" title="Poppy kids1" src="http://modaparalela.wordpress.com/files/2009/11/poppy-kids1.jpg" alt="" width="500" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Poppy Kids</p></div>
<p>Bjs,</p>
<p>Fe</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quinta Atividade de Design de Games II – Modelagem 3D Básica]]></title>
<link>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/15/quinta-atividade-de-design-de-games-ii-%e2%80%93-modelagem-3d-basica/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 00:57:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>arnaldocastro</dc:creator>
<guid>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/15/quinta-atividade-de-design-de-games-ii-%e2%80%93-modelagem-3d-basica/</guid>
<description><![CDATA[Esta atividade foi um aperfeiçoamento da  anterior. Modelamos um objeto completo começando apenas co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esta atividade foi um aperfeiçoamento da  anterior. Modelamos um objeto completo começando apenas com uma textura pega no site <a href="http://www.cgtextures.com/" target="_blank"><em>CG Textures</em></a>, sem modelo. Usei uma disponível na categoria Industrial dentro de Buildings. Esta atividade serviu para desenvolver certa indepência quanto a modelagem já que não houve nada para usar como base em certas partes. As imagens aqui publicadas estão com o objeto em uma cena do plugin <a href="http://www.biomekk.com/" target="_blank"><em>LUMEN Lite</em></a>. Modelado com o <em><a href="http://www.maxon.net/" target="_blank">Cinema 4D R10</a></em>, textura trabalhada no <a href="http://www.adobe.com/br/products/photoshop/photoshop/" target="_blank"><em>Photoshop CS4</em></a> e mapeado com o <em><a href="http://www.uvmapper.com/" target="_blank">UVMapper Classic 0.30a</a></em>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-251" title="industrial" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/industrial3.jpg" alt="industrial" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align:center;"><img title="industrial0" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/industrial02.jpg" alt="industrial0" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-244" title="industrial1" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/industrial1.jpg" alt="industrial1" width="450" height="450" /></p>
<p>_____________________________________________________________</p>
<p>Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agência PUC Digital]]></title>
<link>http://semanapp.wordpress.com/2009/11/12/agencia-puc-digital/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:50:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>agenciapuc</dc:creator>
<guid>http://semanapp.wordpress.com/2009/11/12/agencia-puc-digital/</guid>
<description><![CDATA[Boas iniciativas devem ser divulgadas e a Universidade é o espaço que temos para isso. Durante meses]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boas iniciativas devem ser divulgadas e a Universidade é o espaço que temos para isso.<br />
Durante meses, o Blog da Semana de Publicidade foi tido como referência em nosso curso, por trazer informações atuais, dados relevantes e, principalmente, permitir que os alunos expressem sua opinião e mostrem sua cara.<br />
Com o intuito de servir como uma referência para esses mesmos estudantes, a Agência PUC montou um blog, onde traz indicações do que rola na área. Tem tudo: criação, eventos, planejamento, vídeo, aúdio&#8230; é muita coisa. E ainda dá pra saber um pouquinho da história da agência, seus participantes e seus trabalhos.<br />
Para os que curtem estar bem atualizados e amam Publicidade, vale a pena conferir!</p>
<p>Agência PUC: <a href="http://www.agenciapuc.wordpress.com">www.agenciapuc.wordpress.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Após tumulto na Uniban, atriz vai a faculdades com microvestido e irrita garotas]]></title>
<link>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/11/11/apos-tumulto-na-uniban-atriz-vai-a-faculdades-com-microvestido-e-irrita-garotas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:52:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Jorge Loureiro</dc:creator>
<guid>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/11/11/apos-tumulto-na-uniban-atriz-vai-a-faculdades-com-microvestido-e-irrita-garotas/</guid>
<description><![CDATA[No cara a cara, a resposta para &#8220;onde é o banheiro?&#8221; é bastante cordial. &#8220;Vire à e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No cara a cara, a resposta para &#8220;onde é o banheiro?&#8221; é bastante cordial. &#8220;Vire à esquerda, depois daquela coluna&#8221;, explica um estudante de direito da USP (Universidade de São Paulo), no largo São Francisco (na região central de SP).</p>
<p>Mas é só a moça de vestido curto virar as costas para o jovem sussurrar entre os amigos: &#8220;Puta! Puta! Puta!&#8221;.</p>
<div id="attachment_1417" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-1417" title="Foto: Rafael Hupsel / Folha Imagem" src="http://blogdenoronha.wordpress.com/files/2009/11/09315143.jpeg" alt="Foto: Rafael Hupsel / Folha Imagem" width="220" height="220" /><p class="wp-caption-text">Atriz vai a faculdades com microvestido e irrita garotas e intimida garotos.</p></div>
<p>A cena aconteceu na manhã de terça-feira, quando a atriz Fábia Gouvêa, 35, visitou quatro faculdades a convite da <strong>Folha</strong>, trajando um vestido provocante &#8211;curto nas pernas e com tecido fino, que evidenciava a ausência de sutiã.</p>
<p>Em todas elas (FMU, Universidade Ibirapuera, Pontifícia Universidade Católica e Universidade de São Paulo), pipocaram piadinhas (discretas e à distância) em referência ao já manjado caso de Geisy Arruda, 20, aluna de turismo hostilizada na Uniban quando foi à aula em microvestido, no fim de outubro.</p>
<p>&#8220;Xiii, só pode ser aluna da Uniban&#8221;, ironizou uma garota na PUC, referindo-se ao caso da garota Geisy Arruda.</p>
<p>Na FMU, Fábia pergunta sobre a qualidade dos cursos a uma turma na cantina. &#8220;Eles foram atenciosos, falaram bem da faculdade&#8221;, relata. Mas foi só ela sair dali para uma das alunas fulminar&#8230; &#8220;Gente, ela deve ter vindo prospectar freguesia&#8221;, diz uma aluna. Todos riem.</p>
<p>Não que os olhares tortos só tenham vindo pelas costas. &#8220;Os caras ficaram mais intimidados, olham discretamente. Mas muitas meninas me encararam feio, me mediram&#8221;, relata.</p>
<p>Um pouco mais à frente, mais tensão &#8211;três garotas olham a atriz, que responde com o olhar. De novo, é só virar as costas para começarem os comentários. &#8220;Isso é roupa de vir à faculdade?&#8221;</p>
<p>No largo São Francisco, um cartaz com referência ao caso Uniban é assinado pelo &#8220;P.U.T.A. &#8211; Partido Ultra Tradicionalista das Arcadas&#8221;. Ele convoca &#8220;todas as franciscanas a virem de minivestido&#8221; e diz lutar pelo &#8220;direito feminino de frequentar a faculdade (&#8230;) até mesmo sem roupa&#8221;.</p>
<p>Um segurança, ao perceber a presença do fotógrafo em direção à moça, a aborda e a orienta: &#8220;Você não pode fotografar aqui, mas pode vir com a roupa que quiser. Tem meninas com vestidos muito piores que o seu&#8221;.</p>
<p><strong>Uniban</strong></p>
<p>No último dia 22, a estudante Geisy Arruda, 20, da Uniban foi hostlizada por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. Ontem, os advogados da aluna procuraram a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) para pedir a abertura de um inquérito policial sobre o caso.</p>
<p>O vice-reitor da Uniban, Ellis Brown, garantiu na tarde de ontem que a estudante terá seguranças caso seja apresentado algum risco quando ela voltar a estudar no campus da universidade em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). Inicialmente, a universidade decidiu expulsar a aluna, mas revogou a decisão.</p>
<p>Um inquérito foi instaurado e, ainda segundo os advogados, há indícios de que tenha havido sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado, ato obsceno e incitação ao crime.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo cidadão faz a festa em noite de #apagao pelo Twitter]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/jornalismo-cidadao-faz-a-festa-em-noite-de-apagao-pelo-twitter/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:04:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/jornalismo-cidadao-faz-a-festa-em-noite-de-apagao-pelo-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Por Pollyana Ferrari &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Reproduzo aqui post fresquinho do PUCF5 sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Pollyana Ferrari</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-280" title="twitter_home" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/twitter_home.gif?w=300" alt="twitter_home" width="300" height="152" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Reproduzo aqui post fresquinho do <a href="http://pucf5.wordpress.com/2009/11/11/apagao-historico-repercute-no-twitter">PUCF5</a> sobre a cobertura do #apagao pelo Twitter. &#8220;Ontem à noite, por volta das 22:13, cerca de 800 cidades de pelo menos 10 Estados Brasileiros ficaram sem energia elétrica, no maior apagão dos últimos dez anos no país. Além do Brasil, o Paraguai também ficou breves momentos com falta de luz. O acontecimento repercutiu no Twitter &#8211; posts sobre o tema foram enviados por milhares de usuários. Além de reclamações pelos prejuízos cometidos pela falta de luz, críticas ao governo, teorias sobre as causas e outros comentários feitos pelos usuários da rede, o microblog também foi utilizado para informar pessoas que vivem em outros países sobre a situação brasileira.</p>
<p>A própria Usina de Itaipu criou um <a href="http://twitter.com/usina_itaipu">perfil</a> especialmente para a cobertura do caso. Em seus posts no Twitter, Itaipu afirmou que “ causa do blecaute não teve origem na usina” e que “A atribuição de Itaipu é gerar energia. A transmissão é responsabilidade de Furnas, que dispõe de subestação em Foz do Iguaçu perto da usina”. Em contrapartida, o Ministro de Minas e Energia Edison Lobão, afirma que “Houve um desligamento completo da Usina de Itaipu”.</p>
<p>O <a href="http://live.blogblogs.com.br/apagao">BlogBlogs</a> tem toda cobertura pelo Twitter, Flickr, YouTube. Vale a pena acompanhar</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista al Diari El Punt: "El català a la Universitat Pompeu Fabra està en un clar retrocés» ]]></title>
<link>http://pucatala.wordpress.com/2009/11/10/entrevista-al-diari-el-punt-el-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retroces%c2%bb/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:03:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roger</dc:creator>
<guid>http://pucatala.wordpress.com/2009/11/10/entrevista-al-diari-el-punt-el-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retroces%c2%bb/</guid>
<description><![CDATA[Avui, dimarts 11 de novembre de 2009, el Diari El Punt entrevista a un representant de la Plataforma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
<p style="text-align:justify;">Avui, dimarts 11 de novembre de 2009, el <a href="http://www.elpunt.cat/noticia/article/5-cultura/19-cultura/101982-lel-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retrocesr.html" target="_blank">Diari El Punt entrevista a un representant de la Plataforma Universitària pel Català</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">En l’entrevista Roger Melcior fa un <strong>repàs de la situació actual i l’evolució de la llengua catalana en la docència a la Universitat Pompeu Fabra. </strong>Tot això pocs dies més tard de la publicació de les dades de llengua de docència del curs 2008-2009: <strong><a href="http://www.upf.edu/memoria/20082009/4-docencia/4-6-llengues/461.html" target="_blank">només un 52′4% de les classes impartides a la UPF durant el curs passat han estat en català.</a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.elpunt.cat/noticia/article/5-cultura/19-cultura/101982-lel-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retrocesr.html"><img class="size-medium wp-image-753 aligncenter" title="Screen shot 2009-11-10 at 9.28.52" src="http://pucatala.wordpress.com/files/2009/11/screen-shot-2009-11-10-at-9-28-52.png?w=300" alt="Screen shot 2009-11-10 at 9.28.52" width="300" height="85" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista al Punt]]></title>
<link>http://rogermelcior.wordpress.com/2009/11/10/entrevista-al-punt/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:52:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roger</dc:creator>
<guid>http://rogermelcior.wordpress.com/2009/11/10/entrevista-al-punt/</guid>
<description><![CDATA[Avui, dimarts 11 de novembre de 2009, s&#8217;ha publicat al diari El Punt una entrevista en la qual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Avui, dimarts 11 de novembre de 2009, s&#8217;ha publicat al diari <strong><a href="http://www.elpunt.cat/noticia/article/5-cultura/19-cultura/101982-lel-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retrocesr.html" target="_blank">El Punt una entrevista</a> </strong>en la qual parlo amb nom de la <strong><a href="http://www.puc.cat" target="_blank">Plataforma Universitària pel Català</a> </strong>de la situació de la llengua catalana a la UPF i a les universitats en general. Això <strong>pocs dies després de fer-se públiques les dades de llengua de docència del curs 2008-2009: només un 52&#8242;4% de les classes impartides a la UPF durant el curs passat han estat en català! </strong>Ridícul, oi?</p>
<p style="text-align:justify;">En definitiva cal continuar treballant en una Universitat que garanteix el dret fer un grau en llengua anglesa, però no el dret a poder estudiar tot un grau en català, la llengua d&#8217;ús normal a les universitats del país tal i com recull la Llei d&#8217;Universitats de Catalunya!</p>
<p><a href="http://www.elpunt.cat/noticia/article/5-cultura/19-cultura/101982-lel-catala-a-la-universitat-pompeu-fabra-esta-en-un-clar-retrocesr.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-931" title="Screen shot 2009-11-10 at 9.28.52" src="http://rogermelcior.wordpress.com/files/2009/11/screen-shot-2009-11-10-at-9-28-52.png" alt="Screen shot 2009-11-10 at 9.28.52" width="500" height="142" /></a></p>
<p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Potencializando a luta anticapital, ou qualquer outra válida]]></title>
<link>http://jornalojornal.wordpress.com/2009/11/09/potencializando-a-luta-anticapital-ou-qualquer-outra-valida/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:13:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalojornal</dc:creator>
<guid>http://jornalojornal.wordpress.com/2009/11/09/potencializando-a-luta-anticapital-ou-qualquer-outra-valida/</guid>
<description><![CDATA[Por Mario Palhares  Não dá! Não dá! Nã nã não! Juro que tento fugir da primeira pessoa quando produz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Mario Palhares</p>
<p> Não dá! Não dá! Nã nã não! Juro que tento fugir da primeira pessoa quando produzo algum texto, mas neste caso está difícil. Quando acontece uma experiência tão imersiva quanto a que aconteceu comigo ao assistir a oficina entitulada “Midiativismo” e ministrada pelo – acho que posso chamá-lo assim – companheiro Silvio Mieli, fugir do pronome “Eu” ao relatar tal experiência é quase impossível.</p>
<p>Silvio é jornalista, ativista e professor na colega PUC. Trouxe-nos uma visão crítica e apurada sobre a mídia, principalmente a internet. Dos perigos da rede disfarçados de integração e “oba-oba”, mas sem o tom terrorista que já ouvi gente usar para falar de tal assunto. Mieli não vê como demônio, nem como arma, mas como algo que está aí e que podemos usar de melhor forma e de como isso pode potencializar lutas por causas justas também. Usar a grande rede para obter informações, por meio da antiga imprensa alternativa, combativa que está de carro e nome novo: Midiativismo.</p>
<p>Que é um advento de um mundo neoliberal e que é usada por um patronato cheio de intenções particulares, eu não tenho dúvidas, mas sempre há como driblar, como colocar uma terceira maneira, ou uma terceira mensagem. Usar o virtual em função do real, e não ao revéz. Isso se você quiser usar o virtual, porque, ao contrário do que diz o inimigo, a vida é possível fora da internet.</p>
<p>Lembrem-se que, usei primeira pessoa, portanto as idéias expostas aqui são minhas, não expressam as do jornal, que é constituído por um número grande de indivíduos distintos e que prezam o respeito pelas diferenças.</p>
<p>Não sei como posso fechar este de uma melhor maneira do que mandar um:</p>
<p>Abraço</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tcc: Agora só falta o Flash.]]></title>
<link>http://milmimimis.wordpress.com/2009/11/07/tcc-agora-so-falta-o-flash/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:06:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlise</dc:creator>
<guid>http://milmimimis.wordpress.com/2009/11/07/tcc-agora-so-falta-o-flash/</guid>
<description><![CDATA[Flash? Já era. Que os deuses da tecnologia me ajudem.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://milmimimis.wordpress.com/files/2009/11/final.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-620" title="Final" src="http://milmimimis.wordpress.com/files/2009/11/final.jpg" alt="Final" width="461" height="1037" /></a></p>
<p>Flash? Já era. Que os deuses da tecnologia me ajudem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quarta Atividade de Design de Games II – Modelagem 3D Básica]]></title>
<link>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/06/quarta-atividade-de-design-de-games-ii-%e2%80%93-modelagem-3d-basica/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:11:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>arnaldocastro</dc:creator>
<guid>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/06/quarta-atividade-de-design-de-games-ii-%e2%80%93-modelagem-3d-basica/</guid>
<description><![CDATA[A atividade aqui postada consiste na modelagem de uma casa medieval a partir do modelo dado pelo Pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A atividade aqui postada consiste na modelagem de uma casa medieval a partir do modelo dado pelo Profº Drº Luís Carlos Petry. Originalmente ele modelou a casa e trabalhou a textura e nós construímos os nossos próprios modelos nos espelhando no dele e com a tarefa de reduzir a quantidade de poligonos sem perder a qualidade. Consegui uma redução de aproximadamente a metade dos polígonos sem perder a qualidade do objeto. Ela foi inteiramente modelada no<em><a href="http://www.maxon.net/" target="_blank"> Cinema 4D R10</a></em> e sua textura trabalhada no <em><a href="http://www.adobe.com/br/products/photoshop/photoshop/" target="_blank">Photoshop CS4 Extended</a></em>.  Após sua construção foi exportada para <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/FBX" target="_blank">FBX 6.0</a></em> para utilizá-la na engine<em> <a href="http://unity3d.com/" target="_blank">Unity 3D</a></em>. Também houve uma pequena atualização no post do muro, para acessar clique <a href="http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/08/30/primeira-atividade-de-designe-games-ii-modelagem-3d-basica/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-236" title="casa" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/casa2.jpg" alt="casa" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-228" title="casa0" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/casa0.jpg" alt="casa0" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-230" title="casa1" src="http://arnaldocastro.wordpress.com/files/2009/11/casa11.jpg" alt="casa1" width="450" height="450" /></p>
<p>_____________________________________________________________</p>
<p>Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Muitas novidades!]]></title>
<link>http://smarcondes.wordpress.com/2009/11/06/muitas-novidades/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>smarcondes</dc:creator>
<guid>http://smarcondes.wordpress.com/2009/11/06/muitas-novidades/</guid>
<description><![CDATA[Ufa, os últimos dias foram uma correria!!! Fiz as fotos da Erika e mais alguns alunos que vão se for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ufa, os últimos dias foram uma correria!!!</p>
<p>Fiz as fotos da <strong>Erika</strong> e mais alguns alunos que vão se formar em <strong>Enfermagem</strong> na <strong>PUC</strong> mês que vem, e essas fotos deram muito pano pra manga&#8230; mas essa é uma longa história, e não vou entrar nesse assunto por enquanto, porque pra mim (e para os formandos) só é hora de comemorar!</p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_5159.jpg" alt="IMG_5159" title="IMG_5159" width="510" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1040" /></p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_5207.jpg" alt="IMG_5207" title="IMG_5207" width="510" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1041" /></p>
<p>No dia seguinte, foi a vez do <strong>aniversário de um aninho da Rafaela</strong>, e a festa foi super legal, cheio de brincadeiras para a criançada e eu também me diverti muito!</p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_56711.jpg" alt="IMG_5671" title="IMG_5671" width="510" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1050" /></p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_58371.jpg" alt="IMG_5837" title="IMG_5837" width="400" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-1051" /></p>
<p>Para finalizar, um pouquinho do ensaio de <strong>gestante</strong> da <strong>Zoraede</strong>, que fizemos no feriado do dia 2 de novembro, na Praça do Palace aqui em Poços de Caldas, com a participação especial do papai <strong>Geraldo</strong>, ambos na expectativa da chegada da <strong>Maria Eduarda</strong>.</p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_6173.jpg" alt="IMG_6173" title="IMG_6173" width="510" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1044" /></p>
<p><img src="http://smarcondes.wordpress.com/files/2009/11/img_6130.jpg" alt="IMG_6130" title="IMG_6130" width="400" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-1045" /></p>
<p>Além de tudo isso, estou editando o álbum de bodas de prata do Waldir e da Rosmey, e também terminando de separar as fotos do casamento da Márcia e do Daniel. </p>
<p>Ufa&#8230; por enquanto é &#8220;só&#8221;!!! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uno sguardo ai principali strumenti per il governo del territorio]]></title>
<link>http://leggiurbanistiche.wordpress.com/2009/11/05/uno-sguardo-ai-principali-strumenti-per-il-governo-del-territorio/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:19:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>leggiurbanistiche</dc:creator>
<guid>http://leggiurbanistiche.wordpress.com/2009/11/05/uno-sguardo-ai-principali-strumenti-per-il-governo-del-territorio/</guid>
<description><![CDATA[Pur non essendo ancora professionisti, ma semplici studenti alle prese con questa materia da poco, p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pur non essendo ancora professionisti, ma semplici studenti alle prese con questa materia da poco, preferiamo rivolgerci a chi come noi ne sa poco di legislazione urbanistica, con termini tecnici solo qualora ve ne fosse necessariamente bisogno, cercando di rendere il complicato linguaggio legislativo accessibile a tutti.</p>
<p>Vogliamo quindi darvi una prima visione di insieme della pianificazione e delle principali norme vigenti in Italia, così da agevolare l’approccio con la Legislazione Urbanistica.</p>
<p>La <strong>pianificazione urbanistica</strong> disciplina la distribuzione spaziale degli interventi  nel territorio e organizza i relativi strumenti strutturali per un ordinato sviluppo economico.</p>
<p>Spettano alla pianificazione urbanistica compiti di controllo e di indirizzo delle trasformazioni  del <em>territorio</em> assolvendo a tali compiti attraverso un insieme combinato di disposizioni inserite in <strong>strumenti</strong> (o <strong>piani</strong>) <strong>urbanistici</strong>. <strong>I piani urbanistici costituiscono</strong>, dunque, <strong>strumenti di controllo e di indirizzo dello sviluppo urbanistico</strong>.<strong> </strong>Facendo ricorso ad uno schema esemplificativo, può dirsi che la legislazione vigente prevede i seguenti tipi principali di piano:</p>
<ol>
<li><strong>PTR – PTCP</strong>: <em>Piani territoriali di coordinamento regionali e provinciali</em>, che indirizzano a fini di coordinamento la programmazione e la pianificazione urbanistica degli enti locali.</li>
<li><strong>PRGI</strong>: <em>Piani regolatori regionali intercomunali</em><em></em>, che coordinano le direttive riguardanti l’assetto urbanistico di due o più Comuni limitrofi.</li>
<li><strong>PRG – PUC</strong>: <em>Piani regolatori generali comunali</em>, che traducono le direttive generali in prescrizioni più precise con riferimento ala totalità del territorio di un Comune.</li>
<li><strong>PUA</strong>: <em>Programmi pluriennali di attuazione</em>, che hanno la finalità sia di predeterminazione dell’assetto del territorio sia di esecuzione del piano regolatore generale, indicando le zone in cui lo sviluppo edilizio dovrà indirizzarsi.</li>
<li><strong>PP &#8211; PIP &#8211; PEEP</strong>: <em>Piani particolareggiati</em>.</li>
</ol>
<p>Il sistema di pianificazione  urbanistica dinanzi schematizzato si articola in <em>una serie di procedimenti tra loro collegati</em>, rivolti a conferire un assetto ordinato al territorio.</p>
<p>I piani urbanistici sono classificati secondo un rapporto di gerarchia a piramide rovesciata, nel senso che vi sono strumenti dotati di valore <strong>prescrittivo</strong> (<em>pianificazione di direttive</em>) nei confronti dei piani di livello inferiore (<em>pianificazione esecutiva</em>). Generalmente questa scala gerarchica corrisponde a quella dell&#8217;estensione dei ripettivi ambiti territoriali , vale a dire che i piani di minore estensione debbono rispettare le prescrizioni di quelli di maggiore estensione.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Narratividade e Games - Contos do Bardo Zé - George]]></title>
<link>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/04/narratividade-e-games-contos-do-bardo-ze-george/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>arnaldocastro</dc:creator>
<guid>http://arnaldocastro.wordpress.com/2009/11/04/narratividade-e-games-contos-do-bardo-ze-george/</guid>
<description><![CDATA[Outro conto escrito para a matéria Narratividade e Games. Desta vez o tema é fantasia. Contos do Bar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Outro conto escrito para a matéria Narratividade e Games. Desta vez o tema é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasia_(g%C3%AAnero)" target="_blank">fantasia</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Contos do Bardo Zé &#8211; George</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Escrito por: Arnaldo da Costa e Castro Neto, Jefferson Aparecido Silva, Paulo Henrique Rubens Kornetoff Ferreira e Salviano de Figueiredo Viana.</p>
<p style="text-align:justify;">Faiscava lá fora, o súbito frear do trem arrancou George de seu sono.</p>
<p style="text-align:justify;">- Em nome do Grande Cahn-céx, abra a porta! – vociferou alguém do lado de fora do quarto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Abre a porta já morreu quem manda nessa merda sou eu. &#8211; Retrucou George com desdém, acomodando-se para dormir.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda em choque, o gigante guarda meio-gato e meio-elfo saca sua espada-serra e com um forte chute arromba a porta.</p>
<p style="text-align:justify;">- Como ousas insultar nosso grandioso Deus, criador do céu e da terra e regente de todo o universo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Se eu pudesse lamber meu próprio saco também me acharia deus&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O rosto inexpressivo e sem resposta do guarda elfato transforma-se num espasmo irado. Furioso, se arremessa sem medo sobre o homem sentado. Com um salto, George coloca-se em pé, suas mãos procuram a gigantesca espada apoiada na parede.</p>
<p style="text-align:justify;">Arremetendo contra o guarda, a espada cintila no ar. Consciente de seu poder, o homem rasga as paredes do vagão. Perplexo, o guarda tem tempo apenas de perceber que fora cortado ao meio. Com a espada acima de sua cabeça, George nota sua lâmina sibilando enquanto faiscava e, com fúria, golpeia o guarda mais uma vez, explodindo o vagão e  arremessando George incrédulo, pela janela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Depois disso, caí no meio da estação Oilvert, lutei contra mais cinco guardas usando o incrível poder da Trovadora e fugi correndo pelas ruas- disse George enfaticamente, batendo sua caneca de cerveja na mesa.</p>
<p style="text-align:justify;">O ignóbil gnomo, sem medo, desfere um tabefe no braço do imenso bárbaro, que apesar da implausível lorota, realmente tinha fugido através do deserto Delfi-Thar e que agora havia milagrosamente retomado a Oilvert e sobrevivido à explosão que ocorrerá na estação de trem.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas é a pura verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">- No dia que os “gatelfos” dos infernos colocarem ovos de ouro, eu acredito.</p>
<p style="text-align:justify;">- Posso provar!</p>
<p style="text-align:justify;">- Provar o quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- O que acabei de dizer!</p>
<p style="text-align:justify;">Do fundo da taberna lotada, emerge uma voluptuosa figura feminina que se esgueira por entre bêbados e vagabundos. A jovem elfa vestia um pomposo vestido com um generoso decote, o andar delicado lhe acertava perfeitamente. Interrompendo os dois bêbados.</p>
<p style="text-align:justify;">- George? – Falou a bela elfa num tom de voz afável.</p>
<p style="text-align:justify;">- George?</p>
<p style="text-align:justify;">- Opa! – Saúda-a.</p>
<p style="text-align:justify;">- George Steiner?!</p>
<p style="text-align:justify;">- Podemos conversar?</p>
<p style="text-align:justify;">- Opa! – Diz o bêbado e não muito brilhante George.</p>
<p style="text-align:justify;">Pegando-o pelo braço, a linda e bela ruiva elfa Lynd Lohan o arrasta para um beco atrás da taberna.</p>
<p style="text-align:justify;">- George, se o que tu dizes és verdade, tu podes nos salvar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Heim?</p>
<p style="text-align:justify;">- Como você conseguiu a espada?</p>
<p style="text-align:justify;">Envergonhado, mas ainda sim se sentindo sortudo, George se esforça para lembrar-se dos detalhes da sua jornada pelo deserto Delfi-Thar.</p>
<p style="text-align:justify;">“Chovia lá fora no dia em que os elfatos invadiram a casa dos meus pais aqui em Oilvert. Eles mataram minha família. Eu tinha apenas seis anos quando isso aconteceu&#8230;”</p>
<p style="text-align:justify;">- George?</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim?</p>
<p style="text-align:justify;">- Seja mais objetivo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Oh, desculpe. &#8220;Após fugir do cativeiro dos elfatos nas montanhas de Siburtha, eu consegui chegar ao grande deserto. Os Elfatos que me perseguiam simplesmente cessaram a sua perseguição porque acharam que eu não sobreviveria sozinho ali. Após dois dias caminhando através das dunas, minha comida acabou e me restava apenas dois goles de água. Entrei em desespero e perdi o rumo que eu havia traçado para longe do império Elfato. No cair da tarde do segundo dia avistei um mercador, um sapo e seu camelo. O velho mercador meio-sapo meio-homem bem gosmento ficou maravilhado ao me ver. Disse que ele havia andado pelo deserto durante 200 anos a espera do escolhido, o homem que libertaria os povos subjugados pelo falso Deus Gato Can-Noh-Céx. Eu seria a reencarnação desse escolhido e os Deuses antigos haviam me colocado ali para que o velho sapo pudesse me dar o que era meu por direito, a Gigantesca Espada Trovadora, o único artefato na face da terra que seria capaz de desafiar o Deus Gato. Aceitei-a. Como poderia recusar? O velho louco ensandecido sapo brandindo aquela espada no meio do deserto&#8230;? Claro.”</p>
<p style="text-align:justify;">- Foi assim?</p>
<p style="text-align:justify;">- Foi como um sonho.</p>
<p style="text-align:justify;">- Inacreditável. Talvez você seja mesmo o escolhido!</p>
<p style="text-align:justify;">- Legal.</p>
<p style="text-align:justify;">-&#8230; George? Eu gostaria de ter a espada! Ela pode significar a vitória contra o tirano Cahn-Céx!</p>
<p style="text-align:justify;">- Não.</p>
<p style="text-align:justify;">- George, você sabe como isso é importante? Por anos a fio a resistência luta, e agora, você aparece aqui com as respostas que procurávamos.</p>
<p style="text-align:justify;">- É.</p>
<p style="text-align:justify;">-&#8230; George existem muitas maneiras de recompensá-lo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Opa! Como?</p>
<p style="text-align:justify;">Bruscamente, Lynd jogou-se nos braços do bárbaro. Ele corou, mas compreendeu que ali se encontrava toda a esperança dela.</p>
<p style="text-align:justify;">- Talvez eu possa ajudá-la. Vamos lá, eu escondi a espada no meu quarto na taberna “Bardo Zé”.</p>
<p style="text-align:justify;">- Na taberna! Que descuido!</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah é?</p>
<p style="text-align:justify;">-&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Então, certo de haver ganhado o dia, George vai ao seu quarto e pega a espada que havia escondido no armário. Ele desce à taberna, sua imagem, a de um grande herói segurando uma imensa espada, é assustadora e ao mesmo tempo grandiosa. Até mesmo o gnomo Ignóbil se ajoelha perante a aura de poder de George Steiner. Enfim, ele entrega a espada a Lynd, e como se o encanto se quebrasse, ele perde toda a sua superioridade.<br />
Achando que George poderia se tornar um problema, Lynd acredita que deve levá-lo com ela. Facilmente convencido, ele aceita ir e leva consigo Ignóbil.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de uma caminhada que durou mais de três dias a cavalo, os heróis finalmente chegam à floresta dos sussurros, um lugar repleto de árvores com copas espessas, as folhas verdejantes. Feixes de luz iluminavam um caminho coberto de folhas mortas que formavam um extenso carpete. George observa o lugar com estranheza.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que lugar é esse?</p>
<p style="text-align:justify;">- Uma floresta retardado! &#8211; retruca Ignóbil</p>
<p style="text-align:justify;">- Essa é a passagem para o refúgio da forças rebeldes anti-elfatos &#8211; afirma Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">Eles param em um ponto da floresta, que seria aparentemente igual a qualquer outra. Lynd desce de seu corcel azul, adianta-se cinco metros à frente e começa a recitar cânticos mágicos. Uma caverna aparece diante deles. Uma legião de soldados aparece e cerca os heróis deixando seus cavalos agitados. Seres de diversas raças estavam presentes e todos tinham uma marca características em seus uniformes. Um jovem e esguio elfo se destaca aproximando-se de Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pelo que vejo você realmente conseguiu a espada das lendas ancestrais que poderá salvar o rumo de todo o mundo – diz o esguio elfo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quem você pensa que eu sou, Elgo-Olas meu irmão? Jamais voltaria aqui sem a espada. &#8211; Retrucou Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quem são esses ignóbeis que lhe acompanham minha princesa? – Pergunta Elgo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que!?  De ignóbil só tem eu aqui senhor. – Responde Ignóbil.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hã? &#8211; Rebate George</p>
<p style="text-align:justify;">Então, com uma repentina ordem de prisão de Elgo, os homens avançam sobre George. Ignóbil coloca as mãos atrás da cabeça se rendendo e implorando por sua vida, afirmando ter três mulheres e sete crianças em casa para cuidar. George salta de seu cavalo com tamanha força que quebra a coluna do pobre animal, e num surto de gritos e selvageria ele avança para cima dos soldados, agarrando a cabeça de dois deles e jogando-os brutalmente contra uma árvore próxima. Os soldados ainda sem perceber o que exatamente havia ocorrido continuam a avançar e o golpeiam com suas lanças e espadas, mas eles jamais contavam que o herói teria mais músculos do que cérebro e que os ferimentos causados nele seriam apenas superficiais.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dê-me a Trovadora Lynd! Rápido! &#8211; Grita o bárbaro em ação.</p>
<p style="text-align:justify;">George vê somente um pequeno sorriso maquiavélico no rosto de Lynd antes de ser atingido por um pedregulho na cabeça, jogado por um minotauro. George sentiu que seu crânio havia partido ao meio. Sua visão escurece e seu imenso corpo cai ao chão. Ignóbil continuava implorando para não ser levado enquanto tirava certo número de coisas de seus bolsos prometendo devolver estas a seus donos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na prisão, George acorda com a cabeça enfaixada e não consegue compreender o que se passava. Vendo Ignóbil na sela a sua frente ele o chama:</p>
<p style="text-align:justify;">- Ei, Ignóbil, o que esta acontecendo?</p>
<p style="text-align:justify;">- George! Até quando você pretende ser burro?!</p>
<p style="text-align:justify;">- Sou um bárbaro, não um burro!</p>
<p style="text-align:justify;">- Fomos presos! Falei para você não sair da taberna sem pagar!</p>
<p style="text-align:justify;">- O Bardo Zé ficará furioso. – Choramingou o bárbaro.</p>
<p style="text-align:justify;">A conversa é interrompida por Lynd, acompanhada de um guarda:</p>
<p style="text-align:justify;">- Sua ajuda será de grande valia para os nossos esforços contra Cahn-céx Sr. George!</p>
<p style="text-align:justify;">- Opa! – Respondeu alegremente.</p>
<p style="text-align:justify;">Ignóbil questionava-se profundamente se George realmente carregava um cérebro dentro da cabeça ou se sua cabeça servia somente para carregar seus cabelos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Princesa! O que vai acontecer com a gente?</p>
<p style="text-align:justify;">- Nós prometemos que vamos pagar o Bardo Zé. É sério! &#8211; Responde George.</p>
<p style="text-align:justify;">Lynd pensativa tenta entender o que aqueles dois estão realmente falando, então lhes explica que depois que o combate para libertar a vila vizinha dos elfatos estiver acabado, ela tomará uma decisão com relação aos dois, e assim, parte para a batalha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Estamos perdidos George. Queria lhe dizer que, se eu morrer aqui, você foi o meu melhor amigo. – Diz lamuriando.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sei. – Retruca sem prestar muita atenção.</p>
<p style="text-align:justify;">- Na verdade você foi o único amigo que já tive.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Mesmo que nos tenhamos conhecido naquela taberna, foi muito legal até aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">-&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Você está me ouvindo?! George?! Ei!</p>
<p style="text-align:justify;">Então, durante o dia seguinte, uma noticia mexe com todos os soldados rebeldes até cair nos ouvidos de George e Ignóbil. Aparentemente a espada lendária não passava de uma farsa. O batalhão que foi enviado ao vilarejo foi massacrado e os sobreviventes estavam relatando isso aos líderes.</p>
<p style="text-align:justify;">- Seu maluco! Você deu a espada falsa pros rebeldes?!</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu não.</p>
<p style="text-align:justify;">- Estamos mortos! Não acredito que eu fui me meter com alguém como você! Minha vida está arruinada!</p>
<p style="text-align:justify;">- Sei.</p>
<p style="text-align:justify;">Após ouvir o que aconteceu, Lynd e Elgo convocam alguns outros soldados e seus conselheiros para uma reunião de emergência. Reunidos, eles tratam de reler a profecia, pois Lynd jura ter visto os raios e a explosão que supostamente George causara no trem.</p>
<p style="text-align:justify;">- Aqui diz que apenas o escolhido pode brandir a espada. – diz Lynd, passada em perceber o erro que cometeram ao ter aprisionado os dois obscuros heróis.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não&#8230; Não pode ser&#8230; Agora dependemos daquele bárbaro sujo, sem respeito e mal-criado? – encolerizou-se Elgo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pois é. – arrefeceu Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">Resoluta, Lynd vai conversar com os prisioneiros. Os dois encontram-se desolados e tristes pois haviam feito uma estúpida greve de fome enquanto os soldados combatiam longe dali.</p>
<p style="text-align:justify;">- George, meu querido!</p>
<p style="text-align:justify;">- Lynd, meu doce de coco!</p>
<p style="text-align:justify;">Sendo ela uma mulher esperta lembrou-se da estranha conversa dos dois e decidiu jogar com eles.</p>
<p style="text-align:justify;">- George, nós fomos até Oilvert, pagamos o Bardo Zé e convencemo-lo a deixar vocês dois livres!</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah Lynd, sabíamos que poderíamos confiar em você! – Alegrou-se George.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim! Mas George, preciso de um favor, de coração!</p>
<p style="text-align:justify;">- Peça-me qualquer coisa linda Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ajude-nos a lutar contra os elfatos!</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Que foi?</p>
<p style="text-align:justify;">- Só isso? Por quê?</p>
<p style="text-align:justify;">- Você conhece a verdadeira história do nosso mundo?</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu sou um bárbaro&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- George querido, ouça com atenção. Essa história que irei ilhe contar é sobre a maldição dos elfatos que dominam o mundo e a espada lendária que está predestinada a acabar com essa maldição.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa era onde as espécies andavam juntas na terra, um Deus invejoso, observando a harmonia que havia se instalado no planeta, resolveu descer para destruir tudo o que as espécies haviam conseguido construir em paz. Ele arrancou uma parte da lua, adentrou o fragmento e lançou-se na terra, mas seu corpo não resistiu à árdua viagem e ele quase perecera na órbita terrestre. Ele chegou ao solo, mas incapaz de movimentar-se, dormiu durante milênios guardando energia.</p>
<p style="text-align:justify;">Um elfo da tribo dos Melinys encontrou por acaso a rocha onde dormia o Deus. Com uma curiosidade maior do que a razão, pesquisou o meteorito e então despertou o ancestral poder do Deus maligno, que veio a subjugar o elfo e assim dominar sua consciência. O Deus agora adquirira o conhecimento deste e viajou de volta para a tribo dos Melinys. Sem perdão, levou a tribo à desgraça como seu primeiro sinal de revolta para as raças da terra. Mas seu corpo ainda não era forte o suficiente para tal afronta e assim absorveu inúmeros seres até chegar numa quimera das florestas, um ser cultuado pelos elfos.</p>
<p style="text-align:justify;">O deus então se dividiu e multiplicou-se, criando assim seus filhos, com a forma semelhante aos elfos e a pantera em um só corpo. Nasciam os Elfatos, seres de tamanho poder e habilidades. Eram cinco no começo, o suficiente para marcharem em direção a vila élfica e destruírem qualquer vestígio daquela tribo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua ganância se espalhou pelo mundo fora da floresta, mas dessa vez ele não contava com o trabalho em conjunto das outras raças. Assim, os exércitos unidos destruíram seus filhos e baniram Cahn-céx para os longínquos desertos de Delfi-Thar.</p>
<p style="text-align:justify;">A ira do deus humilhado fez com que ele tramasse uma vitória esmagadora contra o mundo. Então, o deus gerou novas crias e ordenou que essas crias se procriassem e que os filhos dessas crias se multiplicassem e que todos venerassem o grande deus Cahn-céx. O deus ordenou que seus filhos se preparassem para o castigo dos seres terrestres e então novamente o deus dormiu.</p>
<p style="text-align:justify;">Na primeira lua cheia do primeiro século passado, Cahn-céx desperta de seu sono, e assim como havia previsto, seus filhos, os seres do deserto, haviam se multiplicado em uma nação guerreira para dominar todos. Sem tardar foi ordenada a conquista do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">A guerra apunhalou o mundo de surpresa, que já havia começado a sofrer diferenças entre as raças. Não poderia haver um momento melhor para Cahn-céx movimentar suas tropas. O mundo havia ruído perante as habilidades dos elfatos e agora o deus riria de todos os que o subjugaram outrora. Mas havia um reino que se recusava a cair, Arthur Stein, o Rei tinha o espírito valente e defendeu suas terras contra as investidas furiosas dos soldados elfatos. Cahn-céx então subestimou o reino e foi pessoalmente provocar a ruína dele, mas o rei, na frente do campo de batalha, adentrou a formação dos elfatos e confrontou Cahn-céx. Suas forças se esvaíram e seu destino foi selado pela morte eminente. Mas no meio do confronto final contra o terrível deus tirano, o rei usara seu espírito para ferir o deus invejoso, colocando toda sua energia em sua espada e com a ajuda dos céus acertou Cahn-céx, fazendo-lhe rugir durante três dias e três noites. A batalha ficaria conhecida como “Batalha das noites do rugido sangrento.”</p>
<p style="text-align:justify;">O deus, agora incapaz de combater, ordenou que selasse a espada em uma pedra e a jogassem em um local remoto do mundo. Mesmo incapacitado, Cahn-céx agora reina soberano sobre o mundo e a lenda da espada começou a correr pelo mundo como um sinal de esperança.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o que Cahn-céx havia esquecido era que o rei prometera que um dia ele temeria novamente aquela espada, que estaria na mão do escolhido e derrubaria o reino de terror no mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Após a explicação, os rebeldes, junto com George e Ignóbil, se dirigiram ao centro da caverna e começam a expor seus planos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nosso plano será simples, mas se baseará principalmente em George e não podemos falhar na invasão. Nosso serviço de inteligência mapeou rotas para que possamos entrar no palácio de Cahn-céx e assassiná-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Certo, mas como poderemos invadir? Não existe nenhum tipo de entrada secreta e aquele palácio é bem guardado! &#8211; pergunta Minotauro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Simularemos um ataque, mas na verdade nossas forças estarão voltadas à invasão pela parte de trás. Este ataque será baseado em um esquadrão de infantaria e George com a Trovadora.</p>
<p style="text-align:justify;">George, surpreso e temendo novamente por sua vida, indaga.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas como! Será um exército contra mim praticamente! Uma coisa é matar alguns guardas, outra é um exército inteiro!</p>
<p style="text-align:justify;">- Vamos, seu saco de músculos, seja corajoso! &#8211; exclama Ignóbil.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então imagino que vá lutar comigo!</p>
<p style="text-align:justify;">- Lógico que não! Eu tenho que ficar aqui para tomar conta das coisas!</p>
<p style="text-align:justify;">- Vocês dois parem com isso! E George já concordou em lutar, não dê para trás agora, você está endividado conosco!</p>
<p style="text-align:justify;">- Tá bom, tá bom&#8230; &#8211; concorda o inconformado bárbaro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Colocaremos em prática amanhã à noite, e, sobretudo tenham em mente que o objetivo maior é derrotar o famigerado Cahn-céx!</p>
<p style="text-align:justify;">O dia que se seguiu foi cheio de preparativos, foram escolhidos os melhores guerreiros da resistência, sendo o mais bravo deles Minotauro. Lynd e Elgo estudavam os planos para a invasão para que nada desse errado. Os soldados se armavam e se despediam de suas famílias. E ao cair à noite todos já estavam prontos para a batalha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Soldados, todos sejam bravos!Lutem pela liberdade e por tudo o que acreditam! &#8211; exclama ferozmente Lynd.</p>
<p style="text-align:justify;">- É isso aí. Força gente! Estamos contando com vocês. &#8211; diz Ignóbil sendo ignorado por todos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Você vai também baixinho. &#8211; Diz Minotauro enfiando um elmo na cabeça do gnomo.</p>
<p style="text-align:justify;">O gnomo tenta resistir mas é levado pelo grande guerreiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao mesmo tempo em que a tropa chegara ao deserto em que se localizava o palácio, Lynd e Elgo começam sua infiltração. As tropas rebeldes encaram um exército dez vezes maior que o deles. Mas sem temer e com gritos destemidos se chocam à tropa de elfatos. Enquanto isso os dois cabeças se esgueiram pelo palácio indo o mais rápido possível aos aposentos de Cahn-céx.</p>
<p style="text-align:justify;">- MORRAM TODOS! &#8211; gritava George, brandindo sua espada e dilacerando cinco adversários a cada movimento.</p>
<p style="text-align:justify;">A batalha se seguia violenta, o sangue dos adversários do bárbaro o banhava enquanto ele matava cada vez mais. Minotauro também seguia forte utilizando suas magias de fogo e protegendo Ignóbil, que muito assustado assistia aquilo tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente, Lynd e seu irmão chegam ao quarto de Cahn-céx. Sem hesitar, Lynd empunha seu arco e Elgo sua espada e então invadem o local. A flecha é disparada e Elgo avança, o Deus Cahn-céx flutuava meditando e sem se mexer para a flecha com seus poderes e paralisa o elfo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os soldados elfatos ao perceberem os grandes feitos de George começam a atacar cada vez em maior número e com maior intensidade. Os companheiros de batalha do bárbaro começam a cair perante a vantagem numérica avassaladora dos elfatos.</p>
<p style="text-align:justify;">No interior do palácio os dois elfos assistiam estarrecidos ao poder de Cahn-céx.</p>
<p style="text-align:justify;">- Já esperava vocês, nada foge de meus olhos! &#8211; pronuncia mentalmente o Deus aos elfos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Fuja Lynd! &#8211; Grita seu irmão.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nada pode fugir de mim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Então, lentamente, Cahn-céx abre seus olhos fazendo a flecha que pairava no ar explodir e os dois elfos sentirem extrema dor e se contorcer.</p>
<p style="text-align:justify;">Era um massacre, os soldados já tinham sido destruídos. Apenas George e Minotauro ainda lutavam e, de repente, Ignóbil, ao ver que uma grande e poderosa lança acertaria o coração já desprotegido de George, se arremessa na frente, desviando o trajeto do objeto. George ao ver seu amigo desfalecido no chão é absorvido por uma irá incontrolável nunca antes sentida pelo bárbaro. Poderosos feixes de luz saíam de seus olhos e raios fluíam pelo seu corpo. Ao estender sua espada e golpear com toda sua força uma descomunal carga de energia é desferida destruindo todo o exército inimigo e, antes que Cahn-céx pudesse matar um dos elfos, ele é atingido pela esmagadora força do trovão, gerando uma explosão tão grande que foi sentida até mesmo em uma galáxia muito, muito distante. Nada sobrou do castelo, de Cahn-céx ou de seus súditos que lutavam, só os membros da resistência milagrosamente sobreviveram ao apocalipse gerado pela Trovadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Após algum tempo, foi realizada uma grande festa comemorando a vitória da resistência sobre Cahn-céx, todos os Elfatos foram condenados a trabalhos forçados e muitos foram simplesmente exterminados pelos, agora, auto-proclamados soberanos, Imperatriz da Nova Era Lynd e Imperador da Nova Era Elgo.</p>
<p style="text-align:justify;">E em algum lugar do deserto o bárbaro George acorda de um profundo coma.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hã? O que aconteceu?</p>
<p style="text-align:justify;">- Socorro! Saia de cima de mim! &#8211; Exclama um ser que estava sendo soterrado pelo grandalhão.</p>
<p style="text-align:justify;">- IGNÓBIO É VOCÊ! PENSEI QUE VOCÊ TINHA MORRIDO MEU FILHO!</p>
<p style="text-align:justify;">- É lógico que não! Nada pode me matar!</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas eu vi você morto estirado no chão!</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu desmaiei por não acreditar no que eu mesmo fiz!</p>
<p style="text-align:justify;">- A&#8230; entendi!</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">-Certo grandão&#8230; O que faremos agora?</p>
<p style="text-align:justify;">-Não sei, que tal procurarmos algum lugar pra beber?</p>
<p style="text-align:justify;">- Genial meu amigo&#8230;genial!</p>
<p style="text-align:justify;">E assim, caminhando pelo deserto e completamente esquecidos, George e Ignóbil, o Gnomo, buscam aquilo que mais desejam, uma boa cerveja gelada.</p>
<p style="text-align:justify;">_____________________________________________________________</p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No Olho da Rua na PUC-Rio, mas eu não vi]]></title>
<link>http://noolhodarua.wordpress.com/2009/11/04/no-olho-da-rua-na-puc-rio-mas-eu-nao-vi-2/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:23:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Eduardo Neves</dc:creator>
<guid>http://noolhodarua.wordpress.com/2009/11/04/no-olho-da-rua-na-puc-rio-mas-eu-nao-vi-2/</guid>
<description><![CDATA[De uma máxima não há dúvida: festivais de cinema realizados no Espírito Santo, como REC, ABD e Vitór]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-127" style="margin:5px;" title="mostra_curtas" src="http://noolhodarua.wordpress.com/files/2009/11/mostra_curtas.png?w=289" alt="mostra_curtas" width="205" height="244" />De uma máxima não há dúvida: festivais de cinema realizados no Espírito Santo, como <a href="http://www.festivalrec.com.br/">REC</a>, <a href="http://www.abdcapixaba.com.br/">ABD</a> e <a href="http://imazul.org/16vcv/?p=18">Vitória Cine Vídeo</a>, são muito bem organizados.</p>
<p style="text-align:justify;">Primeiramente com a comunicação entre realizadores que tem seus trabalhos na programação das mostras. Digo isso, pois, com a pouca experiência e participação nesses eventos, vejo a falha de algumas organizações que simplesmente nem entram em contato via e-mail para informar aos realizadores que seus vídeos estão na programação do festival.</p>
<p style="text-align:justify;">Em alguns casos, nem a programação com os filmes que serão exibidos é divulgada no próprio site. Como aconteceu no <a href="http://www.ccesp.puc-rio.br/mostrapuc/mostracurtas/prog.html">6º Mostra Curtas PUC-Rio</a>, realizado entre 25 e 28 de agosto deste ano no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Por um acaso, ao criar <a href="http://twitter.com/dudunews">minha conta no Twitter</a>, resolvi seguir a dita mostra. Infelizmente isso aconteceu mais de um mês após o seu termino. Porém, descobri por meio das <a href="http://twitter.com/mostracurtas">“twitadas” do pessoal da mostra</a> que o No Olho da Rua foi selecionado e exibido duas vezes (dias 25 e 28 de agosto) no auditório K-102, campus PUC-Rio.</p>
<p style="text-align:justify;">Leia as mensagens:</p>
<p style="text-align:justify;">“#MostraCurtas Primeiro curta: &#8220;No Olho da Rua&#8221; Direção: Luiz Eduardo Neves Assista em tempo real <a href="http://puc-riodigital.com.p">http://puc-riodigital.com.p</a>. 4:37 PM Aug 28th from web”</p>
<p style="text-align:justify;">“#MostraCurtas Terceiro curta: No Olho da Rua &#8211; Diretor: Luiz Eduardo Neves. Ao vivo <a href="http://puc-riodigital.com.p">http://puc-riodigital.com.p</a>. 6:24 PM Aug 25th from web”</p>
<p style="text-align:justify;">“Programação #MostraCurtas :: Dia 25/08 (terça) 16h Exibição &#8211; 17h Debate &#8216;O Documentário brasileiro nos anos 2000&#8242; com Daniel Schenker. 9:23 PM Aug 23rd from web”</p>
<p style="text-align:justify;">“SELEÇÃO OFICIAL #MostraCurtas :: [DOCUMENTÁRIO] &#8216;Cidade Partida&#8217; / &#8216;No Olho da Rua&#8217; / &#8216;Várias Vidas de Joana&#8217; / &#8216;Vidigal&#8217; / &#8216;Você Pode&#8217;. 9:20 PM Aug 23rd from web”</p>
<p style="text-align:justify;">O evento possibilitava acompanhá-lo, em tempo real, via <a href="http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/">link do site da PUC</a>. Mas com toda essa tecnologia, faltou eles me enviarem um e-mail.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guia #1 - Como fazer sangria]]></title>
<link>http://2die4blog.wordpress.com/2009/11/04/guia-1-como-fazer-sangria/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:31:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>2die4blog</dc:creator>
<guid>http://2die4blog.wordpress.com/2009/11/04/guia-1-como-fazer-sangria/</guid>
<description><![CDATA[Sábado passado estava na casa do Fê Ianni pra testar o novo Rock Band Beatles com a galere da PUC. C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sábado passado estava na casa do Fê Ianni pra testar o novo Rock Band Beatles com a galere da PUC. Como noção nunca foi meu forte, aproveitei que a <a href="http://thelondonpaper.blogspot.com/" target="_blank">Ju</a> estava toda empolgada fazendo sangria pra gravar um guia explicativo sobre a preparação dessa iguaria tão popular na Espanha &#8211; e também sobre a &#8220;famosa&#8221; regra dos 10 segundos (ha-ha). O resultado final você confere no vídeo aí embaixo. Be gentle with me, foi o primeiro vídeo que tentei editar de uma maneira não muito tosca.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gFcI6ziTtqA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gFcI6ziTtqA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Como eu esqueci de falar dos ingredientes no vídeo, vai aí uma listinha básica:</p>
<p>- 1 garrafa de vinho tinto;<br />
- 1/2 caixa de suco de laranja;<br />
- 1 garrafa de 500 ml de Sprite;<br />
- Maçãs, laranjas e bananas;<br />
- Gelo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Miquel Català presenta la campanya “El català, la següent llengua oficial a la UE”]]></title>
<link>http://fnecupf.wordpress.com/2009/11/04/miquel-catala-presenta-la-campanya-%e2%80%9cel-catala-la-seguent-llengua-oficial-a-la%c2%a0ue%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:08:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>fnecupf</dc:creator>
<guid>http://fnecupf.wordpress.com/2009/11/04/miquel-catala-presenta-la-campanya-%e2%80%9cel-catala-la-seguent-llengua-oficial-a-la%c2%a0ue%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[La PUC va organitzar el passat dijous 22 d’octubre, juntament amb la Federació Nacional d’Estudiants]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-align:justify;">La PUC va organitzar el passat dijous 22 d’octubre, juntament amb la <a href="http://www.fnecupf.wordpress.com/" target="_blank">Federació Nacional d’Estudiants de Catalunya</a> i el <a href="http://www.sepc.cat/" target="_blank">Sindicat d’Estudiants dels Països Catalans,</a> la xerrada <strong>“El català, la següent llengua oficial a la Unió Europea”</strong>, en marc del Correuniversitats 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">La xerrada, va anar a càrrec de <strong>Miquel Català i Coït</strong>, enginyer informàtic i jove activista cultural i lingüístic nascut a la Granja d’Escarp (el Segrià).</p>
<p style="text-align:justify;">Miquel Català va explicar els projectes que ha impulsat per tal d’aconseguir un reconeixement de la llengua catalana a les institucions europees, tots basats en l’activisme a la xarxa.  Entre d’altres destaca la traducció de la <a href="http://www.europarl.cat/" target="_blank">pàgina web del Parlament Europeu al català </a>(l’Europarl.cat), que des dels seus inicis va ser polèmica però que ha aconseguit posar en l’agenda dels nostres polítics la qüestió del català a les institucions europees. D’altra banda també va parlar de la campanya <a href="http://www.oficialitat.cat/" target="_blank">OFICIALITAT.CAT</a>, que impulsa juntament amb Òmnium Cultural, i que té com a intenció recollir signatures de ciutadans de tots els estats membres de la Unió Europea per tal d’aconseguir suport perquè el català sigui la següent llengua oficial de la Unió Europea.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-270" title="pa230008" src="http://fnecupf.wordpress.com/files/2009/11/pa230008.jpg" alt="pa230008" width="385" height="288" /></p>
<p style="text-align:justify;">Amb tot doncs, la FNEC dona i donarà suport a qualsevol iniciativa que faci que la nostra llengua assoleixi l&#8217;estatus jurídic que li correspón.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">text de <a href="www.puc.cat">www.puc.cat</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[San Sperate] Centro, estremisti edili, paladini e merendine.]]></title>
<link>http://subarralliccu.wordpress.com/2009/11/03/san-sperate-centro-estremisti-edili-paladini-e-merendine/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:29:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giampaolo</dc:creator>
<guid>http://subarralliccu.wordpress.com/2009/11/03/san-sperate-centro-estremisti-edili-paladini-e-merendine/</guid>
<description><![CDATA[Scusate se la buttiamo sull&#8217;ironico, ma infondo è un po&#8217; un dovere il non prendersi trop]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://indietreggiare.officinevida.eu/templates/template_indietreggiare/images/image3301.jpg" alt="" width="300" height="225" />Scusate se la buttiamo sull&#8217;<strong>ironico</strong>, ma infondo è un po&#8217; un dovere il non prendersi troppo sul serio, anche quando discutiamo di cose davvero serie come, ad esempio, <strong>un piano urbanistico.</strong> <strong>Qualche post fa</strong> abbiamo dato spazio all&#8217;intervento di <a href="http://www.officinevida.eu/" target="_blank"><strong>Officine Vida</strong></a> che ha acceso una <strong>polemica merendaia</strong> per contestare le recenti modifiche alle norme di attuazione del PUC di <strong>San Sperate</strong>. Il post è questo <a href="http://subarralliccu.wordpress.com/2009/10/24/40-anni-fa/">qui</a>, e comunque poi <strong>officinevida</strong> &#8211; manco era arrivato si era già stufato di scrivere qui &#8211; ha deciso di caricare molto altro materiale e approfondimenti a <a href="http://indietreggiare.officinevida.eu/" target="_blank">quest&#8217;altro indirizzo</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Le prese di posizione di <strong>Officine Vida</strong>, e quelle di altri a San Sperate, preoccupati per il destino del prezioso centro storico di quel Comune, <strong>hanno acceso</strong> il dibattito, sia in consiglio comunale che fuori. Dibattito che ora ha prodotto anche <strong>una netta e ferma posizione del vicesindaco </strong>e <strong>assessore</strong> all&#8217;<strong>urbanistica</strong> <strong>Fabio Lasio</strong>. Potete leggerne il testo integrale cliccando <a href="http://pdsansperate.blogspot.com/2009/11/norme-attuazione-puc.html" target="_blank">qui</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Come per quasi tutte le vicende, la verità<strong> &#8211; direbbe qualcuno -</strong> sta nel mezzo. Però, a noi i modi di dire e i luoghi comuni ci piacciono poco.  E il centro ci piace anche meno, se non è storico. <strong>L&#8217;assessore urbanistico</strong> difende le scelte della sua giunta spiegando che loro non impongono nulla a nessuno. Cioè,sostanzialmente, rovescia i termini del problema, scrivendo: <em>&#8220;L’arretramento <strong>è una facoltà del concessionario e non un obbligo</strong>, inoltre tale arretramento non deve obbligatoriamente dar luogo ad una viabilità avente sezione di 7,00 mt&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ma che vo&#8217; dì?</strong> Ma che argomento è? Qui non si discute se l&#8217;allargamento sia obbligatorio o meno, ma si contesta la <strong>facoltà</strong> per il privato &#8211; se vuole &#8211; <strong>di farlo</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Il punto sta tutto là. Non nel centro.</p>
<p style="text-align:justify;">O forse, guarda, probabilmente <strong>siamo noi che non capiamo</strong>. Un po&#8217; perché siamo stupidi &#8211; e quelli che leggono questo blog lo sanno bene -  un po&#8217; perché siamo convinti di <strong>una cosa molto semplice</strong>. <strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Che il centro storico non va toccato</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E&#8217; un bene culturale</strong>, con caratteristiche sue proprie le quali sono l&#8217;esito del sedimentarsi di una storia sociale sulla quale la discrezionalità e le sensibilità contingenti di tecnici e studiosi cittadini a noi coevi dovrebbe influire in minima parte.</p>
<p style="text-align:justify;">Eppoi, gli <strong>interventi</strong> che vi facciamo <strong>debbono essere sempre <span style="text-decoration:underline;">reversibili</span></strong>. Perchè sennò perdiamo il manufatto o lo snaturiamo. E lo facciamo per sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Son concetti di buon senso. Che però non hanno molta fortuna, forse perchè viviamo in un&#8217;epoca di <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pH2DTQEW7Qo&#38;feature=related" target="_blank">estremisti edili.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Comunque, la parte più divertente ( che poi è anche quella con gli argomenti migliori) l&#8217;assessore la riserva ai suoi detrattori.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Inoltre, aggiungo che i riscoperti &#8220;paladini del centro storico&#8221; piuttosto che cavalcare l&#8217;onda, farebbero meglio, loro ed i loro compagni di merende (ex e non), innanzi tutto a verificare bene la portata delle norme di cui tanto si sparla e, soprattutto, a dare personalmente l&#8217;esempio, tutelando il centro storico ed evitando di realizzare serrande metalliche, balconi in aggetto su strutture moderne, portoni metallici basculanti prospicenti sulla viabilità storica etc. ..etc&#8230;. azioni che sicuramente non vanno verso il rispetto e la valorizzazione del nostro amato centro storico di cui tanto si riempiono la bocca!!!</em></p>
<p style="text-align:justify;">Adesso tutti<strong> i cavalcatori di onde</strong> cadranno dalla tavola da surf e i <strong>merendaioli</strong>, colti con le mani nel sacco, smetteranno subito di porre questie questioni pretestuose. Adesso però, la smettiamo di parlare, altrimenti tutta sta roba di cui ci riempiamo la bocca, <strong>ci va di traverso </strong>,eppoi, altro che <strong>merendare</strong> insieme.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MeC95PPz97Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MeC95PPz97Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA["A la universitat en català!"]]></title>
<link>http://rogermelcior.wordpress.com/2009/11/03/a-la-universitat-en-catala/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:16:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roger</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aquest dimarts s&#8217;ha presentat al Col·legi de Periodistes de Catalunya la campanya &#8220;A la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-large wp-image-916" title="campanya" src="http://rogermelcior.wordpress.com/files/2009/11/campanya1.jpg?w=562" alt="campanya" width="220" height="400" />Aquest dimarts s&#8217;ha presentat al Col·legi de Periodistes de Catalunya la campanya <strong><a href="http://www.alauniversitatencatala.cat" target="_blank">&#8220;A la universitat en català!&#8221;</a></strong>. Aquesta campanya, liderada des de <a href="http://www.plataforma-llengua.cat/" target="_blank">Plataforma per la Llengua</a>, torna a demanar al Govern i a les universitats el desplegament de l&#8217;article 6.4 de la Llei d&#8217;Universitats de Catalunya. En aquest article de la LUC, aprovada pel Parlament de Catalunya al 2003, estableix que el professorat fix (PDI) de nova contractació haurà d&#8217;acreditar un nivell suficient de llengua catalana.</p>
<p style="text-align:justify;">Aquesta nova iniciativa a favor de la llengua té el suport de la <strong><a href="http://www.puc.cat">Plataforma Universitària pel Català</a> </strong>(PUC), el <a href="http://www.sepc.cat" target="_blank">Sindicat d’Estudiants dels Països Catalans </a>(SEPC), <a href="http://www.estudiantsenaccio.cat" target="_blank">Estudiants en Acció</a>, la <a href="http://www.fnec.cat" target="_blank">Federació Nacional d’Estudiants de Catalunya</a> (FNEC), l’<a href="http://www.aep.cat">Associació d’Estudiants Progressistes</a> (AEP) i la <a href="http://www.ajec.cat">Associació de Joves Estudiants de Catalunya</a> (AJEC).</p>
<p style="text-align:justify;">De nou <strong>l&#8217;estudiantat català es mobilitza a favor del català a la universitat, </strong>després de la campanya <a href="http://www.estudiantspelcatalà.cat" target="_blank">&#8220;Estudiantspelcatalà.cat&#8221;</a> impulsada per la PUC.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-919" title="fotodegrup" src="http://rogermelcior.wordpress.com/files/2009/11/fotodegrup.jpg" alt="fotodegrup" width="354" height="265" /></p>
<p style="text-align:justify;">Les reivindicacions de la campanya són les següents:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li><strong>Poder rebre l’ensenyament    de tots els graus íntegrament en català. </strong> L&#8217;alumnat que ha estat escolaritzat en català ha tingut el català    com a  llengua vehicular d’aprenentatge. Volem que adquireixi el vocabulari científic i professional, també en català i això ho ha de fer a la universitat. Exigim que l&#8217;alumne que ho vulgui pugui rebre l&#8217;ensenyament de tots els graus íntegrament en català.</li>
<p>A <strong>Catalunya</strong>: l&#8217;Estatut del 2006 que, en el seu article 35.1 diu “el català s&#8217;ha d&#8217;utilitzar normalment com a llengua vehicular i d&#8217;aprenentatge en l&#8217;ensenyament universitari”.</p>
<p>Al <strong>País Valencià</strong>: l’article 6.2 de l’Estatut del 2006 que estableix “el dret a conèixer i usar el valencià i a rebre l’ensenyament del, i en, valencià”.</p>
<p>A les <strong>Illes Balears</strong>: exigim l’aplicació dels estatuts aprovats per la mateixa universitat, que consagra el català com la llengua pròpia i oficial de la institució.</p>
<p>Dissortadament, en  el cas de la <strong>Universitat de Perpinyà</strong> no es poden invocar disposicions legals favorables al català, perquè la legislació francesa hi estableix tota mena d&#8217;entrebancs i ho deixa tot a la pura voluntarietat.</p>
<p><strong>Hi tenim dret.</strong><strong><br />
</strong></p>
<li><strong>Més oferta de postgraus    i màsters oficials en català. </strong> Cal que les universitats imparteixin més postgraus i màsters oficials en llengua catalana i exigim als governs que vetllin perquè aquesta implantació sigui efectiva.  <strong>Hi tenim dret.</strong></li>
<li><strong>Que tot el professorat    que s&#8217;incorpori a les universitats conegui suficientment la llengua    catalana. </strong>Demanem que s’estableixi l&#8217;exigència d&#8217;un determinat nivell de llengua catalana per al professorat fix de nova contractació a les universitats.</li>
<p>A <strong>Catalunya</strong>: exigim que es compleixi, per part de totes les universitats, l&#8217;acord del Consell Interuniversitari de Catalunya (11 de juny de 2008), d&#8217;acord amb l&#8217;article 6.4. de la Llei d&#8217;Universitats de Catalunya (1/2003) i que es materialitzi en Decret de Govern.</p>
<p>Al <strong>País Valencià</strong>: exigim que s’acomplisca l’article 23.1 de la Llei 4/1983 d’ús i ensenyament del valencià que assenyala que ”atesa la cooficialitat del valencià i del castellà, els professors han de conèixer les dues llengües”.</p>
<p>A les <strong>Illes Balears</strong>: exigim que s’acompleixi el deure estatutari de normalitzar la llengua catalana en l’àmbit de les seves competències, per a la qual cosa és imprescindible que tot el professorat sigui competent en la llengua pròpia de la institució.</p>
<p><strong>Hi tenim dret.</strong><strong><br />
</strong></p>
<li><strong>Que s’anunciï    i es respecti la llengua de la docència. </strong> No totes les universitats publiquen la llengua en què s’imparteixen les classes. Cal que les universitats anunciïn la llengua de docència i que es respecti tant en les lliçons magistrals com en les pràctiques. <strong> Hi tenim dret</strong>.</li>
<li> <strong>Poder fer els exàmens,    les pràctiques i els treballs en català. </strong> Volem que el professorat universitari sigui competent en llengua catalana, com ho és en d&#8217;altres llengües i volem que acrediti els seus coneixements de català abans d&#8217;ocupar una plaça permanent a les nostres universitats. No ha de ser possible que un alumne vegi conculcats els seus drets individuals d&#8217;expressar-se en català pel fet que un professor o professora addueixi que no l&#8217;entén. <strong>Hi tenim dret.</strong></li>
<li> <strong>Que hi hagi un reconeixement    oficial de la recerca feta en català. </strong> Volem que les nostres universitats siguin universitats de referència i que excel·leixin en la docència i en la recerca, però les volem arrelades i compromeses amb el país que les sustenta econòmicament. La universitat, per la seva pròpia naturalesa ha d’acollir diferents llengües, però això ha de ser compatible amb considerar la llengua pròpia, el català, com a llengua de recerca a tots els efectes. <strong> Hi tenim dret.</strong></li>
<li> <strong>Disposar de bibliografia    específica en català. </strong>Desenvolupar el vocabulari científic i tècnic de la nostra llengua així com divulgar-lo és responsabilitat de les nostres universitats. Per tal que els futurs professionals siguin lingüísticament competents en el seu àmbit, cal que disposin de bibliografia específica en català. Cal que les universitats s’hi comprometin i se’n responsabilitzin. <strong>Hi tenim dret</strong>.</li>
<li> <strong>Que l’estudiantat de    mobilitat i intercanvi conegui el català. </strong> L&#8217;intercanvi entre universitaris és molt important, però no ha de representar un impediment per al català, sinó una oportunitat tant per utilitzar-lo com a llengua de treball a les universitats com perquè els universitaris que ens visiten puguin aprendre’l. La mobilitat no ha de ser una excusa per simplificar el mapa lingüístic de les nostres universitats. Cal que les universitats i el govern s’hi comprometin. <strong> Hi tenim dret</strong>.</li>
<li> <strong>Que totes les universitats    elaborin un reglament d’usos lingüístics i el compleixin. </strong> Les universitats han de jugar un paper actiu en la promoció de la llengua, això no pot quedar en declaracions d’intencions sinó que cal fixar-ho en un reglament que així ho estableixi. Cal executar i fer respectar aquest reglament. <strong>Hi tenim dret. </strong></li>
<li style="text-align:justify;"> <strong>Que les i els futurs professionals    siguin competents en llengua catalana. </strong> La societat necessita professionals ben preparats que puguin exercir les seves professions en el futur en llengua catalana i és la universitat qui els ha de donar les eines per fer-ho. Exigim que es respecti el dret de l&#8217;alumnat a rebre l’ensenyament en català per tal que com a societat puguem ser atesos per professionals competents també en llengua catalana.<strong> Hi tenim dret.</strong></li>
</ol>
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