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	<title>raciais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/raciais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "raciais"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 07:02:25 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[WoW Races: Desvendando as raças!]]></title>
<link>http://wowkipedia.wordpress.com/2009/11/05/wow-races-desvendando-as-racas/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:20:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>tonygordao</dc:creator>
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<description><![CDATA[O universo do World of Warcraft é um ambiente rico e detalhado em todos os aspectos proporcionando m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p><img class="alignleft" src="http://fc08.deviantart.com/fs12/f/2006/320/0/7/World_of_Warcraft_3_by_handclaw.jpg" alt="" width="383" height="256" /></p>
<p>O universo do World of Warcraft é um ambiente rico e detalhado em todos os aspectos proporcionando muita diversão para todos os game-maniacos além de atrair pessoas que nunca tiveram contato com esse tipo de game (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MMORPG" target="_blank">MMORPG</a>) por conta do seu inovador sistema e da interminável batalha entre as facções.</p>
<p>Antes de entrar no mundo e começar a se envolver em diferentes aventuras, você deverá escolher com qual personagem irá jogar, e que com certeza será um que se aproxima da sua personalidade.</p>
<p>Existem 10 raças jogáveis no World of Warcraft divididas entre as duas facções inimigas, Aliança e Horda. Se você se decidir pela Aliança, deverá escolher jogar de  Dwarf (Anão), Gnome, Human, Night Elf  e Draenei. Se optar pela Horda, terá a sua disposição Orc, Troll, Tauren, Undead e Blood Elf. Cada raça é única e possui habilidades distintas das outras, além de possuir classes específicas para escolha. Você deve saber como cada classe pode ser poderosa, mas sabe o que está por trás de cada uma? Este artigo vai lhe trazer um background sobre cada classe para ajudar a entender melhor o papel delas no mundo do WoW!</p>
<h2>CONTINUE LENDO NO NOSSO NOVO SITE: <a href="http://wowkipedia.orgfree.com" target="_self">HTTP://WOWKIPEDIA.ORGFREE.COM</a></h2>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo: ENEM 2009, entre a fraude e o conte&uacute;do]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/10/15/artigo-enem-2009-entre-a-fraude-e-o-contedo/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 12:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#160; O Exame Nacional do Ensino Médio, ENEM, foi a grande notícia do setor educacional em 2009. Nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>&#160;</h3>
<p><a href="http://edsonrodrigues.files.wordpress.com/2009/10/enem1.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="enem1" border="0" alt="enem1" src="http://edsonrodrigues.files.wordpress.com/2009/10/enem1_thumb.jpg?w=473&#038;h=317" width="473" height="317" /></a> </p>
<p>O Exame Nacional do Ensino Médio, ENEM, foi a grande notícia do setor educacional em 2009. Não pelo escândalo do vazamento da prova, ao contrário do que parece nos últimos dias. O real destaque do ENEM se dá, fundamentalmente, pelo incômodo que ele trouxe a alguns setores econômicos, educacionais, políticos e midíaticos e não pela simples mudança de data em virtude da fraude descoberta. Foi o ENEM em si, sua reformulação e a adoção desse instrumento como principal forma de ingresso nas Universidades brasileiras que causou tamanho rebuliço e até furor.</p>
<p>Não é novidade que o vestibular movimenta no Brasil uma imensa cadeia econômica. Apesar da vultosa expansão de vagas nas Universidades Federais implementada pelo Governo Lula, ainda há uma demanda infinitamente superior. No setor público, só há vagas para 3% da juventude brasileira, e, mesmo incluídas as instituições privadas, quase 90% dos jovens ficam de fora. É em cima desse quadro e da angústia de cada estudante que gira o lucrativo comércio dos cursinhos pré-vestibular. Foram eles os principais prejudicados com a adoção do ENEM como forma de seleção de boa parte das Instituições Federais, a partir desse ano, e são eles e seus aliados os mobilizadores dessa comoção nacional contra o MEC, com direito a impulsionar passeatas estudantis &#8211; seus clientes &#8211; em todos os cantos do país.</p>
<p>Não é que nos devamos calar diante da fraude de um processo tão importante como esse. Ao contrário, é a cadeia o lugar dos que participaram do vazamento da prova e nisso a Polícia Federal está concentrada. À propósito, cabe lembrar que a cultura da fraude impregna o modo de vida brasileiro. Há pessoas motivadas a corromper, enganar, roubar, trapacear em diversos âmbitos da vida coletiva. O mundo dos concursos não está alheio ao repugnante jeitinho brasileiro de privatizar o que deve ser público. Cotidianamente provas são anuladas por fraude e, muitas vezes, acontece o pior: seguem impunes à interferência privada, ao lobby, ao privilégio de alguns.</p>
<p>Mas, pela quase inexistente condenação pública dos verdadeiros criminosos nas passeatas e matérias jornalísticas sobre o caso, percebe-se que o enfrentamento ao ENEM deflagrado sob essa justificativa tem outra motivação. Quer-se é enfraquecer esse método de seleção e fortalecer o anterior, já condenado pelo processo histórico da formação educacional brasileira. O sistema de vestibular erguido por empresas privadas, que privilegia o conhecimento &#34;decoreba&#34; e os &#34;bizus&#34; e articula-se com o negócio dos cursinhos só favorece à concentração de vagas nas melhores instituições para quem também concentra renda e pode investir muito dinheiro.</p>
<p>Em detrimento, alijam-se das Universidades estudantes que, por outras formas e experiências, adquiriram conhecimento, muitas vezes mais relevante à formação acadêmica e à produção de ciência e tecnologia com função social a que deve se destinar a Educação Superior Pública.</p>
<p>Ainda, por esse sistema, tem sido imbecilizada boa parte da juventude brasileira, que adquire, desde o início da formação escolar, o péssimo hábito da concorrência pela eliminação dos demais colegas, o sofrimento do vestibular como martírio, a limitação da reflexão filosófica pelo acúmulo de números, datas, fórmulas.</p>
<p>Não é à toa que ingressam, todos os anos, nas Universidades do país, muitas pessoas incapazes de compreender o mundo em que vivem, ignorantes à realidade social, às desigualdades regionais, que nunca leram um livro e que vêem os demais seres humanos como inimigos sempre em disputa pelas escassas oportunidades.</p>
<p>É revoltante, portanto, que a tão difícil mobilização estudantil, fruto justamente da cultura egoísta erguida nas escolas, se dê, nesse momento, não contra a falta de vagas nas Universidades, não contra a cultura da fraude de que foram vítimas os estudantes e os organizadores da prova, não pelo direito de estudar, mas contra as mudanças no sistema de ingresso na Educação Superior, contra o MEC e contra o ENEM.</p>
<p>Ao analisar a prova abortada em virtude do roubo, imagino a frustração dos elaboradores do novo processo. As notícias de hoje deveriam ser sobre a ousadia com que se constituiu o ENEM 2009, em como a comissão organizadora foi capaz de fazer um teste de assinalar &#8211; por si só limitador dos conhecimentos &#8211; em uma abordagem inovadora, consciente, social e politizada.</p>
<p>As questões de Linguagem e Códigos são capazes de deliciar o leitor. Conversas de MSN, tirinhas de Mafalda, poemas de Gilberto Gil: pura interpretação e raciocínio, ao contrário das tradicionais ortografias e gramáticas estanques. Em Ciências Humanas, uma preocupação com as questões regionais, nacionais, ao contrário das datas e nomes com que estamos acostumados. Em Ciências da Natureza, nada mais atual que privilegiar as questões ecológicas em vez das mitocôndrias e os complexos de Golgi que decoramos tempos atrás.</p>
<p>Um privilégio da inteligência, da consciência, da politização, da compreensão do mundo. Aquilo que os mais progressistas pedagogos, movimentos educacionais e a sociedade reivindicam há tanto tempo.</p>
<p>Como militante política formada nas fileiras do Movimento Estudantil, luto pelo dia em que não teremos mais vestibular e em que as vagas nas Universidades serão direito garantido a toda população. Mas, enquanto isso, não posso deixar de comemorar o avanço que representa esse novo ENEM e sua adoção pelas Universidades brasileiras.</p>
<p>Uma pena que aqueles que optaram pela fraude e pelo dinheiro tenham ocupado as páginas dos jornais em detrimento dessa vitória histórica pela formação cidadã dos jovens brasileiros. Na esperança de que o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos novos métodos sejam capazes de formar pré-universitários mais conscientes, que se mobilizem pelo seu direito a estudar mais do que pela motivação dos que querem lucrar em cima de sua exclusão.</p>
<p><b></b>
<p>Louise Caroline</p>
</p>
<p> é formada em Direito pela UFPE e é ex-vice-presidente da UNE. </p>
<p>Fonte: Site do PT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo publicado: Interracial friendship development and attributional biases]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/08/29/artigo-publicado-interracial-friendship-development-and-attributional-biases/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 21:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/08/29/artigo-publicado-interracial-friendship-development-and-attributional-biases/</guid>
<description><![CDATA[Título: Interracial friendship development and attributional biases Autores: J. Nicole Shelton, Jenn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Título: Interracial friendship development and attributional biases</p>
<p>Autores: J. Nicole Shelton, Jennifer A. Richeson, and Hilary B. Bergsieker</p>
<p>Periódico: Journal of Social and Personal Relationships 2009;26 179-193</p>
<p>Resumo: <a href="http://spr.sagepub.com/cgi/content/abstract/26/2-3/179">clique aqui para obter</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tijolos de cotas e coisa e tal]]></title>
<link>http://pandoralazz.wordpress.com/2009/06/03/tijolos-de-cotas-e-coisa-e-tal/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 20:48:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>pandoralazz</dc:creator>
<guid>http://pandoralazz.wordpress.com/2009/06/03/tijolos-de-cotas-e-coisa-e-tal/</guid>
<description><![CDATA[  Imaginemos a seguinte situação hipotética: você tem um prédio. Melhor, melhor: você tem um hotel. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em> </em></p>
<div><span style="font-size:x-small;">Imaginemos a seguinte situação hipotética: você tem um prédio. Melhor, melhor: você tem um hotel. Um hotel hipotético. Isso.</span></div>
<div><span style="font-size:x-small;">Digamos que seu hotel teve um pequeno erro &#8211; completamente hipotético &#8211; em sua construção. Não é que você não se importasse com ele. Não, longe disso, você só não quis complicar a situação. O fato é que, agora, este erro está pesando. Mais do que isso: pode trazer todo o prédio abaixo. Hipoteticamente.<!--more--></span></div>
<p><span style="font-size:x-small;">As pessoas estão com medo de alugar seus quartos. Os hóspedes que você já tinha estão começando a perder a confiança em você e você não sabe mais o que fazer. Então, hipoteticamente, tem uma idéia.</p>
<p>Reformará os andares superiores, ainda que eles sejam hipotéticos. Colocará uma suíte presidencial. Sim, sim, luxo, beleza, algo que seduza os seus hóspedes hipotéticos.</p>
<p>Eles caem. Caem porque passaram por anos de alienação dentro de seus quartos confortáveis de camas <em>king size</em>. Caem porque você treinou sua lábia por anos e eles já não mais duvidam de você, embora alguns reclamem do fato de que, agora, os funcionários negros podem circular pelos andares superiores; com exceção da suíte presidencial, é claro. Digo, hipoteticamente.</p>
<p>Você sabe que sua medida hipotética não impedirá o prédio de cair. Afinal, a base permanece a mesma, desgastada e falha, e você não se importa em esvaziar ou reconstruir o hotel. É, de forma hipotética, inviável.</p>
<p>Mas o fato é que, uma hora, seu prédio v<em>ai</em> cair. Hipoteticamente falando.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Constrangidos pela polícia e pela reitoria, estudantes relatam como foi a mobilização contra cotas na UFSC ]]></title>
<link>http://kalikalache.com/2008/12/10/constrangidos-pela-policia-e-pela-reitoria-estudantes-relatam-como-foi-a-mobilizacao-contra-cotas-na-ufsc/</link>
<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 23:52:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
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<description><![CDATA[Do Blog do Leandro Damásio Um infeliz temporal se formou há apenas 30 minutos do início da Mobilizaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Do Blog do Leandro Damásio Um infeliz temporal se formou há apenas 30 minutos do início da Mobilizaç]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo publicado: Friendships Influence Hispanic Students]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2008/10/15/artigo-publicado-friendships-influence-hispanic-students/</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 20:59:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Título: Friendships Influence Hispanic Students&#8217; Implicit Attitudes Toward White Non-Hispanics]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Título: Friendships Influence Hispanic Students&#8217; Implicit Attitudes Toward White Non-Hispanics Relative to African Americans</p>
<p>Autores: hristopher L. Aberson, Michael K. Porter, and Amber M. Gaffney</p>
<p>Periódico: Hispanic Journal of Behavioral Sciences 2008;30 544-556</p>
<p>Resumo: <a href="http://hjb.sagepub.com/cgi/content/abstract/30/4/544?etoc">clique aqui para obter</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gremistas neonazistas tentam criar torcida organizada]]></title>
<link>http://ricardobraida.wordpress.com/2008/01/11/gremistas-neonazistas-tentam-criar-torcida-organizada/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 23:41:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Que na torcida do Grêmio existem neonazistas isso não é mais novidade, a novidade fica por conta de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Que na torcida do Grêmio existem neonazistas isso não é mais novidade, a novidade fica por conta de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[60% dos Brasileiros não votariam num candidato ateu]]></title>
<link>http://ricardobraida.wordpress.com/2008/01/10/60-dos-brasileiros-nao-votariam-num-candidato-ateu/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 17:05:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma pesquisa da Veja, feita em parceria com a CNT/Sensus, revela que apenas 13% dos brasileiros vota]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uma pesquisa da Veja, feita em parceria com a CNT/Sensus, revela que apenas 13% dos brasileiros vota]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A novela sem fim da adoção ou não de cotas racias na Ufes]]></title>
<link>http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/a-novela-sem-fim-da-adocao-ou-nao-de-cotas-racias-na-ufes/</link>
<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 09:26:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>universoufes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Erica Vaz Em março de 2006, uma proposta da Comissão Pró-Cotas da Universidade Federal do Espírito S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="western">Erica Vaz</p>
<p class="western" align="justify">Em março de 2006, uma proposta da Comissão Pró-Cotas da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que reservava 26% das vagas dos cursos de graduação para afro-descendentes, 25% para alunos de escolas públicas e 1% para indígenas, foi apresentada a Câmara de Graduação da Ufes. Era a primeira vez que o debate sobre a inclusão de ações afirmativas no vestibular da única universidade do Espírito Santo extrapolava os muros do meio acadêmico e repercutia em todas as esferas sociais.</p>
<p class="western" align="justify">De acordo com a Comissão Pró-Cotas, as porcentagens foram definidas baseadas em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e para concorrer às cotas raciais, o critério usado seria o de autodeclaração, o que gerou críticas e manifestações contrárias dos donos de escolas particulares e alunos dessas instituições. No dia 05 de abril, por 21 votos a 17, o projeto de cotas que centralizou os debates mídiaticos capixabas por quase uma semana, e que havia sido aprovado em Primeira Instância pela mesma Câmara, acabou sendo rejeitado, tendo que sofrer alterações para ser aprovado.</p>
<p><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_particular_protesto_ufes.jpg" title="Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_particular_protesto_ufes.jpg" title="Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas"><img src="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_particular_protesto_ufes.jpg" alt="Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas" height="150" width="300" /></a><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_particular_protesto_ufes.jpg" title="Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_particular_protesto_ufes.jpg" title="Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas">Alunos de escolas particulares questionam a constitucionalidade das cotas</a></p>
<p class="western"><strong>alterações na proposta de cotas</strong></p>
<p class="western" align="justify">E foi o que aconteceu. Os coordenadores dos colegiados de cursos da Ufes, que formam a Câmara de Graduação, chegaram a apresentar 12 propostas diferentes. Outras entidades elaboraram seus critérios. O Movimento Negro pleiteou 28,5% das vagas para negros e pardos. A própria proposta elaborada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), que é o órgão que tem a palavra final sobre a adoção ou não de cotas, destinava 20 % das vagas para estudantes de escolas públicas e outros 5% para negros, acabou sendo derrubada no dia 15 de agosto, encerrando de vez a possibilidade de adotar as cotas ainda em 2006.</p>
<p class="western" align="justify">Na época de avaliação das propostas, o reitor da Universidade, Rubens Rasselli, alegou que as cotas ainda não seriam adotadas para que o meio acadêmico tivesse tempo para debater melhor as propostas apresentadas. O então segundo o pró-reitor de Graduação da Ufes, Santinho Ferreira de Souza, em declarações feitas a mídia na época, as cotas eram uma questão de tempo, e o que emperrava a sua prática eram os critérios para selecionar quais alunos seriam beneficiados.</p>
<p class="western" align="justify"><strong>o novo projeto</strong></p>
<p class="western" align="justify">Diante do impasse, ficou a cargo da Comissão Especial de Inclusão Social, da Pró-reitoria de Graduação da Ufes, a responsabilidade de elaborar um projeto mais adequado à Universidade. Em agosto de 2007, mais de um ano depois do início dos debates e das avaliações, quatro novas propostas passaram pelo crivo da Câmara de Graduação, que acabou aprovando um sistema de cotas que seria implantado de forma gradativa, sendo 25% no primeiro ano, 40% no segundo e 50% no último ano. Ainda segundo esse projeto, todos os anos, 5% das vagas totais seriam separadas para negros de escolas públicas. Índios e portadores de deficiência física seriam outros beneficiados.</p>
<p class="western" align="justify">&#160;</p>
<p align="center"><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_publica_manifestacao_favor_cotas_ufes.jpg" title="Manifestação a favor das cotas raciais: a Ufes preferiu ignorar"><img src="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_publica_manifestacao_favor_cotas_ufes.jpg" alt="Manifestação a favor das cotas raciais: a Ufes preferiu ignorar" height="150" width="300" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://universoufes.wordpress.com/files/2007/10/foto_alunos_escola_publica_manifestacao_favor_cotas_ufes.jpg" title="Manifestação a favor das cotas raciais: a Ufes preferiu ignorar">Manifestação a favor das cotas raciais: a Ufes preferiu ignorar</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p class="western" align="justify">Aprovado, o novo projeto foi levado ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), que alterou a proposta inicial e deu origem ao sistema de cotas que valerá a partir do vestibular do final de ano de 2007, divulgado no dia 9 de agosto. Serão destinados aos estudantes que tenham cursado pelo menos quatro séries do ensino fundamental e todo o ensino médio em escola pública, e que tenham renda familiar inferior a sete salários mínimos, 40% das vagas.</p>
<p style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mais informações:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/mapeamento-das-acoes-afirmativas-nas-universidades-brasileiras/" target="_blank">Confira a relação de todas as universidades públicas que adotam cotas no país</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/a-diferenca-entre-as-cotas-sociais-e-raciais-2/" target="_blank">Qual a diferença entre cotas socias e racias?</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/o-que-pensam-os-professores-da-ufes-sobre-as-cotas/" target="_blank">O que pensam os professores da Ufes sobre as cotas? </a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/casa-grande-e-senzala-as-experiencias-dos-alunos-cotistas-da-bahia-e-rio-de-janeiro/" target="_blank">As experências dos alunos cotistas da Bahia e Rio de Janeiro </a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoufes.wordpress.com/2007/10/17/o-racismo-no-ambiente-escolar/" target="_blank">Artigo: o racismo no ambiente escolar </a></p>
<p style="text-align:justify;">&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caso UFRGS - Cotas Raciais]]></title>
<link>http://ricardobraida.wordpress.com/2007/07/07/caso-ufrgs-cotas-raciais/</link>
<pubDate>Sat, 07 Jul 2007 18:38:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
<guid>http://ricardobraida.wordpress.com/2007/07/07/caso-ufrgs-cotas-raciais/</guid>
<description><![CDATA[Mês de Janeiro em Porto Alegre. Maioria das famílias gauchas esperam ansiosamente o listão da UFRGS,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mês de Janeiro em Porto Alegre. Maioria das famílias gauchas esperam ansiosamente o listão da UFRGS,]]></content:encoded>
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