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	<title>quimica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/quimica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "quimica"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:36:23 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ciência - Escavação cósmica revela vestígios da origem da via láctea]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/27/ciencia-escavacao-cosmica-revela-vestigios-da-origem-da-via-lactea/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Enxame estelar Terzan 5 (Imagem: ESO) Uma equipa de astrónomos descobriu, entre espessas nuvens de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1187" class="wp-caption aligncenter" style="width: 439px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/018.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1187" title="01" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/018.jpg?w=150" alt="" width="429" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Enxame estelar Terzan 5 (Imagem: ESO)</p></div>
<p style="text-align:justify;">Uma equipa de astrónomos descobriu, entre espessas nuvens de poeira, uma estranha mistura de estrelas em Terzan 5 (grupo estrelar). O estranho “cocktail” de estrelas sugere que Terzan 5 é de facto um dos blocos construtores do bojo, mais provavelmente uma relíquia de uma galáxia anã que se fundiu com a Via Láctea durante a sua fase inicial.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal como os arqueólogos que escavam, por entre camadas de poeira, restos de civilizações passadas e desenterram peças cruciais da história da humanidade, também os astrónomos observaram por entre as grossas camadas de poeira interestelar que obscurecem o bojo da Via Láctea e revelaram uma relíquia cósmica extraordinária.</p>
<p style="text-align:justify;">“A história da Via Láctea está codificada no interior nos seus fragmentos mais antigos, enxames globulares e outros sistemas de estrelas que foram testemunhas de toda a evolução da nossa galáxia,” diz Francesco Ferraro, autor principal do artigo que aparece na edição desta semana da revista «Nature».</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption   alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/029.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1188" title="02" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/029.jpg?w=109" alt="" width="229" height="315" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Vista ao redor do enxame estelar (Imagem: ESO)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">As novas observações mostram que este objecto [Terzan 5] ao contrário da maioria, com a excepção de alguns enxames globulares peculiares, não alberga estrelas nascidas todas ao mesmo tempo &#8211; a que os astrónomos chamam “população única”. Em vez disso, a imensa quantidade de estrelas brilhantes no Terzan 5 vem de, pelo menos, duas épocas distintas, a mais antiga de há 12 mil milhões de anos e a outra de seis mil milhões de anos.</p>
<p style="text-align:justify;">“Apenas mais um enxame globular com uma história semelhante de formação estelar, bastante complexa, foi observado no halo da Via Láctea: Omega Centauri,” diz o membro da equipa Emanuele Dalessandro. “ Esta é, por isso, a primeira vez que observamos este fenómeno do bojo da Galáxia.”</p>
<p style="text-align:justify;">Região inacessível</p>
<p style="text-align:justify;">O bojo é a região da Galáxia mais inacessível, em termos de observações astronómicas: apenas a radiação infravermelha consegue penetrar as nuvens de poeira e revelar as suas miríades de estrelas. “É apenas devido aos soberbos instrumentos montados no Very Large Telescope do ESO,” segundo a co-autora Barbara Lanzoni, “que conseguimos finalmente, ‘penetrar o nevoeiro’ e obter uma perspectiva completamente nova da origem do próprio bojo galáctico”.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/036.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1189" title="03" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/036.jpg?w=150" alt="" width="251" height="142" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Nuvens de poeira (Imagem: ESO)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Uma jóia da técnica encontra-se nos bastidores desta descoberta, o instrumento Multi-conjugate Adaptive Optics Demonstrator (MAD) que, na fronteira da tecnologia, permite ao VLT obter imagens altamente detalhadas no infravermelho. A óptica adaptativa é a técnica pela qual os astrónomos conseguem eliminar o efeito de manchas em fontes pontuais que a turbulência existente na atmosfera terrestre inflige às imagens astronómicas obtidas pelos telescópios no solo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Com o apurado olho do VLT os astrónomos descobriram igualmente que Terzan 5 tem mais massa do que se pensava anteriormente: em conjunto com uma composição complexa e uma história de formação estelar agitada, este facto sugere que o sistema possa ser um resto sobrevivente de uma galáxia anã desfeita, que colidiu e consequentemente se fundiu com a Via Láctea durante a sua fase inicial, contribuindo assim para a formação do bojo galáctico.</p>
<p style="text-align:justify;">“Esta pode ser a primeira de uma série de descobertas que permitirão compreender a origem dos bojos nas galáxias, algo que ainda é frequentemente debatido”, conclui Ferraro.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37443&#38;op=all" target="_blank">Fonte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bactérias antifúngicas em anfíbios]]></title>
<link>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/26/bacterias-antifungicas-em-anfibios/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:56:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto</dc:creator>
<guid>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/26/bacterias-antifungicas-em-anfibios/</guid>
<description><![CDATA[Estudo recente demonstrou que uma bactéria presente na pele de salamandras as protege, bem como a ou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/chytrid_fungus_frog_01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2993" title="chytrid_fungus_frog_01" src="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/chytrid_fungus_frog_01.jpg?w=300" alt="" width="300" height="180" /></a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estudo recente demonstrou que uma bactéria presente na pele de salamandras as protege, bem como a outros anfíbios, de infecções fúngicas. O fungo causador de doenças de anfíbios, <em>Batrachochytrium dendrobatidis</em>, causa uma doença de pele fatal para estes animais. Todavia, algumas espécies são imunes à infecção por  <em>B. dendrobatidis</em>. A proteção pode estar associada à presença de fatores de imunidade, peptídeos (pequenas proteínas) antimicrobianas, à presença de outros microrganismos protetores, além do comportamento dos animais. No caso da presença de microrganismos protetores, estes estabelecem com os anfíbios uma relação de mutualismo, ou seja, que ambos anfíbio e microrganismo são beneficiados pela relação de associação.</strong></p>
<p><strong><a href="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/batrachochytrium_dendrobatidis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2994" title="batrachochytrium_dendrobatidis" src="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/batrachochytrium_dendrobatidis.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Uma das bactérias protetoras de anfíbios, <em>Janthinobacterium lividum</em>, produz a substância violaceína, que apresenta atividade antifúngica contra <em>B. dendrobatidis</em>. A mesma substância, violaceína, foi encontrada em três de sete salamandras selvagens encontradas pelos pesquisadores que realizaram o estudo. A concentração de violaceína na pele das salamandras, cerca de 18 μM, foi suficiente para inibir completamente o desenvolvimento do fungo <em>B. dendrobatidis</em>, e prevenir completamente a morbidade e mortalidade de anfíbios causada pelo fungo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> <a href="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/violaceina.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2996" title="violaceína" src="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/violaceina.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O estudo completo realizado por Matthew H. Becker, Robert M. Brucker, Christian R. Schwantes, Reid N. Harris, e Kevin P. C. Minbiole, “The Bacterially Produced Metabolite Violacein Is Associated with Survival of Amphibians Infected with a Lethal Fungus”, foi publicado na revista <a href="http://aem.asm.org/cgi/content/abstract/75/21/6635"><em>Applied and Environmental Microbiology</em>, 2009, volume 75, p. 6635-6638</a>.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prova do Colégio Naval/2009/2ªfase]]></title>
<link>http://gilbertofreyreem.wordpress.com/2009/11/26/prova-do-colegio-naval20092%c2%aafase/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:42:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilbertofreyreem</dc:creator>
<guid>http://gilbertofreyreem.wordpress.com/2009/11/26/prova-do-colegio-naval20092%c2%aafase/</guid>
<description><![CDATA[Prova de Português e Provas de Estudos Sociais (Historia/Geografia) e Ciências (Física/Quinica). COL]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Prova de Português e Provas de Estudos Sociais (Historia/Geografia) e Ciências (Física/Quinica).</p>
<p><a href="http://gilbertofreyreem.wordpress.com/files/2009/11/psacn2009-prova-amarela-2c2aa-fase.pdf">COLEGIO NAVAL PROVA  2ª FASE/2009 </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historia del Atomo]]></title>
<link>http://quimicacel.wordpress.com/2009/11/26/historia-del-atomo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:04:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>quimicacel</dc:creator>
<guid>http://quimicacel.wordpress.com/2009/11/26/historia-del-atomo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wPgnaHCMv_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/wPgnaHCMv_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[YouTube - A importância do professor]]></title>
<link>http://crispassinato.wordpress.com/2009/11/26/youtube-a-importancia-do-professor/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:08:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Profª Cristiana de Barcellos Passinato</dc:creator>
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<description><![CDATA[Material dessa pessoa inspirada na Educação é o que não falta, tentarei trazer 1 pouco do que achar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Material dessa pessoa inspirada na Educação é o que não falta, tentarei trazer 1 pouco do que achar ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[YouTube 	- Entrevista com Gabriel Chalita - FLIC Colegião]]></title>
<link>http://crispassinato.wordpress.com/2009/11/26/youtube-entrevista-com-gabriel-chalita-flic-colegiao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:16:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Profª Cristiana de Barcellos Passinato</dc:creator>
<guid>http://crispassinato.wordpress.com/2009/11/26/youtube-entrevista-com-gabriel-chalita-flic-colegiao/</guid>
<description><![CDATA[data de postagem da entrevista no Youtube: 21 de novembro de 2008.Estou cada dia mais encantada com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[data de postagem da entrevista no Youtube: 21 de novembro de 2008.Estou cada dia mais encantada com ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coreanos produzem plástico sem uso de combustíveis fósseis]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/25/coreanos-produzem-plastico-sem-uso-de-combustiveis-fosseis/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:02:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/25/coreanos-produzem-plastico-sem-uso-de-combustiveis-fosseis/</guid>
<description><![CDATA[Investigação amiga do ambiente Sang Yup Lee, coordenador da investigação Uma equipa de cientistas su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">Investigação amiga do ambiente</h2>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_1075" class="wp-caption alignleft" style="width: 151px"><em> </em><em><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/37298.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1075" title="Coreanos" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/37298.jpg?w=113" alt="" width="141" height="188" /></a></em><p class="wp-caption-text">Sang Yup Lee, coordenador da investigação</p></div>
<p style="text-align:justify;"><em>Uma equipa de cientistas sul-coreanos conseguiu produzir polímeros utilizados no nosso dia-a-dia através da bioengenharia, em vez do uso de combustíveis fósseis com produtos químicos. Esta inovadora investigação, que abre caminho à produção de plásticos ecologicamente sustentáveis, é conhecida através da publicação na edição especial do 50.º aniversário da revista Biotechnology and Bioengineering.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os polímeros são moléculas encontradas na nossa vida quotidiana sob a forma de plásticos e borrachas.</em></p>
<p style="text-align:justify;">A equipa da <a href="http://www.kaist.edu/edu.html">Korea Advanced Institute of Science and Technology</a> e da LG Chem Chemical Company, liderada pelo professor <a href="http://mbel.kaist.ac.kr/lab/family/professor.html">Sang Yup Lee</a>, concentrou suas pesquisas no ácido polilático (PLA), uma base biológica de polímeros que detém a chave para a produção de plásticos a partir de recursos naturais e renováveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Os poliésteres e outros polímeros que usamos todos os dias são principalmente derivados de óleos fósseis conseguido por refinação ou processos químicos&#8221;,</strong> <strong>afirmou Lee. &#8220;A ideia de produzir polímeros a partir de biomassa renovável tem atraído muita atenção devido às preocupações crescentes com o ambiente e com a limitação de dos recursos fósseis. O PLA é considerado uma boa alternativa à base de petróleo para os plásticos biodegradáveis e, ao mesmo tempo, tem uma baixa toxicidade para o ser humano&#8221;.<br />
</strong><br />
Até agora, o PLA era produzido em duas etapas de fermentação química e de polimerização, ambos complexos e caros. Agora, através de uso de uma cepa geneticamente tratada da E. coli, a equipa tem desenvolvido um processo de uma etapa que produz ácido polilático e seus copolímeros através da fermentação directa. Isso faz com que a produção renovável de PLA e de copolímeros mais barata e comercialmente viável.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Ao desenvolver uma estratégia que combina engenharia de enzimas metabólicas e de engenharia, desenvolvemos um eficiente processo de produção de PLA, e dos seus polímeros, directo e de base biológica&#8221;,</strong> disse Lee, ou seja, <strong>&#8220;uma cepa de Escherichia Coli é agora capaz de produzir de forma eficiente os polímeros através de um processo de fermentação directo&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;O aquecimento global e outros problemas ambientais incitam-nos a desenvolver processos sustentáveis baseados em recursos renováveis&#8221;,</strong> concluiu.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37292&#38;op=all" target="_blank">Fonte</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste 6]]></title>
<link>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-6/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:23:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Teixeira</dc:creator>
<guid>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-6/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma para testar algumas funcionalidades. É importante nos atentarmos para nunca esquecermos de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais uma para testar algumas funcionalidades.</p>
<p>É importante nos atentarmos para <span style="color:#ffff00;">nunca esquecermos </span>de inserir tags em nossos Posts. As tags facilitam buscas, e deixam nossos posts mais facilmente encontráveis no <a href="http://www.google.com">Google</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.google.com.br/intl/pt-BR_br/images/logo.gif" alt="Google" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Doaj]]></title>
<link>http://comurela.wordpress.com/2009/11/25/doaj/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>comurela</dc:creator>
<guid>http://comurela.wordpress.com/2009/11/25/doaj/</guid>
<description><![CDATA[Recurso abierto Doaj http://www.doaj.org/ Las carreras que  abarca son las siguientes:  Agricultura ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recurso abierto Doaj <a href="http://www.doaj.org/">http://www.doaj.org/</a></p>
<p>Las carreras que  abarca son las siguientes:</p>
<ul>
<li> Agricultura y ciencias de la comida</li>
<li>Artes y arquitectura</li>
<li>Biología y ciencias de la vida</li>
<li>Negocios y economía</li>
<li>Química</li>
<li>Tierra y ciencias ambientales</li>
<li>Trabajos generales</li>
<li>Ciencias de la salud</li>
<li>Historia y arqueología</li>
<li>Lenguajes y literatura</li>
<li>Leyes y ciencia política</li>
<li>Matemáticas y estadística</li>
<li>Filosofía y religión</li>
<li>Física y astronomía</li>
<li>Ciencias  en general</li>
<li>Ciencias sociales</li>
<li>Tecnología e ingeniería</li>
</ul>
<p>El uso del recurso es muy sencillo, está muy completo y es fácil de utilizar,  calificación 5 (excelente).</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste 1]]></title>
<link>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-1/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:15:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Teixeira</dc:creator>
<guid>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-1/</guid>
<description><![CDATA[Vou escrever vários posts para entender como o novo template se comporta quando os posts aumentam.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vou escrever vários posts para entender como o novo template se comporta quando os posts aumentam.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste Humberto]]></title>
<link>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-humberto/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:04:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>hquaglio</dc:creator>
<guid>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-humberto/</guid>
<description><![CDATA[Arma virumque cano, Troiae qui primus ab oris Italiam, fato profugus, Laviniaque venit litora, multu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Arma virumque cano, Troiae qui primus ab oris<br />
Italiam, fato profugus, Laviniaque venit<br />
litora, multum ille et terris iactatus et alto<br />
vi superum saevae memorem Iunonis ob iram;<br />
multa quoque et bello passus, dum conderet urbem,<br />
inferretque deos Latio, genus unde Latinum,<br />
Albanique patres, atque altae moenia Romae</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste #3]]></title>
<link>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-3/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>t. h. abrahão</dc:creator>
<guid>http://deusnagaragem.wordpress.com/2009/11/25/teste-3/</guid>
<description><![CDATA[0-1. A a. the Relat. Pron. joined with Particles or Conjs.: I. ὅς γε, v. ὅσγε. II. ὃς δή, v. δή 11.2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><strong>0-1. </strong>A a. the Relat. Pron. joined with Particles or Conjs.:</div>
<div><strong>I. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=pe/ponqa" target="morph">ὅς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ge&#38;la=greek&#38;prior=o%28/s" target="morph">γε</a>, v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fsge&#38;la=greek&#38;prior=ge" target="morph">ὅσγε</a>.</div>
<div><strong>II. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%5Cs&#38;la=greek&#38;prior=o%28/sge" target="morph">ὃς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=dh%2F&#38;la=greek&#38;prior=o%28%5Cs" target="morph">δή</a>, v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=dh%2F&#38;la=greek&#38;prior=dh/" target="morph">δή</a> <em>11.2</em> ; <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=dh/" target="morph">ὃν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=dh%2Fpote&#38;la=greek&#38;prior=o%28%5Cn" target="morph">δήποτε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=tro%2Fpon&#38;la=greek&#38;prior=dh/pote" target="morph">τρόπον</a> in <em>some</em> way <em>or other,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0086,025:1090a:6&#38;lang=original" target="_new">Arist.<span style="text-decoration:underline;">Metaph.</span>1090a6</a></strong> ; <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28dh%2Fpote&#38;la=greek&#38;prior=tro/pon" target="morph">ὁδήποτε</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%28dh%2Fpote&#38;la=greek&#38;prior=o%28dh/pote" target="morph">ἁδήποτε</a>, <em>anything</em> or <em>things whatever,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0086,010:1167a:35&#38;lang=original" target="_new">Id.<span style="text-decoration:underline;">EN</span>1167a35</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0086,010:1164a:25&#38;lang=original" target="_new">1164a25</a></strong> ; <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28sdhpotou%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=a%28dh/pote" target="morph">ὁσδηποτοῦν</a></strong> , <em>Euc.<span style="text-decoration:underline;">Phaen.</span>p.10</em> M., <em>Dsc.5.10</em>, <em>Jul.<span style="text-decoration:underline;">Or.</span>1.18c</em>, <em><span style="text-decoration:underline;">IG</span>22.1121.30</em> (iv A. D.); <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28sdhpoteou%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=o%28sdhpotou=n" target="morph">ὁσδηποτεοῦν</a></strong> , <em><span style="text-decoration:underline;">IGRom.</span> 4.915</em> (Cibyra, i A. D.), <em><span style="text-decoration:underline;">IG</span>22.1368.133</em> (ii A. D.); <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28sdhtisou%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=o%28sdhpoteou=n" target="morph">ὁσδητισοῦν</a></strong> (in Boeot. form <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28sdeitisw%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=o%28sdhtisou=n" target="morph">ὁσδειτισῶν</a>), ib.<em>7.3081.5</em> (Lebad.) ; <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28spotou%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=o%28sdeitisw=n" target="morph">ὁσποτοῦν</a></strong> , <em>Dicaearch.2.4</em>.</div>
<div><strong>III. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%5Cs&#38;la=greek&#38;prior=o%28spotou=n" target="morph">ὃς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%2F&#38;la=greek&#38;prior=o%28%5Cs" target="morph">καί</a>, v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%2F&#38;la=greek&#38;prior=kai/" target="morph">καί</a> <em>B. 6</em>; but <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%5C&#38;la=greek&#38;prior=kai/" target="morph">καὶ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=kai%5C" target="morph">ὅς</a> and <em>who (which</em>), <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0014,023:68&#38;lang=original" target="_new">D.23.68</a></strong>.</div>
<div><strong>2. </strong> “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=*%29apollw%2Fnion&#38;la=greek&#38;prior=o%28/s" target="morph">Ἀπολλώνιον</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=*%29apollw/nion" target="morph">ὃν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%5C&#38;la=greek&#38;prior=o%28%5Cn" target="morph">καὶ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=*fa%3Dbi&#38;la=greek&#38;prior=kai%5C" target="morph">Φᾶβι</a>”  <em>A.</em>, <em>called also</em> <em>Ph.</em>, Wilcken <em><span style="text-decoration:underline;">Chr.</span>11</em> <em><span style="text-decoration:underline;">A</span>52</em> (ii B. C.), etc.: for nom. sg. masc. v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%2F&#38;la=greek&#38;prior=*fa=bi" target="morph">καί</a> <em>B. 2</em>.</div>
<div><strong>IV. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=kai/" target="morph">ὅς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ke&#38;la=greek&#38;prior=o%28/s" target="morph">κε</a> or <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ken&#38;la=greek&#38;prior=ke" target="morph">κεν</a>, Att. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%5Cs&#38;la=greek&#38;prior=ken" target="morph">ὃς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fn&#38;la=greek&#38;prior=o%28%5Cs" target="morph">ἄν</a>, <em>whosoever, who if any . . ,</em> v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fn&#38;la=greek&#38;prior=a%29/n" target="morph">ἄν</a> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0199,001:1:2&#38;lang=original" target="_new">B. 1.2</a></strong>.</div>
<div><strong>2. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=a%29/n" target="morph">ὅς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ke&#38;la=greek&#38;prior=o%28/s" target="morph">κε</a> is also used so as to contain the antec. in itself, much like <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29%2F&#38;la=greek&#38;prior=ke" target="morph">εἴ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=tis&#38;la=greek&#38;prior=ei%29/" target="morph">τις</a> as <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=nemessw%3Dmai%2F&#38;la=greek&#38;prior=tis" target="morph">νεμεσσῶμαί</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ge&#38;la=greek&#38;prior=nemessw=mai/" target="morph">γε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=me%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=ge" target="morph">μὲν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%29de%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=me%5Cn" target="morph">οὐδὲν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=klai%2Fein&#38;la=greek&#38;prior=ou%29de%5Cn" target="morph">κλαίειν</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=klai/ein" target="morph">ὅς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ke&#38;la=greek&#38;prior=o%28/s" target="morph">κε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=qa%2Fnh%7Csi&#38;la=greek&#38;prior=ke" target="morph">θάνῃσι</a> I am not wroth that men should weep <em>for whoever</em> be dead, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0012,002:4:196&#38;lang=original" target="_new">Od.4.196</a></strong>: <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fstis&#38;la=greek&#38;prior=qa/nh%7Csi" target="morph">ὅστις</a> is also used in this way, cf. “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fstis&#38;la=greek&#38;prior=o%28/stis" target="morph">ὅστις</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0012,002:1&#38;lang=original" target="_new">1</a></strong>.</div>
<div><strong>V. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fsper&#38;la=greek&#38;prior=o%28/stis" target="morph">ὅσπερ</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fste&#38;la=greek&#38;prior=o%28/sper" target="morph">ὅστε</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fstis&#38;la=greek&#38;prior=o%28/ste" target="morph">ὅστις</a>, v. sub vocc.</div>
<div><strong>0-2. </strong>A b. abs. usages of certain Cases of the Relat. Pron.:</div>
<div><strong>I. </strong> gen. sg. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=o%28/stis" target="morph">οὗ</a>, of Place,</div>
<div><strong>1. </strong> like <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fpou&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">ὅπου</a>, <em>where,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0085,002:486&#38;lang=original" target="_new">A.<span style="text-decoration:underline;">Pers.</span>486</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0011,007:158&#38;lang=original" target="_new">S.<span style="text-decoration:underline;">OC</span>158</a></strong> (lyr.), etc.; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=o%28/pou" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=dh%2F&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">δή</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0085,003:814&#38;lang=original" target="_new">A.<span style="text-decoration:underline;">Pr.</span>814</a></strong>, v.l. in <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0059,012:248b&#38;lang=original" target="_new">Pl.<span style="text-decoration:underline;">Phdr.</span>248b</a></strong>, etc.; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3Dper&#38;la=greek&#38;prior=dh/" target="morph">οὗπερ</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0085,004:1016&#38;lang=original" target="_new">A.<span style="text-decoration:underline;">Th.</span>1016</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0011,003:1237&#38;lang=original" target="_new">S. <span style="text-decoration:underline;">Aj.</span>1237</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0011,007:77&#38;lang=original" target="_new"><span style="text-decoration:underline;">OC</span>77</a></strong>, etc.; also of circumstances, “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=per" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ga%5Cr&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">γὰρ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=toiou%2Ftwn&#38;la=greek&#38;prior=ga%5Cr" target="morph">τοιούτων</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=dei%3D&#38;la=greek&#38;prior=toiou/twn" target="morph">δεῖ</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=toiou%3Dto%2Fs&#38;la=greek&#38;prior=dei=" target="morph">τοιοῦτός</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29m%27&#38;la=greek&#38;prior=toiou=to/s" target="morph">εἰμ᾽</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29gw%2F&#38;la=greek&#38;prior=ei%29m%27" target="morph">ἐγώ</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0011,006:1049&#38;lang=original" target="_new">Id.<span style="text-decoration:underline;">Ph.</span>1049</a></strong> ; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29&#38;la=greek&#38;prior=e%29gw/" target="morph">εἰ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ge%2Fnoio&#38;la=greek&#38;prior=ei%29" target="morph">γένοιο</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=ge/noio" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=nu%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">νῦν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29mi%2F&#38;la=greek&#38;prior=nu=n" target="morph">εἰμί</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0059,011:194a&#38;lang=original" target="_new">Pl.<span style="text-decoration:underline;">Smp.</span>194a</a></strong>, etc.; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29%2Fstin&#38;la=greek&#38;prior=ei%29mi/" target="morph">ἔστιν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=e%29/stin" target="morph">οὗ</a>” <em>in some places,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0006,016:638&#38;lang=original" target="_new">E.<span style="text-decoration:underline;">Or.</span>638</a></strong> ; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=me%2Fn&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">μέν</a> . . , <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=me/n" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=de%2F&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">δέ</a> . . ” <em>in some places . . , in others . . ,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0086,029:1345b:34&#38;lang=original" target="_new">Arist.<span style="text-decoration:underline;">Oec.</span>1345b34</a></strong> : c. gen., <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%29k&#38;la=greek&#38;prior=de/" target="morph">οὐκ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29%3Dden&#38;la=greek&#38;prior=ou%29k" target="morph">εἶδεν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=ei%29=den" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=gh%3Ds&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">γῆς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ei%29se%2Fdu&#38;la=greek&#38;prior=gh=s" target="morph">εἰσέδυ</a> <em>in what part</em> of the earth, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0006,018:[1583]&#38;lang=original" target="_new">E.<span style="text-decoration:underline;">IA</span>[1583]</a></strong>; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29nnoei%3Ds&#38;la=greek&#38;prior=ei%29se/du" target="morph">ἐννοεῖς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=e%29nnoei=s" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29sti%5C&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">ἐστὶ</a> . . <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=tou%3D&#38;la=greek&#38;prior=e%29sti%5C" target="morph">τοῦ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29namimnh%2Fskesqai&#38;la=greek&#38;prior=tou=" target="morph">ἀναμιμνήσκεσθαι</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0059,024:84a&#38;lang=original" target="_new">Pl.<span style="text-decoration:underline;">Men.</span>84a</a></strong> ; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=sunidw%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=a%29namimnh/skesqai" target="morph">συνιδὼν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=sunidw%5Cn" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kakw%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">κακῶν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%29%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=kakw=n" target="morph">ἦν</a>”  <em>Luc.<span style="text-decoration:underline;">Tox.</span>17</em>.</div>
<div><strong>2. </strong> in pregnant phrases, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=mikro%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=h%29=n" target="morph">μικρὸν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=proi%2Bo%2Fntes&#38;la=greek&#38;prior=mikro%5Cn" target="morph">προϊόντες</a> . . ,<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=proi+o/ntes" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%28&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">ἡ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ma%2Fxh&#38;la=greek&#38;prior=h%28" target="morph">μάχη</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29ge%2Fneto&#38;la=greek&#38;prior=ma/xh" target="morph">ἐγένετο</a> (for <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29kei%3Dse&#38;la=greek&#38;prior=e%29ge/neto" target="morph">ἐκεῖσε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=e%29kei=se" target="morph">οὗ</a>) <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0032,006:2:1:6&#38;lang=original" target="_new">X.<span style="text-decoration:underline;">An.</span>2.1.6</a></strong> ; so “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3Dper&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">οὗπερ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=prosbebohqh%2Fkei&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=per" target="morph">προσβεβοηθήκει</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0003,001:2:86&#38;lang=original" target="_new">Th.2.86</a></strong>, cf. <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0003,001:1:134&#38;lang=original" target="_new">1.134</a></strong> ; <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29piw%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=prosbebohqh/kei" target="morph">ἀπιὼν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29k&#38;la=greek&#38;prior=a%29piw%5Cn" target="morph">ἐκ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=th%3Ds&#38;la=greek&#38;prior=e%29k" target="morph">τῆς</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=po%2Flews&#38;la=greek&#38;prior=th=s" target="morph">πόλεως</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=po/lews" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kate%2Ffuge&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">κατέφυγε</a> (for <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=oi%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=kate/fuge" target="morph">οἷ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kate%2Ffuge&#38;la=greek&#38;prior=oi%28=" target="morph">κατέφυγε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kai%5C&#38;la=greek&#38;prior=kate/fuge" target="morph">καὶ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=kai%5C" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%29%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">ἦν</a>) <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0032,007:5:4:14&#38;lang=original" target="_new">X.<span style="text-decoration:underline;">Cyr.</span>5.4.14</a></strong> (dub. l.); “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29peida%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=h%29=n" target="morph">ἐπειδὰν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=i%28zh%2Fswmen&#38;la=greek&#38;prior=e%29peida%5Cn" target="morph">ἱζήσωμεν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=i%28zh/swmen" target="morph">οὗ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fgeis&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">ἄγεις</a>”  <em>Philostr.<span style="text-decoration:underline;">Her.Prooem.</span>13</em>: in later Gr. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=a%29/geis" target="morph">οὗ</a> was used simply for <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=oi%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=" target="morph">οἷ</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3Dper&#38;la=greek&#38;prior=oi%28=" target="morph">οὗπερ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%5Cn&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=per" target="morph">ἂν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29%2Flqh%7C&#38;la=greek&#38;prior=a%29%5Cn" target="morph">ἔλθῃ</a> Tim<em>069</em>, cf. <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0031,003:10:1&#38;lang=original" target="_new"><span style="text-decoration:underline;">Ev.Luc.</span>10.1</a></strong>, etc.: but in early writers this is f. l., as in <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0014,021:74&#38;lang=original" target="_new">D.21.74</a></strong>, etc.</div>
<div><strong>II. </strong> dat. fem. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%28%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=e%29/lqh%7C" target="morph">ᾗ</a>, Dor. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%28%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=h%28=%7C" target="morph">ᾇ</a>, of Place, <em>where,</em> or Manner, <em>as,</em> v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%28%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=a%28=%7C" target="morph">ᾗ</a>.</div>
<div><strong>III. </strong> old loc. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=oi%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=h%28=%7C" target="morph">οἷ</a>, as Adv., v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=oi%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=oi%28=" target="morph">οἷ</a>.</div>
<div><strong>2. </strong> old abl. (?) <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=w%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=oi%28=" target="morph">ὧ</a>, in Dor. (cf. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=voi%2Fkw&#38;la=greek&#38;prior=w%28=" target="morph">ϝοίκω</a>), <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=thnw%3Dqe&#38;la=greek&#38;prior=voi/kw" target="morph">τηνῶθε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kaqei%3Dlon&#38;la=greek&#38;prior=thnw=qe" target="morph">καθεῖλον</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=w%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=kaqei=lon" target="morph">ὧ</a> (<em>whence</em>) “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=m%27&#38;la=greek&#38;prior=w%28=" target="morph">μ᾽</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29ke%2Fleu&#38;la=greek&#38;prior=m%27" target="morph">ἐκέλευ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=kaqelei%3Dn&#38;la=greek&#38;prior=e%29ke/leu" target="morph">καθελεῖν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=tu&#38;la=greek&#38;prior=kaqelei=n" target="morph">τυ</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0005,001:3:11&#38;lang=original" target="_new">Theoc.3.11</a></strong> ; “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29n&#38;la=greek&#38;prior=tu" target="morph">ἐν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ta%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=e%29n" target="morph">τᾷ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=po%2Fli&#38;la=greek&#38;prior=ta=%7C" target="morph">πόλι</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=w%28%3D&#38;la=greek&#38;prior=po/li" target="morph">ὧ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=k%27&#38;la=greek&#38;prior=w%28=" target="morph">κ᾽</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=h%29%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=k%27" target="morph">ᾖ</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=karu_cai&#38;la=greek&#38;prior=h%29=%7C" target="morph">καρυ_ξαι</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29n&#38;la=greek&#38;prior=karu_cai" target="morph">ἐν</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ta%29gora%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=e%29n" target="morph">τἀγορᾷ</a>”  <em><span style="text-decoration:underline;">IG</span>9(1).334.21</em> (Locr., v B. C.).</div>
<div><strong>IV. </strong> acc. sg. neut. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2F&#38;la=greek&#38;prior=ta%29gora=%7C" target="morph">ὅ</a>, very freq. = <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2Fti&#38;la=greek&#38;prior=o%28/" target="morph">ὅτι</a>, <em>that, how that,</em> “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=leu%2Fssete&#38;la=greek&#38;prior=o%28/ti" target="morph">λεύσσετε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ga%5Cr&#38;la=greek&#38;prior=leu/ssete" target="morph">γὰρ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=to%2F&#38;la=greek&#38;prior=ga%5Cr" target="morph">τό</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ge&#38;la=greek&#38;prior=to/" target="morph">γε</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=pa%2Fntes&#38;la=greek&#38;prior=ge" target="morph">πάντες</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2F&#38;la=greek&#38;prior=pa/ntes" target="morph">ὅ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=moi&#38;la=greek&#38;prior=o%28/" target="morph">μοι</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ge%2Fras&#38;la=greek&#38;prior=moi" target="morph">γέρας</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29%2Frxetai&#38;la=greek&#38;prior=ge/ras" target="morph">ἔρχεται</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fllh%7C&#38;la=greek&#38;prior=e%29/rxetai" target="morph">ἄλλῃ</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0012,001:1:120&#38;lang=original" target="_new">Il.1.120</a></strong>, al.; and so also, <em>because,</em> “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=tarbh%2Fsas&#38;la=greek&#38;prior=a%29/llh%7C" target="morph">ταρβήσας</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2F&#38;la=greek&#38;prior=tarbh/sas" target="morph">ὅ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=oi%28&#38;la=greek&#38;prior=o%28/" target="morph">οἱ</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fgxi&#38;la=greek&#38;prior=oi%28" target="morph">ἄγχι</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=pa%2Fgh&#38;la=greek&#38;prior=a%29/gxi" target="morph">πάγη</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=be%2Flos&#38;la=greek&#38;prior=pa/gh" target="morph">βέλος</a>”  <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0012,001:20:283&#38;lang=original" target="_new">20.283</a></strong>,al.</div>
<div><strong>2. </strong> in Att. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=o%28%2F&#38;la=greek&#38;prior=be/los" target="morph">ὅ</a>, <em>for which reason,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0006,007:13&#38;lang=original" target="_new">E.<span style="text-decoration:underline;">Hec.</span>13</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0006,015:155&#38;lang=original" target="_new"><span style="text-decoration:underline;">Ph.</span>155</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0006,015:263&#38;lang=original" target="_new">263</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0019,010:338&#38;lang=original" target="_new">Ar.<span style="text-decoration:underline;">Ec.</span>338</a></strong>: also acc. neut. pl. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%28%2F&#38;la=greek&#38;prior=o%28/" target="morph">ἅ</a> in this sense, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0011,001:137&#38;lang=original" target="_new">S.<span style="text-decoration:underline;">Tr.</span>137</a></strong> (lyr.), <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0010,017:122&#38;lang=original" target="_new">Isoc.8.122</a></strong>.</div>
<div><strong>3. </strong> <em>whereas,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0003,001:2:40&#38;lang=original" target="_new">Th.2.40</a></strong>,<strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0003,001:3:12&#38;lang=original" target="_new">3.12</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0031,006:6:10&#38;lang=original" target="_new"><span style="text-decoration:underline;">Ep.Rom.</span>6.10</a></strong>, <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0031,009:2:20&#38;lang=original" target="_new"><span style="text-decoration:underline;">Ep.Gal.</span>2.20</a></strong>.</div>
<div><strong>V. </strong> “<a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29f%27&#38;la=greek&#38;prior=a%28/" target="morph">ἀφ᾽</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=ou%28%3Dper&#38;la=greek&#38;prior=a%29f%27" target="morph">οὗπερ</a>” <em>from the time that . . ,</em> <strong><a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus:abo:tlg,0085,002:177&#38;lang=original" target="_new">A.<span style="text-decoration:underline;">Pers.</span>177</a></strong>.</div>
<div><strong>VI. </strong> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29f%27&#38;la=greek&#38;prior=ou%28=per" target="morph">ἐφ᾽</a> <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=w%28%3D%7C&#38;la=greek&#38;prior=e%29f%27" target="morph">ᾧ</a>, v. <a href="http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=e%29pi%2F&#38;la=greek&#38;prior=w%28=%7C" target="morph">ἐπί</a> <em>B. 111.3</em>.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Por qué no el Silicio?]]></title>
<link>http://escalera69.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfpor-que-no-el-silicio/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Enrique E. Zuñiga</dc:creator>
<guid>http://escalera69.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfpor-que-no-el-silicio/</guid>
<description><![CDATA[La vida, como todos sabemos, esta basada en el elemento número 6 llamado Carbono (C), este elemento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La vida, como todos sabemos, esta basada en el elemento número 6 llamado <strong><em>Carbono (C)</em></strong>, este elemento está presente en los azúcares, lípidos, proteínas y ácidos nucleícos, sin embargo pese a ser un elemento escaso, comparado con su compañero de familia en la tabla periódica, el <strong><em>Silicio (Si)</em></strong>, éste último no forma parte de los sistemas vivientes ¿a qué se debe esto?</p>
<p>Las características que favorecen al carbono y no al silicio son, principalmente, su tamaño atómico, el carbono es más pequeño que el silicio por lo que la distancia entre dos átomos de carbono resulta más fuerte que los respectivos de silicio. Esta fuerza hace que el carbono pueda formar cadenas más largas y estables, mientras que el silicio no.</p>
<p>El carbono puede formar enlaces dobles, viendo como ejemplo al CO<sub>2</sub>, el C se combina con el O<sub>2</sub> por medio de dos dobles enlaces, y la molécula así formada libre e independiente, con todos sus requerimientos de electrones satisfechos, flota en el aire como gas. Además se disuelve fácilmente en el agua por lo que resulta accesible a los sistemas vivientes.</p>
<p>En cambio en el SiO<sub>2</sub> (molécula análoga al CO<sub>2</sub>) el Si se haya unido al O<sub>2</sub> por medio de enlaces simples, por lo que quedan grupos de electrones no unidos, dos electrones en el Si y uno en cada oxígeno. Incapaces de formar enlaces múltiples, estos electrones se unen a los electrones de SiO<sub>2</sub> vecinas, formando eventualmente granos de arena, rocas, o mediante intervención biológica, las conchas de organismos marinos microscópicos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Referencia:</p>
<ul>
<li>Curtis, H., 1985. <em>Biología</em> 4º ed., México: Editorial Médica Panamericana.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Genoma e impacto do ambiente abrem novos rumos para teoria da evolução]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/24/genoma-e-impacto-do-ambiente-abrem-novos-rumos-para-teoria-da-evolucao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:23:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/24/genoma-e-impacto-do-ambiente-abrem-novos-rumos-para-teoria-da-evolucao/</guid>
<description><![CDATA[Publicação de &#8216;A Origem das Espécies&#8217; completa 150 anos nesta terça (24), Leia reportage]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;">Publicação de &#8216;A Origem das Espécies&#8217; completa 150 anos nesta terça (24), Leia reportagem &#8216;O que nem Darwin imaginava&#8217;, da revista &#8216;Unesp Ciência&#8217;.</h3>
<p style="text-align:justify;">Os 150 anos da publicação de         &#8220;A Origem das Espécies&#8221;, de Charles Darwin, publicando         reportagem de capa da revista &#8220;Unesp Ciência &#8221; (<strong> <a href="http://www.unesp.br/aci/revista/ed03/" target="_blank">clique aqui</a> </strong> para ter acesso ao conteúdo completo da edição). Leia         a íntegra abaixo:</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_899" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/darwin1.jpg"><img class="size-full wp-image-899" title="Darwin1" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/darwin1.jpg" alt="" width="468" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Talvez a mudança mais conceitual proposta pelas novas pesquisas seja sobre o papel do ambiente no processo evolutivo. Em vez de atuar como mero filtro sobre as características, como proposto por Charles Darwin, o ambiente teria o poder de causá-las (Foto: RIA Novosti/AFP)</p></div>
<p style="text-align:justify;">Neste novembro as comemorações do bicentenário de         nascimento de Charles Darwin (1809-1882) atingem seu ponto         máximo. Foi neste mês, há 150 anos, que ocorreu a publicação da         primeira edição de &#8220;A Origem das Espécies&#8221;, o livro         que inscreveu o naturalista no hall dos grandes gênios da ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora ninguém questione a grandiosidade do feito intelectual de         Darwin – afinal, conceitos como adaptação, evolução e seleção         são alguns dos fundamentos da biologia moderna –, são cada vez         mais expressivas as vozes que defendem que &#8220;A         Origem&#8230;&#8221; não é a última palavra na tentativa de explicar         os mecanismos pelos quais a vida se reinventa e se diversifica.         Observações feitas em novas áreas de investigação, como a         genômica e a epigenética, não encontram paralelo no pensamento         de Darwin. E há quem proponha que talvez seja necessária uma         nova revolução conceitual na biologia.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, o que se ensina hoje sobre evolução já é uma versão         expandida e melhorada do pensamento do naturalista inglês.         Darwin não conhecia, por exemplo, o trabalho do monge austríaco         Gregor Mendel (1822-1884), apesar de eles terem sido contemporâneos.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi somente no início do século 20 que biólogos do Ocidente         tiveram contato com os estudos de Mendel sobre hereditariedade,         o que levou ao conceito de gene e ao surgimento da genética. A         fusão das ideias propostas pelos dois pensadores começou a ser         elaborada na década de 1930 e recebeu o nome de Síntese         Evolutiva ou neodarwinista. Em suas elaborações, os biólogos         neodarwinistas reservaram para o gene um lugar central.</p>
<p style="text-align:justify;">Mutações na sua estrutura levariam ao aparecimento da grande         diversidade de características dos seres vivos, sobre as quais         atua a seleção natural. A maior ou menor vantagem adaptativa         conferida ao organismo por uma mutação resultaria na variação da         frequência da mutação em uma população. Traços como o         comportamento social e cooperativo em insetos, animais e até em         humanos seriam apenas esforços dos organismos para assegurar a         transmissão de suas fitinhas de DNA, mantendo elevadas as         frequências daqueles genes.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa visão, que muitos taxaram de “genecêntrica”, foi         radicalizada pelo inglês Richard Dawkins, que afirmou nos anos         1970 que a preservação das sequências de bases nitrogenadas “é a         razão última de nossa existência”, e que todos os organismos são         só grandes “máquinas de sobrevivência” do próprio material genético.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Papel dos genes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Provêm justamente do estudo dos genes – mais especialmente da         genômica, a disciplina que estuda os mecanismos do genoma (o         conjunto de genes) – as novidades que estão pondo em xeque         algumas das ideias mais tradicionais sobre evolução. “Antes da         genômica, havia poucas formas de pesquisar a evolução         experimentalmente”, lembra Ney Lemke, professor do Instituto de         Biociências da Unesp de Botucatu e pesquisador na área de redes         biológicas. “Ficava-se restrito ao estudo de fósseis, a         experimentos de reprodução dirigida e a pouca coisa mais.”</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje há várias formas de observar em tempo real o processo de         variação e seleção que leva ao surgimento de novas variedades de         organismos, como exemplifica o pesquisador. “Alguns experimentos         cultivam colônias de bactérias tipo <em>Escherichia coli</em> [comumente encontrada no intestino humano] em laboratório por         décadas, monitorando o aparecimento das mutações no genoma e as         consequências que elas acarretam para as sucessivas gerações.         Isso permite acompanhar a evolução passo a passo e testar         modelos para refutá-los ou confirmá-los. A pesquisa sobre         evolução passa de um debate qualitativo e abstrato para o âmbito         da avaliação quantitativa.”</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa genômica abriu os olhos dos pesquisadores para uma         série de fenômenos de cuja existência nem Darwin nem seus         seguidores suspeitavam. São mecanismos como a transmissão         horizontal de genes (THG), que consiste na troca de sequências         de bases e de pedaços inteiros de genoma entre seres tão         diferentes como vírus, bactérias, plantas e animais, incluindo o         homem. Ou a metilação de DNA, que permite que indivíduos         portadores das mesmas características genéticas apresentem         aspectos bem diferentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Também surpreendem as grandes diferenças de arranjos na estrutura         do genoma que podem ser observadas em espécies que,         evolutivamente falando, são muito próximas. E, como se não         bastasse todo esse movimento, alguns geneticistas estão         repensando até a própria definição de gene.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando o Projeto Genoma Humano foi iniciado, em 1990,         acreditava-se que ele traria a chave para a compreensão do             <em>Homo sapiens</em>. “Na época havia a crença de que a         maior parte dos genes se destinava a codificar proteínas. Por         isso, uma vez descoberto esse código, esperava-se que seria         possível prever o desenvolvimento do indivíduo”, explica Gustavo         Maia Souza, professor-colaborador da Unesp de Rio Claro.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao longo dos anos 1990 foram anunciadas descobertas de genes         supostamente responsáveis por originar as mais diversas         características, do alcoolismo à homossexualidade. O projeto         chegou ao fim em 2003, e até 2008 resultados mais acurados         continuavam sendo divulgados.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, ao longo desses anos, uma reviravolta aconteceu. Em vez dos         cerca de 100 mil genes estimados, os biólogos encontraram menos         de 30 mil. Descobriu-se que mais da metade não codificava         nenhuma proteína, sendo por isso batizada de “DNA lixo”. E mesmo         a parte “funcional” do genoma se comportava de modo estranho,         com alguns genes se mostrando capazes de codificar mais de uma proteína.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sabemos que até a posição do gene pode influenciar sua         capacidade de dar origem a uma proteína. E que o tal do DNA lixo         tem o poder de regular os mecanismos de síntese proteica,         estabelecendo os momentos e circunstâncias em que ela vai ocorrer.</p>
<p style="text-align:justify;">“Hoje os geneticistas falam na ação combinada de dezenas ou         centenas de genes que interagem simultaneamente para afetar a         expressão de uma única característica”, escreve a bióloga         israelense Eva Jablonka em seu livro &#8220;Evolution in four         Dimensions&#8221;. “Ficou para trás a época em que o genoma era         visto como uma biblioteca de genes individuais – unidades         autônomas que produzem sempre o mesmo efeito. E se o genoma é um         sistema organizado, em vez de apenas uma coleção de genes, então         o processo que gera variação pode ser uma propriedade do próprio         sistema, que é regulada e modulada pelo genoma e pela célula”,         diz ela.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Árvore redesenhada</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Tais descobertas estão sendo lentamente assimiladas ao repertório         de noções sobre evolução. Uma das primeiras formulações         esboçadas é uma crítica à chamada “árvore da vida” – o clássico         gráfico que o inglês esboçou para explicar seu pensamento.         Acontece que a colocação das espécies distintas em “galhos”         divergentes sugere uma transmissão de genes apenas da espécie         ancestral para a sucessora, pressupondo um isolamento entre os         organismos que não é compatível com o que sabemos agora a         respeito da troca horizontal de genes.</p>
<p style="text-align:justify;">“Com certeza, no primeiro bilhão de anos após o surgimento da         vida, a transferência horizontal de genes era algo muito         frequente entre os seres vivos”, explica Aldo Mellender,         geneticista e professor de História das Ideias sobre Evolução         Biológica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “E mesmo         hoje continua havendo grande troca de material por essa via”,         diz. “Fenômenos como o aumento de resistência entre bactérias do         tipo <em>E. coli</em> se devem à capacidade que elas têm de         trocar genes entre si”, complementa Lemke.</p>
<p style="text-align:justify;">“A transmissão horizontal de genes implica que certas         características de um organismo são oriundas de outras espécies         que vivam no mesmo ambiente. A ideia da árvore da vida não se         sustenta”, diz. Mellender concorda: “A imagem da árvore         [original] ficou comprometida. Mais adequado é imaginar uma         figura onde os vários galhos estejam ligados uns aos outros.”</p>
<p style="text-align:justify;">Outro conceito visado é o de que as transformações nos organismos         são gradativas. Em sete oportunidades, Darwin escreveu que         &#8220;natura non facit saltum&#8221; (a natureza não dá saltos).         Os seres vivos passariam por pequenas mudanças. Se elas         conferissem alguma vantagem adaptativa, seriam acumuladas ao         longo do tempo, e o processo eventualmente levaria ao surgimento         de novas espécies.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa perspectiva foi questionada ainda no século 19 por ninguém         menos do que T. H. Huxley, na época o mais destacado defensor         das ideias de Darwin. Mas no século 20 o gradualismo foi         abraçado pela síntese neodarwinista.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_900" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/darwin.jpg"><img class="size-full wp-image-900" title="Darwin" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/darwin.jpg" alt="" width="468" height="707" /></a><p class="wp-caption-text">Apesar de proporem algumas mudanças aos preceitos de Darwin e seus seguidores, as críticas não dão suporte aos adversários do evolucionismo, como os adeptos do criacionismo. Pelo contrário, elas reforçam as previsões da seleção natural (Foto: Collection Roger-Viollet/France Presse) </p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Somente nos anos 1970 o paleontólogo americano Stephen J. Gould         (1941-2002) chamaria a atenção para o fato de que há poucos         fósseis que retratam a transição entre espécies. Ele procurou         formular uma nova teoria, denominada Equilíbrio Pontuado, que         sugere que o surgimento de novas espécies ocorre de forma mais         rápida. Hoje o argumento fóssil de Gould é complementado pelas         evidências genômicas.</p>
<p style="text-align:justify;">A transmissão horizontal faz com que alguns seres vivos         subitamente incorporem ao seu genoma genes inteiros de uma         espécie diferente. “Também são comuns episódios onde se vê toda         a reorganização da estrutura de DNA de um organismo”, diz Lemke.         “A evolução embaralha o genoma, reorganiza, faz rearranjos         complexos que podem ser comparados a saltos. É um processo muito         maior do que só o acúmulo de pequenas mutações”, complementa.</p>
<p style="text-align:justify;">Mellender afirma que mesmo a síntese neodarwinista já falava na         possibilidade de eventos rápidos de especiação. E a genômica só         tem reforçado a possibilidade. “Um exemplo que vemos de salto é         o fenômeno da poliploidia entre os vegetais”, explica. Ele cita         o trigo. Os ancestrais da planta tinham 14 cromossomos. Nas         gerações seguintes, por problemas de divisão celular e         hibridizações, acabaram surgindo indivíduos com 42 cromossomos,         configurando uma espécie nova.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez a mudança conceitual mais significativa esteja no papel         desempenhado pelo ambiente no processo de evolução. Para Darwin,         as condições ambientais atuariam como uma peneira sobre os seres         vivos em perpétua transformação, favorecendo algumas         características surgidas e descartando outras. Mas os estudos em         epigenética têm mostrado que, além de selecionar modificações em         organismos, os fatores ambientais têm o poder de causá-las.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos primeiros defensores desta ideia foi o biólogo inglês         Conrad Waddington (1905-1975), que cunhou o termo epigenética.         Em série de experimentos feitos nos anos 1940, ele expôs larvas         de moscas drosófilas a elevadas temperaturas. Como resultado do         choque térmico, 40% das moscas, ao se tornarem adultas,         demonstravam uma diferença na aparência: não apresentavam mais o         característico desenho de veias nas asas. Waddington então fazia         com que as moscas com a modificação cruzassem entre si, e         submetia a prole ao mesmo tratamento de exposição ao calor. A         seguir, repetia o processo de selecionar os espécimes sem sinais         de veias e de fazê-los cruzar entre si.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado é que, em cada etapa, crescia o número de indivíduos         que, embora possuíssem a configuração genética para tal, não         exibiam veias. Em menos de 20 gerações, eles chegaram a         constituir 90% da população. Mais impressionante foi constatar         que, a partir da 14ª geração, algumas moscas começaram a         apresentar a modificação sem nem passarem pela exposição ao         calor. Apenas pelo cruzamento, o biólogo obteve uma população         com quase 100% dos indivíduos sem marcas nas asas. Em outras         palavras, um traço adquirido havia sido assimilado e incorporado         pelo mecanismo de hereditariedade, sem que houvesse mutações nos         genes. Há ocorrências disso inclusive em humanos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>“Reabilitação” de Lamarck</strong><br />
Essas descobertas de certo modo reabilitam ideias         do francês Jean Baptiste de Lamarck (1744-1829), que afirmava         que características adquiridas por indivíduos em suas interações         com o ambiente podiam ser transmitidas à prole. Ele propunha,         por exemplo, que girafas têm pescoço comprido porque seus pais         tiveram de se esticar para alcançar alimento nas árvores. Quando         Darwin propôs que o ambiente era apenas uma instância de seleção         de variações, Lamarck foi posto de escanteio.</p>
<p style="text-align:justify;">O pensamento neodarwinista estabeleceu uma profunda separação         entre os processos internos que geram o organismo e o mundo         exterior. Reunir esses dois elementos é o desafio para os         teóricos da evolução do século 21, que poderiam, num gesto         surpreendente, adaptar algumas das ideias lamarckistas para a         era genômica. “É possível que existam mecanismos lamarckistas         que permitam a herança de mudanças genômicas induzidas por         fatores ambientais. Mas até recentemente a afirmação de que         variações adquiridas poderiam ser herdáveis constituía uma         heresia grave que não deveria ter lugar na teoria evolutiva”,         escreve Eva Jablonka.</p>
<p style="text-align:justify;">“Para o neodarwinismo, o organismo era um sistema fechado. Tudo o         que acontecia nele era decorrência de um código informacional, o         genoma”, diz Gustavo Maia Souza. “A epigenética abre o sistema,         pois reconhece que os seres vivos, mesmo possuindo uma base         genética, dependem também do contexto ambiental. O contexto onde         aquele genoma está vai refletir em leituras distintas daquela informação.”</p>
<p style="text-align:justify;">Souza acredita que as novas descobertas irão fazer crescer na         biologia os estudos de sistemas complexos, justamente o tema da         disciplina que ele ministra em Rio Claro. “Os estudos em         epigenética chegam a ser revolucionários”, avalia Mellender.         “Estão trazendo uma evidência tão forte que é difícil negar.         Talvez por fruto da herança de Darwin, tenhamos dado ênfase         demais a uma visão do ambiente agindo apenas como um filtro. Não         está sendo fácil aceitar que ele possa ter um papel muito mais         importante do que se pensava anteriormente.”</p>
<p style="text-align:justify;">Para Souza, a mudança que se avizinha deverá ser ainda maior. “O         pensamento clássico via os genomas como sistemas fechados, é         determinista e reducionista: tal gene gera tal proteína”, diz.         “A epigenética mostra que os sistemas biológicos, mesmo tendo         uma base genética, são dependentes do contexto ambiental.” Com         base nisso, ele defende a adoção de uma descrição dos organismos         na qual eles sejam vistos como sistemas auto-organizados, de         modo que a variabilidade de características dos seres vivos não         se deveria à aleatoriedade, mas a propriedades físico-químicas         intrínsecas dos organismos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ponto contra o criacionismo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">É importante ressaltar que tais propostas de revisão crítica das         ideias de Darwin em nada beneficiam adversários do pensamento         evolucionista como os adeptos do criacionismo ou do Design         Inteligente. Muito pelo contrário. Mellender explica que um dos         argumentos do DI é que fenômenos como o movimento dos flagelos         em micro-organismos se baseiam em interações moleculares tão         complexas que não poderiam ter se formado gradualmente. Já         teriam surgido “prontos”. Dá-se a este argumento o nome de         complexidade irredutível.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas pesquisadores da genômica já conseguiram formar redes de         interação metabólicas altamente complexas, envolvendo mais de 20         mil proteínas. E elas foram formadas por pequenos acréscimos e         perdas, exatamente da maneira prevista pelo princípio da seleção natural.</p>
<p style="text-align:justify;">Lemke diz que mesmo a nossa visão sobre o funcionamento dos         flagelos mudou. “A genômica mostra de forma bastante clara que         esse processo ocorreu ao longo de muito tempo. Temos inclusive         uma ideia dos passos evolutivos. No caso da <em>E. coli</em>,         por exemplo, podemos mostrar que as proteínas que compõem o         flagelo ocorrem em outras espécies de bactérias, em muitos casos         com funções levemente diferentes”, explica. “A ideia de         complexidade irredutível não encontra comprovação empírica”, diz Mellender.</p>
<p style="text-align:justify;">Há quem sustente, porém, que nenhuma grande revisão da síntese         neodarwinista seja necessária, pelo menos por enquanto. É o que         pensa Guaracy Rocha, coordenador do curso de Ciências Biológicas         da Unesp em Botucatu, que há 20 anos ministra a disciplina de         evolução. “A essência do pensamento darwinista consiste em         afirmar que os organismos se modificam, que essas modificações         acontecem por um processo de seleção que atua entre as diversas         variantes e que essas variações não ocorrem com fins         específicos. Nada disso é contestado pelas descobertas feitas na         genômica e na epigenética”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto à árvore da vida, Rocha concorda que a imagem não mais         representa o conhecimento que temos hoje, embora ressalte que         ela traduzia, e bem, o que se sabia na época em que foi         proposta. Ele acredita que a principal contribuição trazida         pelas pesquisas efetuadas nos últimos anos é a possibilidade de         compreender melhor os mecanismos que levam à formação de novas         espécies entre as várias formas de seres vivos – um problema,         aliás, que Darwin não chegou a solucionar, apesar do título de         seu livro.</p>
<p style="text-align:justify;">“Estamos vendo que o processo de surgimento de espécies novas         entre os vegetais é totalmente diferente do que se pode observar         em bactérias ou em vírus. Essa nova variante da gripe suína, por         exemplo, surgiu da recombinação de três espécies anteriores de         vírus, através de um mecanismo que décadas atrás a gente nem         sequer suspeitava que existisse.”</p>
<p style="text-align:justify;">Ele afirma que Darwin tinha mais interesse por Lamarck do que se         pensa hoje em dia, mas contesta a visão de que a epigenética         possa levar a uma retomada das ideias do francês. “Já se sabia         antes que a expressão do genoma resulta da interação entre este         e o ambiente. Mas as mutações nos genes, que podem ou não ser         inibidas por fatores ambientais, não surgiram especificamente         para atender a nenhuma função. Elas foram produzidas e         descartadas pela ação da seleção. E isso não é lamarckismo, é         darwinismo”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Para os defensores de uma revisão da teoria, o problema é que         ainda há lacunas a serem preenchidas, como afirma Souza: “Darwin         demonstrou de uma forma muito bonita que existe um processo         evolutivo. A questão é se ele é geral. As evidências da         paleontologia demonstram isso. Agora como isso acontece é que é         complicado. A seleção natural é um mecanismo forte, mas não de         criação de espécies”.</p>
<p style="text-align:justify;">Diante dessa diversidade de visões, é de se esperar, pelos         próximos anos, discussões vigorosas entre as várias correntes,         que talvez venham a culminar em uma teoria da evolução 2.0. Mas,         independentemente de qual venha a se mostrar predominante daqui         a 20 ou 30 anos, tanto umas quanto outras, na verdade, são         expressões do profundo valor científico da obra de Darwin.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1390016-5603,00-GENOMA+E+IMPACTO+DO+AMBIENTE+ABREM+NOVOS+RUMOS+PARA+TEORIA+DA+EVOLUCAO.html">G1</a>,<em><strong><a href="http://www.unesp.br/aci/revista/ed03/" target="_blank">Unesp Ciência</a> </strong> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antonio Mouriño Mosquera - II]]></title>
<link>http://mariomourino.wordpress.com/2009/11/24/antonio-mourino-mosquera-ii/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:34:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>mariomourino</dc:creator>
<guid>http://mariomourino.wordpress.com/2009/11/24/antonio-mourino-mosquera-ii/</guid>
<description><![CDATA[Hace un par de semanas me hacia eco desde aquí del premio que le habían otorgado a mi tío y padrino,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hace un par de semanas me hacia eco desde aquí del premio que le habían otorgado a mi tío y padrino, Antonio Mouriño, hoy tengo el placer de volver a hablar de el, pues ha salido un articulo en un periódico semanal que resume casi perfectamente su vida:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-148" href="http://mariomourino.wordpress.com/2009/11/24/antonio-mourino-mosquera-ii/tiep13f03173111_314552-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-148" title="tiep13f03173111_314552" src="http://mariomourino.wordpress.com/files/2009/11/tiep13f03173111_3145521.jpg" alt="" width="380" height="218" /></a></p>
<p><strong><em>Un hijo de Ordes, premio internacional:</em></strong></p>
<p>El currículo del profesor Antonio Mouriño Mosquera se resume en la dirección de 30 tesis doctorales, que dirigió personalmente, destacando sus trabajos sobre biotoxinas paralizantes de las mareas rojas de las rías gallegas y en el diseño, síntesis y actividad biológica de análogos de la vitamina D. La contribución investigadora al campo de la vitamina D del grupo de investigación del profesor Mouriño fue recientemente reconocida con la distinción internacional otorgada en el 14 Congreso Internacional sobre Vitamina celebrado en Brujas (Bélgica).</p>
<p>Natural de Ordes, concretamente de la aldea de Folgoso, hace pocos días, el Concello que preside Manuel Regos le envió una oportuna carta de felicitación, por el importante logro científico.</p>
<p>Nació en una casa sin chimenea adosada al, parece ser, antiguo ayuntamiento de la zona y a unos 2 km de Poulo, población bien conocida por la posada que alojó a Felipe II durante una visita a Galicia y que, más tarde, dio origen al actual escudo del concello de Ordes. A los 4 años se trasladó a Ordes, donde alternó sus estudios en la escuela y las academias del pueblo con su oficio ocasional de carpintero y deportes de la época, el palán-estornela, monta la churra, a la una anda la mula, el marro, la raya, el tatarí ladrón y el fútbol, entre otros.</p>
<p>A los 15 años se trasladó al colegio Peleteiro de Santiago, donde cursó con éxito el Bachillerato para entrar después en la universidad y comenzar los estudios de Química, que concluyó con premio extraordinario. En la universidad conoció al catedrático Ignacio Ribas Marqués, creador de la Escuela Compostelana de Química Orgánica e investigador al que siempre admiró y de quién heredó el estilo científico que, más tarde, influyó definitivamente en su posterior dedicación a la investigación de laboratorio.</p>
<p>Después de una corta etapa en Bilbao, donde realizó el doctorado, se trasladó a la Universidad de California, donde realizó sus estudios posdoctorales.</p>
<p>De regreso a la Universidade de Santiago, alterna la labor docente e investigadora con otras estancias en universidades de reconocido prestigio (de Riverside, Berkeley, Irvine, Boston College, Joseph Fourier, ETH-Zürich y Estrasburgo) aprendiendo mucho de otros investigadores de talla internacional (Prof. William Okamura, Henry Rapoport, Larry Overman, Ross Kelly, Jan Luis Luche, Dieter Seebach y Dino Moras).</p>
<p>&#160;</p>
<p>Via: www.tierrasdesantiago.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Exatas: Sustainability in the Chemical Industry - National Academy of Sciences (English)]]></title>
<link>http://portaldosebooks.wordpress.com/2009/11/24/exatas-sustainability-in-the-chemical-industry-national-academy-of-sciences-english/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:46:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jamboy</dc:creator>
<guid>http://portaldosebooks.wordpress.com/2009/11/24/exatas-sustainability-in-the-chemical-industry-national-academy-of-sciences-english/</guid>
<description><![CDATA[Mais um eBook para os Químicos, Engenheiros e responsáveis por indústrias dessa área. Bons downloads]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um eBook para os Químicos, Engenheiros e responsáveis por indústrias dessa área. Bons downloads!!!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portaldosebooks.wordpress.com/files/2009/11/exatassustainability-in-the-chemical-industry-national-academy-of-sciences-english.jpg"><img class="size-medium wp-image-1827 aligncenter" title="(Exatas)Sustainability in the Chemical Industry - National Academy of Sciences (English)" src="http://portaldosebooks.wordpress.com/files/2009/11/exatassustainability-in-the-chemical-industry-national-academy-of-sciences-english.jpg?w=222" alt="" width="222" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#333399;">Sustainability in the Chemical Industry &#8211; National Academy of Sciences (English).pdf</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Mirrors: </strong><a href="http://www.megaupload.com/?d=EIP81JOY" target="_blank"><strong>MegaUpload</strong></a><strong> &#124;&#124; </strong><a href="http://www.4shared.com/file/152689196/bea33803/_Exatas_Sustainability_in_the_Chemical_Industry_-_National_Academy_of_Sciences__English_.html" target="_blank"><strong>4shared</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><strong><strong>Lembrando que os links para download se encontram na página “eBooks”  acima, assim como atualização de novas fontes. Não esqueçam de sempre acessar o blog.</strong></strong></strong></p>
<p style="text-align:center;">PS: Qualquer problema nos links, favor informar via comentário.<strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;">Aqui a cultura tem vez!</span></strong></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mis primeros guisos y el romanticismo]]></title>
<link>http://mytemptation.wordpress.com/2009/11/23/mis-primeros-guisos-y-el-romanticismo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>mytemptation</dc:creator>
<guid>http://mytemptation.wordpress.com/2009/11/23/mis-primeros-guisos-y-el-romanticismo/</guid>
<description><![CDATA[Me descubro en el sofá con compañía. La conversación ha fluido. La química y algo de alcohol parecen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Me descubro en el sofá con compañía. La conversación ha fluido. La química y algo de alcohol parecen]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabajo para casa]]></title>
<link>http://quimicayfisica.wordpress.com/2009/11/23/trabajo-para-casa/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:02:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martín Núñez</dc:creator>
<guid>http://quimicayfisica.wordpress.com/2009/11/23/trabajo-para-casa/</guid>
<description><![CDATA[Realizar la experiencia que propone el vídeo y realizar un informe de lo sucedido. Recuerda&#8230;es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Realizar la experiencia que propone el vídeo y realizar un informe de lo sucedido. Recuerda&#8230;es una Reacción Química.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/YSOAOE6NieY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/YSOAOE6NieY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h5 style="text-align:right;">Visto en <a href="http://eumafeag.blogspot.com/">Ciencia en el XXI</a></h5>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atorgat el Premi Nobel de Química 2009]]></title>
<link>http://uabsona.wordpress.com/2009/11/23/atorgat-el-premi-nobel-de-quimica-2009/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:52:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>uabsona</dc:creator>
<guid>http://uabsona.wordpress.com/2009/11/23/atorgat-el-premi-nobel-de-quimica-2009/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;Acadèmia Sueca de les Ciències ha atorgat el Premi Nobel de Química 2009 a tres científics p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">L&#8217;<a href="http://www.kva.se/" target="_blank">Acadèmia Sueca de les Ciències</a> ha atorgat el Premi Nobel de Química 2009 a tres científics pels seus estudis sobre &#8220;<em>l&#8217;estructura i funcionament dels ribosomes</em>&#8221; (orgànuls supramoleculars encarregats de sintetitzar proteïnes a partir de la informació genètica que els arriva de l&#8217;ADN). El nord-americà Thomas A. Steitz, l&#8217;hindú Venkatraman Ramakrishnan i la israeliana Ada E. Yonath han aconseguit mostrar l&#8217;aspecte i funcionament dels <a href="http://ca.wikipedia.org/wiki/Ribosoma" target="_blank">ribosomes</a> a nivell molecular, per mitjà d&#8217;un mètode anomenat cristalografia de raigs X. Aquest descobriment permet averiguar com actuen els antibiòtics en les cèl·lules de les bactèries i dóna armes per lluitar contra la resistència bacteriana a aquests fàrmacs.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/sbr03G2Oj8E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/sbr03G2Oj8E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">El secretari de l&#8217;Acadèmia i vicepresident del comitè Nobel, Gunnar Öquist, declarà: &#8220;<em>Des de que Francis Crick va plantejar en 1956 el problema fonamental biològic de com es passa de l&#8217;ADN al ARN i de l&#8217;ARN a les proteïnes, han passat més de cinquanta anys. [...] El que han fet els guardonats és resoldre la darrera peça del trencaclosques, quan molts pensaven que resultaria impossible veure l&#8217;estructura del ribosoma mitjançant la cristalografia</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">El premi de Química es premia amb deu milions de corones sueques (uns 980.000 euros) i, com la resta dels guardons, s&#8217;entregarà el proper 10 de desembre, aniversari de la mort del seu fundador, Alfred Nobel.﻿</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Landolt-Börnstein Database]]></title>
<link>http://blocfiq.ub.edu/2009/11/23/the-landolt-bornstein-database/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:18:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Biblioteca de Física i Química</dc:creator>
<guid>http://blocfiq.ub.edu/2009/11/23/the-landolt-bornstein-database/</guid>
<description><![CDATA[Volem anunciar-vos un nou recurs: The Landolt-Bönstein Database. L&#8217;obra en paper  Landolt-Börn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://bibfiq.wordpress.com/files/2009/11/landoltheadernew5.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3435" title="Landolt-Börnstein" src="http://bibfiq.wordpress.com/files/2009/11/landoltheadernew5.png" alt="" width="499" height="64" /></a></p>
<p>Volem anunciar-vos un nou recurs: <a title="Accés a la base de dades" href="http://www.springermaterials.com/navigation/" target="_blank"><em><strong>The Landolt-Bönstein Database</strong></em></a>.</p>
<p>L&#8217;obra en paper  <em><a title="Entrada al catàleg" href="http://cataleg.ub.edu/search~S1*cat/t?Landolt-B{u00F6}rnstein.+New+series&#38;search_code=a" target="_blank">Landolt-Börnstein </a></em>és la col·lecció de dades més completa del camp de la física, química i enginyeria. Les dades recopilades són obtingudes de la literatura original i revisades per experts en la matèria. Cada volum conté les dades en format numèric o gràfic amb la corresponent bibliografia. L&#8217;obra està formada per la sisena edició que conté la informació considerada fonamental i ben contrastada i les <em>New Series</em>  que van apareixent de manera continuada amb material més nou. De les <em>New Series,</em> a la biblioteca, tenim subscrites les sèries 2 (Molècules i radicals), 3 (Matèria condensada) i 4 (Química Física). </p>
<p>Amb el nou recurs electrònic, podeu accedir a la corresponent base de dades que es consulta a través de la plataforma <strong><em>Springer Materials</em></strong> i conté aproximadament uns 90.000 documents online i un milió de referències. Aquest contingut prové dels més de 400 volums que formen <em><strong>The Landolt-Börnstein New Series</strong></em>.</p>
<p>A més, estan inclosos a la base de dades uns 40.000 documents sobre toxicitat, impacte en el medi ambient, seguretat de productes químics etc.  que moltes companyies necessiten per a complir els requisits de la normativa europea REACH ( <strong>R</strong>egistration,<strong>E</strong>valuation, <strong>A</strong>uthorisation and Restriction of <strong>Ch</strong>emical Substances). Aquí teniu més <a title="Informació sobre REACH" href="http://www.springer.com/cda/content/document/cda_downloaddocument/REACH.pdf?SGWID=0-0-45-833698-0" target="_blank">informació sobre REACH</a>.<strong><strong><strong><strong><span style="font-family:Arial,Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial,Arial;font-size:x-small;"> </span></span></strong></strong></strong></strong></p>
<p>La plataforma <em><strong>Springer Materials</strong></em> disposa de funcionalitats de cerca tipus Google i permet fer cerques per substància, propietat, fórmula molecular, número del Chemical Abstracts, dades bibliogràfiques, etc. També podeu cercar per àrea temàtica, per sèrie i mitjançant la taula periòdica dels elements. Més informació a la web de <a title="Informació de Springer" href="http://www.springer.com/e-content/springermaterials?SGWID=0-171102-0-0-0" target="_blank">Springer</a>.</p>
<p>La subscripció a <em><strong>Springer Materials: The Landolt Börnstein</strong></em> serà efectiva a partir de gener de 2010, però ja podeu accedir-hi a travès de la secció de la web del <a title="Web del Centre de Recursos per l'Aprenentatge i la Investigació" href="http://www.bib.ub.edu/" target="_blank">CRAI</a>:  <a title="Recursos electrònics en prova" href="http://www.bib.ub.edu/recursos-informacio/recursos-prova/" target="_blank">Recursos electrònics en prova</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Déjame presentarte a nuestros amigos los elementos - Video]]></title>
<link>http://alefalletti.wordpress.com/2009/11/23/dejame-presentarte-a-nuestros-amigos-los-elementos-video/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>María Alejandra Falletti</dc:creator>
<guid>http://alefalletti.wordpress.com/2009/11/23/dejame-presentarte-a-nuestros-amigos-los-elementos-video/</guid>
<description><![CDATA[Déjame presentarte a nuestros amigos los elementos Iron is a metal, you see it every day Oxygen, eve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Déjame presentarte a nuestros amigos los elementos Iron is a metal, you see it every day Oxygen, eve]]></content:encoded>
</item>

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