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	<title>quevedo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/quevedo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "quevedo"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 23:30:03 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O atualíssimo Gregório de Matos]]></title>
<link>http://cdeassis.wordpress.com/2009/11/23/o-atualissimo-gregorio-de-matos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:07:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cdeassis</dc:creator>
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<description><![CDATA[Poeta barroco brasileiro, Gregório de Matos e Guerra nasceu em Salvador/BA, em 23/12/1636, embora al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/retratgregmatos2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1872" title="RetratGregMatos2" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/retratgregmatos2.jpg?w=216" alt="" width="216" height="300" /></a>Poeta barroco brasileiro, <strong>Gregório de Matos</strong> <strong>e Guerra </strong>nasceu em Salvador/BA, em 23/12/1636, embora alguns biógrafos digam que seu natalício é março de 1623.  Morreu no Recife/PE, em 1696. Estudou em Portugal e foi contemporâneo do Pe. <strong>Antônio Vieira</strong>. Amado e odiado, é conhecido por muitos como <em><strong>Boca do Inferno</strong></em> ou <em><strong>Boca de Brasa</strong></em>, em função de suas poesias satíricas, muitas vezes trabalhando o chulo em violentos ataques pessoais. Influenciado pela estética, estilo e sintaxe de <strong>Gôngora</strong> e <strong>Quevedo</strong>, é considerado o verdadeiro iniciador da literatura brasileira.</p>
<p>Sua poesia faz crítica mordaz da sociedade da época, distante de nós mais de 330 anos. Mas nota-se muita semelhança entre o que criticava e os costumes (princpalmente os políticos) de nossa atualidade. <em>(C. de A.)</em></p>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">Cronologia da vida de Gregório de Matos e Guerra</span></h3>
<p><strong>1636</strong> – A data comumente aceita para o nascimento de Gregório de Matos e Guerra é a<br />
de 23 de dezembro de 1636, mas alguns biógrafos podem apresentar a possibilidade de<br />
ter ocorrido em março de 1623. O poeta nasceu em Salvador, Bahia, e era filho de Gregório de Matos (natural de Guimarães, Portugal) com Maria da Guerra. Os Matos da Bahia eram uma família abastada, formada por proprietários rurais, donos de engenhos, empreiteiros e funcionários da administração da colônia.</p>
<p><strong>1642</strong> – Devido à condição financeira de sua família, Gregório teve acesso ao que havia<br />
de melhor em educação na época e pôde estudar no Colégio dos Jesuítas, em Salvador.</p>
<p><strong>1650</strong> – Viaja para Portugal, onde irá completar seus estudos.</p>
<p><strong>1652</strong> – Ingressa na Universidade de Coimbra.</p>
<p><strong>1661</strong> – Formatura em Direito. Nesse mesmo ano, casa-se com D. Michaela de Andrade,<br />
proveniente de uma família de magistrados.</p>
<p>1663 – É nomeado Juiz de Fora de Alcácer do Sal, Alentejo, por D. Afonso VI.</p>
<p><strong>1665-66</strong> – Exerce a função de Provedor da Santa Casa de Misericórdia no mesmo local.</p>
<p><strong>1668</strong> – No dia 27 de janeiro é investido da incumbência de representar a Bahia nas Cortes,<br />
em Lisboa.</p>
<p><strong>1671</strong> – Assume o cargo de Juiz do Cível, em Lisboa.</p>
<p><strong>1672</strong> – Torna-se Procurador da Bahia em Lisboa por indicação do Senado da Câmara.</p>
<p><strong>1674</strong> – Novamente representante da Bahia nas Cortes, em Lisboa. Nesse mesmo ano, é destituído da Procuradoria da Bahia e batiza uma filha natural, chamada Francisca, na Freguesia de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa.</p>
<p><strong>1678</strong> – Fica viúvo de D. Michaela com quem sabe-se que teve um filho do qual não há registros históricos.</p>
<p><strong>1679</strong> – É nomeado Desembargador da Relação Eclesiástica da Bahia.</p>
<p><strong>1681</strong> – Recebe as Ordens Menores, tornando-se clérigo tonsurado.</p>
<p><strong>1682</strong> – É nomeado Tesoureiro-Mor da Sé, por D. Pedro II. Como magistrado de renome, tem sentenças de sua autoria publicadas pelo jurisconsulto Emanuel Alvarez Pegas. Isto viria a acontecer novamente em 1685.</p>
<p><strong>1683</strong> – No início do ano, depois de 32 anos em Portugal, está de volta a Bahia, Brasil. Meses após seu retorno, é destituído de seus cargos eclesiásticos pelo Arcebispo D. Fr. João da Madre de Deus, por se recusar a usar batina e também por não acatar a imposição das Ordens maiores obrigatórias para o exercício de suas funções. É nessa época que surge o poeta satírico, o cronista dos costumes de toda a sociedade baiana. Ridiculariza impiedosamente autoridades civis e religiosas.</p>
<p><strong>1685</strong> – É denunciado à Inquisição, em Lisboa, por seus hábitos de “homem solto sem modo de cristão”.</p>
<p><strong>168(?)</strong> – Ainda na década de 1680, casa-se com Maria de Póvoas (ou “dos Povos”). Desta união, nasce um filho chamado Gonçalo.</p>
<p><strong>1691</strong> – É admitido como Irmão da Santa Casa de Misericórdia da Bahia.</p>
<p><strong>1692</strong> – Paga uma dívida em dinheiro à Santa Casa de Lisboa.</p>
<p><strong>1694</strong> – Seus poemas satíricos contra o Governador Antonio Luiz Gonçalves da Câmara Coutinho faz com os filhos deste o ameacem de morte. O Governador João de Alencastro, amigo de Gregório, e outros companheiros do poeta armam uma forma de prendê-lo e enviá-lo à força para Angola, sem direito a voltar para a Bahia. Isto causa profundo desgosto a Gregório. Ainda nesse mesmo ano, envolve-se em uma conspiração de militares portugueses. Interferindo neste conflito, Gregório colabora com a prisão dos cabeças da revolta e tem como prêmio seu retorno ao Brasil.</p>
<p><strong>1695</strong> – Retorna para o Brasil e vai para o Recife, longe de seus desafetos na Bahia. Morre no dia 26 de novembro, antes de completar 59 anos, de uma febre contraída em Angola.</p>
<h3><span style="color:#daa520;">Poemas de Gregório de Matos</span></h3>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">Queixa-se o poeta em que o mundo vai errado e, querendo emendá-lo, o tem por empresa dificultosa</span></h3>
<p>Carregado de mim ando no mundo,<br />
e o grande peso embarga-me as passadas,<br />
que como ando por vias desusadas,<br />
haço o peso crescer, e vou-me ao fundo.</p>
<p>O remédio será seguir o imundo<br />
caminho, onde dos mais vejo as pisadas,<br />
que as bestas andam juntas mais ornadas,<br />
do que anda só o engenho mais profundo.</p>
<p>Não é fácil viver entre os insanos,<br />
erra, quem presumir, que sabe tudo,<br />
se o atalho não soube dos seus danos.</p>
<p>O prudente varão há de ser mudo,<br />
que é melhor neste mundo o mar de enganos<br />
ser louco cos demais, que ser sisudo.</p>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">Disparates na lingua brazilica a huma cunhãa, que ali galanteava por vicio</span></h3>
<h3><span style="color:#daa520;">1.</span></h3>
<p>Indo à caça de tatus<br />
encontrei Quatimondé<br />
na cova de um Jacaré<br />
tragando treze Teiús:<br />
eis que dous Surucucus<br />
como dous Jaratacacas<br />
vi vir atrás de umas Pacas,<br />
e a não ser um Preá<br />
creio, que o Tamanduá<br />
não escapa às Gebiracas.</p>
<h2><span style="color:#daa520;">2. </span></h2>
<p>De massa um tapiti,<br />
um cofo de Sururus,<br />
dous puçás de Baiacus,<br />
Samburá de Murici:<br />
Com uma raiz de aipi<br />
vos envio de Passé,<br />
e enfiado num imbé<br />
Guiamu, e Caiaganga,<br />
que são de Jacaracanga<br />
Bagre, timbó, Inhapupê.</p>
<h2><span style="color:#daa520;">3. </span></h2>
<p>Minha rica Cumari,<br />
minha bela Camboatá<br />
como assim de Pirajá<br />
me desprezas tapiti:<br />
não vedes, que murici<br />
sou desses olhos timbó<br />
amante mais que um cipó<br />
desprezado Inhapupê,<br />
pois se eu fora Zabelê<br />
vos mandara um Miraró.</p>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">Epílogos</span></h3>
<p>Que falta nesta cidade?&#8230; Verdade<br />
Que mais por sua desonra?&#8230; Honra<br />
Falta mais que se lhe ponha&#8230; Vergonha.</p>
<p>O demo a viver se exponha,<br />
Por mais que a fama a exalta,<br />
numa cidade, onde falta<br />
Verdade, Honra, Vergonha.</p>
<p>Quem a pôs neste socrócio?&#8230; Negócio<br />
Quem causa tal perdição?&#8230; Ambição</p>
<p>E o maior desta loucura?&#8230; Usura.</p>
<p>Notável desventura<br />
de um povo néscio, e sandeu,<br />
que não sabe, que o perdeu<br />
Negócio, Ambição, Usura.</p>
<p>Quais são os seus doces objetos?&#8230; Pretos<br />
Tem outros bens mais maciços?&#8230; Mestiços<br />
Quais destes lhe são mais gratos?&#8230; Mulatos.</p>
<p>Dou ao demo os insensatos,<br />
dou ao demo a gente asnal,<br />
que estima por cabedal<br />
Pretos, Mestiços, Mulatos</p>
<p>Quem faz os círios mesquinhos?&#8230; Meirinhos<br />
Quem faz as farinhas tardas?&#8230; Guardas<br />
Quem as tem nos aposentos?&#8230; Sargentos</p>
<p>Os círios lá vêm aos centos,<br />
e a terra fica esfaimando,<br />
porque os vão atravessando<br />
Meirinhos, Guardas, Sargentos</p>
<p>E que justiça a resguarda?&#8230; Bastarda<br />
É grátis distribuída?&#8230; Vendida<br />
Que tem, que a todos assusta?&#8230;Injusta.</p>
<p>Valha-nos Deus, o que custa,<br />
o que El-Rei nos dá de graça,<br />
que anda a justiça na praça<br />
Bastarda, Vendida, Injusta.</p>
<p>Que vai pela clerezia?&#8230;. Simonia<br />
E pelos membros da Igreja?&#8230; Inveja<br />
Cuidei, que mais se lhe punha?&#8230; Unha.</p>
<p>Sazonada caramunha!<br />
enfim que na Santa Sé<br />
o que se pratica, é<br />
Simonia, Inveja, Unha.</p>
<p>E nos frades há manqueiras?&#8230; Freiras<br />
Em que ocupam os serões?&#8230; Sermões<br />
Não se ocupam em disputas?&#8230; Putas.</p>
<p>Com palavras dissolutas<br />
me concluís na verdade,<br />
que as lidas todas de um Frade<br />
são Freiras, Sermões, e Putas.</p>
<p>O açúcar já se acabou?&#8230; Baixou<br />
E o dinheiro se extinguiu?&#8230; Subiu<br />
Logo já convalesceu?&#8230; Morreu.</p>
<p>À Bahia aconteceu<br />
o que a um doente acontece,<br />
cai na cama, o mal lhe cresce,<br />
Baixou, Subiu, e Morreu.</p>
<p>A Câmara não acode?&#8230; Não pode<br />
Pois não tem todo o poder?&#8230; Não quer<br />
É que o governo a convence?&#8230; Não vence.</p>
<p>Que haverá que tal pense,<br />
que uma Câmara tão nobre<br />
por ver-se mísera, e pobre<br />
Não pode, não quer, não vence.</p>
<p><span style="color:#993300;"><strong>Glossário</strong></span></p>
<address><strong><span style="color:#ffffff;">xxxxx</span>Socrócio</strong> &#8211; aperto, ambição; furto.</address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span><strong>Círios </strong>- sacos de farinha (a grafia correta é sírios)</address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span><strong>Simonia</strong> &#8211; venda de coisas sagradas.</address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span><strong>Unha</strong> &#8211; roubalheira; avareza; tirania, opressão.</address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span><strong>Sazonada caramunha</strong> &#8211; Experimentada lamentação! (Soares Amora). </address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span>A expressão tem sentido ambíguo. Sazonada é derivado de sazonar </address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span>e equivale a amadurecida. Caramunha pode ser &#8220;a cara das crianças </address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span>quando choram&#8221; ou a &#8220;lástima pelo próprio mal que se causou&#8221;.</address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span><strong>Manqueiras</strong> &#8211; Vícios, defeitos; doença infecciosa no homem e em </address>
<address><span style="color:#ffffff;"><strong>xxxxx</strong></span>certos animais.</address>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">Descreve o que era realmente naquele tempo a cidade da Bahia de mais enredada por menos confusa</span></h3>
<p><span style="color:#0000ff;"><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/nazare-das-farinhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1873" title="NAZARÉ DAS FARINHAS" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/nazare-das-farinhas.jpg" alt="" width="500" height="371" /></a><br />
</span></p>
<p>A cada canto um grande conselheiro,<br />
Que nos quer governar a cabana, e vinha,<br />
Não sabem governar sua cozinha,<br />
E podem governar o mundo inteiro.</p>
<p>Em cada porta um freqüentado olheiro,<br />
Que a vida do vizinho, e da vizinha<br />
Pesquisa, escuta, espreita, e esquadrinha,<br />
Para a levar à Praça, e ao Terreiro.</p>
<p>Muitos Mulatos desavergonhados,<br />
Trazidos pelos pés os homens nobres,<br />
Posta nas palmas toda a picardia.</p>
<p>Estupendas usuras nos mercados,<br />
odos, os que não furtam, muito pobres,<br />
E eis aqui a cidade da Bahia.</p>
<h3 style="padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">O editor deste <em>blog</em> não resistiu à semelhança de costumes e fez uma paródia do soneto, dedicada a uma outra urbe brasileira famosa</span></h3>
<p><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/brasilia_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1874" title="brasilia_01" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/brasilia_01.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><br />
A cada canto um probo deputado,<br />
ou senadores com suas palavrinhas,<br />
Não sabem dirigir suas cozinhas,<br />
Mas querem governar por atacado.</p>
<p>Em cada porta um vivo araponga,<br />
Que a vida do caseiro e do ministro<br />
Revolve, escuta, espreita, faz registro,<br />
Em prol do chefe, cheio de candonga.</p>
<p>Há assessores desavergonhados,<br />
Deitados aos pés do homem nobre,<br />
Tentando alcançar sua braguilha.</p>
<p>Dizem lutar pelos desgraçados,<br />
eleitos, esquecem do mais pobre,<br />
E eis aqui a cidade de Brasília.</p>
<h5><em>(C. de A.)</em></h5>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[la antolog&iacute;a del lector: rg]]></title>
<link>http://maquinadeescribir.wordpress.com/2009/11/21/poesa-en-vivo-mi-antologa/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 03:22:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Guajardo</dc:creator>
<guid>http://maquinadeescribir.wordpress.com/2009/11/21/poesa-en-vivo-mi-antologa/</guid>
<description><![CDATA[&#160; |&#160; (poemas leídos en la apertura del ciclo “la antología del lector”, de poesía en vivo,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#160; |&#160; (poemas leídos en la apertura del ciclo “la antología del lector”, de poesía en vivo,]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Criticar por criticar o no]]></title>
<link>http://dontdisturbmagazine.wordpress.com/2009/11/20/criticar-por-criticar-o-no-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 09:12:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>dontdisturbmagazine</dc:creator>
<guid>http://dontdisturbmagazine.wordpress.com/2009/11/20/criticar-por-criticar-o-no-2/</guid>
<description><![CDATA[SOSPECHOSOS DEL &#8216;COPIA Y PEGA&#8217; En este mundo &#8220;sin originales&#8221; en el que vivi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[SOSPECHOSOS DEL &#8216;COPIA Y PEGA&#8217; En este mundo &#8220;sin originales&#8221; en el que vivi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poderoso caballero]]></title>
<link>http://letrasheridas.wordpress.com/2009/11/17/poderoso-caballero/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:48:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Licenciado K</dc:creator>
<guid>http://letrasheridas.wordpress.com/2009/11/17/poderoso-caballero/</guid>
<description><![CDATA[En estos tiempos de desfalcos, ladrones de guante blanco y escándalos financieros de todo tipo, está]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/AY12hxrtMTc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/AY12hxrtMTc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">En estos tiempos de desfalcos, ladrones de guante blanco y escándalos financieros de todo tipo, está más presente que nunca el poder corruptor del dinero. No lo decía sólo el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Arcipreste_de_Hita">Arcipreste de Hita</a> en el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libro_de_buen_amor">Libro de Buen Amor</a>, también Quevedo en una famosa letrilla. De ambos poemas dio buena cuenta Paco Ibáñez en sus versiones musicales.</p>
<p style="text-align:justify;">Aquí os dejo algunos enlaces: uno en Youtube y otros dos en la página de <a href="http://antologiapoeticamultimedia.blogspot.com/">Antología Poética Multimedia</a>, un tesoro para los que quieran escuchar versos cantados.</p>
<ul>
<li><a href="http://antologiapoeticamultimedia.blogspot.com/2006/08/poderoso-caballero-es-don-dinero.html"><em>Poderoso caballero es don Dinero</em></a> de Francisco de Quevedo (versión de Paco Ibáñez)</li>
<li><a href="http://antologiapoeticamultimedia.blogspot.com/2006/08/lo-que-puede-el-dinero.html"><em>Lo que puede el dinero</em></a> del Arcipreste de Hita (versión de Paco Ibáñez)</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lisboa  EWBC 2009...]]></title>
<link>http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 11:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ivo Pagès</dc:creator>
<guid>http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/</guid>
<description><![CDATA[Estupendo&#8230; genial&#8230; completamente perdido&#8230;. Necessito pararme i pensar  &#8230; dif]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Estupendo&#8230; genial&#8230; completamente perdido&#8230;. Necessito pararme i pensar  &#8230; dificil !</strong></p>
<p>Great&#8230;. superbe&#8230;.. completely lost.. Just need to  think more&#8230; tough !</p>
<p>A long day &#8230;   Friday I drived from Bordeaux to Burgos&#8230;. arrived and stopped at the first Hotel I saw&#8230; good luck: cheap, nice room and nice food &#38; wine: Abadia de San Quirce Ribera del dueroa 2005. Woke up at 7.00 and drove to Lisboa !</p>
<p>Beautiful drive through Spain and some areas I never crossed : Salamanca, ..saw a few pigs eating and running in &#8220;La Dehesa&#8221;&#8230;. I was already thinking of them in my plate !!&#8230;north east Portugal&#8230;. Lisboa !</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2143" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0356/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2143" title="IMG_0356" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0356.jpg?w=300" alt="IMG_0356" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Arrival in Lisboa found quite easily the VIP Gran Lisboa&#8230; superbe &#38; modern Hotel: VIP Gran lisboa ..feel like a star&#8230; Hermés soap, Hermés body care&#8230;.. great bathroom&#8230;. I wanna stay there more !!!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2177" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0373/"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2177" title="IMG_0373" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0373.jpg?w=150" alt="IMG_0373" width="150" height="112" /></a></p>
<p>Registration for the EWBC &#8230;. met my friend Oscar <a href="http://quevedoportwine.com/"><strong>Quevedo</strong></a>&#8230; Met other people: Anthony Swift: <a href="http://www.wpworkshop.com/">WINE PLEASURES WORKSHOP</a>&#8230;. Miss Vicky &#8220;herself&#8221;: <a href="http://missvickywine.blogspot.com/">Miss Vicky Wine</a> (Photo below&#8230;) <strong>I am looking for the most important &#8220;blogger sommelier in the world&#8221;</strong>: <a href="http://www.sommelier.over-blog.com/"><strong>Emmanuel Delmas, Paris</strong></a>..but I Can&#8217;t see him.. <strong>What a shame</strong> !!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2145" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0365/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2145" title="IMG_0365" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0365.jpg?w=225" alt="IMG_0365" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Great tasting with fortified and sweets wine:  Barquero Amontillado (dry) &#8211; Lustau Amontillado Escuadrilla &#8211; Apostoles Palo cortado &#8211; Quevedo Colheita 1994 &#8211; <strong>Barcalhoa Moscatel Roxo 1999 ( very unique !!) </strong>- Justinho&#8217;s Madeira Colheita 1995 &#8211; Sandeman Vintage 2007  ( just bottled) &#8211; Garvey&#8217;s Gran orden  PX  (pedro ximenez) !! In 2010 there is a wine show for sweet and fortified wines in Jerez de la Frontera<strong>: <a href="http://www.vinoble.org/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=7&#38;Itemid=5&#38;lang=en">VINOBLE 2010</a>.</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2187" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/logo-vinoble-193x300/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2187" title="Logo-Vinoble-193x300" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/logo-vinoble-193x300.jpg" alt="Logo-Vinoble-193x300" width="193" height="300" /></a></p>
<p>Write it  in your agenda&#8230; Great opportunity to taste Sauternes, Jerez, Auslese, Eiswein, Icewine,Port, etc&#8230;.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2153" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0362/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2153" title="IMG_0362" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0362.jpg?w=300" alt="IMG_0362" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong> Responsible for Vinoble 2010 &#8211; Esteban &#8211; Ryan Opaz during the tasting of the sweet wines.</strong></p>
<p>Then we had a tasting with the <a href="http://www.douroboys.com/"><strong>Douro Boys</strong></a>: Cristiano Van Zeller  Quinta D V. Maria &#8211; Luis Seabra from Nieeport &#8211; Francisco Fereira from Quinta Vallado &#8211; Francisco Olazabal&#8230;an old friend I toured the U.K. with 22 years ago !!</p>
<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-2159" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0368/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2159" title="IMG_0368" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0368.jpg?w=300" alt="IMG_0368" width="300" height="225" /></a><strong>Vito Olazabal during the presentation of his Quinta in the Douro. </strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2154" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0369/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2154" title="IMG_0369" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0369.jpg?w=300" alt="IMG_0369" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2160" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0374/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2160" title="IMG_0374" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0374.jpg?w=300" alt="IMG_0374" width="300" height="225" /></a>Studious moment&#8230;.different people and <strong>Evelyne Resnick</strong> on the theme: <strong>&#8220;Blogging and the social wine brand&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Oscar Quevedo</strong>, my friend who produce delicious Port, and &#8220;Douro still&#8221; (red )! (foto Melanie Tarlant)</p>
<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-2161" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/14832_1187125233307_1083592023_30525024_5376010_n/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2161" title="14832_1187125233307_1083592023_30525024_5376010_n" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/14832_1187125233307_1083592023_30525024_5376010_n.jpg?w=225" alt="14832_1187125233307_1083592023_30525024_5376010_n" width="225" height="300" /></a> A nice photo of the restaurant <a href="http://www.restauranteleven.com/"><strong>ELEVEN</strong></a> &#8220;entrance hall&#8221;  after a long day&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><a rel="attachment wp-att-2162" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/img_0380/"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2162" title="IMG_0380" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/img_0380.jpg?w=150" alt="IMG_0380" width="150" height="112" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Great diner , good food and great ambiance, with a superb view over Lisboa&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><img src="http://www.restauranteleven.com/eleven4.jpg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p style="text-align:left;">I had the chance to taste many vintage port ( from the new release&#8230; )</p>
<p style="text-align:left;">Fabulous time in Lisboa meeting people from around the world: USA: <a href="http://thewinehub.blogspot.com/"><strong>The Wine Hub</strong></a><strong> ,</strong><a href="http://loveswine.blogspot.com/"><strong>Wine Lover&#8217;s Journal</strong></a><strong>,</strong> UK: Brett  <a href="http://www.thewinemaestro.co.uk/"><strong>The Wine Maestro</strong></a><strong> </strong>; Niamh ( passionate about food ) : <a href="http://eatlikeagirl.com/"><strong>eat like a girl</strong></a> , France (Vicky see above), Philippe Hugon (<a href="http://www.vinternet.net/"><strong>Vinternet </strong></a>) , Italy, Spain etc&#8230; &#38;  from differents businesses linked with wine.</p>
<p style="text-align:left;">Thanks to <a href="http://www.adegga.com/"><strong>Adegga</strong></a> , Ryan and Gabriella Opaz<strong>: </strong><a href="http://catavino.net/"><strong>Catavino</strong></a><strong>, </strong>and every one who was there !</p>
<p style="text-align:left;">
<p><a rel="attachment wp-att-2155" href="http://vinyaivo.wordpress.com/2009/10/31/lisboa-ewbc-2009-part-1/salqueria-single-photo-petite-101/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2155" title="S'alqueria- Single photo - PETITE" src="http://vinyaivo.wordpress.com/files/2009/10/salqueria-single-photo-petite18.jpg?w=150" alt="S'alqueria- Single photo - PETITE" width="150" height="52" /></a></p>
<p><strong>IVO</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Con incidentes firman Pacto Ético en Magdalena de Cao]]></title>
<link>http://vallenoticias.wordpress.com/2009/10/18/con-incidentes-firman-pacto-etico-en-magdalena-de-cao/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:55:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>notivalle</dc:creator>
<guid>http://vallenoticias.wordpress.com/2009/10/18/con-incidentes-firman-pacto-etico-en-magdalena-de-cao/</guid>
<description><![CDATA[Alcalde de Magdalena de Cao, Javier Ascoy Morillas junto a promotor de su revocatoria John Vargas Ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Alcalde de Magdalena de Cao, Javier Ascoy Morillas junto a promotor de su revocatoria John Vargas Ca]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A superlative nose]]></title>
<link>http://braveangel.wordpress.com/2009/10/14/a-superlative-nose/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>remolinos</dc:creator>
<guid>http://braveangel.wordpress.com/2009/10/14/a-superlative-nose/</guid>
<description><![CDATA[Here&#8217;s the first rough translation. To a nose There was a man attached to a nose it was superl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Here&#8217;s the first rough translation.</p>
<p>To a nose</p>
<p>There was a man attached to a nose<br />
it was superlative nose<br />
it was a judging clerical nose<br />
it was a many barbed swordfish</p>
<p>It was a misturned sundial<br />
it was a thinking still<br />
it was an upturned elephant<br />
it was Ovidio Nasón but nasal</p>
<p>It was the mast of a ship<br />
it was an egyptian pyramid<br />
the twelve Tribes of noses it was.</p>
<p>It was an infinite nose<br />
great nose, a nose so fierce<br />
that in the face of Anás it would be a crime.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The nose]]></title>
<link>http://braveangel.wordpress.com/2009/10/14/quevedo-vs-gongora/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:25:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>remolinos</dc:creator>
<guid>http://braveangel.wordpress.com/2009/10/14/quevedo-vs-gongora/</guid>
<description><![CDATA[In a Baroque version of the Beatles vs. Stones debate, Quevedo and Gongora lived a long (and extraor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>In a Baroque version of the Beatles vs. Stones debate, Quevedo and Gongora lived a long (and extraordinarily bitter) rivalry. Here&#8217;s Quevedo&#8217;s eulogy to Gongora&#8217;s outlandish nose. </p>
<p>A una nariz</p>
<p>Érase un hombre a una nariz pegado,<br />
érase una nariz superlativa,<br />
érase una nariz sayón y escriba,<br />
érase un peje espada muy barbado.</p>
<p>Era un reloj de sol mal encarado,<br />
érase una alquitara pensativa,<br />
érase un elefante boca arriba,<br />
era Ovidio Nasón más narizado.</p>
<p>Érase un espolón de una galera,<br />
érase una pirámide de Egipto,<br />
las doce Tribus de narices era.</p>
<p>Érase un naricísimo infinito,<br />
muchísimo nariz, nariz tan fiera<br />
que en la cara de Anás fuera delito.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homenaje al poeta Manuel Miguel Jiménez Moreno]]></title>
<link>http://bitdrain.wordpress.com/2009/09/26/homenaje-al-poeta-manuel-miguel-jimenez-moreno/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 08:00:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>bitdrain</dc:creator>
<guid>http://bitdrain.wordpress.com/2009/09/26/homenaje-al-poeta-manuel-miguel-jimenez-moreno/</guid>
<description><![CDATA[Puesto que son pocos los lectores de la moderna versión de este blog, os remito personalmente la inc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="http://personalycompartido.blogspot.com/">Puesto que son pocos los lectores de la moderna versión de este blog, os remito personalmente la incertidumbre y belleza del poeta al cual dedico estas líneas personales y que, de forma cautiva, espero tenga  a bien por los momentos compartidos&#8230;</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Buenas,</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Egoísmo o quizás no. Nunca fui especialista ni ilustrado de las palabras que vos albergáis&#8230; Quizás cierta candela suene a despedida o simplemente a jolgorio de unas lágrimas que revierten vida. Cualesquiera que la vida misma tome forma, lo único que pudiera yo decir es que la vida me agració en un determinado momento con vuestra presencia, presencia, más allá de lo físico, lo real o irreal, ¡qué mas da! Qué importan las formas o modos cuando lo que impera es el recuerdo o el sentimiento de aquello que fue.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Faro que en cierto modo alumbró la orilla a la que un buque debió rehusar, un libro del que extraer palabras y frases a las que dedicar toda una vida, un sentir que no se limita al simple uso de una interpretación y mucho menos a la mediocridad de la que un servidor hace gala.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Palabras que escritas a horas donde el intelecto aguarda su monótono descanso, libertad de albedrío cautivo que dispone de aquello que meditado con anterioridad nunca atrevió a expresar. Justicia de quien agraciado por usía no supo cuantificar la importancia del momento o de la singularidad hallada. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Palabras, justificaciones o falsas reclamas, perdonad estas sucias palabras que os llegan de esta manera tan descortés, de este pobre individuo, alma de campesino o agricultor que nunca fue pero siempre valoró, de un sueño que siempre suyo trazó la ilusión de quien nunca supo abrir la decencia de una humanidad perfecta, una utopía que nunca entendió de sentimientos y de personas, personas que aisladas nunca fueron lo suficientemente atrevidas para cruzar el charco de la adversidad, enemigos sumisos en la conformidad de una vanidad intransigente, de un estadío recíproco.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Me abrigo y preparo para el invierno que ha de llegar. Año tras año, periodo tras periodo. Palabras que resuenan para una galería de la que unos cuantos pudieran decir maravillas pero que sin embargo sólo fueron y serán palabras al unísono de un viento, aire de los tiempos, ecos que marchitaran tarde o temprano, ego de ridículo esplendor. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Basura, ruido, estropicio de una realidad que mis sentidos interpretan, hojaldre no necesariamente verídico, distorsión de un sueño labrado tras una infancia de ilusiones y sueños que chocaron con la realidad de una interpretación distante y lejana, de una vana percepción que giró al lado oscuro de un sueño que perseguía una utopía a las que todos temían, pero que de manera tangible siempre presente corre el riesgo de ser verídico.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Locura o no, si algo ha de ser valorado es vuestra presencia allende los mares de la era de la computación, vuestras palabras en aquellos momentos que en el ahora se ven como críticos para decidir en el presente, ese creer en el presente, en la persona, en la habilidad para afrontar retos para los cuales nunca había pensado o asimilado. Una personalidad que se muestra día a día vaga en retos, a pesar de los retos e incertidumbres profesionales. Una persona que no se halla a así misma en la &#8220;laboriedad&#8221; de su profesión, una persona limitada en los saberes y haberes de la cotidianidad, tal y como tantas muchas otras, conscientes o no.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Pero al menos puedo asistir al regocijo, voluntario o no, consciente o no, de haberme sentido guiado en la esperanza de mi propio destino. Faro sin el cual nunca hubiera terminado de avanzar hacia el siguiente estadío de mi vida, fuente sin la cual no hubiera podido reconciliarme con &#8220;aquello que de mágico nuestra existencia posee&#8221;, de tal forma que alguien que en nada cree pasa a ser un servidor de que la ciencia puede albergar la prueba de una fe más allá de una simple vida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Limitaciones e imperfecciones que siempre ahondarán en mi persona, muerte y fin que me ha de llegar, vidas que no necesariamente en paralelo circulen, cada cual cumpliendo su labor, su cometido, o al menos siendo personas tan diversas en su creencia y alma hasta creerse partícipes de algo mayor, cuestión que los supere y los guíe.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Pública admiración de aquello que pocos han de entender pero homenaje de simple elocuencia, decisiones que transcienden la diversidad y aleatoriedad de un camino trazado, la cuerda conducta de un timón que capitanear hacia mares de propio acontecer, familia que de cobijo al ridículo de un destino no planificado pero teledirigido por el deseo de la propia paz, de una libertad autónoma, de un albedrío ajeno a la más sincera esperanza de un mundo en paz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Esta entrada probablemente escenifique la ocurrencia de cuando se requiere un exceso de adorno en algo tan simple y especial como decir &#8220;gracias&#8221;, pero dado que casi todo ha quedado prostituido, conviene explicarse lo más cercanamente posible para que la propia realidad pueda agradecer a los amigos el exceso de una vanidad propia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">El más fraternal deseo para vos y vuestra familia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HMP: Pedro Téllez Girón, el Gran Duque de Osuna. Last Action Hero (I) The Rise]]></title>
<link>http://barcossinhonra.wordpress.com/2009/09/14/hmp-pedro-tellez-giron-el-gran-duque-de-osuna-last-action-hero-i-the-rise/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:40:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>agarkala</dc:creator>
<guid>http://barcossinhonra.wordpress.com/2009/09/14/hmp-pedro-tellez-giron-el-gran-duque-de-osuna-last-action-hero-i-the-rise/</guid>
<description><![CDATA[Hay una constante en lo que se suele conocer como “historia oficial”, que si bien es compartida por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hay una constante en lo que se suele conocer como “historia oficial”, que si bien es compartida por ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesía vivencial]]></title>
<link>http://redactapress.wordpress.com/2009/09/11/poesia-vivencial/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 03:11:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>redactapress</dc:creator>
<guid>http://redactapress.wordpress.com/2009/09/11/poesia-vivencial/</guid>
<description><![CDATA[Curso de Apreciación Integral de la Poesía en 12 Sesiones En estos tiempos difíciles, la lectura dir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">Curso de Apreciación Integral<br />
de la Poesía en 12 Sesiones</h2>
<p align="left">En estos tiempos difíciles, la lectura directa de los grandes poetas nos hace apreciar su estética y despertar nuestras emociones más profundas</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-121 aligncenter" title="poesiavivencial" src="http://redactapress.wordpress.com/files/2009/09/poesiavivencial.jpg" alt="poesiavivencial" width="324" height="409" /></p>
<p>Este Curso de Poesía Vivencial recorre la poesía iberoamericana desde sus orígenes en el siglo XI, hasta la impactante lírica del siglo XX, con énfasis en la sensación de la lectura en voz alta.</p>
<p>Cada sesión semanal te aportará teoría poética, ubicación histórica y biográfica del poeta, y material audiovisual, todo para la apreciación del momento poético.</p>
<p><strong><span style="font-size:large;font-family:Arial-BoldMT;"><strong><span style="font-size:large;font-family:Arial-BoldMT;"> </span></strong></span></strong></p>
<h4 style="text-align:center;">PROGRAMA</h4>
<p> </p>
<p>Primera Sesión:</p>
<p>Presentación del curso y origen de la Poesía Ibérica: Jarchas y el Mío Cid.</p>
<p> </p>
<p>Segunda Sesión:</p>
<p align="left">Conteo de Sílabas Fonéticas: Gonzalo de Berceo, Alfonso X y el Arcipreste de Hita.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Tercera Sesión:</p>
<p align="left">Misticismo eInfluencia Italiana: Santa Teresa, Fray Luis y Garcilaso.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Cuarta Sesión:</p>
<p align="left">El Soneto y el Siglo de Oro: Lope de Vega, Góngora y Quevedo.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Quinta Sesión:</p>
<p align="left">Sor Juana Inés de la Cruz.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Sexta Sesión:</p>
<p align="left">El Siglo XIX:  Bécquer, Othón, Gutiérrez Nájera y Darío.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Séptima Sesión:</p>
<p align="left">“Generación del 27”:  Hernández, García Lorca, Cernuda y Alberti.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Octava Sesión:</p>
<p align="left">Poetas de Portugal: Luís de Camões y Fernando Pessoa.</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left">Novena Sesión:</p>
<p align="left">Poetas Mexicanos: Pellicer, Villaurrutia, Castellanos y Sabines.</p>
<p> </p>
<p>Décima Sesión:</p>
<p>Pablo Neruda.</p>
<p> </p>
<p>Undécima Sesión:</p>
<p>Jorge Luis Borges.</p>
<p> </p>
<p>Duodécima Sesión:</p>
<p>Octavio Paz.</p>
<p align="left"> </p>
<h4 style="text-align:center;">DETALLE DEL CURSO </h4>
<p style="text-align:center;">Inicia: Martes, Septiembre 22,2009</p>
<p style="text-align:center;">Termina: Martes, Diciembre 8,2009.</p>
<div style="text-align:center;">Doce Sesiones en Martes, de 19:00 a 21:00 horas.</div>
<p style="text-align:center;">Cupo Limitado.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;">Pre-requisito: Amor a la lectura.</span></p>
<p style="text-align:center;">(No se enseña escritura de poesía)</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;">INFORMES:</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;"> Tels. 5658-0760  ó  5659-6147.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;"> 3ra Cerrada de Prolongación Moctezuma #33, Romero de Terreros, Coyoacán, México, DF</span></p>
<p><span style="color:#888888;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div> </div>
<div><span style="font-size:xx-large;color:#cd0000;font-family:Arial-BoldMT;"><span style="font-size:xx-large;color:#cd0000;font-family:Arial-BoldMT;"> </span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Figuras literarias]]></title>
<link>http://artedelapalabra.wordpress.com/2009/09/06/figuras-literarias/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 05:46:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guillermo Andrés Gutiérrez Cuadros</dc:creator>
<guid>http://artedelapalabra.wordpress.com/2009/09/06/figuras-literarias/</guid>
<description><![CDATA[Se entiende por “figura” en su sentido más amplio a cualquier tipo de recurso o manipulación del len]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Se entiende por “figura” en su sentido más amplio a cualquier tipo de recurso o manipulación del len]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los trapicheos urbanísticos del Duque de Lerma]]></title>
<link>http://historiainfinita.wordpress.com/2009/09/05/los-trapicheos-urbanisticos-del-duque-de-lerma/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 15:11:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alberto Gamarra</dc:creator>
<guid>http://historiainfinita.wordpress.com/2009/09/05/los-trapicheos-urbanisticos-del-duque-de-lerma/</guid>
<description><![CDATA[Grabado de Valladolid realizado en 1574 por Braun y Hogenberg. / Wikipedia En España está muy arraig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Grabado de Valladolid realizado en 1574 por Braun y Hogenberg. / Wikipedia En España está muy arraig]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quevedo, a su manera]]></title>
<link>http://javierbenitez.es/2009/08/26/murallas-y-sombras/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:10:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javier Benítez Láinez</dc:creator>
<guid>http://javierbenitez.es/2009/08/26/murallas-y-sombras/</guid>
<description><![CDATA[Miré los muros de la patria mía Francisco de Quevedo Miré murallas de la patria mía y vi tan sólo ra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Miré los muros de la patria mía</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Francisco de Quevedo<br />
</em></p>
<p>Miré murallas de la patria mía</p>
<p>y vi tan sólo rastros de sus sombras,</p>
<p>sombras que gritan locas de alegría,</p>
<p>tanta sombra que ves que ni te asombras.<br />
<em><br />
</em><br />
Amigo, forma clásica he elegido</p>
<p>para dictarte al vuelo mis razones,</p>
<p>y de pronto no sé de do ha venido</p>
<p>el brusco despertar de mis <em>collones.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Si caen murallas, sombras permanecen,</p>
<p>mas en otra pared, con siete ardillas</p>
<p>nadando en derredor de calavera<br />
<em><br />
</em></p>
<p>de oro, con ojo,  y dientes que parecen</p>
<p>alfileres sin luz. Y entre mejillas</p>
<p>la gran nariz: Quevedo a su manera.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[las reptilizas más y subterpones]]></title>
<link>http://loqasto.wordpress.com/2009/08/22/francisco-de-quevedo-poemas/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 03:15:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>loqasto</dc:creator>
<guid>http://loqasto.wordpress.com/2009/08/22/francisco-de-quevedo-poemas/</guid>
<description><![CDATA[. ¿Qué captas, nocturnal, en tus canciones, Góngora bobo, con crepusculallas, si cuando anhelas más ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:large;">¿Qué captas, nocturnal, en tus canciones,<br />
Góngora bobo, con crepusculallas,<br />
si cuando anhelas más garcivolallas,<br />
las reptilizas más y subterpones?</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:large;"><br />
Microcósmote Dios de inquiridiones,<br />
y quieres te investiguen por medallas<br />
como priscos, estigmas o antiguallas,<br />
por desitinerar vates tirones.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:large;">Tu forasteridad es tan eximia,<br />
que te ha de detractar el que te rumia,<br />
pues ructas viscerable cacoquimia,</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:large;">farmacofolorando como numia,<br />
si estomacabundancia das tan nimia,<br />
metamorfoseando el arcadumia.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:medium;"><em>Francisco de Quevedo</em></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:medium;"><em>Contra Góngora</em></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<img class="alignnone" title="francisco de quevedo" src="http://loqasto.wordpress.com/files/2009/08/francisco-de-quevedo.jpg" alt="" width="440" height="575" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una pizarra no sirve para nada]]></title>
<link>http://elmosquitoeducativo.wordpress.com/2009/08/20/una-pizarra-no-sirve-para-nada/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 10:12:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>elmosquitoeducativo</dc:creator>
<guid>http://elmosquitoeducativo.wordpress.com/2009/08/20/una-pizarra-no-sirve-para-nada/</guid>
<description><![CDATA[Desde mi oído de mosquito suelo escucharte preguntar una y otra vez: para qué me sirve esto? Para qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde mi oído de mosquito suelo escucharte preguntar una y otra vez: para qué me sirve esto?<br />
Para qué me sirven las invasiones napoleónicas, el flujo global de los vientos, las ecuaciones irracionales, los poemas de Quevedo, las bases nitrogenadas principales, el retrato de Inocencio X de Bacon?<br />
Para qué me sirven?<br />
Tal vez, te habrían servido para comprender que una pizarra no sirve para nada, si no es para esto. Ahí la tuviste siempre, en frente tuyo. Pizarra, tiza, borrador. Ahí va a seguir estando el próximo septiembre.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6gvOVWKKxmo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6gvOVWKKxmo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7 y 8 de Agosto]]></title>
<link>http://sanfeliz.wordpress.com/2009/08/06/7-y-8-de-agosto/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 01:00:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>sanfeliz1</dc:creator>
<guid>http://sanfeliz.wordpress.com/2009/08/06/7-y-8-de-agosto/</guid>
<description><![CDATA[Iván Trasgu IVÁN TRASGU El sábado 8 de Agosto el testigo del certámen será para, Iván Trasgu, con ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_163" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://sanfeliz.wordpress.com/files/2009/08/ivan-trasgu1.jpg"><img class="size-medium wp-image-163" title="ivan-trasgu" src="http://sanfeliz.wordpress.com/files/2009/08/ivan-trasgu1.jpg?w=300" alt="Iván Trasgu" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Iván Trasgu</p></div>
<h2><span style="color:#800080;"><strong>IVÁN TRASGU</strong></span></h2>
<p style="text-align:justify;">El <strong>sábado 8 de Agosto</strong> el testigo del certámen será para<strong>, Iván Trasgu, </strong>con &#8220;La sabiduría de los cuentos de A. Jodorowsky.<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Iván Trasgu, es un actor especializado en comedia, monologuista, cuentacuentos, guionista, monitor y organizador de eventos.</p>
<p style="text-align:justify;">Comenzó su trayectoria artística en <strong>1997</strong>, cursando estudios de cine y vídeo en la <strong>Fundación Municipal de Cultura de Valladolid</strong> compaginando sus estudios con el <strong>grupo de teatro Paraíso</strong>, en el que descubrió los entresijos argumentales de obras teatrales de pequeño formato como los Entremeses, Farsas y Pasos.</p>
<p style="text-align:justify;">En <strong>1999</strong>, Trasgu sufrió un grave accidente que a punto estuvo de acabar con su vida, hecho que incentivó su afán por conocer más sobre las emociones humanas. Comenzó sus estudios en la <strong>Escuela de Arte Dramático de Valladolid </strong>y mostró sus primeros monólogos cómicos en cafés-teatro, centros cívicos y salones de actos, ganándose el reconocimiento de la gente.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir de entonces comenzó a aplicar sus conocimientos de cine y teatro en la creación de sus propios espectáculos cómicos en solitario, tanto para público infantil como adulto, realizando la fusión de diferentes géneros y disciplinas cómicas dotando a sus actuaciones de un <strong>estilo propio, original y único.</strong></p>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Q7uGasdgBws" target="_blank">Aparición televisiva de Iván Trasgu</a></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://ivantrasgu.blogspot.com/" target="_blank">Blog de Iván Trasgu</a></h2>
<h2><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7HgDiPJQSb0" target="_blank">Iván Trasgu &#8211; Cuentos iniciáticos de A. Jodorowsky</a></h2>
<h2><strong><span style="color:#800080;">CRISPÍN D´OLOT</span></strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_168" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://sanfeliz.wordpress.com/files/2009/08/crispin.jpg"><img class="size-medium wp-image-168" title="CRISPIN" src="http://sanfeliz.wordpress.com/files/2009/08/crispin.jpg?w=300" alt="Crispín d´olot" width="300" height="199" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Crispín d´olot</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Viernes 7 de Agosto</strong>&#8230; y qué se puede contar de este ser camaleónico que no sepamos ya, él ha sido el ganador del certámen del año pasado y el día de la inauguración nos deleitó con su <em><strong>Pícaro Filandón</strong></em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo mejor es que lo juzgueis vosotros mismos viendo su página web,realmente merece la pena.</p>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://www.crispindolot.com/" target="_blank">http://www.crispindolot.com/</a></h2>
<p style="text-align:justify;">Aquí tenéis otro enlace relacionado con la obra que representará,</p>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://www.miguelrejas.com/Artrastos_6.swf" target="_blank">&#8220;Encuentro con Quevedo&#8221;</a></h2>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.miguelrejas.com/Artrastos_6.swf" target="_blank"><br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Futuro condenado]]></title>
<link>http://cajondesastres.wordpress.com/2009/08/01/futuro-condenado/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 08:12:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>destroyer</dc:creator>
<guid>http://cajondesastres.wordpress.com/2009/08/01/futuro-condenado/</guid>
<description><![CDATA[Cuando decimos que todo tiempo pasado fue mejor, condenamos el porvenir sin conocerlo. . Francisco d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cuando decimos que todo tiempo pasado fue mejor, condenamos el porvenir sin conocerlo. . Francisco d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Razón tenía Quevedo]]></title>
<link>http://siempreenmedio.wordpress.com/2009/07/23/razon-tenia-quevedo/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 06:00:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>miscelanea7</dc:creator>
<guid>http://siempreenmedio.wordpress.com/2009/07/23/razon-tenia-quevedo/</guid>
<description><![CDATA[Muchas veces me acuerdo de usted, Don Francisco. Me vienen a la mente los textos satíricos en los qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Muchas veces me acuerdo de usted, Don Francisco. Me vienen a la mente los textos satíricos en los que supo ofrecer con originalidad y sentido del humor una visión crítica de la sociedad que le tocó vivir y, en consecuencia, una reflexión amarga sobre el mundo que trascendió el mero realismo. Retumban en mi oído, como un zumbido, ciertos nombres propios de mis coetáneos, llámense Roldán, Julián Muñoz, Mario Conde, Dimas Martín&#8230;o, incluso,  Francisco Camps, Silvio Berlusconi y un largo etcétera, que tienen en común el haber estado en el huracán de la polémica, algunos sólo como imputados, otros ya con un veredicto, por asuntos como robo, estafa, engaños y otras ilegalidades, o simple aceptación ilícita de regalos. Es en ese momento, Don Francisco, cuando me acuerdo de su gran novela piscaresca, <em>La vida del Buscón llamado Don Pablos</em> (1603) y pienso, siglos y siglos después, en la vigencia de sus palabras. Razón tenía usted, señor Quevedo.</p>
<p>&#8221; -<em>Quien no hurta en el mundo, no vive. ¿Por qué piensas que los alguaciles y jueces nos aborrecen tanto? Unas veces nos destierran, otras nos azotan y otras nos cuelgan&#8230;, no lo puedo decir sin lágrimas (&#8230;). Porque no querrían que donde están hubiese otros ladrones sino ellos y sus ministros. Mas de todo nos libró la buena astucia. En mi mocedad siempre andaba por las iglesias, y no de puro buen cristiano. Muchas veces me hubieran llorado en el asno si hubiera cantado en el potro. Nunca confesé sino cuando lo mandaba la Santa Madre Iglesia. Preso estuve por pedigüeño en caminos y a pique de que me esteraran el tragar y de acabar todos mis negocios con diez y seis maravedís: diez de soga y seis de cáñamo. Mas de todo me ha sacado el punto en boca, el chitón y los nones. Y con esto y mi oficio, he sustentado a tu madre lo más honradamente que he podido&#8221;. (</em>Fragmento de<em> El Buscón</em>).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colección Almar]]></title>
<link>http://editorialambosmundos.wordpress.com/2009/07/14/coleccion-almar/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 13:44:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mlmacia</dc:creator>
<guid>http://editorialambosmundos.wordpress.com/2009/07/14/coleccion-almar/</guid>
<description><![CDATA[Colección Almar. Biblioteca Hispánica (Clásicos Almar) 1. Gustavo Adolfo Becquer. Rimas y Leyendas. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Colección Almar.</strong></p>
<p>Biblioteca Hispánica (Clásicos Almar)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. Gustavo Adolfo Becquer.</strong></p>
<p>Rimas y Leyendas.</p>
<p>Edición de Carmen Ruiz Barrionuevo, Universidad de Salamanca.</p>
<p>192 pp. ISBN: 84-400-3281-1</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. Mariano José de Larra.</strong></p>
<p>Artículos Políticos.</p>
<p>Edición de Ricardo Navas Ruiz, Universidad de Salamanca.</p>
<p>434 pp. ISBN: 84-400-3300-1</p>
<p><strong>3. Miguel de Unamuno.</strong></p>
<p>CRÓNICA POLÍTICA ESPAÑOLA (artículos desconocidos 1915-1923)</p>
<p>Edición de Vicente González, Universidad de Salamanca.</p>
<p>428 pp. ISBN: 84-7455-001-7</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4. Garcilaso de la Vega.</strong></p>
<p>POESIAS COMPLETAS.</p>
<p>Edición de Bernardo Gicovate, Universidad de Stanford.</p>
<p>232 pp, ISBN: 84-7455-002-5</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5. Tirso de Molina</strong></p>
<p>EL BURLADOR DE SEVILLA</p>
<p>Edición de Everett W. Hesse, Universidad de San Diego y Gerald E. Wad, Vanderbilt University</p>
<p>232 pp ISBN: 84-7455-004-1 P.V.P.  3,90€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>6. Calderón de la Barca</strong></p>
<p>LA VIDA ES SUEÑO</p>
<p>Edición de Everett E. Hesse, Universidad de san Diego.</p>
<p>232 pp ISBN 84-7455-004-1 P.V.P. 3,90€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7. Miguel de Unamuno</strong></p>
<p>SAN MANUEL BUENO, MARTIR, Y TRES HISTORIAS MÁS</p>
<p>Edición de Francisco Fernandez Turienzo, Universidad de Massachusetts</p>
<p>280 pp, ISBN: 84-7455. 005-X. P.V.P. AGOTADO</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8. Fray Luis de León</strong></p>
<p>POESÍAS</p>
<p>Edición de Francisco Garrote Pérez, Universidad de Salamanca.</p>
<p>252 pp (2ª edición) ISBN: 84-7455-007-6. P.V.P. 4,30€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>9. Federico García Lorca</strong></p>
<p>LA ZAPATERA PRODIGIOSA</p>
<p>Edición de Joaquín Forradellas, Instituto “Peñaflorida” de San Sebastián</p>
<p>268 pp. ISBN: 84-7455-008-4 P.V.P. AGOTADO</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>10.Ramón J. Sender</strong></p>
<p>CONTRAATAQUE</p>
<p>Introducción para esta edición hecah por RAmon J. Sender</p>
<p>400 pp. ISBN: 84-7455-009-2. P.V.P. 5,40€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>11. Miguel de Unamuno</strong></p>
<p>REPÚBLICA ESPAÑOLA Y ESPAÑA REPUBLICANA</p>
<p>Edición de Vicente González, Universidad de Salamanca</p>
<p>456 pp. ISBN: 84-7455-011-4. P.V.P. 4,20€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>12. Calderón de la Barca</strong></p>
<p>CÉFALO Y POCRIS</p>
<p>Edición de Alberto Navarro González, Universidad de Salamanca.</p>
<p>156 pp. ISBN: 84-7455-014-9. P.V.P. 2,40€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>13. Benito Pérez Galdós </strong></p>
<p>HALMA</p>
<p>Edición de José Luis Mora, Escuela Universitaria de Segovia</p>
<p>298 pp. ISBN: 84-7455- 015-7. P.V.P. 3,75€</p>
<p><strong>14- Enrique Díez-Canedo</strong></p>
<p>ANTOLOGÍA POÉTICA</p>
<p>Edición de José Fernández Gutiérrez, Escuela Universitaria de Tarragona</p>
<p>160 pp, ISBN: 84-7455-018-1. P.V.P. 3,75€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>15. Francisco de Quevedo</strong></p>
<p>EL BUSCÓN</p>
<p>Edición de Alan Francis, Universidad de Massachusetts</p>
<p>216 pp. ISBN: 84-7455-028-9. P.V.P. 3,90€</p>
<p><strong>16. García de la Huerta, Cadalso, Cienfuegos y Quintana</strong></p>
<p>RAQUEL, DON SANCHO GARCÍA, IDOMEO Y PELAYO.</p>
<p>(4 tragedias neoclásicas)</p>
<p>Edición de Jerry Johnson.</p>
<p>364 pp. ISBN: 84-7455-032-7. P.V.P. 3,90€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>17. INTELECTUALES ANTE LA SEGUNDA REPÚBLICA</strong></p>
<p>Edición de Victor M. Arbeloa y Miguel de Santiago</p>
<p>325 pp. ISBN: 84-7455-030-0. P.V.P. 3,90€</p>
<p><strong>18. Benito Pérez Galdós</strong></p>
<p>LA DE SAN QUINTÍN y ALMA y  VIDA</p>
<p>Edición de Isaac Rubio, British Columbia University.</p>
<p>266 pp. ISBN: 84-7455-048-3. P.V.P. 5,40€</p>
<p><strong>19. Gregorio González</strong></p>
<p>EL GUITÓN ONOFRE</p>
<p>Edición de Fernando Cabo, Universidad de Santiago de Compostela.</p>
<p>328 pp. ISBN: 84-7455-049-1. P.V.P. 4,95€</p>
<p><strong>20. Pedro Antonio de Alarcón</strong></p>
<p>EL SOMBRERO DE TRES PICOS</p>
<p>Edición de Angel Basanta, Instituto “Rey Pastor” de Madrid.</p>
<p>176 pp. ISBN: 84-86408-15-6. P.V.P. 4,50€<strong> </strong></p>
<p><strong>21. ANTOLOGÍA DE LÍRICA MEDIEVAL CASTELLANA</strong></p>
<p>Edición de Ciriaco Morón Arroyo, Universidad de Cornell.</p>
<p>252 pp. ISBN: 84-86408-18-0- P.V.P. 6,00€</p>
<p><strong>22. Sor Juana Inés de la Cruz</strong></p>
<p>ANTOLOGÍA POÉTICA</p>
<p>Edición de F. Javier Cevallos, Universidad de Massachusetts</p>
<p>165 pp. ISBN.: 84-86408-21-0. P.V.P. 5,85€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>23. Lope de Vega</strong></p>
<p>FUENTEOVEJUNA</p>
<p>Edición de F. Ruíz de Ramón, Vanderbilt University</p>
<p>176 pp. ISBN.: 84-404-9327-4. P.V.P. 4,50€</p>
<p><strong>24. NARRACIONES CORTAS DE LA AMÉRICA COLONIAL</strong></p>
<p>Edición de F. Javier Cevallos, Universidad de Massachusetts</p>
<p>244 pp. ISBN.: 84-600-7747-7. P.V.P. 4,50€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>25. Gustavo Adolfo Becquer</strong></p>
<p>LEYENDAS</p>
<p>Edición de Eduardo Alonso, Instituto Benlliure de Valencia</p>
<p>301 pp. ISBN.: 84-600-7962-7. P.V.P. 7,80€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>26. Lope de Vega</strong></p>
<p>EL CABALLERO DE OLMEDO</p>
<p>Edición de Alfredo Hermenegildo, Universidad de Montreal</p>
<p>144 pp. ISBN.: 84-86408-24-5. P.V.P. 4,65€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>27. Miguel de Unamuno</strong></p>
<p>EL OTRO</p>
<p>Edición de Ricardo de la Fuente, Universidad de Valladolid</p>
<p>152 pp. ISBN.: 84-86408-29-6. P.V.P. AGOTADO</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>28. ANTOLOGÍA DE LA PROSA MEDIEVAL CASTELLANA</strong></p>
<p>Edición de Cristina González, Universidad de Massachusetts</p>
<p>188 pp. ISBN.: 84-86408-31-8. P.V.P. 4,20€</p>
<p><strong>29. POETAS ESPAÑOLES DE LOS CINCUENTA. ESTUDIO Y ANTOLOGÍA</strong></p>
<p>Edición de Ángel Luis Prieto de Paula, Universidad de Alicante.</p>
<p>1º edición: 1995.</p>
<p>2ª edición, aumentada: 2002.</p>
<p>384 pp. ISBN.: 84-86408-31-8. P.V.P. 13,15€.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>30. LAZARILLO DE TORMES. SUS FORTUNAS Y ADVERSIDADES</strong></p>
<p>Edición de Florencio Sevilla Arroyo, Universidad Autonoma de Madrid</p>
<p>208 pp. ISBN.: 84-86408-34-2. P.V.P. AGOTADO</p>
<p><strong>31. Pablo Neruda</strong></p>
<p>VEINTE POEMAS DE AMOR Y UNA CANCIÓN DESESPERADA</p>
<p>Edición de Gabriele Morelli, Universidad de Bergamo</p>
<p>160 pp. ISBN.: 84-86408-50-4. P.V.P. 4,20€</p>
<p><strong>32. Gil Vicente</strong></p>
<p>TRAGICOMEDIA DE DON DUARDOS</p>
<p>Edición de Armando López Castro, Universidad de León.</p>
<p>242 pp. ISBN.: 84-86408-59-8. P.V.P. 7,80€</p>
<p><strong>33. Carlos Muñiz</strong></p>
<p>EL TINTERO y MISERERE PARA MEDIO FRAILE</p>
<p>Edición de María Luisa Burguera Nadal, Universidad “Jaime I” de Castellón</p>
<p>165 pp. ISBN.: 84-86408-71-7. P.V.P. 5,10€</p>
<p><strong>34. Ángel Ganivet</strong></p>
<p>IDEARIUM ESPAÑOL y EL PORVENIR DE ESPAÑA</p>
<p>Edición completamente anotada de Nelson R. Orriguer, Universidad de Connecticut</p>
<p>392 pp. ISBN.: 84-4755-058-0. P.V.P. 13,20€</p>
<p><strong>35. Miguel de Unamuno</strong></p>
<p>SAN MANUEL BUENO, MARTIR</p>
<p>Edición de Arcadio López-Casanova, Universidad de Valencia.</p>
<p>208 pp. ISBN.: 84-4755-056-5. P.V.P. 7,80€</p>
<p><strong>36. Esteban Echevarría</strong></p>
<p>LA CAUTIVA</p>
<p>Edición de Helios Jaime, Universidad de Bretagne Occidentale</p>
<p>184 pp. ISBN.: 84-4755-064-5. P.V.P. 11,40€</p>
<p><strong>37. EL MODERNISMO POÉTICO. ESTUDIO CRÍTICO y  ANTOLOGÍA TEMÁTICA</strong></p>
<p>Edición de Alberto Acereda, Arizona State University.</p>
<p>364 pp. ISBN.: 84-4755-070-x. P.V.P. 11,10€.</p>
<p><strong>38. Rubén Darío</strong></p>
<p>CANTOS DE VIDA Y ESPERANZA. LOS CISNES Y OTROS POEMAS</p>
<p>Edición de Francisco Javier Díez de Revenga, Universidad de Murcia.</p>
<p>160 pp. ISBN.: 84-4755-075-0. P.V.P. 6,00€</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>39. Lope de Vega</strong></p>
<p>RIMAS HUMANAS Y DIVINAS DE TOMÉ DE BURGUILLOS y LA GATOMAQUIA</p>
<p>Edición de Antonio Carreño, Brown University.</p>
<p>588 pp.  ISBN.: 84-4755-067-X. P.V.P. 20,00€</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desde la torre-Quevedo]]></title>
<link>http://lixinterior.wordpress.com/2009/07/03/desde-la-torre-quevedo/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 05:50:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>lixinterior</dc:creator>
<guid>http://lixinterior.wordpress.com/2009/07/03/desde-la-torre-quevedo/</guid>
<description><![CDATA[Desde la torre     Retirado en la paz de estos desiertos, con pocos, pero doctos libros juntos, vivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde la torre     Retirado en la paz de estos desiertos, con pocos, pero doctos libros juntos, vivo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Umor, umori şi omor]]></title>
<link>http://tiredandwired.wordpress.com/2009/07/01/umor-umori-si-omor/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiredandwired</dc:creator>
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<description><![CDATA[Moto: Nici măcar nu zâmbiseră de prostia lui Grivet. (Émile Zola, &#8220;Thérèse Raquin&#8221;) Ca s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Moto: Nici măcar nu zâmbiseră de prostia lui Grivet.<br />
(Émile Zola, &#8220;Thérèse Raquin&#8221;)</p>
<p>	Ca să afli de ce nu râde Zola, trebuie să-i apreciezi prima dată seriozitatea, dobândită în timp şi cu multă străduinţă, n-a venit de la sine şi nici deodată, s-a dezvoltat dintr-o lungă tradiţie literară. Istoria romanului cu un capăt la Rabelais şi altul în sec. 19 s-a scris cu hohote de râs la glume grosolane (cu accente erudite), cu zâmbete blazate la ironii burleşti, cu roşeli pudice şi chicoteli ascunse în ciuda scandalizării până când deodată n-a mai fost nimic de râs. Căci romanul a devenit serios, atât ca formă, cât şi în metodă. Desigur, lucrurile se corelează cu evoluţia societăţii, cu mersul lucrurilor în plan istoric şi politic, cu modificarea gusturilor cititorului (la un moment dat raportul devine antagonic, romancierii nu fac decât să sfideze gustul obişnuit şi să contrazică orizontul de aşteptare), odată cu ştiinţa şi filosofia, religia şi moravurile care evoluează spre forme tot mai largi şi mai pasionante, însă pe de altă parte totul depinde atât de mult de intenţiile individuale şi deciziile personale ale unor scriitori . E interesant că nu întotdeauna capodoperele sunt cele care marchează parcursul şi impun direcţia noii dezvoltări, ci opere poate mai puţin rezistente la testul timpului, dar foarte influente în contemporaneitate. </p>
<p>Şarjând pe ideea că nu există progres în artă, evoluţia înregistrată de roman e mai puţin asemenea unei scări la care se adaugă trepte, construindu-se mereu după modelul şi limitele tradiţiei anterioare, cât mai degrabă o haşură în zig-zag: romancierul e mereu conştient de ceea ce se scrie în vremea sa, nu are privirea aţintită atât în urmă, cât în actualitate, stânga-dreapta. Operele influente sunt cele care absorbindu-şi mediul îi devin nenecesare şi îl trangresează. Dacă s-au scris istorii cu reflecţii pe seama raportului ficţiune-realitate, s-ar putea scrie şi unele care sa aibă în vedere imaginea acelui om al secolului pe care sistemul ficţional o produce. Fiecare scriere literară are un cititor ideal, fiecare carte îi propune cititorului real masca celui ideal – e unul dintre pacturile literaturii. Romanele pe care le avem în discuţie au avut probleme de şi la receptare, fiind interzise sau repudiate; mă refer la romanul satiric (Gargantua şi Pantagruel), romanul picaresc (Don Pablos Buscón), romanul libertin (Filozofia în budoar) şi romanul naturalist (Thérèse Raquin). Toate se ocupă preponderent de discreditarea omului, denunţându-i rând pe rând animalitatea inerentă, imperfecţiunea şi amoralitatea, sexualitatea desfrânată, decadenţa morală, abrutizarea şi condiţionarea fiziologică. Unele reuşesc să fie amuzante, toate sunt didactice, fie că încearcă sau nu.</p>
<p>	Nevoia de a vorbi despre funcţiile organice şi degradarea (naturală şi socială a) corpului uman, preocuparea pentru mizeria (morală şi fizică) nu se leagă necesarmente de o dorinţă de a reprezenta cât mai realist, cât mai cuprinzător, e mai degrabă o demistificare şi o demitizare, plus că literaturizarea îşi are căile ei în persuasiune şi delectare, obiceiuri de convertire a unui mesaj serios sub o formă artistică. E des-vizitata metaforă a cutiei cu sileni a lui Rabelais: dintr-o formulă romanescă ce reuneşte &#8220;snoave deşucheate, concepţia creaturală despre corpul omenesc, lipsa de pudoare şi rezervă faţă de problema sexuală, combinarea acestui realism cu conţinuturi satirice şi didactice, erudiţia îngrămădită amorf şi uneori absconsă, întrebuinţarea figurilor alegorice&#8221;  nu poţi reţine numai umorul scatologic. Şi totuşi el este cel care poate oferi una dintre cheile de înţelegere: legătura fundamentală a omului cu animalitatea. În analiza pe care Bahtin o face romanului, fecalele şi urina sunt o materie veselă şi literaturizarea lor este esenţială pentru a depăşi teama şi necunoaşterea propriului trup. În episodul cu Gargantua la Paris, care, urcat pe turnurile catedralei de la Notre-Dame udă cu &#8220;stropitoare&#8221; oraşul, înecându-se &#8220;două sute şaizeci de mii patru sute optsprezece, afară de femei şi copii&#8221;. O atare catastrofă ar trebui să îngrozească, în schimb ne amuză (până şi luarea în derâdere a ideii de potop) pentru că angajează &#8220;imaginile josului material-corporal&#8221; , iar degradarea şi uşurarea pe care eliberarea urinei le aduc coboară registrul, detronează ideologia şi orânduirea medievale. Procedeul ar fi inspirat din predicile vremii când amestecul de stiluri reuşea să fie grosolan şi edificator în acelaşi timp, e preluat apoi de umanişti şi deturnat de la scopurile iniţiale servind acum unor intenţii satirice şi anti-clericale . Ce e important de reţinut este că poporul (se) recunoştea şi răspundea la acest tip de discurs, care părea să tălmăcească adevărurile epocii pe înţelesul lui. Sfidarea era doar la adresa autorităţilor (de teama cărora, Rabelais s-a şi ferit o vreme) care au răspuns, împuternicite de Francisc I, prin arestări şi arderi pe rug a cărţilor subversive; erau vizaţi protestanţii şi liber-cugetătorii. Prin urmare, Rabelais a mai temperat unele dintre referirile la Sorbona. </p>
<p>	Marea varietate a inventivităţii e păstrată şi în romanul picaresc, subspecie narativă apărută prima dată în Spania la jumătatea sec. 16, anume scrierea anonimă numită Viaţa lui Lazarillo de Tormes. La 5 ani de la apariţie, romanul a fost interzis şi titlul său figura în Index din cauza ireverenţei dovedite Bisericii. Deşi expurgat şi lăsat din nou în liberă circulaţie, picarescul a rămas stigmatizat, fiind pentru următorii patruzeci de ani sub atenta inspecţie a Bisericii . Genul a înregistrat succes şi a dobândit o largă popularitate odată cu apariţia Guzmán de Alfarache, care a inspirat preluări şi continuări, dintre acestea vorbim despre Don Pablos Buscón (1605) de Quevedo. E tot o operă populară, ca şi Gargantua şi Pantagruel, însă mai puţin profundă, mai puţin complexă, cu episoade juxtapuse fără a fi justificate de intrigă. Nestatornicia personajului e pretextul la îndemână pentru a exploata o colecţie de poveşti, proverbe, teatru burlesc; astfel reunite, romanul abordează mai multe medii şi situaţii, dar prin aceeaşi viziune, cu o aceeaşi atitudine – pentru a obţine un efect similar de multiplicitate, Rabelais sacrificase unitatea personajelor, nu întotdeauna plămădite dintr-un singur fel de lut. Picaró-ul, în schimb, e infam şi amoral, iar tonul lui cinic şi punctul de vedere delăsător nu angajează la nimic, nu vrea nici să modifice tabloul epocii, nici să ofere pilde de purtare, e izgonitul din rai care se împacă cu imperfecţiunea fiinţei lui. Pe lângă ansambul de imagini groteşti, hilare: &#8220;Nici Bosch n-a pictat poziţii atât de nefireşti, cum mi-a fost dat mie să văd&#8221; , unele episoade sunt dezvoltate pe îndelete explorând funcţiile organice şi mizeria corpului. Buscón nu se dezminte ca erou picaresc şi în timp ce umblă după titluri cavalereşti aproape moare de foame, în general sărac, dar în particular lihnit în capitolul în care povesteşte perioada petrecută la licenţiatul Cabra, un cleric ce educa fii de nobili. În loc de un program de studiu, începe o înfometare sistematică cu rezultate notabile şi imediate – din prima seară, eroul nu mai foloseşte funcţia de excreţie: &#8220;ţinând seama cât de puţin îmi intrase în trup, n-am mai îndrăznit, chiar dacă mă îmboldea nevoia, să scot ceva din el&#8221; (p. 41). Proza se colorează de patetism, exagerările sunt binevenite şi chiar specifice burlei, constituie o sursă de comic, dar verosimilitatea se reduce considerabil atunci când realitatea devine doar un joc de cuvinte. Vlăguirea îi aduce până aproape de dispariţie, Buscón şi stăpânul său Diego ajung asemenea unor umbre, gata să se dezintegreze: &#8220;Fură chemaţi exploratori care să ne caute ochii de-a lungul şi de-a latul feţelor dar pe ai mei, cum calvarul îmi fusese mai mare şi foamea imperială (mă tratau, dealtfel, ca pe un slujitor) nici nu-i putură găsi o bună bucată de vreme&#8221; (p. 46). Dominant nu este aici râsul grosolan, ci rânjetul cinic, vezi &#8220;foamea imperială&#8221; ca rezultat parţial, dar imediat, al statutului de slujitor. Contrastele nu sunt doar stilistice, se frizează seriosul. Antiidealismul nu e orientat exclusiv pe condiţia umană, ci şi pe statutul de fiinţă socială, cu atât mai mult cu cât eroul picaresc are o origine obscură, iar romanul scris la persoana I e în ochii multora o autobiografie deşi foloseşte un repertoriu popular cunoscut.</p>
<p>	Un alt tip de roman ce speculează autenticitatea este romanul epistolar din Iluminism. Legăturile primejdioase se joacă cu convenţiile şi &#8216;fabrică&#8217; o Înştiinţare şi o Prefaţă de la pretinşi editori şi redactori care îşi pasează unul altuia mănunchiuri de scrisori &#8216;reale&#8217;, pe care le selectează în funcţie de relevanţă şi le eliberează de redundanţe astfel încât să poată desfăşura prin ele însele istoria unui cerc vicios de relaţii, care să servească drept manual al întâmplărilor periculoase din saloanele franceze de sec. 18. Catalogând-o drept &#8220;o carte admirabilă şi execrabilă&#8221;, fraţii Goncourt consideră opera lui Laclos un roman scris după natură având în vedere secolul bătrân, care îşi desăvârşeşte pasiunile şi se depravează rafinându-şi plăcerile, când &#8220;La méchanceté, qui était l&#8217;assaisonnement, devient le génie de l&#8217;amour&#8221; . Caracterele sunt cele dezvelite brutal, e noua etapă a antiidealismului, de a arăta uşurătatea şi slăbiciunea din spatele unui bun renume în societate. Faţa urâtă a contemporaneităţii e dezavuată de un teanc de scrisori legate neglijent, desigilate. Una dintre cele mai şocante scrisori trebuie să fie cea în care Valmont îi scrie Marchizei de Merteuil despre dezvirginarea, violarea, lui Cécile: limbajul e învăluit, nu e descrisă decât gestica, aproape totul e lăsat în voia imaginaţiei, dar ce frapează sunt atitudinile – nu e vorba de corpuri fizice şi penetrabile, cât de comportamente ezitante şi de conduite îndoielnice (mizeria în societatea înaltă). Pasiunea lui Valmont e pentru feţele de &#8220;a doua zi&#8221;: &#8220;O stinghereală în ţinută! O greutate la mers! Ochii ei mereu plecaţi atât de umflaţi şi de cercănaţi! Chipul ei atât de rotund se lungise atât de tare! Era aşa de nostim!&#8221; . Frivolitatea şi gratuitatea purtărilor aproape că distrag atenţia căci indignează mai mult decât viciile, crimele şi minciunile puse în scenă, fără scrupule. Dacă eroul picaresc e mai mult o funcţie decât un personaj – un mulaj îndeajuns de larg încât să poată cuprinde zece destine, protagoniştii romanului libertin, ţin să atragă atenţia fraţii Goncourt, nu sunt creaţii literare, ci indivizi reperabili, euri biografice identificabile, numai că devin tipuri prin faptul că atât de mulţi se potrivesc profilului . Moda e obsedantă. Antiidealismul de această factură a stârnit reacţii împărţite, deopotrivă admiratori şi scandalizaţi, opera e considerată un succes literar, iar Laclos &#8220;un autor de roman vinovat&#8221;; pleacă în &#8216;exil&#8217; în Bretania, ca urmare a unui ordin venit de la minstrul de război, romancierul fiind om de arme. </p>
<p>	Nu e încă prea târziu în epocă pentru a mai interzice literatură de-un soi sau altul. Mai ales când se anunţă pornografică, neruşinată şi poate fi confundată cu o continuare a biografiei autorului. Sade are faima unui infam. Frenezia lui e mai greu de sesizat din moment ce naraţiunea sa mizează pe lipsa unui sentiment, libertinismul este aici o chestiune de limbaj, totul este raţionalizat, discursul nu suportă metafora. Înflăcărarea intervine în scriitură când se combat valori precum religia sau familia, când sunt negaţi zeii sau redusă la nimic mama: &#8220;de pe urma morţii tatei n-am găsit mângâiere nici până azi, pe când la moartea mamei am aprins un foc de bucurie&#8230; O detestam din tot sufletul. Poţi adopta aceste sentimente fără teamă, Eugénie, sunt absolut naturale&#8221; . După care Dolmancé reia tonul neutru în care explică aprehensiunea pentru figura maternă prin reconsiderarea procesului de procreaţie, datorat în întregime bărbatului, femeia fiind doar mediul ajutător – această ipoteză atrage, desigur, şi implicaţii morale, de aceea copilul simte dragoste filială doar pentru tată. </p>
<p>Scrierea lui Sade este condiţionată de inexprimabilul trupului libertin – raportându-se la codul literar în vogă atunci, vezi Laclos, împrumută eleganţa rafinată a stilului; dar &#8220;când vine vorba despre sex, excremente, plăcere sexuală şi crimă – chestiuni pentru care codul a construit o întreagă reţea de figuri retorice care formează un sistem de evaziune/ evadare – scriitura permite corpului să fie văzut într-o goliciune provocatoare&#8221; . Atunci când metaforicul este suprimat, refuzat, rămâne obscenitatea. Dar acuzaţia de obscenitate este cea mai blândă din toate câte i-au fost aduse Marchizului, arestat, închis şi internat de atâtea ori. Operele şi le publica în anonimat şi circulau ca lucrări pornografice; totuşi identitatea i-a fost rapid dezvăluită atunci când Napoleon Bonaparte a ordonat arestarea autorului care scrisese Justine şi Juliette. Pentru că legătura dintre viaţa şi cărţile lui pare să fi fost periculos de intimă, unii considerând că Sade este un caz de psihobiografie, fiul său a distrus, imediat după moartea lui, toate manuscrisele rămase nepublicate, nu a cruţat nimic. </p>
<p>	Contextul în care se afirmă Zola îi permite să-şi ducă la bun sfârşit experimentele, nu înseamnă că are parte de un parcurs lin, nici măcar de o judecată echitabilă. În prefaţa de la Romanul experimental, îşi manifestă recunoştinţa pentru Rusia, naţiunea care l-a acceptat şi l-a receptat când în Franţa era de nepublicat şi dizgraţiat de lumea literară . Stigmatizat pare să fie şi în prefaţa scrisă pentru Thérèse Raquin, dacă societatea s-a democratizat suficient cât să recunoască dreptul individului la libertate, reglementând intervenţia statului în viaţa personală, societatea nu a renunţat la rolul de judecător suprem, sentinţele şi condamnările constând în oprobriul public şi campanii demobilizante. Zola însă şi-a făcut din romanul experimental un crez puternic pe care l-a &#8216;propovăduit&#8217; (bine-ales cuvântul lui Toma Pavel) scriitorilor din generaţia sa, evitând şi refuzând vehement titlul de lider de şcoală literară, afirmând răspicat că e vorba de o metodă. Şi e o metodă nu tocmai creştinească, chiar şi pentru aceea că e la fel de riscantă precum o vivisecţie: &#8220;am făcut pe două trupuri vii munca analitică pe care chirurgii o fac pe cadavre&#8221; , dar mai ales pentru că susţine evaporarea conştiinţei morale, a reperelor morale. Şocul lecturii provine din aceasta. Printre paginile cele mai impresionante ale acestui roman de tinereţe sunt fără îndoială cele despre morgă, unde importantă nu este atât căutarea cadavrului lui Camille de către tulburatul Laurent, ci ilustrarea unui tablou de epocă – vizita la morgă era senzaţia tare a secolului. Moartea este din nou caraghioasă, ca la Rabelais, atitudinea relaxată a vizitatorilor culeşi de pe străzi e o răsfrângere a cuceririi celei mai mari temeri prin curiozitate detaşată, prin lipsă de empatie, prin incapacitatea de a relaţiona cu ceea ce a devenit nefiinţă. Dar nu e nimic de râs aici. Empatia nu se declanşează nici din partea cititorilor faţă de vulgul acesta morbid şi rece. Nu există notaţii satirice, nici sancţiuni, ci doar o descriere, puerilă (ar zice Albérès), cu o vădită intenţie de a semnala că e &#8220;bine scris&#8221; (ar observa Barthes), perfect lipsită de umor, am spune noi.</p>
<p>	S-a vorbit mereu, în legătură cu Zola, despre arta pentru artă, iar asta ar fi trebuit să ţină loc şi pentru discuţia despre moralitatea, imoralitatea sau lipsa oricărora dintre cele două din romanul experimental. Cred că problema nu poate fi evitată – mai ales pentru că Thérèse Raquin nu este amorală. Perspectiva moralistă nu mai este explicită ca la romanele antiidealiste amintite anterior, iar sfidarea este acolo numai că în profunzime. Nu întâmplător îşi îngăduie Zola ironii, în prefaţă, cu &#8220;ziariştii pudici&#8221; care dacă măcar i-ar fi înţeles romanul, i-ar fi oferit &#8220;satisfacţia lăuntrică de a-i vedea îngreţoşaţi pe bună dreptate&#8221; (p. 6). Greaţa nu e provocată doar de &#8220;murdărie şi duhoare&#8221;, cât şi de comportamente şi acte reprobabile. Vorbindu-se într-o seară de joi, în timpul unui joc de domino, despre criminalii nedescoperiţi şi aflaţi încă în libertate, sentinţa &#8220;E imoral&#8221; (p. 77) e rostită de &#8220;buzele subţiri ale unui cretin&#8221; (p. 34). Grotescă alegerea lui Grivet pentru a întruchipa, fie şi pentru o clipă, acea vox populi. E ca şi cum romancierul, ca instanţă narativă, a abdicat de la propriile opinii, dar legea comună nu poate fi ignorată. Nu o ignoră nici experimentalistul în procesul de analiză a unui subiect, ce-i drept, uman şi temperamental. Transformările ce se petrec în Laurent declanşându-i o criză artistică sunt abordate cu precauţie şi rezervă dat fiind că se întâmplă la profunzimi aproape insondabile ale fiinţei. Nu e vorba de psihologie, ci de &#8220;temperamente nervoase&#8221;, iar în aceşti termeni, delirul minţii poate fi luat drept extazul unui geniu. &#8220;Nevroza care îi zguduia fiinţa&#8221; e urmărită la nivel fiziologic, cel al cărnii, la nivel psihic, impresia că i se dilatase creierul, care îi induce &#8220;reverii de poet&#8221;, inspiraţia artistică fiind considerată, iată, doar sensibilizarea unei minţi impresionabile. Dar o năucire craniană şi o uşurare a cărnii par să descrie până la urmă &#8220;o boală întrucâtva morală&#8221; (p. 201). Poate că e vorba de sentimentul de vinovăţie reprimat la nivel conştient, manifestat inconştient printr-un acces creativ deşi terapia prin artă nu face decât să traducă obsesia: toate chipurile pe care le pictează Laurent, fie femei, fie bărbaţi, seamănă între ele ca nişte fraţi, sunt imagini recurente ale figurii lui Camille. </p>
<p>Prin urmare, moralitatea şi moralul nu ies din planul romanului experimental, sunt necesare descrierii şi diagnosticării; nu sunt problematice, nu dau naştere la întrebări fundamentale şi nici curs la crize spirituale. Cred că perspectiva moralistă există ca potenţă în structura narativă, dar nu e realizată (decât abuziv, eventual) fiindcă lecţia este considerată a fi prea îngrozitoare. Antiidealismul nu este sinonim cu realismul, după cum, prea bine se ştie, că imoralitatea şi amoralitatea nu sunt defel acelaşi lucru. Lectura adecvată se face într-o cheie sobră, sobrietatea cerută în sala de disecţie. Se avansează în cunoaştere, dar nu se trag învăţăminte. E o tensiune care nu se poate elibera şi această încordare a atenţiei, încleştare între curiozitatea ştiinţifică şi delectarea literară, conflict nerezolvat: e frustrarea nervoasă de a nu putea râde. Nu că ar fi ceva de râs, dar e semnificativă schimbarea nu atât în ce priveşte instrumentele – ele doar s-au perfecţionat, s-au subtilizat, funcţionând însă după aceleaşi principii şi în baza aceloraşi legi. În schimb, au fost deturnate de la scopurile iniţiale. Educaţia care însoţea divertismentul literar a ajuns să fie la fel de perimată ca şi burla. Scena în care Laurent omoară motanul François pentru că îl suspectează când că ştie prea multe şi va vorbi, când că îl adăposteşte în corpul de felină pe cel asasinat, re-întrupat ar trebui să ne amuze. Elementele sunt acolo: absurdul situaţiei care contrazice norma acceptată social, bănuiala exagerată, suspiciunea exacerbată, contrastul dintre un motan care priveşte fix şi ameninţarea nerostită de răzbunare venind de dincolo de mormânt; toate acestea, plus gestica şi ritmica mişcărilor ar putea constitui un fel de umor negru, dacă nu grotesc, bun pentru a stârni câteva râsete grosolane în tradiţie rableaisiană.<br />
Privind literatura idealistă ca pe un arc de cerc trasat între Rabelais şi Zola, o dată nu ne tremură mâna: evoluţia este uşor de urmărit pe caroiaj. Devin decantabile şi cuantificabile elemente precum satira, didacticismul, realismul, documentarismul. Satira, grotescă în excesul ei la Rabelais, se moderează, răstoarnă ideea de proces educativ în romanul picaresc ordonând o antologie de situaţii atipice (vieţii comune, dar tipice literaturii de gen) în care individul se descurcă, iar din perspectiva moralistă pe care o adoptă un roman ca Legăturile primejdioase, satira funcţionează în sensul denunţării moravurilor – sensul educativ este mai adânc în text, pe când la Zola satira e aproape atrofiată, păstrează doar tuşele groase ale caricaturalului (deturnat însă de la scopurile sale primare). Aceste romane se fundamentează pe medii foarte diferite: viaţa şi realităţile zilnice cu personajele ei obişnuite (la Rabelais au putut fi identificate multe figuri ale vremii în personajele romanului, ca şi diferite cadre de acţiune, cum ar fi via), tradiţia populară burlescă în Don Pablos Buscón, observaţia societăţii şi a saloanelor pariziene oferită ca document de epocă în romanul libertin, autobiografism – prelungiri şi exacerbări – la Sade, apoi tipuri umane instalate într-un mediu fix, pe care romancierul naturalist le introduce într-un experiment cu scopul de a demonstra determinismul reacţiilor şi acţiunilor lor. Documentarismul devine din ce în mai important şi e practic tot mai profesionist, cu răspundere chiar, culminând cu Zola (pentru studiul restrâns pe care îl avem în vedere), unde se specializează şi dobândeşte &#8220;tonalităţile sumbre ale unei certitudini confirmate prin cuceririle artei şi ale ştiinţei&#8221; . Această evoluţie se poate urmări şi în istoria receptării, notându-se că publicul comun aderă tot mai puţin, pe măsură ce &#8220;antiidealismul îşi pierde blândeţea şi umorul sceptic&#8221; , iar intervenţia abuzivă a autorităţilor şi a cenzorilor este tot mai limitată (deşi aşa cum am văzut, cenzura e aplicată în mod subversiv prin denunţarea romanelor care denunţă omul). Animalitatea şi corpul creatural ofereau pretexturi de răvrătire în faţa moralităţii impuse, resimţite ca nefirească; amoralitatea unui picaró sfidează ordinea comună deşi ilustrează tocmai izgonitul din rai (ce poate fi mai comun?); morala amoroasă din Laclos e la fel de crudă pe cât e de lipsită de scrupule morala politică a lui Machiavelli ; Zola şarjează pe temperamente şi umori fiind foarte ataşat de ideea că observaţia indică, iar experimentul învaţă/ educă.</p>
<p>Satiricul e înlocuit de şocant, dar dimensiunea ştiinţifică la care romanul aspiră în sec. 19 sufocă latura delectabilă a literaturii naive, burleşti şi libertine astfel că, într-o lumină nudă, clinică, reprobabilul, mizeria şi degradarea impun ca cititorul să îşi aşeze o mască, o anumită mască, pactul nu mai e unul de bunăvoie, nu mai e la îndemâna oricui din moment ce se cere chiar o mască chirurgicală. Când &#8220;medicină&#8221; poate fi substituit cu &#8220;literatură&#8221; (abuzăm de insistenţele lui Zola de a citi &#8220;scriitor&#8221; acolo unde e scris &#8220;medic&#8221; în textele teoretice ale lui Claude Bernard), vivisecţia este cea mai bună metaforă pentru acea căutare a adevărului care oferă &#8220;plăceri serioase&#8221; .</p>
<p>Bibliografie:   </p>
<p>Laclos, Choderlos de, Legăturile primejdioase, Bucureşti, Editura pentru Literatură Universală, 1966.<br />
Quevedo, Don Pablos Buscón, Bucureşti, Univers, 1970.<br />
Rabelais, François, Gargantua şi Pantagruel, Chişinău, Editura Hyperion, 1993.<br />
Sade, Marchizul de, Filozofia în budoar, Timişoara, Editura de Vest, 1993.<br />
	-, The 120 days of sodomy, Introduction, Digitized and typeset by Supervert 32C Inc., 2002, pp. 3-56.<br />
Zola, Emile, Thérèse Raquin, Bucureşti, Editura Cartea Românească, 1970.</p>
<p>Critică:</p>
<p>Auerbach, Erich. Mimesis. Bucureşti, Editura pentru Literatură Universală, 1967<br />
Bahtin, M. M. François Rabelais şi cultura populară în Evul Mediu şi în Renaştere. Bucureşti, Univers, 1974.<br />
Cambridge Companion to Spanish Novel, editori Harriet Turner şi Adelaida López de Martínez, Cambridge University Press, 2003, pp. 53-68.<br />
Goncourt, Edmond et Jules. La femme aux dix-huitième siècle. Charpentier, 1877.<br />
Hénaff, Marcel. Sade, the invention of the libertine body. Minneapolis, University of Minnesota Press, 1999.<br />
Pavel, Toma. Gândirea romanului. Bucureşti, Humanitas, 2008.<br />
Zola, Émile. The Experimental Novel. New York, The Cassell Publishing Co., 1893, pp. 1-57.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto de Quevedo]]></title>
<link>http://poesiaybelleza.wordpress.com/2009/06/18/soneto-de-quevedo/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 18:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana LeFey</dc:creator>
<guid>http://poesiaybelleza.wordpress.com/2009/06/18/soneto-de-quevedo/</guid>
<description><![CDATA[&#8221; Ah de la vida!&#8221;&#8230; «Nadie me responde? Aquí de los antaños que he vivido! La Fortu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2095" title="097_ancianoSentadoGorraBast300" src="http://poesiaybelleza.wordpress.com/files/2009/06/097_ancianosentadogorrabast300.jpg" alt="097_ancianoSentadoGorraBast300" width="266" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;">&#8221; Ah de la vida!&#8221;&#8230; «Nadie me responde?</p>
<p style="text-align:center;">Aquí de los antaños que he vivido!</p>
<p style="text-align:center;">La Fortuna mis tiempos ha mordido;</p>
<p style="text-align:center;">las horas mi locura las esconde.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Que sin poder saber cómo ni adónde</p>
<p style="text-align:center;">la salud y la edad se hayan huido!</p>
<p style="text-align:center;">Falta la vida, asiste lo vivido,</p>
<p style="text-align:center;">y no hay calamidad que no me ronde.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Ayer se fue; mañana no ha llegado;</p>
<p style="text-align:center;">hoy se está yendo sin parar un punto:</p>
<p style="text-align:center;">soy un fue, y un será, y un es cansado.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">En el hoy y mañana y ayer, junto</p>
<p style="text-align:center;">pañales y mortaja, y he quedado</p>
<p style="text-align:center;">presentes sucesiones de difunto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MARMITAKO: PLATO DE PESCADORES]]></title>
<link>http://laciudadenllamas.wordpress.com/2009/09/19/marmitako-plato-de-pescadores/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 21:49:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>monolocus</dc:creator>
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<description><![CDATA[El origen del marmitako se encuentra en los barcos vascos de pesca. Antaño, en el barco, el cocinero]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong></p>
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<p>El origen del marmitako se encuentra en los barcos vascos de pesca. Antaño, en el barco, el cocinero disponía de pocos elementos para preparar la comida, así que pescado, unas patatas y poco más era suficiente para mantener a la tripulación. Su nombre proviene de la palabra marmita que es el recipiente donde se preparaba el marmitako a bordo.</p>
<p>Este sencillo plato, es uno de los más populares dentro de la gastronomía vasca y su principal ingrediente, el bonito, es un pez de aguas templadas y tropicales, muy codiciado como alimento en la costa este del Pacífico, la zona tropical del Atlántico, la región del Mediterraneo y en torno a Australia. Emparentado con el atún y la caballa, el cuerpo del bonito es de color azul plateado con diminutas escamas y dos aletas dorsales. Puede pesar hasta 10 Kg y alcanzar una longitud de más de 1 metro.</p>
<p>Los bonitos se desplazan en grandes bancos y las especies más conocidas son el bonito del Atlántico y el bonito rayado.</p>
<p>El bonito es un producto estacional que sólo se captura durante los meses de verano. La denominada “Campaña Costera del Bonito” sale a la mar desde el mes de Junio hasta el mes de Septiembre.</p>
<p>El Marmitako o Sorroputun (Cantabria) es un plato de cuchara para servir muy caliente, así que ahora que empieza a entrar el frío ¡vamos a preparlo!.</p>
<p>Ingredientes:</p>
<p>Para 4 personas</p>
<p>-          1Kilogramo de bonito del norte fresco, ya limpio sin espina, piel y partes negras.</p>
<p>-          1 Kilogramo de patatas (Se pueden poner más, pero tenemos que tener en cuenta que el ingrediente principal de este plato es el bonito).</p>
<p>-          1 Cebolla grande.</p>
<p>-          3 Pimientos choriceros.</p>
<p>-          1 Guindilla (opcional).</p>
<p>-          Aceite de oliva.</p>
<p>-          Sal.</p>
<p>Preparación:</p>
<p>A la hora de cocinar, es importante contar con los “cacharros” que se adecuen más a nuestros platos. El marmitako se debe servir muy caliente. Toda la cocina, especialmente la de cuchara tiene un sabor especial cuando se elabora en recipientes de barro y a fuego lento. Este material, usado desde la antigüedad, concentra mejor el calor, por lo que servido en cazuelitas de barro estará mucho más rico. Además, si disponemos de algún fogón, en vez de vitrocerámica, mejor que mejor.</p>
<p>Para empezar con nuestro marmitako, en primer lugar, si podemos, el día de antes pondremos en agua los pimientos choriceros. Si no puede ser, los daremos un hervor en un recipiente. Una vez empapados les quitaremos la piel y las semillas. Pocharemos la cebolla picada en trozos pequeños. Mientras tanto, por otro lado, coceremos en agua las espinas del bonito con una cucharada de sal. Después, incorporaremos las patatas peladas y troceadas (cortadas irregulares, que la patata suene al cortarla con el cuchillo con un “chic”) a la cazuela de la cebolla, removiendo con una cuchara de madera, y se añade a continuación los pimientos choriceros, la guindilla y el caldo que hemos preparado, cubriendo las patatas. Dejaremos hervir a fuego lento unos 20 minutos. Una vez haya pasado este tiempo añadiremos el bonito troceado en dados y dejaremos cocer unos 10 minutos más. Para que el plato adquiera toda su textura, conviene dejarlo reposar unos 15 minutos y a continuación serviremos (siempre muy caliente).</p>
<p>Imaginando a los marineros en sus barcos degustando éste plato, que mejor que acompañarlo de un poema de Don Francisco de Quevedo y Villegas titulado <em>“A la mar”</em>:</p>
<p align="center">
<p align="center">La voluntad de Dios por grillos tienes,<br />
Y escrita en la arena, ley te humilla;<br />
Y por besarla llegas a la orilla,<br />
Mar obediente, a fuerza de vaivenes.</p>
<p style="text-align:center;">En tu soberbia misma te detienes,<br />
Que humilde eres bastante a resistilla;<br />
A ti misma tu cárcel maravilla,<br />
Rica, por nuestro mal, de nuestros bienes.</p>
<p style="text-align:center;">¿Quién dio al pino y la haya atrevimiento<br />
De ocupar a los peces su morada,<br />
Y al Lino de estorbar el paso al viento?</p>
<p style="text-align:center;">Sin duda el verte presa, encarcelada,<br />
La codicia del oro macilento,<br />
Ira de Dios al hombre encaminada.</p>
<p align="center">
<p style="text-align:right;">Publicado por <span style="color:#800080;">Cheni</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
